Tirinhas mostram o mundo de uma maneira criativa

A artista com pseudônimo de comicada consegue criar comics super divertidas que mostram o mundo a partir de um ponto de vista criativo. Paula MunizO verso do Inverso. 2018

Palavras Perdidas: Ademar Vieira, amazonense e suas tirinhas!!!, Taku Inoue é um grande fã de Tom e Jerry!?!, Feia, Miguelitos façam alguma coisa!

Super Máquina: Knight Rider

Knight Industries Two Thousand. É este o nome completo do K.I.T.T., o Pontiac Trans Am 1982 que o agente Michael Knight, vivido por David Hasselhoff, usa para combater o crime em Knight Rider,  série que no Brasil foi exibida como “A Super Máquina”, referindo-se ao KITT. Agora, como alguns de vocês já sabem (especialmente quem cresceu nos anos 1980), o Trans Am era mais que um carro — equipado com um avançado sistema de inteligência artificial programado para salvar vidas, ele era o parceiro de Michael Knight e também a verdadeira estrela da série.

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Para começar, ele ajudou a tirar a Pontiac de uma crise. No início dos anos 80 a divisão da General Motors passava por uma crise de identidade — enquanto a Chevrolet vendia esportivos e carros de entrada a um preço mais baixo, com Buick e Oldsmobile atuando nos segmentos superiores, a Pontiac tentava fazer um pouco de tudo — e acabou perdendo o foco, com as vendas caindo ano a ano. Os dias de glória do Pontiac GTO (que é considerado o primeiro muscle car moderno) e do Firebird já eram um passado distante.

Por sorte, uma nova série sobre um ex-policial que assumia uma nova identidade e agia acima da lei para combater criminosos, e seu parceiro era um programa de inteligência artificial instalado em seu carro — que também era uma máquina futurista e cheia de recursos que o ajudavam a sair de situações arriscaras e lutar pela justiça. Glen Larson, produtor da série, só não sabia que carro usar — quer dizer, até ver fotos do novo Trans Am. Assim que bateu os olhos nas linhas do carro, ele sabia que havia encontrado o veículo perfeito para o papel.

Em Knight Rider, o Trans Am é o personagem KITT, ou Knight Industries Two Thousand. Na série, o KITT nasceu como um supercomputador de última geração — uma máquina dotada de personalidade, que foi instalado em um carro com inteligência artificial. Seu objetivo? Ser usado em benefício de sua organização de combate ao crime que agia paralelamente à polícia, a Foundation for Law And Government (FLAG).

O carro foi entregue a Michael Long, policial que é dado como morto em uma operação à paisana. Ele é recrutado pela FLAG, recebendo uma nova identidade e um novo rosto, passando a se chamar Michael Knight. Seu título é o de Cavaleiro da Fênix (Knight of the Phoenix), nome escolhido pelos produtores por sua associação ao popular adesivo com um pássaro dourado que decorava boa parte dos Trans Am desde os anos 1970.

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A  série iniciou em setembro de 1982 e encerrou em maio de 1986, totalizando 4 temporadas e 90 episódios produzidos.

Palavras Perdidas: Robôs do Face criam língua própria – mas calma, não é a revolução das máquinas, Vídeo simula ação de robô-soldado, Encontre seu carro de cinema favorito, Como são os ‘CARROS’ na VIDA REAL??? Personagens do filme Carros Pixar.

O Céu Sobre os Ombros

O CÉU SOBRE OS OMBROS – Trailer Oficial. Vitrine Filmes

O Céu Sobre os Ombros é um filme que trata da solidão e das dificuldades da vida humana, mas também trata de como os homens criam suas saídas, suas respostas às dificuldades, sua felicidade.

Uma transexual que concilia a prostituição com a vida acadêmica, um atendente de telemarketing integrante da torcida organizada Galoucura e participante do movimento Hare Krishna e um escritor desiludido sustentado pela mãe. Estes são os personagens do premiado O Céu Sobre os Ombros. Guia da Semana

Vencedor de cinco troféus Candangos no 43º Festival de Brasília de Cinema Brasileiro (melhor filme, direção, roteiro, montagem e prêmio especial do júri), o filmes retrata o cotidiano e a intimidade das três figuras, que não possuem nenhuma relação umas com as outras.

O projeto radical de Sérgio Borges rompe as fronteiras entre ficção e realidade e promete uma nova experiência em frente às telonas.

Diretor: Sérgio Borges

Elenco: Everlyn Barbin, Lwei Bakongo, Murari Krishna e Grace Passo

País de origem: Brasil – Ano de produção: 2010

Classificação: 16 anos

O Ceu Sobre os Ombros 2011Márcio Murari

Numa mistura de documentário e ficção, três personagens exóticos são as figuras centrais. O desafio de cada um deles é retratar seu mundo íntimo e encenar situações reais das próprias vidas.

Palavras Perdidas: Oito filmes que retratam o suicídio, Malucos de Estrada: a reconfiguração do movimento hippie no Brasil, Irmão do Jorel, animação 100% brazuka, Ele Nunca Morre

The Simpsons Composer Alf Clausen

Lior Phillips stops by Moe’s Tavern to talk to the man behind the music. Consequence – April 8, 2017

Thirty-five years ago this month, America’s favorite animated family made its debut as part of The Tracey Ullman Show. Lior Phillips speaks to longtime songwriter Alf Clausen, who is arguably the oldest member of the Simpson family, having been there from the start.

Clausen was born in MinneapolisMinnesota, and raised in Jamestown, North Dakota. Clausen was interested in music from a young age. He counts composer Henry Mancini as one of his heroes; his book Sounds and Scores inspired him. He began playing the French horn in the seventh grade and also learned piano; and he sang in his high school choir. He continued playing and learned to play the bass guitar, stopping singing because the choir met at the same time as the band. Wikipedia, the free encyclopedia

He studied mechanical engineering at North Dakota State University although, after being inspired by his pianist cousin, switched his major to musical theory. Whilst there, Clausen took a correspondence course at Boston‘s Berklee College of Music in jazz and big band writing.

You may not know the name, but he’s been one of the most influential and talented musicians you’ve heard for most of his life. For more than two and a half decades, Alf Clausen has been in his living room, the roots of his music entwining the joy receptors in his brain for half an hour at a time, which seemingly covered every genre from Latin jazz to jazz music. Broadway and wrote songs you know by heart, songs that can bring a smile to your face year after year.

He was also featured on The Simpsons albums and worked with Jackson Browne, David Byrne, The B-52s and U2. I’ve got two Emmys. One for “I’m Checkin’ In” and the other one where Homer wants the house of ill repute torn down, and Bart is working there and wants to keep it….

Alf Clausen has composed the music for every episode of The Simpsons over the past 27 years. He’s the man behind endlessly entertaining hooks like “We Put the Spring in Springfield” and “You’re Checkin’ In” (both of which won him Emmys). He is the never-before-seen but always-felt main character, alongside the intrepid Simpson family, the mastermind behind the nearly 30 musical cues in each episode.

