Super Máquina: Knight Rider

Knight Industries Two Thousand. É este o nome completo do K.I.T.T., o Pontiac Trans Am 1982 que o agente Michael Knight, vivido por David Hasselhoff, usa para combater o crime em Knight Rider,  série que no Brasil foi exibida como “A Super Máquina”, referindo-se ao KITT. Agora, como alguns de vocês já sabem (especialmente quem cresceu nos anos 1980), o Trans Am era mais que um carro — equipado com um avançado sistema de inteligência artificial programado para salvar vidas, ele era o parceiro de Michael Knight e também a verdadeira estrela da série.

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Para começar, ele ajudou a tirar a Pontiac de uma crise. No início dos anos 80 a divisão da General Motors passava por uma crise de identidade — enquanto a Chevrolet vendia esportivos e carros de entrada a um preço mais baixo, com Buick e Oldsmobile atuando nos segmentos superiores, a Pontiac tentava fazer um pouco de tudo — e acabou perdendo o foco, com as vendas caindo ano a ano. Os dias de glória do Pontiac GTO (que é considerado o primeiro muscle car moderno) e do Firebird já eram um passado distante.

Por sorte, uma nova série sobre um ex-policial que assumia uma nova identidade e agia acima da lei para combater criminosos, e seu parceiro era um programa de inteligência artificial instalado em seu carro — que também era uma máquina futurista e cheia de recursos que o ajudavam a sair de situações arriscaras e lutar pela justiça. Glen Larson, produtor da série, só não sabia que carro usar — quer dizer, até ver fotos do novo Trans Am. Assim que bateu os olhos nas linhas do carro, ele sabia que havia encontrado o veículo perfeito para o papel.

Em Knight Rider, o Trans Am é o personagem KITT, ou Knight Industries Two Thousand. Na série, o KITT nasceu como um supercomputador de última geração — uma máquina dotada de personalidade, que foi instalado em um carro com inteligência artificial. Seu objetivo? Ser usado em benefício de sua organização de combate ao crime que agia paralelamente à polícia, a Foundation for Law And Government (FLAG).

O carro foi entregue a Michael Long, policial que é dado como morto em uma operação à paisana. Ele é recrutado pela FLAG, recebendo uma nova identidade e um novo rosto, passando a se chamar Michael Knight. Seu título é o de Cavaleiro da Fênix (Knight of the Phoenix), nome escolhido pelos produtores por sua associação ao popular adesivo com um pássaro dourado que decorava boa parte dos Trans Am desde os anos 1970.

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A  série iniciou em setembro de 1982 e encerrou em maio de 1986, totalizando 4 temporadas e 90 episódios produzidos.

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Fiat: Italy’s First Car

Leonardo da Vinci ideated the predecessor of modern automobiles. He was the first to think in concrete terms of a modern-era automobile. Then in 1769, Nicolas-Joseph Cugno invented the steam dray. The invention of this steam machine was the beginning of the history of motorization. Three decades later in 1807, François Isaac de Rivaz presented the first prototype of an internal combustion engine. life in italy

Most think immediately of Ferrari when they think of Italian cars —and rightfully so— Ferrari is considered the king of luxury sports cars. If you have ever driven one you understand why it deserved such a title! VIRTUALLITTLEITALY.COM

Italian cars, however, had much humbler beginnings, Fiat played an important role in the development of the Italian auto industry. Fiat was the first to manufacture cars in Italy, they recorded very close to the beginning of the automobile industry in 1899.

The name Fiat is an acronym F.I.A.T. stands for Fabbrica Italiana Automobili Torino, which means: Italian Automobile Factory of Turin, in 1900 the factory opened in Turin with 150 workers, and so did the first model, it was the 3 ½ CV — which can be seen in some private collections and car museums.

But it wasn’t until the 1850s that the development of the modern car reached a turning point. Thanks to Nicolò Barsanti

In 1859, he succeeded in patenting their engines in England, France, Belgium, Prussia and Piedmont. Although Italy was not yet unified. So it could not guarantee the protection of an international patent. The construction began in 1860 at the mechanical workshops of Pietro Benini in Florence.

Nascido a 24 de agosto de 1881 na pequena vila de Fobello, nos arredores de Turim, era o filho mais novo de um “oriundi” que tinha feito fortuna na Argentina, para regressar a Itália e fazer uma fábrica de sopas. Com jeito para os números, de inicio pensou ser contabilista, mas depois apaixonou-se pela engenharia, especialmente pela novidade que era o motor de automóvel.

Em 1898, aos 17 anos, tornou-se contabilista de um importador de bicicletas, Giovanni Battista Ceirano, onde nas horas livres, aprendia o oficio da engenharia, bem como o design e construção de máquinas. Com o tempo, aprendeu o suficiente para fazer reparações mecânicas quer em bicicletas, quer no novo brinquedo da alta sociedade. No ano seguinte, Ceirano e a sua empresa virou a Fiat e Lancia tornou-se num dos seus empregados, nomeadamente, inspector dos veículos que iam para a estrada.

Italian Cars History: Aquila Italiana 1912

FIAT (Fabbrica Italiana Automobili Torino) was born on July 11th, 1899. Its first model was the Fiat 3 ½ HP in 1899. The manufacturer produced just eight units. But at the end of 19th Century

As suas qualidades impressionaram os patrões e aos 19 anos, era o principal piloto de testes da marca, e no ano seguinte, seria piloto da marca nas competições em que participava. Em 1900, na segunda corrida em que participou, o Torino-Sassi-Superga, terminou como vencedor, dando a primeira vitória de sempre à marca de Turim.

A few years later Fiat achieved the first of many victories in car racing. Thanks to Vincenzo Lancia, winning the Torino Sassi-Superga in 1902.

