TERRA DE MINAS (Land of Mine) – COMPLETO HD

Filme TERRA DE MINAS – COMPLETO HD. Clube Dahx

Um grupo de soldados alemães, outrora combatentes nazistas, recebem uma nova tarefa ao fim da Segunda Guerra Mundial. A missão consiste em escavar e remover com as próprias mãos 2 milhões de minas terrestres em “terras inimigas”, mesmo que alguns deles não tivessem sequer experiência na guerra. Rodrigo de OliveiraPapo de Cinema

Em 1945, na Dinamarca pós-Segunda Guerra Mundial e ocupação alemã, milhões de minas terrestres tornam perigoso o litoral do país. Os nazistas pensavam que uma invasão inimiga poderia se dar por lá e, portanto, prepararam o local para tal possibilidade. Com o combate terminado, oficiais dinamarqueses tinham de assegurar que sua terra estaria segura novamente. Para tanto, soldados alemães, prisioneiros de guerra, foram obrigados a desarmar tais bombas com suas próprias mãos, uma espécie de punição pelos horrores perpetrados pelo Terceiro Reich. Acontece que vários desses combatentes germânicos eram jovens demais, muitos deles nem haviam chegado ao conflito, de fato. O longa-metragem dinamarquês Terra de Minas, indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 2017, conta a história de um pequeno batalhão que fez esse trabalho perigoso.

Na trama, acompanhamos o sargento Carl Rasmussen (Roland Moller) e seu verdadeiro asco por qualquer alemão que lhe passe na frente. Ele foi designado a comandar uma pequena equipe de soldados para limpar as praias da costa oeste da Dinamarca. O batalhão é bastante jovem, sendo grande o contingente de recém-ingressos nos pelotões nazistas. Isso, no entanto, não incomoda Carl, de início. Ele será duro, pois eles devem pagar pelos males da guerra em que participaram. Com o passar do tempo, no entanto, Carl começa a perceber que o que tem nas mãos são apenas garotos, muitos deles imaturos demais. O líder da equipe, Sebastian (Louis Hofmann), se mostra preocupado com o próximo, sempre tentando comunicar-se com o sargento da melhor forma possível. A maior vontade dos soldados é apenas voltar para casa. Mas, com o explosivo trabalho sendo realizado, é pouco provável que alguém retorne.

Por mais que existam filmes de guerra sendo produzidos todos os anos, ainda mais ambientados na Segunda Guerra Mundial, é impressionante como sempre é possível encontrar um ponto de vista ou um momento pouco explorado. No caso de Terra de Minas, essa história só poderia ser contada com um bom distanciamento de tempo e perspectiva, visto que aqui somos levados a torcer pelos jovens alemães. Nenhum crime pode ser pago com o tratamento brutal que eles recebem. Não sabemos o que eles fizeram durante o conflito, ou se foram ativos na guerra. Pela idade, tudo leva a crer que são inocentes. O diretor Martin Zandvliet, em seu terceiro longa-metragem de ficção, coloca o dedo na ferida, mostrando atitudes pouco abonadoras dos oficiais dinamarqueses da época.

O destaque do elenco fica para Roland Moller, como o sargento dinamarquês que enxerga a verdade através do seu ódio. Embora a mudança pela qual passa o personagem soe um tanto abrupta e artificial, Moller consegue nos conduzir bem por suas dúvidas e atitudes, entregando uma atuação corretíssima. A culpa da alteração de comportamento pouco convincente se deve mais ao próprio filme, curto demais para que possamos sentir o peso das ações do sargento o perturbando. Para alguém que até um dia antes deixava soldados passarem fome, a cordialidade que segue – mesmo com as mortes e as explosões que ocorrem – surge de forma estranha.

A Dinamarca é um país de cinematografia consistente, que invariavelmente acaba por emplacar títulos na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Oscar. Com três vitórias ao longo da história da premiação (A Festa de Babette, 1987; Pelle, o Conquistador, 1988; e, mais recentemente, Em um Mundo Melhor, 2010), o país tem beliscado sua quarta vitória há um bom tempo, com títulos fortes como O Amante da Rainha (2012), A Caça (2013) ou Guerra (2015). Terra de Minas talvez não valha à Dinamarca sua quarta estatueta, mas é uma produção que consegue ir além do lugar-comum, não sendo apenas mais um filme de guerra.

