Carteira de motorista grátis?

O sonho de tirar a carteira nacional de habilitação, às vezes, fica pelo caminho por conta do preço, que pode chegar a R$ 4 mil, dependendo da categoria. Alguns estados brasileiros, no entanto, estão com inscrições abertas para a chamada CNH Social, que permitirá a emissão gratuita do documento. Paulo Amaral/Jones Oliveira – Canaltech. 18 de Outubro de 2021 

A iniciativa faz parte de uma ação do Governo Federal em conjunto com a Associação Nacional de Detrans (AND) e conta, atualmente, com 9 estados ativos no programa, incluindo o Distrito Federal. Além da capital do país, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte já emitem a carteira de motorista gratuitamente.

São Paulo, por sua vez, ainda não aderiu ao programa que dá gratuidade para a emissão da CNH. Por enquanto, o governo do estado só oferece a 2ª via do documento sem custos, mas desde que a moradia do solicitante tenha sido atingida por “acidentes ou eventos da natureza”.

A situação pode mudar no futuro, já que tramita na Assembleia Legislativa (Alesp) o Projeto de Lei 318/19, de autoria do deputado Paulo Corrêa Jr. (DEM). O texto pede a gratuidade na emissão da primeira CNH para pessoas cuja renda familiar mensal não ultrapasse o valor de dois salários-mínimos.

Mesmo nos 9 estados em que a carteira nacional de habilitação é oferecida gratuitamente (só em sua 1ª emissão), há requisitos que precisam ser cumpridos para garantir o benefício ao futuro condutor. Apenas quem se enquadrar em uma das situações abaixo poderá procurar o Detran do estado participante do programa do Governo para buscar o benefício. Todos, seja qual for a condição em que se encaixem, precisam estar inscritos no CadÚnico.

  • Ter renda familiar de até dois salários mínimos;
  • Estar desempregado há mais de um ano;
  • Estar inscrito em algum programa social, como o bolsa família;
  • Pessoas com necessidades especiais;
  • Estudante de rede pública com bom desempenho escolar.

É importante ressaltar que, mesmo se o solicitante se encaixar em uma das exigências acima, ainda é necessário verificar junto ao Detran do estado em que reside quais os outros passos a seguir. Apenas depois de concluir todo o processo é que ele saberá se é, de fato, elegível para o benefício e se terá a CNH Social emitida pelo órgão. Auto Esporte – Band

Palavras Perdidas: Geração Uber, 5 acessórios que brasileiro adora, mas não deveria instalar no carro, eTruck, Poupatempo Digital, FUI A EXPOSIÇÃO DE CARROS CLÁSSICOS!

DIA HISTÓRICO: Sexta Turma STJ autoriza cultivo individual da cannabis

DIA HISTÓRICO: Sexta Turma STJ autoriza cultivo individual da cannabis – MovReCam

Live com a advogado do Projeto MMJ comentando a decisão do STJ, no RHC 147.169/SP que abre um grande precedente para o cultivo para fins medicinais.

@sbecmed (Instagram, Facebook, Twitter, Youtube)

@projetomaesjardineiras (Facebook)

Here’s more: 1ª Live MMJ – Chá das Mães Jardineiras – Farmácia Viva e Direito de Cultivo Doméstico4ª Aula do 3º Curso de Cannabis MedicinalCDB e Olímpiadas, as Cannalimpíadas!

James Cameron afirma que a Skynet destruiria a humanidade apenas com deepfakes 1.2

James Cameron é apenas o diretor de dois dos filmes que mais faturaram na história: Avatar, de 2009, rendeu US$ 2,85 bilhões e ocupa o primeiro lugar no ranking. Titanic vem em terceiro, atrás apenas de Vingadores: Ultimato, lucrando US$ 2,19 bilhões de dólares. Pablo Nogueira – Hardware.com.br

No entanto, há outro filme de James Cameron, da década de 1980, que revolucionou a indústria: O Exterminador do Futuro. Em 1991, Cameron dirigiu a sequência do filme, considerada melhor que a obra anterior.

No filme, o protagonista é um cyborg conhecido como exterminador, interpretado por Arnold Schwarzenegger, que viaja no tempo para evitar o surgimento da Skynet, um sistema de inteligência artificial que causa um holocausto nuclear em 2029.

Assim nasceu a Skynet e sua revolução, uma mente artificial capaz de colocar toda a humanidade em xeque e levar os seres vivos à quase extinção. Cameron, que escreveu o roteiro do filme sob efeito de drogas, agora confirma em entrevista à BBC que, se a Skynet existisse, ele usaria uma arma diferente das nucleares para acabar com tudo. Uma arma? Um vírus? Não! Os deepfakes. Gabriel Martins – trecobox

Aliás, ao iniciar a entrevista, Cameron cita o problema de que todas as tecnologias que nós criamos, aparentemente, em algum momento, “dão errado”.

Avatar, de 2009, revolucionou a indústria cinematográfica com os seus avanços em efeitos especiais e capturas de movimento.

Destacando o avanço dos efeitos visuais em imagens e filmes, o cineasta afirma que, conforme aprimoramos essas ferramentas, “criamos recursos para mídias falsas”.

No entanto, segundo ele com a velocidade de informação de notícias, pode haver um incidente preocupante antes de descobrirmos que a mídia é falsa.

Deepfake com o rosto do ator Tom Cruise em outra pessoa.

“Já vimos diversas situações — a Primavera Árabe é um clássico exemplo — em que as revoltas foram praticamente instantâneas graças às mídias sociais”.

Ao admitir seu ceticismo em relação à inteligência artificial e o temor pelos deepfakes, James Cameron comenta sobre o fato de que toda tecnologia já criada foi utilizada como armamento.

“Eu digo isso aos cientistas de inteligência artificial o tempo inteiro, mas eles afirmam ter o controle da situação: ‘Só basta a gente garantir que as IAs sirvam para um propósito correto’…”

“Se a Skynet quisesse acabar com o mundo e exterminar todos nós, seria algo similar ao que está rolando atualmente. A Skynet não precisaria acabar com toda a biosfera e o meio ambiente com armas nucleares. Aliás, seria bem mais fácil e demandaria menos energia, pois a Skynet iria apenas fazer com que as nossas mentes ficassem umas contra as outras”.

Portanto, o premiado cineasta afirma que precisamos ter um pensamento crítico maior, ressaltando que temos milhares de ferramentas de pesquisas disponíveis, mas as pessoas não as utilizam para verificar a verdade.

Ao finalizar a entrevista, James Cameron faz uma brincadeira: “Eu mesmo poderia ser um deepfake neste exato momento”.

Arnold Schwarzenegger parece muito feliz em ver o progresso da tecnologia TerminatorCosmoBroadCasting.com

“Quase tudo o que criamos parece dar errado em algum momento. Estamos trabalhando em efeitos digitais de ponta, e nosso objetivo tem sido torná-los cada vez mais fotorrealistas. E cada vez que os otimizamos, estamos essencialmente construindo uma caixa de ferramentas para criar elementos falsos.”

“Os responsáveis ​​sempre dizem que não, que está tudo sob controle, e que com essas inteligências artificiais sempre usam alvos adequados. Mas quem decide quais são esses alvos? Quem financia a pesquisa, que são grandes corporações ou o Ministério da Defesa. significa que eles vão ensinar essas novas entidades sencientes a serem gananciosas ou assassinas. Se a Skynet quisesse assumir o controle e nos eliminar, acho que seria como se já estivesse acontecendo. Não teria que aniquilar toda a biosfera e o meio ambiente.com armas nucleares para alcançá-lo. Seria muito mais fácil e exigiria menos energia voltar nossas mentes contra nós mesmos. Tudo o que a Skynet teria que fazer é falsificar algumas pessoas, colocá-las umas contra as outras, instigá-las e apenas executar essa falsificação gigante na humanidade.”

CHIAR – IMGUR. 29/12/2017

Compartilhe isso: Comida de tubarão, O Exterminador do Futuro: Gênesis, Starlink Musk Skynet, A evolução dos robôs.

Previus version: James Cameron afirma que a Skynet destruiria a humanidade apenas com deepfakes, Você Consegue Sobreviver ao BASILISCO de ROKO?, MANO… QUE REVELAÇÃO INQUIETANTE!

Coletivo organiza nova Marcha para Maconha (Atualizado em 10.jun.22)

De acordo com o Coletivo, a marcha é um grupo de indivíduos e instituições que têm atuação descentralizada e tópicos de discussões sobre o trabalho realizado nas redes sociais. Catarina Del Corso – Portal Costa Norte Marcha da Maconha (em inglês: Global Marijuana March, Ganja Day ou J Day), também conhecida como Dia Mundial da Maconha e Dia da Liberação da Maconha, é um […]

Coletivo organiza nova Marcha para Maconha (Atualizado em 31.mai.22)

Palavras perdidas: El sistema endocannabinoide (SEC), Maconha para tudo!?!, 4ª Aula do 3º Curso de Cannabis Medicinal, Padre Ticão e o Kaneh-bosm

COMO SE PREPARAR PARA A FALTA DE ÁGUA?

O diagnóstico feito pela Agência Nacional de Águas (ANA) mapeou as tendências de demanda e oferta de água nos 5.565 municípios brasileiros e estimou em R$ 22 bilhões o total de investimentos necessários para evitar a escassez, e como sabemos, o Brasil não tem fama de ser eficiente em seus projetos. Julio Lobo –  Sobrevivencialismo

O Brasil entrou em 2015 com um panorama econômico complicado, e o possível racionamento para cerca de 125 milhões de brasileiros, algumas regiões ficaram em situação preocupante. A questão é: O que você pode fazer para se preparar?

Curto prazo 

Aqui estamos falando do que você pode armazenar e irá gastar no primeiro momento.

  • Água engarrafada: A maioria das pessoas tem água engarrafada “jogada” em algum lugar em casa ou no carro, mas é interessante comprar uma quantidade razoável e armazenar;
  • Galões de grande capacidade: Para armazenar maior quantidade, só certifique-se que os galões são apropriados para água;
  • Caixa d’agua extra: Se o seu orçamento permitir, investir em uma caixa adicional em sua residência lhe dará maior segurança e capacidade de estoque.

O maior erro das pessoas em cenários de racionamento é querer utilizar a água da mesma forma como em um cenário normal de abastecimento. A forma como você racionará o seu estoque é mais importante do que ter enormes quantidades e gastá-las de maneira desmedida.

Médio prazo

Se a água não voltar após o primeiro momento, você precisará desenvolver meios de encontrar e purificar a água que conseguir.

  • Marque os lagos, córregos e poços artesianos na sua região: Ter um mapa com todas estas possíveis fontes anotadas poderá lhe ajudar a conseguir o que você precisa. Como a maioria das pessoas não se planejará para isso você terá a vantagem de chegar as fontes sem que estas estejam esgotadas ou demasiadamente contaminadas;
  • Adquira sistemas de filtragem: Aqui qualquer filtro é bem vindo, desde os portáteis (Life Straw e afins) até os estáticos como os filtros de barro e purificadores de água semelhante;
  • Estoque purificadores de água: Filtrar não basta, você precisa também eliminar os microorganismos nocivos que podem estar na água. Lembre-se que em cenários de falta de água a diarréia torna-se quase que epidêmica exatamente pela falta de purificação. Procure comprar pílulas como a Aquatabs ou até mesmo água sanitária para ter em seu estoque.

