A lei é a mesma, será Jesus?!?

Sócrates nasceu em Atenas por volta de 469 a.C. Adquiriu a cultura tradicional dos jovens atenienses, aprendendo música, ginástica e gramática. Lutou nas guerras contra Esparta 432 a.C. e Tebas 424 a.C. Durante o apogeu de Atenas, onde se instalou a primeira democracia da história, conviveu com intelectuais, artistas, aristocratas e políticos. Convenceu-se de sua missão de mestre por volta dos 38 anos, depois que seu amigo Querofonte, em visita ao templo de Apolo, em Delfos, ouviu do oráculo que Sócrates era “o mais sábio dos homens”. Trabalhos Escolares e de Cursos

“O verdadeiro conhecimento vem de dentro”

Nessa empreitada de colocar a filosofia a serviço da formação do ser humano, Sócrates não estava sozinho. Pensadores sofistas, os educadores profissionais da época, igualmente se voltavam para o homem, mas com um objetivo mais imediato: formar as elites dirigentes. Isso significava transmitir aos jovens não o valor e o método da investigação, mas um saber enciclopédico, além de desenvolver sua eloquência, que era a principal habilidade esperada de um político.

Gandhi (1869-1948) foi líder pacifista indiano. Principal personalidade da independência da Índia, então colônia britânica.

Mohandas Karamchand Gandhi é amplamente reconhecido como um dos maiores líderes políticos e espirituais do século XX. Honrado na Índia como o pai da nação, foi pioneiro e praticou o princípio de Satyagraha — resistência à tirania através de desobediência civil massiva, não violenta. Unidos pelos Direitos Humanos

“Temos de nos tornar na mudança que queremos ver”

Além de sua luta pela independência da índia, também ficou conhecido por seus pensamentos e sua filosofia. Recorria a jejuns, marchas e à desobediência civil, ou seja, estimulava o não pagamento dos impostos e o boicote aos produtos ingleses.

Enquanto liderava campanhas a nível nacional para mitigar a pobreza, expandir os direitos das mulheres, criar harmonia religiosa e étnica e eliminar as injustiças do sistema de castas, Gandhi aplicou de forma suprema os princípios da desobediência civil não violenta para libertar a Índia do domínio estrangeiro. Ele foi frequentemente feito prisioneiro pelas suas ações, às vezes durante anos, mas realizou o seu objectivo em 1947 quando a Índia adquiriu a sua independência da Grã–Bretanha.

“O futuro dependerá daquilo que fazemos no presente”

O princípio do satyagraha, frequentemente traduzido como “o caminho da verdade” ou “a busca da verdade”, também inspirou gerações de ativistas democráticos e antirracismo, incluindo Martin Luther King e Nelson Mandela. Frequentemente Gandhi afirmava a simplicidade de seus valores, derivados da crença tradicional hindu: verdade (satya) e não-violência (ahimsa).

Proibido tirar de giro e chamar no grau. Sujeito a cacete.

“Praticamente” em todas as regiões de São Paulo essas faixas foram vistas, inclusive em vias importantes de acesso a “grandes favelas” (comunidades), como Heliópolis e Parelheiros, na zona sul da capital, e Jaçanã, na zona norte. Em todas essas regiões o crime é monopolizado pelo PCC, maior facção criminosa do país. Danilo Verpa e Rogério Pagnan

Assim como na Grande São Paulo, os moradores desses bairros informam que elas foram colocadas nessas vias para aviso aos infratores, que são punidos em eventual desobediência. As punições geralmente ganham publicidade para conseguir o efeito dissuasório.

Os moradores do bairro Parque Alexandra, em Cotia, colocaram faixas em várias ruas alertando sobre o risco de dar ‘cacete’ em quem fizesse barulho ou desse ‘grau’ com moto na comunidade, o mesmo foi feito no Jardim Nova Cotia, em uma travessa da Rua Nova Odessa, moradores penduraram uma faixa com os mesmos dizeres. Cotia e Cia

Normalmente, essas faixas começam a aparecer quando se aproxima o fim de ano, época em que alguns motociclistas se reúnem para fazer barulhos com seus veículos.

No final de 2020, faixas semelhantes também foram instaladas na região do Morro do Macaco. “Está extremamente proibido tirar moto de giro e dar pipoco aqui na nossa comunidade”, dizia uma delas. Algumas das faixas foram afixicadas nas ruas Pelicano, Canários e Contemplação.

Nas festas de fim de ano grupos de motociclistas promovem ‘rolezinhos’ e tiram a paz de moradores de comunidades cotianas, para tentar coibir a prática, moradores do Morro do Macaco decidiram colocar  faixas pedindo para que motociclistas não perturbem na noite de reveillon “Está extremamente proibido tirar moto de giro e da pipoco aqui na nossa comunidade” diz uma delas.

“Tirar de giro” é a manobra realizada por motociclista que provoca a explosão do escapamento, barulho que se assem elha a disparos de arma de fogo. “Chamar no grau”, por sua vez, é empinar a roda da frente da moto para se exibir.

“Quero dizer que essas faixas são, sim, para serem respeitadas, entendeu, mano? Quem está colocando é a comunidade, é o crime, em prol da população”, diz o rapaz, fazendo, segundo ele mesmo, uma retratação de uma postagem anterior em que aparece “tirando de giro” e desrespeitando uma dessas faixas.

“Porque quem vier a fazer isso daí vai ser pego para exemplo, como eu estou sendo”, diz ele. Em seguida, é espancado por um homem com chutes, socos e cotoveladas.

O caso vem sendo investigado pela Polícia Civil, que quer descobrir quem colocou as faixas. Em alguns pontos, esses avisos visuais foram removidos por ordem da polícia.

A polícia também diz, em nota, que “a Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) do município investiga outros locais na cidade em que possam existir faixas, no intuito de “apurar” “eventuais” crimes existentes por trás de tal comportamento”.

Caceze-se: Motoqueira Fantasma, Luiz Gonzaga Leite, o Guarda Luizinho!, PARE ou DIMINUA?, Moro, nem tanto., É ao morrerem que se tornam santos.

Mais da metade dos franceses não acredita mais em Deus!?!

O estudo foi feito pelo instituto Ifop para a Associação dos Jornalistas de Informação para as Religiões, mostra que pouco mais da metade dos franceses não acredita mais em Deus. Factótum Cultural

“Fala-se cada vez menos de religião”, escreve o jornal católico La Croix.

A pesquisa mostra que a religião é muito mais presente nos meios rurais do que nas cidades. Além disso, as pessoas com menos de 35 anos ou mais de 65 são as mais ligadas à crença.

“Você acredita em Deus?” foi a pergunta feita a 1.028 pessoas, numa amostra representativa da população francesa com mais de 18 anos, nos dias 24 e 25 de agosto.

Este ano, 51% dos entrevistados disseram “não”. Em 2011 e 2004, 44% responderam não acreditar em Deus. Em 1947, 66% dos franceses afirmaram crer em Deus.

Outra questão levantada foi se o incêndio da catedral de Notre-Dame de Paris, em 2019, suscitou sentimentos religiosos ou de “teor espiritual” – 79% responderam que não, mas 21% falaram que sim.

