Criolo – Ao Vivo em Paris 2015

Criolo – Ao Vivo em Paris 2015 – Turnê Convoque seu Buda (HD)

1. Convoque Seu Buda 0:00:35 2. Esquiva da Esgrima 0:04:54 3. Subirusdoistiozin 0:09:27 4. Casa de Papelão 0:14:26 5. Sucrilhos 0:20:20 6. Pé de Breque 0:24:46 7. Freguês da Meia-Noite 0:30:40 8. Grajauex 0:35:50 9. Lion Man 0:38:43 10. Cóccix-ência 0:44:30 11. Não Existe Amor em SP 0:50:10 12. Pegue pra Ela 0:58:47 13. Cartão de Visita 1:04:54 Encore: 14. Demorô 1:09:37 15. Tô Pra Vê 1:15:20 16. Bogotá 1:18:52

®Todos os direitos reservados ao Criolo.

Crioloze-se: Hemp Roll, Clara Rosa, Eu voto em você!?!, (In)dependentes

Joelho de Porco

Formado em São Paulo, em 1972, o conjunto foi um dos precursores do chamado Rock Satírico, junto com seus conterrâneos do Premeditando o Breque e do Língua de Trapo (duas bandas que também merecem um texto, diga-se). O Premê fazia um som baseado no samba e no chorinho. O Língua transitava por todo tipo de vertente musical, da bossa nova ao punk. O Joelho era mais roqueiro, com influências inglesas e americanas dos anos 50, 60 e 70. O que os três tinham em comum era o estilo das letras, que narravam o cotidiano com muito sarcasmo e ironia. Medium

Seu primeiro álbum, São Paulo 1554/Hoje, foi lançado em 1974. Sua qualidade de produção impressiona, principalmente ao compararmos com outros discos de rock daquela época. O instrumental é afiado, as letras são marcantes e os vocais de Próspero Albanese estão entre as coisas mais impressionantes do rock nacional.

O terceiro disco do grupo, Saqueando a Cidade, de 1983, também é um grande trabalho. Contando com o cantor e compositor Zé Rodrix em sua formação, o Joelho de Porco arquiteta um trabalho ambicioso.

Onde estão os humanos?!?

O Cacique Raoni Metuktire foi até a cidade de Sinop, no norte do estado do Mato Grosso, no sábado, 26/9, para fazer exames (acompanhamento devido à Covid-19) e se manifestou a respeito do discurso de Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU, em 22/9. Mônica Nunes – conexão planeta

“Isso eu não aceito!”, declarou Raoni. “Ele diz no jornal que tá botando fogo no mato, na floresta. Isso é pura mentira. Por que? Quem está botando fogo são os próprios fazendeiros. Alguns fazendeiros estão prejudicando o mato. Garimpeiro tá prejudicando o mato, a natureza. Madeireiro tá prejudicando a natureza. Eles é que estão botando fogo na floresta”.

S.O.Z.e-se: Grafite na rua, Capivaras na faixa!?!, De que lado você esta?, Ta foda ser brazileiro!!!, Justiça de mierda

Anormal

Anormal – Pato Fu (Toda Cura para Todo Mal)

Rádio ligado
Troco estações porque
Não sei o som que você
Pode odiar

No supermercado
Eu tento escolher
O mesmo sabor que você
Deve gostar

Se é que conheço você
Só de te observar
Posso apostar que não vai
Me decepcionar

Mais que anormal
Eu devo ser
Pra ver você
Em todo lugar

Dentro do quarto
Vejo comerciais
Qual vai te convencer
Que ainda estou lá

No supermercado
Tentando escolher
O mesmo sabor que você
Deve gostar

Se é que conheço você
Só de te observar
Posso apostar que não vai
Me decepcionar

Mais que anormal
Eu devo ser
Pra ver você
Em todo lugar
Compositor: Jonh. vagalume

Anormalze-se: OS MANTRAS NOS SINTONIZAM COM O UNIVERSO, TIMEOUT CONVIDA! | LOVE WILL TEAR US APART feat. MY LAST BIKE, Rio 40 Graus, 11 músicas que falam de saudade, Só Os Loucos Sabem

Um ponto oito

Um ponto oitoPato Fu

Dentro do meu carro
A estabilidade
Me faz acreditar
Que está tudo bem
Tudo em seu lugar

E logo me esqueço
Tudo tem seu preço
Aumento a velocidade
E atravesso a cidade
Sem pensar
Sem pensar
Sem pensar

Em mais ninguém
A não ser em quem gosta de mim
Me esqueci numa curva que fiz
Tão veloz que o amor
Não morreu por um triz
Não morreu por um triz

Mas naquela estrada
Naquela madrugada
Acho que matei alguém
E no mesmo instante
Morri um pouco também

Fui até ao rapaz
Que ainda vivia
E vendo ele morrer
Sem saber o que fazer
Segurei sua mão fria

Vi que era pobre
Moço sem instrução
Cheirava a pinga barata
Uma aliança no dedo
Talvez fosse um ladrão

Ajoelhei-me ao seu lado
Me disse o atropelado:
Fiquei com a pior parte
De tudo o que é chamado
Civilização

Devolva este anel
Pra dona daquele bordel
Foi lá que eu roubei
Diga pro dono do bar
Que minha conta encerrei

Silenciou de repente
Gemeu como um cão
E sobre o asfalto quente
Seu sangue escorreu suavemente
Todo pelo chão

Olhei a cidade
Olhei pro meu carro
Voltei a correr
Pensei em fugir
Quis não mais viver

Quis não mais viver
Com mais ninguém
A não ser com quem gosta de mim
Me esqueci numa curva que fiz
Tão veloz que o amor
Não morreu por um triz
Não morreu por um triz

Olhei a cidade
Olhei pro meu carro
Voltei a correr
Pensei em fugir
Quis não mais viver
Quis não mais viver
Quis não mais viver

Pato Ze-se: Falando sobre Pato Fu, Caixa de sapato, Vida imbecil, Tudo mudar, As Aventuras de Raul Seixas Na Cidade de Thor, Um dia, um ladrão, Clarice, Clarices, Sobre O Tempo

OS MANTRAS NOS SINTONIZAM COM O UNIVERSO

Por mais de 3000 anos os mantras (sons sagrados) tem sido entoados com o propósito de cura espiritual. Paul HarrisonAFINIDADES ESPIRITUAIS

Durante os períodos iniciais do Hinduismo, gurus espirituais ficaram fascinados por poesia e começaram a escrever sons nos textos sagrados como o Rigveda.

Estes mesmos sons tem ecoado através do Oriente todo até os dias de hoje, e agora são entoados por milhares de Hindus, Budistas e espiritualistas em todo o mundo.

Hoje em dia, mantras são entoados por uma miríade de razões. Existem mantras para curar a depressão e a ansiedade, mantras que são indicados para criar riqueza, mantras usados para atrair saúde… Para quase qualquer objetivo, existe um mantra correspondente.