Longo Prazo

Longos prazo sem água podem desencadear caos social e uma série de complicações que vão muito além da sede.

  • Cisternas: Coletar água da chuva é uma alternativa barata e fácil de ser gerenciada. Um simples sistemas de calhas no seu telhado com direcionamento para uma cisterna ou até mesmo barris/baldes poderá lhe propiciar enormes quantidades de água quando haver chuva na sua região;
  • Poços artesianos: Apesar de ser algo difícil de ser feito e igualmente difícil de se conseguir permissão, os poços artesianos lhe darão um estoque virtualmente ilimitado de água. Claro que depende diretamente da sua região, em alguns lugares o lençol freático é fundo demais para ser alcançado;
  • Abandono da região: Como dissemos, a falta de água provavelmente causará caos social onde pessoas literalmente vão matar para conseguir uma garrafa de água. Caso você resida em uma região densamente populosa talvez esta seja a alternativa mais segura para ser levada em conta.

A falta de água causa preocupação e impacta diretamente a vida das pessoas, os impactos socioeconômicos podem ser severos: problemas com produções de alimento, êxodo de áreas urbanas em direção a outros estados e áreas rurais, aumento de violência e muitos outros pontos entrarão em cena.

Onde você mora está havendo racionamento? Qual a perspectiva para a sua região durante esse ano em relação ao abastecimento de água? O que você está fazendo para se preparar?

Palavras Perdidas: Quando será a nova crise hídrica?!?, Expedição pelas nascentes do Rio Saracura, A culpa é do Pedro!?!, Como coletar água, DIA MUNDIAL DA ÁGUA

Ghost Writer ou Escritor Fantasma!!!

Seja para escrever livros, artigos, colunas ou até mesmo textos para marketing de conteúdo, há muitas opções disponíveis no mercado para quem quer ser um ghost writer.

Ghost writer é o profissional que não recebe créditos de autoria pelo texto que escreveu. Isso faz parte de um contrato ou acordo de cessão de direitos autorais. O ghost writer escreve livros, textos, apostilas e outros materiais, vende a uma pessoa (física ou jurídica) os direitos autorais sobre essa obra e recebe por isso. Luiza Drubscky – Comunidade Rock Content

Ghostwriter é definido como um “escritor fantasma”, um escritor profissional que é contratado para escrever obras pelas quais não receberá crédito oficial, permanecendo anônimo, prática comum desde tempos imemoriais, onde secretários e escribas escreviam discursos e cartas aos governantes, ou os discípulos de um mestre completavam seu trabalho sob a sua direção e, por vezes, a título póstumo. Até hoje, é costume os presidentes lerem discursos públicos que outra pessoa os tenha escrito, ou que “escritores fantasmas” respondam a cartas de cidadãos em nome do presidente, ou que sejam contratados para escrever suas “autobiografias”. UM CANCERIANO SEM LAR.

O “escritor fantasma” nas revistas médicas gera problemas éticos e legais. A preocupação se deve ao fato de que é frequente que as empresas farmacêuticas e as indústrias de produtos de tecnologia médica possam distorcer as evidencias produzidas por ensaios clínicos e não sejam imparciais. SciELO

Posteriormente, não há nenhuma violação ou irregularidade se o texto for divulgado como sendo de autoria de outra pessoa. Aliás, é justamente isso que se pretende fazer por meio da contratação de um escritor-fantasma. Então, se não há autoria e direitos sobre a obra, por que essa é uma ocupação que tem crescido tanto no mercado de trabalho?

Ser um ghost writer é uma forma de praticar suas habilidades de redação diariamente. Quanto maior o fluxo de trabalho, mais regularidade você terá para praticar sua escrita em frente ao computador.

Com o tempo, isso não apenas melhora sua capacidade de argumentação, organização de ideias e exposição de informações importantes, como também reduz a incidência de erros gramaticais e expande seu vocabulário. Ou seja, ainda que você queira escrever textos autorais no futuro, terá muita experiência com a qual contar para aprimorar suas habilidades.

Muitas vezes, o regime de contratação de ghost writers ocorre por meio de trabalhos freelancer. Isso significa que você é contratado por obra, livro ou texto que escreve. Assim, você ganha exatamente pelo trabalho que faz. Se quiser escrever mais textos e pegar mais trabalhos, vai receber mais por isso. Se precisar dar um tempo nas atividades e tirar férias, terá que se programar com um período sem essa renda.

Porém, em sua grande maioria, os contratos celebrados para serviços de escrita ghostwriting são pagos antecipadamente ou por pacotes fechados. Se um escritor convencional precisa aguardar os royalities e variáveis de sua produção, uma vez que o cliente esteja satisfeito com seu texto, o pagamento é realizado de acordo com o combinado.

Se você sabe o quanto vai receber e em que intervalo de tempo, pode planejar retiradas mensais que se assemelham aos salários convencionais do regime CLT.

Também é possível determinar valores mensais para a construção de um décimo terceiro, poupança emergencial e para investimentos com muito mais precisão.

Não há uma área específica em que o trabalho de um escritor-fantasma é mais requisitado. Existe a necessidade de escrever sobre os mais variados assuntos, desde livros sobre nutrição, fitness e saúde, até textos sobre finanças pessoais, administração e recursos humanos.

Se você é uma pessoa criativa, curiosa e interessada em aprender sobre temas distintos de sua área de formação, terá a oportunidade de escrever em várias temáticas. O que realmente importa é a qualidade de sua redação, correção ortográfica e gramatical, além de um trabalho preciso de pesquisa e verificação de informações.

Ghost writers não serão de forma alguma vinculados à autoria dos textos que escrevem. Por mais que isso possa ser um problema para alguns redatores, isso também representa uma boa oportunidade pessoal para se distanciar emocionalmente de seus textos e escrever com mais liberdade. Ao saber que sua autoria não será identificada, você pode se arriscar a escrever sobre temas até então inexplorados, sem medo da reação do público, amigos e familiares.

Na verdade, você inclusive poderá testar suas habilidades escrevendo sobre temas que sempre te interessaram, mas que você nunca teve a coragem de pesquisar e escrever. Nesse contexto, um engenheiro poderá escrever sobre psicologia e comportamento, assim como um advogado poderá explorar seus conhecimentos sobre arte e entretenimento.

O autor de um blog, colunista ou outro profissional de produção de texto intelectual, na maioria das vezes, precisa comercializar seu conteúdo.

Isso significa vender para um veículo de informação, compartilhar nas redes sociais, interagir com os leitores para gerar engajamento por e-mail marketing, fóruns especializados e comentários no post, são muitas responsabilidades, após a atividade produtiva, que demandam tempo e estratégia comercial.

Um ghostwriter não precisa se preocupar com a gestão comercial e relacionamento com leitores, e pode concentrar na produção de conteúdo. Isso é especialmente prazeroso para quem prefere criar a fazer marketing.

Uma paciente de câncer de mama de endstate de meia idade deitava-se na cama e conta sua história de vida para uma escritora fantasma escrever sua biografia e seu livro de memória depois de ela morrer.

Em geral, o ghost writer não é contratado diretamente pela pessoa ou empresa que assumirá a autoria dos textos. Esse tipo de distanciamento também é benéfico ao redator, que poderá escrever com mais liberdade e autonomia, tendo recebido suas instruções de escrita de forma objetiva e sintética.

Lidar com clientes é um problema para muitas pessoas, principalmente, aquelas mais introvertidas ou que têm pouca paciência para lidar com o público. Geralmente, o escritor-fantasma não tem que se preocupar com isso.

Cada vez mais, empresas, colunistas e outros interessados estão migrando sua atuação para plataformas online (sites, apps, blogs, redes sociais, etc.). Isso faz com que a importância do marketing de conteúdo, por exemplo, seja ainda maior.

Blogs institucionais são uma boa forma de atrair clientes, enriquecer os produtos e serviços oferecidos, além de fidelizar consumidores. Por essa razão, há uma demanda crescente por redatores nessa área. Além disso, os desenvolvimentos tecnológicos que facilitaram o acesso a e-books e outras obras digitais também expandiram as possibilidades de atuação como escritor.

Para se tornar profissional, não é preciso ter uma formação específica em letras, jornalismo ou áreas similares. Embora isso ajude bastante, não é um fator que elimine um candidato que goste de escrever e tenha bons conhecimentos gerais.

Escrever sobre pães sem glúten, pão-de-queijo sem glúten, água e até glúten sem glúten vai bombar! O conteúdo deve ser relevante para quem vai comprar, uma vez que ele atrairá o consumidor até dentro da padaria.

Quando ele chegar lá, o padeiro — ou o cheirinho do pão — se encarregará de fechar a venda.

Memes are funny not just because they are ridiculous, but because they point out something ridiculous about life. The fact is that most of us know very little about what other people do for a living. DAVID LEONHARDT – The Happy Guy Marketing

We have neighbours, and we have no clue what they do.

We meet people on the job, doing their job, and we still have no clue what they do.

We have brothers and sisters and aunts and, yes, spouses…and we have no clue what they do.

And many of us would be hard pressed to explain what we, ourselves, do. Yes, it sounds ridiculous. But it’s also true, and it’s reflected in the last two panels of most of these memes:

  • What I think I do.
  • What I really do.

É preciso escolher aquela que se adapta melhor ao seu estilo ou que lhe dará mais oportunidades de ganho e aprendizagem.

Textos escritos com estratégias de otimização do conteúdo. Ou seja, além de informarem o leitor, também contribuem para que os mecanismos de buscas priorizem o texto nos resultados.

Nesse caso, os conhecimentos de marketing de conteúdo se fazem necessários. Nos blog posts, a persona, o tipo de linguagem, o SEO e suas outras diversas estratégias farão companhia aos demais conhecimentos do escritor fantasma.

São conteúdos maiores, que exigem entrevistas e pesquisas mais intensas e estão atreladas a profissionais e pessoas que têm uma história para contar, mas não sabem como fazê-la interessante por meio das palavras.

Existem autobiografias, biografias de presidentes, de famosos, empresários, atletas, modelos, artistas e mais uma infinidade de temas que podem ser explorados pelo ghostwriter.

Além de contribuir para a concepção do conteúdo, nessa modalidade você também estará transmitindo seus conhecimentos. Ele pode ter, por exemplo, o domínio do conteúdo, mas não saiba como desenvolvê-lo.

É parecido com a relação do escritor fantasma na produção de uma biografia e com o foco mais direcionado para a área jornalística ou comercial de uma empresa.

Bom, você já viu que existem diversas oportunidades e iniciar na carreira não é propriamente difícil. Então, o que ainda é preciso considerar?

A rotina de um ghost writer não é livre de desvantagens. Inclusive, é preciso lidar com diversos problemas no dia a dia, que podem ser mais ou menos graves, a depender da personalidade e das características de cada redator.

Já que o texto não é seu, você precisa encontrar exatamente a voz de seus clientes. Muitas vezes, a linguagem deve ser jovem e informal, enquanto em outras precisa ser elaborada e técnica. Ou seja, cada texto apresenta necessidades próprias. Você precisa conseguir adaptar sua linguagem a elas!

Você está confortável com a ideia de ceder completamente seus direitos sobre um texto? Algumas pessoas não se sentem bem com essa ideia, preferindo escrever apenas para sites e editoras que garantam seus créditos de autoria.

Para suprir essa necessidade, você pode criar um blog para fazer suas publicações pessoais, com os temas que curte, e de quebra, ainda pode transformá-lo em seu currículo online e atrair clientes.

