ID.3, quer ser o Fusca elétrico.

Em pré venda na Europa há alguns meses, com preço inicial abaixo dos 30.000 euros, o modelo é o primeiro de uma aguardada – e grande – família de carros elétricos da marca.

Não por acaso, também coube ao ID.3 a estreia da plataforma modular MEB, a equivalente elétrica da conhecida MQB. A Volkswagen o trata como seu carro elétrico para as massas. E é impossível não fazer um paralelo com o Fusca. Henrique Rodriguez, de Frankfurt (Alemanha)QuatroRodas

O menor conjunto, de 45 kWh, permite percorrer até 330 km por recarga, seguindo o ciclo WLTP. Já o maior, de 77 kWh, garante autonomia de até 550 km.
A propulsão elétrica fica por conta de um motor síncrono com ímã permanente que, assim como o inversor e a transmissão de uma marcha, estão integrados ao eixo traseiro.

A Volkswagen buscava entrar no mercado norte-americano de veículos a diesel.

As propagandas prometiam motores “diesel realmente limpos”. Depois descobriu-se que elas ludibriavam quem buscava durabilidade e eficiência nos Volkswagen, uma das poucas marcas com sedãs e peruas a diesel com preço acessível.

A fabricante alemã violou as leis de controle de poluentes ao instalar nos automóveis um software que mascarava os índices reais de emissão. QuatroRodas2

Com porte bastante próximo ao de um Golf, o ID.3 mede 4,26 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,55 m de altura e 2,76 m de entre-eixos. A marca diz que a ausência de túnel central e os balanços curtos fazem do elétrico uma referência em termos de espaço interno e habitabilidade. Batizado de Open Space, o conceito de espaço interno permite acomodar confortavelmente 5 pessoas e levar 385 litros de bagagem. Outros dados revelam peso inicial de 1.719 kg (pode variar de acordo com a versão), capacidade de carga de 416 kg a 541 kg, raio de giro de apenas 10,2 metros (ideal para manobras em espaços urbanos apertados) e coeficiente de arrasto (Cx) de 0,267. Dyogo Fagundesmotor1.com


A história do Transporter começou com um esboço de um tipo de veículo que não existia naquele tempo em nenhum lugar do mundo.
Dada intenções da Volkswagen para entrar na nova década com uma série de veículos elétricos, não será uma surpresa se o novo modelo acabar sendo alimentado por um sistema 100% elétrico. Baseado na plataforma MEB, poderia ter as baterias localizadas sob o assoalho, economizando espaço interno e baixando o centro de gravidade do veículo. De acordo com alguns rumores, o Buzz será capaz de viajar até 300 quilômetros com uma única recarga. Anthony Karrmotor1.com

Enxergue mais: NIKOLA TESLA, QUEM MATOU O CARRO ELÉTRICO?, Telhas fotovoltaicas, 900.000 km de elétrico, MOVIDA A ÁGUA, Lamborghini faz parceria com MIT para supercarro elétrico, TURBINA EÓLICA CASEIRA, FUSCA HÍBRIDO, VIABILIDADE???, Tesla surf, FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS, 8 palestras do TED com imigrantes que criaram empresas incríveis

Onde estudar maconha medicinal?!?

A comunidade acadêmica tem se interessado pelo tema, especialmente ao acompanhar estudos estrangeiros sobre o uso da maconha no tratamento de doenças como depressão, Síndrome de Hett, Alzheimer e esclerose múltipla.

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte está abrindo o primeiro curso sobre o uso terapêutico da cannabis, além das informações sobre pesquisas recentes acerca da maconha medicinal, com foco na redução de dores crônicas e crises epiléticas, os participantes também vão aprender mais sobre a história da erva e de seu uso pela humanidade.

As inscrições podem ser feitas no Sistema Integrado de Atividades Acadêmicas da UFRN. Hipeness


Seguindo a onda de legalização da maconha para uso medicinal e recreativo, universidades pelo mundo todo estão lançando cursos especializados em seu uso medicinal, como é o caso em alguns lugares da Europa e Estados Unidos e Israel, que acaba de criar um curso de pós graduação neste mercado, que tem tudo para continuar crescendo.
Itzhak Harpaz – presidente da instituição, situada entre as cidades de Afula e Nazareth, a Max Stern Yezreel Valley College, completa: A indústria de cannabis hoje é o que a indústria cibernética fez há 10 anos e Israel precisa e pode liderar esta indústria também”. Enquanto isto, o Brasil continua perdendo tempo e dinheiro, já que em 2018 somente os Estados Unidos faturou mais de R$ 20 bilhões. Gabriela Glette


A combinação maconha e faculdade nunca foi uma novidade. Mas na Universidade do Norte do Michigan (MNU), nos EUA, a planta deixou o intervalo e as matadas de aula para virar tema de quatro anos de graduação, surgiu o curso de Química de Plantas Medicinais. Quase metade dos 50 estados norte-americanos já reconhecem o uso terapêutico da planta, sendo que oito unidades da federação legalizaram inclusive o uso recreativo. Nasceu assim um mercado bilionário, mas ainda faltam pessoas capacitadas para lidar com ele.

Somente no ano passado, no mercado legal de maconha e seus usuários movimentados U $ 6.7 bilhões somente nos EUA. A expectativa é de que o volume seja disponibilizado nos próximos anos, atingindo uma marca de U $ 44 bilhões em 2020, tanto para a revista Forbes como para o mercado de erva como a melhor oportunidade de negócios para empreendedores e investidores de startups. A Sociedade Americana de Química criou recentemente uma subdivisão que apresenta os novos lançamentos da indústria nos seus encontros nacionais. REDAÇÃO GALILEU
Reflexo disso é a consolidação e surgimento de novos cursos que visam esmiuçar e formar profissionais em diversas áreas relacionadas à maconha – de cultivo a empreendedorismo, passando por bioquímica e horticultura, conheça 10 universidades que oferecem cursos sobre maconha:

1- Oaksterdam;

2- THC University;

3- Cannabis Training University;

4- Niagara College;

5- Northern Michigan University;

6- Seattle Central College;

7- University of California/Davis;

8- The Ohio State University;

9- University of Washington;

10- Scuola Italiana Della Canapa. Maryjuana

A inteligência coletiva é fundamental no enfrentamento ao proibicionismo e e o preconceito.

O curso online “O uso médico da cannabis no tratamento da dor crônica”, oferecido pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), Universidade Federal de São Paulo.

O curso conta com diversos recursos didáticos e interativos, como vídeos, imagens, ilustrações, entrevistas com especialistas, trabalhos científicos para download e discussão de caso clínico. É coisa de alto nível, com um time de pesquisadores que estuda essa querida planta há décadas. Hempadão

Para ter acesso ao conteúdo basta clicar neste link http://www.cebrid.com.br/curso/


O estudo foi divulgado pela Vegetation History and Archaeobotany, segundo o artigo, a maconha deve ter sua origem precisa pelos lados do Planalto do Tibete, próximo ao Lago Qinghai, uma parte especial do planeta. Hempadão
Mude conceitos, você pode e deve: VENDE-SE MACONHA, SNOOP DOGG LION, NAARA BEAUTY DRINK!!!™, MOVIDA A ÁGUA, NEVO™, MEDICINAL VIBES, VIRTUDE, INSTANTLY AGELESS™, NISE – O CORAÇÃO DA LOUCURA., KID VINIL, VIDACELL®, BECAUSE I GOT HIGH, RESERVE™, OIL, WHICH ONE TO CHOOSE HEALTHWISE?, FHC = THC, PLANTEI MACONHA?!?, Cursos de saúde da UFPB: Uso medicinal da maconha

Nothing is happening

Caso você não saiba:

🔥 Ilhas Canárias estão queimando
🔥Califórnia está queimando
🔥 Oregon está queimando
🔥 Washington está queimando
🔥 Columbia está queimando
🔥 Alberta está queimando
🔥 Montana está queimando
🔥 Nova Escócia está queimando
🔥 Grécia está queimando
🔥 O Brasil está queimando
🔥 Portugal está queimando
🔥 Argélia está queimando
🔥 Sibéria está queimando
🔥 A Amazônia boliviana está queimando

⛈Texas está debaixo de água
⛈ Índia, Paquistão e Nepal com enormes Monsones estão debaixo d’água
⛈ Serra Leoa e Nigéria com inundação maciça debaixo d’água

🌞 Itália, França, Espanha, Suíça, Hungria, Polônia, Romênia, Bósnia, Croácia e Sérvia são atacados por uma impressionante onda de calor
🌞 sul da Califórnia sob onda de calor infernal
🌞 Excepcionalmente em agosto, a cidade de San Francisco alcançou os recordes de 106 graus, quando chega a 115 graus Fahrenheit. Enquanto a Carolina do Norte ainda está cozinhando no inferno.
🌞 Groenlândia (a ilha que o presidente Trump quer comprar) é debatida em sua pior crise ambiental devido ao forte calor. Como se isso não bastasse, a possibilidade de um nível de tempestade solar X10 C.M.E é anunciada para as próximas semanas. O maior já registrado. Thuka Samarsdn – Facebook

Você ainda acha que nada está acontecendo?

Dia do Guarda Civil

Folha Dirigida

Os Guardas Civis apresentam-se como uma alternativa à segurança pública no Brasil. Todos os povos, sempre, ao se reunirem em grupo, passaram a necessitar da figura altaneira do “Guardião da Lei e da Ordem”, muitas vezes representado pelo próprio chefe da tribo, ou, então, sendo delegado este poder de polícia à determinadas pessoas do grupo.

Os Guardas Civis estão nas ruas para zelar pelo bem-estar da população, visitar uma escola, prender um bandido, tirar de circulação uma arma, atender um acidente de trânsito, ser psicólogo em brigas de família, passar frio, calor, existem ocorrências que podem durar minutos, até horas, e eles estão lá, firmes. Então, hoje o papel da Guarda Municipal representada por estes homens e mulheres é extremamente diverso e exige uma capacidade e vontade acima do normal! PoliceService

Outro momento relacionado é o dia 10 de Outubro. A data, porém, refere-se à corporação em si, ou seja, Dia da Guarda Municipal, instituído em 2009.

Tratada como uma das instituições de segurança mais antigas no País, sua história está ligada ao Império e ao surgimento das forças policiais. A mais antiga registrada é a criação do Regimento de Cavalaria Regular da Capitania de Minas Gerais, criado em 09 de junho de 1775, e da qual participou um personagem, digamos, conhecido: Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, um dos líderes da Inconfidência Mineira.

A data começou a ser celebrada em 1966, depois que o primeiro presidente do regime militar, Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, instituiu o Dia do Guarda Civil pela lei Nº 5. 088, de 30 de agosto de 1966. Na Constituição de 1988, os municípios brasileiros tiveram a organização da guarda civil legitimada e assegurada pelo Artigo 144, cujo texto dá poder de constituição das guardas municipais para a proteção de bens e serviços. G1

Poetize-se: SANDUÍCHES SEM PÃO, Fico com pena e levo para casa, DIA DO GUARDA CIVIL, TORNE-SE UM MENDIGO., CARTA DE UM POLICIAL NOS PROTESTOS DE SÃO PAULO, MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE, GTA IV – GCM : Duster Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, VIDACELL®, PRINCÍPIOS: O USO DA FORÇA, O CÃO DE GUARDA NOTÍCIAS, ONDE FUI ROUBADO, RESERVE™, A HISTÓRIA DO JARDINEIRO DE OXALÁ, SÓ ISSO!, UM GOLPE EDUCADO!, POLICIAL DA FLÓRIDA MOSTRA COMO SE TRATA RECLAMAÇÃO DE QUE GAROTOS ESTÃO JOGANDO BASQUETE NA RUA, Renildo Paulino Silva dos Santos, Casas de Mediação, Polícia 24 horas

Substituto de agrotóxico: eucalipto

Uma pesquisadora baiana dedicou um olhar mais sensível para esta problemática e questionou se poderia haver um agrotóxico capaz de prevenir pragas, mas que não ameaçasse a saúde. A partir daí, a engenheira florestal Cátia Libarino desenvolveu um estudo com óleo de eucalipto para reduzir a manifestação de doenças em plantas.

A pesquisadora conta que há um déficit sobre estudos do controle de doenças em plantas com o uso de produtos de origem vegetal, em vez de químicos.

A extração do óleo é produzida através de um processo chamado hidrodestilação. As árvores de eucalipto atualmente são utilizadas desde a sua madeira, para construção de vigas, fabricação de móveis, etc, passando pelas suas flores que dão origem a essências, até a celulose que dá origem ao papel. Neste processo, é comum que as folhas sejam desprezadas, entretanto, utilizá-las para gerar um agrotóxico natural pode ser uma alternativa para evitar que as mesmas sejam descartadas.

O projeto recebeu apoio dos professores Quelmo Novaes e Dalton Júnior, da Uesb – Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, além da professora Patrícia Krepsky, da Universidade Federal da Bahia (Ufba). Correio

Um dos parasitas mais comuns nas criações de gado leiteiro, a mosca-do-chifre alimenta-se do sangue das vacas debilitando o animal. Atualmente são utilizados no controle do vetor inseticidas sintéticos altamente tóxicos que acabam contaminando o leite produzido.Na busca por alternativas menos tóxicas, o laboratório de pesquisa em entomologia da Universidade Anhanguera Uniderp, com a coordenação do engenheiro agrônomo Prof. Silvio Fávero, trabalha há mais de seis anos na produção de um óleo de eucalipto que seja capaz de atuar como repelente destes vetores. IAGRO
“Já temos resultados positivos na utilização do óleo de eucalipto no combate às pragas agrícolas como a lagarta do cartucho e o percevejo marrom da soja, além de ser eficaz em vetores como o barbeiro e a mosca doméstica”, afirma Fávero.
Segundo o pesquisador, o óleo possui uma ação inseticida que age diretamente no sistema nervoso do inseto nos sítios octopaminérgicos. “Esta solução é menos tóxica para o homem e fatal para a mosca”, garante o pesquisador. Fundect – Publicado por: kventorim@semagroEm consequência a alta demanda de alimentos, existe a necessidade de aumentar a produtividade, sem perdas qualitativas e quantitativas. As perdas nos processos de armazenagem do feijão ocorrem, principalmente, pelo ataque do caruncho Acanthoscelides obtectus, sendo seu controle feito por
inseticidas líquidos aplicados diretamente nos grãos ou por expurgos. A aplicação destes produtos
químicos tornam preocupante o consumo dos grãos na alimentação, tendo em vista o resíduos que
permanece nos mesmos (Mazzonetto e Vendramin, 2003). Segundo a ANVISA (2006) o consumo de
produtos que contenham agrotóxicos envolvem riscos para a saúde humana, pois seus efeitos cumulativos podem ser desconhecidos em longo prazo.
Em razão destes resíduos existe uma necessidade crescente na busca por métodos alternativos
no controle do caruncho Acanthoscelides obtectus. Neste sentido, os óleos essenciais surgem como uma opção para esse controle, não deixando resíduos nos alimentos e sendo de fácil obtenção. De acordo com Gallo et al. (2002), a utilização de plantas como inseticida apresentam inúmeras vantagens, dentre elas
menor toxicidade a mamíferos, baixa probabilidade de desenvolver resistência e grande disponibilidade
de matéria prima na natureza. USO DE ÓLEOS ESSENCIAIS DE Eucalyptus NO CONTROLE DE Acanthoscelides obtectus EM GRÃOS DE FEIJÃO
ARMAZENADO – UFRGS
Os tratamentos folha de eucalipto, expurgo e tratamento ténnico-folha de eucalipto se equivalem em eficiência. Os tratamentos ténnico-folha de eucalipto, expurgo-folha de eucalipto, inseticida, tratamento ténnico-inseticida e expurgo-inseticida também se equivalem em eficiência e foram os que se mostraram mais eficazes no controle do caruncho do feijão armazenado, sendo que o tratamento alternativo mais indicado para a conservação do produto foi o tratamento ténnico- folha de eucalipto. Ester Rodrigues – Unicamp

A pesquisadora Cátia Libarino deu início a um estudo com eucaliptos, que vem sendo desenvolvido no Mestrado em Ciências Florestais da Uesb.

