Dia Mundial da Reciclagem

RECICLAGEM – (s.f.) Ato ou efeito de se recuperar a parte útil dos dejetos e de reintroduzi-la no ciclo de produção de que eles provêm: reciclagem do papel.
Ato ou efeito de se reprocessar uma substância, quando sua transformação está incompleta ou quando é necessário aprimorar suas propriedades ou melhorar o rendimento da operação como um todo. (dicio.com.br) @consumo.mais.consciente
Tanto o meio científico, acadêmico, empresarial, governamental como o comunitário, passaram a colocar em voga esta discussão, contribuindo e implementando leis e técnicas para a gestão dos resíduos e sua destinação à reciclagem. Leis nacionais, estaduais e municipais sobre resíduos foram construídas e aprovadas no Brasil e em outros países em quase todo o planeta. Planos de gerenciamento de resíduos estaduais e locais foram/são planejados, coleta seletiva foram/são implantadas nas cidades, jornais e outros meios de comunicação passaram a divulgar a reciclagem e, até mesmo, empresas associam-se e divulgam suas marcas e informações vinculadas à reciclagem.

O Dia Internacional da Reciclagem foi instituído pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência, e a Cultura), a ser comemorado no dia 17 de maio.
Reduzir, Reutilizar e praticar, dentro da Reciclagem, a coleta seletiva, que nada mais é que a separação dos materiais que podem voltar para o ciclo produtivo e evitar a retirada de mais recursos naturais. Recicloteca

Segundo dados de um relatório da Internacional Solid Waste Association (ISWA), 22 milhões de toneladas de lixo são depositadas por ano em 50 lixões, o equivalente a 250% da produção anual de café no mundo.

No Brasil, apenas 18% da população são atendidos pelo programa de coleta seletiva para destinar o lixo corretamente para a reciclagem, de acordo com dados do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre). Organics News Brasil

Veja também: RECICLE MAIS, PAGUE MENOS, Miniusina de energia, Viabilidade???, Free Energy, Empoderamento dos recursos, Por que falta água?, Problemas sociais, O papel da lareira, Todo Dia Era Dia de Índio, Na trave!, Qual o volume ocupado por 1 trilhão de reais?, Simulador Solar, Planta autosuficiente, Instituto Pindorama, voluntariado., Casa sustentável

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Silêncio, aulas?

Veja também: Planeta dos Macacos, Universidades do mundo, Meio o quê?, Arveres somos nozes, Canal do Ensino, Flash na Biblioteca, Biblioteca Web, A importância do Doutorado, Museu Virtual, Neil Armstrong, Catraca Livre, Vida respeitável, Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz – UMAPAZ, Lixo! Eu?, Empoderamento dos recursos,Orçamento doméstico, Bike or die!, A Melhor plástica de todas!!!, Mídia Ninja,Olimpíadas, A casa dos outros, Meu nome é Jonas, I Have a Dream, Lixo ou resíduos?Edited by cell

Capital Cultural

A metáfora criada pelo sociólogo francês Pierre Bourdieu busca explicar como a escola, ao não levar em conta o capital cultural de alunos vindos de diferentes meios sociais, ajuda a manter essas diferenças e estratificar a sociedade. Educação e Sociedade – Capital Cultural – UNIVESP

Este vídeo faz parte da disciplina “Educação e Sociedade – https://goo.gl/xuJrLg do curso de Pedagogia Univesp / Unesp.
Programa produzido em 2008.

