Grude na Tela Rural


Grude de Extremoz…
Ingredientes:
1 kg de goma de mandioca ( aquela de fazer tapioca);
3 cocos secos (ralados);
1 leite de um coco (sem acrescentar água) quanto baste;
Sal a gosto.
Modo de preparo:
Junta a goma os cocos ralados e o sal e mistura ate dar liga.
Dispõem a massa em uma assadeira e molha com o leite de coco, logo a pois, por no forno pré-aquecido.
Ficar no forno até dourar e a faca sair limpa.
Obs1.: o sal a gosto, você tem que por e sentir o sal, pois o coco é adocicado.
Obs2.: você pode por folhas de bananeira para cobrir a assadeira e dispor a massa.
Obs3: você pode fazer em fogo a lenha também, fica muito saboroso.
Obs.: Também pode ser feito na própria quenga do coco, fica muito bonito e da um charme na apresentação. Por que não, é gostoso

Carro elétrico, 900 km com uma carga

Os alunos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, desenvolveram um carro elétrico capaz de percorrer uma distância de 900 km com apenas uma carga, uma distância considerada entre Londres e Edimburgo, consegue ter esse desempenho com a mesma quantidade de eletricidade necessária para ferver água em uma chaleira elétrica.O veículo recebeu o nome de Helia e pode alcançar a velocidade máxima de 120 km/h. Com quatro passageiros, é possível chegar a 80 km/h. O alto desempenho e a eficiência energética do veículo vêm de sua estrutura ultraleve de fibra de carbono e da sua aerodinâmica, além de pneus com baixa resistência ao rolamento. R7A equipe da Eco Racing da universidade é composta por 20 estudantes e liderada pelo diretor do programa, o Xiaofan Zhang. O projeto foi desenvolvido em parceria com diversas fabricantes de automóveis e levou cerca de dois anos para ser finalizado

Florest Poult

O tratamento que a vasta maioria das fazendas de produção de ovos e galinhas oferecem aos animais é próximo à barbárie, com as aves vivendo amontoadas uma sobre as outras, e sendo submetidas a técnicas e condições análogas à tortura. A justificativa é a necessidade extrema das empresas de darem conta da demanda incessante por carne e ovos.

Massimo Rapella vive nos arredores montanhosos da cidade de Sondrio, no coração do Valtellina, um vale no nordeste italiano, que faz fronteira com a Suiça – e é num espaço de 2 hectares de floresta que vivem suas galinhas.

Inicialmente Massimo e sua esposa tinham somente 4 aves que alimentavam sua casa com ovos, mas hoje o produtor recolhe 1.300 ovos diários entre as árvores da floresta. Os ovos são colocados pelos animais em ninhos naturais, que as próprias galinhas fazem com matéria prima da floresta.

O produtor afirma que desde o início era visível a diferença que a liberdade e a alimentação natural – feita com folhas, nozes, minhocas e insetos – produziu nos animais desde o início. Penas mais brilhosas, animais mais vigorosos e ovos muito mais saborosos foram os efeitos que hoje tornam sua produção especial.

Vendendo diretamente para restaurantes e moradores locais, Massimo não procura maximizar sua produção, que varia de acordo com o temperamento das galinhas e a época do ano – e esse é o segredo da saúde dos animais e, consequentemente, de quem se alimenta dos ovos que suas galinhas produzem. Vivimetaliun

Poetize-se: Farm Hero Saga, real life, Fábula da galinha intrigueira, Plástico Pena, Muvuca, Neste Chão Tudo Dá, Medellín: agricultura urbana, Manual de agricultura urbana, Camarote.21 – Especial “Curiosidades Gastronômicas”

Carro elétrico e a drogar da bateria

Comprar uma bateria nova para um carro elétrico pode trazer uma desagradável surpresa, o melhor é prevenir, promovendo a longevidade do equipamento de origem, dizem os especialistas, que também sugerem a compra de elétricos com a opção do aluguel das baterias (quando possível) ou o recurso à aquisição de semi-novas. MAFALDA GANHÃO

O Automóvel Clube de Portugal (ACP) lembra que uma bateria dura, “em média”, 8 a 10 anos. Em média, neste caso, não é força de expressão, já que essa longevidade depende muito da forma como o carro for utilizado, isto é, do tipo de condução e do tipo de carregamentos a que se sujeitarem as baterias. Prevenir é verbo que os proprietários dos elétricos devem aprender a conjugar.

Privilegiar as cargas lentas é o primeiro conselho a dar a um condutor de um veículo elétrico, uma vez que os carregamentos menos potentes preservam mais a integridade das células das baterias. Mas, atenção: ao optar por carregamentos lentos, geralmente os domésticos, o automóvel nunca deve ficar ligado à tomada menos do que uma hora.

Não carregar ou descarregar as baterias totalmente é outro cuidado recomendado no artigo do ACP. Fixe o intervalo de 20% a 80% como referência: não deixar descer dos 20%, nem manter a bateria acima dos 80%. Reduz a autonomia, mas a opção prolonga a vida útil da bateria, garantem os especialistas.

Outros cuidados passam por evitar carregar o veículo de imediato se acabou de o conduzir sujeitando-o a temperaturas elevadas e estacionar sempre que possível num local fresco, mas de preferência numa garagem se por fresco estivermos a falar do típico frio do inverno. Expresso

Uma bateria pode custar o preço de um carro novo, Marco António, jornalista da revista “Turbo”, lembra que é um facto que o valor das baterias de lítio tem tendência a baixar. “Há menos de oito anos o valor era de 800 euros por quilowatt/hora, ao passo que agora ronda os 200 euros”, devendo continuar a descer, afirma.
A justificação apresentada, segundo o responsável da Nissan, foi a de que o preço das baterias depende de fatores internos e externos que a marca não pode controlar, e que afetam o preço a pagar pelos componentes.

A condução autônoma, o compartilhamento, emissão zero, motivos pelo qual sua ascensão meteórica após mais de um século de esquecimento desse tipo de automóvel, podem provocar um novo problema ambiental. Ricardo de Oliveira

O que pode fazer a diferença para mais ou para menos em termos de performance e também de alcance é a densidade em kWh e isso não está relacionado com o motor elétrico a bordo, mas com o pacote de baterias que o carro transporta, o maior custo de um carro elétrico e assim continuará por muito tempo.

Cheia de tecnologia e química, o dispositivo que armazena energia nesse tipo de automóvel já está preocupando o setor antes mesmo da prometida invasão dos veículos plugados. E aí podemos incluir também os plug-in hybrid. A pergunta agora é: o que fazer com a bateria de um carro elétrico?

Conforme os fabricantes de veículos vão elevando os investimentos na produção de baterias, um futuro mercado de reciclagem lentamente começa a ganhar forma.

