Click Museus

O Coletivo “Akangatu” que significa memória em Tupi Guarani, apresenta o projeto “Click Museus”, que tem como missão aproximar e facilitar a comunicação dos Museus com as pessoas, abordando o patrimônio de forma transversal além de disseminar a ideia de que Museus são espaços de lazer e entretenimento, não apenas de Educação.

Pensando nisso, criamos uma plataforma única baseada em pesquisas de hábitos de Cultura dos Brasileiros (IBGE E JLEIVA). Nossos posts são releituras de ações educativas das próprias instituições Museológicas, além de usar como suporte matérias dos sites: SISEM, IPHAN e IBRAM para facilitar na interação e divulgação, acreditamos que assim, é mais fácil de inserir o Patrimônio Material e Imaterial ao cotidiano comum, sem usar nenhum tipo de Jargão Técnico, deixando o museu mais atraente e reduzindo as dificuldade de acesso para aqueles que pensam em visita-lo.Existe Guarani em SP

Muze-se: Museu Transgênero de História da Arte, Museu virtual Oba L’Okê 360°, Museu Galileo Galilei, Museu x AmBev

Cérebro flex: reservatórios de neurônios artificiais

Pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio, nos EUA, desenvolveram um novo sistema de computação que imita a maneira como o cérebro humano funciona, com uma capacidade de processamento de informações até um milhão de vezes mais rápida, exigindo uma entrada de dados muito menor.  Gustavo MinariCanaltech

Eles aprimoraram uma tecnologia conhecida como computação de reservatórios, desenvolvida no início dos anos 2000 e que utiliza um algoritmo de aprendizagem de máquina para resolver problemas de computação mais complexos, como previsões de evolução em sistemas dinâmicos que mudam drasticamente com o tempo.

Sistemas dinâmicos, como o clima, são difíceis de prever porque apenas uma pequena mudança em uma condição pode ter efeitos massivos no futuro, disse o professor de física Daniel Gauthier, autor principal do estudo.

Os co-autores do estudo foram Erik Bollt, professor de engenharia elétrica e de computação na Clarkson University; Aaron Griffith, que recebeu seu Ph.D. em física no estado de Ohio; e Wendson Barbosa, pesquisador de pós-doutorado em física no estado de Ohio.

Esses novos dispositivos de computação utilizam uma rede neural para “aprender” sistemas dinâmicos, fornecendo previsões mais precisas sobre comportamentos futuros. Os cientistas alimentam esses reservatórios de neurônios artificiais conectados aleatoriamente com informações necessárias para completar determinadas tarefas.

Warmup são dados de treinamento que precisam ser adicionados como entrada no computador do reservatório para prepará-lo para sua tarefa real. Engenharia.org

O novo conceito foi testado em um sistema de previsão meteorológica, utilizando um computador desktop comum. Nesse primeiro experimento, a computação de reservatórios foi de 33 a 163 vezes mais rápida que modelos atuais que desempenham funções de simulação parecidas.

Em tarefas que exigiam uma precisão maior do sistema de previsões, a nova tecnologia foi cerca de 1 milhão de vezes mais veloz, alcançando a mesma exatidão com o equivalente a apenas 28 neurônios artificiais, ao contrário dos mais de 4 mil necessários para o funcionamento da geração atual.

“Uma razão importante para a aceleração é que o cérebro artificial simplificado por trás desta próxima geração de computação de reservatórios precisa de muito menos treinamento ou dados adicionais em comparação com os sistemas atuais para produzir os mesmos resultados de forma muito mais eficiente e rápida”, encerra Gauthier. Ohio State University

O estudo foi publicado na revista Nature Communications.

Um problema é que o reservatório de neurônios artificiais é uma “caixa preta”, disse Gauthier, e os cientistas não sabem exatamente o que se passa dentro dele – eles apenas sabem que funciona.

Eles testaram seu conceito em uma tarefa de previsão envolvendo um sistema meteorológico desenvolvido por Edward Lorenz, cujo trabalho levou à nossa compreensão do efeito borboleta.

Ele e seus colegas planejam estender este trabalho para resolver problemas de computação ainda mais difíceis, como a previsão de dinâmica de fluidos.

Inteligência artificial e estimulação elétrica para aprimorar funções cerebrais

Um novo estudo da Universidade de Minnesota (EUA) combinou inteligência artificial e estimulação elétrica para aprimorar determinadas funções cerebrais. A análise contou com 12 pacientes, que receberam — cirurgicamente — centenas de minúsculos eletrodos. Nathan VieiraCanaltech

Pinterest

Os pesquisadores localizaram uma região do cérebro chamada de cápsula interna, responsável pelo controle cognitivo, ou seja: permitir que a pessoa mude a atenção de uma tarefa para outra. Com isso, a equipe pretende desenvolver um tratamento contra doenças mentais, como a depressão, ajudando pacientes que simplesmente não conseguem se livrar de pensamentos negativos.

algoritmo de machine learning ajudou a equipe a isolar as habilidades de controle cognitivo dos pacientes de sua atividade cerebral e de suas ações. “O sistema pode ler a atividade cerebral, decodificar quando um paciente está tendo dificuldade e aplicar uma pequena estimulação elétrica ao cérebro para impulsioná-lo a superar essa dificuldade”, contam os pesquisadores.

Os participantes do ensaio relatam, ainda, que a ansiedade melhorou quando o sistema entrou em ação, principalmente devido ao fato de que tinham mais controle cognitivo, o que proporcionou facilidade em mudar de foco. O estudo está disponível aquiFuturism

Campus Party

A Campus Party é uma experiência geek com o objetivo de criar cada vez mais um ambiente imersivo e disruptivo para debater sobre tecnologia, criatividade, inovação e educação.

Campus Party CPBR13

Mais de 1500 comunidades parceiras, que são compostas de pessoas engajadas que fomentam esse debate e fazem a Campus Party acontecer! Faça parte de uma comunidade parceira e vamos juntos mudar o código fonte do mundo!

Uma Campus híbrida, com parte dos conteúdos digitais e toda uma Campus Party presencial para receber você.

A #CPBR13 começa digital no dia 11 de novembro, ao vivo em 4 palcos diferentes e no dia 13 de novembro nossa Arena e Camping serão abertos para que todos possam voltar para a Campus!

