DIA HISTÓRICO: Sexta Turma STJ autoriza cultivo individual da cannabis

DIA HISTÓRICO: Sexta Turma STJ autoriza cultivo individual da cannabis – MovReCam

Live com a advogado do Projeto MMJ comentando a decisão do STJ, no RHC 147.169/SP que abre um grande precedente para o cultivo para fins medicinais.

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Here’s more: 1ª Live MMJ – Chá das Mães Jardineiras – Farmácia Viva e Direito de Cultivo Doméstico4ª Aula do 3º Curso de Cannabis MedicinalCDB e Olímpiadas, as Cannalimpíadas!

O que ‘Supernanny’ viu em 10 anos

Durante cerca de uma década, Cris Poli visitou diferentes lares pelo Brasil para ajudar os pais na relação com os filhos. No programa “Supernanny”, exibido pelo SBT, ela se tornou figura constante no imaginário de muitas famílias brasileiras. Vinícius LemosBBC News Brasil. 26 maio 2022

Educadora argentina Cris Poli conduziu a versão brasileira do ‘Supernanny’

A versão brasileira do programa criado na televisão inglesa estava prevista para durar cerca de um ano no Brasil, mas devido ao sucesso chegou a 10 temporadas. Mesmo após o fim do material inédito, a atração foi reprisada algumas vezes e até hoje é assistida no YouTube – onde acumula milhões de visualizações.

Mais de cinco anos após o fim do programa, a ânsia por uma “super-heroína” para enfrentar os problemas relacionados a deos filhos pequenos continua a mesma. Cris ainda recebe inúmeros pedidos de ajuda e passou a dar consultorias particulares de modo virtual a famílias de todo o país.

Ela, uma educadora argentina que nunca havia trabalhado na televisão, foi uma mudança completa de vida. Cris deixou o serviço em uma escola cristã bilíngue em São Paulo para se arriscar diante das câmeras. A experiência é classificada por ela como positiva e de muito aprendizado.

Supernanny acompanhou cerca de 150 famílias em diversos lugares do país. Eram duas semanas em cada casa, que incluíam dias de observação e outros de aplicação do método adotado no programa.

Nessas casas, Cris notou dificuldades semelhantes que considera que persistem até hoje em muitos lares.

“As famílias procuravam a Supernanny por conta das crianças, porém a primeira e maior mudança é nos pais, porque se os pais não mudam, a criança não muda”, diz Cris à BBC News Brasil.

Supernanny chegava aos lares após a família se inscrever por meio do site da atração. Na época havia milhares de pedidos de ajuda de todo o Brasil.

“Essas famílias assinavam um contrato dispostas a expor os problemas delas na televisão em rede nacional. O que não é fácil e dá uma ideia do grau de desespero muito grande em que essas pessoas estavam”, comenta.

Outro ponto que ela ressalta é a falta de demonstração de afeto nas famílias. “Não duvidei nunca e nem duvido que esses pais amem os filhos. Mas esse amor precisa ser exteriorizado. A criança precisa saber e ouvir do papai e da mamãe: eu amo você”, diz.

Por meio do método da Supernanny, Cris tentou ajudar a resolver os diversos conflitos familiares.

Assim como outros países que também compraram o formato, a versão brasileira do programa Supernanny, que passou a ser exibido em 2006 pelo SBT, seguiu um manual criado pelos ingleses. Ali estava o método que deveria ser adotado e a forma adequada para lidar com os pais e as crianças.

Com o passar dos anos, diz Cris, foram feitas algumas alterações pontuais para trazer características mais próximas à realidade brasileira na condução do programa. No entanto, o conteúdo em geral permaneceu o mesmo da versão inglesa.

O “cantinho da disciplina”, por exemplo, veio do formato original. Nesse método, que se tornou popular em lares brasileiros, os pais determinam quais regras os filhos devem seguir, como escovar os dentes após as refeições ou lavar as mãos antes de se alimentar.

Durante o programa, a Supernanny cria uma rotina para a família, aponta algumas regras que podem ajudar no cotidiano e há também um quadro com avaliações, no qual a criança pode conquistar um ponto se for obediente (ao atingir determinado pontuação ela ganha uma recompensa) ou perder um ponto se não respeitar as regras da casa (isso pode gerar pequenas punições).

O método adotado no programa não é unanimidade e é apontado por alguns especialistas como uma forma autoritária de educar uma criança. Cris discorda dessas críticas e argumenta que o programa foi positivo para as famílias.

“É natural, você tem um ponto de vista e tem gente que concorda ou que discorda. Eu aceito, porque não tenho a verdade absoluta disso. A única coisa que posso trazer como base de que estou certa naquilo é o resultado. As 150 famílias com problemas diferentes e históricos diferentes aplicados os mesmos princípios deram certo”, rebate Cris.

Ela diz que até hoje aplica um método semelhante em suas consultorias online.

Em um dos programas, anos após a estreia, Cris revisitou algumas das primeiras famílias que acompanhou. Ela diz que algumas continuaram seguindo cerca de 80% de tudo o que a educadora ensinou no programa.

A educadora, hoje com 76 anos, acredita que é pouco provável que a atração volte. “Acho que foi um ciclo que não tem como voltar”, comenta.

“Naquela época (do programa), a internet já era um problema, mas hoje cresceu muito com a disponibilidade dos celulares e das redes sociais. As crianças são colocadas na frente do celular ou da internet muito cedo, isso é prejudicial”, declara.

Ela comenta que a recomendação de especialistas é que crianças de 0 a 2 anos não tenham nenhum contato com telas.

“O cérebro está em formação, os neurônios se multiplicando e a criança pequena é uma esponjinha e pega tudo o que você colocar pra ela. Essa criança precisa brincar, precisa de brinquedos interativos e estar com os pais”, diz a educadora.

Palavras perdidas:

Água Preta e as ruas da Pompéia

Na Praça da Nascente (antiga Homero Silva), na Rua André Casado, 329, um grupo de ativistas construiu uma pequena lagoa artificial em 2013. Hoje ela simboliza um dos pontos em que o córrego Água Preta, que serpenteia o bairro da Pompeia até o rio Tietê. El País

Encontre o rio canalizado: ache esses bueiros onde está escrito “águas pluviais” e ouça o que se passa lá embaixo. Se a água correr em ritmo constante, tem um rio que passa ali.

O Rio Água Preta, hoje canalizado, corre pelos cursos de concreto onde a cidade os confinou, passa rápido, pois ele não passa mais sobre a terra, onde a água voltaria parcialmente para o solo, filtraria um pouco da sujeira e se manteria viva com plantas e animais, também faz com que as enchentes sejam mais frequentes, nenhuma surpresa para São Paulo, cidade que inunda em épocas de chuva. EU SOU Á TOA

“No fundo da residência da família Bombarda passava o córrego da Água Preta (c. 1942)” – Vania Tramontino, O Espaço Livre na Vida Cotidiana, FAU/USP, 2011. Rios e Ruas

Palavras perdidasOs Guarani convocam povo de SP para proteger Terra Indígena Jaraguá, Existe água em SP, Boizinhos do #ÉTãoTrágico!, Sou Moderno, Sou Índio

Aproveite para contribuir e fortalecer a arte e cultura Guarani e dos povos originários do nosso planeta.

A Guerra Contra os COACHES

A Guerra contra os COACHESEpifania Experiência

Larry Levine diz que é um misto de psicólogo, conselheiro matrimonial, treinador de vida e padre, um dos ‘coaches’ que ricos contratam para lidar com a vida na cadeia. Alguns dos consultores que a BBC entrevistou expressaram uma desconfiança em relação aos advogados que, segundo eles, muitas vezes deixam faltar alguma coisa – por exemplo, não explicam as opções dos clientes sem usar jargões. BBC News Brasil

Coaze-se: 7 FORMAS DE PRATICAR A AUTOTERAPIA E DIMINUIR A ANSIEDADE, Nós existimos para ajudar aqueles que precisam, O Espião Inglês, Her, Geração Uber

Ghost Writer ou Escritor Fantasma!!!

