ENTENDA O EFEITO PLACEBO

ENTENDA O EFEITO PLACEBOFísica e Afins

Referências bibliográficas:

Placebo e síndrome de Parkinson: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20679…

Cirurgia ortopédica real e sham: https://www.painscience.com/biblio/fo…

Placebo aberto: https://www.health.harvard.edu/blog/p…

Síndrome de Munchausen por Procuração: quando a mãe adoece o filho: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/artigos…

Ciclistas: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30336…

Gluten e Nocebo: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/arti…

Acupuntura real e sham: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28251…

Nocebo: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=…

Placebo em plantas: https://darwin.bio.br/dnacetico/?p=21…

Homeopatia veterinária: https://revistaquestaodeciencia.com.b…

Mais referências envolvendo crianças (autistas e não autistas) e os tipos de placebo (estudos comentados no vídeo):

https://www.nejm.org/doi/full/10.1056… https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15602… https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19487… https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/11466… https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/2745388/ https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/7592249/ https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/11055… https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15977316 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15977… https://journals.plos.org/plosone/art… http://www.autismdiagnostics.com/asse…

Placeze-se: REMÉDIOS que NÃO FUNCIONAM, Doenças que podem ser tratadas com Canábis Medicinal, Cogumelo depre, Farmácia nunca mais, Antigo biótico, UM PASSADO AINDA MUITO PRESENTE, Disse o Sábio, Farmácia de manipulação

LUTERO – DUBLADO

LUTERO – DUBLADOPatrícia C. Gonçalves

Após quase ser atingido por um raio, Martim Lutero (Joseph Fiennes) acredita ter recebido um chamado. Ele se junta ao monastério, mas logo fica atormentado com as práticas adotadas pela Igreja Católica na época. Após pregar em uma igreja suas 95 teses, Lutero passa a ser perseguido.

capa do filme luther - lutero

Este filme gravado em 2003, conta a história fascinante do então recém monge franciscano Martinho Lutero, que rapidamente se dá conta do sistema acobertado entre os líderes religiosos que exploravam pessoas para se enriquecerem. Quizlandia

Lutherze-se: A lei é a mesma, será Jesus?!?, Henry Thoreau, Antes que eu vá, A Natureza Humana é Selvagem! (Watchmen), Cabeza borradora – Eraserhead, Eles Vivem

APRENDA A SE COMUNICAR COM DEFICIENTES AUDITIVOS OU PESSOAS SURDAS

Primeiramente, é importante saber que deficiência auditiva e surdez não são sinônimos. Talita Cazassus Dall’AgnolDIÁRIO DA INCLUSÃO SOCIAL

A surdez é quando se nasce surdo, isto é, não se tem a capacidade de ouvir nenhum som, e que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais. Por consequência, surge uma série de dificuldades na aquisição da linguagem, bem como no desenvolvimento da comunicação, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras)”.

Já o termo “deficiente auditivo”, apesar de ser correto, é mais comum para se referir a indivíduos que tenham algum grau de perda auditiva, seja ela leve ou moderada, mas que ainda tenham algum resíduo auditivo, é um déficit  adquirido, ou seja, é quando se nasce com uma audição perfeita e que, devido a lesões ou doenças, a perde.

No Brasil, há 9,8 milhões de deficientes auditivos, segundo dados do IBGE. A melhor forma de mantermos a comunicação com surdos é por meio da Libras (Língua Brasileira de Sinais). Como nem sempre isso é possível, existem outras formas eficientes de se comunicar com os deficientes auditivos. Érica FerreiraMinha Vida

Agora vamos às  algumas dicas para facilitar a sua comunicação com deficientes auditivos ou surdos e compreender aspectos e características importantes da sua cultura.

1. Use expressões faciais correspondentes às ações

Uma pessoa com deficiência auditiva consegue compreender as emoções transmitidas nas mensagens, por meio de nossas expressões faciais e corporais.

De acordo com a psicóloga Ana Maria Amoroso, da Adavida, é essencial fazer gestosmímicasacenar e até tocar levemente a pessoa para chamar sua atenção.

expressoes-faciais

“Valem todos os esforços na hora de passar a mensagem.” A dica dela é falar devagar e gesticular bem a boca na hora de falar, mas é preciso cuidado para não separar muito as sílabas e confundir o entendimento dos surdos.

2. Use frases curtas e simples

Isso porque a Língua dos Surdos é bem menos complexa que a Língua Portuguesa e não faz uso de  conjunções. Por isso, quanto mais objetiva a mensagem, mas fácil fica o entendimento. Por exemplo:  Se formos comparar a frase “eu prefiro amarelo ao vermelho” na Língua dos Surdos se torna “amarelo sim, vermelho não”. Portanto, evite rebuscar e elaborar demais as frases.

comunicacao-com-deficiente-auditivo

3. Converse de frente

Permita que a iluminação incida sobre o seu rosto. A percepção visual dos surdos é mais aguçada e eles conseguem captar a mensagem, seja pela leitura labial ou mesmo pela expressão facial.

É bastante comum pessoas surdas utilizarem leitura labial para se comunicarem, dessa forma é muito importante falar de frente com a pessoa e moderadamente devagar. “Quando a pessoa fala de frente, ela traz a contribuição do olhar e de todo o corpo para a conversa”, explica a fonoaudióloga da clínica Cristiane Skoretzky, da Associação dos Deficientes Auditivos Visuais e Deficientes Auditivos (Adavida).

Businessman holds his hand near his ear and listening

4. Não altere o tom de voz

A fonoaudióloga Cristiane conta que um dos maiores erros é gritar com surdos. “Além de o esforço ser em vão, já que ele não vai ouvir, o surdo pode entender que a pessoa está brava”, destaca. Quem grita transmite à pessoa surda uma sensação de agressividade, o que gera ansiedade e nervosismo.

É bom sempre se lembrar que os deficientes auditivos captam com riqueza de detalhes toda a linguagem do corpo.

A dica é começar falando com o tom de voz habitual. Caso for preciso, a pessoa irá te avisar que você precisa falar um pouquinho mais alto ou mais baixo.

5. Tente a comunicação escrita

Quando a mensagem fica muito complicada para ser transmitida, usar da comunicação escrita pode ser uma boa solução. Os especialistas recomendam fazer desenhos ou até escrever para facilitar a comunicação.

“O estímulo visual é de fácil entendimento, os surdos entendem placas, símbolos e desenhos”. Outra alternativa é pegar um objeto para exemplificar a mensagem. Por exemplo, “se for chover, aponte para o guarda-chuva e para o céu, ele vai entender que se trata de uma chuva”, segundo a fonoaudióloga.

6. Demonstre interesse e tenha paciência

A psicóloga explica que os surdos se sentem valorizados quando outras pessoas se aproximam na tentativa de estabelecer comunicação: “Eles têm muita paciência para ensinar”. Por isso, tenha calma e insista na comunicação, afinal você tem todas as expressões corporais e faciais como aliadas deste diálogo.

7. Use linguagem de sinais

De acordo com o Manual de Orientação e Apoio para Atendimento às Pessoas com Deficiência, caso você saiba alguma linguagem de sinais, tente usá-la. Se a pessoa surda tiver dificuldade em entender, ela avisará. De modo geral, suas tentativas serão apreciadas e estimuladas.

