O segredo da MERITOCRACIA

O segredo da MERITOCRACIA

O segredo do sucesso, o caminho da vitória e a fórmula para se ter uma vida boa parecem promessas bem sedutoras e muito atraentes. Mas o que é vencer na vida? Existe um calculo matemático onde podemos seguir uma fórmula e assim alcançar o sucesso? Como podemos calcular as chances de sucesso e como essa conta não é tão exata?

Cataki, o “Tinder da reciclagem”

Os catadores recolhem cerca de 90% de tudo o que é reciclado no Brasil. Os trabalhadores autônomos são a base da pirâmide de um setor não regulamentado e não reconhecido. Cataki

No Brasil, são 800 mil catadores. Em Cataki, apenas 1.400 estão cadastrados. Ainda temos muito trabalho a fazer.

Um aplicativo chamado Cataki, disponível para Android e iOS, foi reconhecido com o prêmio de inovação do fórum Netexplo, que é concedido anualmente para projetos de tecnologia com maior impacto social e nos negócios.

Como a ferramenta é destinada a uma população vulnerável, ela não requer que os catadores tenham um smartphone sempre consigo. O usuário procura uma pessoa nas proximidades para fazer o descarte de determinado material e, quando encontra alguém, acessa os contatos do catador para fazer uma ligação. tecmundo

E você pode ajudar a ampliar esta rede. Catador, catadora, se cadastrem.

Voluntário, voluntário, inscreva-se no catador de sua rua. Aquela mulher da cooperativa, aquele homem que puxa carroça … fala com eles!

Nesse contato inicial, data e hora do serviço são agendados, e os catadores combinam com seus clientes o preço adequado para a realização do transporte do material.

Os idealizadores do app arrecadaram R$ 160 mil para desenvolver a ferramenta e inscreveram seu projeto no prêmio de inovações tecnológicas do Netexplo, um observatório independente de estudos sobre o impacto de tecnologias na sociedade e nos negócios, parceiro da Unesco. Segundo a Deutsche Welle, mais de dois mil projetos de várias partes do mundo foram avaliados pela comissão do Netexplo, e o Cataki foi o vencedor.

Cataki é um processo aberto, sem fins lucrativos e colaborativo.  Nós precisamos da sua ajuda. Você pode:

  • Registre colecionadores
  • Escritório
  • Arrecadar fundos
  • Desenvolver (nodeJS, React, HTML, CSS)
  • Design e comunicação
  • Outro trabalho voluntário

Catakize-se: Contrapropaganda sobre a Cannabis, Sexo seguro!, 69 com moral da história., CATAKI, Coleta Seletiva e Reciclagem em condomínios, Reciclagem, flores e pneus, Como a Suécia consegue reciclar 99% do lixo que produz?

Truques simples e originais para o ajudar no jardim

Estes simples truques e ideias para o jardim vão ajuda-lo, faz bem também para a cabeça: relaxa a mente e promove o bom humor. Além disso, para dedicar-se a jardinagem não é necessariamente preciso ter um jardim, basta ter uma bela varanda em casa. Neste artigo vamos mostrar alguns truques que vão te ajudar a ter um cantinho verde perfeito. 1001 ideias

Confere abaixo:

1. Plante as sementes equidistantes usando uma forma para muffin.

2. Faça um caminho com garrafas de vidro.

3. Utilize o escorredor de massa como floreira suspensa.

4. Esmague colheres velhas até que fiquem planas.

Decore-as e use o nome das plantas que plantou.

Ou use talheres de plástico.

5. Tire a parte de cima de uma lata.

Pinte com um spray…

E use para colocar ervas aromáticas.

6. Use uma garrafa de vinho para irrigar as plantas: encha de água e enterre.

7. Pode usar uma velha pia para decorar o jardim.

Para deixar os animais longe das plantas, use garfos de plástico.

Espalhe cascas de bananas no terreno, ao se decomporem elas vão deixar cálcio, magnésio e muitos outros nutrientes.

A mesma coisa para os restos de café que são fertilizantes naturais.

E as cascas de ovo que devem ser enterradas depois de secarem durante três dias.

10. Um escorredor de massa com filtros de café é uma solução para reter a humidade.

11. Aproveitando esta ideia até quem mora num apartamento pode ter um cantinho verde.

image: 11eureka.blogspot.com

Clique neste link acima e veja como fazer isto!

Tem também aqui um video com mais dicas para o jardim:

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=u31l960Ggx0%5B/embedyt%5D

Dicaze-se: Ergonomia no home office: 6 dicas para sua saúde, Saúde financeira: 5 dicas para equilibrar as finanças, Corona Vírus, dicas., 5 dicas para ajudar um autista, Dicas para fugir do hábito de reclamar, Dicas de uma árvore

Vídeo simula ação de robô-soldado

Em função disso, a ‘Corridor Digital’, estúdio de produção de Los Angeles especializado em efeitos visuais, fez uma montagem impressionante simulando a ação de um robô-soldado, desenvolvido com inteligência artificial do Pentágono, em um cenário de batalha fictício com soldados humanos. Apesar de se tratar de uma brincadeira cheia de efeitos especiais, nos dá a entender que, em breve, a intervenção humana em conflitos de guerra se tornará completamente desnecessária. Matheus Luque

Só no ano de 2019, diversos projetos envolvendo diferentes robôs entraram em ação, como o robô pizzaiolo, o robô cozinheiro e o robô carregador.

Runzer-se: Robôs do Face criam língua própria – mas calma, não é a revolução das máquinas, Como Fazer um Robô, A evolução dos robôs., Robô em busca de liberdade, Nikola Tesla

GURGEL MOTORES: O LEGADO

GURGEL MOTORES: O LEGADO – Canal Flashback, com Carlos Bighetti

Em setembro de 2019, a Gurgel Motores completaria 50 anos de fundação! Uma história construída com estudo, trabalho duro, talento e persistência, além de muito dinheiro e teimosia, por João do Amaral Gurgel, um brasileiro de valor.