Seja para escrever livros, artigos, colunas ou até mesmo textos para marketing de conteúdo, há muitas opções disponíveis no mercado para quem quer ser um ghost writer.

Ghost writer é o profissional que não recebe créditos de autoria pelo texto que escreveu. Isso faz parte de um contrato ou acordo de cessão de direitos autorais. O ghost writer escreve livros, textos, apostilas e outros materiais, vende a uma pessoa (física ou jurídica) os direitos autorais sobre essa obra e recebe por isso. Luiza Drubscky – Comunidade Rock Content

Ghostwriter é definido como um “escritor fantasma”, um escritor profissional que é contratado para escrever obras pelas quais não receberá crédito oficial, permanecendo anônimo, prática comum desde tempos imemoriais, onde secretários e escribas escreviam discursos e cartas aos governantes, ou os discípulos de um mestre completavam seu trabalho sob a sua direção e, por vezes, a título póstumo. Até hoje, é costume os presidentes lerem discursos públicos que outra pessoa os tenha escrito, ou que “escritores fantasmas” respondam a cartas de cidadãos em nome do presidente, ou que sejam contratados para escrever suas “autobiografias”. UM CANCERIANO SEM LAR.

O “escritor fantasma” nas revistas médicas gera problemas éticos e legais. A preocupação se deve ao fato de que é frequente que as empresas farmacêuticas e as indústrias de produtos de tecnologia médica possam distorcer as evidencias produzidas por ensaios clínicos e não sejam imparciais. SciELO

Posteriormente, não há nenhuma violação ou irregularidade se o texto for divulgado como sendo de autoria de outra pessoa. Aliás, é justamente isso que se pretende fazer por meio da contratação de um escritor-fantasma. Então, se não há autoria e direitos sobre a obra, por que essa é uma ocupação que tem crescido tanto no mercado de trabalho?

Ser um ghost writer é uma forma de praticar suas habilidades de redação diariamente. Quanto maior o fluxo de trabalho, mais regularidade você terá para praticar sua escrita em frente ao computador.

Com o tempo, isso não apenas melhora sua capacidade de argumentação, organização de ideias e exposição de informações importantes, como também reduz a incidência de erros gramaticais e expande seu vocabulário. Ou seja, ainda que você queira escrever textos autorais no futuro, terá muita experiência com a qual contar para aprimorar suas habilidades.

Muitas vezes, o regime de contratação de ghost writers ocorre por meio de trabalhos freelancer. Isso significa que você é contratado por obra, livro ou texto que escreve. Assim, você ganha exatamente pelo trabalho que faz. Se quiser escrever mais textos e pegar mais trabalhos, vai receber mais por isso. Se precisar dar um tempo nas atividades e tirar férias, terá que se programar com um período sem essa renda.

Porém, em sua grande maioria, os contratos celebrados para serviços de escrita ghostwriting são pagos antecipadamente ou por pacotes fechados. Se um escritor convencional precisa aguardar os royalities e variáveis de sua produção, uma vez que o cliente esteja satisfeito com seu texto, o pagamento é realizado de acordo com o combinado.

Se você sabe o quanto vai receber e em que intervalo de tempo, pode planejar retiradas mensais que se assemelham aos salários convencionais do regime CLT.

Também é possível determinar valores mensais para a construção de um décimo terceiro, poupança emergencial e para investimentos com muito mais precisão.

Não há uma área específica em que o trabalho de um escritor-fantasma é mais requisitado. Existe a necessidade de escrever sobre os mais variados assuntos, desde livros sobre nutrição, fitness e saúde, até textos sobre finanças pessoais, administração e recursos humanos.

Se você é uma pessoa criativa, curiosa e interessada em aprender sobre temas distintos de sua área de formação, terá a oportunidade de escrever em várias temáticas. O que realmente importa é a qualidade de sua redação, correção ortográfica e gramatical, além de um trabalho preciso de pesquisa e verificação de informações.

Ghost writers não serão de forma alguma vinculados à autoria dos textos que escrevem. Por mais que isso possa ser um problema para alguns redatores, isso também representa uma boa oportunidade pessoal para se distanciar emocionalmente de seus textos e escrever com mais liberdade. Ao saber que sua autoria não será identificada, você pode se arriscar a escrever sobre temas até então inexplorados, sem medo da reação do público, amigos e familiares.

Na verdade, você inclusive poderá testar suas habilidades escrevendo sobre temas que sempre te interessaram, mas que você nunca teve a coragem de pesquisar e escrever. Nesse contexto, um engenheiro poderá escrever sobre psicologia e comportamento, assim como um advogado poderá explorar seus conhecimentos sobre arte e entretenimento.

O autor de um blog, colunista ou outro profissional de produção de texto intelectual, na maioria das vezes, precisa comercializar seu conteúdo.

Isso significa vender para um veículo de informação, compartilhar nas redes sociais, interagir com os leitores para gerar engajamento por e-mail marketing, fóruns especializados e comentários no post, são muitas responsabilidades, após a atividade produtiva, que demandam tempo e estratégia comercial.

Um ghostwriter não precisa se preocupar com a gestão comercial e relacionamento com leitores, e pode concentrar na produção de conteúdo. Isso é especialmente prazeroso para quem prefere criar a fazer marketing.

Uma paciente de câncer de mama de endstate de meia idade deitava-se na cama e conta sua história de vida para uma escritora fantasma escrever sua biografia e seu livro de memória depois de ela morrer.

Em geral, o ghost writer não é contratado diretamente pela pessoa ou empresa que assumirá a autoria dos textos. Esse tipo de distanciamento também é benéfico ao redator, que poderá escrever com mais liberdade e autonomia, tendo recebido suas instruções de escrita de forma objetiva e sintética.

Lidar com clientes é um problema para muitas pessoas, principalmente, aquelas mais introvertidas ou que têm pouca paciência para lidar com o público. Geralmente, o escritor-fantasma não tem que se preocupar com isso.

Cada vez mais, empresas, colunistas e outros interessados estão migrando sua atuação para plataformas online (sites, apps, blogs, redes sociais, etc.). Isso faz com que a importância do marketing de conteúdo, por exemplo, seja ainda maior.

Blogs institucionais são uma boa forma de atrair clientes, enriquecer os produtos e serviços oferecidos, além de fidelizar consumidores. Por essa razão, há uma demanda crescente por redatores nessa área. Além disso, os desenvolvimentos tecnológicos que facilitaram o acesso a e-books e outras obras digitais também expandiram as possibilidades de atuação como escritor.

Para se tornar profissional, não é preciso ter uma formação específica em letras, jornalismo ou áreas similares. Embora isso ajude bastante, não é um fator que elimine um candidato que goste de escrever e tenha bons conhecimentos gerais.

Escrever sobre pães sem glúten, pão-de-queijo sem glúten, água e até glúten sem glúten vai bombar! O conteúdo deve ser relevante para quem vai comprar, uma vez que ele atrairá o consumidor até dentro da padaria.

Quando ele chegar lá, o padeiro — ou o cheirinho do pão — se encarregará de fechar a venda.

Memes are funny not just because they are ridiculous, but because they point out something ridiculous about life. The fact is that most of us know very little about what other people do for a living. DAVID LEONHARDT – The Happy Guy Marketing

We have neighbours, and we have no clue what they do.

We meet people on the job, doing their job, and we still have no clue what they do.

We have brothers and sisters and aunts and, yes, spouses…and we have no clue what they do.

And many of us would be hard pressed to explain what we, ourselves, do. Yes, it sounds ridiculous. But it’s also true, and it’s reflected in the last two panels of most of these memes:

  • What I think I do.
  • What I really do.

É preciso escolher aquela que se adapta melhor ao seu estilo ou que lhe dará mais oportunidades de ganho e aprendizagem.

