Corredores ecológicos urbanos & Brent’s Bee Corridor

A seven-mile long “bee corridor” is being planted in a bid to boost the number of pollinating insects. The wildflower meadows will be put in place in 22 of Brent Council’s parks in north London. BBC

O conselho municipal de Brent, distrito de Londres, na Inglaterra, está plantando flores silvestres em parques e espaços verdes. A ideia é construir um espaço propício para atrair polinizadores, especialmente as abelhas. SÃO PAULO SÃO

Um estudo recente mostrou uma queda enorme no número de insetos polinizadores em todo o Reino Unido desde os anos 80. Os pesquisadores acreditam que a perda de habitats tem desempenhado um papel importante nisso, com mais de 97% dos prados de flores silvestres tendo desaparecido desde a Segunda Guerra Mundial. Muitas borboletas, abelhas, libélulas e mariposas confiam nestas flores para prosperar.

Segundo a IPBES (Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos), desde a década de 80 houve 82% de declínio de animais mamíferos silvestres em todo mundo. Denise Maldonado – Mundo Certo

Além de beneficiar as abelhas, o projeto vai criar uma explosão de cores para a população. A meta é inaugurar o corredor para polinizadores até o verão, que na Europa tem início em 21 de junho. Aliás, a ideia de criar um verdadeiro “corredor de abelhas” já não é de hoje. Há pouco mais de um ano, a organização sem fins lucrativos National Park City lançou uma campanha (#WildflowersForLondoners) de financiamento coletivo para alastrar flores pela capital da Inglaterra, veja aqui: https://chuffed.org/project/grow-the-nationalparkcity. BBC News

A swarm of bee facts

  • There are about 250 species of bees;
  • Bees can fly as far as five miles (8km) for food, however the average distance is less than half a mile from the hive. They use the position of the sun to navigate;
  • They have a top speed of about 15-20mph (21-28 kmph) when flying to a food source;
  • The honey bee has five eyes, two large compound eyes and three smaller ocelli eyes in the centre of its head;
  • In the height of summer, there are an average of 35,000-40,000 bees in a hive, in the winter this drops to about 5,000;
  • Other than honey, bees also produce beeswax, bee bread and royal jelly. Source: British Beekeepers Association

Estes .

Se quer fazer parte deste movimento e criar o seu santuário de flores, habitats artificiais, pensados para ajudar as populações locais de abelhas, normalmente compostos por uma mistura de três tipos de espécies nativas de flores, cultivadas sem recurso a fertilizantes ou químicos, veja aqui a lista de flores prediletas das abelhas. No entanto, informe-se sempre sobre as espécies nativas da sua região. Be The Story

De acordo com o Journal of Insect Conservation, algumas das melhores flores silvestres para plantar no seu santuário para abelhas são:

Abelha a polinizar flor
  • Silene vulgaris, chamada Bermim, Erva-cucubalus, Erva-traqueira ou Orelha-de-Boi;
  • Geranium sp., conhecida como Gerânio;
  • Veronica chamaedrys, as Verónicas, de cor azul;
  • Ranunculus acris, ou Ranúnculo;
  • Viola arvensis, mais conhecida por Amor-Perfeito;
  • Crepis capillaris, com os nomes comuns Almeirão-branco, Almeiroa ou Barba-de-falcão;
  • Taraxacum adamii, o Dente-de-Leão (ou O-Teu-Pai-É-Careca, como é conhecido por vezes entre os mais novos);
  • Convolvulus arvensis, uma flor bastante comum e conhecida por nomes tão diversos como Corriola, Corriola-campestre, Corriola-mansa ou ainda Verdeselha ou Verdisela;
  • Centaurea sp., que abrange várias subespécies de flores conhecidas por Cardos.

Lembre-se que outras espécies de flores, silvestres ou não, bem como ervas aromáticas, são também amigas das abelhas! É o caso da lavanda, a sálvia, os coentros, o tomilho, a calêndula, a papoila ou o girassol.

A Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A.), com apoio do Instituto Biológico de São Paulo, lançou em 2017 o e-book “Biodiversidade em ação: conservando espécies nativas – Corredores ecológicos urbanos… seguindo a trilha da jataí em São Paulo”, das pesquisadoras Isabel Cruz Alves, Marilda Cortopassi-Laurino e Vera Lucia Imperatriz-Fonseca.

Aobra é um guia prático para orientar cidadãos de centros urbanos que queiram promover corredores de plantas destinados a conservar a biodiversidade local, denominados corredores ecológicos urbanos, compostos por vegetações de diferentes características (arbustos, árvores) que fazem a conexão entre áreas naturais ou seminaturais, auxiliando na sobrevivência de muitas espécies, isoladas umas das outras pelas construções urbanas.

“Essas áreas verdes possibilitam a sobrevivência dos animais que as polinizam e os que dispersam suas sementes, num ciclo de ajuda mútua bom para todos”, explica Isabel Cruz Alves, que concebeu e organizou a obra.

Um dos caminho é por meio da conservação da abelha jataí (Tetragonisca angustula), uma espécie sem ferrão inofensiva ao homem, por isso mesmo, ideal para áreas urbanas, e que são excelentes polinizadoras. O livro traz detalhes sobre as abelhas e ensina como identificar e proteger ninhos de jataís.

“Biodiversidade em ação: conservando espécies nativas” é a terceira publicação lançada pela A.B.E.L.H.A. neste ano. Ele foi precedido por “A história natural ilustrada de um polinizador: a abelha mamangava Xylocopa frontalis” e pela versão em português de “Soja e Abelhas”, publicado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Beezze-se: O Elo Perdido (2019), The Bee Is The Most Important Of The Planet, As abelhas-azuis, Protea, Abelha, o ser humano mais importante do planeta, Abelha Mãe, O Jardim do Éden e os Anunnaki, Abelhas nos telhados de Paris, Manual de Apicultura em Pequena Escala

Toki Pona, jan pona

Toki Pona é uma língua inventada pela lingüista canadense Sonja Elen Kisa em meados de 2001. Durante uma crise depressiva ao som de Nightwish, Sonja teve uma idéia que a salvou de remédios e psicólogos, assim como um modo de vida decadente e o maior fiasco do doom metal. A idéia foi…

“[…] e se existisse uma língua que, de uma forma ou de outra, deixasse as pessoas de bom humor? Algo simples, porém eficaz. Algo que seja fácil de pronunciar e soe bonitinho como uma criança arriscando as primeiras palavras. Uma língua capaz de expressar o máximo de conceitos através da menor complexidade possível.”

E depois de meticulosas pesquisas e tentativas, eis que Sonja criou o Toki Pona (boa língua), portanto, o principal intuito de Sonja foi moldar os processos cognitivos dos falantes ao estilo da hipótese de Sapir-Whorf: a língua que você utiliza é capaz de influenciar seu modo de pensar e enxergar o mundo. Bruno Robles – Nébula Rasa

Condizendo com seu mantra minimalista, Toki Pona é uma língua com apenas 14 fonemas básicos: cinco vogais e nove consoantes (j, k, l, m, n, p, s, w), combinando-se para formar um vocabulário de apenas 120 raízes gramaticais. Em tese, qualquer pessoa do mundo é capaz de pronunciar com facilidade todas as palavras. Como esperantista há 12 anos, Sonja tentou manter a neutralidade lingüística do Toki Pona emprestando raízes gramaticais do finlandês, inglês, esperanto, lojban, armênio, húngaro, cantonês, mandarim, entre outras.

Tudo isso parece demasiadamente simples até para um lagarto, certo? Errado. Os mais proficientes na língua são capazes de transcrever textos complexos em Toki Pona, como escrituras de Chuang Tzu, sem perder o sentido:

pipi kon

mi jan Suansu.
mi lape e ni: mi pipi kon. mi tawa kon li pilin pona. mi sona ala e ni:
mi jan Suansu anu pipi kon.
mi lape ala li sona e ni: mi jan Suansu.

tenpo lili la mi sona ala.
ken la mi jan Suansu li lape e ni: mi pipi kon
ken la mi pipi kon li lape e ni: mi jan Suansu

(Fonte: toki tan lipu pi jan Suansu)

Toki Pona foi inventada para combater a depressão através de uma maneira muito simples: simplificar e destacar os conceitos básicos e naturais das coisas. A língua veio a se tornar uma espécie de “yoga para a mente”. Ao invés de se apegar a pensamentos potencialmente negativos, a língua o força a relaxar, meditar e explorar sua relação a vida, o Universo e tudo mais. Muitos destes princípios foram retirados do Taoismo, que valoriza a simplicidade, a vida honesta e não-interferência com o fluir natural das coisas.

Como e onde aprender Toki Pona

Toki Pona is a human language I invented in 2001. It was my attempt to understand the meaning of life in 120 words.

Hieróglifos Toki Pona (sitelen pona)

A number of alternative ways have been devised to write Toki Pona, such as the Toki Pona hieroglyphs (sitelen pona), the Toki Pona Script and sitelen sitelen. There are ways to write Toki Pona with the Runic and Tengwar scripts, with other alphabets, such as Cyrillic and Greek. It can also be commicated with hand signs. Omniglot

Jesus’ Sermon on the Mountlipu pi jan Pije

 

 

 

From garden to forest e Agroflorestar

Da horta à floresta – From garden to forest. Agenda Gotsch

Agroflorestar: Semeando um mundo de amor, harmonia e fartura

Acervo Agenda Gotsch

Agenda Gotsch é o site oficial da Agricultura Sintrópica de Ernst Götsch, com centenas de horas de de registro audiovisual inédito de Ernst Götsch. Nossa limitação sempre foi a edição que é muito cara e demorada. Mas agora, graças ao apoio dos nossos assinantes, podemos retomar aos poucos esse arquivo e compartilhar aqui com vocês.

