VEJA 10 ITENS que SUMIRAM dos CARROS!

VEJA 10 ITENS que SUMIRAM dos CARROS!CANAL PL

Lista com alguns itens que sumiram ou estão sumindo gradualmente do mercado automobilístico nacional!

Canal voltado para nostalgías do mundo automobilístico, televisivo e histórico de modo geral, viagens, explorações, documentários, flagras do interior, tudo isso em um só lugar!

TOP 12 Unique Flying Machines

TOP 12 Unique Flying MachinesTop Box

Enjoy a selection of the best personal flying machines of 2021 with beautiful music.

From homemade hoverboards and eVTOLs to jetsuits and jetwings: 12+ real flying vehicles that actually fly.

00:00 Intro

00:28 12. Omni Hoverboards

01:15 11. CopterPack

02:18 10. Hoverbike Scorpion S3

03:19 9. LIFT Aicraft HEXA

04:46 8. Kitty Hawk Heaviside

06:02 7. Zapata Flyboard Air

07:27 Zapata EzFly

07:38 6. Opener BlackFly

08:54 5. Alauda Airspeeder MK3

09:52 DCL Big Drone

10:32 4. Jetpack JB-10

12:06 3. Lazareth LMV 496

13:25 2. Gravity Jet Suit

15:21 1. Jetman (Jetwing)

SLEEPER BUG: 517 HP Subaru-Powered 1973 VW Super Beetle

SLEEPER BUG: 517 HP Subaru-Powered 1973 VW Super BeetleNicole Johnson’s Detour EP1.

Would you ever guess this cute little VW bug produces 517 horsepower at the wheels and screams like a Formula 1 race car?

Nicole Johnson goes for a wild ride in the ultimate Sleeper Bug, a Subaru WRX-powered 1973 Volkswagen Super Beetle that you’d swear was bone stock. But that’s the whole point…

Designed, built and owned by OG13 King of the Hammers winner @John Reynolds

Bugze-se: Blue Bug, Tumbler VW bug concept, Van movida a energia solar ou com banheiro?!?, Fiat 147 a álcool, 40 anos., Ora Ballet Cat, um Fusca elétrico?!?

The Batmobile Documentary Livestream

Batman | The Batmobile Documentary Livestream | Warner Bros. Entertainment

For #DCTuesdays, discover the history of the iconic #Batmobile from the early comics to the animated series and everything in between.

Notable Batman movie directors including Chris Nolan, Joel Schumacher and Tim Burton, as well as actors Christian Bale from “The Dark Knight” and Adam West from the 1960s Batman series discuss the evolution of the Dark Knight’s eponymous automobile.

Batmolize-se: Carrinho de controle remoto, simples e rápido, Batmóvel – Infográfico, Batman – O Livro dos mortos, Rick and Morty: 5ª temporada, A mente do coringa, The Art of the Brick: DC Super Heroes, Kay Pike and Lianne Moseley

Geração Uber

Ter carro era sinônimo de liberdade e ferramenta de sedução — o garoto motorizado já saía com vantagem na hora da conquista. Pois esse rito de passagem para a vida adulta caiu em desuso. Tanto os millennials quanto a geração que vem depois deles, os Zs, gente nascida após 1980, torcem o nariz para o carro, em geral, e o próprio, em particular. Duda Monteiro de Barros, Matheus Deccache – veja

Por não terem a posse de bens de alto valor como modelo de sucesso, os jovens da Geração Y também estão mudando o comportamento em relação à propriedade. O “privado” passa a não ter tanta importância quando o objetivo é acumular experiências, dando espaço à colaboração e ao compartilhamento. TRÂNSITO DINÂMICO

A atitude combina com sua visão de mundo, na qual se privilegiam experiências em vez de bens materiais e se coloca a proteção do meio ambiente acima de tudo.

Dados do Detran-SP, apontam que a emissão da 1ª carteira de habilitação apresentou quedas consecutivas, desde 2014 até agora. Emily Nery – Auto Esporte

Não significa que dirigir deixou de ser algo interessante ou, no mínimo, curioso para os jovens adultos. Mas, cercados de opções mais fáceis e baratas, assumir a direção de um veículo deixou de ser uma prioridade, passando a estar em segundo ou terceiro plano para os mais novos. uaaau

A diferença entre os objetivos de cada grupo, de acordo com a época em que nasceu e foi criado, é explicada pela doutora em psicologia e psicóloga clínica, Vanessa Cardoso.