Alf Clausen participa do 2016 ASCAP Screen Music Awards no The Beverly Hilton Hotel em 24 de março de 2016 em Beverly Hills, Califórnia.Paul Archuleta/FilmMagic

Alf Clausen is an American film and television composer. He is best known for his work scoring many episodes of The Simpsons, for which he was the sole composer between 1990 and 2017. Clausen has scored or orchestrated music for more than 30 films and television shows, including MoonlightingThe Naked GunALF and Ferris Bueller’s Day Off. Clausen received an Honorary Doctorate of Music from Berklee College of Music in 1996. Darryl HintonWikitrusted. 17 de julho de 2021

The longtime Simpsons composer sued his dismissal from the long-running series, saying he was discriminated against because of his age and a perceived disability. Associated PressBillboard. 08/6/2019

The lawsuit filed by Alf Clausen in Los Angeles Superior Court on Monday (August 5) for age discrimination, wrongful termination and retaliation comes nearly two years after Clausen says he was fired from writing and conducting all of The Simpsons.

Palavras Perdidas: AS PREVISÕES DE NOSTRADAMUS PARA 2021 e DOS SIMPSONS PARA 2022!, Simpsons Turn Down For What, The Pink Sedan (Simpson’s Family Sedan), Puta fã!?!

Irmão do Jorel, animação 100% brazuka

Na década de oitenta consumíamos o refugo de desenhos da década anterior – para resumir tudo que foi feito pelos estúdios Hanna-Barbera – e claro os hoje clássicos He-Man, She-Rá, Caverna do Dragão e Thundercats. magalsama – sociedade do quadrinho24 de janeiro de 2016

Aos artistas de giz de cera, que viam horas de Zilion e Hong Kong Fu, a única coisa que ficava muito  clara era: não se faz desenhos no Brasil. E a Turma da Mônica? Agora sim.

Imagem: Abertura da série irmão do Jorel

A reformulação da chamada Lei da TV Paga, em que todo canal deve ter, pelo menos, três horas e trinta minutos de produções brasileiras – fico muito feliz em ver algumas produções nacionais ganhando espaço em canais como Cartoon Network, Boomerang e Nickelodeon. Dentre elas a minha favorita é O irmão do Jorel.

Criada pelo quadrinista e ex-VJ da MTV Juliano Enrico, O irmão do Jorel é a primeira série de animação original do Cartoon Network – também co-produtora juntamente com o Copa Studio –  feita no Brasil e na América Latina. A primeira temporada contou com 26 episódios de aproximadamente onze minutos cada.

Jorel, como diz a propaganda, o príncipe das marés, a série não é sobre seu irmão caçula que é chamado apenas de irmão do Jorel que vive na sombra de seu irmão popular e de seu outro irmão, Nico.

Ele é uma criança hiperativa e alegre, possui imaginação fértil, adora brincar com comida, brincar com sua raquete de tênis e assistir aos filmes de seu maior ídolo, Steve Magal, com sua avó materna Gigi. Wiki Irmão do Jorel

Quando eu comecei a compartilhar a minha história de ser irmão de alguém muito popular, eu percebi que muitas pessoas também falavam de histórias parecidas, se identificavam com essa situação de ser irmão de alguém, filho de alguém, de ser sobrinho de alguém e durante determinado tempo da vida essas pessoas não tiveram um nome…” Juliano Enrico disse.

Cartoon Network – Irmão do Jorel. Making of: Criação – 2014. Cartoon Network Brasil

De acordo com o criador da série, o desenho Irmão do Jorel começou a ser desenvolvido em 2002 como uma HQ, na época em que ele desenhava tirinhas para a “Revista Quase”, e em 2006 os quadrinhos ganharam uma coluna atualizada semanalmente no site da revista. De acordo com o “Making-of” exibido durante os comerciais no Cartoon Network, para criar os personagens, Enrico se inspirou em fotos e vídeos da sua própria família,  Em 2009, Enrico se inscreveu em um concurso do Cartoon Network para a produção de um piloto da série animada. O projeto faturou um prêmio de desenvolvimento no valor de US$ 20 mil, em 2012, durante o Fórum Brasil de Televisão. O primeiro piloto da série foi desenvolvido com a Copa Studio, alguns conteúdos do piloto foram apresentados no episódio da série O Pequeno Mestre do Gi Gitsu.

Em 11 de junho de 2012, a série Irmão do Jorel começou sua produção. A primeira promo da série foi exibida no Cartoon em 4 de agosto de 2014 e sua estreia oficial aconteceu em 22 de setembro de 2014.

Todos me chamam de Irmão do Jorel, mas meu verdadeiro nome é…

É capaz de criar e acreditar nas mais absurdas histórias. Ele também está sempre disposto a criar algo novo e mudar o mundo de alguma maneira, enfrentando os obstáculos da vida com seu otimismo.

No restante da América Latina, é dublado por Jesús Hernández.

Palavras Perdidas: Póstumo, Mandrágora, CONSTELAÇÕES INDÍGENAS, Golden Shower: Total Control (SD) (2001), Queda Livre!, BRANCA ALVES DE LIMA

James Cameron afirma que a Skynet destruiria a humanidade apenas com deepfakes 1.2

James Cameron é apenas o diretor de dois dos filmes que mais faturaram na história: Avatar, de 2009, rendeu US$ 2,85 bilhões e ocupa o primeiro lugar no ranking. Titanic vem em terceiro, atrás apenas de Vingadores: Ultimato, lucrando US$ 2,19 bilhões de dólares. Pablo Nogueira – Hardware.com.br

No entanto, há outro filme de James Cameron, da década de 1980, que revolucionou a indústria: O Exterminador do Futuro. Em 1991, Cameron dirigiu a sequência do filme, considerada melhor que a obra anterior.

No filme, o protagonista é um cyborg conhecido como exterminador, interpretado por Arnold Schwarzenegger, que viaja no tempo para evitar o surgimento da Skynet, um sistema de inteligência artificial que causa um holocausto nuclear em 2029.

Assim nasceu a Skynet e sua revolução, uma mente artificial capaz de colocar toda a humanidade em xeque e levar os seres vivos à quase extinção. Cameron, que escreveu o roteiro do filme sob efeito de drogas, agora confirma em entrevista à BBC que, se a Skynet existisse, ele usaria uma arma diferente das nucleares para acabar com tudo. Uma arma? Um vírus? Não! Os deepfakes. Gabriel Martins – trecobox

Aliás, ao iniciar a entrevista, Cameron cita o problema de que todas as tecnologias que nós criamos, aparentemente, em algum momento, “dão errado”.

Avatar, de 2009, revolucionou a indústria cinematográfica com os seus avanços em efeitos especiais e capturas de movimento.

