Capacitação introdutória sobre deficiência


Grupo de Deficiência e Inclusão de Mercocidades (GDI) convida organizações, instituições e o público interessado de cidades integrantes da Rede, a participar da capacitação introdutória sobre deficiência que poderá ser realizada de 4 de julho a 31 de agosto, de forma virtual e autogestionada . As inscrições ficarão abertas até 30 de junho.

O curso é introdutório e aberto à comunidade. Não requer conhecimento prévio sobre deficiência e não há limites de inscrições por cidade.

Será composto por 6 módulos que tratarão sobre os seguintes temas: história, linguagem inclusiva, direitos, educação, legislação, emprego e boas práticas.

A capacitação terá duração de 2 meses, com início na segunda-feira, 4 de julho, e término em 31 de agosto de 2022. É gratuito, ministrado virtualmente, autogerido e disponível somente em espanhol. Para usar a plataforma é necessário possuir um e-mail do Gmail. Os interessados ​​em participar devem preencher previamente o seguinte formulário online até quinta-feira, 30 de junho.

O Grupo de Deficiência e Inclusão de Mercocidades é coordenado pela cidade argentina de Lincoln e sub-coordenado por Villa Carlos Paz (Argentina) e Canelones (Uruguai).

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A Maçonaria que conheço tem TDAH?

Realmente, não é possível conhecer totalmente a Maçonaria, pois, do ponto de vista vivencial pode-se conjecturar a existência de muitas formas de ser Maçom; por vezes, exagero pensando que a sua prática seja quase individualizada; há um senso comum, contudo, reina uma série enorme de convicções individuais. Walter Roque Teixeira (Médico Neurologista)

A Maçonaria que conheço tem TDAH?

Assim pensando, cada Loja, unidade legal básica e fundamental, para não nos estendermos além deste microambiente, tem características próprias e isto, naturalmente, faz com que, do ponto de vista prático, afora os Rituais e a legislação específica, a Instituição, igualmente ao seu elemento mais básico, o Homem Maçom, acabe comportando-se como um mosaico. BIBLIOT3CA FERNANDO PESSOA

O que eu falo é bem pensado. Não receio escaramuça. E que aceite a carapuça quem se sente melindrado”. Victória de Noel Rosa

TDAH, significa “Transtorno do Défice de Atenção com (… ou sem) Hiperactividade”.

O Transtorno do Défice de Atenção com Hiperactividade é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida, caracterizada por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade”.

Metáfora, é uma figura de linguagem em que se transfere o nome de uma coisa para outra com a qual é possível estabelecer uma relação de comparação, segundo o autor.

O título talvez devesse ser “parte dos líderes maçónicos comporta-se como se tivesse TDAH”, pois a Maçonaria tem a organicidade de uma Instituição juridicamente reconhecida e, antes de tudo, é iniciática, filosófica, filantrópica, progressista e evolucionista. Logo, não é portadora de TDAH!

Crítica é somente uma figura linguística que se refere à expressão de uma reacção pessoal que algo, seja um tema ou comportamento, me provoca; desta forma, como visão individual não pode pretender representar verdades e, assim, não deve ter outra interpretação além da intenção de estimular discussões que possibilitem mudanças.

Como base comportamental do portador de TDAH, especialmente no adulto, para a qual devemos atentar-nos e priorizar é a habitual e prejudicial característica de desatenção às consequências futuras do que fazemos ou deixamos de fazer, as decisões, estabelecimento de prioridades, acções e atitudes adoptadas no presente é que determinarão como será o nosso futuro.

O “presente nada mais é do que a preparação para as consequências futuras”, e esta é uma das maiores dificuldades dos portadores de TDAH!

Temos um condicionamento neurobiológico no funcionamento dos nossos lobos frontais, isto inclui um sistema de recompensas voltado para, socialmente, obter-se algo no futuro a partir do se faz agora. A conquista de metas planejadas dá prazer e prestígio. Se estivermos desatentos para o que pode acontecer depois, não conseguiremos dar a importância, o peso real, para fazer o que se deve fazer agora.

Existem, portanto, sintomas que poderiam ser considerados comuns, como dificuldade de focar e persistir, procrastinação e subvalorização do tempo, como se pudéssemos resolver qualquer problema tão logo surja, e sem qualquer dúvida, poderá dar errado lá na frente!

Se a isto não dermos a devida importância, acabaremos cumprindo o básico das nossas obrigações, deixando apenas o tempo passar, esperando sair aparentemente ilesos das responsabilidades que, social e institucionalmente, nos foram atribuídas.

Indivíduos que agem buscando caminhos para antecipar consequências são taxados de “extemporâneos”, “apressados”, “nervosos” ou “ansiosos”, invariavelmente são pouco entendidos ou valorizados no presente, talvez o serão no futuro!

Outros, mais voltados para o presente, têm, portanto, uma insensibilidade às consequências futuras dos seus actos no presente, não activam o sistema de recompensas futuras, pois as buscam no presente e pelas suas aparentes “proactividades” (ou impulsividade?) são taxados como “realizadores” e valorizados.

E estas são características comumente encontradas naqueles portadores de TDAH! Foco no presente e sem condições neurobiológicas de planear o futuro!

somos responsáveis não só pelo que fazemos, mas também pelo que deixamos de fazer” (Molière)

O futuro sempre é responsabilidade do presente! Será? Como denominou Daniel Kahneman, uma ilusão cognitiva do Viés da Validade ou Heurística da Auto Validação.

A Maçonaria do autor continua a navegar em “mar de almirante”, confiante de que nenhuma marola vai afectar o seu percurso, independentemente dos fartos exemplos existentes (“Somos um grupo que está fora de moda e com o número de membros a diminuir – talvez não nos países em desenvolvimento, mas no mundo desenvolvido, somos vistos como um anacronismo, com um modo de estar que constitui um embaraço” – Michael W. Walker).

Aprender a aproximar o futuro do presente, estratégia psicoterapêutica frequentemente usada nos portadores de TDAH deveria também ser fonte de discussão e ensinamento persistente nas Lojas Maçónicas criando cenários e preparando a Instituição para possíveis impactos negativos no futuro do que já está a acontecer hoje.

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A Demonização Científica

A ciência não é boazinha nem tenta ser. A sua única promessa é a de encontrar relações evidentemente verdadeiras entre as ideias e a realidade. Não é um processo divino, mágico ou obscuro. É humano e documentado. Despenhadeiro

Algumas religiões colocam o sofrimento como uma necessidade que será recompensada em outro mundo, um plano eterno e soberano. Para a ciência, este outro mundo é irrelevante, simplesmente porque ele é imensurável. É exatamente por isso que tentar comprovar a inexistência de Deus com a ciência seria a mesma coisa que tentar trocar o pneu de um carro utilizando uma jabuticaba. O método científico é uma ferramenta com funcionalidade em um mundo específico: o natural.

Existem ramos desta ferramenta engajada na compreensão da realidade que são utilizados para a diminuição dos sofrimentos. A psicologia é um exemplo e graças a sua documentação, qualquer pessoa pode percorrer todo o caminho para se chegar em todas as conclusões e explicações sobre os tratamentos mais complexos. Não há mistério nem deturpação de qualquer coisa criada por Deus, pois tudo o que há é um encadeamento de observações básicas e conclusões simples sobre o que se é observável na Natureza.

A demonização do método científico é uma resposta religiosa aterrorizada pela possibilidade da desmitificação dos fenômenos naturais. Quando livros escritos por homens interpretando a palavra de Deus tentam explicar a realidade, eles erram, porque a conservação dogmática de uma explicação sobre o mundo não é pariu para a constante competição entre as explicações dentro da ciência.

O meio científico, para além de um pequeno grupo acadêmico, recompensará o mais ultrajante dos questionamentos. A completa destruição de falsos axiomas, a quebra de qualquer teoria fundamentalmente equivocada será celebrada, desde de que todos os argumentos dessa antítese sejam observáveis. Graças a isso, a ciência se tornou a melhor ferramente para explicarmos a realidade.

Existem outros mundos além da explicação de fenômenos observáveis, temos a necessidade de definir o que é felicidade e perseguir propósitos. Para isso lhe servirá, além de qualquer outra coisa, a religião.

