Dinamarca, combate depressão com vitamina de cultura

Segundo a OMS, até 2020 a depressão será a doença mental mais incapacitante do mundo. Porém, alguns países estão buscando maneiras alternativas de lidar com ela, como aDinamarca. Através do programa Kulturvitaminer (Vitamina de Cultura), as pessoas estão sendo incentivadas a participar de atividades culturais. A iniciativa envolve reunir pacientes em pequenos grupos, com o intuito de evitar drogas e seus efeitos colaterais. Gabriela Glette – hypeness
Por enquanto o tratamento já foi implementado em 4 cidades: Aalborg, Silkeborg, Nyborg e Vordingborg. Na cidade de Aalborg, por exemplo, o programa possui um convênio com a orquestra sinfônica local, para que desta maneira os pacientes participem de ensaios e concertos. Já foi comprovado cientificamente que ouvir música reduz o estresse e a ansiedade, ambos diretamente associados à depressão.

No entanto, também faz parte do programa passeios na praia, sessões de leitura e passeios à galerias de arte e museus. Por enquanto em fase de testes, os participantes são convidados a participar de 2 ou 3 excursões culturais por semana durante 10 semanas. Já são 200 pessoas que participam em Aalborg. Além das atividades, o simples fato de compartilhar suas experiências com outras pessoas na mesma situação tem ajudado estas pessoas.
A abordagem dinamarquesa tem mostrado resultados promissores, segundo os pesquisadores. A depressão afeta 300 milhões de pessoas no mundo e, por ser a doença mais desabilitante que existe, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, tem impactos sobre indivíduos e também sobre a riqueza das nações: estima-se que ela custe à economia global US$ 1 trilhão por ano. Scandinavianway

Além de evitar o uso de remédios e seus efeitos colaterais, o”vitamina de cultura” não requer o envolvimento direto do pessoal clínico, mas pode ser administrado por leigos treinados. A abordagem envolve reunir pessoas em pequenos grupos para experimentar tudo, desde concertos a corais comunitários, segundo registra o blog do Fórum Econômico Mundial.

Poetize-se: CVV, Efeito Werther, A MEDITAÇÃO E SEU CERÉBRO, SAUDAÇÃO AO SOL, A arte de culpar, OS JOVENS, O SUICÍDIO E A AUTOMUTILAÇÃO, VANUSA SABBATH,EM BUSCA DA VERDADE, LIVROS QUE ENSINAM AS CRIANCAS CUIDAR DO PLANETA, MEDO?, ATARI 2600,VIDACELL®, I WILL SURVIVE,HO’OPONOPONO, BESOURINHA, OS CINCO PRINCÍPIOS DE BEM VIVER, Love vigilantes, Setembro Amarelo

A maconha como porta de entrada

Um dos argumentos, muito repetido nas mídias sociais, nas conversas do dia a dia e até mesmo por autoridades é a famosa frase: “A maconha é a porta de entrada para drogas mais pesadas”. Norberto Fischer


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Se alguém seguir a mesma lógica para verificar quantas pessoas haviam consumido, por exemplo, refrigerante em suas vidas antes de usar cocaína, possivelmente chegaríamos à conclusão de que a bebida doce a é porta de entrada, o que não faz nenhum sentido, assim como não faz no caso da maconha.

Anarquista

Nos últimos anos me deparei com três posicionamentos diferentes, os que defendem:

  • A completa proibição da maconha no Brasil, independente do uso, mesmo medicinal;
  • Regulamentação da planta, incluindo a descriminalização do uso recreativo;
  • Uso medicinal, mas o uso industrial e social deveriam ainda ser debatidos pela sociedade.

Hoje, por estar vivendo diariamente com a maconha medicinal no tratamento da Anny posso garantir que “a maconha é sim uma porta de ean Lefebvreentrada, mas para a qualidade de vida de muita gente, para uma vida em abundância e com saúde. Hemp Meds Brasil

“Um assunto tão delicado pede um amplo debate, consultando especialistas com posições diferenciadas. A questão da maconha medicinal, expressão bastante difundida na sociedade, não se mostra verdadeira, e os especialistas apontados por nós terão a capacidade de diferenciar o uso terapêutico do canabidiol, do uso indiscriminado e nocivo à saúde da maconha e suas 500 substâncias psicoativas”, pontuou Eduardo Girão no requerimento.

A proposta analisada na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) foi uma iniciativa da ONG Rede Brasileira de Redução de Danos e Direitos Humanos (Reduc). Os representantes da ONG informam que o texto baseia-se em legislações já em vigor nos estados norte-americanos da Califórnia, Nova York e Oregon, assim como no Uruguai. Também garantem que o texto obedece à Convenção Única sobre Entorpecentes (ratificada pelo Decreto 54.216, de 1964) e à Convenção sobre Substâncias Psicotrópicas (ratificada pelo Decreto 79.388, de 1977), tratados internacionais assinados pelo Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU). senado notícias

A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luciana Boiteaux chamou a atenção para as dificuldades em debater sobre acesso a medicamentos derivados da cannabis, saúde e usos de substâncias que deveriam estar dentro da liberdade individual. “O Brasil é um dos países mais proibicionistas do mundo e isso faz mal à saúde. O Brasil importa o modelo da política de cannabis medicinal dos Estados Unidos e lá essa política tem passado por mudanças significativas, então, qual a dificuldade que temos em trazer esse debate para o país?”, disse. Luciana afirmou que não é só reduzir danos e impedir retrocessos, mas tentar avanços e mostrar que a política de drogas não só inclui grupo de cultivadores, mães e universitários. “É um cenário que até na América Latina o Brasil está muito atrasado”, concluiu.