A busca implacável por lítio já promete elevar em quatro vezes o consumo da principal matéria-prima das baterias e em 2025, os carros serão responsável por 90% da produção mundial. Lembre, todos os dispositivos eletrônicos modernos possuem baterias de lítio, desde os bilhões de smartphones até as calculadoras de mão. Todo esse universo de aparelhos que usam pequenas baterias desse elemento químico ficarão só com 10% de um todo.

Além disso, os preços do cobalto já subiram 80%, pois também é matéria-prima essencial na produção de baterias. A Volkswagen, por exemplo, já se adiantou em reservar um lote enorme dele para sustentar sua mega produção de baterias para a próxima década. Ainda não se fala em fim das reservas de lítio e a mais recentemente descoberta fica em Minas Gerais. A Bolívia, no entanto, tem as maiores reservas do planeta e pode enriquecer com essa com commodity no cenário internacional, sendo agora chamado de “petróleo branco”.

O banco Goldman Sachs o chamado de “nova gasolina”. Argentina e Chile, com seus desertos de sal, também possuem reservas enormes do metal e o trio de nações representam 60% das reservas mundiais conhecidas. No caso do cobalto, entre 50% e 60% das reservas mundiais estão no Congo. Ou seja, todo o mundo está de olho nesses quatro países. Em 2015, de acordo com a consultoria Roskill, US$ 2 bilhões foram consumidos nestes minerais.

O que fazer com baterias dos carros elétricos é desafio no setor

Mas, se as reservas ainda parecem longe do fim, já que nem se sabe se existem mais de lítio, por exemplo, o descarte das baterias é um motivo secundário nessas corrida do ouro elétrico. Empresas como a OnTo Technology dos EUA, começam a se preparar para um mercado de reciclagem. A companhia prevê um setor robusto em 2025. Sua aposta é produzir materiais para produção de eletrodos para novas baterias a partir de unidades expiradas ao invés de decompor cada elemento individualmente.

A Tesla, por exemplo, diz que usará baterias para abastecer de energia sua Gigafactory e pretende reciclar as células exauridas. A BYD, por sua vez, utiliza baterias em fim de vida útil para veículos em grandes acumuladores de energia estacionários, que terão funcionamento por muito mais tempo que os automóveis. Hoje, o tempo de vida das células atuais varia de 8 a 10 anos. Então, podemos esperar pelo aumento na reciclagem para além de 2025. notícias automotivas

Fonte: Folha/BBC/Galileu

La Conquête du pain, ou A Conquista do Pão

O primeiro governo operário da história, formando uma república proletária através de um regime comunal de caráter socialista, aconteceu em 1871, em Paris. A famosa Comuna de Paris durou somente 72 dias, tendo sido esmagado com violência extrema. A capital francesa, portanto, gosta de se colocar na vanguarda de levantes de esquerda. Mas ela é também famosa por seus espetaculares pães – e uma padaria parisiense reuniu essas duas tendências, criando a primeira padaria anarco-comunista da história.

La Conquête du pain, ou A Conquista do Pão, é gerida, segundo seu co-fundador Pierre Pawin, em total comunhão entre todos, para que possam progredir juntos e não em competição. “Isso é ser anti-capitalismo”, ele diz. Lá você pode provar um sanduíche Karl Marx ou Angela Davis, enquanto toma um café Zapatista, oferecido gratuitamente, lendo livros revolucionários à disposição. Os produtos da padaria são todos orgânicos.

Seus proprietários sabem que a padaria está inserida no capitalismo, e não negam tal situação – a ideia é lidar com ela de forma diferente, através de decisões políticas internas diferenciadas. Preços, salários – todos ganham a mesma coisa -, a ausência de hierarquias na equipe, as decisões em assembleia, tudo é pensado pelo coletivo.

A Conquista do Pão também se posiciona contratando jovens menos privilegiados para se tornarem padeiros, e não há descriminação: ainda que sejam ateus militantes, a maioria dos empregados é muçulmana. Ainda que vendam uma das baguetes mais baratas de Paris, há um preço especial para quem não pode pagar: 75 centavos. Quando estão para fechar, as sobras são todas distribuídas para quem precisa – e volta e meia os proprietários oferecem gratuitamente seus pães para refugiados e pessoas em situação de rua.

Seja o leitor de esquerda ou de direita, é difícil não se comover e abrir um sorriso com tal iniciativa. Dentro ou fora do capitalismo, esteja de que lado se esteja, é possível ser consciente e agir positivamente pelo social em cada gesto – inclusive quando se faz um pão. Vivimetaliun

© fotos: Facebook/divulgação

Poetize-se: RECEITA DA LONGEVIDADE, RECEITA PÃO DE ATUM, SUCOS VERDES, LECHE DE TIGRE, SANDUÍCHES SEM PÃO, CONHEÇA 13 MANEIRAS DE REAPROVEITAR SOBRAS E CASCAS DE FRUTAS E VEGETAIS, PÃO DE QUEIJO DE FRIGIDEIRA,

What The Health

What The Health (2017) Dublado em português / Filme completoYouTube

“What the Health”, lançado pela Netflix, feito pelos mesmos produtores de “Cowspirancy”, documentário de apelo ambiental bastante interessante apesar de tendenciosa, busca se aprofundar mais no argumento “da saúde” para
justificar uma alimentação baseada em vegetais (plant-based diet), adotada por veganos por não conter nenhum alimento de origem animal.
O cineasta Kip Anderson faz uma investigação sobre o que é uma dieta saudável e para isso consulta diversos
especialistas (sendo muitos deles ativistas da causa animal, como é o caso do dr. Greger responsável
pelo site nutrionalfacts.org) para comentar a respeito do consumo de produtos de origem animal.

Veganismo é algo louvável, como ideologia? É sim! Plant-based diets são saudáveis? Se bem planejadas e suplementadas, sim!

Dietas onívoras são saudáveis? Sim, se bem planejadas!

Em tempos de extremos, as pessoas cada vez mais buscam soluções mágicas para lidar com seus problemas, mas o caminho mais sustentável e saudável a longo prazo é o equilíbrio. Devemos tomar muito, mas muito cuidado mesmo com o conteúdo das informações que são propagadas por aí: livro não é confiável. Documentário não é confiável. Até artigo científico não é confiável! Muitos são realmente patrocinados ou extremamente enviesados para fornecer a resposta que o pesquisador espera (cherry-picking) e muitas revistas aceitam publicar esse tipo trabalho, pois infelizmente existe um mercado de publicações, mesmo em periódicos indexados (mas geralmente com baixo fator de impacto). Desconfie sempre e busque um profissional atualizado e de confiança. Rita Rodrigues – desnoiando

O consenso de cientistas, médicos, e nutricionistas é que uma dieta vegana pode ser saudável, mas não é a única dieta saudável, até melhores evidências aparecerem, a abordagem “moderação em todas as coisas” é bem razoável.