Ghost writers, normalmente, são contratados em regime de prestação autônoma de serviços (freelancer). Isso pode significar uma relativa incerteza profissional, já que há épocas com mais oferta de trabalho e outras com menos.

Para superar essa incerteza, é preciso muito planejamento e disciplina financeira, além de um bom histórico de compromisso e relacionamento com seus clientes para garantir maior regularidade de serviços no futuro.

Se você quiser se aventurar como uma profissional autônoma e abrir mão do conforto e abundância de tarefas das plataformas de redação, terá que negociar e colocar preço em sua produção. Ela poderá ser realizada de acordo com o tamanho do texto, volume de caracteres ou palavras, por exemplo.

É preciso preparar psicologicamente e financeiramente, pois, será freqüente ouvir contrapropostas indecentes, que desvalorizam seu trabalho e dedicação.

Existe Guarani em São Paulo
Conhecimento e cultura dos povos ancestrais.

Em alguns casos, será preciso aceitar ofertas de trabalho com valores abaixo de mercado e ainda ter que cobrar do cliente caso ele atrase seus pagamentos.

Outra situação que você como escritor-fantasma independente terá que lidar é com a concorrência. Fora de uma plataforma, será necessário disputar clientes com agências de conteúdo grandes e outros profissionais mais experientes ou dispostos a receberem bem menos que o projeto efetivamente vale.

Do you know what you really do? I mean, do you know what you do well enough to create a meme like this for yourself? The challenge is on!

Contact me: edsjesusii@gmail.com.br

Palavras perdidas: A INVASÃO DO BRASILPEIXE-BOI MARINHOA vida como ela é, Marvel, ThunderComics, Guia dos Quadrinhos, Flash na Biblioteca, Jornada ninja,Via Láctea pelo navegador, Criacionismo., Blue Dragon (Dragão azul), Neil Armstrong, Signo Geek, Cifras

As artérias da cidade

Os quatro anos trabalhando como desbravador renderam apelidos insinuantes: “o caçador de rios”, conforme o The Guardian ou “caçador de nascentes”, como dito no programa Esquenta!, da TV Globo. Da Pompeia ao Perus, são dezenas de riachos, lagos, nascentes, bicas e fontes descobertas por Adriano em suas expedições, disponível na página do Facebook Existe Água em São Paulo. Alex Tajra – Revista Saci

Meu trabalho com as nascentes começou em 2013, quando eu conheci a praça Homero Silva, no bairro em que eu moro, encontrei olhos d´água do rio Água Preta que estavam aflorando e juntamente com alguns amigos começamos a pensar o que poderíamos fazer pra dar vida àquele lugar. Um dia a gente foi lá, sem avisar ninguém e construiu um lago. A partir disso, nos apropriamos do espaço para cuidar das nascentes e a minha relação com as pessoas e com a cidade começou a mudar. Quando a comunidade começou a ver que aquilo era benéfico, que ajudava a reduzir até a dengue, famílias começaram a ter mais contato com a praça. É uma ação prática e, juntando os conhecimentos, é só cada um trazer uma sabedoria diferente. É preciso fazer desses seres, desses cidadãos, agentes transformadores. Cada comunidade, cada bairro, deveria fazer a gestão da sua água, e se reunir pra falar sobre isso. Só assim poderia fortalecer a vida na cidade, pra ter mais qualidade de vida. Fico realmente feliz quando vejo as crianças de quatro, cinco anos, falando de olho d’água, de nascente, de peixes. Esse é o lugar que eu quero alcançar.

Me apropriei daquela praça porque o próprio poder público é contrário a essas intervenções, não dão a liberdade e não capacitam as pessoas para que elas se apropriem dos espaços e cuidem dos espaços. E não só a prefeitura foi contra, vários ambientalistas e acadêmicos vieram me ameaçar de processo, falaram que eu estava mexendo onde não deveria. Já tomei porrada de todo mundo, principalmente dos que não aceitam conhecimentos tradicionais, acham que tem que ser técnico, acadêmico. Existem mais de trezentos rios na cidade e São Paulo tem tecnologia para recuperá-los, mas falta vontade política. Já existe uma biotecnologia que utiliza plantas aquáticas para recuperar as águas poluídas, a chamada fitorestauração. Foi o que fizeram no rio Sena, recuperaram o rio utilizando jardins filtrantes. Por isso eu acho que a gente tem que pôr a mão pra fazer acontecer, não tem como ficar esperando a prefeitura ou o governo, tem que se juntar com as pessoas e ser o agente transformador, não ficar só sonhando.

A convivência com os guaranis mudou muito a minha visão sobre a vida na cidade. Hoje acredito que a cidade deveria ter um formato de aldeia, eu percebi que esse é o melhor modo de se viver. Eu me dei a oportunidade de passar cem dias aqui na aldeia pra entender o modo de vida deles e transformar o meu. Nesses quatro anos que eu frequento a aldeia, eu comecei a perceber a quantidade de coisas erradas que tem lá fora e o quanto a gente vive uma vida individualista. A gente precisa de mais coletividade. Aqui os guaranis não falam que a terra é deles, eles falam que a terra é de todos. A minha relação mudou, tive uma compreensão maior sobre solidariedade, coletividade, de viver uma vida mais simples, menos consumista.

Vejo que as pessoas que vivem na cidade são individualistas, moram em casas cercadas por muros altos, portões altos, condomínios. Muitas vezes essa sensação de medo e insegurança é plantada pela mídia, que faz com que as pessoas tenham medo de sair na rua. Pra mim, a rua é como se fosse o quintal da minha casa. Acredito que as pessoas deveriam ver a rua como a extensão da sua vida. Penso que elas devem ocupar mais os espaços públicos, se organizarem entre si pra cuidar das áreas verdes sem esperar o poder público.Através do meu trabalho eu percebi que a gente pode transformar a cidade, mas também entendi que isso tem que partir de cada um. Você mesmo pode tomar uma atitude, se juntar com os amigos, cuidar de uma área verde, de uma praça. As pessoas têm isso dentro delas, essa coisa transformadora. Só que falta oportunidade, a vida na cidade acaba tomando o tempo de todos. Pra eu mudar totalmente minha vida eu tive que abrir mão de muitas coisas materiais, abrir mão de um bom salário, ganhar bem menos, mas ter uma qualidade de vida muito maior que eu tinha antes.

Quando as pessoas começam a ter essa consciência, já é um passo para se mudar a vida na cidade. A gente tem que derrubar certas barreiras, achamos que a natureza é uma coisa fora do nosso meio de vida, do nosso contexto. Mas não, tudo tem uma ligação: a natureza, o homem, a terra. Tudo está interligado. Quando se desliga isso, vemos essa cidade com pessoas doentes pela falta da natureza. E a gente não percebe porque os rios da cidade são como as veias do nosso corpo, as artérias. Se elas estão sujas, então todo o corpo está doente. São doenças físicas e espirituais.

Eu comecei a ir pras zonas periféricas e fazer expedições por conta da quantidade de nascentes a céu aberto que se encontra nessas regiões. Percebi também que lá as pessoas estão cuidando das nascentes. Isso porque quando acaba a água na cidade, o primeiro lugar atingido é a periferia, e essas pessoas não vão comprar água mineral para tomar banho, elas vão pegar de uma bica ou nascente que tem nos arredores ou até mesmo no quintal de alguém. Quem vive mais afastado, longe do centro, cria uma outra relação com a cidade e com seu território.

Os eventos climáticos extremos, por conta das mudanças no clima, estão acontecendo em menor tempo. Um sinal que eu uso bastante é o volume das nascentes, e eu to vendo aqui hoje que diminuiu bastante o nível da água. É muito grave isso: a morte de um rio e o desmatamento, isso influencia as chuvas, os rios voadores, não estão vindo pra cá. O padrão de consumo de água continua o mesmo. Acho que quando voltou a chover, a chuva lavou a memória das pessoas. E a gente pode viver uma crise dessas de novo, uma nova crise hídrica vai causar um colapso hídrico. Outras pragas, como dengue e febre amarela, também são resultados da destruição da natureza. Estamos colhendo o que plantamos no passado.

Construímos uma cidade para os carros, não pras pessoas. Imagine se antes utilizássemos o rio Tietê como meio de transporte, que existissem portos nas pontes do rio para escoar as mercadorias. Iríamos depender muito menos do automóvel e teriam menos carros nas ruas. Se os nossos rios estivessem limpos teríamos parques lineares com reflorestamento. Agora, pense, imagine uma cidade com os rios limpos. O empresário está andando na Faria Lima, de terno e gravata, e pára para tomar um banho de rio no horário de almoço.

Ninguém mudou seu padrão de consumo, e o poder público insiste na ideia de buscar água cada vez mais longe e não se preocupa com o próprio quintal. Acredito na recuperação dos rios e na distribuição de água local na cidade. Poderia existir uma logística para distribuição de água aqui, como bairros ecológicos e pequenas estações de tratamento espalhadas. Se existisse esse tipo de organização, quando houvesse uma crise hídrica, as pessoas fechariam a torneira da Cantareira e abririam a dos rios da cidade. Existe essa possibilidade, isso pode ser feito.

No início de uma longa conversa na Aldeia Tekoa Itakupe, em frente ao lago que está desbravando junto aos guaranis, Edson Djekupe e colaboradores através de oficinas, Adriano explica que a região abriga a bacia hidrográfica do Ribeirão Manguinho, um rio vivo que não recebe nenhum tipo de poluição ou esgoto, mas que se encontra parcialmente assoreado, pois parte de sua mata ciliar foi derrubada pelos juruás (homens brancos) para o plantio de eucalipto. Fora

Artirize-se: Essa Terra Chamada Brasil Foi Invadida, Bolsa família, Nossas crianças estão sem água, precisamos da sua ajuda!, Kaingang, Acampamento Terra Livre, Entre Batismos e Degolas: (Des)Caminhos Bandeirantes em SP, John Mawe no Pico do Jaraguá

Óleo de coco fake

Nem tudo o que vem à rede (na rede) é peixe. Qual é a tua ó meu

Ele virou o queridinho da gastronomia e dos rituais de beleza por trazer inúmeros benefícios para a saúde. (…) Muito se fala por aí dos benefícios do óleo de coco para corpo, pele e cabelos. Mas as propriedades desse elixir da beleza vão muito além disso.

REGULA A FUNÇÃO INTESTINAL (…) DIABÉTICOS (…) FADIGA CRÔNICA E FIBRIOMIALGIA“. Os Benefícios do Óleo de Coco para sua saúde – Dr. Victor Sorrentino

Conheça os benefícios do óleo de coco para a região íntima (…) segundo genecologista (…)”

Óleo de Coco Emagrece! Veja Benefícios e Onde Comprar!

O óleo de coco é um produto derivado da polpa seca do coco maduro – especificamente da espécie Cocos nucifera Linnaeus. Por ser muito resistente à oxidação e às altas temperaturas e ter um sabor levemente adocicado, ele é muito conhecido por ser utilizado como ingrediente no preparo de gorduras para a confeitaria. MinhaSaúde

“Além de não ter benefícios do ponto de vista nutricional, “é uma gordura como todas as outras, com um aporte calórico muito grande”. Ao contrário do que algumas pessoas defendem, “não emagrece”. “Há pessoas a consumir óleo de coco porque acham que vão emagrecer, mas isso não acontece.”