A pesquisa mostra também que os franceses falam cada vez menos de religião em família: 38% atualmente, contra 58% em 2009. Hoje em dia apenas 29% das pessoas falam sobre o assunto entre amigos, contra 49% em 2009.

Sobre o papa Francisco, 41% pensam que ele “defende bem” os valores do catolicismo, enquanto 44% opinam que “nem bem, nem mal”, e 15%, “mal”.

Para 54% dos interrogados, “todas as religiões são válidas”.

A Reforma do Cristianismo, no século XVI, e o cisma que se seguiu, mergulhou a França em longas guerras religiosas, como outros países da Europa. Católicos e protestantes massacravam-se uns aos outros e disputavam os favores dos monarcas em busca de privilégios políticos, de monopólio ideológico ou de mero direito à existência. Olé – Universidade Federal Fluminense

Nesse século houve nada menos do que oito guerras entre católicos e protestantes, na França, sendo ora uns ora outros vencedores. O último deles culminou com o Édito de Nantes, de 1598, no qual o rei Henrique IV assegurou a liberdade de culto no país.

Nove décadas depois, o édito foi revogado por Luís XIV, porque os huguenotes (nome dado aos calvinistas na França) opuseram-se ao seu absolutismo. O resultado foi a emigração em massa de protestantes, que buscaram refúgio na Grã-Bretanha, na Alemanha, na Holanda e em outros países, inclusive em colônias europeias na América do Norte, onde existia maior liberdade religiosa.

O século XVIII foi denominado pelos seus contemporâneos de “século das luzes”, alusão ao movimento filosófico que nele se desenvolveu: o iluminismo. Ainda que não fossem homogêneos nas ideias a respeito do homem e da sociedade, os filósofos pretendiam que a razão iluminasse as trevas da superstição e da ignorância com as luzes da razão, de modo que as descobertas científicas referentes ao mundo natural pudessem se estender ao mundo humano. Para isso, seria preciso, em primeiro lugar, recusar o princípio de autoridade, tão caro à Igreja Católica e à monarquia absolutista.

Munidos desse pensamento inédito, os filósofos do século XVIII submeteram a vida social de seu tempo a uma crítica implacável. Denunciaram as superstições, o fanatismo e a intolerância decorrentes da religião e atacaram os privilégios da nobreza, bem como as restrições por ela impostas à manufatura e ao comércio. Para eles, tudo isso mostrava que as instituições existentes – políticas, culturais, religiosas e morais – eram irracionais, isto é, contrárias à natureza racional do homem, impedindo, portanto, a realização plena de suas potencialidades.

A revolução francesa de 1789 abriu caminho para a prevalência do iluminismo na política, que resultou na desapropriação de bens eclesiásticos, inclusive as vastas propriedades rurais, na supressão dos privilégios políticos do clero e até mesmo na limitação do culto católico, tudo isso com forte apoio popular.

A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão proclamou a independência do Estado diante de qualquer religião, especialmente no artigo 10, que dizia: “Ninguém deve ser molestado por suas opiniões, mesmo religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública estabelecida pela lei.” Nesse curto texto, encontram-se os dois pilares dos processos de secularização da cultura e da laicidade do Estado: a liberdade de crença e a prevalência do Estado (ordem pública) sobre a religião.

Embora o Estado francês esteja impedido, desde a lei de 1905, de subsidiar qualquer culto, mecanismos indiretos de apoio financeiro mantiveram-se, até hoje, tanto às escolas confessionais quanto às entidades assistenciais religiosas. São 8.500 os estabelecimentos de ensino católicos, “contratados” pelo governo, com 2 milhões de alunos, ou seja 20% da população escolar francesa (exceto no grau superior). Essas escolas ministram o programa oficial e adicionam o ensino religioso, com possibilidade de dispensa.

A laicidade do Estado francês não é homogênea, pois há um verdadeiro estatuto   enclave concordatário na região Alsácia-Mosela, onde as escolas públicas oferecerem ensino religioso, como faziam quando eram parte da Alemanha. Nessa região, onde há cultos reconhecidos pelo Estado, a manifestação pública da religião praticada por cada indivíduo é uma prática social antiga, que se expressa também no ensino religioso.

O panorama religioso da população francesa atual só pode ser quantificado por pesquisas amostrais ou por inferências, devido à proibição de que ela conste como quesito dos censos oficiais. As estimativas mais confiáveis dão conta de 65% de católicos na França, 6% de muçulmanos (de expressões bem diversas) e 2% de protestantes. Os ateus, agnósticos e sem religião somam 25% da população.

O gráfico abaixo apresenta a proporção de católicos entre os jovens de 16 a 29 anos de 22 países. Nota-se que os católicos são maioria em apenas 5 países, com destaque para a Polônia, com 82% de católicos, 17% de jovens sem religião e apenas 1% das outras religiões. Em segundo lugar vem a Lituânia com 71% de católicos, 25% de sem religião e 4% para todas as outras. Eslovênia, Irlanda e Portugal tinham em torno de 54% de católicos e algo em torno de 40% de sem religião. Em seguida, na ordem da proporção de católicos, vinha a Áustria (44%) e a Espanha (37%). José Eustáquio Diniz Alves – EcoDebate

Nos demais 15 países, os católicos estavam bem abaixo de 30%, sendo Hungria (26%) e Suíça, França, Bélgica e Alemanha variando entre 24% e 20%. No Reino Unido os católicos são 10% e no restante das 9 nações, a proporção de católicos estava entre 7% e 0%.

O relatório também traz a proporção de jovens que frequentam as igrejas. Evidentemente, a maior participação nos cultos ocorre na Polônia com 39% dos jovens dizendo que frequentam os cultos uma ou mais vezes por semana. Estranhamente, na Lituânia – que tem 71% de população católica – apenas 4% dos jovens dizem frequentar os cultos uma ou mais vezes por semana. Já na República Tcheca, 70% dos jovens jamais vão aos cultos. O número de jovens ausentes das igrejas é também muito elevado (em torno de 60%) na Holanda, Espanha, Reino Unido, Bélgica e França.

Para o continente como um todo, o cenário é de prevalência dos jovens sem religião ou daqueles que declaram uma filiação religiosa mas frequentam muito pouco os cultos semanais. O declínio da influência cristã (católicos e protestantes/evangélicos) é evidente. Os muçulmanos, em geral, são ampla minoria, mas fazem parte do grupo religioso com o maior crescimento e na Holanda e nos países nórdicos já superam os católicos.

Laicoze-se: Ogusu Apykay, O ultimo vídeo do apostolo Arnaldo, A igreja de todos os Deuses, Auroville: A cidade sem políticos, religião e dinheiro, Esses Ateus!!!

The true size

Um mundo 3D em um mapa 2D complica um pouco as coisas. Você sempre vai acabar com áreas esticadas, países esmagados, ou então partes recortadas completamente. O site The True Size corrige esse problema e nos oferece uma forma muito mais prática e real de visualizar os mapas atuais.