*Obs.: Os links de todas as disciplinas do Curso de Pedagogia Unesp / Univesp podem ser encontrados na Descrição desta Playlist – https://goo.gl/zughX1

Veja também: O crime compensa, Deixa o menino brincar!, Todos querem ser felizes!, Sexo seguro!, FHC = THC, A onda, A Revolta dos Macacos, Não sou de postar coisas religiosas, mas as vezes, esse tipo de coisa é que me deixa com muita raiva da sociedade!, Criacionismo., Feliz dia do índio!!!, 3º opção, Paulo Freire, The Sustainability Treehouse

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Medellín: agricultura urbana

A agricultura urbana se tornou uma opção prática para quem vive nas grandes cidades e pretende ter um contato mais próximo com a natureza. Os jardins improvisados em lajes, paredes – os chamados jardins verticais – e varandas ganham espaço em meio à arquitetura cinza. A assistente social Yarledis Holguín possui seu próprio pequeno jardim, onde planta verduras e legumes. Querendo levar essa experiência para outras pessoas, ela criou um projeto para que os alunos de uma escola construíssem sua horta. Yarledis conta com a ajuda de parceiros que acreditam em sua ideia para continuar semeando seu projeto de ter uma cidade mais verde e bonita. Grandes cidades – Medellín: agricultura urbana -TV Escola
Medellín ganhou um novo nome internacional. Adeus, capital da violência. Bem vinda, capital da inovação! Priscila Cestarolli – endeavor
Se trata de la huerta “No do Zúñiga”, una iniciativa que tiene la Red de Huerteros de Medellín para incentivar en la ciudadanía los procesos agrícolas de autosostenimiento y aprovechamiento del suelo, cultivando su propia comida. elColombiano
“Queremos despertar la conciencia de lo que implica el proceso productivo y llevar los alimentos a la mesa”, menciona Javier Burgos, uno de los ciudadanos que, junto a otros amigos, inició la Red de Huertas en Medellín.
Javier, Ricardo, Sandra, Juliana y muchos más, disfrutan sembrar. Hacen parte de la Red de Huerteros de Medellín, un grupo de Facebook que también se reúne en la vida real y al que puedes asistir, conectarte con otros, ser voluntario y aprender recorriendo el camino –incluso si no estás en Medellín–. No van a hacerte la huerta pero que sí pueden compartir conocimiento, motivarte y orientarte. Tener una huerta es un asunto diario, un proceso continuo. bacanika
Veja também: Inseticida Natural contra lesmas e lagartas, Arroz com feijão, Semana do Consumidor, Consumo colaborativo, Efeito Borboleta, Hortas e temperos, Faça uma Evolução, Miniusina de energia, Comida esperta, Cabo Jardim, MANUAL DE AGRICULTURA URBANA

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Hannah Baker, 17 anos, vadia e suicida.

O que nos dá o direito de menosprezar a dor de outra pessoa? Por mais que para alguém algo não pareça ser tão sério, isso não significa que para outra pessoa a mesma coisa não possa ser o suficiente para entristecê-la, para machucá-la. Então repita a frase: Nunca subestime a dor alheia. hypeness
Há quem se veja em Hannah, com problemas que parecem não ter fim. Há quem tenha se enxergado no papel de um de seus algozes e, quem sabe, tido consciência do quanto isso é cruel. Quem tenha se identificado com um daqueles que simplesmente não faz nada mesmo sabendo que alguém está sofrendo. E ainda, pode haver quem tenha se visto naqueles que não fazem a menor ideia do que acontece a sua volta (os adultos em geral), existe mais uma modalidade de expectador para esta série considerado o pior: aquele que achou tudo um grande mimimi. Essa pessoa simplesmente não consegue se colocar no lugar do outro nem por um instante.
Assistir a história de Hannah Baker devasta os expectadores não apenas por nos apaixonarmos por ela a cada episódio e ela estar morta e não haver final feliz. Mas também porque as pessoas que as fazem sofrer serem apenas comuns e não terem papeis de vilões. Sendo assim, não há sequer a mais remota possibilidade de nos enganarmos: qualquer um de nós pode agir como o mais completo imbecil nesta vida.


De uma forma ou outra, ‘13 Reasons Why’ vem cumprindo um papel importante que é o de gerar reflexões e debates sobre assuntos sérios como abusos físicos, bullying, depressão suicídio, estupro, excesso de bebidas alcoólicas e sobretudo, diálogo e prevenção. No Brasil, segundo o CVV (Centro de Valorização da Vida), associação que fornece apoio emocional e prevenção ao suicídio, desde a estreia da série, os pedidos de ajuda ou de conversa enviados por e-mail aumentaram em mais de 100%, com 25 mensagens mencionando a série. Os contatos da associação foram disponibilizados pela Netflix no site www.13reasonswhy.info/#bra, que é mencionado no episódio “Tentando Entender os Porquês”, uma espécie de making of da série, em 31 de março, internautas começaram a campanha #NaoSejaUmPorque no Twitter publicando frases contra o bullying.

