Ron Bugado

Ron Bugado (1h 47min) é um filme da 20th Century Studios e sua data de lançamento 21 de outubro de 2021, dos criador(es): Sarah SmithJean-Philippe Vine. A história acompanha um mundo tecnológico em que todas as crianças possuem um “B-bot”, um robô inteligente que os conecta com pessoas em todo o mundo, estudam e conhecem suas personalidades com base em dados e podem ser personalizados com diferentes visuais. Nathalia Jesus – Adoro Cinema

No centro desta história está Barney, a única criança da cidade que ainda não tem um B-bot, porque sua família não é chegada a tecnologias. Quando finalmente consegue ter o super robô, que se chama Ron, percebe que é diferente de todos os outros, pois funciona sem nenhuma inteligência artificial e precisa aprender tudo do zero, sem equipamentos especiais. Assim, Ron causa muitas confusões e decepções para Barney, mas acaba se tornando um grande amigo do garoto.

“[A inspiração surgiu] quando assisti ao filme “Her” de Spike Jonze e pensei “Preciso fazer um filme assim para minha filha”, porque minha filha está o tempo todo enterrada no iPad, vendo anúncios e dizendo “Mamãe, precisamos comprar esse condicionador de tecido porque faz cheirar muito bem”. E ela agia como se tudo o que ela visse no iPad fosse completamente verdade”, explica a cineasta.

Ron Bugado | Trailer Oficial Dublado20th Century Studios Brasil

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SER SENSÍVEL!

Bom pra refletir by Ana Jácomo

“Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Todo dia. Esse jeito de ouvir além dos olhos, de ver além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio tão clara no próprio coração e tantas vezes até doer ou sorrir junto com toda sinceridade. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Essa saudade, que às vezes faz a alma marejar, de um lugar que não se sabe onde é, mas que existe, é claro que existe. Essa vontade de espalhar buquês de sorrisos por aí, porque os sensíveis, por mais que chorem de vez em quando, não deixam adormecer a idéia de um mundo que possa acordar sorrindo. Pra toda gente. Pra todo ser. Pra toda vida. Eu até já tentei ser diferente, por medo de doer, mas não tem jeito: só consigo ser igual à mim.” BIA PEREZO terceiro ato

Sensize-se: A VIDA… E SUAS PEDRAS!, Musée National d’Art Moderne, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, LEIS DA GRATIDÃO, O que é colágeno?!?

Her

Em Ela (Her), Theodore (Joaquin Phoenix) é um escritor solitário, que acaba de comprar um novo sistema operacional para seu computador. Para a sua surpresa, ele acaba se apaixonando pela voz deste programa informático, dando início a uma relação amorosa entre ambos. Esta história de amor incomum explora a relação entre o homem contemporâneo e a tecnologia. Adoro Cinema

Este mote foi amplamente discutido, defendido por alguns e ridicularizado por outros, desde que o diretor e roteirista Spike Jonze anunciou o projeto à imprensa. Felizmente, o filme não se esgota nesta ideia criativa. Ele retrata as novas configurações do amor de maneira geral, e consegue transformar o relacionamento entre o escritor Theodore (Joaquin Phoenix) e o sistema operacional Samantha (Scarlett Johansson) em um dos mais belos romances que o cinema construiu no século XXI. Amores reais em tempos virtuais por Bruno Carmelo

O roteiro magnífico explora o ciúme, a possessão, o sexo, a distância e a noção de pertencimento nos amores contemporâneos, sem jamais parecer um filme-tese. Pelo contrário, com seu clima fluido, imagens de baixo contraste e trilha sonora agridoce, a narrativa constrói uma viagem linear, agradável e hilária em diversos momentos, sem a necessidade de reviravoltas abruptas para despertar o interesse do espectador.

Esse futuro do pretérito é um mundo anônimo, despersonalizado, fruto da globalização que deixa todas as pessoas e lugares com uma aparência semelhante.

O futuro imaginado por Jonze é triste, individualista, melancólico, onde a tecnologia fornece apenas meios de encontrar o amor pela Internet, fazer sexo virtual, pagar para terceiros escreverem cartas pessoais, divertir-se sozinho com videogames realistas. O diretor não aposta no tradicional conflito entre humanos e máquinas (nada de Robocop, portanto), e sim numa fusão tão completa entre os dois que não se consegue mais imaginar uma interação humana sem a intermediação de um sistema virtual. Para os personagens, o virtual é visto como um ideal a alcançar, um modelo de perfeição para o real.

“O amor é uma forma de insanidade socialmente aceitável”, diz a amiga e profeta Amy. “A vida é curta, e todos merecemos um pouco de felicidade”, ela completa.

Já Samantha, o sistema operacional, é vivida com intensidade por Scarlett Johansson, lembrando que a voz é uma parte indispensável da atuação (uma versão dublada de Ela destruiria o filme), e que um personagem complexo e interessante pode ser criado sem nenhuma corporeidade além da tela de um smartphone. Johansson permite que Samantha evolua aos poucos, torne-se cada vez mais humana, mais concreta e palpável, mas sem o sonho fantástico de um dia se tornar real.

Não, este filme não é uma ingênua celebração da tecnologia, e sim uma reflexão profunda sobre todos os aspectos que ligam os homens à máquina, e à projeção que fazemos dos nossos amores na invisibilidade do meio virtual.

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O DIA EM QUE A ARTE URBANA ENCONTROU O CORDEL!

Pega essa dica: O DIA EM QUE A ARTE URBANA ENCONTROU O CORDEL!

Uma exposição interativa, envolvente e nada óbvia! “Xilograffiti”, exposição em cartaz no Sesc Consolação, é o encontro histórico entre a xilogravura e o graffiti

Coleção de cordéis, lambe-lambes, murais, xilogravuras, zines, oficinas e muito mais

🔹EXPOSIÇÃO XILOGRAFFITI🔹

📍 Sesc Consolação
🗓 Visitas de terça a sábado, das 10h às 21h, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h.
🎟 Entrada GRATUITA

📲 Programação completa das oficinas no site sescsp.org.br/unidades/consolacao/

👉🏽 Mais infos em: @xilograffiti e @sescconsolacao

Ghost Writer ou Escritor Fantasma!!!

Seja para escrever livros, artigos, colunas ou até mesmo textos para marketing de conteúdo, há muitas opções disponíveis no mercado para quem quer ser um ghost writer.

Ghost writer é o profissional que não recebe créditos de autoria pelo texto que escreveu. Isso faz parte de um contrato ou acordo de cessão de direitos autorais. O ghost writer escreve livros, textos, apostilas e outros materiais, vende a uma pessoa (física ou jurídica) os direitos autorais sobre essa obra e recebe por isso. Luiza Drubscky – Comunidade Rock Content

Ghostwriter é definido como um “escritor fantasma”, um escritor profissional que é contratado para escrever obras pelas quais não receberá crédito oficial, permanecendo anônimo, prática comum desde tempos imemoriais, onde secretários e escribas escreviam discursos e cartas aos governantes, ou os discípulos de um mestre completavam seu trabalho sob a sua direção e, por vezes, a título póstumo. Até hoje, é costume os presidentes lerem discursos públicos que outra pessoa os tenha escrito, ou que “escritores fantasmas” respondam a cartas de cidadãos em nome do presidente, ou que sejam contratados para escrever suas “autobiografias”. UM CANCERIANO SEM LAR.