Do you know how big the United States is? Do you know how big it actually is? What about Russia? Or Greenland? You may not because the world map we all know is “incorrect.” World Population Review

We all understand, on some level, that as adults we must go back and correct the oversimplifications we learned as schoolchildren. But for a sense of how large the scale of those quasi-truths, you must imagine the whole world: that is, you must imagine how you imagine the whole world, a mental picture probably taken straight from the map hung on the classroom wall. And the lines of that map came straight, in a sense, from the work of 16th-century cartographer Gerardus Mercator. Open Culture

Em mapas cilíndricos – como é o caso da projeção de Mercator -, as áreas ao redor do equador permanecem mais ou menos precisas, mas quanto mais você se afasta do equador, mais distorcidas e infladas ficam as massas da Terra.

Cartographer Gerardus Mercator created his revolutionary map in 1569 based on a cylindrical projection. The map was very suitable for nautical navigation since every line on the sphere was on a constant course. The way the map is designed is so that objects near the equator appear in relative scale to one another, but the objects closer to the poles appear larger than they are.

When laid out flat, it’s pleasingly rectangular, and its eastern and western edges line up neatly.” But while “in reality, lines of longitude converge at the poles; on the map, they’re parallel. As a result, the closer you get to the poles, the more distorted the map becomes, and the bigger things look relative to their actual size.”

Mercator’s map became the widely chosen map to teach geography in classrooms during the 1980s. Up until 2018, it was Google’s map choice as well, whose map is used by about 150 million people per month.

A questão das projecções aplicadas aos mapas, para transpor a superfície esférica do nosso planeta para um mapa planificado é algo que recorrentemente vai levantando alguma polémica, e há propostas mais recentes – como a projecção Gall-Peters – que são apontadas como sendo bastante mais correctas e que evitariam as deturpações causadas pela projecção de Mercator. Aberto até de madrugada

mapa com projecção Gall-Peters

Neil Kaye, a climate data scientist at the United Kingdom’s national weather service, the Met Office, drove these points home by creating an animation to depict the true size of each country in comparison to the Mercator projections.

Mapze-se: Mapa 3D do cérebro humano, Brincadeira meio idiota., Mapa do envenenamento de alimentos no Brasil, Expedição pelas Nascentes do Rio Água Preta, TERRA OCA, Google Maps sem conexão de internet

150 demissões em um segundo

Você será demitido por um algoritmo. Parece uma profecia de mau agouro, mas esse é o destino que aguarda a maior parte das pessoas empregadas neste agitado primeiro terço do século XXI: ser contratadas e despedidas por máquinas, sem nenhuma intermediação humana. É possível que muitas delas passem por esse ciclo de destruição criativa em várias ocasiões ao longo de trajetórias de trabalho que prometem ser agitadas. É o fim do emprego para a vida toda, que era comum até o final do século XX. MIQUEL ECHARRIEl País

Animación despido

Em agosto, a Xsolla, filial russa de uma empresa de software e serviços interativos com sede em Los Angeles, fez uma reestruturação inovadora de sua equipe, atraindo a atenção de veículos de comunicação do mundo todo. Sem prévio aviso, ela decidiu demitir 150 dos 450 funcionários de seus escritórios em Perm e Moscou, seguindo apenas a recomendação de um algoritmo de eficiência no trabalho que os considerou “improdutivos” e “pouco comprometidos” com os objetivos da empresa.

Nem o impacto da pandemia nem as tão citadas “razões estruturais”. Desta vez, a causa alegada para justificar as demissões em massa foi o julgamento frio de um programa de inteligência artificial alimentado com big data. A medida foi tão drástica e incomum que o diretor-executivo e fundador da empresa, Alexander Agapitov, apressou-se em declarar à edição russa da Forbes que não concordava totalmente com o veredicto da máquina, mas era obrigado a acatá-lo devido aos protocolos internos pactuados com sua assembleia de acionistas. Ele até se ofereceu para ajudar os trabalhadores demitidos a encontrar novos empregos o mais rápido possível porque, em sua opinião, eles são, na maioria, “bons profissionais”.

O caso da Xsolla é um dos muitos exemplos de empresas modernas com vocação disruptiva que estão incorporando a inteligência artificial ao seu processo de tomada de decisões. O que é relativamente novo é que as funções que a máquina assumiu nesta ocasião são nada menos do que as da diretoria-geral de operações e das divisões de recursos humanos e gestão de talentos.

Em ‘Tempos Modernos’ (1936), Charles Chaplin já alertava para os perigos das máquinas no trabalho.GETTY IMAGES

O que não esperávamos era que as máquinas fossem se transformar em nossos chefes.

Stephen Normandin passou quase quatro anos em Phoenix, Arizona, entregando pacotes como motorista contratado para a Amazon.com . Então, um dia, ele recebeu um e-mail automático. Os algoritmos que o rastreavam decidiram que ele não estava fazendo seu trabalho corretamente. iG

Na Amazon , as máquinas costumam ser o chefe — contratando, avaliando e demitindo milhões de pessoas com pouca ou nenhuma supervisão humana.

Jeff Bezos, fundador da Amazon e da Blue Origin.JIM WATSON (AFP)

Durante anos, a empresa usou algoritmos para gerenciar os milhões de comerciantes terceirizados em seu mercado on-line, gerando reclamações de que os vendedores eram cancelados após serem falsamente acusados de vender produtos falsificados e aumentar os preços.

Em entrevista à CNBC, Jeff Bezos afirmou que as únicas decisões empresariais que é imprescindível deixar nas mãos de seres humanos são “as estratégicas”. As demais, as decisões “cotidianas”, por mais importantes que sejam, devem ser tomadas preferivelmente por algoritmos de inteligência artificial, porque eles agem “levando em conta todas as informações relevantes e sem interferências emocionais”.

Memedroid

Cada vez mais, a empresa está cedendo sua operação de recursos humanos também para máquinas, usando software não apenas para gerenciar funcionários em seus depósitos, mas para supervisionar motoristas contratados, empresas de entrega independentes e até mesmo o desempenho de seus funcionários de escritório.

Pessoas familiarizadas com a estratégia dizem que o fundador da Amazon, Jeff Bezos , acredita que as máquinas tomam decisões com mais rapidez e precisão do que as pessoas, reduzindo custos e dando à empresa uma vantagem competitiva.

A Amazon sabe que delegar trabalho a máquinas levaria a erros e a manchetes prejudiciais, disseram esses ex-gerentes, mas decidiu que era mais barato confiar nos algoritmos do que pagar pessoas para investigar decisões erradas, desde que os motoristas pudessem ser substituídos facilmente.

O que é claramente inaceitável, segundo Fabián Nevado, especialista em direito trabalhista e assessor do Sindicato dos Jornalistas da Catalunha, “é que nem os chefes de área nem os departamentos de recursos humanos assumam a responsabilidade por essa demissão, que se escondam atrás de algoritmos e outras inovações tecnológicas para fugir da responsabilidade e desumanizar ainda mais as relações trabalhistas”.

