Revista Manchete e Curandeiros Potiguares

Revista Manchete era publicada semanalmente e distribuída quase todo o Brasil. Além disso, trazia reportagens especiais sobre vários acontecimentos nacionais e internacional. No ano de 1982, eles criaram uma reportagem para falar dos curandeiros que aprenderam ler pelo programa Mobral e participaram do encontro da instituição que tinha o objetivo reunir a tradição. O repórter foi o potiguar Valério Marinho. Lara Paiva – Brechando

Ao mesmo tempo, a Mobral queria catalogar toda a documentação e promoveu o encontro dos curandeiros com o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Edson Jesus

Para Maria de Lourdes Guerra, coordenadora do Mobral-RN, programa especial destinado à valorização, preservação e difusão da cultura local, o encontro foi idealizado com o propósito de “possibilitar a troca de experiências e o intercâmbio de informações entre os participantes, bem como despertar, no curandeiro/rezadeira, a consciência do papel que ambos exercem dentro da comunidade”.

João de Souza Pinheiro é o mais famoso curandeiro do município de São Miguel (Rio Grande do Norte), ele tem 77 anos e há 40 anos vive curando gente com rezas e ervas medicinas, também lê mão.

  • O senhor tem algum poder especial?

A resposta clássica vem na hora:
-Não, meu filho, quem cura é Deus. Sou apenas um rezador. Se a pessoa tem fé em Jesus, fica boa.

A grande maioria já passa dos 50 anos. O mais velho tem 88. Um deles, paralítico, dava consultas em cadeira de rodas. Os homens, em menor números, geralmente trabalham no campo. No que concerne às mulheres, muitas delas são lavadeiras, e outras atuam também como parteiras. O conhecimento dos curandeiros, quase todos analfabetos ou semi-analfabetos, repousa sobre uma tradição oral secular, transmitida de pai para filho.

Ao contrário do catimnbozeiro, que faz feitiços e trabalha para o mal, o curandeiro só procura fazer o bem. Em seu trabalho intitulado “A Medicina do Povo”, Iaperi Araújo revela que as “benzedeiras e rezadeiras procuram, na inovação aos santos católicos, a proteção ou a cura das doenças, baseando-se sobretudo no conceito de corte celestial, onde cada santo é um pequeno deus com poderes sobre as enfermidades, sobre o bem e o mal”.

Antigamente, o termo catimbó era usando pejorativamente para chamar pessoas que praticavam religião de matriz africana, no qual sempre se referia como algo maldoso. Era como se fosse sinônimo de “macumba”, que também é um termo preconceituoso. Lembrando que a reportagem é de 1982, onde a descriminação ainda era pior do que hoje.

De uma maneira geral, o curandeiro não cobra por seus serviços. Aceita pequenos presentes – uma galinha, meia dúzia de ovos, um pedaço de queijo do sertão, ou coisa semelhantes. Dona Clotilde da Silva, 58 anos, analfabeta, residente em Ielmo Marinho, explica por que não cobra:

“Não exijo nada, pois não vou vender as palavras de Deus”.

“não cobro porque não posso vender a palavra de Deus. Foi ele quem me deu este dom e procuro cumprir minha missão.”

Dona Jozefa Teixeira, 75 anos, rezadeira há 50 anos, é muito procurada em sua cidade, Caiçara, onde chega a atender a mais de 300 pessoas por mês.

As rezadeiras se mostram acessíveis, atenciosas, com exceção de uma ou outra mais desconfiada, que se recusou a ditar a letra de suas orações sob o pretexto de que “as rezas perderiam seu efeito milagroso”.

Sentada à sombra de uma mangueira, dona Rosa atendia a uma moça que lhe pedira para ler sua mão. Jovem da cidade, demonstrando mais curiosidade do que fé, a garota queria saber quando iria casar, se seu marido seria seu namorado atual, e outras coisas do gênero. Notando o deboche, a velha tirou o cachimbo da boca, deu uma cusparada, e proclamou irônica, dando por encerrada a consulta:

“Na sua mão está escrito que você só casa na hora que Deus Marcar.”

Às vezes, a popularidade do curandeiro entra em conflito com o médico da pequena cidade. Um dos rezadores conta:

“O doutor me chamou para reclamar de que o povo estava indo pouco ao seu consultório. Eu respondi: mas doutor, eu não vou atrás de doente, não cobro nada, só faço rezar. Meu remédio é raiz de pau.”

Segundo um outro, certa feita, o dono da farmácia o chamou e lhe propôs um trato:

“Homem, em lugar de planta do mato, receita remédio da farmácia que eu lhe dou 10 por cento do apurado.”

Iaperi Araújo afirma em seu trabalho:

“A medicina do povo tem influências marcantes das raças que formam a base étnica do homem brasileiro. Dos indígenas, nos veio o conhecimento das propriedades farmacológicas da flora brasileira.”

O Mobral está coletando dados, copiando receitas, documentando orações. Entre as revelações deste I Encontro de Curandeiros e Rezadeiras, um chamou particularmente a atenção: o desinteresse dos jovens pelo ofício. Atraído por inúmeras ou outras solicitações, os filhos dos curandeiros estão abandonando a tradição dos antepassados.

Nas palestras dos técnicos do Mobral, indagava-se aos curandeiros quais seriam as causas das doenças, de tanto sofrimento. Tudo para eles se resume na vontade de Deus:

“É Deus quem dá a doença, e é Deus quem cura.”

Sem querer, de maneira alguma, interferir neste plano místico, os técnicos procuraram, nos trabalhos de grupo, iniciar um programa de higiene e saúde que futuramente será desenvolvido nas próprias comunidades dos curandeiros. E Maria de Lourdes Guerra, explica:

“Afinal, o curandeiro é, à sua maneira, um líder dentro da sua pequena comunidade. Para quem está doente, necessitando de ajuda, o que ele diz tem força de lei. Nós queremos que, além de suas rezas, de suas receitas de erva, ele diga também que a água deve ser fervida, que a mosca contamina os alimentos, que se deve lavar as mãos antes de comer, enfim, que transmita certas informações elementares de higiene e educação sanitária.”

Ao final do encontro, 25 curandeiros foram levados à presença do historiador e folclorista Luís da Câmara Cascudo. Aos 82 anos, surdo, porém inteiramente lúcido, Cascudo lamentou não poder ouvir as rezas e palavras sagradas que, através dos tempos, compõe a magia da medicina do povos. Rezas e palavras que fizeram parte essencial daquela tradição oral que, durante toda a sua vida, ele tratou de resgatar da boca do povo para os livros.

Gratidão pelas preces recebidas!

Palavras PerdidasENTENDA O EFEITO PLACEBO, A história da Homeopatia, AYAHUASCA FUNCIONA? EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS?, SAL DE ÍNDIO, GUAJAJARA REVELA SEUS PLANOS, Revista Manchete e Curandeiros Potiguares

Art and culture of the native peoples of our planet. ART AMBA MIRIM

Share, help us lift other flights.

Remédio e recurso renovável 1.2

A cannabis sempre foi usada como remédio e recurso renovável. Há pelo menos 5 mil anos desde o seu primeiro registro, ela era utilizada por diversas culturas. Vibe positiva – Legalize

Até que um belo dia, homens poderosos decidiram que ela deveria ser proibida, e a proibiram no mundo inteiro. Jesus Hemp10 de janeiro de 2023

Interesses políticos, industriais, financeiros e muito preconceito dominam o debate a pelo menos 100 anos.

A realidade que os ignorantes não aceitam, é que a proibição da Cannabis nunca foi por questões de saúde pública!

It only took special interests, big money, & politics to mess everything up!! #Cannabis has been considered medicine for hundreds of years…. David Dinenberg – @daviddinenberg1:00 PM · Dec 5, 2022

MarleyMac – @MarleyMac11

Palavras PerdidasPotenciais interações farmacológicas com a cannabis, Gravidez, Cannabis ou Álcool, Comidinhas de Maconha, Mais pessoas estão usando maconha como um substituto ao álcool e remédios, diz estudo, Cannabis é promissora no combate à Covid-19

6 Evil Things Done By Corporations Throughout History

Corporations entering the crosshairs of regulatory battles is a typical scene, you’ll find that regulatory issues and litigious mistakes are part of the package. You will hardly find a corporation that presents itself as a saint, however, some corporations are known for their ignoble roles in facilitating some of the most atrocious acts in history. 6 Evil Things Done By Corporations Throughout History – Eric Chang

Pharmaceutical companies selling opioids abroad after creating an addiction epidemic in the US, which explains why US pharmaceutical companies would convince doctors to prescribe powerful painkillers and claim they are safe, not quite, because over time, these addictive drugs kickstarted a nationwide epidemic of opioid abuse that killed an estimated 200,000 people.

US opioid sales plummeted as subsequent legislation began cracking down on such atrocities. Pharmaceutical companies such as Purdue had already redirected their painkiller marketing operations to conquer new markets abroad.