8. Se for você quem não entende…

Se você não entender o que a pessoa surda está tentando dizer, não finja. “Procure demonstrar que não entendeu e nunca faça de conta que conseguiu captar a mensagem. Os surdos percebem na hora”, afirma a fonoaudióloga. Além disso, a pessoa surda pode evitar a comunicação quando não existe a reciprocidade do diálogo. Com certeza, os surdos vão tentar te explicar de outra forma e quantas vezes for preciso!

#HugoEnsina 41 – Sinais de LUGARES PÚBLICOS em Libras. Hand Talk

Os sinais que ensinamos no vídeo são:

Açougue; Aeroporto; Banco; Bar; Biblioteca; Cemitério; Cinema; Circo; Correios; Delegacia;

Escola; Estádio de futebol; Farmácia; Hospital; Hotel Igreja; Lanchonete; Loja; Lotérica; Museu;

Padaria; Pizzaria; Posto de combustível; Posto de saúde; Praça; Prefeitura; Restaurante;

Rodoviária; Shopping; Sorveteria; Supermercado; Teatro; Terminal de ônibus; Zoológico.

Gostaram das dicas?

Surdeze-se: Aprenda LIBRAS! UTILIDADE PÚBLICA! Olha que legal!!!, Sign-IO e Roy Allela, ALFALUVA e a Unipampa, Falando sobre YouTube – Libras, APRENDA A SE COMUNICAR COM DEFICIENTES AUDITIVOS OU PESSOAS SURDAS, Auti interação

O QUE COREANOS PENSAM DOS BRASILEIROS

O QUE COREANOS PENSAM DOS BRASILEIROSCoreaníssima 엘레나

Como uma coreana que viveu no Brasil e namora um brasileiro, sempre escuto essas coisas! Tento explicar, mas é um trabalho duro. Claro que tem coreanos que sabem que nem tudo é assim, então espero que finalmente mais gente aprenda sobre o Brasil. Tem tanta coisa boa!

COSTUMES QUE PEGUEI NO BRASIL E ME OLHAM ESTRANHO NA COREIA

Eu até gosto de fazer essas coisas… mas os coreanos ainda não estão preparados pra isso!

ELOGIOS BRASILEIROS CONSIDERADOS XINGAMENTOS NA COREIA

Diferenças culturais podem transformar o mais doce dos elogios em uma crítica cruel. Por isso, tome cuidado quando você disser esses elogios para uma coreana ou coreano!

Coreze-se: RUSSA REAGINDO OS MEMES BRASILEIROS SOBRE O VLADIMIR PUTIN, Mulheres russas falam português, Quatro maneiras para você observar o Multiverso, RÚSSIA BRASILEIRA, Takarazuka, O Tradutor, Día de muertos

Experimento Universo 25

O etologista (especialista em comportamento animal) John B. Calhoun trabalhou durante toda sua vida para entender o efeito de questões demográficas como a superpopulação no comportamento individual e social de roedores como ratos e camundongos. Hypeness

O norte-americano John B. Calhoun nasceu no dia 11 de maio de 1917 e morreu em 7 de setembro de 1995. KingoLabs

O primeiro experimento começou em uma fazenda em Rockville (Maryland, EUA), depois que o vizinho de Calhoun permitiu que ele erguesse um cercado para ratos em uma pequena floresta que havia atrás de sua casa. O etólogo construiu um cercado de aproximadamente 1 mil metros quadrados, com capacidade para abrigar até 5 mil ratos. Intitulada “cidade dos ratos”, ele adicionou cinco ratazanas grávidas e deu início a sua observação.

Em 2 anos de experimento, por incrível que pareça, a população de ratos nunca ultrapassou de 200, muito embora tivesse espaço o suficiente para que alcançasse a população de no mínimo 1 mil animais. Intrigado e sem saber o que havia acontecido, ele refez o estudo por mais 24 vezes.

Em 1954, Calhoun começou a trabalhar no Laboratório de Psicologia do Instituto Nacional de Saúde Mental, ele decidiu refazer o experimento pela 25ª vez, só que focando em como os roedores se comportariam em um ambiente controlado, livre de predadores, esterilizado, com pouca margem para doenças, e com água, comida e abrigos suficientes. O projeto foi chamado por ele mesmo de “utopia dos ratos”, pois os roedores remontavam um tipo de estrutura social que os homens jamais alcançariam.

Ele começou a tentar entender quais seriam as principais características para a vida perfeita de ratos. Criou diversos modelos e chegou a um que considerou “perfeito”. Basicamente, ele colocava cerca de 32 a 56 roedores em uma caixa de 12 metros quadrados dividida em quatro cômodos. Os roedores não teriam escassez: diversão, comida e água seriam abundantes no espaço e locais adequados para reprodução e gestação também eram disponibilizados.

Calhoun e sua colônia de ratos utópicos

Em todos os experimentos, os ratos chegaram a um pico populacional e, posteriormente, entraram em uma crise. Então, conflitos hierárquicos e incidentes de saúde mental acometiam a população de forma generalizada, no que Calhoun cunhou como ralo comportamental. Confira a descrição do autor, dada na Scientific American de 1962, sobre o comportamento social dos ratos durante o ápice demográfico dos seus experimentos.

“Muitas [ratas] eram incapazes de levar uma gravidez até o fim ou, quando conseguiam, de sobreviver ao parir a ninhada. Um número ainda maior, após dar à luz com sucesso, decaia em suas funções maternas. Entre os machos, os distúrbios de comportamento iam desde desvios sexuais até canibalismo e de hiperatividade frenética até um quadro patológico no qual os indivíduos emergiam para comer, beber e se mover apenas quando outros membros da comunidade estivessem dormindo. A organização social dos animais mostrou igual ruptura”, disse no texto.

No ‘Universo 25’, assim chamado por ser a vigésima quinta repetição do processo, os ratos chegaram a uma população de quase 2 mil indivíduos. Uma classe de miseráveis começou a surgir e a grave densidade populacional começou a fazer com que os ratos se atacassem. No dia 560 do experimento, o crescimento populacional cessou e, quarenta dia depois, uma queda na população começou a ser registrada. Logo após disso, os ratos começaram a se matar. A população foi completamente extinta após algumas semanas.

O experimento começou com quatro pares de camundongos saudáveis, que foram soltos para dar início à nova sociedade. Nos primeiros 104 dias, identificado como “fase de estrutura” ou “período de luta”, os roedores se ajustaram ao habitat e construíram seus ninhos. Quando a “fase de exploração” começou, em que os animais se encontravam e acasalavam, a cada 55 dias a população passou a dobrar de tamanho. JULIO CEZAR DE ARAUJO – MegaCurioso

Em 315 dias de experimento, a utopia já havia se tornado um pequeno inferno, com uma população de 620 ratos. Calhoun percebeu que os “ratos ômegas”, que eram tímidos e faziam parte da base da hierarquia, interromperam o acasalamento quando se viram rejeitados pelas fêmeas. Sem terem mais um papel na sociedade, eles se afastaram dos grupos maiores e passaram a comer, dormir e às vezes brigar com os demais marginalizados.

Os “machos dominantes” adotaram um comportamento muito agressivo, atacando os demais ou os provocando sem motivo aparente. Alguns se tornaram homossexuais, pansexuais ou hipersexuais, chegando a se deslocarem em grupos que atacavam as fêmeas e estupravam qualquer rato, independentemente do sexo. Por vezes, os alfas lançavam episódios de violência que terminavam em canibalização, apesar de haver comida o suficiente.