Enxergue mais: DIA DO VOLUNTARIADO, DEPRESSÃO MASCULINA, LIPPY E HARDY, WHERE IS MY MIND, A MEDITAÇÃO E SEU CERÉBRO, ESSA NOITE NÃO, POSITIVIDADE, JUSTIÇA DE MIERDA, Liberdade Privatizada, THE STREET STORE, Goodall MORRE EM PAZ, Segunda temporada de ’13 reasons why’ (trilha sonora), Setembro Amarelo,você nunca esteve sozinho?, Suicídio indígena

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A arte de culpar

“É um momento de compartilhar a dor, oferecer o ombro e não evitar a pessoa enlutada. Em casos de mortes trágicas, às vezes a gente acha melhor não falar nada, mas isso é mais para evitar o nosso próprio mal-estar em torno da morte. Porque, para a pessoa enlutada, falar a respeito pode ser um alívio”, diz o psiquiatra Daniel Martins de Barros, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPq-HC). BBC

A cada 40 segundos, alguém comete suicídio. A OMS estima que mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida anualmente. No Brasil, são cerca de 11 mil casos, segundo o Ministério da Saúde. Marco Aurélio Canônico


Uma análise do período compreendido entre 1998 e 2010 apontou que mais de 30 mil pessoas se suicidaram no Japão em cada ano desse intervalo, taxa que, aproximadamente, continua se aplicando até o presente. Cerca de 20% dos suicídios se devem a motivos econômicos e 60% a motivos relacionados com a saúde física e a depressão, conforme recente pesquisa do governo.
O prelado observa que a abundância de riquezas materiais e o acesso aos frutos de um desenvolvimento tecnológico extraordinário são insuficientes para levar ao enriquecimento da alma. A sociedade japonesa focou no desenvolvimento material e relegou a espiritualidade e a religiosidade a um plano periférico da vida cotidiana, levando as pessoas a se isolarem e se sentirem vazias, sem significado existencial. E é sabido que o isolamento e o vazio de alma estão entre as principais causas do desespero que, no extremo, leva a dar fim à própria vida. Aleteia
Partindo da premissa de que o comportamento juvenil é notoriamente influenciável pelas abordagens da mídia sobre temas de seu interesse, a Organização Mundial da Saúde e a organização norte-americana Aliança Nacional de Ação pela Prevenção do Suicídio lançaram recomendações sobre as formas como o suicídio deve ser tratado em produções de cinema e televisão, a empresa que veicula a série afirmou que está analisando o estudo recém-divulgado e que vem “lidando de maneira responsável com essa questão sensível“, mas também retrucou que a pesquisa em questão contradiz outro estudo, da Universidade da Pensilvânia, segundo o qual os jovens que acompanharam a segunda temporada da série se declararam menos propensos a suicidar-se. BBC BR
As críticas por parte dos assim chamados especialistas em entretenimento foram em geral positivas, porque, supostamente, a produção incentivaria a conscientização sobre temas como estupro, bullying e autoflagelação. Aleteia
“É um tema muito delicado. Se você fala demais sobre ele, é um problema; se você fala pouco, também”, diz o americano Andrew Solomon, e afirma que a sociedade costuma culpar as próprias vítimas por terem depressão. Como se evita isso?

“Muitas vezes a família estendida e os amigos se afastam ou não sabem como falar do tema, deixando essas pessoas em situação de grande vulnerabilidade.” relata a psicóloga Karen Scavacini, mediadora do grupo de apoio, destinado a pessoas enlutadas pelo suicídio.