Ele tinha espírito empreendedor e era um visionário: antecipou em décadas os conceitos de carro elétrico, hoje festejado pelos seguidores da Tesla, de Elon Musk; do carro ultra compacto Smart e até de algo mais cosmético, como o estilo “cross” ou “adventure”, de veículos para uso na cidade e fora da estrada. Da prancheta do Gurgel, saíram dezenas e mais dezenas de projetos de tudo quanto é tipo de carro. São tantos que não consegui colocar todos nessa reportagem especial de 52 minutos: acabou virando um documentário.

O Canal Flashback apresenta uma bela seleção, com representantes de todas as famílias e estilos de veículos produzidos por ele, graças aos novos amigos colecionadores do Gurgel Clube de São Paulo e do grupo X-15 & Cia., do Facebook e do WhatsApp, ainda tem imagens raríssimas dos arquivos da fábrica de Rio Claro, resgatadas por arqueólogos urbanos como Leandro Basso e Felipe Olivani, que foram essenciais para a realização deste trabalho.

Moplast, kart, minicarros, Macan, Gurgel, 1200, Ipanema, Enseada, Augusta, Xavante, X-10, X-12, Itaipu, Transa, X-15, Jipão, X-20, G-15, E-400, E-500, GTA: Gran Turismo Articulado, XEF, Carajás, Cena, BR-800, Furgão, Tocantins, Motomachine, Supermini, Delta.

Gurzel-se: Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro, Conversão de veículos elétricos, Usina Solar no Brazil. Aluga-se!, Índio? No Brazil? Nunca existiu?!?, Copaíba do Brazil!?!, eTruck

Plantez des arbres avec le moteur de recherche Ecosia

Ecosia est un moteur de recherche gratuit alternatif à Google et est également écologique. Pourquoi ne pas continuer à faire vos recherches tout en plantant des arbres par la même occasion ? Les Jumelles

Le principal objectif d’Ecosia est de planter des jeunes arbres. Le saviez-vous ? Lorsque vous utilisez le moteur de recherche Ecosia, les revenus provenant de publicités et des recherches sont investis dans une bonne cause.

Le moteur de recherche Ecosia a été fondé en 2009 par l’allemand Christian Kroll. Le moteur de recherche Ecosia (optimisé par Bing de Microsoft) réinvestit 80% de ses bénéfices dans la plantation d’arbres. En effet, chez Ecosia, faire 45 recherches permet de planter un arbre.

Depuis sa création en 2009, Ecosia s’est investi à ce jour dans 17 pays, notamment au Brésil, au Pérou, au Canada, au Sénégal, au Ghana, en Tanzanie, à Madagascar et au Maroc. Ces projets sont d’ailleurs très nombreux.

Christian Kroll (fondateur d’Ecosia), explique que planter des arbres est l’une des façons les plus efficaces pour éliminer le dioxyde de carbone dans l’atmosphère. Mais tout le monde n’en est pas conscient.

En allant sur le lien des rapports financiers, vous pourrez faire bouger le cercle et comprendre le fonctionnement.

Vous voulez installer Ecosia sur votre ordinateur ? ou sur votre téléphone ?

Il suffit d’ajouter une extension à Google. C’est très rapide et cela se fait sur le site d’Ecosia. Pour mettre Ecosia sur votre téléphone, vous n’avez qu’à télécharger l’application pour commencer vos recherches. 

Planteze-se: As MELHORES PLANTAS pra HORTA, São Paulo ganha escola de hortas para pessoas em situação de rua, Embrapa Live, Prefeitura e Segurança alimentar, Plantas Que Espantam Insetos, “A MÃE DO BRASIL É INDÍGENA”, Eu voto em você!?!

Dia Mundial das Abelhas

No dia 20 de maio celebra-se o Dia Mundial das Abelhas. Essenciais para a produção de alimentos, estes agentes polinizadores estão morrendo pela aplicação de agrotóxicos nos cultivos e pela perda de habitat natural. Entre os esforços para reverter o declínio das abelhas, há grupos que incentivam a criação de abelhas sem ferrão. Marcia Sousa

O projeto “beehome” da empresa sueca Ikea, cria casinhas de madeira para abelhas, esta dividido em três etapas. A primeira delas é escolher o design que deseja tendo como base parâmetros predefinidos. Você pode selecionar altura, quantidade de andares e qual será a base da casa – isso muda conforme onde pretende instalá-la – telhado ou quintal, por exemplo. CicloVivo

Em seguida, poderá fazer o download do design instantaneamente e de graça. Depois basta procurar um marceneiro para fazer os cortes ou, se tiver habilidades manuais, fazer você mesmo.

O último passo é plantar flores ao redor da “residência” para atrair as abelhas.

O projeto, que tem código aberto, foi criado pelo SPACE10 – centro de inovação externo da IKea – em parceria com o estúdio Bakken & Bæck e a designer Tanita Klein.

Veja aqui como fazer sua casinha para abelhas.

Beezze-se: Corredores ecológicos urbanos & Brent’s Bee Corridor, The Bee Is The Most Important Of The Planet, As abelhas-azuis, Manual de Apicultura em Pequena Escala

Prefeitura e Segurança alimentar

O objetivo da prefeitura de Victória, no Canadá, é garantir a segurança alimentar das pessoas em um período de dificuldades econômicas e instabilidade. CicloVivo

Victória é uma cidade canadense famosa por seus jardins de flores. O clima favorece o cultivo de diferentes tipos de flores e a cidade é conhecida como a capital florida do Canadá, ou a “cidade jardim”. Natasha Olsen

Esta é a primeira vez, desde a II Guerra Mundial, que a prefeitura foca seu trabalho em ajudar os cidadãos a produzirem sua própria comida. O objetivo é garantir a segurança alimentar na cidade em um momento em que muitas pessoas estão com problemas econômicos, o valor dos alimentos está subindo nos mercados e alguns estoques de comida estão baixos.

