Uma Viagem Extraordinária

Conhecido por O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001), mas também responsável pelo duvidoso Alien – A Ressurreição (1997), Jean-Pierre Jeunet é dono de uma vasta imaginação. Sua marca como cineasta é misturar lúdico e inusitado e em Uma Viagem Extraordinária (L’Extravagant voyage du jeune et prodigieux T.S. Spivet, 2013) esse estilo está em todos os cantos da tela. Omelete

A psiquiatra suíça Elizabeth Kubler-Ross, em 1969, escreveu seu livro mais famoso, intitulado “On Death and Dying”. A obra ficou marcada pelo discurso dos cinco estágios que a pessoa pode sofrer no processo do luto: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Estágios que não precisam estar necessariamente nesta ordem e também podem acontecer em qualquer outro momento doloroso na vida de alguém. Focando mais em alguns e deixando outros sem muito aprofundamento, o novo filme de Jean-Pierre Jeunet lida com este tema delicado até certo ponto com maestria, porém o diretor se perde quando escolhe não se aprofundar no assunto. Guilherme AugustoCinema com Rapadura

De uma forma geral, o longa tem um tom ingênuo que pode parecer desconexo com a contemporaneidade. Porém, talvez resida nele a efetiva capacidade crítica social do filme baseado no livro O Mundo Explicado por T.S. Spivet, de Reif Larsen, que centra foco no núcleo familiar e nas indústrias científicas e midiáticas. Papo de Cinema

Spiveze-se: George Orwell, 1984 e Revolução dos Bichos, Eu Me Importo, Unesco disponibiliza mais de 80 filmes indígenas gratuitamente, Repo man, Cabeza borradora – Eraserhead, Free Energy, Micro hidrelétrica e redemoinhos, Quem matou o carro elétrico?, Empoderamento dos recursos, Planta autosuficiente, Miniusina de energia, Funcional Obsoleto

E…que Deus nos ajude!!

Assista aqui: FILMES GOSPEL CASSELI

O longa-metragem oferece uma bem humorada visão das igrejas protestantes dos EUA numa comédia de humor negro. TOM ROCHADestrutor

O roteiro é de Doug Max Stone e George Ratliff, e o último também se encarregou da direção. O filme se baseia num livro homônimo, Salvation Boulevard (2018), de autoria de Larry Beinhart.

E...que Deus nos ajude!!!

Set in the world of mega-churches in which a former Deadhead-turned-born again-Christian finds himself on the run from fundamentalist members of his mega-church who will do anything to protect their larger-than-life pastor. IMDb

Deuze-se: Oh My Gog!, CAMAZOTZ, O BATMAN DO MUNDO MAIA, A espera de Deus na linha verde!!!, Adeus Lênin, A igreja de todos os Deuses, Deus existe, Contos Indianos, O Estado Laico, Juan dos MortosReign Over Me, Eu, Christiane F., 13 anos, drogada, prostituída, In Time, Na Natureza Selvagem (spoiler)

Eu Me Importo

A exibição de Eu Me Importo para aqueles que leram “comédia” na descrição do filme pode ser confusa. Dificilmente você vai soltar alguma risadinha durante a projeção. De fato, na maioria do tempo, o longa causa muito mais ojeriza. Então, ele não é exatamente uma comédia. 

Sabemos que a comédia enquanto gênero não exige tanto de si mesma e que se difere da comédia enquanto senso comum. Blakeson – que também assinou o roteiro do filme – resolveu levar esse descompromisso com a comédia sensorial até o limite, apresentando ao público uma história que se apoia na mais abjeta personificação da vilania: aquela que se aproveita de velhinhos indefesos.

Importeze-se; Aposentadoria da Água, O filtro de barro, Ecovila para idosos, Convivir, Preconceito, é preciso admitir!?!, CLE – Consolidação das Leis do Escravo, INSs com desconto, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, Manuel Edmilson da Cruz, 11 filmes para quem é apaixonado por Psicologia

Dia Internacional da Maconha – Weed`s Day

Hoje, dia 20 de abril, grafado como 4/20 em inglês, é comemorado internacionalmente o Weed`s Day. Traduzindo, é o Dia Internacional da Maconha. Ou Pot Day, como é conhecido em outros países. A data sempre foi marcada pela realização de mobilizações, marchas e manifestações, cujas lutas se centram na descriminalização e na regulamentação da maconha a nível global. Sociedade Brasileira de Estudos da Cannabis (SBEC)