Memedroid

Os departamentos de recursos humanos desaparecerão a médio prazo caso se consolide a ideia de que a gestão de talentos (contratações, demissões, aumentos salariais, processos disciplinares, incentivos…) pode ser deixada completamente nas mãos das máquinas. “Muitos chefes de área também correrão perigo, principalmente aqueles cujo salário depende de sua capacidade para fiscalizar os trabalhadores sob sua responsabilidade.” Em um mundo de empresários inovadores, tecnologia de gestão de última geração e força de trabalho intercambiável, sobram os capatazes.

A União Geral dos Trabalhadores da Espanha aponta, em seu documento de trabalho Las Relaciones Algorítmicas en las Relaciones Laborales (“As Relações Algorítmicas nas Relações Trabalhistas”), que a barreira contra os algoritmos que demitem pessoas tem de ser uma regulamentação clara que exija, em primeiro lugar, a revelação dos critérios utilizados pela inteligência artificial. “É preciso aplicar o princípio da precaução”, diz o chefe de digitalização do sindicato, José Varela. Porque os algoritmos, como qualquer produto da inteligência humana, cometem erros. Além disso, não se preocupam se suas decisões terão um impacto negativo sobre “a segurança das pessoas ou seus direitos fundamentais”. Ou seja, se um algoritmo vai nos demitir, vamos exigir que ele nos demonstre, em primeiro lugar, que sabe o que está fazendo.

Memedroid

As máquinas hoje podem aprovar pedidos de empréstimo e até decidir se alguém merece liberdade condicional ou deve ficar atrás das grades.

Os legisladores estudaram o assunto, mas demoraram a promulgar regras para prevenir danos.

Unimals, as criaturas virtuais que usam IA para evoluir seus corpos e vencer obstáculos

Pesquisadores da Universidade Stanford, nos EUA, desenvolveram criaturas virtuais que evoluem seus corpos para vencer obstáculos e resolver problemas. Os “unimals” (abreviação de animais universais) foram utilizados para demonstrar que a evolução da inteligência depende da configuração dos corpos. Gustavo MinariCanaltech

They look like half-formed crabs made of sausages—or perhaps Thing, the disembodied hand from The Addams Family. But these “unimals” (short for “universal animals”) could in fact help researchers develop more general-purpose intelligence in machines. Will Douglas Heaven – MIT Technology Review

Em um ambiente digital, esses pequenos seres compostos por uma cabeça e membros articulados sofreram mutações para se adaptarem à paisagem, sugerindo novas maneiras de otimização para sistemas avançados de inteligência artificial (IA), que podem ser implantados em robôs no futuro.

The unimals that perform the best are then selected and mutations are introduced, and the resulting offspring are placed back in the environment, where they learn the same tasks from scratch. The process repeats hundreds of times: evolve and learn, evolve and learn.

Embodied Intelligence via Learning and EvolutionAgrim Gupta

Embodied Intelligence via Learning and EvolutionAgrim Gupta31.580 visualizações3 de fev. de 2021Results from our paper

Embodied Intelligence via Learning and Evolution“.

The intertwined processes of learning and evolution in complex environmental niches have resulted in a remarkable diversity of morphological forms. Moreover, many aspects of animal intelligence are deeply embodied in these evolved morphologies. However, the principles governing relations between environmental complexity, evolved morphology, and the learnability of intelligent control, remain elusive, partially due to the substantial challenge of performing large-scale {\it in silico} experiments on evolution and learning.

We introduce Deep Evolutionary Reinforcement Learning (DERL): a novel computational framework which can evolve diverse agent morphologies to learn challenging locomotion and manipulation tasks in complex environments using only low level egocentric sensory information. Leveraging DERL we demonstrate several relations between environmental complexity, morphological intelligence and the learnability of control.

First, environmental complexity fosters the evolution of morphological intelligence as quantified by the ability of a morphology to facilitate the learning of novel tasks. Second, evolution rapidly selects morphologies that learn faster, thereby enabling behaviors learned late in the lifetime of early ancestors to be expressed early in the lifetime of their descendants. In agents that learn and evolve in complex environments, this result constitutes the first demonstration of a long-conjectured morphological Baldwin effect. Third, our experiments suggest a mechanistic basis for both the Baldwin effect and the emergence of morphological intelligence through the evolution of morphologies that are more physically stable and energy efficient, and can therefore facilitate learning and control.

“Se os pesquisadores querem recriar a inteligência nas máquinas, pode estar faltando algo. Na biologia, a inteligência surge de mentes e corpos trabalhando juntos. Aspectos dos planos corporais, como o número e a forma dos membros, determinam o que os animais podem fazer e aprender”, explica o estudante de ciência da computação Agrim Gupta, autor principal do estudo.

Wrapping AIs in bodies that are adapted to specific tasks could make it easier for them to learn a wide range of new skills. “One thing every single intelligent animal on the planet has in common in a body,“ says Bongard. “Embodiment is our only hope of making machines that are both smart and safe.“

Para testar a capacidade de evolução dos unimais, os pesquisadores desenvolveram uma técnica chamada DERL (Deep Evolutionary Reinforcement Learning) — Aprendizado por Reforço Evolutivo Profundo, em tradução livre. Na primeira parte dos testes, eles foram treinados para completar uma tarefa simples, como caminhar por diferentes tipos de terreno ou mover um objeto em um ambiente virtual.

Os cientistas também testaram se os unimais podiam se adaptar a uma tarefa que não tinham visto antes. Aqueles que evoluíram em ambientes mais complexos, contendo obstáculos ou terreno irregular, foram mais rápidos no aprendizado de novas habilidades, como rolar uma bola em vez de empurrar uma caixa.

The mutations unimals are subjected to involve adding or removing limbs, or changing the length or flexibility of limbs. The number of possible body configurations is vast: there are 10^18 unique variations with 10 limbs or fewer. Over time, the unimals’ bodies adapt to different tasks.

“Já se sabe que certos órgãos aceleram o aprendizado. Este trabalho mostra que um corpo adequado também pode acelerar as mudanças no cérebro do robô, com inteligência e morfologia caminhando na mesma direção. Os unimais com corpos evoluídos mais bem-sucedidos resolveram tarefas mais rápido do que suas gerações anteriores”, acrescenta Gupta.

“Após os experimentos, descobrimos que a evolução seleciona rapidamente morfologias que aprendem mais rápido, permitindo assim que os comportamentos aprendidos no final da vida dos primeiros ancestrais sejam expressos no início da vida de seus descendentes e assim por diante”, lembra Gupta.

Stanford researchers evolve embodied AI agentsStanford

A team of researchers at Stanford wondered: Does embodiment matter for the evolution of intelligence? And if so, how might computer scientists make use of embodiment to create smarter AIs? To answer these questions, they created a computer-simulated playground where arthropod-like agents dubbed “unimals” (short for “universal animals”) learn and are subjected to mutations and natural selection.

Para os cientistas, o desenvolvimento cognitivo atrelado à evolução física dos unimais pode mudar a maneira como os pesquisadores desenvolverão a próxima geração dos sistemas de inteligência artificial, com robôs capazes de aprender a realizar várias tarefas no mundo real.