In 1902 with a 24-horsepower Fiat, Vincenzo Lancia won the Sassi-Superga uphill race. Fiat continued to make a name for itself in the racing world and in 1908 it opened a factory in the USA, at that time Fiat was considered a luxury car only for the rich. LA BELLA VITA

Um piloto forte e determinado, que se tornou um construtor por mérito próprio e uma pessoa influente na história dos automóveis em Itália, um dos primeiros nomes automobilísticos que a Itália teve. A sua carreira não foi longa como corredor, mas teve a força suficiente para se tornar um construtor e fazer da sua marca uma das mais duradouras em Itália e ter nome no automobilismo até aos dias de hoje. Continental Circus

In 1905 the “Aquila Italiana” (Italian Eagle) opened in Turin. The engineer Giulio Cesare Cappa mounted a new prototype of engine on an automobile.The prototype marked the evolution of future four wheel models. In fact, it was the first to adopt important engineering solutions, such as the use of ball bearings for surfaces subject to friction. Plus the piston alloy and the use of the pedal clutch to initiate the ignition.

Lancia mostrou-se como um piloto veloz, normalmente o mais veloz de todos os seus concorrentes, mas as suas máquinas normalmente não conseguiam acompanhar o seu ritmo e destruíam-se pelo caminho, por isso que não alcançou a vitória em três provas importantes: a Taça Gordon Bennett de 1905, a Targa Flório de 1906 e o primeiro Grande Prémio de França, no mesmo ano. Contudo, já tinha feito nome em Itália, quando venceu a Coppa Flório de 1904.

Em 1906, aos 25 anos, funda a marca com o seu próprio nome, apesar de continuar a guiar pela Fiat por mais dois anos, até começar a construir os seus próprios automóveis, como o Alfa 12HP, vendendo mais de cem exemplares, alguns deles servindo para corrida. Em poucos anos, outros modelos sucederam-se, e Lancia dedicou-se mais aos negócios do que à competição.

Lancia was opened in Turin in 1906 by the famous Fiat driver Vincenzo Lancia, who, together with Claudio Fogolin, founded the company called Lancia & C. The company logo design was entrusted to Count Carlo Biscaretti di Ruffia, a big fan of the motorsports (who later founded the homonymous car museum). The first model produced was the Lancia 12HP in 1908. Vincenzo’s brother Giovanni suggested using Greek letters to name the different models, and the Lancia Alfa was born, selling 108 models. Able to reach speeds up to 90 kmh (56mph), the Alpha had a 28hp 2544cc engine with a shaft drive instead of the more popular chain, and without a doubt was a really attractive car.

And on April 5, 1908, won first place in the straight section race at Padova-Bovolenta, and two years later earned “best performance in class”. Also in 1908 during its first year of racing activity, Lancia obtained two important victories in the U.S., thanks to William Hilliard. The first was placing third overall at the Meadowbrook Sweepstakes in Long Island on October the 10th; the second was on November the 25th , when Lancia won The International Light Car Race of the Automobile Club of America.

Alfa Romeo was founded on June 24, 1910 under the name A.L.F.A. (Anonima Lombarda Fabbrica Automobili). Like Lancia, the name again recalls the Greek alphabet, but this time Alfa wished to express the beginning of a new type of automobile, cars especially built to be sports cars.

In 1914, after the murder of Archduke Francesco Ferdinando in Sarajevo, Austria declared war on Serbia. Indeed, it was the beginning of World War I. And yes, it affected the development in the history of Italian cars.

Most European car companies had to convert their production to something more lucrative. Of course, it was warfare. At the end of WWI, the industry re-converted to civil vehicles. While Italians were trying to return to everyday life, a new struggle was born. In 1919, Benito Mussolini founded the “Fasci Italiani di Combattimento”. Later in 1922, Mussolini’s party marched on Rome. Hence Fascism was born.

Se Lancia em público era um homem perfecionista com os seus carros, em privado, era um “bonvivant”. Amante da boa comida e da ópera (especialmente Richard Wagner). Apesar de tudo, a sua dedicação à empresa é tal que se casa tarde, aos 41 anos, com a sua secretária, Adele Miglietti, tendo três filhos, entre eles Gianni Lancia. Ao longo dos anos, para além da sua marca, torna-se apoiante do automobilismo no seu país. Torna-se num dos apoiantes da construção do Autódromo de Monza, em 1922, e é um dos fundadores da casa de design Pininfarina, em 1930.

Italian Car history: Fiat 509 Coupe 1925

Senator Giovanni Agnelli wasn’t one to think small. He created the Lingotto, aka the factory. In 1925, it produced a new model the Fiat 509. In one year, it sold over 90000 units. The poet Gabriele D’annunzio compared the 509 to a woman. The poet said they both had grace, slenderness, and the vitality of a femme fatale. In 1932, Fiat launched the “Fiat 508 Balilla”, replacing the 509.

So, in 1928, Lancia birthed the “Dilambda”. Dilambda’s engine was an 8-cylinder V 24° with a maximum power output of about 100hp. About 1700 Dilambdas units sold. But, tellingly, the exit of the car coincides with the collapse of Wall Street and the ensuing financial crisis, and that the Dilambda’s selling price was prohibitive in 1931, costing 58,000 Lire, while later, an Artena would cost 24.500 Lire.

The Pininfarina company was born in Turin on May 22, 1930 thanks to Battista Farina. In the first years of production until the outbreak of World War II, the company became known for its craftsmanship of a small number of special bodyworks designed for Alfa Romeo, the Hispano-Suiza, the Lancia, and the FIAT. Of course, today the Pininfarina brand is international.

Furthermore, in 1931, the Artena and Astura replaced the Lambda and the Dilambda. The Astura became the official government transport for high dignitaries of Mussolini’s regime. Mussolini himself loved the Astura and had a custom 1939 Lancia Astura designed by Pininfarina in which he paraded several times through fascist Italy streets.

Italian Cars: Lancia Lambda 1926

On the Italian side, in 1936, Fiat sold the new Fiat 500. A true icon in the history of Italian cars.

Vincenzo Lancia morre a 15 de fevereiro de 1937, aos 55 anos, vitima de ataque cardíaco. Foi enterrado no mausoléu da família, em Fobello.

Enzo Ferrari drove for Alfa Romeo. But the real birth of Ferrari is on September 1, 1939, when Enzo Ferrari founded the “Auto Avio Costruzioni”. The “Auto Avio Costruzioni” later became the “Scuderia Ferrari” -in 1947.

Palavras Perdidas: Fiat 147 a álcool, 40 anos., Porsche, Fusca: a volta dos que não foram., Koenigsegg and Pinchcliffe Grand Prix, Fusca de Lego, DeLorean elétrico, Lamborghini Countach LPI800-4

Carteira de motorista grátis?

