Grafite na rua

Presto VinteTreis (Walyson Nogueira) e o amigo Babu SeteOito, pintaram quatro faixas de pedestres em terceira dimensão (3D) nas principais avenidas de Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá, na semana passada. O objetivo é reduzir o número de acidentes causados por excesso de velocidade. G1

A iniciativa já foi adotada em vários países com o objetivo de reduzir atropelamentos, como China, Índia, Geórgia e Islândia. A ideia é usar a ilusão de ótica como um fator a mais para fazer o motorista reduzir a velocidade e permitir a passagem dos transeuntes.
A uma distância de até 20 metros, lembram elementos de concreto encravados no asfalto. Na Islândia, é onde há os resultados mais positivos. Os atropelamentos caíram 25% nas ruas em que as faixas 3D foram pintadas. No Brasil, existe a expectativa de alcançar percentuais próximos disso. Massa Cinzenta
A cidade brasileira mais populosa a adotar as faixas de pedestres em 3D é Santo André, no ABC Paulista, com mais de 500 mil habitantes. Dois projetos-pilotos foram instalados no município, no final de 2017. O trabalho foi executado por funcionários do Departamento de Engenharia de Tráfego (DET) de Santo André, treinados para esse tipo de pintura.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, 22% das mortes no trânsito no mundo são causadas por pedestres atropelados. O Brasil aparece em 5º lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito.

Grafite-se: Relatos Salvajes, Velozes e Incompetentes, 22 de todos os dias, Multa Moral, No lugar da multa, um sorriso!, Grafite são artes públicas, Arte Fora do Museu

Dia Internacional do Voluntário

O Dia Internacional do Voluntário (ou Dia Internacional do Voluntariado) é celebrado anualmente em 5 de dezembro e foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 1985. Os voluntários são aquelas pessoas que têm espírito cívico e interesse por ajudar a construir uma sociedade melhor, dedicando para isso parte do seu tempo em trabalhos sociais, sem receber qualquer tipo de remuneração por isso.

No Brasil, o Dia do Voluntário também é celebrado em 28 de agosto, data esta conhecida como Dia Nacional do Voluntariado, e instituída através da Lei nº 7.352, de 28 de agosto de 1985. Calendarr

Imagens: Natalia KelbertVoluntariado Empresarial
Veja também: Voluntário, Coincidence or not, Casas de Mediação, Dia Mundial do Meio Ambiente., Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz – UMAPAZ, Pessoas criativas são mais propensas à depressão e dependência química, Violentamente pacífico, Efeito Borboleta

A blogueirinha e a Joana

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2825413017520908&id=173920672670169

Gabriela Pugliesi, a blogueirinha fit, postou no seu instagram que não tem nada melhor do que: “acordar, meditar, alongar, fazer atividade física, ir pra crioterapia e depois fazer drenagem!” Numa Segunda-feira. Não, ela não está de férias!

Ela recebe pra fazer atividade física, pra publicar as marcas que a patrocinam, pra divulgar a massagista, pra dizer que a vida é “mara” e que ela é muito feliz.

Ela também diz que Cúrcuma e Magnésio são “mara” e que fazem bem “pra tudo”. E aí, a Joana (nome fictício) vê isso.

Ela, Joana, acorda cedo, passa um café rapidinho, corre pro trabalho, come no refeitório do serviço, chega em casa depois das 19h, pega seu material de estudos e corre pro inglês. Volta, come qualquer coisa, e dorme porque “todo dia ela faz tudo sempre igual, se sacode às 6h da manhã”. Então, a Joana que é uma pessoa normal, começa a se sentir fracassada. Triste. Talvez seja falta de cúrcuma ?

Ela não consegue acordar, meditar, alongar, treinar, fazer crioterapia e drenagem.
Enquanto a blogueira faz drenagem, ela já está na segunda reunião. Entregando o quarto relatório do dia. E nem 10min de meditação ela consegue fazer!

E o que que essas blogueiras fazem pra humanidade, além de demonstrar uma vida fictícia que NINGUÉM normal pode ter?

E aí vemos jovens cada dia mais depressivos, pessoas cada vez mais imediatistas, profissionais mais frustrados e, a vida real, que era pra ser a vida realmente boa, mesmo com os seus tropeços, vai sendo vista como uma vilã cruel.

Umas semanas atrás, um “coach de life style” se matou. Um tal de Coach Bueno.
Desses que tinham a vida plena na rede social. Mas a vida real, que é boa mesmo com seus percalços, pesou. E ele não aguentou. Vejam só: a maioria dos influenciadores digitais se consultava com ele.
E ele? Se consultava com quem?

Em tempos de cúrcuma, magnésio, vida “mara”, água com limão de manhã, crioterapia, meditação e life style… eu fico com o churrasco, o arroz (pode até ser com açafrão!) com feijão, a vida em família, a religião, a atividade física moderada, e um brigadeiro, que nunca matou ninguém de decepção.