Não use o dogma para confrotar a realidade, pois aquilo que a ciência chama de real já é por si uma provável obra daquilo que você chama de Deus. Por exemplo, não veja a teoria da evolução como uma depreciação da humanidade, pois o mesmo mecanismo que criou a sua capacidade de pensar, se apaixonar e enxergar beleza, também foi responsável por criar a capacidade dos pássaros voarem e não há nenhum demérito nisso.

Palavras PerdidasGhost Writer ou Escritor Fantasma!!!, EXPERIMENTOS SOCIAIS SIGILOSOS | Cortes do Venus

INVEJA E ADMIRAÇÃO

A inveja e a admiração são como as duas faces de uma mesma moeda, ambas refletindo sentimentos que expressamos diante de um outro e que só em função dele mesmo podem sobreviver. Explicando melhor, inveja e admiração só existem quando projetadas em alguém e jamais por vida própria. Solon SaldanhaVIRTUALIDADES.

A inveja é desejo de posse exclusiva; a admiração tem possibilidade de compartilhamento. Quando se inveja, se quer que a condição do outro seja nossa e não dele. Quando se admira, se deseja que as qualidades que se vê em alguém possam iluminar as nossas próprias, sendo bom exemplo e motivação. Quem inveja quer ser o invejado; quem admira gostaria de ser como o admirado. Mesmo assim, esses sentimentos são meio que irmãos, estando a diferença na carga emocional que carregam, que pode ser positiva ou negativa.

As invejas genéricas, não maliciosas e que se confundem com a admiração, em geral não são por uma pessoa, mas por aquilo que ela representa. Sempre invejei, na juventude, quem tinha toda aquela habilidade necessária para jogar um futebol de qualidade. Mas nunca desejei ser eu mesmo um Zico ou um Falcão: a mim bastaria não estar na categoria dos “pernas-de-pau”, mas não foram poucos os gols contra que tantos deles marcaram ao longo de suas vidas, apoiando causas e pessoas execráveis.

Há admirações que podem parecer incontestáveis, como se fosse uma prova a desmentir Nélson Rodrigues e a sua afirmação de que “toda a unanimidade é burra”. Quase não se teve tempo para admirar o Papa João Paulo I, que ficou apenas 33 dias no comando da Igreja Católica, mas quem poderia não gostar do seu sorriso sincero como o de uma criança? Temos ainda o pacifista indiano Mahatma Gandhi; a genialidade humilde de um Einstein, com sua língua de fora eternizada em fotografia; a luz suave do médium Chico Xavier, de Madre Teresa de Calcutá – que na verdade nasceu na Macedônia – ou de Dalai Lama; a inteligência de Marie Curie; a inquebrantável vontade de um Nelson Mandela, na sua luta por igualdade; a criatividade visionária de Leonardo Da Vinci; a enorme sensibilidade de uma Cora Coralina, dentre muitos.

Outras admirações, no entanto, são de fato inexplicáveis. Mas, fazer o quê? Sempre existirá alguém que prefira Ustra ao invés de Arns; Joseph Goebbels no lugar de Paulo Freire; Josef Mengele e não Nise da Silveira. O que representa dizer a tortura ao invés da proteção e acolhimento; a propaganda doutrinária e não a educação inclusiva; os experimentos brutais com seres humanos sendo cobaias ao invés da atenção e do cuidado respeitoso a doentes mentais, por meio da arte. Mas, enfim, são por situações como essas exemplificadas em três comparações que se pode dar razão ao que disse Lulu Santos em uma das suas canções: “Assim caminha a humanidade/Com passos de formiga e sem vontade”.

Discordâncias quanto às escolhas feitas não desqualifica em nada serem usadas, seja na íntegra, com alguns acréscimos ou retirada de nomes. Acho também que podemos listar admirações e reconhecimentos coletivos. Aos professores, profissionais da saúde, cientistas, líderes religiosos verdadeiramente desinteressados e muito mais. Não faz mal algum vibrarmos com o conhecimento e a ciência; com vitórias e conquistas alheias no esporte, na economia, na busca da paz e na valorização da vida. Porque esse é um caminho que nos humaniza, antes que a perdamos.

bônus musical de hoje é Admiração, com Paulinho Moska. Ele é um cantor e compositor carioca, cujo nome de batismo é Paulo Corrêa de Araújo.

Palavras Perdidas: Prêmio Darwin, Será que é amor?!?, Prêmio Nobel aos bombeiros de Brumadinho, José Mojica Marins

Super Máquina: Knight Rider

Knight Industries Two Thousand. É este o nome completo do K.I.T.T., o Pontiac Trans Am 1982 que o agente Michael Knight, vivido por David Hasselhoff, usa para combater o crime em Knight Rider,  série que no Brasil foi exibida como “A Super Máquina”, referindo-se ao KITT. Agora, como alguns de vocês já sabem (especialmente quem cresceu nos anos 1980), o Trans Am era mais que um carro — equipado com um avançado sistema de inteligência artificial programado para salvar vidas, ele era o parceiro de Michael Knight e também a verdadeira estrela da série.

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Para começar, ele ajudou a tirar a Pontiac de uma crise. No início dos anos 80 a divisão da General Motors passava por uma crise de identidade — enquanto a Chevrolet vendia esportivos e carros de entrada a um preço mais baixo, com Buick e Oldsmobile atuando nos segmentos superiores, a Pontiac tentava fazer um pouco de tudo — e acabou perdendo o foco, com as vendas caindo ano a ano. Os dias de glória do Pontiac GTO (que é considerado o primeiro muscle car moderno) e do Firebird já eram um passado distante.

Por sorte, uma nova série sobre um ex-policial que assumia uma nova identidade e agia acima da lei para combater criminosos, e seu parceiro era um programa de inteligência artificial instalado em seu carro — que também era uma máquina futurista e cheia de recursos que o ajudavam a sair de situações arriscaras e lutar pela justiça. Glen Larson, produtor da série, só não sabia que carro usar — quer dizer, até ver fotos do novo Trans Am. Assim que bateu os olhos nas linhas do carro, ele sabia que havia encontrado o veículo perfeito para o papel.

Em Knight Rider, o Trans Am é o personagem KITT, ou Knight Industries Two Thousand. Na série, o KITT nasceu como um supercomputador de última geração — uma máquina dotada de personalidade, que foi instalado em um carro com inteligência artificial. Seu objetivo? Ser usado em benefício de sua organização de combate ao crime que agia paralelamente à polícia, a Foundation for Law And Government (FLAG).

O carro foi entregue a Michael Long, policial que é dado como morto em uma operação à paisana. Ele é recrutado pela FLAG, recebendo uma nova identidade e um novo rosto, passando a se chamar Michael Knight. Seu título é o de Cavaleiro da Fênix (Knight of the Phoenix), nome escolhido pelos produtores por sua associação ao popular adesivo com um pássaro dourado que decorava boa parte dos Trans Am desde os anos 1970.

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A  série iniciou em setembro de 1982 e encerrou em maio de 1986, totalizando 4 temporadas e 90 episódios produzidos.

Palavras Perdidas: Robôs do Face criam língua própria – mas calma, não é a revolução das máquinas, Vídeo simula ação de robô-soldado, Encontre seu carro de cinema favorito, Como são os ‘CARROS’ na VIDA REAL??? Personagens do filme Carros Pixar.

O Céu Sobre os Ombros

O CÉU SOBRE OS OMBROS – Trailer Oficial. Vitrine Filmes

O Céu Sobre os Ombros é um filme que trata da solidão e das dificuldades da vida humana, mas também trata de como os homens criam suas saídas, suas respostas às dificuldades, sua felicidade.

Uma transexual que concilia a prostituição com a vida acadêmica, um atendente de telemarketing integrante da torcida organizada Galoucura e participante do movimento Hare Krishna e um escritor desiludido sustentado pela mãe. Estes são os personagens do premiado O Céu Sobre os Ombros. Guia da Semana

Vencedor de cinco troféus Candangos no 43º Festival de Brasília de Cinema Brasileiro (melhor filme, direção, roteiro, montagem e prêmio especial do júri), o filmes retrata o cotidiano e a intimidade das três figuras, que não possuem nenhuma relação umas com as outras.

O projeto radical de Sérgio Borges rompe as fronteiras entre ficção e realidade e promete uma nova experiência em frente às telonas.

