Grafite na rua

Presto VinteTreis (Walyson Nogueira) e o amigo Babu SeteOito, pintaram quatro faixas de pedestres em terceira dimensão (3D) nas principais avenidas de Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá, na semana passada. O objetivo é reduzir o número de acidentes causados por excesso de velocidade. G1

A iniciativa já foi adotada em vários países com o objetivo de reduzir atropelamentos, como China, Índia, Geórgia e Islândia. A ideia é usar a ilusão de ótica como um fator a mais para fazer o motorista reduzir a velocidade e permitir a passagem dos transeuntes.
A uma distância de até 20 metros, lembram elementos de concreto encravados no asfalto. Na Islândia, é onde há os resultados mais positivos. Os atropelamentos caíram 25% nas ruas em que as faixas 3D foram pintadas. No Brasil, existe a expectativa de alcançar percentuais próximos disso. Massa Cinzenta
A cidade brasileira mais populosa a adotar as faixas de pedestres em 3D é Santo André, no ABC Paulista, com mais de 500 mil habitantes. Dois projetos-pilotos foram instalados no município, no final de 2017. O trabalho foi executado por funcionários do Departamento de Engenharia de Tráfego (DET) de Santo André, treinados para esse tipo de pintura.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, 22% das mortes no trânsito no mundo são causadas por pedestres atropelados. O Brasil aparece em 5º lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito.

Grafite-se: Relatos Salvajes, Velozes e Incompetentes, 22 de todos os dias, Multa Moral, No lugar da multa, um sorriso!, Grafite são artes públicas, Arte Fora do Museu

Van movida a energia solar ou com banheiro?!?

Por anos Brett Belen idealizou veículos elétricos abastecidos coma luz do sol. Ou seja, nada de posto de gasolina, bastava estacionar o carro e esperar algumas horas para cair na estrada de novo. E para viabilizar suas viagens em família, ele transformou a icônica “pão-de-forma” da Volkswagen numa van elétrica alimentada a energia solar, altamente funcional.solarvan3

Aproveitou o modelo de 1973, espaçoso e com uma vasta área de tejadilho para aplicar um enorme painel fotovoltaico, que proporciona exposição solar máxima ao sol. Ele é composto por quatro paineis LG de 305 watts que, quando levantados, assumem a posição diagonal num ângulo máximo de 40º, e se encarregam de gerar mais combustível para a van.

Quando posicionada de forma correta para acompanhar o movimento do sol, ela pode ser carregada e aproveitar 6 horas de energia solar! Seu interior é equipado com mesas dobráveis as laterais feitas com tecido à prova de água, como o de uma tenda de campismo, garantido conforto para toda a família. Vivimetaliun

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Todas as fotos © Brett

Concentrador Solar Luminescente

Pesquisadores da Universidade Estadual do Michigan, EUA, desenvolveram painéis solares completamente transparentes, que podem ter inúmeras aplicações na arquitetura e também em outros campos, como por exemplo no desenvolvimento de automóveis, um concentrador solar luminescente transparente, que pode ser colocado sobre uma superfície transparente como uma janela, por exemplo. Pode colher energia solar sem afetar a passagem da luz. bastanteinteressante

A tecnologia utiliza moléculas orgânicas que absorvem comprimentos de onda de luz que não são visíveis ao olho humano, como a luz infravermelha e ultravioleta.

Yimu Zhao, estudante e doutorada em engenharia química e ciência dos materiais, e Richard Lunt, professor assistente de engenharia química e ciência dos materiais – Fotografia: por GL Kohuth

“Se as células puderem ser feitas de forma a durarem muito tempo, estes dispositivos poderão ser integrados em janelas de modo relativamente barato, já que grande parte do custo da energia fotovoltaica convencional não é da própria célula solar, mas dos materiais em que é aplicada, como o alumínio e o vidro. O revestimento de estruturas existentes com células solares eliminaria parte desse custo de material.” New York Times

O material é ajustado para captar ondas no campo do ultravioleta e do infravermelho, convertendo depois essa energia em eletricidade, graças a pequenos filamentos de células fotovoltaicas presentes no seu interior, por conta disso não há perda nenhuma de visibilidade — já que nenhum humano consegue ver acima do ultravioleta ou abaixo do infravermelho.

De acordo com Richard Lunt, que liderou os experimentos, as células solares transparentes registraram eficiência na casa dos 5%. A efeito de comparação, a eficácia de painéis tradicionais fica entre 15 e 18%. A principal diferença entre os dois, no entanto, é a possibilidade de se aplicar a cobertura transparente em uma área maior e mais diversa. Guilherme Eler, de SUPERExame

Blocos de vidro que geram energia solar são desenvolvidos por pesquisadores na Inglaterra.

Na Inglaterra, pesquisadores da Universidade de Exeter desenvolveram blocos de vidros com pequenas células solares integradas. Esta invenção foi batizada de “Solar Squared”. Os responsáveis pelo invento garantem que os blocos contam com isolamento térmico e também permitem que a luz natural entre nas casas e edifícios.
Fabricados com tecnologia que garante máxima absorção solar, os blocos possuem outra vantagem: eles podem ser utilizados tanto em novas construções quanto em reformas. Portal Solar

Sistema fotovoltaico transparente de gel de silício

Semicondutor que explora a propriedades do silício. Os fotões, que compõem os raios solares, atingem os átomos de silício presentes no gel, provocando energia cinética (é como um impulso que gera movimento e este se transforma em energia elétrica dentro da estrutura cristalina do silício, que atua como semicondutor).

É aplicado entre o vidro duplo, através de uma injeção do gel no espaço do vidro duplo, mas se for num vidro simples, este é pulverizado.

Sistema fotovoltaico transparente de base orgânica

Determinados tipos de polímeros. As novas células solares consistem em dois elétrodos no meio dos quais se coloca uma camada de semicondutor orgânico.

Este tem a função de absorver a energia solar incidente e gerar eletrões, quando estes são recolhidos pelos elétrodos é produzida a corrente elétrica.

Sistema fotovoltaico transparente de grafeno

O grafeno é composto por uma única camada de átomos de carbono, e devido a ser transparente, não bloqueia a absorção de luz solar. Mas este não adere à base da célula, como tal, ainda há investigadores a tentar modificar a superfície que é impura. Portal Energia

Patrono do esporte brasileiro

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (24) o Projeto de Lei 2793/19, do deputado Filipe Barros (PSL-PR), que declara o piloto Ayrton Senna da Silva, morto em 1994, como patrono do esporte brasileiro.
Filipe Barros lembra que Senna morreu de maneira trágica, recebendo tratamento de herói nacional, em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, após acidente no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola.

O projeto tramitou em caráter conclusivo e seguirá para a análise do Senado, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara. Câmara dos Deputados – Pierre Triboli

Para o deputado é importante destacar que a relevância do piloto é reconhecida mundialmente, mesmo após 25 anos da sua morte. “Anos após sua morte, em 2009, Ayrton Senna foi eleito, numa consulta a 217 pilotos da Fórmula 1 pela revista inglesa Autosport, o melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos”.