O documentário começa com o aforismo de Hipócrates “Que seu remédio seja seu alimento e que seu alimento seja seu remédio”. Hipócrates morreu em 370 A.C. e antes disso havia muita coisa no caminho da medicina eficaz e antes da ciência ter aprendido muito sobre alimentos (como a existência de vitaminas). Então, Hipócrates dificilmente é uma autoridade com credibilidade, mas mesmo que fosse, o apelo à autoridade é uma falácia lógica. Ceticismo e Ciência

Canabidiol, o CBD

O canabidiol, também conhecido por CBD, é um dos princípios ativos da Cannabis sativa, nome científico da maconha. Compõe até 40% dos extratos da planta e pode ser usado como medicamento para diversas doenças, que variam epilepsia severa a fibromialgia. É uma substância canabinoide (que age nos receptores canabinóides do cérebro).

Visto com desconfiança por ser feito a partir de uma planta ilegal e com efeitos psicoativos, o CBD conquistou espaço na mídia a partir de 2014, quando uma mãe ganhou, na justiça, o direito de importar a substância para o tratamento de sua filha que tinha a síndrome CDKL5, que causa epilepsia grave. Minuto Saudável

Na medicina, o canabidiol pode ser usado como anticonvulsivante, anti-inflamatório, ansiolítico e antitumoral, pode ser consumido em spray, em óleo ou fumado, mas não há um consenso de qual é mais efetivo. O óleo de CBD é o método mais usado para a administração do medicamento.
Apenas pessoas com laudos e receitas médicas podem comprar o medicamento, que é controlado. A ANVISA disponibiliza, em seu site, um cadastro para pessoas físicas. O cadastro exige diversos documentos e informações.
Você pode se cadastrar através do site da ANVISA, por e-mail (med.controlados@anvisa.gov.br) ou pelo correio.

A Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (ABRACE) conseguiu uma liminar de uma juíza federal que autoriza a produção e fornecimento do óleo de cannabis para cerca de 400 pacientes com receita médica.

Cassiano Teixeira começou bancando a produção do óleo através de doações, mas em 2015 criou uma associação de pacientes.

Cada família paga 150 reais mensais para a associação, com exceção de 30 famílias de baixa renda. Quase 400 pacientes são atendidos e há mais de 200 em uma lista de espera. Você pode entrar no site deles clicando aqui.

O CBD é um canabinoide que, assim como o THC, se liga aos receptores de canabinoides espalhados pelo corpo humano, conhecidos como CB1 e CB2. Growroom

O Canabidiol não é psicoativo, ou seja, ele não causa o famoso “barato”, e contrapõe alguns dos efeitos do THC, interagindo diretamente com ele. Pacientes informam que com o THC usado isoladamente, como na forma de dronabinol (THC sintético), os efeitos psicoativos são muito fortes, podendo causar paranoia, tontura e outros efeitos desagradáveis.
O CBD possui um efeito sedativo. Plantas com alto teor tendem a causar mais sono e relaxamento quando consumidas.

O CBD foi estudado como um potencial neuroprotetor, sendo testado como tratamento para a epilepsia de difícil tratamento, mas ainda não há evidências suficientes de sua eficácia, parece ter propriedades anti-inflamatórias, demonstrando potencial para o tratamento de diversas doenças inflamatórias, como a artrite reumatoide, a esclerose múltipla, a doença de Crohn, diabetes tipo 1, entre muitas outras.
Diferente do THC, o CBD isolado não possui efeito analgésico. Utilizado em conjunto com o THC, contudo, ele parece potencializar os efeitos do THC no combate à dor crônica, sobretudo a dor neuropática (comum em pacientes com câncer ou AIDS, por exemplo). Ao que tudo indica, o CBD e o THC em conjunto são mais eficazes do que o THC isolado no tratamento da dor.

A cannabis não bloqueia a dor como opiáceos, por exemplo. Ela parece simplesmente aumentar a capacidade do usuário em tolerar a dor, no tratamento da dor, a planta já é aceita como um analgésico pela medicina tradicional. Em estados americanos onde o uso medicinal da cannabis foi legalizado, as vendas de analgésicos a base de opiáceos caiu consideravelmente, indicando uma preferência pela cannabis por parte de muitos pacientes.

O CBD tem efeito antipsicótico. Diversas pesquisas indicaram esse efeito, inclusive estudos realizados no Brasil, na USP de Ribeirão Preto.
Pesquisas com pacientes que automedicam com cannabis identificaram um alto número de pessoas utilizando a erva para tratar problemas psiquiátricos; com ou sem acompanhamento médico. Uma pesquisa realizada na Califórnia, em 1999, identificou 660 (26,6%) pacientes automedicando problemas psiquiátricos com cannabis. Entre eles, 274 sofriam de stress pós-traumático; 162 de depressão; 73 de ansiedade; 46 de depressão neurótica; 34 de desordem bipolar; 26 de esquizofrenia; 15 de déficit de atenção; 8 de distúrbio obsessivo-compulsivo; 5 de síndrome do pânico; 17 de outras enfermidades.
É importante, portanto, ter muito cuidado e somente se medicar com acompanhamento médico.
Em diversos estudos pré-clínicos (em laboratório ou em animais, não em humanos), o CBD demonstrou forte potencial no tratamento de diferentes tipos de câncer. Centenas de estudos demonstram efeitos antitumorais e anticancerígenos por parte do Canabidiol isolado.

Faltam investimentos em estudos, não somente com o CBD, mas com a cannabis como um todo, já que diversos de seus componentes parecem agir no organismo e até potencializar os efeitos terapêuticos uns dos outros, mais conhecimento sobre esse e outros componentes pode significar uma expansão na compreensão da biologia humana e um passo à frente no tratamento de dezenas de enfermidades, e assim avançar na luta pelo direito à vida e ao tratamento de escolha de pacientes-usuários.

Vote a favor da descriminalização do cultivo da cannabis sativa para uso pessoal terapêutico, clicando aqui

Volkswagen transforma Fusca em elétrico

O Grupo Volkswagen, junto com sua parceira eClassics, montou um Fusca 100% elétrico.

A carroceria que passou pela conversão é parecida com a dos modelos do Fusca dos anos 70 no Brasil (Divulgação/Volkswagen)

O Fusca tradicional perdeu o motor refrigerado a ar e o câmbio de quatro marchas. Porém, ficou mais parrudo com as novas estruturas no chassi para receber todo o conjunto de baterias do irmão mais novo, e-Up!, o e-Fusca vai contar com motor elétrico e câmbio da Kassel, e baterias da Brunswick.