Floreze-se: Vamos plantar água?, Ernst Götsch – o guru da agrofloresta, Neste Chão Tudo Dá, Cursos online e gratuitos sobre agrofloresta, permacultura e ecodesign, Ouro verde e proteção do Planeta, Os Guarani convocam povo de SP para proteger Terra Indígena Jaraguá, Muvuca, 20 ideias para girar o mundo – Ailton Krenak, Peter Webb, TODOS OS SONS (cantos indígenas)

Gongolos

Pesquisadores da Embrapa Agrobiologia, no Rio de Janeiro, descobriram que os gongolos, esses bichanos parecem com minhocas enroladinhas, também chamados de piolhos-de-cobra ou embuás. Vivimetaliun

A boa notícia é que eles são ótimos trituradores de alimentos e já estão sendo usados em Rondônia para fazer a “gongocompostagem“, os gongolos trituram a matéria orgânica e, assim, ela é mais facilmente decomposta pelos microorganismos presentes no solo, essa decomposição tem como resultado um adubo orgânico em um processo que pode levar entre 90 e 120 dias.

O adubo gerado pelos gongolos pode ser aplicado diretamente em mudas e hortas, além disso, os também chamados embuás são encontrados facilmente na natureza, o que torna o processo muito mais econômico.

Clarice Rocha - Gongocompostagem apresenta diversas vantagens para o produtor

A construção do gongolário é simples, pode ser montada com uma cerca de tábuas ou sombrite e lona embaixo, com caixas de madeira ou caixas d’água avariadas, materiais que o agricultor tem na propriedade. Uma vez por semana é preciso checar a umidade e, se estiver muito seco, é necessário molhar o composto, explica Mattioni. Não há necessidade de revirar a pilha.

Além da aplicação em hortas, vasos de plantas e para a produção de mudas, o adubo produzido por meio do húmus do gongolo pode ser também utilizado em áreas degradadas para reposição da matéria orgânica do solo. 

A tecnologia está disponível a visitação de produtores, técnicos, estudantes e demais interessados. Para conhecer a gongocompostagem, basta agendar sua visita a Embrapa Roraima pelo telefone (95) 4009-7135.

Clarice Rocha (MTb 4733/PE)
Embrapa Roraima

Contatos para a imprensa
roraima.imprensa@embrapa.br
Telefone: (95) 4009-7114

Os gôngolos ou gongolos ou gongolôs ou piolhos de cobra ou vacas pretas ou embuás ou Marias-café ou bichos de vaca ou congolotes. Eta bicho danado para ter nomes regionais, aqui e em Portugal! Higiene Atual

Como combatê-los dentro de casa? Combater dentro da casa? Que bobagem! Basta removê-los com pá e vassoura. Ali eles estão erraticamente. Não têm nada a fazer dentro de uma casa. Erraram o caminho, por certo; se perderam, talvez. A verdade verdadeira é que os gongolos não fazem mal nenhum e não deveriam ser eliminados, posto que até tëm um papel de certa utilidade ao se alimentarem de plantas e insetos mortos. Mas, “Vox populi, vox Dei” (a voz do povo é a voz de Deus) e lá vamos nós para atender os pressurosos chamados contra a invasão de piolhos de cobra. Coitados!

Como combatê-los dentro de casa? Combater dentro da casa? Que bobagem! Basta removê-los com pá e vassoura. Ali eles estão erraticamente. Não têm nada a fazer dentro de uma casa. Erraram o caminho, por certo; se perderam, talvez. A verdade verdadeira é que os gongolos não fazem mal nenhum e não deveriam ser eliminados, posto que até tëm um papel de certa utilidade ao se alimentarem de plantas e insetos mortos. Mas, “Vox populi, vox Dei” (a voz do povo é a voz de Deus) e lá vam,os nós para atender os pressurosos chamados contra a invasão de piolhos de cobra. Coitados!

como fazer uma loja virtual

Gongoloze-se: Repelente de insetos, Abelha, o ser humano mais importante do planeta, Piscina biológica sem cloro, Florest Poult, Substituto de agrotóxico: eucalipto, Conheça 13 maneiras de reaproveitar sobras e cascas de frutas e vegetais, Remédio caseiro para controle de pulgas

Perda de 25% no número de insetos

Os insetos são os mais variados e abundantes animais que existem, superando a humanidade em 17 vezes. O novo estudo combinou 166 pesquisas de longo prazo de quase 1.700 locais, determinando um declínio no número de espécies no mundo todo, até à data uma queda de 25% no número destes animais nos últimos trinta anos. Vivimetaliun

Vale notar que o número de insetos de água doce tem aumentado 11% a cada década, graças a ações para limpar rios e lagos poluídos. No entanto, esse grupo representa apenas 10% das espécies existentes e não poliniza culturas. Padrões de variação sugerem que os fatores em escala local provavelmente são responsáveis ​​por muitas mudanças nas tendências da população, fornecendo esperança para ações de conservação direcionadas. Science

A perda de insetos é causada por destruição de habitats, uso de pesticidas e poluição. O impacto da mudança climática ainda não é claro, embora existam exemplos locais que indiquem relações preocupantes.

Por exemplo, níveis maiores de dióxido de carbono estão reduzindo os nutrientes nas plantas e por consequência a abundância de gafanhotos nas pradarias do Kansas, nos EUA. Isso pode estar acontecendo no mundo todo – não sabemos. [TheGuardian]

 

Em um mundo mais quente, insetos famintos causarão maiores danos à agricultura, alertou um novo estudo publicado na revista científica Science.

O ataque de pragas às plantações responde atualmente por cerca de 10% das perdas de produção agrícola, mas se nada for feito para interromper a trajetória de aquecimento global, essa taxa pode aumentar até o final do século, prevê a pesquisa da Universidade de Washington, nos EUA. exame.

A explicação é simples: à medida que sobem as temperaturas aumenta a taxa metabólica e o crescimento populacional dos insetos problemáticos. Na linha de frente desse processo, encontram-se três culturas básicas – arroz, milho e trigo.

O estudo surge no momento em que vários governos no mundo estão se tornando menos tolerantes com o uso de pesticidas, ao mesmo tempo em que especialistas da natureza alertam para a redução do número de insetos polinizadores benéficos para as plantações, como as abelhas.

Os investigadores focaram-se nos artrópodes, que incluem os insetos invertebrados com exoesqueleto (esqueleto externo) e vários apêndices articulados, como gafanhotos, moscas e mosquitos, borboletas ou formigas e ainda aranhas, escorpiões e centopeias, comparando dados da década de 70, e concluíram que a biomassa destes animais tinha diminuído entre 10 a 60 vezes. Visagricola

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INTRODUÇÃO A FERMENTAÇÃO SELVAGEM

A fermentação selvagem transforma e preserva os alimentos através da ação de bactérias e começou a fermenta-los há milhares de anos, motivados pela necessidade de preservar os alimentos. O interesse de algumas pessoas em alimentos fermentados deve-se por causa da alquimia e sabores interessantes que são criados e outros pelos inúmeros benefícios. Jardim do Mundo

A fermentação selvagem está baseada em criar as condições para que organismos naturalmente prosperem e proliferem. Ela não necessita de alta tecnologia. Faz parte de rituais ancestrais que nós humanos temos realizado através das gerações. É uma conexão com a magia do mundo natural e com nossos antepassados, os quais através de suas práticas e observações nos permitem desfrutar ainda hoje os benefícios de todas essas transformações.fermentação selvagem

A regra é deixar que a natureza realize o processo em que as culturas de micro-organismos já presentes nas frutas e vegetais fermentem o alimento, com o mínimo de interferência externa possível.

Mais de 70% das células responsáveis pelo nosso sistema imunológico se encontram no intestino, por isso ingerir fermentados é uma das melhores formas de prevenir várias doenças. Além de aumentar a imunidade e equilibrar a microbiota intestinal, o consumo de alimentos fermentados oferece outros benefícios:

– Facilitam a digestão dos alimentos, pois os micro-organismos fermentadores degradam açúcares e proteínas em moléculas menores.

– Aumentam a biodisponibilidade de nutrientes, pois no processo de fermentação muitos fatores antinutricionais são degradados. Além disso, a fermentação pode aumentar a concentração de vitaminas e minerais.

– Melhoram a imunidade, pois alimentos fermentados são ricos em bactérias probióticas, essenciais para o bom funcionamento do sistema imunológico da mucosa do sistema digestório, ajudando na produção de anticorpos que combatem agentes patogênicos.

– Favorecem o processo de detoxificação, pois os alimentos fermentados são excelentes quelantes de toxinas e metais pesados, facilitando sua eliminação pelo organismo.

– Auxiliam a modular o humor, podendo prevenir ou tratar depressão e ansiedade.

– Contribuem para a reposição da microbiota intestinal após o uso de antibióticos.

A fermentação básica de vegetais envolve apenas dois ingredientes: vegetais e sal. Especiarias adicionam variedade. Use vegetais e especiarias orgânicas para evitar produtos químicos que possam interferir no processo de fermentação. E use sais minimamente processados ​​e livres de aditivos. O sal marinho (não refinado) contém cerca de 84 elementos/minerais importantes na saúde humana, que são eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo na produção do “sal” refinado.

O sal de mesa comum, por exemplo, NÃO é uma boa escolha. Provavelmente contém iodo e agentes antiaglomerantes que podem inibir o processo de fermentação. Os sais colhidos naturalmente que não são submetidos aos processos comerciais comuns oferecem os melhores resultados.

