Vegano Periférico e Veganos Pobres do Brasil

Hugo e Ross são aventureiros e gêmeos idênticos, conhecidos na internet como The Turner Twins. Entre os meses de janeiro e março, eles encararam um desafio por 12 semanas para entender os efeitos da dieta vegana no corpo humano. Hugo passou este período se alimentando sem nenhum alimento de origem animal, enquanto Ross consumiu uma dieta onívora rica em carnes. Hipeness

O experimento contou com o auxílio de pesquisadores da King’s College de Londres, que mediram o peso, colesterol e níveis de gordura corporal dos gêmeos, além de outros índices. As informações são do Bored Panda.

Ao começar a dieta vegana, Hugo pesava 84 kg e tinha 13% de gordura corporal. Ao final das 12 semanas, ele havia perdido quase 2 kg e sua gordura havia baixado para 12%. Também houve uma queda nos seus níveis de colesterol e ele comentou ter se sentido com mais energia durante a experiência e ter perdido a libido, mesmo que não consiga imaginar o que possa ter contribuído para isso.

Ross começou o experimento com 80 kg e 13% de gordura. A dieta com alto consumo de carnes fez com que ele ganhasse 4,5 kg de músculos, além de quase 2 kg extras de gordura. Com isso, seu índice de gordura subiu para 15%, enquanto o peso ficou em 86 kg

Os cientistas também coletaram amostras fecais da dupla antes e depois do experimento. Graças a isso, puderam observar que o microbioma intestinal de Hugo ganhou mais resistência a doenças crônicas, como diabetes tipo 2. Apesar disso, a diversidade microbiana intestinal de ambos foi afetada negativamente pelas dietas.

Como gêmeos univitelinos, Hugo e Ross são geneticamente idênticos, o que facilitaria a comparação dos efeitos de uma dieta em seus corpos. Além disso, os dois continuaram realizando treinamentos de resistência de cinco a seis vezes por semana e consumiam a mesma quantidade de calorias durante o período.

Vale lembrar que Hugo adotou apenas uma dieta à base de plantas durante o experimento. Ele não se tornou vegano, visto que o veganismo é um movimento que vai muito além da alimentação e envolve não compactuar com nenhuma atividade ou objeto que envolva exploração animal.

Há algumas iniciativas independentes que buscam desmistificar essa ideia e mostrar que o estilo de vida vegano não é, necessariamente, mais caro que outros. Depois do grupo Veganos Pobres no Facebook, um que tem ganho destaque é o Vegano Periférico, no Instagram. Hipeness

 

O administrador do perfil mora em Campinas (SP) e publica fotos de alimentos de origem vegetal que ele sua família consomem, além de pratos simples e nutritivos que podem ser feitos no dia a dia, sem alterar muito a rotina em comparação a quem inclui a carne na dieta. Vale a pena seguir e refletir.

Com a intenção de mostrar que o veganismo também pode ser econômico, um grupo no Facebook compartilha apenas receitas com baixo custo e zero crueldade animal. O Veganos Pobres do Brasil, criado por Caroline Soares. “Este grupo foi criado para desmistificar que veganismo é um estilo de vida caro, e você, como um Vegano Pobre, está mais do que convidado a ajudar-nos nessa missão“, diz a descrição. Hipeness

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From garden to forest e Agroflorestar

Da horta à floresta – From garden to forest. Agenda Gotsch

Agroflorestar: Semeando um mundo de amor, harmonia e fartura

Acervo Agenda Gotsch

Agenda Gotsch é o site oficial da Agricultura Sintrópica de Ernst Götsch, com centenas de horas de de registro audiovisual inédito de Ernst Götsch. Nossa limitação sempre foi a edição que é muito cara e demorada. Mas agora, graças ao apoio dos nossos assinantes, podemos retomar aos poucos esse arquivo e compartilhar aqui com vocês.

Floreze-se: Vamos plantar água?, Ernst Götsch – o guru da agrofloresta, Neste Chão Tudo Dá, Cursos online e gratuitos sobre agrofloresta, permacultura e ecodesign, Ouro verde e proteção do Planeta, Os Guarani convocam povo de SP para proteger Terra Indígena Jaraguá, Muvuca, 20 ideias para girar o mundo – Ailton Krenak, Peter Webb, TODOS OS SONS (cantos indígenas)

Perda de 25% no número de insetos

Os insetos são os mais variados e abundantes animais que existem, superando a humanidade em 17 vezes. O novo estudo combinou 166 pesquisas de longo prazo de quase 1.700 locais, determinando um declínio no número de espécies no mundo todo, até à data uma queda de 25% no número destes animais nos últimos trinta anos. Vivimetaliun

Vale notar que o número de insetos de água doce tem aumentado 11% a cada década, graças a ações para limpar rios e lagos poluídos. No entanto, esse grupo representa apenas 10% das espécies existentes e não poliniza culturas. Padrões de variação sugerem que os fatores em escala local provavelmente são responsáveis ​​por muitas mudanças nas tendências da população, fornecendo esperança para ações de conservação direcionadas. Science

A perda de insetos é causada por destruição de habitats, uso de pesticidas e poluição. O impacto da mudança climática ainda não é claro, embora existam exemplos locais que indiquem relações preocupantes.

Por exemplo, níveis maiores de dióxido de carbono estão reduzindo os nutrientes nas plantas e por consequência a abundância de gafanhotos nas pradarias do Kansas, nos EUA. Isso pode estar acontecendo no mundo todo – não sabemos. [TheGuardian]

 

Em um mundo mais quente, insetos famintos causarão maiores danos à agricultura, alertou um novo estudo publicado na revista científica Science.

O ataque de pragas às plantações responde atualmente por cerca de 10% das perdas de produção agrícola, mas se nada for feito para interromper a trajetória de aquecimento global, essa taxa pode aumentar até o final do século, prevê a pesquisa da Universidade de Washington, nos EUA. exame.

A explicação é simples: à medida que sobem as temperaturas aumenta a taxa metabólica e o crescimento populacional dos insetos problemáticos. Na linha de frente desse processo, encontram-se três culturas básicas – arroz, milho e trigo.

O estudo surge no momento em que vários governos no mundo estão se tornando menos tolerantes com o uso de pesticidas, ao mesmo tempo em que especialistas da natureza alertam para a redução do número de insetos polinizadores benéficos para as plantações, como as abelhas.

Os investigadores focaram-se nos artrópodes, que incluem os insetos invertebrados com exoesqueleto (esqueleto externo) e vários apêndices articulados, como gafanhotos, moscas e mosquitos, borboletas ou formigas e ainda aranhas, escorpiões e centopeias, comparando dados da década de 70, e concluíram que a biomassa destes animais tinha diminuído entre 10 a 60 vezes. Visagricola

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INTRODUÇÃO A FERMENTAÇÃO SELVAGEM

A fermentação selvagem transforma e preserva os alimentos através da ação de bactérias e começou a fermenta-los há milhares de anos, motivados pela necessidade de preservar os alimentos. O interesse de algumas pessoas em alimentos fermentados deve-se por causa da alquimia e sabores interessantes que são criados e outros pelos inúmeros benefícios. Jardim do Mundo

A fermentação selvagem está baseada em criar as condições para que organismos naturalmente prosperem e proliferem. Ela não necessita de alta tecnologia. Faz parte de rituais ancestrais que nós humanos temos realizado através das gerações. É uma conexão com a magia do mundo natural e com nossos antepassados, os quais através de suas práticas e observações nos permitem desfrutar ainda hoje os benefícios de todas essas transformações.fermentação selvagem

A regra é deixar que a natureza realize o processo em que as culturas de micro-organismos já presentes nas frutas e vegetais fermentem o alimento, com o mínimo de interferência externa possível.

Mais de 70% das células responsáveis pelo nosso sistema imunológico se encontram no intestino, por isso ingerir fermentados é uma das melhores formas de prevenir várias doenças. Além de aumentar a imunidade e equilibrar a microbiota intestinal, o consumo de alimentos fermentados oferece outros benefícios:

– Facilitam a digestão dos alimentos, pois os micro-organismos fermentadores degradam açúcares e proteínas em moléculas menores.

– Aumentam a biodisponibilidade de nutrientes, pois no processo de fermentação muitos fatores antinutricionais são degradados. Além disso, a fermentação pode aumentar a concentração de vitaminas e minerais.

– Melhoram a imunidade, pois alimentos fermentados são ricos em bactérias probióticas, essenciais para o bom funcionamento do sistema imunológico da mucosa do sistema digestório, ajudando na produção de anticorpos que combatem agentes patogênicos.

– Favorecem o processo de detoxificação, pois os alimentos fermentados são excelentes quelantes de toxinas e metais pesados, facilitando sua eliminação pelo organismo.

– Auxiliam a modular o humor, podendo prevenir ou tratar depressão e ansiedade.

– Contribuem para a reposição da microbiota intestinal após o uso de antibióticos.