Gulnar Azevedo, presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), ressaltou a importância de trabalhar para manter os avanços já conquistados na saúde pública e a relevância do SUS para a população. Gulnar aprofundou o argumento da acessibilidade aos medicamentos e saúde básica citando o caso de populações em área remota e indígenas. “Às vezes a condição financeira para comprar medicamentos não é o único problema, mas, essas pessoas também não têm nenhum acesso à assistência médica, e isso é muito grave”, disse. A médica lembra que o acesso a saúde melhorou bastante nos últimos anos, mas que infelizmente esse tempo não foi suficiente para que houvesse uma diminuição na desigualdade existente no país. Gustavo Mendelsohn de Carvalho, Julia Dias e Matheus Cruz (Agência Fiocruz de Notícias)

Jean Lefebvre – Hempadão

A maconha, além de tudo, pode ser também a porta de saida para as drogas! Existem diversos relatos de pessoas que eram viciadas em crack, cocaína, cigarro e álcool, que conseguiram se livrar do seu vício com a ajuda da cannabis, e não se pode culpar um ser humano por experimentar algo diferente, a curiosidade e necessidade de alterar a consciência, para alguns, é muito grande. Jean Lefebvre
Poetize-se: Comidinhas de Maconha, Ervas medicinais, Avaliação química, E agora???, Quase imortal!!!, Manual de Apicultura em Pequena Escala, A VERDADE por trás da proibição da MACONHA, Desenho de criança, Estupidez, Doenças degenerativas, Polícia 24 horas, Manual dos remédios tradicionais Yanomami, Suco de limão e Bicarbonato,

Os desafios da transição energética

O setor de energia passa por um momento crucial de transformação. Inovações relacionadas a fontes renováveis, veículos elétricos e capacidade de armazenamento de eletricidade devem mudar a forma como geramos e consumimos energia nas próximas décadas. G.Lab para EY – Valor
No cenário da transição energética global, o Brasil tem características distintas dos países que correm contra o tempo para descarbonizar seu ecossistema de energia, principalmente na Europa. Capitaneada pelas hidrelétricas, a matriz nacional já é uma das mais limpas do planeta. “Nossa questão não é o quanto vamos limpar nossa matriz, mas como vamos prepará-la para suportar as demandas e inovações da transformação energética”, afirma Carlos Assis, sócio-líder do Centro de Energia e Recursos Naturais da EY para a América do Sul.

As grandes companhias de petróleo já iniciaram o movimento de diversificar as atividades para antecipar um novo cenário energético. A aposta é nas energias renováveis. A norueguesa Equinor inaugurou, em 2018, seu primeiro projeto de geração solar no mundo, em Quixeré, no Ceará. A empresa também firmou parceria com a Petrobras para a produção de energia eólica offshore, com parques de turbinas em alto-mar.

A estatal brasileira incluiu no seu plano estratégico para 2040 atuar em negócios em energia renovável. No final de 2018, anunciou a criação de uma joint venture com a francesa Total para desenvolver uma carteira de projetos nos segmentos solar e eólico. E, em fevereiro de 2019, assinou com o Centro Suíço de Tecnologia e Microtecnologia um acordo de cooperação para o desenvolvimento de painéis fotovoltaicos flexíveis.

A previsão é de que os investimentos se intensifiquem nos próximos anos, e as empresas de óleo e gás assumam a liderança na transformação energética.

Por transição energética, entende-se uma mudança estrutural em um sistema energético. Várias transições energéticas ocorreram na história da humanidade. A transição energética em curso é chamada de descarbonização porque visa a substituição de fontes energéticas que causam aquecimento global e consequentes mudanças climáticas (combustíveis fósseis como petróleo, e carvão) por fontes não emissoras de gases causadores do efeito estufa (fontes renováveis e nuclear).
Em 2018 o mundo experimentou um aumento de 2,8% no consumo de energia primária. Só o gás natural cresceu 5,3% em todas as matrizes energéticas, pari passu ao aumento de 2% das emissões de gases de efeito estufa, muito em função do também aumento do uso do carvão (BP, 2019). Existe ainda, contudo, um desequilíbrio entre o uso de energias renováveis e energias fósseis. Mesmo assim as energias renováveis atingiram a sua maioridade, e em várias economias já são bastantes representativas nas suas matrizes energéticas. Os caminhos brasileiros na transição energética sobre duas óticas: a primeira é o crescimento robusto da demanda de energia, principalmente no mundo em desenvolvimento – incluindo óleo e gás, o que cria uma dificuldade para a descarbonização; e a segunda, que confiar apenas em energias renováveis pode deixar o sistema instável, gerando algum desequilíbrio momentâneo. cenários Petróleo

Os desafios do Brasil em um mundo em transição energética

O Brasil do pré-sal, das descobertas de Sergipe-Alagoas e da Foz do Amazonas tem muito óleo ainda a consumir e se afasta do modelo internacional preconizado descarbonizado, em um primeiro momento

Por transição energética, entende-se uma mudança estrutural em um sistema energético. Várias transições energéticas ocorreram na história da humanidade. A transição energética em curso é chamada de descarbonização porque visa a substituição de fontes energéticas que causam aquecimento global e consequentes mudanças climáticas (combustíveis fósseis como petróleo, e carvão) por fontes não emissoras de gases causadores do efeito estufa (fontes renováveis e nuclear).

Em 2018 o mundo experimentou um aumento de 2,8% no consumo de energia primária. Só o gás natural cresceu 5,3% em todas as matrizes energéticas, pari passu ao aumento de 2% das emissões de gases de efeito estufa, muito em função do também aumento do uso do carvão (BP, 2019). Existe ainda, contudo, um desequilíbrio entre o uso de energias renováveis e energias fósseis. Mesmo assim as energias renováveis atingiram a sua maioridade, e em várias economias já são bastantes representativas nas suas matrizes energéticas. Assim, dois pontos fundamentais pautam esse artigo, que visa discutir rapidamente os caminhos brasileiros na transição energética: o primeiro é o crescimento robusto da demanda de energia, principalmente no mundo em desenvolvimento – incluindo óleo e gás, o que cria uma dificuldade para a descarbonização; e o segundo, que confiar apenas em energias renováveis pode deixar o sistema instável, gerando algum desequilíbrio momentâneo.

Figura 1: Evolução temporal do consumo de energia primária e emissões de CO2 associadas. Fonte: Adaptado de BP Statistical Review, 2019.

Pela teoria dos recursos naturais, os países devem usar os recursos energéticos que possuem em maior abundância e que sejam de menor valor. No caso do Brasil, as vantagens competitivas são muitas: água, sol, vento, biomassa, e ainda, óleo e gás. Uma matriz diversificada traz a possibilidade de uma transição energética tanto via gás natural – e assim com o incremento do uso de combustíveis fosseis – quanto via energias renováveis. Vale destacar que há o entendimento de que em um processo de descarbonização, não há a participação de nenhum combustível de origem fóssil e, dessa forma, não incluiria a utilização do gás natural para esse fim[1].