A ideia de trabalhar com produtos menos nocivos surge em meio à divisão entre ruralistas, entidades de saúde e meio ambiente, devido ao Projeto de Lei 6299/02, que visa atualizar a legislação dos Agrotóxicos de 1989. A proposta segue em tramitação no legislativo, mas, na prática, a flexibilização na liberação dos produtos, que está entre os pontos da pauta, já vem acontecendo. Resultado disso é que, até junho deste ano, o Ministério da Agricultura liberou 239 novos agrotóxicos no país, de acordo com publicações do Diário Oficial da União (DOU). Uesb – Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

“Os pequenos agricultores podem comercializar um novo produto, que são as próprias plantas, mas agora com um viés diferente, que é vender o óleo fungicida natural. Além disso, caso não possa produzi-lo, o próprio extrato das folhas pode ser uma opção imediata (mesmo não sendo tão eficaz quanto o óleo), pois é fácil de preparar com um processador mecânico, e sua capacidade de biodegradabilidade no ambiente torna o processo mais acessível”, concluiu Cátia Libarino. Ascom/Fapesb
Poetize-se: CIDADES DEMOCRÁTICAS, EXAME COM UMA GOTA DE SANGUE, Café com Dengue., VIA LÁCTEA PELO NAVEGADOR, MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE, Monsanto é condenada a pagar indenização bilionária para jardineiro com câncer terminal, VIDACELL®, Remédio caseiro para controle de pulgas, A HISTÓRIA DO JARDINEIRO DE OXALÁ, VIDA INTELIGENTE., Inseticida Natural contra lesmas e lagartas, Amazônia S. A., Repelente de pescador

TRATAMENTOS PSICOLÓGICOS também INDICADOS PARA O ALCOOLISMO

A maioria dos tratamentos psicológicos indicados para o alcoolismo se baseia no modelo cognitivo-comportamental, no qual esta substância é assumida como um poderoso reforçador capaz de manter a autoadministração do álcool.

O modelo cognitivo-comportamental oferece uma alternativa à abordagem clássica do alcoolismo como doença e, portanto, ao modelo médico.

O objetivo final dos tratamentos psicológicos indicados para o alcoolismo é diminuir a preferência da pessoa pelo álcool. Assim, aumentam a sua preferência por outras atividades que permitam manter um funcionamento adaptativo a longo prazo.

O Treinamento em habilidades sociais ou autocontrole é utilizado em pacientes que não possuem habilidades interpessoais e intrapessoais adequadas ou que não conseguem controlar o seu estado emocional se não for através do álcool.

Os viciados consomem menos álcool se, em uma situação social estressante, dispuserem de uma estratégia de enfrentamento alternativa. O manual de Monti e colaboradores (2002), fornece estratégias sociais tanto para o paciente quanto para sua rede de apoio, sem recorrer ao consumo.

A Abordagem de reforço comunitário orientada o paciente a mudar o estilo de vida relacionado ao consumo da substância, inclui técnicas como a resolução de problemas, terapia comportamental familiar, aconselhamento social e treinamento para a busca de emprego.

Também pode ser usada para a estratégia de beber de forma controlada.

A Terapia Comportamental Marital, consiste em fazer com que o consumo de álcool deixe de ser um reforçador para que a abstinência seja a meta, é necessário o envolvimento em atividades agradáveis, especialmente aquelas que não envolvem beber, juntamente com o companheiro.

O Programa Sisson e Azrin, visa ensinar aos membros não-alcoólatras maneiras de reduzir os abusos físicos, estimular a sobriedade e procurar tratamento.

Na Terapia aversiva, o objetivo é reduzir ou eliminar o desejo do indivíduo pelo álcool, por meio de estímulos ou imagens diferentes usados para que uma resposta condicionada negativa seja alcançada para os sinais relacionados à bebida (cor, cheiro…).

Diferentes estímulos aversivos foram usados, desde o clássico choque elétrico com Kantorovich em 1929 até a aversão química ou por meio da imaginação outro exemplo desse tratamento poderia ser a ‘sensibilização encoberta’ proposta por Cautela em 1970.

A Prevenção de recaídas, o método mais conhecido é o de Marlatt e Gordon, onde o cliente é desafiado a se responsabilizar pela sua mudança de comportamento e, portanto, pela manutenção da referida mudança, uma vez obtida, além de levar em consideração o aumento de suas estratégias de enfrentamento em situações de estresse de alto risco.

Os Tratamentos orientados para beber de forma controlada, são utilizados quando a pessoa não quer alcançar a abstinência completa ou não tem problemas físicos.

O Programa Sobell & Sobell visa garantir que os bebedores problemáticos não se tornem crônicos, numa abordagem de autogestão. O programa de Sobell & Sobell dura quatro semanas e é realizado em nível ambulatorial.

As recomendações incluem não consumir mais de 3 unidades de bebida por dia e não beber mais de 4 dias na semana, com o objetivo de reduzir o nível de tolerância ao álcool, assim como não beber em situações de alto risco, não beber mais de uma unidade de bebida por hora, e atrasar o tempo entre a decisão de beber e beber em 20 minutos.

O treinamento em resolução de problemas e prevenção de recaídas possibilita que a pessoa delimite as situações relacionadas com o consumo de álcool em sua vida e desenvolve estratégias para lidar com elas.

Aprendendo habilidades sociais para dizer não às pessoas que nos incentivam a beber, ou resolvendo com eficiência os problemas que, anteriormente, eram enfrentados com o álcool. É fundamental garantir que os jovens não se tornem bebedores patológicos e aprendam maneiras eficazes de administrar as suas vidas que não envolvam o uso de drogas.

Poetize-se: BEBER MENOS, TRAFICANTES DE POLÍTICAS, Milton Friedman, 15 MIND OPENING LSD QUOTES, #LAS TÉCNICAS #’MINDFULNESS’ AYUDAN AL #ENFERMO MENTAL A SER CONSCIENTE DE SUS #EMOCIONES Y A ESCUCHAR SUS NECESIDADES, naara beauty drink™, ROCKEFELLER, nevo™, FHC LEGALIZE, RELATÓRIO FIGUEIREDO, instantly ageless™, TIMOTHY LEARY, MACONHA NO SENADO, vidacell®, RICARDO LSD BOECHAT DOIDÃO, reserve™, SISTEMA NACIONAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS SOBRE DROGAS, JÁ NÃO ME SINTO EM CASA NESSE MUNDO

A maconha como porta de entrada

Um dos argumentos, muito repetido nas mídias sociais, nas conversas do dia a dia e até mesmo por autoridades é a famosa frase: “A maconha é a porta de entrada para drogas mais pesadas”. Norberto Fischer


Postado por
Se alguém seguir a mesma lógica para verificar quantas pessoas haviam consumido, por exemplo, refrigerante em suas vidas antes de usar cocaína, possivelmente chegaríamos à conclusão de que a bebida doce a é porta de entrada, o que não faz nenhum sentido, assim como não faz no caso da maconha.