A fermentação básica de vegetais envolve apenas dois ingredientes: vegetais e sal. Especiarias adicionam variedade. Use vegetais e especiarias orgânicas para evitar produtos químicos que possam interferir no processo de fermentação. E use sais minimamente processados ​​e livres de aditivos. O sal marinho (não refinado) contém cerca de 84 elementos/minerais importantes na saúde humana, que são eliminados ou extraídos para a comercialização durante o processo na produção do “sal” refinado.

O sal de mesa comum, por exemplo, NÃO é uma boa escolha. Provavelmente contém iodo e agentes antiaglomerantes que podem inibir o processo de fermentação. Os sais colhidos naturalmente que não são submetidos aos processos comerciais comuns oferecem os melhores resultados.

Recomendamos sais marinhos ou sal rosa do Himalaia que são extraídos com métodos naturais e ecológicos. Dado pouco ou nenhum processamento adicional, eles retêm minerais e outros componentes naturais benéficos para nossa alquimia.

Água limpa também é essencial para uma fermentação bem-sucedida. Água diretamente da torneira NÃO é uma boa escolha. O cloro ou cloramina que as estações municipais de tratamento de água adicionam ao suprimento de água para matar bactérias nocivas também mata as bactérias benéficas da fermentação. Infelizmente, muitas águas engarrafadas, apesar de serem rotuladas como “água de nascente”, podem conter o mesmo cloro e cloraminas que inibem o processo que estão na água da torneira. A água boa e testada do poço funcionará – desde que não contenha minerais como enxofre e ferro que podem afetar o sabor dos alimentos fermentados.

A melhor opção aqui é ferver a água de deixar descansar em um recipiente destampado por 1 hora.

fermentados

No passado as técnicas de fermentação eram amplamente utilizadas para estocar vegetais e frutas para o inverno, para tornar a comida mais digerível, para tirar as toxinas, para melhorar seu sabor ou para produzir álcool.

A fermentação é um processo lento e artesanal, não é de se estranhar que produtos fermentados naturalmente tenham sumido nas últimas décadas. A indústria foi muito eficiente em convencer as pessoas de que esses alimentos significariam comida estragada. Com isso, fomos desaprendendo a preparar e apreciar uma infinidade de itens que fazem parte de culturas alimentares e, de quebra, trazem enormes ganhos para a saúde.

Música Popular Caiçara feat. Greg News

GREG NEWS | RENDA BÁSICA

GREG NEWS | STF

GREG NEWS com Gregório Duvivier | EMPRECARIADO

Charlie Brown Jr – Música Popular Caiçara (DVD Oficial) – Radar Records Oficial

Rendeze-se: CASES SEBRAE: BANCO PÉROLA, HERSELF E SUMÁOuro verde e proteção do PlanetaGREG NEWS – MST e MineraçãoCursos online e gratuitos sobre agrofloresta, permacultura e ecodesignAs 11 ideias de negócio mais procuradas pelos brasileiros

Waldschule für kränkliche Kinder

Em 1904, surgia nas proximidades de Berlim a primeira escola ao ar livre do mundo. A Waldschule für kränkliche Kinder havia sido criada por Walter Spickendorff em conjunto com o pediatra Bernhard Bendix e o inspetor escolar Hermann Neufert, com o objetivo de atender crianças com tuberculose latente. Ainda no início do século 20, a ideia viria a se transformar em um movimento que se espalhou pela Europa e pelos Estados Unidos. Hypeness

O objetivo dessas instituições era permitir que as crianças continuassem estudando em um ambiente com menos chances de transmissão da tuberculose. Normalmente, as escolas ofereciam “salas” ao ar livre, longe de grandes centros urbanos. Algumas delas tinham paredes, enquanto outras ficavam em plena floresta.

Em comum, as escolas ofereciam áreas ao ar livre em ambientes rurais, geralmente próximos a florestas, adotavam rotinas de exercícios físicos e dietas controladas, além de oferecer revisões médicas regularmente.

Escola ao ar livre na França. Foto: CC BY-SA 4.0Thomas BRENAC

À medida que antibióticos foram se tornando mais acessíveis, a tuberculose passou a ser uma doença controlada. Ela ainda existe e, segundo a Agência Brasil, se encontra entre as 10 principais causas de morte no mundo.

No Brasil, são registrados cerca de 200 novos casos por dia. Um dos principais problemas relacionados à tuberculose no país é o abandono do tratamento, que tem uma duração de cerca de seis meses e está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Graças à melhoria das condições para tratar da doença, as escolas ao ar livre foram pouco a pouco se tornando obsoletas, mas podem voltar a inspirar arquitetos e educadores a encontrar uma solução que permita retomar o ensino com mais segurança em um mundo pós-Coronavírus.

Acreditamos no poder da INSPIRAÇÃO. Uma boa fotografia, uma grande história, uma mega iniciativa ou mesmo uma pequena invenção. Todas elas podem transformar o seu jeito de enxergar o mundo. Redação Hypeness

““Quem não quer aprender a Física observando o trânsito, lançando um foguete de plástico? Aprender Ciências e Geografia dentro de uma piscina? Aprender sobre diferentes culturas com brincadeiras temáticas no pátio? Aprender sobre sustentabilidade em um bosque?” (…) “A aprendizagem é um processo complexo: cada um de nós faz novas e diferentes conexões a cada momento. Levar os alunos para fora da sala de aula permite ampliar as possibilidades dessas conexões”, questiona Hannyni Mesquita, gestora de Educação Infantil do Colégio Positivo. ” Gazeta do Povo

“Os benefícios da aprendizagem ao ar livre foram analisados em um estudo pioneiro realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a pesquisa, aulas em contato direto com a natureza, oferecem um contraponto à vida urbana e ajudam a desenvolver nos estudantes habilidades como trabalho em grupo e autonomia, que levam a uma maior capacidade ética e moral. “

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“Os benefícios da aprendizagem ao ar livre foram analisados em um estudo pioneiro realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a pesquisa, aulas em contato direto com a natureza, oferecem um contraponto à vida urbana e ajudam a desenvolver nos estudantes habilidades como trabalho em grupo e autonomia, que levam a uma maior capacidade ética e moral. Um estudo realizado pela pesquisadora Amanda Lloyd, do centro de pesquisa em educação da Western Sydney University, indica que as habilidades desenvolvidas em ambiente externo permanecem com os estudantes e melhoram seu desempenho durante toda a vida acadêmica.

“A educação ao ar livre provê múltiplas oportunidades de tarefas cooperativas entre seus alunos”, aponta o estudo. “Na medida em que a vida nos grandes centros urbanos, por diferentes razões, restringe o acesso do jovem às áreas naturais, a educação pela experiência que se dá em tais locais ganha relevância para o desenvolvimento de indivíduos atentos às questões éticas.”

A educação ao ar livre, por meio de cursos no formato expedição, ainda acontece de forma tímida no Brasil. Entende-se por cursos no formato expedição, experiências educacionais contínuas, de múltiplos dias, em que alunos e instrutores se aventuram em um trajeto em área remota na natureza, de forma autossuficiente. Culturamix.com

A educação ao ar livre potencializa a apropriação de um largo conjunto de experiências que enriquecem o currículo. Sair da sala de aula para desenvolver todo um conjunto de atividades liga os alunos ao seu meio ambiente, à sua comunidade, à sociedade em geral e a eles próprios. A riqueza das experiências vividas que a educação ao ar livre proporciona pode ser relevante na aquisição de conhecimentos, na compreensão dos fenômenos estudados e no desenvolvimento das mais diversas habilidades. O governo escocês aposta decididamente nesta via e disponibiliza on-line todo um conjunto de informações bem interessantes.

Outro aspecto decorrente das experiências vividas nos cursos de educação ao ar livre, segundo relatos dos alunos adolescentes, dos alunos adultos e dos educadores, está na oportunidade de adquirir conhecimento sobre si mesmo. As experiências que abordam disciplina, esforço, superação e coragem também permitem que a pessoa se conheça melhor. Além das menções diretas ao autoconhecimento, reconhecimento dos próprios limites e sobre a autopercepção dos pontos fracos e fortes.

O método de educação ao ar livre foi o grande legado do Filósofo Sócrates, que vivia de maneira humilde, percorrendo descalço as ruas de Atenas. Tornou-se o filósofo por excelência, “amigo do saber”. Passou a ensinar em praça pública, sem cobrar pelos seus ensinamentos, ao contrário do que faziam os sofistas. Seu método consistia em fazer perguntas que conduziam o discípulo à descoberta da verdade.

Sócrates reformulou a filosofia grega, fazendo com que a busca de conhecimento, antes centrada no estudo da natureza, passasse a ocupar-se do homem e das suas ações. Tudo isso se deu de maneira espontânea, nas ruas, percorrendo os bosques, as praças, os rios. O intuito dele era fazer com que as pessoas pensassem e que, através da observação do mundo, fossem capazes de fazer sua própria analise de tudo.

Apesar de nunca ter escrito uma obra, a atividade filosófica de Sócrates está documentada nos livros do também filósofo grego Platão, que foi um dos seus discípulos. Os célebres diálogos de Platão incluem o “Êutifron”, o “Critão”, o “Fédon” e “Um Banquete”. Em todos eles, Sócrates aparece como personagem.

