Nissan Leaf

O Nissan Leaf é um carro principalmente urbano, mas chega à máxima de 144 km/h e também encara eventualmente uma estrada. Pode ter centro de gravidade baixo por causa das baterias sob o assoalho, mas é macio (confortável na cidade) e tem tração dianteira, então não abuse nas curvas. O chassi não parece bem dimensionado para tanto torque e o modo como é entregue. Na estrada a 100 km/h, não fez muito mais que 6,5 km/kWh. Motorshow

Em tomada comum são 20 a 40 horas, com o carregador de parede (wall box, 32A), 6 a 8 horas, autonomia de até 240 km/dia.

O Nissan Leaf é ágil, mesmo sendo um elétrico com “só” 149 cv – mas torque de 32,6 kgfm entregue imediatamente, como em todo elétrico. Suficiente para 0-100 km/h em 7s9, e retomadas e acelerações empolgantes. Há força de sobra: mesmo a 50 km/h, se você pisar fundo ele destraciona as rodas dianteiras.


“O proprietário de um Nissan Leaf nunca mais vai pisar em um posto de gasolina na vida”, comentou Humberto Gómez, diretor de marketing da Nissan Brasil. “O que estamos fazendo não é apenas o lançamento de um carro, mas sim de um movimento social, com vista em beneficiar o meio ambiente e a vida das pessoas”, complementou. Canaltech

Além do anúncio, a empresa destacou todas as funções que o carro trará, como o sistema de proteção Nissan Inteligent Safety Shield, que impede colisões e atropelamentos, o ePedal, que faz com que o condutor utilize apenas um pedal para acelerar e frear o carro e muitas outras funcionalidades, como sistema de infotenimento completo e a assistência 24 horas exclusiva para os clientes do Leaf.

Como era de se esperar em um carro desse nível (e preço), o Leaf agrega o que há de mais moderno em sistema multimídia. Com sua central A-IVI, de 8 polegadas, o equipamento permite o uso de aplicativos como Waze, Spotify, Deezer, Google Maps, WhatsApp, Car Play e Android Auto, além de muitos outros. Já o sistema Over The Air permite a atualização do software da central utilizando apenas uma rede de Wi-Fi, sem necessidade de ir ao concessionário para a troca do cartão SD.

O veículo também é o único do seu segmento com a tecnologia Vehicle-to-Grid (V2G), que permite carregamento bidirecional. Na prática, ela transforma o carro em uma bateria sobre rodas, pois permite que o carro seja carregado e devolva energia à rede ou a uma casa, se necessário.

2020 eletrizante!

Os consumidores já mostraram que têm interesse neste tipo de combustível. Filipe Alves – 4gnews

Ainda que os carros elétricos estejam longe da perfeição, principalmente com o tempo de carregamento, acredita-se que o futuro seja promissor na área. Já são muitos os fabricantes a pensar lançar o seu modelo elétrico e como sempre, quanto mais concorrência melhor e mais barato o produto final será.

Os carros elétricos para 2020 para todos os gostos e feitios.

E E; Fiat 500e – ZEEV; Mini Cooper SE; Porsche Taycan; Citroen DS 3 Crossback E-TENSE; Peugeot e-2008; Peugeot e-208; Tesla Model Y; Volvo XC40 Recharge; Renault Zoe 2020; Seat Mii Elétric; Polestar 2; Audi e-Tron Sportback; Mazda MX-30; Lexus UX300e; Opel Corsa-e; Kia e-Soul 2020

Principais vantagens de um carro elétrico

  • O ambiente agradece com menos emissões de carbono
  • Condução mais silenciosa
  • Bom poder de arranque na maior parte dos casos
  • … .

Potenciais desvantagens de um carro elétrico

  • Poucos locais de carregamento
  • Demora no carregamento
  • Pouca autonomia (na maior parte dos casos)
  • Condução silenciosa pode ser uma desvantagem
  • Troca de bateria (pode ser necessário entre 3 a 10 anos)
  • Preço geralmente mais alto

Eletrize-ze: Conversão de veículos elétricos, Carro elétrico, 900 km com uma carga, Carro elétrico e a drogar da bateria, Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro

A última despedida do Fusca!?!

A Volkswagen encerrou a produção do Fusca no México em julho do ano passado, mas só se despediu oficialmente do modelo na última terça-feira (31/dez/19). A marca publicou em seu canal no YouTube uma animação que mostra um pouco da trajetória do carro nos Estados Unidos, onde uma série especial de despedida foi lançada em 2018.

A animação termina com a silhueta da dianteira do recém-lançado ID.3, hatch elétrico considerado o terceiro carro mais importante da história da Volks junto com o próprio Fusca e o Golf.

Vale lembrar que o Fusca foi produzido no México até 2003. A primeira “reencarnação”, mais conhecida como New Beetle, foi feita no país até 2011. O último Fusca chegou logo em seguida e ficou sete anos em produção.