O sonho de tirar a carteira nacional de habilitação, às vezes, fica pelo caminho por conta do preço, que pode chegar a R$ 4 mil, dependendo da categoria. Alguns estados brasileiros, no entanto, estão com inscrições abertas para a chamada CNH Social, que permitirá a emissão gratuita do documento. Paulo Amaral/Jones Oliveira – Canaltech. 18 de Outubro de 2021 

A iniciativa faz parte de uma ação do Governo Federal em conjunto com a Associação Nacional de Detrans (AND) e conta, atualmente, com 9 estados ativos no programa, incluindo o Distrito Federal. Além da capital do país, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte já emitem a carteira de motorista gratuitamente.

São Paulo, por sua vez, ainda não aderiu ao programa que dá gratuidade para a emissão da CNH. Por enquanto, o governo do estado só oferece a 2ª via do documento sem custos, mas desde que a moradia do solicitante tenha sido atingida por “acidentes ou eventos da natureza”.

A situação pode mudar no futuro, já que tramita na Assembleia Legislativa (Alesp) o Projeto de Lei 318/19, de autoria do deputado Paulo Corrêa Jr. (DEM). O texto pede a gratuidade na emissão da primeira CNH para pessoas cuja renda familiar mensal não ultrapasse o valor de dois salários-mínimos.

Mesmo nos 9 estados em que a carteira nacional de habilitação é oferecida gratuitamente (só em sua 1ª emissão), há requisitos que precisam ser cumpridos para garantir o benefício ao futuro condutor. Apenas quem se enquadrar em uma das situações abaixo poderá procurar o Detran do estado participante do programa do Governo para buscar o benefício. Todos, seja qual for a condição em que se encaixem, precisam estar inscritos no CadÚnico.

  • Ter renda familiar de até dois salários mínimos;
  • Estar desempregado há mais de um ano;
  • Estar inscrito em algum programa social, como o bolsa família;
  • Pessoas com necessidades especiais;
  • Estudante de rede pública com bom desempenho escolar.

É importante ressaltar que, mesmo se o solicitante se encaixar em uma das exigências acima, ainda é necessário verificar junto ao Detran do estado em que reside quais os outros passos a seguir. Apenas depois de concluir todo o processo é que ele saberá se é, de fato, elegível para o benefício e se terá a CNH Social emitida pelo órgão. Auto Esporte – Band

Palavras Perdidas: Geração Uber, 5 acessórios que brasileiro adora, mas não deveria instalar no carro, eTruck, Poupatempo Digital, FUI A EXPOSIÇÃO DE CARROS CLÁSSICOS!

The Hypercar No-one Believed Existed – Devel 16

The Hypercar No-one Believed Existed | Devel 16

It’s finally here! The long-awaited hypercar that you didn’t think existed, the Devel Sixteen. This first production car has a custom made v8, with room for the full V16 in the next production car. Alex takes you through the progress made since we last saw this car four years ago… The interior, the coolest features and a drive on the Dubai Autodrome track. Keep an eye on the channel as well be the first ones to cover the first V16 produced!

For more on the Devel Sixteen check out their channels below: https://www.instagram.com/devel_sixteen https://www.develmotors.com https://youtu.be/hfwY5EskBPg

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The Pink Sedan (Simpson’s Family Sedan)

“Everything lasts forever.” – Homer Simpson S06E12

Sem título

O Sedan da família é o carro rosa do Homer que vemos em praticamente todo episódio, ele se parece muito com um Plymouth Valiant 1973. É um carro antigo, que faz companhia, na garagem, à perua de Marge Simpson, e tem como características marcantes um amassado no pára-lamas e uma antena de rádio feita com um cabide de roupa.  O número da placa, é 1PHL07 (nas temporadas mais antigas e no filme) e NABF14 (nas temporadas mais recentes). Foi fabricado na Croácia com carcaças de tanques soviéticos. sociedade do quadrinho

Homer’s car from the classic Simpsons was a 1973 Plymouth Valiant. At one point or another every family member has had a joy ride – even little Maggie Simpson. According to the Simpson wikia page, the car features a driver’s side airbag, a column shifter, a bent up radio aerial, and a Trackstar 8-Track radio. Of course not to be missed, this baby features the minor damage on the left front fender. The Simpson model of the car was made in Croatia out of old Soviet Tanks. However further research suggests, the Valiant was only built as far east as Western Europe.

The Plymouth Valiant was built between 1960 and 1976. The car was considered to be both durable and reliable, sustaining Chrysler during that era of the Cold War. This would seem to hold up for the Simpson family as well. Cities: Skylines Mods25 OCT, 2017

1966 Plymouth Barracuda Original Playmate Pink, 273 V8 Automatic 999 Paint Code

1966 Original Playmate Pink Barracuda. Originally 273 V8 with Torqueflite Automatic Transmission.   Premium model with floor console shifter. Sold new by Melrose Motors in California. Car From UK

The one time this car remains in perfect condition is during the credits; apt for the show as many a time this car is totally destroyed and back to near iconic perfect condition.

“Bake ‘em away, toys!” – Clancy Wiggum S05E02

In the episode, Pork and Burns, it’s revealed that the car is a 1986 Plymouth Junkerolla (via Jalopnik).Previously, fans believed that the car was a 1973 Plymouth Valiant. Derrick RossignolNerdist

1972 Plymouth Barracuda

We see the resemblance, but as the car-savvy folks at Jalopnik point out, the car being a 1986 Plymouth model makes sense as it does look a lot like a Plymouth Reliant (which by the way, is the same car driven by Principal Ed Rooney in the classic movie,  Ferris Bueller’s Day Off). 

You all know the K-car story, so suffice it to say it played a prominent role in saving Chrysler’s bacon in the early ’80s, before finally going out of production in 1989. But I will always remember the facelifted 1985-89 Reliant as the wheels of Principal Ed Rooney. Curbside Classics

The Junkerolla also was designed to be a way for Chrysler to get rid of warehouses of old legacy parts, which is why the Junkerolla has chrome bumpers from a Valiant (rear bumpers are used both front and rear, without the bumper guards), and the taillights are leftover and quality-control rejects from the 1971 Valiant models. Jason TorchinskyJalopnik. 1/12/17

Mechanically, the Junkerolla is using the same 2.2-liter four-cylinder engine that Chrysler has used in almost everything, but not the newer turbo’d or fuel-injected ones. The Junkerolla was again used as a way of selling surplus unwanted parts, in this case the carbureted intake manifolds for the 2.2 engine, so we can safely say that the 1986 Plymouth Junkerolla produced 84 horsepower, at least when new.