De acordo com o site da prefeitura, a prioridade será dada a quem perdeu o emprego recentemente, população indígena, pessoas com imunidade baixa ou grupos de risco, famílias em situação de vulnerabilidade social e casos especiais que serão avaliados pela administração municipal.

Até o momento, a equipe de jardinagem municipal já disponibilizou 75 mil mudas para doação, num total de 17 espécies de vegetais: brócolis, alface, tomate, pepino, abobrinha, abóbora-menina, repolho, folhas de mostarda, acelga, couve, manjericão e salsa.

Durante a ação, os estudantes que trabalham com voluntários estão fazendo cursos de agricultura e aprendendo sobre as políticas de crédito agrário do país. A agricultura urbana e familiar é muito valorizada e uma série de medidas e protocolos da prefeitura estimula a população a produzir sua própria comida.

A cidade permite, por exemplo, a criação de galinhas e abelhas nos quintais, estimula a criação de hortas comunitárias, pomares, jardins em telhados verdes e tem um programa especial que patrocina o plantio de árvores frutíferas e de castanhas em espaços públicos. A venda de produtos cultivados em casa também é permitida e estimulada como uma ferramenta de melhorar a economia doméstica.

Invista na cannabis ativa

Nos últimos anos, a cannabis tornou-se uma indústria de US $ 9,7 bilhões, e deverá atingir quase US $ 25 bilhões em 2021. Nos EUA, a maconha é legal em oito estados, além do Distrito de Columbia, para uso recreativo, e 29 estados mais DC para uso medicinal. O índice de estoque de cannabis (sim, existe) aumentou 88,8% em 2016 e 91,8% em 2017. The GreenHub

E se é para apoiar a causa, ganhar algum dinheiro ou ambos, muitos de nós agora queremos colocar o nosso dinheiro onde está o mercado mais promissor da atualidade.

Em qualquer mercado que envolva commodities, quem produz a matéria-prima normalmente fica com as menores margens de lucro. Para recuperar o investimento e ganhar algum dinheiro, o agricultor, o pecuarista, o minerador e o pescador precisam produzir e vender grandes volumes. Com a cannabis não é diferente. Nos locais onde é permitido plantá-la, o preço da erva in natura vem caindo consistentemente, principalmente porque a demanda pelo produto legal não acompanha o crescimento da oferta, cada vez maior. Essa foi uma das primeiras lições que aprendi quando comecei a acompanhar esse universo mais de perto. As melhores oportunidades estão nas atividades que agregam valor aos insumos e entregam produtos mais sofisticados aos consumidores: remédios, concentrados, comestíveis, cosméticos etc. Ricardo Amorim

Aqui no Brasil, o plantio de cannabis segue proibido, mas a dinâmica é a mesma. Os negócios mais atrativos para investidores e lucrativos para seus donos estão na indústria, não na agricultura (a afirmação aqui é um tanto óbvia, mas no mundo da cannabis ainda há uma tendência de supervalorização do cultivo). Nesse contexto, avalio como extremamente positivo o anúncio feito pela brasileira Entourage Phytolab na semana passada. A startup de biotecnologia, com sede em Valinhos (SP), desenvolveu uma fórmula que dobra o potencial de absorção do canabidiol (CBD) pelos pacientes. Na prática, significa que o mesmo efeito terapêutico pode ser obtido com metade da dose, tornando o tratamento mais barato e mais eficiente.

A cannabis é, sem dúvida, uma oportunidade de investimento emocionante. Mas, como com qualquer coisa, você deve fazer sua pesquisa primeiro. Certifique-se de examinar completamente todas as empresas em potencial e ficar em cima do que está ocorrendo em termos de legislação. Comece por “paper trading” – escrevendo o que e quando você compraria e venderia.

“A quantidade de informações por aí é esmagadora – como é a quantidade de desinformação”, disse William Petruski, vice-presidente de vendas da Arcview. “Em qualquer estratégia de investimento, a informação é rei. E neste vertical, mais do que qualquer outro”.

Só pra deixar claro e evitar confusão: no Brasil, o porte e a comercialização da maconha é ilegal. Mas isso não te impede de investir lá fora (vou falar mais sobre aqui embaixo). Luis Ottoniseudinheiro

Aliás, até 2022, a expectativa é que esse mercado movimente US$ 23 bilhões só nos EUA, segundo estima a “Arcview Market Research”. No mundo, o valor deve chegar aos US$ 57 bilhões em 2027, segundo a “Forbes”. As razões que devem levar a esse “boom” estão ligadas a uma tendência na flexibilização das regulamentações, tornando esse mercado mais comum e promissor.

O setor funciona da seguinte forma:

  • Plantadores: Essas empresas, como é o caso da Canopy Growth, cultivam a maconha geralmente em estufas, colhem e distribuem os produtos aos consumidores finais.
  • Empresas de biotecnologia – Focam no desenvolvimento de drogas que têm como base a cannabis. Esse é o caso da GW Pharmaceuticals, por exemplo.
  • Fornecedores de produtos e serviços – Essas empresas fornecem equipamentos aos plantadores que facilitam no processo de desenvolvimento dos produtos e na experiência do usuário. Esse é o caso da empresa Scotts Miracle -Gro, por exemplo.

Já para a especialista em direito e processo penal, Anna Julia Menezes, da Vilela, Silva Gomes & Miranda Advogados, o investidor deve ficar atento aos riscos desse tipo de aplicação. “Se algo der errado, você não terá a ajuda da CVM, já que a aplicação foi feita sobre regra de outro país”, explica. 

Portanto, além de monitorar o desempenho das empresas que pretende aplicar, é necessário ficar de olho na legislação do país (e no caso dos EUA, no estado) em que a empresa possui sede.