Diretor: Sérgio Borges

Elenco: Everlyn Barbin, Lwei Bakongo, Murari Krishna e Grace Passo

País de origem: Brasil – Ano de produção: 2010

Classificação: 16 anos

O Ceu Sobre os Ombros 2011Márcio Murari

Numa mistura de documentário e ficção, três personagens exóticos são as figuras centrais. O desafio de cada um deles é retratar seu mundo íntimo e encenar situações reais das próprias vidas.

Palavras Perdidas: Oito filmes que retratam o suicídio, Malucos de Estrada: a reconfiguração do movimento hippie no Brasil, Irmão do Jorel, animação 100% brazuka, Ele Nunca Morre

SHOWLIVRE 20 ANOS – PITTY

O Showlivre está completando 20 anos de existência e para comemorar essa marca histórica estamos resgatando algumas das apresentações que marcaram essas duas décadas de muita música. Pra começar e celebrar a semana do rock, escolhemos a apresentação da Pitty no Estúdio Showlivre em 2014. Uma das principais figuras do rock nacional das últimas décadas, a roqueira baiana apresentou o álbum ‘Setevidas’ ao vivo em nosso estúdio

The Simpsons Composer Alf Clausen

Lior Phillips stops by Moe’s Tavern to talk to the man behind the music. Consequence – April 8, 2017

Thirty-five years ago this month, America’s favorite animated family made its debut as part of The Tracey Ullman Show. Lior Phillips speaks to longtime songwriter Alf Clausen, who is arguably the oldest member of the Simpson family, having been there from the start.

Clausen was born in MinneapolisMinnesota, and raised in Jamestown, North Dakota. Clausen was interested in music from a young age. He counts composer Henry Mancini as one of his heroes; his book Sounds and Scores inspired him. He began playing the French horn in the seventh grade and also learned piano; and he sang in his high school choir. He continued playing and learned to play the bass guitar, stopping singing because the choir met at the same time as the band. Wikipedia, the free encyclopedia

He studied mechanical engineering at North Dakota State University although, after being inspired by his pianist cousin, switched his major to musical theory. Whilst there, Clausen took a correspondence course at Boston‘s Berklee College of Music in jazz and big band writing.

You may not know the name, but he’s been one of the most influential and talented musicians you’ve heard for most of his life. For more than two and a half decades, Alf Clausen has been in his living room, the roots of his music entwining the joy receptors in his brain for half an hour at a time, which seemingly covered every genre from Latin jazz to jazz music. Broadway and wrote songs you know by heart, songs that can bring a smile to your face year after year.

He was also featured on The Simpsons albums and worked with Jackson Browne, David Byrne, The B-52s and U2. I’ve got two Emmys. One for “I’m Checkin’ In” and the other one where Homer wants the house of ill repute torn down, and Bart is working there and wants to keep it….

Alf Clausen has composed the music for every episode of The Simpsons over the past 27 years. He’s the man behind endlessly entertaining hooks like “We Put the Spring in Springfield” and “You’re Checkin’ In” (both of which won him Emmys). He is the never-before-seen but always-felt main character, alongside the intrepid Simpson family, the mastermind behind the nearly 30 musical cues in each episode.

Alf Clausen participa do 2016 ASCAP Screen Music Awards no The Beverly Hilton Hotel em 24 de março de 2016 em Beverly Hills, Califórnia.Paul Archuleta/FilmMagic

Alf Clausen is an American film and television composer. He is best known for his work scoring many episodes of The Simpsons, for which he was the sole composer between 1990 and 2017. Clausen has scored or orchestrated music for more than 30 films and television shows, including MoonlightingThe Naked GunALF and Ferris Bueller’s Day Off. Clausen received an Honorary Doctorate of Music from Berklee College of Music in 1996. Darryl HintonWikitrusted. 17 de julho de 2021

The longtime Simpsons composer sued his dismissal from the long-running series, saying he was discriminated against because of his age and a perceived disability. Associated PressBillboard. 08/6/2019

The lawsuit filed by Alf Clausen in Los Angeles Superior Court on Monday (August 5) for age discrimination, wrongful termination and retaliation comes nearly two years after Clausen says he was fired from writing and conducting all of The Simpsons.

Palavras Perdidas: AS PREVISÕES DE NOSTRADAMUS PARA 2021 e DOS SIMPSONS PARA 2022!, Simpsons Turn Down For What, The Pink Sedan (Simpson’s Family Sedan), Puta fã!?!

The actor-musician is Johnny Depp a Guitarist?

For those unfamiliar, when Johnny Depp isn’t acting or looking haggard in court, he glows like a blues rock guitarist with a scarf dangling from his head in the vein of Aerosmith’s Joe Perry. In fact, Depp formed the supergroup Hollywood Vampires with Perry and Alice Cooper. Essentially a glorified cover band, the trio checks all the hard rock clichés and brings an inherently limited amount of creativity to the table. Considering Perry and Cooper’s legacies, it was Depp’s chance to meet up with his rock god friends – and show off his skills at the axe. Jon HadusekConsequence. 9 de junho de 2022

Perhaps the best example of Johnny Depp’s essence as a guitar player is the obnoxious Dior fragrance commercial that tortured television audiences for the past year.

His journey as a “professional musician” began with a brief stint with the Rock City Angels, an 80s glam metal band in the style of Guns N’ Roses. Likely due to his burgeoning acting career, Depp would hang up the ax until he formed the semi-joke band P with Gibby Haynes of the Butthole Surfers. The group released a self-titled album in 1995, somehow securing support from Capitol’s major record labels. The single “Michael Stipe” received little attention via novelty, but the project didn’t go beyond the debut LP.

The Hollywood Vampires cover songs and, more recently, their collaborative work with guitar legend Jeff Beck, give us an ideal side-by-side comparison, they just announced a new album together titled 18 and shared a cinematic original by Depp “This Is a Song for Miss Hedy Lamarr”.

The Hollywood Vampires stuff does you less favors since it’s so routine. Rock pastiche after rock pastiche: it puts Johnny Depp, the guitarist, in a bar band context, which is how he is generally perceived. But to be fair, he’s not a bad guitarist, even if he sounds like a Joe Perry impersonator.

Jeff Beck and Johnny Depp – This is a Song for Miss Hedy Lamarr [Official Music Video]

Jeff Beck

Palavras Perdidas: La Science des rêves, 15 Riffs de Guitarra com até Duas Notas ou Acordes, 30 Riffs in guitar, 33 Músicas que não são cantadas pelo vocalista principal, Curso de música

A história por trás da foto “o abutre e a menina”

A foto “o abutre e a menina” é sem dúvidas uma das imagens mais famosas e polêmicas da história da fotografia, imagem que impactou o mundo do fotojornalismo, chocou milhões de pessoas e mudou de forma trágica a vida do fotógrafo que a capturou.

Em março de 1993, os fotógrafos sul-africanos Kevin Carter e João Silva pousaram na aldeia de Ayod, no Sul do Sudão junto com uma missão de ajuda humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU). Ali se concentravam cerca de 15 mil pessoas em busca de comida e fugindo dos conflitos da guerra civil. Depois de fazer várias campanhas sem sucesso para sensibilizar a opinião pública internacional e as autoridades ocidentais para o drama da fome no Sudão, a ONU decidiu ser mais agressiva na sua missão de expor ao mundo a crise humanitária no país. Então, convidou os dois fotojornalistas para registrar como a fome ameaçava a vida de milhões de pessoas e, posteriormente, sensibilizar o mundo através das fotografias.

A história por trás da foto “o abutre e a menina” | Foto: Kevin Carter

Kevin Carter e João Silva não foram escolhidos à toa. Os dois fotojornalistas já eram, na época, internacionalmente famosos. Eles faziam parte do “Clube do Bangue-Bangue”. Um grupo de quatro fotojornalistas sul-africanos que alcançaram enorme notoriedade mundial ao cobrir conflitos raciais na África do Sul (essa história virou um filme incrível. Veja aqui como assistir).

Em 11 março de 1993, os funcionários da ONU, mais uma vez, estavam distribuindo alimentos na região Sul do Sudão. No local, os sudaneses famintos, se atropelavam na busca desesperada para conseguir um pouco de comida. Era o momento certo para Carter e Silva registrarem fotos da situação terrível que viviam aquelas pessoas.