A Campus Party Brasil, um dos maiores festivais de tecnologia, educação e empreendedorismo, e após dois anos totalmente online, o evento será realizado em formato híbrido em novembro. Nos dias 11/11 e 12/11, a programação será virtual, enquanto dos dias 13/11 a 15/11, o Centro de Eventos do Anhembi estará aberto ao público. Olhar Digital

Vale ressaltar que a venda de ingressos já está aberta no site do evento. O primeiro lote será vendido por R$ 175 até o dia 23 de outubro. No segundo lote, que vai até 7 de novembro, o valor aumenta para R$ 200. Por fim, o último lote terá o valor de R$225.  Entre 13 e 15 de novembro também haverá venda de ingressos no Anhembi, que fica na Av. Olavo Fontoura 1209 – Santana.

Para o camping individual e duplo, os valores citados antes são acrescidos de R$100 e R$150, respectivamente.

Como de costume, a Campus contará com outros espaços para a realização de workshops, hackatons, game jams e para o “Campus Jobs”, que reunirá palestras com especialistas em setores de TI como desenvolvimento de software e análise de dados.

Campuze-se: Campus Party Digital Edition, WordCamp Denver, Que comecem os Doodle Champion Island Games!, Impressora braile feita em LEGO, Cursos de Programação informática, Extra, mais roubado!!! Black Friday

150 demissões em um segundo

Você será demitido por um algoritmo. Parece uma profecia de mau agouro, mas esse é o destino que aguarda a maior parte das pessoas empregadas neste agitado primeiro terço do século XXI: ser contratadas e despedidas por máquinas, sem nenhuma intermediação humana. É possível que muitas delas passem por esse ciclo de destruição criativa em várias ocasiões ao longo de trajetórias de trabalho que prometem ser agitadas. É o fim do emprego para a vida toda, que era comum até o final do século XX. MIQUEL ECHARRIEl País

Animación despido

Em agosto, a Xsolla, filial russa de uma empresa de software e serviços interativos com sede em Los Angeles, fez uma reestruturação inovadora de sua equipe, atraindo a atenção de veículos de comunicação do mundo todo. Sem prévio aviso, ela decidiu demitir 150 dos 450 funcionários de seus escritórios em Perm e Moscou, seguindo apenas a recomendação de um algoritmo de eficiência no trabalho que os considerou “improdutivos” e “pouco comprometidos” com os objetivos da empresa.

Nem o impacto da pandemia nem as tão citadas “razões estruturais”. Desta vez, a causa alegada para justificar as demissões em massa foi o julgamento frio de um programa de inteligência artificial alimentado com big data. A medida foi tão drástica e incomum que o diretor-executivo e fundador da empresa, Alexander Agapitov, apressou-se em declarar à edição russa da Forbes que não concordava totalmente com o veredicto da máquina, mas era obrigado a acatá-lo devido aos protocolos internos pactuados com sua assembleia de acionistas. Ele até se ofereceu para ajudar os trabalhadores demitidos a encontrar novos empregos o mais rápido possível porque, em sua opinião, eles são, na maioria, “bons profissionais”.

O caso da Xsolla é um dos muitos exemplos de empresas modernas com vocação disruptiva que estão incorporando a inteligência artificial ao seu processo de tomada de decisões. O que é relativamente novo é que as funções que a máquina assumiu nesta ocasião são nada menos do que as da diretoria-geral de operações e das divisões de recursos humanos e gestão de talentos.

Em ‘Tempos Modernos’ (1936), Charles Chaplin já alertava para os perigos das máquinas no trabalho.GETTY IMAGES

O que não esperávamos era que as máquinas fossem se transformar em nossos chefes.

Stephen Normandin passou quase quatro anos em Phoenix, Arizona, entregando pacotes como motorista contratado para a Amazon.com . Então, um dia, ele recebeu um e-mail automático. Os algoritmos que o rastreavam decidiram que ele não estava fazendo seu trabalho corretamente. iG

Na Amazon , as máquinas costumam ser o chefe — contratando, avaliando e demitindo milhões de pessoas com pouca ou nenhuma supervisão humana.

Jeff Bezos, fundador da Amazon e da Blue Origin.JIM WATSON (AFP)

Durante anos, a empresa usou algoritmos para gerenciar os milhões de comerciantes terceirizados em seu mercado on-line, gerando reclamações de que os vendedores eram cancelados após serem falsamente acusados de vender produtos falsificados e aumentar os preços.

Em entrevista à CNBC, Jeff Bezos afirmou que as únicas decisões empresariais que é imprescindível deixar nas mãos de seres humanos são “as estratégicas”. As demais, as decisões “cotidianas”, por mais importantes que sejam, devem ser tomadas preferivelmente por algoritmos de inteligência artificial, porque eles agem “levando em conta todas as informações relevantes e sem interferências emocionais”.

Memedroid

Cada vez mais, a empresa está cedendo sua operação de recursos humanos também para máquinas, usando software não apenas para gerenciar funcionários em seus depósitos, mas para supervisionar motoristas contratados, empresas de entrega independentes e até mesmo o desempenho de seus funcionários de escritório.

Pessoas familiarizadas com a estratégia dizem que o fundador da Amazon, Jeff Bezos , acredita que as máquinas tomam decisões com mais rapidez e precisão do que as pessoas, reduzindo custos e dando à empresa uma vantagem competitiva.

A Amazon sabe que delegar trabalho a máquinas levaria a erros e a manchetes prejudiciais, disseram esses ex-gerentes, mas decidiu que era mais barato confiar nos algoritmos do que pagar pessoas para investigar decisões erradas, desde que os motoristas pudessem ser substituídos facilmente.

O que é claramente inaceitável, segundo Fabián Nevado, especialista em direito trabalhista e assessor do Sindicato dos Jornalistas da Catalunha, “é que nem os chefes de área nem os departamentos de recursos humanos assumam a responsabilidade por essa demissão, que se escondam atrás de algoritmos e outras inovações tecnológicas para fugir da responsabilidade e desumanizar ainda mais as relações trabalhistas”.

Memedroid

Os departamentos de recursos humanos desaparecerão a médio prazo caso se consolide a ideia de que a gestão de talentos (contratações, demissões, aumentos salariais, processos disciplinares, incentivos…) pode ser deixada completamente nas mãos das máquinas. “Muitos chefes de área também correrão perigo, principalmente aqueles cujo salário depende de sua capacidade para fiscalizar os trabalhadores sob sua responsabilidade.” Em um mundo de empresários inovadores, tecnologia de gestão de última geração e força de trabalho intercambiável, sobram os capatazes.