Textos escritos com estratégias de otimização do conteúdo. Ou seja, além de informarem o leitor, também contribuem para que os mecanismos de buscas priorizem o texto nos resultados.

Nesse caso, os conhecimentos de marketing de conteúdo se fazem necessários. Nos blog posts, a persona, o tipo de linguagem, o SEO e suas outras diversas estratégias farão companhia aos demais conhecimentos do escritor fantasma.

São conteúdos maiores, que exigem entrevistas e pesquisas mais intensas e estão atreladas a profissionais e pessoas que têm uma história para contar, mas não sabem como fazê-la interessante por meio das palavras.

Existem autobiografias, biografias de presidentes, de famosos, empresários, atletas, modelos, artistas e mais uma infinidade de temas que podem ser explorados pelo ghostwriter.

Além de contribuir para a concepção do conteúdo, nessa modalidade você também estará transmitindo seus conhecimentos. Ele pode ter, por exemplo, o domínio do conteúdo, mas não saiba como desenvolvê-lo.

É parecido com a relação do escritor fantasma na produção de uma biografia e com o foco mais direcionado para a área jornalística ou comercial de uma empresa.

Bom, você já viu que existem diversas oportunidades e iniciar na carreira não é propriamente difícil. Então, o que ainda é preciso considerar?

A rotina de um ghost writer não é livre de desvantagens. Inclusive, é preciso lidar com diversos problemas no dia a dia, que podem ser mais ou menos graves, a depender da personalidade e das características de cada redator.

Já que o texto não é seu, você precisa encontrar exatamente a voz de seus clientes. Muitas vezes, a linguagem deve ser jovem e informal, enquanto em outras precisa ser elaborada e técnica. Ou seja, cada texto apresenta necessidades próprias. Você precisa conseguir adaptar sua linguagem a elas!

Você está confortável com a ideia de ceder completamente seus direitos sobre um texto? Algumas pessoas não se sentem bem com essa ideia, preferindo escrever apenas para sites e editoras que garantam seus créditos de autoria.

Para suprir essa necessidade, você pode criar um blog para fazer suas publicações pessoais, com os temas que curte, e de quebra, ainda pode transformá-lo em seu currículo online e atrair clientes.

Ghost writers, normalmente, são contratados em regime de prestação autônoma de serviços (freelancer). Isso pode significar uma relativa incerteza profissional, já que há épocas com mais oferta de trabalho e outras com menos.

Para superar essa incerteza, é preciso muito planejamento e disciplina financeira, além de um bom histórico de compromisso e relacionamento com seus clientes para garantir maior regularidade de serviços no futuro.

Se você quiser se aventurar como uma profissional autônoma e abrir mão do conforto e abundância de tarefas das plataformas de redação, terá que negociar e colocar preço em sua produção. Ela poderá ser realizada de acordo com o tamanho do texto, volume de caracteres ou palavras, por exemplo.

É preciso preparar psicologicamente e financeiramente, pois, será freqüente ouvir contrapropostas indecentes, que desvalorizam seu trabalho e dedicação.

Existe Guarani em São Paulo
Conhecimento e cultura dos povos ancestrais.

Em alguns casos, será preciso aceitar ofertas de trabalho com valores abaixo de mercado e ainda ter que cobrar do cliente caso ele atrase seus pagamentos.

Outra situação que você como escritor-fantasma independente terá que lidar é com a concorrência. Fora de uma plataforma, será necessário disputar clientes com agências de conteúdo grandes e outros profissionais mais experientes ou dispostos a receberem bem menos que o projeto efetivamente vale.

Do you know what you really do? I mean, do you know what you do well enough to create a meme like this for yourself? The challenge is on!

Contact me: edsjesusii@gmail.com.br

Palavras perdidas: A INVASÃO DO BRASILPEIXE-BOI MARINHOA vida como ela é, Marvel, ThunderComics, Guia dos Quadrinhos, Flash na Biblioteca, Jornada ninja,Via Láctea pelo navegador, Criacionismo., Blue Dragon (Dragão azul), Neil Armstrong, Signo Geek, Cifras

TEORIA DO CAPITAL HUMANO – RESUMO

A teoria do capital humano inovou a concepção de sociedade dos políticos e empresários modernos. Enquanto o mundo todo buscava aumentar a linha de produção, intensificar o ritmo de trabalho e focar no maquinário, Theodore Schultz caminhou na direção contrária, focando a economia na alegria do homem de carne e osso. TÊTE-À-TÊTE

A Teoria do Capital Humano alega que investimentos em educação e saúde podem aprimorar as habilidades e a vontade de trabalhar dos indivíduos, aumentando sua satisfação e produtividade, o que melhoraria a sociedade como um todo.

Capital vem do latim, capitale, palavra latina originada da palavra caput, que significa “cabeça”. Isto é uma alusão à riqueza, que em outros tempos era maior de acordo com a quantidade de cabeças de gado possuídas. O termo também pode significar liderança e poder.

Em economia, capital é um bem destinado à produção de outros bens econômicos. Por exemplo, uma máquina que faz xícaras é um capital, porque produz outros bens econômicos.

O dinheiro é uma espécie de capital, porque com ele é possível adquirir outros bens ou comprar materiais necessários para alguma produção. O dinheiro, portanto, gera valor ou itens de valor. 

Por sua vez, os bens de consumo estão diretamente ligados à satisfação do homem. Antes de Schutz, grande parte dos intelectuais da economia não consideravam os bens de consumo como capital.

A teoria do capital humano de Schultz, em resumo, traz uma inovação na maneira de classificar o capital e no modo de hierarquizar os bens econômicos.

Muitos economistas encaravam os bens de consumo como algo não produtivo, focando no desenvolvimento do capital técnico, ou seja, equipamentos e geração de valor stricto sensu. Schultz vê a economia de modo diferente.

Para ele, quanto mais um funcionário estiver satisfeito na vida pessoal, maior será a possibilidade de que ele trabalhe mais e melhor.

Schultz vê nos bens intelectuais, nos bens de consumo e nos bens pessoais uma possibilidade de aumentar as produções de capital. Assim, os bens da vida particular, que estão fora do termo capital da economia, foram chamados de capital humano.

A teoria afirma que o auxílio no aperfeiçoamento da vida pessoal dos trabalhadores é um investimento que pode ser feito pelo governo e pelas empresas. Alguns exemplos são:

  • investimento do governo para aprimorar escolas, pensando na diversão dos alunos e no ensino da moral;
  • investimento das empresas na saúde dos trabalhadores, fornecendo médicos, dentistas e nutricionistas;
  • investimento no aprimoramento intelectual dos funcionários, com cursos de ética, psicologia, literatura e etc.;
  • realização de palestras sobre temas importantes para a vida particular e social;
  • investimento das empresas no aprimoramento dos funcionários em questões técnicas, que não sejam 100% relacionadas com o trabalho do funcionário;
  • incentivo à união dos funcionários através de confraternizações e prática de esportes coletivos e atividades de lazer.

A maneira como Theodore Schultz descobriu esses elementos influenciou grande parte dos postulados da teoria do capital humano, segundo sua teoria, quanto maior o desenvolvimento do capital humano, maior o desenvolvimento do capital.

Theodore Schultz, criador da teoria do capital humano
Theodore Schultz, criador da teoria do capital humano.

A teoria do capital humano surgiu em 1971, através das observações do economista da Universidade de Chicago, Theodore Schultz, ganhador do prêmio Nobel de economia. Schultz estava desenvolvendo a disciplina da Economia da Educação, até que chegou ao ápice dos seus estudos no lançamento do livro Investment in Human Capital: The Role of Education and of Research, em 1971.

O rápido reerguimento de alguns países após a II Guerra Mundial foi vital para a teoria do capital humano.

O Japão e a Alemanha reergueram suas economias rapidamente no pós-guerra. Em contrapartida, a Inglaterra fazia racionamento de alimentos anos depois do fim dos conflitos.