“Outra questão estrutural no mundo é o fato de que sai caro ter um carro, hoje. Os jovens acabam optando por investir seu dinheiro em outras coisas, como viagens e marcas de luxo, por exemplo. O carro não representa mais um objeto de desejo para esses jovens e, consequentemente, a CNH vai ‘no mesmo embalo’”, explica.

Talvez o mais famoso dos motivos, os aplicativos de transporte aparecem como figura essencial na mudança de percepção sobre o tema. Com um mundo de possibilidades que cabem na palma da mão e por um preço muito mais acessível do que a própria CNH, por exemplo, a tecnologia mudou a forma de viver do público mais jovem.

De acordo com o presidente da Feneauto, exemplos como o de Aghata são cada vez mais comuns. “Isso ajuda a diminuir ainda mais a procura por aulas, derrubando a margem de faturamento e forçando muitas autoescolas a reduzirem o número de funcionários e a frota de veículos”, disse Prado, ele mesmo dono de um centro de formação de condutores. Por esse e outros motivos, as autoescolas vivem um momento de incertezas”, admite o presidente da Federação Nacional das Autoescolas e Centro de Formação de Condutores (Feneauto), Wagner Prado. Agência Brasil

Outras alternativas também facilitam esse desapego à ideia do veículo próprio e não faltam soluções mais baratas e, até mesmo, mais práticas para chegar até onde se deseja.

Memedroid

A geração que prefere fazer um intercâmbio no exterior a ganhar um carro, teve a experiência de conviver com cidades muito diferentes das que seus pais construíram, na qual o carro era fundamental para locomoção. Eles viram pessoas caminhando para chegar ao trabalho, pegando a bicicleta para ir ao cinema ou usando o metrô para voltar da balada.

Geze-se: Jovens chineses minimalistas!, Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?, Os Jovens, o Suicídio e a Automutilação, 5 acessórios que brasileiro adora, mas não deveria instalar no carro, juiz, mas não Deus!

Fusca T87, Plágio

No início da década de 1930, no ano de 1931, a Alemanha era assolada por uma dura recessão e tinha um dos piores índices de motorização da Europa. A maioria de suas fábricas era especializada em carros de luxo, montados à mão, e ainda muito caros. Blog do Fusca

Fusca, projetado pelo engenheiro austríaco Ferdinand Porsche e lançado em 1938 é um dos carros mais clássicos da história da indústria automobilística. Eduardo Sorrentino – Olhar Digital

Ferdinand Porsche e Hanz Ledwinka

Quando o Fusca finalmente foi apresentado ao público, ficou evidente que ele era muito parecido com o Tatra T87. O engenheiro austríaco Hanz Ledwinka, criador do Tatra, resolveu entrar na justiça contra o colega Ferdinand Porsche, pela mal disfarçada cópia.

Como esse VW Fusca 1939 se tornou uma joia de R$ 1,8 milhão? Imagem: Porsche/Divulgação

Ferdinand Porsche and Hans Ledwinka were both born in the later years of the 19th century in the Austro-Hungarian Empire. Both were native German speakers from German dominated regions, Ledwinka from Lower Austria and Porsche from Bohemia. Neither were formally qualified engineers, but rose through the ranks thanks to their natural talents. Following the dissolution of the Austro-Hungarian Empire after the Great War, both adopted Czechoslovakian nationality. This decision was largely political, as ethnic Germans and German or Austrian nationals found international travel and work opportunities severely curtailed. Nevertheless, doors were opened for men of talent like Ledwinka and Porsche. Porsche would find work in Germany and Austria, while Ledwinka would find opportunities in Austria and Czechoslovakia. Heinkel Scooter Project

Porsche and Ledwinka photographed together in the late 1930s at Grand Prix meet. Porsche was the technical director of the Auto-Union ‘Silver Arrows’ racing team in the mid to late 30s.