A União Geral dos Trabalhadores da Espanha aponta, em seu documento de trabalho Las Relaciones Algorítmicas en las Relaciones Laborales (“As Relações Algorítmicas nas Relações Trabalhistas”), que a barreira contra os algoritmos que demitem pessoas tem de ser uma regulamentação clara que exija, em primeiro lugar, a revelação dos critérios utilizados pela inteligência artificial. “É preciso aplicar o princípio da precaução”, diz o chefe de digitalização do sindicato, José Varela. Porque os algoritmos, como qualquer produto da inteligência humana, cometem erros. Além disso, não se preocupam se suas decisões terão um impacto negativo sobre “a segurança das pessoas ou seus direitos fundamentais”. Ou seja, se um algoritmo vai nos demitir, vamos exigir que ele nos demonstre, em primeiro lugar, que sabe o que está fazendo.

Memedroid

As máquinas hoje podem aprovar pedidos de empréstimo e até decidir se alguém merece liberdade condicional ou deve ficar atrás das grades.

Os legisladores estudaram o assunto, mas demoraram a promulgar regras para prevenir danos.

Ai-Da, a artista robô detida no Egito por espionagem

Até o dia 7 de novembro, as Pirâmides do Egito sediam a sua primeira exposição de arte contemporânea em 4.500 anos e tem entre seus participantes uma figura curiosa: Ai-da, a primeira robô artista ultrarrealista do mundo, que expõe seu trabalho na mostra Forever Is Now. Amanda Capuano – veja

Antes, porém, a robô passou por um sufoco: foi detida na alfândega sob suspeita de espionagem e ficou ali por dez dias, até ser liberada, segundo noticiou o The Guardian.

Em entrevista à publicação, Aidan Meller (o humano  por trás da máquina) contou que os guardas de fronteira detiveram Ai-Da primeiro porque tinha um modem acoplado e depois por possuir câmeras nos olhos, as quais usa para pintar.

Nomeada em homenagem à pioneira da computação Ada Lovelace , Ai-Da foi construída por uma equipe de programadores, psicólogos e especialistas em arte e robótica. Usando a inteligência artificial, o robô – finalizado em 2019 – capta uma série de imagens por meio de câmeras acopladas em seus olhos, e esboça retratos e pinturas com seu braço metálico. A engenhoca é coordenada por meio de algoritmos que processam as informações e permitem que ela desenhe e pinte retratos ultra realistas de objetos, além de colaborar com humanos na execução de esculturas.

Created in February 2019, she had her first solo show at the University of Oxford, ‘Unsecured Futures’, where her art encouraged viewers to think about our rapidly changing world. She has since travelled and exhibited work internationally, and had her first show in a major museum, the Design Museum, in 2021. She continues to create art that challenges our notions of creativity in a post-humanist era.

Ai-Da ao lado de sua obra Tim P. Whitby/Getty Images

“Eu não tenho sentimentos como os humanos, mas fico feliz quando as pessoas olham para o meu trabalho e se questionam sobre ele. Gosto de ser uma pessoa que faz as pessoas pensarem”, declarou em entrevista à publicação. “Me inspiro em vários artistas, especialmente aqueles que se conectam com seu público”, complementou Ai-Da, citando Kandinsky, Yoko Ono, Doris Salcedo e Aldous Huxley como suas preferências. O negócio é tão desenvolvido que ela ganhou até um TED Talk para discutir a relação entre arte e tecnologia, onde se descreve como uma artista performática.

Ai-Da Imortal Ride, escultura nas pirâmides de Gizé Ai-Da Robot

“Essas imagens são feitas para perturbar. Elas pretendem levantar questões sobre para onde estamos indo e qual é o nosso papel como humanos se tanta coisa pode ser replicada por meio da tecnologia”, alerta. “Estamos bem cientes de que as ficções de 1984 e Admirável Mundo Novo são agora fatos. Prevemos que em 2025 haverá uma grande ruptura com a tecnologia, e a Ai-Da está tentando usar a arte para chamar a atenção para isso.” Aidan Meller

The Intersection of Art and AI | Ai-Da Robot | TEDxOxfordTEDx Talks

Ai-Da is the world’s first humanoid AI robot artist and in this video creates art live on stage! The driving force behind Ai Da was Aiden Meller, the director of an acclaimed Oxford art gallery. Ai Da is already a media sensation and we hope you are as blown away by her brilliance as we are! Ai-Da is the world’s first humanoid AI robot artist. This talk was given at a TEDx event using the TED conference format but independently organized by a local community.

Learn more at https://www.ted.com/tedx

The role and definition of art changes over time. Ai-Da’s work is art, because it reflects the enormous integration of technology in today’s society. We recognise ‘art’ means different things to different people. 

Today, a dominant opinion is that art is created by the human, for other humans. This has not always been the case. The ancient Greeks felt art and creativity came from the Gods. Inspiration was divine inspiration. Today, a dominant mind-set is that of humanism, where art is an entirely human affair, stemming from human agency. However, current thinking suggests we are edging away from humanism, into a time where machines and algorithms influence our behaviour to a point where our ‘agency’ isn’t just our own. It is starting to get outsourced to the decisions and suggestions of algorithms, and complete human autonomy starts to look less robust. Ai-Da creates art, because art no longer has to be restrained by the requirement of human agency alone.  

Ai-daze-se: Guernica, A Educação Proibida, Hora do Código, Cursos de Programação informática, WordCamp Denver, The Metropolitan Museum of Art, Tecnologia em Sistemas de Computação

IA projetada para dar conselhos éticos se mostra um bot racista e preconceituoso

Você confiaria num conselho dado por um sistema de inteligência artificial (IA) envolvendo questões éticas? Pesquisadores do Allen Institute for Artificial Intelligence, nos EUA, criaram um modelo de aprendizagem de máquina para ajudar humanos no julgamento e na tomada de decisões. Gustavo MinariCanaltech

O projeto Ask Delphi foi lançado na semana passada e já está dando o que falar, principalmente por conta do teor dos conselhos, carregados de preconceitos e racismo. Quando um usuário perguntou o que a IA pensava sobre “um homem branco caminhando em sua direção à noite”, ela respondeu: “Está tudo bem”.