Recomendamos sais marinhos ou sal rosa do Himalaia que são extraídos com métodos naturais e ecológicos. Dado pouco ou nenhum processamento adicional, eles retêm minerais e outros componentes naturais benéficos para nossa alquimia.

Água limpa também é essencial para uma fermentação bem-sucedida. Água diretamente da torneira NÃO é uma boa escolha. O cloro ou cloramina que as estações municipais de tratamento de água adicionam ao suprimento de água para matar bactérias nocivas também mata as bactérias benéficas da fermentação. Infelizmente, muitas águas engarrafadas, apesar de serem rotuladas como “água de nascente”, podem conter o mesmo cloro e cloraminas que inibem o processo que estão na água da torneira. A água boa e testada do poço funcionará – desde que não contenha minerais como enxofre e ferro que podem afetar o sabor dos alimentos fermentados.

A melhor opção aqui é ferver a água de deixar descansar em um recipiente destampado por 1 hora.

fermentados

No passado as técnicas de fermentação eram amplamente utilizadas para estocar vegetais e frutas para o inverno, para tornar a comida mais digerível, para tirar as toxinas, para melhorar seu sabor ou para produzir álcool.

A fermentação é um processo lento e artesanal, não é de se estranhar que produtos fermentados naturalmente tenham sumido nas últimas décadas. A indústria foi muito eficiente em convencer as pessoas de que esses alimentos significariam comida estragada. Com isso, fomos desaprendendo a preparar e apreciar uma infinidade de itens que fazem parte de culturas alimentares e, de quebra, trazem enormes ganhos para a saúde.

CORTA-JACA

CORTA-JACA (Chiquinha Gonzaga e Machado Careca) por Lysia Condé

Show de lançamento do CD “Lysia Condé”, ocorrido no dia 15 de fevereiro de 2014, na Casa da Ribeira, Natal, RN. Viabilizado por lei de incentivo municipal através do “Programa Djalma Maranhão”, Prefeitura do Natal. Lysia Condé

Corta Jaca – Chiquinha Gonzaga

Neste mundo de misérias
Quem impera
É quem é mais folgazão
É quem sabe cortar jaca
Nos requebros
De suprema, perfeição, perfeição

Ai, ai, como é bom dançar, ai!
Corta-jaca assim, assim, assim
Mexe com o pé!
Ai, ai, tem feitiço tem, ai!
Corta meu benzinho assim, assim!

Esta dança é buliçosa
Tão dengosa
Que todos querem dançar
Não há ricas baronesas
Nem marquesas
Que não saibam requebrar, requebrar

Este passo tem feitiço
Tal ouriço
Faz qualquer homem coió
Não há velho carrancudo
Nem sisudo
Que não caia em trololó, trololó

Quem me vir assim alegre
No Flamengo
Por certo se há de render
Não resiste com certeza
Com certeza
Este jeito de mexer

Um flamengo tão gostoso
Tão ruidoso
Vale bem meia-pataca
Dizem todos que na ponta
Está na ponta
Nossa dança corta-jaca, corta-jaca!

Corta-jaze-se: Bidu Sayão188RIGOLETTO, DE GIUSEPPE VERDIDinâmicos, ,Ateus, BoechatClara RosaClarice Lispector do Samba, Clara Nunes.Xibom BombomAlceu Valença – Anunciação, Aquela Paz, Cheirando Cola

Eu te benzo … Posso ? Desapega

EU TE BENZO … Posso??

Eu te benzo no poder do ar
Eu te benzo no poder do fogo
Eu te benzo no poder da água
Eu te benzo no poder da terra
Com a energia do Sol eu te liberto
Com a energia da Lua eu te curo
Que a cura emocional se faça presente e se estabeleça
Que esse benzimento em forma de oração te liberte de todo mal
Com as bençãos do universo e dos quatros elementos, que todo mal seja quebrado, que a força do amor, que tudo liberta, faça- se presente
Por amor eu te benzo
Por amor eu te curo
Por amor eu te liberto
Assim seja e assim está feito! Nádia Oliveira (QuintaldaBruxa)Bruxaria Natural

BRUXA, ME ESCUTA…

DESAPEGA!

Desapega dessa ideia de que para praticar magia, precisa de uma erva, de uma vela, de um incenso, de um caldeirão, de um instrumento qualquer, Isso é só acessório.

Bruxa, a magia está no conhecimento que você tem, na força interior, espiritual, mental, na energia que você possui e sabe usar…

Não tem um incenso? Abre a janela, deixa o ar entrar, convoca o vento, a brisa, deixa o perfume dos teus desejos subir aos céus…

Não tem uma vela? Acende o fogão, invoca o poder do fogo, purifica….Não tem fogão? Acende o fogo dentro do teu corpo… chama ele das tuas entranhas

Não tem as ervas para um banho? Abre a torneira, chama a água para limpar, purificar…não tem uma torneira? Chama as lágrimas de dentro de ti, que te purifiquem… Elas não vem? Convoca e chama a umidade do ar.. A bruxa sempre encontra um caminho!

Não se sente segura? Inconstante? Se aterra! Tira os sapatos e enfia o pé no chão, sente o coração da terra pulsando, te aterrando, te firmando… Ahhhh mas estou num apartamento… Coloca o pé no concreto, sente a sua energia descendo por ele, correndo e fluindo até ultrapassar as fundações… a mãe terra ainda está lá!

Bruxa, você é espirito, vc é a força, o pensamento, a energia, vc nunca está só! A bruxa está conectada com tudo, com A NATUREZA, com todos, em todo o cosmo, em todos os universos, então, por favor não adormeça só porque as coisas, as vezes, perdem o foco.

Bruxa, você é eterna! Tantas vidas vc já viveu, muitas ainda viverá! Assim como os seus… então não tenha medo… Agradeça pelo equilíbrio, pela espiral, pelo começo, o fim e os recomeços. Nós estamos aqui de passagem, evoluindo…

Bruxa, lembra: Tua voz, tua respiração, teus olhos, teus ouvidos, teu corpo, teu sexo, teus pensamentos, tua energia, TEU ESPÍRITO …tudo que você foi, é e será…Tudo é instrumento de poder, se você souber usar… Use!

A magia começa dentro de você… Uma bruxa nua, sem dinheiro, no meio do nada, ainda é uma bruxa, ainda tem força, ainda traz em si seu poder e o poder de sua ancestralidade.

NÃO MENOSPREZE A MAGIA EM VOCÊ! DESAPEGA DESSA NECESSIDADE DOS INSTRUMENTOS EXTERNOS…VOCÊ É O INSTRUMENTO MAIS PODEROSO QUE EXISTE PARA PRATICAR A SUA MAGIA.

SEJA!!!!

Copiei e estou compartilhando com vcs! – Autor: desconhecido. TÂNIA GORI

Benze-se: Vinho, RESERVE Ice, Sucos caseiros cheios de saúde., Mulheres ou Bruxas?, Para todas vocês, por que são muitas!!!, DEUSES e homens, Maior biblioteca de magia e ocultismo do mundo digitaliza seu acervo, Home office: dicas posturais, Doutor Estranho

Música Popular Caiçara feat. Greg News

GREG NEWS | RENDA BÁSICA

GREG NEWS | STF

GREG NEWS com Gregório Duvivier | EMPRECARIADO

Charlie Brown Jr – Música Popular Caiçara (DVD Oficial) – Radar Records Oficial

Rendeze-se: CASES SEBRAE: BANCO PÉROLA, HERSELF E SUMÁOuro verde e proteção do PlanetaGREG NEWS – MST e MineraçãoCursos online e gratuitos sobre agrofloresta, permacultura e ecodesignAs 11 ideias de negócio mais procuradas pelos brasileiros

Waldschule für kränkliche Kinder

Em 1904, surgia nas proximidades de Berlim a primeira escola ao ar livre do mundo. A Waldschule für kränkliche Kinder havia sido criada por Walter Spickendorff em conjunto com o pediatra Bernhard Bendix e o inspetor escolar Hermann Neufert, com o objetivo de atender crianças com tuberculose latente. Ainda no início do século 20, a ideia viria a se transformar em um movimento que se espalhou pela Europa e pelos Estados Unidos. Hypeness

O objetivo dessas instituições era permitir que as crianças continuassem estudando em um ambiente com menos chances de transmissão da tuberculose. Normalmente, as escolas ofereciam “salas” ao ar livre, longe de grandes centros urbanos. Algumas delas tinham paredes, enquanto outras ficavam em plena floresta.

Em comum, as escolas ofereciam áreas ao ar livre em ambientes rurais, geralmente próximos a florestas, adotavam rotinas de exercícios físicos e dietas controladas, além de oferecer revisões médicas regularmente.

Escola ao ar livre na França. Foto: CC BY-SA 4.0Thomas BRENAC

À medida que antibióticos foram se tornando mais acessíveis, a tuberculose passou a ser uma doença controlada. Ela ainda existe e, segundo a Agência Brasil, se encontra entre as 10 principais causas de morte no mundo.

No Brasil, são registrados cerca de 200 novos casos por dia. Um dos principais problemas relacionados à tuberculose no país é o abandono do tratamento, que tem uma duração de cerca de seis meses e está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Graças à melhoria das condições para tratar da doença, as escolas ao ar livre foram pouco a pouco se tornando obsoletas, mas podem voltar a inspirar arquitetos e educadores a encontrar uma solução que permita retomar o ensino com mais segurança em um mundo pós-Coronavírus.