Mineze-se: O Anjo de Auschwitz, A Educação Proibida, Um Homem Chamado Ove, Parenti Serpenti, Se Enlouquecer, Não se Apaixone, Observar e Absorver, I AM BRUCE LEE

NASA CONTRATA 24 SACERDOTES E PREPARA HUMANIDADE PARA A CHEGADA DOS ALIENÍGENAS

NASA CONTRATA 24 SACERDOTES E PREPARA HUMANIDADE PARA A CHEGADA DOS ALIENÍGENAS

Tudo começou quando um teólogo e pastor da Universidade de Cambridge resolveu promover seu livro sobre cristianismo e astrobiologia. Ele publicou um post de blog e mandou releases, que chamaram a atenção do Times de Londres. Como jornaleiros não conseguem ler releases científicos, mesmo da área de Humanas, gerou-se um jogo de telefone-sem-fio que resultou em manchetes dizendo que a NASA havia contratado 24 padres para preparar a humanidade para uma descoberta sobre extraterrestres. Carlos Cardosomeiobit

The Rev Dr Andrew Davison, a priest and theologian at the University of Cambridge with a doctorate in biochemistry from Oxford, is among 24 theologians enlisted by NASA to assess how humans will react if alien life is found on other planets and how the discovery will impact our ideas of gods and creation
The Rev Dr Andrew Davison, a priest and theologian at the University of Cambridge with a doctorate in biochemistry from Oxford, is among 24 theologians enlisted by NASA to assess how humans will react if alien life is found on other planets and how the discovery will impact our ideas of gods and creation. STACY LIBERATOREDAILYMAIL.COM

O que a NASA fez, sim, foi contratar o Centro de Investigação Teológica, uma ONG em Princeton para realizar pesquisas sobre as conseqüências sociológicas da busca de vida extraterrestre. A verba era de US$1,1 milhões, e cobriria dois anos de pesquisa do Instituto.

O mais importante é que essa história é velha, bem velha. O press release anunciando a contratação do tal Centro pelo Programa de Astrobiologia da NASA foi publicado em … 2015.

Isso mesmo, a história que todo mundo está falando aconteceu 7 anos atrás.

Os teólogos gostam de discutir como as religiões se adaptariam ao conceito de vida extraterrestre, e curiosamente a maioria delas não é contra o conceito, em alguns casos chega a ser explícita a preferência. No Espiritismo, por exemplo, Alan Kardec escreveu vários textos detalhando as sociedades e os habitantes de planetas como Vênus, Marte e Júpiter.

Estudos como o do o Centro de Investigação Teológica não se limitam a imaginar como alienígenas reagirão às religiões da Terra, mas mesmo isso é extremamente interessante. Não sabemos se aliens têm os mesmos processos de pensamento que a gente, muito menos se suas emoções são as mesmas.

Há correntes extremamente arrogantes que defendem que o UNIVERSO vive na escuridão, e que é dever dos humanos levar a Palavra até os aliens. Isso é uma grande falta de imaginação, e repetição dos erros do passado, quando empurramos nossas religiões goela abaixo de povos conquistados e colonizados.

Caso aliens tenham uma teologia própria será nossa vez de sermos uma cultura tecnologicamente inferior, culturalmente influenciada e tendo nossas crenças modificadas e eventualmente substituídas pelas crenças da espécie dominante.

Caso as religiões se adaptem, irão sobreviver. Elas estão acostumadas, toda religião parte do princípio que ELA é a detentora da verdade e todas as outras estão erradas. Uma religião alienígena a mais não fará diferença, exceto se a argumentação alienígena convencer os teólogos terrestres.

Bondade da NASA se preocupar com as consequências sociais da descoberta de vida inteligente fora da Terra, mas qualquer pesquisa nesse ramo é pura especulação, só serve para vender livro e ocupar autores desocupados numa modorrenta tarde de Terça-Feira, com o agravante de recebermos bem menos de US$1,1 milhões para isso.