O “escritor fantasma” nas revistas médicas gera problemas éticos e legais. A preocupação se deve ao fato de que é frequente que as empresas farmacêuticas e as indústrias de produtos de tecnologia médica possam distorcer as evidencias produzidas por ensaios clínicos e não sejam imparciais. SciELO

Posteriormente, não há nenhuma violação ou irregularidade se o texto for divulgado como sendo de autoria de outra pessoa. Aliás, é justamente isso que se pretende fazer por meio da contratação de um escritor-fantasma. Então, se não há autoria e direitos sobre a obra, por que essa é uma ocupação que tem crescido tanto no mercado de trabalho?

Ser um ghost writer é uma forma de praticar suas habilidades de redação diariamente. Quanto maior o fluxo de trabalho, mais regularidade você terá para praticar sua escrita em frente ao computador.

Com o tempo, isso não apenas melhora sua capacidade de argumentação, organização de ideias e exposição de informações importantes, como também reduz a incidência de erros gramaticais e expande seu vocabulário. Ou seja, ainda que você queira escrever textos autorais no futuro, terá muita experiência com a qual contar para aprimorar suas habilidades.

Muitas vezes, o regime de contratação de ghost writers ocorre por meio de trabalhos freelancer. Isso significa que você é contratado por obra, livro ou texto que escreve. Assim, você ganha exatamente pelo trabalho que faz. Se quiser escrever mais textos e pegar mais trabalhos, vai receber mais por isso. Se precisar dar um tempo nas atividades e tirar férias, terá que se programar com um período sem essa renda.

Porém, em sua grande maioria, os contratos celebrados para serviços de escrita ghostwriting são pagos antecipadamente ou por pacotes fechados. Se um escritor convencional precisa aguardar os royalities e variáveis de sua produção, uma vez que o cliente esteja satisfeito com seu texto, o pagamento é realizado de acordo com o combinado.

Se você sabe o quanto vai receber e em que intervalo de tempo, pode planejar retiradas mensais que se assemelham aos salários convencionais do regime CLT.

Também é possível determinar valores mensais para a construção de um décimo terceiro, poupança emergencial e para investimentos com muito mais precisão.

Não há uma área específica em que o trabalho de um escritor-fantasma é mais requisitado. Existe a necessidade de escrever sobre os mais variados assuntos, desde livros sobre nutrição, fitness e saúde, até textos sobre finanças pessoais, administração e recursos humanos.

Se você é uma pessoa criativa, curiosa e interessada em aprender sobre temas distintos de sua área de formação, terá a oportunidade de escrever em várias temáticas. O que realmente importa é a qualidade de sua redação, correção ortográfica e gramatical, além de um trabalho preciso de pesquisa e verificação de informações.

Ghost writers não serão de forma alguma vinculados à autoria dos textos que escrevem. Por mais que isso possa ser um problema para alguns redatores, isso também representa uma boa oportunidade pessoal para se distanciar emocionalmente de seus textos e escrever com mais liberdade. Ao saber que sua autoria não será identificada, você pode se arriscar a escrever sobre temas até então inexplorados, sem medo da reação do público, amigos e familiares.

Na verdade, você inclusive poderá testar suas habilidades escrevendo sobre temas que sempre te interessaram, mas que você nunca teve a coragem de pesquisar e escrever. Nesse contexto, um engenheiro poderá escrever sobre psicologia e comportamento, assim como um advogado poderá explorar seus conhecimentos sobre arte e entretenimento.

O autor de um blog, colunista ou outro profissional de produção de texto intelectual, na maioria das vezes, precisa comercializar seu conteúdo.

Isso significa vender para um veículo de informação, compartilhar nas redes sociais, interagir com os leitores para gerar engajamento por e-mail marketing, fóruns especializados e comentários no post, são muitas responsabilidades, após a atividade produtiva, que demandam tempo e estratégia comercial.

Um ghostwriter não precisa se preocupar com a gestão comercial e relacionamento com leitores, e pode concentrar na produção de conteúdo. Isso é especialmente prazeroso para quem prefere criar a fazer marketing.

Uma paciente de câncer de mama de endstate de meia idade deitava-se na cama e conta sua história de vida para uma escritora fantasma escrever sua biografia e seu livro de memória depois de ela morrer.

Em geral, o ghost writer não é contratado diretamente pela pessoa ou empresa que assumirá a autoria dos textos. Esse tipo de distanciamento também é benéfico ao redator, que poderá escrever com mais liberdade e autonomia, tendo recebido suas instruções de escrita de forma objetiva e sintética.

Lidar com clientes é um problema para muitas pessoas, principalmente, aquelas mais introvertidas ou que têm pouca paciência para lidar com o público. Geralmente, o escritor-fantasma não tem que se preocupar com isso.

Cada vez mais, empresas, colunistas e outros interessados estão migrando sua atuação para plataformas online (sites, apps, blogs, redes sociais, etc.). Isso faz com que a importância do marketing de conteúdo, por exemplo, seja ainda maior.

Blogs institucionais são uma boa forma de atrair clientes, enriquecer os produtos e serviços oferecidos, além de fidelizar consumidores. Por essa razão, há uma demanda crescente por redatores nessa área. Além disso, os desenvolvimentos tecnológicos que facilitaram o acesso a e-books e outras obras digitais também expandiram as possibilidades de atuação como escritor.

Para se tornar profissional, não é preciso ter uma formação específica em letras, jornalismo ou áreas similares. Embora isso ajude bastante, não é um fator que elimine um candidato que goste de escrever e tenha bons conhecimentos gerais.

Escrever sobre pães sem glúten, pão-de-queijo sem glúten, água e até glúten sem glúten vai bombar! O conteúdo deve ser relevante para quem vai comprar, uma vez que ele atrairá o consumidor até dentro da padaria.

Quando ele chegar lá, o padeiro — ou o cheirinho do pão — se encarregará de fechar a venda.

Memes are funny not just because they are ridiculous, but because they point out something ridiculous about life. The fact is that most of us know very little about what other people do for a living. DAVID LEONHARDT – The Happy Guy Marketing

We have neighbours, and we have no clue what they do.

We meet people on the job, doing their job, and we still have no clue what they do.

We have brothers and sisters and aunts and, yes, spouses…and we have no clue what they do.

And many of us would be hard pressed to explain what we, ourselves, do. Yes, it sounds ridiculous. But it’s also true, and it’s reflected in the last two panels of most of these memes:

  • What I think I do.
  • What I really do.

É preciso escolher aquela que se adapta melhor ao seu estilo ou que lhe dará mais oportunidades de ganho e aprendizagem.

Textos escritos com estratégias de otimização do conteúdo. Ou seja, além de informarem o leitor, também contribuem para que os mecanismos de buscas priorizem o texto nos resultados.

Nesse caso, os conhecimentos de marketing de conteúdo se fazem necessários. Nos blog posts, a persona, o tipo de linguagem, o SEO e suas outras diversas estratégias farão companhia aos demais conhecimentos do escritor fantasma.

São conteúdos maiores, que exigem entrevistas e pesquisas mais intensas e estão atreladas a profissionais e pessoas que têm uma história para contar, mas não sabem como fazê-la interessante por meio das palavras.

Existem autobiografias, biografias de presidentes, de famosos, empresários, atletas, modelos, artistas e mais uma infinidade de temas que podem ser explorados pelo ghostwriter.

Além de contribuir para a concepção do conteúdo, nessa modalidade você também estará transmitindo seus conhecimentos. Ele pode ter, por exemplo, o domínio do conteúdo, mas não saiba como desenvolvê-lo.

É parecido com a relação do escritor fantasma na produção de uma biografia e com o foco mais direcionado para a área jornalística ou comercial de uma empresa.