While I don’t think the Croatian guess is accurate, I do think it has an unusual birthplace, at least for a Plymouth: China.

Max Knoblauch – MashableJanuary 12, 2017

See, in 1987, the Chinese carmaker First Auto Works (FAW) built some modified Dodge 600 cars and called them the Hongqi CA750F. My theory is that the Junkerolla models were built the year before, in 1986, as a sort of practice run for the factory and its workers to get up to speed. That would also explain the unusual styling features and the use of surplus parts.

Plymouth fue un económica marca lanzada por Chrysler en 1928. Nunca tuvo un modelo conocido como “Junkerolla”, por lo que se asume que es un juego de palabras con “junk”, que en inglés significa basura. PABLOJAIRORTEGAColumna Sin Nombre. ENERO 14, 2017

Y cómo no, si en la sexta temporada –cuando Homero Simpson sufre un grave accidente en el automóvil– lo lleva a un mecánico y le pide que sea reparado con piezas originales, a lo éste le responde que imposible porque había sido hecho en Croacia con restos de tanques soviéticos.

A pesar de eso, la marca y el año del auto permiten deducir que los creadores se inspiraron en un Plymouth Reliant, que fue producido entre 1981 y 1989, y que cuenta con características similares al de Homero.

Si ese fuera el caso, el Junkerolla contaría con un motor de 2.2 litros y cuatro cilindros, pero sin sistemas de inyección ni turbo.

Cabe destacar que el Plymouth Junkerolla nunca existió; la serie Plymouth de la compañía Chrysler se fabricó entre 1928 hasta 2001, año en el que se descontinuo. Pixl.

Podemos decir que la palabra «Junkerolla» debe ser un juego de palabras entre «Junk«, palabra inglesa que significa basura, y sufijo «rolla» inspirado en «Corolla» el automóvil japonés. Para finalizar, también es posible que este auto se inspiró en varios modelos y sea un monstruo de Frankenstein que tiene partes de distintos automóviles económicos de la época.

Palavras Perdidas: Springfield’Spring, Star Trek, Koenigsegg and Pinchcliffe Grand Prix, MOTORHOME, Simpsons Turn Down For What, Bumblebee era um Fusca???, Encontre seu carro de cinema favorito

INCRÍVEL COLEÇÃO VW DE HERMANN WALTER e SEU DESMANCHE

Localizada no vilarejo de Kaunitz (4.230 habitantes em 2019), pertencente à comarca de Verl, na Alemanha, distribuída em cinco galpões encontra-se a coleção e a oficina/loja de peças que pertencia a Hermann Walter, ou o que ainda sobrou de uma coleção realmente única. Alexander GromowAutoentusiastas23/05/2022

A meta desta coleção era colecionar ao menos um VW Käfer de cada ano de produção, mas aí foram se somando outros veículos Volkswagen arrefecidos a ar, também vieram os arrefecidos a água. Nem todos couberam em salas de exposição organizadas, o caos se estabeleceu nos demais ambientes, onde carros e peças de carros desmanchados disputavam cada centímetro disponível.

Em uma parede Hermann fez um display de peças muito raras, e, portanto, caras hoje em dia, como várias gerações de volantes e calotas de VW Käfer. Outras peças valiosas decoravam demais paredes.

Foto recente de Hermann Walter, falecido no dia 7 de setembro de 2021. Detalhe para a sua indefectível fivela VW de bronze polido que sempre brilhava como ouro. Jessica Bochinski

O mais importante, porém, é que esta coleção foi o trabalho da vida de um entusiasta de VW que durante mais de 50 anos recebeu VW Käfers e seus derivados como presente, ou os procurou, comprou e salvou, falecido no dia 7 de setembro de 2021. AcimaFoto recente de Hermann Walter , falecido no dia 7 de setembro de 2021.

Tudo começou de forma bastante inofensiva: a sua primeira esposa trouxe um VW Käfer, ano 1956, com teto solar, para o casamento. E este, bem, simplesmente andou, andou e andou. Percorreu mais de 300.000 quilómetros como automóvel de uso diário circulando entre a cidade de moradia e a cidade do trabalho, e posteriormente comprou tudo o que os proprietários de VW Käfer já não queriam mais.

Esta coleção teve exemplares muito antigos como um VW Käfer 1948 que tem uma história incrível, o VW Käfer Tipo 11, que tinha apenas algumas semanas na época, foi roubado do reitor da catedral de Paderborn por soldados da ocupação britânica e foi emparedado em um grande prédio com muitos outros veículos igualmente roubados para depois ser levado para a Inglaterra e acabou sendo esquecido lá. Quando o tal prédio foi demolido, décadas depois, a maioria dos tesouros que estavam guardados lá foi destruída pela escavadeira de demolição. Quando Hermann Walter apareceu no local, a grande pá da escavadeira estava batendo na traseira do “carro do reitor da catedral de Paderborn” e estava amassando-o gravemente. Apenas o mergulho corajoso de Hermann no veículo conseguiu salvá-lo para que fosse integrado à coleção.

O VW Käfer preto é carro que foi roubado e depois emparedado pelos ingleses da força de ocupação. Jonathan Schule

Em vários locais de sua coleção o Hermann montava dioramas em escala 1:1 com os carros, manequins vestidos a caráter e inúmeros objetos de época. Desta maneira ele representou para os visitantes aspectos de como eram as coisas nos diferentes anos retratados pelos dioramas.