No Brasil, o Fusca foi montado com peças importadas da Alemanha, entre 1951 e 1959. A produção nacional durou até 1986. A pedido do então presidente Itamar Franco, o modelo foi ressuscitado entre 1993 e 1996. Guilherme Silva – Carsale

O Fusca é facilmente um dos carros mais reconhecidos na história dos automóveis”, ressaltou Saad Chehab, vice-presidente de marketing da Volkswagen. “Honrá-lo adequadamente exigia um meio com tanta versatilidade e apelo universal quanto o próprio carro”. noticias automotivas

Fusque-se: Kombi solar 1973 – Energia Fotovoltaica, Devel Sixteen, Aiways U5, na Europa, Fisker Ocean 2020, Conversão de veículos elétricos, Volkswagen transforma Fusca em elétrico, iEV20, ID.3, quer ser o Fusca elétrico.

Matéria de Capa: Empregos no futuro

Matéria de Capa

O 1 digital vem transformando a maneira como trabalhamos e também criando novas profissões. Você confiaria em um robô para tratar de seus dentes? Faria uma cirurgia delicada sem a presença de um profissional humano e qualificado? A revolução digital traz muitas surpresas. Nos Estados Unidos, por exemplo, um estudante criou um sistema para conversar com o computador utilizando apenas o pensamento. Matéria de Capa – Empregos no Futuro – 06/10/2019 – msn

Fisker Ocean 2020

Um dos grande problemas dos veículos 100% elétricos é sem grandes dúvidas o carregamento lento das suas enormes baterias.
Para atingir este marco incrível, o futuro SUV vai ser capaz de receber pelo menos 350kW de energia através do carregador super-rápido fornecido pela Electrify America. Tenha em conta, que a maioria dos carregadores atuais (especialmente em Portugal) não conseguem fornecer este tipo de velocidades de carregamento. (Nem de perto nem de longe). Leak

O principal plano de negócios da empresa, que pretende que os seus clientes paguem uma mensalidade no valor de 379$ dólares, após um depósito inicial de 2999$. Dito isto, os entusiastas interessados podem desde já reservar este modelo com um único depósito de 250$ dólares, através da aplicação Fisker.

Curiosamente, a empresa Californiana revelou também que os seus primeiros modelos de produção são maioritariamente constituídos de materiais reciclados.

Fabricante informa que o SUV Ocean vai poder contar com as tão desejadas 5 estrelas de segurança!

A empresa garantiu que este carro irá conseguir alcançar a pontuação ‘máxima’ no que se trata de segurança, com a Fisker a destacar as barras de reforço laterais deste SUV. No entanto, ainda não existem informações sobre se o veículo já foi ou não testado pelas organizações de segurança responsáveis pela classificação.

Um fato curioso acerca deste carro, é que o teto deste veículo 100% elétrico é removível de forma a garantir a experiência de um descapotável desportivo, este SUV estará apenas disponível com tração às quatro rodas, com um motor elétrico em cada eixo. A nível de autonomia a empresa garante que o veículo vai alcançar uns interessantes 482Km com uma carga completa. Silvio José

Eletrilize-se: Aiways U5, na Europa, Van movida a energia solar ou com banheiro?!?, Conversão de veículos elétricos, Carro elétrico, 900 km com uma carga, Carro elétrico e a drogar da bateria, Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico

Ciclista desenha rena

O passatempo de Anthony Hoyte, que tem 51 anos, de Cheltenham (150 km de Londres), é criar desenhos usando um aplicativo chamado Strava, que monitora atividades físicas. Para isso, ele planeja complexas rotas ciclísticas e pedala por elas. Seu rastro fica registrado no aplicativo, formando, ao final, a imagem de um mapa, e é aí que começa a brincadeira.

A rota desenhada para criar uma rena teve 126 quilômetros, começando em Hammersmith, no oeste de Londres, passando pelo norte até Edgware, depois seguindo para o sul e para o leste por Hampstead Heath e Wood Green, retornou ao sul através de Kilburn e Maida Vale e terminou ao longo da Euston Road, no centro de Londres.
Outras rotas que Hoyte fez de bicicleta incluem: um Yorkshire terrier em Leeds, dois elefantes em Birmingham e um bando de pássaros em Bristol. Em 2017, ele produziu seu primeiro trabalho ao pedalar a imagem de um boneco de neve em Londres, seguido por um Papai Noel, no ano passado, em Birmingham. UOL
“Cometi alguns erros, mas eles são tão pequenos, que ninguém notará realmente. Estou feliz. Se parece com o que eu queria que parecesse.”… – Veja mais em https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2019/12/10/ciclista-pedala-por-9-horas-em-londres-para-fazer-mapa-com-desenho-de-rena.htm?cmpid=copiaecola

Aiways U5, na Europa

A Aiways, tem 3 anos de maturidade, uma startup que nasceu em Xangai e obteve pela TUV Rheinland a certificação necessária para comercializar o seu SUV U5 em qualquer parte da União Europeia, e entrou para o livro dos recordes, pois foi o primeiro veículo 100% elétrico de marca chinesa que é comercializado na Europa, e como a viagem mais longa de um veículo elétrico de sempre, exatamente 15.022 km! Vale lembrar que passaram em zonas onde as infraestruturas de carregamento não abundam, como o Deserto de Gobi ou os Montes Urais… mas ainda assim nada deteve os chineses.

Este modelo vem assim rivalizar com o Kia e-Niro, o Hyundai Kauai, e para isso passou no ECWVTA, o teste de aprovações para a Comunidade Europeia de veículos elétricos.