Estudando esse fenômeno, Schultz percebeu que os países que melhor se reconstruíram, passaram por uma intensa dedicação nas áreas da saúde e da educação de todos os seus cidadãos.

Sem os empecilhos de ter que correr atrás de sua sobrevivência e com um bom foco profissional, fornecido pela educação, os cidadãos japoneses e alemães podiam dedicar-se à vida acadêmica e de produção técnica com muita facilidade.

Schultz também constatou que os EUA tinham uma vantagem que os favorecia economicamente: seus cidadãos investiam em aprimoramento pessoal. Os EUA eram a maior economia do mundo, e ao mesmo tempo eram um dos países que mais possuíam a cultura de desenvolvimento pessoal.

Schultz relacionou os dois fatores e descobriu que os investimentos pessoais eram uma das causas primárias do sucesso econômico dos Estados Unidos.

A teoria do capital humano passou a ver o investimento em bens particulares e bens de consumo como um dos principais potencializadores da economia, diferentemente do que propõe a tese marxista.

Os representantes da teoria econômica do capital humano, por sua vez, afirmam que a aplicação de seus métodos é benéfica tanto para os patrões quanto para os funcionários. Os trabalhadores receberiam o salário justo e investimentos que vão além do pagamento devido.

Os capitais humanos são todos os bens pessoais que geram satisfação à pessoa e que elevam as capacidades que não estão diretamente ligadas a função do trabalhador, exemplos de capitais humanos são:

  • Desenvolvimento cultural — conhecimentos humanos como filosofia, psicologia, literatura;
  • Desenvolvimento de conhecimentos técnicos, como informática, comunicação objetiva e conhecimento gramatical;
  • Conhecimento de bons valores através da ética, especialmente ética profissional;
  • Atividades de lazer.
Em que sentido a teoria do capital humano está presente nas políticas educacionais?

Um dos principais fatos sociológicos para a disseminação da teoria foi o apoio das instituições pertencentes ao acordo de Bretton Woods, que consistiu na resolução de grandes instituições financeiras para financiar iniciativas vocacionais e educacionais pelo mundo. As principais instituições que assinaram o pacto foram o Fundo Monetário Internacional – FMI e o Banco Mundial.

Um dos principais investimentos no Brasil é o BIRD, projeto que emprestou 250 milhões de dólares para a realização do projeto Novo Ensino Médio.

Gary Becker foi um dos responsáveis em disseminar a teoria do capital humano no meio acadêmico, fazendo com que o pensamento adquirisse importância intelectual em diversas faculdades.

Uma das influências de Schultz no Brasil pode ser vista no grande investimento do país em educação, que cresceu exponencialmente após a década de 80. Brasil, Pátria Educadora, era o principal lema do governo da presidente Dilma Rousseff, a partir de 2015.

Um estudo feito por Ricardo Paes de Barros demonstra que os investimentos financeiros na educação brasileira cresceram, mas a produtividade profissional ficou estagnada e demonstrou quedas em alguns períodos.

Gráfico à respeito da evolução da qualidade de ensino em certos países, incluindo o Brasil.

Em 2018 o Brasil participou do PISA, uma pesquisa de avaliação do ensino escolar internacional. Dos 79 países que participaram, o Brasil ficou na 60ª posição. Atrás dos Emirados Árabes Unidos, Vietnã e México. 

O percentual do PIB brasileiro que sai dos cofres públicos para financiar a educação chega a ser de quase 6%, totalizando mais de R$100 bilhões de reais. Esse número não está abaixo do padrão da OCDE; antes, pelo contrário, é 30% maior que a média.

O problema da educação brasileira não é de investimento. É necessário analisar como é usado esse investimento e qual é o método de ensino.

O Brasil utiliza o método educacional do socioconstrutivismo, na vertente do educador Paulo Freire, que vislumbra uma educação que liberta. Platão, Aristóteles e tantos outros falaram sobre o papel que a educação tem, incluindo o viés de libertação da alma.

O professor de história, Thomas Giulliano, autor do livro Desconstruindo Paulo Freire, explica que o patrono da educação tratava a história do Brasil como formada pela alienação, pelas desigualdades e pela opressão e, assim, sua pedagogia deveria ser o meio de libertação do aluno, tornando-o um agente transformador da sociedade.

O ensino de Paulo Freire é baseado na doutrina da luta de classes de Karl Marx, segundo o aluno deve ser educado para militar contra a lógica da economia de mercado e dos valores conservadores, instituições que Marx encarava como as causas dos males da sociedade.

Segundo o especialista em educação, professor Felipe Nery, o problema da educação no Brasil não é um problema de falta de recursos ou de pouco investimento, o Brasil aplica em seu sistema educacional um “valor” acima da média dos países desenvolvidos. O problema é ideológico e começou no período militar. 

Nesse período, o primário passou a ser voltado à formação intelectual do aluno e o secundário à preparação de trabalhadores para o mercado.

Paulo Freire tornou-se secretário da educação de São Paulo, criou a medida da aprovação automática e sua doutrina educacional, que envolve a alfabetização e a educação militante, tornou-se regra nos currículos universitários brasileiros, estabelecendo esses fundamentos na sua maior obra, intitulada Pedagogia do Oprimido.

Ou seja, há um problema na cultura educacional: ela instrumentaliza politicamente os alunos ao mesmo tempo que compacta seus conhecimentos e técnicas para o mercado de trabalho. brasilparalelo

Humanize-se: E se Karl Marx vivesse hoje em dia? Socialismo vs ou = Capitalismo, Marx escreve uma carta de repúdio ao professor, BRANCA ALVES DE LIMA, Paulo Freire plagiou professor americano e destruiu a educação brasileira, Gatos x cachorros x escravos

Dia Internacional da Maconha – Weed`s Day

O dia 20 de abril, grafado como 4/20 em inglês, é comemorado internacionalmente como Weed`s Day. Traduzindo, é o Dia Internacional da Maconha. Ou Pot Day, como é conhecido em outros países. Jesus Hemp

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A data sempre foi marcada pela realização de mobilizações, marchas e manifestações, cujas lutas se centram na descriminalização e na regulamentação da maconha a nível global. Sociedade Brasileira de Estudos da Cannabis (SBEC)

Originária da região do norte do Afeganistão, a planta Cannabis Sativa, a maconha, é utilizada há aproximadamente 6.000 anos. O primeiro escritor a mencionar o uso do cânhamo em cordas e tecidos é Heródoto, um historiador grego que é considerado o pai da história. A fibra do cânhamo, presente no caule da maconha, foi muito utilizada nas cordas e velas dos navios gregos e romanos, e era usada também para fabricar tecidos, papel, palitos e óleo. ENTRETENIMENTOS

flor coracao vermelho São Paulo pode criar hoje o “Dia Municipal da Maconha Terapêutica”

Há registros do uso medicinal de maconha desde a era de Assurbanípal, o último grande rei da Assíria, que morreu em 626 a.C., de acordo com relato histórico no livro Cannabinoids as therapeutic agents (Canabinoides como agentes terapêuticos), publicado em 1986 pelo bioquímico israelense Raphael Mechoulam. Também há registros no Egito antigo, na Grécia e na Roma antigas. O naturalista Plínio, o Velho (23-79 d.C.), da Roma Antiga, descreveu em detalhe o uso médico.

Da Idade Média ao século XIX os registros continuaram na Europa, na Índia e na Pérsia (atual Irã), na medicina tradicional chinesa. Com o uso generalizado, tanto do ponto de vista geográfico como em tipos de tratamentos, o surpreendente é que a partir do século XX tenha se tornado uma substância tão proibida nos países de cultura ocidental. Aconteceu por motivos principalmente políticos, com liderança norte-americana.

Mas como surgiu o código 4:20? O que, dentro da cultura canábica, é um número usado para se referir ao ritual do uso da maconha, tem a origem em um mito da Califórnia. Por coincidência, um dos primeiros estados americanos a autorizar o uso medicinal (1996) e recreativo (2016) da maconha.