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Originária da região do norte do Afeganistão, a planta Cannabis Sativa, a maconha, é utilizada há aproximadamente 6.000 anos. O primeiro escritor a mencionar o uso do cânhamo em cordas e tecidos é Heródoto, um historiador grego que é considerado o pai da história. A fibra do cânhamo, presente no caule da maconha, foi muito utilizada nas cordas e velas dos navios gregos e romanos, e era usada também para fabricar tecidos, papel, palitos e óleo. ENTRETENIMENTOS

Há registros do uso medicinal de maconha desde a era de Assurbanípal, o último grande rei da Assíria, que morreu em 626 a.C., de acordo com relato histórico no livro Cannabinoids as therapeutic agents (Canabinoides como agentes terapêuticos), publicado em 1986 pelo bioquímico israelense Raphael Mechoulam. Também há registros no Egito antigo, na Grécia e na Roma antigas. O naturalista Plínio, o Velho (23-79 d.C.), da Roma Antiga, descreveu em detalhe o uso médico.

Da Idade Média ao século XIX os registros continuaram na Europa, na Índia e na Pérsia (atual Irã), na medicina tradicional chinesa. Com o uso generalizado, tanto do ponto de vista geográfico como em tipos de tratamentos, o surpreendente é que a partir do século XX tenha se tornado uma substância tão proibida nos países de cultura ocidental. Aconteceu por motivos principalmente políticos, com liderança norte-americana.

flor coracao vermelho São Paulo pode criar hoje o “Dia Municipal da Maconha Terapêutica”

Mas como surgiu o código 4:20? O que, dentro da cultura canábica, é um número usado para se referir ao ritual do uso da maconha, tem a origem em um mito da Califórnia. Por coincidência, um dos primeiros estados americanos a autorizar o uso medicinal (1996) e recreativo (2016) da maconha.

Segundo o jornalista Steven Hager, de uma das mais conhecidas revistas especializadas em cannabis, a High Times, o termo surgiu em 1971 na Califórnia com um grupo de adolescentes da San Rafael High School, uma espécie de confraria chamada “Os Waldos”. Eles se encontravam sempre às 4:20 pm (16:20) para fumar maconha perto de um muro, na parte externa da escola.

Em certa ocasião, os jovens, que já curtiam a erva, receberam um mapa de um trabalhador da guarda costeira que levaria a uma plantação de maconha em Point Reyes, próximo à São Francisco. Outra referência era que 4:20 era um código usado para se referir ao momento que eles deveriam se encontrar para sair em busca do tesouro nunca encontrado.

Uma outra crença comum é que 420 era a polícia da Califórnia ou o código penal para a maconha. Mas não há muitas evidências sobre essa teoria. Cannabis & Saúde

20 de abril ou 4/20: O Dia Mundial da Erva

Há também a versão de que existem 420 compostos químicos ativos na maconha, daí uma conexão óbvia entre a droga e o número. Mas esse número é, na verdade, superior a 500 – sendo mais de 100 canabinoides.

Segundo Steve Bloom, editor High Times, uma das primeiras publicações sobre a maconha nos Estados Unidos. o termo virou uma um código semiprivado, que os usuários de maconha vão encontrar por todos os lados. O número aparece até no filme Pulp Fiction, de Quentin Tarantino, no relógio de um dos personagens. BBC

Bom, seja como for, 4:20 se tornou universal símbolo da cultura canábica em todo o mundo. Em países onde o consumo adulto da Cannabis já está legalizado, festas e festivais são amplamente promovidos para celebrar o Dia da Maconha.

A promessa de contribuir para todos esses tratamentos tem gerado interesse na esfera acadêmica sobre a farmacopeia produzida pela planta Cannabis sativa. Uma busca na base de dados Pubmed revela um número quintuplicado de artigos científicos entre 2000 e 2019 sobre essa classe de substância. Na mídia, as menções também se tornaram mais e mais frequentes em anos recentes, assumindo ares de novidade apesar do histórico de uso que remonta a cerca de 2 mil anos. É por isso que a empresária Viviane Sedola, fundadora da empresa Dr. Cannabis e eleita pela High Times – revista norte-americana que defende a legalização da erva – como uma das 50 mulheres que se destacaram nessa área no mundo, qualifica a planta e seus derivados como uma novidade milenar. Em alguns países, como parte dos Estados Unidos, Uruguai e Canadá, a medida adotada foi liberar o uso medicinal da maconha – por vezes a própria erva a ser fumada –, uma decisão controversa. Nos Estados Unidos também está disponível uma profusão de preparados vendidos como suplementos alimentares, cremes para a pele, biscoitos que prometem acalmar bichos de estimação estressados ou com dor, entre outros. Maria GuimarãesRevista Pesquisa FAPESP