Comoditize-se : Vende-se Maconha, Fibra de “maconha” na produção têxtil, Produtos para Consumo de Maconha, Como enriquecer e educar licitamente falando!?!, Cachimbo da Paz, VIDACELL®

eTruck

O E-Delivery é o primeiro caminhão 100% elétrico desenvolvido no Brasil. O exemplar mostrado aqui ainda é uma versão experimental derivada da linha Delivery, que a VW lançou em 2018. Paulo Campo Grande

A expectativa é de que ele chegue ao mercado no final de 2020. A VW ainda não fala quanto ele custará, mas será mais caro que a versão diesel, com preço sugerido de R$ 150.700.

O protótipo roda entre 50 e 100 km por dia. Ele sai da central de distribuição da Ambev, que fica no bairro da Mooca, na zona leste, carregado de bebida e eletricidade e volta com baú e baterias vazios.

A recarga das baterias é feita à noite, quando o consumo de eletricidade diminui e as tarifas são menores. E o carregamento das bebidas ocorre de madrugada.

O primeiro caminhão 100% elétrico da Scania está disponível com baterias de 165 ou 300 kilowatt hora(kWh). O veículo também conta com motor elétrico de 230 kilowatt (kW) que entrega 310 cavalos e torque de 2.200 Nm. tecmundo

Segundo a empresa, o modelo com 165 kWh utiliza cinco baterias, enquanto a versão de 300 kWh traz nove unidades de alimentação. O modelo mais potente da nova linha traz autonomia de até 250 km com apenas uma carga.

Os veículos serão vendidos com cabines das séries L e P, e podem ser adaptados não apenas para carga de produtos, mas também transporte com temperatura controlada e até para obras.

Algumas marcas, como a japonesa Toyota, acreditam mais no caminho dos elétricos a pilha/célula de combustível, que usam o hidrogênio como um meio de armazenamento –  para depois gerar a eletricidade a partir de sua eletrólise, emitindo só vapor d’água.

Além de usarem baterias muito menores, ainda evitam a recarga, que é substituída por um rápido abastecimento.

Outras, como a norte-americana Tesla, acreditam totalmente no caminho atual, dos elétricos a bateria. Mas essas baterias dependem muito de elementos químicos encontrados em regiões limitadas da superfície terrestre. Elon Musk chegou a sugerir uma invasão da Bolívia, rica deste elemento, e o dono da Tesla, inclusive, ridiculariza a rival Nicola, que aposta nas células de combustível (não só ela; indústrias do segmento têm se valorizado muito recentemente).

A ofensiva elétrica da JAC do Brasil anunciada pelo seu presidente, Sérgio Habib, à imprensa brasileira em Xangai já começou.

Além do iEV40, que segue em pré-venda por R$ 153.990, a marca começou a oferecer em seus concessionários o caminhão elétrico iET 1200, por R$ 259.900. O utilitário tem PBT de 5,8 toneladas e exige CNH de categoria C.

Segundo a JAC, o alcance do iET 1200 é de 200 km, suficiente apenas para entregas urbanas. No entanto, a marca não revelou uma informação crucial para o segmento: a capacidade de carga.

Uma versão de menor potência (82 cv) do caminhão na China consegue levar modestas 2,6 toneladas. Como referência, o mesmo Delivery 6.160 usado como referência anteriormente leva quase 3,5 toneladas.

Como já sabemos, a corrida pelos carro mais limpo tem vários trajetos possíveis, diferentes e simultâneos. Além dos modos de estocar a energia dos carros elétricos (pilha de combustível, baterias, etc.), – precisamos ter cuidado com como gerar a eletricidade (energia hidrelétrica, eólica, solar, etc.). Este é apenas mais um caminho, em meio a tantas possibilidades. O resultado, e qual vale mais a pena, saberemos daqui a alguns anos. Motorshow

e-truze-se: Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro, Conversão de veículos elétricos, Carro elétrico, 900 km com uma carga, Carro elétrico e a drogar da bateria, Reinventando a roda, Como Tirar Ferrugem com Pilhas, Coca-cola, Maizena, Papel Higiênico e Vinagre!!!

Eu voto em você!?!

O avanço das invasões em terras indígenas, o desmatamento, o assédio a órgãos públicos como a Fundação Nacional do Índio (Funai) por ruralistas como Nabhan Garcia e a crise causada pelo novo coronavírus são alguns dos cenários que preocupam etnias em todo o país.

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) reuniu virtualmente, no dia 11, centenas de pré-candidatos indígenas e apresentou uma plataforma de apoio a candidaturas coordenada pela Mídia Ninja. O objetivo é reunir os pré-candidatos indígenas e de outros setores progressistas e apoiá-los com encontros e cursos de formação em política, ferramentas de comunicação e outras estratégias que auxiliem na construção de campanhas democráticas e diversas.

Nas eleições municipais de 2016, o número de candidatos indígenas correspondia a 0,35% do total, segundo balanço do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dos 496,9 mil candidatos à eleição daquele ano, apenas 1,7 mil eram indígenas.

A participação ativa na política é vista como uma das frentes para impedir novos retrocessos e garantir a defesa dos direitos indígenas. “Via política partidária, a gente tem uma estratégia de defender os nossos direitos que podem ser usurpados e excluídos na calada da noite”, afirma Mário Nicácio Wapichana, que concorre à vice-prefeitura do município de Bonfim, a 126 quilômetros de Boa Vista, capital de Roraima.

Em nota, a organização demonstra preocupação com o assédio de diversos partidos políticos a indígenas e pretende, por meio de reflexões e análises, evitar que possíveis candidatos sejam “vítimas de manobras politiqueiras, enganações e falsas ilusões que em muitos casos se reverteram contra nós”.

A jovem Wapichana, Ariene Susui, de 23 anos, a primeira de oito irmãos da Aldeia Truaru da Cabeceira, em Boa Vista, a concluir o ensino superior, acredita que a política eleitoral é uma das estratégias de barrar o avanço de pautas anti-indígenas nas esferas municipal, estadual e federal. “Vamos lutar com as mesmas armas”, afirma. “Se é o lugar onde as decisões são tomadas, precisamos nos organizar para chegar nesses espaços, especialmente nós, mulheres, indígenas e jovens”.

