TERRA DE MINAS (Land of Mine) – COMPLETO HD

Filme TERRA DE MINAS – COMPLETO HD. Clube Dahx

Um grupo de soldados alemães, outrora combatentes nazistas, recebem uma nova tarefa ao fim da Segunda Guerra Mundial. A missão consiste em escavar e remover com as próprias mãos 2 milhões de minas terrestres em “terras inimigas”, mesmo que alguns deles não tivessem sequer experiência na guerra. Rodrigo de OliveiraPapo de Cinema

Em 1945, na Dinamarca pós-Segunda Guerra Mundial e ocupação alemã, milhões de minas terrestres tornam perigoso o litoral do país. Os nazistas pensavam que uma invasão inimiga poderia se dar por lá e, portanto, prepararam o local para tal possibilidade. Com o combate terminado, oficiais dinamarqueses tinham de assegurar que sua terra estaria segura novamente. Para tanto, soldados alemães, prisioneiros de guerra, foram obrigados a desarmar tais bombas com suas próprias mãos, uma espécie de punição pelos horrores perpetrados pelo Terceiro Reich. Acontece que vários desses combatentes germânicos eram jovens demais, muitos deles nem haviam chegado ao conflito, de fato. O longa-metragem dinamarquês Terra de Minas, indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 2017, conta a história de um pequeno batalhão que fez esse trabalho perigoso.

Na trama, acompanhamos o sargento Carl Rasmussen (Roland Moller) e seu verdadeiro asco por qualquer alemão que lhe passe na frente. Ele foi designado a comandar uma pequena equipe de soldados para limpar as praias da costa oeste da Dinamarca. O batalhão é bastante jovem, sendo grande o contingente de recém-ingressos nos pelotões nazistas. Isso, no entanto, não incomoda Carl, de início. Ele será duro, pois eles devem pagar pelos males da guerra em que participaram. Com o passar do tempo, no entanto, Carl começa a perceber que o que tem nas mãos são apenas garotos, muitos deles imaturos demais. O líder da equipe, Sebastian (Louis Hofmann), se mostra preocupado com o próximo, sempre tentando comunicar-se com o sargento da melhor forma possível. A maior vontade dos soldados é apenas voltar para casa. Mas, com o explosivo trabalho sendo realizado, é pouco provável que alguém retorne.

Por mais que existam filmes de guerra sendo produzidos todos os anos, ainda mais ambientados na Segunda Guerra Mundial, é impressionante como sempre é possível encontrar um ponto de vista ou um momento pouco explorado. No caso de Terra de Minas, essa história só poderia ser contada com um bom distanciamento de tempo e perspectiva, visto que aqui somos levados a torcer pelos jovens alemães. Nenhum crime pode ser pago com o tratamento brutal que eles recebem. Não sabemos o que eles fizeram durante o conflito, ou se foram ativos na guerra. Pela idade, tudo leva a crer que são inocentes. O diretor Martin Zandvliet, em seu terceiro longa-metragem de ficção, coloca o dedo na ferida, mostrando atitudes pouco abonadoras dos oficiais dinamarqueses da época.

O destaque do elenco fica para Roland Moller, como o sargento dinamarquês que enxerga a verdade através do seu ódio. Embora a mudança pela qual passa o personagem soe um tanto abrupta e artificial, Moller consegue nos conduzir bem por suas dúvidas e atitudes, entregando uma atuação corretíssima. A culpa da alteração de comportamento pouco convincente se deve mais ao próprio filme, curto demais para que possamos sentir o peso das ações do sargento o perturbando. Para alguém que até um dia antes deixava soldados passarem fome, a cordialidade que segue – mesmo com as mortes e as explosões que ocorrem – surge de forma estranha.

A Dinamarca é um país de cinematografia consistente, que invariavelmente acaba por emplacar títulos na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Oscar. Com três vitórias ao longo da história da premiação (A Festa de Babette, 1987; Pelle, o Conquistador, 1988; e, mais recentemente, Em um Mundo Melhor, 2010), o país tem beliscado sua quarta vitória há um bom tempo, com títulos fortes como O Amante da Rainha (2012), A Caça (2013) ou Guerra (2015). Terra de Minas talvez não valha à Dinamarca sua quarta estatueta, mas é uma produção que consegue ir além do lugar-comum, não sendo apenas mais um filme de guerra.

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Experimento Universo 25

O etologista (especialista em comportamento animal) John B. Calhoun trabalhou durante toda sua vida para entender o efeito de questões demográficas como a superpopulação no comportamento individual e social de roedores como ratos e camundongos. Hypeness

O norte-americano John B. Calhoun nasceu no dia 11 de maio de 1917 e morreu em 7 de setembro de 1995. KingoLabs

O primeiro experimento começou em uma fazenda em Rockville (Maryland, EUA), depois que o vizinho de Calhoun permitiu que ele erguesse um cercado para ratos em uma pequena floresta que havia atrás de sua casa. O etólogo construiu um cercado de aproximadamente 1 mil metros quadrados, com capacidade para abrigar até 5 mil ratos. Intitulada “cidade dos ratos”, ele adicionou cinco ratazanas grávidas e deu início a sua observação.

Em 2 anos de experimento, por incrível que pareça, a população de ratos nunca ultrapassou de 200, muito embora tivesse espaço o suficiente para que alcançasse a população de no mínimo 1 mil animais. Intrigado e sem saber o que havia acontecido, ele refez o estudo por mais 24 vezes.

Em 1954, Calhoun começou a trabalhar no Laboratório de Psicologia do Instituto Nacional de Saúde Mental, ele decidiu refazer o experimento pela 25ª vez, só que focando em como os roedores se comportariam em um ambiente controlado, livre de predadores, esterilizado, com pouca margem para doenças, e com água, comida e abrigos suficientes. O projeto foi chamado por ele mesmo de “utopia dos ratos”, pois os roedores remontavam um tipo de estrutura social que os homens jamais alcançariam.

Ele começou a tentar entender quais seriam as principais características para a vida perfeita de ratos. Criou diversos modelos e chegou a um que considerou “perfeito”. Basicamente, ele colocava cerca de 32 a 56 roedores em uma caixa de 12 metros quadrados dividida em quatro cômodos. Os roedores não teriam escassez: diversão, comida e água seriam abundantes no espaço e locais adequados para reprodução e gestação também eram disponibilizados.

Calhoun e sua colônia de ratos utópicos

Em todos os experimentos, os ratos chegaram a um pico populacional e, posteriormente, entraram em uma crise. Então, conflitos hierárquicos e incidentes de saúde mental acometiam a população de forma generalizada, no que Calhoun cunhou como ralo comportamental. Confira a descrição do autor, dada na Scientific American de 1962, sobre o comportamento social dos ratos durante o ápice demográfico dos seus experimentos.

“Muitas [ratas] eram incapazes de levar uma gravidez até o fim ou, quando conseguiam, de sobreviver ao parir a ninhada. Um número ainda maior, após dar à luz com sucesso, decaia em suas funções maternas. Entre os machos, os distúrbios de comportamento iam desde desvios sexuais até canibalismo e de hiperatividade frenética até um quadro patológico no qual os indivíduos emergiam para comer, beber e se mover apenas quando outros membros da comunidade estivessem dormindo. A organização social dos animais mostrou igual ruptura”, disse no texto.

No ‘Universo 25’, assim chamado por ser a vigésima quinta repetição do processo, os ratos chegaram a uma população de quase 2 mil indivíduos. Uma classe de miseráveis começou a surgir e a grave densidade populacional começou a fazer com que os ratos se atacassem. No dia 560 do experimento, o crescimento populacional cessou e, quarenta dia depois, uma queda na população começou a ser registrada. Logo após disso, os ratos começaram a se matar. A população foi completamente extinta após algumas semanas.