Anarquista

Nos últimos anos me deparei com três posicionamentos diferentes, os que defendem:

  • A completa proibição da maconha no Brasil, independente do uso, mesmo medicinal;
  • Regulamentação da planta, incluindo a descriminalização do uso recreativo;
  • Uso medicinal, mas o uso industrial e social deveriam ainda ser debatidos pela sociedade.

Hoje, por estar vivendo diariamente com a maconha medicinal no tratamento da Anny posso garantir que “a maconha é sim uma porta de ean Lefebvreentrada, mas para a qualidade de vida de muita gente, para uma vida em abundância e com saúde. Hemp Meds Brasil

“Um assunto tão delicado pede um amplo debate, consultando especialistas com posições diferenciadas. A questão da maconha medicinal, expressão bastante difundida na sociedade, não se mostra verdadeira, e os especialistas apontados por nós terão a capacidade de diferenciar o uso terapêutico do canabidiol, do uso indiscriminado e nocivo à saúde da maconha e suas 500 substâncias psicoativas”, pontuou Eduardo Girão no requerimento.

A proposta analisada na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) foi uma iniciativa da ONG Rede Brasileira de Redução de Danos e Direitos Humanos (Reduc). Os representantes da ONG informam que o texto baseia-se em legislações já em vigor nos estados norte-americanos da Califórnia, Nova York e Oregon, assim como no Uruguai. Também garantem que o texto obedece à Convenção Única sobre Entorpecentes (ratificada pelo Decreto 54.216, de 1964) e à Convenção sobre Substâncias Psicotrópicas (ratificada pelo Decreto 79.388, de 1977), tratados internacionais assinados pelo Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU). senado notícias

A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luciana Boiteaux chamou a atenção para as dificuldades em debater sobre acesso a medicamentos derivados da cannabis, saúde e usos de substâncias que deveriam estar dentro da liberdade individual. “O Brasil é um dos países mais proibicionistas do mundo e isso faz mal à saúde. O Brasil importa o modelo da política de cannabis medicinal dos Estados Unidos e lá essa política tem passado por mudanças significativas, então, qual a dificuldade que temos em trazer esse debate para o país?”, disse. Luciana afirmou que não é só reduzir danos e impedir retrocessos, mas tentar avanços e mostrar que a política de drogas não só inclui grupo de cultivadores, mães e universitários. “É um cenário que até na América Latina o Brasil está muito atrasado”, concluiu.

Gulnar Azevedo, presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), ressaltou a importância de trabalhar para manter os avanços já conquistados na saúde pública e a relevância do SUS para a população. Gulnar aprofundou o argumento da acessibilidade aos medicamentos e saúde básica citando o caso de populações em área remota e indígenas. “Às vezes a condição financeira para comprar medicamentos não é o único problema, mas, essas pessoas também não têm nenhum acesso à assistência médica, e isso é muito grave”, disse. A médica lembra que o acesso a saúde melhorou bastante nos últimos anos, mas que infelizmente esse tempo não foi suficiente para que houvesse uma diminuição na desigualdade existente no país. Gustavo Mendelsohn de Carvalho, Julia Dias e Matheus Cruz (Agência Fiocruz de Notícias)

Jean Lefebvre – Hempadão

A maconha, além de tudo, pode ser também a porta de saida para as drogas! Existem diversos relatos de pessoas que eram viciadas em crack, cocaína, cigarro e álcool, que conseguiram se livrar do seu vício com a ajuda da cannabis, e não se pode culpar um ser humano por experimentar algo diferente, a curiosidade e necessidade de alterar a consciência, para alguns, é muito grande. Jean Lefebvre
Poetize-se: Comidinhas de Maconha, Ervas medicinais, Avaliação química, E agora???, Quase imortal!!!, Manual de Apicultura em Pequena Escala, A VERDADE por trás da proibição da MACONHA, Desenho de criança, Estupidez, Doenças degenerativas, Polícia 24 horas, Manual dos remédios tradicionais Yanomami, Suco de limão e Bicarbonato,

Os desafios da transição energética

O setor de energia passa por um momento crucial de transformação. Inovações relacionadas a fontes renováveis, veículos elétricos e capacidade de armazenamento de eletricidade devem mudar a forma como geramos e consumimos energia nas próximas décadas. G.Lab para EY – Valor
No cenário da transição energética global, o Brasil tem características distintas dos países que correm contra o tempo para descarbonizar seu ecossistema de energia, principalmente na Europa. Capitaneada pelas hidrelétricas, a matriz nacional já é uma das mais limpas do planeta. “Nossa questão não é o quanto vamos limpar nossa matriz, mas como vamos prepará-la para suportar as demandas e inovações da transformação energética”, afirma Carlos Assis, sócio-líder do Centro de Energia e Recursos Naturais da EY para a América do Sul.

As grandes companhias de petróleo já iniciaram o movimento de diversificar as atividades para antecipar um novo cenário energético. A aposta é nas energias renováveis. A norueguesa Equinor inaugurou, em 2018, seu primeiro projeto de geração solar no mundo, em Quixeré, no Ceará. A empresa também firmou parceria com a Petrobras para a produção de energia eólica offshore, com parques de turbinas em alto-mar.

A estatal brasileira incluiu no seu plano estratégico para 2040 atuar em negócios em energia renovável. No final de 2018, anunciou a criação de uma joint venture com a francesa Total para desenvolver uma carteira de projetos nos segmentos solar e eólico. E, em fevereiro de 2019, assinou com o Centro Suíço de Tecnologia e Microtecnologia um acordo de cooperação para o desenvolvimento de painéis fotovoltaicos flexíveis.

A previsão é de que os investimentos se intensifiquem nos próximos anos, e as empresas de óleo e gás assumam a liderança na transformação energética.

Por transição energética, entende-se uma mudança estrutural em um sistema energético. Várias transições energéticas ocorreram na história da humanidade. A transição energética em curso é chamada de descarbonização porque visa a substituição de fontes energéticas que causam aquecimento global e consequentes mudanças climáticas (combustíveis fósseis como petróleo, e carvão) por fontes não emissoras de gases causadores do efeito estufa (fontes renováveis e nuclear).
Em 2018 o mundo experimentou um aumento de 2,8% no consumo de energia primária. Só o gás natural cresceu 5,3% em todas as matrizes energéticas, pari passu ao aumento de 2% das emissões de gases de efeito estufa, muito em função do também aumento do uso do carvão (BP, 2019). Existe ainda, contudo, um desequilíbrio entre o uso de energias renováveis e energias fósseis. Mesmo assim as energias renováveis atingiram a sua maioridade, e em várias economias já são bastantes representativas nas suas matrizes energéticas. Os caminhos brasileiros na transição energética sobre duas óticas: a primeira é o crescimento robusto da demanda de energia, principalmente no mundo em desenvolvimento – incluindo óleo e gás, o que cria uma dificuldade para a descarbonização; e a segunda, que confiar apenas em energias renováveis pode deixar o sistema instável, gerando algum desequilíbrio momentâneo. cenários Petróleo

Os desafios do Brasil em um mundo em transição energética

O Brasil do pré-sal, das descobertas de Sergipe-Alagoas e da Foz do Amazonas tem muito óleo ainda a consumir e se afasta do modelo internacional preconizado descarbonizado, em um primeiro momento

Por transição energética, entende-se uma mudança estrutural em um sistema energético. Várias transições energéticas ocorreram na história da humanidade. A transição energética em curso é chamada de descarbonização porque visa a substituição de fontes energéticas que causam aquecimento global e consequentes mudanças climáticas (combustíveis fósseis como petróleo, e carvão) por fontes não emissoras de gases causadores do efeito estufa (fontes renováveis e nuclear).