Bom, você já viu que existem diversas oportunidades e iniciar na carreira não é propriamente difícil. Então, o que ainda é preciso considerar?

A rotina de um ghost writer não é livre de desvantagens. Inclusive, é preciso lidar com diversos problemas no dia a dia, que podem ser mais ou menos graves, a depender da personalidade e das características de cada redator.

Já que o texto não é seu, você precisa encontrar exatamente a voz de seus clientes. Muitas vezes, a linguagem deve ser jovem e informal, enquanto em outras precisa ser elaborada e técnica. Ou seja, cada texto apresenta necessidades próprias. Você precisa conseguir adaptar sua linguagem a elas!

Você está confortável com a ideia de ceder completamente seus direitos sobre um texto? Algumas pessoas não se sentem bem com essa ideia, preferindo escrever apenas para sites e editoras que garantam seus créditos de autoria.

Para suprir essa necessidade, você pode criar um blog para fazer suas publicações pessoais, com os temas que curte, e de quebra, ainda pode transformá-lo em seu currículo online e atrair clientes.

Ghost writers, normalmente, são contratados em regime de prestação autônoma de serviços (freelancer). Isso pode significar uma relativa incerteza profissional, já que há épocas com mais oferta de trabalho e outras com menos.

Para superar essa incerteza, é preciso muito planejamento e disciplina financeira, além de um bom histórico de compromisso e relacionamento com seus clientes para garantir maior regularidade de serviços no futuro.

Se você quiser se aventurar como uma profissional autônoma e abrir mão do conforto e abundância de tarefas das plataformas de redação, terá que negociar e colocar preço em sua produção. Ela poderá ser realizada de acordo com o tamanho do texto, volume de caracteres ou palavras, por exemplo.

É preciso preparar psicologicamente e financeiramente, pois, será freqüente ouvir contrapropostas indecentes, que desvalorizam seu trabalho e dedicação.

Existe Guarani em São Paulo
Conhecimento e cultura dos povos ancestrais.

Em alguns casos, será preciso aceitar ofertas de trabalho com valores abaixo de mercado e ainda ter que cobrar do cliente caso ele atrase seus pagamentos.

Outra situação que você como escritor-fantasma independente terá que lidar é com a concorrência. Fora de uma plataforma, será necessário disputar clientes com agências de conteúdo grandes e outros profissionais mais experientes ou dispostos a receberem bem menos que o projeto efetivamente vale.

Do you know what you really do? I mean, do you know what you do well enough to create a meme like this for yourself? The challenge is on!

Contact me: edsjesusii@gmail.com.br

Palavras perdidas: A INVASÃO DO BRASILPEIXE-BOI MARINHOA vida como ela é, Marvel, ThunderComics, Guia dos Quadrinhos, Flash na Biblioteca, Jornada ninja,Via Láctea pelo navegador, Criacionismo., Blue Dragon (Dragão azul), Neil Armstrong, Signo Geek, Cifras

Fatos aleatórios que irão aumentar seu QI ou explodir sua mente!

Todos nós curiosos, gostamos de fatos que nos levam a refletir, não é mesmo? Neste post com toda certeza terá fatos que você pesquisará na internet depois para confirmar se é realmente verdade, de tão inimaginável. Paula Muniz – O verso do inverso

Mas aí você me pergunta, “o que eu vou fazer como essas informações?” Pensando nisso criamos até outro título:

Fatos inimagináveis que são totalmente desnecessários e que talvez você vai esquecer logo logo.

– “2/3 do mundo nunca viu neve e provavelmente nunca verá”

A questão é, será que eu e você, meu caro leitor, nos enquadramos nesses 2/3 que nunca verá neve? Por favor me diga que não!

– Uma água viva pode possuir 99,5 % de água em seu corpo!

Mais precisamente, o corpo das medusas (agrupamento taxonômico que inclui as medusas, mães d’água, águas-vivas ou alforrecas) é formado por 95-99% de água.

De certo modo já era de se esperar, pois são águas-vivas, o próprio nome já diz, porém, 99% é muita coisa!

– O pikachu nunca teve um detalhe preto em sua cauda.

Por que, se você imaginava que Pikachu possuía a calda com um detalhe preto, saiba que isso é bem comum mesmo que ele assim, nunca tenha existido.

O nome dessa falsa lembrança de algo que nunca aconteceu, pelo menos não dessa maneira que você tem certeza que se lembra é “The Mandela Effect” ou “Efeito Mandela” e com certeza já deve ter acontecido com você.

Bom, certamente você passou por isso alguma vez, é quando você diz uma coisa que tem certeza e uma pessoa diz que está errado, você então pesquisa e vê que realmente está errado, mas tinha uma plena certeza naquilo antes.

– Nos Eua, em média 600 pessoas por ano morrem apenas por cair da cama enquanto dorme!

Cuidado ao tirar uma soneca hoje, ein?

– Quando o primeiro Star Wars lançou, a frança ainda executava pessoas com Guilhotina.

Foi na prisão Baumetes, em Marselha, na França, que a guilhotina foi usada pela última vez, em um dia como hoje, no ano de 1977. Ano lançamento do primeiro Star Wars.

– Existem mais de 200 cadáveres no monte Everest

Pelo menos 200 corpos estão espalhados pela montanha em várias rotas. Alguns estão enterrados em fendas profundas. Outros agora descansam em lugares diferentes de onde morreram, devido ao movimento de geleiras, e alguns foram movidos intencionalmente. Alan Arnette – Go Outside

– Os olhos de um avestruz são maiores que o cérebro!

Os olhos do avestruz medem em média 5 cm de diâmetro (maior que o olho do elefante) e pesam cerca de 48 g, enquanto seu cérebro em média não passa de 42 g.

– Leonardo da Vinci que inventou as tesouras?

Os registros das primeiras tesouras são bem mais antigos que Leonardo da Vinci, já que antigos egípcios já utilizavam utensílios parecidos com tesouras por volta do ano 1,5 mil a.C.

– 1 Milhão de segundos = 11 dias; 1 Bilhão = 32 anos!

Um milhão de segundos são 11 dias e um bilhão são 32 anos.

– Antes da Tv colorida, muitas pessoas sonhavam preto e branco!

O mais curioso é que no geral, 12% das pessoas sonham inteiramente em preto e branco, hoje em dia!

Se retrocedermos meio século, vemos que o impacto da televisão em nossas experiências de olhos fechados se torna ainda mais evidente. Na década de 1940, estudos mostraram que 3/4 dos americanos, incluindo universitários, relataram que “nunca” ou “raramente” viam cores em seus sonhos. Hoje, esses números estão invertidos.

– Corujas possuem longas pernas!

– O real nome da Barbie é Bárbara Milicent Roberts.

– Você nunca verá o seu próprio rosto em toda sua vida.

O que você vê em espelhos não é você, são meros reflexos que podem estar te enganando, quem sabe?

Nos conte se faltou alguma curiosidade legal, nos conte também qual dessas você não conhecia e a que mais explodiu sua mente?!?

Exploze-se: GRINGA RUSSA REAGINDO 30 CURIOSIDADES SOBRE O BRASIL!!, Camarote.21 – Especial “Curiosidades Gastronômicas”, A floresta amazônica está perdendo 80.000 campos de futebol por dia, Nókia 6310

TEORIA DO CAPITAL HUMANO – RESUMO

A teoria do capital humano inovou a concepção de sociedade dos políticos e empresários modernos. Enquanto o mundo todo buscava aumentar a linha de produção, intensificar o ritmo de trabalho e focar no maquinário, Theodore Schultz caminhou na direção contrária, focando a economia na alegria do homem de carne e osso. TÊTE-À-TÊTE

A Teoria do Capital Humano alega que investimentos em educação e saúde podem aprimorar as habilidades e a vontade de trabalhar dos indivíduos, aumentando sua satisfação e produtividade, o que melhoraria a sociedade como um todo.