Em 2017, a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) chegaram a divulgar um comunicado alertando sobre o uso do óleo de coco para esse objetivo.

Não existe fórmula mágica para emagrecer e o consumo exagerado desse derivado do coco pode provocar danos à saúde – assim como o excesso de qualquer óleo na alimentação. Ele também possui efeito hipercolesterolêmico, não sendo indicado para pessoas com problemas de colesterol alto. 

“Atualmente, lamenta Nuno Borges, o óleo de coco “é usado para substituir o azeite, que é muitíssimo melhor” e mais barato. Da lista de gorduras mais interessantes, o nutricionista destaca, ainda, o óleo de milho, girassol ou amendoim.”

Na conferência “Óleo de coco e outros erros nutricionais”, na Universidade de Friburgo (Alemanha), Karin Michels disse que esta substância é “uma das piores coisas que se pode comer”, já que o seu alto teor de gorduras saturadas (mais de 80%) eleva os níveis de colesterol, aumentando o risco de doenças cardiovasculares.

POR 100 G ( PORÇÃO UNITÁRIA RECOMENDADA 10 G )AZEITEÓLEO DE COCODOSE RECOMENDADA
Calorias [Kcal]89990090
Lípidos Totais (Gordura) [g]99,910010
Ácidos Gordos Saturados [g]14,486,51,4
Ácidos Gordos Monoinsaturados [g]78.65,87.9
Ácidos Gordos Polinsaturados [g]6.91,80.7
Ácido Linoleico [g]6,21,50,6
Ácidos Gordos Trans [g]000
A-Tocoferol [mg]140.31
Fonte: INSA_pt

Para gordura, recomenda-se o consumo de até 10% das calorias totais consumidas diariamente. Esse consumo deve ser equilibrado quanto ao perfil lipídico, ou seja, deve contemplar gorduras saturadas associadas a gorduras insaturadas com fontes monoinsaturadas, poliinsaturadas do tipo ômega-3 e ômega-6, sendo este último numa menor proporção comparado ao ômega-3. 

Exemplos de Gorduras Saturadas – Manteiga, Banha e Óleo de Coco.

Exemplos de Gorduras Insaturadas ( Monoinsaturadas, polinsaturadas e trans ) :

  • Monoinsaturadas – Abacate, Azeite extra virgem, Amêndoas, Cajus, Amendoins, Avelãs, Azeitona, Pistácio.
  • Polinsaturadas – Os Ómegas-3 e 6, regulam a resposta inflamatória do organismo, estimulam o bom funcionamento cerebral e têm um papel essencial nos processos de crescimento, desenvolvimento e reparação.

Pode encontrar ómega-3, por exemplo, nos seguintes alimentos :

  • Peixes, óleos de peixes, mariscos e algas: salmão, atum, cavala, arenque, dourada, sável, chicharro, congro, sardinha, enguia, óleo de fígado de bacalhau, caranguejo e camarão;
  • Óleos vegetais: óleo de canola, linho, linhaça, nozes;
  • Alguns hortícolas de cor escura: espinafres, beldroegas, alho francês, couves de folha verde escuro, cogumelos e brócolos;
  • Nozes e sementes de linhaça e chia;
  • Ovos enriquecidos com ómega-3.

Exemplos de alguns alimentos ricos em ómega-6 são:

  • Tofu;
  • Amendoim;
  • Nozes;
  • Sementes: girassol, abóbora e sésamo;
  • Óleos vegetais como, por exemplo, óleo de milho, sésamo e girassol;
  • Margarina líquida.

Os ómega-3 e 6, tal como as gordurinhas monoinsaturadas podem ajudar a reduzir o colesterol LDL e a elevar os níveis de bom colesterol, tendo um efeito protetor cardiovascular.

óleo de coco extra virgem, que é a versão ideal do produto, tem ação anti-inflamatória e é composto por vitaminas A, D, E e K. Ele ainda contém triglicerídeos que se transformam em monolaurina após o consumo. Esta substância tem propriedades antibactericidas, antifúngicas e antivirais, capazes de fortalecer a imunidade

Os benefícios do óleo de coco ainda são alvos de estudos mundialmente, e não se conhece muito sobre as reais vantagens que ele fornece ao consumo humano.

Não acredite em nenhum produto que indique, em seu rótulo, que o óleo de coco auxilia no emagrecimento ou tenha propriedades terapêuticas. Algumas marcas do mercado advertem, inclusive, sobre a ausência de evidências científicas que comprovem alguns destes e outros mitos relacionados ao produto.

O consumidor brasileiro é constantemente influenciado pelo que ouve nas ruas e o que é distribuído por meio da mídia e dos canais de comunicação.

Oleoze-se: Oil, which one to choose healthwise?, ÓLEO DE MACONHA NEWS E O INCENSO, Óleo de Marijuana, Campanha recolhe óleo de fritura para fabricação de biodiesel, Óleo de Copaíba, Ouro verde e proteção do Planeta, Chás que Ajudam a Emagrecer, DIETA DA FRUTA

TEORIA DO CAPITAL HUMANO – RESUMO

A teoria do capital humano inovou a concepção de sociedade dos políticos e empresários modernos. Enquanto o mundo todo buscava aumentar a linha de produção, intensificar o ritmo de trabalho e focar no maquinário, Theodore Schultz caminhou na direção contrária, focando a economia na alegria do homem de carne e osso. TÊTE-À-TÊTE

A Teoria do Capital Humano alega que investimentos em educação e saúde podem aprimorar as habilidades e a vontade de trabalhar dos indivíduos, aumentando sua satisfação e produtividade, o que melhoraria a sociedade como um todo.

Capital vem do latim, capitale, palavra latina originada da palavra caput, que significa “cabeça”. Isto é uma alusão à riqueza, que em outros tempos era maior de acordo com a quantidade de cabeças de gado possuídas. O termo também pode significar liderança e poder.

Em economia, capital é um bem destinado à produção de outros bens econômicos. Por exemplo, uma máquina que faz xícaras é um capital, porque produz outros bens econômicos.

O dinheiro é uma espécie de capital, porque com ele é possível adquirir outros bens ou comprar materiais necessários para alguma produção. O dinheiro, portanto, gera valor ou itens de valor. 

Por sua vez, os bens de consumo estão diretamente ligados à satisfação do homem. Antes de Schutz, grande parte dos intelectuais da economia não consideravam os bens de consumo como capital.

A teoria do capital humano de Schultz, em resumo, traz uma inovação na maneira de classificar o capital e no modo de hierarquizar os bens econômicos.

Muitos economistas encaravam os bens de consumo como algo não produtivo, focando no desenvolvimento do capital técnico, ou seja, equipamentos e geração de valor stricto sensu. Schultz vê a economia de modo diferente.

Para ele, quanto mais um funcionário estiver satisfeito na vida pessoal, maior será a possibilidade de que ele trabalhe mais e melhor.

Schultz vê nos bens intelectuais, nos bens de consumo e nos bens pessoais uma possibilidade de aumentar as produções de capital. Assim, os bens da vida particular, que estão fora do termo capital da economia, foram chamados de capital humano.

A teoria afirma que o auxílio no aperfeiçoamento da vida pessoal dos trabalhadores é um investimento que pode ser feito pelo governo e pelas empresas. Alguns exemplos são:

  • investimento do governo para aprimorar escolas, pensando na diversão dos alunos e no ensino da moral;
  • investimento das empresas na saúde dos trabalhadores, fornecendo médicos, dentistas e nutricionistas;
  • investimento no aprimoramento intelectual dos funcionários, com cursos de ética, psicologia, literatura e etc.;
  • realização de palestras sobre temas importantes para a vida particular e social;
  • investimento das empresas no aprimoramento dos funcionários em questões técnicas, que não sejam 100% relacionadas com o trabalho do funcionário;
  • incentivo à união dos funcionários através de confraternizações e prática de esportes coletivos e atividades de lazer.

A maneira como Theodore Schultz descobriu esses elementos influenciou grande parte dos postulados da teoria do capital humano, segundo sua teoria, quanto maior o desenvolvimento do capital humano, maior o desenvolvimento do capital.

Theodore Schultz, criador da teoria do capital humano
Theodore Schultz, criador da teoria do capital humano.

A teoria do capital humano surgiu em 1971, através das observações do economista da Universidade de Chicago, Theodore Schultz, ganhador do prêmio Nobel de economia. Schultz estava desenvolvendo a disciplina da Economia da Educação, até que chegou ao ápice dos seus estudos no lançamento do livro Investment in Human Capital: The Role of Education and of Research, em 1971.

O rápido reerguimento de alguns países após a II Guerra Mundial foi vital para a teoria do capital humano.

O Japão e a Alemanha reergueram suas economias rapidamente no pós-guerra. Em contrapartida, a Inglaterra fazia racionamento de alimentos anos depois do fim dos conflitos.

Estudando esse fenômeno, Schultz percebeu que os países que melhor se reconstruíram, passaram por uma intensa dedicação nas áreas da saúde e da educação de todos os seus cidadãos.

Sem os empecilhos de ter que correr atrás de sua sobrevivência e com um bom foco profissional, fornecido pela educação, os cidadãos japoneses e alemães podiam dedicar-se à vida acadêmica e de produção técnica com muita facilidade.

Schultz também constatou que os EUA tinham uma vantagem que os favorecia economicamente: seus cidadãos investiam em aprimoramento pessoal. Os EUA eram a maior economia do mundo, e ao mesmo tempo eram um dos países que mais possuíam a cultura de desenvolvimento pessoal.

Schultz relacionou os dois fatores e descobriu que os investimentos pessoais eram uma das causas primárias do sucesso econômico dos Estados Unidos.

A teoria do capital humano passou a ver o investimento em bens particulares e bens de consumo como um dos principais potencializadores da economia, diferentemente do que propõe a tese marxista.

Os representantes da teoria econômica do capital humano, por sua vez, afirmam que a aplicação de seus métodos é benéfica tanto para os patrões quanto para os funcionários. Os trabalhadores receberiam o salário justo e investimentos que vão além do pagamento devido.

Os capitais humanos são todos os bens pessoais que geram satisfação à pessoa e que elevam as capacidades que não estão diretamente ligadas a função do trabalhador, exemplos de capitais humanos são:

  • Desenvolvimento cultural — conhecimentos humanos como filosofia, psicologia, literatura;
  • Desenvolvimento de conhecimentos técnicos, como informática, comunicação objetiva e conhecimento gramatical;
  • Conhecimento de bons valores através da ética, especialmente ética profissional;
  • Atividades de lazer.
Em que sentido a teoria do capital humano está presente nas políticas educacionais?

Um dos principais fatos sociológicos para a disseminação da teoria foi o apoio das instituições pertencentes ao acordo de Bretton Woods, que consistiu na resolução de grandes instituições financeiras para financiar iniciativas vocacionais e educacionais pelo mundo. As principais instituições que assinaram o pacto foram o Fundo Monetário Internacional – FMI e o Banco Mundial.

Um dos principais investimentos no Brasil é o BIRD, projeto que emprestou 250 milhões de dólares para a realização do projeto Novo Ensino Médio.

Gary Becker foi um dos responsáveis em disseminar a teoria do capital humano no meio acadêmico, fazendo com que o pensamento adquirisse importância intelectual em diversas faculdades.