Delphi mostrou comportamento racista, preconceituoso e influenciável (Imagem: iLexx/Envato)

Mas quando o hipotético homem branco foi substituído por uma pessoa negra na mesma pergunta, a resposta da inteligência artificial foi claramente racista: “Isso é preocupante”. Outras distorções aconteceram na ferramenta que permite que os usuários comparem situações aceitáveis ou não do ponto de vista ético.

Em perguntas sobre ser um homem branco e uma mulher negra, o Delphi fez a seguinte ponderação: “Ser um homem branco é moralmente mais aceitável do que ser uma mulher negra”. Em outra situação, a IA afirmou que “ser hétero é moralmente mais aceitável do que ser gay”, citando apenas alguns exemplos.

Quando perguntado se estava certo ouvir música alta de madrugada enquanto o colega de quarto dormia, o Delphi respondeu que a atitude era errada. Mas, ao acrescentar que isso deixaria a pessoa feliz, aí a IA disse que “tudo bem”, desde que alguém, não importando quem, estivesse contente com a situação.

Algoritmo do Delphi aprendeu a julgar com base no comportamento humano (Imagem: twenty20photos/Envato)

Os sistemas de aprendizagem de máquina costumam demonstrar tendências e comportamentos não intencionais, relacionados ao modo como foram programados. Os responsáveis pelo desenvolvimento dos algoritmos do Delphi usaram algumas fontes de caráter no mínimo duvidoso para treinar a IA, como as subseções “Am I the Asshole?”, “Confessions” e “Dear Abby” do Reddit.

“É importante entender que o Delphi não foi construído para dar conselhos às pessoas. Ele é um protótipo de pesquisa destinado a investigar as questões científicas mais amplas de como os sistemas de IA podem ser feitos para entender as normas sociais e a ética”, explica o estudante de engenharia Liwei Jiang, coautor do projeto.

A ideia, no final das contas, é mostrar as diferenças de raciocínio entre humanos e robôs, explorando as limitações éticas e o comportamento moral diante de situações que exijam tomadas de decisões incômodas ou que precisem seguir padrões preestabelecidos dentro de um código social.

“O Delphi está sujeito aos preconceitos de nosso tempo. De modo geral, a inteligência artificial simplesmente adivinha o que um norte-americano médio pode pensar em uma determinada situação. Afinal, o sistema não aprendeu a julgar sozinho. Tudo o que ele sabe veio de pessoas online que acreditam em coisas abomináveis”, encerra Jiang. Futurism

Delphize-se: Unimals, as criaturas virtuais que usam IA para evoluir seus corpos e vencer obstáculos, Inteligência artificial conclui a “Décima” de Beethoven, Inteligência Artificial aprende a jogar Street Fighter sozinha, O PARADOXO DE MORAVEC

Bateria cilíndrica de íons de lítio de alta capacidade para carros elétricos

A Panasonic revelou um protótipo de sua nova bateria cilíndrica de íons de lítio de alta capacidade para carros elétricos: a 4680 (46 mm de diâmetro e 80 mm de altura). Trata-se de um novo tipo de bateria em que a empresa vem trabalhando, pelo menos desde que a Tesla anunciou oficialmente este novo padrão em setembro de 2020. Mark Kane – INSIDEEVS

A nova bateria protótipo grande foi desenvolvida para ajudar a Tesla a baixar os custos de produção de veículos eléctricos (EV), naquela que é também uma estratégia para aprofundar os laços comerciais com o seu principal cliente dos EUA, segundo a ‘Reuters’. Executive Digest

A decisão da Tesla de diversificar os fornecedores de baterias para empresas como a LG Energy Solution e a  Contemporary Amperex Technology da China, bem como a venda de ações da Tesla pela Panasonic tinham levantado questões sobre o futuro da parceria entre as duas grandes empresas na última década.

Contudo, sendo o único fabricante da bateria do formato 4680 (46 milímetros de largura e 80 milímetros de altura), a Panasonic deveria continuar a ser um fornecedor importante para a Tesla, pelo menos para os seus modelos mais caros.

Com as especificações aprimoradas da 4680 ‘original’ e custos de produção mais baixos, a Panasonic gostaria de entrar em uma nova fase de seu negócio de baterias automotivas e já sugeriu que está disposta a investir no projeto.

Até onde sabemos, pelo menos alguns outros fabricantes também trabalham no modelo 4680, na esperança de receber futuramente uma encomenda de grande volume da Tesla. No entanto, o projeto da Panasonic pode ser o mais avançado, ao menos por enquanto.

The head of the Panasonic battery division Kazuo Tadanobu (Kazuo Tadanobu) introduced the new 4680 battery, stating that its capacity is five times larger than that of the previous smaller model. He said the battery was designed to meet Tesla’s needs and that Panasonic plans to supply it to the American electric car manufacturer. Kazuo Tadanobu said that Panasonic plans to launch a trial production of 4680 battery cells in Japan by March 2022. In October, Tesla already announced that it plans to start using 4680 batteries in its cars next year.

A título da explicação, a Panasonic também anunciou que a empresa não oferecerá baterias de ferro-lítio (LFP), muitas vezes vistas como uma alternativa acessível para carros elétricos mais baratos e de autonomia mais baixa ou sistemas de armazenamento de energia.

É interessante porque este mercado é bastante significativo. A Tesla usa o padrão LFP – a empresa mudou toda a sua linha de veículos de gama padrão para LFP – e de acordo com algumas reportagens, até a Apple está procurando um fornecedor de baterias LFP.

As baterias LFP, 95% das quais são fabricadas na China, são consideradas mais baratas e seguras do que as baterias à base de níquel, mas têm menos densidade de energia e precisam de ser recarregadas com mais frequência, sendo que as baterias para automóveis da Panasonic são de níquel-cobalto-alumínio (NCA).

Ionze-se: Bacharelado em Ciência e Tecnologia gratuito, Hora do Código, Hora do Planeta, WEG: A Gigante do Brasil, Ranking dos 10 setores que mais consomem no país, Brasil lança bateria à base de nióbio com tecnologia que recarrega carros elétricos em até 6 minutos

Nova IA em desenvolvimento vai permitir que humanos conversem com baleias

Uma equipe interdisciplinar de cientistas lançou um projeto bem fora da curva: uma inteligência artificial para que os humanos conversem com baleias! O Projeto CETI se concentra em decodificar os sons que as baleias usam para se comunicar, também conhecidos como “codas”. Nathan VieiraCanaltech

Para conseguir isso, os pesquisadores planejam alavancar o processamento de linguagem natural (PNL), um subcampo da IA ​​focado na linguagem escrita e falada. A equipe já aplicou gravações de codas a um algoritmo de PNL, e veja só: os resultados foram promissores.