20 de abril ou 4/20: O Dia Mundial da Erva

Segundo o jornalista Steven Hager, de uma das mais conhecidas revistas especializadas em cannabis, a High Times, o termo surgiu em 1971 na Califórnia com um grupo de adolescentes da San Rafael High School, uma espécie de confraria chamada “Os Waldos”. Eles se encontravam sempre às 4:20 pm (16:20) para fumar maconha perto de um muro, na parte externa da escola.

Em certa ocasião, os jovens, que já curtiam a erva, receberam um mapa de um trabalhador da guarda costeira que levaria a uma plantação de maconha em Point Reyes, próximo à São Francisco. Outra referência era que 4:20 era um código usado para se referir ao momento que eles deveriam se encontrar para sair em busca do tesouro nunca encontrado.

Uma outra crença comum é que 420 era a polícia da Califórnia ou o código penal para a maconha. Mas não há muitas evidências sobre essa teoria. Cannabis & Saúde

Há também a versão de que existem 420 compostos químicos ativos na maconha, daí uma conexão óbvia entre a droga e o número. Mas esse número é, na verdade, superior a 500 – sendo mais de 100 canabinoides.

Segundo Steve Bloom, editor High Times, uma das primeiras publicações sobre a maconha nos Estados Unidos. o termo virou uma um código semiprivado, que os usuários de maconha vão encontrar por todos os lados. O número aparece até no filme Pulp Fiction, de Quentin Tarantino, no relógio de um dos personagens. BBC

Bom, seja como for, 4:20 se tornou universal símbolo da cultura canábica em todo o mundo. Em países onde o consumo adulto da Cannabis já está legalizado, festas e festivais são amplamente promovidos para celebrar o Dia da Maconha.

A promessa de contribuir para todos esses tratamentos tem gerado interesse na esfera acadêmica sobre a farmacopeia produzida pela planta Cannabis sativa. Uma busca na base de dados Pubmed revela um número quintuplicado de artigos científicos entre 2000 e 2019 sobre essa classe de substância.

Na mídia, as menções também se tornaram mais e mais frequentes em anos recentes, assumindo ares de novidade apesar do histórico de uso que remonta a cerca de 2 mil anos. É por isso que a empresária Viviane Sedola, fundadora da empresa Dr. Cannabis e eleita pela High Times – revista norte-americana que defende a legalização da erva – como uma das 50 mulheres que se destacaram nessa área no mundo, qualifica a planta e seus derivados como uma novidade milenar. Em alguns países, como parte dos Estados Unidos, Uruguai e Canadá, a medida adotada foi liberar o uso medicinal da maconha – por vezes a própria erva a ser fumada –, uma decisão controversa. Nos Estados Unidos também está disponível uma profusão de preparados vendidos como suplementos alimentares, cremes para a pele, biscoitos que prometem acalmar bichos de estimação estressados ou com dor, entre outros. Maria Guimarães – Revista Pesquisa FAPESP

Here’s more: Horóscopo Canábico: confira o que os astros reservam para os canabistas em 2022.Sisters of the Valley, 1ª Live MMJ – Chá das Mães Jardineiras – Farmácia Viva e Direito de Cultivo Doméstico

Todo Dia é Dia de Indígena

A escolha da data recorda a realização do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, que ocorreu em 19 de abril de 1940 em Patzcuaro, México. Calendar

O objetivo deste congresso era reunir os líderes indígenas das diferentes regiões do continente americano e zelar pelos seus direitos. Na ocasião, foi proposto que os países da América adotassem o dia 19 de abril como o Dia do índio.

Afinal, antes da chegada dos primeiros europeus em terras americanas, todos os países deste continente eram amplamente povoados por grandes nações indígenas.

Infelizmente, a ganância e a crueldade humana fizeram com que muitas “tribos” (na verdade ‘Tekoa’) fossem totalmente dizimadas e grande parte da cultura indígena fosse esquecida.

No Brasil, a data foi oficializada através do Decreto-lei nº 5.540, de 2 de junho de 1943, e tem como objetivo mostrar à população brasileira o quanto o povo indígena contribuiu para a sua formação.

A Organização das Nações Unidas (ONU) também criou o Dia Internacional dos Povos Indígenas (9 de agosto) para conscientizar os governos e população mundial sobre a importância de preservar e reconhecer os direitos dos indígenas.

Em 1500, quando os portugueses chegaram ao Brasil, estimava-se que havia por aqui cerca de 6 milhões de índios. Nos anos 50, segundo o antropólogo Darcy Ribeiro, a população indígena brasileira estava entre 68.000 e 100.000 habitantes.

Passados os tempos de matança, escravismo e catequização forçada, atualmente há cerca de 280.000 índios no Brasil, segundo Lucas Kuaray da etnia Guarani Mbya os números seriam superiores a estes apresentados.

Contando os que vivem em centros urbanos, a população indígena ultrapassa os 300.000. No total, quase 12% do território nacional pertence aos índios.

Quando os portugueses chegaram ao Brasil, havia em torno de 1.300 línguas indígenas. Atualmente existem apenas 180. O pior é que cerca de 35% dos 210 povos com culturas diferentes têm menos de 200 pessoas.

Hoje em dia, o que parecia impossível está acontecendo: o número de índios no Brasil e na Amazônia está aumentando cada vez mais. A taxa de crescimento da população indígena é de 3,5% ao ano, superando a média nacional, que é de 1,3%.

Por quê: homenagear os povos indígenas do Estado – AS&M Publicidade e Marketing.
Regina Mendes 

Em melhores condições de vida, alguns índios recuperaram a sua auto-estima, reintroduziram os antigos rituais e aprenderam novas técnicas, como pescar com anzol.
Muitos já voltaram para a mata fechada, com uma grande quantidade de crianças indígenas. “O fenômeno é semelhante ao ‘baby boom’ do pós-guerra, em que as populações, depois da matança geral, tendem a recuperar as perdas reproduzindo-se mais rapidamente”, diz a antropóloga Marta Azevedo, responsável por uma pesquisa feita pelo Núcleo de Estudos em População da Universidade de Campinas.

Com terras garantidas e população crescente, pode parecer que a situação dos índios se encontra agora sob controle. Mas não! O maior desafio da atualidade é manter viva sua riqueza cultural.

Aqui tem mais, divirta-se: Existe Guarani em São Paulo, Medicina

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EXPERIMENTOS SOCIAIS SIGILOSOS | Cortes do Venus

EXPERIMENTOS SOCIAIS SIGILOSOSCortes do Venus [OFICIAL]

O documentário – Três Estranhos Idênticos – conta a história de trigêmeos separados aos 6 meses no subúrbio de Nova Iorque, em 1961. Entregues pela mãe biológica a um orfanato da comunidade judaica. Eles sabiam que eram adotados, mas não que tinham irmãos, e suas famílias também não sabiam que eram gêmeos separados. Marta Müller Stumpf – Psicóloga clínica, Psicoterapeuta Psicanalítica especialista em Infância e Adolescência e Psicanálise das Configurações Familiares. Instituto de Ensino Horizontes

Por uma coincidência um dos gêmeos vai estudar numa universidade e começam a agir com ele como se já o conhecessem. O rapaz descobre que tem um irmão e mais adiante o terceiro irmão os encontra ao vê-los numa matéria de reencontro no jornal.

Esses fatos ocorrem em 1980, quando eles estão com 19 anos e a história surpreendente não para por aí… eles ainda vem a saber que foram vítimas de uma experiência, por um psiquiatra austríaco e sua equipe que queria entender o que mais afetava o ser humano ao longo do seu desenvolvimento, a genética ou o ambiente.

Além da história inicial desses irmãos, há uma exploração midiática, que para eles essa exposição talvez se confunda com a necessidade de mostrar e legitimar o encantamento de um pelo outro, encontrando semelhanças entre eles, restaurando esse elo roubado por algo que se diz ciência. “Ciência sin conciencia (ética) es una ruina”, escreveu Regina Bayo-Borràs Falcón.