With the same marketing strategy in the US, mainly paying doctors to hold seminars where they can sugarcoat the benefits of opioids as the best way to manage pain, recording incredible numbers in China and territories generally familiar with massive opioid addiction.

The world often suffers from opioid shortages, with terminal cancer patients, end-stage HIV/AIDS patients and pregnant women being the most affected.

The best target market for these drug behemoths, the middle and upper class who suffer from chronic pain – long term loyal buyers and “enthusiastic devotees”. And guess what the Oxford Languages Dictionary calls them? Addicts, as the short-term pain and cheaper generic morphine can help manage pain, as opposed to more expensive, fancy drugs like OxyContin.

In the early 20th century, the practice of eugenics began to spread like wildfire, led by Darwin’s ambitious cousin Francis Galton, spurring a master race of humans who decided who could reproduce and who couldn’t.

People classified as mentally feeble, deformed, handicapped, deaf or blind had to be gathered in one place and sterilized from time to time to make them better human beings.

Of course, the Americans adopted this idea, except that they probably took it to extraordinary extremes. When Fernald State School opened in the 1920’s, what many saw was a school, an institute to serve people with developmental skills.

But as time went on, it degenerated into a playpen for children who were considered idiots, imbeciles and idiots. Even unwanted children and orphans of normal intelligence were included; after all, the institution could use some free handiwork every now and then.

In the 1940s conditions at Fernald were worse than deplorable. Hard labor, beatings, isolation and sexual abuse flourished so much that you would think you were in Sodom.

A few gentlemen from the Massachusetts Institute of Technology showed up, offering gifts like extra breakfast rations and trips to football games to a select group of kids after enlisting them as members of a “Science Club for Kids,” What they didn’t know was that the breakfast oatmeal given to these children was laced with tracers of calcium and radioactive irons.

The whole Science Club hoax was a front to facilitate an experiment commissioned by the Quaker Oats Company, the radiation levels in the oatmeal were “harmless”, but Quaker failed to respect the consent of children and even parents if they were willing to make a quick appearance of the Lab Rat.

In law, Quaker Oats knew they were completely out of line as the Nuremberg Code banning exploratory research practices had just been released. In the late 1990s, dozens of Fernald students banded together to file a class-action lawsuit against Quaker, MIT, and the government, but later settled on a $3 million out-of-court settlement.

In 2010, US restaurants lost revenue because most customers preferred flavored water to Coca-Cola, Coca-Cola launched a program called “Cap the Tap”, according to the company’s official website, “Cap the Tap” was a campaign against wasting water, however, the same campaign material brings suggestive sales methods to convert orders for tap water into orders for revenue-generating beverages.

The program invites, trains, and rewards bartenders for offering customers diet soda, smoothies, and iced tea, and if they insist on drinking water, they should offer them Coke bottled water, of course. But this is where things get really weird.

Bottled water represents an environmental disaster and is worse for children than tap water, which is safer when well regulated. Even worse, bottled water is tap water itself, so Coca-Cola takes more water to pack free tap water and sells it at ridiculous prices.

The program invites, trains, and rewards bartenders for offering customers diet soda, smoothies, and iced tea, and if they insist on drinking water, they should offer them Coke bottled water, of course. But this is where things get really weird.

Bottled water represents an environmental disaster and is worse for children than tap water, which is safer when well regulated. Even worse, bottled water is tap water itself, so Coca-Cola takes more water to pack free tap water and sells it at ridiculous prices.

The NFL has a problem, kids make up the league’s most vibrant talent pool and audience, but the numbers dwindle each year as football takes on a somewhat sordid reputation across the United States. Research data shows that 60% of the most loyal NFL fans started following football before elementary school.

The first hook was to alleviate the mother’s fears, saying that the media is the enemy, guilty of misinforming the public and exaggerating the frequency of concussions and other sporting risks, moreover, it is on record that these clinics also minimize the risk of brain damage in football or, in some cases, pretend that there is no risk of harm.

And when you use twisted facts and pathos to manipulate parents into seeing themselves as an obstacle to their children achieving their dreams and goals, that is corporate fraud and conspiracy to cause grievous bodily harm.

As the 2010 US Congressional elections approached, Facebook embarked on an experiment that essentially tricked random people into voting by filling their feeds with photos of civically responsible friends, over 340,000 Facebook users may have been influenced to go to the polls.

From selling $100,000 worth of ads to Russian troll farms during the 2016 election, to running fake stories over the real ones to generate mass panic and harvesting your activities to sell your personality profile to advertising companies, Facebook clearly does not it has limits.

This explains why companies like Cambridge Analytica could somehow harvest the data of 87 million Facebook users to manipulate users into voting for Donald Trump in the election. Or use new feeds and articles to discourage anti-Jewish or anti-Muslim voters from voting against Hillary Clinton.

Enron isn’t that bad, in fact they are the bottom line. For example, in 2001, rumors circulated that Enron had intentionally caused blackouts so that demand for energy would legitimize rising energy prices. .

The CEO of Enron, Kennedy Law, joked, responding that they were just conspiracy theories and should be disregarded, but two months later, a scandalous tape reached the media, where Enron is heard causing a blackout, precisely from the 38th second of the audio playback, and you can imagine this has been going on for some time.

On this tape, employees are laughing about stealing $1 million daily from California, swindling old grandmothers, and then talking about the country’s problems, according to sources, Enron made over $1.6 billion in profits, and a poor Gray Davis, then governor of California, lost his job to Terminator after one of the most tumultuous terms in the state’s history.

There is a legal concept that treats corporations as human beings hiding behind a veil, humans often make up these establishments. The irony, however, is that this legal fiction suggests that corporations can be just as bad, sometimes more so. Quaker Oats, Facebook, NFL, Enron, Coca-Cola and Purdue are all required evidence.

Palavras Perdidas: A água oculta, Dolly vira o jogo, Leite de aveia, Museu dos grandes fracassos criativos, Ranking da poluição plástica nos oceanos, Exu tranca-copa, Meta e a moeda digital Zuck Bucks, 5 INVENÇÕES PERDIDAS DE NIKOLA TESLA QUE AMEAÇARAM A ELITE GLOBAL, Micro hidrelétrica e redemoinhos

A vingança mata a alma e a envenena 1.2

UM CANCERIANO UNIVERSAL.

A vingança nunca é plena – Seu Madruga (Chaves) – A Grande Abóbora. 27 de mai. de 2014

A VINGANÇA NUNCA É PLENA | SEU MADRUGA – SAD EDITGuardião Tristonho. 9 de dez. de 2018

AS MELHORES TIRADAS do SEU MADRUGA! – Vila do Chaves. ,10 de mai. de 2021

Que o Seu Madruga é um cara meio estourado, isso a gente já sabe. Mas, em Chaves, ele também mostra como pode ser frio, calculista e preciso com as palavras pra tirar um sarro da cara de qualquer um!

Palavras Perdidas: Chiquinha revisitando a Vila do Chaves, Mitagens em Chaves, 14 ideias de suportes para chaves DIY 1.2, COSChavo, “Ta, ta, ta”: Rubén Aguirre

Tradições natalinas que SUMIRAM!

Tradições natalinas que SUMIRAM! Nerd Show. 20 de dez. de 2022

O Natal é muito tradicional, mas você sabia que existem algumas tradições que já se foram? Hoje o Nerd Show mostra algumas delas!

Algumas dessas tradições natalinas derivam de práticas que nasceram na Idade Média, segundo Mark Cartwright no site da Ancient History Encyclopedia. John Burger – Aleteia 28/12/20

“Os feriados medievais eram uma chance de ter um descanso muito necessário do trabalho diário habitual e de se socializar em refeições familiares, onde o menu sombrio típico dos pobres era substituído por raridades como carne e peixe, e a mesa dos ricos era adornada com o exótico, como pavão assado”, ressalta que a festa costumava durar desde a véspera de Natal até a Epifania.

Uma outra tradição natalina entre os monges medievais, por exemplo, era fazer uma turnê com peças bíblicas em residências particulares.

1 – Personagem demoníaco

International Business Times

Na Áustria, quem não se comporta direito pode receber a visita de um demônio horripilante chamado Krampus, que aterroriza as crianças perambulando pelas ruas à noite arrastando correntes. Isso sem contar que ele anda com uma vara para esquentar o traseiro das que foram muito arteiras. MARIA LUCIANA RINCÓNMegacurioso. 24/12/2017

2 – Bruxas malignas

Wikipédia

Na Noruega quem vem fazer visitinhas são grupos de bruxas malvadas, que roubam as vassouras das casas para ficar sobrevoando os vilarejos. Assim, nessa época as vassouras simplesmente somem de vista, já que durante as celebrações as mulheres escondem esses objetos para manter os espíritos malignos bem longe de seus lares.

3 – Bruxa do bem

La prima Web

Na Itália, quem aparece para as festas é uma bruxa querida e superaguardada pelas crianças italianas, segundo a lenda, “La Befana” estava muito ocupada quando os Reis Magos foram visitar o menino Jesus, e é por isso que ela só aparece alguns dias depois do Natal trazendo os presentes.