A viagem do U5 de Xangai a Frankfurt foi a 17 de julho que o U5 deu início à sua viagem, tendo terminado a 7 setembro de 2019! 53 dias de estrada, 12 países atravessados (China, Cazaquistão, Rússia, Finlândia, Noruega, Suécia, Dinamarca, Holanda, Bélgica, França, Suíça e Alemanha), comprovando assim a sua robustez e validade da tecnologia elétrica chinesa!
O preço base tem sido avançado nos mercados internacionais de cerca de 25000 €, não é assim apenas uma ameaça aos concorrentes de veículos elétricos, mas também compete com os combustíveis convencionais).
Autonomia de 460 km, que podem ir até aos 560 se forem alugados módulos de baterias adicionais (não se sabe qual o protocolo de medição usado). No site da empresa fala de 503 km, o que corresponde a menos de 400 km com o ciclo NEDC.
O motor deste elétrico gera uma potencia máxima de 125 kW (170 CV) nas rodas da frente, mas a Autocar diz que afinal tem é 190 CV, coincidindo com o binário de 315 NM! Portal da Energia

Grafite na rua

Presto VinteTreis (Walyson Nogueira) e o amigo Babu SeteOito, pintaram quatro faixas de pedestres em terceira dimensão (3D) nas principais avenidas de Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá, na semana passada. O objetivo é reduzir o número de acidentes causados por excesso de velocidade. G1

A iniciativa já foi adotada em vários países com o objetivo de reduzir atropelamentos, como China, Índia, Geórgia e Islândia. A ideia é usar a ilusão de ótica como um fator a mais para fazer o motorista reduzir a velocidade e permitir a passagem dos transeuntes.
A uma distância de até 20 metros, lembram elementos de concreto encravados no asfalto. Na Islândia, é onde há os resultados mais positivos. Os atropelamentos caíram 25% nas ruas em que as faixas 3D foram pintadas. No Brasil, existe a expectativa de alcançar percentuais próximos disso. Massa Cinzenta
A cidade brasileira mais populosa a adotar as faixas de pedestres em 3D é Santo André, no ABC Paulista, com mais de 500 mil habitantes. Dois projetos-pilotos foram instalados no município, no final de 2017. O trabalho foi executado por funcionários do Departamento de Engenharia de Tráfego (DET) de Santo André, treinados para esse tipo de pintura.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, 22% das mortes no trânsito no mundo são causadas por pedestres atropelados. O Brasil aparece em 5º lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito.

Grafite-se: Relatos Salvajes, Velozes e Incompetentes, 22 de todos os dias, Multa Moral, No lugar da multa, um sorriso!, Grafite são artes públicas, Arte Fora do Museu

Van movida a energia solar ou com banheiro?!?

Por anos Brett Belen idealizou veículos elétricos abastecidos coma luz do sol. Ou seja, nada de posto de gasolina, bastava estacionar o carro e esperar algumas horas para cair na estrada de novo. E para viabilizar suas viagens em família, ele transformou a icônica “pão-de-forma” da Volkswagen numa van elétrica alimentada a energia solar, altamente funcional.solarvan3

Aproveitou o modelo de 1973, espaçoso e com uma vasta área de tejadilho para aplicar um enorme painel fotovoltaico, que proporciona exposição solar máxima ao sol. Ele é composto por quatro paineis LG de 305 watts que, quando levantados, assumem a posição diagonal num ângulo máximo de 40º, e se encarregam de gerar mais combustível para a van.

Quando posicionada de forma correta para acompanhar o movimento do sol, ela pode ser carregada e aproveitar 6 horas de energia solar! Seu interior é equipado com mesas dobráveis as laterais feitas com tecido à prova de água, como o de uma tenda de campismo, garantido conforto para toda a família. Vivimetaliun

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Todas as fotos © Brett

Concentrador Solar Luminescente

Pesquisadores da Universidade Estadual do Michigan, EUA, desenvolveram painéis solares completamente transparentes, que podem ter inúmeras aplicações na arquitetura e também em outros campos, como por exemplo no desenvolvimento de automóveis, um concentrador solar luminescente transparente, que pode ser colocado sobre uma superfície transparente como uma janela, por exemplo. Pode colher energia solar sem afetar a passagem da luz. bastanteinteressante

A tecnologia utiliza moléculas orgânicas que absorvem comprimentos de onda de luz que não são visíveis ao olho humano, como a luz infravermelha e ultravioleta.

Yimu Zhao, estudante e doutorada em engenharia química e ciência dos materiais, e Richard Lunt, professor assistente de engenharia química e ciência dos materiais – Fotografia: por GL Kohuth

“Se as células puderem ser feitas de forma a durarem muito tempo, estes dispositivos poderão ser integrados em janelas de modo relativamente barato, já que grande parte do custo da energia fotovoltaica convencional não é da própria célula solar, mas dos materiais em que é aplicada, como o alumínio e o vidro. O revestimento de estruturas existentes com células solares eliminaria parte desse custo de material.” New York Times

O material é ajustado para captar ondas no campo do ultravioleta e do infravermelho, convertendo depois essa energia em eletricidade, graças a pequenos filamentos de células fotovoltaicas presentes no seu interior, por conta disso não há perda nenhuma de visibilidade — já que nenhum humano consegue ver acima do ultravioleta ou abaixo do infravermelho.