Figura 2: Variação percentual anual da demanda de energia e emissões de carbono no mundo. Fonte: Adaptado de BP Statistical Review, 2019.

Entretanto, via gás natural parece a alternativa inicial, uma vez que vários países têm usado o gás natural como combustível de transição, por este emitir uma menor quantidade de GEE do que o óleo e o carvão. O espraiamento do uso do gás natural no mundo se deveu à descoberta de reservas e formações em vários países do mundo, e principalmente, à tecnologia do GNL[2], que permitiu a exportação desse gás via transporte marítimo. Dessa forma, uma maior quantidade de gás no mercado o tornou mais competitivo e reduziu o valor da molécula no mercado internacional. Trata-se de um “sub-step” no caminho da transição energética: usar um energético abundante, menos emissor, enquanto se transita para uma matriz completamente limpa, e por tal, de mais complexa administração.

No Brasil, fala-se de quatro milhões de barris/dia de produção de petróleo para daqui a alguns anos. Muito pautado no sucesso dos leilões de áreas de exploração que têm sido feitos, nas alterações regulatórias propostas e executadas, e na santidade dos contratos assinados, por meio da ação da ANP. Como dito, os recursos naturais mais abundantes e mais baratos serão utilizados como forma de desenvolvimento econômico e social de uma economia. Com isso, o Brasil do pré-sal, das descobertas de Sergipe-Alagoas e da Foz do Amazonas tem muito óleo ainda a consumir e se afasta do modelo internacional preconizado descarbonizado, em um primeiro momento.

Figura 3: Previsão de produção de petróleo e o número de plataformas esperadas para os próximos anos

Fonte: FGV Energia, 2019.

Sobre o mercado de gás natural, este ainda é uma incógnita no Brasil, apesar de estar em um momento muito particular e propício ao seu desenvolvimento. Entendeu-se recentemente, por exemplo, que o monopólio do gás prejudica a própria Petrobras, e com isso a empresa começou a se desfazer de alguns de seus ativos, deixando o mercado otimista em relação a entrada de novos agentes, e, no médio/ longo prazos, à queda dos preços. Outrossim, é importante que sejam fomentadas ações, legislações, resoluções, decretos que incentivem a concorrência pois, em um mercado competitivo, o consumidor é mais protegido e os preços tendem ao equilíbrio. Entretanto, independente da sobrepujança do gás, é importante considerar todas as fontes de energia disponíveis, donde suas características únicas sejam capazes de acomodar as especificidades dos sistemas energéticos, inclusive o óleo.

Para além da transição para um energético imediato, abundante e de menores emissões, faltam-se discutir a questão das novas indústrias e seus impactos no consumo de energia. E hoje o principal desafio dessa natureza é se pensar em como fazer isso. A transição para o gás natural, assim como a continuidade da utilização do óleo cru, já está posta. Falta discutir o porvir. O porvir em relação ao papel das cidades, às questões geopolíticas, de segurança energética, de descentralização, de economia de escala, de crescimento econômico, de preços relativos, o papel do governo, o papel do regulador, das políticas de meio ambiente, entre outras.

Uma análise de mais longo prazo da questão da transição energética perpassa a própria estrutura da matriz energética brasileira associada à indústria 4.0. Acredita-se que hoje estejamos na quarta revolução industrial, que mudou a vida das pessoas impactando diretamente no modo e na quantidade de energia consumida no Brasil e no mundo. O que se chama hoje de indústria 4.0 é a indústria da inteligência artificial, da realidade aumentada, da internet das coisas, do machine learning, impactando sobremaneira o setor energético. Fernanda Delgado

Com exceção do caso brasileiro, os países do BRICS contam com elevada participação de fontes fósseis na matriz energética. Analisando as tendências dos vetores da transição, percebemos que esses países ainda estão atrasados na difusão de renováveis em relação aos países líderes, mas os ganhos de eficiência associados à expansão de fontes modernas foram significativos. A China tem mostrado um forte compromisso para a redução de emissões, e a escala dos programas de ampliação de fontes renováveis é destacada. A elevada participação de fontes renováveis particulariza a transição brasileira, em que as novas fontes renováveis, eólica e solar, têm o papel de compensar a perda de participação da energia hidrelétrica. Índia e África do Sul combinam os objetivos de transição aos de inserção social por meio do acesso à eletricidade, e a abundância de recursos fósseis acarreta menor engajamento da Rússia com a transição. As complementariedades e as similaridades no processo de transição energética resultam em oportunidades de cooperação entre os países do BRICS, pois há muito espaço para uma estratégia conjunta de transição energética. TD 2495 – Política Energética no BRICS: desafios da transição energética – Luciano Losekann e Felipe Botelho Tavares, Brasília, julho de 2019. ipea