A ideia coincide com a da indígena Jozileia Daniza Jagso Kaingang, de Florianópolis. Ela se uniu a outras cinco integrantes de movimentos sociais em uma candidatura coletiva para disputar uma vaga na Câmara Municipal.

Formanda em Geografia, Jozileia Kaingang mudou-se da região oeste do estado — berço do povo Kaingang em Santa Catarina — para cursar o mestrado em Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde agora cursa o doutorado. Entre 2016 e 2020, foi coordenadora pedagógica da Licenciatura Intercultural Indígena na mesma universidade.

“Quando se está dentro do espaço de poder, você consegue incidir com os seus pensamentos e conquistar pessoas que eram contrárias ou que não entendiam bem quais eram as pautas de luta dos povos indígenas”.

A parlamentar foi a primeira mulher indígena a ocupar uma cadeira no Congresso e a segunda indígena eleita após o cacique Xavante Mário Juruna, eleito com 31 mil votos pelo PDT do Rio de Janeiro em 1983. Poliana Dallabrida. De Olho nos Ruralistas

A Justiça Eleitoral tem registrado aumento no número de candidaturas indígenas em eleições nacionais. Em 2018, houve um crescimento de 56,47% de candidatos que se declararam índios ou descendentes ao realizarem o pedido de registro de candidatura. Foram 133 concorrentes ao pleito, contra 85 nas Eleições Gerais de 2014. TSE

O número de eleitos também saltou de um deputado estadual, em 2014, para uma deputada federal e um vice-presidente da República, em 2018. O general Hamilton Mourão (PRTB) integrou a chapa eleita para comandar o país, e a advogada Joenia Wapichana (REDE) conquistou uma cadeira na Câmara Federal pelo estado de Roraima.

“Nós hoje somos cerca de um milhão de pessoas que fazem parte de mais de 305 povos distintos, que falam mais de 180 línguas. E, apesar de termos sido criminosamente reduzidos em números, nós representamos uma enorme diversidade social e cultural que detém conhecimentos tradicionais, saberes e ancestrais. Nossos conhecimentos tradicionais asseguraram toda proteção aos territórios indígenas que hoje são 13% do território nacional”

Para o antropólogo Stephen Baines, chefe do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (UnB), a mudança cultural necessária deve começar pela educação nas escolas, com a finalidade de mostrar aos estudantes que os indígenas fazem parte da sociedade brasileira. “Eles têm suas próprias culturas, que são tão válidas quanto a cultura nacional”.

Onde estão os humanos?!?

O Cacique Raoni Metuktire foi até a cidade de Sinop, no norte do estado do Mato Grosso, no sábado, 26/9, para fazer exames (acompanhamento devido à Covid-19) e se manifestou a respeito do discurso de Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU, em 22/9. Mônica Nunes – conexão planeta

“Isso eu não aceito!”, declarou Raoni. “Ele diz no jornal que tá botando fogo no mato, na floresta. Isso é pura mentira. Por que? Quem está botando fogo são os próprios fazendeiros. Alguns fazendeiros estão prejudicando o mato. Garimpeiro tá prejudicando o mato, a natureza. Madeireiro tá prejudicando a natureza. Eles é que estão botando fogo na floresta”.

S.O.Z.e-se: Grafite na rua, Capivaras na faixa!?!, De que lado você esta?, Ta foda ser brazileiro!!!, Justiça de mierda

mundo quântico x mundo clássico

As diferenças são muito grandes, mas alguns poucos exemplos podem dar uma ideia: Você bate na porta e sua mão impacta a madeira, que lhe oferece uma resistência, com a energia sendo transformada em um pouco de aquecimento e um som de “toc toc” – no reino quântico, as partículas simplesmente tunelam, atravessando barreiras sólidas. Você joga uma pedra no lago e a pedra afunda, gerando ondas na superfície – no reino quântico, a própria “pedra” se transforma em uma onda. E, tão logo saiu da sua mão, a pedra não sofre mais nenhuma influência sua – no reino quântico, vocês poderão ficar indissociavelmente ligados. E por aí vai. Inovação Tecnológica

A equipe dos laboratórios LIGO, nos EUA, detectou as ondas gravitacionais, essas ondas criam variações espaciais minúsculas, detectá-las exigiu construir alguns dos equipamentos mais sensíveis já feitos pelo ser humano, capazes de detectar uma variação de tamanho na escala de um milésimo do diâmetro de um próton. Isso é feito monitorando o tempo que um feixe de laser leva para percorrer os longos túneis do laboratório depois de se refletir em um espelho quase perfeito.

A flutuação quântica deu um pequeno “chute” no superfície de cristal, fazendo o espelho de 40 quilogramas mover-se ligeiramente – muito pouco, é certo, mas o suficiente para que o balanço induzido espelho fosse medido.

Mais especificamente, o espelho moveu-se 10-20 metros, jogando por terra teorias que propunham que algo deveria suprimir os efeitos quânticos sobre o mundo clássico.

Para fazer a medição, os pesquisadores usaram um instrumento especial que eles projetaram, chamado “espremedor quântico”, para “manipular o ruído quântico do detector e reduzir seus chutes nos espelhos, de uma maneira que poderá ser usada para melhorar a sensibilidade do LIGO na detecção de ondas gravitacionais,” explicou Haocun Yu, principal responsável pela medição.

Os laboratórios LIGO – são dois – têm um formato de L, com os braços formados por túneis com quatro quilômetros de extensão.

Para detectar uma onda gravitacional, um laser localizado na entrada do interferômetro envia um feixe de luz em cada túnel do detector. No fim de cada túnel há um espelho, onde o laser se reflete e retorna ao seu ponto de partida.

Laze-se: Memória Quântica made in Rusnet

Nós, povos da Amazônia, estamos cheios de medo. Em breve vocês também terão.