Depois de 3000 anos, não há praticamente nenhuma pesquisa científica para comprovar os mantras, nenhum financiamento foi investido para investigar cientificamente essa pratica espiritual tão importante. E ainda, a comunidade espiritual tem falhado em comprovar o uso dos mantras.

Mestres de Yoga afirmam que os mantras tem o poder de criar mudanças químicas no corpo. O argumento é que, qualidades vibracionais especificas dos mantras, criam uma reverberação no corpo que leva à mudanças a nível molecular.

Podemos entender mais deste trabalho considerando a relação do homem com o som.

Nossas faculdades auditivas desenvolveram-se através de milhares de anos de modo a incluir constantes que formam a verdadeira base de nossas composições auditivas. Muitos dos sons que emitimos hoje em dia, como grunhidos e algumas silabas, tem sido usadas por milhares de anos, muito antes de nos tornarmos homo-sapiens.

A razão pela qual muitas das palavras de hoje são onomatopeias é porque as cordas vocais humanas foram criadas como um eco da natureza.

Os primeiros homens usavam silabas como um modo de imitar o som de coisas que eles estavam tentando descrever. Por isso é que a palavra “bob” em inglês, soa como algo balançando na água. Ainda em inglês, as palavras “crash” (como o barulho de uma trombada), “bang” (como o barulho de uma batida seca) “Honk” (como o grasnar do ganso, com o significado de buzina) e “chime” (como sons harmônicos, melodiosos) são outros exemplos.

Com a evolução da humanidade, evoluímos para além das onomatopeias. Por isso é que a Língua Inglesa usa bem menos onomatopeias que o Sânscrito, por ser, esse último, uma Língua muito mais antiga.

As palavras sagradas em Sânscrito como o “Om”, por exemplo, significa “Universo” e podemos ouvir um eco do Universo no som do mantra.

O mantra do chakra raiz “Lam”, por exemplo, faz a ancoragem à terra e cria um sentimento de pertencimento, onde “Ah” cria liberação, ajudando-nos a soltar, a deixar ir, esse é o poder que os mantras em Sânscrito trazem.

TIMEOUT CONVIDA! | LOVE WILL TEAR US APART feat. MY LAST BIKE

TIMEOUT CONVIDA! | LOVE WILL TEAR US APART feat. MY LAST BIKE

Hoje, Dia dos Pais, a Timeout quis fazer seu 5° convite. Convite para interpretar o clássico epitáfio do Joy Division e um convite para você, que está assistindo, repensar os epitáfios de pessoas queridas que temos que escrever antes da hora. Há quase 1 mês perdemos um dos nossos maiores fãs e pai de um membro da equipe Timeout, Paolo. Vítima do crime do descaso e desrespeito às vidas no trânsito, essa homenagem é pra ele. Por favor, se beber, não dirija. Cuide de quem você ama. O amor só vai nos manter mais unidos. Timeout Rock Band

When routine bites hard
And ambitions are low
And resentment rides high
But emotions won’t grow
And we’re changing our ways
Taking different roads

Then love, love will tear us apart, again
Love, love will tear us apart, again

Why is the bedroom so cold?
You’ve turned away on your side
Is my timing that flawed?
Our respect runs so dry
Yet there’s still this appeal
That we’ve kept through our lives

But love, love will tear us apart, again
Love, love will tear us apart, again

You cry out in your sleep
All my failings exposed
And there’s taste in my mouth
As desperation takes hold
Just that something so good
Just can’t function no more

But love, love wil tear us apart, again
Love, love will tear us apart, again
Love, love will tear us apart, again
Love, love will tear us apart, again

Composição: Bernard Sumner / Ian Curtis / Peter Hook / Stephen Morris. letras

TimeOutze-se: 13 Reasons Why: trilha sonora da série, Love vigilantes, Músic of Cold Case, Viva la vida by David Garret, Bella Ciao, COM AMOR, VAN GOGH, ClarinhaMar, Descomplicando a Inclusão, Localize Noite Estrelada, TJILI, Justiça em trânsito, Arauto

Ready Player One

No caso de Jogador Nº 1, o nerd padrão é Wade Watts (Tye Sheridan) que com seu avatar Parzival descobre a primeira chave para um super easter egg deixado pelo trilionário James Halliday (Mark Rylance) em sua grande criação: o OASIS. Esse sistema é um universo de realidade virtual que já não é apenas um jogo no ano de 2044, pois é onde a maioria da população passa a maior parte do tempo e realiza o grosso das atividades econômicas do mundo. MARCOS VIEIRAInfinitividades

O espectador está vendo não apenas uma cena de ação intensa e alucinante, mas sim uma cena que, além dessas características, conta com a presença de itens icônicos de filmes e desenhos que a maioria das pessoas cresceu assistindo. Mais que isso, esse itens são usados de forma fiel ao material fonte. Em outras palavras, mais do que uma série de referências soltas, é como se estivéssemos assistindo a um grande mashup da cultura pop dos últimos 50 ou 60 anos.

“Algumas pessoas podem ler Guerra e Paz e sair achando que se trata apenas de uma simples aventura. Outras podem ler os ingredientes em uma embalagem de chiclete e desvendar os segredos do Universo.” James Donovan Halliday

Em suma, Jogador Nº 1 foi feito sob medida para explodir a cabeça dos nerds de plantão. Steven Spielberg mostra que ainda tem seu “toque mágico” ao transformar um roteiro medíocre em uma experiência cinematográfica altamente satisfatória. O diretor usa com maestria centenas de referências à cultura pop para montar um greatest hits tanto de sua cinematografia quanto da infância e juventude das muitas pessoas que cresceram nas salas de cinema ou na frente da TV.

Readze-se: Top 50 Cover Songs from Movies, Contagion, O Último Cine Drive-in, PK, A pele que habito, 12 Monkeys, Idiocracy, The Martian, Repo man, Philip K. Dick, 30 Matrix indígenas

Rio 40 Graus

Fernanda Abreu – Rio 40 Graus (Videoclipe)

Rio 40 Graus – Fernanda Abreu

Rio 40 graus
Cidade maravilha
Purgatório da beleza
E do caos

Capital do sangue quente do Brasil
Capital do sangue quente
Do melhor e do pior do Brasil

Cidade sangue quente
Maravilha mutante

O Rio é uma cidade de cidades misturadas
O Rio é uma cidade de cidades camufladas
Com governos misturados, camuflados, paralelos
Sorrateiros, ocultando comandos

Comando de comando, submundo oficial
Comando de comando, submundo bandidaço
Comando de comando, submundo classe média
Comando de comando, submundo camelô
Comando de comando, submáfia manicure
Comando de comando, submáfia de boate
Comando de comando, submundo de madame
Comando de comando, submundo da TV
Submundo deputado, submáfia aposentado
Submundo de papai, submáfia da mamãe
Submundo da vovó, submáfia criancinha
Submundo dos filhinhos

Na cidade sangue quente
Na cidade maravilha mutante

Rio 40 graus
Cidade maravilha
Purgatório da beleza
E do caos

Rio 40 graus
Purgatório da beleza
E do caos

Eh! Rio 40 graus

Quem é dono desse bêco?
Quem é dono dessa rua?
De quem é esse edifício?
De quem é esse lugar?