O experimento começou com quatro pares de camundongos saudáveis, que foram soltos para dar início à nova sociedade. Nos primeiros 104 dias, identificado como “fase de estrutura” ou “período de luta”, os roedores se ajustaram ao habitat e construíram seus ninhos. Quando a “fase de exploração” começou, em que os animais se encontravam e acasalavam, a cada 55 dias a população passou a dobrar de tamanho. JULIO CEZAR DE ARAUJO – MegaCurioso

Em 315 dias de experimento, a utopia já havia se tornado um pequeno inferno, com uma população de 620 ratos. Calhoun percebeu que os “ratos ômegas”, que eram tímidos e faziam parte da base da hierarquia, interromperam o acasalamento quando se viram rejeitados pelas fêmeas. Sem terem mais um papel na sociedade, eles se afastaram dos grupos maiores e passaram a comer, dormir e às vezes brigar com os demais marginalizados.

Os “machos dominantes” adotaram um comportamento muito agressivo, atacando os demais ou os provocando sem motivo aparente. Alguns se tornaram homossexuais, pansexuais ou hipersexuais, chegando a se deslocarem em grupos que atacavam as fêmeas e estupravam qualquer rato, independentemente do sexo. Por vezes, os alfas lançavam episódios de violência que terminavam em canibalização, apesar de haver comida o suficiente.

Em 560 dias de experimento, por fim, os roedores perderam a capacidade de agir como ratos e ficou claro que a mudança seria permanente. Com uma taxa de mortalidade de 100%, Calhoun decretou que a colônia entrava na “fase de morte”, na qual o Universo 25 se encaminharia para a sua extinção.

A geração jovem de ratos cresceu em meio a um ambiente anormal, sem exemplos de como deveriam se comportar, sem molde de paternidade e maternidade, instrução para acasalamento e marcação de território. Portanto, eles apenas comiam, bebiam e se higienizavam. Nomeados “belos” pelo cientista, esses eram caracterizados por uma apatia social, perda de propósito de vida e reclusão, sendo os responsáveis por ocasionar a “primeira morte” da colônia — o fim do desejo de um futuro. A “segunda morte”, como observou Calhoun, aconteceu com a extinção total do Universo 25.

Publicada na edição de 1962 da Scientific American, a conclusão do cientista foi de que os ratos, assim como os humanos, só prosperam em um senso de identidade e propósito estabelecidos dentro do mundo em geral e que o estresse, ansiedade, tensão e instinto de sobrevivência tornam necessário o engajamento na sociedade.

Ou seja, para Calhoun, quando todo o senso de necessidade é retirado da vida de um indivíduo, a vida deixa de ter propósito, uma vez que ela não é apenas apoiada em aspectos básicos – moradia, água, conforto e comida.

Em 1972, o conceito do Universo 25 apavorou as pessoas nos Estados Unidos e causou uma histeria em massa quando os índices de densidade populacional nos centros urbanos estouraram — e as taxas de homicídio alcançaram 135% com relação à década anterior. A ideia de um iminente “apocalipse social” em que as pessoas se autodestruiriam despertou a ideia de migração para os campos ou subúrbios, onde havia espaço suficiente e uma vida tranquila e natural.

John B. Calhoun utilizou esse termo para descrever o colapso resultante da superlotação das populações. Foi criado no dia 1º de fevereiro de 1962, junto com o lançamento do artigo Densidade Populacional e Patologia Social, em uma revista semanal. Não demorou para que esta ideia de sociologia urbana passasse a ser utilizada ligada a conceitos de psicologia.

Apesar de tudo, ao lado de Freud e Skinner, o experimento de Calhoun entrou para os “Quarenta Estudos que Mudaram a Psicologia”.

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Tiny Houses: minha doce casinha

Se você tivesse que se mudar amanhã para um espaço de 25 m² – algo como dois quartos de um apartamento pequeno somados – o que você levaria?

Viver com menos e em espaços reduzidos virou o sonho de muita gente – uma tendência que dá um chega pra lá no consumo excessivo e propõe um viva ao minimalismo. ELIANAELLE

A economia é um aspecto forte da novidade. Não é à toa que essas moradias, que mais parecem casas de boneca, mexem tanto com o imaginário e provocam um certo encantamento.

“Minimalismo”. O termo já foi amplamente usado para descrever movimentos artísticos, estilos de decoração, linguagem arquitetônicas e até mesmo uma teoria gramatical. Hoje, porém, retorna ao nosso vocabulário, e aos blogs, livros, documentários e redes sociais, com um significado bem mais amplo, que resume não só um modo de consumir ou de criar, mas um verdadeiro estilo de vida.

O minimalismo e a sustentabilidade também são pontos centrais no projeto de vida do casal Robson Lunardi e Isabel Albornoz (que aparecem na foto com o filho João Pedro), criadores do blog Pés Descalços, onde contam um pouco de suas trajetórias – de profissionais estressados, que enfrentaram a síndrome de burnout trabalhando 14 horas por dia anos a fio, a adeptos da yoga, da meditação, da alimentação saudável, pais de duas crianças e moradores de uma tiny house sobre rodas, de 27 m².

Robson fez um curso focado em técnicas de construção. E Bel, que ainda relutava em aceitar a ideia da mudança, mergulhou em aulas com mulheres que haviam feito suas próprias tiny houses, e voltou decidida.

“Aos poucos, entendemos que não era só uma casinha, mas um estilo de vida, um espaço compactado, multifuncional, mais sustentável e minimalista”

O quarto das crianças.

Hoje, dão consultoria sobre o tema e mantêm o projeto Colibri, que pretende erguer minicasas como moradia de baixo custo para pessoas em situação de vulnerabilidade. “O movimento tiny house não é sobre o espaço, mas sobre como você o utiliza. É um estilo de vida que estimula a maximização do convívio e a ética social.”, diz Robson, lembrando que nas casas tradicionais é muito comum que cada um fique isolado em um cômodo interagindo muito pouco – algo que não tem chance de acontecer no caso deles.

Os dois costumam dizer que tudo de fundamental, de cada um na família, deve caber em uma mochila. E são a prova de que viajar leve é libertação.

PLANEJAMENTO DE ROBSON E ISABEL

No caso do banheiro, um dos grandes tabus da Tiny Houses, as saídas são diversas. Robson, por exemplo, conta que nas casas em que visitou a solução mais prática era a chamada “privada seca”, que funcionam como uma espécie de composteira. Já o arquiteto Danilo Cobras, fundador da Contair Box, que desde 2009 projeta casas em containers, conta que é possível produzir modelos com caixa de detritos e caixa d’água, conforme a necessidade de cada cliente. Além é claro da possibilidade de conectar a Tiny House ao um sistema comum de água e esgoto.

O movimento começou no finzinho dos anos 1990 nos Estados Unidos e ganhou força com a crise econômica que chacoalhou o país a partir de 2008. Com o mercado imobiliário regido por uma legislação dura, que proíbe habitações improvisadas, hipotecas se transformando em dívidas altas e taxas exorbitantes, a construção de tiny houses surgiu como uma saída perfeita para os estadunidenses endividados. Uma solução que acabou se espalhando pelo planeta. “Construir uma casa e legalizá-la é um processo caríssimo, que pode envolver financiamentos de até 30 anos. As pessoas acabam de pagar quando chegam aos 60 anos. Na Austrália, as tiny houses seguem a legislação dos motorhomes e não precisam de aprovação das subprefeituras, um processo burocrático e custoso”, conta Thiago Marega Perrone, brasileiro que vive há quase 14 anos no país, onde comanda, junto com o sócio, a Aussie Tiny Houses, que fabrica casas com área entre 11,52 m e 20,16 m², em 12 modelos diferentes. 

A cozinha, onde se concentra a maior parte dos armários, deve ser um cômodo estratégico na casa.