Em 560 dias de experimento, por fim, os roedores perderam a capacidade de agir como ratos e ficou claro que a mudança seria permanente. Com uma taxa de mortalidade de 100%, Calhoun decretou que a colônia entrava na “fase de morte”, na qual o Universo 25 se encaminharia para a sua extinção.

A geração jovem de ratos cresceu em meio a um ambiente anormal, sem exemplos de como deveriam se comportar, sem molde de paternidade e maternidade, instrução para acasalamento e marcação de território. Portanto, eles apenas comiam, bebiam e se higienizavam. Nomeados “belos” pelo cientista, esses eram caracterizados por uma apatia social, perda de propósito de vida e reclusão, sendo os responsáveis por ocasionar a “primeira morte” da colônia — o fim do desejo de um futuro. A “segunda morte”, como observou Calhoun, aconteceu com a extinção total do Universo 25.

Publicada na edição de 1962 da Scientific American, a conclusão do cientista foi de que os ratos, assim como os humanos, só prosperam em um senso de identidade e propósito estabelecidos dentro do mundo em geral e que o estresse, ansiedade, tensão e instinto de sobrevivência tornam necessário o engajamento na sociedade.

Ou seja, para Calhoun, quando todo o senso de necessidade é retirado da vida de um indivíduo, a vida deixa de ter propósito, uma vez que ela não é apenas apoiada em aspectos básicos – moradia, água, conforto e comida.

Em 1972, o conceito do Universo 25 apavorou as pessoas nos Estados Unidos e causou uma histeria em massa quando os índices de densidade populacional nos centros urbanos estouraram — e as taxas de homicídio alcançaram 135% com relação à década anterior. A ideia de um iminente “apocalipse social” em que as pessoas se autodestruiriam despertou a ideia de migração para os campos ou subúrbios, onde havia espaço suficiente e uma vida tranquila e natural.

John B. Calhoun utilizou esse termo para descrever o colapso resultante da superlotação das populações. Foi criado no dia 1º de fevereiro de 1962, junto com o lançamento do artigo Densidade Populacional e Patologia Social, em uma revista semanal. Não demorou para que esta ideia de sociologia urbana passasse a ser utilizada ligada a conceitos de psicologia.

Apesar de tudo, ao lado de Freud e Skinner, o experimento de Calhoun entrou para os “Quarenta Estudos que Mudaram a Psicologia”.

5Rze-se: Experimento científico?, UM PASSADO AINDA MUITO PRESENTE, Janela de Overton, Um anticorpo de Gaia para o vírus ser humano, Thomas Malthus ou Thanos, O intelectualismo “kitsch”, Some of the best House M D songs

Asno de Buridan

O nome está associado ao filósofo e religioso francês do século XIV Jean Buridan (1300 – 1358 ou 1295 – 1356), justamente porque esse paradoxo é uma paródia provocativa, considerando que ele acreditava que diante de duas opções equivalentes, o caminho era o da não escolha, da suspensão do juízo. Demasiado Humano

“Expositio et Quaestiones”, em Aristóteles De Anima, por Johannes Buridanus, 1362.

Embora tenha sido um dos mais famosos e influentes filósofos da Idade Média tardia, ele está hoje entre os nomes menos conhecidos do período. Uma de suas contribuições mais significativas foi desenvolver e popularizar da teoria do Ímpeto, que explicava o movimento de projéteis e objetos em queda livre. Essa teoria pavimentou o caminho para a dinâmica de Galileu e para o famoso princípio da inércia, de Isaac Newton.

“Jean Buridan teve a incrível audácia de dizer: Os movimentos dos céus estão submetidos às mesmas leis dos movimentos das coisas cá de baixo, a causa que mantém as revoluções das esferas celestes é a mesma que mantém a rotação do rebolo do ferreiro; há uma Mecânica única pela qual se regem todas as coisas criadas, a esfera do Sol e o pião que o menino põe em rotação. Jamais houve, talvez, no domínio da ciência física, revolução tão profunda, tão fecunda quanto esta.” (DUHEM, Pierre. Histoire des doctrines cosmologiques de Platon à Aristote, tomo VII, pp. 328-340.)

A pouca atenção dada a Buridan parece estar ligada ao fato de ele ter sido um padre secular, ou seja, era um clérigo que não estava afiliado a uma Ordem religiosa. A maioria dos intelectuais da Idade Média Clássica estiveram ligados a ordens como a dos Franciscanos e Dominicanos, essas ordens sempre tenderam a preservar e cultivar a memória e os escritos de seus mestres mais ilustres – o que facilita o trabalho dos historiadores. Também ocorre o simples fato de que ainda há muito trabalho por fazer na área de estudo da filosofia medieval, muitos mestres importantes, tanto seculares quanto religiosos, ainda estão a esperar a tradução de seus trabalhos para as línguas contemporâneas.

O Asno de Buridan é um paradoxo em filosofia sobre o conceito de livre arbítrio. Filósofo ocamista, ensinava o determinismo psicológico de acordo com o qual o homem quer necessariamente o bem que lhe parece o melhor. Liduina Araujo

Bem, pois saiba que o asno de Buridan é o protagonista de uma paródia medieval que pretendia, por redução ao absurdo, atacar a razão como a fonte máxima e única de conhecimento. Essa história nasceu para criticar a demonstração racional da existência de Deus feita por Jean Buridan, embora também possa servir para atacar o resto das tentativas. A mente é maravilhosa

paradoxo conhecido como o asno de Buridan não foi originado pelo próprio Buridan. É encontrado na obra De Caelo, de Aristóteles, onde o autor pergunta como um cão diante de duas refeições igualmente tentadoras poderia racionalmente escolher entre elas.

Existem muitas versões sobre essa situação: uns contam que ele estava à mesma distância de duas pilhas de feno e outros contam que ele estava à mesma distância de uma pilha de feno e um balde de água. O que o paradoxo conta é que o asno, muito racional, incapaz de optar por um ou por outro, acabou por morrer de fome.

O asno de Buridan é um termo filosófico ou paradoxo que se refere a uma situação hipotética na qual um asno faminto e sedento é colocado exatamente entre uma pilha de feno e um balde de água. Uma vez que sua fome é considerada igual à sua sede, o asno hesita em comer e beber, e não pode escolher um em detrimento do outro. Como resultado, o asno de Buridan morrerá porque seus motivos são iguais e as escolhas à sua frente são semelhantes e ele não será capaz de tomar nenhuma decisão racional entre palha e água. Filosofia com Humor

Normalmente as opções que temos na hora de tomar uma decisão não estão equidistantes, mas podem ser semelhantes quanto ao seu nível de atratividade.

Ao começamos a aprofundar, a avaliar os prós e contras e… sabe o que também acontece com muita frequência? Alguma das duas opções desaparece e, no pior dos casos, as duas, nos deixando sem nada. Já diziam que a indecisão é o melhor ladrão da oportunidade.

Um exemplo de racionalidade levada ao limite pode ser encontrado em um dos personagens mais carismáticos da televisão atual, Sheldon Cooper. De fato, é ele próprio quem se compara com o asno de Buridan em uma dessas cenas de Big Bang Theory em que tudo é relevante, você pode assistir à cena no episódio sete da décima temporada.