(Texto: Valéria Araujo)

Cavalo louco

Cavalo Louco (ou Doido, Crazy Horse ou Tashunkewitko no idioma original Lakota) viveu em uma época dramática para os índios norte-americanos. A Guerra Mexicano-Americana (1846–1848), as sucessivas descobertas de ouro e a necessidade de ocupar as terras do oeste norte-americano, acarretaram enxurradas de militares, colonos, aventureiros e mineradores às — “protegidas” por decreto, o Tratado do Forte Laramie (1868), — terras indígenas.


Estima-se que existiam entre 20 e 30 milhões de índios na América do Norte quando os primeiros colonos europeus desembarcaram, mas, ao final do século XIX, esse número teria sido reduzido a apenas 2 milhões.
Embora tenha ocorrido um morticínio indígena durante séculos, no séc. XIX os índios sofreram sucessivas “intervenções controladas” por parte do governo estadunidense que resultaram na extinção de diversas culturas pré-colombianas.


Cavalo Louco decidiu viver livre e morreu jovem, aos 35 anos. Incrível História
Devido ao seu excelente desempenho nas batalhas e suas muitas vitórias contra tribos inimigas, Crazy Horse foi considerado um herói indígena. Foi-se observado também que ele, mesmo tendo a chance, muitas vezes se absteve de matar e apenas golpeou o inimigo. Guerreiros Sioux
Ao lado de Touro Sentado, Cavalo Louco conduziu seus guerreiros durante a batalha de Little Bighorn, onde morreu o célebre General Custer. Cavalo Louco foi um respeitado ameríndio Sioux, líder militar da tribo dos Oglala Lakota. Seu povo além de lutar contra a Cavalaria americana também vencera várias tribos rivais. A história do povo Sioux é contada no belo filme “Enterrem meu Coração na Curva do Rio” lançado em 2007. Obvious
Mas há porém que se lançar sobre os povos indígenas, um olhar que passe ao largo do estigmas de apenas vítimas ou então selvagens antropófagos. Os índios já foram sacralizados e demonizados conforme a época e o interesse político das américas colonizadas. Mas os indígenas foram antes de tudo seres humanos que viviam em grupos sociais que também poderiam se chamar, antes dos povos do velho continente aqui chegarem; de nação, com suas crenças e seus costumes. E, como humanos que eram também gostavam das disputas entre si, eram povos guerreiros. Quando o homem branco chegou, se encantaram com as facilidades e também com os vícios do mundo civilizado mas ao que tudo indica, fizemos mais mal à eles do que eles à nós.

Cavalo Louco possui uma extensa biografia sobre suas atuações militares. Ficou conhecido por rechaçar toda uma força do exército americano, fazendo parte assim da grande vitória indígena na Batalha de Little BigHorn, durante a Guerra Sioux, ao lado de Touro Sentado. Cavalo Louco acabou se rendendo ao exército. 4 meses depois, foi morto por um guarda em sua cela.
A expansão territorial dos Estados Unidos custou a vida e a terra dos índios. Nuvem Vermelha disse uma vez: Radio Yandê
”Fizeram-nos muitas promessas, mais do que eu posso lembrar. Mas eles nunca as cumpriram, menos uma: prometeram tomar nossa terra e a tomaram”

A fala “Today is a good day to die”, ou “hoje é um bom dia para morrer” muito usada pelos Klingons de Star Trek, foi primeiramente dita em Pequeno Grande Homem pelo Old Lodge Skins, interpretado por Chief Dan George. Adoro Cinema

Humanize-se: The Lone Ranger, A, Os índios nos gibis., Era da Pilhagem, Erva Mate, Bandeirantes Modernos, Humans, A Odisseia dos Tontos, Manual dos remédios tradicionais Yanomami

República dos bananas

O acampamento produzia anualmente mais de 7,2 mil toneladas de alimentos, gerando trabalho e renda para mais de 5 mil pessoas, segundo o MST. Juliana Almirante – Metro1

A ação de reintegração de posse foi deflagrada pela Polícia Federal em favor da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), para desocupação de uma área de aproximadamente 1727 hectares.

Banalize-se: Embalos de bananas, Banana power verde, 1ª Feira de Economia Solidária e Agricultura Familiar, Conheça 13 maneiras de reaproveitar sobras e cascas de frutas e vegetais, Banana, tumblr, Banana Republic, Gastronomia Funcional

Van movida a energia solar ou com banheiro?!?

Por anos Brett Belen idealizou veículos elétricos abastecidos coma luz do sol. Ou seja, nada de posto de gasolina, bastava estacionar o carro e esperar algumas horas para cair na estrada de novo. E para viabilizar suas viagens em família, ele transformou a icônica “pão-de-forma” da Volkswagen numa van elétrica alimentada a energia solar, altamente funcional.solarvan3

Aproveitou o modelo de 1973, espaçoso e com uma vasta área de tejadilho para aplicar um enorme painel fotovoltaico, que proporciona exposição solar máxima ao sol. Ele é composto por quatro paineis LG de 305 watts que, quando levantados, assumem a posição diagonal num ângulo máximo de 40º, e se encarregam de gerar mais combustível para a van.