Adoro Cinema

O assunto rendeu série (Movimento Tiny House, que já está na quarta temporada, duas delas disponíveis na Netflix), tem virado opção de hospedagem via Airbnb mundo afora.

A japonesa Muji criou a Mujihut, uma cabana de madeira de 9 m², feita de cedro e pinho, com técnicas tradicionais da construção naval japonesa. Cada unidade custa 3 milhões de ienes (cerca de 156 mil reais) e pode ser colocada em qualquer lugar à escolha do cliente. Uma grande porta de vidro corrediça amplia a iluminação e a ventilação naturais, enquanto o pé direito alto e a varanda garantem a sensação de um espaço maior, suficiente para quatro pessoas relaxarem.

12 dicas importantes para quem pensa em morar em uma tiny house

  1. O primeiro passo é uma sessão hard core de desapego. Livre-se de tudo que não for essencial.
  2. Defina o que é prioridade para você: receber amigos, cozinhar, home office… As respostas vão definir a organização dos espaços.
  3. Cores claras e decoração clean ampliam a sensação de amplitude e conforto.
  4. Tudo tem um lugar definido. Por isso é importante pensar onde cada objeto vai ser guardado, seja uma guitarra ou um liquidificador.
  5. O mesmo cômodo tem várias funções: uma sala pode virar home theater, home office, espaço para as crianças brincarem ou quarto de hóspedes.
  6. A posição da cozinha é uma das mais importantes no projeto, já que ela vai abrigar a maior parte dos armários. Em geral, há apenas um fogão de duas bocas. Mas não se desespere. Quantas vezes na vida você usou quatro bocas ao mesmo tempo?
  7. Nada de espaços mortos. Cada cantinho deve ser otimizado com armários inteligentes, nichos, gavetas e organizadores articulados.
  8. Dobre o tamanho da casa com um deque do lado de fora. Isso cria outro ambiente. É como uma sala de estar externa.
  9. Acostume-se com a ideia de subir uma escadinha para acessar o quarto no mezanino. Diferentemente das escadas comuns, ela pode ser mais íngreme e com espaço menor entre os degraus.
  10. Janelas grandes, numerosas e bem localizadas maximizam a luminosidade e a ventilação naturais. Se a casa for sobre rodas, sempre se pode manobrá-la para conseguir uma insolação maior.
  11. Sustentabilidade faz parte do pacote. Considere o uso de uma composteira para o lixo orgânico, de um banheiro seco, que não gere esgoto, e de placas para captar energia solar. Se usar energia elétrica, basta conectar a casa em um quadro de luz ou até mesmo em uma tomada em um posto de gasolina.
  12. Para o abastecimento hidráulico, uma boa saída é o sistema off grid, que filtra água de um poço ou de um lago e, por meio de bombas, faz a distribuição pela casa.

Luz, água quente, internet, janelas amplas e até terraço também fazem parte do projeto de boa parte das Tiny Houses, que embora sejam muito usadas por quem escolhe um estilo de vida mais “nômade”, tem como princípio se parecer mais com uma casa confortável, na qual é possível viver para o resto da vida, do que, simplesmente, com um trailer ou uma morada temporária.

Para os adeptos dessa filosofia, a Tiny House não chega a ter defeitos – mas alguns desafios. Não há, por exemplo, portas que delimitem boa parte dos espaços, o que significa que, de uma forma ou de outra, tudo o que é feito na casa afeta todos os seus moradores.

Em geral, quem tem uma Tiny House alerta: ela não é uma casa barata de se fazer. No Brasil, a Container Box, por exemplo, estima que a construção de sua versão, dependendo dos acessórios escolhidos pelo cliente, deve  variar de 90 e 180 mil reais.

A grande vantagem, porém, vem na hora de morar. Com menos espaço, contas básicas, como água, luz e supermercado, diminuem. Em alguns lugares, soma-se a isso alguns descontos em impostos, já que a casa é pequena e muitas vezes não está fixa em um terreno.  Isso sem contar que, com pouco espaço para ocupar, você vai, naturalmente, comprar muito menos.

Vogue

No levantamento feito publicado pela Living Big in a Tiny House, foi apurado, por exemplo, que 55% das pessoas que vivem em uma Tiny House tem mais dinheiro guardado do que a média americana.

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ANNIE EDSON TAYLOR

Ms Taylor, a 63 year old school teacher from Michigan, accompanied by her cat, decided to tempt fate in an effort to gain fame and fortune. InfoNiagara

The Pan American Exposition was taking place in Buffalo, New York and Ms. Taylor felt she would be able to attract a huge crowd. On the afternoon of October 24th, 1901 a small boat towed the barrel containing Ms. Taylor and her cat into the main stream of the Niagara River where it was cut loose.

At approximately 4:30 p.m. the barrel was seen edging over the brink, only to reappear less than a minute laterwhere it was seen floating at the base of the falls. Fifteen minutes later the barrel reappeared close to the Canadian shore, where it was dragged to a rock and the barrel lid removed.

To everyone’s amazement, Annie Taylor emerged from her barrel, dazed but triumphant. Her only injury was a cut on her forehead that she received while being extracted from her barrel.

Released in October 1956, the episode “Niagara Fools” or “Vamos à Cataratas”, in Portuguese, eventually became synonymous with the cartoon Pica-Pau. In the storyline of the episode, our dear pic is touring Niagara Falls, when a park ranger begins to brag about never letting a madman take down the waterfalls in a barrel. Obviously, the Mad Bird decides to end the poor guy’s job in peace and quiet and starts chopping down barrels. dwadminDesigner Women

Pode ser uma imagem em preto e branco
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Not only the first woman but the first person to go over Niagara Falls in a barrel, Annie Edison Taylor is a poor widow when she arrives in Niagara Falls in 1901. The 63-year-old (who claims to be 42) sees the stunt as a way to make money. After hiring a manager, she braves the falls in a barrel she designs herself. She survives, but “the heroine of Horseshoe Falls” doesn’t end up with the financial windfall she expects. She works as a Niagara street vendor for 20 years and dies penniless. HISTORY.COM STAFF

The Niagara Reservation State Park opens in July 15, 1885, attracting 750,000 visitors. It is the first state park established in the United States.

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ROBÔS FEITOS DE FERRO DOURADO NO 28º ANDAR ABAIXO DA ESFINGE?

ROBÔS FEITOS DE FERRO DOURADO NO 28º ANDAR ABAIXO DA ESFINGE?Verdade Mundial

Desde 2014, as autoridades egípcias proibiram as escavações sob as pirâmides de Gizé e da Esfinge. O fato é que passagens subterrâneas até então desconhecidas e salas foram descobertos, câmaras e quartos subterrâneos até então desconhecidos foram encontrados lá.

Após essa descoberta, a entrada neste local foi estritamente proibida e a autorização foi emitida apenas para três pesquisadores estrangeiros (coincidência ou não, mas todos os três ingressaram no Instituto de Egiptologia do Cairo, ou seja, apoiam plenamente a versão acadêmica da origem deste complexo). Ufologia Oficial

O jornalista italiano e arqueólogo Antonio Laprieno levantou a hipótese de que a areia cobriu vários possiveis andares das masmorras do Egito moderno. Na verdade, a Esfinge e as Pirâmides seriam apenas o pináculo da criação e abaixo delas estaria a cidade inteira.

Há uma antiga parábola dos Garamantes (pessoas que provavelmente viveram no Egito antes dos egípcios) sobre um jovem que acabou em uma cidade perdida. Esta história remonta ao 14º milênio a.C.

A história continua:

“Então o homem se viu em uma sala iluminada por cobras elétricas. A luz solar não penetrava no interior, mas dezenas e centenas de lâmpadas misteriosas a emitiam. Dentro de cada uma das lâmpadas havia uma “serpente solar”. Talvez tenham sido eles os retratados em baixos-relevos do antigo Egito.