Hermann tinha raridades incríveis como este KdF Tipo 82E, com chassi de Kübelwagen. Detalhe para a cuidadosa decoração que incluía fotos e explicações sobre a história do VW Käfer. Jonathan Schule

Ainda falando de VW Käfer veteranos, a coleção tinha um carro muito especial: um dos primeiros VW Käfer de depois do término da II Guerra Mundial, um de 1945, com motor de 24,5 cv em seu estado como foi encontrado e não restaurado. O detalhe neste carro é o teto composto por três partes. Na época a chapa no tamanho para poder estampar o teto estava em falta e o Major Ivan Hirst, que comandava a fábrica sob o comando das forças de ocupação britânicas, mandou soldar três chapas até atingir o tamanho necessário para ver se esta chapa soldada iria aguentar o processo de prensagem. E “deu certo” e este carro é um exemplo deste procedimento, e realmente a sua raridade consiste também neste fato, daí que ele não foi restaurado como muitos outros o foram.

O Fusca 1945 com o teto composto por três chapas soldadas em estado como foi encontrado, como a estante de vidro com raros folhetos originais da época do KdF e ao fundo um Fórmula V vermelho, também colecionava motos, bicicletas e aparelhos diversos de época, era seu lado de acumulador. Jonathan Schule

Estes eram carros de uso antes de chegarem à coleção e os modelos mais antigos eles só tinham as setas direcionais (“bananinhas”) que eram aceitas na época, mas depois a exigência foi de se ter os pisca-piscas nos cantos do carro, para não alterar a estética dos carros, nos dois carros da foto foram instaladas lâmpadas de cor laranja no interior dos faróis em sua parte de baixo — pronto, problema resolvido na parte da frente destes carros. Uma combinação de relês permitia usar os pisca-piscas, ou as bananinhas, conforme a ocasião. A foto abaixo ainda revela mais coisas, como as placas de metal na parede de concessionárias Volkswagen antigas; Á direita na foto, em verde ferramentas de concessionários, como a de trabalhar com pneus, colocada perto da parede. Ele tinha uma quantidade grande destas ferramentas. À esquerda na foto, atrás da manequim um reboque para VW Käfer na cor verde.

Lado a lado um VW Käfer 53 e outro 51, ambos com teto solar, que já era uma versão especial: “Cabrio Limousine”. Jonathan Schule

Além dos carros que foram colocados nas áreas de exposição para o público havia muitos ainda aguardando uma restauração que ficavam em outros galpões dividindo o espaço com peças novas ou resgatadas de carros desmanchados.

Em uma parede Hermann fez um display de peças muito raras, e caras hoje em dia, como várias gerações de volantes e calotas de VW Käfer.

Além dos carros que foram colocados nas áreas de exposição para o público havia muitos ainda aguardando uma restauração que ficavam em outros galpões dividindo o espaço com peças novas ou resgatadas de carros desmanchados.

Um dos “galpões de miscelânea” no qual se destaca a VW Kombi “Barndoor” ao fundo, que está em boas condições para ser restaurada

Outra raridade, das muitas, um VW Käfer 1951 tornado conversível para uso da polícia com “quatro portas”. Naquela época a moda de carro de polícia era conversível, e havia versões com portinholas de lona e esta é com portinholas de aço, conversão feita pela Firma Papler & Sohn GmbH, de Colônia e possivelmente foi usado pela polícia de Hamburgo como carro de patrulhamento. Adaptações semelhantes eram feitas pela Karmann e Hebmüller.

C carro de patrulhamento para a polícia da Papler com quatro portas pensadas para agilizar a entrada e saída dos policiais. Jonathan Schule

O prédio principal da coleção tem dois andares, e ao entrar no térreo está uma das raridades da coleção, pois, conforme Hermann afirmava, o VW Käfer 1302, turquesa metálico, que pertenceu ao grupo musical ABBA estava na coleção e uma grande quantidade de carros alinhados lado a lado.

VW Käfer 1302 que pertenceu ao ABBA. Andreas Kernke

No andar de cima estão muitas outras raridades, entre elas um Herbie original do filme “The Love Bug” (Se meu Fusca Falasse), um dos aproximadamente 30 VW Käfer que foram usados no filme e que foi adquirido em um leilão. Era um dos orgulhos do Hermann:

Um Herbie original não podia faltar nesta coleção e este era do primeiro filme da série o “Se meu Fusca Falasse”. Jonathan Schule

Outra raridade, em especial pelo excelente estado de conservação deste exemplar, é um VW Käfer 1303 S GSR¹ com sua característica pintura amarela com faixas pretas.

Dois dos 3.000 Vochos “Última Edición”, que marcaram o fim definitivo da produção mundial do Fusca em Puebla no México em 2003, pois bem, Hermann tinha as duas cores do “Última Edición” em seu acervo.

Em primeiro plano, os dois Vochos “Última Edición” da coleção de Hermann Walter. Jonathan Schule

Com o tempo a coleção crescer ainda mais, modelos com motores arrefecidos a ar, como a Kombi T1 ambulância que pertenceu à fábrica de dinamite Dynamit Nobel que ainda possui, como ocorre com vários outros exemplares da coleção, todo o seu equipamento completo.

Uma linda ambulância VW Kombi em ótimas condições de conservação 
Em seu interior o equipamento original desta ambulância com a maca e as acomodações para o pessoal de socorro

Vários Karmann Ghia fizeram parte do acervo, desde os primeiros modelos até os Tipo 34 como este exemplar m estado de novo com câmbio automático epicíclico.

Em primeiro plano belos exemplares de VW Tipo 4 no acervo da coleção. Jonathan Schule

Carros Volkswagen arrefecidos a água também foram se juntando aos arrefecidos a ar aumentando o acervo mais ainda.

Uma parte dos arrefecidos a água do acervo. Jonathan Schule

Mais um exemplo de diorama 1:1 mostrando uma cena de praia com um scooter Gogo-Roller, um trailer da marca Eriba-Puck e alguns manequins a caráter que levavam os visitantes a uma viagem no tempo.

Há muitos detalhes como o rádio de pilhas da época sobre a cadeira de praia, sem falar da parafernália no lado direito da foto com muitas bicicletas. Jonathan Schule

Em um galpão específico localizado a alguns passos da casa de Hermann ficava a “loja de peças” dele, com milhares de itens: alguns novos, e a maioria usados retirados dos carros que ele desmanchava, com dor no coração, exatamente para resgatar as peças (ele desmanchava entre 3 a 4 carros por mês).

Se fosse para descrever os itens desta coleção certamente seriam necessários vários volumes com as respectivas listagens com as correspondentes descrições. Alexander Gromow buscou nesta matéria dar uma ideia da grandeza, da diversidade e da importância desta que foi a obra da vida de Hermann Walter.