Essa vulnerabilidade se reflete no fato de que parentes e pessoas próximas de suicidas têm risco até dez vezes maior do que o restante da população de, eles próprios, tentarem tirar a própria vida.

E isso só será mitigado, segundo especialistas consultados pela BBC News Brasil, se a sociedade combater o estigma que envolve o suicídio e a saúde mental, bem como deixar de buscar “a causa” ou “o culpado” pela morte – que é multicausal e às vezes decidida de modo impulsivo, em um momento de desespero. Paula Adamo Idoeta – @paulaidoeta

‘Não vamos encontrar causas’

“Se você está ouvindo esta fita, você é um dos porquês…”. É assim que Hannah Baker, protagonista da série 13 Reasons Why (em português, “Os 13 porquês”), da Netflix, inicia seu primeiro monólogo ao explicar as razões que a levaram ao suicídio, Mais do que suicídio, “Os 13 porquês” fala da necessidade de ser ouvido. CVV

Mude conceitos, você pode e deve: CVV, Efeito Werther, A MEDITAÇÃO E SEU CERÉBRO, SAUDAÇÃO AO SOL, RESERVE™, OS JOVENS, O SUICÍDIO E A AUTOMUTILAÇÃO, VANUSA SABBATH, EM BUSCA DA VERDADE, LIVROS QUE ENSINAM AS CRIANCAS CUIDAR DO PLANETA, MEDO?, ATARI 2600, VIDACELL®, I WILL SURVIVE, HO’OPONOPONO, BESOURINHA, OS CINCO PRINCÍPIOS DE BEM VIVER, Love vigilantes, Setembro Amarelo

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Radio Garden

O Radio Garden permite que os ouvintes explorem processos de transmissão e identidades auditivas em todo o mundo.

O Radio Garden é desenvolvido em conjunto com o Studio Puckey no contexto do projeto de pesquisa internacional Transnational Radio Encounters . Em 2017, a Moniker transferiu a Radio Garden para o Studio Puckey. Moniker
O Radio Garden é uma mapa interativo com estações de rádio de todo o planeta. Disponível para navegadores web, o serviço gratuito permite girar o globo com o mouse, no estilo Google Earth, para encontrar programações ao redor do mundo, seja para ouvir música ou escutar programas em outras línguas. Desenvolvido em parceira com o Instituto Holandês de Som e Imagem, o site tem também uma proposta educativa. CAIO BERSOTTechTudo

Você pode cadastrar a sua rádio na plataforma que se assemelha ao “Google Earth” porém para busca de rádios do mundo inteiro. Alameda Geek

Veja também: Eju Orendive, Portal Rap Nacional, Xeque Monte, Radio Yandê, Território, hotspot Wi-Fi, A Terra a Gastar, O povo da caixa, Tribo de Jah – Mata Atlântica, A verdade pode estar no ovo, Carrinho de controle remoto, simples e rápido

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Dia do Índi(o)gena!!!

O dia 19 de abril é conhecido no Brasil todo como o “Dia do Índio”, sua origem remete a um protesto dos povos indígenas do continente americano, quando o Congresso Indigenista Interamericano, realizado em Patzcuaro, que aconteceu entre os dias 14 e 24 de abril de 1940, organizado no México se propôs a debater medidas para proteger os índios no território, foram definidas algumas medidas genéricas a serem tomadas em favor da defesa dos povos indígenas:
– “respeito à igualdade de direitos e oportunidades para todos os grupos da população da América”;

– “respeito por valores positivos de sua identidade histórica e cultural a fim de melhorar situação econômica”;

– “adoção do indigenismo como política de Estado”;

– “o Dia do Aborígene Americano em 19 de abril”.

Somente em 1943 foi instituído decreto-lei (art. 180 da Constituição) instituído pelo presidente Getúlio Vargas, que finalmente estabeleceu a data comemorativa. O responsável por convencê-lo foi o general Marechal Rondon – que tinha origem indígena por seus bisavós e chegou a criar, em 1910, o Serviço de Proteção ao Índio – que depois viria a se tornar a atual Funai (Fundação Nacional do Índio). BCC

Veja também: FELIZ DIA DO ÍNDIO!!!, Trator, Índias, Meio o quê?, Ferramentas de destruição em massa., Plante uma árvore, Dicas de uma árvore, Bandeirantes Modernos, A casa dos outros, O povo da caixa, 22 de todos os dias, Território, Catastrofe natural?, Halloween Saci!