Além disso, havia verdadeiras florestas nos andares inferiores das estruturas! Alguém ou algo criou um oásis subterrâneo. Debaixo do solo havia um lago e um rio fluindo nele. Não havia uma alma aqui, como se todos tivessem deixado este lugar recentemente. N3m3OVNI Hoje!

O famoso pesquisador Erich von Daniken acredita que no passado existia um paleocontato entre humanos e alienígenas. Provavelmente, em nosso planeta, de fato, dezenas de milhares de anos atrás, havia uma civilização desenvolvida.

Se os humanos eram ou não seus representantes é difícil responder, mas de acordo com a interpretação do especialista suíço, as Pirâmides e a Esfinge foram erguidas por alienígenas e aquele monstro brilhante é um “robô avançado” que brilha com a luz de lâmpadas misteriosas.

O que há abaixo das pirâmides do Egito? O que as autoridades escondem?

O egiptólogo francês Jacques Christian disse que em 1971 ele e seus colegas recorreram a um médium em busca de ajuda. Ele falou de vinte e seis guardas de ferro das masmorras do Egito. Quando questionado mais a respeito, ele exclamou que “viu robôs reais feitos de ferro dourado”. Eles estão localizados abaixo da Esfinge, a uma profundidade de 230 metros, no 28º andar subterrâneo, e protegem uma nave avançada.

por que nosso CÉREBRO está ENCOLHENDO?

por que nosso CÉREBRO está ENCOLHENDO?Ponto em Comum

Nosso cérebro está encolhendo se comparado com a massa cinzenta de nossos antepassados. Em média, o tamanho do interior do crânio de fósseis de seres humanos modernos de alguns milhares de anos atrás eram maior do que é hoje. Isso quer dizer que possivelmente temos menos neurônios ou até somos menos inteligentes atualmente do que no neolítico ou no paleolítico (idade da pedra).

A espécie homo sapiens passou por um longo caminho evolutivo pra se tornar inteligente, mas agora será que a humanidade está perdendo sua inteligência? Quando éramos apenas caçadores coletores, mulheres e homens das cavernas eram mais espertos do que hoje?

Cerebroze-se: Mapa 3D do cérebro humano, Como exercitar o cérebro no dia a dia, A Meditação e seu cerébro, Glândula pineal, e a calcificação da pinha., Alimentos e saúde mental, Vovô Tech e outras aulas grátis para idosos

NASA CONTRATA 24 SACERDOTES E PREPARA HUMANIDADE PARA A CHEGADA DOS ALIENÍGENAS

NASA CONTRATA 24 SACERDOTES E PREPARA HUMANIDADE PARA A CHEGADA DOS ALIENÍGENAS

Tudo começou quando um teólogo e pastor da Universidade de Cambridge resolveu promover seu livro sobre cristianismo e astrobiologia. Ele publicou um post de blog e mandou releases, que chamaram a atenção do Times de Londres. Como jornaleiros não conseguem ler releases científicos, mesmo da área de Humanas, gerou-se um jogo de telefone-sem-fio que resultou em manchetes dizendo que a NASA havia contratado 24 padres para preparar a humanidade para uma descoberta sobre extraterrestres. Carlos Cardosomeiobit

The Rev Dr Andrew Davison, a priest and theologian at the University of Cambridge with a doctorate in biochemistry from Oxford, is among 24 theologians enlisted by NASA to assess how humans will react if alien life is found on other planets and how the discovery will impact our ideas of gods and creation
The Rev Dr Andrew Davison, a priest and theologian at the University of Cambridge with a doctorate in biochemistry from Oxford, is among 24 theologians enlisted by NASA to assess how humans will react if alien life is found on other planets and how the discovery will impact our ideas of gods and creation. STACY LIBERATOREDAILYMAIL.COM

O que a NASA fez, sim, foi contratar o Centro de Investigação Teológica, uma ONG em Princeton para realizar pesquisas sobre as conseqüências sociológicas da busca de vida extraterrestre. A verba era de US$1,1 milhões, e cobriria dois anos de pesquisa do Instituto.

O mais importante é que essa história é velha, bem velha. O press release anunciando a contratação do tal Centro pelo Programa de Astrobiologia da NASA foi publicado em … 2015.

Isso mesmo, a história que todo mundo está falando aconteceu 7 anos atrás.

Os teólogos gostam de discutir como as religiões se adaptariam ao conceito de vida extraterrestre, e curiosamente a maioria delas não é contra o conceito, em alguns casos chega a ser explícita a preferência. No Espiritismo, por exemplo, Alan Kardec escreveu vários textos detalhando as sociedades e os habitantes de planetas como Vênus, Marte e Júpiter.

Estudos como o do o Centro de Investigação Teológica não se limitam a imaginar como alienígenas reagirão às religiões da Terra, mas mesmo isso é extremamente interessante. Não sabemos se aliens têm os mesmos processos de pensamento que a gente, muito menos se suas emoções são as mesmas.

Há correntes extremamente arrogantes que defendem que o UNIVERSO vive na escuridão, e que é dever dos humanos levar a Palavra até os aliens. Isso é uma grande falta de imaginação, e repetição dos erros do passado, quando empurramos nossas religiões goela abaixo de povos conquistados e colonizados.

Caso aliens tenham uma teologia própria será nossa vez de sermos uma cultura tecnologicamente inferior, culturalmente influenciada e tendo nossas crenças modificadas e eventualmente substituídas pelas crenças da espécie dominante.

Caso as religiões se adaptem, irão sobreviver. Elas estão acostumadas, toda religião parte do princípio que ELA é a detentora da verdade e todas as outras estão erradas. Uma religião alienígena a mais não fará diferença, exceto se a argumentação alienígena convencer os teólogos terrestres.

Bondade da NASA se preocupar com as consequências sociais da descoberta de vida inteligente fora da Terra, mas qualquer pesquisa nesse ramo é pura especulação, só serve para vender livro e ocupar autores desocupados numa modorrenta tarde de Terça-Feira, com o agravante de recebermos bem menos de US$1,1 milhões para isso.

Reze-se: ARTEFATOS ALIENÍGENAS ENCONTRADOS NO EGITO ANTIGO! A macabra adaga do Faraó Tutancâmon, LIVE: STARMAN DRIVING IN SPACE, Óvni e Alienígena, Satanismo-Vaticano, Homens de preto, Tesla, A Terra pode ser um zoológico criado por alienígenas, diz Neil deGrasse Tyson

Maria Montessori

Maria Montessori, a criadora do método pedagógico que leva seu nome, era uma mulher de caráter enérgico, cujo nascimento completou 150 anos em 31 de agosto, projetou seu revolucionário sistema educacional para ajudar crianças confinadas em hospícios, crianças presas em reformatórios, as crianças mais pobres e desfavorecidas. Irene Hernández Velasco – BBC News Mundo

Hoje, paradoxalmente, as beneficiadas com seu método são principalmente famílias ricas, capazes de arcar com as altas despesas para seus filhos estudarem em uma das 65 mil escolas montessorianas que existem no mundo e que recebem uma educação exclusiva e potencialmente melhor do que a tradicional.

Um fato é que os criadores da Amazon (Jeff Bezos) e Google (Sergey Brin e Larry Page), todos eles hoje multimilionários, estudaram em escolas que seguem o método Montessori.

Montessori tinha 28 anos quando, em 1898, começou a visitar um hospício em Roma e contemplou, horrorizada, como os pequenos internados naquela instituição eram tratados de forma absolutamente desumana, praticamente como animais. Alguns romanos iam ao local para atirar comida para as crianças, como faziam com animais do zoológico.