Reze-se: ARTEFATOS ALIENÍGENAS ENCONTRADOS NO EGITO ANTIGO! A macabra adaga do Faraó Tutancâmon, LIVE: STARMAN DRIVING IN SPACE, Óvni e Alienígena, Satanismo-Vaticano, Homens de preto, Tesla, A Terra pode ser um zoológico criado por alienígenas, diz Neil deGrasse Tyson

Quatro maneiras para você observar o Multiverso

4 MANEIRAS DE OBSERVAR O MULTIVERSOCanal do Schwarza

Os dados não confirmam e nem descartam a teoria dos multiversos, o que pode estar ajudando a proposta a ganhar força entre os físicos. New Scientist – Inovação Tecnológica

Para alguns, a pergunta se existe vida em outros universos é fácil de ser respondida, uma vez que os múltiplos universos seriam nada menos do que réplicas deste nosso universo, em cada um dos quais ocorreria uma das inúmeras possibilidades de eventos que são tão caras à mecânica quântica.

Nessa interpretação, toda vez que você faz uma escolha, você influencia uma infinidade de universos, o que inclui uma infinidade de outros “vocês” – alguns deles levando vidas muito diferentes da sua porque suas decisões “colapsaram” de forma diferente.

Isso pode soar como um conceito vindo de uma imaginação febril, mas muitos físicos acreditam que o multiverso é real.

E eles apresentam seus indícios. Aqui estão quatro deles, quatro maneiras que o multiverso pode estar se manifestando em nosso mundo cotidiano.

A função de onda

Ela nasceu como uma entidade matemática, embora alguns físicos defendam que a função de onda é uma entidade real.

A função de onda descreve as propriedades de qualquer sistema quântico. Essas propriedades – a direção do spin de um átomo, por exemplo – podem assumir vários valores de uma só vez, no que é conhecido como superposição quântica. Mas quando medimos uma dessas propriedades, ela tem sempre um único valor – no caso de spin, esse valor é expresso como “para cima” ou “para baixo”.

Princípio da exclusão de Pauli: Cada estado ou orbital eletrônico pode comportar um máximo de dois elétrons, que devem possui valores de spins opostos. Cola da Web

Na tradicional interpretação de Copenhague da mecânica quântica, diz-se que a função de onda “colapsa” quando a medição é feita, mas não está claro como isso acontece. O famoso gato de Schrodinger, nem vivo nem morto até que alguém olhe dentro de sua caixa, ilustra isso.

Na teoria dos multiversos, a função de onda nunca colapsa. Em vez disso, ela descreve a propriedade ao longo de vários universos. Neste universo o spin do átomo está para cima; em outro universo, ele está para baixo. Quando você fizer a medição, “infalivelmente” encontrará o valor da propriedade que vale para este universo.

Dualidade onda-partícula

No experimento de referência para explicitar a dualidade onda-partícula, foram enviados fótons, um de cada vez, por um par de fendas, com uma tela fosforescente atrás delas. A medição em cada uma das fendas registra fótons individuais, que passam como partículas por uma ou por outra fenda.

Mas deixe o aparelho funcionando e um padrão de interferência irá se acumular na tela, como se cada fóton tivesse passado pelas duas fendas ao mesmo tempo e difratado em cada delas, como uma onda clássica.

Esta dualidade tem sido descrita como o “mistério central” da mecânica quântica. Na interpretação de Copenhague, ela é devida ao colapso da função de onda. Deixado à própria sorte, cada fóton vai passar pelas duas fendas ao mesmo tempo: é a medição que os força a “escolher” uma das fendas.

Na teoria dos multiversos, contudo, cada fóton só passa por uma das fendas. O padrão de interferência emerge quando um fóton interage com seu clone que está passando pela outra fenda em um universo paralelo.

Computação quântica

Embora os computadores quânticos ainda estejam em sua infância, eles são, em teoria, incrivelmente poderosos, capazes de resolver problemas complexos muito mais rapidamente do que qualquer computador clássico.

Na interpretação de Copenhague, isto ocorre porque o computador quântico está trabalhando com qubits entrelaçados e superpostos, que podem assumir muitos mais estados do que os valores binários disponíveis para os bits usados pelos computadores clássicos.

Na interpretação dos multiversos, os computadores quânticos são rápidos porque realizam seus cálculos em muitos universos ao mesmo tempo, com as partículas trocando dados de um universo para outro.

Se isso parece muito estranho, lembre-se que, na tradição mais aceita, essas partículas influenciam-se mutuamente mesmo que estejam em extremos opostos da galáxia, tudo instantaneamente – ninguém sabe como.

Einstein chamou isso de ação fantasmagórica à distância, enquanto alguns físicos já defendem que existem influências escondidas além do espaço-tempo.