Capital vem do latim, capitale, palavra latina originada da palavra caput, que significa “cabeça”. Isto é uma alusão à riqueza, que em outros tempos era maior de acordo com a quantidade de cabeças de gado possuídas. O termo também pode significar liderança e poder.

Em economia, capital é um bem destinado à produção de outros bens econômicos. Por exemplo, uma máquina que faz xícaras é um capital, porque produz outros bens econômicos.

O dinheiro é uma espécie de capital, porque com ele é possível adquirir outros bens ou comprar materiais necessários para alguma produção. O dinheiro, portanto, gera valor ou itens de valor. 

Por sua vez, os bens de consumo estão diretamente ligados à satisfação do homem. Antes de Schutz, grande parte dos intelectuais da economia não consideravam os bens de consumo como capital.

A teoria do capital humano de Schultz, em resumo, traz uma inovação na maneira de classificar o capital e no modo de hierarquizar os bens econômicos.

Muitos economistas encaravam os bens de consumo como algo não produtivo, focando no desenvolvimento do capital técnico, ou seja, equipamentos e geração de valor stricto sensu. Schultz vê a economia de modo diferente.

Para ele, quanto mais um funcionário estiver satisfeito na vida pessoal, maior será a possibilidade de que ele trabalhe mais e melhor.

Schultz vê nos bens intelectuais, nos bens de consumo e nos bens pessoais uma possibilidade de aumentar as produções de capital. Assim, os bens da vida particular, que estão fora do termo capital da economia, foram chamados de capital humano.

A teoria afirma que o auxílio no aperfeiçoamento da vida pessoal dos trabalhadores é um investimento que pode ser feito pelo governo e pelas empresas. Alguns exemplos são:

  • investimento do governo para aprimorar escolas, pensando na diversão dos alunos e no ensino da moral;
  • investimento das empresas na saúde dos trabalhadores, fornecendo médicos, dentistas e nutricionistas;
  • investimento no aprimoramento intelectual dos funcionários, com cursos de ética, psicologia, literatura e etc.;
  • realização de palestras sobre temas importantes para a vida particular e social;
  • investimento das empresas no aprimoramento dos funcionários em questões técnicas, que não sejam 100% relacionadas com o trabalho do funcionário;
  • incentivo à união dos funcionários através de confraternizações e prática de esportes coletivos e atividades de lazer.

A maneira como Theodore Schultz descobriu esses elementos influenciou grande parte dos postulados da teoria do capital humano, segundo sua teoria, quanto maior o desenvolvimento do capital humano, maior o desenvolvimento do capital.

Theodore Schultz, criador da teoria do capital humano
Theodore Schultz, criador da teoria do capital humano.

A teoria do capital humano surgiu em 1971, através das observações do economista da Universidade de Chicago, Theodore Schultz, ganhador do prêmio Nobel de economia. Schultz estava desenvolvendo a disciplina da Economia da Educação, até que chegou ao ápice dos seus estudos no lançamento do livro Investment in Human Capital: The Role of Education and of Research, em 1971.

O rápido reerguimento de alguns países após a II Guerra Mundial foi vital para a teoria do capital humano.

O Japão e a Alemanha reergueram suas economias rapidamente no pós-guerra. Em contrapartida, a Inglaterra fazia racionamento de alimentos anos depois do fim dos conflitos.

Estudando esse fenômeno, Schultz percebeu que os países que melhor se reconstruíram, passaram por uma intensa dedicação nas áreas da saúde e da educação de todos os seus cidadãos.

Sem os empecilhos de ter que correr atrás de sua sobrevivência e com um bom foco profissional, fornecido pela educação, os cidadãos japoneses e alemães podiam dedicar-se à vida acadêmica e de produção técnica com muita facilidade.

Schultz também constatou que os EUA tinham uma vantagem que os favorecia economicamente: seus cidadãos investiam em aprimoramento pessoal. Os EUA eram a maior economia do mundo, e ao mesmo tempo eram um dos países que mais possuíam a cultura de desenvolvimento pessoal.

Schultz relacionou os dois fatores e descobriu que os investimentos pessoais eram uma das causas primárias do sucesso econômico dos Estados Unidos.

A teoria do capital humano passou a ver o investimento em bens particulares e bens de consumo como um dos principais potencializadores da economia, diferentemente do que propõe a tese marxista.

Os representantes da teoria econômica do capital humano, por sua vez, afirmam que a aplicação de seus métodos é benéfica tanto para os patrões quanto para os funcionários. Os trabalhadores receberiam o salário justo e investimentos que vão além do pagamento devido.

Os capitais humanos são todos os bens pessoais que geram satisfação à pessoa e que elevam as capacidades que não estão diretamente ligadas a função do trabalhador, exemplos de capitais humanos são:

  • Desenvolvimento cultural — conhecimentos humanos como filosofia, psicologia, literatura;
  • Desenvolvimento de conhecimentos técnicos, como informática, comunicação objetiva e conhecimento gramatical;
  • Conhecimento de bons valores através da ética, especialmente ética profissional;
  • Atividades de lazer.
Em que sentido a teoria do capital humano está presente nas políticas educacionais?

Um dos principais fatos sociológicos para a disseminação da teoria foi o apoio das instituições pertencentes ao acordo de Bretton Woods, que consistiu na resolução de grandes instituições financeiras para financiar iniciativas vocacionais e educacionais pelo mundo. As principais instituições que assinaram o pacto foram o Fundo Monetário Internacional – FMI e o Banco Mundial.

Um dos principais investimentos no Brasil é o BIRD, projeto que emprestou 250 milhões de dólares para a realização do projeto Novo Ensino Médio.

Gary Becker foi um dos responsáveis em disseminar a teoria do capital humano no meio acadêmico, fazendo com que o pensamento adquirisse importância intelectual em diversas faculdades.

Uma das influências de Schultz no Brasil pode ser vista no grande investimento do país em educação, que cresceu exponencialmente após a década de 80. Brasil, Pátria Educadora, era o principal lema do governo da presidente Dilma Rousseff, a partir de 2015.

Um estudo feito por Ricardo Paes de Barros demonstra que os investimentos financeiros na educação brasileira cresceram, mas a produtividade profissional ficou estagnada e demonstrou quedas em alguns períodos.

Gráfico à respeito da evolução da qualidade de ensino em certos países, incluindo o Brasil.

Em 2018 o Brasil participou do PISA, uma pesquisa de avaliação do ensino escolar internacional. Dos 79 países que participaram, o Brasil ficou na 60ª posição. Atrás dos Emirados Árabes Unidos, Vietnã e México. 

O percentual do PIB brasileiro que sai dos cofres públicos para financiar a educação chega a ser de quase 6%, totalizando mais de R$100 bilhões de reais. Esse número não está abaixo do padrão da OCDE; antes, pelo contrário, é 30% maior que a média.

O problema da educação brasileira não é de investimento. É necessário analisar como é usado esse investimento e qual é o método de ensino.

O Brasil utiliza o método educacional do socioconstrutivismo, na vertente do educador Paulo Freire, que vislumbra uma educação que liberta. Platão, Aristóteles e tantos outros falaram sobre o papel que a educação tem, incluindo o viés de libertação da alma.