Vestidas com aventais sujos e esfarrapados, deixadas à própria sorte, essas crianças eram chamadas de “retardadas”, “deficientes” ou simplesmente “idiotas”. Entre elas estavam crianças com deficiência mental, epilépticas, cegas, surdas e autistas, que eram vistas como incuráveis.

Ela já havia visitado bairros pobres de Roma como médica voluntária (ela foi a terceira mulher em Roma a se formar em Medicina). Também havia ido ao reformatório, e ficou tão escandalizada quanto no hospício quando viu o abandono das crianças confinadas.

Com base nisso, ela moldou um método didático revolucionário para a época. Um método baseado em confiar nas crianças.

Os pequenos, disse Maria Montessori, não devem ser perseguidos, forçados ou dirigidos. Nem recompensados, nem punidos, nem mesmo corrigidos. Devem ser respeitados e, sem interferência, liberados em um ambiente em que tudo (espaço, móveis, objetos) esteja sob medida.

Ao defender o respeito às necessidades e aos interesses de cada estudante, de acordo com os estágios de desenvolvimento correspondentes às faixas etárias, Montessori argumentava que seu método não contrariava a natureza humana e, por isso, era mais eficiente do que os tradicionais. Os pequenos conduziriam o próprio aprendizado e ao professor caberia acompanhar o processo e detectar o modo particular de cada um manifestar seu potencial. Márcio Ferrarinovo escola

“Sigmund Freud descobriu o inconsciente; Albert Einstein, a relatividade; e Maria Montessori, a criança. Seu pensamento inaugurou uma nova era e muitas das coisas que consideramos naturais hoje, como respeito pelas crianças e escola democrática, são fruto das suas ideias”, diz à BBC News Mundo Cristina de Stefano, autora da biografia de Maria Montessori.

“Foi ela quem explicou que a criança é uma criatura com um cérebro muito poderoso, capaz de se concentrar muito e até se autoeducar, desde que seja respeitada desde o início e tenha permissão para trabalhar, tanto na família como na escola, no seu próprio ritmo”, acrescenta De Stefano.

Por causa dessa perspectiva desenvolvimentista, Montessori elegeu como prioridade os anos iniciais da vida. Para ela, a criança não é um pretendente a adulto e, como tal, um ser incompleto. Desde seu nascimento, já é um ser humano integral, o que inverte o foco da sala de aula tradicional, centrada no professor. Não foi por acaso que as escolas que fundou se chamavam Casa dei Bambini (Casa das crianças), evidenciando a prevalência do aluno. Foi nessas “casas” que ela explorou duas de suas ideias principais: a educação pelos sentidos e a educação pelo movimento.

A biografia, intitulada Il bambino è il maestro: Vita di Maria Montessori (A criança é a professora: Vida de Maria Montessori, em tradução livre), levou cinco anos de pesquisa.

Foi em 1907 que Maria Montessori abriu em San Lorenzo, então um dos bairros mais pobres de Roma, sua primeira escola: a Casa das Crianças. A partir daí, em alguns anos, seu método daria a volta ao mundo e a tornaria uma pessoa famosa.

Foi em 1907 que Maria Montessori abriu em San Lorenzo, então um dos bairros mais pobres de Roma, sua primeira escola: a Casa das Crianças. A partir daí, em alguns anos, seu método daria a volta ao mundo e a tornaria uma pessoa famosa.

Hoje, entretanto, muitas escolas Montessori estão em áreas abastadas e custam uma fortuna.

“É uma contradição. Um método que nasceu em um bairro pobre de Roma e que foi pensado com base na inclusão, para ajudar as crianças em dificuldade, tornou-se um método para os ricos”, disse Cristina de Stefano.

“Sem dúvida é um paradoxo. Mas também é preciso dizer que nos países em desenvolvimento o método montessori é usado para ajudar, por exemplo, crianças que passaram por guerras. Ainda há pessoas que continuam aplicando seu método para ajudar crianças em dificuldade”, complementa.

Individualidade, atividade e liberdade do aluno são as bases da teoria, com ênfase para o conceito de indivíduo como, simultaneamente, sujeito e objeto do ensino. Montessori defendia uma concepção de educação que se estende além dos limites do acúmulo de informações. O objetivo da escola é a formação integral do jovem, uma “educação para a vida”. A filosofia e os métodos elaborados pela médica italiana procuram desenvolver o potencial criativo desde a primeira infância, associando-o à vontade de aprender – conceito que ela considerava inerente a todos os seres humanos.

O método Montessori é fundamentalmente biológico. Sua prática se inspira na natureza e seus fundamentos teóricos são um corpo de informações científicas sobre o desenvolvimento infantil. Segundo seus seguidores, a evolução mental da criança acompanha o crescimento biológico e pode ser identificada em fases definidas, cada uma mais adequada a determinados tipos de conteúdo e aprendizado.

Mas essa não é a única incongruência relacionada a Maria Montessori. A mulher que dedicou sua vida às crianças, que nos ensinou a respeitá-las e valorizá-las, não foi a responsável por criar seu próprio filho.

Ela havia iniciado um relacionamento amoroso com um colega médico, Giuseppe Montesano. Era uma relação livre, sem vínculos.

A ideia do casamento não entrou nos planos de Montessori porque ela não acreditava na instituição do casamento e porque naquela época uma mulher casada não podia trabalhar fora de casa sem a autorização do marido.

Mas um dia, no final de 1897, Montessori descobriu que estava grávida de Montesano. Ela sabia que um filho fora do casamento encerraria sua carreira.

As duas famílias concordam que ela daria à luz em segredo. E quando em 31 de março de 1898 nasceu um menino, Mario, eles o registraram como filho de pai e mãe desconhecidos e o entregaram a uma enfermeira para criá-lo em Vicovaro, a 45 quilômetros de Roma.

Montesano e Montessori concordaram que os dois cuidariam da criança à distância. E também concordaram que nenhum dos dois jamais se casaria. Ela manteve o acordo, mas ele, não.

“Quando Montesano se casou com outra mulher e reconheceu a criança perante a lei como seu filho, Maria perdeu todos os direitos sobre a criança, que tinha 3 anos na época”, afirma De Stefano.

A emocionante biografia de Montessori tem outro ponto obscuro: sua colaboração, por exemplo, com o regime fascista de Benito Mussolini.

Mussolini ascendeu ao poder em 1922, iniciando um regime que desmantelou instituições democráticas italianas e se converteu em totalitário em 1925. Ele fora professor durante a juventude. E sonhava em fazer das escolas italianas uma fábrica de pequenos fascistas, de jovens disciplinados e obedientes.

Ela e Mussolini se encontram várias vezes e começaram uma estranha colaboração que durou dez anos. Até que, em 1933, profundamente decepcionada ao ver que Mussolini não cumpriu suas promessas de transformar as escolas italianas de acordo com seu método pedagógico, Montessori decidiu romper qualquer relação com o fascismo.

Mas essa mancha em sua biografia cobrou seu preço: ela foi indicada três vezes ao Prêmio Nobel da Paz, mas nunca ganhou.

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Onde Estão Todas as Civilizações Inteligentes? (O Paradoxo de Fermi)

Onde Estão Todas as Civilizações Inteligentes? (O Paradoxo de Fermi) Ciência Todo Dia

Os nossos cálculos mais recentes mostram que deveriam existir pelo menos 100.000 civilizações na Via Láctea. A questão que fica é: onde estão todas elas? Esse é o Paradoxo de Fermi, e nesse vídeo apresentaremos as melhores hipóteses para tentar explicar o porquê de nenhuma civilização (caso elas existam) terem feito contato com a gente ainda.