Quando posicionada de forma correta para acompanhar o movimento do sol, ela pode ser carregada e aproveitar 6 horas de energia solar! Seu interior é equipado com mesas dobráveis as laterais feitas com tecido à prova de água, como o de uma tenda de campismo, garantido conforto para toda a família. Vivimetaliun

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Todas as fotos © Brett

Filtro de barro brasileiro é considerado o melhor do mundo

Os filtros de barro estão presentes em muitas casas brasileiras, e de acordo com pesquisas realizadas por cientistas norte-americanos, e publicadas no livro “The Drinking Water Book”, de Colin Ingram, nossos filtros têm, provavelmente, o melhor sistema de purificação de água do mundo.

Um dos fatores que contribuem para essa eficiência dos filtros de barro é a sua câmara de filtragem de cerâmica, feita de velas de cerâmica, que são muito eficazes no trabalho de retenção de cloro, pesticidas, ferro e alumínio.

Nos filtros de barro, a filtragem é realizada através da gravidade, com a água passando pelas velas e gotejando lentamente para o reservatório inferior.

Fabricados de maneira quase artesanal a partir de barro ou argila, os filtros eram antigamente feitos por pequenos fabricantes, mas hoje em dia existem muitas fábricas especializadas nesse tipo de produção. A história do filtro de argila é, na verdade, bem antiga: foi em 1827 que o inglês Henry Doulton inventou o sistema de tratamento de água através das velas de cerâmica; então, após 8 anos, a Rainha da Inglaterra Victoria pediu que ele passasse a produzir tais filtros para a corte britânica.

O funcionamento desse filtro é simples, porém muito eficiente. De maneira lenta, pela ação da gravidade, a água passa pelos poros do filtro de cerâmica, sendo filtrada, e então fica armazenada na parte inferior, alguns filtros de cerâmica podem ainda serem tratados com uma camada de prata, que previne que microrganismos e algas comecem a crescer no interior dos recipientes. Ciencia Informativa

Os filtros de barro já foram testados por cientistas de várias universidades e sua eficácia foi comprovada por esses testes. É claro que a qualidade da cerâmica e dos outros materiais interferem nessa eficácia. Além da eficiência em filtrar a água, todos que têm um filtro desse em casa sabem que ela fica bem fresquinha, até 5ºC mais gelada que a temperatura externa. O filtro de cerâmica, no entanto, não é eficiente para remover partículas virais, pois essas são menores que o tamanho que os poros conseguem filtrar.
A eficácia do filtro de barro é tanta que, inclusive, ele é o mais recomendado em países que têm grandes problemas com doenças transmitidas pela água contaminada, principalmente diarreia em crianças, que frequentemente pode levar à morte. Nesses casos, além de ser um método fácil de ser usado, ele é muito mais barato e precisa de pouca manutenção. Nathália de Moraes – nathalia.esalq.bio@gmail.com

Ague-se: Pés no chão, Piscina biológica sem cloro, Água forever, Água aromatizada, Dia Mundial da Água, Carmina Burana: Introduction (O Fortuna)

Patrono do esporte brasileiro

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (24) o Projeto de Lei 2793/19, do deputado Filipe Barros (PSL-PR), que declara o piloto Ayrton Senna da Silva, morto em 1994, como patrono do esporte brasileiro.
Filipe Barros lembra que Senna morreu de maneira trágica, recebendo tratamento de herói nacional, em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, após acidente no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola.

O projeto tramitou em caráter conclusivo e seguirá para a análise do Senado, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara. Câmara dos Deputados – Pierre Triboli

Para o deputado é importante destacar que a relevância do piloto é reconhecida mundialmente, mesmo após 25 anos da sua morte. “Anos após sua morte, em 2009, Ayrton Senna foi eleito, numa consulta a 217 pilotos da Fórmula 1 pela revista inglesa Autosport, o melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos”.

Diversos documentários foram feitos para contar a história de Senna. Em 2017 foi lançado um vídeo com depoimentos de diversos pilotos e integrantes do universo da F1 sobre o piloto brasileiro. Diário do Poder

Ayrton Senna da Silva, ou simplesmente Senna, foi um piloto de Fórmula 1 das décadas de 80 e 90 e maior ídolo brasileiro do automobilismo. Nasceu em São Paulo, no dia 21 de março de 1960, e morreu de maneira trágica em 1º de maio de 1994, após colidir com uma mureta de proteção no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola. Seu velório foi um dos mais marcantes da história do Brasil, durou cerca de 22 horas e foi acompanhado por aproximadamente 240 mil pessoas.

A carreira de Senna no automobilismo começou como a da maioria dos pilotos: no kart. Aos quatro anos, Ayrton ganhou o seu primeiro kart, construído pelo seu pai. O motor foi tirado de um cortador de grama, mas chegava aos 60 km/h. O kart foi montado pelo pai foi o principal “brinquedo” de Ayrton na infância.