Pra quem duvidou

[Intro]
Quebrada Queer!
Apuke no beat!
[Verso 1: Murillo]
Puxei um pra abrir a mente, me faço presente
Mais respeito pra falar das bixa, conserve seus dente
Nóis chega com as rima no pente pra ficar ciente
Réu inocentado da condenação dos crente
Tô de rolê na quebrada
Com as bixa bolada
Vários olho torto
Mas nem pega nada
Nóis já tá blindada
E até armada
Porque respeito tá sendo conversa fiada
[Verso 2: Guigo]
Segura a emoção, que hoje cês vão rodar
Pediram pra eu pegar mais leve, pra não incomodar
Verdades sejam ditas, e hoje eu vim pra questionar
Mas não atravessa a pista que eu não hesito em pisar
Dona da empresa “close” e agora eu me firmei
Chamam de bíblia os versos da primeira cypher gay
Guigo virou papisa e hoje eu me canonizei
Diva do rap? Irônico que agora eu virei rei
[Verso 3: Murillo]
Disseram que eu sou brabo nas rima
E é claro, cês pira
Mas no dia a dia me oprime
E é mó covardia
Dizendo que é opinião quando é homofobia (Não fode)
Ameaçam de morte os meus
Quando foi que tudo se perdeu?
Percebe como é contraditório aqueles que matam em nome de Deus?
[Verso 4: Guigo]
Me chamaram de louco e me imploraram pra parar
Me queimam na estaca e mesmo sem saber rezar
E ainda com a crítica, trouxeram caviar
Escrevo com sangue seus nomes, pra amanhã cobrar!
[Verso 5: Tchelo]
Tchelo, Tchelo, Tchelo, Tchelo
Tchelo vem pesado, pronto pra tumultuar (yeal)
Cheio de deboche, quero mais é incomodar (vrau)
Com a mente amolada
E a língua afiada
Aqui são seis facadas perfurando sua escrotidão (aiiii)
Me achou ofensivo, então eu só lamento
Vem sentir na minha pele o que diariamente é o meu tormento
Aqui não apavora, não!
Nas mana não encosta, não!
Olha essa situação pra gente agora cê perde cifrão
Favela sinistra, na madrugada
Filha da puta assassino de trava
Se nóis te ver nem tenta correr
Que seja no inferno, nóis acha você, cuzão!
Ficou passada? Então
Aprende a fazer carão
Pois só lhes restarão ver nossa dominação! Vrau
[Verso 6: Lucas Boombeat]
E eles reduzem as notas
Eu canto e eles chora
No meu fone, a Flora
Lembro da volta pra escola
Gay, o que passo eu sei
Hoje ele implora
Play play play no meu som
Eu sei que ele toca
Pode me trazer flores na porta
Guarda esse amendoim que faz mal pra mim
Eu sou light, vegana, não encosta!
Good good, money is very good
Foda-se skr
Quero ver meu progresso
Pro meu pai um teto
E um green on the beach to the moon
Ah, cês são tudo igual, tô cansado igual
Macho coça pau se achando uau
Pensa que é o tal, cérebro sem sal
Quer biscoito? Toma!
Rar rar rar
[Verso 7: Harlley]
Cês falam muito e não dão nada pra mim
Falam demais e não dão nada pra mim
Esperam meu fim
Mas não é assim
Eu não vou rodar
Nossa união fez força
Quero ver quebrar
Se emocionou com o meu pai, mas é tua irmã que sofre
Não contestou a atitude escrota do teu parça
Riu da minha cara, mas olha onde eu tô
Onde tu sempre sonhou, mas tu desacreditou
[Verso 8: Lucas Boombeat]
Cada verso eu canto além do palco, descalço, no asfalto
Aprende o que é ser rua numa que não seja a sua
Mirando no peito do seu preconceito
Aprende o que é rap, depois bate no peito
Se não soma, some; que se foda seu vulgo ou nome
Não pago pau pra nenhum homem, vai vendo
Pode pá que não tô perdendo
Quem fecha, quem força e quem quer meu dinheiro
[Harlley]
Cês falam muito e não dão nada pra mim
Falam demais e não dão nada pra mim
Esperam meu fim
Mas não é assim
Eu não vou rodar
Nossa união fez força
Quero ver quebrar
[Refrão: todos]
Minas gritando hey
Monas gritam ho
Pra quem duvidou
Quebrada chega pra te incomodar
Bicha no jeito de ser
Bicha no jeito de andar
Se isso incomoda você
Vim pra incomodar
Que-que-quebrada
Minas gritando hey
Monas gritam ho
Pra quem duvidou
Quebrada chega pra te incomodar
Bicha no jeito de ser
Bicha no jeito de andar
Se isso incomoda você
Vim pra incomodar
Que-que-quebrada

Amazonas decreta situação de emergência

Nos sete primeiros meses de 2019, o estado do Amazonas registrou 1.699 focos de calor, informou a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), tendo 80% (1.372) ocorrido no mês de julho, quando se iniciou o período de estiagem na região. GreenMe

O governo do Amazonas decretou situação de emergência em razão de queimadas e do que chamou de “impacto negativo do desmatamento” na região metropolitana de Manaus e na região sul do estado. Uol

Dados do Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), sistema do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que visa ajudar o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) a combater o desmatamento, mostram que a derrubada de mata na Amazônia em julho deste ano teve crescimento de 278% em relação ao mesmo mês do ano passado.

O diretor-presidente do Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas), Juliano Valente, afirmou que os dados consolidados pelo instituto e pela Sema são abastecidos a partir da tecnologia e dos satélites do Inpe.

“O satélite identifica os focos de calor e queimada. Essa detecção verifica áreas de 30 metros de extensão a 1 metro de largura. Com base nisso, há uma coleta de dados diariamente e a gente faz a verificação desses dados na nossa base cartográfica. Os dados são sempre representativos, uma boa base de indícios e hoje considerados como provas para autuações”, afirmou.

O órgão de fiscalização mantém uma estrutura que monitora os focos de incêndio a partir as imagens de satélite, dos dados cartográficos, de licenciamento e de cadastro rural do estado, ao cruzar todas essas informações, afirmou Valente, o Ipaam consegue identificar quais focos são ilegais e abastece com informação o Comitê Estadual de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, Controle de Queimadas e Monitoramento da Qualidade do Ar, formado por órgãos estaduais e federais, como Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Ibama, Ipaam e Sema. Rosiene Carvalho
A indefinição sobre o Fundo Amazônia – criado em 2008 para financiar projetos de redução do desmatamento – fez com que governadores dos estados da Amazônia busquem parcerias com doadores internacionais para combater o desmatamento. Os estados com as mais altas taxas de desmatamento começam a negociar diretamente com doadores internacionais. As ações do Fundo Amazônia, que financia ações de prevenção e combate ao desmatamento, apoia projetos de uso sustentável da floresta com recursos que vêm de doações – a maior parte da Noruega (93,8%) e da Alemanha (5,7%). Gazetaweb

Prevenindo queimadas

Para prevenir as queimadas é importante:

  • não atear fogo, exceto com autorização
  • não acender fogueiras
  • não usar fogo na agricultura, seja para limpar o terreno que para renovar a pastagem
  • não lançar bituca de cigarro em nenhuma hipótese, em nenhum lugar. Além de poluir, ela pode não estar bem apagada e pode alcançar alguma vegetação e pegar fogo.
  • não soltar balões, além de perigoso é crime!