Destacando o avanço dos efeitos visuais em imagens e filmes, o cineasta afirma que, conforme aprimoramos essas ferramentas, “criamos recursos para mídias falsas”.

No entanto, segundo ele com a velocidade de informação de notícias, pode haver um incidente preocupante antes de descobrirmos que a mídia é falsa.

Deepfake com o rosto do ator Tom Cruise em outra pessoa.

“Já vimos diversas situações — a Primavera Árabe é um clássico exemplo — em que as revoltas foram praticamente instantâneas graças às mídias sociais”.

Ao admitir seu ceticismo em relação à inteligência artificial e o temor pelos deepfakes, James Cameron comenta sobre o fato de que toda tecnologia já criada foi utilizada como armamento.

“Eu digo isso aos cientistas de inteligência artificial o tempo inteiro, mas eles afirmam ter o controle da situação: ‘Só basta a gente garantir que as IAs sirvam para um propósito correto’…”

“Se a Skynet quisesse acabar com o mundo e exterminar todos nós, seria algo similar ao que está rolando atualmente. A Skynet não precisaria acabar com toda a biosfera e o meio ambiente com armas nucleares. Aliás, seria bem mais fácil e demandaria menos energia, pois a Skynet iria apenas fazer com que as nossas mentes ficassem umas contra as outras”.

Portanto, o premiado cineasta afirma que precisamos ter um pensamento crítico maior, ressaltando que temos milhares de ferramentas de pesquisas disponíveis, mas as pessoas não as utilizam para verificar a verdade.

Ao finalizar a entrevista, James Cameron faz uma brincadeira: “Eu mesmo poderia ser um deepfake neste exato momento”.

Arnold Schwarzenegger parece muito feliz em ver o progresso da tecnologia TerminatorCosmoBroadCasting.com

“Quase tudo o que criamos parece dar errado em algum momento. Estamos trabalhando em efeitos digitais de ponta, e nosso objetivo tem sido torná-los cada vez mais fotorrealistas. E cada vez que os otimizamos, estamos essencialmente construindo uma caixa de ferramentas para criar elementos falsos.”

“Os responsáveis ​​sempre dizem que não, que está tudo sob controle, e que com essas inteligências artificiais sempre usam alvos adequados. Mas quem decide quais são esses alvos? Quem financia a pesquisa, que são grandes corporações ou o Ministério da Defesa. significa que eles vão ensinar essas novas entidades sencientes a serem gananciosas ou assassinas. Se a Skynet quisesse assumir o controle e nos eliminar, acho que seria como se já estivesse acontecendo. Não teria que aniquilar toda a biosfera e o meio ambiente.com armas nucleares para alcançá-lo. Seria muito mais fácil e exigiria menos energia voltar nossas mentes contra nós mesmos. Tudo o que a Skynet teria que fazer é falsificar algumas pessoas, colocá-las umas contra as outras, instigá-las e apenas executar essa falsificação gigante na humanidade.”

CHIAR – IMGUR. 29/12/2017

Compartilhe isso: Comida de tubarão, O Exterminador do Futuro: Gênesis, Starlink Musk Skynet, A evolução dos robôs.

Previus version: James Cameron afirma que a Skynet destruiria a humanidade apenas com deepfakes, Você Consegue Sobreviver ao BASILISCO de ROKO?, MANO… QUE REVELAÇÃO INQUIETANTE!

Ele Nunca Morre

Ele Nunca Morre // Filme Completo Dublado // Suspense // Film Plus

Jack é um sujeito antissocial que passa o tempo recluso em seu apartamento vagabundo, dormindo e mantendo uma curiosa e desconhecida dieta. Seu único contato com o mundo são ocasionais visitas a uma lanchonete e o bingo, que parece ser sua única diversão. filmow

DIREÇÃO: Jason Krawczyk

ELENCO: Henry Rollins, Booboo Stewart, Kate Greenhouse, Jordan Todosey

PAÍS/ANO DE PRODUÇÃO: USA/2015 – Estréia Brasil: 19 de Maio de 2016

CLASSIFICAÇÃO: 16 anos

O Film Plus é um canal de filmes 100% gratuito no YouTube, feito para quem busca diversão e entretenimento para ver em casa, no celular, no computador e aonde mais puder!! Bora estourar uma pipoca e começar a aproveitar? Corre lá que a sessão já vai começar!

Palavras perdidas: Antes que eu vá, Rússia, Anunnakis e Anjos Caídos, OS ETERNOS DA MARVEL ESTÃO NA BÍBLIA, Vontade de doce?!?

Fotógrafo capta a geometria de janelas de diferentes cidades pelo mundo

A arquitetura de uma cidade tem muito a dizer sobre a vida de seus habitantes, seus conceitos de beleza e os detalhes que você irá encontrar em cada residência e alguns fotógrafos preferem se especializar em algum tipo específico de imagens. Vivimetaliun

É o caso de Valentina, que busca recriar bandeiras de países no mundo real e do fotógrafo Jason Peterson, que registra o cotidiano das cidades por onde passa em preto e branco.

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Albufeira, Portugal

O fotógrafo português André Vicente Gonçalves foi um passo adiante ao transformar as janelas de diferentes cidades em uma série única e cheia de cores, que vai te inspirar a andar pelas ruas olhando para cima.

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Alpes

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Burano, Itália

Com o sugestivo nome de Windows of the World (“Janelas do Mundo”, em português), ele sai por aí fotografando este elemento da arquitetura e sua evolução em diferentes cidades do mundo. Por enquanto, a série já registra janelas clicadas em Portugal, Itália e nos Alpes europeus.

world-ericeiraEriceira, Portugalworld-evora

Évora, Portugal

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Guimarães, Portugal

Com diferentes cores e formas, as janelas fotografadas por ele se mostram tão diversas que prometem chamar a atenção de qualquer turista desavisado. “Sempre tive curiosidade sobre janelas. Como a estrutura das casas, elas mudam de região para região”, conta o fotógrafo. E a série é uma prova disso.

world-lisboa1Lisboa, Portugalworld-porto

Porto, Portugal

world-sesimbraSesimbra, Portugalworld-trentoTrento, Itáliaworld-veneza1Veneza, Itália

Todas as fotos: André Vicente Gonçalvesvia

Palavras Perdidas: Tiny Houses: minha doce casinha, A Casa é Sua – Arnaldo Antunes, Soluções ecológicas para afastar insetos, Ergonomia no home office: 6 dicas para sua saúde, Glass Design

Canadian Pride

Scene of 1790 – A Cree encampment by the Red River.