4 – Ajudante sinistro

Na Holanda o personagem sinistro chamado Zwarte Piet — ou Pedro Preto em tradução livre, um dos mais queridos ajudantes do Papai Noel, também tem um lado assustador: ele é uma espécie de “homem do saco” que leva as criancinhas desobedientes embora para a Espanha, que, curiosamente, é onde o Bom Velhinho dos holandeses mora.

Wikipédia

Originalmente, Zwarte Piet era um escravo que acompanhava o Papai Noel, mas essa versão acabou sendo alterada — evidentemente — por questões relacionadas ao racismo. Hoje em dia, as crianças holandesas aprendem que a aparência de Pedro se deve à fuligem, pois, segundo a nova adaptação, ele trabalha como limpador de chaminés.

5 – Aranha natalina

MSI Chicago

Na Ucrânia as árvores são decoradas com teias de aranha, e a origem vem de um conto sobre uma mulher muito pobre que não tinha como comprar os adornos para pendurar no pinheiro. Mas, na véspera de Natal uma mágica aconteceu, e a mulher descobriu na manhã seguinte que uma aranha havia enfeitado a árvore com uma linda teia brilhante.

6 – Esperança

pixabay

Na República Tcheca existe um curioso ritual que as moças que desejam se casar fazem durante o Natal. De costas para as portas de entrada de suas casas, elas jogam um sapato por cima do ombro e, se o calçado cair com o dedão apontando para a porta, isso significa que elas se casarão no período de um ano. Caso o sapato caia virado para qualquer outro lado, as moças precisam esperar até o próximo Natal para tentar novamente.

7 – Meios de transporte

shutterstock

No Brasil e nos EUA as crianças acreditam que o Papai Noel visita todo mundo montado em um trenó puxado por renas, mas na Austrália quem puxa o trenó são os cangurus. Na Holanda, ele circula a cavalo, e na Suíça, Noel visita as crianças montado em um burro.

No Havaí ele precisa remar em uma canoa, mas o mais curioso mesmo é na República Tcheca, pois por lá o Papai Noel vem do céu com uma corda dourada, ao melhor estilo missão impossível. Publicado em 21/12/2016.

E você, leitor, conhece mais algum costume diferente para celebrar o Natal? Não deixe de contar para a gente nos comentários!

Palavras PerdidasCORTA-JACA, 20 Brincadeiras de Natal, Let’s go exploring!, A HISTÓRIA DA TECTOY E SEUS VIDEOGAMES NO BRASIL, New technology for toys? 1.2

COMO CULTIVAR O WASABI

A planta do wasabi foi mencionada pela primeira vez em um antigo dicionário médico no Japão, que citava o uso de suas folhas. De 1603 a 1867, o wasabi foi usado como um condimento para soba, um tipo de macarrão. Recentemente começou a ser utilizado em Niguiri, que é o sushi moldado à mão, e foi usado pela primeira (1804 e 1818) vez para disfarçar o odor do peixe cavala. Em 1970 a Indústria S&B desenvolveu o primeiro wasabi em tubo – o primeiro produto de seu tipo a ser lançado no mercado japonês. UM CANCERIANO UNIVERSAL.11 DE SETEMBRO DE 2014

COMO CULTIVAR O WASABIREZENHANDO. 29 de jun. de 2020

Um hobby ou fonte de renda e alimentos saudáveis, cultivar frutíferas, ervas medicinais e flores é um pode ser delicioso desafio e um documentário sobre Wasabi desvenda o quão é difícil seu cultivo, mesmo no Japão, país de origem, que não dá conta da demanda, onde muitos locais servem a raiz forte (Krein,Crem) ou o Nabo Japonês, ambos com corante e algumas especiarias para enganar o paladar de seus fregueses.  / FELIPE CALABREZ

El wasabi: la planta más difícil de cultivarGreat Big Historias. 28 de mar. de 2018

La mayoría de las veces, el wasabi que recibes en un restaurante o compras en una tienda es falso. En realidad es rábano picante que tiñen de color verde. ¿Por qué? Resulta que el wasabi es una planta sumamente difícil de cultivar. De hecho, se considera la planta más difícil de producir comercialmente en el mundo. Sin embargo, desde el siglo pasado, la Granja Daio Wasabi, en Hokata, Japón, ha estado produciendo wasabi exitosamente con agua de manantial de sus montañas aledañas.

Ven con nosotros mientras exploramos las historias más extrañas y deliciosas del mundo culinario.

¿Tienes alguna idea para una gran historia?

E aí curtiu a dica? Comente, seu comentário é a alma do blog e canal!

Até mais e obrigado pelos peixes!

Palavras PerdidasWASABI, Google Street View Olímpiadas Japan e others app, Extintion by Japan, Horóscopo Japonês (Zenchi Juunichi Onmyodo), Coleção de arte japonesa de Van Gogh, para download, 13 Reasons Why: trilha sonora da série, Guia para quem vai a SP pela primeira vez na vida…e Sozinha!

A indústria farmacêutica está fora de controle??? 1.2

Confira abaixo e responda você mesmo a pergunta do título! (Homeopatia Ação Pelo Semelhante)

Construímos um sistema médico em que o ato de enganar não é apenas tolerado, mas recompensado, a afirmação é de Carl Elliot, professor de Bioética e Filosofia na Universidade de Minnesota e autor do livro White Coat, Black Hat – Adventures on the Dark Side of Medicine em português: Jaleco branco, chapéu preto: aventuras no lado negro da medicina. EDSON JESUS

O livro de Elliot se junta a uma série de obras que, nos últimos 17 anos, vem revelando que a indústria farmacêutica escapou de todo o controle e que tem influência sobre a formação, a pesquisa e os médicos. Quando o Estado é cúmplice, ele mostra-se incompetente e corrupto e a doença é a desinformação. Celso Galli Coimbra – 02/03/2013

A entrevista com a médica Ghislaine Lanctot, feita por Laura Jimeno Muñoz para a Revista Discovery Salud permite refletir, por exemplo,  porque a reposição hormonal da Vitamina D – de vital importância para a saúde humana – é recusada, censurada, objeto de mentiras dentro da Medicina, enquanto as terapias de alta complexidade e de alto custo são privilegiadas, como por exemplo, a persistente indução a transplantações de órgãos desnecessárias, quando 80% destas últimas situações poderiam ser evitadas por atitude médica gestoramédica clínica e políticas governamentais de simples prevenção da saúde.

A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que estava convencida de que a Medicina era extraordinária e poderia curar qualquer enfermidade. Só que essa primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.

Ao dar-se conta do controle e da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os estudantes – entendeu claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio. A Medicina está controlada pelos seguros-públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controle sobre o tipo de medicina a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar.

“A Máfia Médica” é o título do livro lançado em 2010 que custou à doutora Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denúncia publicada mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complô formado pelo Sistema Sanitário e pela Indústria Farmacêutica. Notícias Naturais

O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema de enfermidade, uma medicina da enfermidade e não da saúde, só reconhece a existência do corpo físico e sem considerar nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. Trata apenas o sintoma e não a causa do problema mantendo o paciente na ignorância e na dependência, estimulando-o para que consuma fármacos de todo o tipo.

Em que pese as denúncias deste livro e na  entrevista de sua autora, é fundamental os cidadãos entenderem que cabe a eles, tanto como membros da sociedade ou como pacientes, exigirem por atitudes de quem está bem informado, o retorno da ética na medicina voltada para o paciente e para a prevenção de doenças. E isto começa por usar suas informações para escolher os médicos éticos a quem recorrer e passa por exigir do Estado transparência, honestidade em sua obrigação constitucional (Art. 196 da CF) de universalizar o atendimento à saúde e a promoção da saúde, sem atender os interesses contrários da indústria farmacêutica e de quem estiver, em qualquer meio profissional, comprometido com esta motivação escusa.

No que concerne ao médico, lembramos a diretriz básica da Resolução do Conselho Federal de Medicina, 1098, de 30.06.83, ratificando decisão da ASSEMBLÉIA MUNDIAL DE MÉDICOS EM TÓQUIO, de 1975, que foi esquecida:

“No tratamento de um paciente, o médico deve ter liberdade para empregar um novo diagnóstico e uma nova medida terapêutica se, em sua opinião, ela oferece esperança de salvar vida, restabelecer a saúde ou minorar os sofrimentos.”

“O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema.”

“A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às diretrizes da OMS. Não há escapatória. De fato, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle.”

Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.”

Uma máfia sumamente poderosa, onipotente, diria Lanctot, eliminou toda a competência, orientam os investigadores e os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também.

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Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a indústria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da ONU – e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.

Investigações de eminentes médicos indicam que o HIV foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar.

O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anômala de células, é algo tão habitual que todos o padecemos várias vezes ao longo da nossa vida. O problema surge quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor.