Mude conceitos, você pode e deve: Eduardo Góes Neves, A CARTA DE DEUS À POPULAÇÃO DO BRASIL!, Frans Krajcberg, DARWIN CADÊ VOCÊ?, LOGUN EDÉ, Amazônia, 381 novas espécies, e há muitas mais!!!, HORA DO CÓDIGO, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, OLHA O CÉU, O povo munduruku voltou!, ECO-GRAFITE, TERRA OCA, Bandeirantes Modernos, Chico Mendes

Coala, funcionalmente, extinto

A Australian Koala Foundation (AFK), afirma não existir mais do que 80 mil coalas vivendo na Austrália, o que define extinção funcional. A AFK, considera o desmatamento e as mudanças climáticas como os principais contribuintes para o desaparecimento da espécie. Giovane AlmeidaCiencianautas

(Créditos da imagem: Lone Pine Koala Sanctuary).

Acredita-se que os coalas (Phascolarctos cinereus) evoluíram no continente australiano durante o período em que a Austrália começou a se deslocar lentamente para o norte, separando-se gradualmente da massa terrestre antártica, há cerca de 45 milhões de anos.

Restos fósseis de animais semelhantes a eles foram encontrados datando de 25 milhões de anos atrás. À medida que o clima mudou e a Austrália se tornou mais seca, a vegetação evoluiu para o que conhecemos hoje como eucalipto, tornando-se a fonte de alimento desses marsupiais.

Antes dos primeiros europeus chegaram ao continente, por volta de 1788, milhões e milhões de coalas viviam nele. Todavia, ao longo dos últimos 230 anos, o impacto das atividades humanas, assim como a perda das florestas, reduziu a população de coalas a números alarmantes. Suzana Camargoconexão planeta

De acordo com a Australian Koala Foundation, por causa desse declínio dramático da população dos coalas, eles se tornaram “extintos funcionalmente”, ou seja, quando os números de uma espécie diminuem a um certo ponto, ela não consegue mais se reproduzir de maneira a garantir sua perpetuação. A segurança e variação genética ficam comprometidas, já que o acasalamento, muitas vezes, ocorre entre “parentes” muito próximos.

Os coalas selvagens só existem em quatro dos seis Estados da Austrália: Queensland, Nova Gales do Sul, Vitória e Austrália do Sul. Margarida Martins Olhar Animal

Por favor, assinem a petição ao governo australiano para a proteção dos coalas ameaçados.

Fonte: Setúbal na Rede (Portugal) / mantida a grafia original

Poetize-se: ROBÔ EM BUSCA DE LIBERDADE, Extintor Humano!!, PHILIP K. DICK, CLAUDIA ANDUJAR: A LUTA YANOMAMI, ECONOMIA DE MERCADO, Emergencia Lingüística, Veteranas de guerra, Baobá, HUMANS, O EXTERMINADOR DO FUTURO: GÊNESIS

Alexandra Baldeh Loras

Alexandra Baldeh Loras é ex-consulesa da França em São Paulo e considerada hoje uma das líderes francesas mais influentes. Jornalista formada na tradicional Sciences Po, é uma ativista engajada na discussão sobre a representação da população negra na mídia e na educação e os efeitos que isso tem na construção da identidade negra, especialmente das crianças.

Inspiração é a palavra de ordem. Segundo a ex-consulesa, uma importante forma de combater o racismo é trabalhar a autoestima das crianças, resgatando narrativas sobre protagonistas negros que realizaram importantes feitos na história da humanidade. “Somos responsáveis por reconstruir e reequilibrar a história, mostrando toda a contribuição à civilização dos afrodescendentes”.

Alexandra conta que é frequente, durante recepções em eventos e jantares no Consulado, que os convidados passem direto por ela, imaginando tratar-se de uma funcionária indicando o caminho para a festa, e não da consulesa os recepcionando, conforme determina o protocolo francês. Iolanda Barros – afreaka


O racismo é muito mais forte no Brasil do que em qualquer lugar por onde passei. Aqui nós não somos minoria. Pelo contrário, somos uma maioria. Então o problema é muito mais grave. Em outros lugares do mundo a questão racial pode ser tratada com descaso, por estar relacionada a uma pequena parte da população. Mas aqui é totalmente diferente. Há quem diga que o racismo no Brasil é velado. Não é velado de jeito nenhum. Estamos num País que ainda está numa dinâmica de feudalismo que, inclusive, choca os gringos. Uma dinâmica de ricos e pobres, em que os mais abastados são servidos pelos mais pobres, sem ninguém questionar. Aliás, ninguém questiona o uniforme branco das babás por aqui, que nada tem a ver com higiene. Tem a ver, sim, com o período da escravidão, quando as mulheres escravizadas trabalhavam na casa-grande. Elas tinham que se apresentar sempre de branco, limpinhas, para se diferenciar dos negros escravizados que trabalhavam no campo. Esse uniforme já era uma questão de status. Em nenhum outro país as babás estão vestidas de branco, só no Brasil. Geledés

Quebrada Queer

Se o debate em cima da democracia racial é pilar fundamental do rap, o machismo e, principalmente, a homofobia, são defeitos da cena ainda em discussão extremamente embrionária.

O Quebrada Queer nasceu por acaso. O que era para ser apenas uma música acabou virando o nome do grupo composto por seis jovens da periferia, Murillo Zyess, Guigo, Harlley, Lucas Boombeat, Tchelo Gomez e Apuke estão na faixa dos 20 e poucos anos e vieram das mais diversas regiões de São Paulo: Parelheiros, Guarulhos, Jandira e Jardim Martins Silva.

O homossexual na cena rap não é novidade, mas ainda assusta muita gente, um grupo de rap só com gays não existe no Brasil e pelo o que pesquisamos em lugar nenhum. E nós provamos que conseguimos fazer um som e que isso não depende da nossa sexualidade.
Representamos muita gente: o negro, quem é da periferia, as mulheres. Não dá para agradar todo mundo. Para alguns gays, somos muito “heteros” [por não serem afeminados]. Para alguns heteros, somos muito gays. Queremos apenas mostrar o nosso som, exatamente do jeito que somos. Não queremos tentar pertencer ou agradar algum grupo. Edu Garcia/R7
o segundo clipe do grupo que foi feito em um dia e com orçamento baixíssimo, quase que inteiro de favor com os profissionais envolvidos. Pra quem duvidou foi feito no Castelinho da rua Apa, casarão famoso no centro de São Paulo e com fama de mal assombrado por causa de um crime que aconteceu em 1937. Hoje, funciona a ONG Clube de Mães do Brasil, com quem o Quebrada pretende fazer alguns trabalhos em conjunto.
Primeiro Cypher Gay do Brasil e América Latina!!