É meu esse lugar!
Sou carioca, pô
Eu quero meu crachá!
(Sou carioca, pô!)

Canil veterinário É assaltado liberando
Cachorrada doentia atropelando
Na xinxa das esquinas de macumba violenta
Escopeta de sainha plissada
Na xinxa das esquinas de macumba gigantesca
Escopeta de shortinho algodão

Cachorrada doentia do Joá, é
Cachorrada doentia São Cristóvão
Cachorrada doentia Bonsucesso
Cachorrada doentia Madureira
Cachorrada doentia da Rocinha
Cachorrada doentia do Estácio

Na cidade sangue quente
Na cidade maravilha mutante

(Rio)
Rio 40 graus
Cidade maravilha
Purgatório da beleza
E do caos

Rio 40 graus
Purgatório da beleza
E do caos, é

A novidade cultural
Da garotada
Favelada, suburbana
Classe média marginal
É informática metralha
Sub-uzi equipadinha
Com cartucho musical
De batucada digital

Gatilho de disket
Marcação pagode, funk
De gatilho marcação
De samba-lance
Com batuque digital
Na sub-uzi musical
De batucada digital
Eh!

Meio batuque inovação
De marcação prá pagodeira
Curtição de falação
De batucada
Com cartucho sub-uzi
De batuque digital
Metralhadora musical… Oh yeah

De marcação invocação pra gritaria
De torcida da galera Funk!
De marcação invocação pra gritaria
De torcida da galera Samba!
De marcação invocação pra gritaria
De torcida da galera Tiroteio!
De gatilho digital
De sub-uzi equipadinha com cartucho musical
De contrabando militar da novidade cultural
Da garotada favelada suburbana
De shortinho, de chinelo
Sem camisa, carregando sub-uzi equipadinha
Com cartucho musical de batucada digital
(Ulalá!)

Na cidade sangue quente
Na cidade maravilha mutante

Rio 40 graus
Cidade maravilha
Purgatório da beleza
E do caos

Rio 40 graus
Purgatório da beleza
E do caos

Capital do sangue quente do Brasil
Capital do sangue quente do melhor e do pior
Do Brasil

Rio 40 graus
Cidade maravilha
Purgatório da beleza
E do caos

Rio 40 graus
Purgatório da beleza
E do caos

Composição: Fausto Fawcett / Fernanda Abreu / Allen Shamblin / Andre Young. letras

Rio, 40 Graus

No Rio de Janeiro, em um dia intenso de verão, cinco garotos pretos e pobres saem da favela onde vivem para vender amendoim pela cidade. Percorrendo os quatros cantos do Rio, eles vivem e presenciam casualidades e incidentes cariocas, verdadeiras desventuras urbanas que destrincham a realidade urbana carioca daquele período. AdoroCinema

Primeiro Longa de Nelson Pereira dos Santos

Rio 40 Graus Río 40 grados (Subtitulos en Español)ache ache films

Rioze-se: Bidu SayãoDia Nacional do SambaA gente sempre soube.street art girl188RIGOLETTO, DE GIUSEPPE VERDIDinâmicosUm bom lugarRio 40 GrausMaior grafite do mundo feito por uma mulher acaba de ser inaugurado no Rio de Janeiro

Português não é para amador

Português não é para amador.
Um poeta escreveu:
*”Entre doidos e doídos, prefiro não acentuar”. *
Às vezes, não acentuar parece mesmo a solução.
Eu, por exemplo, prefiro a carne ao carnê.
Assim como, obviamente, prefiro o coco ao cocô.
No entanto, nem sempre a ausência do acento é favorável…
Pense no cágado, por exemplo, o ser vivo mais afetado quando alguém pensa que o acento é mera decoração.
E há outros casos, claro!
Eu não me medico, eu vou ao médico.
Quem baba não é a babá.
Você precisa ir à secretaria para falar com a secretária.
Será que a romã é de Roma?
Seus pais vêm do mesmo país?
A diferença na palavra é um acento; assento não tem acento.
Assento é embaixo, acento é em cima.
Embaixo é junto e em cima separado.
Seria maio o mês mais apropriado para colocar um maiô?
Quem sabe mais entre a sábia e o sabiá?
O que tem a pele do Pelé?
O que há em comum entre o camelo e o camelô?
O que será que a fábrica fabrica?
E tudo que se musica vira música?
Será melhor lidar com as adversidades da conjunção ”mas” ou com as más pessoas?
Será que tudo que eu valido se torna válido?
E entre o amem e o amém, que tal os dois?
Na sexta comprei uma cesta logo após a sesta.
É a primeira vez que tu não o vês.
Vão tachar de ladrão se taxar muito alto a taxa da tacha.
Asso um cervo na panela de aço que será servido pelo servo.
Vão cassar o direito de casar de dois pais no meu país.
Por tanto nevoeiro, portanto, a cerração impediu a serração.
Para começar o concerto tiveram que fazer um conserto.
Ao empossar, permitiu-se à esposa empoçar o palanque de lágrimas.
Uma mulher vivida é sempre mais vívida, profetiza a profetisa.
Calça, você bota; bota, você calça.
Oxítona é proparoxítona.
Na dúvida, com um pouquinho de contexto, garanto que o público entenda aquilo que publico.
E paro por aqui, pois esta lista já está longa.
Realmente, português não é para amador!

Se você foi capaz de ENTENDER TUDO, parabéns!! Seu português está muito bom!

(Desconheço autoria)

Se alguém souber a identificação por favor indicar o indicado ao indicante, agradeço a indicação. Edson Novaes

Excelente texto para trabalhar a importância da acentuação, parônimos e homônimos.

11 músicas que falam de saudade

São inúmeras as formas de manifestar e viver a saudade e a música é, sem dúvidas, a maneira mais utilizada para expressar nossos sentimentos. Tanto que muita gente usa frases de músicas para legendar fotos.

Seja pra postar junto com uma foto, pra ouvir enquanto curte esse sentimento ou pra mandar para aquela pessoa especial em sua vida, trouxemos hoje uma seleção de músicas sobre saudade. Vem com a gente conferir:

As melhores músicas de saudade

Diversos artistas criaram músicas lindas sobre a saudade, o que deixaria essa lista infinita, não é mesmo? Tentamos relembrar algumas canções especiais, clássicas e importantes sobre o tema.

Vamos conferir o que vem de bom por aí?

  • Vento No Litoral – Legião Urbana
  • Something – Beatles
  • Minha Flor, Meu Bebê – Cazuza
  • Palpite – Vanessa Rangel
  • All Star – Cássia Eller
  • e muito mais!