Uma das influências de Schultz no Brasil pode ser vista no grande investimento do país em educação, que cresceu exponencialmente após a década de 80. Brasil, Pátria Educadora, era o principal lema do governo da presidente Dilma Rousseff, a partir de 2015.

Um estudo feito por Ricardo Paes de Barros demonstra que os investimentos financeiros na educação brasileira cresceram, mas a produtividade profissional ficou estagnada e demonstrou quedas em alguns períodos.

Gráfico à respeito da evolução da qualidade de ensino em certos países, incluindo o Brasil.

Em 2018 o Brasil participou do PISA, uma pesquisa de avaliação do ensino escolar internacional. Dos 79 países que participaram, o Brasil ficou na 60ª posição. Atrás dos Emirados Árabes Unidos, Vietnã e México. 

O percentual do PIB brasileiro que sai dos cofres públicos para financiar a educação chega a ser de quase 6%, totalizando mais de R$100 bilhões de reais. Esse número não está abaixo do padrão da OCDE; antes, pelo contrário, é 30% maior que a média.

O problema da educação brasileira não é de investimento. É necessário analisar como é usado esse investimento e qual é o método de ensino.

O Brasil utiliza o método educacional do socioconstrutivismo, na vertente do educador Paulo Freire, que vislumbra uma educação que liberta. Platão, Aristóteles e tantos outros falaram sobre o papel que a educação tem, incluindo o viés de libertação da alma.

O professor de história, Thomas Giulliano, autor do livro Desconstruindo Paulo Freire, explica que o patrono da educação tratava a história do Brasil como formada pela alienação, pelas desigualdades e pela opressão e, assim, sua pedagogia deveria ser o meio de libertação do aluno, tornando-o um agente transformador da sociedade.

O ensino de Paulo Freire é baseado na doutrina da luta de classes de Karl Marx, segundo o aluno deve ser educado para militar contra a lógica da economia de mercado e dos valores conservadores, instituições que Marx encarava como as causas dos males da sociedade.

Segundo o especialista em educação, professor Felipe Nery, o problema da educação no Brasil não é um problema de falta de recursos ou de pouco investimento, o Brasil aplica em seu sistema educacional um “valor” acima da média dos países desenvolvidos. O problema é ideológico e começou no período militar. 

Nesse período, o primário passou a ser voltado à formação intelectual do aluno e o secundário à preparação de trabalhadores para o mercado.

Paulo Freire tornou-se secretário da educação de São Paulo, criou a medida da aprovação automática e sua doutrina educacional, que envolve a alfabetização e a educação militante, tornou-se regra nos currículos universitários brasileiros, estabelecendo esses fundamentos na sua maior obra, intitulada Pedagogia do Oprimido.

Ou seja, há um problema na cultura educacional: ela instrumentaliza politicamente os alunos ao mesmo tempo que compacta seus conhecimentos e técnicas para o mercado de trabalho. brasilparalelo

Humanize-se: E se Karl Marx vivesse hoje em dia? Socialismo vs ou = Capitalismo, Marx escreve uma carta de repúdio ao professor, BRANCA ALVES DE LIMA, Paulo Freire plagiou professor americano e destruiu a educação brasileira, Gatos x cachorros x escravos

PORQUE ARMAZENAR SAL – PROTOCOLO 550

PORQUE ARMAZENAR SAL É TÃO IMPORTANTE | PROTOCOLO 550 | ARMAZENANDO COMIDA EM CASAGuia do Sobrevivente

1001 UTILIDADES: UM DOS ALIMENTOS MAIS IMPORTANTES DO SEU ESTOQUE E COM CENTENAS DE USOS ALTERNATIVOS

Aos seis anos de idade “eu” comecei no escotismo e nunca mais parei, foi lá que pude aprender e treinar muitas habilidades. Como chefe escoteiro passei a me dedicar aos estudos e pesquisas sobre autossuficiência individual e doméstica e sobrevivência em todos os seus aspectos.

O 𝐂𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐆𝐔𝐈𝐀 𝐎𝐅𝐅 𝐆𝐑𝐈𝐃, 𝐯𝐢𝐯𝐞𝐧𝐝𝐨 𝐟𝐨𝐫𝐚 𝐝𝐚 𝐫𝐞𝐝𝐞 te guiará pelo universo da sustentabilidade, autossuficiência, preparação para emergências e para uma vida sem depender de nada, nem de ninguém. Crie com tuas mãos tudo o que precisa para uma vida plena, segura e saudável.

Você está preparado para enfrentar situações que deixam você e sua família vulneráveis?

Eu não estava!

E em 2009 quando tivemos que enfrentar aquela conhecida “marolinha” eu e minha esposa vimos o nosso negócio afundar. E se não bastasse isso, ela estava grávida do nosso primogênito.

Morando longe da família, sem muitas perspectivas de emprego, resolvi começar a tornar o meu quintal mais produtivo afim de garantir nutrientes básicos para a gestação da minha esposa.

Em momentos de desespero, o humor nos centra e também nos une, fazendo com que nos sintamos mais fortes e encorajados à passar pelas dificuldades e pesos. CássiaUnebrasil

E foi aí que tudo começou! Na época eu acabei ganhando um problema de saúde sério e o medo de não poder repassar meus conhecimentos para o meu filho bateu na porta. Senti a necessidade de fazer um diário para, que na minha falta, a mãe pudesse treina-lo.

Só que nessa época os blogs estavam em alta e o Youtube começa a dar os primeiros passos no Brasil, foi quando um amigo sugeriu que ao invés de escrever eu deveria gravar vídeos.

Assim nasceu o Guia do Sobrevivente, que hoje se tornou uma gigantesca família cujo objetivo principal é preparar preparadores pelo Brasil.

𝗖𝗼𝗻𝗵𝗲ç𝗮 𝗻𝗼𝘀𝘀𝗼𝘀 𝗺𝗮𝗻𝘂𝗮𝗶𝘀: https://hotm.art/Hsm8zn

Nesses quase 10 anos já ouvimos muitas histórias, já presenciamos greves que por dias deixou o Brasil no caos.

Vimos o milhões de pessoas perderem seus empregos e outras tantas ficarem no desalento. Vimos epidemias fazer suas vítimas, chuvas devastarem cidades e tsunamis de lama soterrar centenas de pessoas. Vimos também a criminalidade aumentar e deixar o cidadão de bem, assim como eu e você, refém em suas próprias casas. Também presenciamos a crise hídrica que deixou milhares de paulistanos sem água nas torneiras por um longo período.

Foram inúmeras tentativas e erros até acertamos, para que você não precise errar na hora de colocá-los em prática, e foi assim que começamos a compilar nossos anos de estudo e pesquisas no que chamamos de Manual Básico de Preparação Civil: Guia do Sobrevivente. Para que você possa se preparar de forma eficiente, minimizando erros e maximizando os benefícios.

A previsão é que este manual ganhe novos volumes a cada ano. Ele evolui conforme nós evoluímos a nossa casa e já são três volumes de material exclusivamente adaptado a realidade brasileira.

No volume 1 – Como Sobreviver a Crises e Ameaças falamos sobre os princípios básicos da autossuficiência doméstica e o que é o conceito do sobrevivencialismo, como ele surgiu e quando começou a ganhar espaço no cenário brasileiro.

O volume 2 – Alimentação: como armazenar, conservar e cozinhar alimentos de sobrevivência traz diversas técnicas adaptadas sobre conservação e preparo de alimentos, visando a segurança alimentar do um indivíduo ou família, independente da sua situação.

Já o volume 3 – Planner para Preparadores é um modelo de planejamento e organização anual para preparadores que tem o intuito de ajudar no dia-a-dia de quem está montando suas preparações e facilitar que as metas sejam alcançadas. Com ele você também poderá definir as preparações que quer adquirir ao longo de cada mês, controlar o estoque de armazenamento de alimentos, primeiros socorros e ter um rápido controle de suas finanças, tendo tudo sempre ao alcance das mãos.

𝐀𝐠𝐨𝐫𝐚, 𝐬𝐞 𝐯𝐨𝐜ê 𝐪𝐮𝐞𝐫 𝐧𝐨𝐬 𝐞𝐧𝐯𝐢𝐚𝐫 𝐚𝐥𝐠𝐮𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚, 𝐚𝐧𝐨𝐭𝐞 𝐚í:

Caixa Postal Guia do Sobrevivente 270 – Monte Alto – Cep 15910000

Guia do Sobrevivente é um canal de tutoriais e projetos que salvam vidas e resolvem problemas do dia a dia. Ajudamos você a se preparar melhor para situações extremas, economizar uma grana e aprender coisas novas e úteis, a mais antiga mídia civil especializada em sobrevivencialismo no Brasil.

Salze-se: Flash na Biblioteca, Batman – O Livro dos mortos, Máquinas Voadoras, Salário necessário, Remedios Saludables, 10 utilidades do sal úteis no dia-a-dia, Um saco de sal, Sal Verde, Sal e vinagre

Propaganda anti-eletricidade

Facebook: Ilustração contra o uso da eletricidade em 1889 em Ohio, Estados Unidos.

Desde o século 18 até início do 20, a eletricidade estava em volta de mistério e perigo. Na opinião de muitos, comercializa-lá pelas cidades era quase uma bomba-relógio, podendo eletrocutar pedestres e carruagens. Contudo, havia um fundo de verdade no temor. Geopizza

Com a descoberta de que descargas poderiam matar e inclusive reanimar indivíduos, a eletricidade começou a ser associada a algo macabro e demoníaco.

O feito inspirou a escritora inglesa Mary Shelley em sua história de 1818 “Frankenstein”, em que um doutor roubava partes de um cadáver e através de descargas elétricas, reanimava a criatura.

Mesmo com o desencorajamento, alguns cientistas realizavam experimentos com a energia. Em 1802, Humphry Davy inventou a primeira lâmpada elétrica com o uso da bateria e um pedaço de carbono, produzindo luz. Contudo, a luminosidade era muito intensa, podendo queimar a fiação e inclusive explodir a lâmpada em poucos minutos. Apenas com a criação das lâmpadas a vácuo, o uso da energia tornou-se favorável.

Em 1850, começaram as primeiras distribuições em cidades, abastecidas por um arco voltaico, um sistema alimentado por uma potente bateria com 2 bastões de carbono, produzindo um arco de energia.

Porém, o sistema de distribuição era perigoso. No interior do arco a temperatura poderia chegar até 5 000°C. Como a distribuição era feita através da corrente direta, a energia era facilmente perdida em longas distâncias, necessitando do uso de diversos arcos voltaicos distribuídos pela cidade.

A existência de sistemas de 10 kV, causava diversos acidentes quando fios elétricos caíam nas calçadas, muitas vezes eletrocutando cavalos devido suas ferraduras de bronze nas patas.

Só em torno de 1882 com o desenvolvimento de uma lâmpada incandescente, o inventor Thomas Edison possibilitou o primeiro serviço público de eletricidade, usando um sistema de corrente contínua de 110 volts, seguro para abastecimento.

Os avanços da engenharia na década de 1880, incluindo a invenção do transformador, aliadas a corrente alternada elaborada Nikola Tesla, foram gradualmente substituindo a corrente direta.

Contudo, governos europeus e dos estados dos EUA tiveram que investir em campanhas públicas de conscientização para convencer os cidadãos que a energia já era segura.

Diversos movimentos anti-eletricidade seguiram até 1920 e em alguns locais rurais até 1930.