 MURALSGraffiti Lux Art & MoreMARCH 29, 2013

Artist: Jill Sellers
Artist: Jill Sellers

This pic of the mural is RESA‘s fav. October 06, 2012. Winnipeg, Manitoba, Canada

The Murals of Winnipeg

“There is a crack in everything, That’s how the light gets in”

This poem By Leonard Cohen… “ANTHEM”. Princess Blue Holly

Artist Frank Lewis – Photo © Christy Birmingham

Photos taken by Chisty Birmingham – August 15, 2016. Victoria, British Columbia, Canada

Palavras perdidas: : Crianças pau-ferro, TJILI, 3000 anos de engenharia, arquitetura e construção, The Canvas Project: la vida secreta de las pinturas clásicas, Os índios nos gibis.

Death Proof -À Prova de Morte- (Tarantino) dublado pt

Death Proof -À Prova de Morte- (Tarantino) dublado pt. canal rebelde

À Prova de Morte (Death Proof, 2007) é a segunda parte de Grindhouse, projeto criado, escrito e dirigido por Quentin Tarantino e Robert Rodriguez. A empreitada era uma homenagem dos dois aos filmes de terror dos anos 70 que eram exibidos nos drive-in. Produções de custo barato que abusavam da estética exploitation: exploração do sexo, violência, drogas, monstros, nudez, kung fu, etc. Esses filmes se calcavam muito mais na publicidade desses temas do que nas qualidades da obra.

A maneira encontrada para reverenciar o gênero foi abusar do tom humorístico. Um claro exemplo é a criação de trailers falsos dirigidos por colegas cineastas como Eli Roth (O Albergue), Rob Zombie (A Casa dos 1000 Corpos) e Edgar Wright (Todo Mundo Quase Morto) e que foram exibidos entre um e outro. Para completar, os filmes receberam um “envelhecimento artificial”, como se rolos estivessem com defeitos e partes faltando. Afinal, era dessa forma que as tais sessões duplas aconteciam na época, justamente pela falta de preocupação dos exibidores.

Infelizmente, o filme não foi bem recebido nas bilheterias estadunidenses. Especialistas alegaram que a geração de hoje em dia pouco conhecia a estética grindhouse. O jeito foi desmembrar o projeto em dois filmes: Planeta Terror, de Rodriguez e este À Prova de Morte, de Tarantino.

Para a felicidade dos fãs do diretor de Cães de Aluguel, essa divisão, deixou o cineasta mais à vontade para tornar o filme um legitimo produto de sua autoria. Em relação ao que foi visto em Grindhouse são 20 minutos a mais de cenas. Assim, mais uma vez o tema serviria como um trampolim para que Tarantino pudesse destilar suas filosofias e brincar com a sua obsessão com a cultura pop. Foi assim em Pulp Fiction (novela policial), Jackie Brown (black exploitation) e KillBill (kung fu).

À Prova de Morte tem todos os elementos que consagraram o cineasta e o tornaram um dos mais imitados ao redor do planeta. Estão lá diálogos ácidos, violência graficamente estilizada, exploração do erotismo feminino com personagens marcantes e palavreado chulo, entre outros maneirismos do cineasta. Tudo isso com uma trilha sonora recheada de clássicos de todos os gêneros pontuando as cenas. As tomadas são construídas com diferentes ângulos. E tome close-ups de pés descalços, rostos e personagens dando longas tragadas em seus cigarros. Percebe-se também elementos cênicos que conectam com seus filmes anteriores, seja com personagens, locais, músicas ou marcas de produtos que não existem.

Ao mesmo tempo, À Prova de Morte não abandonou a estética grindhouse. Tarantino, mais uma vez, homenageia um gênero sem deixar de ser original, provando que seus longas não são uma simples cópia de produções do passado, mas sim um flerte com a cultura pop que dialoga com o passado, presente e futuro. Com esse recurso, ele rompe barreiras de tempo e espaço e transporta os espectadores para um outro universo. Aqui, ele flerta com o desejo latente entre carros potentes e vigorosos em equilíbrio com a anatomia feminina. Mais anos 70 impossível.

A trama envolve um dublê misógino que utiliza seu automóvel para matar suas vítimas. O personagem chama-se Stuntman Mike e é interpretado na medida pelo veterano Kurt Russell. Até mesmo o jargão de que um carro potente substitui um pênis pequeno ou inoperante não escapa. O elenco se completa com um desfile de beldades que têm seus dotes explorados ao máximo pela câmera excitante de Tarantino. Com destaque para Rosario Dawson (Abernathy) e Vanessa Ferlito (Arlene), que realiza uma dança de colo enlouquecedora. Mas vale lembrar que apesar de toda a exploração erótica, o cineasta arranca ótimas interpretações de todas elas. Os personagens femininos não são meros artifícios cênicos que estão lá para proporcionar prazer para os homens. Fica evidente na primeira parte da história que Stuntman Mike dita as regras, mas conforme ele vai escolhendo seu caminho as coisas podem mudar. Nunca se sabe o que o destino nos reserva nas curvas adiante.

As cenas finais envolvendo dois potentes muscle cars são eletrizantes. Na tradução, os carros musculosos são típicos automóveis que surgiram nos anos 60 que tinham uma aparência robusta e equipados com potentes motores V8. Um sinônimo de velocidade, individualidade e atitude. Eles aqui se encontram exemplificados no combate entre o Chevy Nova negro contra um Dodge Challenger branco. Até as escolhas das cores dos carros demonstram as intenções do cineasta: é o bem lutando contra o mal. É Tarantino reescrevendo a história mais uma vez.

Quenze-se: Pizza, pizza and more pizza, a nice day., Tura Satana, Contagion, Uma Mente Brilhante, In Time, José Mojica Marins, Á Beira da Loucura ou Clube dos Suicidas, Antes que eu vá

pain and promise

Jeff Flesch  – DEVELOP. INSPIRE. TRANSFORM. Yesterday at 10:00 am

I stir the pain and promise
of another day

living amongst the calmest tides, and
between thin wispy clouds

I await

the love within this shroud
knowing the pain delivered is filled with gold
hues

and ambiguity among truths
birthed

within the mountains cold

and dark, living inside me a mark
filled with the void of time

sung from my fingertips, to the
mountain tops

I slip

into a reverie and cannot exist
a moment longer

than is needed

I withdraw
and await the heeded, love

I hope

to carry me into the gates of my beloved
where love’s already been seeded

Say “No” To Blog Abandonment

Yes my friend, giving up is easy to do. Therefore, any fool can scream, “I give up!”

Renard provides bloggers with some easy techniques to prevent blog abandonment. Renard MoreauRenard’s World

People abandon their blogs for various reasons; such as:

  • Loss of inspiration.
  • Not having enough time.
  • Receiving little or no views.
  • Lack of ideas.
  • An unpleasant encounter with trolls.

It takes a lot of perseverance to keep blogging until you see the results you want, blogging itself takes a lot of hard work and usually pays off in the end, so never make the mistake of giving up on your blog. Renard Moreau – Renard’s World

Many of you probably walked in without knowing anything about it, at least decided to get started (This is a thousand times better than wanting to start a blog), plus any blogger can learn the basics of blogging over time.