Patrício do austríaco Ferdinand Porsche, ele iniciou o projeto de um carro popular com o apoio dos engenheiros Erich Ledwinka (seu filho) e Erich Überlacker: a frente curta e a traseira em queda foram definidas pelos estudos aeronáuticos do húngaro Paul Jaray, responsável pelo perfil do dirigível Zeppelin. Felipe Bitu – Quatro Rodas

O raro exemplar que ilustra esta reportagem foi fabricado em 1947 e pertence ao colecionador Andre Beldi.

Para entender isso melhor, é necessário voltar até meados da década de 1930, na antiga Checoslováquia, para conhecer um carro bastante luxuoso, o Tatra T87. Este carro, produzido pela modesta montadora checa entre 1936 e 1950, foi uma grande inspiração para Porsche, que comandou o projeto do Fusca.

marca fazia relativo sucesso local e os modelos eram reconhecidos pela beleza, aerodinâmica e resistência. O T87, especificamente, tinha especificações técnicas bastante interessantes, que fizeram com que ele ganhasse a admiração de altos oficiais da Alemanha Nazista.

Estrela do Salão de Berlim em 1934, ele cativou Adolf Hitler e vários oficiais alemães, seduzidos pela velocidade máxima de 150 km/h.

Tatra T87 estacionado em um local aberto

Por baixo do capô traseiro, o modelo contava com um poderoso motor V8 refrigerado a ar com 85 cv de potência. Essa configuração permitia ao modelo checo alcançar 160km/h, o que era superior ao limite permitido nas famosas Autobahns, que são as autoestradas federais da Alemanha, na década de 1930.

Motor do Tatra T87

Apesar de ser um dos carros mais rápidos do mundo há 80 anos, os Tatra T87 não eram “beberrões”, e conseguiam fazer respeitáveis sete quilômetros por litro de combustível. Além de oficiais do regime nazista, o própria Hitler admirava bastante o T87 e outros modelos da Tatra, e os levou em consideração quando criou as especificações do que viria a ser o Fusca. Kaique Lima

MotorPic

E ainda teve mais: quando o Fusca foi lançado, já existia um outro modelo da Tatra, mais simples e barato, que era ainda mais parecido com o carro alemão. Era o T97. Curiosamente, Ledwinka e Porsche se conheciam, o que reforça as suspeitas de plágio.

Sua produção foi encerrada em 1938, após a ocupação alemã da Checoslováquia: o T97 era rival do Fusca e atrapalhava os planos da estatal Volkswagen.

A Checoslováquia, foi invadida e a fábrica da Tatra passou a produzir todo tipo de material bélico para as tropas alemãs.

Hanz Ledwinka, inclusive, foi forçado a trabalhar para o regime nazista durante a ocupação da Checoslováquia, que durou até o final da Segunda Guerra, em 1945. Por conta disso, quando o país passou a ser parte da chamada Cortina de Ferro, o engenheiro foi enviado à prisão, onde permaneceu por quase seis anos, até 1951, ele morreu em 1967, em Munique, na Alemanha.

Ícone industrial da Checoslováquia, ele sintetizava o que havia de mais avançado em requinte, estilo e técnica na sua época.

Apesar de ser um modelo de luxo, não era difícil cruzar com um Tatra T87 ao caminhar pelas ruas da Checoslováquia. A marca fazia relativo sucesso local e seus modelos eram reconhecidos por sua beleza, aerodinâmica e resistência.

Pouco conhecida fora do Leste Europeu, a Tatra hoje é mais conhecida pelo êxito de seus enormes caminhões fora de estrada em ralis, especialmente as seis vitórias no Dakar.