Se as propriedades quânticas não fossem estranhas o suficiente, físicos já separaram uma partícula de suas propriedades. Vienna University of Technology

Roleta russa quântica

Isto equivale a interpretar você mesmo o papel de gato de Schrodinger.

Você vai precisar de uma arma cujo disparo seja controlado por uma propriedade quântica, como o spin de um átomo, que tem dois estados possíveis quando medido.

Se a interpretação de Copenhague está certa, você tem os familiares 50% de chance de sobrevivência. Quanto mais vezes você “jogar”, menos provável será que você sobreviva.

Se o multiverso for real, por outro lado, sempre haverá um universo em que “você” estará vivo, não importa quanto tempo você jogar. Além do mais, você pode sempre acabar nele, graças ao elevado status do “observador” na mecânica quântica. Você vai apenas ouvir uma série de cliques, já que o disparo da arma vai falhar todas as vezes.

Em outras palavras, “você” vai perceber que é essencialmente imortal – o problema é que não é exatamente esse “você” que agora você chama de eu.

Assim, talvez seja melhor não tentar, mesmo porque tudo isto são hipóteses ou teorias – ou interpretações de hipóteses e teorias.

Segundo um experimento mental chamado “Suicídio quântico”, se você for colocado em uma sala com uma arma nuclear e um gatilho de prótons, você pode sobreviver. Felipe SérvuloMistérios do Universo

Não tente isso em casa

Obserze-se: Multiverso MARVEL, OS ETERNOS DA MARVEL ESTÃO NA BÍBLIA, Free Acess, Se eu não tivesse te conhecido, Esta estação de metrô parece abandonada?, Rick and Morty, C1.21, The Who – My Generation, Outros viajantes do tempo

Onde Estão Todas as Civilizações Inteligentes? (O Paradoxo de Fermi)

Onde Estão Todas as Civilizações Inteligentes? (O Paradoxo de Fermi) Ciência Todo Dia

Os nossos cálculos mais recentes mostram que deveriam existir pelo menos 100.000 civilizações na Via Láctea. A questão que fica é: onde estão todas elas? Esse é o Paradoxo de Fermi, e nesse vídeo apresentaremos as melhores hipóteses para tentar explicar o porquê de nenhuma civilização (caso elas existam) terem feito contato com a gente ainda.

Fermize-se: Australia Day, O PARADOXO DE MORAVEC, O Paradoxo de Fermi, FAKE X DISCERNIMENTO e CARTA 7 de Platão, Religião mental

TOP 12 Unique Flying Machines

TOP 12 Unique Flying MachinesTop Box

Enjoy a selection of the best personal flying machines of 2021 with beautiful music.

From homemade hoverboards and eVTOLs to jetsuits and jetwings: 12+ real flying vehicles that actually fly.

00:00 Intro

00:28 12. Omni Hoverboards

01:15 11. CopterPack

02:18 10. Hoverbike Scorpion S3

03:19 9. LIFT Aicraft HEXA

04:46 8. Kitty Hawk Heaviside

06:02 7. Zapata Flyboard Air

07:27 Zapata EzFly

07:38 6. Opener BlackFly

08:54 5. Alauda Airspeeder MK3

09:52 DCL Big Drone

10:32 4. Jetpack JB-10

12:06 3. Lazareth LMV 496

13:25 2. Gravity Jet Suit

15:21 1. Jetman (Jetwing)

The Batmobile Documentary Livestream

Batman | The Batmobile Documentary Livestream | Warner Bros. Entertainment

For #DCTuesdays, discover the history of the iconic #Batmobile from the early comics to the animated series and everything in between.

Notable Batman movie directors including Chris Nolan, Joel Schumacher and Tim Burton, as well as actors Christian Bale from “The Dark Knight” and Adam West from the 1960s Batman series discuss the evolution of the Dark Knight’s eponymous automobile.

Batmolize-se: Carrinho de controle remoto, simples e rápido, Batmóvel – Infográfico, Batman – O Livro dos mortos, Rick and Morty: 5ª temporada, A mente do coringa, The Art of the Brick: DC Super Heroes, Kay Pike and Lianne Moseley

Your Name – Filme

Your Name fala sobre uma garota do interior, que troca de corpo com um garoto da cidade.

Mitsuha Miyamizu é uma jovem que mora no interior do Japão e que deseja deixar sua pequena cidade para trás para tentar a sorte em Tóquio. Enquanto isso, Taki Tachibana, é um jovem que trabalha em um restaurante italiano em Tóquio, e deseja largar o seu emprego para tentar se tornar um arquiteto.