Acreditávamos na tecnologia como vetor saudável para solucionar problemas humanos que também poderiam distrair as crianças sem deixá-las dependentes, ledo engano. Para elas, a tecnologia não é nada emancipatória. Se para nós já é difícil desconectar, imaginem para a meninada. A tecnologia, infelizmente, tem um viés altamente alienante e abusivo quando se refere às crianças, São como ímãs do mal, visto que os motores de recomendação tendem a se ativar e vão chover vídeos similares nas telinhas. Maria Inês Vasconcelos – O Debate

Subir em árvores passou a ser tão improvável como escalar o Everest. O mundo está cheio de novas metáforas, e foi decretado o fim do quintal. Os novos hábitos das crianças digitais nos mostra que estamos perdidos num mundo tecnológico, onde o algoritmo e o dinheiro fazem a tecnologia se tornar paradoxal. Rousseau dizia que “o único hábito que se deve permitir a uma criança é o de não adquirir nenhum”.

escolaarlivre

O contato com a natureza melhora todos os marcos mais importantes de uma infância saudável – imunidade, memória, sono, capacidade de aprendizado, sociabilidade, capacidade física – e contribuiu significativamente para o bem estar integral das crianças e jovens. As evidências apontam que os benefícios são mútuos: assim como as crianças e adolescentes precisam da natureza, a natureza precisa das crianças e jovens. (Programa Criança e Natureza e Sociedade Brasileira de Pediatria, 2019) – Criança e Natureza

Diversos fatores são responsáveis pelo contexto de confinamento ao qual todos estamos sujeitos: dinâmica familiar, planejamento urbano, mobilidade, uso de eletrônicos, consumismo, desenvolvimento econômico, desigualdade social, insegurança, violência, conservação da natureza e educação. Trata-se de um cenário complexo, cujos fatores estão inter-relacionados e que variam de intensidade, dependendo da condição socioeconômica e da realidade específica de cada um. Assim, os impactos do confinamento e da falta de contato com natureza e ambientes saudáveis são mais agudos e presentes nas cidades e bairros densamente     habitados e de alta vulnerabilidade social, onde as condições para uma vida saudável e plena estão ameaçadas. Esse cenário vem se agravando nos últimos anos e é particularmente crítico quando se trata da infância e da adolescência, com indicadores que se destacam em diversos setores. Laís Fleury (Instituto Alana) e Luciana Rodrigues Silva (SBP)

Arze-se: São Paulo ganha escola de hortas para pessoas em situação de ruaVocê aprendeu errado na escolaESCOLA DO LEGISLATIVO, ESCOLA DE DEMOCRACIADedo Verde na Escola: terrários aproximam biodiversidade das criançasCASES SEBRAE: BANCO PÉROLA, HERSELF E SUMÁHome office: dicas posturaisCentro de Mídias SP

 

 

Aroeira-vermelha

A aroeira foi utilizada pelos jesuítas que, com sua resina, preparavam o ”Bálsamo das Missões“, famoso no Brasil e no exterior, graças a uma resina aromática, conhecida como mastique. No Brasil o nome aroeira vem da expressão árvore de arara. Considerada sagrada pelos incas, os sacerdotes utilizavam suas cascas para fins medicinais. Também era utilizada peles nativos sul americanos para produzir uma tinta amarela.

Segundo um novo estudo da Universidade Emory, nos EUA, os frutinhos da aroeira-vermelha, também chamada de aroeira-pimenteira, contêm um extrato com o poder de neutralizar bactérias resistentes a antibióticos. A planta nativa brasileira é usada por curandeiros tradicionais da Amazônia há centenas de anos para tratar infecções da pele e dos tecidos moles. Vivmetaliun

Os pesquisadores mostraram que uma composição refinada, rica em flavona, extraída das bagas inibe a formação de lesões cutâneas em ratos infectados com Staphylococcus auereus resistente à meticilina (MRSA).O composto não mata as bactérias, mas reprime um gene que permite que as suas células se comuniquem umas com as outras. Bloquear essa comunicação impede que as células realizem ações coletivas.

A descoberta pode ajudar a criar novas formas de tratar e prevenir infecções resistentes a antibióticos, um problema crescente. De acordo com a Organização das Nações Unidas, as infecções resistentes aos antibióticos são uma “ameaça fundamental” para a saúde e segurança global. Scientific Reports [MedicalXpress]

Nome científico: Schinus terebinthifolius

Nomes populares: aroeira,aroeira-vermelha, aroeira-pimenteira, poivre-rose (em francês), aguaraíba, aroeira-branca, aroeira-da-praia, aroeira-do-brejo, aroeira-do-campo, aroeira-do-paraná, aroeira-mansa, aroeira-negra, aroeira-precoce, aroerinha-do-iguapé, bálsamo, cambuí, fruto-do-sabiá.

Família botânica: Anacardiaceae

Devido ao alto teor de tanino, é empregada nos curtumes para curtir peles e couros. As folhas maduras passam por forrageiras. No Peru, a aroeira é utilizada após fermentação para se fazer vinagre e bebida alcoólica por uma companhia que criou uma outra patente em 1997 para um preparado similar usado para limpeza de pele e de ação bactericida. Toda Fruta

A planta inteira é utilizada externamente como antisséptico no caso de fraturas e feridas expostas. O óleo essencial é o principal responsável por várias atividades desta planta, especialmente à ação antimicrobiana contra vários tipos de bactérias e fungos e contra vírus de plantas, bem como atividade repelente contra a mosca doméstica. Este óleo essencial, rico em monoterpenos, é indicado para distúrbios respiratórios. É eficaz em micoses, candidíases (uso local) e alguns tipos de câncer (carcinoma, sarcoma,etc.) e como antiviral e bactericida. Possui ação regeneradora dos tecidos e é útil em escaras, queimaduras e problemas de pele. Externamente, o óleo essencial da aroeira brasileira utilizado na forma de loções, géis ou sabonetes, é indicado para limpeza de pele, coceiras, espinhas (acne), manchas, desinfecção de ferimentos, micoses e para banho.

Em muitos estudos in vitro, extratos da folha da aroeira brasileira demonstram ação antiviral contra vírus de plantas e apresentam ser citotóxicos para 9 tipos de câncer das células. Em banhos é utilizado o decocto da casca de aroeira para combater úlceras malignas.

A planta possui um óleo essencial rico em mono e sesquiterpenos, taninos, resinas, alcaloides, flavonoides, saponinas esteroidais, esteroides, triterpenos, cis-sabinol, p-cimeno, limoneno, simiarinol, alfa e beta pineno, delta-caroteno, alfa e beta-felandeno e terechutona.

Graças à concentração de ácido gálico, deduz-se que seus efeitos antimicrobianos, adstringentes e anti-inflamatórios sejam efetivos. Mas não há provas clínicas suficientes. É uma das 89 plantas da RESINUS e uma das 66 plantas do anexo RDC ANVISA n. 10/2010. Devido a suas propriedades medicinais, foi incluída na primeira edição da Farmacopeia Brasileira de 1929.

A Aroeira vermelha nativa da América do Sul, perene, de crescimento rápido, dióica, de 5-9 metros de altura, troncos entre 30-60 centímetros de diâmetro, revestidos de casca grossa, suas olhas são compostas, aromáticas, verde clara, folíolos obovados, membranosos e glabros, de clima tropical e subtropical, não tolera geadas.

O fruto é redondo, vermelho-brilhante, com uma única semente, agrupados em cachos, aromático, de sabor levemente picante e adocicado, e surgem de Janeiro a julho e são muito atrativos para os pássaros, principalmente os sanhaços.

Em jardins é usada como planta isolada ou em grupos; como cerca-viva; também em calçadas, inclusive pode ser plantada em ruas curtas e sob fios elétricos. A planta rústica nasce em beira de rios, córregos e várzeas úmidas, mas também cresce em terras secas e pobres, deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e regada diariamente nos primeiros meses após o plantio, multiplica-se por sementes e facilmente por estacas.

As podas de formação estimulam uma copa mais densa e arredondada. Para a formação de cercas-vivas as podas devem ser efetuadas cedo para estimular o surgimento de múltiplos caules.

A dispersão de suas sementes são feitas pelos pássaros, o que possibilita uma ampla dispersão, sendo considerada uma planta invasiva em muitos países onde é proibida, devido a facilidade de propagação. No Brasil é considerada uma praga por agricultores. 

A aroeira-mansa é uma boa árvore para se ter no jardim, suas flores atraem abelhas e outros polinizadores, seus frutos atraem pássaros e também podem ser usados na alimentação, em saladas (o frutinho vermelho é chamado de pimenta-rosa, tem sabor peculiar, levemente picante e adocicado. greenMe

Descoberta da pimenta rosa transforma vidas em Piaçabuçu

É uma planta prima do cajueiro, existe uma outra aroeira, a brava, Lithraea molleoides, nativa no Brasil também, que é de onde se extrai a terebintina, solvente de tinta a óleo, e é altamente alergênica, não confundir uma espécie com a outra pois as alergias de aroeira-brava são bastante violentas (e quem tem alergia de aroeira-brava também tem de cajueiro, tome atenção).