Por muitos anos, nós, ol’s líderes indígenas e os povos da Amazônia, temos avisado vocês, nossos irmãos que causaram tantos danos às nossas florestas. O que você está fazendo mudará o mundo inteiro e destruirá nossa casa – e destruirá sua casa também. Ninja

“Nós, povos da Amazônia, estamos cheios de medo. Em breve vocês também terão”, diz cacique Raoni

Temos deixado de lado nossa história dividida para nos unirmos. Apenas uma geração atrás, muitos de nossos povos estavam lutando entre si, mas agora estamos juntos, lutando juntos contra nosso inimigo comum. E esse inimigo comum é você, os povos não-indígenas que invadiram nossas terras e agora estão queimando até mesmo aquelas pequenas partes das florestas onde vivemos que você deixou para nós. O presidente Bolsonaro do Brasil está incentivando os proprietários de fazendas perto de nossas terras a limpar a floresta – e ele não está fazendo nada para impedir que invadam nosso território.

Pedimos que você pare o que está fazendo, pare a destruição, pare o seu ataque aos espíritos da Terra. Quando você corta as árvores, agride os espíritos de nossos ancestrais. Quando você procura minerais, empala o coração da Terra. E quando você derrama venenos na terra e nos rios – produtos químicos da agricultura e mercúrio das minas de ouro – você enfraquece os espíritos, as plantas, os animais e a própria terra. Quando você enfraquece a terra assim, ela começa a morrer. Se a terra morrer, se nossa Terra morrer, nenhum de nós será capaz de viver, e todos nós também morreremos.

Por que você faz isso? Você diz que é para desenvolvimento – mas que tipo de desenvolvimento tira a riqueza da floresta e a substitui por apenas um tipo de planta ou um tipo de animal? Onde os espíritos nos deram tudo o que precisávamos para uma vida feliz – toda a nossa comida, nossas casas, nossos remédios – agora só há soja ou gado. Para quem é esse desenvolvimento? Apenas algumas pessoas vivem nas terras agrícolas; eles não podem apoiar muitas pessoas e são estéreis.

Então, por que você faz isso? Podemos ver que é para que alguns de vocês possam obter uma grande quantia de dinheiro. Na língua Kayapó, chamamos seu dinheiro de piu caprim, “folhas tristes”, porque é uma coisa morta e inútil, e traz apenas danos e tristeza.

Quando seu dinheiro entra em nossas comunidades, muitas vezes causa grandes problemas, separando nosso pessoal. E podemos ver que faz o mesmo em suas cidades, onde o que você chama de gente rica vive isolado de todos os outros, com medo de que outras pessoas venham tirar seu piu caprim. Enquanto isso, outras pessoas passam fome ou vivem na miséria porque não têm dinheiro suficiente para conseguir comida para si e para seus filhos.

Mas essas pessoas ricas vão morrer, como todos nós vamos morrer. E quando seus espíritos forem separados de seus corpos, seus espíritos ficarão tristes e vão sofrer, porque enquanto vivos fizeram com que muitas outras pessoas sofressem em vez de ajudá-las, em vez de garantir que todos os outros tenham o suficiente para comer, antes de alimentar a si próprio, como é o nosso caminho, o caminho dos Kayapó, o caminho dos povos indígenas.

Você tem que mudar a sua maneira de viver porque está perdido, você se perdeu. Onde você está indo é apenas o caminho da destruição e da morte. Para viver, você deve respeitar o mundo, as árvores, as plantas, os animais, os rios e até a própria terra. Porque todas essas coisas têm espíritos, todas elas são espíritos, e sem os espíritos a Terra morrerá, a chuva irá parar e as plantas alimentares murcharão e morrerão também.

Todos nós respiramos esse ar, todos bebemos a mesma água. Vivemos neste planeta. Precisamos proteger a Terra. Se não o fizermos, os grandes ventos virão e destruirão a floresta.

Então você sentirá o medo que nós sentimos.

Raoni Metuktire é ambientalista e chefe do povo indígena Kayapó

Reinventando a roda

A Ree, uma empresa sediada em Tel Aviv, Israel, afirma ter revolucionado a forma de se fabricar os veículos, em especial os movidos a eletricidade.

A grande alteração feita pela empresa está nas rodas. Elas estão conectadas a uma base plana junto com todos os demais componentes do veículo, como motor, transmissão, suspensão e freios.

A novidade permitiu criar uma base que pode ser usada para qualquer veículo, desde carrinhos de golf a uma caminhonete off-road.

O CEO e co-fundador da REE Daniel Barel passou por várias fases de inicialização, principalmente trazendo a SoftWheel para o mercado internacional. Loz Blain

A manutenção desses veículos será uma tarefa árdua. Levante-os, retire as rodas, retire todo o módulo da roda e repare ou substitua as peças necessárias.

Roda-ze: Carro elétrico, 900 km com uma carga, Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro, Carro da Tesla completa órbita ao redor do Sol, Como Tirar Ferrugem com Pilhas, Coca-cola, Maizena, Papel Higiênico e Vinagre!!!

Cannabis, I’m around.

A Cannabis é nativa do Himalaia e, embora a planta seja ilegal na Índia e no Nepal, ela prospera nos cantos difíceis de alcançar da famosa cordilheira. Várias aldeias do Himalaia também ganham a vida com a produção de Cannabis e, quando presas pelas autoridades, podem alegar que seus campos de Cannabis são naturais. Sechat

Arvoredos de Cannabis podem ser encontrados da mesma forma em toda a Ásia, do Paquistão à China. Cannabis: Evolution and Ethnobotany, um perfil científico de 2013 da planta, encontrou até exemplos de Cannabis decorativa sendo cultivada ao lado de uma rua pública em Kunming, China.

“A Cannabis é altamente adaptável e pode crescer e se reproduzir em uma ampla variedade de habitats temperados, mesmo sob condições extremas”, dizia.