El asno de buridan / la teoría del bigbang / latinomilo

Buridan em nenhum momento discute este problema específico, mas sua relevância é que ele defende um determinismo moral pelo qual, salvo por ignorância ou impedimento, um ser humano diante de cursos alternativos de ação deve sempre escolher o maior bem. Buridan defendia que a escolha devia ser adiada até que se tivesse mais informação sobre o resultado de cada ação possível. Escritores posteriores satirizaram este ponto de vista imaginando um burro que, diante de dois montes de feno igualmente acessíveis e apetitosos, deveria deter-se enquanto pondera por uma decisão.

Esta questão é motivo de reflexão até hoje, em especial por teóricos da Inteligência Artificial.

Resumindo: não desperdice sua vida hesitando em tomar decisões…

Asze-se: Khabane Lame – New Khaby Lame, Cambalache, O que a história de dois superdotados revela sobre o Brasil, 10 fatos sobre inteligência artificial, O PARADOXO DE MORAVEC, Parece que o brasileiro tem solução pra tudo

Conheça o EFEITO CANTILLON

O QUE CAUSA A POBREZA E A DESIGUALDADE SOCIAL? Conheça o EFEITO CANTILLON

Você já parou pra pensar o que causa a desigualdade social e a pobreza no mundo? E por quê os governos acabam criando programas sociais? A desigualdade social é um problema sistêmico e urgente onde a principal causa da pobreza é a forma como o dinheiro é criado e distribuído na economia.

Assiste esse vídeo que vai te ajudar a entender um pouco sobre como o mundo funciona e porque alguns problemas sociais tem causas que ainda são ignoradas. Nesse vídeo te contamos também o que programas sociais, como o renda cidadã, tem a ver com o Bitcoin.

Richard Cantillon foi um economista franco-irlandês, banqueiro e filósofo do século 18, conhecido pelo Efeito Cantillon e por ser autor da grande obra, Essai sur la Nature du Commerce en Général (Ensaio sobre a Natureza do Comércio em Geral), sua obra teve grande influência sobre nomes fundamentais para o desenvolvimento do pensamento econômico, entre esses eles estão: Adam Smith e os principais nomes da escola Fisiocrata, Anne Turgot François Quesnay. Gabriel Almeida BragaEconotime

O efeito diz que ao contrário do que muitos acreditam, os preços não sobem automaticamente após o aumento da oferta de moeda, e muito menos de forma igual. O que acontece na verdade, é que as pessoas que recebem o dinheiro novo primeiro, terão um aumento temporário do poder de compra, às custas de quem receber por último.

“A inflação, portanto, não gera nenhum benefício social; ao contrário, ela redistribui a riqueza para aqueles que obtiveram primeiramente o dinheiro recém-criado, e tudo à custa daqueles que o recebem por último. A inflação é, efetivamente, uma disputa – uma disputa para ver quem obtém antes dos outros a maior fatia do dinheiro recém-criado.”(Murray Rothbard: O Que o Governo Fez com Nosso Dinheiro. 2013, p.48 & 49)

“Analisando essa cadeia hereditária, quero me livrar dessa situação precária. Onde o rico cada vez fica mais rico , e o pobre cada vez fica mais pobre. E o motivo todo mundo já conhece, é que o de cima sobe e o de baixo desce!” Meninas: Xibom Bombom

Você já deve ter escutado falar de Karl Marx, e ter uma noção geral da visão comunista de mundo. Algo como “os meios de produção não podem ser de uma só pessoa (burguês) e sim de todos os trabalhadores, assim o lucro é repartido por igual” em uma hipersimplificação, nele, existe uma luta de classes entre o “trabalhador” e o “capitalista burguês” e seus interesses sempre serão conflitantes. PudimExplicaBitcoin

O ponto de vista liberal (também chamado de liberalismo clássico, bem diferente do “liberalismo” tabajara que existe no Brasil) difere do ponto de vista marxista.

Sua teoria básica é que quem se beneficia mais da impressão de dinheiro é quem está mais próximo deste dinheiro. Ou, de uma maneira mais formal: a emissão de nova moeda tem efeito localizado na inflação e quanto mais próximo o indivíduo/empresa estiver da emissão, menos efeito será sentido. E o resultado desta distribuição assimétrica é uma inflação assimétrica também.

Mas o dinheiro mudou em 1971, quando o presidente americano Richard Nixon fez com que o dólar deixasse de ser lastreado em ouro. Um site que ilustra com diversos gráficos toda a magnitude que esta quebra de lastro trouxe para sociedade  é o WTF Happened in 1971, mas para os fins deste texto podemos dizer que quando o dinheiro deixou de estar vinculado à realidade o jogo mudou.

Três notas de 10 dólares de anos diferentes. Note que a nota de cima é conversível por ouro (“Ten Dollars in gold coin payable to the bearer on demand” significa que essa nota de 10 dólares podia ser convertida em moeda de ouro) e que as outras duas não. 

Hipersimplificando novamente: basicamente o dinheiro começou a nascer em árvore, ou seja, os EUA passaram a imprimir dinheiro sem lastro para comprar petróleo da Arabia Saudita, criando o sistema petro-dólar. Após Bretton Woods o lastro do dinheiro se tornou subjetivo, baseado na força da economia interna dos EUA.

A impressão causaria sim inflação generalizada, seja na forma de inflação de consumo (representada pelo IPCA) ou na inflação de ativos, como estamos vendo no contexto macroeconômico atual (maio/2021). 

Meme satirizando as políticas do FED de expansão da base monetária

Hoje em dia estamos vendo uma impressão de dinheiro generalizada, processo carinhosamente apelidado pelos bitcoinheiros de “money printer go brrr” (algo como “a impressora tá on”). Este processo também é conhecido como expansão da base monetária e está diretamente relacionado com a inflação. 

Resumindo, o Efeito Cantillon é mais um dos fatores que causa a estratificação das sociedades humanas ao causar inflação relativa entre todos os membros dela.

CANTILLONze-se: Peer to Peer – P2P, ou a economia compartilhada!?!, A árvore que dava dinheiro – AUDIOBOOK (AUDIOLIVRO), 13º Salário, Vinte centavos, Sua segurança?

Tiny Houses: minha doce casinha

Se você tivesse que se mudar amanhã para um espaço de 25 m² – algo como dois quartos de um apartamento pequeno somados – o que você levaria?

Viver com menos e em espaços reduzidos virou o sonho de muita gente – uma tendência que dá um chega pra lá no consumo excessivo e propõe um viva ao minimalismo. ELIANAELLE

A economia é um aspecto forte da novidade. Não é à toa que essas moradias, que mais parecem casas de boneca, mexem tanto com o imaginário e provocam um certo encantamento.

“Minimalismo”. O termo já foi amplamente usado para descrever movimentos artísticos, estilos de decoração, linguagem arquitetônicas e até mesmo uma teoria gramatical. Hoje, porém, retorna ao nosso vocabulário, e aos blogs, livros, documentários e redes sociais, com um significado bem mais amplo, que resume não só um modo de consumir ou de criar, mas um verdadeiro estilo de vida.

O minimalismo e a sustentabilidade também são pontos centrais no projeto de vida do casal Robson Lunardi e Isabel Albornoz (que aparecem na foto com o filho João Pedro), criadores do blog Pés Descalços, onde contam um pouco de suas trajetórias – de profissionais estressados, que enfrentaram a síndrome de burnout trabalhando 14 horas por dia anos a fio, a adeptos da yoga, da meditação, da alimentação saudável, pais de duas crianças e moradores de uma tiny house sobre rodas, de 27 m².