The Tatra Motor Company of Koprivnice, Czech Republic, was founded in 1850 as Schustala & Company, later renamed Nesselsdorfer Wagenbau-Fabriksgesellschaft when it became a wagon and carriage manufacturer. Tatra produced their first motor car in 1897 and in 1918 they changed their name to Kopřivnická vozovka a.s., and in 1919 started to use the Tatra badge named after the nearby Tatra mountains in Slovakia. Conceptcarz

A Tração Total

Adolf Hitler chamou o Tatra de ´o tipo de carro que eu quero para as minhas estradas`. No mesmo livro em que aparece esta citação, diz-se que Ferdinand Porsche, o criador do Fusca, admitiu não só ter dado ´uma olhada` nos projetos de, como também ter trabalhado um tempo ao lado de Hans Ledwinka, antes de definir o projeto final do VW Beetle. A Tração Total

The Austrian car designer Hans Ledwinka was a contemporary of Porsche working at the Czechoslovakian company Tatra. In 1931, Tatra built the V570 prototype, which had an air-cooled flat-twin engine mounted at the rear. This was followed in 1933 by a second V570 prototype with a streamlined body similar to that of the Porsche Type 32. The rear-engine, rear-wheel drive layout was a challenge for effective air cooling, and during development of the much larger V8 engined Tatra T77 in 1933 Tatra registered numerous patents related to air flow into the rear engine compartment. The use of Tatra’s patented air cooling designs later became one of ten issues for which Tatra filed suit against VW. Tim Jay – DriveTribe

Após a eclosão da Segunda Guerra Mundial em 1939, a produção do T-97 foi proibida devido à proximidade no design do Volkswagen de Ferdinand Porsche. Apenas 508 exemplares do T-97 foram produzidos entre 1936 e 1939. Lane Motor Museum

In 1938 the Nazis had regulated the German auto industry under the Schell Plan. Vehicle designs were standardized and duplication of models removed to free up industrial capacity for war production. Following the annexation, Germany bought Czechoslovakia’s industries under their centralized control. Under the Schell plan, Tatra was instructed to build trucks, trains and diesel engines, but thanks to the reputation of Tatra’s streamliners, Tatra was permitted to continue manufacturing the T87 and budget T57. Despite the myth, the T97 was not cancelled because ‘it was a competitor to the Volkswagen’ but because it was unnecessary under the Schell rationalization plan.

Only Daimler and Peugeot can claim to have produced vehicles prior to Tatra, making Tatra the third oldest car maker in the world. Tatra would continue to produce passenger cars until 1999, but the company still produced a range of primarily all-wheel drive trucks.

Lane Motor Museum

O processo contra Porsche foi retomado depois do fim da guerra, mas tendo como partes interessadas a Tatra e a Volkswagen. Em 1961, as duas empresas entraram em um acordo e, a gigante alemã aceitou pagar 3 milhões de marcos alemães de indenização à pequena montadora tcheca.

Despite Volkswagen’s infringement of some specific Tatra patents, there is no substance to popular claims that Hans Ledwinka – or Jozef Ganz for that matter – should be credited as the true designer of the Volkswagen. In fact, there was nothing particularly unique in Porsche’s, Ledwinka’s and Ganz’ designs. Rear engines, backbone chassis, and independent suspension had all been invented by others earlier. What each designer did however was bring these features together in new ways with various degrees of success. Ganz for instance popularized the idea of a rear-engined car, but his Standard Superior car was poorly designed, under powered and failed to sell. Ledwinka expanded Ganz’ idea into a modern, high performance supercar, while Porsche and his design team bought these ideas together in a new and innovative way to deliver the world beating people’s car.

World War II changed the world in many ways and of the many things it changed, was the nationality, name and fate of the bestselling European car in the world. What could have been a drably named T97 rolling out of a Czech factory, ended up being the German people’s car; The Beetle. MotorPic

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Tesla sem bateria bloqueia estacionamento de shopping por 3 horas

Um carro elétrico da Tesla ficou sem bateria na rampa do estacionamento do maior shopping center da Grã-Bretanha. O acesso, que é o único ao local, ficou bloqueado por 3 horas, provocando a ira dos outros motoristas que estavam logo atrás: a eles, não restou outra alternativa senão esperar. AutoPapo

O incidente ocorreu no shopping Westfield, em Londres. Como os funcionários do centro de compras não conseguiram mover o Tesla sem bateria, a única solução foi orientar os veículos que estavam atrás dele a voltarem de ré. O “detalhe” é que o estacionamento tem nada menos do que cinco andares.