O professor de história, Thomas Giulliano, autor do livro Desconstruindo Paulo Freire, explica que o patrono da educação tratava a história do Brasil como formada pela alienação, pelas desigualdades e pela opressão e, assim, sua pedagogia deveria ser o meio de libertação do aluno, tornando-o um agente transformador da sociedade.

O ensino de Paulo Freire é baseado na doutrina da luta de classes de Karl Marx, segundo o aluno deve ser educado para militar contra a lógica da economia de mercado e dos valores conservadores, instituições que Marx encarava como as causas dos males da sociedade.

Segundo o especialista em educação, professor Felipe Nery, o problema da educação no Brasil não é um problema de falta de recursos ou de pouco investimento, o Brasil aplica em seu sistema educacional um “valor” acima da média dos países desenvolvidos. O problema é ideológico e começou no período militar. 

Nesse período, o primário passou a ser voltado à formação intelectual do aluno e o secundário à preparação de trabalhadores para o mercado.

Paulo Freire tornou-se secretário da educação de São Paulo, criou a medida da aprovação automática e sua doutrina educacional, que envolve a alfabetização e a educação militante, tornou-se regra nos currículos universitários brasileiros, estabelecendo esses fundamentos na sua maior obra, intitulada Pedagogia do Oprimido.

Ou seja, há um problema na cultura educacional: ela instrumentaliza politicamente os alunos ao mesmo tempo que compacta seus conhecimentos e técnicas para o mercado de trabalho. brasilparalelo

Humanize-se: E se Karl Marx vivesse hoje em dia? Socialismo vs ou = Capitalismo, Marx escreve uma carta de repúdio ao professor, BRANCA ALVES DE LIMA, Paulo Freire plagiou professor americano e destruiu a educação brasileira, Gatos x cachorros x escravos

A Única Religião Que Tem Um Deus Que Professa Outra Religião

Bem, a religião de Jesus não tinha nome, nem nacionalidade. Ele frequentava as sinagogas judaicas. Isto não quer dizer que está errado dar nome a uma igreja a fim de que a mesma seja identificada. Tal atitude é uma demonstração de respeito às pessoas, pois oportuniza que escolham a qual forma de doutrina querem seguir e onde fazê-lo. Esperança

Deus possui um povo em todas as igrejas, afinal pessoas das diferentes denominações religiosas serão salvas.

Dia Internacional da Maconha – Weed`s Day

O dia 20 de abril, grafado como 4/20 em inglês, é comemorado internacionalmente como Weed`s Day. Traduzindo, é o Dia Internacional da Maconha. Ou Pot Day, como é conhecido em outros países. Jesus Hemp

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A data sempre foi marcada pela realização de mobilizações, marchas e manifestações, cujas lutas se centram na descriminalização e na regulamentação da maconha a nível global. Sociedade Brasileira de Estudos da Cannabis (SBEC)

Originária da região do norte do Afeganistão, a planta Cannabis Sativa, a maconha, é utilizada há aproximadamente 6.000 anos. O primeiro escritor a mencionar o uso do cânhamo em cordas e tecidos é Heródoto, um historiador grego que é considerado o pai da história. A fibra do cânhamo, presente no caule da maconha, foi muito utilizada nas cordas e velas dos navios gregos e romanos, e era usada também para fabricar tecidos, papel, palitos e óleo. ENTRETENIMENTOS

flor coracao vermelho São Paulo pode criar hoje o “Dia Municipal da Maconha Terapêutica”

Há registros do uso medicinal de maconha desde a era de Assurbanípal, o último grande rei da Assíria, que morreu em 626 a.C., de acordo com relato histórico no livro Cannabinoids as therapeutic agents (Canabinoides como agentes terapêuticos), publicado em 1986 pelo bioquímico israelense Raphael Mechoulam. Também há registros no Egito antigo, na Grécia e na Roma antigas. O naturalista Plínio, o Velho (23-79 d.C.), da Roma Antiga, descreveu em detalhe o uso médico.

Da Idade Média ao século XIX os registros continuaram na Europa, na Índia e na Pérsia (atual Irã), na medicina tradicional chinesa. Com o uso generalizado, tanto do ponto de vista geográfico como em tipos de tratamentos, o surpreendente é que a partir do século XX tenha se tornado uma substância tão proibida nos países de cultura ocidental. Aconteceu por motivos principalmente políticos, com liderança norte-americana.

Mas como surgiu o código 4:20? O que, dentro da cultura canábica, é um número usado para se referir ao ritual do uso da maconha, tem a origem em um mito da Califórnia. Por coincidência, um dos primeiros estados americanos a autorizar o uso medicinal (1996) e recreativo (2016) da maconha.

20 de abril ou 4/20: O Dia Mundial da Erva

Segundo o jornalista Steven Hager, de uma das mais conhecidas revistas especializadas em cannabis, a High Times, o termo surgiu em 1971 na Califórnia com um grupo de adolescentes da San Rafael High School, uma espécie de confraria chamada “Os Waldos”. Eles se encontravam sempre às 4:20 pm (16:20) para fumar maconha perto de um muro, na parte externa da escola.

Em certa ocasião, os jovens, que já curtiam a erva, receberam um mapa de um trabalhador da guarda costeira que levaria a uma plantação de maconha em Point Reyes, próximo à São Francisco. Outra referência era que 4:20 era um código usado para se referir ao momento que eles deveriam se encontrar para sair em busca do tesouro nunca encontrado.

Uma outra crença comum é que 420 era a polícia da Califórnia ou o código penal para a maconha. Mas não há muitas evidências sobre essa teoria. Cannabis & Saúde

Há também a versão de que existem 420 compostos químicos ativos na maconha, daí uma conexão óbvia entre a droga e o número. Mas esse número é, na verdade, superior a 500 – sendo mais de 100 canabinoides.

Segundo Steve Bloom, editor High Times, uma das primeiras publicações sobre a maconha nos Estados Unidos. o termo virou uma um código semiprivado, que os usuários de maconha vão encontrar por todos os lados. O número aparece até no filme Pulp Fiction, de Quentin Tarantino, no relógio de um dos personagens. BBC

Bom, seja como for, 4:20 se tornou universal símbolo da cultura canábica em todo o mundo. Em países onde o consumo adulto da Cannabis já está legalizado, festas e festivais são amplamente promovidos para celebrar o Dia da Maconha.

A promessa de contribuir para todos esses tratamentos tem gerado interesse na esfera acadêmica sobre a farmacopeia produzida pela planta Cannabis sativa. Uma busca na base de dados Pubmed revela um número quintuplicado de artigos científicos entre 2000 e 2019 sobre essa classe de substância.

Na mídia, as menções também se tornaram mais e mais frequentes em anos recentes, assumindo ares de novidade apesar do histórico de uso que remonta a cerca de 2 mil anos. É por isso que a empresária Viviane Sedola, fundadora da empresa Dr. Cannabis e eleita pela High Times – revista norte-americana que defende a legalização da erva – como uma das 50 mulheres que se destacaram nessa área no mundo, qualifica a planta e seus derivados como uma novidade milenar. Em alguns países, como parte dos Estados Unidos, Uruguai e Canadá, a medida adotada foi liberar o uso medicinal da maconha – por vezes a própria erva a ser fumada –, uma decisão controversa. Nos Estados Unidos também está disponível uma profusão de preparados vendidos como suplementos alimentares, cremes para a pele, biscoitos que prometem acalmar bichos de estimação estressados ou com dor, entre outros. Maria Guimarães – Revista Pesquisa FAPESP

Here’s more: Horóscopo Canábico: confira o que os astros reservam para os canabistas em 2022.Sisters of the Valley, 1ª Live MMJ – Chá das Mães Jardineiras – Farmácia Viva e Direito de Cultivo Doméstico

JOGOS ESCONDIDOS NO GOOGLE

10 JOGOS ESCONDIDOS NO GOOGLE (PARTE 3)Nerd Flow

LISTA DE MINIGAMES:

1º HALLOWEEN 2016: https://www.google.com/doodles/hallow…

2º ANÔES DE JARDIM 2018: https://www.google.com/doodles/celebr…

3º PONY EXPRESS: https://www.google.com/doodles/155th-…

4º BASEBALL: https://www.google.com/doodles/fourth…

5º INTERLAND: https://beinternetawesome.withgoogle….