Como é uma animação gostosa de ser assistida, dá vontade mesmo de ter uns minutos a mais, principalmente no final!

Yourze-se: Trilha sonora de Akira, Round 6 apavora partido comunista chinês com sucesso estrondoso na China, apesar do firewall, Akai Koudan Zillion Dublado, 30 Matrix indígenas

Horóscopo Japonês (Zenchi Juunichi Onmyodo)

Ao contrário do zodíaco ocidental, que é baseado nas estrelas e planetas, o zodíaco japonês, conhecido como Juunishi, é baseado em anos. Juunishi (十二支), ou apenas Jūnishi, constitui um ciclo de 12 anos, cada ano simbolizado por um animal que representa os signos e compõe o Horóscopo Japonês (Zenchi Juunichi Onmyodo); o mesmo signo será repetido após 12 anos. Caçadores de Lendas

Apesar de baseado no Horóscopo Chinês, por também utilizar animais para designar os signos, existe algumas diferenças e particularidades; astrônomos japoneses, através de estudos e pesquisas, inseriram deuses xintoístas (uma das principais religiões nipônicas) ao horóscopo. No entanto, independente das diferenças, o animal regente de cada ano é o mesmo para ambos os horóscopos, bem como as previsões para os 12 animais. 

O calendário do zodíaco chinês foi introduzido no Japão por volta do século IV. No entanto, enquanto o horóscopo chinês é baseado no calendário lunar, o horóscopo japonês baseia-se no calendário solar.

Juunishi (十二支) é baseado em um ciclo de 12 anos, cada ano simbolizado por um animal que representa os signos do zodíaco e compõe o Horóscopo Japonês conhecido como “Zenchi Juunichi Onmyodo”. Como existem doze animais no zodíaco, também é chamado juni-shi (“Os doze ramos”, com juni significando “doze” em japonês), pois o ciclo gira a cada doze anos (O ciclo de 12 anos é uma aproximação ao período orbital de 11,85 anos de Júpiter). O animal de cada ano muda em todo primeiro de janeiro. O conceito do Juunishi forma o caráter, e a personalidade de cada individuo de acordo com o animal que rege o ano em que a pessoa nasceu.

No Horóscopo japonês, Zenchi Junichi Onmyodô, apesar de baseado no mesmo milenar sistema chinês, os regentes foram substituídos por deuses xintoístas e o ano astral se inicia no primeiro dia de Oshogatsu que é quando se inicia também o ano astral. Nessa data também  reverenciam a Lua, pois começa a regência do animal-signo na Roda do Destino.

Nesse aspecto, enquanto no horóscopo chinês existe apenas um signo Regente do Ano, no Horóscopo Japonês, além do animal simbólico do ano, existe o animal regente de cada mês.

A astronomia é usada como uma bússola astral para orientar e garantir o sucesso, tanto pessoal, como profissional. Em uma produção cinematográfica, ou de uma peça teatral, por exemplo, muitas vezes os atores são escolhidos pelos signos considerados “companheiros de estrada” do diretor.

Ainda, no zodíaco japonês, os signos de cada ano e de cada pessoa possuem um elemento natural correspondente que o influencia: o Jikkan. Também inspirado no zodíaco chinês, diferente do modelo ocidental, onde há quatro elementos naturais básicos, o jikkan possui cinco: metal, terra, fogo, água e madeira. Segundo a tradição, o fogo gera a terra, a terra gera o metal, o metal gera a água e a água gera a madeira, que por sua vez, gera o fogo, totalizando assim o ciclo Jikkan.

Em ambos os horóscopos, o ciclo é encerrado após 12 anos, sempre inicia com o Rato e termina com o Porco. De acordo com esse calendário, 2020 será o início de um novo ciclo que será encerrado somente em 2032.

As origens de cada animal do zodíaco são explicadas de acordo com antigas crenças. Segundo as lendas, Buda convidou todos os animais da floresta para poder celebrar o Ano Novo. No entanto, nem todos ouviram e apenas 12 deles apareceram: o Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Cabra, Macaco, Galo, Cão e Javali (enquanto no zodíaco chinês usa-se o Búfalo, Carneiro e o Porco, no japonês são usados o Boi, a cabra e o Javali). Por isso, a cada um desses animais foi atribuído um ano de presente. Existem diferentes versões sobre as origens dos 12 animais do zodíaco. Essas diferenças se refletem também nas lendas; enquanto nas lendas de origem chinesa os 12 animais  foram convidados e selecionados por Budha, o mito nipônico os explica através de seu panteão de divindades (Kami).