Vento No Litoral — Legião Urbana

Um dos clássicos do Legião Urbana, a música Vento No Litoral retrata a dor de lidar com a perda de alguém que partiu e a saudade dos dias vazios. A canção faz parte do álbum V, lançado em 1991.

Entenda o significado da música Vento No Litoral

Something — Beatles

Something é a segunda música do quarteto de Liverpool mais regravada, perdendo apenas para Yesterday.

Estima-se que já foram feitos mais de 150 covers de Something e grandes artistas, como James Brown, Elvis Presley, Frank Sinatra e Ray Charles fizeram suas versões da música de 1969, do álbum Abbey Road.

Minha Flor, Meu Bebê — Cazuza

Presente no álbum Ideologia, a música Minha Flor, Meu Bebê é mais uma daquelas lindas composições de Cazuza, um grande artista que soube falar sobre as questões humanas de forma tão poética.

Que quem ama nesta vida
Às vezes ama sem querer
Que a dor no fundo esconde
Uma pontinha de prazer
E é por isso que eu te chamo
Minha flor, meu bebê

Confira 46 frases do Cazuza para usar como legenda!

Palpite — Vanessa Rangel

Quem aí se recorda do hit Palpite, da cantora Vanessa Rangel? Com ritmo gostoso e letra que declara uma saudade quase absurda de um relacionamento amoroso, Palpite fez parte da trilha sonora de Por Amor, novela da Globo, e foi uma das 100 músicas mais tocadas de 1997.

Tô com saudade de você
Debaixo do meu cobertor
E te arrancar suspiros, fazer amor

All Star — Cássia Eller

All Star é uma linda canção composta por Nando Reis e que ficou conhecida na voz de Cássia Eller. Está presente no álbum Dez de Dezembro, lançado em 2002.

Em seu Twitter, Nando Reis respondeu a dúvida do Padre Fábio de Melo sobre a letra de All Star, dizendo que ele sabia chegar na casa da cantora, em Laranjeiras, de táxi, mas não sabia ao certo o endereço completo de Cássia.

Confira as melhores músicas de Nando Reis

Dar-te-ei — Marcelo Jeneci

A música Dar-te-ei faz parte do álbum Feito Pra Acabar, de Marcelo Jeneci. A canção começa com aquele violãozinho gostoso, que conforta o coração, e a letra fala sobre os melhores presentes: beijos, afagos e presença. Todo o resto é bobagem!

Dar-te-ei, finalmente, os beijos meus
Deixarei que esses lábios sejam meus, sejam teus

A Sua — Marisa Monte

Um verdadeiro hino que fala da saudade de forma tão poética e sincera.

Quem nunca se sentiu assim diante de alguém, não é verdade? Com vontade de dizer que o outro faz falta, que a gente continua pensando nele, mas, como Marisa mesmo sugere, é preciso deixá-lo livre para escolher.

A Sua faz parte do álbum Memórias, Crônicas e Declarações de Amor.

Relembre um pouco mais da poesia de Marisa Monte

I Miss You — Incubus

Mais uma linda canção que fala sobre saudade, I Miss You, do Incubus, faz parte do álbum Make Yourself, o terceiro da banda, lançado em 1999. O Incubus tem outra música que também fala sobre saudade, Wish You Were Here, do álbum Morning View.

But I need you to know that I care (Mas eu preciso que você saiba que eu me importo)
And I miss you (E eu sinto sua falta )

Wish You Were Here — Pink Floyd

Um dos clássicos do Pink Floyd, a canção Wish You Were Here faz parte do álbum homônimo lançado em 1975.

A canção é um verdadeiro desabafo sobre a saudade e a ausência de forma geral. Assim como praticamente todo o álbum, se refere ao integrante e um dos fundadores da banda, Syd Barrett.

Gostava Tanto de Você — Tim Maia

O grande artista Tim Maia vem engrandecer essa lista com músicas de saudade com o hit Gostava Tanto de Você, de 1973.

A canção foi composta por Edson Trindade e a história conta que a letra foi feita para homenagear a sua filha falecida aos 15 anos em um acidente de carro.

Não sei por que você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus não pude dar

Só Os Loucos Sabem — Charlie Brown Jr.

A letra de Só Os Loucos Sabem foi composta por Chorão depois de participar de um culto religioso sobre o amor de Jesus ser o sentimento mais precioso.

Só Os Loucos Sabem foi considerada pela revista Rolling Stone uma das 10 canções mais marcantes do século no Brasil.

Você deixou saudade
Quero te ver outra vez
Quero te ver outra vez

O Charlie Brown Jr tem muitas outras canções marcantes. Vem relembrá-las!

Saudaze-se: Um sonhoMonólogo Ao Pé do Ouvido / Banditismo Por Uma Questão de Classe, ,Pra Não Dizer Que Não Falei Das FloresTudo mudarSe você é jovem aindaSublime – Santeria,

Só Os Loucos Sabem

Charlie Brown Jr. – Só os Loucos Sabem (Video Clipe)

Só Os Loucos Sabem – Charlie Brown Jr.

Agora eu sei exatamente o que fazer
Bom recomeçar, poder contar com você
Pois eu me lembro de tudo, irmão
Eu estava lá também
Um homem quando está em paz
Não quer guerra com ninguém

Eu segurei minhas lágrimas
Pois não queria demonstrar a emoção
Já que estava ali só pra observar
E aprender um pouco mais sobre a percepção
Eles dizem que é impossível encontrar o amor
Sem perder a razão
Mas pra quem tem pensamento forte
O impossível é só questão de opinião

E disso os loucos sabem
Só os loucos sabem
Disso os loucos sabem
Só os loucos sabem

Toda positividade eu desejo a você
Pois precisamos disso nos dias de luta
O medo cega os nossos sonhos
O medo cega os nossos sonhos
Menina linda, eu quero morar na sua rua

Você deixou saudade
Você deixou saudade
Quero te ver outra vez
Quero te ver outra vez
Você deixou saudade

Agora eu sei exatamente o que fazer
Vou recomeçar, poder contar com você
Pois eu me lembro de tudo, irmão
Eu estava lá também
Um homem quando está em paz
Não quer guerra com ninguém

Composição: Chorão / Thiago Castanho

CORTA-JACA

CORTA-JACA (Chiquinha Gonzaga e Machado Careca) por Lysia Condé

Show de lançamento do CD “Lysia Condé”, ocorrido no dia 15 de fevereiro de 2014, na Casa da Ribeira, Natal, RN. Viabilizado por lei de incentivo municipal através do “Programa Djalma Maranhão”, Prefeitura do Natal. Lysia Condé

Corta Jaca – Chiquinha Gonzaga

Neste mundo de misérias
Quem impera
É quem é mais folgazão
É quem sabe cortar jaca
Nos requebros
De suprema, perfeição, perfeição

Ai, ai, como é bom dançar, ai!
Corta-jaca assim, assim, assim
Mexe com o pé!
Ai, ai, tem feitiço tem, ai!
Corta meu benzinho assim, assim!