O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria, nos 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina, nos hospitais e congressos médicos, o sistema encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras possibilidades, reforçando a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebido é o único válido, ensina-se-lhes que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam servis ao sistema.

A medicina científica se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa, uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos.

Os produtos alternativos rentáveis igualmente monopolizados nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio, as autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.

A medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas, salvo no que se refere à cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, têm-se a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge.

Ghislaine Lanctot apresenta três hipóteses para a existência desse sistema de enfermidade. A primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa (difícil de aceitar, nos últimos 32 anos várias publicações denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente), a segunda hipótese é que não podem acabar com ele, mas os governos têm esse poder e a terceira é que não querem acabar com o sistema.

mafia-medica

A medicina atual está concebida para que os seres humanos permaneçam doentes o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.

As chamadas medicinas suaves ou não agressivas são uma melhor opção porque tratam o paciente de uma forma holística, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda mas apenas isso: complementos, porque o verdadeiro médico é o próprio. A soberania sobre a própria saúde permite ao enfermo (seres soberanos) curar-se, nada pode fazê-lo em seu lugar, a autocura é a única medicina que cura. Nas nossas mãos está pois, romper essa escravidão.

A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de cartas quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectado com a sua própria divindade.

Palavras PerdidasA história da Homeopatia, Farmácia de manipulação, Farmácia de manipulação?!?, El sistema endocannabinoide, Elisaldo CarliniRemédio caseiro para controle de pulgas

A história da Homeopatia

A história da HomeopatiaVocê sabia disso? 4 de dez. de 2022

    A história da homeopatia é fundamentada nas descobertas de Christian Friedrich Samuel Hahnemann (1755-1843), nascido no leste da Alemanha, um médico que cunhou o termo homeopatia a partir da junção das palavras “ὅμοιος hómoios,/homoion” que significa similar em grego, e “ πάθος páthos” sofrimento/doença.  Para se referir ao princípio de cura pelos semelhantes, que se tornou o princípio da homeopatia. Associação médica Homeopática – 22/10/2019

    Segundo Paul Ulrich Unschuld, o regime nazista na Alemanha era fascinado pela homeopatia e gastou grandes somas de dinheiro na pesquisa de seus mecanismos, mas sem obter um resultado positivo. Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Sendo que a lei dos semelhantes foi descrita por Hipócrates e Paracelso séculos antes, bem como foi utilizada por diversas sociedades, como os maias, chineses, gregos, índios nativos americanos e asiáticos.

    Baseia-se no princípio similia similibus curantur (do latim: “semelhante pelo semelhante se cura”), ou seja, o suposto tratamento se dá a partir da diluição e dinamização da mesma substância que produz o sintoma num indivíduo saudável.

    Selo alemão comemorativo dos 200 anos de homeopatia, repetindo a máxima de Hahnemannsimilia similibus curantur

    A homeopatia considera os sintomas uma reação contra a doença. A doença seria uma perturbação de uma energia vital, e a homeopatia buscaria o restabelecimento do equilíbrio, que o sistema de cura natural da pessoa seria estimulado a estabelecer uma reação de restauração da saúde por suas próprias forças, de dentro para fora, seria para a pessoa como um todo e não somente para a doença.

    Nos primeiros 15 anos de sua prática da medicina Samuel Hahnemann lutou desesperadamente para ganhar a vida, um dia desconfiou da explicação dada pelo autor para a ação do medicamento sobre a malária, e publica em 1796 um artigo onde descreve uma teoria sobre o poder curativo das plantas, seguindo por seu famoso trabalho publicado em 1810 The Organon of Healing Art., onde introduziu o conceito de “miasmas” como “princípios infecciosos” subjacentes à doença crônica. Marcelo Gerra – Iris Homeopatia

    Os testes para descobrir que efeitos as substâncias produziam em seres humanos, um procedimento que mais tarde se tornaria conhecido como “provação homeopática”, exigiam que os indivíduos testassem os efeitos da ingestão de substâncias registrando claramente todos os seus sintomas, bem como as condições auxiliares sob as quais eles apareciam, publicando uma coleção de provações em 1805, e uma segunda coleção de 65 preparações apareceu em seu livro; Materia Medica Pura (1810).

    Hahnemann desenvolveu uma técnica para fazer diluições que acreditava preservar as propriedades terapêuticas de uma substância ao mesmo tempo que removia seus efeitos nocivos, no qual esse processo despertava e aprimorava “os poderes medicinais espirituais das substâncias brutas”. Uma visão completa de seu novo sistema médico em seu livro Organon da Arte de Curar (1810), cuja 6ª edição, publicada em 1921, ainda hoje é usada pelos homeopatas.

    O preparo dos compostos homeopáticos segue princípios e técnicas bem definidos e simples em si [a questão da validade não é aqui discutida]. De ordinário, há as seguintes etapas:

    1. Extração dum princípio mineral ou vegetal da fonte;
    2. Pulverização (trituração e moagem) do insumo, quando necessário;
    3. Dissolução num veículo adequado, aquoso, hidroalcoólico, etc.;
    4. Diluição em sequência centesimal hahnemanniana;
    5. Sucussão, Dinamização ou Potencialização.

    O termo cunhado por Hahnemann apareceu pela primeira vez em 1807, enquanto traduzia um tratado médico do médico e químico escocês William Cullen para o alemão. uma teoria de Cullen sobre o uso de cinchona na cura da malária. Hahnemann ingeriu um pouco de casca especificamente para investigar o que aconteceria. Ele teve febre, tremores e dores nas articulações, sintomas similares aos da própria malária. Um relato dos efeitos da ingestão de casca de cinchona, observado por Oliver Wendell Holmes, e publicado em 1861, não conseguiu reproduzir os sintomas relatados por Hahnemann. A lei de Hahnemann sobre similares é um ipse dixit que não deriva do método científico.

    Trabalhos científicos posteriores mostraram que a cinchona cura a malária porque contém quinina, que mata o parasita Plasmodium falciparum que causa a doença; o mecanismo de ação não tem relação com as idéias de Hahnemann.

    Após sua primeira constatação: “Substâncias acarretam sintomas semelhantes aos apresentados pela enfermidade que curava”, ele decidiu testar em si mesmo substâncias que desenvolveram sintomas semelhantes aos de doenças. Após isso, realizou mais testes com outras substâncias, e concluiu sua teoria de “semelhante cura semelhante”.

    Segundo o princípio dos semelhantes de Hahnemann a mesma substância que causa a doença em uma pessoa saudável, mas em grau mais baixo, pode curar o problema numa pessoa doente, esta descoberta levou Samuel a criar seu famoso aforismo “como cura como”, ou cura pelos semelhantes. 

    Desde o início o tratamento homeopático começa com uma longa entrevista, com duração de pelo menos uma hora, na qual são levantados todos os aspectos da doença e vida do paciente. Por isso a homeopatia é considerada uma medicina holística, ou seja, que considera o ser humano como um todo.

    No Brasil foi introduzida por um discípulo francês, Benoit Jules Mure, que aqui chegou em 1840. Mure vem inicialmente para introduzir a doutrina social de Charles Fourier (1772/1837); para tanto Mure consegue o apoio do governo brasileiro de D. Pedro II e vai para o interior de Santa Catarina onde funda um falanstério, o qual não vinga. Volta então ao RJ no dia 21 de novembro de 1840, onde inicia o ensino, a prática e a propagação da Homeopatia. Por este motivo, esta data foi eleita como o dia da homeopatia no Brasil. Medicina Homeopatica

    O discípulo francês de Hahnemann, Mure que faz seu primeiro discípulo no Brasil, um médico português chamado João Vicente Martins que propaga a homeopatia começando pelas regiões Norte e Nordeste. Mangolini Homeopatia 

    A Homeopatia rapidamente se propagou no Brasil, principalmente na Bahia, Pernambuco e no Rio de Janeiro. No final do século XIX foi abraçada pelo movimento positivista brasileiro através de seus adeptos do instituto militar de engenharia, no Rio de Janeiro. Disso resulta um grande apoio oficial do governo republicano à Homeopatia, reconhecendo o seu ensino e a sua prática, criando enfermarias no Hospital Central do Exército e no Hospital da Marinha, no começo do século passado.

    O Conselho Federal de Medicina, reconheceu a Homeopatia como uma especialidade médica pela portaria número 1000 de 1980. Em 1988 a Constituição brasileira coloca a Homeopatia oficialmente no SUS (estipula a obrigatoriedade de haver um médico homeopata em cada posto de saúde). Portanto a Homeopatia no Brasil é uma prática médica oficial e reconhecida, com custo mais baixo que a média no atendimento convencional e com maior qualidade de atendimento e relacionamento médico-paciente.

    No mundo, atualmente a Homeopatia é praticada na Europa (Alemanha, França, Inglaterra, Espanha, Suíça), EUA, Índia (país onde tem o maior apoio oficial e é exercida oficialmente), Brasil, Argentina e México. A aceitação da homeopatia como uma forma autônoma e válida de medicina depende da legislação de cada país.