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Querido professor, quem é indígena?

Na data em homenagem aos primeiros habitantes do Brasil, uma série de estereótipos e preconceitos costuma invadir a sala de aula, além de antigos, não geram aprendizagem alguma. O que fazer e o que não fazer no Dia do Índio:

1. Não use o Dia do Índio para mitificar a figura do indígena, com atividades que incluam vestir as crianças com cocares ou pintá-las;

2. Não reproduza preconceitos em sala de aula, mostrando o indígena como um ser à parte da sociedade ocidental, que anda nu pela mata e vive da caça de animais selvagens;

3. Não represente o índio com uma gravura de livro, ou um tupinambá do século 14;

4. Não faça do 19 de abril o único dia do índio na escola;

5. Não tente reproduzir as casas e aldeias de maneira simplificada, com maquetes de ocas;

6. Não utilize a figura do índio só para discussões sobre como o homem branco influencia suas vidas. revistapontOcom
Veja também: Planeta dos Macacos, Meio o quê?, Arveres somos nozes, Xeque Monte, Empoderamento dos recursos, Orçamento doméstico, Bike or die!, A Melhor plástica de todas!!!, Mídia Ninja, Olimpíadas, A casa dos outros, Meu nome é Jonas, I Have a Dream, Lixo ou resíduos?

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Algo Parecido

Escorre o tempo que seguro

E cabe em minhas mãos

Eu empresto o meu mundo

Pra te ter então

Você vai acreditar talvez

Ou senão queira partir de vez

E se eu falasse nessas coisas

Que vejo em você
Me atravessam num segundo sem eu entender
e tudo que me faz ver e tudo que faz ter
Aquilo que eu sinto por você
Parece ser maior
Que o destino que me passa e te passa
E há de ser um só
A gente é diferente quando sente
Mas pode ser que mesmo assim
A gente até se ajeite

Você bem que podia vir comigo
Para além do final dessa rua
Outro lado da cidade
Ou algo parecido

Estou livre com seu passo
E aperto sua mão
Que me mostra o caminho
Pra te ter então
Com você quero partir de vez
Sem destino e sem lugar talvez
Despreocupo com futuro
Que ninguém prevê
O que entristece
Tento esquecer
Isso tanto faz
Isso já não faz mal

Aquilo que eu sinto por você

Parece ser maior
Que o destino que me passa e te passa
E há de ser um só
A gente é diferente quando sente
Mas pode ser que mesmo assim
A gente até se ajeite

Você bem que podia vir comigo
Para além do final dessa rua
Outro lado da cidade
Ou algo parecido
Você bem que podia vir comigo
Para além do final dessa rua
Pro outro lado da cidade
A gente é parecido

Você bem que podia vir comigo
Para além do final dessa rua
Outro lado da cidade
Ou algo parecido
Você bem que podia vir comigo
Para além do final dessa rua
Pro outro lado da cidade
A gente é parecido. vagalume
Observe mais: Vambora, BOGGIE – NOUVEAU PARFUM, INSTANTLY AGELESS ™, Perfeição, Nelson Ned d’Ávila Pinto,, NAARA BEAUTY DRINK!!!, Fátima, VIDACELL®, Via Láctea pelo navegador, RESERVE™, Amores do seu coracão, Não era bem assim.,JEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?, ESQUECIMENTO

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Virada da Saúde


A Virada da Saúde é um evento gratuito com o intuito de aproximar o cidadão ao tema de forma lúdica e divertida, ampliar o seu conhecimento e mostrar o quanto é possível a promoção de sua saúde em espaços da cidade. As atividades seguem quatro eixos de atuação: Cultural, Médico-Assistencial, Bem-Estar e Educação.