Esta dança é buliçosa
Tão dengosa
Que todos querem dançar
Não há ricas baronesas
Nem marquesas
Que não saibam requebrar, requebrar

Este passo tem feitiço
Tal ouriço
Faz qualquer homem coió
Não há velho carrancudo
Nem sisudo
Que não caia em trololó, trololó

Quem me vir assim alegre
No Flamengo
Por certo se há de render
Não resiste com certeza
Com certeza
Este jeito de mexer

Um flamengo tão gostoso
Tão ruidoso
Vale bem meia-pataca
Dizem todos que na ponta
Está na ponta
Nossa dança corta-jaca, corta-jaca!

Corta-jaze-se: Bidu Sayão188RIGOLETTO, DE GIUSEPPE VERDIDinâmicos, ,Ateus, BoechatClara RosaClarice Lispector do Samba, Clara Nunes.Xibom BombomAlceu Valença – Anunciação, Aquela Paz, Cheirando Cola

Waldschule für kränkliche Kinder

Em 1904, surgia nas proximidades de Berlim a primeira escola ao ar livre do mundo. A Waldschule für kränkliche Kinder havia sido criada por Walter Spickendorff em conjunto com o pediatra Bernhard Bendix e o inspetor escolar Hermann Neufert, com o objetivo de atender crianças com tuberculose latente. Ainda no início do século 20, a ideia viria a se transformar em um movimento que se espalhou pela Europa e pelos Estados Unidos. Hypeness

O objetivo dessas instituições era permitir que as crianças continuassem estudando em um ambiente com menos chances de transmissão da tuberculose. Normalmente, as escolas ofereciam “salas” ao ar livre, longe de grandes centros urbanos. Algumas delas tinham paredes, enquanto outras ficavam em plena floresta.

Em comum, as escolas ofereciam áreas ao ar livre em ambientes rurais, geralmente próximos a florestas, adotavam rotinas de exercícios físicos e dietas controladas, além de oferecer revisões médicas regularmente.

Escola ao ar livre na França. Foto: CC BY-SA 4.0Thomas BRENAC

À medida que antibióticos foram se tornando mais acessíveis, a tuberculose passou a ser uma doença controlada. Ela ainda existe e, segundo a Agência Brasil, se encontra entre as 10 principais causas de morte no mundo.

No Brasil, são registrados cerca de 200 novos casos por dia. Um dos principais problemas relacionados à tuberculose no país é o abandono do tratamento, que tem uma duração de cerca de seis meses e está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Graças à melhoria das condições para tratar da doença, as escolas ao ar livre foram pouco a pouco se tornando obsoletas, mas podem voltar a inspirar arquitetos e educadores a encontrar uma solução que permita retomar o ensino com mais segurança em um mundo pós-Coronavírus.

Acreditamos no poder da INSPIRAÇÃO. Uma boa fotografia, uma grande história, uma mega iniciativa ou mesmo uma pequena invenção. Todas elas podem transformar o seu jeito de enxergar o mundo. Redação Hypeness

““Quem não quer aprender a Física observando o trânsito, lançando um foguete de plástico? Aprender Ciências e Geografia dentro de uma piscina? Aprender sobre diferentes culturas com brincadeiras temáticas no pátio? Aprender sobre sustentabilidade em um bosque?” (…) “A aprendizagem é um processo complexo: cada um de nós faz novas e diferentes conexões a cada momento. Levar os alunos para fora da sala de aula permite ampliar as possibilidades dessas conexões”, questiona Hannyni Mesquita, gestora de Educação Infantil do Colégio Positivo. ” Gazeta do Povo

“Os benefícios da aprendizagem ao ar livre foram analisados em um estudo pioneiro realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a pesquisa, aulas em contato direto com a natureza, oferecem um contraponto à vida urbana e ajudam a desenvolver nos estudantes habilidades como trabalho em grupo e autonomia, que levam a uma maior capacidade ética e moral. “

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“Os benefícios da aprendizagem ao ar livre foram analisados em um estudo pioneiro realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a pesquisa, aulas em contato direto com a natureza, oferecem um contraponto à vida urbana e ajudam a desenvolver nos estudantes habilidades como trabalho em grupo e autonomia, que levam a uma maior capacidade ética e moral. Um estudo realizado pela pesquisadora Amanda Lloyd, do centro de pesquisa em educação da Western Sydney University, indica que as habilidades desenvolvidas em ambiente externo permanecem com os estudantes e melhoram seu desempenho durante toda a vida acadêmica.

“A educação ao ar livre provê múltiplas oportunidades de tarefas cooperativas entre seus alunos”, aponta o estudo. “Na medida em que a vida nos grandes centros urbanos, por diferentes razões, restringe o acesso do jovem às áreas naturais, a educação pela experiência que se dá em tais locais ganha relevância para o desenvolvimento de indivíduos atentos às questões éticas.”

A educação ao ar livre, por meio de cursos no formato expedição, ainda acontece de forma tímida no Brasil. Entende-se por cursos no formato expedição, experiências educacionais contínuas, de múltiplos dias, em que alunos e instrutores se aventuram em um trajeto em área remota na natureza, de forma autossuficiente. Culturamix.com

A educação ao ar livre potencializa a apropriação de um largo conjunto de experiências que enriquecem o currículo. Sair da sala de aula para desenvolver todo um conjunto de atividades liga os alunos ao seu meio ambiente, à sua comunidade, à sociedade em geral e a eles próprios. A riqueza das experiências vividas que a educação ao ar livre proporciona pode ser relevante na aquisição de conhecimentos, na compreensão dos fenômenos estudados e no desenvolvimento das mais diversas habilidades. O governo escocês aposta decididamente nesta via e disponibiliza on-line todo um conjunto de informações bem interessantes.

Outro aspecto decorrente das experiências vividas nos cursos de educação ao ar livre, segundo relatos dos alunos adolescentes, dos alunos adultos e dos educadores, está na oportunidade de adquirir conhecimento sobre si mesmo. As experiências que abordam disciplina, esforço, superação e coragem também permitem que a pessoa se conheça melhor. Além das menções diretas ao autoconhecimento, reconhecimento dos próprios limites e sobre a autopercepção dos pontos fracos e fortes.

O método de educação ao ar livre foi o grande legado do Filósofo Sócrates, que vivia de maneira humilde, percorrendo descalço as ruas de Atenas. Tornou-se o filósofo por excelência, “amigo do saber”. Passou a ensinar em praça pública, sem cobrar pelos seus ensinamentos, ao contrário do que faziam os sofistas. Seu método consistia em fazer perguntas que conduziam o discípulo à descoberta da verdade.