(Divulgação/Volkswagen)

Com isso, o veículo atinge a potência máxima de 82 cv e vai de 0 a 80 km/h em pouco mais de oito segundo, mesmo com o aumento do peso devido ao reforço da carroceria. A velocidade máxima é de 150 km/h. É mais rápido que qualquer Fusca original. Renan Bandeira – Quatro Rodas

Enxergue mais: FUSCA HÍBRIDO, BOBINA DE TESLA, DIA DA ÁRVORE, Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico, EMDRIVE – O MOTOR IMPOSSÍVEL, DICAS DE UMA ÁRVORE, ID.3, quer ser o Fusca elétrico., A CEBOLA: O ELIXIR DESCONHECIDO, MOVIDA A ÁGUA, TIMO, BUMBLEBEE ERA UM FUSCA???, MONTE SEU FUSCA, NA ESTRADA HAVIA UMA PEDRA, MOTORHOME, FUSCA ACELERADOS

Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico

Chegando praticamente sozinha em um mercado multibilionário controlado por meia dúzia de conglomerados internacionais, Aline brinca com sua situação: “me sinto uma sardinha no meio dos tubarões”. Gabriel Pietro

engenheira instalando motor elétrico fusca

No entanto, não teme a competição. Encara os desafios e quer popularizar essa nova realidade. “Quando eu me deparei com o valor de um veículo elétrico, eu percebi que a população brasileira não tinha condições de comprar. Eu não tenho condições de comprar, e eu queria muito um carro elétrico.”

A engenheira eletricista Aline Gonçalves Santos, 31 anos, moradora de Vila Velha (ES), desenvolveu um audacioso projeto tecnológico e conseguiu equipar seu Fusca de 1971 com um motor elétrico, estudou e elaborou por dois anos um estudo em que buscava identificar os componentes necessários para criar um motor elétrico para seu carro de meio século. A pesquisa é um passo adiante para adaptar os carros movidos a combustíveis fósseis no país.

A engenheira executou diversos testes em seu veículo antes de lançar a startup MeuVeb. Com a ajuda de uma equipe de eletricistas e mecânicos, e um investimento inicial de R$ 60 mil, Aline conseguiu equipar seu Fusca com o motor elétrico.
Dois anos de pesquisas e muito quebra-cabeças viraram dois dias: este é o prazo para Aline transformar qualquer carro movido a gasolina/etanol em um veículo elétrico. Dois dias! Por R$ 45 mil, preço do kit comercializado pela startup, isso é possível. Razões Para Acreditar

Eficiência: roda 50 quilômetros a uma velocidade de 50 km/h. Amigos do Fusca – Facebook
O kit é composto por motor elétrico, 15 células de bateria de lítio e um display que informa ao condutor algumas informações do sistema, como a temperatura da bateria. Apesar da adaptação universal, inicialmente os veículos antigos de chassi Volkswagen foram escolhidos para as modificações.AutoVídeos
“É um carro urbano, dentro da proposta de popularizar o veículo elétrico. Um estudo apontou que a velocidade média em Vitória é de 30km/h, portanto, o Fusca está excelente. As pessoas ficam mais tempo com o pé na embreagem do que no acelerador”, disse a Aline, que está recebendo propostas de parcerias de paraguaios e chineses para o aprimoramento do motor. Ademilson RamosEngenharia é

Foto: Jefferson Rocio/Mec Show 2018
“A nossa proposta é galgar para chegar a carros mais novos”, contou a engenheira, que participa nesta semana de mais uma etapa da InovAtiva Brasil, o principal programa de aceleração em larga escala para negócios inovadores do país, em São Paulo. Seu mentor é o Nelson Nishiwaki, referência em consultoria no mercado automobilístico brasileiro e auditor da Toyota. Índice Moqueca – Aline Diniz
Poetize-se: DAD VW, BUMBLEBEE ERA UM FUSCA???, SAUDAÇÃO AO SOL, CANCERIANO SEM LAR, ROLÊ DE NATAL VOLKS CLUB MOOCA, EM BUSCA DA VERDADE, KUMSCA, A CORRIDA DE MOTOS MAIS INSANA QUE VOCÊ JÁ VIU, DIA DO FUSCA., MONTE SEU FUSCA, HO’OPONOPONO, EMV, VOLKSWAGEN SP2 CLÁSSICO, A INVASÃO DO BRASIL

Luto, maconha mata!!!

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O governo mexicano deu início ao processo de legalização total da maconha recreativa. Após uma consulta nacional no mês passado em uma série de reuniões públicas, os legisladores do México concordaram em honrar a promessa de discutir a perspectiva de legalizar a maconha.

Tudo começou após uma decisão da Suprema Corte do país, no ano passado, que declarou ser inconstitucional “proibir o uso pessoal de cannabis”, alegando que feria o direito de livre criação de personalidade. Esta decisão foi uma parte essencial do processo para que o México afrouxasse suas leis sobre maconha.

Gil Kerlikowske, ex-comissário de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA do ex-presidente Bacarack Obama, participou de uma cúpula no Senado mexicano na semana passada para debater a legalização assim como sua regulamentação: algo que ele insistiu que seria fundamental para o sucesso da legislação.

Destacando a necessidade de proteger os jovens dos riscos da maconha por meio de controle rigoroso, ele pediu às autoridades mexicanas que garantissem que as receitas arrecadadas com a tributação da cannabis fossem investidas em reabilitação de drogas, programas educacionais assim como métodos de combate a qualquer reação dos cartéis de drogas.

“Se você quer um ambiente controlado para a maconha, precisa fazer todo o possível para eliminar o mercado negro” concluiu. Portal Mundo

Casa sustentável tem conta de luz de R$ 7,50 por ano

Uma casa na Austrália foi construída para provar como é possível viver em local luxuoso e confortável, sem abrir de nada, mas sem desperdiçar, sem poluir.

E o melhor de tudo: gastando pouco mais de 2,35 dólares (algo em torno de 7,50 reais) em energia por ano.

Desde sua construção, planejada para o mínimo desperdício de luz natural, essa casa de “10 estrelas” é diferente: ao fim da “construção”, ela gerou somente 3 sacos de lixo. Os materiais de sobra foram devidamente reciclados.

Quando pronta, a casa foi equipada com painéis de energia solar no teto, e um enorme galão para se reaproveitar a água da chuva.

Uma casa ecologicamente correta que ainda torna a vida bem mais leve em nossos bolsos.

Os materiais de sua construção são especiais para aquecerem o interior da casa sem a necessidade de aquecedores – e tudo isso com elegância, conforto e estilo.