4:20-se: CANNABIS LIVRE DA ONU, A OMS removeu a maconha da categoria de drogas?, História da Maconha, Contrapropaganda sobre a Cannabis, Milton Friedman, Fibra de “maconha” na produção têxtil, Como enriquecer e educar licitamente falando!?!, Tabaco e álcool sim, Maconha não. Por que?!?, Luto, maconha mata!!!, Canadá Legalize

Bitcoins de graça

O Bitcoin é uma criptomoeda que tem ganhado cada vez mais espaço no mercado financeiro. Entre um dos principais motivos para a sua forte adesão, está o alto nível de segurança, proporcionado pelo sistema de Blockchain, que assegura as transações online e controla a criação de novas unidades de moedas. Além disso, o Bitcoin, que dispensa a intermediação de instituições financeiras, pode ser usado para compras em todos os lugares do mundo. Kris Gaiato – tecmundo

A forma mais comum de adquirir esse “dinheiro virtual” é através da conversão de um valor em real (ou dólar, por exemplo) para essas criptomoedas — o que pode ser feito através de plataformas, como o Mercado Bitcoin ou por casas de câmbio. Alguns usuários ainda utilizam a técnica de mineração por meio de softwares como o Bitcoin Miner. Contudo, há ainda uma terceira forma de aquisição, em alguns sites e aplicativos que distribuem essa criptomoeda gratuitamente.

É importante esclarecer que uma unidade de Bitcoin equivale a uma grande quantidade de dinheiro em real — aproximadamente R$ 335.095 na conversão do dia. No entanto, ela pode ser fracionada e essas frações são chamadas de “Satoshis”: justamente o que é distribuído de forma grátis na web. Para fins de comparação, um Bitcoin gera até cem milhões de Satoshis.

Conheça formas de ganhar Bitcoins de graça:

Freebtico.in: Uma espécie de loteria virtual que oferece um mínimo de 340 bônus Bitcoins por hora e que pode chegar a 47 milhões de unidades distribuídas gratuitamente. No site há ainda a possibilidade de multiplicar as moedas adquiridas em um jogo de cassino ou comprando bilhetes sorteados.

777Bitco.in: Semelhante ao anterior, esse site pode distribuir até 11 milhões de Satoshis.

Boxbit: Aqui, o usuário pode escolher duas entre 10 caixas, que possuem prêmios entre 18 a 18.818 Satoshis.

Paidbooks: Nesta opção, o usuário recebe 150 Satoshis a cada dez minutos para ler livros.

Bitvisitor: A cada cinco minutos, são oferecidos 240 bônus Bitcoins se o usuário visitar três sites.

Ads4Btc: Paga até 500 Satoshis a cada 20 segundos de link aberto para visitar sites e visualizar anúncios.

PlayBitco.in: Trata-se de um jogo que entrega bônus Bitcoins para quem participar de uma votação que elegerá o animal mais popular entre os usuários. Apenas para votar, você recebe 200 bônus Bitcoins e se o seu animal for o escolhido, são transferidos mais 150 Satoshis. Cada votação tem uma duração de 10 minutos e é preciso participar até o final.

Coinad: Esse site paga até 600 Satoshis por publicidade visualizada.

Btcclicks: Funcionando da mesma forma, aqui o usuário recebe até 144 Satoshis para ver anúncios de até 30 segundos.

SaruTobi: Outro game que dá prêmios em dinheiro virtual oferecendo até 1 mil Satoshis. Com um estilo que lembra Mario Bros, o app está disponível apenas para iOS.

Getyourbitco.in: A cada 5 minutos, o usuário recebe 250 Satoshis para responder corretamente captchas.

Btc-tree: Esse site funciona da mesma forma, mas paga entre 100 e 500 bônus Bitcoins.

Bitcoinzebra: Aqui, o usuário também precisa responder captchas, podendo faturar até três mil Satoshis por hora.