Robson fez um curso focado em técnicas de construção. E Bel, que ainda relutava em aceitar a ideia da mudança, mergulhou em aulas com mulheres que haviam feito suas próprias tiny houses, e voltou decidida.

“Aos poucos, entendemos que não era só uma casinha, mas um estilo de vida, um espaço compactado, multifuncional, mais sustentável e minimalista”

O quarto das crianças.

Hoje, dão consultoria sobre o tema e mantêm o projeto Colibri, que pretende erguer minicasas como moradia de baixo custo para pessoas em situação de vulnerabilidade. “O movimento tiny house não é sobre o espaço, mas sobre como você o utiliza. É um estilo de vida que estimula a maximização do convívio e a ética social.”, diz Robson, lembrando que nas casas tradicionais é muito comum que cada um fique isolado em um cômodo interagindo muito pouco – algo que não tem chance de acontecer no caso deles.

Os dois costumam dizer que tudo de fundamental, de cada um na família, deve caber em uma mochila. E são a prova de que viajar leve é libertação.

PLANEJAMENTO DE ROBSON E ISABEL

No caso do banheiro, um dos grandes tabus da Tiny Houses, as saídas são diversas. Robson, por exemplo, conta que nas casas em que visitou a solução mais prática era a chamada “privada seca”, que funcionam como uma espécie de composteira. Já o arquiteto Danilo Cobras, fundador da Contair Box, que desde 2009 projeta casas em containers, conta que é possível produzir modelos com caixa de detritos e caixa d’água, conforme a necessidade de cada cliente. Além é claro da possibilidade de conectar a Tiny House ao um sistema comum de água e esgoto.

O movimento começou no finzinho dos anos 1990 nos Estados Unidos e ganhou força com a crise econômica que chacoalhou o país a partir de 2008. Com o mercado imobiliário regido por uma legislação dura, que proíbe habitações improvisadas, hipotecas se transformando em dívidas altas e taxas exorbitantes, a construção de tiny houses surgiu como uma saída perfeita para os estadunidenses endividados. Uma solução que acabou se espalhando pelo planeta. “Construir uma casa e legalizá-la é um processo caríssimo, que pode envolver financiamentos de até 30 anos. As pessoas acabam de pagar quando chegam aos 60 anos. Na Austrália, as tiny houses seguem a legislação dos motorhomes e não precisam de aprovação das subprefeituras, um processo burocrático e custoso”, conta Thiago Marega Perrone, brasileiro que vive há quase 14 anos no país, onde comanda, junto com o sócio, a Aussie Tiny Houses, que fabrica casas com área entre 11,52 m e 20,16 m², em 12 modelos diferentes. 

A cozinha, onde se concentra a maior parte dos armários, deve ser um cômodo estratégico na casa.

Adoro Cinema

O assunto rendeu série (Movimento Tiny House, que já está na quarta temporada, duas delas disponíveis na Netflix), tem virado opção de hospedagem via Airbnb mundo afora.

A japonesa Muji criou a Mujihut, uma cabana de madeira de 9 m², feita de cedro e pinho, com técnicas tradicionais da construção naval japonesa. Cada unidade custa 3 milhões de ienes (cerca de 156 mil reais) e pode ser colocada em qualquer lugar à escolha do cliente. Uma grande porta de vidro corrediça amplia a iluminação e a ventilação naturais, enquanto o pé direito alto e a varanda garantem a sensação de um espaço maior, suficiente para quatro pessoas relaxarem.

12 dicas importantes para quem pensa em morar em uma tiny house

  1. O primeiro passo é uma sessão hard core de desapego. Livre-se de tudo que não for essencial.
  2. Defina o que é prioridade para você: receber amigos, cozinhar, home office… As respostas vão definir a organização dos espaços.
  3. Cores claras e decoração clean ampliam a sensação de amplitude e conforto.
  4. Tudo tem um lugar definido. Por isso é importante pensar onde cada objeto vai ser guardado, seja uma guitarra ou um liquidificador.
  5. O mesmo cômodo tem várias funções: uma sala pode virar home theater, home office, espaço para as crianças brincarem ou quarto de hóspedes.
  6. A posição da cozinha é uma das mais importantes no projeto, já que ela vai abrigar a maior parte dos armários. Em geral, há apenas um fogão de duas bocas. Mas não se desespere. Quantas vezes na vida você usou quatro bocas ao mesmo tempo?
  7. Nada de espaços mortos. Cada cantinho deve ser otimizado com armários inteligentes, nichos, gavetas e organizadores articulados.
  8. Dobre o tamanho da casa com um deque do lado de fora. Isso cria outro ambiente. É como uma sala de estar externa.
  9. Acostume-se com a ideia de subir uma escadinha para acessar o quarto no mezanino. Diferentemente das escadas comuns, ela pode ser mais íngreme e com espaço menor entre os degraus.
  10. Janelas grandes, numerosas e bem localizadas maximizam a luminosidade e a ventilação naturais. Se a casa for sobre rodas, sempre se pode manobrá-la para conseguir uma insolação maior.
  11. Sustentabilidade faz parte do pacote. Considere o uso de uma composteira para o lixo orgânico, de um banheiro seco, que não gere esgoto, e de placas para captar energia solar. Se usar energia elétrica, basta conectar a casa em um quadro de luz ou até mesmo em uma tomada em um posto de gasolina.
  12. Para o abastecimento hidráulico, uma boa saída é o sistema off grid, que filtra água de um poço ou de um lago e, por meio de bombas, faz a distribuição pela casa.

Luz, água quente, internet, janelas amplas e até terraço também fazem parte do projeto de boa parte das Tiny Houses, que embora sejam muito usadas por quem escolhe um estilo de vida mais “nômade”, tem como princípio se parecer mais com uma casa confortável, na qual é possível viver para o resto da vida, do que, simplesmente, com um trailer ou uma morada temporária.

Para os adeptos dessa filosofia, a Tiny House não chega a ter defeitos – mas alguns desafios. Não há, por exemplo, portas que delimitem boa parte dos espaços, o que significa que, de uma forma ou de outra, tudo o que é feito na casa afeta todos os seus moradores.

Em geral, quem tem uma Tiny House alerta: ela não é uma casa barata de se fazer. No Brasil, a Container Box, por exemplo, estima que a construção de sua versão, dependendo dos acessórios escolhidos pelo cliente, deve  variar de 90 e 180 mil reais.

A grande vantagem, porém, vem na hora de morar. Com menos espaço, contas básicas, como água, luz e supermercado, diminuem. Em alguns lugares, soma-se a isso alguns descontos em impostos, já que a casa é pequena e muitas vezes não está fixa em um terreno.  Isso sem contar que, com pouco espaço para ocupar, você vai, naturalmente, comprar muito menos.

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No levantamento feito publicado pela Living Big in a Tiny House, foi apurado, por exemplo, que 55% das pessoas que vivem em uma Tiny House tem mais dinheiro guardado do que a média americana.

Tinyze-se: Jill Redwood, BRICKLAYING Mini House, Kombi House, COMO CONSTRUIR UM MOTORHOME, MOTORHOME, eBussy, os Carros Modulares chegaram!, Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?