Acreditamos no poder da INSPIRAÇÃO. Uma boa fotografia, uma grande história, uma mega iniciativa ou mesmo uma pequena invenção. Todas elas podem transformar o seu jeito de enxergar o mundo. Redação Hypeness

““Quem não quer aprender a Física observando o trânsito, lançando um foguete de plástico? Aprender Ciências e Geografia dentro de uma piscina? Aprender sobre diferentes culturas com brincadeiras temáticas no pátio? Aprender sobre sustentabilidade em um bosque?” (…) “A aprendizagem é um processo complexo: cada um de nós faz novas e diferentes conexões a cada momento. Levar os alunos para fora da sala de aula permite ampliar as possibilidades dessas conexões”, questiona Hannyni Mesquita, gestora de Educação Infantil do Colégio Positivo. ” Gazeta do Povo

“Os benefícios da aprendizagem ao ar livre foram analisados em um estudo pioneiro realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a pesquisa, aulas em contato direto com a natureza, oferecem um contraponto à vida urbana e ajudam a desenvolver nos estudantes habilidades como trabalho em grupo e autonomia, que levam a uma maior capacidade ética e moral. “

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“Os benefícios da aprendizagem ao ar livre foram analisados em um estudo pioneiro realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a pesquisa, aulas em contato direto com a natureza, oferecem um contraponto à vida urbana e ajudam a desenvolver nos estudantes habilidades como trabalho em grupo e autonomia, que levam a uma maior capacidade ética e moral. Um estudo realizado pela pesquisadora Amanda Lloyd, do centro de pesquisa em educação da Western Sydney University, indica que as habilidades desenvolvidas em ambiente externo permanecem com os estudantes e melhoram seu desempenho durante toda a vida acadêmica.

“A educação ao ar livre provê múltiplas oportunidades de tarefas cooperativas entre seus alunos”, aponta o estudo. “Na medida em que a vida nos grandes centros urbanos, por diferentes razões, restringe o acesso do jovem às áreas naturais, a educação pela experiência que se dá em tais locais ganha relevância para o desenvolvimento de indivíduos atentos às questões éticas.”

A educação ao ar livre, por meio de cursos no formato expedição, ainda acontece de forma tímida no Brasil. Entende-se por cursos no formato expedição, experiências educacionais contínuas, de múltiplos dias, em que alunos e instrutores se aventuram em um trajeto em área remota na natureza, de forma autossuficiente. Culturamix.com

A educação ao ar livre potencializa a apropriação de um largo conjunto de experiências que enriquecem o currículo. Sair da sala de aula para desenvolver todo um conjunto de atividades liga os alunos ao seu meio ambiente, à sua comunidade, à sociedade em geral e a eles próprios. A riqueza das experiências vividas que a educação ao ar livre proporciona pode ser relevante na aquisição de conhecimentos, na compreensão dos fenômenos estudados e no desenvolvimento das mais diversas habilidades. O governo escocês aposta decididamente nesta via e disponibiliza on-line todo um conjunto de informações bem interessantes.

Outro aspecto decorrente das experiências vividas nos cursos de educação ao ar livre, segundo relatos dos alunos adolescentes, dos alunos adultos e dos educadores, está na oportunidade de adquirir conhecimento sobre si mesmo. As experiências que abordam disciplina, esforço, superação e coragem também permitem que a pessoa se conheça melhor. Além das menções diretas ao autoconhecimento, reconhecimento dos próprios limites e sobre a autopercepção dos pontos fracos e fortes.

O método de educação ao ar livre foi o grande legado do Filósofo Sócrates, que vivia de maneira humilde, percorrendo descalço as ruas de Atenas. Tornou-se o filósofo por excelência, “amigo do saber”. Passou a ensinar em praça pública, sem cobrar pelos seus ensinamentos, ao contrário do que faziam os sofistas. Seu método consistia em fazer perguntas que conduziam o discípulo à descoberta da verdade.

Sócrates reformulou a filosofia grega, fazendo com que a busca de conhecimento, antes centrada no estudo da natureza, passasse a ocupar-se do homem e das suas ações. Tudo isso se deu de maneira espontânea, nas ruas, percorrendo os bosques, as praças, os rios. O intuito dele era fazer com que as pessoas pensassem e que, através da observação do mundo, fossem capazes de fazer sua própria analise de tudo.

Apesar de nunca ter escrito uma obra, a atividade filosófica de Sócrates está documentada nos livros do também filósofo grego Platão, que foi um dos seus discípulos. Os célebres diálogos de Platão incluem o “Êutifron”, o “Critão”, o “Fédon” e “Um Banquete”. Em todos eles, Sócrates aparece como personagem.

Acreditávamos na tecnologia como vetor saudável para solucionar problemas humanos que também poderiam distrair as crianças sem deixá-las dependentes, ledo engano. Para elas, a tecnologia não é nada emancipatória. Se para nós já é difícil desconectar, imaginem para a meninada. A tecnologia, infelizmente, tem um viés altamente alienante e abusivo quando se refere às crianças, São como ímãs do mal, visto que os motores de recomendação tendem a se ativar e vão chover vídeos similares nas telinhas. Maria Inês Vasconcelos – O Debate

Subir em árvores passou a ser tão improvável como escalar o Everest. O mundo está cheio de novas metáforas, e foi decretado o fim do quintal. Os novos hábitos das crianças digitais nos mostra que estamos perdidos num mundo tecnológico, onde o algoritmo e o dinheiro fazem a tecnologia se tornar paradoxal. Rousseau dizia que “o único hábito que se deve permitir a uma criança é o de não adquirir nenhum”.

escolaarlivre

O contato com a natureza melhora todos os marcos mais importantes de uma infância saudável – imunidade, memória, sono, capacidade de aprendizado, sociabilidade, capacidade física – e contribuiu significativamente para o bem estar integral das crianças e jovens. As evidências apontam que os benefícios são mútuos: assim como as crianças e adolescentes precisam da natureza, a natureza precisa das crianças e jovens. (Programa Criança e Natureza e Sociedade Brasileira de Pediatria, 2019) – Criança e Natureza

Diversos fatores são responsáveis pelo contexto de confinamento ao qual todos estamos sujeitos: dinâmica familiar, planejamento urbano, mobilidade, uso de eletrônicos, consumismo, desenvolvimento econômico, desigualdade social, insegurança, violência, conservação da natureza e educação. Trata-se de um cenário complexo, cujos fatores estão inter-relacionados e que variam de intensidade, dependendo da condição socioeconômica e da realidade específica de cada um. Assim, os impactos do confinamento e da falta de contato com natureza e ambientes saudáveis são mais agudos e presentes nas cidades e bairros densamente     habitados e de alta vulnerabilidade social, onde as condições para uma vida saudável e plena estão ameaçadas. Esse cenário vem se agravando nos últimos anos e é particularmente crítico quando se trata da infância e da adolescência, com indicadores que se destacam em diversos setores. Laís Fleury (Instituto Alana) e Luciana Rodrigues Silva (SBP)

Arze-se: São Paulo ganha escola de hortas para pessoas em situação de ruaVocê aprendeu errado na escolaESCOLA DO LEGISLATIVO, ESCOLA DE DEMOCRACIADedo Verde na Escola: terrários aproximam biodiversidade das criançasCASES SEBRAE: BANCO PÉROLA, HERSELF E SUMÁHome office: dicas posturaisCentro de Mídias SP

 

 

Aroeira-vermelha

A aroeira foi utilizada pelos jesuítas que, com sua resina, preparavam o ”Bálsamo das Missões“, famoso no Brasil e no exterior, graças a uma resina aromática, conhecida como mastique. No Brasil o nome aroeira vem da expressão árvore de arara. Considerada sagrada pelos incas, os sacerdotes utilizavam suas cascas para fins medicinais. Também era utilizada peles nativos sul americanos para produzir uma tinta amarela.

Segundo um novo estudo da Universidade Emory, nos EUA, os frutinhos da aroeira-vermelha, também chamada de aroeira-pimenteira, contêm um extrato com o poder de neutralizar bactérias resistentes a antibióticos. A planta nativa brasileira é usada por curandeiros tradicionais da Amazônia há centenas de anos para tratar infecções da pele e dos tecidos moles. Vivmetaliun

Os pesquisadores mostraram que uma composição refinada, rica em flavona, extraída das bagas inibe a formação de lesões cutâneas em ratos infectados com Staphylococcus auereus resistente à meticilina (MRSA).O composto não mata as bactérias, mas reprime um gene que permite que as suas células se comuniquem umas com as outras. Bloquear essa comunicação impede que as células realizem ações coletivas.

A descoberta pode ajudar a criar novas formas de tratar e prevenir infecções resistentes a antibióticos, um problema crescente. De acordo com a Organização das Nações Unidas, as infecções resistentes aos antibióticos são uma “ameaça fundamental” para a saúde e segurança global. Scientific Reports [MedicalXpress]

Nome científico: Schinus terebinthifolius

Nomes populares: aroeira,aroeira-vermelha, aroeira-pimenteira, poivre-rose (em francês), aguaraíba, aroeira-branca, aroeira-da-praia, aroeira-do-brejo, aroeira-do-campo, aroeira-do-paraná, aroeira-mansa, aroeira-negra, aroeira-precoce, aroerinha-do-iguapé, bálsamo, cambuí, fruto-do-sabiá.