Diversos documentários foram feitos para contar a história de Senna. Em 2017 foi lançado um vídeo com depoimentos de diversos pilotos e integrantes do universo da F1 sobre o piloto brasileiro. Diário do Poder

Ayrton Senna da Silva, ou simplesmente Senna, foi um piloto de Fórmula 1 das décadas de 80 e 90 e maior ídolo brasileiro do automobilismo. Nasceu em São Paulo, no dia 21 de março de 1960, e morreu de maneira trágica em 1º de maio de 1994, após colidir com uma mureta de proteção no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola. Seu velório foi um dos mais marcantes da história do Brasil, durou cerca de 22 horas e foi acompanhado por aproximadamente 240 mil pessoas.

A carreira de Senna no automobilismo começou como a da maioria dos pilotos: no kart. Aos quatro anos, Ayrton ganhou o seu primeiro kart, construído pelo seu pai. O motor foi tirado de um cortador de grama, mas chegava aos 60 km/h. O kart foi montado pelo pai foi o principal “brinquedo” de Ayrton na infância.

A partir dos sete anos de idade, Ayrton passou a dirigir um kart profissional, mas sem participar de competições. A primeira volta de Senna em um circuito de kart foi aos 11 anos, na chuva. Um ano depois, desmontou seu próprio kart para descobrir a função de cada peça e entender como poderia ser mais rápido. BrasilEscola

Terry Fullerton era, pra mim, um piloto completo. Tenho boas lembranças disso. Era competição pura, automobilismo puro. Sem política nem dinheiro envolvido.” (Ayrton Senna).


Apesar dos bons resultados nos testes pela Williams e McLaren, era arriscado para as grandes equipes contratarem um jovem como piloto titular. Senna conversou com a Lotus, equipe mediana da época, mas a única proposta oficial veio da pequena equipe Toleman. “Era melhor assinar com a Toleman do que me aposentar no automobilismo”, afirmou Senna.
As vitórias e ações de Senna o fizeram se tornar um herói nacional. No final da década de 80, o Brasil havia recém-saído da Ditadura Militar e passava por um momento econômico difícil. A renda per capita declinou e o percentual de brasileiros na linha da pobreza havia aumentado. O brasileiro não tinha muito do que se orgulhar, mas Senna fazia questão de afirmar sua nacionalidade e desfilava com a bandeira nacional em suas vitórias. Esses gestos e a exploração da imagem de Senna pela TV contribuíram para a construção de um arquétipo de herói nacional.

Silve-se: Ayrton Senna dSilva, Centro de Esportes Radicais,

Conversão de veículos elétricos

componentes

Segundo a figura, observem:

Potbox: É o acelerador/potenciômetro.

DC/DC Converter: é o conversor DC – DC, isto é converte a tensão das baterias que o motor exige (72V ou mais) para os componentes eletrônicos do carrro que são os 12V. Deste modo não há a necessidade de deixar uma bateria exclusiva para este fim no veículo elétrico.

Contactor: é um dispostivo eletro-magnético para acionamento do motor.

Motor: na figura é o local destinado a instalação do motor.

Agora abaixo é uma figura muito interessante que é o circuito típico de instalação.

esquematipico

A maioria destas informações agradeço a pesquisa do Alfredo e para mais detalhes acessem o site dele, que é este aqui. O seu carro elétrico

Um carro elétrico é bem simples, separando em grandes blocos, teremos:

Motor Elétrico

1-Motor elétrico: propulsão do veículo. Devemos escolher bem esse item, pois além de ser um dos componentes mais caro é mais crucial no rendimento do automóvel;

Controlador

2-Controlador de potência: este será responsável quando o motorista acelerar, transmitir maior velocidade ao motor, em outras palavras, controlar o motor ou a aceleração do veículo, de modo bem, mas bem resumido é ele que fará o carro acelerar e também a ajudar o carro converter a energia mecânica em elétrica acionando o motor para funcionar para este fim. Para quem não conhece, o motor elétrico é um conversor de energia, quando aplicamos corrente elétrica ele transforma a energia elétrica em cinética (movimento) da mesma forma que ao movimentá-lo, ele transformará a energia cinética em energia elétrica, e assim poderemos carregar as baterias;

Conversor

3-Conversor DC-DC: para tornar o automóvel mais econômico, vamos retirar o conjunto alternador para carregar a bateria que server para a parte elétrica do carro tradicional, e com este conversor vamos converter a tensão do banco de baterias para a tensão de trabalho do conjunto elétrico do automóvel. Por exemplo, se tivermos um banco de baterias de 84V, teremos que ter um conversor DC-DC para 12v (84-12);

Bateria

4-Conjunto de Baterias: o combústivel elétrico do nosso veículo; O seu carro elétrico

Apesar da falta de incentivos, falta de estrutura, falta de interesse de fabricantes e preços elevados, tentar colocar a roda da mobilidade elétrica para girar “criando” um elétrico por conta requer, além de conhecimento técnico, enfrentar muita burocracia e gastos para regularizar o veículo, alterando o documento junto ao órgão de trânsito, informando de que se trata de um carro movido a baterias.
A Abravei (Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores), inclusive, tenta apresentar um projeto para normatizar a conversão, com certificação de órgãos de segurança e aval das montadoras, a ser apresentado ao Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) e ao MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços). UOL Carros

O Denatran publicou a Portaria 279/10 em abril de 2010, a primeira a tratar sobre o tema, autorizando a homologação de automóveis, camionetas, caminhonetes e utilitários convertidos para tração elétrica”, afirma Elifas Gurgel que decidiu montar seu próprio veículo movido a baterias, usando como base um Gol G4 2009.


Aline Gonçalves, engenheira eletricista e dona de uma empresa de painéis fotovoltaicos em Vila Velha (ES), está adaptando um Fusca 1972 para rodar apenas com baterias. “Percebi que há pouquíssima oferta ou quase inexistente no Brasil e os carros disponíveis possuem preços muito acima da realidade da da população”, relata.

Poetize-se: Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico, Volkswagen transforma Fusca em elétrico, Fusca híbrido, , , Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro, iEV20

Carro elétrico, 900 km com uma carga

Os alunos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, desenvolveram um carro elétrico capaz de percorrer uma distância de 900 km com apenas uma carga, uma distância considerada entre Londres e Edimburgo, consegue ter esse desempenho com a mesma quantidade de eletricidade necessária para ferver água em uma chaleira elétrica.O veículo recebeu o nome de Helia e pode alcançar a velocidade máxima de 120 km/h. Com quatro passageiros, é possível chegar a 80 km/h. O alto desempenho e a eficiência energética do veículo vêm de sua estrutura ultraleve de fibra de carbono e da sua aerodinâmica, além de pneus com baixa resistência ao rolamento. R7A equipe da Eco Racing da universidade é composta por 20 estudantes e liderada pelo diretor do programa, o Xiaofan Zhang. O projeto foi desenvolvido em parceria com diversas fabricantes de automóveis e levou cerca de dois anos para ser finalizado

Carro elétrico e a drogar da bateria

Comprar uma bateria nova para um carro elétrico pode trazer uma desagradável surpresa, o melhor é prevenir, promovendo a longevidade do equipamento de origem, dizem os especialistas, que também sugerem a compra de elétricos com a opção do aluguel das baterias (quando possível) ou o recurso à aquisição de semi-novas. MAFALDA GANHÃO

O Automóvel Clube de Portugal (ACP) lembra que uma bateria dura, “em média”, 8 a 10 anos. Em média, neste caso, não é força de expressão, já que essa longevidade depende muito da forma como o carro for utilizado, isto é, do tipo de condução e do tipo de carregamentos a que se sujeitarem as baterias. Prevenir é verbo que os proprietários dos elétricos devem aprender a conjugar.