6º CELEBRATE PROGRAMING 2017: https://www.google.com/doodles/celebr…

7º DIA DAS BRUXAS 2015: https://www.google.com/doodles/hallow…

8º EIJI TSUBURAYAS: https://www.google.com/doodles/eiji-t…

9º FUTEBOL 2012: https://www.google.com/doodles/soccer…

10º TRANSCUBE: https://experiments.withgoogle.com/tr…

15 JOGOS ESCONDIDOS NO GOOGLE !!!

LISTA DE MINIGAMES:

1º Solitarie: https://www.google.com/logos/fnbx/sol…

2º Google Snake: https://www.google.com/fbx?fbx=snake_…

3º Jogo da velha: Procure Tic Tac Toe no google

4º Pac Man: https://www.google.com/logos/2010/pac…

5º Atari Breakout: https://elgoog.im/breakout/

6º T-Rex Run: desative a internet e aperte a barra de espaço pra jogar

7º Campo Minado: Procure minesweeper ou Campo minado no google

8º Zerg Rush: https://elgoog.im/zergrush/

9º Halloween: https://www.google.com/doodles/hallow…

10º Quick Draw: https://quickdraw.withgoogle.com/

11º Hip Hop: https://www.google.com/doodles/44th-a…

12º Cubo Magico: https://www.google.com/logos/2014/rub…

13º Basquete: https://www.google.com/doodles/basket…

14º Doctor Who: https://www.google.com/doodles/doctor…

15º Pangolin Love: https://www.google.com/logos/2017/vda…

Se Inscreva no Nerd Flow: www.youtube.com/c/nerdflow

Gooze-se: Que comecem os Doodle Champion Island Games!, Google Doodle Jogos, Unimals, as criaturas virtuais que usam IA para evoluir seus corpos e vencer obstáculos, Facebook Metaverso e oportunidade$$$, Bitcoins de graça, Assista ao Trailer da 11ª Temporada de DOCTOR WHO

Norman: Confie em Mim

Norman: Confie em Mim – Filme Completo Dublado – Suspense | Adrenalina Freezone BR

Norman: Confie em Mim, com Richard Gere (Uma linda Mulher), Lior Ashkenazi, Michael Sheen.

Dirigido por Joseph Cedar.

Título original: Norman: The Moderate Rise and Tragic Fall of a New York Fixer

Sinopse: Norman é um “faz-tudo” da política que consegue tudo o que quer, custe o que custar. Quando acaba envolvido em escândalo por sua relação com o primeiro-ministro de Israel, ele fará de tudo para defender sua reputação.

Normaze-se: 50 filmes que são melhores do que o livro, Filmes e seus carros, OS ETERNOS DA MARVEL ESTÃO NA BÍBLIA, Antes que eu vá, O Anjo de Auschwitz

Menino que conversava com os espíritos de todas as coisas

O poético conto do “Menino que conversava com os espíritos de todas as coisas” narra a história de uma criança que brincava e conversava com os espíritos da natureza e dos artefatos, fazendo destes, seus melhores amigos. Até que um dia adoeceu, amaldiçoado pela fúria de um espírito vingativo.

O antigo conto faz parte do rico folclore Ainu, grupo étnico indígena do extremo norte do Japão, na Ilha de Hokkaido. Os contos, mitologias e lendas do povo Ainu foram transmitidos por gerações, através, principalmente, de tradições orais e ritualísticas. Dessa forma, antes do século XIX, há pouco conteúdo registrado. Essas histórias foram difundidas em “epopeias heroicas” (Yukar) e épicos míticos (Kamuy yukar ou Oyna), recitados melodicamente; e contos em prosa. Seus singelos contos contêm narrativas de valores morais, sobre fenômenos naturais e a origem de tudo.

De acordo com a crença Ainu, há um espírito habitando em cada ser ou coisa existente, contidos no ar, água, terra, fogo, fauna, flora, fenômenos naturais e utensílios de uso diário, assim como outras forças que estão além do controle humano. Semelhantes à crença nipônica dos “Tsukumo-gami” (Espíritos de artefatos), estes seres espirituais, divinos ou entidades sobrenaturais são denominados de “Kamuy” (カムィ) dentro do mito Ainu.

Era uma vez, há muito e muito tempo, um garotinho em um pequeno vilarejo Ainu, que apesar da pouca idade, emanava profunda sabedoria. O menino, dificilmente brincava junto às outras crianças de sua idade, sempre dizendo que gostava de brincar com os seus amigos espíritos.

— “Meus amigos me contam muitas coisas”, disse o menino para sua mãe. Então, a mãe perguntou: “Quem são seus amigos e que coisas eles lhe contam, meu filho?”

— “Meus amigos são os espíritos… tudo neste mundo possui um espírito, sejam as enormes árvores ou as pequenas flores, as rochas, o vento, os animais ou os artefatos que manuseamos em nosso cotidiano”, respondeu o menino.

— “O Espírito do Pinheiro sussurra para mim segredos contados pelo Espírito do Vento Norte, histórias que vão além das fronteiras, viajando por vales montanhosos, florestas desconhecidas, enormes cachoeiras e longas planícies; o Espírito do Alto Bambu se curva enquanto as árvores balançam, e me conta sobre os encantadores e brilhantes raios de Sol; os Pássaros e as Flores falam-me da beleza e a exuberância da terra. A raposa me ensina algo novo todo dia. E os Espíritos Gêmeos da Bandeja e do Pilão de Madeira se aventuram comigo descobrindo histórias fantásticas contidas em cada canto do nosso vilarejo”. Contou o menino.

A mãe ficou surpresa e orgulhosa com a sabedoria do filho… Contudo, com a chegada do intenso Inverno, o menino adoeceu. A criança ficava cada dia que passava mais fraca, todo o brilho de sua vitalidade havia se esvaído e seu corpo definhava. Ninguém do vilarejo ou arredores era capaz de descobrir a origem de sua grave doença.

Em certo dia, sua mãe lhe perguntou: — “As primeiras flores de ameixa já desabrocharam. O Sol brilha com todo seu esplendor. Você não quer sair para brincar?”

O menino assentiu com a cabeça e se levantou da cama, caminhando com muita dificuldade até a grandiosa Ameixeira, sentando-se debaixo de sua sombra para apreciar a doce fragrância primaveril. Neste momento, seus amigos Espíritos Gêmeos da Bandeja e do Pilão de Madeira apareceram.

A menina Espírito Bandeja disse: — “Descobrimos a causa da sua doença. Seu avô, antes de falecer, possuía um lindo machado que estimava muito. E, nós dois, somos os espíritos de uma pequena bandeja e do pilão de madeira feitos com aquele machado”.

— “Seu pai fez uma maldade que precisa ser corrigida. Ele jogou fora o machado, que agora está enferrujando, esquecido sob camadas de terra, seu espírito está sofrendo”, continuou o jovem Espírito do Pilão.