A ideia é encorajar a construção de mais casas ecológicas, especialmente através desses benefícios em contas de luz – diretamente proporcionais aos benefícios para o planeta – e da beleza da casa de 10 estrelas australiana. Viver melhor e mais barato é um belo projeto para o futuro.

© fotos: divulgação/fonte:via

Mônica Lopes Ferreira toma o chá de agrotóxico, aceita um gole?!?

https://youtu.be/eR-RCyOxg7UVídeo: Agrotóxicos são seguros? por Mônica Lopes-Ferreira – Daniele Bragança (Texto e Vídeo), Márcio Lázaro (Edição)
Há 30 anos, a imunologista Mônica Lopes Ferreira desempenha uma celebrada carreira no Instituto Butantan, instituição pública centenária ligada à Secretaria da Saúde de São Paulo, que atua como centro de pesquisa biológica.A imunologista analisou dez agrotóxicos que estão entre os mais utilizados no Brasil e revelou que todos, em qualquer quantidade aplicada, causam graves prejuízos à saúde humana. São eles: abamectina, acefato, alfacipermetrina, bendiocarb, carbofurano, diazinon, etofenprox, glifosato, malathion e piripoxifem.

Os resultados demonstram que os pesticidas causam mortes e malformação de fetos em embriões de peixe-zebra até mesmo em dosagens equivalentes a até um trigésimo do recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Quando ele não matava, causava anomalia, o que para mim é uma coisa extremamente preocupante”, alerta Mônica, explicando que a genética do zebrafish, como é conhecido, é 70% semelhante à dos seres humanos.

O estudo foi encomendado em 2018 pela Fiocruz, pertencente ao Ministério da Saúde – que indicou os agrotóxicos a serem testados, o diretor da Anvisa Renato Porto e a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, deram entrevistas contestando o estudo. Além deles, o ex-secretário de Agricultura e de Meio Ambiente de São Paulo, Xico Graziano, que tem ecoado a linha da ministra em seu blog, publicou um tweet desqualificando a pesquisa.

No final de 2018, eu comecei a ser procurada por um pesquisador da Fiocruz e me disseram que eu tinha sido indicada pelo próprio Ministério de Saúde para realizar uma análise de toxicidade por agrotóxicos usando o zebrafish. A Fiocruz, por ser um órgão do Ministério da Saúde, foi quem me enviou os dez agrotóxicos a serem testados, com a tabela já das doses. Essas eram as doses que eles consideram ideal para a saúde humana. Eu fui então testar cada um desses.

Ou eles causam mortalidade nos animais ou eles causam anomalias. Não morreu? Mas o bicho ficou doente, ficou com uma anomalia. Eu não fui a primeira a dizer que agrotóxicos causam problemas. Não fui a primeira e não serei a única. Existem muito estudos sobre isso.

Alguns outros colegas que eu conheço que trabalham com agrotóxicos me relataram que eles também têm sido perseguidos por conta dos agrotóxicos. Eu não sabia, até então, que existia todo um mundo de perseguição contra pessoas que estudam os agrotóxicos. Mariana Simões, Agência Pública/Repórter BrasilEsta entrevista (clique aqui para ler na íntegra) faz parte do projeto Por Trás do Alimento, uma parceria da Agência Pública e Repórter Brasil para investigar o uso de Agrotóxicos no Brasil. A cobertura completa está no site do projeto.

O Danio rerio é geneticamente parecido com a espécie humana e possui todo genoma sequenciado.

Os pesquisadores testaram dosagens variadas dos dez agrotóxicos mais usados no país – Abamectina, Acefato, Alfacipermetrina, Bendiocarb, Carbofurano, Diazinon, Etofenprox, Glifosato, Malathion e Piriproxifem –, desde as doses mínimas indicadas pelos fabricantes até concentrações 30 vezes inferiores, e que, portanto, deveriam a princípio ser consideradas inofensivas à vida e ao meio ambiente. A pesquisa mostrou o contrário: mesmo exposto a concentrações mínimas, o Zebrafish apresentava anomalias ou não resistia após ser submetido ao veneno. Oeco

Poetize-se: CIDADES DEMOCRÁTICAS, Conheça 13 maneiras de reaproveitar sobras e cascas de frutas e vegetais, Café com Dengue., VIA LÁCTEA PELO NAVEGADOR, MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE, Desordem mental, depressão e suicídio???, Substituto de agrotóxico: eucalipto, Remédio caseiro para controle de pulgas, A HISTÓRIA DO JARDINEIRO DE OXALÁ, VIDA INTELIGENTE., Inseticida Natural contra lesmas e lagartas, Amazônia S. A., Repelente de pescador, Mapa do envenenamento de alimentos no Brasil

Tapetes do fundo do mar e reflexão sobre preservação dos oceanos

Nós adoramos toda e qualquer forma de arte, porém quando ela possui um caráter crítico e nos instiga a pensar sobre determinado ponto, melhor ainda. A artista portuguesa Vanessa Barragão, vem criando tapetes incríveis, que além de nos propor uma reflexão sobre a importância da preservação dos oceanos, recupera técnicas ancestrais de tapeçaria manual. Recriando paisagens do fundo do mar, suas obras são produzidas inteiramente de maneira artesanal e são 100% sustentáveis.

Sediada na cidade de Porto, a artista é natural de Albufeira, litoral do país, portanto o mar sempre foi sua realidade. Após estudar Design de Moda e estar em contato direto com a indústria têxtil, a preocupação com o meio ambiente tornou-se real, já que a indústria da moda é uma das que mais poluem o meio ambiente. Vanessa Barragão

Retratando algas, corais e aspectos da vida marinha que encontram-se em constante ameaça, sua obra não poderia ser mais atual e direta. A complexidade de seu trabalho caminha lado a lado com sua criatividade, trabalhada a partir de técnicas tradicionais, como feltragem, tricô, macramê, crochê e tecelagem, muitas destas que vêm sido engolidas pela industrialização. Vivimetaliun

Palavras Perdidas: A ILHA DE LIXO, CUCO, O MAR DE ARAL VIROU AREIA., BE MY EYES APP, PEIXE-BOI MARINHO, Plástico Pena, XEQUE MONTE, Kamikatsu, como separar o lixo?!?, CARTA DA TERRA, ÁGUAS DE MARÇO, A culpa das velhas plásticas, PLANETARIO, Embalos de bananas

Abrolhos sem Petróleo


A Conexão-Abrolhos, um grupo formado por organizações socioambientais que atuam na conservação marinha no país, começou nesta quinta (19) uma campanha para sensibilizar a sociedade e as empresas sobre os possíveis riscos da exploração de petróleo e gás na bacia sedimentar de Camamu-Almada, no litoral da Bahia. No próximo dia 10 de outubro, o governo colocará em leilão quatro áreas para atividades petrolíferas na região que fica próxima aos bancos de corais de Royal-Charlotte e Abrolhos. Jaime Gesisky – WWF

Para saber mais sobre a iniciativa, acesse: www.conexaoabrolhos.com.br
Um total de 17 gigantes petrolíferas, incluindo a Petrobrás e as estrangeiras BP, Exxon e Shell, já estão inscritas para a 16ª Rodada de Licitações da Agência Nacional de Petróleo, que vai leiloar, entre outros, quatro blocos de exploração de petróleo e gás na bacia sedimentar de Camamu-Almada, localizada a 300 km do Parque Nacional Marinho de Abrolhos.