Privilegiar as cargas lentas é o primeiro conselho a dar a um condutor de um veículo elétrico, uma vez que os carregamentos menos potentes preservam mais a integridade das células das baterias. Mas, atenção: ao optar por carregamentos lentos, geralmente os domésticos, o automóvel nunca deve ficar ligado à tomada menos do que uma hora.

Não carregar ou descarregar as baterias totalmente é outro cuidado recomendado no artigo do ACP. Fixe o intervalo de 20% a 80% como referência: não deixar descer dos 20%, nem manter a bateria acima dos 80%. Reduz a autonomia, mas a opção prolonga a vida útil da bateria, garantem os especialistas.

Outros cuidados passam por evitar carregar o veículo de imediato se acabou de o conduzir sujeitando-o a temperaturas elevadas e estacionar sempre que possível num local fresco, mas de preferência numa garagem se por fresco estivermos a falar do típico frio do inverno. Expresso

Uma bateria pode custar o preço de um carro novo, Marco António, jornalista da revista “Turbo”, lembra que é um facto que o valor das baterias de lítio tem tendência a baixar. “Há menos de oito anos o valor era de 800 euros por quilowatt/hora, ao passo que agora ronda os 200 euros”, devendo continuar a descer, afirma.
A justificação apresentada, segundo o responsável da Nissan, foi a de que o preço das baterias depende de fatores internos e externos que a marca não pode controlar, e que afetam o preço a pagar pelos componentes.

A condução autônoma, o compartilhamento, emissão zero, motivos pelo qual sua ascensão meteórica após mais de um século de esquecimento desse tipo de automóvel, podem provocar um novo problema ambiental. Ricardo de Oliveira

O que pode fazer a diferença para mais ou para menos em termos de performance e também de alcance é a densidade em kWh e isso não está relacionado com o motor elétrico a bordo, mas com o pacote de baterias que o carro transporta, o maior custo de um carro elétrico e assim continuará por muito tempo.

Cheia de tecnologia e química, o dispositivo que armazena energia nesse tipo de automóvel já está preocupando o setor antes mesmo da prometida invasão dos veículos plugados. E aí podemos incluir também os plug-in hybrid. A pergunta agora é: o que fazer com a bateria de um carro elétrico?

Conforme os fabricantes de veículos vão elevando os investimentos na produção de baterias, um futuro mercado de reciclagem lentamente começa a ganhar forma.

A busca implacável por lítio já promete elevar em quatro vezes o consumo da principal matéria-prima das baterias e em 2025, os carros serão responsável por 90% da produção mundial. Lembre, todos os dispositivos eletrônicos modernos possuem baterias de lítio, desde os bilhões de smartphones até as calculadoras de mão. Todo esse universo de aparelhos que usam pequenas baterias desse elemento químico ficarão só com 10% de um todo.

Além disso, os preços do cobalto já subiram 80%, pois também é matéria-prima essencial na produção de baterias. A Volkswagen, por exemplo, já se adiantou em reservar um lote enorme dele para sustentar sua mega produção de baterias para a próxima década. Ainda não se fala em fim das reservas de lítio e a mais recentemente descoberta fica em Minas Gerais. A Bolívia, no entanto, tem as maiores reservas do planeta e pode enriquecer com essa com commodity no cenário internacional, sendo agora chamado de “petróleo branco”.

O banco Goldman Sachs o chamado de “nova gasolina”. Argentina e Chile, com seus desertos de sal, também possuem reservas enormes do metal e o trio de nações representam 60% das reservas mundiais conhecidas. No caso do cobalto, entre 50% e 60% das reservas mundiais estão no Congo. Ou seja, todo o mundo está de olho nesses quatro países. Em 2015, de acordo com a consultoria Roskill, US$ 2 bilhões foram consumidos nestes minerais.

O que fazer com baterias dos carros elétricos é desafio no setor

Mas, se as reservas ainda parecem longe do fim, já que nem se sabe se existem mais de lítio, por exemplo, o descarte das baterias é um motivo secundário nessas corrida do ouro elétrico. Empresas como a OnTo Technology dos EUA, começam a se preparar para um mercado de reciclagem. A companhia prevê um setor robusto em 2025. Sua aposta é produzir materiais para produção de eletrodos para novas baterias a partir de unidades expiradas ao invés de decompor cada elemento individualmente.

A Tesla, por exemplo, diz que usará baterias para abastecer de energia sua Gigafactory e pretende reciclar as células exauridas. A BYD, por sua vez, utiliza baterias em fim de vida útil para veículos em grandes acumuladores de energia estacionários, que terão funcionamento por muito mais tempo que os automóveis. Hoje, o tempo de vida das células atuais varia de 8 a 10 anos. Então, podemos esperar pelo aumento na reciclagem para além de 2025. notícias automotivas

Fonte: Folha/BBC/Galileu

O carro flutuante

Em 1999, estes dois amigos italianos – Marco Amoretti e Marcolino De Candia, cruzaram o Atlântico a bordo de um carro flutuante.

A ideia veio do pai de Marco – Giorgio, que um ano antes de ser diagnosticado com câncer terminal, criou um “automóvel marítimo”. No entanto, ele estava muito doente para concluir a viagem, então seu filho partiu para realizar seu sonho.


Em 4 de maio de 1999, os quatro jovens partiram das Ilhas Canárias para alcançar o outro lado do Oceano Atlântico. Eles usaram um Volkswagen Passat destruído e um Ford Taunus cheio de poliuretano flutuante para completar a viagem.


Depois de 4 longos meses, os dois viajantes chegaram ao seu destino – o Caribe. No entanto, esta história representa muito mais do que o percurso das primeiras – e, talvez as últimas pessoas a atravessar o oceano Atlântico em um carro flutuante. Ela fala sobre superação, realização de sonhos, e sobretudo, ela fala sobre amor. “Agora estou orgulhoso porque mostrei ao mundo que o sonho de meu pai não era impossível”, completa o italiano. Gabriela Glettehypeness

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Volkswagen transforma Fusca em elétrico

O Grupo Volkswagen, junto com sua parceira eClassics, montou um Fusca 100% elétrico.