“Os humanos não sabem necessariamente como projetar corpos de robôs para tarefas estranhas, como rastejar por um reator nuclear para extrair resíduos, fornecer ajuda em desastres após um terremoto, ou fazer tarefas domésticas, como lavar pratos e dobrar roupas. Talvez a única maneira de avançar seja permitir que a evolução natural faça isso”, encerra a professora de física Surya Ganguli, coatora do estudo. Stanford University

“I find this exciting because it shows how deeply body shape and intelligence are connected,” says Gupta.

Gupta’s unimals are part of a broad shift in how researchers are thinking about AI. Instead of training AIs on specific tasks, such as playing Go or analyzing a medical scan, researchers are starting to drop bots into virtual sandboxes—such as POETOpenAI’s virtual hide-and-seek arena, and DeepMind’s virtual playground XLand—and getting them to learn how to solve multiple tasks in ever-changing, open-ended training dojos. Instead of mastering a single challenge, AIs trained in this way learn general skills.

For Gupta, free-form exploration will be key for the next generation of AIs. “We need truly open-ended environments to create intelligent agents,” he says.

Unimalze-se: Biobots, Drone inseto, Atlas, 10 anos depois!?!, 10 fatos sobre inteligência artificial, Uncanny Valley, Vídeo simula ação de robô-soldadoRobôs do Face criam língua própria – mas calma, não é a revolução das máquinasComo Fazer um Robô

Novos negócios com potencial de ganhos milionários

Estamos falando de novos negócios com potencial de ganhos milionários. Em alguns casos, bilionários. Saiba que na semana passada a GM divulgou aos investidores seu planejamento estratégico para a próxima década, no qual assumiu que seus veículos conectados e novos negócios vão gerar mais de US$ 80 bilhões por ano em 2030.

Autopapo apresenta alguns dos empreendimentos que vão se popularizar em breve entre as principais marcas de veículos e não se surpreenda por não encontrar na lista a modalidade de carro por assinatura, já uma realidade no Brasil, onde quase uma dezena de marcas oferece essa modalidade.

1. Direção autônoma

A GM já disse que pretende faturar US$ 50 bilhões anuais em 2030 com sua empresa Cruise. Começará oferecendo a partir de 2023 um novo recurso para seus carros (poderá vir de fábrica ou ser adquirido após a compra) que vai permitir ao motorista tirar as mãos do volante em 95% das condições de uso em cidade ou estrada – deve, assim, superar o tão aclamado Autopilot, da Tesla.

O próximo passo é entregar em menos de 10 anos até 1 milhão de unidades do veículo Origin, que vai transportar passageiros pelas cidades sem usar motorista. O custo da viagem cairia dos atuais US$ 5 por milha em carros de aplicativo para US$ 1,50.

A Ford planeja colocar 1.000 carros autônomos para rodar em várias cidades americanas nos próximos cinco anos em parceria com a Argo AI, a mesma startup que também vai ajudar a Volkswagen a construir seu negócio de autônomos.

Esse é um segmento que envolve investimentos tão gigantescos, riscos tão grandes e uma expertise tão complexa que até empresas que atuam em transporte de passageiros ou compartilhamento de carros estão caindo fora.

No fim do ano passado, a Uber vendeu sua divisão interna de direção autônoma para a startup Aurora, que já fechou parcerias com Toyota e Hyundai. Em abril, foi a vez da Lyft, que repassou o mesmo departamento para uma subsidiária da Toyota por US$ 500 milhões.

2. Softwares e personalizações do veículo 

A Volkswagen inaugurou em setembro seu serviço de atualização à distância para os elétricos ID.3 e ID.4 – modelos que devem ser lançados no Brasil nos próximos anos – e que mais tarde será estendido aos novos modelos da marca.

Além de permitir corrigir automaticamente problemas no carro ou baixar novas versões dos sistemas eletrônicos que gerenciam o veículo, a inovação abre caminho para serviços que serão pagos à parte ou até mesmo em forma assinatura recorrente. Será possível desbloquear recursos pré-instalados e solicitar recursos adicionais, de aquecimento dos bancos a sistemas de navegação.

A marca alemã não esconde que espera que esse serviço se torne um negócio altamente lucrativo dentro de alguns anos, inspirado no trabalho pioneiro da Tesla, que há anos disponibiliza nos seus veículos itens como aumento da autonomia da bateria ou um pacote avançado do Autopilot, um opcional que já custou US$ 8 mil para ser baixado.

A GM já deixou claro que vai estrear em 2023 sua plataforma de software veicular chamada Ultifi, faz parte de uma estratégia “para aumentar a receita além das vendas de veículos”, já que o motorista poderá assinar serviços de streaming, baixar personalizações do veículo – que poderão ser transferidas de um carro para o outro, como fazemos hoje quando trocamos de celular – e até comprar aplicativos de terceiros, que deixarão uma porcentagem dessa venda no bolso da GM e que atenderá tanto automóveis a combustão quanto elétricos.

3. Seguro sob medida

A OnStar Insurance da GM, promete revolucionar esse setor com um formato inovador.

A nova seguradora vai possibilitar ao proprietário comprar o seguro diretamente da montadora por valores mais baixos, desde que ele dirija com segurança. O segredo estaria num sistema que analisa à distância o comportamento do motorista para elaborar uma apólice personalizada.

A Tesla já fazia isso antes, mas o seu é do tipo convencional, disponível só no da Califórnia e apenas para seus próprios veículos. A OnStar Insurance vai mais longe, pois oferece seu seguro a veículos de qualquer marca, inclusive caminhões.

4. Postos de recarga

Na medida em que mais carros elétricos chegam às ruas, mais pontos de recarga são necessários, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. Uma parte dessa infraestrutura está sendo criada pelos governos locais, enquanto a outra está a cargo da iniciativa privada. É aí que entram as montadoras, que já perceberam que esse pode se tornar um novo negócio.

A Tesla já é dona da Supercharger, uma rede que foi criada em 2012 e hoje conta com mais de 25 mil carregadores em mais de 2,7 mil estações próprias espalhadas pelo mundo. No momento, todas são exclusivas para os automóveis da marca, mas isso está para mudar.

A Volkswagen também atua nessa área, mas escolheu um modelo um pouco diferente. Como compensação pelo escândalo do Dieselgate, a companhia montou em 2017 a subsidiária Electrify America. É uma rede com cerca de 600 estações e 2,6 mil pontos de recarga que formam uma rota rodoviária que atravessa o país de Leste a Oeste e, ao contrário da Tesla Supercharger, é aberta a veículos de qualquer marca.

O eVTOL da EMBRAER

O eVTOL da EMBRAER – Muito mais que um CARRO VOADORAero Por Trás da Aviação

A Eve Urban Air Mobility, empresa da Embraer, e a Avantto, líder no ramo de compartilhamento de aeronaves no Brasil, assinaram uma Carta de Intenções e anunciaram hoje uma parceria destinada ao desenvolvimento do ecossistema de Mobilidade Aérea Urbana (UAM, sigla em inglês) na América Latina. Essa parceria inclui um pedido de 100 aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL) da Eve, bem como uma colaboração para desenvolver uma nova operação do veículo aéreo no Brasil e em toda a América Latina. As entregas devem começar em 2026. Carlos FerreiraAeroin

“Há mais de uma década, a Avantto desenvolve softwares, sistemas e procedimentos que permitem oferecer serviços de transporte de helicóptero em áreas urbanas e de curta distância sob medida, 24 horas por dia, 7 dias por semana, para centenas de seus membros ativos. Esse conhecimento exclusivo será um dos principais pilares do ecossistema de mobilidade aérea urbana desenvolvido pela parceria Eve/Avantto”, explica Rogério Andrade, CEO e fundador da Avantto.