    A Homeopatia é capaz de tratar qualquer doença curável ou reduzir os efeitos colaterais dos tratamentos convencionais, como a quimioterapia e a radioterapia, e pode ser adotado por pessoas de qualquer idade, sendo ideal para bebês, grávidas e idosos, pela baixíssima ocorrência de efeitos adversos.

    A homeopatia, é uma medicina oficialmente reconhecida pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e foi criada para revolucionar os métodos terapêuticos. Vamos contar neste artigo a história da homeopatia que foi criada por um médico alemão chamado Christian Friedrich Samuel Hahnemann, nascido em 1755 no leste da Alemanha, que após algumas desilusões com a pouca eficácia e reações a medicamentos que as vezes pioravam a condição do paciente naquela época.

    Pesquisas científicas têm mostrado que os remédios homeopáticos não são eficazes e seu mecanismo de funcionamento é implausível. Há consenso na comunidade médica e científica internacional de que a homeopatia é uma pseudociência, e é amplamente considerada charlatanismo. Numerosas revisões sistemáticas indicaram que homeopatia não é mais efetiva que o placebo, de modo geral, os produtos (medicamentos) são considerados inertes e livres de efeitos colaterais, a relutância em buscar tratamento médico convencional, preferindo a homeopatia pode levar a complicações e até mortes.

    Organização Mundial de Saúde (OMS) aconselha os seus estados membros a regular a homeopatia de forma a garantir a inocuidade dos produtos que são comercializados sem prescrição médica, e reconhece que, apesar de se verificar um aumento da utilização de produtos homeopáticos, são poucos os estados com regulamentação aplicável. O documento de Estratégia da OMS sobre medicina tradicional 2002 – 2005 “aborda as questões de segurança, qualidade e eficácia da medicina tradicional (MT) e medicina complementar e alternativa (MCA).

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    #homeopatia – Fpxh_2021. iFunny Brazil – 6 jul 2021

    Os defensores da homeopatia referem-se regularmente aos documentos produzidos pela Organização Mundial de Saúde, porém a OMS condena o uso da homeopatia contra doenças graves como malária, tuberculose, aids, gripe e diarreia infantil.

    Em Portugal, a profissão de homeopata é regulamentada em lei, sendo exclusiva a profissionais com carteira da ACSS. Em muitos países não é sequer considerada especialidade médica. Em 2015 o National Health and Medical Research Council (NHMRC) da Austrália declarou não existirem condições de saúde tratáveis com a homeopatia e que o uso da homeopatia pode colocar a saúde das pessoas em risco. Em 2019, as academias francesas de medicina e farmácia condenaram o gasto de dinheiro público em remédios homeopáticos, e também a existência de títulos acadêmicos em homeopatia.

    Em julho de 2019, o ministro da saúde francês anunciou que os reembolsos da previdência social para medicamentos homeopáticos seriam eliminados antes de 2021. Na França se localiza o maior fabricante mundial de medicamentos para medicina alternativa, a Boiron.

    Ainda em 2019, o governo canadense parou de financiar a ajuda homeopática a Honduras. A instituição de caridade Terre Sans Frontières (TSF), de Quebec, recebeu US$ 200 000 em cinco anos do Programa de Cooperação Voluntária da Global Affairs, que apoia “curas” homeopáticas da doença de Chagas.

    No Brasil, é considerada como especialidade médica desde 1980, reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina, tendo sido incluída no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2006 e listada pelo Ministério da Educação em 2017 dentre os conhecimentos requeridos para a graduação em Farmácia. Existem hoje, aproximadamente 20 associações de representação médico-homeopatas filiadas a AMHB (Associação Médica Homeopata Brasileira) e estima-se que o Brasil esteja entre os três maiores países com mais médicos homeopatas do mundo.

    No final da década de 1970, a homeopatia retornou significativamente e as vendas de algumas empresas homeopáticas aumentaram dez vezes. O homeopata grego George Vithoulkas, que realizou “uma grande quantidade de pesquisas para atualizar os cenários e refinar as teorias e práticas da homeopatia”, começando na década de 1970, mas Ernst e Singh consideram que a causa real tenha ligação com a ascensão do movimento da Nova Era.

    As principais redes de farmácias reconheceram o potencial comercial da venda de preparações homeopáticas. A Food and Drug Administration realizou uma audiência em 20 e 21 de abril de 2015 solicitando comentários públicos sobre a regulamentação de medicamentos homeopáticos. O FDA citou o crescimento das vendas de medicamentos homeopáticos vendidos sem receita, que foram de US$ 2,7 bilhões em 2007.

    Homeopatia Olha para os Horrores da Alopatia, uma pintura de 1857 de Alexander Beydeman, mostrando figuras históricas e personificações da homeopatia, observando a brutalidade da medicina do século XIX

    Nos séculos XVIII e XIX, a medicina convencional era bastante ineficaz e muitas vezes prejudicial. Práticas como sangrias e purgas eram usadas indiscriminadamente, e misturas complexas com efeitos perigosos eram frequentemente administradas aos pacientes. Um exemplo dessas misturas perigosas é o melaço de Veneza, composto por 64 substâncias, incluindo ópio, mirra e carne de víbora, tratamentos que geralmente pioram os sintomas e podem ter resultados fatais.

    Hahnemann cunhou a expressão ” medicamento alopático “, que era usado para se referir pejorativamente à medicina ocidental tradicional.

    Oscillococcinum, um produto homeopático na forma de glóbulos de sacarose

    Hahnemann rejeitou essas práticas – exaltadas durante séculos – como irracionais e desaconselháveis, e defendeu o uso de drogas únicas em doses mais baixas e promoveu uma visão imaterial e vitalista de como os organismos vivos funcionam, os tratamentos em si não tinham efeito, eles eram muito mais seguros do que a maioria das práticas médicas da época, associado a um repouso apropriado era geralmente superior ao da medicina convencional praticada no momento do início da homeopatia.

    A visão holística do todo sobre as partes, impressa em toda a sua obra segue quatro princípios que orientam a prática homeopática:

    • Lei dos Semelhantes: Lei universal da cura: similia similibus curantur;
    • Experimentação na pessoa sadia: Os homeopatas realizam provas, chamadas patogenesias; em geral são eles mesmos os experimentadores;
    • Doses infinitesimais: Diluições infinitesimais seguidas de sucussões rítmicas, ou seja: mistura-se uma pequena quantidade de uma substância específica em muita água e/ou álcool e agita-se bastante, afim de “despertar” as propriedades latentes da substância, chamado de “dinamização” ou “potencialização” do medicamento;
    • Medicamento único: Após a primeira prescrição é que se pode fazer a leitura prognóstica, ver se é necessário repetir a dose, modificar o medicamento ou aguardar a evolução.
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    Ze_Ruela1_2019 – 27 apr 202117

    Esta é a história de um homem obstinado, quase arrogante, que não se curvou ao senso comum nem para evitar sua fome e a de sua numerosa família. Um homem que defendeu arduamente o ideal de curar sem prejudicar, contra uma classe médica irada que não podia aceitar que este médico de origem humilde fosse ensinar-lhes uma nova arte e ciência de curar. Um homem que até seus últimos dias cuidou de aprimorar seu legado maior à humanidade, a Homeopatia.

    Palavras PerdidasA VERDADE SOBRE DJOKOVIC E AS VACINAS, ENTENDA O EFEITO PLACEBO, Medicina fake, A indústria farmacêutica está fora de controle?, Parto natural ou vertical?!?, Aprenda remédios caseiros que ajudam a fortalecer a imunidade, Remédio caseiro para controle de pulgas

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    Vietnamese egg cake. Food Porn – @F00d___Porn7:15 AM · Nov 16, 2022

    Jesus Hemp – Vamos falar de ganja? 24 de novembro de 2022

    Palavras PerdidasProfessora é presa no DF por ensinar receitas de culinária com maconha na air fryerBrownie de Maconha: Confira o passo a passo da receita do space brownie!Bolo de Maconha: como fazer a melhor receita. O BolonhaUMA RECEITA ESPECIAL | FILME DE COMEDIA COMPLETO DUBLADO EM PORTUGUÊS

    Suíça recruta maconheiros, sinal verde!

    Eu não acredito. Bibliotecannabis and Cannabis BrasilPutao Final De Semana. @MaconheiroSagaz4:20.

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    A Suíça pode permitir que até 5 mil pessoas fumem maconha legalmente em estudos-piloto que ajudarão a elaborar novas regras para o uso recreativo da droga, disse o governo numa quinta-feira, os projetos-piloto limitados que podem levar a mudanças em leis de 1951 que proíbem a cannabis. O plano será submetido à consulta pública até o meio deste ano, disse o Gabinete Federal de Saúde.  Smoke Buddies – 1 março, 2019

    Cerca de 200 mil pessoas (2019) usam cannabis ilegalmente na Suíça, estimou o governo, apesar de sua criminalização., durante o debate no Conselho Nacional, um legislador mencionou que cerca de 220.000 pessoas (2020) consomem regularmente maconha recreativa na Suíça.