Muitos grupos e pessoas independentes visitaram esta coleção pelos anos de sua existência e certamente elas manterão tudo isto em suas lembranças, mas para manter tudo isto como estava só tendo um outro Hermann Walter para gerir esta “desordem organizada”.

Nesta foto um dos carros restaurados por Bojidar, com placa búlgara. À esquerda um amigo búlgaro de Bojidar e à, direita Hermann.

A sugestão para a matéria veio de uma mensagem do amigo Bojidar Shebov, da Bulgária, ambos grandes colecionadores, mantinham contato estreito. Bojidar reforma VW Käfers tanto para seu acervo particular como para venda. Hermann vendia carros, peças e serviços, volta e meia Hermann vendia carros que o Bojidar e sua equipe tinham restaurado, como o exemplar acima.

Hermann. Bojidar

Palavras perdidas: Antártica 1, Bumblebee era um Fusca???, Rolê De Natal Volks Club Mooca, Abandoned Rare 1955 Vw Beetle Found Buried in Junkyard sitting 51 years Rescued – 4 Full Restoration, Restoration VW Monster Beetle Classic – Off Road Bug

Ghost Writer ou Escritor Fantasma!!!

Seja para escrever livros, artigos, colunas ou até mesmo textos para marketing de conteúdo, há muitas opções disponíveis no mercado para quem quer ser um ghost writer.

Ghost writer é o profissional que não recebe créditos de autoria pelo texto que escreveu. Isso faz parte de um contrato ou acordo de cessão de direitos autorais. O ghost writer escreve livros, textos, apostilas e outros materiais, vende a uma pessoa (física ou jurídica) os direitos autorais sobre essa obra e recebe por isso. Luiza Drubscky – Comunidade Rock Content

Ghostwriter é definido como um “escritor fantasma”, um escritor profissional que é contratado para escrever obras pelas quais não receberá crédito oficial, permanecendo anônimo, prática comum desde tempos imemoriais, onde secretários e escribas escreviam discursos e cartas aos governantes, ou os discípulos de um mestre completavam seu trabalho sob a sua direção e, por vezes, a título póstumo. Até hoje, é costume os presidentes lerem discursos públicos que outra pessoa os tenha escrito, ou que “escritores fantasmas” respondam a cartas de cidadãos em nome do presidente, ou que sejam contratados para escrever suas “autobiografias”. UM CANCERIANO SEM LAR.

O “escritor fantasma” nas revistas médicas gera problemas éticos e legais. A preocupação se deve ao fato de que é frequente que as empresas farmacêuticas e as indústrias de produtos de tecnologia médica possam distorcer as evidencias produzidas por ensaios clínicos e não sejam imparciais. SciELO

Posteriormente, não há nenhuma violação ou irregularidade se o texto for divulgado como sendo de autoria de outra pessoa. Aliás, é justamente isso que se pretende fazer por meio da contratação de um escritor-fantasma. Então, se não há autoria e direitos sobre a obra, por que essa é uma ocupação que tem crescido tanto no mercado de trabalho?

Ser um ghost writer é uma forma de praticar suas habilidades de redação diariamente. Quanto maior o fluxo de trabalho, mais regularidade você terá para praticar sua escrita em frente ao computador.

Com o tempo, isso não apenas melhora sua capacidade de argumentação, organização de ideias e exposição de informações importantes, como também reduz a incidência de erros gramaticais e expande seu vocabulário. Ou seja, ainda que você queira escrever textos autorais no futuro, terá muita experiência com a qual contar para aprimorar suas habilidades.

Muitas vezes, o regime de contratação de ghost writers ocorre por meio de trabalhos freelancer. Isso significa que você é contratado por obra, livro ou texto que escreve. Assim, você ganha exatamente pelo trabalho que faz. Se quiser escrever mais textos e pegar mais trabalhos, vai receber mais por isso. Se precisar dar um tempo nas atividades e tirar férias, terá que se programar com um período sem essa renda.

Porém, em sua grande maioria, os contratos celebrados para serviços de escrita ghostwriting são pagos antecipadamente ou por pacotes fechados. Se um escritor convencional precisa aguardar os royalities e variáveis de sua produção, uma vez que o cliente esteja satisfeito com seu texto, o pagamento é realizado de acordo com o combinado.

Se você sabe o quanto vai receber e em que intervalo de tempo, pode planejar retiradas mensais que se assemelham aos salários convencionais do regime CLT.

Também é possível determinar valores mensais para a construção de um décimo terceiro, poupança emergencial e para investimentos com muito mais precisão.

Não há uma área específica em que o trabalho de um escritor-fantasma é mais requisitado. Existe a necessidade de escrever sobre os mais variados assuntos, desde livros sobre nutrição, fitness e saúde, até textos sobre finanças pessoais, administração e recursos humanos.

Se você é uma pessoa criativa, curiosa e interessada em aprender sobre temas distintos de sua área de formação, terá a oportunidade de escrever em várias temáticas. O que realmente importa é a qualidade de sua redação, correção ortográfica e gramatical, além de um trabalho preciso de pesquisa e verificação de informações.

Ghost writers não serão de forma alguma vinculados à autoria dos textos que escrevem. Por mais que isso possa ser um problema para alguns redatores, isso também representa uma boa oportunidade pessoal para se distanciar emocionalmente de seus textos e escrever com mais liberdade. Ao saber que sua autoria não será identificada, você pode se arriscar a escrever sobre temas até então inexplorados, sem medo da reação do público, amigos e familiares.

Na verdade, você inclusive poderá testar suas habilidades escrevendo sobre temas que sempre te interessaram, mas que você nunca teve a coragem de pesquisar e escrever. Nesse contexto, um engenheiro poderá escrever sobre psicologia e comportamento, assim como um advogado poderá explorar seus conhecimentos sobre arte e entretenimento.

O autor de um blog, colunista ou outro profissional de produção de texto intelectual, na maioria das vezes, precisa comercializar seu conteúdo.

Isso significa vender para um veículo de informação, compartilhar nas redes sociais, interagir com os leitores para gerar engajamento por e-mail marketing, fóruns especializados e comentários no post, são muitas responsabilidades, após a atividade produtiva, que demandam tempo e estratégia comercial.