A partir dos sete anos de idade, Ayrton passou a dirigir um kart profissional, mas sem participar de competições. A primeira volta de Senna em um circuito de kart foi aos 11 anos, na chuva. Um ano depois, desmontou seu próprio kart para descobrir a função de cada peça e entender como poderia ser mais rápido. BrasilEscola

Terry Fullerton era, pra mim, um piloto completo. Tenho boas lembranças disso. Era competição pura, automobilismo puro. Sem política nem dinheiro envolvido.” (Ayrton Senna).


Apesar dos bons resultados nos testes pela Williams e McLaren, era arriscado para as grandes equipes contratarem um jovem como piloto titular. Senna conversou com a Lotus, equipe mediana da época, mas a única proposta oficial veio da pequena equipe Toleman. “Era melhor assinar com a Toleman do que me aposentar no automobilismo”, afirmou Senna.
As vitórias e ações de Senna o fizeram se tornar um herói nacional. No final da década de 80, o Brasil havia recém-saído da Ditadura Militar e passava por um momento econômico difícil. A renda per capita declinou e o percentual de brasileiros na linha da pobreza havia aumentado. O brasileiro não tinha muito do que se orgulhar, mas Senna fazia questão de afirmar sua nacionalidade e desfilava com a bandeira nacional em suas vitórias. Esses gestos e a exploração da imagem de Senna pela TV contribuíram para a construção de um arquétipo de herói nacional.

Silve-se: Ayrton Senna dSilva, Centro de Esportes Radicais,

O POVO BRASILEIRO

Darcy Ribeiro tem uma interpretação própria da formação do povo brasileiro a partir de três matrizes básicas: os índios que habitavam originalmente a terra, o europeu descobridor-colonizador (os portugueses) e os africanos escravizados. Nesse caldo cultural mais miscigenado do mundo, coexistem culturas tão diferentes entre si e dão origem a um povo e uma sociedade singular. Bons livros para ler

Quem são os brasileiros? Para respondermos a essa pergunta, temos que ir ao ponto central e, como todos aqueles que aprenderam História sabem, os índios encontrados no litoral foram principalmente de tronco Tupi. Somavam um milhão de índios divididos em dezenas de grupos tribais, cada um deles compreendendo várias aldeias de trezentos a dois mil habitantes. Podemos dizer que (em número) a população indígena era a mesma que a de Portugal.

Os povos indígenas eram estruturados autonomamente. No entanto, quando eles perceberam a chegada de europeus, viram como algo espantoso, mítico, algo enviado pelo Deus Sol, o criador. Esses recém-chegados, saídos do mar, eram feios, fétidos e infectos. Pouco mais tarde, essa visão idílica que os índios tinham dos novos visitantes se dissipa. A destruição das bases da vida social indígena, a negação de todos os seus valores, o despojo, o cativeiro, muitíssimos índios deitavam em suas redes e se deixavam morrer, como só eles têm o poder de fazer.

Para os “civilizados”, a vida era uma tarefa, uma sofrida obrigação, subordinada ao lucro. Condenados à tristeza, os índios cativos, sobretudo suas mulheres através do sexo, forneciam também as alegrias para os invasores. Frente a essa invasão, os índios defenderam até o limite possível seu modo de ser e de viver, principalmente depois de perderem as ilusões dos primeiros contatos pacíficos, quando perceberam que a submissão ao invasor representava sua desumanização como bestas de carga.

Os invasores trouxeram a coqueluche, a tuberculose e o sarampo. O encontro entre essas duas civilizações começa como uma guerra bacteriológica. De um lado, pessoas que viveram entre pestes, que sobreviveram e que desenvolveram resistência a doenças desse tipo. Do outro lado, pessoas indefesas, que morreram aos milhares pelas doenças trazidas. O encontro da civilização com os povos indígenas em um primeiro momento acontece através de pestes mortais e a dizimação.

“Os brasilíndios ou mamelucos paulistas foram vítimas de duas rejeições drásticas. A dos pais, com quem queriam identificar-se, mas que os viam como impuros filhos da terra,aproveitavam bem seu trabalho quando meninos e rapazes e, depois, os integravam a suas bandeiras, onde muitos deles fizeram carreira. A segunda rejeição era do gentio materno. Na concepção dos índios, a mulher é um simples saco em que o macho deposita a semente. Quem nasce é o filho do pai, e não da mãe, assim visto pelos índios. Não podendo identificar-se com uns nem com outros de seus ancestrais, que o rejeitavam, o mameluco caía numa terra de ninguém, a partir da qual constrói sua identidade de brasileiro.” (pg 82, pg 83)

Mameluqueze-se: Manuel Edmilson da Cruz, A Invasão do Brasil, EU SOU GUARANI KAIOWÁ, TODO DIA ERA DIA DE ÍNDIO, ÍNDIO EDUCA, TERRA SEM MALES, EJU ORENDIVE, RELATÓRIO FIGUEIREDO, SANTO PADRE JOSÉ DE ANCHIETA, BRÔ MC´S

A Civilização Iorubás

Os iorubás ou iorubas (em iorubá: Yorùbá), também conhecidos como ou yorubá (io•ru•bá) ou yoruba, são um dos maiores grupo étno-linguístico ou grupo étnico na África Ocidental, composto por 30 milhões de pessoas em toda a região. Constituem o segundo maior grupo étnico na Nigéria, com aproximadamente 21% da sua população total.