Em 2018 o mundo experimentou um aumento de 2,8% no consumo de energia primária. Só o gás natural cresceu 5,3% em todas as matrizes energéticas, pari passu ao aumento de 2% das emissões de gases de efeito estufa, muito em função do também aumento do uso do carvão (BP, 2019). Existe ainda, contudo, um desequilíbrio entre o uso de energias renováveis e energias fósseis. Mesmo assim as energias renováveis atingiram a sua maioridade, e em várias economias já são bastantes representativas nas suas matrizes energéticas. Assim, dois pontos fundamentais pautam esse artigo, que visa discutir rapidamente os caminhos brasileiros na transição energética: o primeiro é o crescimento robusto da demanda de energia, principalmente no mundo em desenvolvimento – incluindo óleo e gás, o que cria uma dificuldade para a descarbonização; e o segundo, que confiar apenas em energias renováveis pode deixar o sistema instável, gerando algum desequilíbrio momentâneo.

Figura 1: Evolução temporal do consumo de energia primária e emissões de CO2 associadas. Fonte: Adaptado de BP Statistical Review, 2019.

Pela teoria dos recursos naturais, os países devem usar os recursos energéticos que possuem em maior abundância e que sejam de menor valor. No caso do Brasil, as vantagens competitivas são muitas: água, sol, vento, biomassa, e ainda, óleo e gás. Uma matriz diversificada traz a possibilidade de uma transição energética tanto via gás natural – e assim com o incremento do uso de combustíveis fosseis – quanto via energias renováveis. Vale destacar que há o entendimento de que em um processo de descarbonização, não há a participação de nenhum combustível de origem fóssil e, dessa forma, não incluiria a utilização do gás natural para esse fim[1].

Figura 2: Variação percentual anual da demanda de energia e emissões de carbono no mundo. Fonte: Adaptado de BP Statistical Review, 2019.

Entretanto, via gás natural parece a alternativa inicial, uma vez que vários países têm usado o gás natural como combustível de transição, por este emitir uma menor quantidade de GEE do que o óleo e o carvão. O espraiamento do uso do gás natural no mundo se deveu à descoberta de reservas e formações em vários países do mundo, e principalmente, à tecnologia do GNL[2], que permitiu a exportação desse gás via transporte marítimo. Dessa forma, uma maior quantidade de gás no mercado o tornou mais competitivo e reduziu o valor da molécula no mercado internacional. Trata-se de um “sub-step” no caminho da transição energética: usar um energético abundante, menos emissor, enquanto se transita para uma matriz completamente limpa, e por tal, de mais complexa administração.

No Brasil, fala-se de quatro milhões de barris/dia de produção de petróleo para daqui a alguns anos. Muito pautado no sucesso dos leilões de áreas de exploração que têm sido feitos, nas alterações regulatórias propostas e executadas, e na santidade dos contratos assinados, por meio da ação da ANP. Como dito, os recursos naturais mais abundantes e mais baratos serão utilizados como forma de desenvolvimento econômico e social de uma economia. Com isso, o Brasil do pré-sal, das descobertas de Sergipe-Alagoas e da Foz do Amazonas tem muito óleo ainda a consumir e se afasta do modelo internacional preconizado descarbonizado, em um primeiro momento.

Figura 3: Previsão de produção de petróleo e o número de plataformas esperadas para os próximos anos

Fonte: FGV Energia, 2019.

Sobre o mercado de gás natural, este ainda é uma incógnita no Brasil, apesar de estar em um momento muito particular e propício ao seu desenvolvimento. Entendeu-se recentemente, por exemplo, que o monopólio do gás prejudica a própria Petrobras, e com isso a empresa começou a se desfazer de alguns de seus ativos, deixando o mercado otimista em relação a entrada de novos agentes, e, no médio/ longo prazos, à queda dos preços. Outrossim, é importante que sejam fomentadas ações, legislações, resoluções, decretos que incentivem a concorrência pois, em um mercado competitivo, o consumidor é mais protegido e os preços tendem ao equilíbrio. Entretanto, independente da sobrepujança do gás, é importante considerar todas as fontes de energia disponíveis, donde suas características únicas sejam capazes de acomodar as especificidades dos sistemas energéticos, inclusive o óleo.

Para além da transição para um energético imediato, abundante e de menores emissões, faltam-se discutir a questão das novas indústrias e seus impactos no consumo de energia. E hoje o principal desafio dessa natureza é se pensar em como fazer isso. A transição para o gás natural, assim como a continuidade da utilização do óleo cru, já está posta. Falta discutir o porvir. O porvir em relação ao papel das cidades, às questões geopolíticas, de segurança energética, de descentralização, de economia de escala, de crescimento econômico, de preços relativos, o papel do governo, o papel do regulador, das políticas de meio ambiente, entre outras.

Uma análise de mais longo prazo da questão da transição energética perpassa a própria estrutura da matriz energética brasileira associada à indústria 4.0. Acredita-se que hoje estejamos na quarta revolução industrial, que mudou a vida das pessoas impactando diretamente no modo e na quantidade de energia consumida no Brasil e no mundo. O que se chama hoje de indústria 4.0 é a indústria da inteligência artificial, da realidade aumentada, da internet das coisas, do machine learning, impactando sobremaneira o setor energético. Fernanda Delgado

Com exceção do caso brasileiro, os países do BRICS contam com elevada participação de fontes fósseis na matriz energética. Analisando as tendências dos vetores da transição, percebemos que esses países ainda estão atrasados na difusão de renováveis em relação aos países líderes, mas os ganhos de eficiência associados à expansão de fontes modernas foram significativos. A China tem mostrado um forte compromisso para a redução de emissões, e a escala dos programas de ampliação de fontes renováveis é destacada. A elevada participação de fontes renováveis particulariza a transição brasileira, em que as novas fontes renováveis, eólica e solar, têm o papel de compensar a perda de participação da energia hidrelétrica. Índia e África do Sul combinam os objetivos de transição aos de inserção social por meio do acesso à eletricidade, e a abundância de recursos fósseis acarreta menor engajamento da Rússia com a transição. As complementariedades e as similaridades no processo de transição energética resultam em oportunidades de cooperação entre os países do BRICS, pois há muito espaço para uma estratégia conjunta de transição energética. TD 2495 – Política Energética no BRICS: desafios da transição energética – Luciano Losekann e Felipe Botelho Tavares, Brasília, julho de 2019. ipea

Ecovila para idosos

Envelhecer com qualidade de vida pode significar muitas coisas, como viajar com frequência ou estar perto dos filhos e netos. Para alguns idosos, a aposentadoria ideal deve ser desfrutada em ecovilas, onde é possível viver em comunidade de forma sustentável.

Ecovilas focadas na terceira idade estão se tornando populares principalmente pela vida simples — o que não significa falta de conforto. As vilas sustentáveis apresentam muito verde, alimentos frescos e saudáveis, superfícies fáceis de se locomover, atividades ligadas ao meio ambiente e casas projetadas com tecnologia para reduzir consumo de água e luz.

Além disso, são locais tranquilos e serenos, onde a vida em comunidade é valorizada. Assim ninguém se sente sozinho. Free the Essence

Existem conjuntos residenciais exclusivos para idosos em todo o mundo, com estruturas fenomenais, atividades físicas e cuidadores à disposição 24 horas por dia para os senhores e senhoras. No entanto, viver nestes locais tem um custo elevadíssimo — alguns aqui no Brasil chegam a ter mensalidades de mais de R$ 10.000. Ana Júlia Caires

Mas, então, o que fazer para resolver essa situação e proporcionar qualidade de vida também aos idosos com menor poder aquisitivo? Foi pensando nisso que alguns governos e organizações brasileiras construíram condomínios acessíveis voltados para idosos em diferentes estados do país.