Um ghostwriter não precisa se preocupar com a gestão comercial e relacionamento com leitores, e pode concentrar na produção de conteúdo. Isso é especialmente prazeroso para quem prefere criar a fazer marketing.

Uma paciente de câncer de mama de endstate de meia idade deitava-se na cama e conta sua história de vida para uma escritora fantasma escrever sua biografia e seu livro de memória depois de ela morrer.

Em geral, o ghost writer não é contratado diretamente pela pessoa ou empresa que assumirá a autoria dos textos. Esse tipo de distanciamento também é benéfico ao redator, que poderá escrever com mais liberdade e autonomia, tendo recebido suas instruções de escrita de forma objetiva e sintética.

Lidar com clientes é um problema para muitas pessoas, principalmente, aquelas mais introvertidas ou que têm pouca paciência para lidar com o público. Geralmente, o escritor-fantasma não tem que se preocupar com isso.

Cada vez mais, empresas, colunistas e outros interessados estão migrando sua atuação para plataformas online (sites, apps, blogs, redes sociais, etc.). Isso faz com que a importância do marketing de conteúdo, por exemplo, seja ainda maior.

Blogs institucionais são uma boa forma de atrair clientes, enriquecer os produtos e serviços oferecidos, além de fidelizar consumidores. Por essa razão, há uma demanda crescente por redatores nessa área. Além disso, os desenvolvimentos tecnológicos que facilitaram o acesso a e-books e outras obras digitais também expandiram as possibilidades de atuação como escritor.

Para se tornar profissional, não é preciso ter uma formação específica em letras, jornalismo ou áreas similares. Embora isso ajude bastante, não é um fator que elimine um candidato que goste de escrever e tenha bons conhecimentos gerais.

Escrever sobre pães sem glúten, pão-de-queijo sem glúten, água e até glúten sem glúten vai bombar! O conteúdo deve ser relevante para quem vai comprar, uma vez que ele atrairá o consumidor até dentro da padaria.

Quando ele chegar lá, o padeiro — ou o cheirinho do pão — se encarregará de fechar a venda.

Memes are funny not just because they are ridiculous, but because they point out something ridiculous about life. The fact is that most of us know very little about what other people do for a living. DAVID LEONHARDT – The Happy Guy Marketing

We have neighbours, and we have no clue what they do.

We meet people on the job, doing their job, and we still have no clue what they do.

We have brothers and sisters and aunts and, yes, spouses…and we have no clue what they do.

And many of us would be hard pressed to explain what we, ourselves, do. Yes, it sounds ridiculous. But it’s also true, and it’s reflected in the last two panels of most of these memes:

  • What I think I do.
  • What I really do.

É preciso escolher aquela que se adapta melhor ao seu estilo ou que lhe dará mais oportunidades de ganho e aprendizagem.

Textos escritos com estratégias de otimização do conteúdo. Ou seja, além de informarem o leitor, também contribuem para que os mecanismos de buscas priorizem o texto nos resultados.

Nesse caso, os conhecimentos de marketing de conteúdo se fazem necessários. Nos blog posts, a persona, o tipo de linguagem, o SEO e suas outras diversas estratégias farão companhia aos demais conhecimentos do escritor fantasma.

São conteúdos maiores, que exigem entrevistas e pesquisas mais intensas e estão atreladas a profissionais e pessoas que têm uma história para contar, mas não sabem como fazê-la interessante por meio das palavras.

Existem autobiografias, biografias de presidentes, de famosos, empresários, atletas, modelos, artistas e mais uma infinidade de temas que podem ser explorados pelo ghostwriter.

Além de contribuir para a concepção do conteúdo, nessa modalidade você também estará transmitindo seus conhecimentos. Ele pode ter, por exemplo, o domínio do conteúdo, mas não saiba como desenvolvê-lo.

É parecido com a relação do escritor fantasma na produção de uma biografia e com o foco mais direcionado para a área jornalística ou comercial de uma empresa.

Bom, você já viu que existem diversas oportunidades e iniciar na carreira não é propriamente difícil. Então, o que ainda é preciso considerar?

A rotina de um ghost writer não é livre de desvantagens. Inclusive, é preciso lidar com diversos problemas no dia a dia, que podem ser mais ou menos graves, a depender da personalidade e das características de cada redator.

Já que o texto não é seu, você precisa encontrar exatamente a voz de seus clientes. Muitas vezes, a linguagem deve ser jovem e informal, enquanto em outras precisa ser elaborada e técnica. Ou seja, cada texto apresenta necessidades próprias. Você precisa conseguir adaptar sua linguagem a elas!

Você está confortável com a ideia de ceder completamente seus direitos sobre um texto? Algumas pessoas não se sentem bem com essa ideia, preferindo escrever apenas para sites e editoras que garantam seus créditos de autoria.

Para suprir essa necessidade, você pode criar um blog para fazer suas publicações pessoais, com os temas que curte, e de quebra, ainda pode transformá-lo em seu currículo online e atrair clientes.

Ghost writers, normalmente, são contratados em regime de prestação autônoma de serviços (freelancer). Isso pode significar uma relativa incerteza profissional, já que há épocas com mais oferta de trabalho e outras com menos.

Para superar essa incerteza, é preciso muito planejamento e disciplina financeira, além de um bom histórico de compromisso e relacionamento com seus clientes para garantir maior regularidade de serviços no futuro.

Se você quiser se aventurar como uma profissional autônoma e abrir mão do conforto e abundância de tarefas das plataformas de redação, terá que negociar e colocar preço em sua produção. Ela poderá ser realizada de acordo com o tamanho do texto, volume de caracteres ou palavras, por exemplo.

É preciso preparar psicologicamente e financeiramente, pois, será freqüente ouvir contrapropostas indecentes, que desvalorizam seu trabalho e dedicação.

Existe Guarani em São Paulo
Conhecimento e cultura dos povos ancestrais.

Em alguns casos, será preciso aceitar ofertas de trabalho com valores abaixo de mercado e ainda ter que cobrar do cliente caso ele atrase seus pagamentos.

Outra situação que você como escritor-fantasma independente terá que lidar é com a concorrência. Fora de uma plataforma, será necessário disputar clientes com agências de conteúdo grandes e outros profissionais mais experientes ou dispostos a receberem bem menos que o projeto efetivamente vale.