De acordo com Richard Lunt, que liderou os experimentos, as células solares transparentes registraram eficiência na casa dos 5%. A efeito de comparação, a eficácia de painéis tradicionais fica entre 15 e 18%. A principal diferença entre os dois, no entanto, é a possibilidade de se aplicar a cobertura transparente em uma área maior e mais diversa. Guilherme Eler, de SUPERExame

Blocos de vidro que geram energia solar são desenvolvidos por pesquisadores na Inglaterra.

Na Inglaterra, pesquisadores da Universidade de Exeter desenvolveram blocos de vidros com pequenas células solares integradas. Esta invenção foi batizada de “Solar Squared”. Os responsáveis pelo invento garantem que os blocos contam com isolamento térmico e também permitem que a luz natural entre nas casas e edifícios.
Fabricados com tecnologia que garante máxima absorção solar, os blocos possuem outra vantagem: eles podem ser utilizados tanto em novas construções quanto em reformas. Portal Solar

Sistema fotovoltaico transparente de gel de silício

Semicondutor que explora a propriedades do silício. Os fotões, que compõem os raios solares, atingem os átomos de silício presentes no gel, provocando energia cinética (é como um impulso que gera movimento e este se transforma em energia elétrica dentro da estrutura cristalina do silício, que atua como semicondutor).

É aplicado entre o vidro duplo, através de uma injeção do gel no espaço do vidro duplo, mas se for num vidro simples, este é pulverizado.

Sistema fotovoltaico transparente de base orgânica

Determinados tipos de polímeros. As novas células solares consistem em dois elétrodos no meio dos quais se coloca uma camada de semicondutor orgânico.

Este tem a função de absorver a energia solar incidente e gerar eletrões, quando estes são recolhidos pelos elétrodos é produzida a corrente elétrica.

Sistema fotovoltaico transparente de grafeno

O grafeno é composto por uma única camada de átomos de carbono, e devido a ser transparente, não bloqueia a absorção de luz solar. Mas este não adere à base da célula, como tal, ainda há investigadores a tentar modificar a superfície que é impura. Portal Energia

Patrono do esporte brasileiro

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (24) o Projeto de Lei 2793/19, do deputado Filipe Barros (PSL-PR), que declara o piloto Ayrton Senna da Silva, morto em 1994, como patrono do esporte brasileiro.
Filipe Barros lembra que Senna morreu de maneira trágica, recebendo tratamento de herói nacional, em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, após acidente no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola.

O projeto tramitou em caráter conclusivo e seguirá para a análise do Senado, a menos que haja recurso para votação pelo Plenário da Câmara. Câmara dos Deputados – Pierre Triboli

Para o deputado é importante destacar que a relevância do piloto é reconhecida mundialmente, mesmo após 25 anos da sua morte. “Anos após sua morte, em 2009, Ayrton Senna foi eleito, numa consulta a 217 pilotos da Fórmula 1 pela revista inglesa Autosport, o melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos”.

Diversos documentários foram feitos para contar a história de Senna. Em 2017 foi lançado um vídeo com depoimentos de diversos pilotos e integrantes do universo da F1 sobre o piloto brasileiro. Diário do Poder

Ayrton Senna da Silva, ou simplesmente Senna, foi um piloto de Fórmula 1 das décadas de 80 e 90 e maior ídolo brasileiro do automobilismo. Nasceu em São Paulo, no dia 21 de março de 1960, e morreu de maneira trágica em 1º de maio de 1994, após colidir com uma mureta de proteção no Grande Prêmio de San Marino, em Ímola. Seu velório foi um dos mais marcantes da história do Brasil, durou cerca de 22 horas e foi acompanhado por aproximadamente 240 mil pessoas.

A carreira de Senna no automobilismo começou como a da maioria dos pilotos: no kart. Aos quatro anos, Ayrton ganhou o seu primeiro kart, construído pelo seu pai. O motor foi tirado de um cortador de grama, mas chegava aos 60 km/h. O kart foi montado pelo pai foi o principal “brinquedo” de Ayrton na infância.

A partir dos sete anos de idade, Ayrton passou a dirigir um kart profissional, mas sem participar de competições. A primeira volta de Senna em um circuito de kart foi aos 11 anos, na chuva. Um ano depois, desmontou seu próprio kart para descobrir a função de cada peça e entender como poderia ser mais rápido. BrasilEscola

Terry Fullerton era, pra mim, um piloto completo. Tenho boas lembranças disso. Era competição pura, automobilismo puro. Sem política nem dinheiro envolvido.” (Ayrton Senna).


Apesar dos bons resultados nos testes pela Williams e McLaren, era arriscado para as grandes equipes contratarem um jovem como piloto titular. Senna conversou com a Lotus, equipe mediana da época, mas a única proposta oficial veio da pequena equipe Toleman. “Era melhor assinar com a Toleman do que me aposentar no automobilismo”, afirmou Senna.
As vitórias e ações de Senna o fizeram se tornar um herói nacional. No final da década de 80, o Brasil havia recém-saído da Ditadura Militar e passava por um momento econômico difícil. A renda per capita declinou e o percentual de brasileiros na linha da pobreza havia aumentado. O brasileiro não tinha muito do que se orgulhar, mas Senna fazia questão de afirmar sua nacionalidade e desfilava com a bandeira nacional em suas vitórias. Esses gestos e a exploração da imagem de Senna pela TV contribuíram para a construção de um arquétipo de herói nacional.