Evangelina Vormittag, fundadora e diretora do Instituto Saúde e Sustentabilidade, idealizou a Virada da Saúde como um projeto para a cidade, a partir da realização de uma série de iniciativas, por uma rede de diversos atores, juntos, em prol da promoção da saúde.
A Virada da Saúde foi instituída em 2014 e logo passou a fazer parte do calendário oficial de eventos da cidade. O médico Paulo Frange, que está no sexto mandato na Câmara de São Paulo, decidiu propor o Projeto de Lei como forma de conscientizar a população sobre a necessidade de incorporar hábitos saudáveis em sua rotina. terra

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Índio? No Brazil? Nunca existiu?!?

MUDE CONCEITOS, VOCÊ PODE E DEVE: Existe Água em SP, Um grande contador de histórias, Quando será anova crise hídrica?!?, ÍNDIOS, POEMA, POESIA E SONETO, GHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!, HUNGU, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, Existe Guarani em SP, Expedição pelas nascentes do Rio Saracura, Expedição pelas nascentes dos Guarani do Jaraguá, Expedição pelas nascentes do Rio Água Preta, Mutirão na lagoa da Aldeia Itakupe no Jaraguá

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Spcine

O Circuito Spcine é a rede de salas de cinema da Prefeitura de São Paulo, sobretudo, em bairros não atendidos pelas salas comercias, apresenta semanalmente uma programação repleta de filmes nacionais e internacionais.

O intuito do projeto é democratizar o acesso ao cinema e garantir mais telas para a produção nacional.

O projeto é uma iniciativa da Spcine, empresa de cinema e audiovisual de São Paulo. Para mais informações, acesse www.spcine.com.br

A criação do Circuito surgiu de um quadro de exclusão socioeconômica, tendo a distância e o preço do ingresso como fatores mais relevantes. Pesquisas como a da empresa J.Leiva serviram como base de comparação. De acordo com um estudo de 2014, 10% da população paulistana nunca foi ao cinema. Ao considerar a renda, o percentual sobe para 30% nas classes D e E. O lado positivo do projeto é que o público tem o cinema perto de casa e de graça. Nos centros culturais, o bilhete tem um preço popular, que vai até R$ 4,00.
A Spcine investe em projetos audiovisuais por meio de editais. As linhas de financiamento buscam atender todas as etapas de desenvolvimento – roteiro, produção, distribuição – e todos os segmentos do setor, incluindo longas-metragens, curtas e séries.
Enxergue mais: LES MUTINS DE PANGÉE, RETINA LATINA, , INSTANTLY AGELESS ™, A QUARTA PAREDE!, DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL, 50 FILMES QUE SÃO MELHORES DO QUE O LIVRO, PLANKTON INVASION, JUAN DOS MORTOS, A INVENÇÃO DE HUGO CABRET, O TESTE DE TURING

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Colegas

Colegas é uma divertida comédia que aborda de forma inocente e poética coisas simples da vida através do olhar de três jovens com síndrome de Down apaixonados por cinema. Um dia, inspirados pelo filme Thelma & Louise, eles resolvem fugir no Karmann-Ghia do jardineiro (Lima Duarte) em busca de seus sonhos. Colegas, O filme

Um filme de Marcelo Galvão produzido peloEstúdio Gatacine, Colegas retrata a amizade e loucura vivida por três grandes amigos em busca de seus sonhos. Ganhador de Melhor Roteiro no 1° Festival de Paulínia; Melhor Filme e Melhor Direção de Arte no Festival de Gramado e Seleção Oficial do Festival do Rio. Mundo Freak

Enxergue mais: MEU NOME É JONAS, INSTANTLY AGELESS ™, OUTRO OLHAR, NAARA BEAUTY DRINK!!!, EU TENHO DOWN, POLÍTICAS DE SAÚDE NO BRASIL, TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA), MEU NOME É JONAS, MAKOTA VALDINA, VANUSA SABBATH, DEPRESSÃO MASCULINA, LEI ROUANET, INSTITUTO ALANA, CIDADES DEMOCRÁTICAS, ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

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Little Free Libraries

Num mundo cada vez mais tecnológico, isso não impede que os livros continuem a existir e sejam parte essencial de nossa formação enquanto cidadãos e seres humanos, o norte americano Todd Bol desenvolveu o projeto Little Free Libraries (pequenas bibliotecas livres), em 2009.

