Dia do turista!!!

Turistas são as pessoas que viajam e realizam atividades como conhecer os pontos turísticos que um lugar tem a oferecer. De acordo com a Organização Mundial de Turismo, os turistas são pessoas que vivem em um local diferentes por um período de tempo inferior a um ano consecutivo.

O Brasil é um país que atrai milhares de turistas todos os anos, e oferece uma grande variedade de opções de lugares para eles conhecerem. Os destinos mais procurados são Rio de Janeiro, São Paulo e os estados da região Nordeste, principalmente Bahia e Pernambuco.

O turismo é a área do setor terciário que mais cresce no país e no mundo. Suas atividades movimentam mais de US$ 4 trilhões, criando 170 milhões de postos de trabalho.

O Dia do Turista é comemorado em 13 de junho no Brasil. Calendariobr

O turista deve ser responsável e deixar uma boa impressão no local que visitará. Por isso é sempre bom lembrar algumas dicas:

  1. Respeite as regras de vestimenta e horários locais;
  2. Arrisque-se: viaje para lugares menos óbvios e, se possível, fora da alta temporada;
  3. Prestigie o comércio e produção local comprando e comendo produtos da região;
  4. Tire fotos, mas não fique somente tirando fotos.
  5. Aprenda algumas frases de cortesia do idioma local. Curta o momento e boa viagem! Calendarr
O Ministério do Turismo do Brasil, visa desenvolver o turismo como uma atividade econômica sustentável, com papel relevante na geração de empregos e divisas, proporcionando a inclusão social. facebook

Dia 13 de junho dia do turista. Viaje. Bom dia!!!

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O Brasil visto do Céu

Com oito mil quilômetros de extensão, a costa brasileira é famosa por ser a maior do mundo. A diversidade das paisagens, do clima e da cultura, no entanto, impressiona mais do que sua imensidão.

Um olhar mais atento basta para se perceber que a terra é muito mais complexa, que não cabe em um só cartão postal.


Realizada com a brasileira Gullane e a francesa Gedeon Programmes, O Brasil visto do céu, série documental em cinco episódios mostra a beleza das paisagens e a diversidade de culturas durante expedições aéreas, terrestres e marítimas. Coprodução: TV Brasil

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Camarote.21 – Especial “Curiosidades Gastronômicas”

Desde sons da cozinha que se transformam em espetáculo musical a um museu que coleciona comidas nojentas.

Veja nesta edição do Camarote.21:

– Sons da cozinha se transformam em espetáculo musical: no espetáculo francês “A tentação da Lula” o elenco é formado por músicos, atores e um chef de cozinha.

– Quando gastronomia e artes plásticas se encontram: no projeto Gastronomia Experimental receitas da alta gastronomia não são servidas em pratos e talheres comuns, e sim em obras de arte.

– A comida do futuro cada vez mais verde e de aparência sintética: organização austro-germânica publica anualmente um estudo sobre tendências na gastronomia.

– Disgusting Food Museum, o “Museu de Comidas Nojentas”, exibe mais de 80 produtos de várias partes do mundo. Entre eles, sopa de morcego e suco de olho de cordeiro.

– Restaurante “einsunternull” se apresenta como parte de uma nova tendência na capital alemã: um movimento que preza pela criatividade e mente aberta. O lema do restaurante é resgatar produtos locais, trabalhar com a simplicidade e de forma artesanal.

– O Ano Novo fora de época dos franceses: anualmente, milhares de pessoas, todas vestidas de banco, se reúnem com suas cestas de piquenique para uma refeição coletiva a céu aberto no chamado “Dîner en Blanc”.

Poetize-se também: Manual de agricultura urbana, Carta da Terra, Anestesia mental.,Dia Mundial do Meio Ambiente., Opção de escolha?, Chora Darwin., Um saco de sal, Batata Frita, o Ladrão de Bicicleta, Garfield e fast food., Hora do Código, Mãe Gaia, Muguets para você!!!

Ilustração ou obra de arte?!?

Antigamente, quando nem a fotografia havia sido inventada, eram os próprios cientistas que precisavam ilustrar seus cadernos, para registrar as diferentes espécies de plantas do mundo inteiro.

Se no passado, médicos, jardineiros, cientistas botânicos e farmacêuticos dependiam destes desenhos para trabalhar, hoje, do ponto de vista científico elas já não não mais tão relevantes. Algumas destas ilustrações já possuem mais de 300 anos.


Veja também: Veteranas de guerra, Veteranas de Guerra (Youtube), Fundação SOS Mata Atlântica, Monte seu Fusca, Vegeta, Miniusina de energia, John Titor , o VIAJANTE-ZER, Chás que Ajudam a Emagrecer, Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz – UMAPAZ, Saudação ao Sol, Via Láctea pelo navegador, Arveres somos nozes

Suíça, veneno aqui não!!!