A eletricidade chegou no Brasil em torno de 1888, através de hidrelétricas no sul e sudeste do país, sem causar acidentes como causava no meio do século 19 nos Estados Unidos.

Fontes: https://bit.ly/2XStCTT, https://bit.ly/2Mq1p1E

Museu dos grandes fracassos criativos

Na Suécia existe um “Museu dos grandes fracassos criativos”, foi inaugurado há quase 2 anos, e traz exemplos de produtos que se tornaram um fiasco. Rafael Porcari – DISCUTINDO CONTEMPORANEIDADES

Uma máscara de beleza que promete tirar rugas com choques elétricos; um smartphone que, desmontado, se transforma em um videogame; uma Coca-Cola com sabor de café; uma lasanha fabricada por uma marca de pasta de dentes. Esses são alguns dos produtos expostos no Museu do Fracasso, aberto no dia 7 de junho na cidade de Helsimburgo, no sul da Suécia. A proposta é lembrar os equívocos e absurdos cometidos por empresas durante o desenvolvimento de novos produtos.

O pesquisador de inovação e psicólogo organizacional sueco Samuel West coleciona produtos de fracasso e, agora, esse conteúdo está disponível para qualquer um ver no Museus of Failure (Museu dos Fracassos, em tradução livre). O ESTADO DE S.PAULO

“Todas as pessoas que trabalham com inovação sabem que a grande maioria – de 80% a 90% – de todos os projetos fracassam. O problema é que as empresas só gostam de falar dos sucessos”, diz Samuel West, o empreendedor responsável pelo museu, em entrevista à Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Coca-Cola BlaK, que tem gosto de café e foi descontinuada pouco tempo após seu lançamento, é um dos produtos que estão no museu.  Foto: Flicker.com/lazylikewally

“Só assim os empreendedores se sentirão livres para cometer seus próprios equívocos, sem medo de inovar”, diz. Para provocar reflexão, foram incluídos no museu itens como a Bic for Her, uma caneta com um tom sexista, a Digital Camera da Kodak, que não permitia compartilhamento de fotos, e um DVD da Blockbuster, locadora aniquilada pelo surgimento do streaming.

A Kodac falhou por causa da sua inabilidade em adaptar o modelo de negócios. A Blockbuster falhou por causa da sua ambição em abrir cada vez mais locadoras. Muitas corporações erram ao tentar entrar em áreas nas quais não têm nenhuma expertise.

“Todas as falhas são unicamente espetaculares, enquanto o sucesso é repetitivo. A verdadeira inovação requer aprendizado sobre as complexidades de cada falha”, disse ele.

No museu, alguns casos de inovação fracassada mostram a importância de saber quais são as necessidades que você está atendendo. O lugar está cheio de exemplos de tecnologias que foram lançadas sem que a empresa soubesse que problema estava resolvendo.

Samuel West from the “Museum of Failure” showing some epic product failsSkavlan

“Museum of Failure” é um museu itinerante que foi inaugurado na Suécia e que está chegando agora a um local mais apropriado e representativo do consumismo, o Hollywood Boulevard lá em Los Angeles. Update

O acervo é todo formado por produtos que não deram certo, como o Newton da Apple, o perfume da Harley Davidson, o Google Glass, o jogo do Donald Trump, o formato Betamax, o N-Gage da Nokia, a New Coke, entre outros. São mais de 80 casos.

Mas, apesar de ser um museu dos fracassos, a intenção é justamente celebrar a criatividade. E quem trabalha com processos criativos sabe da importância e do risco de assumir decisões ousadas. Inovar é um risco constante entre o sucesso retumbante e o desastre vexaminoso.

Dia Internacional da Maconha – Weed`s Day

O dia 20 de abril, grafado como 4/20 em inglês, é comemorado internacionalmente como Weed`s Day. Traduzindo, é o Dia Internacional da Maconha. Ou Pot Day, como é conhecido em outros países. Jesus Hemp

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A data sempre foi marcada pela realização de mobilizações, marchas e manifestações, cujas lutas se centram na descriminalização e na regulamentação da maconha a nível global. Sociedade Brasileira de Estudos da Cannabis (SBEC)

Originária da região do norte do Afeganistão, a planta Cannabis Sativa, a maconha, é utilizada há aproximadamente 6.000 anos. O primeiro escritor a mencionar o uso do cânhamo em cordas e tecidos é Heródoto, um historiador grego que é considerado o pai da história. A fibra do cânhamo, presente no caule da maconha, foi muito utilizada nas cordas e velas dos navios gregos e romanos, e era usada também para fabricar tecidos, papel, palitos e óleo. ENTRETENIMENTOS

flor coracao vermelho São Paulo pode criar hoje o “Dia Municipal da Maconha Terapêutica”

Há registros do uso medicinal de maconha desde a era de Assurbanípal, o último grande rei da Assíria, que morreu em 626 a.C., de acordo com relato histórico no livro Cannabinoids as therapeutic agents (Canabinoides como agentes terapêuticos), publicado em 1986 pelo bioquímico israelense Raphael Mechoulam. Também há registros no Egito antigo, na Grécia e na Roma antigas. O naturalista Plínio, o Velho (23-79 d.C.), da Roma Antiga, descreveu em detalhe o uso médico.

Da Idade Média ao século XIX os registros continuaram na Europa, na Índia e na Pérsia (atual Irã), na medicina tradicional chinesa. Com o uso generalizado, tanto do ponto de vista geográfico como em tipos de tratamentos, o surpreendente é que a partir do século XX tenha se tornado uma substância tão proibida nos países de cultura ocidental. Aconteceu por motivos principalmente políticos, com liderança norte-americana.

Mas como surgiu o código 4:20? O que, dentro da cultura canábica, é um número usado para se referir ao ritual do uso da maconha, tem a origem em um mito da Califórnia. Por coincidência, um dos primeiros estados americanos a autorizar o uso medicinal (1996) e recreativo (2016) da maconha.

20 de abril ou 4/20: O Dia Mundial da Erva

Segundo o jornalista Steven Hager, de uma das mais conhecidas revistas especializadas em cannabis, a High Times, o termo surgiu em 1971 na Califórnia com um grupo de adolescentes da San Rafael High School, uma espécie de confraria chamada “Os Waldos”. Eles se encontravam sempre às 4:20 pm (16:20) para fumar maconha perto de um muro, na parte externa da escola.

Em certa ocasião, os jovens, que já curtiam a erva, receberam um mapa de um trabalhador da guarda costeira que levaria a uma plantação de maconha em Point Reyes, próximo à São Francisco. Outra referência era que 4:20 era um código usado para se referir ao momento que eles deveriam se encontrar para sair em busca do tesouro nunca encontrado.

Uma outra crença comum é que 420 era a polícia da Califórnia ou o código penal para a maconha. Mas não há muitas evidências sobre essa teoria. Cannabis & Saúde

Há também a versão de que existem 420 compostos químicos ativos na maconha, daí uma conexão óbvia entre a droga e o número. Mas esse número é, na verdade, superior a 500 – sendo mais de 100 canabinoides.

Segundo Steve Bloom, editor High Times, uma das primeiras publicações sobre a maconha nos Estados Unidos. o termo virou uma um código semiprivado, que os usuários de maconha vão encontrar por todos os lados. O número aparece até no filme Pulp Fiction, de Quentin Tarantino, no relógio de um dos personagens. BBC

Bom, seja como for, 4:20 se tornou universal símbolo da cultura canábica em todo o mundo. Em países onde o consumo adulto da Cannabis já está legalizado, festas e festivais são amplamente promovidos para celebrar o Dia da Maconha.

A promessa de contribuir para todos esses tratamentos tem gerado interesse na esfera acadêmica sobre a farmacopeia produzida pela planta Cannabis sativa. Uma busca na base de dados Pubmed revela um número quintuplicado de artigos científicos entre 2000 e 2019 sobre essa classe de substância.

Na mídia, as menções também se tornaram mais e mais frequentes em anos recentes, assumindo ares de novidade apesar do histórico de uso que remonta a cerca de 2 mil anos. É por isso que a empresária Viviane Sedola, fundadora da empresa Dr. Cannabis e eleita pela High Times – revista norte-americana que defende a legalização da erva – como uma das 50 mulheres que se destacaram nessa área no mundo, qualifica a planta e seus derivados como uma novidade milenar. Em alguns países, como parte dos Estados Unidos, Uruguai e Canadá, a medida adotada foi liberar o uso medicinal da maconha – por vezes a própria erva a ser fumada –, uma decisão controversa. Nos Estados Unidos também está disponível uma profusão de preparados vendidos como suplementos alimentares, cremes para a pele, biscoitos que prometem acalmar bichos de estimação estressados ou com dor, entre outros. Maria Guimarães – Revista Pesquisa FAPESP

Here’s more: Horóscopo Canábico: confira o que os astros reservam para os canabistas em 2022.Sisters of the Valley, 1ª Live MMJ – Chá das Mães Jardineiras – Farmácia Viva e Direito de Cultivo Doméstico

Pagamento em cerveja

Quando a cerveja foi inventada, ela era muito diferente do que conhecemos hoje. Atualmente tomamos a bebida em momentos de lazer, como festas e happy hour, mas na época que a bebida foi criada, ela começou a fazer parte da dieta diária da população.

Era conhecida como algo básico e nutritivo, assim como o arroz hoje em dia, essa bebida ficou tão importante que por muitos anos foi utilizada como forma de pagamento no Egito.

Pagamento em cerveja

A primeira cerveja conhecida foi chamada  kui , produzida pelos antigos chineses por volta de 7.000 aC. Kui era feita de arroz, mel e frutas, mas a primeira cerveja de cevada provavelmente nasceu no Oriente Médio. Fatos Curiosos

A primeira evidência registrada da existência de algum tipo de cerveja vem de 7.000 anos atrás no Irã moderno. Os antigos egípcios, no entanto, foram os primeiros a aperfeiçoar o processo de fermentação para deixar a bebida mais suave e com uma cor mais clara, sendo considerada por muitos como a primeira cerveja “adequada” da história. Os antigos egípcios acreditavam que o deus Osíris lhes dera o conhecimento para produzir a cerveja, de modo que a bebida se tornou um objeto que chegou a ser bastante usado em cultos religiosos. TriCurioso

Arqueólogos descobriram o que poderia ser a mais antiga fábrica de cerveja conhecida do mundo em Abydos, Egito, uma enorme fábrica de 5.000 anos que produziu milhares de litros de cerveja, sendo uma vez o epicentro da adoração cult do Deus Egípcio Osíris, Abydos é uma das cidades mais importantes onde encontramos vastos cemitérios e templos magníficos, incluindo o templo memorial do faraó Seti I. Fatos Curiosos

De acordo com o arqueólogo Matthew Adams, da Universidade de Nova York, que lidera a missão conjunta com Deborah Vischak, da Universidade de Princeton, a cervejaria “pode ter sido construída neste lugar especificamente para fornecer os rituais reais que estavam ocorrendo dentro das instalações funerárias dos reis do Egito”. Esta conclusão baseia-se no fato de que arqueólogos encontraram evidências mostrando o uso de cerveja nos ritos sacrificiais dos antigos egípcios.

Fábrica de cerveja de 5.000 anos descoberta em Abydos, Egito. Agence France Presse/Ministério egípcio de Antiguidades

A cervejaria provavelmente remonta à era do rei Narmer, disse o secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, Mostafa Waziry, acrescentando que acreditava que o achado era “a mais antiga cervejaria de alta produção do mundo”.