Família botânica: Anacardiaceae

Devido ao alto teor de tanino, é empregada nos curtumes para curtir peles e couros. As folhas maduras passam por forrageiras. No Peru, a aroeira é utilizada após fermentação para se fazer vinagre e bebida alcoólica por uma companhia que criou uma outra patente em 1997 para um preparado similar usado para limpeza de pele e de ação bactericida. Toda Fruta

A planta inteira é utilizada externamente como antisséptico no caso de fraturas e feridas expostas. O óleo essencial é o principal responsável por várias atividades desta planta, especialmente à ação antimicrobiana contra vários tipos de bactérias e fungos e contra vírus de plantas, bem como atividade repelente contra a mosca doméstica. Este óleo essencial, rico em monoterpenos, é indicado para distúrbios respiratórios. É eficaz em micoses, candidíases (uso local) e alguns tipos de câncer (carcinoma, sarcoma,etc.) e como antiviral e bactericida. Possui ação regeneradora dos tecidos e é útil em escaras, queimaduras e problemas de pele. Externamente, o óleo essencial da aroeira brasileira utilizado na forma de loções, géis ou sabonetes, é indicado para limpeza de pele, coceiras, espinhas (acne), manchas, desinfecção de ferimentos, micoses e para banho.

Em muitos estudos in vitro, extratos da folha da aroeira brasileira demonstram ação antiviral contra vírus de plantas e apresentam ser citotóxicos para 9 tipos de câncer das células. Em banhos é utilizado o decocto da casca de aroeira para combater úlceras malignas.

A planta possui um óleo essencial rico em mono e sesquiterpenos, taninos, resinas, alcaloides, flavonoides, saponinas esteroidais, esteroides, triterpenos, cis-sabinol, p-cimeno, limoneno, simiarinol, alfa e beta pineno, delta-caroteno, alfa e beta-felandeno e terechutona.

Graças à concentração de ácido gálico, deduz-se que seus efeitos antimicrobianos, adstringentes e anti-inflamatórios sejam efetivos. Mas não há provas clínicas suficientes. É uma das 89 plantas da RESINUS e uma das 66 plantas do anexo RDC ANVISA n. 10/2010. Devido a suas propriedades medicinais, foi incluída na primeira edição da Farmacopeia Brasileira de 1929.

A Aroeira vermelha nativa da América do Sul, perene, de crescimento rápido, dióica, de 5-9 metros de altura, troncos entre 30-60 centímetros de diâmetro, revestidos de casca grossa, suas olhas são compostas, aromáticas, verde clara, folíolos obovados, membranosos e glabros, de clima tropical e subtropical, não tolera geadas.

O fruto é redondo, vermelho-brilhante, com uma única semente, agrupados em cachos, aromático, de sabor levemente picante e adocicado, e surgem de Janeiro a julho e são muito atrativos para os pássaros, principalmente os sanhaços.

Em jardins é usada como planta isolada ou em grupos; como cerca-viva; também em calçadas, inclusive pode ser plantada em ruas curtas e sob fios elétricos. A planta rústica nasce em beira de rios, córregos e várzeas úmidas, mas também cresce em terras secas e pobres, deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e regada diariamente nos primeiros meses após o plantio, multiplica-se por sementes e facilmente por estacas.

As podas de formação estimulam uma copa mais densa e arredondada. Para a formação de cercas-vivas as podas devem ser efetuadas cedo para estimular o surgimento de múltiplos caules.

A dispersão de suas sementes são feitas pelos pássaros, o que possibilita uma ampla dispersão, sendo considerada uma planta invasiva em muitos países onde é proibida, devido a facilidade de propagação. No Brasil é considerada uma praga por agricultores. 

A aroeira-mansa é uma boa árvore para se ter no jardim, suas flores atraem abelhas e outros polinizadores, seus frutos atraem pássaros e também podem ser usados na alimentação, em saladas (o frutinho vermelho é chamado de pimenta-rosa, tem sabor peculiar, levemente picante e adocicado. greenMe

Descoberta da pimenta rosa transforma vidas em Piaçabuçu

É uma planta prima do cajueiro, existe uma outra aroeira, a brava, Lithraea molleoides, nativa no Brasil também, que é de onde se extrai a terebintina, solvente de tinta a óleo, e é altamente alergênica, não confundir uma espécie com a outra pois as alergias de aroeira-brava são bastante violentas (e quem tem alergia de aroeira-brava também tem de cajueiro, tome atenção).

Nos campos brasileiros também se encontra uma aroeira-rasteira ou aroeira-do-campo, e outra conhecida como aroeira-mole, ambas com os mesmos efeitos curativos da aroeira-mansa.

Aroeire-se: História da Maconha, Tintura anti-inflamatória e outras misturas, Jardim da Empatia, 3 documentários com Ernst Götsch – o guru da agrofloresta – Jardim do Mundo, Protea, Les Avanchets, Plantas Alimentícias Não Convencionais, alternativaS?!?, Medellín: agricultura urbana, Manual sobre os usos de plantas amazônicas, 7 ervas legais

The Rarámuri or Tarahumara

TRAILER: ‘Narárachi’ Is a Poetic Portrait of Everyday Life in Chihuahua’s Indigenous Rarámuri Community

The representation of indigenous peoples is always fraught territory. Outsiders tend to focus on the indigenous lifestyle either as an idyllic, exotic alternative to Western society, or as one beset by poverty, violence, and hardship. Rarely are we treated to an outside perspective that appreciates life in indigenous communities on its own terms, free of prejudices, and open to new discoveries. The documentary Narárachi, by first-time Mexican director Susana Bernal, may just be one of these rare cases. Andrew S. Vargas – Remezcla

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The Ultra Caballo Blanco is a unique 50 mile ultra marathon that offers runners from anywhere in the world the incredible opportunity to run with the local Raramuris, “the light-footed ones”. 74 FOOTWEAR DESIGN CONSULTING

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Stunning were the Raramuri women with their traditional clothing flowing in the wind as they ran, this photo were taken at the 30km mark.

From the Chepe train station town of Bahuichivo in Chihuahua, getting to Urique is only a slightly adventurous 55km, but very beautiful 4 hour switchback bus ride to the bottom of the Urique Canyon.

The quiet town of Urique is 1,100 inhabitants small and along it flows the beautiful Urique river.

The “Pata de Gallo” Huarache is used for competitive running, a running footwear be so minimal.

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A la llegada de los españoles el pueblo rarámuri ocupaba desde las grandes llanuras del centro de Chihuahua hasta la Sierra Tarahumara, pero el avance colonizador los obligó a replegarse hacia la sierra, era el único resguardo seguro para evadir del trabajo forzado en las haciendas y en las minas. Ahora las comunidades tarahumaras sólo se encuentran en una parte de la sierra, ya que aún en su refugio siguen siendo despojados. TuriMexico

Los tarahumaras se llaman a sí mismos rarámuri. El término tarahumara es una corrupción o hispanización de la palabra rarámuri: tarámuri, inversión tarumari, de ahí proviene, según el padre Luis G. Verplancken, la voz tarahumara. La mención más antigua de este término la da el misionero jesuita Joan Font en 1608 al citarlos en una carta como “tarahumaros”.


Según el historiador Luis González el término rarámuri significa etimológicamente “planta (del pie) corredora” y que en un sentido más amplio quiere decir “Los de los pies ligeros”, haciendo referencia a una de sus tradiciones ancestrales: la de correr. Sin embargo para ellos, losrarámuri son La Gente, los Hombres, los hijos de Dios. Los rarámuri, al igual que muchos de los grupos indígenas de nuestro continente, conservan como la herencia más importante su cultura y valores espirituales, resultado de miles de años de lucha social que los ha dotado de una intensidad de vida, una forma de existencia; una armonía en las relaciones humanas y con la naturaleza que está muy lejos de alcanzar nuestra sociedad moderna, a pesar de su notable avance tecnológico.


Gran parte de las tradiciones actuales de los rarámuri son una apropiación de lo aprendido de los misioneros jesuitas durante los casi 150 años que convivieron en la época colonial. Expulsada la orden por mandato del rey de España en 1767, los rarámuri reinterpretaron el cristianismo, vaciaron símbolos y ritos en sus propios moldes, dejando lo que nada les decía y conservando y adaptando a su expresión cultural simbólica. El resto, tarea imposible para los misioneros debido a su mentalidad occidental y conceptual.


Las comunidades rarámuri están constituidas por una población dispersa cuyo centro es el valle o el sitio donde está la iglesia o la misión. Hayrarámuri que se alejan más y habitan en cuevas o en cabañas rústicas, dentro de profundas barrancas o en las laderas de los cerros e incluso hay grupos que se desplazan estacionalmente: descienden a las barrancas durante el invierno, huyendo del frío, y regresan a las mesetas en la primavera o el verano. La autoridad máxima tradicional en la comunidadrarámuri es el Gobernador o Siríame, y generalmente reúne a todos los domingos para darles un nawésari o sermón en el que se ventilan los problemas de la comunidad. Los guías espirituales y doctores son losowirúames, de gran autoridad e influencia.


Las festividades son motivo de acercamiento y convivencia, danzas, tesgüinadas y ofrendas son los elementos básicos de sus complejas celebraciones místico religiosas, donde no falta el tesgüino, bebida tradicional de maíz fermentado. Las danzas y la música se transmiten de generación a generación, del mismo modo que se heredan los instrumentos musicales, algunos de origen prehispánico como el “chapareque”, la sonaja y el tambor, otros de la época misional, como el violín y la guitarra. Las fiestas más señaladas son la Semana Santa, especialmente en Norogachi, a la de la Virgen de Guadalupe el 12 de diciembre, y las fiestas patronales.

Os Rarámuri

Los rarámuriproducen una rica variedad artesanal entre herramientas, adornos y utensilios que ellos consumen, pero que también venden a los turistas. Las mujeres son muy hábiles en la manufactura de gruesas cobijas, cintas, cestas, faldas y blusas; los hombres son diestros en la talla de madera.