Free Bitcoin: Mais um jogo, dessa vez para Android, que possui uma pegada de cassino e oferece até 1 mil bônus Bitcoins por tentativa.

Bitcoinker: Paga 58 criptomoedas a cada 15 minutos apenas para o usuário permanecer no site.

Visitbit: Oferece até 200 Satoshis por visitas em sites que podem durar entre 5 e 30 segundos.

Blockchain Game: Trata-se de jogo para Android que explora a agilidade e reflexo do usuário, que pode faturar até 30 mil bônus Bitcoins por dia.

Bitcoinze-se: Bitcoin, O que o Google sabe sobre você?, Pitaia e o blockchain, Segurança da informação, Poupatempo Digital, O dinheiro e suas ordas, Extra, mais roubado!!! Black Friday, Paper Planes, Super Trunfo

Ivo Holanda de Barros

As pegadinhas do Programa Silvio Santos se tornaram um símbolo da TV brasileira, principalmente as que envolveram Ivo Holanda. Contudo, as brincadeiras não ficaram restritas apenas ao humorista e teve outras pessoas que fizeram parte do quadro. Só que algumas vezes a situação passou do controle e precisou a produção intervir. Na telinha

Rasteira, tapa e Ivo Holanda quebrado: As pegadinha de Silvio Santos que deram errado
Ivo Holanda virou o rei das pegadinhas no Programa Silvio Santos

Veja algumas pegadinhas clicando aqui.

O artista, que começou na TV como calouro de Raul Gil e virou ator de pegadinhas no programa Alegria 81, apresentado por Gugu Liberato, é sucesso na TV (já bateu a Globo) e no YouTube, onde recentemente criou seu próprio canal.

 Ivo Holanda faz 85 anos e comenta suas cinco Câmeras Escondidas mais vistas

Veja outras pegadinhas clicando aqui.

Desde menino na pequena Pompeia, no oeste de São Paulo, Holanda cultivava fascínio pelo mundo do espetáculo, e se mudou para a capital como imitador de Vicente Celestino, seu ídolo pessoal. Para complementar o orçamento, foi engraxate, tapeceiro, marceneiro, pesquisador do Ibope, e sua profissão mais duradoura, contínuo por mais de três décadas em variados bancos. Ivo iniciou-se como ator no teatro amador em apresentações da Paixão de Cristo na periferia paulistana. Depois, desempenhou pequenos papéis em filmes de pornochanchada nos anos 1970 e atuou em circos. Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ele começou a carreira de artista como demônio. Depois foi o traidor Judas e Gestas – o ladrão que não se arrependeu dos pecados, crucificado ao lado de Jesus- em representações da Paixão de Cristo na periferia de São Paulo, nos anos 1970. ELISANGELA ROXO – Folha

Ivo Holanda, hoje com 85 anos, nasceu em 22 de junho de 1935, é ator e humorista brasileiro, conhecido como “rei das pegadinhas“.

Ivo Holanda publicou um vídeo anunciando seu canal no YouTube. No cenário, uma foto gigante ao lado do patrão e uma espécie de boneco inflável com o rosto do humorista e a frase “O saco de pancada”, homenagem aos quase 40 anos apanhando nas Câmeras Escondidas do SBT. Paulo Pacheco

 Aos 84 anos, Ivo Holanda quer ser youtuber para suportar quarentena: "Sou de beijo e abraço"

Instagram: ivoholandasbt

Ivoze-se: Comedia dell’arte, FICA TRANQUILO!?!, 15 Mind Opening LSD Quotes, El Chavo del Ocho, Começou o carnaval!, Burger King faz piada de Dia das Bruxas, O país da piada pronta!, FICA TRANQUILO!?!, O Poder Que A Bunda Tem

1º DE ABRIL – DIA DA MENTIRA

Dia da Mentira é uma tradicional data comemorativa celebrada em alguns países ocidentais, como o Brasil. Nesse dia é comum realizar brincadeiras com outras pessoas por meio da utilização de mentiras. Em países de língua inglesa, como os Estados Unidos e a Inglaterra, é comum também “pregar peças” em outras pessoas. escolaKids

Os historiadores não têm certeza sobre onde oficialmente surgiu o Dia da Mentira e, portanto, o que existe são apenas teorias. Há alguns levantamentos que mostram que brincadeiras parecidas com as realizadas no Dia da Mentira eram realizadas por povos da Antiguidade. Muitos historiadores apontam evidências que mostram menções ao Dia da Mentira na Idade Média. Um dessas menções é de um poeta chamado Eduard de Dene, também do século XVI, que escreveu um poema que sugere práticas parecidas com as do Dia da Mentira.