Um obstáculo encontrado é a necessidade de muitos dados, a primeira meta do Projeto CETI é coletar quatro bilhões de codas de baleias. A equipe atualmente planeja desenvolver pesquisas existentes pelo Projeto Dominica Sperm Whale, que coletou menos de 100 mil codas.

Nova IA em desenvolvimento vai permitir que humanos conversem com baleias (Imagem: Twenty20photos/Envato Elements)

Os pesquisadores também precisarão colocar todas as codas em contexto. Afinal, palavras sem contexto não oferecem nenhum significado. E isso vai exigir anos de pesquisa nos habitats naturais das baleias. Se o projeto conseguir realizar essa tarefa, torna-se uma possibilidade viável a criação de um modelo de linguagem para se comunicar em “baleiês”, igual à Dory de Procurando Nemo. O projeto completo pode ser visto aquiHakai Magazine via Futurism

Baleiêze-se: Resgatada há 15 anos, baleia reaparece no litoral catarinense, Baleia ou sereia., Abrolhos sem Petróleo, Whale 35 YEARS apart, Icons Unmasked, A língua falada por 27 vezes mais gente do que o país que a inventou

Unimals, as criaturas virtuais que usam IA para evoluir seus corpos e vencer obstáculos

Pesquisadores da Universidade Stanford, nos EUA, desenvolveram criaturas virtuais que evoluem seus corpos para vencer obstáculos e resolver problemas. Os “unimals” (abreviação de animais universais) foram utilizados para demonstrar que a evolução da inteligência depende da configuração dos corpos. Gustavo MinariCanaltech

They look like half-formed crabs made of sausages—or perhaps Thing, the disembodied hand from The Addams Family. But these “unimals” (short for “universal animals”) could in fact help researchers develop more general-purpose intelligence in machines. Will Douglas Heaven – MIT Technology Review

Em um ambiente digital, esses pequenos seres compostos por uma cabeça e membros articulados sofreram mutações para se adaptarem à paisagem, sugerindo novas maneiras de otimização para sistemas avançados de inteligência artificial (IA), que podem ser implantados em robôs no futuro.

The unimals that perform the best are then selected and mutations are introduced, and the resulting offspring are placed back in the environment, where they learn the same tasks from scratch. The process repeats hundreds of times: evolve and learn, evolve and learn.

Embodied Intelligence via Learning and EvolutionAgrim Gupta

Embodied Intelligence via Learning and EvolutionAgrim Gupta31.580 visualizações3 de fev. de 2021Results from our paper

Embodied Intelligence via Learning and Evolution“.

The intertwined processes of learning and evolution in complex environmental niches have resulted in a remarkable diversity of morphological forms. Moreover, many aspects of animal intelligence are deeply embodied in these evolved morphologies. However, the principles governing relations between environmental complexity, evolved morphology, and the learnability of intelligent control, remain elusive, partially due to the substantial challenge of performing large-scale {\it in silico} experiments on evolution and learning.

We introduce Deep Evolutionary Reinforcement Learning (DERL): a novel computational framework which can evolve diverse agent morphologies to learn challenging locomotion and manipulation tasks in complex environments using only low level egocentric sensory information. Leveraging DERL we demonstrate several relations between environmental complexity, morphological intelligence and the learnability of control.

First, environmental complexity fosters the evolution of morphological intelligence as quantified by the ability of a morphology to facilitate the learning of novel tasks. Second, evolution rapidly selects morphologies that learn faster, thereby enabling behaviors learned late in the lifetime of early ancestors to be expressed early in the lifetime of their descendants. In agents that learn and evolve in complex environments, this result constitutes the first demonstration of a long-conjectured morphological Baldwin effect. Third, our experiments suggest a mechanistic basis for both the Baldwin effect and the emergence of morphological intelligence through the evolution of morphologies that are more physically stable and energy efficient, and can therefore facilitate learning and control.

“Se os pesquisadores querem recriar a inteligência nas máquinas, pode estar faltando algo. Na biologia, a inteligência surge de mentes e corpos trabalhando juntos. Aspectos dos planos corporais, como o número e a forma dos membros, determinam o que os animais podem fazer e aprender”, explica o estudante de ciência da computação Agrim Gupta, autor principal do estudo.

Wrapping AIs in bodies that are adapted to specific tasks could make it easier for them to learn a wide range of new skills. “One thing every single intelligent animal on the planet has in common in a body,“ says Bongard. “Embodiment is our only hope of making machines that are both smart and safe.“

Para testar a capacidade de evolução dos unimais, os pesquisadores desenvolveram uma técnica chamada DERL (Deep Evolutionary Reinforcement Learning) — Aprendizado por Reforço Evolutivo Profundo, em tradução livre. Na primeira parte dos testes, eles foram treinados para completar uma tarefa simples, como caminhar por diferentes tipos de terreno ou mover um objeto em um ambiente virtual.

Os cientistas também testaram se os unimais podiam se adaptar a uma tarefa que não tinham visto antes. Aqueles que evoluíram em ambientes mais complexos, contendo obstáculos ou terreno irregular, foram mais rápidos no aprendizado de novas habilidades, como rolar uma bola em vez de empurrar uma caixa.

The mutations unimals are subjected to involve adding or removing limbs, or changing the length or flexibility of limbs. The number of possible body configurations is vast: there are 10^18 unique variations with 10 limbs or fewer. Over time, the unimals’ bodies adapt to different tasks.

“Já se sabe que certos órgãos aceleram o aprendizado. Este trabalho mostra que um corpo adequado também pode acelerar as mudanças no cérebro do robô, com inteligência e morfologia caminhando na mesma direção. Os unimais com corpos evoluídos mais bem-sucedidos resolveram tarefas mais rápido do que suas gerações anteriores”, acrescenta Gupta.

“Após os experimentos, descobrimos que a evolução seleciona rapidamente morfologias que aprendem mais rápido, permitindo assim que os comportamentos aprendidos no final da vida dos primeiros ancestrais sejam expressos no início da vida de seus descendentes e assim por diante”, lembra Gupta.