— “O Espírito do Machado está com raiva e, para punir seu pai, está te adoecendo. Seu pai precisa encontrar o machado, polir, reconstruir o cabo quebrado e marcá-lo com um símbolo divino para disseminar sua fúria. Então você será curado”, concluiu a menina.

A mãe observava a criança conversando, aparentemente, sozinha embaixo da árvore. Por fim, muito preocupada foi até o menino e perguntou se estava tudo bem.

— “Preciso te contar algo”, respondeu o menino. — “Os Espíritos Gêmeos que brincam comigo me contaram a causa da minha estranha doença. Meu avô tinha um belo machado, por meio deste confeccionou muitas coisas, entre tantas, uma bandeja e um pilão, meus amigos. Mas meu pai jogou fora este machado, que agora está todo enferrujado, esquecendo-se de como havia servido bem a família. O Espírito do Machado está sofrendo, e para se vingar está me adoecendo. Para me salvar é preciso encontrar o machado e honrar seu espírito.”

— “Farei exatamente como você diz, meu filho”, disse sua mãe, e então, junto ao pai, buscaram incansavelmente pelo machado perdido. Ao encontra-lo, o pai o poliu cuidadosamente até brilhar, fazendo um novo e majestoso cabo, esculpido minuciosamente. Após honrar o Espírito do Machado, o mesmo se manifestou, revelando sua verdadeira forma divina e curou a criança, trazendo de volta todo o brilho de sua vitalidade.

Ao crescer e entrar na vida adulta, transformou-se em um grande adivinho e curandeiro. Pois, além dos muitos espíritos que eram seus amigos e informantes, o Espírito Divino do Machado tinha conhecimento de tudo o que acontecia. Dessa forma, se alguém estava doente, logo sabia a origem da doença e como deveria ser tratada. O outrora frágil menino, poderia então transformar a morte em vida. E assim, no velho Japão, o jovem e honorável curandeiro ficou conhecido por toda terra do povo Ainu como “aquele que falava com o espírito de todas as coisas”. Caçadores de Lendas

Referência: Adaptação de “Ainu Folk-Tales”, de Basil Hall Chamberlain (1888).

Ainuze-se: Google Street View Olímpiadas Japan e others app, Coleção de arte japonesa de Van Gogh, para download, Brinquedos transplantados, Takarazuka, LITERATURA INDÍGENA: POR ONDE COMEÇAR?

O poço (El hoyo)

Há filmes que traduzem tão bem o zeitgeist, o espírito do tempo em que são gerados, que até parecem surgir por meio de algum fenômeno entre o espontâneo e o mágico, só esperando a oportunidade ideal e imperdível de juntar-se ao diretor e ao elenco mais adequado, talentosos antes de tudo por enxergarem seu potencial revolucionário de dizer as coisas mais óbvias de uma maneira original. GIANCARLO GALDINO – revista Bula

Poucos filmes sobre a degradação humana são tão perturbadores na história do cinema como o espanhol O poço (El hoyo), disponibilizado pela Netflix. O mais repulsivo de todos os tempos, quase unanimidade entre críticos e cinéfilos, é Saló ou 120 dias de Sodoma, lançado em 1975 pelo diretor italiano Pier Paolo Pasolini (1922-1975), que chegou a ser banido – ainda hoje é – em muitos países. Baseado em histórias do Marquês de Sade (1740-1814), o filme mostra o sequestro de um grupo de adolescentes, levados para uma mansão na Itália, em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial. Eles são submetidos a torturas sexuais, masoquismo e mutilações por quatro fascistas e quatro prostitutas durante 120 dias. Alguns são obrigados a comer fezes. Pasolini, assassinado antes da estreia do filme, disse que a cena de coprofilia era uma crítica à indústria do fast-food. Paulo Nogueira – Estado de Minas

A comida em O poço, ou a falta dela, é engraçado e ao mesmo tempo angustiante. A comilança é um clássico italiano de 1973, dirigido por Marco Ferrari e com elenco estelar: Marcello Mastroianni, Phillipe Noiret, Michel Piccoli e Ugo Tognazzi. Quatro homens de meia-idade bem-sucedidos – um comandante de bordo, um executivo de TV, um chef e um juiz – se reúnem na mansão do magistrado com grande quantidade de comida com o objetivo de se banquetear até morrer. Levam prostitutas para lá, mas são surpreendidos por uma professora que, incrivelmente, os orienta no objetivo suicida.

Contundente, de ironia ácida ao consumismo, que causa asco no decorrer da trama de comidaria e luxúria. Não tem violência física, tem violência moral, é um ataque à hipocrisia dos abastados, um delírio gastronômico e excludente tão degradante e perturbador quanto se vê em O poço, outra obra difícil de esquecer. É daqueles, literalmente, de revirar o estômago e de muitas reflexões.

O conceito original de “O Poço” justifica por si só o belo desempenho do filme de Galter Gaztelu-Urrutia no TIFF, o Festival Internacional de Cinema de Toronto, no Canadá, em setembro de 2019, ano em que foi lançado — embora tenha sido consagrado sob uma classificação alternativa, sugestivamente denominada Midnight Audience Award (Prêmio da Audiência da Meia-noite).

“O Poço” transcorre quase inteiramente dentro de um dispositivo arquitetônico meio futurista, meio camusiano, instalado num lugar cuja localização ninguém sabe ao certo — e, como uma espécie de piada pronta para nós, brasileiros, trata-se de um prédio abandonado em Franca, cidade no nordeste de São Paulo.

Ao longo dos ??? pavimentos, essa prisão vertical abriga uma fauna tão diversa a ponto de reunir num mesmo lugar estelionatários, assassinos e estupradores, mas também gente como Goreng, que só precisa de um pouco de sossego para ler um livro e de condições que o inspirem a largar o cigarro. O personagem, interpretado com entrega por Ivan Massagué, logo se apercebe do grande absurdo do Poço, um absurdo nada casual ou irrelevante: o edifício é cortado de cima a baixo por um vão por onde se desloca uma estrutura larga o bastante para comportar um banquete, de que usufruem integralmente apenas os prisioneiros do térreo. A partir do segundo nível, os detentos têm de se virar com as sobras deixadas pelos comensais do andar superior.

No roteiro de David Desola e Pedro Rivero, Goreng começa a história no 48° nível, confinado com Trimagasi, seu primeiro companheiro de cela, vivido por Zorion Eguileor, que alerta o novato para a inutilidade de qualquer sublevação, uma vez que todos estão sempre mudando de andar, e, por conseguinte, de parceiro — ou seja, é melhor se acostumar e não se apegar a quem quer que seja. Ainda que considere positivo o fato de poder se movimentar e dessa forma ter a oportunidade de mudar seu status — uma metáfora evidente sobre a mobilidade social.

Desola, Rivero e Gaztelu-Urrutia talvez tenham julgado a premissa do sobe e desce dos presos monótona demais e cada sequência de “O Poço” apresenta um enredo próprio, com inúmeras reviravoltas, uma mais dramaturgicamente densa que a outra, decerto para compensar essa exiguidade do cenário. Como advertira Trimagasi, se rebelar seria perda de tempo; o próprio Trimagasi, do veterano Eguileor, deixa claro que não tem compromisso com ninguém, tampouco sentimentos como piedade ou ao menos empatia por uma pessoa que encara a mesma provação que ele.

A fotografia de Jon D. Dominguez, que mergulha o filme num filtro vermelho-sangue em determinadas cenas, fazendo recrudescer a tensão e o fio dramático da trama a partir da segunda metade da história, é um detalhe técnico poderoso, capaz de conduzir o olhar do espectador. A abordagem do mote do ponto de vista do terror, claustrofobicamente intenso, empurra o filme num rio de sangue margeado por muita ação, mormente nos estertores do longa.