Instituído em 2009 em uma parceria entre a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), secretarias e prefeituras de municípios paulistas, o Programa Vila Dignidade também é voltado a idosos independentes de baixa renda e já conta com unidades em cidades como Ribeirão Preto, Avaré e Mogi das Cruzes. Hometeka

É como se as ecovilas resgatassem o modo de sobrevivência mais primário da humanidade, que por milhares de ano viveu em comunidade, num convívio íntimo com a natureza, utilizando-a de forma inteligente e sempre respeitando o ciclo natural das coisas. A partir de 1998, as ecovilas consagraram-se então como uma das 100 melhores práticas para o desenvolvimento sustentável, nomeadas oficialmente através de uma lista da ONU.

Chamadas também de eco-aldeia e eco-comunidade, o modelo de vida acaba por preservar áreas já degradadas ou que poderiam estar se degradando, além de trazer soluções viáveis para a erradicação da pobreza. Hipeness

Confira aqui algumas ecovilas interessantes para você visitar, ou morar, no Brasil.

Mude conceitos, você pode e deve: Convivir, Depressão em idosos, LUMINESCE™ (10% de DESCONTO), A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, FAKE NEWS JOURNAL, Previdência e suicídio, GHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!! (10% de DESCONTO), Dia do idoso, Inicie um abaixo-assinado, SEXO FREQUENTE AJUDA A TURBINAR O CÉREBRO DOS IDOSOS, INSTANTLY AGELESS ™(15% de DESCONTO), Propriedades curativas do limão

Editado via celular.

Manual dos remédios tradicionais Yanomami

Os Yanomami são indígenas caçadores-agricultores que habitam o Brasil e a Venezuela. Redação CicloVivo

O Instituto Socioambiental (ISA) é uma organização u, sem fins lucrativos, que possui um vasto acervo relativo a povos indígenas, populações tradicionais e meio ambiente. Há artigos, livros, notícias e materiais audiovisuais -, isto para citar alguns dos materiais que podem ser encontrados. Entre tantas pérolas, está o manual dos remédios dos Yanomami.

O material é resultado de um longo trabalho de pesquisadores Yanomami. Jovens deste povo estão sendo formados para produzir pesquisas que ajudem a fortalecer seus conhecimentos tradicionais e dialogar com outros conhecimentos indígenas e não indígenas. O manual se inspirou na pesquisa do antropólogo Bruce Albert e do botânico William Milliken, realizada entre 1992 e 1994, que apresenta um extenso levantamento das plantas medicinais usadas pelos Yanomami para curar diferentes doenças.
Publicado em 2015, são mais de 200 páginas de conhecimento que não deve ser perdido. O livro apresenta as plantas em ordem alfabética e também por agrupamentos de remédios em função dos males a serem tratados. Veja aqui como fazer o download do manual dos remédios dos Yanomami. CicloVivo

Enxergue mais: CONTRA TODOS OS MALES, RELATÓRIO FIGUEIREDO, A INVASÃO DO BRASIL, EXPERIMENTO CIENTÍFICO?, GRAVIOLA, THE LONE RANGER, ÍNDIO EDUCA, NO CAPÃO REDONDO, NINGUÉM SONHA EM SER MÉDICO, REMÉDIO QUE CURA QUALQUER DOENÇA, VIDACELL®, UTILIDADES DA ASPIRINA PARA A SUA BELEZA., HINO NACIONAL EM DIALETO TICUNA, PLANKTON INVASION, UM MAR DE INFORMAÇÕES!!!, RESERVE™, TERRA SEM MALES, SUCO DE LIMÃO E BICARBONATO, MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE

Fiat 147 a álcool, 40 anos.

O primeiro carro movido 100% a álcool no Brasil completa 40 anos em 5 de julho. O Fiat 147 marcou a indústria brasileira por ser o primeiro a vir com motor dianteiro transversal. Em 1979, o pequeno hatch equipado com motor 1.3 estreava o consumo exclusivo de álcool hidratado — empreitada que só saiu do papel graças à crise do petróleo que havia ocorrido seis anos antes. VINICIUS MONTOIA – Autoesporte
O compacto ficou em produção por onze anos e saiu de linha quando foi substituído pelo Uno. Ele passou por duas reestilizações, em 1980 e 1983. Sempre pensando de forma vanguardista e no desenvolvimento de ótimos projetos, em 1978 a Autoesporte elegeu o 147 como o Carro do Ano.

Comparado aos epítetos usados para se referir à Fiat após sua estreia no Brasil, em 1976, o apelido “Cachacinha” dado ao 147 a álcool era o mais simpático – e real, pois o cheiro dos gases de escape realmente lembram a bebida.

Seu lançamento completa 40 anos nesta quinta-feira (5). Mais do que o primeiro carro a álcool brasileiro, o Fiat 147 foi o primeiro de produção em série no mundo. Henrique Rodriguez – QuatrosRodas


Enquanto o primeiro Fiat 147 foi parar em uma concessionária do Rio de Janeiro – que o preserva até hoje –, o primeiro 147 a álcool pertence ao Ministério da Fazenda, onde foi usado por mais de 30 anos.

O Fiat 147 foi um grande divisor de águas, não só por ser o primeiro modelo da Fiat no Brasil, mas por levar inovações para as massas. Foi o primeiro veículo nacional a usar motores transversais e utilizar o álcool como combustível, o primeiro a ter uma picape derivado de um carro de passeio e criar uma nova categoria, que se estende até os dias de hoje.

O primeiro a ter um furgão que também deriva de carro de passeio, e que hoje tem o Fiorino, derivado do Uno, deixou várias heranças técnicas para seus sucessores como o Uno e o Palio em questão de motores e soluções inteligentes.

Ele saiu de linha em 1986, após 10 anos de produção e mais de 1 milhão de veículos produzidos, levando em conta suas derivações, e deixando um legado importante para seu sucessor, o Fiat Uno. noticiasautomotivas


Com lançamento previsto dentro de quatro anos, os engenheiros da Fiat desenvolvem um novíssimo motor para queimar apenas o etanol, chamado pela fábrica de E4.
Seria o primeiro projeto específico para este combustível, pois, até hoje, tanto os carros da época do Pró-alcool (década de 80) como os flex atuais possuem motores projetados para gasolina e adaptados para o álcool puro ou para queimar os dois combustíveis. BORIS FELDMAN – Autopapo
A Fiat Chrysler Automóveis (FCA) resolveu ir na contramão do movimento automotivo no Brasil e apostar no etanol como alternativa ecologicamente correta, em vez de motores híbridos ou elétricos.


A empresa anunciou que desenvolve um propulsor turbo movido somente com o derivado da cana de açúcar. Ele usará como base o 1.3 GSE turboflex (T4), da família FireFly, que a Fiat produzirá na fábrica de Betim (MG) a partir de 2020, juntamente com 1.0 GSE turboflex (T3) – equiparão modelos da Fiat e da Jeep. Gazeta do Povo

Observe mais: Hemp Car, Extintion by Japan, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, LUMINESCE™ (10% free), Só óleo!!!, SAUDAÇÃO AO SOL, RESERVE™ (10% free), FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS, VANUSA SABBATH, NAARA !!! (10% free), EM BUSCA DA VERDADE, Lamborghini faz parceria com MIT para supercarro elétrico, INSTANTLY AGELESS ™ (10% free), 11 INGREDIENTES QUE AJUDAM PERDER PESO, ATARI 2600, VIDACELL®(10% free), NAVE TIERRA, HO’OPONOPONO, Blue Bug, LUIZ GONZAGA LEITE, O GUARDA LUIZINHO!

900.000 km de elétrico

A Tesla e os seus carros têm estado a acumular recordes em várias áreas, num mercado cada vez mais competitivo, mais que as provas e os números teóricos, os carros da marca falam por si. O Tesla mais usado do mundo tem mais de 900.000 quilómetros.

O Tesla de Hansjörg Gemmingen, um Tesla Model S P85+ está perto de alcançar a meta do milhão de quilómetros.

A lista de veículos desta lista é grande e com valores também muito elevados, @gem8mingen não tem apenas um carro nesta lista. Conta ainda com um u Roadster original com uma bateria RO80. Este carro conta já com 600 mil quilómetros.