No fim das contas, o veículo só foi removido após a chegada de uma equipe de assistência da própria Tesla. Os motoristas que estavam no local reclamaram sobre a demora nas redes sociais. Um deles, porém, lembrou que a autonomia dos carros da Tesla já supera os 600 km, culpando o proprietário do veículo que ficou sem bateria.

Rebocar um carro elétrico pode ser uma tarefa bem difícil. É que nem todos os modelos têm ponto morto. Pois é: como, nesses veículos, o motor proporciona torque imediato, os câmbios geralmente têm apenas uma marcha à frente e outra à ré. Isso sem falar nos mecanismos de recuperação de energia cinética associados ao conjunto mecânico.

Além do mais, também não é possível fazer um enxerto convencional na bateria, procedimento popularmente conhecido como “chupeta”. Nesse caso, o problema é a tensão de 12V dos carros convencionais é baixa demais para um similar elétrico.

Um Tesla da polícia ficou sem carga nas baterias em meio de uma perseguição em San Francisco, na Califórnia. Durante a perseguição, o veículo policial teve de parar e pedir reforços devido ao imprevisto. Contudo, o fugitivo conseguiu escapar. BRUNO IGNACIO DE LIMAOFICINA DA NET

O suspeito era perseguido pela polícia de Fremont no seu Tesla Model S. O agente em questão, Jesse Hartman, foi surpreendido pelo aviso quando já só faltavam cerca de seis milhas para esgotar as baterias.

A adoção do Tesla Model S pela polícia de Fremont faz parte de um projeto piloto para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa pelas entidades públicas, e até então essa frota é a única nos EUA com um veículo da empresa de Elon Musk.

Sze: 900.000 km de elétrico, Bateria cilíndrica de íons de lítio de alta capacidade para carros elétricos, Brasil lança bateria à base de nióbio com tecnologia que recarrega carros elétricos em até 6 minutos, Brasil produz painel solar orgânico

A verdadeira história do Renault dauphine.

A verdadeira história do Renault dauphine. Descubra por qual motivo ele passou a se chamar gordini. Relíquia Automotiva

A willys overland do Brasil, já fabricava por aqui, os utilitários fora de Estrada, jipe willys, e Rural Willys, mas precisava de um automóvel de passeio, para completar a sua gama de veículos. Vendo o sucesso do renault dauphine pelo mundo, a Willys-Overland do Brasil, então inicia as negociações com a renault, para a fabricação desse novo veículo, em território brasileiro.

Em dezembro de 1958, a willys recebe a aprovação do Geia, Grupo Executivo da Indústria Automobilística, para fabricação do renault dauphine, mas sob licença e supervisão técnica da Renault. Então, a willys não perde tempo, e já no ano seguinte em 1959, da início da produção do seu primeiro automóvel de passeio.

O vídeo mostra detalhes de consumo, torque, velocidade e outras curiosidades que só existe no renault dauphine.

Gordize-se: Motor elétrico para carros que pode ser instalado nas rodas dos veículos, Pablo Fustec, FUI A EXPOSIÇÃO DE CARROS CLÁSSICOS!, Motor elétrico para carros que pode ser instalado nas rodas dos veículos, FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS

O Piech GT e a empresa chinesa que promete carregador ultrarrápido

A empresa fundada em 2015 em Hong Kong, na China, anunciou que desenvolveu um carregador ultrarrápido capaz de carregar as suas baterias do zero aos 80% de carga em impressionantes 4 minutos e 40 segundos. Canaltech

O processo que tornou o que parecia utopia possível, no entanto, não foi revelado, nem se a novidade será aplicável e disponibilizada para as baterias já existentes no segmento. “Devido ao processo de patente em andamento, não podemos comentar informações mais detalhadas sobre nossas células de íon de lítio no momento”, disse o COO da fabricante, Andrew Whitworth.

O planejamento da marca, a princípio, é usar as baterias (e o carregador ultrarrápido) no primeiro carro elétrico suíço, o Piech GT, que ainda será lançado. O carro deve chegar ao mercado em 2024 e será equipado com uma bateria de 75 kWh. A autonomia prometida é de 500 quilômetros pelo ciclo WLTP.