São membros fundadores da Conexão Abrolhos: Conservação Internacional (CI-Brasil), Oceana no Brasil, Rare-Brasil, SOS Mata Atlântica e WWF-Brasil. A liga das Mulheres pelos Oceanos apoia a iniciativa.
Para estas organizações, o leilão de áreas para exploração petrolífera renova a ameaça sobre a região dos Abrolhos, sempre cobiçada pela indústria de petróleo e gás. O lugar abriga a maior biodiversidade marinha do sul do Oceano Atlântico e a principal área de reprodução de baleias-jubarte, declarada em 2002 pelo Ministério do Meio Ambiente de “Extrema Importância Biológica”, e considerada prioritária para a conservação da biodiversidade marinha.O coral-cérebro (Mussismilia braziliensis) avistado por Darwin é uma espécie endêmica dessa região e forma estruturas muito características dos recifes dos Abrolhos; com forma de cogumelo, eles podem chegar a 50 metros de diâmetro e 25 metros de altura. O Complexo de Abrolhos é reconhecidamente a área mais extensa e biologicamente mais rica de recifes de corais no Oceano Atlântico Sul. Os recifes são distribuídos em dois arcos, um costeiro, localizado entre 10 e 20 quilômetros da costa, e outro externo, a cerca de 70 quilômetros, ao lado leste das ilhas de Abrolhos.

Os manguezais são outro ecossistema muito presente e de grande importância ao longo do litoral da região, especialmente na Bahia. São ecossistemas considerados berçários da vida marinha e possuem grande produtividade, sendo fundamentais para a produção pesqueira artesanal na região. Possuem também papel importantíssimo na absorção de carbono da atmosfera e na proteção da linha de costa contra tempestades e inundações, sendo cruciais para enfrentar a crise climática que vivemos.Os recifes de corais são parcialmente protegidos pelo Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, criado em 1983, e pela Reserva Extrativista (RESEX) Marinha de Corumbau, criada em 2000. Já os manguezais são protegidos principalmente pelas RESEX Canavieiras e Cassurubá. Todas com impacto positivo nas atividades de turismo e pesca sustentáveis na região.

“Nesse cenário, além do prejuízo do empreendedor de ver frustrados seus eventuais interesses para exploração dos blocos (bônus de assinatura, taxa de retenção e ocupação da área etc), ainda pode gerar o dever de indenizar perdas e danos por parte da ANP, causando prejuízo ao erário e, por conseguinte, ao bolso de todos os contribuintes”, defendem os procuradores.

Será?!?
Há precedente para a preocupação do Ministério Público. Em 2002 houve o leilão do Bloco BM-ES-20, na parte norte da Bacia do Espírito Santo. Localizado em área de alta sensibilidade ambiental e próxima de Abrolhos, o Ibama negou ao empreendedor todas as tentativas de licença para exploração. Na ocasião, a ANP acabou pagando cerca de R$ 3,21 milhões a mais do que o desembolsado pela petroleira que havia comprado o bloco, pela devolução do mesmo, seguindo os termos do contrato. Sabrina Rodrigues – O Eco


O Parque Nacional Marinho dos Abrolhos é berçário das baleias jubarte (Foto: ICMBio)
A maior indignação de organizações ambientais, ativistas e apoiadores da campanha em defesa de Abrolhos é notar que mais uma vez o interesse econômico possa estar sendo colocado acima da sustentabilidade e da preservação da biodiversidade e dos povos que habitam a região localizada no sul do litoral da Bahia, conforme explica a defensora do meio ambiente Tamires Felipe Alcântara, de 32 anos, autora do abaixo-assinado aberto na Change.org. CartaCapital
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iEV20

A chinesa JAC Motors está preparada para uma mudança radical de atuação no Brasil. Conhecida pelos automóveis com bom custo-benefício, agora a marca vai oferecer um portfólio de cinco modelos 100% elétricos, incluindo o que deve ser o carro mais econômico do país. A mudança de estratégia promete ser a reestruturação da montadora localmente.


O iEV20 possui autonomia de 400 quilômetros e custo estimado de abastecimento de 23 reais (JAC Motors/Divulgação)
A montadora vai trazer, a partir de dezembro, três SUVs, uma picape e um caminhão pequeno, todos com motores 100% elétricos. O primeiro a chegar será o utilitário esportivo iEV20. O modelo é a grande promessa da marca no quesito economia de combustível.
O iEV20 possui 400 quilômetros de autonomia, ou seja, pode rodar toda essa quilometragem sem precisar de uma nova carga. Em uma cidade como São Paulo, por exemplo, o custo por quilômetro rodado é de cerca de 5 centavos de real. Para “encher o tanque”, a montadora informa que seriam necessários aproximadamente 23 reais em energia elétrica. Segundo a JAC, esse valor é sete vezes mais barato do que o carro mais econômico do mercado brasileiro.

A linha de elétricos da JAC possui um aplicativo para smartphone que permite a verificação da carga da bateria, da autonomia, situação de recarga durante o carregamento e conta com um sistema de rastreamento e telemetria com diagnóstico à distância – se autorizado pelo proprietário, o controle elétrico dos vidros, abertura das portas e acionamento do ar-condicionado de forma remota.

A soma de todas as revisões do modelo, dos 10 mil aos 60 mil quilômetros, é de 600 reais. Esse valor costuma corresponder a apenas uma das revisões obrigatórias da concorrência. Um dos fatores que contribuem para esse custo é a baixa complexidade do carro elétrico – chega a ter 10 vezes menos peças do que um modelo a combustão.
“Dos 90 milhões de barris de petróleo consumidos por dia no mundo, 25 milhões são destinados aos veículos leves e caminhões. No médio e longo prazo, o elétrico é efetivamente a melhor solução para combater as emissões de CO2”, diz Sérgio Habib, presidente da JAC no país.