Paralelamente, o projeto de Gestão do Tráfego Aéreo Urbano da Eve alcançou um novo marco em sua colaboração com a Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido (CAA, sigla em inglês), para desenvolver um ambiente escalável necessário para hospedar voos da UAM.

A Honda está oficialmente se juntando ao grupo de desenvolvedores eVTOL, confirmando os planos de uma aeronave híbrida-elétrica para transporte interurbano de longo alcance. A montadora revelou seu conceito eVTOL em 30 de setembro, junto com detalhes de um robô avatar e novas tecnologias espaciais .

Em um comunicado à imprensa, a Honda disse que a aeronave apresentará uma unidade de energia híbrida de turbina a gás para permitir o transporte entre as cidades, não apenas dentro delas. A empresa afirma que o único caso de uso “realista” para táxis aéreos totalmente elétricos hoje é o transporte intra-cidade, devido às limitações atuais da bateria.

Estamos desenvolvendo nosso eVTOL (Veículo elétrico de pouso e decolagem vertical) com uma abordagem única: combinando inovação disruptiva e uma filosofia de design centrada no usuário, juntamente com os mais altos níveis de padrões de segurança e os 50 anos de excelência em engenharia da EMBRAER.

EMBRAERze-se: Invenções Geniais Que Provam Que Você Está Vivendo No Futuro, eBussy, os Carros Modulares chegaram!, Society 5.0, Quem disse que não dá, surpreendentes usbs xtreme, Dolly vai a luta, WEG: A Gigante do Brasil

Lei do Preço Fixo ou Comum, se chamará Lei José Xavier Cortez

Por conta das divergências no nome da Lei Lang  – desde o início das discussões no país – ao invés de Lei do Preço Fixo ou Comum, ela se chamará Lei José Xavier Cortez, em homenagem ao fundador da Editora Cortez e que faleceu no último mês, aos 84 anos. “Acho que é uma belíssima homenagem, até porque ele mesmo era um grande defensor da lei”, declarou Prates, explicando ainda que o novo nome é muito mais “palatável e vendável, no bom sentido”. publishnews

Em sua fala, Jean Paul Prates, o presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Livro, Leitura e Biblioteca detalhou o PL 49/2015 e resumiu os principais objetivos da Lei: assegurar ao público uma maior disponibilidade de livros e títulos – a chamada bibliodiversidade; respeitar a diversidade do público; garantir a sobrevivência das livrarias e editoras independentes e de médio porte; evitar a concentração do mercado livreiro nas grandes cidades; diminuir o preço do livro; fomentar a leitura no país e aumentar a existência das livrarias de bairro.

Sobre as regras do projeto, detalhou: todo livro sob edição nacional vai receber uma precificação única. Esse preço de capa de cada obra vai constar de lista publica eletrônica de emissão das editoras, devendo servir de referência para livreiros e revendedores para todo território nacional. Será também de obrigação do editor, a divulgação dos preços ao público de todo o seu catálogo editorial disponível. O preço de venda do livro ao consumidor final, não poderá ser estabelecido abaixo de 90% do preço de capa decidido pelo editor, durante o período de 12 meses contado da data de lançamento. “É apenas isso. Mas é uma grande coisa para o negocio do livro, para o pequeno livreiro”, resumiu.

Sobre as exceções, o senador explicou também que a Lei não se aplica às vendas efetuadas diretamente ao poder público, aos livros didáticos, obras raras antigas esgotadas, obras fora de catálogo, obras destinadas aos colecionadores, e às obras destinadas a entidades que recebam subsidio público.

Os defensores desse retrocesso garantem que ele deixa o mercado de livros mais saudável e equilibrado no Brasil. Segundo eles, o fato de as grandes livrarias comprarem um grande volume de livros de uma só vez as permite oferecer grandes descontos ao consumidor final no momento de lançamento de um livro, criando assim uma concorrência desleal com livreiros menores e independentes. João Luiz Mauad – Instituto Liberal

Quais as vantagens da Lei do Preço Fixo?

1. Assegurar uma maior disponibilidade de livros e títulos ao consumidor;

2. Respeitar a diversidade do público;

3. Assegurar a capacidade de conhecimento, do saber e da difusão da cultura do país;

4. Garantir a limitações de livrarias e editoras independentes e de médio porte;

5. Evitar a concorrência predatória por parte dos sites de venda de livros, grandes varejistas e supermercados;

6. Evitar a concentração do mercado livreiro;

7. Possibilitar aos autores e editores um controle mais real da distribuição dos livros e dos direitos autorais. ANL in: SlideToDoc

Dados estatísticos mostram que temos cerca de 2. 600 livrarias, 70% são de pequeno e médio porte. Com a Lei espera-se aumentar este número que deveria ser cerca de 4. 900 livrarias.

→ 92% das livrarias apoiam a Lei.

→ 74% das editoras apoiam a Lei.

→ 87% das entidades ligadas ao livro já apoiam a Lei.

Leze-se: , Garis montam biblioteca com livros que iriam para o lixo, A primeira biblioteca de livros censurados, O empilhador de livros, 2 mil livros sobre permacultura e bioconstrução, A árvore que dava dinheiro – AUDIOBOOK (AUDIOLIVRO), Domínio Público

WhatsApp prepara opção de pausa para (longas) gravações de voz

Os fãs dos áudios gravados no app de mensagens devem contar em breve com uma útil novidade. Carsten Drees in: NextPit

Os colegas do site WABetaInfo descobriram que o Zap permitirá fazer uma pausa nas gravações das mensagens de voz. Com a ajuda de um botão de pausa, você pode interromper a gravação e continuá-la a qualquer momento, bastando tocar novamente no botão de gravação.

Para quem gosta de mandar áudios elaborados — ou simplesmente foi interrompido pelo caminhão do gás —, a novidade é uma mão na roda, já que acaba com a necessidade de gravar a mensagem em uma só tacada.

Ainda não se sabe quando o recurso será disponibilizado para todas as pessoas, mas a novidade foi descoberta na versão beta para iOS e já está em andamento para o Android.

A ferramenta garante acesso aos conteúdos das gravações sem precisar ouví-las. O site especializado explica que, além de nativa, a função não depende dos servidores do Facebook para funcionar. Ou seja, tudo é realizado diretamente no smartphone do usuário, com o auxílio do sistema de reconhecimento de fala do celular da Apple. tecnoblog

Há algumas semanas, informamos sobre a opção planejada para converter mensagens de voz em texto. Há alguns dias, WABetaInfo também informou que o WhatsApp finalmente quer tornar possível ouvir mensagens de voz enquanto você lê e digita mensagens em outras conversas no Zap ao mesmo tempo.