No entanto, acredita-se que a evidência mais antiga de cerveja seja uma tabuinha suméria de 6.000 anos, mostrando pessoas bebendo uma bebida com canudos de junco em uma tigela comunal. Na Mesopotâmia (antigo Iraque), há evidências iniciais de cerveja na forma de um poema sumério de 3.900 anos em homenagem a Ninkasi, a deusa padroeira da cerveja, que contém a receita de cerveja mais antiga sobrevivente, descrevendo a produção de cerveja a partir da cevada via pão.

Arqueólogos desenterraram vasos de cerâmica de 3400 aC ainda pegajosos com resíduos de cerveja, e o “Hino a Ninkasi” de 1800 aC – uma ode à deusa suméria da cerveja – descreve uma receita para uma antiga e amada cerveja feita por sacerdotisas femininas.

Na antiga Mesopotâmia, as tabuletas de argila indicam que a maioria dos cervejeiros provavelmente eram mulheres, e que a fabricação de cerveja era uma ocupação bastante respeitada na época. A bebida fermentada de cereais apreciada pelos sumérios, a chamada cerveja suméria, pode ter sido sem álcool.

Os tabletes de Ebla, descobertos em 1974 em  Ebla, na Síria, mostram que a cerveja era produzida na cidade em 2500 aC. Os primeiros traços da cerveja e do processo de fabricação da cerveja também foram encontrados na antiga Babilônia. Os antigos babilônios, descendentes do povo sumério, fermentavam pelo menos 20 variedades diferentes de cerveja  em 2.000 aC. Em 2100 aC, o rei babilônico Hammurabi incluiu regulamentos que regem os donos de tavernas em  seu código de leis  para o reino.

Obviamente, as cervejas também eram naturalmente usadas para festejar. Elas eram classificadas de acordo com o seu teor alcoólico e sabor, com a cerveja média tendo um teor de álcool de 3-4%, enquanto a cerveja usada em festas religiosas ou cerimônias especiais apresentava um teor alcoólico maior e era considerada de “melhor qualidade”. Durante os festivais de Bast, os povos de Sekhmet e Hathor ficavam muito bêbados. Beber cerveja fazia parte da adoração dessas deusas egípcias e oferecê-la aos deuses também era comum no Antigo Egito. Os egípcios amavam tanto a cerveja que havia até mesmo um festival inteiro dedicado a isso, cujo nome significava algo como “Festival da Embriaguez”.

Curiosamente, cervejas também eram usadas como pagamento de mão de obra. Há evidências de que alguns trabalhadores chegaram a receber cerveja como parte de seu salário diário. Uma tábua de pedra cuneiforme de aproximadamente 5.000 anos, em posse do Museu Britânico em Londres, mostra como os trabalhadores recebiam suas rações diárias em ouro líquido. Fatos Curiosos

A tabuinha foi feita por volta de 3.100 a 3.000 aC. , escavado em Uruk , uma antiga cidade da Suméria e posteriormente da Babilônia, situada a leste do atual leito do rio Eufrates, retrata uma cabeça humana comendo de uma tigela, significando ‘ração’, e um recipiente cônico, significando ‘cerveja. Sem dúvida, existem várias razões pelas quais a cerveja era tão popular na Mesopotâmia. A bebida era mais segura e mais saborosa do que a água.

No antigo Egito, os trabalhadores frequentemente recebiam salários em  cerveja  e outros suprimentos, e os trabalhadores que moravam na vila de trabalhadores em Gizé recebiam cerveja três vezes ao dia como parte de suas rações. Uma ração diária pode ser de quatro a cinco litros de cerveja.

Existem também registros do poeta e “Pai da literatura inglesa” Geoffrey Chaucher recebendo um salário anual de 252 galões de vinho de Ricardo II.

O recebimento de salários na forma de álcool já aconteceu em várias ocasiões ao longo da história, e a tendência ainda é praticada por algumas empresas modernas.

Além disso, essa bebida era usada como remédio, onde se dizia tratar doenças do estômago, tosse e constipação. De fato, arqueólogos chegaram a encontrar mais de 100 receitas medicinais do Antigo Egito usando cerveja como ingrediente. Vale destacar que é geralmente aceito pelos historiadores que a cerveja era muito mais segura para beber do que as próprias águas de fontes duvidosas da época, o que fazia com que ela se tornasse parte da dieta diária dos povos de classes mais baixas. Para se ter uma ideia, existiam cervejas de baixo teor alcoólico que eram consumidas durante todo o dia, já que tinham um alto valor nutricional e um sabor adocicado.

Mas as principais diferenças eram os ingredientes. Por exemplo, o teor alcoólico da bebida era quase nulo, seu cheiro era forte e sua cor escura.

Embora os processos de fabricação de cervejas tenham permanecido relativamente os mesmos ao longo dos séculos, as receitas mudaram um pouco. No antigo Egito, eles ainda não haviam descoberto lúpulo e por isso a bebida era feita ao mergulhar pães cozidos em água, colocando-os posteriormente em frascos aquecidos para iniciar o processo de fermentação. Outras receitas incluíam cevada e trigo que também eram deixados para fermentar em jarras aquecidas. Os antigos egípcios adicionavam tâmaras e ervas para acrescentar doçura e profundidade ao sabor. Também havia uma hierarquia quando se tratava de qual cerveja estava disponível para beber. Dessa forma, a monarquia recebia a melhor disponível, enquanto os outros eram livres para preparar a sua própria bebida, poupando as mais fortes para se embebedarem em festas especiais. O curioso disso tudo é que o processo original de deixar os grãos fermentarem na água é tão simples e tão eficaz que as cervejarias de hoje utilizam métodos semelhantes, apesar de todas as tecnologias do mundo moderno.

Hoje em dia a produção da cerveja é feita com todo o cuidado, mas antigamente ela não era devidamente produzida, ou seja, era possível encontrar algum tipo de contaminação e é por esse motivo que a bebida deixou muitas pessoas doentes.

Esses casos de doenças cresceram tanto, que durante o Império Mesopotâmico foi criado o Código de Hamurabi, um dos códigos jurídicos escritos mais antigos do mundo. Em uma parte desse código, dizia que se uma pessoa vendesse cerveja estragada, receberia uma pena de morte por afogamento.

Existem diferentes leis sobre a comercialização, fabricação e o consumo da cerveja. Esse código até estabelecia a ração diária de cerveja que o povo da Babilônia deveria receber. Os trabalhadores deveriam ganhar 2 litros, os funcionários públicos 3. Já para os administradores e sacerdote, um total de 5 litros deveria ser adquirido.

Alguns povos que vivem próximo do Nilo conseguem até os dias de hoje fabricar cervejas parecidas com as da era dos faraós.

No Brasil, as primeiras cervejarias surgiram com a chegada de Maurício de Nassau, em 1637. O cervejeiro Dirck Dicx veio na mesma viagem de Nassau e montou uma pequena cervejaria em outubro de 1640 em uma residência chamada “La Fontaine”.

Mas foi só em 1808 que a comercialização realmente começou, com a família real portuguesa. Alguns anos mais tarde, em 1836, começaram a surgir até propagandas e a primeira notícia de fabricação de cerveja no Brasil foi publicada no Jornal do Commercio do Rio de Janeiro, da Cervejaria Brazileira.

Cerze-se: Cerveja Amanteigada de “Harry Potter “, Refrigerante, cerveja e a glicose, A tristeza ou a ignorância?!?, Beer, what’s?, Somos Toscos Iguais, Evoluimos?, Hojis é Sextis

Dia mundial da Saúde?!?

Em 1946, a Organização Mundial de Saúde aprovou um conceito que visava ampliar a visão do mundo a respeito do que seria estar saudável. Ficou definido então que “a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”. Não-Me-Toque/RS

Você pode adotar outras maneiras mais simples ainda para favorecer sua saúde. Veja:

  • Programe o fim de semana: De acordo com a pesquisa, projetar algo bom provoca mudanças no cérebro, além da pessoa ter a velocidade dos batimentos cardíacos e a pressão sanguínea diminuídas;
  • Fuja um pouco da rotina. Entre tantos afazeres, tente quebrar a rotina, faça uma caminhada, visite um amigo, brinque com as crianças, sente em um lugar para observar a natureza. Estudos indicam que isso diminui o estresse e pode prevenir problemas cardíacos;
  • Dispense tempo às amizades. Pessoas solitárias são mais propensas a desenvolver problemas de saúde relacionados ao estresse, como hipertensão e doenças cardíacas;
  • Atente-se para sua alimentação. Coma devagar, varie sempre os alimentos e evite o sal, já que ele faz a pressão aumentar;
  • Durma o suficiente. O sono é uma necessidade básica, como se alimentar e beber água. As pessoas que dormem um tempo inferior àquele que é necessário ganham peso com maior facilidade e podem desenvolver diabetes e depressão.

Saúdeze-se: Dia Mundial da Saúde, Dia Mundial da Saúde Mental, Dia do trabalho, e a saúde?, Saúde nossa de cada dia!

Criar abelhas em casa pode ser “tiro no pé” para conservação da espécie

As notícias sobre o declínio populacional das abelhas vem causando reações de quem gostaria de ajudar na conservação, passando a criar abelhas em casa, na maioria dos casos, de espécies sem ferrão. Marco Britto – Um Só Planeta

Na Austrália, houve um salto de 5 mil novos criadores em cinco anos, relata o jornal The Guardian. Um número que começa a preocupar pesquisadores e profissionais ligados à apicultura.

A criação de abelhas sem ferrão, entre outras, pode causar um choque entre espécies e prejudicar as abelhas locais. Apesar da boa vontade, apicultores amadores podem estar ajudando a desequilibrar as populações de abelhas que tanto estimam.

No Brasil o tema desperta atenção também, com artigos científicos alertando para o impacto de abelhas “estrangeiras” inseridas em novas regiões.

Ao mesmo tempo que espécies amazônicas são criadas e solicitadas em regiões do Centro-Oeste e do Sudeste, nessas mesmas localidades uma espécie como a uruçu-amarela (Melipona rufiventris) está na lista vermelha da fauna ameaçada de extinção, alerta a pesquisadora Betina Blocktein em análise sobre artigo publicado por ela e colegas brasileiros no Journal of Applied Ecology, da Sociedade Britânica de Ecologia.

Entre apicultores australianos a preocupação é precisamente a mesma. Tony Wilsmore, especializado em instalar colmeias urbanas nos subúrbios de Melbourne, afirma ao Guardian que, ao receber telefonemas de novos clientes, a primeira coisa que faz “é tentar convencê-los de que não devem criar abelhas”.

“Acho que as pessoas são compelidas a manter uma colmeia porque fundamentalmente querem ajudar as abelhas. E minha mensagem geralmente é que o primeiro passo para ajudar as abelhas é plantar flores”, afirma Fiona Chambers, CEO da Wheen Bee Foundation, uma instituição sem fins lucrativos para conservação das abelhas na Austrália.

A diminuição de territórios verdes nas cidades, e a pouca oferta de flores para fornecer a matéria-prima para as abelhas, causa uma competição entre as recém-chegadas, muitas vezes espécies de outro tipo de habitat, e as abelhas silvestres locais.

“Antes de as pessoas terem uma colmeia de abelhas, elas precisam pensar muito seriamente: Tenho flores suficientes, e não apenas na primavera, mas há flores suficientes ao longo do ano para sustentar as abelhas?”, coloca Chambers.