Sabe-se que gêmeos interagem desde a décima quarta semana de gestação e essa interação justifica o fato de que, apesar de terem DNA idênticos, eles possuem impressões digitais distintas, justamente por essa interação, por essas marcas que ficam em suas mãos e, logicamente, em suas vidas.

Muitas são as variáveis para pensarmos o quão complexa foi essa descoberta, o processo de se conhecerem e reconhecerem, o ápice do reencontro, a separação inicial, o luto por tudo que não viveram, a ambivalência, as fantasias, a culpa em relação às famílias adotantes.

Em O Estranho, Freud já nos convidava a pensar sobre o grande desafio do reconhecimento do eu como diferente do outro, sendo o duplo uma garantia contra o desaparecimento do eu, uma garantia de imortalidade inicialmente, mas após uma ameaça de morte.

Ainda há muitos Roberts, Davis e Eddys espalhados por aí…

Nossa maior referência de duplo é a mãe e para os gêmeos essa questão se torna ainda mais complexa, pois o irmão se apresenta também como um duplo, um outro “si mesmo”, principalmente no caso de gêmeos univitelinos ou idênticos (que nunca são). Para Freud, a permanência numa relação que predomina a fusão levaria a uma espécie de morte, de não constituição da singularidade. Eddy veio a cometer suicídio, Robert e Davi se distanciaram, tendo grande resistência a aceitar o convite para o documentário.

Podemos pensar que para os trigêmeos tenha sido uma experiência de muitas rupturas, que os levaram a sonhar com uma fantasia de completude não suportada pela realidade, sendo todo o processo que passaram muito traumático, suas identidades roubadas por um processo de desmentida, em nome de uma ciência perversa, que descarta o inconsciente.

Como ser, se constituir sujeito, apropriado de sua identidade, com uma história tão fragmentada? Podemos pensar, como escreve Silvia Gomel, que estamos em eterna construção, cada vínculo que construímos durante a vida interfere na construção de nossa subjetividade.

Trize-se: Vegano Periférico e Veganos Pobres do Brasil, Stanley Kubrick, Teste de visão – encontre o objeto escondido na imagem, Experimentos Sociais Com Resultados Inesperados, Vim trazer verdades aleatórias e genéricas

O pai que deu maconha pro filho!?!

WeCann Summit – 21 a 24 de março. WeCann Academy

A WeCann Academy é uma comunidade global e um centro de formação em Medicina Endocanabinoide, que reúne especialistas de relevância nacional e internacional unindo de forma altamente qualificada conhecimento científico e experiência prática.

O objetivo é construir uma comunidade atuante a partir da troca de experiências que promovem novas possibilidades na Medicina, com formas seguras, eficazes e acessíveis de tratamentos baseados no Sistema Endocanabinoide, que visam minimizar o sofrimento de pacientes portadores de doenças crônicas e incapacitantes e promover bem-estar em larga escala.

Esse sistema, presente em todos os animais vertebrados há centenas de milhares de anos, apresenta papel regulatório vital em praticamente todos os processos fiosiológicos e patológicos dos seres humanos.

Estamos apenas no início dessa jornada, mas as evidências científicas e a robustez dos resultados observados diariamente na qualidade de vida de milhares de pacientes comprovam o potencial disruptivo dessa ferramenta terapêutica.

Embora o canabidiol (CBD) e o tetra-hidrocanabinol (THC) sejam os fitocanabinoides mais conhecidos e explorados até o momento, já sabemos que existem cerca de 150 canabinoides entre os mais de 550 compostos químicos da planta Cannabis.

O Sistema Endocanabinoide (SEC) está envolvido em praticamente todos os nossos processos fisiológicos e patológicos, através de um conjunto de receptores, ligantes e enzimas que atuam como sinalizadores entre as células. A função primordial desse sistema é restaurar a estabilidade das funções fisiológicas, de modo a (re)estabelecer a homesostase do organismo.

Trata-se, portanto, de um sistema vital  para a nossa saúde, pois qualquer desequilíbrio no Sistema Endocanabinoide pode ser decisivo para o desenvolvimento e/ou progressão de doenças. A interação dos receptores endocanabinoides com seus principais ligantes regula e modula uma série de funções, como a função cardiovascular e gastrointestinal, as respostas imunológicas e inflamatórias, além dos processos de aprendizagemmemória e regulação das emoções.

As substâncias canabinoides podem ser produzidas pelo nosso próprio organismo – por isso, são chamadas de endocanabinoides ou canabinoides endógenos – ou podem ser encontradas na planta Cannabis – sendo chamadas de fitocanabinoides ou canabinoides exógenos.

Assim como a diversidade de canabinoides é grande, também é ampla a gama de situações para as quais essas substâncias podem ser medicinalmente úteis. Alguns exemplos incluem dores crônicas, transtornos neurológicos e doenças psiquiátricas. Além disso, a Cannabis pode ser um valioso adjuvante no tratamento do câncer

O receio no uso medicinal do THC está frequentemente associado ao seu potencial psicotrópico, que pode culminar em psicotoxicidade. No entanto, em contextos prescritivos assertivos, reações psicotóxicas decorrentes do uso dessa substância são raras e adequadamente manejáveis. Além disso, é importante ressaltar que o THC apresenta importantes atributos terapêuticos, inclusive quando comparados a outros fitocanabinoides, como o próprio CBD.

Houve respostas positivas no tratamento de:

  • cervicalgia (37,0%);
  • dores irradiadas para membros inferiores (35,2%);
  • dores irradiadas para irradiadas para membros superiores (9,3%)

Outros pontos favoráveis do uso do CBD nesses pacientes incluem:

  • melhora de quadros de insônia (25,9%)
  • redução da ansiedade (20,4%);
  • melhora global do humor (18,5%).

A maioria das pesquisas científicas sobre Cannabis medicinal têm o CBD e o THC como protagonistas. Contudo, existem numerosos estudos que investigam as propriedades terapêuticas de outros canabinoides. Um exemplo é esta pesquisa que sugere o potencial do Canabinol (CBN) em quadros de dor muscular crônica, como nos transtornos temporomandibulares e na fibromialgia.

Outro exemplo de canabinoide que pode ter utilidade na prática clínica é a tetra-hidrocanabivarina (THCV), como mostra esta pesquisa que investiga os benefícios da substância no controle da discinesia induzida por levodopa na doença de Parkinson.

canabigerol (CBG), por sua vez, vem chamando a atenção da comunidade científica por seu suposto potencial antineoplásico. Esta pesquisa, por exemplo, avaliou a relação entre o uso de CBG e a redução na progressão do glioblastoma, o câncer cerebral primário mais agressivo.

ácido canabidiólico (CBDA) – CBD em sua forma ácida – também reúne interessantes propriedades terapêuticas. Uma das mais conhecidas é seu potencial para inibir náuseas e vômitos. É o que revela esta pesquisa, comparando o uso de CBD e CBDA para este fim. O CBDA, além de demonstrar maior potência no combate aos vômitos, demonstrou também, ser uma alternativa viável no manejo de náuseas antecipatórias, para as quais ainda não existe terapia específica.

Outro fitocanabinoide em pesquisas é o ácido tetra-hidrocanabinólico (THCA) – THC em sua forma ácida. Ao contrário do THC, esse canabinoide não apresenta efeitos psicoativos importantes, sendo, portanto, uma opção de relevante perfil de segurança.

Entre as propriedades já evidenciadas, destaca-se o que releva esta pesquisa sobre como o THCA pode melhorar substancialmente os sintomas da síndrome metabólica associada à obesidade e inflamação, prevenindo a esteatose hepática, adipogênese e a infiltração de macrófagos nos tecidos adiposos.