Nos campos brasileiros também se encontra uma aroeira-rasteira ou aroeira-do-campo, e outra conhecida como aroeira-mole, ambas com os mesmos efeitos curativos da aroeira-mansa.

Aroeire-se: História da Maconha, Tintura anti-inflamatória e outras misturas, Jardim da Empatia, 3 documentários com Ernst Götsch – o guru da agrofloresta – Jardim do Mundo, Protea, Les Avanchets, Plantas Alimentícias Não Convencionais, alternativaS?!?, Medellín: agricultura urbana, Manual sobre os usos de plantas amazônicas, 7 ervas legais

19 ervas medicinais

Chás medicinais são muito usados para tratar doenças. A fitoterapia, como é chamada essa abordagem terapêutica, é bastante antiga, mas tem se popularizado cada vez mais tanto no Brasil quanto em várias partes do mundo. VINICIUS DE VITA CAVALHEIROAtivo Saúde

No entanto, é preciso ter alguns cuidados na hora de consumi-las, e o melhor jeito de fazer é sempre consultar um especialista — sem deixar de lado a medicina convencional, é claro, que têm papel fundamental no tratamento de diversos problemas de saúde.

Propriedades de 19 ervas medicinais

1. Cidreira

Indutora do sono, alivia dores de cabeça e gases intestinais, a cidreira também é sedativa, analgésica, calmante, diurética, hipotensora, depurativa e expectorante. É indicada para:

  • Melhorar a digestão;
  • Aliviar cólicas menstruais e intestinais;
  • Tratar distúrbios renais;
  • Tratar conjuntivites;
  • Aliviar a tosse;
  • Evitar espasmos;
  • Combater a febre alta;
  • Eliminar diarreias;
  • Tratar sintomas relacionados a reumatismos;
  • Melhorar problemas de estômago;
  • Acalmar os nervos e palpitações do coração.

2. Marcela do Campo

A marcela do campo é uma erva estimulante que contribui para:

  • Bom funcionamento do sistema digestivo;
  • Prevenção de uma série de doenças do estômago;
  • Aliviar cólicas intestinais.

3. Marapuama

A marapuama também é uma erva estimulante. Ela ajuda no:

  • Combate à fadiga (cansaço);
  • Tratamento da depressão nervosa.

4. Guaraná

Bastante conhecida pelo refrigerante, as folhas de guaraná também têm seu papel na fitoterapia.

  • Combate o esgotamento físico e mental;
  • Ajuda a tratar depressão;
  • Estimula as funções cerebrais;
  • Favorece atividades intelectuais;
  • Previne arteriosclerose e artritismo

Além disso, também é uma excelente bebida tônica, estimulante e um substituto mais saudável dos energéticos.

5. Ginseng

O ginseng é uma erva revitalizante. Seus benefícios incluem:

  • Inibição do crescimento de células cancerígenas;
  • Ativação da circulação sanguínea;
  • Combate ao estresse;
  • Estímulo às funções sexuais, melhorando o desempenho na cama.

6. Boldo

Muito usado para curar ressaca, o chá de boldo:

  • Estimula a digestão e a secreção biliar, sendo bastante útil no tratamento de distúrbios intestinais e hepáticos;
  • Combate a prisão de ventre;
  • Alivia gases intestinais;
  • Ajuda a tratar transtornos do fígado;
  • Ajuda na queima de gorduras.

7. Camomila

chá de camomila é o preferido de quem está buscando um calmante natural. Só que suas propriedades vão além disso.

  • Desintoxica o fígado;
  • Auxilia no tratamento de reumatismo e da excitação nervosa
  • Alivia enxaqueca;
  • Diminui dores de dente;
  • Combate a insônia;
  • Alivia enjoos;
  • Tonifica a pele;
  • Tem ação anti-inflamatória;
  • Reduz febres intermitentes.

8. Carqueja

A carqueja é muito indicada para:

  • Melhorar a má digestão;
  • Reduzir o cansaço físico;
  • Aliviar a prisão de ventre;
  • Combater a gastrite;
  • Aliviar a azia;
  • Tratar anemia;
  • Prevenir contra distúrbios do fígado e dos rins;
  • Ajudar no tratamento de diabetes;
  • Tratar inflamações urinárias;
  • Combater problemas na próstata;
  • Combater o colesterol alto;
  • Melhorar quadros de gota e angina;
  • Auxiliar no processo de desintoxicação e emagrecimento;
  • Revigorar funções genitais;
  • Reduzir a retenção de líquidos, graças ao seu efeito diurético no organismo;
  • Combater asma;
  • Substituir alguns tipos de antibióticos.

9. Erva doce

  • Acalma os nervos;
  • Elimina o mau hálito;
  • Elimina as toxinas da pele;
  • Alivia cólicas intestinais;
  • Reduz prisão de ventre;
  • Estimula o apetite;
  • Melhora a digestão e a secreção biliar;
  • Restaura o fluxo menstrual;
  • Aumenta a produção de leite das lactantes;
  • Alivia a azia;
  • Muito usado na culinária também como aromatizante.

10. Hortelã

Indicada para:

  • Tratamento da febre;
  • Eliminar vermes;
  • Reduzir espasmos;
  • Combater gases intestinais;
  • Melhorar a saúde do sistema nervoso;
  • Combater inflamações uterinas;
  • Tratar resfriados, faringites, tosse e problemas de garganta
  • Aliviar coceiras;
  • Reduzir inchaços;
  • Combater dores de cabeça;
  • Tratar rinite, conjuntivite, cólicas, diarreias e outros problemas estomacais, intestinais e respiratórios.

O chá é estimulante digestivo, anti-séptico, descongestionante nasal, anestésico e analgésico.

11. Chá preto

O chá preto é o chá mais consumido no mundo.

  • Alivia os sintomas da depressão;
  • Combate dores de cabeça;
  • É tônico, energético, estimula os nervos, músculos e cérebro e auxilia no tratamento de obesidade

12. Canela

O chá de canela é indicado:

  • Contra ulcerações da gengiva e na mucosa da boca;
  • Combate dores estomacais e diarreia;
  • Reduz calafrios e tosses;
  • Combate amenorreia, pressão baixa, respiração ofegante e espasmos;
  • Trata o escorbuto e reumatismos.

13. Porangaba

  • Altamente diurética e não laxativa;
  • Elimina o excesso de gordura e edemas;
  • Tem ação tônica sobre a circulação e auxilia no emagrecimento;
  • Auxilia no combate da fadiga, da asma e da bronquite;
  • Ajuda a tratar diarreia aguda, cólicas intestinais e inflamações renais;
  • Ajuda a diminuir a barriga, inchaço nas pernas e queima de gorduras localizadas.

14. Chá misto de morango

  • É depurativo, vermífugo e diurético;
  • Combate as areias da bexiga, retenção da urina e inflamação dos rins;
  • Indicado em casos de azia, diarreia, reumatismo e gota;
  • Contém cálcio, ferro, fósforo e vitamina C.

15. Chá misto sabor maracujá

  • É refrescante, sedativo, calmante, diurético, desinfetante, anti-inflamatório e depurativo;
  • Indicado para insônia e dores em geral;
  • Combate diabetes, asma e diarreia;
  • A raiz e a semente também atuam como vermífugos.

16. Chá misto sabor de cereja

  • Calmante, vermífugo, elimina cálculos renais e da bílis;
  • É bom para dores reumáticas, nervos, diarreias;
  • Regula o sono;
  • Combate gripes, anginas do peito e afecções da garganta.

17. Chá de abacaxi

  • Auxilia nas doenças respiratórias;
  • Alivia a dor de garganta;
  • Trata bronquite;
  • Previne osteoporose
  • É expectorante, depurativo e diurético;
  • Auxilia na digestão e revigora as funções do fígado.

18. Chá de maçã

  • É tônico, calmante, sonífero e diurético;
  • Possui atividades antibacteriana, antiviral e anti-inflamatória;
  • Ativa o fígado e dissolve o ácido úrico.

19. Chá de frutas cítricas

  • Rico em vitamina C;
  • É calmante;
  • Contribui para o bom funcionamento do intestino;
  • Evita problemas na garganta.

Chaz-se: Aplicativos para fazer chamada de vídeo, As abelhas-azuis, Erva Mate, 7 ervas legais, A erva malária, Ervas medicinais, KINH CHÚ ĐẠI BI, Vamos plantar água? , Água aromatizada

O Elo Perdido (2019)

O Elo Perdido (2019) – Documentário sobre agrofloresta. PorQueNão?

Um filme em busca do elo perdido entre natureza e civilização. Partindo de Belo Horizonte, vamos embarcar em uma incrível aventura pelo Brasil, documentando a prática agroecológica e agroflorestal nas suas mais diversas formas de expressão no país. Passando pelos Pataxó da Bahia e alcançando até as comunidades rurais do portal da Amazônia, vamos dialogando com os povos sobre suas experiências. Desde movimentos sociais a projetos empresariais, todos em busca do elo florestal. Um filme que revela um novo pacto para a sociedade contemporânea, em torno do bem estar sócio-ambiental do Planeta.