ROBÔS FEITOS DE FERRO DOURADO NO 28º ANDAR ABAIXO DA ESFINGE?

ROBÔS FEITOS DE FERRO DOURADO NO 28º ANDAR ABAIXO DA ESFINGE?Verdade Mundial

Desde 2014, as autoridades egípcias proibiram as escavações sob as pirâmides de Gizé e da Esfinge. O fato é que passagens subterrâneas até então desconhecidas e salas foram descobertos, câmaras e quartos subterrâneos até então desconhecidos foram encontrados lá.

Após essa descoberta, a entrada neste local foi estritamente proibida e a autorização foi emitida apenas para três pesquisadores estrangeiros (coincidência ou não, mas todos os três ingressaram no Instituto de Egiptologia do Cairo, ou seja, apoiam plenamente a versão acadêmica da origem deste complexo). Ufologia Oficial

O jornalista italiano e arqueólogo Antonio Laprieno levantou a hipótese de que a areia cobriu vários possiveis andares das masmorras do Egito moderno. Na verdade, a Esfinge e as Pirâmides seriam apenas o pináculo da criação e abaixo delas estaria a cidade inteira.

Há uma antiga parábola dos Garamantes (pessoas que provavelmente viveram no Egito antes dos egípcios) sobre um jovem que acabou em uma cidade perdida. Esta história remonta ao 14º milênio a.C.

A história continua:

“Então o homem se viu em uma sala iluminada por cobras elétricas. A luz solar não penetrava no interior, mas dezenas e centenas de lâmpadas misteriosas a emitiam. Dentro de cada uma das lâmpadas havia uma “serpente solar”. Talvez tenham sido eles os retratados em baixos-relevos do antigo Egito.

Além disso, havia verdadeiras florestas nos andares inferiores das estruturas! Alguém ou algo criou um oásis subterrâneo. Debaixo do solo havia um lago e um rio fluindo nele. Não havia uma alma aqui, como se todos tivessem deixado este lugar recentemente. N3m3OVNI Hoje!

O famoso pesquisador Erich von Daniken acredita que no passado existia um paleocontato entre humanos e alienígenas. Provavelmente, em nosso planeta, de fato, dezenas de milhares de anos atrás, havia uma civilização desenvolvida.

Se os humanos eram ou não seus representantes é difícil responder, mas de acordo com a interpretação do especialista suíço, as Pirâmides e a Esfinge foram erguidas por alienígenas e aquele monstro brilhante é um “robô avançado” que brilha com a luz de lâmpadas misteriosas.

O que há abaixo das pirâmides do Egito? O que as autoridades escondem?

O egiptólogo francês Jacques Christian disse que em 1971 ele e seus colegas recorreram a um médium em busca de ajuda. Ele falou de vinte e seis guardas de ferro das masmorras do Egito. Quando questionado mais a respeito, ele exclamou que “viu robôs reais feitos de ferro dourado”. Eles estão localizados abaixo da Esfinge, a uma profundidade de 230 metros, no 28º andar subterrâneo, e protegem uma nave avançada.

NASA CONTRATA 24 SACERDOTES E PREPARA HUMANIDADE PARA A CHEGADA DOS ALIENÍGENAS

NASA CONTRATA 24 SACERDOTES E PREPARA HUMANIDADE PARA A CHEGADA DOS ALIENÍGENAS

Tudo começou quando um teólogo e pastor da Universidade de Cambridge resolveu promover seu livro sobre cristianismo e astrobiologia. Ele publicou um post de blog e mandou releases, que chamaram a atenção do Times de Londres. Como jornaleiros não conseguem ler releases científicos, mesmo da área de Humanas, gerou-se um jogo de telefone-sem-fio que resultou em manchetes dizendo que a NASA havia contratado 24 padres para preparar a humanidade para uma descoberta sobre extraterrestres. Carlos Cardosomeiobit

The Rev Dr Andrew Davison, a priest and theologian at the University of Cambridge with a doctorate in biochemistry from Oxford, is among 24 theologians enlisted by NASA to assess how humans will react if alien life is found on other planets and how the discovery will impact our ideas of gods and creation
The Rev Dr Andrew Davison, a priest and theologian at the University of Cambridge with a doctorate in biochemistry from Oxford, is among 24 theologians enlisted by NASA to assess how humans will react if alien life is found on other planets and how the discovery will impact our ideas of gods and creation. STACY LIBERATOREDAILYMAIL.COM

O que a NASA fez, sim, foi contratar o Centro de Investigação Teológica, uma ONG em Princeton para realizar pesquisas sobre as conseqüências sociológicas da busca de vida extraterrestre. A verba era de US$1,1 milhões, e cobriria dois anos de pesquisa do Instituto.

O mais importante é que essa história é velha, bem velha. O press release anunciando a contratação do tal Centro pelo Programa de Astrobiologia da NASA foi publicado em … 2015.

Isso mesmo, a história que todo mundo está falando aconteceu 7 anos atrás.

Os teólogos gostam de discutir como as religiões se adaptariam ao conceito de vida extraterrestre, e curiosamente a maioria delas não é contra o conceito, em alguns casos chega a ser explícita a preferência. No Espiritismo, por exemplo, Alan Kardec escreveu vários textos detalhando as sociedades e os habitantes de planetas como Vênus, Marte e Júpiter.

Estudos como o do o Centro de Investigação Teológica não se limitam a imaginar como alienígenas reagirão às religiões da Terra, mas mesmo isso é extremamente interessante. Não sabemos se aliens têm os mesmos processos de pensamento que a gente, muito menos se suas emoções são as mesmas.

Há correntes extremamente arrogantes que defendem que o UNIVERSO vive na escuridão, e que é dever dos humanos levar a Palavra até os aliens. Isso é uma grande falta de imaginação, e repetição dos erros do passado, quando empurramos nossas religiões goela abaixo de povos conquistados e colonizados.

Caso aliens tenham uma teologia própria será nossa vez de sermos uma cultura tecnologicamente inferior, culturalmente influenciada e tendo nossas crenças modificadas e eventualmente substituídas pelas crenças da espécie dominante.

Caso as religiões se adaptem, irão sobreviver. Elas estão acostumadas, toda religião parte do princípio que ELA é a detentora da verdade e todas as outras estão erradas. Uma religião alienígena a mais não fará diferença, exceto se a argumentação alienígena convencer os teólogos terrestres.

Bondade da NASA se preocupar com as consequências sociais da descoberta de vida inteligente fora da Terra, mas qualquer pesquisa nesse ramo é pura especulação, só serve para vender livro e ocupar autores desocupados numa modorrenta tarde de Terça-Feira, com o agravante de recebermos bem menos de US$1,1 milhões para isso.

Reze-se: ARTEFATOS ALIENÍGENAS ENCONTRADOS NO EGITO ANTIGO! A macabra adaga do Faraó Tutancâmon, LIVE: STARMAN DRIVING IN SPACE, Óvni e Alienígena, Satanismo-Vaticano, Homens de preto, Tesla, A Terra pode ser um zoológico criado por alienígenas, diz Neil deGrasse Tyson

Maria Montessori

Maria Montessori, a criadora do método pedagógico que leva seu nome, era uma mulher de caráter enérgico, cujo nascimento completou 150 anos em 31 de agosto, projetou seu revolucionário sistema educacional para ajudar crianças confinadas em hospícios, crianças presas em reformatórios, as crianças mais pobres e desfavorecidas. Irene Hernández Velasco – BBC News Mundo

Hoje, paradoxalmente, as beneficiadas com seu método são principalmente famílias ricas, capazes de arcar com as altas despesas para seus filhos estudarem em uma das 65 mil escolas montessorianas que existem no mundo e que recebem uma educação exclusiva e potencialmente melhor do que a tradicional.