Sócrates reformulou a filosofia grega, fazendo com que a busca de conhecimento, antes centrada no estudo da natureza, passasse a ocupar-se do homem e das suas ações. Tudo isso se deu de maneira espontânea, nas ruas, percorrendo os bosques, as praças, os rios. O intuito dele era fazer com que as pessoas pensassem e que, através da observação do mundo, fossem capazes de fazer sua própria analise de tudo.

Apesar de nunca ter escrito uma obra, a atividade filosófica de Sócrates está documentada nos livros do também filósofo grego Platão, que foi um dos seus discípulos. Os célebres diálogos de Platão incluem o “Êutifron”, o “Critão”, o “Fédon” e “Um Banquete”. Em todos eles, Sócrates aparece como personagem.

Acreditávamos na tecnologia como vetor saudável para solucionar problemas humanos que também poderiam distrair as crianças sem deixá-las dependentes, ledo engano. Para elas, a tecnologia não é nada emancipatória. Se para nós já é difícil desconectar, imaginem para a meninada. A tecnologia, infelizmente, tem um viés altamente alienante e abusivo quando se refere às crianças, São como ímãs do mal, visto que os motores de recomendação tendem a se ativar e vão chover vídeos similares nas telinhas. Maria Inês Vasconcelos – O Debate

Subir em árvores passou a ser tão improvável como escalar o Everest. O mundo está cheio de novas metáforas, e foi decretado o fim do quintal. Os novos hábitos das crianças digitais nos mostra que estamos perdidos num mundo tecnológico, onde o algoritmo e o dinheiro fazem a tecnologia se tornar paradoxal. Rousseau dizia que “o único hábito que se deve permitir a uma criança é o de não adquirir nenhum”.

escolaarlivre

O contato com a natureza melhora todos os marcos mais importantes de uma infância saudável – imunidade, memória, sono, capacidade de aprendizado, sociabilidade, capacidade física – e contribuiu significativamente para o bem estar integral das crianças e jovens. As evidências apontam que os benefícios são mútuos: assim como as crianças e adolescentes precisam da natureza, a natureza precisa das crianças e jovens. (Programa Criança e Natureza e Sociedade Brasileira de Pediatria, 2019) – Criança e Natureza

Diversos fatores são responsáveis pelo contexto de confinamento ao qual todos estamos sujeitos: dinâmica familiar, planejamento urbano, mobilidade, uso de eletrônicos, consumismo, desenvolvimento econômico, desigualdade social, insegurança, violência, conservação da natureza e educação. Trata-se de um cenário complexo, cujos fatores estão inter-relacionados e que variam de intensidade, dependendo da condição socioeconômica e da realidade específica de cada um. Assim, os impactos do confinamento e da falta de contato com natureza e ambientes saudáveis são mais agudos e presentes nas cidades e bairros densamente     habitados e de alta vulnerabilidade social, onde as condições para uma vida saudável e plena estão ameaçadas. Esse cenário vem se agravando nos últimos anos e é particularmente crítico quando se trata da infância e da adolescência, com indicadores que se destacam em diversos setores. Laís Fleury (Instituto Alana) e Luciana Rodrigues Silva (SBP)

Arze-se: São Paulo ganha escola de hortas para pessoas em situação de ruaVocê aprendeu errado na escolaESCOLA DO LEGISLATIVO, ESCOLA DE DEMOCRACIADedo Verde na Escola: terrários aproximam biodiversidade das criançasCASES SEBRAE: BANCO PÉROLA, HERSELF E SUMÁHome office: dicas posturaisCentro de Mídias SP

 

 

Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores

Charlie Brown JR. – Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores

Tom: D

[Intro] Em  D  Em  D
        Em  D  Em  D
        Em  D  Em  D
        Em  D  Em  D

[Primeira Parte]

      Em         D                     Em
Caminhando e cantando e seguindo a canção
               D                    Em
Somos todos iguais braços dados ou não
                 D                    Em
Nas escolas nas ruas, campos, construções
                 D                     Em
Caminhando e cantando e seguindo a canção

[Refrão]

 Em            D                         Em
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
                 D                      Em
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
 Em            D                         Em
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
                 D                      Em
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

( Em  D  Em  D )

[Segunda Parte]

Em                 D                     Em
  Pelos campos há fome em grandes plantações
                D                  Em
Pelas ruas marchando indecisos cordões
                 D                     Em
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
                  D                Em
E acreditam nas flores vencendo o canhão

[Refrão]

 Em             D                         Em
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
                 D                      Em
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
 Em             D                         Em
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
                 D                      Em
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

( Em  D  Em  D )

[Terceira Parte]

Em               D                Em
  Há soldados armados, amados ou não
                D                 Em
Quase todos perdidos de armas na mão
                     D                  Em
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
                D                  Em
De morrer pela pátria e viver sem razão

[Refrão]

 Em             D                         Em
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
                 D                      Em
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
 Em             D                         Em
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
                 D                      Em
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

 Em               D                Em
Nas escolas, nas ruas, campos, construções 
                D                Em
Somos todos soldados armados ou não 
                 D                     Em
Caminhando e cantando e seguindo a canção 
               D                    Em 
Somos todos iguais braços dados ou não 
               D                 Em
Os amores na mente, as flores no chão 
               D                    Em
A certeza na frente, a historia na mão 
                 D                     Em
Caminhando e cantando e seguindo a canção 
                  D                Em
Aprendendo e ensinando uma nova lição 

 Em             D                         Em
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
                 D                      Em
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
 Em             D                         Em
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
                 D                      Em
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

[Final] Em  D  Em  D

Composição de Geraldo Vandrécifraclub

Pra Não Dizer Que Não Falei Das FloresGeraldo Vandré

Vandré-se: Jornada ninja, Bidu Sayão, Quebrada Queer, Um bom lugar, Debaixo dos Caracóis dos seus Cabelos, Kid Vinil

The Rarámuri or Tarahumara

TRAILER: ‘Narárachi’ Is a Poetic Portrait of Everyday Life in Chihuahua’s Indigenous Rarámuri Community

The representation of indigenous peoples is always fraught territory. Outsiders tend to focus on the indigenous lifestyle either as an idyllic, exotic alternative to Western society, or as one beset by poverty, violence, and hardship. Rarely are we treated to an outside perspective that appreciates life in indigenous communities on its own terms, free of prejudices, and open to new discoveries. The documentary Narárachi, by first-time Mexican director Susana Bernal, may just be one of these rare cases. Andrew S. Vargas – Remezcla

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The Ultra Caballo Blanco is a unique 50 mile ultra marathon that offers runners from anywhere in the world the incredible opportunity to run with the local Raramuris, “the light-footed ones”. 74 FOOTWEAR DESIGN CONSULTING

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Stunning were the Raramuri women with their traditional clothing flowing in the wind as they ran, this photo were taken at the 30km mark.

From the Chepe train station town of Bahuichivo in Chihuahua, getting to Urique is only a slightly adventurous 55km, but very beautiful 4 hour switchback bus ride to the bottom of the Urique Canyon.