Atualmente, nenhuma empresa está autorizada a vender energia elétrica, além das próprias distribuidoras. Neste sentido, um posto de gasolina não poderia abastecer, por exemplo, os carros elétricos. Nos grandes centros, onde os condomínios residenciais são muito comuns, também não é permitido usar energia das áreas comuns. Juliana EstigarribiaExame

A JAC quer mudar sua imagem no Brasil investindo forte na linha de elétricos. Uma das principais marcas na China nessa categoria, tanto que virou parceria da Volkswagen na criação da marca SOL, a JAC terá cinco carros totalmente elétricos distribuídos em categorias diferentes. Os preços vão de R$ 119.990 a R$ 259.900. icarros

Poetize-se: NIKOLA TESLA, QUEM MATOU O CARRO ELÉTRICO?, Telhas fotovoltaicas, 900.000 km de elétrico, MOVIDA A ÁGUA, Lamborghini faz parceria com MIT para supercarro elétrico, TURBINA EÓLICA CASEIRA, FUSCA HÍBRIDO, VIABILIDADE???, Tesla surf, FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS, Os desafios da transição energética

Fridays For Future


As greves estudantis contra o aquecimento global começaram em agosto de 2018, com Greta Thunberg, de 16 anos, e se espalharam pelo mundo, esta talvez tenha sido a maior manifestação pelo clima já realizada no planeta. Nem as Marchas pelo Clima reuniram tanta gente. E, em alguns casos, os jovens ainda tiveram o apoio dos pais, dos professores e das escolas. Mônica Nunesconexão planeta

Aqui estão algumas diretrizes gerais:

1. As sextas-feiras para o futuro querem que você ataque apenas de uma maneira com a qual se sinta seguro.
2. Muitos atacantes de sexta-feira a sexta-feira têm aprovação da polícia para a greve.
3. É comum que essas aprovações permitam apenas um protesto silencioso e sentado.
4. É improvável que as sextas-feiras do futuro sejam capazes de fornecer apoio jurídico se houver problemas; portanto, a FFF aconselha os grevistas a estabelecer uma ligação com as ONGs locais. Essas ONGs geralmente conhecem advogados locais, que são bem versados em situações de protesto.
5. Somos uma organização de greve pacífica e silenciosa, mas, infelizmente, já vimos exemplos em alguns países, onde alguns indivíduos ou organizações tentam entrar em uma greve com o objetivo de causar problemas. Tome cuidado e priorize sua própria segurança.

Informe-nos se pudermos ajudar com mais perguntas.

#FridaysforFuture é um movimento popular após a ligação de @GretaThunberg à greve escolar.

As crianças em idade escolar são obrigadas a frequentar a escola. Mas com o agravamento da Destruição Climática, esse objetivo de ir à escola começa a ser inútil.
– Por que estudar para um futuro, que pode não estar lá?
– Por que gastar muito esforço para ser educado, quando nossos governos não estão ouvindo os educados?
Greta Thunberg pede que as pessoas batam na frente de sua prefeitura mais próxima, toda sexta-feira. Com uma placa, tire uma foto e publique-a com as hashtags
#Fridaysforfuture
#Climatestrike

A emergência climática é uma questão urgente, já que agrava e amplia as desigualdades existentes. Os seus efeitos vão continuar a crescer e a piorar com o tempo, criando uma ruína para as gerações atuais e futuras. Para a Anistia Internacional, o fracasso dos governos em agir contra as alterações climáticas pode ser a maior violação intergeracional de direitos humanos da história.

“Direitos humanos e a crise climática andam de mãos dadas. Não podemos resolver um sem resolver o outro. As alterações climáticas significam que as pessoas não vão conseguir cultivar alimentos, que suas casas estarão sob ameaça e que sua saúde ficará comprometida. Os governos têm o dever de nos proteger, então por que razão não estão fazendo nada para impedir que as alterações climáticas destruam as nossas vidas?”, questiona Greta Thunberg. Anistia

O Prêmio de Embaixador de Consciência foi criado em 2002 para celebrar pessoas e grupos que promovem a causa dos direitos humanos ao agir em consciência, confrontando a injustiça e usando suas competências para inspirar outras pessoas. Entre os homenageados estão nomes como Nelson Mandela, Malala Yousafzai, Harry Belafonte, Ai Weiwei, os Grupos da Juventude da África Ocidental e Central, Angélique Kidjo, o movimento dos direitos indígenas no Canadá, Alicia Keys e Colin Kaepernick.
A ativista Greta Thunberg e o movimento estudantil Fridays for Future foram homenageados Embaixadores de Consciência da Anistia Internacional em 2019.
Veja também: Felix Finkbeiner: Plant For The Planet, Puta Que Pariu!!!, Índice de Desenvolvimento Humano, O que é ser defensor dos direitos humanos, afinal?, Impostômetro, Portal da Transparência, DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, O que, de quem?, Só Pra Variar, Cadê os Amarildos?, Um Monte de mentiras, Dia Internacional do Direito a Saber, Velozes e Incompetentes, Semana do Consumidor, Flúor reduz o QI?

ID.3, quer ser o Fusca elétrico.

Em pré venda na Europa há alguns meses, com preço inicial abaixo dos 30.000 euros, o modelo é o primeiro de uma aguardada – e grande – família de carros elétricos da marca.

Não por acaso, também coube ao ID.3 a estreia da plataforma modular MEB, a equivalente elétrica da conhecida MQB. A Volkswagen o trata como seu carro elétrico para as massas. E é impossível não fazer um paralelo com o Fusca. Henrique Rodriguez, de Frankfurt (Alemanha)QuatroRodas

O menor conjunto, de 45 kWh, permite percorrer até 330 km por recarga, seguindo o ciclo WLTP. Já o maior, de 77 kWh, garante autonomia de até 550 km.
A propulsão elétrica fica por conta de um motor síncrono com ímã permanente que, assim como o inversor e a transmissão de uma marcha, estão integrados ao eixo traseiro.

A Volkswagen buscava entrar no mercado norte-americano de veículos a diesel.

As propagandas prometiam motores “diesel realmente limpos”. Depois descobriu-se que elas ludibriavam quem buscava durabilidade e eficiência nos Volkswagen, uma das poucas marcas com sedãs e peruas a diesel com preço acessível.

A fabricante alemã violou as leis de controle de poluentes ao instalar nos automóveis um software que mascarava os índices reais de emissão. QuatroRodas2

Com porte bastante próximo ao de um Golf, o ID.3 mede 4,26 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,55 m de altura e 2,76 m de entre-eixos. A marca diz que a ausência de túnel central e os balanços curtos fazem do elétrico uma referência em termos de espaço interno e habitabilidade. Batizado de Open Space, o conceito de espaço interno permite acomodar confortavelmente 5 pessoas e levar 385 litros de bagagem. Outros dados revelam peso inicial de 1.719 kg (pode variar de acordo com a versão), capacidade de carga de 416 kg a 541 kg, raio de giro de apenas 10,2 metros (ideal para manobras em espaços urbanos apertados) e coeficiente de arrasto (Cx) de 0,267. Dyogo Fagundesmotor1.com


A história do Transporter começou com um esboço de um tipo de veículo que não existia naquele tempo em nenhum lugar do mundo.
Dada intenções da Volkswagen para entrar na nova década com uma série de veículos elétricos, não será uma surpresa se o novo modelo acabar sendo alimentado por um sistema 100% elétrico. Baseado na plataforma MEB, poderia ter as baterias localizadas sob o assoalho, economizando espaço interno e baixando o centro de gravidade do veículo. De acordo com alguns rumores, o Buzz será capaz de viajar até 300 quilômetros com uma única recarga. Anthony Karrmotor1.com

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Onde estudar maconha medicinal?!?