A carroceria que passou pela conversão é parecida com a dos modelos do Fusca dos anos 70 no Brasil (Divulgação/Volkswagen)

O Fusca tradicional perdeu o motor refrigerado a ar e o câmbio de quatro marchas. Porém, ficou mais parrudo com as novas estruturas no chassi para receber todo o conjunto de baterias do irmão mais novo, e-Up!, o e-Fusca vai contar com motor elétrico e câmbio da Kassel, e baterias da Brunswick.

(Divulgação/Volkswagen)

Com isso, o veículo atinge a potência máxima de 82 cv e vai de 0 a 80 km/h em pouco mais de oito segundo, mesmo com o aumento do peso devido ao reforço da carroceria. A velocidade máxima é de 150 km/h. É mais rápido que qualquer Fusca original. Renan Bandeira – Quatro Rodas

Enxergue mais: FUSCA HÍBRIDO, BOBINA DE TESLA, DIA DA ÁRVORE, Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico, EMDRIVE – O MOTOR IMPOSSÍVEL, DICAS DE UMA ÁRVORE, ID.3, quer ser o Fusca elétrico., A CEBOLA: O ELIXIR DESCONHECIDO, MOVIDA A ÁGUA, TIMO, BUMBLEBEE ERA UM FUSCA???, MONTE SEU FUSCA, NA ESTRADA HAVIA UMA PEDRA, MOTORHOME, FUSCA ACELERADOS

Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico

Chegando praticamente sozinha em um mercado multibilionário controlado por meia dúzia de conglomerados internacionais, Aline brinca com sua situação: “me sinto uma sardinha no meio dos tubarões”. Gabriel Pietro

engenheira instalando motor elétrico fusca

No entanto, não teme a competição. Encara os desafios e quer popularizar essa nova realidade. “Quando eu me deparei com o valor de um veículo elétrico, eu percebi que a população brasileira não tinha condições de comprar. Eu não tenho condições de comprar, e eu queria muito um carro elétrico.”

A engenheira eletricista Aline Gonçalves Santos, 31 anos, moradora de Vila Velha (ES), desenvolveu um audacioso projeto tecnológico e conseguiu equipar seu Fusca de 1971 com um motor elétrico, estudou e elaborou por dois anos um estudo em que buscava identificar os componentes necessários para criar um motor elétrico para seu carro de meio século. A pesquisa é um passo adiante para adaptar os carros movidos a combustíveis fósseis no país.

A engenheira executou diversos testes em seu veículo antes de lançar a startup MeuVeb. Com a ajuda de uma equipe de eletricistas e mecânicos, e um investimento inicial de R$ 60 mil, Aline conseguiu equipar seu Fusca com o motor elétrico.
Dois anos de pesquisas e muito quebra-cabeças viraram dois dias: este é o prazo para Aline transformar qualquer carro movido a gasolina/etanol em um veículo elétrico. Dois dias! Por R$ 45 mil, preço do kit comercializado pela startup, isso é possível. Razões Para Acreditar

Eficiência: roda 50 quilômetros a uma velocidade de 50 km/h. Amigos do Fusca – Facebook
O kit é composto por motor elétrico, 15 células de bateria de lítio e um display que informa ao condutor algumas informações do sistema, como a temperatura da bateria. Apesar da adaptação universal, inicialmente os veículos antigos de chassi Volkswagen foram escolhidos para as modificações.AutoVídeos
“É um carro urbano, dentro da proposta de popularizar o veículo elétrico. Um estudo apontou que a velocidade média em Vitória é de 30km/h, portanto, o Fusca está excelente. As pessoas ficam mais tempo com o pé na embreagem do que no acelerador”, disse a Aline, que está recebendo propostas de parcerias de paraguaios e chineses para o aprimoramento do motor. Ademilson RamosEngenharia é

Foto: Jefferson Rocio/Mec Show 2018
“A nossa proposta é galgar para chegar a carros mais novos”, contou a engenheira, que participa nesta semana de mais uma etapa da InovAtiva Brasil, o principal programa de aceleração em larga escala para negócios inovadores do país, em São Paulo. Seu mentor é o Nelson Nishiwaki, referência em consultoria no mercado automobilístico brasileiro e auditor da Toyota. Índice Moqueca – Aline Diniz
Poetize-se: DAD VW, BUMBLEBEE ERA UM FUSCA???, SAUDAÇÃO AO SOL, CANCERIANO SEM LAR, ROLÊ DE NATAL VOLKS CLUB MOOCA, EM BUSCA DA VERDADE, KUMSCA, A CORRIDA DE MOTOS MAIS INSANA QUE VOCÊ JÁ VIU, DIA DO FUSCA., MONTE SEU FUSCA, HO’OPONOPONO, EMV, VOLKSWAGEN SP2 CLÁSSICO, A INVASÃO DO BRASIL

iEV20

A chinesa JAC Motors está preparada para uma mudança radical de atuação no Brasil. Conhecida pelos automóveis com bom custo-benefício, agora a marca vai oferecer um portfólio de cinco modelos 100% elétricos, incluindo o que deve ser o carro mais econômico do país. A mudança de estratégia promete ser a reestruturação da montadora localmente.


O iEV20 possui autonomia de 400 quilômetros e custo estimado de abastecimento de 23 reais (JAC Motors/Divulgação)
A montadora vai trazer, a partir de dezembro, três SUVs, uma picape e um caminhão pequeno, todos com motores 100% elétricos. O primeiro a chegar será o utilitário esportivo iEV20. O modelo é a grande promessa da marca no quesito economia de combustível.
O iEV20 possui 400 quilômetros de autonomia, ou seja, pode rodar toda essa quilometragem sem precisar de uma nova carga. Em uma cidade como São Paulo, por exemplo, o custo por quilômetro rodado é de cerca de 5 centavos de real. Para “encher o tanque”, a montadora informa que seriam necessários aproximadamente 23 reais em energia elétrica. Segundo a JAC, esse valor é sete vezes mais barato do que o carro mais econômico do mercado brasileiro.

A linha de elétricos da JAC possui um aplicativo para smartphone que permite a verificação da carga da bateria, da autonomia, situação de recarga durante o carregamento e conta com um sistema de rastreamento e telemetria com diagnóstico à distância – se autorizado pelo proprietário, o controle elétrico dos vidros, abertura das portas e acionamento do ar-condicionado de forma remota.

A soma de todas as revisões do modelo, dos 10 mil aos 60 mil quilômetros, é de 600 reais. Esse valor costuma corresponder a apenas uma das revisões obrigatórias da concorrência. Um dos fatores que contribuem para esse custo é a baixa complexidade do carro elétrico – chega a ter 10 vezes menos peças do que um modelo a combustão.
“Dos 90 milhões de barris de petróleo consumidos por dia no mundo, 25 milhões são destinados aos veículos leves e caminhões. No médio e longo prazo, o elétrico é efetivamente a melhor solução para combater as emissões de CO2”, diz Sérgio Habib, presidente da JAC no país.