Porqueze-se: O intelectualismo “kitsch”, Capitão Fantástico, Henry Thoreau, O POVO BRASILEIRO, A Civilização Iorubás, Shenlongwan, uma mão., ‘Ibaré Lewá’: amizade bonita entre Orixá e natureza, gente de dos espíritus

O Mundo Vegetal e as constelações

A astrologia estuda a relação dos astros com a vida humana, quer seja individual, grupal ou mesmo planetária. Com certeza os homens mais antigos observavam a passagem dos planetas e das fases da lua diante do zodíaco e sabiam utilizar beneficamente esta força no plantio, bem como na magia e no seu dia a dia. TÂNIA GORIBruxaria Natural

Nossos antepassados observaram que a medida que a lua passava pelas constelações, transmitia ao solo a as plantas forças que vão beneficiar as quatro parte dos vegetais:
As raízes são beneficiadas pela passagem das constelações de terra (Touro, Virgem e Capricórnio) ; As folhas e caules são beneficias pelo elemento água (câncer, escorpião e peixe) ; as flores pelo elemento ar (gêmeos, libra e aquário) e os frutos e sementes pelas constelações de fogo (Áries, leão e sagitário).

Se aceitarmos que os satélites dirigidos para júpiter, plutão entre outros nos mandam ondas magnéticas sensibilizando aparelhos eletrônicos e eletromagnéticos aqui na Terra, porque não acreditar que corpos celestes muito mais complexos refletem e enviam ondas elétricas pela própria luz de reflexão dos planetas.

A força de cada constelação sobre as plantas.

Áries – Signo de fogo – Marte. Rege os liquens que preparam o caminho para o vegetal. Inicio do crescimento das forças e no decorrer deste período as plantas desenvolvem mais rapidamente. Época propicia para se fazer sementeiras, principalmente das frutas, colhe-se cereais e os armazena. Período para se fazerem mudas de estacas. Plantas regidas por Marte – arruda, cebolinha, coentro, malva, manjericão, capuchinha, poejo, urtiga, mostarda, pêssego, tanchagem, raiz-forte, pinho, pimenta-da-Jamaica, coentro, rosa-vermelha, sândalo, patchouli, gerânio, jasmim, abacaxi, acanto, alcachofra.

Touro – Signo da Terra – Vênus. Rege os fungos e os cogumelos, período que favorece tudo que dá debaixo da terra. Também favorável para plantar arvores ou transplanta-las. Plantas regidas por Vênus: mil – folhas, crisântemo, azedinha, rosa, alcachofra, hortelã pimenta, camomila, erva-de-gato, tomilho, verbena, violeta, trigo, sândalo, benjoim, murta, pêra, malva, pêssego, Artemísia, mirra, narciso, visco, beladona, erva-moura, zimbro, maçã.

Gêmeos – Signo de ar – Mercúrio. Rege os musgos sobre as arvores e as pedras, este não é um período muito fértil na agricultura, sendo mais favorável preparar a terra para cultivá-la no período seguinte. Plantas regidas por Mercúrio: Aneto, salsa, hortelã-pimenta, alfazema, manjerona, orégano, segurelha, cenoura, funcho, lírio-do – vale, canela, narciso, estoraque, cálamo-aromático, hamamélis, cana-de-açúcar, erva-de-gato,

Câncer – Signo de água – Lua. Rege os fetos, cavalinhas e licopódios. Período propício para semear e transplantar as folhas e ervas medicinais. Plantas regidas pela Lua: Babosa, erva-cidreira, papoula, rosa-branca, avelã, amêndoa, peônia, cânfora, jasmim, olíbano, sândalo-branco, lírio florentino, limão, bétula, gengibre, nabo, nogueira, aveia, couve, lúpulo, mil – folhas.

Leão – Signo de Fogo – Sol. Regem as plantas coníferas como os pinheiros. É neste período que começando a plantar os cereais e feijões, fazer podas em trepadeiras, roseiras e frutíferas. Plantas regidas pelo Sol: Amêndoa-amarga, camomila, bergamota, calêndula, camomila, camomila-romana, citronela, louro, Angélica, hipérico, alecrim, açafrão, girassol, cravo-da-índia, canela, mirra, violeta, laranja, tanchagem, aveia, cevada, genciana, incenso, lótus.

Virgem – Signo de Terra – Mercúrio. Regem os grãos, as gramas e é neste período que continuamos a plantar os cereais e realizar podas. Durante o período de virgem devemos borrifar as plantas com água de urtiga para protegê-las e para aumentar os poderes das ervas.

Libra – Signo de Ar – Vênus – (semelhante ao touro)

Escorpião – Signo de Água – Plutão. Rege as plantas medicinais e as palmeiras. Ótimo período para secar as ervas e armazená-las. Em Escorpião também devemos borrifar as plantas com água de urtiga. São plantas regidas por Plutão: Begônia, datura, cipreste.

Sagitário – Signo do Fogo – Júpiter. Rege as grandes arvores e as florestas. Neste período plantam-se com sucesso as arvores de frutas e também as arvores que queremos que cresçam mais rapidamente e que fiquem mais altas. São plantas regidas por Júpiter: borragem, dente-de-leão, sálvia, agrimônia, hissopo, rosa vermelha, carvalho, noz-moscada, bálsamo, cedro, anis,morango, oliveira, couve

Capricórnio – Signo de Terra – Saturno. Rege as plantas com flores e pétalas separadas. Neste período plantamos as arvores, para que as madeiras durem muito mais tempo e também fazemos colheitas. Plantas regidas por Saturno: cavalinha, confrei, cipreste, ervilha-de-cheiro, magnólia, mirra, laranja, vetiver, absinto, patchouli, musgo, alho, beladona, cânhamo, estramônio, lúpulo, mandrágora.

Aquário – Signo de Ar – Urano. Rege as plantas de flores e pétalas unidas. Neste período continuamos a colher, propício para secagem e armazenamento. Plantas Regidas por Urano: arruda, cúrcuma, laranja-azeda, figueira.

Peixes – Signo de água – Netuno. Rege as plantas com muita umidade ou que morem na água. Período favorável para se iniciar uma horta, mas totalmente impróprio para as colheitas, que ocorrera rápida deterioração.

Plante constelações: Nutrição verde, Ervas medicinais, Água forever, Desinfetante ecológico, Águas de março, La Agroecología en tiempos del COVID-19, Faça você mesma, para economizar!, 32 Princípios para Lidar com seu DinheiroHortas e temperos, Como fazer máscara com camiseta

História da Maconha

Esta pesquisa não tem intenção de fazer apologia ao uso de drogas, mas de uma análise historiográfica em torno da origem da maconha no Brasil e no mundo. Sedas e Pipes

A maconha possuí seu primeiro registro em 27.000 a.C. A planta tem origem no Afeganistão e era também utilizada na Índia em rituais religiosos ou como medicamento. Na mitologia, a Cannabis era a comida preferida do deus Shiva, portanto, tomar bhang, uma bebida que contém maconha, seria uma forma de se aproximar da divindade. Na tradição Mahayana do budismo, fala-se que antes de Buda alcançar a iluminação, ficou seis dias comendo apenas uma semente de maconha por dia e nada mais. Como medicamento a planta era usada para curar prisão de ventre, cólicas menstruais, malária, reumatismos e até dores de ouvido.

Romanos e gregos usavam-na para a fabricação de tecidos, papéis, cordas, palitos e óleo. Heródoto, o pai da História, menciona a utilização do cânhamo (presente no caule da maconha), para fazer cordas e velas de navios. Inclusive, é bom mencionar o quão presente esta planta esteve na formação do Brasil, pois as velas e cordas das caravelas portuguesas que aqui chegaram também eram feitas de cânhamo, assim como muitas vestimentas dos portugueses.

O cultivo da maconha se expandiu da Índia para a Mesopotâmia, depois Oriente Médio, Ásia, Europa e África. Na renascença a maconha tornou-se um dos principais produtos agrícolas europeus, sendo pouco usada como entorpecente. Johannes Gutemberg, inventor e gráfico alemão, teve sua maior e mais famosa obra A Bíblia de Gutemberg, a primeira Bília impressa, feita com papel de cânhamo. Ironico, né?! Com a “Santa Inquisição”, os católicos passaram a condenar o uso medicinal da maconha feito por “bruxas”, estas por sua vez foram queimadas por usarem a planta no feitio de remédios.

A primeira Bília impressa da história usou Cannabis como matéria prima.

Na Bélle Époque (final do século XIX), a maconha virou moda entre os artistas e escritores franceses, mas era também utilizada como fármaco para dilatar bronquios e curar dores. Dentre os intelectuais que chapavam o coco, podemos citar: Eugene Delacroix, Victor Hugo, Charles Buadelaire, Honoré de Balzac e Alexandre Dumas. Eles se reuniam para fumar haxixe e pesquisavam sobre o efeito da droga no tratamento de doenças mentais. Nessa época o Brasil vendia cigarros de maconha em farmácias!