Outro ponto destes carros face à concorrência é a sua manutenção, importa salientar que ambos os carros tiveram já as baterias trocadas pela marca. Também o carregador do Model S foi igualmente alvo de uma mudança, ao abrigo da garantia. Não é normal um carro percorrer estas distâncias livre de problemas. pplware

A título de curiosidade, refira-se que 15 dos carros listados na conta Tesla Miles pertencem a uma empresa de transporte. Outro registo assinalável foi o realizado por um Model X, da rede de táxis californiana Tesloop. Equipado com uma bateria 90D, circulou “apenas” 598 mil quilómetros.

A marca que tem enfrentado vários dissabores técnicos (e ataques da concorrência) em redor dos seus produtos, apesar dos problemas técnicos identificados nas primeiras gerações, os Model S e Model X revelaram-se muito fiáveis, mesmo em usos tão intensivos como os serviços de transporte público.

A listagem da conta Tesla Miles assim o comprova, com o 47.º utilizador (e último da lista) a assinalar mais de 260 mil quilómetros em estrada com o Model S. Aquela Maquina

Enxergue mais: NIKOLA TESLA, QUEM MATOU O CARRO ELÉTRICO?, Telhas fotovoltaicas, IMPRESSORA BRAILE FEITA EM LEGO, MOVIDA A ÁGUA,VIAGEM NO TEMPO, TURBINA EÓLICA CASEIRA, FUSCA HÍBRIDO, VIABILIDADE???, Tesla surf, FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS, 8 palestras do TED com imigrantes que criaram empresas incríveis

Mapa do envenenamento de alimentos no Brasil

O atlas de envenenamento, um trabalho de geografia que mapeou o nível de envenenamento dos alimentos produzidos no Brasil, lançado em Berlim, Alemanha, país que sedia as maiores empresas agroquímicas do mundo: a Bayer/Monsanto (incorporada pelo grupo Bayer) e a Basf, que dominam a produção de toda a cadeia alimentar – sementes, fertilizantes e agrotóxicos.

Fotomontagem: Moisés Dorado

O atlas Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a União Europeia apresenta informação sobre o elevado índice de resíduos agrotóxicos permitidos em alimentos, na água potável, e que, potencialmente, contamina o solo, provoca doenças e mata pessoas. A obra, que já foi publicada no Brasil, é de autoria da geógrafa Larissa Mies Bombardi, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.O Brasil é campeão mundial no uso de pesticidas na agricultura, alternando a posição dependendo da ocasião apenas com os Estados Unidos. O feijão, a base da alimentação brasileira, tem um nível permitido de resíduo de malationa (inseticida) que é 400 vezes maior do que aquele permitido pela União Europeia; na água potável brasileira permite-se 5 mil vezes mais resíduo de glifosato (herbicida); na soja, 200 vezes mais resíduos de glifosato, de acordo com o estudo, que é rico em imagens, gráficos e infográficos. “E como se não bastasse o Brasil liderar este perverso ranking, tramita no Congresso nacional leis que flexibilizam as atuais regras para registro, produção, comercialização e utilização de agrotóxicos”, relata Larissa.

Segundo a geógrafa, as perdas não se limitam à contaminação de alimentos e dos cursos d’água. O atlas traz informações de que, depois de extensa exposição aos agrotóxicos, ocorrem também casos de mortes e suicídios associados ao contato ou à ingestão dessas substâncias.

Mapa de intoxicação por agrotóxicos de uso agrícola (2007-2014)
O atlas Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a União Europeia, em português, foi lançado no Brasil em 2017 e traz um conjunto de mais de 150 imagens entre mapas, gráficos e infográficos que abordam a realidade do uso de agrotóxicos no Brasil e os impactos diretos deste uso no País. A pesquisa que deu origem à publicação teve o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Jornal da USP


Geógrafa Larissa Bombardi, autora da pesquisa que deu origem ao atlas da Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil – Foto: Cecília Bastos / USP Imagens

Mais informações: Larissa Mies Bombardi, larissab@usp.br ou pelo telefone (11) 3091-3769. Atlas versão em português Atlas versão inglês.
Veja também: Veneno ecológico para matar ratos., Ana Primavesi, Engenheira agrônoma., Agrotóxicos da mesa nossa de cada dia., Brasil: o mercado internacional dos agrotóxicos, Pés no chão, Suíça, veneno aqui não!!!, Monsanto, Opção de escolha?, Pai (de quem) trocinio!, Você é o que você come., Bolsa ruralista, quer que desenhe?, Manual sobre os usos de plantas amazônicas, Manual de Apicultura em Pequena Escala

A VERDADE por trás da proibição da MACONHA


A produção de fake news parece coisa do século 21, mas a história da maconha revela que esta planta já sofre há quase 100 anos com um bombardeio de notícias falsas.
Boa parte das mentiras utilizadas como motivo para proibir a maconha já foram desqualificadas pela ciência, mas seguem sendo utilizadas até hoje, inclusive nos discursos políticos e médicos. Neste contexto, o questionamento de argumentos falaciosos é fundamental na luta pela legalização. O livro “Maconha: mitos e fatos” da socióloga Lynn Zimmer e do farmacologista John P. Morgan é uma ótima fonte de leitura sobre todo esse arcabouço de tolices que dizem sobre a erva.
Provavelmente o mito mais famoso sobre a maconha é história de que ela destrói neurônios.

O que é fato nesta questão dos efeitos neurológicos é que a maconha afeta a memória de curto prazo (responsável por armazenar informações de rotina do dia-a-dia), mas de forma temporária. Passado o efeito da erva, a capacidade de memorizar informações volta ao normal, sem provocar danos permanentes.

E tem aquela história, que muitos certamente já ouviram, da maconha ser porta de entrada para outras drogas. Mentira feia!

A tática mais utilizada por defensores da teoria da porta de entrada e listar usuários de maconha que passaram a usar cocaína. É tipo de conexão tão absurda como dizer que pessoas que andam de bicicleta vão despertar um desejo incontrolável de andar de moto.
Em 1937, o diretor do Departamento de Narcóticos dos EUA, Harry Anslinger (um dos maiores lobistas pela proibição da cannabis), escreveu em artigo que “inúmeros homicídios, suicídios, roubos, agressões, assaltos e invasões de residências” são relacionados a insanidade provocada pelo uso de maconha. Nesta mesma época jornais abusavam do sensacionalismo ao relatar crimes supostamente cometidos por pessoas sob efeito da maconha. Infelizmente parte da imprensa segue trabalhando da mesma forma.
O crime mais comum entre usuários da erva é fato de estarem comprando e portando algo ilegal. Carta Capital

Mude conceitos, você pode e deve: MANUAL PLANTAS AMAZÔNICAS, Funcional Obsoleto, Produtos para Consumo de Maconha, Hemp Car, Álcool, drogas e Sacklers, Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, A onda, BEBER MENOS

Embalos de bananas

O supermercado Rimping, em Chiangmai, na Tailândia, recebeu elogios no Facebook por ter inventado as embalagens ecologicamente corretas depois que uma empresa local as publicou em sua página na semana passada.
Grandes cadeias de supermercados no Vietnã, como Lotte Mart, Saigon Co.op e Big C, começaram a seguir os passos da loja tailandesa experimentando folhas de bananeira como uma alternativa de embalagem também em suas lojas.
Um relatório recente destacou a incrível quantidade de resíduos plásticos gerados por pessoas vietnamitas, eliminando cerca de 2.500 toneladas de resíduos plásticos por dia.um vice- relatório observou, proibir ou reduzir sacos plásticos de uso único em supermercados é uma tendência crescente na Ásia.

https://nextshark.com/banana-leaves-asia-plastic-packaging/

50th Aniversary of the Moom Landing

O Doodle do Google do 18/07/2019 homenageia os 50 anos da missão Apollo 11, que levou humanos para a superfície da Lua pela primeira vez.