The quiet town of Urique is 1,100 inhabitants small and along it flows the beautiful Urique river.

The “Pata de Gallo” Huarache is used for competitive running, a running footwear be so minimal.

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A la llegada de los españoles el pueblo rarámuri ocupaba desde las grandes llanuras del centro de Chihuahua hasta la Sierra Tarahumara, pero el avance colonizador los obligó a replegarse hacia la sierra, era el único resguardo seguro para evadir del trabajo forzado en las haciendas y en las minas. Ahora las comunidades tarahumaras sólo se encuentran en una parte de la sierra, ya que aún en su refugio siguen siendo despojados. TuriMexico

Los tarahumaras se llaman a sí mismos rarámuri. El término tarahumara es una corrupción o hispanización de la palabra rarámuri: tarámuri, inversión tarumari, de ahí proviene, según el padre Luis G. Verplancken, la voz tarahumara. La mención más antigua de este término la da el misionero jesuita Joan Font en 1608 al citarlos en una carta como “tarahumaros”.


Según el historiador Luis González el término rarámuri significa etimológicamente “planta (del pie) corredora” y que en un sentido más amplio quiere decir “Los de los pies ligeros”, haciendo referencia a una de sus tradiciones ancestrales: la de correr. Sin embargo para ellos, losrarámuri son La Gente, los Hombres, los hijos de Dios. Los rarámuri, al igual que muchos de los grupos indígenas de nuestro continente, conservan como la herencia más importante su cultura y valores espirituales, resultado de miles de años de lucha social que los ha dotado de una intensidad de vida, una forma de existencia; una armonía en las relaciones humanas y con la naturaleza que está muy lejos de alcanzar nuestra sociedad moderna, a pesar de su notable avance tecnológico.


Gran parte de las tradiciones actuales de los rarámuri son una apropiación de lo aprendido de los misioneros jesuitas durante los casi 150 años que convivieron en la época colonial. Expulsada la orden por mandato del rey de España en 1767, los rarámuri reinterpretaron el cristianismo, vaciaron símbolos y ritos en sus propios moldes, dejando lo que nada les decía y conservando y adaptando a su expresión cultural simbólica. El resto, tarea imposible para los misioneros debido a su mentalidad occidental y conceptual.


Las comunidades rarámuri están constituidas por una población dispersa cuyo centro es el valle o el sitio donde está la iglesia o la misión. Hayrarámuri que se alejan más y habitan en cuevas o en cabañas rústicas, dentro de profundas barrancas o en las laderas de los cerros e incluso hay grupos que se desplazan estacionalmente: descienden a las barrancas durante el invierno, huyendo del frío, y regresan a las mesetas en la primavera o el verano. La autoridad máxima tradicional en la comunidadrarámuri es el Gobernador o Siríame, y generalmente reúne a todos los domingos para darles un nawésari o sermón en el que se ventilan los problemas de la comunidad. Los guías espirituales y doctores son losowirúames, de gran autoridad e influencia.


Las festividades son motivo de acercamiento y convivencia, danzas, tesgüinadas y ofrendas son los elementos básicos de sus complejas celebraciones místico religiosas, donde no falta el tesgüino, bebida tradicional de maíz fermentado. Las danzas y la música se transmiten de generación a generación, del mismo modo que se heredan los instrumentos musicales, algunos de origen prehispánico como el “chapareque”, la sonaja y el tambor, otros de la época misional, como el violín y la guitarra. Las fiestas más señaladas son la Semana Santa, especialmente en Norogachi, a la de la Virgen de Guadalupe el 12 de diciembre, y las fiestas patronales.

Os Rarámuri

Los rarámuriproducen una rica variedad artesanal entre herramientas, adornos y utensilios que ellos consumen, pero que también venden a los turistas. Las mujeres son muy hábiles en la manufactura de gruesas cobijas, cintas, cestas, faldas y blusas; los hombres son diestros en la talla de madera.


La medicina tradicional, asociada a ciertos rituales mágico-religiosos en los que llegan a utilizarse plantas alucinógenas como el peyote, es la base de sus curaciones. El conocimiento rarámuri de las plantas medicinales y su aplicación constituye un legado para la medicina moderna.


Dos son los principales juegos de los rarámuri: las carreras de bola entre los hombres, rarajípari, y las carreras de mujeres donde lanzan dos pequeños aros entrelazados llamadas rowema. Las carreras se juegan por equipos que representan a sus comunidades, pueden ser dos o más. Distancias de 200 kilómetros cuadrados son cubiertas en una carrera ininterrumpida, en la que se va empujando una pelota de encino, durante más de 24 horas. Toda la comunidad apoya y ayuda a sus competidores, les llevan agua y pinole, iluminan su camino durante la noche con ocotes encendidos, les echan porras, y hasta corren con ellos.


De acuerdo a su cosmovisión, los tarahumaras se saben parte integrante de la tierra que habitan, de la naturaleza y por lo tanto del universo. La tierra es la vida y si un rarámuri es despojado de ella, como ha ocurrido a muchos, pierden la esencia de su ser. En su concepción Dios el “Onorúame”, es padre y madre al mismo tiempo.

Los rarámuri valoran más a las personas que a las cosas y el respeto al ser humano es esencial en su cultura, de tal forma que una ofensa o falta cometida en agravio de un semejante puede ser causa de enfermedades que no se curarán hasta que el error sea enmendado. Compartir es la base de su sociabilidad y cuando para hacer una tarea (como levantar una casa, una cerca o cosechar) una persona recibe el beneficio del trabajo comunitario y debe agradecerlo preparando tesgüino para todos los participantes, que no aceptarán nada más a cambio.

Los Rarámuri


Los rarámuri sólo rezan ornamentalmente en forma ocasional; para ellos la danza es su oración; con la danza piden perdón, piden la lluvia, dan las gracias por ella y por la cosecha; danzando ayudan a repá betéame (el que vive arriba), para que no pueda ser vencido y predomine sobre “el que vive abajo” o sea reré betéame, el diablo.


Rehúyen al hombre blanco, al mestizo o “chabochi” porque engaña, roba, acumula, despoja, invade sus tierras, es ventajoso, destruye el bosque, no comparte ni es justo; todo esto se contrapone a los valores rarámuris que llevan hasta sus últimas consecuencias. El hambre, la desnutrición y las enfermedades que se han sufrido en las últimas décadas, son consecuencia del despojo masivo de sus tierras, proceso del que han sido víctimas durante el presente siglo y que hasta la fecha continúa.


Hubo otros tiempos mejores, de ellos tenemos el testimonio del noruego Carl Lumholtz que hace un siglo convivió largamente con los rarámuri: No se conocen allí las enfermedades pulmonares… su resistencia es verdaderamente fenomenal… el rasgo más notable de estos indios es la maravillosa salud que tienen y que se les advierte desde luego…


La cultura rarámuri no es inferior ni superior a la nuestra, es diferente, y tiene tanto derecho a existir y a exigir que se le respete como cualquier otra cultura. Tiene muchos valores que nosotros deberíamos aprender y practicar. Los rarámuri son la conciencia de la sierra.