Ainda de acordo com o executivo, a célula pode atingir 3.000 ciclos e mais de 1,5 milhão de quilômetros de autonomia total. As células de bateria disponíveis na maioria dos carros na atualidade prometem autonomia total de 1 milhão de quilômetros. Mas demoram um tempo muito maior para recarregar.

A empresa obteve certificação de órgãos externos de que a bateria, mesmo sob estresse, nunca excede a temperatura externa em mais de 15 graus Celsius. Isso lhe rendeu, por exemplo, a certificação de segurança UN 38.3. E nem mesmo a necessidade de um sistema de resfriamento líquido, o que é vantajoso em termos de custo e peso. Mael Pilven – InsideEVS

Outra vantagem dessas baterias, e não menos importante: elas seriam extremamente eficazes para frenagem regenerativa. Além disso, como recarregam de forma muito rápida, podem, portanto, ser reduzidas em tamanho para oferecer desempenho equivalente ao das baterias convencionais.

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João Elon Musk Gurgel

João Augusto Conrado do Amaral Gurgel era, de fato, um visionário. O engenheiro que, em 1969, fundou a primeira fabricante de automóveis 100% nacional também foi pioneiro na seara dos elétricos.

O engenheiro ainda desenvolveu soluções arrojadas, como o “plasteel”, que mesclava plástico e aço para a construção do chassi de seus veículos. César TizoAutoo

Elon Musk o excêntrico fundador e CEO da Tesla Motors nasceu em 28 de junho de 1971. Aos 3 anos de idade em 1974 ele provavelmente não tinha muito ideia do que se passava no mundo, do choque do petróleo de 1973 e provavelmente, no máximo, brincava de carrinho de plástico! WILLIAM ALVESbugg

Gurgel começou produzindo karts e minicarros para crianças no começo dos anos 60, quando tinha uma empresa de luminosos. O primeiro modelo de carro foi o bugue Ipanema e utilizava, motor Volkswagen.

Engana-se quem pensa que os carros elétricos são novidade, ou mesmo invenção da norte-americana Tesla. Os primeiros modelos foram apresentados por volta de 1830 na Escócia, e no final do século XIX os motores elétricos eram a forma preferida de propulsão automotiva, já que eram mais fáceis de operar e proporcionavam uma viagem mais confortável do que os veículos à combustão na época. (Que nem é tão nova, considerando que o primeiro híbrido operacional saiu da mente de Ferdinand Porsche, em 1900). Rafael RiguesOlhar Digital

João Augusto do Amaral Gurgel apresentando o Itaipu no Programa Silvio Santos – Reparação Automotiva

Os carros elétricos foram introduzidos no mercado quase juntos com os carros com motor a combustão, em 1886, e ficaram no mercado até 1915, quando a Ford lançou o modelo T. Em 1974 o fabricante de veículos Gurgel lançou seu projeto de carro elétrico, o primeiro da América Latina. Amaral Gurgel não acreditava no Pro-álcool, Gurgel achava que as terras férteis deveriam produzir alimentos e que não fazia sentido subsidiar o álcool enquanto o Brasil exportava gasolina barata. Para ele, a energia do futuro era a elétrica. Carro Brasil

Em 1974, a Gurgel Motores apresentou no Salão de São Paulo daquele ano o Itaipu, um minicarro capacidade para dois passageiros que foi o primeiro automóvel elétrico desenvolvido na América Latina. Apesar da proposta interessante, o conceito não ganhou produção em série. Mas acabou servindo de base para o E-400, um utilitário produzido entre os anos de 1981 e 1982 e que foi o primeiro carro elétrico produzido em série no Brasil. Evandro Enoshita – Motor Show

O nome era mais uma homenagem ao Brasil: Itaipu E150, referente a usina hidrelétrica no Paraná. O carrinho minimalista de apenas dois lugares e design geométrico teve 27 protótipos produzidos. Pesava 460 kg, sendo 320 kg apenas das baterias.