A maconha foi trazida para a América do Sul pelos colonizadores e as primeiras plantações foram feitas no Chile, por espanhóis. No Brasil, como já citei, além das caravelas, durante o século XVI os escravos africanos traziam-na escondida na barra dos vestidos e das tangas, para que fossem usadas em rituais de Candomblé. Outra possibilidade da cannabis ter chego até o nosso país é através dos marinheiros portugueses. Vale lembrar que a afirmativa de que a planta tenha sido trazida por africanos muitas vezes repercutiu como forma de preconceito, e nada prova que ela não possa ter sido trazida por marinheiros portugueses. Inclusive o uso de cachimbos d’àgua, principal técnica utilizada para fumar a erva até a primeira metade do século XX, teria sido introduzida pelos portugueses, estes por sua vez haviam trazido o hábito das culturas canábicas com as quais tiveram contato na Índia, principalmente na boa e velha Goa! (Imagem)

Na foto o chamado "cachimbo d'água"

Em 1783, o Império Lusitano instalou no Brasil a Real Feitoria do Linho-cânhamo (RFLC), uma importante iniciativa oficial de cultivo de cannabis com fins comerciais por causa da demanda de produtos a base de fibras. Segundo historiadores e pesquisadores estudiosos da área, há inúmeros indícios de que Portugal investiu alto na plantação de marijuana no Brasil. Para que isso ocorresse, a Coroa financiou não só a introdução, mas também a adaptação climática da espécie em Hortos de estados como o Pará, Amazônia, Maranhão, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Bahia.

No século XX, a maconha ainda era uma droga lícita e economicamente positiva, mas se tornou pouco aceita por representar as baixas classes sociais, pois a erva representava as raízes culturais do continente africano. Vale destacar que até então, colonizadores, senhores de engenho e Agentes do Império Lusitano já estavam habituados com o cultivo e uso da erva, mas o preconceito foi mais forte.

O primeiro documento proibindo o uso da maconha foi da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em 1830. Este documento penalizava o uso da erva, mas não houve repercussão sobre o assunto. Porém, no inicio do século XX, com a industrialização e urbanização, o hábito de “puxar um” ganha adeptos, além de ex-escravos, mestiços, índios e imigrantes rurais, os moradores do meios urbanos passaram a utilizar a Cannabis, e é aí que autoridades começam a se preocupar com a repercussão da droga.

Apesar da planta ser utilizada como matéria-prima para fibra textil principalmente da elite, sua imagem ficou marcada e associada pelos pobres, negros e indígenas. No final do século XIX e inicio do XX, o processo de urbanização fez com que a população imigrante fosse vista como fonte de problema sanitário. Grupos higienistas e médicos  passaram a estudar e controlar a população através de instituições específicas. Criaram-se delegacias, Inspetoria de Entorpecentes, Tóxicos e Mistificações, que era responsável por reprimir práticas religiosas africanas ou indígenas, em geral, consideradas como feitiçaria, candomblé ou magia negra. A capital brasileira tinha que servir de modelo, e desta forma a população pobre que vivia nos centros urbanos passaram e ser perseguidas, tiveram suas casas e cortiços destruidos, passaram assim dos centros para as margens da cidade, formando as famosas favelas do Rio de Janeiro.

“Eu não fumo maconha, é coisa de preto”

Um fato curioso não confirmado: em 1924 o repudio contra a maconha piorou, e querem saber o pior? O culpado disso tudo foi um brasileiro! Durante uma reunião da Liga das Nações (antecessora da ONU), governantes estavam reunidos para discutir sobre o ópio, porém, o colega brasileiro aproveitou o momento para fazer um discurso sobre a maconha, afirmando que a droga matava mais que o ópio. Pode isso?! E foi desta forma que a maconha entrou na lista das substâncias passíveis de punição. Já com a ONU formada, em 1961, a maconha, junto com a heroína, foram consideradas as drogas mais perigosas e nocivas. Porém, são justamente os anos 60, do Movimento Hippie, que fizeram as drogas serem mais difundidas e vistas como combustível criativo.

Atualmente há inúmeras polêmicas e discussões em torno do assunto. De um lado, pessoas que apoiam sua liberação para uso terapêutico, assim como já é feito em lugares como Holanda, Bélgica, Espanha, Itália, França, Alemanha, Inglaterra e Dinamarca, Australia, Ásia, Oriente Médio, África, Estados Unidos, Canadá. Dentre movimentos representativos a favor, podemos citar o mais famoso deles: a Marcha da Maconha. De outro lado, pessoas mais conservadoras que alegam que a maconha além de ser prejudicial, pois aumenta a propensão à esquizofrenia e a doenças bronquio pulmonares, é uma porta para o uso de outras drogas.

Nos EUA, o dia 20 de abril é comemorado como o Weed Day, ou Dia da Erva, em português. A data foi criada por estudantes da San Rafael High School em 1971, e acabou evoluindo para um feriado da contracultura, sendo um dia para manifestações e eventos favoráveis à legalização. É desta data que surgiu a brincadeira de 4:20, que inunda os Facebooks atualmente: é uma referência à data 4/20 (nos EUA o mês vem antes do dia na data).

Diante disso, voltamos à eterna reflexão: ela deveria mesmo ser proíbida? Os danos à saúde existem, mas é claro que a proibição é uma decisão muito mais apoiada em política e sociedade do que em saúde. As comparações com os danos e efeitos da nicotina e do álcool já estão banalizadas, mas são pertinentes. Será que mesmo um século depois, ainda precisamos marginalizar uma substância como uma forma de segregar a baixa sociedade? Qual a sua opinião?

Nos recortes do século 19,  parte da planta consumida no Brasil vinha da Índia, especificamente da colônia portuguesa de Goa. Os portugueses também investiram na plantação da cannabis em solo brasileiro, instalando no Brasil em 1783 a Real Feitoria do Linho-Cânhamo, financiando a plantação e preparando a adaptação ao nosso solo e clima, em hortos selecionados em estados como Amazonas, Maranhão e Bahia.

A Real Feitoria do Linho Cânhamo esta localizada no Rincão de Cangussú, a instalação da empresa portuguesa em território Sul-rio-grandense buscava integrar a política sustentável do governo Pombalino. Instalando-se em região que posteriormente caracterizar-se-ia como centro da produção charqueadora, a cidade de Pelotas, colocava em confronto a elite pecuarista-charqueadora e os interesses político institucionais do governo português. Fundamentalmente pelo fato de a empresa ter sido transferido para a região do Faxinal do Courita, atual cidade de São Leopoldo, a pesquisa referente a esta primeira experiência com o linho no Rio Grande do Sul tem se efetivado como uma necessária restauração da história do estado, onde atualmente pode-se verificar que o não-povoamento das terras sulinas, disseminados em pesquisas anteriores, eram conclusões, no mínimo, insuficientes. FIBRA DE LINHO NUM PALMO DE TERRA: A OCUPAÇÃO DAS TERRAS DA FEITORIA DO LINHO CÂNHAMO – Júlio César de Oliveira. História Unicap | Recife, PE, Brasil | ISSN 2359-2370 | Universidade Católica de Pernambuco

“Linho Cânhamo: Nome que, por vezes, se atribui ao cânhamo.” Grande Enciclopédia Portuguesa Brasileira. Pg. 168 do volume XV, Biblioteca pública de São Leopoldo- Portugal. HISTÓRIAS DO VALE DO CAÍ

A prefeitura tem a sua responsabilidade, mesmo a Casa não sendo um prédio da público, era administrado pelo Museu. A saída, agora, é unir forças. Já entramos em contato com o governo do Estado, faremos com o governo federal, e precisaremos da iniciativa privada – projeta o secretário municipal de Cultura de São Leopoldo, Pedro Vasconcelos. A história da Casa do Imigrante:

1788 – Construção do prédio que abrigou a Real Feitoria do Linho Cânhamo, especializada na fabricação das cordas dos navios portugueses.

1824 – Fazenda recebe os 39 primeiros alemães a desembarcarem no Estado.

1941 – Acontece uma grande reforma quando a prefeitura assume a casa, que foi repassada pelos luteranos que administravam o local. No mesmo ano, vira sede da Escola Dr. João Daniel Hillebrand.

1976 – Transforma-se em subsede do Museu Histórico Visconde de São Leopoldo.

1984 – O local é transformado em museu.

1992 – Prédio é tombado pelo Patrimônio Histórico do Estado.