WhatsApp trabalha em ferramenta nativa para transcrição de áudios (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)

O recurso funciona assim: depois que o usuário dá a permissão para o WhatsApp utilizar o reconhecimento de fala do iOS, será possível acessar um tela chamada “Transcrição” (em tradução livre), o conteúdo do áudio em forma de texto, ficará armazenado localmente para leituras futuras, separados em uma linha do tempo.

O WhatsApp ainda vai liberar outra novidade aos usuários em breve. Também nesta sexta-feira (10), o mensageiro anunciou os backups criptografados de ponta a ponta para incrementar a proteção das cópias de segurança que são guardadas na nuvem. A função chegará aos aplicativos de mensagens para Android e iPhone (iOS).

A ferramenta é opcional e oferece mais segurança aos arquivos que são enviados para o Google Drive (Android) e iCloud (iPhone). O mensageiro vai criptografar os backups com uma chave única e aleatória de 64 dígitos. Dessa forma, a cópia de segurança só poderá ser acessada com a credencial ou com uma senha criada pelo próprio usuário.

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Nossa Senhora Aparecida, mãe das crianças!

Na verdade o dia das crianças é mais antigo que a comemoração da Padroeira do Brasil. Historicamente, a festa de Nossa Senhora Aparecida, desde 1930, quando foi proclamada a Padroeira do Brasil, era comemorada no dia 08 de setembro.

Somente em 1980, com a visita do agora santo, o Papa João Paulo II é que passou a ser celebrada no dia 12 de outubro. Já o dia das crianças foi instituído na década de 1920, mas somente em 1960 passou a ter relevância de fato, com o forte apoio da indústria de brinquedos.

A maternidade e a fecundidade são duas faces de uma mesmo realidade, a beleza incondicional da vida! Nada melhor do que pedir, nesse dia, que a Mãe Aparecida abençoe as crianças do Brasil, e porque não, pedir que ela nos abençoe, eternas crianças que somos diante de Deus Criador.

Nosso Salvador, Jesus Cristo, já dizia que para poder entrar no Reino de Deus era preciso ser igual uma criança. Jesus acolhia as crianças, as abençoava, trazia-as para o centro das conversas e a elas dava atenção especial. Ele sabia que a singeleza e pureza de uma criança é o reflexo do coração de Deus e que no olhar de uma criança podemos ver refletido o Céu. Pe. Evaldo César Souza, C.Ss.R – Garotada Missionária

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, foi proclamada Rainha do Brasil e sua Padroeira Oficial em 16 de julho de 1930, por decreto do Papa Pio e, 50 anos depois, foi decretado oficialmente que o dia 12 de outubro seria feriado oficial no país. Calendarr

Devido à importância que esta santa possui no país, em 1946 foi iniciada a construção de um santuário dedicado a Ela no estado de São Paulo, na cidade de Aparecida.

O Papa João Paulo II, em visita ao Brasil, em 1980, consagrou a igreja como basílica e Santuário Nacional. Assim, o templo é considerado o maior santuário dedicado à Virgem Maria em todo o mundo.

Por sua vez, o Papa Francisco, ao visitar o Brasil em 2016, elevou a basílica à catedral da Arquidiocese de Aparecida.

Dia de Nossa Senhora Aparecida foi oficialmente instituído a partir da Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980.

O dia 12 de outubro foi escolhido para o feriado, pois a data já abrigava outros fatos importantes, como a chegada de Cristóvão Colombo às Américas, em 12 de outubro de 1942, e no ano de 1822, no mesmo dia, após a independência do Brasil, a nação ganhou seu primeiro imperador, Dom Pedro I.

Oração a Nossa Senhora Aparecida

“Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida, Mãe de Deus, Rainha dos Anjos, Advogada dos pecadores, Refúgio e consolação dos aflitos e atribulados, Virgem Santíssima, cheia de poder e de bondade, lançai sobre nós um olhar favorável para que sejamos socorridos por vós em todas as necessidades em que nos acharmos.

Lembrai-vos, ó clementíssima Mãe Aparecida, que nunca se ouviu dizer, que algum daqueles que têm a vós recorrido, invocado vosso santíssimo nome e implorado a vossa singular proteção, fosse por vós abandonado. Animados com esta confiança, a vós recorremos, tomamos-vos para sempre por nossa Mãe, nossa protetora, consolação e guia, esperança e luz na hora da morte.

Livrai-nos de tudo o que possa ofender-vos e ao vosso Santíssimo Filho, Jesus. Preservai-nos de todos os perigos, da alma e do corpo, dirigi-nos em todos os assuntos espirituais e temporais, livrai-nos da tentação do demônio, para que, trilhando o caminho da virtude, possamos um dia ver-vos e amar-vos, na eterna glória, por todos os séculos dos séculos. Amém!”

Nozze-se: Festa de Nossa Senhora das Dores, Nossa Senhora de Guadalupe, O Pib da Pib, Brincadeiras ao ar livre, 29 DETALHES que você PERDEU em CORALINE e o Mundo Secreto, Ser um ser do presente

Garis montam biblioteca com livros que iriam para o lixo

Em Ancara, na capital da Turquia, os profissionais de limpeza urbana tiveram uma iniciativa incrível. Ao perceberem que muitos livros estavam sendo descartados pela população, decidiram se unir para uma operação de coleta e armazenamento e abrir uma biblioteca comunitária. CicloVivo

A história começou com Serhat, de 32 anos, que sempre sonhou em ter uma biblioteca e decidiu juntar os livros que encontrava no lixo. Aos poucos, seus colegas se uniram a ele e em 7 meses conseguiram uma quantidade de livros suficiente para que os colegas do serviço de limpeza tivessem uma boa biblioteca.

Mas, os garis continuaram a recolher livros descartados pela população e a biblioteca foi crescendo cada vez mais. Com isso, surgiu a ideia de abrir uma biblioteca comunitária, para que mais pessoas tivessem acesso ao acervo. A princípio a biblioteca seria apenas para os profissionais de limpeza, amigos e família, mas o grupo de colegas decidiu procurar a prefeitura e levar os livros para um local acessível para toda a comunidade.

A prefeitura apoiou a iniciativa e e adaptou uma antiga olaria que estava fechada há mais de vinte anos. Com a divulgação do trabalho dos garis, dezenas de pessoas passaram a doar mais livros e outras publicações, como catálogos e revistas.

A biblioteca foi inaugurada no bairro de Çsankaya, com um incível acervo de mais de 6 mil títulos, catalogados com seções infantis, livros de pesquisa científica e até publicações em muitos em outros idiomas como inglês e francês. Para completar, a biblioteca ganhou um espaço de leitura, espaço zona infantil, espaços para jogos de tabuleiro e uma cafetaria.

Garize-se: Vida do Gari, Giorggio Abrantes, Biblioteca de objetos Leila Berlin, Biblioteca Web, Flash na Biblioteca, Kamikatsu, como separar o lixo?!?, Cataki, o “Tinder da reciclagem”

Peer to Peer – P2P, ou a economia compartilhada!?!