Atualmente, nenhuma empresa está autorizada a vender energia elétrica, além das próprias distribuidoras. Neste sentido, um posto de gasolina não poderia abastecer, por exemplo, os carros elétricos. Nos grandes centros, onde os condomínios residenciais são muito comuns, também não é permitido usar energia das áreas comuns. Juliana EstigarribiaExame

A JAC quer mudar sua imagem no Brasil investindo forte na linha de elétricos. Uma das principais marcas na China nessa categoria, tanto que virou parceria da Volkswagen na criação da marca SOL, a JAC terá cinco carros totalmente elétricos distribuídos em categorias diferentes. Os preços vão de R$ 119.990 a R$ 259.900. icarros

Poetize-se: NIKOLA TESLA, QUEM MATOU O CARRO ELÉTRICO?, Telhas fotovoltaicas, 900.000 km de elétrico, MOVIDA A ÁGUA, Lamborghini faz parceria com MIT para supercarro elétrico, TURBINA EÓLICA CASEIRA, FUSCA HÍBRIDO, VIABILIDADE???, Tesla surf, FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS, Os desafios da transição energética

ID.3, quer ser o Fusca elétrico.

Em pré venda na Europa há alguns meses, com preço inicial abaixo dos 30.000 euros, o modelo é o primeiro de uma aguardada – e grande – família de carros elétricos da marca.

Não por acaso, também coube ao ID.3 a estreia da plataforma modular MEB, a equivalente elétrica da conhecida MQB. A Volkswagen o trata como seu carro elétrico para as massas. E é impossível não fazer um paralelo com o Fusca. Henrique Rodriguez, de Frankfurt (Alemanha)QuatroRodas

O menor conjunto, de 45 kWh, permite percorrer até 330 km por recarga, seguindo o ciclo WLTP. Já o maior, de 77 kWh, garante autonomia de até 550 km.
A propulsão elétrica fica por conta de um motor síncrono com ímã permanente que, assim como o inversor e a transmissão de uma marcha, estão integrados ao eixo traseiro.

A Volkswagen buscava entrar no mercado norte-americano de veículos a diesel.

As propagandas prometiam motores “diesel realmente limpos”. Depois descobriu-se que elas ludibriavam quem buscava durabilidade e eficiência nos Volkswagen, uma das poucas marcas com sedãs e peruas a diesel com preço acessível.

A fabricante alemã violou as leis de controle de poluentes ao instalar nos automóveis um software que mascarava os índices reais de emissão. QuatroRodas2

Com porte bastante próximo ao de um Golf, o ID.3 mede 4,26 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,55 m de altura e 2,76 m de entre-eixos. A marca diz que a ausência de túnel central e os balanços curtos fazem do elétrico uma referência em termos de espaço interno e habitabilidade. Batizado de Open Space, o conceito de espaço interno permite acomodar confortavelmente 5 pessoas e levar 385 litros de bagagem. Outros dados revelam peso inicial de 1.719 kg (pode variar de acordo com a versão), capacidade de carga de 416 kg a 541 kg, raio de giro de apenas 10,2 metros (ideal para manobras em espaços urbanos apertados) e coeficiente de arrasto (Cx) de 0,267. Dyogo Fagundesmotor1.com


A história do Transporter começou com um esboço de um tipo de veículo que não existia naquele tempo em nenhum lugar do mundo.
Dada intenções da Volkswagen para entrar na nova década com uma série de veículos elétricos, não será uma surpresa se o novo modelo acabar sendo alimentado por um sistema 100% elétrico. Baseado na plataforma MEB, poderia ter as baterias localizadas sob o assoalho, economizando espaço interno e baixando o centro de gravidade do veículo. De acordo com alguns rumores, o Buzz será capaz de viajar até 300 quilômetros com uma única recarga. Anthony Karrmotor1.com

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Carro da Tesla completa órbita ao redor do Sol

Starman, nome do passageiro que está em um Tesla Roadster que vaga pelo espaço, completou uma órbita ao redor do Sol. Enquanto nós levamos 365 dias para este feito, o carro vermelho está neste trajeto desde fevereiro do ano passado, marcando 557 dias para a volta completa.

A conta do tempo e da distância é feita pelo site Where is Roadster, que acompanha a aventura de Starman em tempo real. Além de vagar pela escuridão do espaço e de já ter passado de Marte, o site afirma que o Tesla se afaIMPRESSORA BRAILE FEITA EM LEGOsta do Sol em uma velocidade de 1.850 km/h e que a distância percorrida é grande o suficiente para andar em todas as rodovias da Terra por quase 34 vezes.
Starman ficará próximo da Terra no ano que vem, no dia 5 de novembro. Depois desta data, a proximidade voltará a acontecer apenas em 2047, 17 anos depois da previsão dos Estados Unidos de ter levado humanos para visitar Marte – marcado para acontecer a partir de 2030. tecnoblog
O Tesla saiu da Terra de carona com o Falcon Heavy em sua missão inaugural, foguete da empresa SpaceX e que tem o mesmo dono da fabricante de veículos totalmente elétricos que criou este carro: Elon Musk.

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Os desafios da transição energética

O setor de energia passa por um momento crucial de transformação. Inovações relacionadas a fontes renováveis, veículos elétricos e capacidade de armazenamento de eletricidade devem mudar a forma como geramos e consumimos energia nas próximas décadas. G.Lab para EY – Valor
No cenário da transição energética global, o Brasil tem características distintas dos países que correm contra o tempo para descarbonizar seu ecossistema de energia, principalmente na Europa. Capitaneada pelas hidrelétricas, a matriz nacional já é uma das mais limpas do planeta. “Nossa questão não é o quanto vamos limpar nossa matriz, mas como vamos prepará-la para suportar as demandas e inovações da transformação energética”, afirma Carlos Assis, sócio-líder do Centro de Energia e Recursos Naturais da EY para a América do Sul.

As grandes companhias de petróleo já iniciaram o movimento de diversificar as atividades para antecipar um novo cenário energético. A aposta é nas energias renováveis. A norueguesa Equinor inaugurou, em 2018, seu primeiro projeto de geração solar no mundo, em Quixeré, no Ceará. A empresa também firmou parceria com a Petrobras para a produção de energia eólica offshore, com parques de turbinas em alto-mar.

A estatal brasileira incluiu no seu plano estratégico para 2040 atuar em negócios em energia renovável. No final de 2018, anunciou a criação de uma joint venture com a francesa Total para desenvolver uma carteira de projetos nos segmentos solar e eólico. E, em fevereiro de 2019, assinou com o Centro Suíço de Tecnologia e Microtecnologia um acordo de cooperação para o desenvolvimento de painéis fotovoltaicos flexíveis.

A previsão é de que os investimentos se intensifiquem nos próximos anos, e as empresas de óleo e gás assumam a liderança na transformação energética.