A SUS 23 AÑOS, Lorena, corredora de origen tarahumara, hace honor al endónimo de “pies ligeros” del pueblo rarámuri: el pasado 9 de junio obtuvo el tercer lugar en la categoría senior del Ultramaratón Tenerife Bluetrail, una competencia de 102 kilómetros y que reunió a 2 mil 400 corredores de 38 países.

En 20 horas, 11 minutos y 37 segundos, Lorena atravesó senderos del Parque Nacional del Teide, arropada con su indumentaria tradicional: un vestido floreado, pañuelo al cuello y un par de huaraches.

Pero no fue sola a Europa. Sus hermanos Mario, de 37 años, y María Juana, de 18, también corren y representaron al municipio de Guachochi, Chihuahua —de donde son originarios— y a México en Tenerife. Eréndira Aquino – Newsweek

Tarámuri-se: CALVIN WARS, En+coleira+ar, Maior encontro dos povos indígenas do Brasil será on-line, “Vamos seguir resistindo”: recado dos povos da floresta, Pensar as Resistências, Aprender com os Povos Indígenas, Protea, Pambu Njila

Playlist “me curar de mim”

Eu adoro essa canção, ela fala com a gente de uma forma mais íntima, de um jeito meio abrupto, aquele sacode que faz a gente levantar e se enxergar, não como um deus, um senhor ou senhora perfeição, mas sim como aquilo que irremediavelmente somos, como fracos, como errantes, como seres humanos. Me curar de mim é uma canção da cantora Flaira Ferro, acho que já disse aqui em algum post o quanto estou apaixonada pelas músicas dela, mas não vem ao caso, escolhi o nome dessa canção pra dar título a minha playlist de hoje porque faz bem a gente promover o autocuidado, então… Um pouco de canções sobre cura, e essas coisas.

1 – Me curar de mim – Flaira Ferro

“Pra me encher do que importa
Preciso me esvaziar
Minhas feras encarar
Me reconhecer hipócrita”

Nessa canção, a cantora pernambucana faz uma verdadeira terapia. É importante dizer em voz alta os nossos defeitos, se despir, se reconhecer “hipócrita”, pois é só assim que podemos nos reconstruir, entendendo que não somos perfeitos.

2- Eu apenas queria que você soubesse – Gonzaguinha

“E que a atitude de recomeçar é todo dia toda hora
É se respeitar na sua força e fé
E se olhar bem fundo até o dedão do pé”

Gonzaguinha é um grande compositor, inegável. Nessa canção, o cantor fala da importância de se amar e que se amar tem a ver com “se entender”.

E ah, não tenha medo de novas feridas, pois é isso que a vida nos ensina.

3 – Me sinto ótima – Banda do mar

“Cansei de carregar milhões de medos
Das pessoas que me cercam e me pesam de agonia
Eu já tenho lá os meus anseios, os meus receios
Que eu perco com a luz do dia
Eu tenho acordado cedo e me sinto ótima”

Gostinho de coragem, de seguir sua própria trilha? Então, acorda cedinho e tenta. Tentar é importante.

4- Simples assim – Lenine

“Viver é uma paixão do inicio, meio ao fim

Pra quê complicação, é simples assim
É, eu ando em busca dessa tal simplicidade
É, não deve ser tão complicado assim”

Essa é sobre desacelerar, sobre tentar olhar a vida por uma perspectiva mais simples e eu sei que gente sabe que não é, mas é importante tentar descomplicá-la. O simples é bonito.

5 – Born this way – Lady Gaga

“Não há nada de errado em amar quem você é
Ela dizia: Pois Ele te fez perfeita, querida
Então levante a sua cabeça, garota, e você irá longe
Me escute quando eu digo

Eu sou linda do meu jeito
Pois Deus não comete erros
Estou no caminho certo, querido
Eu nasci assim”

E pra terminar com chave de ouro, a icônica música dessa deusa do pop. Uma música sobre aceitar quem somos, do jeito que somos, nossas escolhas, nossa beleza. Você é lindx!

Vamos dançar?!

Cure-se: Medicinal Vibes, Linha reta, spa day by home, Effortless Meditation ou Meditação Sem Esforço, Some of the best House M D songs, Bidu Sayão, Quebrada Queer, Dinâmicos

Xibom Bombom

Uma coisa que a Bahia tem, mas é pouco valorizada, são as canções de protesto disfarçadas de música pop o suficiente para fazer sucesso no Carnaval. Ou, pelo menos, tinha.

Em Salvador, nos anos 1990, o Carnaval era o momento mais viável e importante para lançar uma música. Tudo que você precisasse dizer tinha que estar numa canção carnavalesca. Isso denuncia muita coisa, como por exemplo a limitação de divulgação cultural em Salvador com relação a bandas novas que não ritmavam apenas axé, a exigência das gravadoras quanto ao ritmo, etc.

Mas, naquela época, não era difícil fazer música boa. Axé não era só um “prefixo de verão” com vogais narrando um amor sazonal.

Em 1999, por exemplo, “Xibom Bombom” foi o maior sucesso do grupo As Meninas, na verdade, praticamente, único sucesso de uma girlband que não durou muito. O refrão, sem sentido e pegajoso, é apenas um enfeite para a verdadeira letra da música, que começa assim:

“Analisando
Essa cadeia hereditária
Quero me livrar
Dessa situação precária

Onde o rico cada vez
Fica mais rico
E o pobre cada vez
Fica mais pobre
E o motivo todo mundo
Já conhece
É que o de cima sobe
E o de baixo desce.”

E desencadeava em:

“Mas eu só quero
Educar meus filhos
Tornar um cidadão
Com muita dignidade
Eu quero viver bem
Quero me alimentar
Com a grana que eu ganho
Não dá nem pra melar.”

Sinto muito se você leu até aqui achando que não seria um pequeno texto politizado, mas: em 1999, As Meninas cantavam a realidade de um governo FHC que fazia o pobre descer ainda mais, desde 1995. Hoje, 2017, voltamos a encenar esse quadro em que “o de cima sobe e o de baixo desce”. Por que será, não é mesmo?

Deixarei a versão original, por si só maravilhosa. E tem no Spotify.

Aos que dificilmente toleram uma “cultura inferior das massas”, bom mesmo é o comentário de Nuno Britto, no vídeo: “teoria marxista em Nuno Britto… melhor forma de aprender a luta de classes! ”.

Não existe nada mais atual.

Xibomze-se: Lá Vem o Brasil Descendo a Ladeira, O Poder Que A Bunda Tem, Clarice Lispector do Samba, Clara Nunes., Candidato Caô Caô, PENA DE MORTE, Cambalache, O Dia em que a Terra Parou, De Jobim a Hermeto, Love vigilantes, Um dia, um ladrão