Do you know what you really do? I mean, do you know what you do well enough to create a meme like this for yourself? The challenge is on!

Contact me: edsjesusii@gmail.com.br

Palavras perdidas: A INVASÃO DO BRASILPEIXE-BOI MARINHOA vida como ela é, Marvel, ThunderComics, Guia dos Quadrinhos, Flash na Biblioteca, Jornada ninja,Via Láctea pelo navegador, Criacionismo., Blue Dragon (Dragão azul), Neil Armstrong, Signo Geek, Cifras

Abandoned Rare 1955 Vw Beetle Found Buried in Junkyard sitting 51 years Rescued – 4 Full Restoration

Abandoned Rare 1955 Vw Beetle Found Buried in Junkyard sitting 51 years Rescued – 4 Full Restoration. 5150mxVW

Rare forgotten 1955 Volkswagen Beetle saved from the scraper . This oval window Beetle has been parked 51 years . We dig it from it’s grave , it needs a full restoration.

Rareze-se: Geração Uber, A NASA CHEGOU NO BRASIL! FUSCA GIGANTE COM MECÂNICA V8 NA DIANTEIRA, Fusca Senna, Ora Ballet Cat, um Fusca elétrico?!?, Old Porsche 356b cabrio in ICE Restoration

A NASA CHEGOU NO BRASIL! FUSCA GIGANTE COM MECÂNICA V8 NA DIANTEIRA

A NASA CHEGOU NO BRASIL! FUSCA GIGANTE COM MECÂNICA V8 NA DIANTEIRA – MOSTRE PARA SEUS AMIGOS 70087008films

Aquela brincadeira, “chama a NASA” foi concluída com sucesso.

Olha o que achamos, um projeto fora dos padrões, sim você não bebeu demais, você está vendo um fusca “grande” onde fui usado mais fuscas para serem “remendados” criando essa forma, e o motorzão? Sim é um v8 na dianteira.

A garagem por completa é recheada de histórias, é por esse motivo que a 7008 está aqui, se não for para sair pelo Brasil garimpando projetos diferenciados eu nem saio de casa!

Low Drifiting

O movimento Lowrider é caracterizado por carros extremamente rebaixados, encostados no chão. Além da suspensão, o carro não sofre muitas modificações, a não ser pela pintura dos veículos, que é bastante chamativa. Esse movimento surgiu nos Estados Unidos, na década de 60, com imigrantes mexicanos residentes em estados que fazem fronteira com o México. Eles compravam carros nos ferros velhos (por serem mais baratos) e os reformavam, porém queriam algo a mais, uma forma de deixar os carros únicos. Hinor

Para continuar andando com os carros rebaixados e evitar transtornos com os policiais, os Lowriders criaram um mecanismo na suspensão para levantar o carro. Alguns tem modificações maiores, o que permite que o carro de um pinote, dance ou balance.

Drift ou Drifiting é uma técnica de direção de carros que consiste em deslizar nas curvas escapando de traseira, girando o volante para que as rodas dianteiras estejam sempre em direção oposta a curva, assim controlando o nível de derrapagem e fazendo o carro literalmente andar de lado. Bono Pneus

A princípio, essa modalidade nasceu no Japão em meados de 1970 no “All Japan Touring Car Championship Races”, quando o lendário piloto Kunimitsu Takahashi ficou famoso batendo seu “apex” (ponto onde o carro está mais perto da curva) em alta velocidade e derrapando o carro, saindo da curva mais rápido que o normal. Com esse feito, ele começou a ganhar uma legião de fãs que deu início ao drift japonês.

Lowze-se: electric Motorcycle, Brasil lança bateria à base de nióbio com tecnologia que recarrega carros elétricos em até 6 minutos, CUPINS DE FERRO

TOP 12 Unique Flying Machines

TOP 12 Unique Flying MachinesTop Box

Enjoy a selection of the best personal flying machines of 2021 with beautiful music.

From homemade hoverboards and eVTOLs to jetsuits and jetwings: 12+ real flying vehicles that actually fly.

00:00 Intro

00:28 12. Omni Hoverboards

01:15 11. CopterPack

02:18 10. Hoverbike Scorpion S3

03:19 9. LIFT Aicraft HEXA

04:46 8. Kitty Hawk Heaviside

06:02 7. Zapata Flyboard Air

07:27 Zapata EzFly

07:38 6. Opener BlackFly

08:54 5. Alauda Airspeeder MK3

09:52 DCL Big Drone

10:32 4. Jetpack JB-10

12:06 3. Lazareth LMV 496

13:25 2. Gravity Jet Suit

15:21 1. Jetman (Jetwing)

SLEEPER BUG: 517 HP Subaru-Powered 1973 VW Super Beetle

SLEEPER BUG: 517 HP Subaru-Powered 1973 VW Super BeetleNicole Johnson’s Detour EP1.

Would you ever guess this cute little VW bug produces 517 horsepower at the wheels and screams like a Formula 1 race car?

Nicole Johnson goes for a wild ride in the ultimate Sleeper Bug, a Subaru WRX-powered 1973 Volkswagen Super Beetle that you’d swear was bone stock. But that’s the whole point…

Designed, built and owned by OG13 King of the Hammers winner @John Reynolds

Bugze-se: Blue Bug, Tumbler VW bug concept, Van movida a energia solar ou com banheiro?!?, Fiat 147 a álcool, 40 anos., Ora Ballet Cat, um Fusca elétrico?!?

The Batmobile Documentary Livestream

Batman | The Batmobile Documentary Livestream | Warner Bros. Entertainment

For #DCTuesdays, discover the history of the iconic #Batmobile from the early comics to the animated series and everything in between.

Notable Batman movie directors including Chris Nolan, Joel Schumacher and Tim Burton, as well as actors Christian Bale from “The Dark Knight” and Adam West from the 1960s Batman series discuss the evolution of the Dark Knight’s eponymous automobile.

Batmolize-se: Carrinho de controle remoto, simples e rápido, Batmóvel – Infográfico, Batman – O Livro dos mortos, Rick and Morty: 5ª temporada, A mente do coringa, The Art of the Brick: DC Super Heroes, Kay Pike and Lianne Moseley