Um fato é que os criadores da Amazon (Jeff Bezos) e Google (Sergey Brin e Larry Page), todos eles hoje multimilionários, estudaram em escolas que seguem o método Montessori.

Montessori tinha 28 anos quando, em 1898, começou a visitar um hospício em Roma e contemplou, horrorizada, como os pequenos internados naquela instituição eram tratados de forma absolutamente desumana, praticamente como animais. Alguns romanos iam ao local para atirar comida para as crianças, como faziam com animais do zoológico.

Vestidas com aventais sujos e esfarrapados, deixadas à própria sorte, essas crianças eram chamadas de “retardadas”, “deficientes” ou simplesmente “idiotas”. Entre elas estavam crianças com deficiência mental, epilépticas, cegas, surdas e autistas, que eram vistas como incuráveis.

Ela já havia visitado bairros pobres de Roma como médica voluntária (ela foi a terceira mulher em Roma a se formar em Medicina). Também havia ido ao reformatório, e ficou tão escandalizada quanto no hospício quando viu o abandono das crianças confinadas.

Com base nisso, ela moldou um método didático revolucionário para a época. Um método baseado em confiar nas crianças.

Os pequenos, disse Maria Montessori, não devem ser perseguidos, forçados ou dirigidos. Nem recompensados, nem punidos, nem mesmo corrigidos. Devem ser respeitados e, sem interferência, liberados em um ambiente em que tudo (espaço, móveis, objetos) esteja sob medida.

Ao defender o respeito às necessidades e aos interesses de cada estudante, de acordo com os estágios de desenvolvimento correspondentes às faixas etárias, Montessori argumentava que seu método não contrariava a natureza humana e, por isso, era mais eficiente do que os tradicionais. Os pequenos conduziriam o próprio aprendizado e ao professor caberia acompanhar o processo e detectar o modo particular de cada um manifestar seu potencial. Márcio Ferrarinovo escola

“Sigmund Freud descobriu o inconsciente; Albert Einstein, a relatividade; e Maria Montessori, a criança. Seu pensamento inaugurou uma nova era e muitas das coisas que consideramos naturais hoje, como respeito pelas crianças e escola democrática, são fruto das suas ideias”, diz à BBC News Mundo Cristina de Stefano, autora da biografia de Maria Montessori.

“Foi ela quem explicou que a criança é uma criatura com um cérebro muito poderoso, capaz de se concentrar muito e até se autoeducar, desde que seja respeitada desde o início e tenha permissão para trabalhar, tanto na família como na escola, no seu próprio ritmo”, acrescenta De Stefano.

Por causa dessa perspectiva desenvolvimentista, Montessori elegeu como prioridade os anos iniciais da vida. Para ela, a criança não é um pretendente a adulto e, como tal, um ser incompleto. Desde seu nascimento, já é um ser humano integral, o que inverte o foco da sala de aula tradicional, centrada no professor. Não foi por acaso que as escolas que fundou se chamavam Casa dei Bambini (Casa das crianças), evidenciando a prevalência do aluno. Foi nessas “casas” que ela explorou duas de suas ideias principais: a educação pelos sentidos e a educação pelo movimento.

A biografia, intitulada Il bambino è il maestro: Vita di Maria Montessori (A criança é a professora: Vida de Maria Montessori, em tradução livre), levou cinco anos de pesquisa.

Foi em 1907 que Maria Montessori abriu em San Lorenzo, então um dos bairros mais pobres de Roma, sua primeira escola: a Casa das Crianças. A partir daí, em alguns anos, seu método daria a volta ao mundo e a tornaria uma pessoa famosa.

Foi em 1907 que Maria Montessori abriu em San Lorenzo, então um dos bairros mais pobres de Roma, sua primeira escola: a Casa das Crianças. A partir daí, em alguns anos, seu método daria a volta ao mundo e a tornaria uma pessoa famosa.

Hoje, entretanto, muitas escolas Montessori estão em áreas abastadas e custam uma fortuna.

“É uma contradição. Um método que nasceu em um bairro pobre de Roma e que foi pensado com base na inclusão, para ajudar as crianças em dificuldade, tornou-se um método para os ricos”, disse Cristina de Stefano.

“Sem dúvida é um paradoxo. Mas também é preciso dizer que nos países em desenvolvimento o método montessori é usado para ajudar, por exemplo, crianças que passaram por guerras. Ainda há pessoas que continuam aplicando seu método para ajudar crianças em dificuldade”, complementa.

Individualidade, atividade e liberdade do aluno são as bases da teoria, com ênfase para o conceito de indivíduo como, simultaneamente, sujeito e objeto do ensino. Montessori defendia uma concepção de educação que se estende além dos limites do acúmulo de informações. O objetivo da escola é a formação integral do jovem, uma “educação para a vida”. A filosofia e os métodos elaborados pela médica italiana procuram desenvolver o potencial criativo desde a primeira infância, associando-o à vontade de aprender – conceito que ela considerava inerente a todos os seres humanos.

O método Montessori é fundamentalmente biológico. Sua prática se inspira na natureza e seus fundamentos teóricos são um corpo de informações científicas sobre o desenvolvimento infantil. Segundo seus seguidores, a evolução mental da criança acompanha o crescimento biológico e pode ser identificada em fases definidas, cada uma mais adequada a determinados tipos de conteúdo e aprendizado.

Mas essa não é a única incongruência relacionada a Maria Montessori. A mulher que dedicou sua vida às crianças, que nos ensinou a respeitá-las e valorizá-las, não foi a responsável por criar seu próprio filho.

Ela havia iniciado um relacionamento amoroso com um colega médico, Giuseppe Montesano. Era uma relação livre, sem vínculos.

A ideia do casamento não entrou nos planos de Montessori porque ela não acreditava na instituição do casamento e porque naquela época uma mulher casada não podia trabalhar fora de casa sem a autorização do marido.

Mas um dia, no final de 1897, Montessori descobriu que estava grávida de Montesano. Ela sabia que um filho fora do casamento encerraria sua carreira.

As duas famílias concordam que ela daria à luz em segredo. E quando em 31 de março de 1898 nasceu um menino, Mario, eles o registraram como filho de pai e mãe desconhecidos e o entregaram a uma enfermeira para criá-lo em Vicovaro, a 45 quilômetros de Roma.

Montesano e Montessori concordaram que os dois cuidariam da criança à distância. E também concordaram que nenhum dos dois jamais se casaria. Ela manteve o acordo, mas ele, não.

“Quando Montesano se casou com outra mulher e reconheceu a criança perante a lei como seu filho, Maria perdeu todos os direitos sobre a criança, que tinha 3 anos na época”, afirma De Stefano.

A emocionante biografia de Montessori tem outro ponto obscuro: sua colaboração, por exemplo, com o regime fascista de Benito Mussolini.

Mussolini ascendeu ao poder em 1922, iniciando um regime que desmantelou instituições democráticas italianas e se converteu em totalitário em 1925. Ele fora professor durante a juventude. E sonhava em fazer das escolas italianas uma fábrica de pequenos fascistas, de jovens disciplinados e obedientes.