Pesquisadores brasileiros alertaram, em estudo publicado em 2021, que o comércio de abelhas sem ferrão tomou escala nacional e merece mais atenção em relação ao seu possível impacto.

“Tais encontros entre abelhas nativas e exóticas podem representar ainda maior risco pela transferência de novos patógenos e parasitas”, coloca Betina, que defende a comercialização de abelhas apenas nas regiões de origem, para evitar essa sobreposição.

Beeze-se: Corredores ecológicos urbanos & Brent’s Bee Corridor, Abelhas nos telhados de Paris, Não Podíamos Ter Figos Sem Vespas., Abelha, o ser humano mais importante do planeta, O mel do passado, Drone inseto

🏹 Garanta já sua vaga para o Acampamento Terra Livre 2022 🏹

Le Congrès brésilien accélère un projet de loi génocidaire sur le “paquet de la mort”, PL191, afin d’ouvrir les terres autochtones à l’exploitation minière – une activité interdite par la Constitution.Selon les dirigeants autochtones, «Cela détruira notre forêt et contaminera les animaux et les poissons, ainsi que notre sol et nos eaux sacrés.» Les peuples autochtones ont manifesté devant le STF (Cour Suprême Fédérale) de Brasilia appelant les législateurs : «Ne légalisez pas le vol de nos terres et la mort de nos enfants !» Barbara Crane Navarro in: Tiny Life

🏹 Acampamento Terra Livre 2022 🏹

Esse ano o ATL retoma suas atividades presenciais em Brasília, entre os dias 4 e 14 de abril, com o tema: Retomando o Brasil: demarcar territórios e aldear a política. Existe Guarani em SP

Preenchendo o formulário abaixo você garante sua vaga no busão que sairá da Barra Funda, dia 10/04 de manhã e volta 15/04.

No formulário de inscrição tem mais informações!

Formulário: http://soniaguajajara.com.br/atl-2022/

Nos vemos na luta! ✊🏼

Acampamento Terra Livre, ano de 2021, segunda edição virtual. Demarcando as telas e lutando por direitos.

Após o pior março das nossas vidas, traremos o abril de maior mobilização das nossas lutas! Vimos mais de 1000 dos nossos caírem para a pandemia da covid-19, e sentimos a dor da perda de nossos velhos. Mas nós, povos indígenas, também temos ao nosso lado a força dos ancestrais. Há dezessete anos realizamos o Acampamento Terra Livre, e no ano de 2021 realiamos a nossa segunda edição virtual. Demarcando as telas e lutando por direitos entre os dias 5 e 30 de abril.

O abril indígena é uma das principais referências de mobilização popular nos tempos democráticos. Somos a maior mobilização do movimento indígena, que tradicionalmente ocupa Brasília para reivindicar nossos direitos garantidos na Constituição de 1988. Em 2020, fomos o primeiro grande movimento a realizar uma programação inteira virtualmente no contexto da pandemia de covid-19. Continuaremos a ser a vanguarda dos movimentos sociais no combate à agenda de morte do atual governo.

J

Ao longo do penúltimo ano nos unimos a especialistas, pesquisadores e profissionais das mais diversas áreas, mas sobretudo, voltamos a nossas aldeias, a nossas terras, e falamos com os ancestrais, para discutir propostas, buscar soluções e cobrar ações. Em um mundo doente e enfrentando um projeto de morte, nossa luta ainda é pela vida.

Acompanhe nossas transmissões e a programação nas redes da Apib.

@lutaparquejaragua

Instagram: (www.instagram.com/lutaparquejaragua)

Outras lutas: Maior encontro dos povos indígenas do Brasil on-line!!URGENTE!! Votação do PL #CinturãoVerdeGuaraniOs Guarani convocam povo de SP para proteger Terra Indígena Jaraguá, Cartilhas de agroecologia, saberes técnicos e tradicionais

O pai que deu maconha pro filho!?!

WeCann Summit – 21 a 24 de março. WeCann Academy

A WeCann Academy é uma comunidade global e um centro de formação em Medicina Endocanabinoide, que reúne especialistas de relevância nacional e internacional unindo de forma altamente qualificada conhecimento científico e experiência prática.

O objetivo é construir uma comunidade atuante a partir da troca de experiências que promovem novas possibilidades na Medicina, com formas seguras, eficazes e acessíveis de tratamentos baseados no Sistema Endocanabinoide, que visam minimizar o sofrimento de pacientes portadores de doenças crônicas e incapacitantes e promover bem-estar em larga escala.

Esse sistema, presente em todos os animais vertebrados há centenas de milhares de anos, apresenta papel regulatório vital em praticamente todos os processos fiosiológicos e patológicos dos seres humanos.

Estamos apenas no início dessa jornada, mas as evidências científicas e a robustez dos resultados observados diariamente na qualidade de vida de milhares de pacientes comprovam o potencial disruptivo dessa ferramenta terapêutica.

Embora o canabidiol (CBD) e o tetra-hidrocanabinol (THC) sejam os fitocanabinoides mais conhecidos e explorados até o momento, já sabemos que existem cerca de 150 canabinoides entre os mais de 550 compostos químicos da planta Cannabis.

O Sistema Endocanabinoide (SEC) está envolvido em praticamente todos os nossos processos fisiológicos e patológicos, através de um conjunto de receptores, ligantes e enzimas que atuam como sinalizadores entre as células. A função primordial desse sistema é restaurar a estabilidade das funções fisiológicas, de modo a (re)estabelecer a homesostase do organismo.

Trata-se, portanto, de um sistema vital  para a nossa saúde, pois qualquer desequilíbrio no Sistema Endocanabinoide pode ser decisivo para o desenvolvimento e/ou progressão de doenças. A interação dos receptores endocanabinoides com seus principais ligantes regula e modula uma série de funções, como a função cardiovascular e gastrointestinal, as respostas imunológicas e inflamatórias, além dos processos de aprendizagemmemória e regulação das emoções.

As substâncias canabinoides podem ser produzidas pelo nosso próprio organismo – por isso, são chamadas de endocanabinoides ou canabinoides endógenos – ou podem ser encontradas na planta Cannabis – sendo chamadas de fitocanabinoides ou canabinoides exógenos.

Assim como a diversidade de canabinoides é grande, também é ampla a gama de situações para as quais essas substâncias podem ser medicinalmente úteis. Alguns exemplos incluem dores crônicas, transtornos neurológicos e doenças psiquiátricas. Além disso, a Cannabis pode ser um valioso adjuvante no tratamento do câncer

O receio no uso medicinal do THC está frequentemente associado ao seu potencial psicotrópico, que pode culminar em psicotoxicidade. No entanto, em contextos prescritivos assertivos, reações psicotóxicas decorrentes do uso dessa substância são raras e adequadamente manejáveis. Além disso, é importante ressaltar que o THC apresenta importantes atributos terapêuticos, inclusive quando comparados a outros fitocanabinoides, como o próprio CBD.

Houve respostas positivas no tratamento de:

  • cervicalgia (37,0%);
  • dores irradiadas para membros inferiores (35,2%);
  • dores irradiadas para irradiadas para membros superiores (9,3%)

Outros pontos favoráveis do uso do CBD nesses pacientes incluem:

  • melhora de quadros de insônia (25,9%)
  • redução da ansiedade (20,4%);
  • melhora global do humor (18,5%).

A maioria das pesquisas científicas sobre Cannabis medicinal têm o CBD e o THC como protagonistas. Contudo, existem numerosos estudos que investigam as propriedades terapêuticas de outros canabinoides. Um exemplo é esta pesquisa que sugere o potencial do Canabinol (CBN) em quadros de dor muscular crônica, como nos transtornos temporomandibulares e na fibromialgia.

Outro exemplo de canabinoide que pode ter utilidade na prática clínica é a tetra-hidrocanabivarina (THCV), como mostra esta pesquisa que investiga os benefícios da substância no controle da discinesia induzida por levodopa na doença de Parkinson.

canabigerol (CBG), por sua vez, vem chamando a atenção da comunidade científica por seu suposto potencial antineoplásico. Esta pesquisa, por exemplo, avaliou a relação entre o uso de CBG e a redução na progressão do glioblastoma, o câncer cerebral primário mais agressivo.

ácido canabidiólico (CBDA) – CBD em sua forma ácida – também reúne interessantes propriedades terapêuticas. Uma das mais conhecidas é seu potencial para inibir náuseas e vômitos. É o que revela esta pesquisa, comparando o uso de CBD e CBDA para este fim. O CBDA, além de demonstrar maior potência no combate aos vômitos, demonstrou também, ser uma alternativa viável no manejo de náuseas antecipatórias, para as quais ainda não existe terapia específica.

Outro fitocanabinoide em pesquisas é o ácido tetra-hidrocanabinólico (THCA) – THC em sua forma ácida. Ao contrário do THC, esse canabinoide não apresenta efeitos psicoativos importantes, sendo, portanto, uma opção de relevante perfil de segurança.

Entre as propriedades já evidenciadas, destaca-se o que releva esta pesquisa sobre como o THCA pode melhorar substancialmente os sintomas da síndrome metabólica associada à obesidade e inflamação, prevenindo a esteatose hepática, adipogênese e a infiltração de macrófagos nos tecidos adiposos.

Outros canabinoides, como o canabicromeno (CBC) e o a canabidivarina (CBDV), também são alvos de pesquisas científicas. Acredita-se que o primeiro é capaz de aumentar os níveis dos endocanabinoides naturais do organismo, como a anandamida, relacionada às sensações de bem-estar e felicidade.

Já a forma varínica do CBD, o CBDV, apresenta propriedades bem próximas do CBD e mostra-se potencialmente útil no controle de sintomas neurocomportamentais. É o que releva este estudo  que investigou o uso do CBDV na Síndrome de Rett, tanto para tratar as crises convulsivas, quanto para resgatar a performance de memória prejudicada pela doença.

A recente descoberta dos heptilfitocanabinoides canabidiforol (CBDP) e Δ9-tetrahidrocanabiforol (Δ9-THCP) acrescentou ao debate uma série de questões relacionadas à abundância desses novos compostos desconhecidos na Cannabis e suas potencialidades medicinais, como mostra esta pesquisa que investigou a presença desses compostos em 49 amostras da planta, representando quatro quimiovariantes diferentes.

Convém pontuar ainda, as recentes discussões acerca dos canabinoides sintéticos (SCs), tendo em vista que muitas dessas substâncias também são alvos de pesquisas científicas. Um exemplo é esta revisão bibliográfica que investiga o potencial terapêutico de SCs e os eventuais efeitos adversos observados. Neste e em outros estudos, os efeitos adversos foram considerados mais intensos no uso dos canabinoides sintéticos em comparação ao uso dos canabinoides naturais da planta.

É fundamental ressaltar que uma prática prescritiva assertiva é determinante para alcançar bons resultados, isso significa que é necessário basear a terapêutica com medicamentos à base de cannabis nas particularidades de cada quadro clínico e no contexto de cada paciente.

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DIA MUNDIAL DA ÁGUA

A conscientização sobre a urgência da economia deste recurso natural e como utilizado com cuidado é uma das principais metas do Dia da Água. saae bandeirantes A água limpa e potável é um direito. Mesmo o planeta Terra sendo constituído aproximadamente 70% de água, apenas 0,7% de toda a água do mundo é potável, ou […]

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