“Eu estava fotografando uma criança ajoelhada, aí mudei de ângulo e, de repente, havia um abutre bem atrás dela!”, disse Kevin Carter

Naquele dia, enquanto João Silva ficou fazendo fotos de uma clínica médica, utilizada para atendimento dos casos mais graves de saúde, Kevin Carter ficou clicando os arredores do local (um Centro de Alimentação). De repente, Carter se deparou com uma cena terrível e chocante: uma criança esquelética, de mais ou menos quatro a cinco anos, estava agachada, olhando para o chão. Atrás dela, a poucos metros de distância, um abutre a observava. A criança faminta estava muito fraca e, aparentemente, buscava recuperar forças naquela posição antes de tentar continuar sua jornada até o centro de alimentação da ONU. Kevin, apontou a câmera e registrou a cena várias vezes.

Logo depois de registrar a cena, Kevin encontrou o colega João Silva e disse: “Cara, você não vai acreditar o que acabei de fotografar! Eu estava fotografando uma criança ajoelhada, aí mudei de ângulo e, de repente, havia um abutre bem atrás dela!”. Essa frase foi transcrita do livro “O Clube do Bangue-bangue“, página 157, da Cia das Letras.

Semanas depois, em 26 de março de 1993, o jornal The New York Times fez um texto sobre a situação no Sudão e usou a foto de Kevin Carter para ilustrar a matéria e assim a imagem foi publicada pela primeira vez. A repercussão foi imensa e a foto ganhou destaque em todo o mundo. A foto foi republicada em milhares de jornais, revistas e exibida em emissoras de televisão nos quatro cantos do planeta. Desta forma, finalmente a ONU conseguiu através da fotografia sucesso em angariar grandes doações para o combate a fome no Sudão. Kevin Carter ganhou ainda mais visibilidade com a imagem e, em 1994, levou o prêmio Pulitzer, na época o mais importante do fotojornalismo mundial.

Kevin Carter. Foto: Ken Oosterbroek

A editora do The New York TimesNancy Buirski, revelou que logo após a foto ser publicada, as pessoas começaram a ligar para o jornal. Queriam saber o que havia acontecido com a menina após a foto. Se a criança havia sobrevivido e se o fotógrafo havia lhe ajudado.

A reação à foto foi tão forte que o New York Times publicou uma nota incomum sobre o destino da garota. Inicialmente, Kevin Carter contou que havia espantado o abutre e que sentou e chorou debaixo de uma árvore. Depois também disse que a menina se levantou e caminhou até a clínica médica onde o fotógrafo João Silva estava fotografando. Porém, a opinião pública não ficou satisfeita com as explicações da conduta de Kevin Carter. As pessoas queriam saber porque ele não tinha levado a menina para um lugar seguro.

E assim se iniciou um grande debate sobre a atuação de jornalistas e fotojornalistas em áreas de conflito, guerra e fome. A questão central da discussão era: os fotógrafos deviam prestar assistência as pessoas em situações perigosas ou apenas cumprirem seu dever de registrar os fatos? O jornal St. Petersburg Times, da Flórida, criticou duramente a foto de Kevin Carter: “O homem ajustando suas lentes para capturar o enquadramento exato daquele sofrimento poderia muito bem ser um predador, um outro urubu na cena”.

Embora os fotógrafos do “Clube do Bangue Bangue” tivessem socorrido várias pessoas na África do Sul, os questionamentos em torno da foto do “abutre e a menina” perturbaram muito Kevin Carter. Aliado a uma série de problemas pessoais com relacionamentos amorosos malsucedidos, problemas de uso excessivo de álcool, consumo de drogas e sem dinheiro, Kevin mergulhou numa profunda depressão.

história por trás da foto

Kevin Carter morreu em 1994, aos 33 anos | famousphotographers.net

No dia 27 de julho de 1994, aos 33 anos, Kevin Carter foi até o local onde costumava brincar quando criança, em Joanesburgo, na África do Sul. Fixou com fita a ponta de uma mangueira no escapamento do seu carro (uma picape Nissan vermelha) e a outra dentro da cabine do veículo, fechou os vidros, ligou o carro, colocou a música em seu walkman e usando a mochila como travesseiro deitou-se de lado para aguardar o fim de sua vida. Kevin Carter morreu por intoxicação de monóxido de carbono quatro meses após ganhar o prêmio Pulitzer. Quando a polícia encontrou Kevin morto também encontrou uma triste nota de despedida que revelou as suas angustias:

“Eu sinto muito. A dor da vida ultrapassa a alegria ao ponto em que a alegria não existe… deprimido … sem telefone… dinheiro para o aluguel… dinheiro para sustentar as crianças… dinheiro para dívidas… dinheiro! … Estou assombrado pelas vívidas memórias de mortes e cadáveres e raiva e dor… de crianças famintas ou feridas, de loucos com dedo no gatilho, muitas vezes policiais, carrascos assassinos… Fui me juntar ao Ken (Ken Oosterbroek, seu colega fotógrafo que havia falecido há pouco tempo), se eu tiver tamanha sorte.”

Apesar de toda a polêmica em torno do papel do fotógrafo e sua conduta, o trabalho de Kevin Carter sobreviveu ao tempo. Até hoje sua foto continua sendo uma poderosa ferramenta contra a guerra e a fome no continente africano. A prova incontestável de como uma fotografia pode ajudar a construir um mundo melhor. A discussão sobre se profissionais de fotografia e jornalismo devem ajudar pessoas em situação de risco continua até os dias atuais.

Em 2011, o jornal El Mundo publicou um artigo revelando a história por trás da foto e quem era “a menina” e o seu destino após a foto de Kevin Carter. A primeira revelação importante é havia uma pulseira de plástico do posto de alimentação da ONU na mão direita da menina que aparece na foto. Na pulseira está escrito o código “T3”. A letra “T” era usado para pessoas com desnutrição grave e o número 3 indicava a ordem de chegada ao centro de alimentação. Ou seja, a criança da foto de Kevin Carter foi a terceira a chegar ao centro de alimentação e já estava recebendo ajuda da ONU. A foto de Kevin registrou ela tentando voltar novamente ao local para conseguir mais alimento.

história por trás da foto

O pai da criança na foto de Kevin Carter

Uma equipe voltou para a aldeia de Ayod, no Sudão, para reconstruir a história daquela fotografia e tentar descobrir quem era a criança. Depois de várias reuniões com dezenas de moradores, uma mulher que distribuía comida naquele lugar, chamada Mary Nyaluak, lembrou o destino da criança e revelou: “Ele é um menino e não uma menina. O nome dele é Kong Nyong e mora fora da aldeia”. Com essa pista, dois dias depois, a equipe chegou à família do menino. O pai confirmou que a criança da foto de Kevin Carter era seu filho e que se recuperou da desnutrição e sobreviveu. O pai também disse que Kong morreu já adulto em 2006, devido a uma forte febre. Essa é a história por trás da foto.

Leia aqui neste link outros textos da série “A história por trás da foto”.

Cúrcuma, o açafrão da terra

Saiba o que essa planta pode fazer por você. Existe Guarani em SP

De origem indiana, a cúrcuma (ou açafrão da terra) é muito usada como tempero em diferentes pratos. Ela é um tipo de planta da família do gengibre e, a partir de sua raiz, é possível extrair um pó amarelado (rico em curcumina). Um canceriano sem lar

A curcumina é ótima para fortalecer a imunidade, tem ação antioxidante, anti-inflamatória, antibacteriana. De sabor característico pode ser feita na forma de manipulação associada a outros suplementos para ser potencializada sua ação! dramariaclarafrank

A cúrcuma, açafrão-da-índia, açafrão-da-terra ou tumérico é uma espécie de raiz com propriedades medicinais. Tatiana Zanin

Além de ser ter uma grande potencial antioxidante, a cúrcuma também pode ser usada como remédio natural para melhorar problemas gastrointestinais, febre, tratar resfriados e, até, reduzir o colesterol alto. Tua Saúde

As principais propriedades da cúrcuma são a sua ação anti-inflamatória, antioxidante, antibacteriana e digestiva e, por isso, esta planta tem vários benefícios para o corpo, como:

  1. Melhorar a digestão;
  2. Ajudar na perda de peso;
  3. Combater resfriados e gripes;
  4. Evitar crises de asma;
  5. Desintoxicar e tratar problemas de fígado;
  6. Regular a flora intestinal;
  7. Regular colesterol;
  8. Estimular o sistema imune;
  9. Aliviar inflamações da pele, como eczema, acne ou psoríase;
  10. Melhorar a resposta anti-inflatória natural.