Ela e Mussolini se encontram várias vezes e começaram uma estranha colaboração que durou dez anos. Até que, em 1933, profundamente decepcionada ao ver que Mussolini não cumpriu suas promessas de transformar as escolas italianas de acordo com seu método pedagógico, Montessori decidiu romper qualquer relação com o fascismo.

Mas essa mancha em sua biografia cobrou seu preço: ela foi indicada três vezes ao Prêmio Nobel da Paz, mas nunca ganhou.

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Quatro maneiras para você observar o Multiverso

4 MANEIRAS DE OBSERVAR O MULTIVERSOCanal do Schwarza

Os dados não confirmam e nem descartam a teoria dos multiversos, o que pode estar ajudando a proposta a ganhar força entre os físicos. New Scientist – Inovação Tecnológica

Para alguns, a pergunta se existe vida em outros universos é fácil de ser respondida, uma vez que os múltiplos universos seriam nada menos do que réplicas deste nosso universo, em cada um dos quais ocorreria uma das inúmeras possibilidades de eventos que são tão caras à mecânica quântica.

Nessa interpretação, toda vez que você faz uma escolha, você influencia uma infinidade de universos, o que inclui uma infinidade de outros “vocês” – alguns deles levando vidas muito diferentes da sua porque suas decisões “colapsaram” de forma diferente.

Isso pode soar como um conceito vindo de uma imaginação febril, mas muitos físicos acreditam que o multiverso é real.

E eles apresentam seus indícios. Aqui estão quatro deles, quatro maneiras que o multiverso pode estar se manifestando em nosso mundo cotidiano.

A função de onda

Ela nasceu como uma entidade matemática, embora alguns físicos defendam que a função de onda é uma entidade real.

A função de onda descreve as propriedades de qualquer sistema quântico. Essas propriedades – a direção do spin de um átomo, por exemplo – podem assumir vários valores de uma só vez, no que é conhecido como superposição quântica. Mas quando medimos uma dessas propriedades, ela tem sempre um único valor – no caso de spin, esse valor é expresso como “para cima” ou “para baixo”.

Princípio da exclusão de Pauli: Cada estado ou orbital eletrônico pode comportar um máximo de dois elétrons, que devem possui valores de spins opostos. Cola da Web

Na tradicional interpretação de Copenhague da mecânica quântica, diz-se que a função de onda “colapsa” quando a medição é feita, mas não está claro como isso acontece. O famoso gato de Schrodinger, nem vivo nem morto até que alguém olhe dentro de sua caixa, ilustra isso.

Na teoria dos multiversos, a função de onda nunca colapsa. Em vez disso, ela descreve a propriedade ao longo de vários universos. Neste universo o spin do átomo está para cima; em outro universo, ele está para baixo. Quando você fizer a medição, “infalivelmente” encontrará o valor da propriedade que vale para este universo.

Dualidade onda-partícula

No experimento de referência para explicitar a dualidade onda-partícula, foram enviados fótons, um de cada vez, por um par de fendas, com uma tela fosforescente atrás delas. A medição em cada uma das fendas registra fótons individuais, que passam como partículas por uma ou por outra fenda.

Mas deixe o aparelho funcionando e um padrão de interferência irá se acumular na tela, como se cada fóton tivesse passado pelas duas fendas ao mesmo tempo e difratado em cada delas, como uma onda clássica.

Esta dualidade tem sido descrita como o “mistério central” da mecânica quântica. Na interpretação de Copenhague, ela é devida ao colapso da função de onda. Deixado à própria sorte, cada fóton vai passar pelas duas fendas ao mesmo tempo: é a medição que os força a “escolher” uma das fendas.

Na teoria dos multiversos, contudo, cada fóton só passa por uma das fendas. O padrão de interferência emerge quando um fóton interage com seu clone que está passando pela outra fenda em um universo paralelo.

Computação quântica

Embora os computadores quânticos ainda estejam em sua infância, eles são, em teoria, incrivelmente poderosos, capazes de resolver problemas complexos muito mais rapidamente do que qualquer computador clássico.

Na interpretação de Copenhague, isto ocorre porque o computador quântico está trabalhando com qubits entrelaçados e superpostos, que podem assumir muitos mais estados do que os valores binários disponíveis para os bits usados pelos computadores clássicos.

Na interpretação dos multiversos, os computadores quânticos são rápidos porque realizam seus cálculos em muitos universos ao mesmo tempo, com as partículas trocando dados de um universo para outro.

Se isso parece muito estranho, lembre-se que, na tradição mais aceita, essas partículas influenciam-se mutuamente mesmo que estejam em extremos opostos da galáxia, tudo instantaneamente – ninguém sabe como.

Einstein chamou isso de ação fantasmagórica à distância, enquanto alguns físicos já defendem que existem influências escondidas além do espaço-tempo.

Se as propriedades quânticas não fossem estranhas o suficiente, físicos já separaram uma partícula de suas propriedades. Vienna University of Technology

Roleta russa quântica

Isto equivale a interpretar você mesmo o papel de gato de Schrodinger.

Você vai precisar de uma arma cujo disparo seja controlado por uma propriedade quântica, como o spin de um átomo, que tem dois estados possíveis quando medido.

Se a interpretação de Copenhague está certa, você tem os familiares 50% de chance de sobrevivência. Quanto mais vezes você “jogar”, menos provável será que você sobreviva.

Se o multiverso for real, por outro lado, sempre haverá um universo em que “você” estará vivo, não importa quanto tempo você jogar. Além do mais, você pode sempre acabar nele, graças ao elevado status do “observador” na mecânica quântica. Você vai apenas ouvir uma série de cliques, já que o disparo da arma vai falhar todas as vezes.

Em outras palavras, “você” vai perceber que é essencialmente imortal – o problema é que não é exatamente esse “você” que agora você chama de eu.

Assim, talvez seja melhor não tentar, mesmo porque tudo isto são hipóteses ou teorias – ou interpretações de hipóteses e teorias.

Segundo um experimento mental chamado “Suicídio quântico”, se você for colocado em uma sala com uma arma nuclear e um gatilho de prótons, você pode sobreviver. Felipe SérvuloMistérios do Universo

Não tente isso em casa

Obserze-se: Multiverso MARVEL, OS ETERNOS DA MARVEL ESTÃO NA BÍBLIA, Free Acess, Se eu não tivesse te conhecido, Esta estação de metrô parece abandonada?, Rick and Morty, C1.21, The Who – My Generation, Outros viajantes do tempo

Onde Estão Todas as Civilizações Inteligentes? (O Paradoxo de Fermi)

Onde Estão Todas as Civilizações Inteligentes? (O Paradoxo de Fermi) Ciência Todo Dia

Os nossos cálculos mais recentes mostram que deveriam existir pelo menos 100.000 civilizações na Via Láctea. A questão que fica é: onde estão todas elas? Esse é o Paradoxo de Fermi, e nesse vídeo apresentaremos as melhores hipóteses para tentar explicar o porquê de nenhuma civilização (caso elas existam) terem feito contato com a gente ainda.

Fermize-se: Australia Day, O PARADOXO DE MORAVEC, O Paradoxo de Fermi, FAKE X DISCERNIMENTO e CARTA 7 de Platão, Religião mental