As bibliotecas nada mais são do que pequenas caixas, que podem ser instaladas em qualquer lugar, garantindo que todo mundo possa ter acesso a um bom livro, sem precisar pagar nada. Um projeto simples, colaborativo e de uma importância imensa, que está sendo levado para diversos países e acaba de instalar sua 75.000 biblioteca, na cidade de Jenks – Oklahoma. Vivimetaliun

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Marielle Franco

Mari dizia que ocupar a política é fundamental para reduzir as desigualdades que nos cercam.

Vamos defender e espalhar a sua memória para que mais Marielles possam surgir e mudar a realidade em que vivemos. Marielle Franco

Favela Orgânica

O Favela Orgânica é uma iniciativa pioneira que teve origem nas comunidades Babilônia e Chapéu Mangueira, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro. Surgiu em setembro de 2011, com apenas R$140,00, como fruto do olhar sensível e da iniciativa de Regina Tchelly.

A partir de uma abordagem holística que engloba conceitos como consumo consciente, gastronomia alternativa, compostagem caseira e hortas em pequenos espaços.

A missão do Favela Orgânica (Facebook) é compartilhar experiências, valorização e compartilhamento do Ciclo do Alimento, através do respeito e amor ao que a natureza nos dá.

A ideia do Favela Orgânica é a de promover uma mudança profunda na cultura de consumo e desperdício através do aproveitamento integral de todas as partes do alimento que, por sua vez, é cultivado organicamente. As partes que não são comestíveis, e são poucas, viram adubo através da compostagem. greenMe


“Logo que cheguei no Rio de Janeiro fui trabalhar como empregada doméstica e via nas feiras livres e na minha própria comunidade a grande quantidade de alimentos sendo desperdiçados. E lá na Paraíba a cultura é aproveitar o máximo que a gente puder do alimento”. Regina Tchelly

Poetize-se também: Manual de agricultura urbana, Carta da Terra, Anestesia mental., Dia Mundial do Meio Ambiente., Opção de escolha?, Chora Darwin., Legalize Já, Porquê eu quis?, Brasileiro Reclama De Quê?, Hora do Código, Mãe Gaia

Peter Webb

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Peter Webb, um dos mestres na área da Agrofloresta, se formou na Austrália em Horticultural Science; estudou Permacultura com o seu mentor Bill Mollison; e foi responsável pelo Banco de Sementes do Jardim Botânico de Melbourne por três anos. Em 1980, mudou-se para Inglaterra onde deu início ao trabalho de Cirurgia em Árvores e formou-se em Agricultura Biodinâmica, na Emerson College, em Londres. Desde 1984, passou a morar no Brasil. Por catorze anos, viveu de modo autosustentável em Matutu, no Sul de Minas Gerais. Em 1998, mudou-se para São Paulo, onde, desde então, tem administrado cursos e desenvolvido projetos de Agroflorestas, Agricultura autosustentável, Consultoria ambiental, Paisagismo, Cirurgia em árvores e Reflorestamento. Desde 2002, ao unir a Permacultura à Psicologia do Budismo Tibetano em parceria com Bel Cesar, desenvolve atividades de Ecopsicologia no Sítio Vida de Clara Luz, em Itapevi, São Paulo. Blog da Lis

Mude conceitos, você pode e deve: EXISTE ÁGUA EM SP, ÁGUA SALGADA POTÁVEL, PICO DO GUARANI, CHICO MENDES, LEIS DA GRATIDÃO, VETERANAS DE GUERRA, MARIANA OU PARIS? A DOR É A MESMA…, ANA PRIMAVESI, ENGENHEIRA AGRÔNOMA.