Quebrada Queer – Guigo | Murillo Zyess | Harlley | Lucas Boombeat | Tchelo Gomez. Rap Box
Veja também: Eju Orendive, Portal Rap Nacional, Xeque Monte, Catastrofe natural?, Território, A Terra a Gastar, O povo da caixa, Tribo de Jah – Mata Atlântica, A verdade pode estar no ovo, MC SOFFIA, Rap na esteira, Brô Mc´s

Paul McCartney fumou Fela Kuti

Mr. Catra teve três mulheres e pregava, em várias entrevistas (como nos papos que teve com Silvio Essinger para o livro Batidão) a liberação da maconha. Agora corta para Fela Kuti. O rei do afrobeat casou-se com 27 mulheres de uma só vez e, quem privava de sua intimidade, dizia que ele passava os dias fumando baseados do tamanho de emissários submarinos. E assustava amigos com a alta potência da maconha egípcia que fumava. POP fantasma

“Cara, eu viajei. Era muito forte. Mais forte do que qualquer coisa que eu já tinha fumado. Não sei se tinha alguma coisa na maconha”, ele disse. “Mas, ao fim, foi uma boa noite”. Vivimetaliun

Corria o ano de 1973 quando Paul McCartney decidiu que não gravaria o próximo disco do Wings, então sua banda – o histórico “Band On The Run” – em um estúdio habitual, nem em sua casa, nem em Londres. Paul decidiu que aproveitaria que sua gravadora, a EMI, tinha estúdio espalhados pelo mundo, e escolheu a mais exótica e excitante opção: as gravações aconteceriam em um estúdio em Lagos, na Nigéria.

Mude conceitos, você pode e deve: MANUAL PLANTAS AMAZÔNICAS, Funcional Obsoleto, Produtos para Consumo de Maconha, Hemp Car, Álcool, drogas e Sacklers, Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, A onda, BEBER MENOS, A VERDADE por trás da proibição da MACONHA, Hemp Church

Ecovila para idosos

Envelhecer com qualidade de vida pode significar muitas coisas, como viajar com frequência ou estar perto dos filhos e netos. Para alguns idosos, a aposentadoria ideal deve ser desfrutada em ecovilas, onde é possível viver em comunidade de forma sustentável.

Ecovilas focadas na terceira idade estão se tornando populares principalmente pela vida simples — o que não significa falta de conforto. As vilas sustentáveis apresentam muito verde, alimentos frescos e saudáveis, superfícies fáceis de se locomover, atividades ligadas ao meio ambiente e casas projetadas com tecnologia para reduzir consumo de água e luz.

Além disso, são locais tranquilos e serenos, onde a vida em comunidade é valorizada. Assim ninguém se sente sozinho. Free the Essence

Existem conjuntos residenciais exclusivos para idosos em todo o mundo, com estruturas fenomenais, atividades físicas e cuidadores à disposição 24 horas por dia para os senhores e senhoras. No entanto, viver nestes locais tem um custo elevadíssimo — alguns aqui no Brasil chegam a ter mensalidades de mais de R$ 10.000. Ana Júlia Caires

Mas, então, o que fazer para resolver essa situação e proporcionar qualidade de vida também aos idosos com menor poder aquisitivo? Foi pensando nisso que alguns governos e organizações brasileiras construíram condomínios acessíveis voltados para idosos em diferentes estados do país.

Instituído em 2009 em uma parceria entre a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), secretarias e prefeituras de municípios paulistas, o Programa Vila Dignidade também é voltado a idosos independentes de baixa renda e já conta com unidades em cidades como Ribeirão Preto, Avaré e Mogi das Cruzes. Hometeka

É como se as ecovilas resgatassem o modo de sobrevivência mais primário da humanidade, que por milhares de ano viveu em comunidade, num convívio íntimo com a natureza, utilizando-a de forma inteligente e sempre respeitando o ciclo natural das coisas. A partir de 1998, as ecovilas consagraram-se então como uma das 100 melhores práticas para o desenvolvimento sustentável, nomeadas oficialmente através de uma lista da ONU.

Chamadas também de eco-aldeia e eco-comunidade, o modelo de vida acaba por preservar áreas já degradadas ou que poderiam estar se degradando, além de trazer soluções viáveis para a erradicação da pobreza. Hipeness

Confira aqui algumas ecovilas interessantes para você visitar, ou morar, no Brasil.

Mude conceitos, você pode e deve: Convivir, Depressão em idosos, LUMINESCE™ (10% de DESCONTO), A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, FAKE NEWS JOURNAL, Previdência e suicídio, GHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!! (10% de DESCONTO), Dia do idoso, Inicie um abaixo-assinado, SEXO FREQUENTE AJUDA A TURBINAR O CÉREBRO DOS IDOSOS, INSTANTLY AGELESS ™(15% de DESCONTO), Propriedades curativas do limão

Editado via celular.

SUICÍDIO, por que ENTENDER?!?

De acordo com um recente relatório da Organização Mundial de Saúde – OMS a cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo. O país com maior número de mortes é a Índia.

A cada 45 minutos uma pessoa se mata no Brasil. 79% homens. 21% mulheres. E os homens são os que mais resistem a pedir ajuda.

Para cada 10 suicídios acontecem de 40 até 60 tentativas.

O Brasil já é o MAIOR PAÍS DO MUNDO com pessoas portadoras de transtornos de ansiedade, este mesmo levantamento aponta o Brasil como o oitavo país.

E 90% dos casos de suicídio poderiam ser prevenidos.

Em nosso país, todos os dias, trinta e duas pessoas consumam sua intenção de tirar a própria vida. Mas o número de casos pode ser muito maior – isto porque muitos não são esclarecidos ou são encobertos pelos familiares.

E quais são os sinais de alerta?