Além disso, a cúrcuma pode ser utilizada como tônico cerebral, ajuda a inibir a formação de coágulos no sangue e até contribui para aliviar os sintomas de tensão pré-menstrual.

A parte mais utilizada da cúrcuma é o pó da sua raiz, para temperar comidas, mas também pode ser consumida na forma de cápsulas. Além disso, as suas folhas podem ainda ser utilizadas na preparação de alguns chás.

  • Infusão de cúrcuma: Colocar 1 colher de café de pó de cúrcuma em 150 ml de água fervente e deixar repousar por cerca de 10 a 15 minutos. Depois de amornar, beber até 3 xícaras por dia no intervalo das refeições;
  • Cápsulas de cúrcuma: geralmente a dosagem recomendada é de 2 cápsulas de 250 mg a cada 12 horas, totalizando 1 g por dia, no entanto, a dosagem pode variar de acordo com o problema a tratar;
  • Gel de cúrcuma: Misturar uma colher de sopa de babosa com o pó de cúrcuma e aplicar sobre as inflamações da pele, como psoríase.

Além disso, para melhorar a absorção de antioxidantes da raiz, a cúrcuma pode ser consumida junto com óleos, como azeite, óleo de coco ou de abacate, por exemplo.

As Verdades Sobre a Cúrcuma! Impressionante. Dr. Fernando Lemos – Planeta Intestino

As Verdades Sobre a Cúrcuma! Impressionante. Assuntos sobre doenças intestinais e digestivas, distúrbios alimentares e cirurgia especializada, explanada pelo Coloproctologista Dr. Fernando Lemos.

As informações contidas nos vídeos não pretendem substituir a consulta ao profissional médico ou servir como recomendação para qualquer plano de tratamento. Em caso de duvidas procure seu médico. A Medicina é uma ciência em constante mudança, os vídeos são produzidos baseados nos Artigos Científicos mais recentes até a data. De acordo com o Art. 8º da Resolução CFM 1974/11 de Publicidade do Código de Ética Medica, os vídeos têm somente caráter de prestar informações de fins estritamente educativos. De acordo com o Art. 9º da Resolução CFM 1974/11 de Publicidade do Código de Ética Medica § 1º “E” não são divulgados endereço e telefone de consultório, clínica ou serviço.

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Fiat: Italy’s First Car

Leonardo da Vinci ideated the predecessor of modern automobiles. He was the first to think in concrete terms of a modern-era automobile. Then in 1769, Nicolas-Joseph Cugno invented the steam dray. The invention of this steam machine was the beginning of the history of motorization. Three decades later in 1807, François Isaac de Rivaz presented the first prototype of an internal combustion engine. life in italy

Most think immediately of Ferrari when they think of Italian cars —and rightfully so— Ferrari is considered the king of luxury sports cars. If you have ever driven one you understand why it deserved such a title! VIRTUALLITTLEITALY.COM

Italian cars, however, had much humbler beginnings, Fiat played an important role in the development of the Italian auto industry. Fiat was the first to manufacture cars in Italy, they recorded very close to the beginning of the automobile industry in 1899.

The name Fiat is an acronym F.I.A.T. stands for Fabbrica Italiana Automobili Torino, which means: Italian Automobile Factory of Turin, in 1900 the factory opened in Turin with 150 workers, and so did the first model, it was the 3 ½ CV — which can be seen in some private collections and car museums.

But it wasn’t until the 1850s that the development of the modern car reached a turning point. Thanks to Nicolò Barsanti

In 1859, he succeeded in patenting their engines in England, France, Belgium, Prussia and Piedmont. Although Italy was not yet unified. So it could not guarantee the protection of an international patent. The construction began in 1860 at the mechanical workshops of Pietro Benini in Florence.

Nascido a 24 de agosto de 1881 na pequena vila de Fobello, nos arredores de Turim, era o filho mais novo de um “oriundi” que tinha feito fortuna na Argentina, para regressar a Itália e fazer uma fábrica de sopas. Com jeito para os números, de inicio pensou ser contabilista, mas depois apaixonou-se pela engenharia, especialmente pela novidade que era o motor de automóvel.

Em 1898, aos 17 anos, tornou-se contabilista de um importador de bicicletas, Giovanni Battista Ceirano, onde nas horas livres, aprendia o oficio da engenharia, bem como o design e construção de máquinas. Com o tempo, aprendeu o suficiente para fazer reparações mecânicas quer em bicicletas, quer no novo brinquedo da alta sociedade. No ano seguinte, Ceirano e a sua empresa virou a Fiat e Lancia tornou-se num dos seus empregados, nomeadamente, inspector dos veículos que iam para a estrada.

Italian Cars History: Aquila Italiana 1912

FIAT (Fabbrica Italiana Automobili Torino) was born on July 11th, 1899. Its first model was the Fiat 3 ½ HP in 1899. The manufacturer produced just eight units. But at the end of 19th Century

As suas qualidades impressionaram os patrões e aos 19 anos, era o principal piloto de testes da marca, e no ano seguinte, seria piloto da marca nas competições em que participava. Em 1900, na segunda corrida em que participou, o Torino-Sassi-Superga, terminou como vencedor, dando a primeira vitória de sempre à marca de Turim.

A few years later Fiat achieved the first of many victories in car racing. Thanks to Vincenzo Lancia, winning the Torino Sassi-Superga in 1902.

In 1902 with a 24-horsepower Fiat, Vincenzo Lancia won the Sassi-Superga uphill race. Fiat continued to make a name for itself in the racing world and in 1908 it opened a factory in the USA, at that time Fiat was considered a luxury car only for the rich. LA BELLA VITA

Um piloto forte e determinado, que se tornou um construtor por mérito próprio e uma pessoa influente na história dos automóveis em Itália, um dos primeiros nomes automobilísticos que a Itália teve. A sua carreira não foi longa como corredor, mas teve a força suficiente para se tornar um construtor e fazer da sua marca uma das mais duradouras em Itália e ter nome no automobilismo até aos dias de hoje. Continental Circus

In 1905 the “Aquila Italiana” (Italian Eagle) opened in Turin. The engineer Giulio Cesare Cappa mounted a new prototype of engine on an automobile.The prototype marked the evolution of future four wheel models. In fact, it was the first to adopt important engineering solutions, such as the use of ball bearings for surfaces subject to friction. Plus the piston alloy and the use of the pedal clutch to initiate the ignition.

Lancia mostrou-se como um piloto veloz, normalmente o mais veloz de todos os seus concorrentes, mas as suas máquinas normalmente não conseguiam acompanhar o seu ritmo e destruíam-se pelo caminho, por isso que não alcançou a vitória em três provas importantes: a Taça Gordon Bennett de 1905, a Targa Flório de 1906 e o primeiro Grande Prémio de França, no mesmo ano. Contudo, já tinha feito nome em Itália, quando venceu a Coppa Flório de 1904.

Em 1906, aos 25 anos, funda a marca com o seu próprio nome, apesar de continuar a guiar pela Fiat por mais dois anos, até começar a construir os seus próprios automóveis, como o Alfa 12HP, vendendo mais de cem exemplares, alguns deles servindo para corrida. Em poucos anos, outros modelos sucederam-se, e Lancia dedicou-se mais aos negócios do que à competição.

Lancia was opened in Turin in 1906 by the famous Fiat driver Vincenzo Lancia, who, together with Claudio Fogolin, founded the company called Lancia & C. The company logo design was entrusted to Count Carlo Biscaretti di Ruffia, a big fan of the motorsports (who later founded the homonymous car museum). The first model produced was the Lancia 12HP in 1908. Vincenzo’s brother Giovanni suggested using Greek letters to name the different models, and the Lancia Alfa was born, selling 108 models. Able to reach speeds up to 90 kmh (56mph), the Alpha had a 28hp 2544cc engine with a shaft drive instead of the more popular chain, and without a doubt was a really attractive car.

And on April 5, 1908, won first place in the straight section race at Padova-Bovolenta, and two years later earned “best performance in class”. Also in 1908 during its first year of racing activity, Lancia obtained two important victories in the U.S., thanks to William Hilliard. The first was placing third overall at the Meadowbrook Sweepstakes in Long Island on October the 10th; the second was on November the 25th , when Lancia won The International Light Car Race of the Automobile Club of America.