Silve-se: Ayrton Senna dSilva, Centro de Esportes Radicais,

Conversão de veículos elétricos

componentes

Segundo a figura, observem:

Potbox: É o acelerador/potenciômetro.

DC/DC Converter: é o conversor DC – DC, isto é converte a tensão das baterias que o motor exige (72V ou mais) para os componentes eletrônicos do carrro que são os 12V. Deste modo não há a necessidade de deixar uma bateria exclusiva para este fim no veículo elétrico.

Contactor: é um dispostivo eletro-magnético para acionamento do motor.

Motor: na figura é o local destinado a instalação do motor.

Agora abaixo é uma figura muito interessante que é o circuito típico de instalação.

esquematipico

A maioria destas informações agradeço a pesquisa do Alfredo e para mais detalhes acessem o site dele, que é este aqui. O seu carro elétrico

Um carro elétrico é bem simples, separando em grandes blocos, teremos:

Motor Elétrico

1-Motor elétrico: propulsão do veículo. Devemos escolher bem esse item, pois além de ser um dos componentes mais caro é mais crucial no rendimento do automóvel;

Controlador

2-Controlador de potência: este será responsável quando o motorista acelerar, transmitir maior velocidade ao motor, em outras palavras, controlar o motor ou a aceleração do veículo, de modo bem, mas bem resumido é ele que fará o carro acelerar e também a ajudar o carro converter a energia mecânica em elétrica acionando o motor para funcionar para este fim. Para quem não conhece, o motor elétrico é um conversor de energia, quando aplicamos corrente elétrica ele transforma a energia elétrica em cinética (movimento) da mesma forma que ao movimentá-lo, ele transformará a energia cinética em energia elétrica, e assim poderemos carregar as baterias;

Conversor

3-Conversor DC-DC: para tornar o automóvel mais econômico, vamos retirar o conjunto alternador para carregar a bateria que server para a parte elétrica do carro tradicional, e com este conversor vamos converter a tensão do banco de baterias para a tensão de trabalho do conjunto elétrico do automóvel. Por exemplo, se tivermos um banco de baterias de 84V, teremos que ter um conversor DC-DC para 12v (84-12);

Bateria

4-Conjunto de Baterias: o combústivel elétrico do nosso veículo; O seu carro elétrico

Apesar da falta de incentivos, falta de estrutura, falta de interesse de fabricantes e preços elevados, tentar colocar a roda da mobilidade elétrica para girar “criando” um elétrico por conta requer, além de conhecimento técnico, enfrentar muita burocracia e gastos para regularizar o veículo, alterando o documento junto ao órgão de trânsito, informando de que se trata de um carro movido a baterias.
A Abravei (Associação Brasileira dos Proprietários de Veículos Elétricos Inovadores), inclusive, tenta apresentar um projeto para normatizar a conversão, com certificação de órgãos de segurança e aval das montadoras, a ser apresentado ao Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) e ao MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços). UOL Carros

O Denatran publicou a Portaria 279/10 em abril de 2010, a primeira a tratar sobre o tema, autorizando a homologação de automóveis, camionetas, caminhonetes e utilitários convertidos para tração elétrica”, afirma Elifas Gurgel que decidiu montar seu próprio veículo movido a baterias, usando como base um Gol G4 2009.


Aline Gonçalves, engenheira eletricista e dona de uma empresa de painéis fotovoltaicos em Vila Velha (ES), está adaptando um Fusca 1972 para rodar apenas com baterias. “Percebi que há pouquíssima oferta ou quase inexistente no Brasil e os carros disponíveis possuem preços muito acima da realidade da da população”, relata.

Poetize-se: Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico, Volkswagen transforma Fusca em elétrico, Fusca híbrido, , , Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro, iEV20

Carro elétrico, 900 km com uma carga

Os alunos da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, desenvolveram um carro elétrico capaz de percorrer uma distância de 900 km com apenas uma carga, uma distância considerada entre Londres e Edimburgo, consegue ter esse desempenho com a mesma quantidade de eletricidade necessária para ferver água em uma chaleira elétrica.O veículo recebeu o nome de Helia e pode alcançar a velocidade máxima de 120 km/h. Com quatro passageiros, é possível chegar a 80 km/h. O alto desempenho e a eficiência energética do veículo vêm de sua estrutura ultraleve de fibra de carbono e da sua aerodinâmica, além de pneus com baixa resistência ao rolamento. R7A equipe da Eco Racing da universidade é composta por 20 estudantes e liderada pelo diretor do programa, o Xiaofan Zhang. O projeto foi desenvolvido em parceria com diversas fabricantes de automóveis e levou cerca de dois anos para ser finalizado

Carro elétrico e a drogar da bateria

Comprar uma bateria nova para um carro elétrico pode trazer uma desagradável surpresa, o melhor é prevenir, promovendo a longevidade do equipamento de origem, dizem os especialistas, que também sugerem a compra de elétricos com a opção do aluguel das baterias (quando possível) ou o recurso à aquisição de semi-novas. MAFALDA GANHÃO

O Automóvel Clube de Portugal (ACP) lembra que uma bateria dura, “em média”, 8 a 10 anos. Em média, neste caso, não é força de expressão, já que essa longevidade depende muito da forma como o carro for utilizado, isto é, do tipo de condução e do tipo de carregamentos a que se sujeitarem as baterias. Prevenir é verbo que os proprietários dos elétricos devem aprender a conjugar.