Por transição energética, entende-se uma mudança estrutural em um sistema energético. Várias transições energéticas ocorreram na história da humanidade. A transição energética em curso é chamada de descarbonização porque visa a substituição de fontes energéticas que causam aquecimento global e consequentes mudanças climáticas (combustíveis fósseis como petróleo, e carvão) por fontes não emissoras de gases causadores do efeito estufa (fontes renováveis e nuclear).
Em 2018 o mundo experimentou um aumento de 2,8% no consumo de energia primária. Só o gás natural cresceu 5,3% em todas as matrizes energéticas, pari passu ao aumento de 2% das emissões de gases de efeito estufa, muito em função do também aumento do uso do carvão (BP, 2019). Existe ainda, contudo, um desequilíbrio entre o uso de energias renováveis e energias fósseis. Mesmo assim as energias renováveis atingiram a sua maioridade, e em várias economias já são bastantes representativas nas suas matrizes energéticas. Os caminhos brasileiros na transição energética sobre duas óticas: a primeira é o crescimento robusto da demanda de energia, principalmente no mundo em desenvolvimento – incluindo óleo e gás, o que cria uma dificuldade para a descarbonização; e a segunda, que confiar apenas em energias renováveis pode deixar o sistema instável, gerando algum desequilíbrio momentâneo. cenários Petróleo

Os desafios do Brasil em um mundo em transição energética

O Brasil do pré-sal, das descobertas de Sergipe-Alagoas e da Foz do Amazonas tem muito óleo ainda a consumir e se afasta do modelo internacional preconizado descarbonizado, em um primeiro momento

Por transição energética, entende-se uma mudança estrutural em um sistema energético. Várias transições energéticas ocorreram na história da humanidade. A transição energética em curso é chamada de descarbonização porque visa a substituição de fontes energéticas que causam aquecimento global e consequentes mudanças climáticas (combustíveis fósseis como petróleo, e carvão) por fontes não emissoras de gases causadores do efeito estufa (fontes renováveis e nuclear).

Em 2018 o mundo experimentou um aumento de 2,8% no consumo de energia primária. Só o gás natural cresceu 5,3% em todas as matrizes energéticas, pari passu ao aumento de 2% das emissões de gases de efeito estufa, muito em função do também aumento do uso do carvão (BP, 2019). Existe ainda, contudo, um desequilíbrio entre o uso de energias renováveis e energias fósseis. Mesmo assim as energias renováveis atingiram a sua maioridade, e em várias economias já são bastantes representativas nas suas matrizes energéticas. Assim, dois pontos fundamentais pautam esse artigo, que visa discutir rapidamente os caminhos brasileiros na transição energética: o primeiro é o crescimento robusto da demanda de energia, principalmente no mundo em desenvolvimento – incluindo óleo e gás, o que cria uma dificuldade para a descarbonização; e o segundo, que confiar apenas em energias renováveis pode deixar o sistema instável, gerando algum desequilíbrio momentâneo.

Figura 1: Evolução temporal do consumo de energia primária e emissões de CO2 associadas. Fonte: Adaptado de BP Statistical Review, 2019.

Pela teoria dos recursos naturais, os países devem usar os recursos energéticos que possuem em maior abundância e que sejam de menor valor. No caso do Brasil, as vantagens competitivas são muitas: água, sol, vento, biomassa, e ainda, óleo e gás. Uma matriz diversificada traz a possibilidade de uma transição energética tanto via gás natural – e assim com o incremento do uso de combustíveis fosseis – quanto via energias renováveis. Vale destacar que há o entendimento de que em um processo de descarbonização, não há a participação de nenhum combustível de origem fóssil e, dessa forma, não incluiria a utilização do gás natural para esse fim[1].

Figura 2: Variação percentual anual da demanda de energia e emissões de carbono no mundo. Fonte: Adaptado de BP Statistical Review, 2019.

Entretanto, via gás natural parece a alternativa inicial, uma vez que vários países têm usado o gás natural como combustível de transição, por este emitir uma menor quantidade de GEE do que o óleo e o carvão. O espraiamento do uso do gás natural no mundo se deveu à descoberta de reservas e formações em vários países do mundo, e principalmente, à tecnologia do GNL[2], que permitiu a exportação desse gás via transporte marítimo. Dessa forma, uma maior quantidade de gás no mercado o tornou mais competitivo e reduziu o valor da molécula no mercado internacional. Trata-se de um “sub-step” no caminho da transição energética: usar um energético abundante, menos emissor, enquanto se transita para uma matriz completamente limpa, e por tal, de mais complexa administração.

No Brasil, fala-se de quatro milhões de barris/dia de produção de petróleo para daqui a alguns anos. Muito pautado no sucesso dos leilões de áreas de exploração que têm sido feitos, nas alterações regulatórias propostas e executadas, e na santidade dos contratos assinados, por meio da ação da ANP. Como dito, os recursos naturais mais abundantes e mais baratos serão utilizados como forma de desenvolvimento econômico e social de uma economia. Com isso, o Brasil do pré-sal, das descobertas de Sergipe-Alagoas e da Foz do Amazonas tem muito óleo ainda a consumir e se afasta do modelo internacional preconizado descarbonizado, em um primeiro momento.

Figura 3: Previsão de produção de petróleo e o número de plataformas esperadas para os próximos anos

Fonte: FGV Energia, 2019.

Sobre o mercado de gás natural, este ainda é uma incógnita no Brasil, apesar de estar em um momento muito particular e propício ao seu desenvolvimento. Entendeu-se recentemente, por exemplo, que o monopólio do gás prejudica a própria Petrobras, e com isso a empresa começou a se desfazer de alguns de seus ativos, deixando o mercado otimista em relação a entrada de novos agentes, e, no médio/ longo prazos, à queda dos preços. Outrossim, é importante que sejam fomentadas ações, legislações, resoluções, decretos que incentivem a concorrência pois, em um mercado competitivo, o consumidor é mais protegido e os preços tendem ao equilíbrio. Entretanto, independente da sobrepujança do gás, é importante considerar todas as fontes de energia disponíveis, donde suas características únicas sejam capazes de acomodar as especificidades dos sistemas energéticos, inclusive o óleo.

Para além da transição para um energético imediato, abundante e de menores emissões, faltam-se discutir a questão das novas indústrias e seus impactos no consumo de energia. E hoje o principal desafio dessa natureza é se pensar em como fazer isso. A transição para o gás natural, assim como a continuidade da utilização do óleo cru, já está posta. Falta discutir o porvir. O porvir em relação ao papel das cidades, às questões geopolíticas, de segurança energética, de descentralização, de economia de escala, de crescimento econômico, de preços relativos, o papel do governo, o papel do regulador, das políticas de meio ambiente, entre outras.