2014 – A construção é fechada para visitação por falta de infraestrutura adequada. GaúchaZH

É fato que alguns temas de nossa história são considerados tabus. Tais fragmentos de nosso cotidiano do passado são colocados de lado por uma série de motivos, e o preconceito é a principal razão. Douglas Nascimento – São Paulo Antiga

Realze-se: Fibra de “maconha” na produção têxtil, Como enriquecer e educar licitamente falando!?!, Enquanto isso em Portugal, surto!?!, Canabidiol, o CBD, Hemp Car, Cursos de saúde da UFPB: Uso medicinal da maconha

Ouro verde e proteção do Planeta

A  humilde palmeira macaúba da região do Cerrado no Brasil  é principalmente cortada como um incômodo, para limpar a terra e criar gado, nativa do Brasil, a árvore produz um suprimento constante de óleo de palma com potencial significativo para energia verde, a saber, biocombustível e uso em alimentos e cosméticos. Ação CIF

A   Macaúba é resistente à seca, cresce em pastagens que podem ao mesmo tempo ser usadas para pastagem de gado, oferecendo uma alternativa às tradicionais plantações africanas de palma de uma única colheita, que tendem a resultar em terras degradadas e desmatamento.

“Se metade das pastagens atuais no Cerrado tivesse macaúba plantada lá, o volume de óleo provavelmente seria maior que o volume obtido da palma para uso na maioria dos alimentos industrializados em todo o mundo”, observa Johannes Zimpel, diretor da Inocas.

A região do Cerrado agora abriga o primeiro projeto agroflorestal de macaúba do mundo, a palmeira que não era cultivada comercialmente no Brasil até os últimos anos e lançar um novo agronegócio ecológico não é uma tarefa simples, porêm um investimento de US$ 3 milhões do Programa de Investimento Florestal (FIP) dos Fundos de Investimento Climático (CIF), por meio do Fundo Multilateral de Investimentos do Laboratório do Banco Interamericano de Desenvolvimento (Fumin / BID) e uma parceria com uma empresa privada empresa iniciante, INOCAS.

Encontrar culturas alternativas e esquemas agroflorestais que abordem mudanças no uso da terra e práticas agrícolas, que são as duas maiores fontes de emissões do país. O Brasil tem metas ambiciosas de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 43% abaixo dos níveis de 2005 até 2030.


O projeto visa estabelecer 2.000 hectares de plantações de Macaúba que também servem como fazendas de gado, que produzirão 1.500 toneladas de frutas por ano para produzir óleo de palma, absorvendo 300.000 toneladas de equivalente de dióxido de carbono que, de outra forma, acabariam na atmosfera e ao treinar os agricultores locais sobre novas práticas em agrosilvicultura e agricultura multiuso, o projeto está melhorando os meios de subsistência e protegendo o meio ambiente.

O bioma Cerrado é um ecossistema de savana que cobre mais de 2 milhões de quilômetros quadrados. Um hotspot de biodiversidade, ele armazena 9 gigatoneladas de carbono em sua vegetação primária e hospeda 4.200 espécies. Dois terços das regiões hidrográficas do Brasil se originam lá. No entanto, a região sofre taxas mais altas de desmatamento do que a Amazônia. Quase metade da área foi convertida em pasto ou área cultivada.

No estado de Minas Gerais, onde o projeto está ocorrendo, a ênfase na limpeza de terras para gado se deve em parte porque a topografia impede o uso de máquinas agrícolas. Para os pequenos agricultores, em particular, existem poucas outras opções de vida devido à seca e à piora da fertilidade do solo, os agricultores lutam para sobreviver cortando árvores e expandindo seus pastos, aumentando o escoamento que leva à erosão, aumentando a crise climática.

A infusão inicial de dinheiro permitiu ao INOCAS começar a estabelecer árvores de macaúba, inclusive através de parcerias com um viveiro local para aumentar as taxas de germinação e crescimento, além de convencer os agricultores locais a cultivar biocombustíveis, pois estavam relutantes em experimentar as árvores, porque teriam que mudar seu gado por três anos até que as árvores crescessem o suficiente.

A equipe do INOCAS percorreu 90.000 quilômetros em estradas de terra e distribuiu um vídeo do YouTube com 100.000 visualizações. No período inicial de estabelecimento de novas plantações, por exemplo, quando as pastagens não podiam ser usadas para o gado, alguns agricultores misturavam colheitas sazonais, como abacaxi, feijão, batata doce, mandioca, abóbora, arroz, milho, melancia e amendoim.

No início de 2020, uma visão inicial de um novo uso da árvore macaúba floresceu no plantio de quase 33.000 árvores em mais de 500 hectares. Mais de 29.000 toneladas de frutas foram coletadas. É apenas o começo, mas o suficiente para mostrar o quanto é possível.

O plantio dos primeiros 2.000 hectares está previsto para ser concluído no sexto ano do projeto. Depois disso, usando seu próprio caixa, o INOCAS espera crescer 1.000 hectares por ano e angariar financiamento adicional de US $ 4 milhões para construir sua própria fábrica de processamento.

À medida que cada rebento fino se move em direção ao céu, ele envia uma mensagem. Novas indústrias podem ser criadas para resolver a crise climática e melhorar a vida humana. Às vezes, é tão simples quanto ver valor e possibilidade no que foi descartado. 

Clique aqui para baixar o  estudo de caso  e o  resumo.

Verze-seÓLEO DE COPAÍBACASES SEBRAE: BANCO PÉROLA, HERSELF E SUMÁPETER WEBBAGRO É TÓXICOANA PRIMAVESI, ENGENHEIRA AGRÔNOMA.LES AVANCHETSPROIBIDO PLANTAR!!!A ÁGUA OCULTAALIMENTO EM ATÉ 60 DIAS1ª FEIRA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA E AGRICULTURA FAMILIAR

GREG NEWS – MST e Mineração

GREG NEWS – MST

Escola de Arte Virtual – Joao das Neves

A reforma agrária está entre tantas outras reformas que a sociedade brasileira tanto almeja para uma agenda de erradicação da miséria e da desigualdade, valorizando a função social da terra. Assegurar os direitos do trabalhador do campo é, ao mesmo tempo, defender sua dignidade enquanto brasileiro. RIBEIRO, Paulo Silvino. “O MST no Brasil”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/mst.htm. Acesso em 26 de maio de 2020.

Com a primeira entrega realizada na última sexta-feira (08), as Cestas Agroecológicas do MST já são um sucesso no Alto Sertão de Alagoas. A iniciativa de comercialização leva produtos dos assentamentos e acampamentos da Reforma Agrária direto para a mesa dos consumidores na cidade. As cestas já são recebidas nas cidades de Piranhas e Delmiro Gouveia. Gustavo MarinhoMST

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) anunciou a captação de R$ 1 milhão para investir numa indústria de beneficiamento de produtos agrícolas. Os recursos são oriundos do Financiamento Popular (Finapop), fundo criado pelo engenheiro e consultor Eduardo Moreira, que promete revolucionar a forma de investir, beneficiando projetos com potencial de mudar a cara do Brasil.

A Coopan possui criação própria e abatedouro para venda de carcaça suína. Também produz leite e arroz orgânico, que é um dos mais vendidos do país.

A iniciativa, segundo Moreira, serve para mostrar que o MST “não é esse bicho de sete cabeças”. Ele diz que o movimento conta com uma organização tão eficiente quanto as grandes empresas brasileiras, como a Vale e a Petrobras, o que justifica o baixo risco do investimento.

A diferença, diz ele, é que nos fundos tradicionais, o investidor não sabe exatamente para onde vai o seu dinheiro. No Finapop, os investimentos são transparentes, e a pessoa pode escolher qual projeto pretende beneficiar. A inspiração veio do banco holandês Triodos, que tem uma cartela de investimentos sustentáveis e que privilegiam a economia local. c/SUL21

GREG NEWS | MINERAÇÃO

Metaze-se: MULTIVERSO MARVEL, TERRA OCA, CASES SEBRAE: BANCO PÉROLA, HERSELF E SUMÁ, MBIRA, A GRILAGEM DE TERRAS EM 3 MINUTOS, STREET PRESIDENT, REIS DO AGRONEGÓCIO, A INVASÃO DO BRASIL, SÓ É ÍNDIO QUEM OPTA POR SER!

Jardim em garrafa, sem água desde 1972

Se alguém duvida da força autossuficiente da natureza para crescer, florescer e se multiplicar, pode estudar as diversas florestas, faunas e floras do mundo todo, ou pode simplesmente olhar para uma específica garrafa. Em 1960, o inglês David Latimer decidiu tentar criar um pequeno jardim dentro de um garrafão de vidro.

O inglês garante que teve a ideia simplesmente para encontrar utilidade para a bela garrafa, e decidiu por realizar o experimento, foi num domingo de páscoa de 1960 que ele colocou um composto com terra dentro do garrafão – que já possuía ácido sulfúrico – e delicadamente “plantou” uma muda de Tradescantia.

Os primeiros doze anos de vida da planta ela permaneceu intocada dentro da garrafa lacrada. Em 1972, Latimer decidiu abrir a garrafa pela primeira vez, para acrescentar mais água ao pequeno ecossistema que se formava. A única incidência externa, ao longo de todos esses anos, foi mesmo da luz solar – que permite que as plantas pratiquem fotossíntese, cresçam, liberem oxigênio e intensifiquem a umidade.