Privilegiar as cargas lentas é o primeiro conselho a dar a um condutor de um veículo elétrico, uma vez que os carregamentos menos potentes preservam mais a integridade das células das baterias. Mas, atenção: ao optar por carregamentos lentos, geralmente os domésticos, o automóvel nunca deve ficar ligado à tomada menos do que uma hora.

Não carregar ou descarregar as baterias totalmente é outro cuidado recomendado no artigo do ACP. Fixe o intervalo de 20% a 80% como referência: não deixar descer dos 20%, nem manter a bateria acima dos 80%. Reduz a autonomia, mas a opção prolonga a vida útil da bateria, garantem os especialistas.

Outros cuidados passam por evitar carregar o veículo de imediato se acabou de o conduzir sujeitando-o a temperaturas elevadas e estacionar sempre que possível num local fresco, mas de preferência numa garagem se por fresco estivermos a falar do típico frio do inverno. Expresso

Uma bateria pode custar o preço de um carro novo, Marco António, jornalista da revista “Turbo”, lembra que é um facto que o valor das baterias de lítio tem tendência a baixar. “Há menos de oito anos o valor era de 800 euros por quilowatt/hora, ao passo que agora ronda os 200 euros”, devendo continuar a descer, afirma.
A justificação apresentada, segundo o responsável da Nissan, foi a de que o preço das baterias depende de fatores internos e externos que a marca não pode controlar, e que afetam o preço a pagar pelos componentes.

A condução autônoma, o compartilhamento, emissão zero, motivos pelo qual sua ascensão meteórica após mais de um século de esquecimento desse tipo de automóvel, podem provocar um novo problema ambiental. Ricardo de Oliveira

O que pode fazer a diferença para mais ou para menos em termos de performance e também de alcance é a densidade em kWh e isso não está relacionado com o motor elétrico a bordo, mas com o pacote de baterias que o carro transporta, o maior custo de um carro elétrico e assim continuará por muito tempo.

Cheia de tecnologia e química, o dispositivo que armazena energia nesse tipo de automóvel já está preocupando o setor antes mesmo da prometida invasão dos veículos plugados. E aí podemos incluir também os plug-in hybrid. A pergunta agora é: o que fazer com a bateria de um carro elétrico?

Conforme os fabricantes de veículos vão elevando os investimentos na produção de baterias, um futuro mercado de reciclagem lentamente começa a ganhar forma.

A busca implacável por lítio já promete elevar em quatro vezes o consumo da principal matéria-prima das baterias e em 2025, os carros serão responsável por 90% da produção mundial. Lembre, todos os dispositivos eletrônicos modernos possuem baterias de lítio, desde os bilhões de smartphones até as calculadoras de mão. Todo esse universo de aparelhos que usam pequenas baterias desse elemento químico ficarão só com 10% de um todo.

Além disso, os preços do cobalto já subiram 80%, pois também é matéria-prima essencial na produção de baterias. A Volkswagen, por exemplo, já se adiantou em reservar um lote enorme dele para sustentar sua mega produção de baterias para a próxima década. Ainda não se fala em fim das reservas de lítio e a mais recentemente descoberta fica em Minas Gerais. A Bolívia, no entanto, tem as maiores reservas do planeta e pode enriquecer com essa com commodity no cenário internacional, sendo agora chamado de “petróleo branco”.

O banco Goldman Sachs o chamado de “nova gasolina”. Argentina e Chile, com seus desertos de sal, também possuem reservas enormes do metal e o trio de nações representam 60% das reservas mundiais conhecidas. No caso do cobalto, entre 50% e 60% das reservas mundiais estão no Congo. Ou seja, todo o mundo está de olho nesses quatro países. Em 2015, de acordo com a consultoria Roskill, US$ 2 bilhões foram consumidos nestes minerais.

O que fazer com baterias dos carros elétricos é desafio no setor

Mas, se as reservas ainda parecem longe do fim, já que nem se sabe se existem mais de lítio, por exemplo, o descarte das baterias é um motivo secundário nessas corrida do ouro elétrico. Empresas como a OnTo Technology dos EUA, começam a se preparar para um mercado de reciclagem. A companhia prevê um setor robusto em 2025. Sua aposta é produzir materiais para produção de eletrodos para novas baterias a partir de unidades expiradas ao invés de decompor cada elemento individualmente.

A Tesla, por exemplo, diz que usará baterias para abastecer de energia sua Gigafactory e pretende reciclar as células exauridas. A BYD, por sua vez, utiliza baterias em fim de vida útil para veículos em grandes acumuladores de energia estacionários, que terão funcionamento por muito mais tempo que os automóveis. Hoje, o tempo de vida das células atuais varia de 8 a 10 anos. Então, podemos esperar pelo aumento na reciclagem para além de 2025. notícias automotivas

Fonte: Folha/BBC/Galileu

O carro flutuante

Em 1999, estes dois amigos italianos – Marco Amoretti e Marcolino De Candia, cruzaram o Atlântico a bordo de um carro flutuante.