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As lendas contam que Ilé-Ifé teria sido o próprio berço da humanidade. Ali Todos os povos e reinos descenderiam do deus-rei Odudua, fundador da cidade sagrada. Outra lenda diz que Odudua seria o condutor de uma gente vinda do Leste.

Após a fundação da cidade sagrada o povo teria se espalhado pela região e tomou forma final por volta do final do primeiro milênio. Possível época da fundação de Oyo, capital política dos iorubas. Cidades independentes com seus governantes, camponeses. O Senhor do reino ratificava o poder dos mandantes de cada cidade que era chamado de Bale e tinha a assembléia dos notáveis, que era na realidade a detentora da autoridade. O guarda muralhas, em geral era um mágico, o babalaô, que recolhia os impostos. Uma aristocracia improdutiva controlava as armas, o poder político, o comércio local, nacional e internacional. Vivimetaliun 1


Os Yorubas do Sul da África Ocidental (República do Benin, Nigéria e Togo, incluindo também peças de Gana, Camarões e Serra Leoa), tem uma muito rica e vibrante comunidade artesanal, criando arte contemporânea e tradicional. O costume de arte e artesãos entre o Yoruba é profundamente assinalado no corpo literário Ifá que indica os orixás Ogun, Obatala, Oxum e Obalufon como central à mitologia de criação inclusive a obra artística

O estado do Rio de Janeiro, segundo dados apresentados pelo IBGE, é dono de uma das maiores concentrações de descendentes e praticantes de religiões negras, especialmente as com elementos das culturas Nagô e Iorubá.

Historicamente, os iorubás habitavam o reino de Ketu (atual Benim) e o Império de Oyo, na África Ocidental. Até meados de 1815, eles foram trazidos ao Brasil como escravizados, durante o que ficou conhecido como Ciclo da Costa da Mina.

No Brasil, a cultura está presente em todo o território nacional, mas pode ser percebida com mais intensidade na Bahia, sobretudo na capital Salvador. Estima-se que existam 45 milhões de iorubás no mundo, sendo que 40 milhões deles vivem na Nigéria. Vivimetaliun 2

Poetize-se: HUNGU, DIA DA ÁRVORE, Baobá, A história do jardineiro de Oxalá, DICAS DE UMA ÁRVORE, NAARA BEAUTY DRINK!!!, A CEBOLA: O ELIXIR DESCONHECIDO, JEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?, TIMO, Ibaré Lewá’: amizade bonita entre Orixá e natureza, SIGNOS, ORIXÁS E PLANETAS, NESTE CHÃO TUDO DÁ, NA ESTRADA HAVIA UMA PEDRA

Indigenous Blood Journey

This education and awareness program provides the opportunity to learn about First Peoples history and current issues experientially through the perspectives of Indigenous youth. Using interactive activities, discussion and active engagement, you are invited to face the challenges of today and yesterday honestly, responsibly and with compassion.The Indigenous Journey

Dia da consciência negra e dos seres humanos

A foto é capa do disco “Samba Enredo”, do Martinho da Vila.

“Saíram da África 12 milhões e meio de seres humanos. Chegaram 10 milhões e 700 mil. Morreram na travessia 1 milhão e 800 mil pessoas. Se dividir isso pelo número de dias, dá 14 cadáveres, em média, lançados ao mar todos os dias ao longo de 350 anos. Um número tão alto que, segundo depoimentos da época, isso mudou o comportamento dos cardumes de tubarões no Oceano Atlântico, que passaram a seguir os navios negreiros”. Conversa Com Bial – gshow
20 músicas para 20 de Novembro, tem música afirmativa, música combativa e música de celebração. Toca Fitas

Sandra de Sá – Olhos Coloridos (1982)
Gilberto Gil – Sarará Miolo (1979)
Martinho da Vila – Nego, Vem Cantar (1974)
Tássia Reis – Se Avexe Não (2014)
Rappin’ Hood (part. Leci Brandão) – Sou Negrão (2001)

Ellen Oléria – Zumbi (2013)
Emicida – Mufete (2015)
Emílio Santiago – Brother (1975)
Tim Maia – O Caminho do Bem (1976)
Dona Ivone Lara (part. Jorge Ben Jor) – Sorriso Negro (1981)

Wilson Simonal – Tributo a Martin Luther King (1967)
Xênia França – Respeitem Meus Cabelos, Brancos (2017)
Itamar Assumpção – Vá Cuidar da Sua Vida (1998)
Rashid – Estereótipo (2017)
Toni Tornado – Podes Crer, Amizade (1972)

Thaíde & DJ Hum (part. Paula Lima e Ieda Hills) – Sr. Tempo Bom (1996)