    “Cidades apontam o impacto negativo das leis atuais, o comércio ilegal em locais públicos que causa cada vez mais transtornos e faz as pessoas se sentirem inseguras e esforços para conter as vendas de droga em áreas urbanas que drenam recursos”, acrescentou o governo em um comunicado.

    “Como resultado, algumas cidades querem descobrir como o acesso controlado à cannabis afeta seu consumo, os hábitos de compra e a saúde dos participantes”

    A câmara baixa da Assembleia Federal da Suíça aprovou um projeto de lei que abre caminho para um programa piloto de pesquisa que permitiria a produção e distribuição temporárias de cannabis para adultos para fins recreativos. Marijuana Business Daily –  Smoke Buddies.  17 junho, 2020

    “Este é um passo positivo para a normalização da cannabis no país”, disse Simon Anderfuhren-Biget, especialista suíço em políticas de drogas, ao Marijuana Business Daily.

    Embora seja um marco importante, a votação no início de junho também simboliza o ritmo lento no qual a legalização recreativa está ocorrendo na Europa.

    “No entanto, esse processo legislativo ainda está em andamento e é um tanto incerto”, disse Anderfuhren-Biget, PhD em ciência política pela Universidade de Genebra e observou que “esse processo científico deve durar cinco anos, o que pode ser prorrogado por mais dois, e as evidências coletadas devem fornecer argumentos científicos para um debate nacional sobre a oportunidade de regular legalmente a cannabis para consumidores adultos”.

    “E de acordo com essa agenda política, mesmo no melhor cenário, eu ficaria surpreso ao ver a distribuição antes de 2022”. Isso significa que, se tudo correr como planejado, a legalização total para adultos poderá ser debatida até 2030.

    “Por outro lado”, disse Anderfuhren-Biget, “a Suíça é conhecida por sua democracia, e uma iniciativa popular no nível constitucional ou uma proposta parlamentar para modificar a lei de drogas pode acelerar drasticamente o processo”.

    A experiência suíça deve ser tomada como uma lição importante para as empresas que desejam capitalizar no setor de uso adulto do mercado europeu de cannabis nos próximos anos.

    As empresas que visam ganhos a curto prazo do nascente setor de cannabis da Europa, incluindo planos de vendas recreativas, podem ficar desapontadas.

    Nenhum país da Europa indicou qualquer intenção de misturar cannabis medicinal e recreativa na mesma estrutura ou de proporcionar aos fornecedores de maconha medicinal acesso a consumidores adultos.

    Os Países Baixos, como a Suíça, estão avançando em um experimento limitado de cannabis recreativa e que forneçam evidências para um futuro debate sobre a legalização total.

    Luxemburgo poderia se tornar o primeiro país da Europa a legalizar completamente a produção de maconha recreativa, como prometeu seu atual governo em seu acordo de coalizão no final de 2018, mas promessa ainda não se concretizou em nenhuma etapa oficial significativa.

    Na Alemanha, várias autoridades regionais solicitaram ao governo federal permissão para realizar experimentos com maconha recreativa. Mas os pedidos foram rejeitados.

    No entanto, isso é algo que pode evoluir velozmente e não pode ser descartado se a situação atual mudar rapidamente.

    Os testes de distribuição de cannabis serão realizados na Suíça. O Conselho de Estados deu luz verde numa quarta-feira (9/set/ 2020) para experiências desse tipo em grandes cidades suíças. O produto, entretanto, não deve ser exclusivamente de origem nacional, nem orgânica. 24 heures –  Smoke Buddies. 12 setembro, 2020

    Por 31 votos a 7, a Câmara dos Cantões concordou em modificar a lei sobre entorpecentes como a Nacional já havia decidido. Podem ser realizados estudos científicos sobre os efeitos do uso controlado de cannabis. Em particular, eles determinarão os efeitos dos novos regulamentos sobre o uso de cannabis para fins recreativos e suas consequências.

    O Conselho de Estados registrou divergência com o Conselho Nacional sobre a origem do produto distribuído. Ele não quer que a lei declare especificamente que a cannabis seja nacional e orgânica. “A disponibilidade de tal produto é muito limitada”, explicou Johanna Gapany (PLR-FR). “Nós temos que ser realistas”.

    O Conselho de Estados prefere adequar a redação. “O uso de produtos suíços e orgânicos deve ser feito na medida do possível”.

    Um terço da população suíça indica que já fumou cannabis antes e a usam regularmente. A situação atual não é satisfatória, observou o ministro da Saúde, Alain Berset. As repercussões do uso de cannabis são particularmente visíveis nas cidades, e várias delas, como Genebra, Zurique, Basel e Biel manifestaram interesse e pediram a possibilidade de fazer estudos para entender melhor a situação, lembrou.

    O teste será regulamentado. A participação nos projetos-pilotos será limitada a usuários de cannabis com 18 anos ou mais, explicou Johanna Gapany (PLR-FR) em nome do comitê. Os participantes precisarão provar que já estão usando cannabis para participar dos testes. Eles serão apoiados de perto e a evolução do seu estado de saúde terá que ser monitorada constantemente. Os testes serão limitados geograficamente. Não devem durar mais de cinco anos, prorrogáveis ​​por dois anos, mediante solicitação. O tamanho do grupo dependerá do tipo de ensaio, mas não deve exceder 5.000 participantes.

    Senadores da UDC e do PDC tentaram rejeitar o projeto. “O uso de drogas tem efeitos negativos na saúde”, argumentou Peter Hegglin (PDC-ZG). “A cannabis é mais prejudicial do que o tabaco e o número de viciados está aumentando constantemente”, acrescentou ele, temendo que o projeto possa abrir caminho para a liberalização.

    Palavras PerdidasGlândula pineal, e a calcificação da pinha., Maior estudo sobre uso de Cannabis procura voluntários, O fim da espera do fim, Profissões que pode acabar no Brasil, NÃO EXISTE NATAL NA RÚSSIA!!Marcha da Maconha: Prefeito protocola projeto e pede urgência contra evento, Rihanna fica até tarde em restaurante e ajuda equipe a fazer faxina

    FAÇA VOCÊ MESMA | Porta Mantimentos com latas | Artesanato com reciclagem 

    FAÇA VOCÊ MESMA | Porta Mantimentos com latas | Artesanato com reciclagemMariana Garcia em Arco-Íris Ateliê. 14 de mai. de 2021

    Confere no vídeo como Mariana Garcia fez essas latas porta mantimentos lindas, com cara de loja! Gastou bem poquinho e o resultado ficou incrível!!! Espero que gostem e se inspirem!

    MATERIAIS:

    3 latas de leite em pó (800g)

    Papel contact madeira

    Papel contact preto

    Primer de uso geral

    Tinta PVA Branca (ou a cor que você preferir)

    Verniz fosco ou com brilho

    Pincel ou rolinho

    Secador de cabelo

    Álcool Pano seco

    Caneta

    Tesoura

    Palavras Perdidas14 ideias de suportes para chaves DIY 1.2, Moda e sustentabilidade, A torre de bambu que pode extrair até 75 litros de água por dia “do nada”, Fogão da lata

    PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CANNABIS SATIVA DO BRASIL 1.2

    INSCREVA-SE PARA ASSISTIR A PALESTRA DE APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CANNABIS SATIVA EAD DA SBEC/FGE EM PARCERIA COM O INSTITUTO PADRE TICÃO, UM COMPLETO PROGRAMA DE PESQUISA E FORMAÇÃO EM CANNABIS DO BRASIL. SBEC – Sociedade Brasileira de Estudos da Cannabis

    O Programa de Pós-graduação Lato Sensu em Cannabis sativa da SBEC objetiva formar profissionais especialistas em Cannabis sativa e suas aplicações medicinais, com ênfase na prática da produção (plantio e cultivo em estufas), extração e prescrição da Cannabis sativa. Capacitando profissionais para lidar com toda a linha produtiva de produtos derivados da cannabis, além dos aspectos clínicos, farmacológicos, jurídicos e associações terapêuticas.

    Realizado de forma totalmente virtual, o programa conta com aulas ao vivo, por videoconferência, com professores especialistas em Cannabis sativa, com experiência acadêmica e de consultório.

    O programa de pós-graduação lato sensu, com reconhecimento do MEC, nasceu como resultado de pesquisa científica e um importante convênio de intercâmbio científico e tecnológico entre a SBEC, o Instituto Sendtko de Ensino Superior e as Faculdades FGE.

    Hae’vete: ISA lança manual sobre plantas indígenas com download gratuitoColetivo organiza nova Marcha para Maconha (Atualizado em 10.jun.22)Cartilhas de agroecologia, saberes técnicos e tradicionaisAula 1 – I Curso Online de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da UFJF, Padre Ticão e o Kaneh-bosm, Agrotóxicos da mesa nossa de cada dia.