La medicina tradicional, asociada a ciertos rituales mágico-religiosos en los que llegan a utilizarse plantas alucinógenas como el peyote, es la base de sus curaciones. El conocimiento rarámuri de las plantas medicinales y su aplicación constituye un legado para la medicina moderna.


Dos son los principales juegos de los rarámuri: las carreras de bola entre los hombres, rarajípari, y las carreras de mujeres donde lanzan dos pequeños aros entrelazados llamadas rowema. Las carreras se juegan por equipos que representan a sus comunidades, pueden ser dos o más. Distancias de 200 kilómetros cuadrados son cubiertas en una carrera ininterrumpida, en la que se va empujando una pelota de encino, durante más de 24 horas. Toda la comunidad apoya y ayuda a sus competidores, les llevan agua y pinole, iluminan su camino durante la noche con ocotes encendidos, les echan porras, y hasta corren con ellos.


De acuerdo a su cosmovisión, los tarahumaras se saben parte integrante de la tierra que habitan, de la naturaleza y por lo tanto del universo. La tierra es la vida y si un rarámuri es despojado de ella, como ha ocurrido a muchos, pierden la esencia de su ser. En su concepción Dios el “Onorúame”, es padre y madre al mismo tiempo.

Los rarámuri valoran más a las personas que a las cosas y el respeto al ser humano es esencial en su cultura, de tal forma que una ofensa o falta cometida en agravio de un semejante puede ser causa de enfermedades que no se curarán hasta que el error sea enmendado. Compartir es la base de su sociabilidad y cuando para hacer una tarea (como levantar una casa, una cerca o cosechar) una persona recibe el beneficio del trabajo comunitario y debe agradecerlo preparando tesgüino para todos los participantes, que no aceptarán nada más a cambio.

Los Rarámuri


Los rarámuri sólo rezan ornamentalmente en forma ocasional; para ellos la danza es su oración; con la danza piden perdón, piden la lluvia, dan las gracias por ella y por la cosecha; danzando ayudan a repá betéame (el que vive arriba), para que no pueda ser vencido y predomine sobre “el que vive abajo” o sea reré betéame, el diablo.


Rehúyen al hombre blanco, al mestizo o “chabochi” porque engaña, roba, acumula, despoja, invade sus tierras, es ventajoso, destruye el bosque, no comparte ni es justo; todo esto se contrapone a los valores rarámuris que llevan hasta sus últimas consecuencias. El hambre, la desnutrición y las enfermedades que se han sufrido en las últimas décadas, son consecuencia del despojo masivo de sus tierras, proceso del que han sido víctimas durante el presente siglo y que hasta la fecha continúa.


Hubo otros tiempos mejores, de ellos tenemos el testimonio del noruego Carl Lumholtz que hace un siglo convivió largamente con los rarámuri: No se conocen allí las enfermedades pulmonares… su resistencia es verdaderamente fenomenal… el rasgo más notable de estos indios es la maravillosa salud que tienen y que se les advierte desde luego…


La cultura rarámuri no es inferior ni superior a la nuestra, es diferente, y tiene tanto derecho a existir y a exigir que se le respete como cualquier otra cultura. Tiene muchos valores que nosotros deberíamos aprender y practicar. Los rarámuri son la conciencia de la sierra.

A SUS 23 AÑOS, Lorena, corredora de origen tarahumara, hace honor al endónimo de “pies ligeros” del pueblo rarámuri: el pasado 9 de junio obtuvo el tercer lugar en la categoría senior del Ultramaratón Tenerife Bluetrail, una competencia de 102 kilómetros y que reunió a 2 mil 400 corredores de 38 países.

En 20 horas, 11 minutos y 37 segundos, Lorena atravesó senderos del Parque Nacional del Teide, arropada con su indumentaria tradicional: un vestido floreado, pañuelo al cuello y un par de huaraches.

Pero no fue sola a Europa. Sus hermanos Mario, de 37 años, y María Juana, de 18, también corren y representaron al municipio de Guachochi, Chihuahua —de donde son originarios— y a México en Tenerife. Eréndira Aquino – Newsweek

Tarámuri-se: CALVIN WARS, En+coleira+ar, Maior encontro dos povos indígenas do Brasil será on-line, “Vamos seguir resistindo”: recado dos povos da floresta, Pensar as Resistências, Aprender com os Povos Indígenas, Protea, Pambu Njila

O Mundo Vegetal e as constelações

A astrologia estuda a relação dos astros com a vida humana, quer seja individual, grupal ou mesmo planetária. Com certeza os homens mais antigos observavam a passagem dos planetas e das fases da lua diante do zodíaco e sabiam utilizar beneficamente esta força no plantio, bem como na magia e no seu dia a dia. TÂNIA GORIBruxaria Natural

Nossos antepassados observaram que a medida que a lua passava pelas constelações, transmitia ao solo a as plantas forças que vão beneficiar as quatro parte dos vegetais:
As raízes são beneficiadas pela passagem das constelações de terra (Touro, Virgem e Capricórnio) ; As folhas e caules são beneficias pelo elemento água (câncer, escorpião e peixe) ; as flores pelo elemento ar (gêmeos, libra e aquário) e os frutos e sementes pelas constelações de fogo (Áries, leão e sagitário).

Se aceitarmos que os satélites dirigidos para júpiter, plutão entre outros nos mandam ondas magnéticas sensibilizando aparelhos eletrônicos e eletromagnéticos aqui na Terra, porque não acreditar que corpos celestes muito mais complexos refletem e enviam ondas elétricas pela própria luz de reflexão dos planetas.

A força de cada constelação sobre as plantas.

Áries – Signo de fogo – Marte. Rege os liquens que preparam o caminho para o vegetal. Inicio do crescimento das forças e no decorrer deste período as plantas desenvolvem mais rapidamente. Época propicia para se fazer sementeiras, principalmente das frutas, colhe-se cereais e os armazena. Período para se fazerem mudas de estacas. Plantas regidas por Marte – arruda, cebolinha, coentro, malva, manjericão, capuchinha, poejo, urtiga, mostarda, pêssego, tanchagem, raiz-forte, pinho, pimenta-da-Jamaica, coentro, rosa-vermelha, sândalo, patchouli, gerânio, jasmim, abacaxi, acanto, alcachofra.

Touro – Signo da Terra – Vênus. Rege os fungos e os cogumelos, período que favorece tudo que dá debaixo da terra. Também favorável para plantar arvores ou transplanta-las. Plantas regidas por Vênus: mil – folhas, crisântemo, azedinha, rosa, alcachofra, hortelã pimenta, camomila, erva-de-gato, tomilho, verbena, violeta, trigo, sândalo, benjoim, murta, pêra, malva, pêssego, Artemísia, mirra, narciso, visco, beladona, erva-moura, zimbro, maçã.

Gêmeos – Signo de ar – Mercúrio. Rege os musgos sobre as arvores e as pedras, este não é um período muito fértil na agricultura, sendo mais favorável preparar a terra para cultivá-la no período seguinte. Plantas regidas por Mercúrio: Aneto, salsa, hortelã-pimenta, alfazema, manjerona, orégano, segurelha, cenoura, funcho, lírio-do – vale, canela, narciso, estoraque, cálamo-aromático, hamamélis, cana-de-açúcar, erva-de-gato,

Câncer – Signo de água – Lua. Rege os fetos, cavalinhas e licopódios. Período propício para semear e transplantar as folhas e ervas medicinais. Plantas regidas pela Lua: Babosa, erva-cidreira, papoula, rosa-branca, avelã, amêndoa, peônia, cânfora, jasmim, olíbano, sândalo-branco, lírio florentino, limão, bétula, gengibre, nabo, nogueira, aveia, couve, lúpulo, mil – folhas.

Leão – Signo de Fogo – Sol. Regem as plantas coníferas como os pinheiros. É neste período que começando a plantar os cereais e feijões, fazer podas em trepadeiras, roseiras e frutíferas. Plantas regidas pelo Sol: Amêndoa-amarga, camomila, bergamota, calêndula, camomila, camomila-romana, citronela, louro, Angélica, hipérico, alecrim, açafrão, girassol, cravo-da-índia, canela, mirra, violeta, laranja, tanchagem, aveia, cevada, genciana, incenso, lótus.

Virgem – Signo de Terra – Mercúrio. Regem os grãos, as gramas e é neste período que continuamos a plantar os cereais e realizar podas. Durante o período de virgem devemos borrifar as plantas com água de urtiga para protegê-las e para aumentar os poderes das ervas.

Libra – Signo de Ar – Vênus – (semelhante ao touro)

Escorpião – Signo de Água – Plutão. Rege as plantas medicinais e as palmeiras. Ótimo período para secar as ervas e armazená-las. Em Escorpião também devemos borrifar as plantas com água de urtiga. São plantas regidas por Plutão: Begônia, datura, cipreste.

Sagitário – Signo do Fogo – Júpiter. Rege as grandes arvores e as florestas. Neste período plantam-se com sucesso as arvores de frutas e também as arvores que queremos que cresçam mais rapidamente e que fiquem mais altas. São plantas regidas por Júpiter: borragem, dente-de-leão, sálvia, agrimônia, hissopo, rosa vermelha, carvalho, noz-moscada, bálsamo, cedro, anis,morango, oliveira, couve

Capricórnio – Signo de Terra – Saturno. Rege as plantas com flores e pétalas separadas. Neste período plantamos as arvores, para que as madeiras durem muito mais tempo e também fazemos colheitas. Plantas regidas por Saturno: cavalinha, confrei, cipreste, ervilha-de-cheiro, magnólia, mirra, laranja, vetiver, absinto, patchouli, musgo, alho, beladona, cânhamo, estramônio, lúpulo, mandrágora.