You must ask yourself, “What kind of content do I like?”

You need to have a plan, if you like a specific topic, your blog can be based on it (professional bloggers need to stick to a niche because it helps search engines identify the specialty of these bloggers).

If you are interested in multiple topics, your blog can be based on that (personal bloggers post multiple topics).

Creating content for your blog is not that hard to do, many bloggers around the world abandoned their blogs because they didn’t know how to consistently develop content for them.

Interacting with like-minded bloggers is fun; also encourages bloggers to keep blogging. You can locate like-minded bloggers through WordPress Reader, of course!

Some people struggle to create and publish a blog post daily when in reality they are only able to create a few blog posts a week, there are bloggers who are able to create and publish content daily.

If you are new to blogging, it would be unwise to expect an average of six hundred views to be received on your blog daily, all bloggers have to gradually work from scratch.

It takes a while for a blogger to build a readership, a popular blogger once stated that it took two years to acquire a large readership, so it is virtually “impossible” to achieve overnight success in the blogosphere.

People who are new to blogging should not focus their attention too much on the views they get, the number of views they get will be a little low, their views will gradually increase if they continue to post high quality content.

Facing trolls can be a little scary for some bloggers, these unscrupulous online characters, trolls should never be allowed to make them abandon the blog they’ve worked so hard on.

The next time the thought of leaving your blog creeps into your mind, think of those beloved readers of yours, who are eagerly awaiting your new posts (these readers are fans of your work).

Keep in mind that we all have something special to offer; either:

  • Passing our knowledge to the reader;
  • Amusing the reader;
  • Sharing our unique passion for a specific hobby;
  • In fact, readers love this sort of thing.

Where there is a will, there is a way. So anyone who is serious about blogging can do their share.

To make sure your blog doesn’t sit still, I advise you to get involved in the following things:

Learn how to create a blog post on a smartphone (this would come in handy the day your computer dies);
Invest your money in a good second-hand computer (A second-hand computer costs much less than a new one and will also come in handy the day your main computer dies);
Make an agreement with a friend or family member to borrow your computer on a specific day (while your computer is being repaired);
The idea here is to find a way for your blog to be updated with new content the day you run into a technological hiccup.

The only things that should stop you from updating your blog would be health or death related issues, there’s really no reason for you to neglect your blog, or worse yet, abandon it.

Palavras perdidas: Blog Grátis ou Blog Pago? Qual a Melhor Opção?, Ghost Writer ou Escritor Fantasma!!!, The Bee Is The Most Important Of The Planet

My blogs: A.I. Carr, Jesus Hemp: Vamos falar de ganja?, Existe Guarani em São Paulo: Conhecimento e cultura dos povos ancestrais.

Conheça nossa MBAE´MO PARA.

Aproveite para contribuir e fortaleçer a Arte e a Cultura Guarani.

Why I Might Give Up Commenting On WordPress

As someone who champions commenting as a means of growing your blog, I figured I should also point out the negative side of things. So what better way to do that than by breaking my regular habit of commenting on blogs? After all, I’d just published this post about being consistent in my blogging duties, […]

Why I Might Give Up Commenting On WordPress

Palavras perdidasGhost Writer ou Escritor Fantasma!!!, Bem-vindo (ou bem vindo?) ao mundo kafkiano do hífen, UM PASSADO AINDA MUITO PRESENTE, CASO MONARK

Ron Bugado

Ron Bugado (1h 47min) é um filme da 20th Century Studios e sua data de lançamento 21 de outubro de 2021, dos criador(es): Sarah SmithJean-Philippe Vine. A história acompanha um mundo tecnológico em que todas as crianças possuem um “B-bot”, um robô inteligente que os conecta com pessoas em todo o mundo, estudam e conhecem suas personalidades com base em dados e podem ser personalizados com diferentes visuais. Nathalia Jesus – Adoro Cinema

No centro desta história está Barney, a única criança da cidade que ainda não tem um B-bot, porque sua família não é chegada a tecnologias. Quando finalmente consegue ter o super robô, que se chama Ron, percebe que é diferente de todos os outros, pois funciona sem nenhuma inteligência artificial e precisa aprender tudo do zero, sem equipamentos especiais. Assim, Ron causa muitas confusões e decepções para Barney, mas acaba se tornando um grande amigo do garoto.

“[A inspiração surgiu] quando assisti ao filme “Her” de Spike Jonze e pensei “Preciso fazer um filme assim para minha filha”, porque minha filha está o tempo todo enterrada no iPad, vendo anúncios e dizendo “Mamãe, precisamos comprar esse condicionador de tecido porque faz cheirar muito bem”. E ela agia como se tudo o que ela visse no iPad fosse completamente verdade”, explica a cineasta.

Ron Bugado | Trailer Oficial Dublado20th Century Studios Brasil

Ronze-se: Desenho de criança, APRENDA A SE COMUNICAR COM DEFICIENTES AUDITIVOS OU PESSOAS SURDAS, Ademar Vieira, amazonense e suas tirinhas!!!, Rick and Morty ganha teaser live-action com Christopher Lloyd, 29 DETALHES que você PERDEU em CORALINE e o Mundo Secreto

Her

Em Ela (Her), Theodore (Joaquin Phoenix) é um escritor solitário, que acaba de comprar um novo sistema operacional para seu computador. Para a sua surpresa, ele acaba se apaixonando pela voz deste programa informático, dando início a uma relação amorosa entre ambos. Esta história de amor incomum explora a relação entre o homem contemporâneo e a tecnologia. Adoro Cinema

Este mote foi amplamente discutido, defendido por alguns e ridicularizado por outros, desde que o diretor e roteirista Spike Jonze anunciou o projeto à imprensa. Felizmente, o filme não se esgota nesta ideia criativa. Ele retrata as novas configurações do amor de maneira geral, e consegue transformar o relacionamento entre o escritor Theodore (Joaquin Phoenix) e o sistema operacional Samantha (Scarlett Johansson) em um dos mais belos romances que o cinema construiu no século XXI. Amores reais em tempos virtuais por Bruno Carmelo

O roteiro magnífico explora o ciúme, a possessão, o sexo, a distância e a noção de pertencimento nos amores contemporâneos, sem jamais parecer um filme-tese. Pelo contrário, com seu clima fluido, imagens de baixo contraste e trilha sonora agridoce, a narrativa constrói uma viagem linear, agradável e hilária em diversos momentos, sem a necessidade de reviravoltas abruptas para despertar o interesse do espectador.

Esse futuro do pretérito é um mundo anônimo, despersonalizado, fruto da globalização que deixa todas as pessoas e lugares com uma aparência semelhante.