Confira os 12 animais do Horóscopo japonês por ano de nascimento:

Rato 子/鼠 (Nezumi)
1900 | 1912 | 1924 | 1936 | 1948 | 1960 | 1972 | 1984 | 1996 | 2008 | 2020

Boi 丑/牛 (Ushi)
1901 | 1913 | 1925 | 1937 | 1949 | 1961 | 1973 | 1985 | 1997 | 2009 | 2021

Tigre 寅/虎 (Tora)
1902 | 1914 | 1926 | 1938 | 1950 | 1962 | 1974 | 1986 | 1998 | 2010 | 2022

Coelho 卯/兎 (Usagi)
1903 | 1915 | 1927 | 1939 | 1951 | 1963 | 1975 | 1987 | 1999 | 2011 | 2023

Dragão 辰/龍 (Tatsu)
1904 | 1916 | 1928 | 1940 | 1952 | 1964 | 1976 | 1988 | 2000 | 2012 | 2024

Serpente 巳/蛇 (Mi)
1905 | 1917 | 1929 | 1941 | 1953 | 1965 | 1977 | 1989 | 2001 | 2013 | 2025

Cavalo 午/馬 (Uma)
1906 | 1918 | 1930 | 1942 | 1954 | 1966 | 1978 | 1990 | 2002 | 2014 | 2026

Cabra 未/羊 (Hitsuji)
1907 | 1919 | 1931 | 1943 | 1955 | 1967 | 1979 | 1991 | 2003 | 2015 | 2027

Macaco 申/猿 (Saru)
1908 | 1920 | 1932 | 1944 | 1956 | 1968 | 1980 | 1992 | 2004 | 2016 | 2028

Galo 酉/鶏 (Tori)
1909 | 1921 | 1933 | 1945 | 1957 | 1969 | 1981 | 1993 | 2005 | 2017 | 2029

Cachorro 戌/犬 (Inu)
1910 | 1922 | 1934 | 1946 | 1958 | 1970 | 1982 | 1994 | 2006 | 2018 | 2030

Javalí 亥/豚 (Inoshishi)
1911 | 1923 | 1935 | 1947 | 1959 | 1971 | 1983 | 1995 | 2007 | 2019 | 2031

Muitos Santuários xintoístas japoneses são dedicados aos Doze Animais do Zodíaco, em muitos destes locais, costuma-se ver muitos objetos relacionados aos animais auspiciosos.

Junize-se: O Mundo Vegetal e as constelações, Cavaleiros do Zodíaco da Netflix, 13º Signo – Ophiuchus, O Portador da Serpente, eu estou sob  o  efeito  do  eclipse, Ensaio sobre a cegueira hídrica

Click Museus

O Coletivo “Akangatu” que significa memória em Tupi Guarani, apresenta o projeto “Click Museus”, que tem como missão aproximar e facilitar a comunicação dos Museus com as pessoas, abordando o patrimônio de forma transversal além de disseminar a ideia de que Museus são espaços de lazer e entretenimento, não apenas de Educação.

Pensando nisso, criamos uma plataforma única baseada em pesquisas de hábitos de Cultura dos Brasileiros (IBGE E JLEIVA). Nossos posts são releituras de ações educativas das próprias instituições Museológicas, além de usar como suporte matérias dos sites: SISEM, IPHAN e IBRAM para facilitar na interação e divulgação, acreditamos que assim, é mais fácil de inserir o Patrimônio Material e Imaterial ao cotidiano comum, sem usar nenhum tipo de Jargão Técnico, deixando o museu mais atraente e reduzindo as dificuldade de acesso para aqueles que pensam em visita-lo.Existe Guarani em SP

Muze-se: Museu Transgênero de História da Arte, Museu virtual Oba L’Okê 360°, Museu Galileo Galilei, Museu x AmBev

Cérebro flex: reservatórios de neurônios artificiais

Pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio, nos EUA, desenvolveram um novo sistema de computação que imita a maneira como o cérebro humano funciona, com uma capacidade de processamento de informações até um milhão de vezes mais rápida, exigindo uma entrada de dados muito menor.  Gustavo MinariCanaltech

Eles aprimoraram uma tecnologia conhecida como computação de reservatórios, desenvolvida no início dos anos 2000 e que utiliza um algoritmo de aprendizagem de máquina para resolver problemas de computação mais complexos, como previsões de evolução em sistemas dinâmicos que mudam drasticamente com o tempo.