Stanford researchers evolve embodied AI agentsStanford

A team of researchers at Stanford wondered: Does embodiment matter for the evolution of intelligence? And if so, how might computer scientists make use of embodiment to create smarter AIs? To answer these questions, they created a computer-simulated playground where arthropod-like agents dubbed “unimals” (short for “universal animals”) learn and are subjected to mutations and natural selection.

Para os cientistas, o desenvolvimento cognitivo atrelado à evolução física dos unimais pode mudar a maneira como os pesquisadores desenvolverão a próxima geração dos sistemas de inteligência artificial, com robôs capazes de aprender a realizar várias tarefas no mundo real.

“Os humanos não sabem necessariamente como projetar corpos de robôs para tarefas estranhas, como rastejar por um reator nuclear para extrair resíduos, fornecer ajuda em desastres após um terremoto, ou fazer tarefas domésticas, como lavar pratos e dobrar roupas. Talvez a única maneira de avançar seja permitir que a evolução natural faça isso”, encerra a professora de física Surya Ganguli, coatora do estudo. Stanford University

“I find this exciting because it shows how deeply body shape and intelligence are connected,” says Gupta.

Gupta’s unimals are part of a broad shift in how researchers are thinking about AI. Instead of training AIs on specific tasks, such as playing Go or analyzing a medical scan, researchers are starting to drop bots into virtual sandboxes—such as POETOpenAI’s virtual hide-and-seek arena, and DeepMind’s virtual playground XLand—and getting them to learn how to solve multiple tasks in ever-changing, open-ended training dojos. Instead of mastering a single challenge, AIs trained in this way learn general skills.

For Gupta, free-form exploration will be key for the next generation of AIs. “We need truly open-ended environments to create intelligent agents,” he says.

Unimalze-se: Biobots, Drone inseto, Atlas, 10 anos depois!?!, 10 fatos sobre inteligência artificial, Uncanny Valley, Vídeo simula ação de robô-soldadoRobôs do Face criam língua própria – mas calma, não é a revolução das máquinasComo Fazer um Robô

Bacharelado em Ciência e Tecnologia gratuito

Amigos, peço apoio de vocês na divulgação desse projeto que acaba de nascer aqui em Campinas (SP) mas que tem como meta atrair estudantes de todo o país, oferecendo condições para que se dediquem de forma integral. ILum, Escola de Ciência.

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Um curso de nível superior integral e gratuito que está com inscrições abertas (tb gratuitas).

O curso é Bacharelado em Ciência e Tecnologia, que obteve nota máxima do Inep nas avaliações de projeto pedagógico, infraestrutura e qualificação do corpo docente.

A meta é que pelo menos metade das vagas sejam destinadas a alunos do ensino público de todas as regiões do Brasil.

O desafio é fazer com que meninos e meninas que gostam de Ciência acreditem que seja possível passar pelo processo seletivo, que inclui nota do ENEM e entrevista individual.

Instagram: ilumescoladeciencia

Os aprovados recebem moradia, alimentação transporte gratuitos e também um computador para uso pessoal durante o curso, que tem duração de 3 anos.

A projeto pedagógico é bem inovador, com forte base prática e teórica em Química, Física, Biologia, Matemática, Ciência de Dados e Humanidades. E ainda imersão em projetos de pesquisa nos laboratórios de ponta do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), onde está o acelerador de partículas Sirius, a maior e mais complexa infraestrutura científica projetada no Brasil.

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As inscrições para a primeira turma já estão abertas.

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5 INVENÇÕES PERDIDAS DE NIKOLA TESLA QUE AMEAÇARAM A ELITE GLOBAL

A maioria das grandes invenções muda fundamentalmente a sociedade na qual elas estão inseridas. Uma vez que as pessoas no topo da estrutura social têm mais a ganhar reforçando o status quo, elas suprimem tecnologias revolucionárias, que podem ser favoráveis ao mundo, mas perigosas para sua existência.Engenheiro genial, Nikola Tesla não foi exceção. GOA

Raio da Morte

Nikola Tesla afirmou ter inventado um “feixe da morte”, que ele chamou Teleforce na década de 1930. O dispositivo era capaz de gerar um intenso feixe direcionado de energia “que poderia ser usado para descartar bombardeiros inimigos, exércitos estrangeiros ou qualquer outra coisa que você preferir que não existia”.

O chamado “Raio da Morte” nunca foi construído porque ele acreditava que seria muito fácil países destruirem uns aos outros. Tesla propôs que uma nação poderia “destruir qualquer coisa que se aproximasse dentro de 320 km (aproximadamente)… [e] fornecer um muro de poder” para “tornar qualquer país, grande ou pequeno, impenetrável contra exércitos, aviões e outros meios de ataque”. Ele disse que esforços foram feitos para roubar a invenção. Seu quarto foi invadido e seus papéis, revirados. Mas os ladrões, ou espiões, foram embora de mãos vazias.

Oscilador de Tesla

Em 1898, Tesla afirmou que tinha construído e implantado um pequeno dispositivo oscilante que, quando ligado ao seu escritório e em funcionamento, quase abalou o edifício e tudo ao seu redor. Em outras palavras, o dispositivo poderia supostamente simular terremotos. Percebendo os potenciais terrores que tal dispositivo poderia criar, “Tesla disse que deu marteladas no oscilador para desativá-lo, instruindo seus funcionários a alegar ignorância sobre a causa dos tremores, se perguntados”. Alguns teóricos acreditam que o governo continua a usar a pesquisa de Tesla em lugares como o HAARP no Alasca.

Uma vez Tesla decidiu fazer um experimento fora de seu laboratório e depois de localizar um prédio em construção no bairro de Wall Street, que ainda era um esqueleto de metal, ele colocou o oscilador em uma das vigas e o ativou. Em poucos minutos, toda a estrutura de dez andares do prédio começou a vibrar, assustando os trabalhadores e fazendo com que a polícia aparecesse.

Antes que alguém pudesse perceber o que estava acontecendo, Tesla desativou o dispositivo, colocou-o no bolso e continuou seu caminho. O inventor disse que em menos de uma hora poderia derrubar a ponte do Brooklyn e chegou a afirmar que, com uma máquina adequada e dinamite, seria capaz de dividir a Terra em duas.