A maconha pode ser encontrada crescendo selvagem em todo o norte do Paquistão, onde um arbusto de Cannabis não molestado pode crescer até a altura de um prédio de um andar. No entanto, como ocorre com grande parte da Cannabis selvagem nativa do mundo, essas plantas geralmente têm baixo teor de THC e têm pouco ou nenhum efeito alucinógeno se consumidas.

No país vizinho, o Afeganistão, a facilidade de cultivo de maconha em solo local (bem como a situação política caótica do país) é parcialmente como ele se tornou o maior fornecedor mundial de Cannabis em 2010.

A Cannabis costumava crescer de modo selvagem na Europa, de acordo com um estudo recente da Universidade de Vermont sobre pólen fóssil. No entanto, a planta já havia começado a morrer na época em que os europeus começaram a fazer experiências com a agricultura – e não há evidências de que os humanos neolíticos tenham descoberto suas propriedades psicoativas.

Na Grã-Bretanha, pelo menos, a maconha selvagem começou a retornar. Um grupo que se autodenomina “Feed the Birds” começou a semear sementes de Cannabis em jardins e caixas de plantação inglesas.

A Cannabis selvagem está ainda mais disseminada na América do Norte. Embora a planta não seja nativa do hemisfério ocidental, a Cannabis selvagem ou escapou das fazendas industriais de cânhamo do início do século 20 ou foi plantada intencionalmente por ativistas da maconha. Ironicamente, parece prosperar melhor em estados conservadores como Iowa, Nebraska ou Kansas, onde as proibições da maconha são algumas das mais fortes nos Estados Unidos.

Conhecemos muito pouco sobre a diversidade de plantas usadas medicinalmente, e também em rituais religiosos, pelos povos do continente africano. Duas das plantas nativas da África sobre as quais temos mais estudos etnobotânicos atualmente são a kanna (Sceletium tortuosum) e wild dagga, ou cauda-de-leão (Leonotis leonorus). O nome latino Leonotis leonorusfaz menção à cor e formato das flores da wild dagga, sendo de cor laranja intenso e com formato alongado. Ambas as plantas produzem alcalóides com algum tipo de ação psicoativa em seres humanos. Essas plantas desempenharam um papel importante durante as migrações de tribos africanas, e hoje ainda são usadas pelas tribos com objetivos religiosos ou medicinais. Além disso, a wild dagga possui uma estreita relação com o uso da cannabis por essas populações indígenas africanas. Green Power

Remonta aos anos de 1650 a 1680 os primeiros relatos de viajantes europeus sobre o uso recreativo ou religioso de plantas por populações africanas. Jan van Riebeeck, um alemão que visitou o Cabo da Boa Esperança em 1668, escreveu em seus relatos de viagem sobre o uso de uma planta pelos índios africanos da tribo dos Hotentotes. A planta era a wild dagga, que como escrito por Riebeeck, era macerada pelos índios e ingerida, deixando-os embriagados. Outros autores trazem informações adicionais sobre o uso da dagga, evidenciando que os Hotentotes também fumavam extratos da planta. Outra espécie documentada por Riebeeck, em suas viagens pela África do Sul, foi a kanna, que como a própria etimologia do nome sugere (Kanna também era chamada de Kougoed, que significa “algo para mastigar, mascar”), era mascada pelos viajantes e migrantes que cruzavam grandes distâncias na África, principalmente por ser capaz de inibir o apetite e, em doses mais elevadas, causar um estado eufórico, garantindo disposição física para a caminhada.

As tribos africanas do grupo dos Khoisan foram quem descobriram e espalharam o uso de kanna e dagga. O grupo dos Khoisan é, na verdade, o agrupamento antropológico de duas tribos que compartilhavam culturas semelhantes, os Khoekhoe e os Bushman. Essas tribos são consideradas os grandes protetores do meio ambiente, pois acreditavam que seriam punidos pelas divindades, caso fizessem uso inadequado dos recursos ambientais que os deuses haviam entregado a eles.

Elisaldo Carlini

Pioneiro na farmacologia e nos estudos sobre a cannabis para controle de epilepsia no Brasil nos anos 70, o médico tinha uma grande frustração: nunca foi ouvido com atenção pelas autoridades brasileiras. Esse desabafo aconteceu no início de novembro de 2019, durante um simpósio promovido pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID) e associação Cultive na USP, conforme foi registrado pelo Sechat

“Enquanto eu durar e tiver cabeça, pretendo continuar brigando pela mesma causa. É preciso que o Brasil crie vergonha e modifique o que está acontecendo no país. Não é possível! Eu me dedico aos estudos da maconha há 50 anos, nunca consegui ser ouvido, por que que isso acontece?”, questionou.

O professor Elisaldo Carlini, médico e pesquisador brasileiro considerado um marco que colocou o canabidiol no mapa da ciência brasileira e do mundo quando o assunto é o tratamento de convulsões, faleceu nesta quarta-feira (16). Sechat

A pesquisa de Carlini foi realizada na Escola Paulista de Medicina, em São Paulo, e teve a participação da equipe da Universidade Hebraica de Israel, que agregou nomes como o de Raphael Mechoulam, considerado o pai da Cannabis medicinal. 

Carlini era médico, pesquisador, fundador do CEBRID e professor emérito da UNIFESP. Ele tinha 90 anos e deixa um legado de mais de 50 anos dedicados ao estudo de drogas psicotrópicas no Brasil. Em especial, seus trabalhos sobre a maconha medicinal, colocou o CBD no foco da ciência brasileira e do mundo para o tratamento de convulsões, epilepsia, esclerose múltipla e dor crônica.

Entre 1995 e 1997 esteve à frente da Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária, tentou criar uma “Anvisa da cannabis”, projeto que nunca saiu do papel por desprezo da classe médica com o tema. “Publiquei mais de 700 trabalhos científicos em inglês, porque eu publicava aqui e ninguém lia. Se o Ministério da Saúde quiser discutir esse assunto, mesmo numa maca eu irei”, infelizmente esse dia não vai acontecer. Sechat

“A MÃE DO BRASIL É INDÍGENA”

Episódio 2 – A mãe do Brasil é indígena – Maracá. Mídia NINJA

“O território é para além do meio ambiente, o território é a totalidade da nossa vida porque o corpo é território, mas o território também é corpo.” Assista “A MÃE DO BRASIL É INDÍGENA”, o segundo episódio da série que resultou da live Maracá – Emergência Indígena, um movimento global de apoio aos povos indígenas do Brasil que busca minimizar os impactos da Covid-19 nos territórios.