A ideia veio do pai de Marco – Giorgio, que um ano antes de ser diagnosticado com câncer terminal, criou um “automóvel marítimo”. No entanto, ele estava muito doente para concluir a viagem, então seu filho partiu para realizar seu sonho.


Em 4 de maio de 1999, os quatro jovens partiram das Ilhas Canárias para alcançar o outro lado do Oceano Atlântico. Eles usaram um Volkswagen Passat destruído e um Ford Taunus cheio de poliuretano flutuante para completar a viagem.


Depois de 4 longos meses, os dois viajantes chegaram ao seu destino – o Caribe. No entanto, esta história representa muito mais do que o percurso das primeiras – e, talvez as últimas pessoas a atravessar o oceano Atlântico em um carro flutuante. Ela fala sobre superação, realização de sonhos, e sobretudo, ela fala sobre amor. “Agora estou orgulhoso porque mostrei ao mundo que o sonho de meu pai não era impossível”, completa o italiano. Gabriela Glettehypeness

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Volkswagen transforma Fusca em elétrico

O Grupo Volkswagen, junto com sua parceira eClassics, montou um Fusca 100% elétrico.

A carroceria que passou pela conversão é parecida com a dos modelos do Fusca dos anos 70 no Brasil (Divulgação/Volkswagen)

O Fusca tradicional perdeu o motor refrigerado a ar e o câmbio de quatro marchas. Porém, ficou mais parrudo com as novas estruturas no chassi para receber todo o conjunto de baterias do irmão mais novo, e-Up!, o e-Fusca vai contar com motor elétrico e câmbio da Kassel, e baterias da Brunswick.

(Divulgação/Volkswagen)

Com isso, o veículo atinge a potência máxima de 82 cv e vai de 0 a 80 km/h em pouco mais de oito segundo, mesmo com o aumento do peso devido ao reforço da carroceria. A velocidade máxima é de 150 km/h. É mais rápido que qualquer Fusca original. Renan Bandeira – Quatro Rodas

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Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico

Chegando praticamente sozinha em um mercado multibilionário controlado por meia dúzia de conglomerados internacionais, Aline brinca com sua situação: “me sinto uma sardinha no meio dos tubarões”. Gabriel Pietro

engenheira instalando motor elétrico fusca

No entanto, não teme a competição. Encara os desafios e quer popularizar essa nova realidade. “Quando eu me deparei com o valor de um veículo elétrico, eu percebi que a população brasileira não tinha condições de comprar. Eu não tenho condições de comprar, e eu queria muito um carro elétrico.”

A engenheira eletricista Aline Gonçalves Santos, 31 anos, moradora de Vila Velha (ES), desenvolveu um audacioso projeto tecnológico e conseguiu equipar seu Fusca de 1971 com um motor elétrico, estudou e elaborou por dois anos um estudo em que buscava identificar os componentes necessários para criar um motor elétrico para seu carro de meio século. A pesquisa é um passo adiante para adaptar os carros movidos a combustíveis fósseis no país.

A engenheira executou diversos testes em seu veículo antes de lançar a startup MeuVeb. Com a ajuda de uma equipe de eletricistas e mecânicos, e um investimento inicial de R$ 60 mil, Aline conseguiu equipar seu Fusca com o motor elétrico.
Dois anos de pesquisas e muito quebra-cabeças viraram dois dias: este é o prazo para Aline transformar qualquer carro movido a gasolina/etanol em um veículo elétrico. Dois dias! Por R$ 45 mil, preço do kit comercializado pela startup, isso é possível. Razões Para Acreditar

Eficiência: roda 50 quilômetros a uma velocidade de 50 km/h. Amigos do Fusca – Facebook
O kit é composto por motor elétrico, 15 células de bateria de lítio e um display que informa ao condutor algumas informações do sistema, como a temperatura da bateria. Apesar da adaptação universal, inicialmente os veículos antigos de chassi Volkswagen foram escolhidos para as modificações.AutoVídeos
“É um carro urbano, dentro da proposta de popularizar o veículo elétrico. Um estudo apontou que a velocidade média em Vitória é de 30km/h, portanto, o Fusca está excelente. As pessoas ficam mais tempo com o pé na embreagem do que no acelerador”, disse a Aline, que está recebendo propostas de parcerias de paraguaios e chineses para o aprimoramento do motor. Ademilson RamosEngenharia é

Foto: Jefferson Rocio/Mec Show 2018
“A nossa proposta é galgar para chegar a carros mais novos”, contou a engenheira, que participa nesta semana de mais uma etapa da InovAtiva Brasil, o principal programa de aceleração em larga escala para negócios inovadores do país, em São Paulo. Seu mentor é o Nelson Nishiwaki, referência em consultoria no mercado automobilístico brasileiro e auditor da Toyota. Índice Moqueca – Aline Diniz
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iEV20

A chinesa JAC Motors está preparada para uma mudança radical de atuação no Brasil. Conhecida pelos automóveis com bom custo-benefício, agora a marca vai oferecer um portfólio de cinco modelos 100% elétricos, incluindo o que deve ser o carro mais econômico do país. A mudança de estratégia promete ser a reestruturação da montadora localmente.