O futuro imaginado por Jonze é triste, individualista, melancólico, onde a tecnologia fornece apenas meios de encontrar o amor pela Internet, fazer sexo virtual, pagar para terceiros escreverem cartas pessoais, divertir-se sozinho com videogames realistas. O diretor não aposta no tradicional conflito entre humanos e máquinas (nada de Robocop, portanto), e sim numa fusão tão completa entre os dois que não se consegue mais imaginar uma interação humana sem a intermediação de um sistema virtual. Para os personagens, o virtual é visto como um ideal a alcançar, um modelo de perfeição para o real.

“O amor é uma forma de insanidade socialmente aceitável”, diz a amiga e profeta Amy. “A vida é curta, e todos merecemos um pouco de felicidade”, ela completa.

Já Samantha, o sistema operacional, é vivida com intensidade por Scarlett Johansson, lembrando que a voz é uma parte indispensável da atuação (uma versão dublada de Ela destruiria o filme), e que um personagem complexo e interessante pode ser criado sem nenhuma corporeidade além da tela de um smartphone. Johansson permite que Samantha evolua aos poucos, torne-se cada vez mais humana, mais concreta e palpável, mas sem o sonho fantástico de um dia se tornar real.

Não, este filme não é uma ingênua celebração da tecnologia, e sim uma reflexão profunda sobre todos os aspectos que ligam os homens à máquina, e à projeção que fazemos dos nossos amores na invisibilidade do meio virtual.

Herze-se: Efeito Mandela, “The Nu Project” – Nudez de mulheres comuns pelo mundo, Wuthering Heights, INIMIGO MEU: Uma História sobre Guerra e Tolerância, O Doador de Memórias – Filme Completo Dublado, Póstumo, Antes que eu vá

O DIA EM QUE A ARTE URBANA ENCONTROU O CORDEL!

Pega essa dica: O DIA EM QUE A ARTE URBANA ENCONTROU O CORDEL!

Uma exposição interativa, envolvente e nada óbvia! “Xilograffiti”, exposição em cartaz no Sesc Consolação, é o encontro histórico entre a xilogravura e o graffiti

Coleção de cordéis, lambe-lambes, murais, xilogravuras, zines, oficinas e muito mais

🔹EXPOSIÇÃO XILOGRAFFITI🔹

📍 Sesc Consolação
🗓 Visitas de terça a sábado, das 10h às 21h, e aos domingos e feriados, das 10h às 18h.
🎟 Entrada GRATUITA

📲 Programação completa das oficinas no site sescsp.org.br/unidades/consolacao/

👉🏽 Mais infos em: @xilograffiti e @sescconsolacao

Ghost Writer ou Escritor Fantasma!!!

Seja para escrever livros, artigos, colunas ou até mesmo textos para marketing de conteúdo, há muitas opções disponíveis no mercado para quem quer ser um ghost writer.

Ghost writer é o profissional que não recebe créditos de autoria pelo texto que escreveu. Isso faz parte de um contrato ou acordo de cessão de direitos autorais. O ghost writer escreve livros, textos, apostilas e outros materiais, vende a uma pessoa (física ou jurídica) os direitos autorais sobre essa obra e recebe por isso. Luiza Drubscky – Comunidade Rock Content

Ghostwriter é definido como um “escritor fantasma”, um escritor profissional que é contratado para escrever obras pelas quais não receberá crédito oficial, permanecendo anônimo, prática comum desde tempos imemoriais, onde secretários e escribas escreviam discursos e cartas aos governantes, ou os discípulos de um mestre completavam seu trabalho sob a sua direção e, por vezes, a título póstumo. Até hoje, é costume os presidentes lerem discursos públicos que outra pessoa os tenha escrito, ou que “escritores fantasmas” respondam a cartas de cidadãos em nome do presidente, ou que sejam contratados para escrever suas “autobiografias”. UM CANCERIANO SEM LAR.

O “escritor fantasma” nas revistas médicas gera problemas éticos e legais. A preocupação se deve ao fato de que é frequente que as empresas farmacêuticas e as indústrias de produtos de tecnologia médica possam distorcer as evidencias produzidas por ensaios clínicos e não sejam imparciais. SciELO

Posteriormente, não há nenhuma violação ou irregularidade se o texto for divulgado como sendo de autoria de outra pessoa. Aliás, é justamente isso que se pretende fazer por meio da contratação de um escritor-fantasma. Então, se não há autoria e direitos sobre a obra, por que essa é uma ocupação que tem crescido tanto no mercado de trabalho?

Ser um ghost writer é uma forma de praticar suas habilidades de redação diariamente. Quanto maior o fluxo de trabalho, mais regularidade você terá para praticar sua escrita em frente ao computador.

Com o tempo, isso não apenas melhora sua capacidade de argumentação, organização de ideias e exposição de informações importantes, como também reduz a incidência de erros gramaticais e expande seu vocabulário. Ou seja, ainda que você queira escrever textos autorais no futuro, terá muita experiência com a qual contar para aprimorar suas habilidades.

Muitas vezes, o regime de contratação de ghost writers ocorre por meio de trabalhos freelancer. Isso significa que você é contratado por obra, livro ou texto que escreve. Assim, você ganha exatamente pelo trabalho que faz. Se quiser escrever mais textos e pegar mais trabalhos, vai receber mais por isso. Se precisar dar um tempo nas atividades e tirar férias, terá que se programar com um período sem essa renda.

Porém, em sua grande maioria, os contratos celebrados para serviços de escrita ghostwriting são pagos antecipadamente ou por pacotes fechados. Se um escritor convencional precisa aguardar os royalities e variáveis de sua produção, uma vez que o cliente esteja satisfeito com seu texto, o pagamento é realizado de acordo com o combinado.

Se você sabe o quanto vai receber e em que intervalo de tempo, pode planejar retiradas mensais que se assemelham aos salários convencionais do regime CLT.

Também é possível determinar valores mensais para a construção de um décimo terceiro, poupança emergencial e para investimentos com muito mais precisão.

Não há uma área específica em que o trabalho de um escritor-fantasma é mais requisitado. Existe a necessidade de escrever sobre os mais variados assuntos, desde livros sobre nutrição, fitness e saúde, até textos sobre finanças pessoais, administração e recursos humanos.

Se você é uma pessoa criativa, curiosa e interessada em aprender sobre temas distintos de sua área de formação, terá a oportunidade de escrever em várias temáticas. O que realmente importa é a qualidade de sua redação, correção ortográfica e gramatical, além de um trabalho preciso de pesquisa e verificação de informações.

Ghost writers não serão de forma alguma vinculados à autoria dos textos que escrevem. Por mais que isso possa ser um problema para alguns redatores, isso também representa uma boa oportunidade pessoal para se distanciar emocionalmente de seus textos e escrever com mais liberdade. Ao saber que sua autoria não será identificada, você pode se arriscar a escrever sobre temas até então inexplorados, sem medo da reação do público, amigos e familiares.