    Arte e cultura dos povos originários aqui: ART AMBA MIRIM

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    Gravidez, Cannabis ou Álcool

    A cada dia que passa, a planta felizmente carrega menos preconceito, e muitos dos mitos sobre a cannabis têm sido desmentidos. Logo, se você ama F1, provavelmente já se perguntou se é permitido usar maconha na gravidez. Michael da Mata – Tabacaria da Mata. 9 de junho de 2022. Jesus Hemp18 de novembro de 2022

    Shitpost só que de verdade – @shitpostverdade4:29 PM · Nov 4, 2022

    Um estudo publicado no JAMA Psychiatry, dos Estados Unidos concluiu que a exposição pré-natal à cannabis deve ser desencorajada por médicos, é melhor evitar o uso da maconha ao longo de todo o período de gestação ou tentativas de gravidez.

    Muita gente acha que tá tudo bem fumar um porque a maconha não faz mal. Só que nada em excesso faz bem, e o mesmo vale para a nossa amada erva. Contudo, é preciso salientar que os estudos disponíveis ainda são poucos e as conclusões podem variar com o tempo.

    O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (Centers for Disease Control and Prevention ou CDC) ressalta que também há problemas associados ao desenvolvimento cognitivo da criança após o nascimento, como males relacionados à atenção, à hiperatividade e ao comportamento, é importante lembrar que, apesar de tudo, ainda se sabe pouco sobre os efeitos da verdinha em cérebros em desenvolvimento.

    O mesmo estudo da JAMA Psychiatry mostra que alguns riscos de complicações na gravidez podem diminuir se a mãe fuma maconha durante o período.

    teste de gravidez positivo e buds de maconha

    O número de casos de pré-eclâmpsia, que é um tipo de hipertensão arterial na gravidez, é menor para mães que fumam verdinhas durante a gestação. Isso também vale para os casos de diabetes gestacional, assim como outros pontos positivos gerais que estão sendo explorados pelos médicos, como os benefícios do óleo de canabidiol para adultos e crianças com doenças específicas.

    O álcool durante a gravidez pode ser pior do que o cigarro e a maconha.

    A recomendação principal é que as grávidas não consumam bebidas alcoólicas durante todo o período de gestação, pois ele pode causar diversos problemas de desenvolvimento e comportamentais em crianças que foram expostas à substância.

    Os estudos sobre seus efeitos o álcool são mais consolidados e abrangentes. Algumas das consequência conhecidas são malformações, abortos, partos prematuros e baixo peso ao nascer. Como o álcool pode afetar o bebê:

    • Pode causar malformações faciais e microcefalia;
    • Pode prejudicar o sono e capacidade de sucção da criança;
    • Algumas alterações no coração, rim ou ossos podem surgir;
    • Problemas de raciocínio ou de desenvolvimento intelectual;
    • Baixa estatura e problemas de visão.

    Com tantos riscos já mapeados e comprovados por cientistas, podemos afirmar que as mulheres que querem engravidar devem evitar o álcool desde as primeiras tentativas.

    O Pai que consumir a erva pode, a longo prazo, afetar a concentração de espermatozoides em um homem. Unir a maconha ao sexo porque os sentidos ficam mais aguçados, porém sempre é bom pensar na saúde a longo prazo para não se prejudicar depois.

    Alguns estudos mostram que usar maconha em excesso pode afetar a própria movimentação dos espermatozoides, o que acaba causando riscos na reprodução humana, há outros fatores que são relevantes, como hábitos alimentares, pré-disposições genéticas etc.

    desenho feito com giz de espermatozoides e planta da maconha em quadro negro

    No final das contas, ninguém pode te julgar por querer fumar um baseado durante a gestação – o importante é conversar abertamente com o seu médico sobre isso e escutar abertamente as recomendações.

    E sempre fale abertamente com o seu médico sobre o assunto, a transparência é chave!

    Como você viu, ainda não há uma resposta exata sobre se uma grávida pode fumar maconha ou não.

    Aqui vamos ficar atentos para o surgimento de novos estudos e vamos sempre te noticiar sobre tudo.

    Palavras PerdidasChá de MaconhaQuanto Tempo a Maconha Fica no Sangue? Descubra Agora!Leite de MamaconhaVaginóides!Absorvente interno de maconha para reduzir cólicas

    Gato sende?!? 1.2

    O gato “toma banho” com a língua, a língua felina possui cerdas que se transformam em uma espécie de escova natural. Portal Melhores Amigos – abril 27, 2017

    “Sempre brinco que o gato é um bicho autolimpante”, … após ele comer imediatamente começa a se lamber, para evitar odores que possam atrair outros animais que possam representar perigo”, diz a médica-veterinária Regina Rheingantz Motta. Existe Guarani em São Paulo

    Fonte: Rosana – Whatsapp

    É comum também que os gatos lambam a pata para que possam chegar em lugares onde a língua não chega, como a nuca. Com a língua, espalham a saliva na patinha e a espalham pelo corpo para fazer sua higiene.

    Acredita-se que outro motivo é o alívio do estresse, lambedura tranquiliza o animal em situações como mudança de casa ou a chegada de um novo pet, e/ou pode ser também uma demonstração de afeto com o tutor.

    O hábito de se lamber em excesso pode ser um sintoma de doenças, ou mesmo causar lesões, mas o tutor deve ficar atento também quando o gato parecer pouco interessado em se limpar, doente ele para de se limpar, e esse é um dos principais sinais, já que um felino com problemas de saúde mascara muito mais os sinais, diferentemente dos cães. Então fique alerta, se você perceber que ele não se lambe, se você está sentindo cheiro no gato.

    O conhecimento popular diz que gatos não gostam de se molhar, porém existe uma história de que os felinos domésticos descendem de variedades das regiões desérticas do norte da África, no Saara, onde a água em grandes volumes é escassa.

    Os gatos de pelo longo é recomendável tomar um banho mensal, e para evitar grandes traumas, o ideal é acostumar o gato com a água desde filhote.

    O mais importante, para qualquer tamanho de pelo é realmente a escovação, que retira pelos mortos e estabelece laços afetivos”. O ideal é que seja feita pelo menos duas vezes por semana.

    A retirada dos pelos mortos também ajuda a prevenir a ingestão desse material em excesso. É comum e desejável que os gatos possam expelir as famosas bolas de pelo, vomitando-as. Contudo, em alguns casos, é possível que esse material fique retido no trato digestório, causando prisões de ventre, vômito, perda de apetite e outros males. Nesses casos, somente uma cirurgia pode remover os nódulos. A boa notícia é que hoje em dia, diversas rações são produzidas com elementos que ajudam o corpo a digerir esse material.

    Palavras Perdidas: Frutas e verduras que gatos podem comer e o detox, Gatos x cachorros x escravos, Comedouro para cães e gatos com garrafas PET, Centro Municipal de adoção de cães e gatos

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    Mergulhadores encontram 57 toneladas de lixo em ilha remota

    “A quantidade de detritos marinhos que encontramos neste lugar remoro, é chocante”, diz Mark Manuel, gerente de operações da Coral Reef Ecosystem Division da NOAA, em comunicado sobre a limpeza.

    Transforming discarded nets into energyCNN. 1 de abr. de 2013

    Hawaii turns derelict fishing nets into electricity. CNN’s Kyung Lah explains.

    That’s 114,000 pounds, or a daily average of 203 pounds per diver. While heavy machinery helps with some heavy lifting, the fragility of coral reefs requires divers to do most of the work manually. Russell McLendon – 19 de fevereiro de 2021 

    Essas ilhas havaianas do noroeste são totalmente remotas, ou seja não é povoada por humanos, apenas por corais, peixes, aves marinhas, mamíferos marinhos e outras animais selvagens. Vivimetalium

    Despite their distance from civilization — and their inclusion in a 140,000-square-mile marine reserve — these pristine islands are littered with garbage, 17 divers from the U.S. National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) have collected 57 tons of garbage in 33 days since bottle caps and lighters to long-forgotten fishing nets.

    Mas ai vem a pergunta: “Como tanto lixo chega lá”. A reposta para a pergunta é simples, o oceano traz muito lixo que ficam acumulados nas ilhas. Isso é um problema grave, pois podem causar sérios dano a baleias, golfinhos, focas e tartarugas. MNN

    The islands are in the Great Pacific Garbage Patch, one of several places on Earth where ocean gyres accumulate plastic that drifts from rivers, shores, ships and other sources.

    A green sea turtle struggles in a net at Pearl Atoll and Hermes, one of three turtles rescued during the 2014 NOAA cleanup.

    NOAA divers saw it first hand during the cleanup, rescuing three endangered green sea turtles that were trapped in abandoned fishing gear. “We probably got to them just in time,” Manuel told Hawaii News Now.

    Since 1996 annual cleanups have been carried out on these islands, totaling 904 tonnes of rubbish over 19 years – putting this year’s 57 tonnes about 9 tonnes above average. Divers scoured the beaches and seabed, finding more than 6 tons of plastic on the shores of Midway Atoll alone. This included 7,436 hard plastic fragments, 3,758 bottle caps, 1,469 plastic beverage bottles and 477 lighters.