Outros canabinoides, como o canabicromeno (CBC) e o a canabidivarina (CBDV), também são alvos de pesquisas científicas. Acredita-se que o primeiro é capaz de aumentar os níveis dos endocanabinoides naturais do organismo, como a anandamida, relacionada às sensações de bem-estar e felicidade.

Já a forma varínica do CBD, o CBDV, apresenta propriedades bem próximas do CBD e mostra-se potencialmente útil no controle de sintomas neurocomportamentais. É o que releva este estudo  que investigou o uso do CBDV na Síndrome de Rett, tanto para tratar as crises convulsivas, quanto para resgatar a performance de memória prejudicada pela doença.

A recente descoberta dos heptilfitocanabinoides canabidiforol (CBDP) e Δ9-tetrahidrocanabiforol (Δ9-THCP) acrescentou ao debate uma série de questões relacionadas à abundância desses novos compostos desconhecidos na Cannabis e suas potencialidades medicinais, como mostra esta pesquisa que investigou a presença desses compostos em 49 amostras da planta, representando quatro quimiovariantes diferentes.

Convém pontuar ainda, as recentes discussões acerca dos canabinoides sintéticos (SCs), tendo em vista que muitas dessas substâncias também são alvos de pesquisas científicas. Um exemplo é esta revisão bibliográfica que investiga o potencial terapêutico de SCs e os eventuais efeitos adversos observados. Neste e em outros estudos, os efeitos adversos foram considerados mais intensos no uso dos canabinoides sintéticos em comparação ao uso dos canabinoides naturais da planta.

É fundamental ressaltar que uma prática prescritiva assertiva é determinante para alcançar bons resultados, isso significa que é necessário basear a terapêutica com medicamentos à base de cannabis nas particularidades de cada quadro clínico e no contexto de cada paciente.

Wecannze-se: Absorvente interno de maconha para reduzir cólicas, Quanto custa se tratar com maconha?!?, Mike Tyson lança comestíveis de cannabis em forma de orelha mordida, JESUS TERIA USADO Kaneh-bosm PARA CURAR DOENTES, Família evangélica é a primeira a receber autorização para cultivo de maconha medicinal pela Defensoria Pública de Mogi, Como fazer uma boa redução de danos?, Bolo de Maconha: como fazer a melhor receita. O Bolonha

O poço (El hoyo)

Há filmes que traduzem tão bem o zeitgeist, o espírito do tempo em que são gerados, que até parecem surgir por meio de algum fenômeno entre o espontâneo e o mágico, só esperando a oportunidade ideal e imperdível de juntar-se ao diretor e ao elenco mais adequado, talentosos antes de tudo por enxergarem seu potencial revolucionário de dizer as coisas mais óbvias de uma maneira original. GIANCARLO GALDINO – revista Bula

Poucos filmes sobre a degradação humana são tão perturbadores na história do cinema como o espanhol O poço (El hoyo), disponibilizado pela Netflix. O mais repulsivo de todos os tempos, quase unanimidade entre críticos e cinéfilos, é Saló ou 120 dias de Sodoma, lançado em 1975 pelo diretor italiano Pier Paolo Pasolini (1922-1975), que chegou a ser banido – ainda hoje é – em muitos países. Baseado em histórias do Marquês de Sade (1740-1814), o filme mostra o sequestro de um grupo de adolescentes, levados para uma mansão na Itália, em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial. Eles são submetidos a torturas sexuais, masoquismo e mutilações por quatro fascistas e quatro prostitutas durante 120 dias. Alguns são obrigados a comer fezes. Pasolini, assassinado antes da estreia do filme, disse que a cena de coprofilia era uma crítica à indústria do fast-food. Paulo Nogueira – Estado de Minas

A comida em O poço, ou a falta dela, é engraçado e ao mesmo tempo angustiante. A comilança é um clássico italiano de 1973, dirigido por Marco Ferrari e com elenco estelar: Marcello Mastroianni, Phillipe Noiret, Michel Piccoli e Ugo Tognazzi. Quatro homens de meia-idade bem-sucedidos – um comandante de bordo, um executivo de TV, um chef e um juiz – se reúnem na mansão do magistrado com grande quantidade de comida com o objetivo de se banquetear até morrer. Levam prostitutas para lá, mas são surpreendidos por uma professora que, incrivelmente, os orienta no objetivo suicida.

Contundente, de ironia ácida ao consumismo, que causa asco no decorrer da trama de comidaria e luxúria. Não tem violência física, tem violência moral, é um ataque à hipocrisia dos abastados, um delírio gastronômico e excludente tão degradante e perturbador quanto se vê em O poço, outra obra difícil de esquecer. É daqueles, literalmente, de revirar o estômago e de muitas reflexões.

O conceito original de “O Poço” justifica por si só o belo desempenho do filme de Galter Gaztelu-Urrutia no TIFF, o Festival Internacional de Cinema de Toronto, no Canadá, em setembro de 2019, ano em que foi lançado — embora tenha sido consagrado sob uma classificação alternativa, sugestivamente denominada Midnight Audience Award (Prêmio da Audiência da Meia-noite).

“O Poço” transcorre quase inteiramente dentro de um dispositivo arquitetônico meio futurista, meio camusiano, instalado num lugar cuja localização ninguém sabe ao certo — e, como uma espécie de piada pronta para nós, brasileiros, trata-se de um prédio abandonado em Franca, cidade no nordeste de São Paulo.

Ao longo dos ??? pavimentos, essa prisão vertical abriga uma fauna tão diversa a ponto de reunir num mesmo lugar estelionatários, assassinos e estupradores, mas também gente como Goreng, que só precisa de um pouco de sossego para ler um livro e de condições que o inspirem a largar o cigarro. O personagem, interpretado com entrega por Ivan Massagué, logo se apercebe do grande absurdo do Poço, um absurdo nada casual ou irrelevante: o edifício é cortado de cima a baixo por um vão por onde se desloca uma estrutura larga o bastante para comportar um banquete, de que usufruem integralmente apenas os prisioneiros do térreo. A partir do segundo nível, os detentos têm de se virar com as sobras deixadas pelos comensais do andar superior.

No roteiro de David Desola e Pedro Rivero, Goreng começa a história no 48° nível, confinado com Trimagasi, seu primeiro companheiro de cela, vivido por Zorion Eguileor, que alerta o novato para a inutilidade de qualquer sublevação, uma vez que todos estão sempre mudando de andar, e, por conseguinte, de parceiro — ou seja, é melhor se acostumar e não se apegar a quem quer que seja. Ainda que considere positivo o fato de poder se movimentar e dessa forma ter a oportunidade de mudar seu status — uma metáfora evidente sobre a mobilidade social.

Desola, Rivero e Gaztelu-Urrutia talvez tenham julgado a premissa do sobe e desce dos presos monótona demais e cada sequência de “O Poço” apresenta um enredo próprio, com inúmeras reviravoltas, uma mais dramaturgicamente densa que a outra, decerto para compensar essa exiguidade do cenário. Como advertira Trimagasi, se rebelar seria perda de tempo; o próprio Trimagasi, do veterano Eguileor, deixa claro que não tem compromisso com ninguém, tampouco sentimentos como piedade ou ao menos empatia por uma pessoa que encara a mesma provação que ele.

A fotografia de Jon D. Dominguez, que mergulha o filme num filtro vermelho-sangue em determinadas cenas, fazendo recrudescer a tensão e o fio dramático da trama a partir da segunda metade da história, é um detalhe técnico poderoso, capaz de conduzir o olhar do espectador. A abordagem do mote do ponto de vista do terror, claustrofobicamente intenso, empurra o filme num rio de sangue margeado por muita ação, mormente nos estertores do longa.

Galter Gaztelu-Urrutia, longe de requentar ideias de outros filmes congêneres ou semelhantes, faz um trabalho de ourivesaria, burilando sua obra-prima até chegar à perfeição, que tanto pode se referir à sociedade de um país qualquer da América Latina, desigual e injusto, como sobre o próprio gênero humano, onde quer que se estabeleça. É da natureza mesma do homem subjugar seu próximo e tirar dele todas as vantagens possíveis. Até um naco a mais de carne.