Daúde – Ilê Ayê (Que Bloco é Esse?) (2002)
Margareth Menezes – Raça Negra (1993)
Rincon Sapiência – A Coisa Tá Preta (2017)
Jorge Ben Jor – Negro é Lindo (1971)

“Na economia escravagista havia até um negócio paralelo, tão constrangedor que nunca recebeu grande destaque na história da escravidão: a reprodução sistemática de escravos, com objetivo de vender as crianças, da mesma forma como se comercializam animais domésticos. Era uma prática tão repulsiva que são esparsos os relatos de experiências conduzidas em Portugal, na Espanha e nos Estados Unidos. Uma delas foi registrada no palácio ducal de Vila Viçosa, sede dos duques de Bragança, a dinastia que assumiria o trono de Portugal a partir do fim da União Ibérica, em 1640, com a ascensão de dom João IV ao poder. Ao visitar o local, em 1571, o italiano Giambattista Venturino se surpreendeu com a existência ali de um centro de reprodução de escravos. Segundo ele, eram tratados da ‘mesma forma como manadas de cavalos são na Itália’, com objetivo de obter o maior número possível de crianças cativas, que seriam vendidas em seguida por preços entre trinta e quarenta escudos”. Rodrigo Casarin – UOL Entretê

Negre-se: Manuel Edmilson da Cruz, 30 Matrix indígenas, África Liberdade, Santo Padre José de Anchieta, Cultura da paz?, Bandeirantes Modernos, Te desejo Vida, O que é ser defensor dos direitos humanos, afinal?, Boas Práticas Legislativas

Dia da Bandeira

No dia 19 de novembro, é comemorado o Dia da Bandeira do Brasil. O símbolo nacional foi criado para marcar um importante momento histórico para o país, (o fim do Império e o começo da República), quatro dias depois da Proclamação da República, que aconteceu em 15 de novembro de 1889.

9 curiosidades sobre a bandeira do Brasil

  1. Projetada por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos, com desenho de Décio Vilares, a bandeira do Brasil foi desenhada pelo pintor francês Jean Baptiste Debret.
  2. Cada uma das estrelas corresponde a um estado brasileiro. A bandeira deve ser atualizada caso seja criado ou extinto algum estado.
  3. A única estrela que está acima das palavras “Ordem e Progresso” representa o Estado do Pará.
  4. As palavras “Ordem e Progresso” foram inspiradas na seguinte frase do positivista Augusto Comte: “O amor por princípio e a ordem por base, o progresso por fim”.
  5. Quem propôs o lema “Ordem e Progresso”, um resumo da teoria de Comte, foi o político Benjamin Constant.
  6. A bandeira é considerada um símbolo nacional. Os outros quatro símbolos nacionais são: Hino Nacional, Armas Nacionais e Selo Nacional.
  7. A bandeira do Brasil é hasteada de maneira permanente na Praça dos Três Poderes em Brasília. No primeiro domingo de cada mês, é feita uma cerimônia para troca da bandeira.
  8. A bandeira da República é uma releitura da bandeira do Império.
  • 9. O Brasil é o único país que o desenho da bandeira respeita a posição astronômica das estrelas. Natália Plascak Jorge

Nacionalize-se: Brasil termina Parapan em 1º lugar e faz a melhor campanha da história, Boas Práticas Legislativas, O Brasil visto do Céu, As 11 ideias de negócio mais procuradas pelos brasileiros

Rir até cair os dentes

#Amizades são uma parte importante da vida, pois algo é dito que os amigos são como a família que podemos escolher. O Terceiro Ato
Se você tiver a sorte de ter alguém em sua vida, cuide dela e mantenha-a ao seu lado, então quando elas estiverem velhas, elas continuarão a te acompanhar e a rir como fazem hoje.

10 características de #amizades bonitas e verdadeiras:

  1. Concentre-se no bem.

Bons amigos não precisam te impressionar. Isso é muito trabalho. Os amigos realmente enxergam além da superfície e apreciam suas boas qualidades.

  1. Seja real.

Os amigos podem realmente rir ou chorar, fazer bobagens ou ficar sérios, e ainda sentir o calor da verdadeira conexão.

  1. O amor conta.

Você reconhece bons amigos, no entanto, quando eles reconhecem o seu afeto, eles permanecem com você, mesmo que as coisas fiquem feias.

  1. Erros são parte da vida.

Amigos de verdade não condenam você por cometer erros; Somos todos humanos e cometemos erros. Nós aprendemos enquanto crescemos.

  1. Saldos de energia.

Amizades verdadeiras possuem uma liderança fixa. É sobre ser capaz de se revezar: entender e ser entendido, dar e receber apoio, e que você se importa o suficiente para ouvir o que não é dito.

  1. Peça perdão.

Quando há conflitos, verdadeiros amigos encontram a coragem de falar com você em vez de fofocar e deixar o desconforto aumentar. Verdadeiros amigos entendem, e porque eles entendem, eles são capazes de perdão.