Aquário – Signo de Ar – Urano. Rege as plantas de flores e pétalas unidas. Neste período continuamos a colher, propício para secagem e armazenamento. Plantas Regidas por Urano: arruda, cúrcuma, laranja-azeda, figueira.

Peixes – Signo de água – Netuno. Rege as plantas com muita umidade ou que morem na água. Período favorável para se iniciar uma horta, mas totalmente impróprio para as colheitas, que ocorrera rápida deterioração.

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Sea angels

Found all over the world, from polar regions to tropical seas, sea angels are free-floating sea slugs with wing-like appendages called parapodia, and a gelatinous, mostly transparent body, stretching just 5 cm long. Becky Crew – Australian Geographic

Sea angels (clade Gymnosomata) are a large group of extremely small, swimming sea slugs, not to be confused with Cnidarians (Jellies and other similar creatures), classified into six different families. They are pelagic opisthobranchs in the clade Gymnosomata within the larger clade Heterobranchia. Sea angels were previously referred to as a type of pteropod.

Close to home, sea angels have been found all along the north-east coast of Australia and up around Papua New Guinea. The stunning specimen in the image above was spotted in the icy waters of the White Sea, off the northwest coast of Russia.

Sea angels are protandrous hermaphrodites, which means they start out male and turn female throughout the course of their lives. Clownfish are a great example of this type of hermaphroditism, which makes Finding Nemo a far more complicated scenario than the movie suggests.

O anjo do mar é um caracol antigo evoluído, descendente de um ancestral comum com todos os tipos de caracóis e lesmas encontrados aí mesmo no seu jardim.

Ouro verde e proteção do Planeta

A  humilde palmeira macaúba da região do Cerrado no Brasil  é principalmente cortada como um incômodo, para limpar a terra e criar gado, nativa do Brasil, a árvore produz um suprimento constante de óleo de palma com potencial significativo para energia verde, a saber, biocombustível e uso em alimentos e cosméticos. Ação CIF

A   Macaúba é resistente à seca, cresce em pastagens que podem ao mesmo tempo ser usadas para pastagem de gado, oferecendo uma alternativa às tradicionais plantações africanas de palma de uma única colheita, que tendem a resultar em terras degradadas e desmatamento.

“Se metade das pastagens atuais no Cerrado tivesse macaúba plantada lá, o volume de óleo provavelmente seria maior que o volume obtido da palma para uso na maioria dos alimentos industrializados em todo o mundo”, observa Johannes Zimpel, diretor da Inocas.

A região do Cerrado agora abriga o primeiro projeto agroflorestal de macaúba do mundo, a palmeira que não era cultivada comercialmente no Brasil até os últimos anos e lançar um novo agronegócio ecológico não é uma tarefa simples, porêm um investimento de US$ 3 milhões do Programa de Investimento Florestal (FIP) dos Fundos de Investimento Climático (CIF), por meio do Fundo Multilateral de Investimentos do Laboratório do Banco Interamericano de Desenvolvimento (Fumin / BID) e uma parceria com uma empresa privada empresa iniciante, INOCAS.

Encontrar culturas alternativas e esquemas agroflorestais que abordem mudanças no uso da terra e práticas agrícolas, que são as duas maiores fontes de emissões do país. O Brasil tem metas ambiciosas de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 43% abaixo dos níveis de 2005 até 2030.


O projeto visa estabelecer 2.000 hectares de plantações de Macaúba que também servem como fazendas de gado, que produzirão 1.500 toneladas de frutas por ano para produzir óleo de palma, absorvendo 300.000 toneladas de equivalente de dióxido de carbono que, de outra forma, acabariam na atmosfera e ao treinar os agricultores locais sobre novas práticas em agrosilvicultura e agricultura multiuso, o projeto está melhorando os meios de subsistência e protegendo o meio ambiente.

O bioma Cerrado é um ecossistema de savana que cobre mais de 2 milhões de quilômetros quadrados. Um hotspot de biodiversidade, ele armazena 9 gigatoneladas de carbono em sua vegetação primária e hospeda 4.200 espécies. Dois terços das regiões hidrográficas do Brasil se originam lá. No entanto, a região sofre taxas mais altas de desmatamento do que a Amazônia. Quase metade da área foi convertida em pasto ou área cultivada.

No estado de Minas Gerais, onde o projeto está ocorrendo, a ênfase na limpeza de terras para gado se deve em parte porque a topografia impede o uso de máquinas agrícolas. Para os pequenos agricultores, em particular, existem poucas outras opções de vida devido à seca e à piora da fertilidade do solo, os agricultores lutam para sobreviver cortando árvores e expandindo seus pastos, aumentando o escoamento que leva à erosão, aumentando a crise climática.

A infusão inicial de dinheiro permitiu ao INOCAS começar a estabelecer árvores de macaúba, inclusive através de parcerias com um viveiro local para aumentar as taxas de germinação e crescimento, além de convencer os agricultores locais a cultivar biocombustíveis, pois estavam relutantes em experimentar as árvores, porque teriam que mudar seu gado por três anos até que as árvores crescessem o suficiente.

A equipe do INOCAS percorreu 90.000 quilômetros em estradas de terra e distribuiu um vídeo do YouTube com 100.000 visualizações. No período inicial de estabelecimento de novas plantações, por exemplo, quando as pastagens não podiam ser usadas para o gado, alguns agricultores misturavam colheitas sazonais, como abacaxi, feijão, batata doce, mandioca, abóbora, arroz, milho, melancia e amendoim.

No início de 2020, uma visão inicial de um novo uso da árvore macaúba floresceu no plantio de quase 33.000 árvores em mais de 500 hectares. Mais de 29.000 toneladas de frutas foram coletadas. É apenas o começo, mas o suficiente para mostrar o quanto é possível.

O plantio dos primeiros 2.000 hectares está previsto para ser concluído no sexto ano do projeto. Depois disso, usando seu próprio caixa, o INOCAS espera crescer 1.000 hectares por ano e angariar financiamento adicional de US $ 4 milhões para construir sua própria fábrica de processamento.

À medida que cada rebento fino se move em direção ao céu, ele envia uma mensagem. Novas indústrias podem ser criadas para resolver a crise climática e melhorar a vida humana. Às vezes, é tão simples quanto ver valor e possibilidade no que foi descartado. 

Clique aqui para baixar o  estudo de caso  e o  resumo.

Verze-seÓLEO DE COPAÍBACASES SEBRAE: BANCO PÉROLA, HERSELF E SUMÁPETER WEBBAGRO É TÓXICOANA PRIMAVESI, ENGENHEIRA AGRÔNOMA.LES AVANCHETSPROIBIDO PLANTAR!!!A ÁGUA OCULTAALIMENTO EM ATÉ 60 DIAS1ª FEIRA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA E AGRICULTURA FAMILIAR

GREG NEWS – MST e Mineração

GREG NEWS – MST

Escola de Arte Virtual – Joao das Neves

A reforma agrária está entre tantas outras reformas que a sociedade brasileira tanto almeja para uma agenda de erradicação da miséria e da desigualdade, valorizando a função social da terra. Assegurar os direitos do trabalhador do campo é, ao mesmo tempo, defender sua dignidade enquanto brasileiro. RIBEIRO, Paulo Silvino. “O MST no Brasil”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/mst.htm. Acesso em 26 de maio de 2020.

Com a primeira entrega realizada na última sexta-feira (08), as Cestas Agroecológicas do MST já são um sucesso no Alto Sertão de Alagoas. A iniciativa de comercialização leva produtos dos assentamentos e acampamentos da Reforma Agrária direto para a mesa dos consumidores na cidade. As cestas já são recebidas nas cidades de Piranhas e Delmiro Gouveia. Gustavo MarinhoMST

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) anunciou a captação de R$ 1 milhão para investir numa indústria de beneficiamento de produtos agrícolas. Os recursos são oriundos do Financiamento Popular (Finapop), fundo criado pelo engenheiro e consultor Eduardo Moreira, que promete revolucionar a forma de investir, beneficiando projetos com potencial de mudar a cara do Brasil.

A Coopan possui criação própria e abatedouro para venda de carcaça suína. Também produz leite e arroz orgânico, que é um dos mais vendidos do país.

A iniciativa, segundo Moreira, serve para mostrar que o MST “não é esse bicho de sete cabeças”. Ele diz que o movimento conta com uma organização tão eficiente quanto as grandes empresas brasileiras, como a Vale e a Petrobras, o que justifica o baixo risco do investimento.

A diferença, diz ele, é que nos fundos tradicionais, o investidor não sabe exatamente para onde vai o seu dinheiro. No Finapop, os investimentos são transparentes, e a pessoa pode escolher qual projeto pretende beneficiar. A inspiração veio do banco holandês Triodos, que tem uma cartela de investimentos sustentáveis e que privilegiam a economia local. c/SUL21

GREG NEWS | MINERAÇÃO

Metaze-se: MULTIVERSO MARVEL, TERRA OCA, CASES SEBRAE: BANCO PÉROLA, HERSELF E SUMÁ, MBIRA, A GRILAGEM DE TERRAS EM 3 MINUTOS, STREET PRESIDENT, REIS DO AGRONEGÓCIO, A INVASÃO DO BRASIL, SÓ É ÍNDIO QUEM OPTA POR SER!

Jardim em garrafa, sem água desde 1972

Se alguém duvida da força autossuficiente da natureza para crescer, florescer e se multiplicar, pode estudar as diversas florestas, faunas e floras do mundo todo, ou pode simplesmente olhar para uma específica garrafa. Em 1960, o inglês David Latimer decidiu tentar criar um pequeno jardim dentro de um garrafão de vidro.