Fermize-se: Australia Day, O PARADOXO DE MORAVEC, O Paradoxo de Fermi, FAKE X DISCERNIMENTO e CARTA 7 de Platão, Religião mental

Boris Kipriyanovich

Mas e se tivéssemos feito todas essas coisas no passado distante, cerca de milhões de anos atrás? Impossível! Certo? Mas, de acordo com as afirmações de um menino russo chamado Boris Kipriyanovich, é verdade. AVIS LEEMysteries Run Solved

Na região de Volgogrado da Rússia, há um menino chamado Boris Kipriyanovich, muitas vezes apelidado de “Boriska” ou “Pequeno Boris”, que acredita-se ser um Criança Estrela Reencarnada.

A mãe de Boris (ou “o pequeno Boriska”, como foi apelidado), Nadezhda Kipriyanovich, afirma que o parto dele, em 1996, foi o mais rápido que ela já viu. Além disso, ela não sentiu nenhuma dor. O menino começou a falar quando tinha apenas quatro meses. E, aos dois anos, começou a ler e “assombrar” os professores de sua escola com uma inteligência precoce. Super Misterioso

Boriska revelou informações detalhadas sobre Marte, sistemas planetários, outras civilizações e coisas extraterrestres desconhecidas que ele não tinha como saber. Ele alcançou habilidades incríveis de linguagem aos 2 anos de idade e começou a falar sobre o universo aos 3.

Em um acampamento com amigos e pais aos sete anos, Boris revelou ser de Marte. Além disso, ele dizia ter como missão salvar a vida na Terra. Ele deu detalhes de sua vida em Marte, como tecnologia avançada e o fato dos marcianos pararem de envelhecer aos 30 anos.

Eles dizem que seu filho visita regularmente uma conhecida Zona Anômala em uma montanha para suprir suas necessidades de energia. Ele adora ler sobre objetos celestes, discutir estranhos fenômenos astronômicos.

Boriska descreveu sua vida anterior, que foi no planeta Marte e acrescentou que a civilização marciana era tão avançada que eles podiam viajar pelas galáxias. Além disso, eles vivem no subsolo, pois o meio ambiente foi envenenado pela radiação em uma guerra nuclear devastadora.

Ele afirmava que era o oxigênio da Terra que nos faz envelhecer, o que é uma explicação cientificamente correta. Porém, a alta tecnologia do planeta fez com que grupos disputassem o poder por lá. E isso levou a uma guerra destrutiva.

Boris afirma que ele e outros habitantes do país perceberam que a Terra caminha para um desfecho igual ao de Marte.

Segundo ele, a vida na Terra vai mudar quando “a Esfinge for aberta”, com a ajuda de um mecanismo secreto atrás de sua orelha. Entretanto, nem mesmo Boris sabe dos detalhes.

Em 2017, 15 anos após as conversas sobre o assunto, cientistas descobriram uma sala secreta em uma das pirâmides. E isso graças a ajuda de aparelhos. Porém, ainda não foram capazes de adentrá-la.

Segundo Boris, a Terra antigamente tinha apenas um único continente, chamado Lemúria. E ele era habitado por pessoas que mediam até nove metros.

De acordo com Boriska, ele visitou a Terra durante a Civilização Lemuriana, uma civilização pré-histórica no continente perdido (hipotético) de Lemuria localizado no Oceano Índico ou no Oceano Pacífico.

Boriska afirmou ainda que viu o fim daquela Civilização Lemuriana cerca de 70,000 anos atrás. No início, seus pais não acreditaram nele, então pesquisaram as coisas que ele disse e descobriram que eram verdadeiras.

Boriska teria desaparecido junto com sua mãe e uma série de tentativas de jornalistas ocidentais para localizá-lo falharam.

Um jornalista foi informado por um de seus associados russos que o menino está agora em uma vila remota. O garoto estaria por lá sob a proteção do governo russo e, por isso, qualquer tentativa de contatá-lo seria inútil.

Especialistas do Instituto de Magnetismo da Terra, Ionosfera e Ondas de Rádio da Academia Russa de Ciências (IZMIRAN) fotografou sua aura, que se revelou excepcionalmente forte. Ele tem o espectrograma laranja, que indica que ele é uma pessoa muito alegre, sugerindo que ele não era um paciente psíquico ou uma pessoa com distúrbios mentais.

Boriska diz que não é a única criança do espaço sideral na Terra, alegando que há outros como ele que também foram enviados para cá em uma missão específica para salvar a humanidade.

Ele afirma que todos são reencarnações e são referidos como “Crianças Índigo” que têm habilidades sobrenaturais e sobreviveram às guerras de Marte.

Desde entre o que falou em entrevistas e em documentários, sendo um muito lembrado o do Projeto Camelot, Boris explicou sobre os movimentos dos planetas e também sobre algumas complicadas equações astrofísicas que são utilizadas atualmente. revista pazes

BORISKA INDIGO: THE BOY FROM MARSMEN IN BLACK

Borize-se: A Educação Proibida, Instalando livros, EXISTEM CRIANÇAS VIVENDO EM MARTE AGORA!, Vai pra Marte!!!, Eles Vivem, , A correlação de Orion, Seres superiores existem?

Takanakuy

curiosamente89

Não tem nada melhor do que resolver os conflitos do ano antes dele o mesmo se encerrar, não é mesmo? Afinal, ninguém quer um início com pendências. E existem diversas formas de se acertar com as pessoas que lhe fizeram mal. Alguns conversam, outros mandam presentes, mas no Peru as coisas são diferentes. Lá, eles participam do Takanakuy. Você sabe o que é essa celebração? MeuCâmbio

O evento que ocorre todo dia 25 de dezembro não priva ninguém de participar. Tanto homens, como mulheres e crianças, podem ir ao campo de luta dar um fim nos problemas anuais. Nas lutas masculinas, as ações mais comuns são os socos. Já nas nas femininas, os chutes e pontapés são os golpes mais tradicionais.

Takanakuy, que significa “quando o sangue está fervendo”, é uma tradição indígena que vem dos Chumbivilcas, uma comunidade próxima a Cuzco. O evento é tão importante, que requer uma preparação para participar e assistí-lo, incluindo vestimentas típicas. Muitos dos lutadores utilizam máscaras de esqui coloridas e penduram bichos de pelúcia em cima da cabeça, com o objetivo de intimidar o oponente. As mulheres, têm o costume de trançar os cabelos e colocarem suas melhores saias e chapéus para assistir o confronto.

Não pense que porque a luta livre é realizada na praça de touro local, que não existem regras. No Takanakuy é preciso abraçar o adversário antes da briga, e não é permitido agredir o oponente quando ele está caído: a luta só é válida enquanto ambos encontram-se em pé. Caso o lutador descumpra com o regulamento, não sairá impune, mas castigado, sendo supervisionado por árbitros, que geralmente são as autoridades locais. Algo interessante do Takanakuy, é que apesar do evento ser um confronto agressivo, o índice de lesão é baixo, e, reza a lenda, que você sai sangrando, porém, com as desavenças resolvidas, pode até voltar a ser amigo do oponente.

Visto de fora, o Takanakuy até parece uma exposição irracional à violência, porém, esse é um patrimônio cultural do povo chumbivilcas. Para eles, é uma maneira de eliminar as energias negativas e resolver as desavenças de uma forma honrosa e limpa, uma vez a que as pessoas se prontifiquem a participar do evento.

Quechua for “when the blood is boiling,” Takanakuy is an annual fighting festival in the remote Andean village of Santo Tomás, in Chumbivilcas, Peru. In this Christmastime tradition, community members settle the year’s conflicts – from property disputes to family quarrels – through hand-to-hand combat. The practice is thought to have its origins in the colonial period, and is deeply imbued with code and ritual; it is both a space to resolve questions of honor, and a chance to show off physical strength in front of the community. Nicolas Villaume – American Quarterly

Each year, community members are selected as cargudos, responsible for organizing a series of dances, parades and ceremonies connected to Takanakuy. The festivities include a procession to honor baby Jesus. 