  1. Lealdade, cuidado e conexão.

A verdadeira lealdade à amizade é fundamental e a conexão é a norma. Você sabe que eles estão lá cuidando de você. Os amigos realmente olham para além do flash da personalidade e ficam com a essência.

  1. Deixe o outro crescer.

A dinâmica e as pessoas mudam. #Amigos de verdade dão espaço uns aos outros para crescer, tempo para recalibrar e abrir a porta para compartilhar o que só é aprendido através da experiência.

  1. Regue a planta.

Tal como acontece com as plantas, as amizades devem ser regadas também. Amigos realmente ligam para ver como é. Seja no dia-a-dia ou nos aniversários, é sempre algo especial.

  1. Comemore as boas coisas.

Amigos de verdade celebram suas vitórias. Eles querem o melhor para você e você se preocupa muito em estar realmente feliz com seus sucessos. Sua alegria é sua alegria.

Fonte: Traduzido e adaptado do site Rincón del Tibet, de artigo publicado no site elvasomediolleno

Gratidão amigos seguidores.

Mude conceitos, você pode e deve: Vitórias e Conquistas, ‘Ibaré Lewá’: amizade bonita entre Orixá e natureza, Luzes, Remédio caseiro para controle de pulgas, Saudação ao Sol, En+coleira+ar, Casa da árvore, Colegas, Somos todos doadores, Não adoeça, Estresse no seu corpo, Veteranas de guerra, Em progresso,

Grude na Tela Rural


Grude de Extremoz…
Ingredientes:
1 kg de goma de mandioca ( aquela de fazer tapioca);
3 cocos secos (ralados);
1 leite de um coco (sem acrescentar água) quanto baste;
Sal a gosto.
Modo de preparo:
Junta a goma os cocos ralados e o sal e mistura ate dar liga.
Dispõem a massa em uma assadeira e molha com o leite de coco, logo a pois, por no forno pré-aquecido.
Ficar no forno até dourar e a faca sair limpa.
Obs1.: o sal a gosto, você tem que por e sentir o sal, pois o coco é adocicado.
Obs2.: você pode por folhas de bananeira para cobrir a assadeira e dispor a massa.
Obs3: você pode fazer em fogo a lenha também, fica muito saboroso.
Obs.: Também pode ser feito na própria quenga do coco, fica muito bonito e da um charme na apresentação. Por que não, é gostoso

O Lago de Nós

Com criação e direção de Chris Belluomini, o espetáculo apresenta em sua poética discussões como a intolerância, as relações e os papeis sociais, a moral e a consciência ética, a posse e o amor. Metáforas como a imagem poderosa do lago – que transita da superfície à profundidade, do reflexo à imersão – e a palavra “nós” – que carrega o sentido daquilo que nos prende, além de significar o pronome que soma o eu ao outro – contribuíram para a construção da obra.
Com criação e direção de Chris Belluomini, o espetáculo apresenta em sua poética discussões como a intolerância, as relações e os papeis sociais, a moral e a consciência ética, a posse e o amor. Metáforas como a imagem poderosa do lago – que transita da superfície à profundidade, do reflexo à imersão – e a palavra “nós” – que carrega o sentido daquilo que nos prende, além de significar o pronome que soma o eu ao outro – contribuíram para a construção da obra. Teatro Sérgio Cardoso


‘Lago’ é uma imagem poderosa que transita da superfície à profundidade, do reflexo à imersão. ‘Nós’ carrega o sentido daquilo que nos prende, além de significar o pronome que soma o eu ao outro. Estas e outras metáforas contribuíram para a construção do espetáculo, que trata, principalmente, das relações afetivas, daquilo que nos afeta e é afetado por nós, daquilo que nos conecta e nos desconecta, seja a partir de nós mesmos, do outro ou do mundo que nos cerca. Fabricas de Cultura


Em 2015, meses antes da estreia, a ‘Intervenção Luz – O Lago de Nós’ ocupou o prédio do Núcleo Luz com fragmentos do espetáculo. A experiência permitiu ao público uma intimidade e proximidade com as cenas, que percorreram todo o espaço do projeto.

Poetize-se: Território Político – A Força da Ação Coletiva, Piratas do Tietê vão invandir os cinemas, Dia da baderna, Territórios Culturais, Frevo, sim, Carnaval!, O VENTO QUE VARRE A CASA, For all, Fiesta de Día de los Muertos

IA – Indígena é Ateu? E os emojis com isso?

O linguista e acadêmico americano Daniel Everett teve sua vida transformada por conviver nos anos 1970, com os índios brasileiros da tribo pirahã, na Amazônia, uniu-se à tribo com a missão de traduzir a Bíblia ao idioma pirahã, o então missionário acabou se tornando ateu. BBC – G1

“Aprendi sobre uma autoconfiança que eles têm de poder lidar com seu meio ambiente, e a felicidade que essa confiança traz para eles. Eles sabem que existe um passado, mas não falam sobre ele porque o passado já era, ‘o importante é cuidar dos nossos filhos, cuidar do meu ambiente agora e não se preocupar com o futuro’. (…) Eles não têm culto ou religião, não têm crença em um Deus superpoderoso que criou o mundo. Simplesmente são, na realidade, cientistas, empíricos — têm conhecimento pelas experiências na mata, e não especulações sobre o que não dá para ver”, afirma.