O inglês garante que teve a ideia simplesmente para encontrar utilidade para a bela garrafa, e decidiu por realizar o experimento, foi num domingo de páscoa de 1960 que ele colocou um composto com terra dentro do garrafão – que já possuía ácido sulfúrico – e delicadamente “plantou” uma muda de Tradescantia.

Os primeiros doze anos de vida da planta ela permaneceu intocada dentro da garrafa lacrada. Em 1972, Latimer decidiu abrir a garrafa pela primeira vez, para acrescentar mais água ao pequeno ecossistema que se formava. A única incidência externa, ao longo de todos esses anos, foi mesmo da luz solar – que permite que as plantas pratiquem fotossíntese, cresçam, liberem oxigênio e intensifiquem a umidade.

Essa umidade age dentro da garrafa como uma espécie de “chuva”. Bactérias agem sobre as folhas que caem, liberando assim o gás carbônico necessário, e pronto – o ciclo está completo. A garrafa funciona como uma versão micro do que acontece em todo o planeta, com uma enorme diferença: a interferência humana. A comparação, portanto, é infalível: se o ser humano não interferir, a natureza simplesmente prospera, lindamente, com toda sua força, mesmo nos lugares mais inóspitos, pelo tempo que for.

Engarraze-se: No Jardim da Garrafa, Comedouro para cães e gatos com garrafas PET, Troque lixo por comida!?!, Regadores, Planta autosuficiente, Ouro verde e proteção do Planeta, O Amaranto Inca Kiwicha invade plantações de soja transgênica da Monsanto nos Estados Unidos, The Sustainability Treehouse

As abelhas-azuis

Conhecidas internacionalmente como “Blue Banded Bee”, as abelhas-azuis (Amegilla cingulata) são animais endêmicos da Austrália que chamam a atenção por conta da cor azul no abdômentambém podem ser encontradas em toda a região entre a Ásia e o Pacífico.  Outra marca na espécie é que em seu abdômen os machos têm cinco faixas completas, enquanto as fêmeas têm quatro. topbiologia

Blue Banded Bee

Blue calamintha bees nest alone and feed on Ashe’s Calamint, a threatened plant found only in Florida. The bees were first recorded in 2011 and dropped out of sight a few years later, despite calls to protect their threatened habitat in central Florida.  JOSH K. ELLIOTT –  GLOBAL NEWS

The bee is a hyper-local species that likely evolved around an isolated patch of sand dunes along the central Florida ridge, according to Jaret Daniels, Kimmel’s adviser at the museum.

ABELHA AZUL METÁLICA SEM FERRÃO …..EUGLOSSA….jacques henri

A Flórida, nos Estados Unidos, é um estado cheio de espécies selvagens, algumas que são encontradas somente por lá, como é o caso da abelha-carpinteira-azul. Aliás, o animal foi descrito pela primeira vez em 2011 e desde então os pesquisadores não tinham certeza se ainda existia, localizada em uma área de 25 quilômetros quadrados, com animais encontrados em quatro locais distintos, é raríssima e vive em matagais de pinheiros, no Lago Wales, no centro da Flórida. –  Erik Behenck

A abelha-carpinteiro-azul é solitária, ela cria seus ninhos de modo individual em vez de fazer colmeias como outras espécies. Entretanto, nenhum desses ninhos foi encontrado, talvez seja pelo fato dela ser do gênero Osmia, que utiliza tocas existentes no solo, caules ocos e buracos em árvores mortas como ninhos.

Abelha-carpinteiro-azul

O pesquisador de pós-doutorado Chase Kimmel e o eu consultor, Jaret Daniels, diretor do Centro McGuire para Lepidópteros e Biodiversidade do Museu de História Natural da Flórida estão desenvolvendo um projeto de dois anos voltado para a pesquisa relacionada com a população e distribuição da abelha-carpinteiro-azul, voluntários do Museu da Flórida ajudaram com o mapeamento e classificação de locais potenciais onde essas abelhas vivem.

bluebanded bee

Blue Banded Bees are amongst our most beautiful Australian native bees. They are about 11 mm long and have bands of metallic blue fur across their black abdomens. Aussie Bee

Blue Banded Bees can perform a special type of pollination called ‘buzz pollination’. Some flowers hide their pollen inside tiny capsules. A Blue Banded Bee can grasp a flower of this type and shiver her flight muscles, causing the pollen to shoot out of the capsule. She can then collect the pollen for her nest and carry it from flower to flower, pollinating the flowers. Quite a few of our native Australian flowers require buzz pollination eg HibbertiaSenna.

Tomato flowers are also pollinated better when visited by a buzz pollinating bee. Researchers at the University of Adelaide made substantial progress in developing native Blue Banded Bees for greenhouse tomato pollination.

Named for the beautiful turquoise bands that run across its abdomen, the blue-banded bee (Amegilla cingulate) sports a lush golden and white fluff, enormous green eyes, and tan-coloured wings that look like crisp layers of cellophane. Australian Geographic – Bec Crew

The species is found all over Australia, except in Tasmania and the Northern Territory. It’s also native to Papua New Guinea, Indonesia, East Timor, Malaysia, and India, so it enjoys a pretty healthy range, spreading out everywhere from urban areas to open fields and dense, tropical forests.

Known as sonication, this type of pollination is really useful on crops such as tomatoes, blueberries, cranberries, kiwi fruit, eggplants and chilies, but the well-known and very common western honey bee (Apis mellifera), is incapable of performing this process. For this reason, the blue-banded bee is extremely valuable to Australian farmers.

Os apicultores da pequena cidade francesa de Ribeauville, na região da Alsácia, têm se deparado com algo insusitado: as abelhas estão produzindo mel nas cores azul e verde. Alarmados, os produtores iniciaram uma investigação que os conduziu para um único lugar: uma fábrica de processamento de resíduos da produção de M&Ms.  Vanessa Barbosaexame

Vovô Tech e outras aulas grátis para idosos

O vírus afeta, principalmente, pessoas acima de 60 anos, consideradas como um grupo de risco e obrigadas a ficar em quarentena em suas casas. Com foco nesse público, o Canaltech criou o Vovô Tech, uma plataforma online que ajuda os idosos a dominar recursos básicos de seus smartphones e também desbravar a imensidão que é a internet, entre outros módulos, para que não precise sair de casa para realizar algumas tarefas que os celulares podem cumprir perfeitamente. As dicas e tutoriais são transmitidas através de videoaulas bastante didáticas e que garantem que todos aprendam os principais truques rapidamente.

O Vovô Tech vai liberar, gratuitamente, uma versão “pocket” do seu programa (chamada de Vovô Tech Pocket), com três aulas básicas do seu curso de tecnologia para terceira idade, são elas:

1. Encontrando novos aplicativos;

2. Instalando o WhatsApp;

3. Google: o que é e como usar.

As videoaulas são ministradas por Adriano Ponte, especialista em hardware e software, além de apresentador do Canaltech e será acompanhado por Sílvio Matos, o “vovô-propaganda” do Vovô Tech que, além de ator dos mais experientes, é um dos primeiros alunos do programa e vem tirando nota 10 em todas as aulas! Para acessar o Vovô Tech Pocket, basta acessar o site http://canalte.ch/vovopocket e se cadastrar no final da página para receber, por e-mail, os links das videoaulas.

A Inclusão Digital é considerada uma segunda alfabetização e o Curso de Tecnologia para idosos da KDEMY é também uma resposta para quem quer saber ” como ensinar idosos a mexer no pc“. Faça esse Curso ou indique para alguém que precisa aprender como a Tecnologia pode melhorar a vida de pessoas na melhor idade.

O Curso de Informática para a Terceira Idade (Curso melhor idade) tem o objetivo de aproximar os Idosos com o Computador, capacitar e possibilitar às pessoas da terceira idade, o acesso à informática e recursos tecnológicos, e assim gerar maior independência na busca de informações, organização de seus arquivos pessoais, como fotos e documentos, entretenimento, comunicação, cultura e lazer.

Aprender a mexer em um computador e dominar a internet aproxima gerações separadas pela tecnologia e romper essas barreiras tecnológicas faz com que o idoso se sinta mais parte da sociedade e mais perto de quem tanto ama. inonni

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Fundação Bradesco oferece diversos cursos gratuitos para que o público 60+ possa aprender sem sair de casa. Para realizar algum curso online do Bradesco, o idoso precisa ter instalado em seu computador Java, Flash Player 7 e Internet Explorer versões 9, 10 ou 11. Vários cursos da Escola Virtual da Fundação Bradesco emitem certificado após a conclusão do curso, vale a pena dar uma olhada e realizar o quanto antes a sua matrícula!

canal de ensino que disponibiliza gratuitamente cursos de informática online para a terceira idade é o Prime Cursos. O curso possui um conteúdo programático bem simples, onde o aluno aprenderá as principais noções e conhecimentos de informática básica, como organizar a área de trabalho, navegar e pesquisar na internet, fazer downloads, enviar emails, utilizar editores de textos, criar planilhas, slides, instalar e utilizar programas e equipamentos. O curso possui a duração de 40 horas e não há pré-requisitos para sua realização, recomenda-se apenas que o aluno tenha o ensino médio completo.

Votechze-se: Ecovila para idosos, Dia do idoso, Depressão em idosos, Sexo frequente ajuda a turbinar o cérebro dos idosos, A VIDA… E SUAS PEDRAS!, A Terceira Margem do Rio, Avós da Razão, Convivir, Previdência e suicídio, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, Cursos online e conteúdos gratuitos