Essa umidade age dentro da garrafa como uma espécie de “chuva”. Bactérias agem sobre as folhas que caem, liberando assim o gás carbônico necessário, e pronto – o ciclo está completo. A garrafa funciona como uma versão micro do que acontece em todo o planeta, com uma enorme diferença: a interferência humana. A comparação, portanto, é infalível: se o ser humano não interferir, a natureza simplesmente prospera, lindamente, com toda sua força, mesmo nos lugares mais inóspitos, pelo tempo que for.

Engarraze-se: No Jardim da Garrafa, Comedouro para cães e gatos com garrafas PET, Troque lixo por comida!?!, Regadores, Planta autosuficiente, Ouro verde e proteção do Planeta, O Amaranto Inca Kiwicha invade plantações de soja transgênica da Monsanto nos Estados Unidos, The Sustainability Treehouse

BANANA PUDDING OU PAVÊ DE BANANA CARAMELIZADA

Ingredientes para a Banana Caramelizada

– 6 bananas maduras;

– 1/2 xícara de açúcar;

– 1/2 colher de chá de essência de baunilha.

Leve uma frigideira ao fogo de médio pra baixo e coloque o açúcar, deixe ele caramelizar aos poucos e cuidado pra não queimar. Corte as bananas em rodelas um pouco grossas e reserve. Assim que o açúcar caramelizar, coloque as bananas e a essência na frigideira e misture muito bem. Você pode tampar rapidamente, mas muito cuidado, pois o processo é bem rápido. Assim que ficar pronto, tire e reserve em um potinho para esfriar fora da geladeira.

Ingredientes para o Creme

– 500 ml de leite integral;

– 1 colher de chá de essência de baunilha;

– 2/3 xícara de açúcar;

– 6 gemas;

– 1/3 de amido de milho.

Leve o leite e 1/3 do açúcar para ferver. Enquanto isso, misture as gemas (Caso prefira, coloque as gemas em uma peneira e separe a película, assim o cheiro de ovo não fica tão presente, os outros 1/3 do açúcar, a essência e misture. Assim que homogenizar, acrescente o amido.Quando o leite ferver, jogue por cima das gemas e misture muito rápido para que as gemas não cozinhem com o calor do leite e vire um grande omelete!

E atenção, nunca jogue as gemas no leite, é sempre o leite nas gemas. Quando você homogenizar, volte a mistura pra a panela e leve ao fogo baixo sem parar de mexer. Quando começar a borbulhar, você conta 60 segundos devagar ainda sem parar de mexer e depois pode passar para uma tigela para esfriar.Caso queira deixar ele um pouco mais leve, assim que sair do fogo, leve o creme a um banho maria invertido (Uma tigela com gelo) e bata com a batedeira por alguns minutos. Isso vai fazer com que ele incorpore ar e fique mais aveludado, gostoso e leve.

Montagem

– Biscoito de Leite;

– 250 ml de chantily batido.

Para a montagem, você vai quebrar os biscoitinho de leite (Eu usei um de leite com mel) em pedaços meio incertos e bater o chantily. Caso na sua cidade tenha creme de leite fresco, você pode usar 500 ml de creme de leite fresco + 4 colheres de sopa de açúcar para bater seu chantily. Aqui eu não encontro, então já usei o pronto e bati até ficar bem firme.No potinho que você escolheu, coloque uma camada do creme de confeiteiro já frio, uma camada dos biscoitos quebradinhos, uma porção das bananas, mais creme e finalize com o chantily. Flor de Cidreira

Puddinze-se: SUCOS CASEIROS CHEIOS DE SAÚDE.SEMENTE DE CHIA (SALVIA HISPANICA)GARFIELD E FAST FOOD.SUCOS, SOPAS E REFEIÇÕESSORVETE DE CACHAÇACONHEÇA 13 MANEIRAS DE REAPROVEITAR SOBRAS E CASCAS DE FRUTAS E VEGETAIS, Mousse de vinho

Meu Fogão, Minha Vida (homemade wood stove, bushcraft, espiriteira)

Meu Fogão Minha Vida (homemade wood stove)Meantime

Fogão a lenha feito em uma lata de tinta, uma ideia bem prática, econômica ,e feita com materiais reciclados.

Materiais Utilizados:

– Lata De Tinta 3,6Lt;

– Lata Solvente 900Ml;

– Lata De Milho Verde 200g.

como fazer um foguete ou foguete, foguete * muito fácil *Victor Taller Bushcraft

Uma nova versão do #Estufa #Cohete ou #Rocket caseiro e com materiais reciclados e mais acessíveis! Ideal para acampar ou passear com os amigos, ele funciona tanto para cozinhar em uma panela quanto para ferver água para uma infusão, é pequeno e portátil e muito fácil de construir. Funciona com muito pouca lenha, pois é muito eficiente.

Fogão a lenha caseiro para o acampamento V2, poderoso para cozinhar – M Stove Project. Camping Together

Fogareiro: Como fazer um Super Eficiente e Prático para expedição, camping e bushcraft (espiriteira)Celso Cavallini

Espiriteirize-se: O papel da lareira, Coletores de sementes, Grude na Tela Rural, Coco gas, Outros olhos, Frida

iDvogados

GREG NEWS | DELIVERY – HBO Brasil

O delivery conquistou de vez os consumidores, e ajuda a evitar aglomeração em mercados e lojas, até mesmo porque muitos estão proibidos de funcionar em seu espaço físico, exceto os serviços essenciais, os problemas desse tipo de serviço também foram potencializados. Jessica MouraAlmanaque SOS

A média de brasileiros que permaneceram dentro de suas residências já atingiu o pico de 69,6%, segundo informações da empresa de inteligência a partir de dados de localização, In Loco.

Os entregadores não têm vínculo empregatício com as empresas de onde recolhem os produtos ou com os representantes dos aplicativos. Para 3,8 milhões dos entregadores, essa é a principal fonte de renda. Com uma rotina de 12 horas de trabalho, eles têm de estar disponíveis e aceitar todos os pedidos para não perder as bonificações.

O ator e humorista Gregório Duvivier, a frente do programa Greg News, da HBO, juntamente com sua equipe do programa decidiram agir: comproram o domínio idvogados.com.br, e agora convoca programadores voluntários para tornar o que é apenas um link de uma página vazia em uma plataforma on-line para unir advogados trabalhistas e entregadores, garantindo os direitos desses trabalhadores.

Gregze_se: Pare e pense, Gloss Delivery, Extra, mais roubado!!! Black Friday, Jeremias 5, Os Cegos e o Elefante, Jeunesse, Verdade Ou Mentira?, Aplicativos para fazer chamada de vídeo, inspirAR, o respirador e outros brasileiros!!!, Substituto de agrotóxico: eucalipto, Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro

RESERVE Ice

Ingredientes:

– 1 xícara de leite / leite de amêndoa;

1 xícara de mirtilos congelados;

1 xícara de cerejas congeladas;

½ xícara de iogurte grego;

½ xícara de espinafre picado;

1 pacote Reserve;

3 colheres de sopa de mel .

Modo de preparo:

Misture todos os ingredientes no liquidificador até ficar homogêneo. Despeje em moldes de picolé. Congelar até solidificar, pelo menos 2 horas.

Viva mais: Mousse de vinhoRESERVE, SEMENTE DE CHIA (Salvia hispanica)ManjericãoBananaSal e vinagreExperimento científico?, Banana power verde, BANANA PUDDING OU PAVÊ DE BANANA CARAMELIZADA, Bodi Zen, Jeunesse, Verdade Ou Mentira? (Venha ser nosso parceiro!)

Les Avanchets

Les Avanchets, Genebra, Suíça, é a cidade dos sonhos para todos os jardineiros urbanos, de acordo com o fotógrafo e ambientalista francês Yann Arthus-Bertrand, já que quase todas as casas têm pelo menos um jardim para colher seus alimentos, esse costume é um legado da Primeira Guerra Mundial. Após os conflitos, no século 20, o governo da Suíça e outros países da Europa deram ao povo lotes de terra para que eles pudessem construir suas vidas, assim começou a cultura da agricultura urbana no país. CONTI outra

A cidade usa métodos agrícolas sustentáveis, as crianças são ensinadas a cultivar suas próprias frutas ou vegetais, ao mesmo tempo, métodos antigos e tradicionais são misturados para alcançar um sistema sustentável e uma melhor qualidade de vida para todos e, por sua vez, geram atitudes duradouras de solidariedade e c além de promover a troca com os vizinhos.

Frutas e verduras orgânicas e cultivadas com muito carinho garantem o abastecimento da cidade e a saúde da população.  Arthus-Bertrand postou recentemente em seu site uma imagem aérea da cidade onde é possível ver o quão agradável é o ambiente cuidado pelos moradores. A Suíça é um dos países que mais investem em hortas urbanas, contando com 50 mil hectares em seu território. Pensamento Verde

Avanchetsze-se: Cabo Jardim, Plantas Alimentícias Não Convencionais, alternativaS?!?, Vegetais fast to mesa, Convivir, Medellín: agricultura urbana, Manual sobre os usos de plantas amazônicas, DENTE DE LEÃO, A história do jardineiro de Oxalá, Primaveras Revolucionárias, Primo vere, prima Vera!!