Na verdade, você inclusive poderá testar suas habilidades escrevendo sobre temas que sempre te interessaram, mas que você nunca teve a coragem de pesquisar e escrever. Nesse contexto, um engenheiro poderá escrever sobre psicologia e comportamento, assim como um advogado poderá explorar seus conhecimentos sobre arte e entretenimento.

O autor de um blog, colunista ou outro profissional de produção de texto intelectual, na maioria das vezes, precisa comercializar seu conteúdo.

Isso significa vender para um veículo de informação, compartilhar nas redes sociais, interagir com os leitores para gerar engajamento por e-mail marketing, fóruns especializados e comentários no post, são muitas responsabilidades, após a atividade produtiva, que demandam tempo e estratégia comercial.

Um ghostwriter não precisa se preocupar com a gestão comercial e relacionamento com leitores, e pode concentrar na produção de conteúdo. Isso é especialmente prazeroso para quem prefere criar a fazer marketing.

Uma paciente de câncer de mama de endstate de meia idade deitava-se na cama e conta sua história de vida para uma escritora fantasma escrever sua biografia e seu livro de memória depois de ela morrer.

Em geral, o ghost writer não é contratado diretamente pela pessoa ou empresa que assumirá a autoria dos textos. Esse tipo de distanciamento também é benéfico ao redator, que poderá escrever com mais liberdade e autonomia, tendo recebido suas instruções de escrita de forma objetiva e sintética.

Lidar com clientes é um problema para muitas pessoas, principalmente, aquelas mais introvertidas ou que têm pouca paciência para lidar com o público. Geralmente, o escritor-fantasma não tem que se preocupar com isso.

Cada vez mais, empresas, colunistas e outros interessados estão migrando sua atuação para plataformas online (sites, apps, blogs, redes sociais, etc.). Isso faz com que a importância do marketing de conteúdo, por exemplo, seja ainda maior.

Blogs institucionais são uma boa forma de atrair clientes, enriquecer os produtos e serviços oferecidos, além de fidelizar consumidores. Por essa razão, há uma demanda crescente por redatores nessa área. Além disso, os desenvolvimentos tecnológicos que facilitaram o acesso a e-books e outras obras digitais também expandiram as possibilidades de atuação como escritor.

Para se tornar profissional, não é preciso ter uma formação específica em letras, jornalismo ou áreas similares. Embora isso ajude bastante, não é um fator que elimine um candidato que goste de escrever e tenha bons conhecimentos gerais.

Escrever sobre pães sem glúten, pão-de-queijo sem glúten, água e até glúten sem glúten vai bombar! O conteúdo deve ser relevante para quem vai comprar, uma vez que ele atrairá o consumidor até dentro da padaria.

Quando ele chegar lá, o padeiro — ou o cheirinho do pão — se encarregará de fechar a venda.

Memes are funny not just because they are ridiculous, but because they point out something ridiculous about life. The fact is that most of us know very little about what other people do for a living. DAVID LEONHARDT – The Happy Guy Marketing

We have neighbours, and we have no clue what they do.

We meet people on the job, doing their job, and we still have no clue what they do.

We have brothers and sisters and aunts and, yes, spouses…and we have no clue what they do.

And many of us would be hard pressed to explain what we, ourselves, do. Yes, it sounds ridiculous. But it’s also true, and it’s reflected in the last two panels of most of these memes:

  • What I think I do.
  • What I really do.

É preciso escolher aquela que se adapta melhor ao seu estilo ou que lhe dará mais oportunidades de ganho e aprendizagem.

Textos escritos com estratégias de otimização do conteúdo. Ou seja, além de informarem o leitor, também contribuem para que os mecanismos de buscas priorizem o texto nos resultados.

Nesse caso, os conhecimentos de marketing de conteúdo se fazem necessários. Nos blog posts, a persona, o tipo de linguagem, o SEO e suas outras diversas estratégias farão companhia aos demais conhecimentos do escritor fantasma.

São conteúdos maiores, que exigem entrevistas e pesquisas mais intensas e estão atreladas a profissionais e pessoas que têm uma história para contar, mas não sabem como fazê-la interessante por meio das palavras.

Existem autobiografias, biografias de presidentes, de famosos, empresários, atletas, modelos, artistas e mais uma infinidade de temas que podem ser explorados pelo ghostwriter.

Além de contribuir para a concepção do conteúdo, nessa modalidade você também estará transmitindo seus conhecimentos. Ele pode ter, por exemplo, o domínio do conteúdo, mas não saiba como desenvolvê-lo.

É parecido com a relação do escritor fantasma na produção de uma biografia e com o foco mais direcionado para a área jornalística ou comercial de uma empresa.

Bom, você já viu que existem diversas oportunidades e iniciar na carreira não é propriamente difícil. Então, o que ainda é preciso considerar?

A rotina de um ghost writer não é livre de desvantagens. Inclusive, é preciso lidar com diversos problemas no dia a dia, que podem ser mais ou menos graves, a depender da personalidade e das características de cada redator.

Já que o texto não é seu, você precisa encontrar exatamente a voz de seus clientes. Muitas vezes, a linguagem deve ser jovem e informal, enquanto em outras precisa ser elaborada e técnica. Ou seja, cada texto apresenta necessidades próprias. Você precisa conseguir adaptar sua linguagem a elas!

Você está confortável com a ideia de ceder completamente seus direitos sobre um texto? Algumas pessoas não se sentem bem com essa ideia, preferindo escrever apenas para sites e editoras que garantam seus créditos de autoria.

Para suprir essa necessidade, você pode criar um blog para fazer suas publicações pessoais, com os temas que curte, e de quebra, ainda pode transformá-lo em seu currículo online e atrair clientes.

Ghost writers, normalmente, são contratados em regime de prestação autônoma de serviços (freelancer). Isso pode significar uma relativa incerteza profissional, já que há épocas com mais oferta de trabalho e outras com menos.

Para superar essa incerteza, é preciso muito planejamento e disciplina financeira, além de um bom histórico de compromisso e relacionamento com seus clientes para garantir maior regularidade de serviços no futuro.

Se você quiser se aventurar como uma profissional autônoma e abrir mão do conforto e abundância de tarefas das plataformas de redação, terá que negociar e colocar preço em sua produção. Ela poderá ser realizada de acordo com o tamanho do texto, volume de caracteres ou palavras, por exemplo.

É preciso preparar psicologicamente e financeiramente, pois, será freqüente ouvir contrapropostas indecentes, que desvalorizam seu trabalho e dedicação.

Existe Guarani em São Paulo
Conhecimento e cultura dos povos ancestrais.

Em alguns casos, será preciso aceitar ofertas de trabalho com valores abaixo de mercado e ainda ter que cobrar do cliente caso ele atrase seus pagamentos.

Outra situação que você como escritor-fantasma independente terá que lidar é com a concorrência. Fora de uma plataforma, será necessário disputar clientes com agências de conteúdo grandes e outros profissionais mais experientes ou dispostos a receberem bem menos que o projeto efetivamente vale.