Alfa Romeo was founded on June 24, 1910 under the name A.L.F.A. (Anonima Lombarda Fabbrica Automobili). Like Lancia, the name again recalls the Greek alphabet, but this time Alfa wished to express the beginning of a new type of automobile, cars especially built to be sports cars.

In 1914, after the murder of Archduke Francesco Ferdinando in Sarajevo, Austria declared war on Serbia. Indeed, it was the beginning of World War I. And yes, it affected the development in the history of Italian cars.

Most European car companies had to convert their production to something more lucrative. Of course, it was warfare. At the end of WWI, the industry re-converted to civil vehicles. While Italians were trying to return to everyday life, a new struggle was born. In 1919, Benito Mussolini founded the “Fasci Italiani di Combattimento”. Later in 1922, Mussolini’s party marched on Rome. Hence Fascism was born.

Se Lancia em público era um homem perfecionista com os seus carros, em privado, era um “bonvivant”. Amante da boa comida e da ópera (especialmente Richard Wagner). Apesar de tudo, a sua dedicação à empresa é tal que se casa tarde, aos 41 anos, com a sua secretária, Adele Miglietti, tendo três filhos, entre eles Gianni Lancia. Ao longo dos anos, para além da sua marca, torna-se apoiante do automobilismo no seu país. Torna-se num dos apoiantes da construção do Autódromo de Monza, em 1922, e é um dos fundadores da casa de design Pininfarina, em 1930.

Italian Car history: Fiat 509 Coupe 1925

Senator Giovanni Agnelli wasn’t one to think small. He created the Lingotto, aka the factory. In 1925, it produced a new model the Fiat 509. In one year, it sold over 90000 units. The poet Gabriele D’annunzio compared the 509 to a woman. The poet said they both had grace, slenderness, and the vitality of a femme fatale. In 1932, Fiat launched the “Fiat 508 Balilla”, replacing the 509.

So, in 1928, Lancia birthed the “Dilambda”. Dilambda’s engine was an 8-cylinder V 24° with a maximum power output of about 100hp. About 1700 Dilambdas units sold. But, tellingly, the exit of the car coincides with the collapse of Wall Street and the ensuing financial crisis, and that the Dilambda’s selling price was prohibitive in 1931, costing 58,000 Lire, while later, an Artena would cost 24.500 Lire.

The Pininfarina company was born in Turin on May 22, 1930 thanks to Battista Farina. In the first years of production until the outbreak of World War II, the company became known for its craftsmanship of a small number of special bodyworks designed for Alfa Romeo, the Hispano-Suiza, the Lancia, and the FIAT. Of course, today the Pininfarina brand is international.

Furthermore, in 1931, the Artena and Astura replaced the Lambda and the Dilambda. The Astura became the official government transport for high dignitaries of Mussolini’s regime. Mussolini himself loved the Astura and had a custom 1939 Lancia Astura designed by Pininfarina in which he paraded several times through fascist Italy streets.

Italian Cars: Lancia Lambda 1926

On the Italian side, in 1936, Fiat sold the new Fiat 500. A true icon in the history of Italian cars.

Vincenzo Lancia morre a 15 de fevereiro de 1937, aos 55 anos, vitima de ataque cardíaco. Foi enterrado no mausoléu da família, em Fobello.

Enzo Ferrari drove for Alfa Romeo. But the real birth of Ferrari is on September 1, 1939, when Enzo Ferrari founded the “Auto Avio Costruzioni”. The “Auto Avio Costruzioni” later became the “Scuderia Ferrari” -in 1947.

Palavras Perdidas: Fiat 147 a álcool, 40 anos., Porsche, Fusca: a volta dos que não foram., Koenigsegg and Pinchcliffe Grand Prix, Fusca de Lego, DeLorean elétrico, Lamborghini Countach LPI800-4

Benefícios Da Música Na Aprendizagem Das Crianças

Sem contraindicações, a música é uma excelente aliada no processo de aprendizagem das crianças. Seja no batuque de um pandeiro, em uma brincadeira com um berimbau ou até nos toques rápidos em uma bateria. A música atrai a atenção e pode ser uma aula com grandes resultados logo nos primeiros anos de vida. Jenifer Macedo – TudoCrianças. 30 de janeiro de 2020

Acelera a expressão corporal

Ao bater palma, acompanhando as notas de uma música, certamente o seu filho vai movimentar o corpo. A música pode ser utilizada em brincadeiras, desenvolvendo a elasticidade, o raciocínio, ou seja, acontece uma evolução na parte motora e músculos, auxilia na expressão corporal e ainda faz com que os pequeninos fiquem mais criativos. Outro ponto positivo é na comunicação, principalmente antes dos oito anos de idade.

Deixa a linguagem mais rica

Ao cantar, ouvir sons e se interessar pelo universo da música, as crianças terão mais facilidade para pronunciar as primeiras palavras. Isso porque terão qualidade no ouvir, tendo impacto direto no vocabulário que se forma de acordo com as influências do meio.

Dessa forma, o entendimento das palavras ficará mais natural tão quanto a fala graças à influência da música nos processos cognitivos dos pequeninos.

Ajuda na socialização

Aprender música é um processo que faz com que a criança fique mais sensível, geralmente as aulas são em grupo, com isso, a socialização torna-se mais um aspecto positivo, principalmente em uma realidade em que os jogos eletrônicos dominam o tempo dos pequeninos, um bom estímulo que combate o individualismo, sendo um excelente meio para auxiliar na formação do ser humano.

Melhora a memória

Seja ouvindo ou tocando um instrumento, a música também age no córtex cerebral, ou seja, é um método comprovadamente benéfico no processo de aprendizado, a memória estará sendo beneficiada e a música contribui para a criança ter mais controle das emoções.

Ao cantar, elas guardam as letras e até as danças, trabalhando a memória de uma maneira bem natural, matricular o seu filho em uma escola de música ou em algum projeto que tenha a musicalidade infantil como objetivo é uma ótima opção.

Outra dica é estimular as crianças no próprio ambiente familiar com boas músicas ou instrumentos, abrindo um caminho de possibilidades para osbfuturos adultos.

8489216126516Aurines Lurdes

Às vezes tudo o que a gente precisa é de um momento de diversão, para esquecer os problemas e lembrar que a vida tem lá as suas alegrias, não é mesmo? O vídeo acima é uma prova perfeita disso: quer mais alegria do que crianças dançando com um cachorro? MEGACURIOSO

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Palavras Perdidas: Ron Bugado, BRANCA ALVES DE LIMA, 7 FORMAS DE PRATICAR A AUTOTERAPIA E DIMINUIR A ANSIEDADE, Nossa Senhora Aparecida, mãe das crianças!, Brincadeiras ao ar livre, 9 dicas de como fazer festa junina em casa

Carteira de motorista grátis?

O sonho de tirar a carteira nacional de habilitação, às vezes, fica pelo caminho por conta do preço, que pode chegar a R$ 4 mil, dependendo da categoria. Alguns estados brasileiros, no entanto, estão com inscrições abertas para a chamada CNH Social, que permitirá a emissão gratuita do documento. Paulo Amaral/Jones Oliveira – Canaltech. 18 de Outubro de 2021 

A iniciativa faz parte de uma ação do Governo Federal em conjunto com a Associação Nacional de Detrans (AND) e conta, atualmente, com 9 estados ativos no programa, incluindo o Distrito Federal. Além da capital do país, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte já emitem a carteira de motorista gratuitamente.

São Paulo, por sua vez, ainda não aderiu ao programa que dá gratuidade para a emissão da CNH. Por enquanto, o governo do estado só oferece a 2ª via do documento sem custos, mas desde que a moradia do solicitante tenha sido atingida por “acidentes ou eventos da natureza”.

A situação pode mudar no futuro, já que tramita na Assembleia Legislativa (Alesp) o Projeto de Lei 318/19, de autoria do deputado Paulo Corrêa Jr. (DEM). O texto pede a gratuidade na emissão da primeira CNH para pessoas cuja renda familiar mensal não ultrapasse o valor de dois salários-mínimos.

Mesmo nos 9 estados em que a carteira nacional de habilitação é oferecida gratuitamente (só em sua 1ª emissão), há requisitos que precisam ser cumpridos para garantir o benefício ao futuro condutor. Apenas quem se enquadrar em uma das situações abaixo poderá procurar o Detran do estado participante do programa do Governo para buscar o benefício. Todos, seja qual for a condição em que se encaixem, precisam estar inscritos no CadÚnico.