Nelson, personagem dos Simpsons, com o famoso bordão Ha-Ha (Foto: Reprodução/Fox)

A teoria mais aceita diz que o Dia da Mentira ou “April Fools’ Day” (Dia dos Bobos de Abril), como é conhecido nos países de língua inglesa, surgiu de uma mudança no calendário utilizado na França do século XVI. Esse século ficou marcado por inúmeros debates a respeito de mudanças no calendário, pois o que era utilizado na época, o juliano, estava bastante defasado.

Na França da segunda metade do século XVI, o Ano-Novo era comemorado tradicionalmente em 25 de março, pois o início da primavera era enxergado como o momento da renovação de um ciclo. A comemoração de Ano-Novo acontecia até o dia 1º de abril, mas, em 1563, o rei francês Carlos IX propôs a mudança do Ano-Novo francês para 1º de janeiro.

Essa mudança proposta pelo rei francês foi aprovada no Parlamento, ficando conhecida como Édito de Roussillon. Com esse édito, oficializou-se a mudança do Ano-Novo na França para o dia 1º de janeiro. Acontece que muitos se recusaram a seguir a nova data e continuaram realizando sua celebração de Ano-Novo no período citado (25 de março a 1º de abril).

Essas pessoas começaram a ser alvos de zombaria na sociedade francesa e passaram a ser chamadas de Poisson d’Avril, expressão em francês que significa “tolos de abril”. A partir daí, acredita-se que a prática de realizar brincadeiras e zombarias com as pessoas em 1º de abril fortaleceu-se e, posteriormente, espalhou-se pelo mundo.

Prankze-se: Jeunesse, Verdade Ou Mentira?, Um Monte de mentiras, Agro será mesmo?, Onde estão os humanos?!?, Let’s go exploring!, O VALIOSO TEMPO DOS MADUROS., GENTE HONESTA E ESFORÇADA, OS DESVIANTES E OS COM SÍNDROME DE MANADA, Cartilha feita em parceria com o E-farsas ensina como reconhecer uma notícia falsa!

Quando me amei de verdade

‘Quando me amei de verdade’, Charles Chaplin

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar correto e no momento preciso. E então, consegui relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Autoestima.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha angústia e o meu sofrimento emocional não são mais que sinais de que estou agindo contra as minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é… Autenticidade.

Quando me amei de verdade, deixei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a perceber que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje sei que isso se chama… Maturidade.

Quando me amei de verdade, compreendi por que é ofensivo forçar uma situação ou uma pessoa só para alcançar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa (talvez eu mesmo) não está preparada. Hoje sei que isso se chama… Respeito.

Quando me amei de verdade, me libertei de tudo que não é saudável: pessoas e situações, tudo e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama… Amor por si mesmo.

Charles Chaplin

Quando me amei de verdade, deixei de me preocupar por não ter tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os megaprojetos do futuro. Hoje faço o que acho correto, o que eu gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos. Assim descobri a… Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. E isso se chama… Plenitude.

Quando me amei de verdade, compreendi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, é uma aliada valiosa. E isso é… Saber viver! A mente é maravilhosa

Ameze-se: Charles M. Schulz desenhando Charlie Brown, Preconceitos, padrões, estigmas e outras anomalias, Tornar-se adulto…, Miguelitos façam alguma coisa!, 11 músicas que falam de saudade, O filho eterno, Os índios nos gibis.

INGLÊS COM MÚSICA

Com a parceria entre a Univesp TV, o Centro Paula Souza e a Secretaria de Educação do Estado de SP, o Inglês com Música tem por objetivo incentivar o aprendizado da língua inglesa de uma forma descontraída, por meio de letras de músicas e jogos entre equipes formadas por estudantes. TV Cultura

Inglês com Música é uma reedição do programa de mesmo nome exibido pela TV Cultura entre 1969 e 1981.

Eu, Christiane F., 13 anos, drogada, prostituída

O serviço de streaming Amazon Prime revisita a história mundialmente famosa de Christiane F. por meio de uma minissérie com oito episódios, disponibilizada na sexta-feira (19/02).