A comunidade acadêmica tem se interessado pelo tema, especialmente ao acompanhar estudos estrangeiros sobre o uso da maconha no tratamento de doenças como depressão, Síndrome de Hett, Alzheimer e esclerose múltipla.

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte está abrindo o primeiro curso sobre o uso terapêutico da cannabis, além das informações sobre pesquisas recentes acerca da maconha medicinal, com foco na redução de dores crônicas e crises epiléticas, os participantes também vão aprender mais sobre a história da erva e de seu uso pela humanidade.

As inscrições podem ser feitas no Sistema Integrado de Atividades Acadêmicas da UFRN. Hipeness


Seguindo a onda de legalização da maconha para uso medicinal e recreativo, universidades pelo mundo todo estão lançando cursos especializados em seu uso medicinal, como é o caso em alguns lugares da Europa e Estados Unidos e Israel, que acaba de criar um curso de pós graduação neste mercado, que tem tudo para continuar crescendo.
Itzhak Harpaz – presidente da instituição, situada entre as cidades de Afula e Nazareth, a Max Stern Yezreel Valley College, completa: A indústria de cannabis hoje é o que a indústria cibernética fez há 10 anos e Israel precisa e pode liderar esta indústria também”. Enquanto isto, o Brasil continua perdendo tempo e dinheiro, já que em 2018 somente os Estados Unidos faturou mais de R$ 20 bilhões. Gabriela Glette


A combinação maconha e faculdade nunca foi uma novidade. Mas na Universidade do Norte do Michigan (MNU), nos EUA, a planta deixou o intervalo e as matadas de aula para virar tema de quatro anos de graduação, surgiu o curso de Química de Plantas Medicinais. Quase metade dos 50 estados norte-americanos já reconhecem o uso terapêutico da planta, sendo que oito unidades da federação legalizaram inclusive o uso recreativo. Nasceu assim um mercado bilionário, mas ainda faltam pessoas capacitadas para lidar com ele.

Somente no ano passado, no mercado legal de maconha e seus usuários movimentados U $ 6.7 bilhões somente nos EUA. A expectativa é de que o volume seja disponibilizado nos próximos anos, atingindo uma marca de U $ 44 bilhões em 2020, tanto para a revista Forbes como para o mercado de erva como a melhor oportunidade de negócios para empreendedores e investidores de startups. A Sociedade Americana de Química criou recentemente uma subdivisão que apresenta os novos lançamentos da indústria nos seus encontros nacionais. REDAÇÃO GALILEU
Reflexo disso é a consolidação e surgimento de novos cursos que visam esmiuçar e formar profissionais em diversas áreas relacionadas à maconha – de cultivo a empreendedorismo, passando por bioquímica e horticultura, conheça 10 universidades que oferecem cursos sobre maconha:

1- Oaksterdam;

2- THC University;

3- Cannabis Training University;

4- Niagara College;

5- Northern Michigan University;

6- Seattle Central College;

7- University of California/Davis;

8- The Ohio State University;

9- University of Washington;

10- Scuola Italiana Della Canapa. Maryjuana

A inteligência coletiva é fundamental no enfrentamento ao proibicionismo e e o preconceito.

O curso online “O uso médico da cannabis no tratamento da dor crônica”, oferecido pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), Universidade Federal de São Paulo.

O curso conta com diversos recursos didáticos e interativos, como vídeos, imagens, ilustrações, entrevistas com especialistas, trabalhos científicos para download e discussão de caso clínico. É coisa de alto nível, com um time de pesquisadores que estuda essa querida planta há décadas. Hempadão

Para ter acesso ao conteúdo basta clicar neste link http://www.cebrid.com.br/curso/


O estudo foi divulgado pela Vegetation History and Archaeobotany, segundo o artigo, a maconha deve ter sua origem precisa pelos lados do Planalto do Tibete, próximo ao Lago Qinghai, uma parte especial do planeta. Hempadão
Mude conceitos, você pode e deve: VENDE-SE MACONHA, SNOOP DOGG LION, NAARA BEAUTY DRINK!!!™, MOVIDA A ÁGUA, NEVO™, MEDICINAL VIBES, VIRTUDE, INSTANTLY AGELESS™, NISE – O CORAÇÃO DA LOUCURA., KID VINIL, VIDACELL®, BECAUSE I GOT HIGH, RESERVE™, OIL, WHICH ONE TO CHOOSE HEALTHWISE?, FHC = THC, PLANTEI MACONHA?!?, Cursos de saúde da UFPB: Uso medicinal da maconha

Nothing is happening

Caso você não saiba:

🔥 Ilhas Canárias estão queimando
🔥Califórnia está queimando
🔥 Oregon está queimando
🔥 Washington está queimando
🔥 Columbia está queimando
🔥 Alberta está queimando
🔥 Montana está queimando
🔥 Nova Escócia está queimando
🔥 Grécia está queimando
🔥 O Brasil está queimando
🔥 Portugal está queimando
🔥 Argélia está queimando
🔥 Sibéria está queimando
🔥 A Amazônia boliviana está queimando

⛈Texas está debaixo de água
⛈ Índia, Paquistão e Nepal com enormes Monsones estão debaixo d’água
⛈ Serra Leoa e Nigéria com inundação maciça debaixo d’água

🌞 Itália, França, Espanha, Suíça, Hungria, Polônia, Romênia, Bósnia, Croácia e Sérvia são atacados por uma impressionante onda de calor
🌞 sul da Califórnia sob onda de calor infernal
🌞 Excepcionalmente em agosto, a cidade de San Francisco alcançou os recordes de 106 graus, quando chega a 115 graus Fahrenheit. Enquanto a Carolina do Norte ainda está cozinhando no inferno.
🌞 Groenlândia (a ilha que o presidente Trump quer comprar) é debatida em sua pior crise ambiental devido ao forte calor. Como se isso não bastasse, a possibilidade de um nível de tempestade solar X10 C.M.E é anunciada para as próximas semanas. O maior já registrado. Thuka Samarsdn – Facebook

Você ainda acha que nada está acontecendo?