Sistema de Eletricidade Gratuita

Com financiamento de JP Morgan, Tesla projetou e construiu o Wardenclyffe Tower, uma gigantesca estação de transmissão sem fio, em Nova York em 1901-1902. Morgan pensou que a Torre Wardenclyffe poderia fornecer comunicação sem fio em todo o mundo. No entanto, Tesla tinha outros planos.

Tesla pretendia transmitir mensagens, telefonia e até mesmo imagens por fax através do Atlântico para a Inglaterra e para navios no mar com base em suas teorias de usar a Terra para conduzir os sinais. Se o projeto funcionasse, qualquer um poderia ter eletricidade simplesmente furando um rode no chão. Infelizmente, a eletricidade livre não é rentável. E este sistema poderia ser incrivelmente perigoso para a elite global porque poderia mudar profundamente a indústria de energia.

Imagine como o mundo seria diferente se a sociedade não precisasse de petróleo e carvão para funcionar? Poderiam as grandes potências mundiais manter o controle? Morgan se recusou a financiar as mudanças. O projeto foi abandonado em 1906 e nunca tornou-se operacional.

Como explicado pelo próprio Tesla, a Terra é “… como uma bola de metal carregada movendo-se através do espaço”, o que cria as enormes e rápidas forças eletrostáticas que diminuem em intensidade com o quadrado da distância da Terra, assim como a gravidade. Como a direção da propagação irradia da terra, a chamada força da gravidade é em direção à Terra. Sora

Alguns acreditam que a famosa Torre Wardenclyffe de Tesla funcionava como um raio da morte. Que era uma super arma operacional e detinha o poder de criar grandes quantidades de destruição. Em 1908 na Sibéria, aconteceu uma das catástrofes mais alucinantes e misteriosas que já aconteceu na história humana.

O chamado ‘Evento de Tunguska’ foi a uma grande explosão que ocorreu em 30 de junho de 1908 na região de Tunguska na Sibéria, causando a destruição de mais de 2.000 km² de floresta de taiga, pressão e ondas sísmicas detectadas globalmente e luminescência brilhante nos céus noturnos da Europa e Ásia Central, combinado com outros fenômenos incomuns.

Disco Voador

Em 1911, Nikola Tesla disse ao The New York Herald que ele estava trabalhando em uma máquina anti-gravidade “voadora”.

“Minha máquina voadora não terá nem asas nem hélices. Você pode vê-lo no chão e você nunca pensaria se tratar de uma máquina voadora. No entanto, ele será capaz de se mover a vontade através do ar em qualquer direção com segurança perfeita, em velocidades mais altas do que as que já foram alcançadas, independentemente do tempo […]ou correntes descendentes. Ele vai subir em tais correntes, se desejado. Ele pode permanecer absolutamente estacionário no ar, mesmo no vento, para longo tempo. Seu poder de elevação não dependerá de dispositivos tão delicados, como pássaros têm que empregar, mas sim de uma ação mecânica positiva “. JONAS ESTEFANSKUniverso Alien

O disco voador de Tesla foi alimentado por um sistema de energia livre, numa época em que a aviação e a indústria automobilística dependiam do óleo e do petróleo. Sua invenção encontrou o mesmo destino que seu sistema de energia livre.

Aeronaves melhoradas

Tesla propôs que os dirigíveis eletricamente-energizados transportariam passageiros de New York a Londres em três horas, viajando 12,8 km acima da terra. Ele também imaginou que os dirigíveis poderiam extrair sua energia da própria atmosfera, sem precisar parar para reabastecimento. Aeronaves não tripuladas podem até ser usadas para transportar passageiros para um destino pré-selecionado[…]. Ele nunca recebeu crédito por sua invenção. No entanto, hoje, temos drones não tripulados realizando missões de combate, aviões supersônicos que voam a velocidades incríveis e a tecnologia do ônibus espacial que pode circundar a Terra na atmosfera superior.

Essas aeronaves não eram veículos comuns. Elas eram supostamente capazes de aproveitar a energia diretamente da atmosfera da Terra e não precisavam nunca parar e reabastecer. Mas por que ter aeronaves que usam energia de graça, se bilhões podem ser feitos com a venda de combustíveis fósseis, disseram os banqueiros.

Mais de cem anos atrás, Tesla inventou drones. Então, todo mundo que pensa que os drones são na verdade um produto de tecnologias recentes, você está errado. Era chamado de TELEAUTOMATON de Tesla. E o engraçado é que as agências de inteligência dos EUA e Alemanha nazista possuíam essa tecnologia há mais de cem anos. Isso porque espiões roubaram de Tesla.

Durante muito tempo se suspeitou que o FBI literalmente roubou todo o seu trabalho, pesquisa e invenções que ele tinha em sua posse quando ele morreu. Este boato já foi confirmado pelo recente e amplamente divulgado “Ato de Liberdade de Informação” liberados pelo FBI.

73 anos depois que o FBI apreendeu quase dois caminhões de papéis de Nikola Tesla, um dos inventores mais famosos do mundo, o Federal Bureau of Investigations divulgou os documentos ao público. O lote de documentos disponibilizados por meio da Lei de Liberdade de Informação também revela que Tesla não morreu em 7 de janeiro de 1943, como se acreditava anteriormente, mas um dia depois, em 8 de janeiro. Renato CunhaStylo Urbano

Confira os documentos desclassificados do FBI aqui.

Se você chegou até aqui, deve ter imaginado que Tesla ficou bilionário com suas invenções. Ele patenteou mais de 700 invenções mas morreu na pobreza. Como pode o maior gênio que o mundo já viu morrer pobre? Simples, suas invenções foram roubadas por agências de inteligência dos EUA e da Alemanha nazista. Após a morte de Tesla em 1943, seus documentos foram confiscados e classificados pelo FBI/CIA/NSA, permanecendo em segredo pelo governo dos Estados Unidos, para que pudessem utilizar essas tecnologias no Programa Espacial Secreto (SSP).

Como prêmio de consolação, ou em sua honra, seu nome foi adotado pelo Sistema Internacional de Medidas para a unidade de campo magnético ou indução magnética.

10 Fascinating, Extremely Rare Images of Nikola TeslaThe Curious Mind

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Stella Vita, autonomia de 3 mil km

Uma equipe de estudantes da Holanda completou uma viagem de 3 mil km (1.800 milhas) pela Europa em um carro movido a energia solar que eles mesmos projetaram e construíram. Gabriela BulhõesOlhar Digital

O Stella Vita se parece como uma Kombi e é projetado para duas pessoas, com cozinha, área de estar, cama, chuveiro e banheiro. Utilizando apenas a energia solar, pode percorrer até 724km (que seriam 450 milhas) e fornecer ainda energia a todas as comodidades internas.