Film | Wir Kinder vom Bahnhof Zoo

No final dos anos 1970 e início dos anos 1980, o drama de uma adolescente identificada como Christiane F. ganhou as manchetes na Alemanha, deixando o país em estado de choque. O livro autobiográfico de 1978 Wir Kinder vom Bahnhof Zoo (traduzido no Brasil para Eu, Christiane F., 13 anos, drogada, prostituída) foi considerado escandaloso, mas chamou a atenção sobre como a sociedade alemã estava falhando com suas crianças. DW

Cover des Buches Wir Kinder vom Bahnhof Zoo von Christian F. - Hochformat

Embora o livro tenha sido realmente escrito por dois jornalistas da revista alemã Stern, com base em dias de entrevistas com a protagonista Christiane Felscherinow, a narrativa em primeira pessoa se revelou um relato perturbador da realidade do uso de drogas e suas consequências.

Christiane tinha somente 15 anos ao ser entrevistada pelos repórteres, mas também tinha muita coisa para contar, e o fez minuciosamente. Traduzido para 15 línguas, o livro virou best-seller em mais de 30 países. Em abril de 1981, estreava o filme homônimo dirigido por Ulrich Edel, estrelado por Natja Brunckhorst no papel de Christiane e com a participação de David Bowie. Sua música Heroes tornou-se, praticamente, a canção-tema do filme.

A atriz austro-australiana Jana McKinnon interpreta o papel principal. O produtor de cinema Oliver Berben, filho da famosa atriz alemã Iris Berben, não poupou custos ao retratar os altos e baixos do uso de drogas ao longo da série que se estende por sete horas.

Mas será que a geração do streaming ainda pode ficar chocada, comovida ou até mesmo seduzida pela história de Christiane F. – ou o público viu coisas piores nos 40 anos desde o lançamento do livro?

Christiane Vera Felscherinow
Christiane Felscherinow em uma fotografia dos anos 2010. Ela continuou a ter reacaídas nos últimos anos

E essa luta é algo com que qualquer pessoa – jovem ou velha – provavelmente pode ter empatia. O produtor Oliver Berben disse que a história é sobre “como os jovens tentam encontrar seu lugar neste mundo”.

“E este é um mundo difícil e brutal.”

Zooze-se: Álcool, drogas e Sacklers, 10 razões para legalizar as drogas, Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas, Legaliza essa porcaria, Contrapropaganda sobre a Cannabis, Tabaco e álcool sim, Maconha não. Por que?!?, Enquanto isso em Portugal, surto!?!

Cidade Invisível

Esqueça os deuses nórdicos ou a lendas celtas: os mitos do folclore brasileiro finalmente estão entre nós em Cidade Invisível, série que é um excelente acerto da Netflix e traz para o audiovisual uma muito bem-vinda versão de entidades como a Cuca, o Curipira, o Saci e a Iara. Conta com a presença de Margo PigossiAlessandra Negrini e José Dumont à frente do ótimo elenco, com direção de Carlos Saldanha. RAQUEL PINHEIRO

A produção acompanha Eric (Marco Pigossi), um detetive da polícia ambiental que investiga a misteriosa morte de sua mulher, Gabriela (Julia Konrad). Durante o trabalho, no entanto, ele acaba descobrindo que o Rio de Janeiro que ele conhece está habitado por figuras fantásticas —que parecem estar de alguma forma ligadas ao incêndio em que Gabriela morreu. Beatriz Amendola – Splash

Divulgação

São criaturas como o Curupira, o Saci e a Cuca, que se materializa aqui na figura de Inês (Alessandra Negrini), dona de bar e uma poderosa bruxa que sabe mais do que revela e que mantém com Eric uma relação de desconfiança mútua, mais do que uma relação vilã-mocinho.

Com sete episódios disponíveis a partir de 05/fev na Netflix, Cidade invisível revisita lendas e personagens do folclore brasileiro em uma trama aventureira e contemporânea.
Saldanha é o criador da série, que tem produção da Prodigo Films (responsável por Coisa mais linda, outro título da Netflix), mas a direção dos episódios é dividida entre Luis Carone e Julia Jordão.  Mariana Peixoto

Sazi-se: A lenda maia do beija-flor, A lenda do fio vermelho, Rio fervente, lenda amazônica, Halloween Saci!, Curupira, Iemanjá, Macunaíma, Dia do folclore, Cultura Indígena e Fantasia