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Não é obra-prima. Pelo contrário, tem baixo orçamento (não revelado), segundo o diretor, e beira o trash e o mau gosto, com erros grosseiros de roteiro, mas desperta inúmeras reflexões políticas, sociais e filosóficas, ainda mais nestes tempos de pandemia e isolamento social, com crítica feroz ao capitalismo, ao consumismo, à exclusão e ao individualismo. Homens devorando homens, em todos os sentidos.

Idealismo versus realismo é outra batalha curiosa de O poço. Goreng leva um exemplar de Dom Quixote, clássico de Miguel de Cervantes (1547-1616), para a prisão. Considerado o maior livro da língua espanhola (e, por muitos críticos, da literatura mundial), Dom Quixote é paródia, alegoria, tem forte lastro no filme. É burguês e também herói romântico, enquanto seu fiel escudeiro, o realista Sancho Pança, é de classe social baixa. O relacionamento de ambos é o embate entre realidade e fantasia, burguesia e pobreza.

Todo espectador comum quer um final feliz, solução para a tragédia. Mas, na realidade humana, nem sempre é possível.

Crítica ao egoísmo e à falta de solidariedade, tudo a ver com a pandemia que vivemos ao mostrar a corrida desnecessária para estocar produtos.

Há boas reflexões filosóficas em O poço. Começando por “o homem é o lobo do homem”. O aforismo original (homo homini lupus), traduzido do latim, vem do dramaturgo romano Plautus (254-184 a.C.), mas ganhou força no mundo moderno com o filosófo inglês Thomas Hobbes (1588-1679), autor do clássico Leviatã. Em suma, o Homo sapiens se aproveita dos mais fracos, seria um instinto de defesa para usurpar o que é dos outros, pondo-se acima deles, o bem-estar individual sobre coletivo.

Em outra frente filosófica, lembra o naturalista e biólogo britânico Charles Darwin (1809-1882), com a origem das espécies. Sem a razão, somos animais que se adaptam ao meio e prevalece o mais forte. Quando a fome fala mais alto, a civilização vira apenas uma fachada. O corpo é um animal orgânico como outro qualquer – se for preciso, parte para o canibalismo. É comer ou ser comido.

O filme remete também ao filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900), com sua teoria do além-homem – a necessidade de superação do ser humano sobre seus limites – e a morte de Deus. Naquele poço, não existe Deus, apenas humanos brutalizados e sem fé. E não podemos esquecer o poeta italiano Dante Alighieri (1265-1321), no clássico A divina comédia, cujo inferno pune os gulosos. “Quanto mais se desce, maior o sofrimento.”

Sem comida não há vida. Mas sem solidariedade também não.

“O filme não trata de mudar o mundo, mas de entender e colocar o espectador em vários níveis, ver como ele se comportaria em cada um deles. As pessoas são muito parecidas entre si. É muito importante onde você nasceu – em que país e qual família –, mas somos todos muito parecidos. Dependendo da situação na qual você se encontra, vai pensar e se comportar de maneira diferente. Então, estamos provocando o público a entender os limites de sua própria solidariedade.”

O Poço trata da segunda necessidade básica do ser humano depois do oxigênio: a comida para matar a fome. O diretor espanhol Galder Gaztelu-Urrutia, de 46 anos, faz sua estreia em longa-metragem já jogando – de cara – uma verdade no colo do telespectador: “Existem três tipos de pessoas. As de cima, as de baixo e as que caem”.

Poze-se: INIMIGO MEU: Uma História sobre Guerra e Tolerância, Póstumo, Manipulador de Cérebros, Antes que eu vá, O Anjo de Auschwitz, A Natureza Humana é Selvagem! (Watchmen)

E se Karl Marx vivesse hoje em dia? Socialismo vs ou = Capitalismo

E se Karl Marx vivesse hoje em dia? Socialismo vs CapitalismoJovens de Negócios

Contexto da revolução industrial e o nascimento do capitalismo – como conhecemos – e comunismo.

Marx nutriu seus ideais comunistas no início do séc XIX, no período da primeira revolução industrial.

Antes da 1º revolução industrial o trabalho era feito por artesãos que produziam produtos dentro de suas casas ou oficinas familiares, e com a revolução industrial, esse trabalho passou a ser desenvolvido em fábricas com a utilização de máquinas.

As revoluções industriais do século XIX, permitiram o surgimento da nova burguesia: os comerciantes, aristocratas e empresários que eram os donos das fábricas e dos meios de produção; e com o surgimento dessas fábricas, também surgiu o proletariado – a classe de trabalhadores responsáveis por operar as máquinas e gerar lucro para os novos empresários.

Seze: Marx escreve uma carta de repúdio ao professor, Xibom Bombom, La Conquête du pain, ou A Conquista do Pão, Salário necessário, O que a história de dois superdotados revela sobre o Brasil, Ilha das Flores

O caçador de nascentes

Ter um lago no quintal era o sonho de criança do administrador de empresas Adriano Oliveira Sampaio, 43 anos.

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O lago da praça Homero Silva, na Pompeia, zona oeste da capital paulista, foi revitalizado pelo coletivo Ocupe & Abrace, bairro onde ele cresceu e morou grande parte da vida era praticamente a extensão de sua casa. R7

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O coletivo Ocupe & Abrace. Organizados, cobraram do poder público a limpeza e a manutenção dos 12.000 m² de extensão da área, que tem uma peculiaridade: concentra várias nascentes do Córrego Água Preta. R7

Caçadores de Nascentes. Grupo faz expedições na cidade de São Paulo em busca de fontes naturais de água que podem (ou não) aliviar a crise hídrica. Revista ÉPOCA

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O rio é aqui!!!

A história dos “Caçadores de Nascentes” é uma entre várias lendas urbanas que surgiram na difícil situação de estiagem em que se encontra São Paulo, como já vêm anunciando as notícias, as prateleiras de água vazia no mercado, e o alto preço do gelo. O primeiro sinal veio em 2004. Foi nesse ano que a Sabesp, empresa de abastecimento do Estado, renovou a autorização para administrar a água na cidade. Personagens da seca urbana. JOÃO LUIZ VIEIRA E JÚLIA KORTE, COM ALINE IMERCIO

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Iniciativa Existe água em SP criada por Adriano Sampaio que localiza nascentes pela cidade, documenta em vídeos e publica em sua página no Facebook.

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Sentada no banco de uma praça na Pompeia, zona oeste de São Paulo, dona Virgínia Telles recorda que anos atrás era o céu pretejar, carregado pelas nuvens de chuva, que a vizinha Ornélia saia para a rua, meio desvairada, e começava a catar tudo que encontrasse no chão.

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O medo da moça era que o lixo entupisse os bueiros e a água tomasse todas as casas do entorno – do mesmo jeito que aconteceu quando, ainda nova, ela perdeu a tia em uma enchente. Há anos, dona Telles não sabe do paradeiro de Ornélia, mas com a lembrança quer mostrar que, naquele pedaço, chuva sempre foi sinônimo de alagamento.  El País

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EXISTE ÁGUA EM SP (Facebook) in: UM CANCERIANO SEM LAR.

Será que realmente a culpa é da natureza pela falta de água? Será que a forma como construímos nossa cidade não influencia nisso? A crise de abastecimento não pode ter sido causada pela maneira como o ser humano vem construindo seu espaço de vida? Ou será que basta torcermos para que chova mais e a crise se resolverá? Colégio Ofelia Fonseca/Estadão

Entrevista de Adriano Sampaio, criador do projeto Existe água em SP, onde fala sobre o descaso dos órgãos municipais e estaduais com os rios e córregos na cidade de São Paulo, acredita que há um grande potencial de utilização dessas águas para abastecimento, o que poderia ajudar a amenizar os efeitos da crise hídrica que atinge a metrópole. Namu Portal