The fighting occurs in an open space. Referees use a whip to maintain the ring of spectators, which often tightens as the fight intensifies. 

The fight ends when one person is on the ground, although the referee can stop the action earlier if necessary. Takanakuy always ends with a handshake and, sometimes, a smile.

Takanakuyze-se: Conemo, Fortalecer a imunidade é importante: saiba o que comer e o que evitar, Felipe Guamán Poma de Ayala, O Tradutor, Leche de tigre

A lei é a mesma, será Jesus?!?

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Sócrates nasceu em Atenas por volta de 469 a.C. Adquiriu a cultura tradicional dos jovens atenienses, aprendendo música, ginástica e gramática. Lutou nas guerras contra Esparta 432 a.C. e Tebas 424 a.C. Durante o apogeu de Atenas, onde se instalou a primeira democracia da história, conviveu com intelectuais, artistas, aristocratas e políticos. Convenceu-se de sua missão de mestre por volta dos 38 anos, depois que seu amigo Querofonte, em visita ao templo de Apolo, em Delfos, ouviu do oráculo que Sócrates era “o mais sábio dos homens”. Trabalhos Escolares e de Cursos

“O verdadeiro conhecimento vem de dentro”

Nessa empreitada de colocar a filosofia a serviço da formação do ser humano, Sócrates não estava sozinho. Pensadores sofistas, os educadores profissionais da época, igualmente se voltavam para o homem, mas com um objetivo mais imediato: formar as elites dirigentes. Isso significava transmitir aos jovens não o valor e o método da investigação, mas um saber enciclopédico, além de desenvolver sua eloquência, que era a principal habilidade esperada de um político.

Recanto das Letras

Gandhi (1869-1948) foi líder pacifista indiano. Principal personalidade da independência da Índia, então colônia britânica.

Mohandas Karamchand Gandhi é amplamente reconhecido como um dos maiores líderes políticos e espirituais do século XX. Honrado na Índia como o pai da nação, foi pioneiro e praticou o princípio de Satyagraha — resistência à tirania através de desobediência civil massiva, não violenta. Unidos pelos Direitos Humanos

“Temos de nos tornar na mudança que queremos ver”

Além de sua luta pela independência da índia, também ficou conhecido por seus pensamentos e sua filosofia. Recorria a jejuns, marchas e à desobediência civil, ou seja, estimulava o não pagamento dos impostos e o boicote aos produtos ingleses.

Enquanto liderava campanhas a nível nacional para mitigar a pobreza, expandir os direitos das mulheres, criar harmonia religiosa e étnica e eliminar as injustiças do sistema de castas, Gandhi aplicou de forma suprema os princípios da desobediência civil não violenta para libertar a Índia do domínio estrangeiro. Ele foi frequentemente feito prisioneiro pelas suas ações, às vezes durante anos, mas realizou o seu objectivo em 1947 quando a Índia adquiriu a sua independência da Grã–Bretanha.

“O futuro dependerá daquilo que fazemos no presente”

O princípio do satyagraha, frequentemente traduzido como “o caminho da verdade” ou “a busca da verdade”, também inspirou gerações de ativistas democráticos e antirracismo, incluindo Martin Luther King e Nelson Mandela. Frequentemente Gandhi afirmava a simplicidade de seus valores, derivados da crença tradicional hindu: verdade (satya) e não-violência (ahimsa).

Domingos Ivan Baborsa

Madre Teresa de Calcutá

Madre Teresa de Calcutá (1910-1997) foi uma missionária católica macedônia, famosa por seu trabalho de ajuda às populações carentes do Terceiro Mundo. Dilva Frazão – ebiografia

Logo cedo descobriu sua vocação religiosa. Com dezoito anos entrou para a Casa das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto. Criou a Congregação Missionárias da Caridade.

Dedicou toda sua vida aos pobres. Em 1979 recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Foi Beatificada pela igreja católica em 2003 e canonizada em 2016.

Agnes Gonxha Bojaxhiu é o nome de nascimento de Madre Teresa de Calcutá. Ela nasceu no dia 26 de agosto de 1910, em Üsküp, cidade que fazia parte do Império Otomano, mas que atualmente se chama Skopje, atual capital da Macedônia do Norte, nação que surgiu depois do desmembramento da Iugoslávia. Mundo Educação

A congregação Missionárias da Caridade foi fundada por Madre Teresa de Calcutá em 1950 e atualmente está em mais de 100 países.

Os pais de Madre Teresa eram descendentes de albaneses e chamavam-se Nikola Bojaxhiu e Dranafile Bojaxhiu. O pai era um empreendedor de sucesso que trabalhava com diferentes negócios, enquanto a mãe era dona de casa e cuidava do lar e dos três filhos: Agnes, Aga e Lazar.

A família de Teresa era muito católica e, desde a infância, ela se envolveu com assuntos da igreja. Essa aproximação de Teresa com a religião aumentou consideravelmente depois que seu pai faleceu em 1919.

Foi educada numa escola pública da atual Croácia. Ingressou na Congregação Mariana. Com o consentimento dos pais, no dia 29 de Setembro de 1928, entrou para a Casa das Irmãs de Nossa Senhora de Loreto, em Dublin, Irlanda.

O seu sonho era ir para a Índia, onde faria um trabalho missionário com os pobres. Em 24 de maio de 1931, fez votos de pobreza, castidade e obediência, recebendo o nome de Teresa.

Em 1937, ela professou os votos de pobreza, castidade e obediência e, assim, recebeu o título de “madre”. Seguiu trabalhando na Saint Mary’s High School (a escola administrada pelas Irmãs de Nossa Senhora de Loreto) até 1948. No entanto, ela decidiu abandonar o convento e a escola na qual lecionava para ajudar os pobres de Calcutá de maneira voluntária e independente.

Da Irlanda, Irmã Teresa partiu para Índia. Foi enviada para Darjeeling, local onde as Irmãs de Loreto possuíam um colégio.

Madre Teresa alegou que decidiu abandonar a ordem em que esteve por quase vinte anos porque teria recebido um chamado para trabalhar entre os pobres na Índia. A pobreza na Índia era muito grande, e o contexto do país era de fome e violência, uma vez que, entre 1943 e 1944, a Índia Britânica tinha registrado a morte de milhões de pessoas pela fome. A violência, por sua vez, estava relacionada com o acirramento de ânimos entre hindus e muçulmanos.

De Darjeeling a Irmã Teresa foi para “Calcutá” onde passa a ensinar História e Geografia no Colégio de Santa Maria, da Congregação de Nossa Senhora do Loreto.. Mais tarde foi nomeada diretora.

Em setembro de 1946 durante uma viagem de trem, ouviu um chamado interior que a fez decidir abandonar o noviciado e se dedicar aos necessitados.

Depois de apresentar seu plano, recebeu a autorização do Papa Pio XII, no dia 12 de Abril de 1948. Embora deixando a congregação de Nossa Senhora de Loreto, a Irmã Teresa continuava religiosa sob a obediência do arcebispo de Calcutá. Só em 08 de Agosto de 1948 ela deixou o colégio de Santa Maria.

Madre Teresa dirigiu-se para Patna, para fazer um breve curso de enfermagem. Em 21 de dezembro obtém a nacionalidade indiana. Data em que a irmã reuniu um grupo de cinco crianças, num bairro pobre e começou a dar aula.

Pouco a pouco, o grupo foi aumentando. Dez dias depois eram cerca de cinquenta crianças. Tendo abandonado o hábito da Congregação de Loreto, a Irmã Teresa usava um sari branco (roupa indiana), debruado de azul e colocava no ombro uma pequena cruz.

As missionárias visitavam os abrigos levando, mais que donativos, palavras amigas e as mãos sempre prestáveis para qualquer trabalho.