  • Ter renda familiar de até dois salários mínimos;
  • Estar desempregado há mais de um ano;
  • Estar inscrito em algum programa social, como o bolsa família;
  • Pessoas com necessidades especiais;
  • Estudante de rede pública com bom desempenho escolar.

É importante ressaltar que, mesmo se o solicitante se encaixar em uma das exigências acima, ainda é necessário verificar junto ao Detran do estado em que reside quais os outros passos a seguir. Apenas depois de concluir todo o processo é que ele saberá se é, de fato, elegível para o benefício e se terá a CNH Social emitida pelo órgão. Auto Esporte – Band

Palavras Perdidas: Geração Uber, 5 acessórios que brasileiro adora, mas não deveria instalar no carro, eTruck, Poupatempo Digital, FUI A EXPOSIÇÃO DE CARROS CLÁSSICOS!

Doctors Share X-Ray Pictures That Gave Them Second Thoughts

X-rays may be used to identify weapons used in some crimes perpetrated against individuals. Elizabeth GrilloParent Influence

The man’s head was littered with nails after someone had used a nail gun. The X-ray is fascinating to look at, even if it was a painful way to die.

Jingling keys in front of newborns is a common practice for parents hoping to distract their children and prevent them from screaming while they’re out in public. Those keys made it into the skull of a 17-month-old infant via his eye socket and into his skull.

Unlike humans, a snake is unlikely to be able to follow your instructions if you tell it what to do, this snake not only discovered an electric blanket, but went on to consume it entirely. When the snake was taken to the vet for an X-ray, it was 12 feet long and belonged to a person in Idaho.

O adolescente australiano Shafique el-Fakhri teve seu olho perfurado depois de ser atacado com uma cadeira em uma casa noturna. Depois de uma cirurgia complicada, o objeto foi retirado e o olho do jovem, salvo. O rapaz ficou um mês internado e, quando recebeu alta, já tinha recuperado 95% da visão.

Palavras Perdidas: 8 alimentos entre os mais ricos em vitamina D, Photoshop CC 2018 e Maquete Eletrônica 3Ds Max 2018 e Vray: Free, Eles Vivem, Dupla helice

Irmão do Jorel, animação 100% brazuka

Na década de oitenta consumíamos o refugo de desenhos da década anterior – para resumir tudo que foi feito pelos estúdios Hanna-Barbera – e claro os hoje clássicos He-Man, She-Rá, Caverna do Dragão e Thundercats. magalsama – sociedade do quadrinho24 de janeiro de 2016

Aos artistas de giz de cera, que viam horas de Zilion e Hong Kong Fu, a única coisa que ficava muito  clara era: não se faz desenhos no Brasil. E a Turma da Mônica? Agora sim.

Imagem: Abertura da série irmão do Jorel

A reformulação da chamada Lei da TV Paga, em que todo canal deve ter, pelo menos, três horas e trinta minutos de produções brasileiras – fico muito feliz em ver algumas produções nacionais ganhando espaço em canais como Cartoon Network, Boomerang e Nickelodeon. Dentre elas a minha favorita é O irmão do Jorel.

Criada pelo quadrinista e ex-VJ da MTV Juliano Enrico, O irmão do Jorel é a primeira série de animação original do Cartoon Network – também co-produtora juntamente com o Copa Studio –  feita no Brasil e na América Latina. A primeira temporada contou com 26 episódios de aproximadamente onze minutos cada.

Jorel, como diz a propaganda, o príncipe das marés, a série não é sobre seu irmão caçula que é chamado apenas de irmão do Jorel que vive na sombra de seu irmão popular e de seu outro irmão, Nico.

Ele é uma criança hiperativa e alegre, possui imaginação fértil, adora brincar com comida, brincar com sua raquete de tênis e assistir aos filmes de seu maior ídolo, Steve Magal, com sua avó materna Gigi. Wiki Irmão do Jorel

Quando eu comecei a compartilhar a minha história de ser irmão de alguém muito popular, eu percebi que muitas pessoas também falavam de histórias parecidas, se identificavam com essa situação de ser irmão de alguém, filho de alguém, de ser sobrinho de alguém e durante determinado tempo da vida essas pessoas não tiveram um nome…” Juliano Enrico disse.

Cartoon Network – Irmão do Jorel. Making of: Criação – 2014. Cartoon Network Brasil

De acordo com o criador da série, o desenho Irmão do Jorel começou a ser desenvolvido em 2002 como uma HQ, na época em que ele desenhava tirinhas para a “Revista Quase”, e em 2006 os quadrinhos ganharam uma coluna atualizada semanalmente no site da revista. De acordo com o “Making-of” exibido durante os comerciais no Cartoon Network, para criar os personagens, Enrico se inspirou em fotos e vídeos da sua própria família,  Em 2009, Enrico se inscreveu em um concurso do Cartoon Network para a produção de um piloto da série animada. O projeto faturou um prêmio de desenvolvimento no valor de US$ 20 mil, em 2012, durante o Fórum Brasil de Televisão. O primeiro piloto da série foi desenvolvido com a Copa Studio, alguns conteúdos do piloto foram apresentados no episódio da série O Pequeno Mestre do Gi Gitsu.

Em 11 de junho de 2012, a série Irmão do Jorel começou sua produção. A primeira promo da série foi exibida no Cartoon em 4 de agosto de 2014 e sua estreia oficial aconteceu em 22 de setembro de 2014.

Todos me chamam de Irmão do Jorel, mas meu verdadeiro nome é…

É capaz de criar e acreditar nas mais absurdas histórias. Ele também está sempre disposto a criar algo novo e mudar o mundo de alguma maneira, enfrentando os obstáculos da vida com seu otimismo.

No restante da América Latina, é dublado por Jesús Hernández.

Palavras Perdidas: Póstumo, Mandrágora, CONSTELAÇÕES INDÍGENAS, Golden Shower: Total Control (SD) (2001), Queda Livre!, BRANCA ALVES DE LIMA

DIA HISTÓRICO: Sexta Turma STJ autoriza cultivo individual da cannabis

DIA HISTÓRICO: Sexta Turma STJ autoriza cultivo individual da cannabis – MovReCam

Live com a advogado do Projeto MMJ comentando a decisão do STJ, no RHC 147.169/SP que abre um grande precedente para o cultivo para fins medicinais.

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Here’s more: 1ª Live MMJ – Chá das Mães Jardineiras – Farmácia Viva e Direito de Cultivo Doméstico4ª Aula do 3º Curso de Cannabis MedicinalCDB e Olímpiadas, as Cannalimpíadas!

James Cameron afirma que a Skynet destruiria a humanidade apenas com deepfakes 1.2

James Cameron é apenas o diretor de dois dos filmes que mais faturaram na história: Avatar, de 2009, rendeu US$ 2,85 bilhões e ocupa o primeiro lugar no ranking. Titanic vem em terceiro, atrás apenas de Vingadores: Ultimato, lucrando US$ 2,19 bilhões de dólares. Pablo Nogueira – Hardware.com.br

No entanto, há outro filme de James Cameron, da década de 1980, que revolucionou a indústria: O Exterminador do Futuro. Em 1991, Cameron dirigiu a sequência do filme, considerada melhor que a obra anterior.

No filme, o protagonista é um cyborg conhecido como exterminador, interpretado por Arnold Schwarzenegger, que viaja no tempo para evitar o surgimento da Skynet, um sistema de inteligência artificial que causa um holocausto nuclear em 2029.

Assim nasceu a Skynet e sua revolução, uma mente artificial capaz de colocar toda a humanidade em xeque e levar os seres vivos à quase extinção. Cameron, que escreveu o roteiro do filme sob efeito de drogas, agora confirma em entrevista à BBC que, se a Skynet existisse, ele usaria uma arma diferente das nucleares para acabar com tudo. Uma arma? Um vírus? Não! Os deepfakes. Gabriel Martins – trecobox

Aliás, ao iniciar a entrevista, Cameron cita o problema de que todas as tecnologias que nós criamos, aparentemente, em algum momento, “dão errado”.

Avatar, de 2009, revolucionou a indústria cinematográfica com os seus avanços em efeitos especiais e capturas de movimento.

Destacando o avanço dos efeitos visuais em imagens e filmes, o cineasta afirma que, conforme aprimoramos essas ferramentas, “criamos recursos para mídias falsas”.