Também conhecido por Peer to Peer – P2P, o consumo na economia compartilhada se dá entre pessoas físicas, mas não exclusivamente, e não necessariamente há envolvimento de recursos financeiros. Essa forma de consumo explodiu com o uso e evolução da tecnologia oferecendo diversos formatos principalmente em forma de aplicativos e criação de inúmeras startups. CADE MEU TESOURO

Este consumo pode ser uma troca, compartilhamento ou aluguel de bens e serviços, enfim o uso coletivo de um produto ou serviço sem ter que comprar pelo mesmo.

Ou seja, usar ao invés de comprar. Usa-se apenas pelo tempo necessário. É uma excelente forma de otimização dos bens produzidos.

Dos mais conhecidos como os aplicativos de transporte, de delivery, aos aluguéis de quartos e casas por temporadas, passando por hospedagem de pets. Streaming de filmes, podcast e músicas, as áreas de coworking, moradias, doação de comida, hortas, compartilhamento de brinquedos, máquinas e ferramentas são alguns exemplos do poder desta economia e as diferentes maneiras que podem ser consumidas.

Existe um perfil específico do consumidor do futuro, que foi detectado pela Consultoria WGSN, que é chamado de Comunitário. São predominantemente equilibrados, solitários, conscientes e focados na carreira. São os que abandonaram os centros urbanos na busca de mais tranquilidade e equilíbrio em cidades menores e estão interessados na comunidade onde estão inseridos, querem fixar raízes, são localistas (o local onde vivem é mais importante do que a carreira) e ambientalistas.

Em uma só tacada, economia no bolso principalmente em tempos de crise financeira e inflação, nova fonte de renda em cenário de muito desemprego, diminuição do excesso de consumo aliviando a consciência e ajudando na postura mais minimalista onde o ser é mais importante do que o ter, praticidade em tempos do tudo para já, poupança dos recursos naturais cada vez mais escassos e ajuda nas comunidades cumprindo o seu papel social e cidadão.

Uma mudança no estilo de vida que traz impactos positivos para o orçamento, porque possuir bens além do dinheiro necessário para comprar traz consigo muitos gastos para mantê-los.

O consumidor está na busca de mais protagonismo, está saindo do papel passivo para o ativo. Ele entende que, enquanto consumidor, possui em suas decisões de compra o poder do futuro.

Compartilhize-se: Carta da Terra, Licitação Sustentável, Consumo alienígena, Consumo colaborativo e sustentabilidade, Consumo colaborativo, Reuso de água na Semana do Químico, A chocante monotonia das prateleiras de supermercados

WEG: A Gigante do Brasil

WEG: A Gigante do BrasilElementar

Chamada de fenômeno da bolsa em 2020 e fábrica de bilionários, a WEG é uma empresa que lidera a transformação energética no Brasil e no mundo. Mas como exatamente que a WEG surgiu? E qual a importância dela no cenário mundial atual?

WEG

Conheça nossas soluções com máquinas elétricas, automação e sistemas de energia para a indústria e descubra como os nossos negócios se interligam para melhorar sua empresa. WEG

Empresas do Grupo WEG

WEGze-se: GURGEL MOTORES: O LEGADO, A Incrível História de Elon Musk!, A SURPREENDENTE HISTÓRIA DA DOLLY, Observar e Absorver, IBMEC: 10 cursos gratuitos com certificado, Onde estudar maconha medicinal?!?

A torre de bambu que pode extrair até 75 litros de água por dia “do nada”

Uma nova invenção de baixa tecnologia poderia matar a sede de milhões de africanos sedentos absorvendo a água da atmosfera. Pensando pra Frente

Na África há muita luta para encontrar água potável para seu povo. Milhões de aldeões passam de 4 a 6 horas por dia procurando água, e na maioria das vezes ela nem está limpa.

Uma organização sem fins lucrativos criou uma estrutura de bambu barata e rápida de montar que ajudará a trazer água limpa “do nada” para os africanos.

O arquiteto Arturo Vittori desenvolveu o projeto Warka Water, uma estrutura de bambu projetada para coletar água potável do ar. Fernanda DrumondCASACOR

A invenção deles é o Warka Water Tower, que é projetada para coletar até 75 litros de água por dia da atmosfera. Esta estrutura passiva de fácil manutenção depende apenas da gravidade, condensação e evaporação.

A Warka Water Tower é uma torre de 30 pés de altura feita de materiais locais, naturais e biodegradáveis. Possui uma malha laranja resistente à água no interior que coleta a névoa da atmosfera.

Vapor de água atmosférico da chuva, neblina ou orvalho, condensa-se contra a superfície fria da malha, formando gotículas de água líquida. Um toldo de tecido sombreia a parte inferior da torre para evitar que a água coletada evapore. O desempenho é dependente do tempo, mas a torre tem a capacidade de fornecer 100 litros de água por dia.

A torre de água “Warka” tem o nome da árvore Warka. Esta figueira gigante é encontrada na Etiópia e é sagrada porque fornece sombra, comida e um local de reunião para os africanos.

A Warka Water foi projetada para ser de propriedade e operada pelos moradores, um fator chave, que facilita o sucesso do projeto. A torre não apenas fornece um recurso fundamental para a vida, mas também cria um lugar social para a comunidade, onde as pessoas podem se reunir à sombra de suas copas.

No total, o custo para montar uma torre fica entre US $ 500 e US $ 1.000 – menos de um quarto do custo do vaso sanitário desenvolvido por Bill Gates, que custa cerca de US $ 2.200 para instalar e mais para manter. Como seu design é basicamente paramétrico, a torre Warka pode ser facilmente adaptada e implementada em várias situações diferentes.

Com o baixo custo e materiais prontamente disponíveis para fazê-los, esperançosamente mais africanos terão acesso a água potável em um futuro muito próximo.

Warka Water foi apresentada ao mundo durante a Bienal de Veneza em 2012. A equipe por trás do projeto vem, desde então, desenvolvendo uma série de protótipos experimentais e  adicionais, instalando sua primeira torre piloto em uma vila rural no sul da Etiópia, em maio de 2015, que continua sendo monitorada. Lá, Arturo testemunhou aldeões vivendo no meio ambiente, muitas vezes sem água corrente, eletricidade, banheiro ou chuveiro. A população precisava caminhar longos percursos até a fonte de água, lagos desprotegidos frequentemente contaminados.

O projeto Warka Water busca ajudar diferentes comunidades isoladas em lugares como o Haiti, Madagascar, Colômbia, Brasil, Índia, Sumba e Camarões, entre outros. Essa expansão não apenas estimulou a experimentação com outros materiais locais [inclusive as folhas de palmeira], mas também levou a uma série de projetos adicionais, que buscam resolver outras questões importantes. A iniciativa desenvolveu um sistema modular chamado W-solar, que transforma qualquer torre Warka em uma fonte de eletricidade, adicionando painéis solares para fornecer iluminação e energia para recarregar dispositivos móveis. Enquanto isso, a W-garden propõe um sistema que usa a água coletada para a produção de alimentos e W-Wc para a melhoria do saneamento e higiene.

Árguaze-se: Water Crisis in Pakistan, Reuso de água na Semana do Químico, Ranking da poluição plástica nos oceanos, Patrick Kilonzo Mwalua