Sistemas dinâmicos, como o clima, são difíceis de prever porque apenas uma pequena mudança em uma condição pode ter efeitos massivos no futuro, disse o professor de física Daniel Gauthier, autor principal do estudo.

Os co-autores do estudo foram Erik Bollt, professor de engenharia elétrica e de computação na Clarkson University; Aaron Griffith, que recebeu seu Ph.D. em física no estado de Ohio; e Wendson Barbosa, pesquisador de pós-doutorado em física no estado de Ohio.

Esses novos dispositivos de computação utilizam uma rede neural para “aprender” sistemas dinâmicos, fornecendo previsões mais precisas sobre comportamentos futuros. Os cientistas alimentam esses reservatórios de neurônios artificiais conectados aleatoriamente com informações necessárias para completar determinadas tarefas.

Warmup são dados de treinamento que precisam ser adicionados como entrada no computador do reservatório para prepará-lo para sua tarefa real. Engenharia.org

O novo conceito foi testado em um sistema de previsão meteorológica, utilizando um computador desktop comum. Nesse primeiro experimento, a computação de reservatórios foi de 33 a 163 vezes mais rápida que modelos atuais que desempenham funções de simulação parecidas.

Em tarefas que exigiam uma precisão maior do sistema de previsões, a nova tecnologia foi cerca de 1 milhão de vezes mais veloz, alcançando a mesma exatidão com o equivalente a apenas 28 neurônios artificiais, ao contrário dos mais de 4 mil necessários para o funcionamento da geração atual.

“Uma razão importante para a aceleração é que o cérebro artificial simplificado por trás desta próxima geração de computação de reservatórios precisa de muito menos treinamento ou dados adicionais em comparação com os sistemas atuais para produzir os mesmos resultados de forma muito mais eficiente e rápida”, encerra Gauthier. Ohio State University

O estudo foi publicado na revista Nature Communications.

Um problema é que o reservatório de neurônios artificiais é uma “caixa preta”, disse Gauthier, e os cientistas não sabem exatamente o que se passa dentro dele – eles apenas sabem que funciona.

Eles testaram seu conceito em uma tarefa de previsão envolvendo um sistema meteorológico desenvolvido por Edward Lorenz, cujo trabalho levou à nossa compreensão do efeito borboleta.

Ele e seus colegas planejam estender este trabalho para resolver problemas de computação ainda mais difíceis, como a previsão de dinâmica de fluidos.

Era Chaves

A série é mexicana, El Chavo del Ocho, mas o público que não o troca por nada é brasileiro. RICARDO DELLA COLETTAEl País

Chaves, uma série que persiste há décadas na televisão aberta e que reuniu uma legião de fãs. Um programa que muitos dos próprios dirigentes da rede de televisão que o exibe consideravam “mal feito” e “brega”, mas que segue nas telinhas porque existe um grupo de fiéis espectadores que não o abandonam.

As transmissões de Chaves no Brasil começaram quando o SBT comprou um pacote de novelas mexicanas no qual estavam incluídos alguns episódios da criação de Bolaños. De acordo com Paulo Pacheco, jornalista especializado em televisão do UOL, apesar dos cenários de papelão e de uma produção que era considerada de baixa qualidade, um dirigente do SBT argumentou naquela ocasião que uma boa dublagem poderia tornar a série atrativa para o público brasileiro. Silvio Santos apoiou a ideia e desde então Chaves passou a ser parte da programação diária nas casas brasileiras.

Uma das muitas provas da popularidade de Chaves ficou evidente em 2005 quando, segundo Pacheco, a Globo fez uma primeira tentativa de adquirir os direitos da série para o Brasil. O preço que o SBT tinha que pagar para não perder Chaves era de 1,5 milhão de dólares (4,7 milhões de reais). Silvio Santos pagou.

Chaveze-se: Mitagens em Chaves, Amigo Chaves, AS BABUCHAS DE ABU KASEM, Koenigsegg and Pinchcliffe Grand Prix, Se você é jovem ainda