“(…) A inteligência junto com a cultura, a meu ver, é capaz de explicar a origem da linguagem”, afirma à BBC News Brasil.

O estudo da estrutura linguística curiosa dos pirahã evoluiu para uma proposição que hoje desafia a mais estabelecida teoria da Linguística e que Everett volta a detalhar em um livro lançado em português, Linguagem: A História da Maior Invenção da Humanidade (editora Contexto).

“Durante muitos anos achei (a teoria de Noam Chomsky) não somente plausível como a aceitei, mas acho que (…) a explicação é mais simples. Sabemos que todos os seres humanos têm cultura, todo o mundo tem símbolos, e simplesmente não vejo necessidade de postular algo a mais (como a ‘gramática universal’). Acho que a diferença entre o ser humano e os outros animais não é tão grande quanto pensávamos.”

Acredita-se que a faculdade da linguagem provavelmente emergiu recentemente em termos evolucionários, cerca de 70 mil a 100 mil anos atrás, porém, Everett defende que ela é muito mais antiga e remete ao extinto hominídeo Homo erectus, 2 milhões de anos atrás, também sob a influência da cultura e da ânsia exploratória dessa espécie.

Seu argumento é de que o Homo erectus vivenciou a “primeira e maior era da informação” e foi capaz de viajar por diversos continentes e mares, de Israel à China e à Indonésia, graças a sua capacidade de imaginar e de se comunicar pela linguagem, embora com sons provavelmente diferentes dos que somos capazes de fazer hoje.

“Sabemos que o Homo erectus tinha inteligência, cultura e símbolos, que o mar não era barreira para ele. (…) Somos as primeiras criaturas com cultura, então a ideia de que (isso) tenha evoluído para um sistema de símbolos mais avançado, ou seja, para a linguagem.”

O pesquisador afirma que assistimos a uma espécie de repetição disso atualmente com a proliferação dos emojis — que, embora não tenham sido criados “do nada”, como Everett diz ter sido o caso com a linguagem, são uma forma nova de comunicação.

“Se você coloca três emojis, faz uma sentença. É, de certa forma, a recriação da história da invenção da linguagem, com o Homo erectus. Estamos criando novos símbolos e encaixando esses símbolos em sentenças”, e opina que nossa fascinação com as redes sociais nada mais é do que a sucumbência “ao impulso das trocas linguísticas” que carregamos há milhões de anos.

“Temos tantas lições a aprender ainda sobre as culturas e línguas amazônicas que destruir os ambientes necessários para sustentá-las tira do mundo inteiro uma fonte de conhecimento que não teríamos em nenhum outro lugar do mundo”, diz à reportagem. “Sabemos mais sobre nós quanto sabemos mais sobre eles. Estudar essas línguas e esses povos foi o maior privilégio da minha vida, eles me ensinaram mais sobre a natureza do ser humano do que qualquer coisa que li em livros.”

“As pessoas têm que ser abertas para várias hipóteses diferentes. A minha hipótese sobre a origem a linguagem tem muito apoio, mas não estou dizendo que não é preciso estudar outras. Temos que ler muito e pensar muito, porque (nós humanos) somos apenas gorilas falantes e precisamos de toda a ajuda possível”, afirma.

“A natureza do ser humano é de achar que é especial em relação aos outros animais, mas não somos. Fazemos coisas estúpidas e brilhantes, de muita beleza ou muito feias. Mas a linguagem é que nos permite fazer isso tudo.”

Piscina biológica sem cloro

A quantidade de cloro e químicos presente na água podem fazer um mal danado para nossa pele e corpo em geral. Tais agentes são usados em piscinas para eliminar bactérias e fungos mas, antes que junto eliminem parte de nossa saúde, alguma pessoas vêm utilizando uma alternativa mais saudável, agradável e bonita ao cloro: plantas aquáticas. Vivimetaliun

As piscinas biológicas utilizam micro-organismos e plantas como filtros para a água, divide-se a piscina em uma parte para nadar e outra para as plantas, assim protege-se o banhista de nadar entre as plantas, que podem conter insetos e girinos.

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Através da fotossíntese, as plantas produzem biomassa, que serve como alimento para os micro-organismos, que transformam a matéria em substâncias inorgânicas, como dióxido de carbono e sais minerais, fundamentais para o crescimento das plantas e para a conclusão de todo o ciclo.

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A piscina precisa ser construída em um buraco escavado, de pelo menos 10 por 15 metros, com uma tela impermeável protegendo-a. As plantas purificam a água liberando oxigênio durante a fotossíntese.

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O custo de fabricação apesar de um pouco elevado, os custos posteriores são mínimos, pois não exige equipamentos elétricos nem produtos químicos, é como ter um lago natural em sua própria casa.

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© fotos: divulgação/reprodução/fonte:via

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