Com design geométrico, trapezoidal, e capacidade para apenas duas pessoas, o Gurgel Itaipu E150 tinha 2,65 m de comprimento e 1,40 m de largura. WebMotors

Gurgel Itaipu Open Door
Gurgel queria vender o Itaipu E150 pelo mesmo preço do Volkswagen Fusca 1300. Crédito: Commons/ Wikimedia

A velocidade máxima dos primeiros modelos chegava a 30 km/h – os últimos atingiam 60 km/h. Apesar da previsão de começar a ser produzido em série a partir de dezembro de 1975 – com a expansão da fábrica de Rio Claro –, o Itaipu sofreu naquela época com problemas que são uma grande questão para os veículos elétricos atuais: peso das baterias, autonomia e durabilidade.

Gurgel 800

Apesar da proposta interessante pra época, o conceito não ganhou produção em série. O Pró-álcoo (link externo) foi a alternativa escolhida no país para fugir da dependência dos fósseis naquele momento. Marcelo Gauto – epbr

Mais tarde, em 1980, Gurgel ainda apostaria no Itaipu E400, um furgão também elétrico que fez parte da frota de empresas brasileiras de eletricidade, mas também durou pouco.

Oferecido nas carrocerias furgão e picape e com capacidade para 400 kg (E-400) e 500 kg (E-500) de carga, tinha uma carroceria em fibra de vidro de linhas bem arredondadas e estava equipado com um motor elétrico de apenas 13,6 cv, que combinado a um câmbio de quatro marchas de origem Volkswagen permitia ao E-400 atingir os 80 km/l. Além da baixa velocidade máxima se comparado aos carros com motores a combustão, tinha outro problema comum aos elétricos daqueles tempos: a combinação de pequena autonomia (127 km no uso urbano) e a demora na recarga das oito baterias de chumbo-ácido, que variava entre seis e oito horas.

A fabricante ainda investiu no desenvolvimento para ter baterias mais eficazes, mais leves, com mais autonomia e com um tempo de recarga menor. Mas não houve muito apoio do governo federal e a Gurgel acabou desistindo dos eletrificados.

As baterias da época eram feitas de chumbo-ácido, não de íons de lítio como as atuais. Se essas mais modernas já enfrentam problemas como peso, autonomia e tempo de recarga, podemos imaginar como a fabricante teve enormes barreiras para criar um carro elétrico eficiente há quase 50 anos.

Mas a narrativa começa 20 anos antes. Em 1949, João Augusto Conrado do Amaral Gurgel se formava na Escola Politécnica de São Paulo. Seu projeto de conclusão da graduação era um carro popular que atendesse as necessidades brasileiras. Raphael Panaro – Auto Esporte

Uol Carros

O nome era sugestivo: Tião. Reza a lenda que seu orientador jogou um balde de água fria na ideia mirabolante falando que “carro não é algo que se fabrica, carro se compra”. Gurgel apresentou uma proposta de guindaste para finalizar seus estudos. A ideia do automóvel, no entanto, nunca saiu de seu imaginário.

A Gurgel pediu concordata em 1993, após o rompimento de acordos com os governos de SP e Ceará que previam a construção de uma nova fábrica, e da abertura do mercado automotivo promovida pelo então presidente Fernando Collor de Mello.

Nos anos 90, o governo federal facilitou a vida de empresas estrangeiras que quisessem se expandir no País e concedeu isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Waldick Junior – em tempo

O registro da marca Gurgel encontrava-se expirado no INPI desde 2003. Em 2004, o empresário Paulo Emílio Freire Lemos, pelo valor de R$ 850,00, resgistrou para si a marca Gurgel e o antigo logo. A família Gurgel não foi consultada e por isso decidiu mover uma ação judicial contra o empresário. Meu Véio V8

Pinterest

O empresário montou em 1969, na Avenida do Cursino, em São Paulo a fábrica de carros que levava o seu nome (depois, com outra denominação, mudou para a cidade de Rio Claro 1973). A montadora produziu aproximadamente 43 mil veículos genuinamente brasileiros durante seus 27 anos de existência.