Em 19 de março de 1949, as vocações começaram a surgir entre as suas antigas alunas do colégio. A primeira foi Shubashini. Filha de uma rica família, disposta a colocar sua vida ao serviço dos pobres.

Outras voluntárias foram se juntando ao trabalho missionário. Mais tarde chamadas de “Missionárias da Caridade”. Em 1949, a constituição da irmandade, começou a ser redigida.

A Congregação de Madre Teresa, foi aprovada pela Santa Sé em 07 de outubro de 1950. Em agosto de 1952, é aberto o lar infantil Sishi Bavan (Casa da Esperança) e inaugurado o “Lar para Moribundos”, em Kalighat, auxiliando pobres, doentes e famintos.

A partir dessa data, a sua Congregação começa a expandir-se pela Índia e por várias partes do mundo. Em 1963, em reconhecimento a seu apostolado, o governo indiano concede-lhe a medalha “Senhor do Lótus”.

Em outubro de 1979 a Madre Teresa de Calcutá recebeu o Prêmio Nobel da Paz.

No mesmo ano, João Paulo II recebeu a Madre, em audiência privada e a nomeia “embaixadora” do Papa em todas as nações.

Muitas universidades lhe conferiram o título “Honoris Causa”. Em 1980, recebe a ordem “Distinguished Public Service Award” nos EUA. Em 1983, estando em Roma, sofre o primeiro grave ataque do coração. Tinha 73 anos.

Em setembro de 1985, foi reeleita Superiora das Missionárias da Caridade. Nesse mesmo ano, recebeu do Presidente Reagan, na Casa Branca, a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração do país.

Em agosto de 1987, viajou para a União Soviética quando foi condecorada com a Medalha de ouro do Comitê Soviético da Paz. Em agosto de 1989, realiza um dos seus sonhos, abrir uma casa na sua Albânia, sua terra natal.

Em setembro de 1989, sofre o seu segundo ataque do coração e recebe um marca-passo. Em 1990, pede ao Papa para ser substituída no seu cargo, mas volta a ser reeleita por mais seis anos, até 1996.

Madre Teresa de Calcutá faleceu no dia 05 de setembro de 1997, depois de sofrer uma parada cardíaca. Seu corpo foi transladado ao Estádio Netaji, onde o cardeal Ângelo Sodano, Secretário de Estado do Vaticano, celebrou a Missa de corpo presente.

O mesmo veículo que, em 1948, transportara o corpo do Mahatma Gandhi foi utilizado para realizar o cortejo fúnebre da “Mãe dos pobres”. Em 19 de outubro de 2003 Madre Teresa de Calcutá é beatificada pelo Papa João Paulo II. No dia 4 de setembro de 2016 foi canonizada, pelo Papa Francisco.

Frases da Madre Teresa de Calcutá

  • “Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz.”
  • “É fácil amar os que estão longe, mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado.”
  • “Temos que ir a procura das pessoas, porque podem ter fome de pão ou de amizade.”
  • “Quem julga as pessoas não tem tempo para amá-las.”
  • “Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo.”

Há quem critique a gestão das doações realizadas para as ações de caridade dela e houve até quem a denunciasse por corrupção financeira. Por fim, as relações de amizade que Madre Teresa tinha como Jean-Claude Duvalier, o ditador haitiano conhecido como Baby Doc, também renderam críticas.

Calcutaze-se: Kobra, personalidade do ano em Nova York, Papas Reformadores, Noel ou Jesus?!?, Tornar-se adulto…, As discípulas de Jesus

Não Podíamos Ter Figos Sem Vespas.

O mutualismo, uma forma de simbiose, é uma interação entre dois indivíduos que beneficia ambos – e está disseminado por todo o reino animal. LIZ LANGLEY

Um beija-flor-roxo, nativo do norte da América do Sul, alimenta-se de uma flor.
 FOTOGRAFIA DE ALEX SABERI, NAT GEO IMAGE COLLECTION

É bem conhecido que os polinizadores fornecem os nossos alimentos favoritos, desde morangos a sementes de girassol. Mas menos familiar é o que impulsiona a polinização: o mutualismo.

Trata-se de uma interação entre dois indivíduos da mesma espécie, ou de espécies diferentes, que beneficia ambos. O mutualismo é uma forma de simbiose, que é uma relação próxima e persistente entre dois organismos de espécies diferentes, mas não é necessariamente uma relação em que se entreajudam. Os outros tipos de simbiose incluem parasitismo, comensalismo e amensalismo.

Quando os polinizadores, como abelhas, borboletas e beija-flores, bebem o néctar das flores, também apanham o pólen – os espermatozoides da planta – e espalham esta substância por outras flores, ajudando a planta a reproduzir-se. Quando os polinizadores, como abelhas, borboletas e beija-flores, bebem o néctar das flores, também apanham o pólen – os espermatozoides da planta – e espalham esta substância por outras flores, ajudando a planta a reproduzir-se. O polinizador obtém uma refeição e a planta procria.

É uma estratégia tão bem-sucedida que a polinização envolve 170 mil espécies de plantas e 200 mil animais, contribuindo para 35% da produção mundial de alimentos.

As abelhas também são favorecidas por algumas flores. As flores da orquídea conhecida por erva-abelha, por exemplo, imitam a aparência das abelhas fêmea.

Como estas orquídeas também se conseguem autofertilizar, conseguem sobreviver sem o seu parceiro mutualista, sendo portanto um exemplo de mutualismo facultativo.

Labroides dimidiatus, ou peixe-limpador, é famoso por conseguir as suas refeições através da limpeza de parasitas da boca e guelras de peixes maiores – peixes que visitam propositadamente as suas “estações de limpeza” – nos recifes de coral do Indo-Pacífico, mas possuem outras fontes de alimento, como crustáceos, e esta também é uma relação de mutualismo facultativo.

Porém, no caso dos figos e das vespas-do-figo, ambos precisam um do outro para completar o seu ciclo de vida. A isto chama-se mutualismo obrigatório. Existem cerca de 750 espécies de figos, e cada uma tem uma vespa específica para a polinizar.

O ciclo de vida começa quando uma vespa fêmea perfura um figo, que não é uma fruta, mas sim um cacho de pequenas flores invertidas que estão envoltas numa casca dura. A vespa põe os seus ovos dentro do figo e morre. Quando as larvas eclodem, as larvas dos machos ainda sem asas fertilizam as fêmeas. As vespas fêmea crescem e visitam outros figos, levando consigo o pólen dos figos anteriores para completar o ciclo de vida.

Quando os animais comem frutas e cospem ou defecam as sementes, obtêm nutrição e uma variedade de plantas têm a possibilidades de florescer, denominados como os dispersores de sementes, são considerados mutualistas difusos.

O mutualismo especializado acontece quando um ou ambos os organismos têm uma relação mais exclusiva, como uma espécie de ave, a phainopepla do sudoeste dos EUA e do México, que dispersa as sementes de visco do deserto, uma planta parasita.

As acácias da América Central, por exemplo, podem ter desenvolvido espinhos ocos para as formigas de acácia viverem.

As formigas, por sua vez, podem ter desenvolvido comportamentos defensivos – formam “enxames” e picam – para proteger a árvore dos herbívoros.

Os organismos com relações mutualistas podem passar por uma coevolução onde duas espécies desenvolvem novos traços em resposta às necessidades uma da outra.

É tentador antropomorfizar os mutualismos como favores entre amigos, mas trata-se apenas de duas espécies que tentam responder às suas necessidades. E também pode ser uma relação com um equilíbrio precário.

“Isto é realmente matéria-prima para algumas trocas evolutivas muito interessantes entre parceiros”, diz Judith Bronstein, ecologista e bióloga evolucionista da Universidade do Arizona, em Tucson.