No entanto, segundo ele com a velocidade de informação de notícias, pode haver um incidente preocupante antes de descobrirmos que a mídia é falsa.

Deepfake com o rosto do ator Tom Cruise em outra pessoa.

“Já vimos diversas situações — a Primavera Árabe é um clássico exemplo — em que as revoltas foram praticamente instantâneas graças às mídias sociais”.

Ao admitir seu ceticismo em relação à inteligência artificial e o temor pelos deepfakes, James Cameron comenta sobre o fato de que toda tecnologia já criada foi utilizada como armamento.

“Eu digo isso aos cientistas de inteligência artificial o tempo inteiro, mas eles afirmam ter o controle da situação: ‘Só basta a gente garantir que as IAs sirvam para um propósito correto’…”

“Se a Skynet quisesse acabar com o mundo e exterminar todos nós, seria algo similar ao que está rolando atualmente. A Skynet não precisaria acabar com toda a biosfera e o meio ambiente com armas nucleares. Aliás, seria bem mais fácil e demandaria menos energia, pois a Skynet iria apenas fazer com que as nossas mentes ficassem umas contra as outras”.

Portanto, o premiado cineasta afirma que precisamos ter um pensamento crítico maior, ressaltando que temos milhares de ferramentas de pesquisas disponíveis, mas as pessoas não as utilizam para verificar a verdade.

Ao finalizar a entrevista, James Cameron faz uma brincadeira: “Eu mesmo poderia ser um deepfake neste exato momento”.

Arnold Schwarzenegger parece muito feliz em ver o progresso da tecnologia TerminatorCosmoBroadCasting.com

“Quase tudo o que criamos parece dar errado em algum momento. Estamos trabalhando em efeitos digitais de ponta, e nosso objetivo tem sido torná-los cada vez mais fotorrealistas. E cada vez que os otimizamos, estamos essencialmente construindo uma caixa de ferramentas para criar elementos falsos.”

“Os responsáveis ​​sempre dizem que não, que está tudo sob controle, e que com essas inteligências artificiais sempre usam alvos adequados. Mas quem decide quais são esses alvos? Quem financia a pesquisa, que são grandes corporações ou o Ministério da Defesa. significa que eles vão ensinar essas novas entidades sencientes a serem gananciosas ou assassinas. Se a Skynet quisesse assumir o controle e nos eliminar, acho que seria como se já estivesse acontecendo. Não teria que aniquilar toda a biosfera e o meio ambiente.com armas nucleares para alcançá-lo. Seria muito mais fácil e exigiria menos energia voltar nossas mentes contra nós mesmos. Tudo o que a Skynet teria que fazer é falsificar algumas pessoas, colocá-las umas contra as outras, instigá-las e apenas executar essa falsificação gigante na humanidade.”

CHIAR – IMGUR. 29/12/2017

Compartilhe isso: Comida de tubarão, O Exterminador do Futuro: Gênesis, Starlink Musk Skynet, A evolução dos robôs.

Previus version: James Cameron afirma que a Skynet destruiria a humanidade apenas com deepfakes, Você Consegue Sobreviver ao BASILISCO de ROKO?, MANO… QUE REVELAÇÃO INQUIETANTE!

O que ‘Supernanny’ viu em 10 anos

Durante cerca de uma década, Cris Poli visitou diferentes lares pelo Brasil para ajudar os pais na relação com os filhos. No programa “Supernanny”, exibido pelo SBT, ela se tornou figura constante no imaginário de muitas famílias brasileiras. Vinícius LemosBBC News Brasil. 26 maio 2022

Educadora argentina Cris Poli conduziu a versão brasileira do ‘Supernanny’

A versão brasileira do programa criado na televisão inglesa estava prevista para durar cerca de um ano no Brasil, mas devido ao sucesso chegou a 10 temporadas. Mesmo após o fim do material inédito, a atração foi reprisada algumas vezes e até hoje é assistida no YouTube – onde acumula milhões de visualizações.

Mais de cinco anos após o fim do programa, a ânsia por uma “super-heroína” para enfrentar os problemas relacionados a deos filhos pequenos continua a mesma. Cris ainda recebe inúmeros pedidos de ajuda e passou a dar consultorias particulares de modo virtual a famílias de todo o país.

Ela, uma educadora argentina que nunca havia trabalhado na televisão, foi uma mudança completa de vida. Cris deixou o serviço em uma escola cristã bilíngue em São Paulo para se arriscar diante das câmeras. A experiência é classificada por ela como positiva e de muito aprendizado.

Supernanny acompanhou cerca de 150 famílias em diversos lugares do país. Eram duas semanas em cada casa, que incluíam dias de observação e outros de aplicação do método adotado no programa.

Nessas casas, Cris notou dificuldades semelhantes que considera que persistem até hoje em muitos lares.

“As famílias procuravam a Supernanny por conta das crianças, porém a primeira e maior mudança é nos pais, porque se os pais não mudam, a criança não muda”, diz Cris à BBC News Brasil.

Supernanny chegava aos lares após a família se inscrever por meio do site da atração. Na época havia milhares de pedidos de ajuda de todo o Brasil.

“Essas famílias assinavam um contrato dispostas a expor os problemas delas na televisão em rede nacional. O que não é fácil e dá uma ideia do grau de desespero muito grande em que essas pessoas estavam”, comenta.

Outro ponto que ela ressalta é a falta de demonstração de afeto nas famílias. “Não duvidei nunca e nem duvido que esses pais amem os filhos. Mas esse amor precisa ser exteriorizado. A criança precisa saber e ouvir do papai e da mamãe: eu amo você”, diz.

Por meio do método da Supernanny, Cris tentou ajudar a resolver os diversos conflitos familiares.

Assim como outros países que também compraram o formato, a versão brasileira do programa Supernanny, que passou a ser exibido em 2006 pelo SBT, seguiu um manual criado pelos ingleses. Ali estava o método que deveria ser adotado e a forma adequada para lidar com os pais e as crianças.

Com o passar dos anos, diz Cris, foram feitas algumas alterações pontuais para trazer características mais próximas à realidade brasileira na condução do programa. No entanto, o conteúdo em geral permaneceu o mesmo da versão inglesa.

O “cantinho da disciplina”, por exemplo, veio do formato original. Nesse método, que se tornou popular em lares brasileiros, os pais determinam quais regras os filhos devem seguir, como escovar os dentes após as refeições ou lavar as mãos antes de se alimentar.

Durante o programa, a Supernanny cria uma rotina para a família, aponta algumas regras que podem ajudar no cotidiano e há também um quadro com avaliações, no qual a criança pode conquistar um ponto se for obediente (ao atingir determinado pontuação ela ganha uma recompensa) ou perder um ponto se não respeitar as regras da casa (isso pode gerar pequenas punições).

O método adotado no programa não é unanimidade e é apontado por alguns especialistas como uma forma autoritária de educar uma criança. Cris discorda dessas críticas e argumenta que o programa foi positivo para as famílias.

“É natural, você tem um ponto de vista e tem gente que concorda ou que discorda. Eu aceito, porque não tenho a verdade absoluta disso. A única coisa que posso trazer como base de que estou certa naquilo é o resultado. As 150 famílias com problemas diferentes e históricos diferentes aplicados os mesmos princípios deram certo”, rebate Cris.

Ela diz que até hoje aplica um método semelhante em suas consultorias online.

Em um dos programas, anos após a estreia, Cris revisitou algumas das primeiras famílias que acompanhou. Ela diz que algumas continuaram seguindo cerca de 80% de tudo o que a educadora ensinou no programa.

A educadora, hoje com 76 anos, acredita que é pouco provável que a atração volte. “Acho que foi um ciclo que não tem como voltar”, comenta.

“Naquela época (do programa), a internet já era um problema, mas hoje cresceu muito com a disponibilidade dos celulares e das redes sociais. As crianças são colocadas na frente do celular ou da internet muito cedo, isso é prejudicial”, declara.

Ela comenta que a recomendação de especialistas é que crianças de 0 a 2 anos não tenham nenhum contato com telas.

“O cérebro está em formação, os neurônios se multiplicando e a criança pequena é uma esponjinha e pega tudo o que você colocar pra ela. Essa criança precisa brincar, precisa de brinquedos interativos e estar com os pais”, diz a educadora.

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