Uma análise de mais longo prazo da questão da transição energética perpassa a própria estrutura da matriz energética brasileira associada à indústria 4.0. Acredita-se que hoje estejamos na quarta revolução industrial, que mudou a vida das pessoas impactando diretamente no modo e na quantidade de energia consumida no Brasil e no mundo. O que se chama hoje de indústria 4.0 é a indústria da inteligência artificial, da realidade aumentada, da internet das coisas, do machine learning, impactando sobremaneira o setor energético. Fernanda Delgado

Com exceção do caso brasileiro, os países do BRICS contam com elevada participação de fontes fósseis na matriz energética. Analisando as tendências dos vetores da transição, percebemos que esses países ainda estão atrasados na difusão de renováveis em relação aos países líderes, mas os ganhos de eficiência associados à expansão de fontes modernas foram significativos. A China tem mostrado um forte compromisso para a redução de emissões, e a escala dos programas de ampliação de fontes renováveis é destacada. A elevada participação de fontes renováveis particulariza a transição brasileira, em que as novas fontes renováveis, eólica e solar, têm o papel de compensar a perda de participação da energia hidrelétrica. Índia e África do Sul combinam os objetivos de transição aos de inserção social por meio do acesso à eletricidade, e a abundância de recursos fósseis acarreta menor engajamento da Rússia com a transição. As complementariedades e as similaridades no processo de transição energética resultam em oportunidades de cooperação entre os países do BRICS, pois há muito espaço para uma estratégia conjunta de transição energética. TD 2495 – Política Energética no BRICS: desafios da transição energética – Luciano Losekann e Felipe Botelho Tavares, Brasília, julho de 2019. ipea

Fiat 147 a álcool, 40 anos.

O primeiro carro movido 100% a álcool no Brasil completa 40 anos em 5 de julho. O Fiat 147 marcou a indústria brasileira por ser o primeiro a vir com motor dianteiro transversal. Em 1979, o pequeno hatch equipado com motor 1.3 estreava o consumo exclusivo de álcool hidratado — empreitada que só saiu do papel graças à crise do petróleo que havia ocorrido seis anos antes. VINICIUS MONTOIA – Autoesporte
O compacto ficou em produção por onze anos e saiu de linha quando foi substituído pelo Uno. Ele passou por duas reestilizações, em 1980 e 1983. Sempre pensando de forma vanguardista e no desenvolvimento de ótimos projetos, em 1978 a Autoesporte elegeu o 147 como o Carro do Ano.

Comparado aos epítetos usados para se referir à Fiat após sua estreia no Brasil, em 1976, o apelido “Cachacinha” dado ao 147 a álcool era o mais simpático – e real, pois o cheiro dos gases de escape realmente lembram a bebida.

Seu lançamento completa 40 anos nesta quinta-feira (5). Mais do que o primeiro carro a álcool brasileiro, o Fiat 147 foi o primeiro de produção em série no mundo. Henrique Rodriguez – QuatrosRodas


Enquanto o primeiro Fiat 147 foi parar em uma concessionária do Rio de Janeiro – que o preserva até hoje –, o primeiro 147 a álcool pertence ao Ministério da Fazenda, onde foi usado por mais de 30 anos.

O Fiat 147 foi um grande divisor de águas, não só por ser o primeiro modelo da Fiat no Brasil, mas por levar inovações para as massas. Foi o primeiro veículo nacional a usar motores transversais e utilizar o álcool como combustível, o primeiro a ter uma picape derivado de um carro de passeio e criar uma nova categoria, que se estende até os dias de hoje.

O primeiro a ter um furgão que também deriva de carro de passeio, e que hoje tem o Fiorino, derivado do Uno, deixou várias heranças técnicas para seus sucessores como o Uno e o Palio em questão de motores e soluções inteligentes.

Ele saiu de linha em 1986, após 10 anos de produção e mais de 1 milhão de veículos produzidos, levando em conta suas derivações, e deixando um legado importante para seu sucessor, o Fiat Uno. noticiasautomotivas


Com lançamento previsto dentro de quatro anos, os engenheiros da Fiat desenvolvem um novíssimo motor para queimar apenas o etanol, chamado pela fábrica de E4.
Seria o primeiro projeto específico para este combustível, pois, até hoje, tanto os carros da época do Pró-alcool (década de 80) como os flex atuais possuem motores projetados para gasolina e adaptados para o álcool puro ou para queimar os dois combustíveis. BORIS FELDMAN – Autopapo
A Fiat Chrysler Automóveis (FCA) resolveu ir na contramão do movimento automotivo no Brasil e apostar no etanol como alternativa ecologicamente correta, em vez de motores híbridos ou elétricos.


A empresa anunciou que desenvolve um propulsor turbo movido somente com o derivado da cana de açúcar. Ele usará como base o 1.3 GSE turboflex (T4), da família FireFly, que a Fiat produzirá na fábrica de Betim (MG) a partir de 2020, juntamente com 1.0 GSE turboflex (T3) – equiparão modelos da Fiat e da Jeep. Gazeta do Povo

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900.000 km de elétrico

A Tesla e os seus carros têm estado a acumular recordes em várias áreas, num mercado cada vez mais competitivo, mais que as provas e os números teóricos, os carros da marca falam por si. O Tesla mais usado do mundo tem mais de 900.000 quilómetros.

O Tesla de Hansjörg Gemmingen, um Tesla Model S P85+ está perto de alcançar a meta do milhão de quilómetros.

A lista de veículos desta lista é grande e com valores também muito elevados, @gem8mingen não tem apenas um carro nesta lista. Conta ainda com um u Roadster original com uma bateria RO80. Este carro conta já com 600 mil quilómetros.

Outro ponto destes carros face à concorrência é a sua manutenção, importa salientar que ambos os carros tiveram já as baterias trocadas pela marca. Também o carregador do Model S foi igualmente alvo de uma mudança, ao abrigo da garantia. Não é normal um carro percorrer estas distâncias livre de problemas. pplware

A título de curiosidade, refira-se que 15 dos carros listados na conta Tesla Miles pertencem a uma empresa de transporte. Outro registo assinalável foi o realizado por um Model X, da rede de táxis californiana Tesloop. Equipado com uma bateria 90D, circulou “apenas” 598 mil quilómetros.

A marca que tem enfrentado vários dissabores técnicos (e ataques da concorrência) em redor dos seus produtos, apesar dos problemas técnicos identificados nas primeiras gerações, os Model S e Model X revelaram-se muito fiáveis, mesmo em usos tão intensivos como os serviços de transporte público.

A listagem da conta Tesla Miles assim o comprova, com o 47.º utilizador (e último da lista) a assinalar mais de 260 mil quilómetros em estrada com o Model S. Aquela Maquina

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As mais belas estações

Estações de metrô mundo afora costumam ser uma atração à parte, visto que muitas delas são obras arquitetônicas incríveis, cheias de design, arte, cores, chegadas e partidas, e por muitas vezes, você está pisando em um espaço todo decorado e projetado pelos mais renomados profissionais, entre designers, artistas e estilistas.
Na Rússia, por exemplo, as estações de metrô são um importante registro de arte e arquitetura típica, nos transportando para uma época distante em cada curva clássica que as cerca.

Veja lista de 20 estações by Vivi Metalium que vão tornar sua viagem surreal:

1. Nápoles, Itália

Grandes estilistas e artistas como Anish Kappor e Karim Rashid decoraram as chamadas “estações de arte”, projeto implantado na cidade.

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2. Moscou, Rússia

A arte tradicional russa impressiona os turistas que passam, por exemplo, pela neoclássica Estação Komsomolskaya no Distrito Krasnoselsky, projetada por Dmitry Chechulin.

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3. Estocolmo, Suécia

O design moderno prevalece em Estocolmo, mas a Estação Kungstradgarden impressiona por sua estrutura diferente, inspirada no Palácio Makalos.