Do you know what you really do? I mean, do you know what you do well enough to create a meme like this for yourself? The challenge is on!

Contact me: edsjesusii@gmail.com.br

Palavras perdidas: A INVASÃO DO BRASILPEIXE-BOI MARINHOA vida como ela é, Marvel, ThunderComics, Guia dos Quadrinhos, Flash na Biblioteca, Jornada ninja,Via Láctea pelo navegador, Criacionismo., Blue Dragon (Dragão azul), Neil Armstrong, Signo Geek, Cifras

Das vantagens de ser bobo

POEMA: Das vantagens de ser bobo – Clarice Lispector por Aracy Balabanian. Sebo Itinerante

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Obrigado

O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar o mundo. O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: “Estou fazendo. Estou pensando.” Revista Prosa Verso e Arte

Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia.

O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas humanas. O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver. O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski.

Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro. Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranqüilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo não percebe que venceu.

Aviso: não confundir bobos com burros. Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: “Até tu, Brutus?”

Bobo não reclama. Em compensação, como exclama!

Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu. Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz.

O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos. Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil. Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida. Bem-aventurados os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem.

Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!

Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas. É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.

– Clarice Lispector, do livro “A descoberta do mundo”. [crônicas]. Rio de Janeiro: Rocco, 1984.

Boboze-se: Aldeia360, Clarice Lispector do Samba, Clara Nunes., José Mojica Marins, Mineirinho, Clarice, Clarices, Insensatez, Clara Rosa, Camarão Que Dorme a Onda Leva

Dia Internacional da Maconha – Weed`s Day

O dia 20 de abril, grafado como 4/20 em inglês, é comemorado internacionalmente como Weed`s Day. Traduzindo, é o Dia Internacional da Maconha. Ou Pot Day, como é conhecido em outros países. Jesus Hemp

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A data sempre foi marcada pela realização de mobilizações, marchas e manifestações, cujas lutas se centram na descriminalização e na regulamentação da maconha a nível global. Sociedade Brasileira de Estudos da Cannabis (SBEC)

Originária da região do norte do Afeganistão, a planta Cannabis Sativa, a maconha, é utilizada há aproximadamente 6.000 anos. O primeiro escritor a mencionar o uso do cânhamo em cordas e tecidos é Heródoto, um historiador grego que é considerado o pai da história. A fibra do cânhamo, presente no caule da maconha, foi muito utilizada nas cordas e velas dos navios gregos e romanos, e era usada também para fabricar tecidos, papel, palitos e óleo. ENTRETENIMENTOS

flor coracao vermelho São Paulo pode criar hoje o “Dia Municipal da Maconha Terapêutica”

Há registros do uso medicinal de maconha desde a era de Assurbanípal, o último grande rei da Assíria, que morreu em 626 a.C., de acordo com relato histórico no livro Cannabinoids as therapeutic agents (Canabinoides como agentes terapêuticos), publicado em 1986 pelo bioquímico israelense Raphael Mechoulam. Também há registros no Egito antigo, na Grécia e na Roma antigas. O naturalista Plínio, o Velho (23-79 d.C.), da Roma Antiga, descreveu em detalhe o uso médico.

Da Idade Média ao século XIX os registros continuaram na Europa, na Índia e na Pérsia (atual Irã), na medicina tradicional chinesa. Com o uso generalizado, tanto do ponto de vista geográfico como em tipos de tratamentos, o surpreendente é que a partir do século XX tenha se tornado uma substância tão proibida nos países de cultura ocidental. Aconteceu por motivos principalmente políticos, com liderança norte-americana.

Mas como surgiu o código 4:20? O que, dentro da cultura canábica, é um número usado para se referir ao ritual do uso da maconha, tem a origem em um mito da Califórnia. Por coincidência, um dos primeiros estados americanos a autorizar o uso medicinal (1996) e recreativo (2016) da maconha.

20 de abril ou 4/20: O Dia Mundial da Erva

Segundo o jornalista Steven Hager, de uma das mais conhecidas revistas especializadas em cannabis, a High Times, o termo surgiu em 1971 na Califórnia com um grupo de adolescentes da San Rafael High School, uma espécie de confraria chamada “Os Waldos”. Eles se encontravam sempre às 4:20 pm (16:20) para fumar maconha perto de um muro, na parte externa da escola.

Em certa ocasião, os jovens, que já curtiam a erva, receberam um mapa de um trabalhador da guarda costeira que levaria a uma plantação de maconha em Point Reyes, próximo à São Francisco. Outra referência era que 4:20 era um código usado para se referir ao momento que eles deveriam se encontrar para sair em busca do tesouro nunca encontrado.

Uma outra crença comum é que 420 era a polícia da Califórnia ou o código penal para a maconha. Mas não há muitas evidências sobre essa teoria. Cannabis & Saúde

Há também a versão de que existem 420 compostos químicos ativos na maconha, daí uma conexão óbvia entre a droga e o número. Mas esse número é, na verdade, superior a 500 – sendo mais de 100 canabinoides.

Segundo Steve Bloom, editor High Times, uma das primeiras publicações sobre a maconha nos Estados Unidos. o termo virou uma um código semiprivado, que os usuários de maconha vão encontrar por todos os lados. O número aparece até no filme Pulp Fiction, de Quentin Tarantino, no relógio de um dos personagens. BBC

Bom, seja como for, 4:20 se tornou universal símbolo da cultura canábica em todo o mundo. Em países onde o consumo adulto da Cannabis já está legalizado, festas e festivais são amplamente promovidos para celebrar o Dia da Maconha.

A promessa de contribuir para todos esses tratamentos tem gerado interesse na esfera acadêmica sobre a farmacopeia produzida pela planta Cannabis sativa. Uma busca na base de dados Pubmed revela um número quintuplicado de artigos científicos entre 2000 e 2019 sobre essa classe de substância.

Na mídia, as menções também se tornaram mais e mais frequentes em anos recentes, assumindo ares de novidade apesar do histórico de uso que remonta a cerca de 2 mil anos. É por isso que a empresária Viviane Sedola, fundadora da empresa Dr. Cannabis e eleita pela High Times – revista norte-americana que defende a legalização da erva – como uma das 50 mulheres que se destacaram nessa área no mundo, qualifica a planta e seus derivados como uma novidade milenar. Em alguns países, como parte dos Estados Unidos, Uruguai e Canadá, a medida adotada foi liberar o uso medicinal da maconha – por vezes a própria erva a ser fumada –, uma decisão controversa. Nos Estados Unidos também está disponível uma profusão de preparados vendidos como suplementos alimentares, cremes para a pele, biscoitos que prometem acalmar bichos de estimação estressados ou com dor, entre outros. Maria Guimarães – Revista Pesquisa FAPESP

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