O vídeo narrado por Michael Collins, astronauta que pilotou o módulo, e nos mostra a jornada desde o lançamento até a volta para a Terra, além de publicar um vídeo com entrevistas e mostrando os bastidores da produção do Doodle, que conta com comentários de Collins. Foram mais de 400 mil pessoas envolvidas na missão, e há uma nova missão sendo planejada pela NASA, que quer mandar uma mulher e um homem para a Lua em 2024. Confira o vídeo abaixo (com legendas em inglês):

O foguete foi lançado em 16 de julho de 1969, pousando na Lua no dia 20 e aterrissando em 24 de julho. Jovem Nerd

“As impressive as the view was of this alien moon seen up close, it was nothing compared to the sight of the tiny Earth,” Collins said. “The Earth was the main show. The Earth was it.” SPACE.com

Palavras Perdidas: Lixo Espacial, John Titor , o VIAJANTE-ZERO, Vida inteligente., Bandeirantes Modernos, A importância do Doutorado, Vida Simples, Monte seu Fusca, , , The Martian, Milton Friedman

Demarcação de terras indígenas ou a MP 886!?!

O STF julga em 1º de agosto, na primeira sessão na volta do recesso do judiciário, quem tem a responsabilidade pela demarcação de terras indígenas – a MP 886 editada por Bolsonaro transfere da Funai para o Ministério da Agricultura a competência. No entanto, quatro Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizadas por PDT, PT e Rede contestam a mudança por ser uma reedição da MP 870 no mesmo ano – o que é proibido pela Constituição. Em agosto, os ministros decidem se mantém ou revogam a decisão monocrática de Barroso, que concedeu liminar e suspendeu os efeitos da MP. Gazeta do Povo

“Quem demarca terra indígena sou eu, não é ministro. Quem manda sou eu nessa questão, entre tantas outras. Eu que sou presidente, que assumo ônus e bônus“, presidente Jair Bolsonaro.

A Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do Ministério Público Federal manifestou “perplexidade” com a decisão do governo federal de devolver a demarcação de terras indígenas ao Ministério da Agricultura.
Para o órgão da Procuradoria, a medida é um “desrespeito ao processo legislativo, afrontando a separação de Poderes e a ordem democrática” ao reeditar matéria já rejeitada pelo Congresso Nacional.

A nota da Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais, assinada por seu coordenador, o subprocurador-geral da República Antônio Carlos Bigonha, foi divulgada no mesmo dia (19/6) em que a Medida Provisória 886 foi publicada. Correio Braziliense

Convivir

Sabe aquele sonho que você tinha quando criança, de morar junto com todos os seus amigos? Pois vários idosos de Cuenca, na Espanha, tornaram isso realidade.

Victor Gómez e Cruz Roldán, que se conheceram durante uma excursão há 46 anos, resolveram inovar, e fundaram uma espécie de república da terceira idade, e foi assim que, há quinze anos, surgiu a Convivir, gerida pelos próprios idosos, hoje são 87 idosos morando por lá.

O local funciona num espaço de mais de 7 mil m², e conta com jardim, pomar, bar, ginásio, biblioteca e diversas oficinas para distrair os moradores. Gabriela Alberti – Hypeness

², e conta com jardim, pomar, bar, ginásio, biblioteca e diversas oficinas para distrair os moradores. Gabriela Alberti – Hypeness

A velhice chega mais tarde hoje, mas pensa-se nela desde cedo. Os mais velhos atualmente –especialmente europeus e japoneses – vivem mais e não querem passar a última fase da vida entre desconhecidos ou “ser uma carga para os filhos”. É o que demonstra um estudo de 2015, realizado pelo ministério da Saúde espanhol.

No estudo, mais da metade dos pesquisados acha pouco provável viver em um asilo, enquanto quatro em cada dez veem como alternativa o cohousing, moradias criadas e administradas pelos próprios idosos, que decidem entre amigos como e onde querem viver sua aposentadoria. Os apartamentos pertencem a uma cooperativa, mas podem ser deixados de herança para os filhos. Na Espanha, há oito projetos construídos e vários em gestação. Portal Terceira Idade

Portal Terceira Idade

Una cooperativa integral, constituida en principio por ese grupo de personas del que hablábamos en el primer punto, pero abierta a otras nuevas que puedan integrarse en la Cooperativa y/o venir a vivir con nosotros.

Que ya ha construido el Centro Convivir en Horcajo de Santiago -un gran edificio, con jardín y huerto, 66 apartamentos, comedor, cafetería, gimnasio, biblioteca, talleres de actividades, salas comunes… . Convivir

Mapa dos ecossistemas intactos da Terra

Bilhões de anos se passaram, incontáveis espécies surgiram e desapareceram, mas bastou apenas uma para colocar em risco toda a história evolutiva da Terra ao espalhar a destruição e degradação do meio ambiente.

Apesar dos esforços de conservação e proteção ambiental nas últimas décadas, menos de um terço das áreas terrestres do Planeta permanecem selvagens, sem impacto de atividades humanas, e esses remanescentes da natureza estão sob risco crescente. Vanessa Barbosa5 nov 2018, 14h19Exame

O primeiro mapa dos ecossistemas intactos da Terra, resultado de uma pesquisa da Universidade de Queensland e da Wildlife Conservation Society (WCS), mostrou que apenas cinco países detêm 70% das áreas inexploradas do mundo.

De acordo com o relatório, os países com mais territórios intocados são Austrália, Estados Unidos, Brasil, Rússia e Canadá e o objetivo é que estas nações trabalhem em conjunto para que isso continue assim. Apesar de esta parecer ser uma boa notícia, ela é também é preocupante pois mostra que mais de 77% das terras – excluindo a Antártica – e 87% dos oceanos já foram muito modificados pela intervenção humana. Vivimetaliun

Há um século, apenas 15% da superfície da Terra era usada para cultivar e criar gado, ressalta o estudo publicado na revista científica Nature, atualmente, apenas 23% da massa terrestre do mundo ainda pode ser considerada selvagem.

Os pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália, e da Wildlife Conservation Society (Sociedade de Conservação da Vida Selvagem) criaram um mapa global utilizando indicadores como terras de cultivo, pastagens e densidade populacional e descobriram que apenas 20 países são os responsáveis por 94% da região selvagem no mundo. Época Negócios Online

A preservação da Amazônia sempre foi motivo de preocupação, no entanto, os números do último ano assustam. Em 365 dias, o desmatamento no pulmão verde da Terra cresceu quase 60%.

Os dados são do sistema DETER, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que também mostrou perda de 762,3 km² de mata nativa. Trocando em miúdos, o Brasil atingiu o pior registro desde 2016. Nunca se desmatou tanto, entre janeiro e junho de 2018, 735,8 km² de floresta destruída. hypeness

Os especialistas em conservação ambiental defendem que ecossistemas remanescentes em regiões degradadas têm uma preservação prioritária pois oferecem benefícios mais diretos para a saúde humana e para o desenvolvimento turístico.

As áreas intactas abrigam espécies em uma abundância próxima ao natural – resguardando informações genéticas e processos ecológicos que sustentam a biodiversidade em uma escala de tempo evolutiva.

Por exemplo, no mar, são as áreas virgens que ainda têm populações viáveis de grandes predadores como o atum, o marlim e os tubarões, lembram os autores do artigo na Nature.

Ecossistemas intactos também amortecem desastres naturais e eventos climáticos extremos, do nível local ao global.

“Simulações de tsunamis, por exemplo, indicam que os recifes de corais saudáveis oferecem ao menos duas vezes mais proteção do que os altamente degradados”, escrevem os pesquisadores.

Estas áreas são importantes ainda diante das mudanças climáticas – por exemplo, por estocarem carbono em larga escala.