Galter Gaztelu-Urrutia, longe de requentar ideias de outros filmes congêneres ou semelhantes, faz um trabalho de ourivesaria, burilando sua obra-prima até chegar à perfeição, que tanto pode se referir à sociedade de um país qualquer da América Latina, desigual e injusto, como sobre o próprio gênero humano, onde quer que se estabeleça. É da natureza mesma do homem subjugar seu próximo e tirar dele todas as vantagens possíveis. Até um naco a mais de carne.

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Não é obra-prima. Pelo contrário, tem baixo orçamento (não revelado), segundo o diretor, e beira o trash e o mau gosto, com erros grosseiros de roteiro, mas desperta inúmeras reflexões políticas, sociais e filosóficas, ainda mais nestes tempos de pandemia e isolamento social, com crítica feroz ao capitalismo, ao consumismo, à exclusão e ao individualismo. Homens devorando homens, em todos os sentidos.

Idealismo versus realismo é outra batalha curiosa de O poço. Goreng leva um exemplar de Dom Quixote, clássico de Miguel de Cervantes (1547-1616), para a prisão. Considerado o maior livro da língua espanhola (e, por muitos críticos, da literatura mundial), Dom Quixote é paródia, alegoria, tem forte lastro no filme. É burguês e também herói romântico, enquanto seu fiel escudeiro, o realista Sancho Pança, é de classe social baixa. O relacionamento de ambos é o embate entre realidade e fantasia, burguesia e pobreza.

Todo espectador comum quer um final feliz, solução para a tragédia. Mas, na realidade humana, nem sempre é possível.

Crítica ao egoísmo e à falta de solidariedade, tudo a ver com a pandemia que vivemos ao mostrar a corrida desnecessária para estocar produtos.

Há boas reflexões filosóficas em O poço. Começando por “o homem é o lobo do homem”. O aforismo original (homo homini lupus), traduzido do latim, vem do dramaturgo romano Plautus (254-184 a.C.), mas ganhou força no mundo moderno com o filosófo inglês Thomas Hobbes (1588-1679), autor do clássico Leviatã. Em suma, o Homo sapiens se aproveita dos mais fracos, seria um instinto de defesa para usurpar o que é dos outros, pondo-se acima deles, o bem-estar individual sobre coletivo.

Em outra frente filosófica, lembra o naturalista e biólogo britânico Charles Darwin (1809-1882), com a origem das espécies. Sem a razão, somos animais que se adaptam ao meio e prevalece o mais forte. Quando a fome fala mais alto, a civilização vira apenas uma fachada. O corpo é um animal orgânico como outro qualquer – se for preciso, parte para o canibalismo. É comer ou ser comido.

O filme remete também ao filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900), com sua teoria do além-homem – a necessidade de superação do ser humano sobre seus limites – e a morte de Deus. Naquele poço, não existe Deus, apenas humanos brutalizados e sem fé. E não podemos esquecer o poeta italiano Dante Alighieri (1265-1321), no clássico A divina comédia, cujo inferno pune os gulosos. “Quanto mais se desce, maior o sofrimento.”

Sem comida não há vida. Mas sem solidariedade também não.

“O filme não trata de mudar o mundo, mas de entender e colocar o espectador em vários níveis, ver como ele se comportaria em cada um deles. As pessoas são muito parecidas entre si. É muito importante onde você nasceu – em que país e qual família –, mas somos todos muito parecidos. Dependendo da situação na qual você se encontra, vai pensar e se comportar de maneira diferente. Então, estamos provocando o público a entender os limites de sua própria solidariedade.”

O Poço trata da segunda necessidade básica do ser humano depois do oxigênio: a comida para matar a fome. O diretor espanhol Galder Gaztelu-Urrutia, de 46 anos, faz sua estreia em longa-metragem já jogando – de cara – uma verdade no colo do telespectador: “Existem três tipos de pessoas. As de cima, as de baixo e as que caem”.

Poze-se: INIMIGO MEU: Uma História sobre Guerra e Tolerância, Póstumo, Manipulador de Cérebros, Antes que eu vá, O Anjo de Auschwitz, A Natureza Humana é Selvagem! (Watchmen)

INIMIGO MEU: Uma História sobre Guerra e Tolerância

INIMIGO MEU | Uma História sobre Guerra e TolerânciaCentral Pandora

Inimigo Meu é um daqueles filmes que sempre passavam nas tardes da TV aberta e é um clássico dos anos 80 que marcou muitas pessoas. Mas você sabia que Inimigo Meu é adaptação de uma novela muito premiada? E que o filme teve que ser todo refeito no meio das gravações?

No vídeo de hoje vamos falar sobre Inimigo Meu e os seus bastidores complicados, além é claro da importante mensagem por trás da história entre dois soldados que passam a aprender a amar um ao outro.

Lançado em 1985, Inimigo Meu é um filme que ficou esquecido por muitos, mas que merece destaque não só por causa do seu roteiro e incríveis atuações, mas por efeitos especiais incríveis e que envelheceram muito bem.

Inimigo Meu Filme completoBravo Correia

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O Espião Inglês

Filmes de espionagem quase sempre ostentam um ar noir, como uma ode aos filmes antigos da Era de Ouro de Hollywood e, via de regra, quase sempre baseados em casos reais. Lucas Lopes AflitosCineset

“O Espião Inglês” (The Courier), produção do dramaturgo com longa experiência nos palcos britânicos, Dominic Cooke (“On Chesil Beach”), bebe dessa fonte e, entre acertos e erros, entrega um filme envolvente, ainda que esquecível.

No período da Guerra Fria, diversos civis foram contratados como espiões para impedir o avanço soviético no mundo. Bruno Assef de Vitto – Forum Nerd

Greville Wynne (Benedict Cumberbacth) é um carismático empresário que não mede esforços para conseguir vender seus serviços. Bem relacionado e sempre viajando em busca de uma venda em potencial, ele é um homem perfeito e acima de qualquer suspeita, para que o MI6 e a diplomata estadunidense Emily Donovan (Rachel Brosnahan, nossa Marvelous Mrs. Maisel), o recrute para se infiltrar no governo da União Soviética. De repente, um homem relativamente simples está trabalhando como espião, no programa nuclear soviético – para quem não compreende um pouco da história recente, esse período ficou marcado como Crise dos Mísseis de Cuba, tempos tenebrosos durante a Guerra Fria.

O Espião Inglês” não só é baseado em fatos reais, como também utilizou dois livros de autoria de Greville Wynne (falecido em 1990) como base para o roteiro, assinado por Tom O`Connor: “The Man From Moscow” (1967) e “The Man From Odessa” (1981). Isso solidificou o filme em tela em um drama histórico mais concreto sobre os fatos ocorridos naquele tenso período em questão, além da riqueza de certos detalhes que só ambos os protagonistas principais.

No geral, o filme O Espião Inglês é uma história maravilhosamente escrita, sincera e emocionante de heroísmo que é ainda mais impressionante por conta da narrativa do diretor Cooke. De fato, uma obra genuinamente comovente sobre amizade, honra e a importância de defender os próprios princípios, aconteça o que acontecer. Cadu Costa – Ultraverso

Espize-se: A SURPREENDENTE HISTÓRIA DA DOLLY, Ai-Da, a artista robô detida no Egito por espionagem, 10 dicas para ajudar comprar pela internet com segurança, A Terceira Margem do Rio, O Doador de Memórias – Filme Completo Dublado