Nesses seus 27 anos, cerca de 4 mil carros foram exportados para mais de 40 países e fizeram a empresa se tornar multinacional. Mesmo assim, João Gurgel dizia que a marca não era multinacional, e sim “muitonacional”, pois o capital era 100% brasileiro. Lucas Rotelli Raulino – Portal de Pinhal


Embora não tenham feito sucesso, impossível chamar E150 e E400 de fracassos da indústria. Gurgel (falecido em 2009) desbravou mares que ninguém sonhava em navegar – especialmente no Brasil. O engenheiro, lá nos idos das décadas de 1970 e 1980, antevia os futuros movimentos do mercado. Não à toa, em 2020, vemos cada vez mais fabricantes investindo em produtos elétricos em nosso país.

Gurgel Itaipu Elétricobrum1010

Gurzel-se: GURGEL MOTORES: O LEGADO, NIKOLA TESLA e um SEGREDO!, Motor de papelão, Copia e cola, Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro

Bateria cilíndrica de íons de lítio de alta capacidade para carros elétricos

A Panasonic revelou um protótipo de sua nova bateria cilíndrica de íons de lítio de alta capacidade para carros elétricos: a 4680 (46 mm de diâmetro e 80 mm de altura). Trata-se de um novo tipo de bateria em que a empresa vem trabalhando, pelo menos desde que a Tesla anunciou oficialmente este novo padrão em setembro de 2020. Mark Kane – INSIDEEVS

A nova bateria protótipo grande foi desenvolvida para ajudar a Tesla a baixar os custos de produção de veículos eléctricos (EV), naquela que é também uma estratégia para aprofundar os laços comerciais com o seu principal cliente dos EUA, segundo a ‘Reuters’. Executive Digest

A decisão da Tesla de diversificar os fornecedores de baterias para empresas como a LG Energy Solution e a  Contemporary Amperex Technology da China, bem como a venda de ações da Tesla pela Panasonic tinham levantado questões sobre o futuro da parceria entre as duas grandes empresas na última década.

Contudo, sendo o único fabricante da bateria do formato 4680 (46 milímetros de largura e 80 milímetros de altura), a Panasonic deveria continuar a ser um fornecedor importante para a Tesla, pelo menos para os seus modelos mais caros.

Com as especificações aprimoradas da 4680 ‘original’ e custos de produção mais baixos, a Panasonic gostaria de entrar em uma nova fase de seu negócio de baterias automotivas e já sugeriu que está disposta a investir no projeto.

Até onde sabemos, pelo menos alguns outros fabricantes também trabalham no modelo 4680, na esperança de receber futuramente uma encomenda de grande volume da Tesla. No entanto, o projeto da Panasonic pode ser o mais avançado, ao menos por enquanto.

The head of the Panasonic battery division Kazuo Tadanobu (Kazuo Tadanobu) introduced the new 4680 battery, stating that its capacity is five times larger than that of the previous smaller model. He said the battery was designed to meet Tesla’s needs and that Panasonic plans to supply it to the American electric car manufacturer. Kazuo Tadanobu said that Panasonic plans to launch a trial production of 4680 battery cells in Japan by March 2022. In October, Tesla already announced that it plans to start using 4680 batteries in its cars next year.

A título da explicação, a Panasonic também anunciou que a empresa não oferecerá baterias de ferro-lítio (LFP), muitas vezes vistas como uma alternativa acessível para carros elétricos mais baratos e de autonomia mais baixa ou sistemas de armazenamento de energia.

É interessante porque este mercado é bastante significativo. A Tesla usa o padrão LFP – a empresa mudou toda a sua linha de veículos de gama padrão para LFP – e de acordo com algumas reportagens, até a Apple está procurando um fornecedor de baterias LFP.

As baterias LFP, 95% das quais são fabricadas na China, são consideradas mais baratas e seguras do que as baterias à base de níquel, mas têm menos densidade de energia e precisam de ser recarregadas com mais frequência, sendo que as baterias para automóveis da Panasonic são de níquel-cobalto-alumínio (NCA).

Ionze-se: Bacharelado em Ciência e Tecnologia gratuito, Hora do Código, Hora do Planeta, WEG: A Gigante do Brasil, Ranking dos 10 setores que mais consomem no país, Brasil lança bateria à base de nióbio com tecnologia que recarrega carros elétricos em até 6 minutos