Apoie e doe para o plano “Emergência Indígena”: https://bit.ly/DoeEmergencia

#VidasIndigenasImportam#Maracá#EmergenciaIndigena#IndígenousEmergency#APIB

[Eng]

“The territory is beyond the environment, the territory is the totality of our life because the body is territory, but the territory is also body.” Watch “THE MOTHER OF BRAZIL IS INDIGENOUS”, the second episode of the series that resulted from the live Maracá – Indigenous Emergency, a global movement to support the indigenous peoples of Brazil that seeks to minimize the impacts of Covid-19 in the territories.

Support and donate to the “Indigenous Emergency” plan: https://bit.ly/DoeEmergencia

#Indigenouslivesmatters # Maracá #EmergenciaIndigena # IndígenousEmergency #APIB

“El territorio está más allá del medio ambiente, el territorio es la totalidad de nuestra vida porque el cuerpo es territorio, pero el territorio también es cuerpo ”. Vea “LA MADRE DE BRASIL ES INDÍGENA”, el segundo episodio de la serie que resultó del vivo Maracá – Emergência Indígena, un movimiento global de apoyo a los pueblos indígenas de Brasil que busca minimizar los impactos del Covid-19 en los territorios.

Apoya y dona al plan “Emergencia Indígena”: https://bit.ly/DoeEmergencia

#VidasIndigenasImportam # Maracá #EmergenciaIndigena # IndígenousEmergency #APIB ⚠️ Se inscreva no canal, dá um 👍🏾 no vídeo e ative o 🔔 para receber notificações. http://bit.ly/YTNINJAinscreva

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Indienize-se: Existe água em SP, Não existem índios no Brasil, /₢////₢/₢

Guia de compostagem e idéias de caixa de compostagem

Composting is a great way to recycle and build a beautiful lush garden. Composting is a natural process that recycles various organic materials (waste) and produces a rich black soil known as ‘humus’ or ‘black gold’. Digging In The Garden

Also, composting is a sustainable way to save money by reducing kitchen waste and landfills.

Composting is a scientific process, and several factors need your attention:

  • Temperature
  • Size of Materials
  • Oxygen
  • Heat
  • Moisture

Microorganisms are the primary role of the composting process. Aerobic bacteria are the most efficient compost-makers, excreting nitrogen, phosphorus, and magnesium. But anaerobic microorganisms let organic materials ferment and become stinky. No one wants food and garden debris rotting in a corner of their yard. Therefore composting encourages the addition of aerobic bacteria. That is why you have to turn the compost pile(it lets fresh air in).

Compost materials can be divided into two categories: carbon suppliers (Brown) and nitrogen suppliers (Green). The best ratio of carbon and nitrogen materials is 30:1. (This ratio is based on the dry weight and can only be approximated in practical applications.).

When you add too much carbon material, the composting process will slow down; Too little carbon, and the compost ferments, gets stinky, and loses its nutrient value.

Fast Method:
The best ratio C(30):N(1); 40-60% Moisture; Aeration(Turning the pile 1-2 times a week); Temperature(90-160°F, you can use a compost thermometer).

Slow Method:
Too much carbon and low temperature will slow down the composting process.

Conclusion:
In fact, it is difficult to achieve a ratio of 30: 1. According to the suppliers’ weight, you can add 2 to 3 pounds of Brown per pound of Green.

Carbon Suppliers (Brown): Hay, Straw, Fall leaves, Wood chips, Corn stalks
Nitrogen Suppliers (Green): Egg shells, Fruit scraps, Vegetable scraps, Fresh leaves, coffee grounds

First, choose an area in your garden or yard for your compost pile, then prepare a suitable container. You can repurpose an old bin or make a DIY compost container

Chop the materials into small pieces; the smaller the pieces, the faster the materials can be broken down. When adding materials, always bury kitchen scraps in the center of the pile to accelerate degradation and to block flies and other bugs.

Too dry materials will prevent compost from breaking down. At this time, you need to add water to the compost. If the compost is too wet, you can add sawdust, hay, and other materials to reach the appropriate consistency.

Ideally, you add new materials and turn the pile every 3-4 days. It provides fresh air for aerobic bacteria. The fork is a perfect tool to turn a compost pile.

Tips: Do not add cooked foods, oils, fats, meat, animal bones, pet waste, treated wood, or anything with insecticide exposure.

A too wet compost will reduce air flow inside the materials and cause a nasty smell. Because in low oxygen levels, the greens can ferment and become stinky due to the production of acids, hydrogen sulfide, and more. Therefore, during the rainy season, prepare a cover such as plastic cloth or a layer of hay to prevent the compost pile from getting too wet.

Insert a perforated PVC pipe in the center of the pile can greatly improve the flow of air.

 Composting in winter is not different than composting in the summer; it is just slower. In the coldest weather, the process simply stalls and the food scraps freeze. When temperatures rise above freezing, the process resumes. The cold temperatures will lower the pile’s overall temperature, so stop turning the pile during the winter months to lock in as much heat as possible.

When compost is ready for use, it looks, feels, and smells like good, earthy dirt. Then you can use compost to slowly feed your plants over a long period instead of expensive chemical fertilizers.

Compostze-se: GongolosVegetais fast to mesaBoas Idéias Que Todos Os Países Deveriam AdotarFavela OrgânicaMinhocário.Um anticorpo de Gaia para o vírus ser humanoMicro hidrelétrica e redemoinhosFlorest PoultLixo não existeNeste Chão Tudo Dá