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4. Dubai, Emirados Árabes

Cheia de luxo, as estações de metrô de Dubai não poderiam ser diferentes. A estação Waleed Khalid Bin Al ostenta interiores esplêndidos, com grandes candelabros que chamam a atenção de qualquer passageiro.

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5. Santiago, Chile

Na estação de metrô Universidad de Chile, o mural Memoria Visual de una Nación de Mario Toral narra a política, religião, triunfos e tragédias chilenas.
UniversidadChile

6. Nova York, Estados Unidos

Segundo moradores, a estação mais bonita é a Astor Place, com uma entrada bem bonita e painéis de porcelanas geométricas projetadas por ninguém mais, ninguém menos que o artista gráfico Milton Glaser, o mesmo criador do icônico logotipo “I Heart [Coração] NY”.

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7. Xangai, China

Um dos maiores atrativos da cidade é o túnel iluminado que corre sob o rio Huangpu, transportando moradores e turistas de Bund para Pudong sob luzes coloridas.

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8. Kaohsiung, Taiwan

Criado pelo renomado artista Narcissus Quagliata, a “Dome of Light” na estação de Kaohsiung é a maior instalação de arte pública do mundo feita a partir de peças individuais de vidro colorido. Fascinante!

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9. Munique, Alemanha

A estação Westfriedhof ganhou nova vida graças ao designer Ingo Mauer, com suas chamativas luminárias de alumínio côncavas e luzes coloridas dão forma e profundidade à estação.

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10. Lisboa, Portugal

Projetado pelo arquiteto Tomás Taveira, a chamativa estação das Olaias, em Lisboa, é conhecida na Europa como uma das melhores do continente.

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11. São Petersburgo, Rússia

Assim como em Dubai, as estações de metrô da Rússia não deixam de ser luxuosas. A estação Avtovo é divina, com suas colunas, lustres belíssimos e arte da era soviética.

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12. Bruxelas, Bélgica

Com muita arte e design, entre as estações de metrô da Bélgica se destaca a instalação de arte de Paul Van Hoeydonck, com figuras suspensas acima dos trilhos da estação Comte de Flandre.
ComtedeFlandre

13. Paris, França

Em Paris, a entrada se destaca mais do que a parte subterrânea, ostentando a famosa Art Nouveau. A estação Auber tem um charme à parte.

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14. Bilbao, Espanha

Quem deu o ar moderno às estações de metrô de Bilbao foi o designer Norman Foster, que investiu em espaços simples e bem iluminados.

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15. Coréia do Norte

O metrô em Pyongyang foi construído para ligar instalações militares subterrâneas secretas. Mas agora é melhor do que isso, rico em arquitetura linda, arcos e murais patrióticos.

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16. Berlim, Alemanha

A Estação Platz Heidelberger, projetada pelo arquiteto alemão Wilhelm Leitgebel, é uma das estações mais decoradas da rede de metrô.
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17. Londres, Inglaterra

Na velha Inglaterra se destaca a Estação de Westminster, desenhada por Michael Hopkins. Moderna, é composta por tubos de aço, tetos bem altos e vigas de concreto, trazendo um ar industrial interessante.

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18. Chicago, Illinois

Se você quer voltar no tempo, precisa pegar a estação Monroe, um ótimo exemplo da arquitetura dos anos 1940. A fachada, a cabine de bilhete e alguns outros espaços permanecem originais desde aquela época.

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19. Frankfurt, Alemanha

Outro exemplo onde a entrada acaba sendo mais legal do que a estação. O acesso à estação Warte Bockenheimer faz alusão a um trem saindo do chão, inspirada no artista surrealista René Magritte, projetada pelo arquiteto Zbigniew Peter Pininski.

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20. Barcelona, Espanha

A Estação Drassanes foi decorada pelos estilistas Eduardo Gutierrez Munne e Jordi Fernandez Rio. Mesmo simples, a estrutura ao redor da plataforma antiga tem paredes de concreto reforçadas de vidro e pisos brancos à prova de vibração.

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Fotos: Vivienne Gucwa, kylamandel, obstanovka, J-O Eriksson, sudarte, dubaimetro, layylaovertherooftopsoftheworld, urbanfragment, , , abandonedkansai, schuminweb, on-a, mimoa, 04varvara,

Estocolmo, Arte ou Metrô!!!

Há muito o que fazer em Estocolmo. Já no aeroporto de Arlanda, você encontra um simulador de clima para diversas cidades do mundo, mas as atrações da cidade não param por aí: possui uma das ruas verdes mais bonitas do mundo e é considerada uma das mais seguras do planeta.

Os motivos para conhecer a capital e maior cidade da Suécia vão muito além de sua superfície: seu sistema de metrô é conhecido por ser a maior exposição de arte do mundo, com 110 quilômetros de extensão. Mais de 90 das 100 estações encontradas na cidade são decoradas com obras de 150 artistas, que vão de mosaicos a instalações de arte.

Quem utiliza o transporte público poderá conferir todas essas atrações ao longo do passeio – e pagando apenas o valor das passagens – o que faz com que você não tenha desculpas para pensar em pegar um táxi enquanto estiver por lá. Vivimetaliun

Ciclolix e a bike lixo!

Os catadores de lixo realizam um trabalho fundamental para impulsionar a coleta seletiva de materiais recicláveis, especialmente em cidades cujas prefeituras não dispõem de caminhões e lixeiros para cumprir a tarefa, capaz de evitar que várias toneladas de lixo reaproveitável parem em lixões.As chamadas Ciclolix fazem parte do projeto Relix, uma iniciativa do Sesi que propõe de ações de educação e arte para conscientizar sobre a importância da sustentabilidade.. Vivimetaliun

O projeto Pró-Catador, tem como objetivo ampliar a geração de renda nas cooperativas e grupos econômicos solidários de catadores de materiais recicláveis no estado.
Um dos fundadores da cooperativa, Valdemilson Santos, 58 anos, mostra com orgulho, o trabalho desenvolvido pelo empreendimento e fala sobre as perspectivas de desenvolvimento a partir dos conhecimentos e equipamentos ofertados pelo projeto Pró-Catador. “Com as capacitações aprendemos mais sobre a tecnologia da reciclagem. Com a chegada dos equipamentos, vai facilitar ainda mais a nossa vida, porque vamos prensar, organizar o material e poder vender por um preço melhor; isso vai gerar mais renda para nós da cooperativa”. Blog Mivan Gedeon

Um grupo que passa despercebido pela sociedade e que está envolvido diretamente com o processo de reciclagem de resíduos é o dos catadores. Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) apontam que os catadores são responsáveis por quase 90% do lixo reciclado no Brasil.

De acordo com o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, há 800 mil profissionais do tipo em atividade no país e aproximadamente 85 mil associados ao Movimento Nacional.

A maioria desses trabalhadores encontrou na profissão uma alternativa ao desemprego. No trimestre de julho a setembro deste ano, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) contabilizou 12,4 milhões de pessoas desempregadas em todo o país. Blog do Pedlowski