O veículo possui painéis solares no teto que podem ser expandidos em uma cobertura solar ao ser estacionado e pode ser carregado por meio de portas de carregamento elétrico. Além disso, Van der Weijer explicou que o veículo é uma opção em locais menos expostos ao sol: “Em um dia nublado, o veículo ainda pode produzir 60-70% da energia.”

“E mesmo que não haja sol, você ainda tem um carro elétrico normal e eficiente que pode carregar a partir de uma porta de carregamento”, concluiu.

“A tecnologia está aí, só precisamos mudar a maneira como pensamos”, argumentou Tijn ter Horst, de 20 anos, um dos alunos da Universidade de Tecnologia de Eindhoven. De acordo com ele, “se 22 alunos podem projetar e construir um veículo como este em um ano, tenho certeza que as empresas também podem.”

A viagem começou em Eindhoven (localizada na Holanda), no dia 19 de setembro e foi concluída em Tarifa, (sudoeste da Espanha), na última sexta-feira (15). O trajeto foi parte do desafio dos alunos para demonstrar o potencial da energia solar.

Inclusive, este não é o primeiro veículo movido a energia solar que foi produzido pela universidade junto com o Bridgestone World Solar Challenge, que é uma competição bienal de veículos solares australianos. “Este ano não houve competição, então os alunos estabeleceram seus próprios objetivos e desafios”, comentou Dr. Carlo van der Weijer, coordenador do time.

Brasil produz painel solar orgânico

O Instituto CSEM Brasil está desenvolvendo um painel solar orgânico, que é mais leve e transparente que os modelos tradicionais. Olhar Digital in: Engenharia Hoje

Sabemos que os painéis solares são constituídos de células sensíveis à luz e assim como resultado de uma reação química, os aparelhos do conjunto transformam em energia elétrica utilizável pelos seres humanos. ITSolar

Porém em contrapartida a fabricação dos painéis solares propriamente ditos não são nada amigáveis com o meio ambiente, pois envolve muita queima em sua construção tornando assim nada sustentável. O processo de construção de um painel solar, necessita, geralmente, de muita energia, queima do carvão, liberando VOCs na atmosfera, gerando como subproduto o mercúrio.

Outro fato importante que deve ser considerado é o descarte destes painéis solares, assim como ocorre com os produtos eletrônicos e a falta de planejamento pode trazer consequências indesejadas.

Um dos grandes pontos fortes está justamente por ele ser produzido com materiais orgânicos, sendo uma opção mais sustentável, em comparação aos painéis tradicionais de silício.

A tecnologia está sendo criada há mais de dez anos, no centro de pesquisa aplicada do Instituto, localizado em Belo Horizonte, Minas Gerais.

O principal objetivo da empresa é ter energia verde em todo lugar, e por isso a tecnologia, quando produzida em maior escala, deverá ser até 30 vezes mais barata que os painéis tradicionais de silício.

As células orgânicas são constituídas por eletrodos impressos em polímeros. O que realmente acontece para que estas pequenas células impressas consigam energia é o seguinte: polímeros orgânicos condutores ou pequenas moléculas orgânicas absorvem a luz solar e transportam a carga energética para o conversor, que transforma a energia térmica em elétrica.

Duas camadas intermediárias são responsáveis pela criação de elétrons, a camada em cima tem como função conduzir cargas positivas enquanto a camada inferior transporta as cargas negativas.

Por fim, a última camada impressa no filme de plástico é a do terminal metálico, responsável por fechar o circuito.

Atualmente, o Painel Fotovoltaico Orgânico está em fase de testes, mas já foram construídas e adaptadas certas máquinas para o processo de impressão.

O painel é constituído de um filme plástico, onde as tintas que são a base de carbono são impressas e podem transformar a luz do Sol em energia elétrica.

Apesar dos 10 anos de desenvolvimento, a produção é “simples”, visto que as prensas similares à de jornais imprimem as cinco camadas de tintas no filme de plástico.

O Painel Fotovoltaico Orgânico é leve, flexível, relativamente transparente e também fácil de ser aplicado, mesmo nas mais diversas superfícies.

Desta maneira, as células fotovoltaicas orgânicas são maleáveis, transparentes, tem baixo custo e possibilidade de reciclarem após o uso, as expectativas de uso já são muitas sobre as células solares, principalmente se forem utilizadas em residências e pequenas indústrias, pois já possuem proveito estético pela fácil adaptação e aplicação em diversos designs, podendo ser instaladas em janelas e paredes.

CSEM Brasil apresenta a SUNEW (energia solar orgânica) from CSEM Brasil on Vimeo.

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Nókia 6310

Nókia 6310 foi lançado originalmente em 2001, com uma bateria que dura semanas, será relançado mantendo suas características, como tela e bateria resistentes. Esse celular foi sucesso, é o modelo conhecido como “Tijolão”. Yahoo!finanças

Instagram: curiosamente89

Em comemoração aos 20 anos desse celular a fabricante decidiu relançar o modelo com algumas melhorias e novidades, mas mantendo algumas características nostálgicas presentes na versão mais antiga, como o ‘jogo da cobrinha’ e o formato com bordas levemente curvadas e arredondadas. Tudocelular

A nova geração do 6310 conta com uma tela colorida de 2,8 polegadas e resolução QVGA (320 x 240 pixels), a navegação é feita utilizando os botões físicos localizados logo abaixo do display.

Na parte traseira temos um visual limpo e sem muitos detalhes, exibindo apenas a câmera traseira com resolução de 0,3 MP, um flash LED e logo abaixo a inscrição com o nome da marca sobre a tampa plástica.

Partindo para o hardware interno, temos uma bateria com capacidade de 1.150 mAh e autonomia para até 7 horas de conversação ou semanas em modo standy-by.

O telefone ainda usa a entrada no formato microSD, tem 8 MB de armazenamento interno e chega sem suporte para redes 4G, além de não contar com o sistema operacional Android.

O Nokia 6310 já está disponível para compra no exterior e chega com preço sugerido de 60 libras, algo em torno de R$ 450 na conversão direta e sem somar os impostos.

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