1 – Ideação (pensamentos suicidas) – fala muito no tema e procura informações/notícias a respeito;

2 – Abuso de substâncias – começa a beber demais, fumar demais e usar drogas em abundância;

3 – Sensação de inutilidade – comenta que não serve para nada, que nada do que faz é bom e em nada se sai bem;

4 – Ansiedade constante – apresenta medos difusos e frequentes;

5 – Sentimento de falta de perspectivas – perde o interesse em atividades que anteriormente apreciava; não tem mais vontade de recomeçar ou começar coisas;

6 – Sensação de desesperança e de desamparo – ainda que existam pessoas dispostas a fornecer apoio, não percebe qualquer sinal de empatia; seu mundo encontra-se sombrio e ameaçador;

7 – Falta de espaço para o consolo – quando não percebe sequer suas necessidades emocionais; não permite mais a aproximação das pessoas que antes lhe eram caras;

8 – Raiva – diante do seu isolamento passa a enxergar o mundo como algo assustador e as pessoas como ameaças potenciais; transforma-se numa pessoa muito agitada propensa a atos/respostas agressivos ou violentos;

9 – Imprudência em diversos aspectos da vida – dirige perigosamente; adota hábitos sexuais promíscuos; deixa de medicar-se; alimenta-se mal; abandona o autocuidado e negligencia suas necessidades básicas;

10 – Mudanças dramáticas de humor – a pessoa antes satisfeita e tranquila transforma-se em alguém predominantemente impaciente e impulsivo;

11 – Mudanças pessoais bruscas – perde ou ganha peso rápido demais; sente-se cansado a maior parte do tempo; muda drasticamente hábitos alimentares e de sono. Sentido do Ser

O CVV – Centro de Valorização da Vida – oferece apoio emocional na prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, e-mail e chat, nas 24 horas de todos os dias da semana. Para tanto, ligue 188 ou acesse https://www.cvv.org.br/

O comportamento suicida inclui suicídio consumado e tentativa de suicídio. Pensar, considerar ou planejar suicídio é denominado ideação suicida.

  • Suicídio completo: ato suicida que resulta em morte.

  • Tentativa de suicídio: ato autodirecionado, não fatal e potencialmente prejudicial concebido para resultar em morte, mas pode ou não resultar em lesão
  • Autolesão não suicida (ALNS): ato autoinfligido que causa dor ou dano superficial, mas não concebido para causar morte. Manual MSD

Enxergue mais: DIA DO VOLUNTARIADO, DEPRESSÃO MASCULINA, LIPPY E HARDY, WHERE IS MY MIND, A MEDITAÇÃO E SEU CERÉBRO, Hannah Baker, 17 anos, vadia e suicida., POSITIVIDADE, A arte de culpar, Liberdade Privatizada, THE STREET STORE, Goodall MORRE EM PAZ, Segunda temporada de ’13 reasons why’ (trilha sonora), Setembro Amarelo,você nunca esteve sozinho?, Suicídio indígena, Não (,) falar (,) mata(?)!!!

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Manual dos remédios tradicionais Yanomami

Os Yanomami são indígenas caçadores-agricultores que habitam o Brasil e a Venezuela. Redação CicloVivo

O Instituto Socioambiental (ISA) é uma organização u, sem fins lucrativos, que possui um vasto acervo relativo a povos indígenas, populações tradicionais e meio ambiente. Há artigos, livros, notícias e materiais audiovisuais -, isto para citar alguns dos materiais que podem ser encontrados. Entre tantas pérolas, está o manual dos remédios dos Yanomami.

O material é resultado de um longo trabalho de pesquisadores Yanomami. Jovens deste povo estão sendo formados para produzir pesquisas que ajudem a fortalecer seus conhecimentos tradicionais e dialogar com outros conhecimentos indígenas e não indígenas. O manual se inspirou na pesquisa do antropólogo Bruce Albert e do botânico William Milliken, realizada entre 1992 e 1994, que apresenta um extenso levantamento das plantas medicinais usadas pelos Yanomami para curar diferentes doenças.
Publicado em 2015, são mais de 200 páginas de conhecimento que não deve ser perdido. O livro apresenta as plantas em ordem alfabética e também por agrupamentos de remédios em função dos males a serem tratados. Veja aqui como fazer o download do manual dos remédios dos Yanomami. CicloVivo

Enxergue mais: CONTRA TODOS OS MALES, RELATÓRIO FIGUEIREDO, A INVASÃO DO BRASIL, EXPERIMENTO CIENTÍFICO?, GRAVIOLA, THE LONE RANGER, ÍNDIO EDUCA, NO CAPÃO REDONDO, NINGUÉM SONHA EM SER MÉDICO, REMÉDIO QUE CURA QUALQUER DOENÇA, VIDACELL®, UTILIDADES DA ASPIRINA PARA A SUA BELEZA., HINO NACIONAL EM DIALETO TICUNA, PLANKTON INVASION, UM MAR DE INFORMAÇÕES!!!, RESERVE™, TERRA SEM MALES, SUCO DE LIMÃO E BICARBONATO, MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE

Coisas, pessoas e a felicidade

Para a gente se sentir feliz é preciso que nosso corpo produza, de forma equilibrada, 4 hormônios principais: endorfina, ocitocina, dopamina e serotonina. E o equilíbrio entre eles, as quantidades de uns em relação a outros, é que vai nos dar uma sensação de maior felicidade, ou de mais cansaço e desânimo, ou de agitação e ansiedade, enfim, sensações que são rotineiras quando estamos estressados. Mais informações aqui: greenMe

A deficiência de vitamina D dificulta para o corpo a produção dos outros hormônios da felicidade. Além disso, esta substância é a fonte de serotonina e as pessoas com alto teor desta vitamina raramente sofremde depressão.

Existem 2 métodos simples para aumentar o nível de vitamina D:

  • Tomar sol frequentemente (mas respeitando os horários e o limite de tempo para não ter problemas graves, como câncer de pele);
  • Tomar suplementos da vitamina.