    The dive team also recovered two 30-foot boats, presumably lost from Japan during the 2011 tsunami, and spotted two others they weren’t able to remove. The 2014 expedition filled every garbage container onboard the NOAA ship Oscar Elton Sette, forcing divers to begin dumping recovered nets and other debris onto the vessel’s decks.

    All fishing nets found during the mission will be used as fuel to produce electricity in Hawaii, part of the state’s Nets to Energy program, to which NOAA has donated wayward fishing gear since 2002. Every 100 tons of nets recovered can generate enough electricity to power 43 homes for a year.

    Download the 2023 Marine Debris Calendar on our website now! (Cover art by Betty L., Grade 8, Florida).

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    Palmito de bananeira

    Da bananeira tudo se aproveita. Neide Rigo ainda não descobri uso para aquele talo que segura as bananas, mas todo o resto tem serventia. Seja para artesanato seja para comer. São comestíveis as bananas em todas as fases, as cascas dos frutos, os palmitos e as batatas, além das flores e coração. Com as folhas a gente faz invólucros para embalar comida e com a parte externa do caule se faz cestaria e até tecido. terça-feira, 26 de abril de 2022

    Ao podar a bananeira Musa velutina, uma espécie bastante ornamental, com bananas de casca cor de rosa e polpa gostosa, docinha, macia, mas com muitas sementes – também comestíveis, e como as bananas já tinham se auto descascado (elas se abrem sozinhas quando maduras, atraindo pássaros), ela cortou o caule e não teve coragem de dispensar o palmito. 

    Qualquer espécie de banana tem o palmito comestível. Não é difícil de chegar a ele. Porém, há espécies que apresentam muitos fiapos. Neste caso, enquanto ainda estão na água, pegue dois palitos de churrasco ou hashi e vá mexendo na água, fazendo movimentos giratórios. Os fiapos vão se grudando e assim pode tirar quase tudo e use também as mãos para puxar esses fiapos. A vantagem dessa espécie ornamental é que quase não têm esses fiapos. Pelo menos não tinham. Eu usei o caule já maduro e tudo bem também. Mas, quanto mais jovem (sem as bananas), mais macios são. Só muda o tempo de cocção.  

    Se entre nós, o palmito de bananeira é quase um desconhecido, em vários países asiáticos, é um legume que se vende em feiras e mercados. No Sul da Índia, por exemplo, onde é conhecido como vazhathandu, há várias formas de prepará-lo. Em chutneys, curries, com lentilha e até como doces. Experimente dar um google e verá. 

    Com suas fatias já cozidas, ela fez salada e um ensopado com leite de coco e temperos tailandeses. Ficou bem bom. Juntou também cubinhos de abóboras pra completar pois tinha pouco. 

    Como ela fez: triturou os temperos, refogou em óleo, despejou meia xícara de leite de coco e sal e juntou os legumes picados. Deixou cozinhar por cerca de 5 minutos até a abóbora amaciar, juntou mais leite de coco e deixou ferver. Confira o sal e pronto. Sirva com pimenta e folhas de limão kafir com arroz. 

    Agora, é só soltar a imaginação caso se depare com um palmito de bananeira. 

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    Cozinha Circunstancial. Coluna do Paladar

    A coluna Paladar é sobre cozinha de circunstância que a gente tem que enfrentar quando está em casa fazendo café da manhã, almoço e janta. Está no jornal impresso no caderno “Na Quarentena” do Estadão, no site e também aqui, na versão bruta. Neide Rigo 15 de abril de 2020

    Uma dieta semanal com quantidades exatas e supostamente milagrosa, que tinha que ser variada e equilibrada, atendendo às exigências para o perfil quanto a calorias, proteínas, fibras, vitaminas e minerais, há profissionais fazendo coro a uma linha de atuação mais realista e demonstrando que relação saudável com a comida não tem a ver com a funcionalidade dos ingredientes e a ingesta de nutrientes.

    Diante das circunstâncias econômicas incertas e pouco promissoras, prestar mais atenção naquilo que deveria ser a prática na cozinha cotidiana, que é conseguir aliar os hábitos e a necessidade à sustentabilidade, à economia e ao aproveitamento sem desperdícios. Para pessoas mais velhas, especialmente as que passaram por períodos de escassez e dificuldade, não há novidade alguma em ficar em casa e aproveitar de tudo até o talo. A resiliência já está incorporada nessa gente. Quem mais sofre e tenta se adaptar a essa nova realidade são os mais jovens, de uma geração que já cresceu com pai e mãe trabalhando fora, que não aprendeu a ligar um forno ou a lidar com o improviso, que depende de um repertório que não se tem.   

    No dia a dia, só ou com a família em casa, tem café da manhã, almoço e jantar. E se há crianças e adolescentes, ainda tem lanche da tarde e uma boquinha antes de dormir, com direito a dois ou mais preparos a cada mesa posta.  Nem todos podem ou querem pedir comida por aplicativo, moda nesses dias, tendo como escolha se rebolar para dar conta de cozinhar de forma saudável, variada, sustentável e recorrendo o mínimo possível ao mercado.

    A cozinha dinâmica e circunstancial abusa da coleção de técnicas que se conhece para usar os ingredientes congelados, armazenados, gelados e os que sobram e aparecem. Preparar a própria comida deveria ser tão natural quanto cuidar da própria higiene, mas a terceirizamos de tal forma que num momento como esse é que percebemos que não há tutorial que dê conta de programar no mínimo três refeições por dia sem repetição.

    Algumas das técnicas que em qualquer época te levem a soluções mais apropriadas às circunstâncias da sua cozinha. 

    Vidros com restinhos de geleia, mel ou mostarda. Faça dentro deles seu vinagrete convencional.  Junte azeite, vinagre e sal e terá um ótimo molho para salada que pode ser guardado na geladeira por dias pra servir com qualquer folha.

    Folhas. As de mercado mesmo, todas podem ser refogadas no alho. Doure alho em azeite e óleo e adicione a verdura fatiada fininha (coloque uma folha em cima da outra e fatie). Mexa rapidamente até murchar, tempere com sal e pimenta-do-reino e está pronta.

    Sobrou salada, verduras refogadas, picadas. Num vidro com tampa, coloque uns dois ovos, junte o tempero verde que tiver, pedaços de queijos duros ou mole, sobras de verdura, sal, pimenta e cebola, se quiser. Tampe o vidro, chacoalhe bem e frite em duas porções em frigideira antiaderente quente com 1 colher de sopa de azeite.

    Azeites, óleos e gordura. Não é só azeite, óleo e manteiga que você pode usar para fritar omeletes e refogar verduras e legumes. Se você refogar ou assar pedaços mais gordos de frango, como a sobrecoxa, ou qualquer outra carne mais gordurosa, ao final do preparo pode coar e guardar a gordura que soltou e usar para fins diversos – fritar omeletes, refogar arroz etc.

    Arroz. O arroz de todo dia pode acomodar aquelas sobras que você quer consumir,  mas não quer fazer um prato específico para elas. Então, acrescente cenoura picada, pedaços de batata doce, de abóbora, pimenta cambuci, folhas verdes e grãos como ervilhas cozidas.  Refogue junto com a cebola e o alho e faça o arroz como de costume.

    Ervilhas, feijões, lentilhas, grão de bico. Estes grãos demoram mais para cozinhar, por isso, quando fizer, já cozinhe quantidade suficiente para congelar, já temperados ou não. Podem entrar depois numa sopa, num molho de macarrão, junto com o arroz ou na salada.  Deixe ao menos uma noite de molho para diminuir o tempo de cozimento. 

    Pão.  Se está sobrando pontinhas de  pão, vá juntando na geladeira e quando tiver uma quantidade boa, deixe de molho em leite, esprema bem e junte na omelete. Ou combine com molho de tomate, fazendo um tipo de purê. Ou simplesmente torre, coloque no prato e despeje um caldo quente por cima para fazer uma açorda.

    Neide Rigo deixa aqui sua receita de geleia de jabuticaba.

    Molho de geleia para salada

    É só pegar um vidro de geleia de qualquer sabor que tenha cerca de 1 colher (sopa) de sobra. Junte  2 colheres (sopa) de vinagre e misture bem (se for preciso, derreta a geleia com o vinagre em banho-maria). Junte 4 colheres (sopa) de azeite e sal a gosto. Tampe o vidro e chacoalhe bem para homogeneizar.  Pode multiplicar os ingredientes do molho, para usar mais de uma vez. Se for usar depois, guarde na geladeira no próprio vidro (sem o rótulo para não iludir ninguém) e sirva sobre salada de folhas.  Vale também para mostardas e mel. E se for de mel, pode juntar mostarda. E vice verso. Deixe a pimenta-do-reino para moer sobre a salada na hora de servir e faça bonito passando o molho para uma molheira ou cumbuquinha.

    Deixe aqui sugestões conforme as circunstâncias que vão mudando, agora é com você.

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