O iEV20 possui autonomia de 400 quilômetros e custo estimado de abastecimento de 23 reais (JAC Motors/Divulgação)
A montadora vai trazer, a partir de dezembro, três SUVs, uma picape e um caminhão pequeno, todos com motores 100% elétricos. O primeiro a chegar será o utilitário esportivo iEV20. O modelo é a grande promessa da marca no quesito economia de combustível.
O iEV20 possui 400 quilômetros de autonomia, ou seja, pode rodar toda essa quilometragem sem precisar de uma nova carga. Em uma cidade como São Paulo, por exemplo, o custo por quilômetro rodado é de cerca de 5 centavos de real. Para “encher o tanque”, a montadora informa que seriam necessários aproximadamente 23 reais em energia elétrica. Segundo a JAC, esse valor é sete vezes mais barato do que o carro mais econômico do mercado brasileiro.

A linha de elétricos da JAC possui um aplicativo para smartphone que permite a verificação da carga da bateria, da autonomia, situação de recarga durante o carregamento e conta com um sistema de rastreamento e telemetria com diagnóstico à distância – se autorizado pelo proprietário, o controle elétrico dos vidros, abertura das portas e acionamento do ar-condicionado de forma remota.

A soma de todas as revisões do modelo, dos 10 mil aos 60 mil quilômetros, é de 600 reais. Esse valor costuma corresponder a apenas uma das revisões obrigatórias da concorrência. Um dos fatores que contribuem para esse custo é a baixa complexidade do carro elétrico – chega a ter 10 vezes menos peças do que um modelo a combustão.
“Dos 90 milhões de barris de petróleo consumidos por dia no mundo, 25 milhões são destinados aos veículos leves e caminhões. No médio e longo prazo, o elétrico é efetivamente a melhor solução para combater as emissões de CO2”, diz Sérgio Habib, presidente da JAC no país.

Atualmente, nenhuma empresa está autorizada a vender energia elétrica, além das próprias distribuidoras. Neste sentido, um posto de gasolina não poderia abastecer, por exemplo, os carros elétricos. Nos grandes centros, onde os condomínios residenciais são muito comuns, também não é permitido usar energia das áreas comuns. Juliana EstigarribiaExame

A JAC quer mudar sua imagem no Brasil investindo forte na linha de elétricos. Uma das principais marcas na China nessa categoria, tanto que virou parceria da Volkswagen na criação da marca SOL, a JAC terá cinco carros totalmente elétricos distribuídos em categorias diferentes. Os preços vão de R$ 119.990 a R$ 259.900. icarros

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ID.3, quer ser o Fusca elétrico.

Em pré venda na Europa há alguns meses, com preço inicial abaixo dos 30.000 euros, o modelo é o primeiro de uma aguardada – e grande – família de carros elétricos da marca.

Não por acaso, também coube ao ID.3 a estreia da plataforma modular MEB, a equivalente elétrica da conhecida MQB. A Volkswagen o trata como seu carro elétrico para as massas. E é impossível não fazer um paralelo com o Fusca. Henrique Rodriguez, de Frankfurt (Alemanha)QuatroRodas

O menor conjunto, de 45 kWh, permite percorrer até 330 km por recarga, seguindo o ciclo WLTP. Já o maior, de 77 kWh, garante autonomia de até 550 km.
A propulsão elétrica fica por conta de um motor síncrono com ímã permanente que, assim como o inversor e a transmissão de uma marcha, estão integrados ao eixo traseiro.

A Volkswagen buscava entrar no mercado norte-americano de veículos a diesel.

As propagandas prometiam motores “diesel realmente limpos”. Depois descobriu-se que elas ludibriavam quem buscava durabilidade e eficiência nos Volkswagen, uma das poucas marcas com sedãs e peruas a diesel com preço acessível.

A fabricante alemã violou as leis de controle de poluentes ao instalar nos automóveis um software que mascarava os índices reais de emissão. QuatroRodas2

Com porte bastante próximo ao de um Golf, o ID.3 mede 4,26 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,55 m de altura e 2,76 m de entre-eixos. A marca diz que a ausência de túnel central e os balanços curtos fazem do elétrico uma referência em termos de espaço interno e habitabilidade. Batizado de Open Space, o conceito de espaço interno permite acomodar confortavelmente 5 pessoas e levar 385 litros de bagagem. Outros dados revelam peso inicial de 1.719 kg (pode variar de acordo com a versão), capacidade de carga de 416 kg a 541 kg, raio de giro de apenas 10,2 metros (ideal para manobras em espaços urbanos apertados) e coeficiente de arrasto (Cx) de 0,267. Dyogo Fagundesmotor1.com


A história do Transporter começou com um esboço de um tipo de veículo que não existia naquele tempo em nenhum lugar do mundo.
Dada intenções da Volkswagen para entrar na nova década com uma série de veículos elétricos, não será uma surpresa se o novo modelo acabar sendo alimentado por um sistema 100% elétrico. Baseado na plataforma MEB, poderia ter as baterias localizadas sob o assoalho, economizando espaço interno e baixando o centro de gravidade do veículo. De acordo com alguns rumores, o Buzz será capaz de viajar até 300 quilômetros com uma única recarga. Anthony Karrmotor1.com

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