Se você escolheu o segundo, não aconselhamos a automedicação. Em primeiro lugar, verifique com seu médico e faça o teste para determinar o nível de vitamina D em seu organismo. Incrível.club

Palavras Perdidas: Seguidores do twitter, Matemática da felicidade, Via Láctea pelo navegador, Alzheimer, Conhecimento Ancestral, O Estado Laico, Maldito homem!, The Matrix Norris, Infinito paralelo, Receita contra a depressão, Programação em java, O Livro de Eli, A casa dos outros

Observação de aves: torres abrigos e mobiliário de apoio

Observação de aves: torres abrigos e mobiliário de apoio

Erika Hingst-Zaher & Guto Carvalho

O objetivo desse livro é oferecer ideias e informações para a melhoria da estrutura de observação em áreas protegidas, a partir de uma perspectiva inclusiva (parques para todos) e assim contribuir com o crescimento da observação de aves no Brasil.

Enxergue mais: Comida para pássaros, INSTANTLY AGELESS ™, BE MY EYES APP, Cuco, O MAR DE ARAL VIROU AREIA., ANA PRIMAVESI, ENGENHEIRA AGRÔNOMA., PRIVATIZAÇÃO DE PARQUES, DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE, RECEITA PARA CONSTRUIR SUA CASA COM SUAS PRÓPRIAS MÃOS, AGRICULTURA FAMILIAR, Envy Birds, WikiAves, Comida para pássaros

Paenitet Amicus

Gratidão amigos e seguidores e parentes e família. One team All world

Mude conceitos, você pode e deve: Vitórias e Conquistas, Dia do Amigo e Internacional da Amizade, Luzes, Remédio caseiro para controle de pulgas, Saudação ao Sol, En+coleira+ar, Casa da árvore, Bandeirantes Modernos, Somos todos doadores, Coleta seletiva de lixo, Estresse no seu corpo, Veteranas de guerra, Em progresso, Dia da Amizade, A EVOLUÇÃO DOS ROBÔS.

A VERDADE por trás da proibição da MACONHA


A produção de fake news parece coisa do século 21, mas a história da maconha revela que esta planta já sofre há quase 100 anos com um bombardeio de notícias falsas.
Boa parte das mentiras utilizadas como motivo para proibir a maconha já foram desqualificadas pela ciência, mas seguem sendo utilizadas até hoje, inclusive nos discursos políticos e médicos. Neste contexto, o questionamento de argumentos falaciosos é fundamental na luta pela legalização. O livro “Maconha: mitos e fatos” da socióloga Lynn Zimmer e do farmacologista John P. Morgan é uma ótima fonte de leitura sobre todo esse arcabouço de tolices que dizem sobre a erva.
Provavelmente o mito mais famoso sobre a maconha é história de que ela destrói neurônios.

O que é fato nesta questão dos efeitos neurológicos é que a maconha afeta a memória de curto prazo (responsável por armazenar informações de rotina do dia-a-dia), mas de forma temporária. Passado o efeito da erva, a capacidade de memorizar informações volta ao normal, sem provocar danos permanentes.

E tem aquela história, que muitos certamente já ouviram, da maconha ser porta de entrada para outras drogas. Mentira feia!

A tática mais utilizada por defensores da teoria da porta de entrada e listar usuários de maconha que passaram a usar cocaína. É tipo de conexão tão absurda como dizer que pessoas que andam de bicicleta vão despertar um desejo incontrolável de andar de moto.
Em 1937, o diretor do Departamento de Narcóticos dos EUA, Harry Anslinger (um dos maiores lobistas pela proibição da cannabis), escreveu em artigo que “inúmeros homicídios, suicídios, roubos, agressões, assaltos e invasões de residências” são relacionados a insanidade provocada pelo uso de maconha. Nesta mesma época jornais abusavam do sensacionalismo ao relatar crimes supostamente cometidos por pessoas sob efeito da maconha. Infelizmente parte da imprensa segue trabalhando da mesma forma.
O crime mais comum entre usuários da erva é fato de estarem comprando e portando algo ilegal. Carta Capital

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A culpa das velhas plásticas

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
– A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
– Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
– Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente.

– Você está certo – respondeu a senhora. Nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente, não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo.
Até as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas secadoras elétricas. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela de 14 polegadas, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado, como não sei.
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia batedeiras elétricas, que fazem tudo por nós. Quando enviávamos algo frágil pelo correio, usávamos jornal velho como proteção, e não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava motor a gasolina para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam à eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos água diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Na verdade, não tivemos uma onda verde naquela época. Naquele tempo, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus coletivos e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar os pais como serviço de táxi 24 horas.
Então, não é incrível que a atual geração fale tanto em “meio ambiente”, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época!

Uma aula gratuita ministrada por uma idosa considerada ultrapassada.

Autor desconhecido. (WhatsApp)

www.desistirnunca.com.br
Entenda mais: A ILHA DE LIXO, CUCO, O MAR DE ARAL VIROU AREIA., BE MY EYES APP, PEIXE-BOI MARINHO, Plástico Pena, XEQUE MONTE, O AMARANTO INCA KIWICHA INVADE PLANTAÇÕES DE SOJA TRANSGÊNICA DA MONSANTO NOS ESTADOS UNIDOS, CARTA DA TERRA, ÁGUAS DE MARÇO, THE MARTIAN, PLANETARIO, PELADOS EM SANTOS

50th Aniversary of the Moom Landing

O Doodle do Google do 18/07/2019 homenageia os 50 anos da missão Apollo 11, que levou humanos para a superfície da Lua pela primeira vez.

O vídeo narrado por Michael Collins, astronauta que pilotou o módulo, e nos mostra a jornada desde o lançamento até a volta para a Terra, além de publicar um vídeo com entrevistas e mostrando os bastidores da produção do Doodle, que conta com comentários de Collins. Foram mais de 400 mil pessoas envolvidas na missão, e há uma nova missão sendo planejada pela NASA, que quer mandar uma mulher e um homem para a Lua em 2024. Confira o vídeo abaixo (com legendas em inglês):

O foguete foi lançado em 16 de julho de 1969, pousando na Lua no dia 20 e aterrissando em 24 de julho. Jovem Nerd

“As impressive as the view was of this alien moon seen up close, it was nothing compared to the sight of the tiny Earth,” Collins said. “The Earth was the main show. The Earth was it.” SPACE.com

Palavras Perdidas: Lixo Espacial, John Titor , o VIAJANTE-ZERO, Vida inteligente., Bandeirantes Modernos, A importância do Doutorado, Vida Simples, Monte seu Fusca, , , The Martian, Milton Friedman