“Não posso escolher o presidente do Brasil, mas posso escolher o que vou comer.” Presidente do grupo Paradiset, Johannes Cullberg

Do total de 197 agrotóxicos já autorizados neste ano pelo Ministério da Agricultura, 26% são proibidos na União Europeia, em razão dos riscos à saúde humana e ao meio ambiente.

A Paradiset é a maior rede de produtos orgânicos da Escandinávia. Ela já retirou de suas prateleiras os seguintes produtos brasileiros: quatro diferentes tipos de melão, melancia, papaya, limão, manga, água de coco e duas marcas de café, além de uma barra de chocolate que contém 76% de cacau brasileiro em sua composição.

“Não podemos em sã consciência continuar a oferecer alimentos do Brasil a nossos consumidores, num momento em que tanto a quantidade como o ritmo da aprovação de novos agrotóxicos aumenta drasticamente no país. Decidimos portanto retirar os produtos de nossas prateleiras”, disse Johannes Cullberg em comunicado divulgado à imprensa sueca e publicado com destaque pelo Dagens Nyheter, um dos maiores jornais do país.

“Não temos carne brasileira em nossas lojas, e certamente não iremos comprar”, acrescentou Alexander Elling, assessor de comunicação da Paradiset. Blog da Cidadania

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) alertou que, mesmo que alguns dos efeitos de intoxicação por agrotóxicos sejam classificados como medianos ou pouco tóxicos, não se deve perder de vista os “efeitos crônicos que podem ocorrer meses, anos ou até décadas após a exposição, manifestando-se em doenças congênitas” como câncer, malformação congênita, distúrbios endócrinos, neurológicos e mentais.

A Syngenta, uma das líderes do mercado mundial de agrotóxicos, tem sede em São Paulo. Mas, como endereço de fabricação do fungicida Elatus Trio — um dos cinco produtos da multinacional aprovados neste ano – constam localidades na Alemanha, Reino Unido, Suíça e China. Nenhuma no Brasil. Empresas de países como China, Índia, Japão e Estados Unidos estão entre as que garantiram novas permissões de comercialização no Brasil em 2019.
Os agrotóxicos recém aprovados que chegarão à mesa do brasileiro virão de fora. Levantamento inédito da Agência Pública e Repórter Brasil identificou que, dos 166 pesticidas com registros aprovados e publicados no Diário Oficial da União neste ano, apenas 64 foram para empresas brasileiras. Mas a participação nacional é ainda menor na fabricação dos produtos. Só 36 registros têm pelo menos uma cidade brasileira como endereço de fabricação do agrotóxico ou do ingrediente ativo. E somente nove – ou 5% – são totalmente produzidos no Brasil. Pedro Grigori – amazônia

Apenas cerca de 26% dos produtos ativos (matéria-prima para o agrotóxico) usados na agricultura brasileira são produzidos no país, segundo quadro de Produção, Importação, Exportação e Vendas de Ingredientes Ativos de 2017 publicado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Segundo companhias brasileiras e especialistas ouvidos pela reportagem, a pouca participação nacional no mercado é resultado do menor custo para produção dos produtos vindos de fora, da falta de tecnologia e de equipamentos para sintetizar os ingredientes ativos no Brasil, há a dificuldade de competir com gigantes do mercado de agrotóxicos, atraídas por incentivos fiscais. Desde 2004, a Lei nº 10.925 reduziu a zero as alíquotas do PIS/PASEP e da COFINS para importação e comercialização de fertilizantes e agrotóxicos e têm, ainda, redução de 60% da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).

Parte do bolo envenenado é divido por políticos descomprometidos com a saúde pública que, ironicamente, junto de suas famílias, serão impactados com os venenos que liberam, uma vez que os mesmos não têm fronteiras sociais e contaminam as águas, os alimentos, os solos e o ar de todos os habitantes do planeta. Naturalmente, cada estrato social é afetado em intensidades diferentes, mas todos são atingidos em algum grau. Isso é uma insensatez humana inexplicável uma vez que não há dinheiro que consiga curar o câncer ou o autismo e essas doenças estão cada vez mais próximas de todos nós. Elaine de Azevedo – LE MONDE DIPLOMATIQUE

PLANTE SUA COMIDA ORGÂNICA na cidade!

PLANTE SUA COMIDA ORGÂNICA na cidade! Veja MINHA Hortinha e como plantar!pensandoaocontrario

A comida orgânica mais barata do mundo é aquela que você planta! Aprenda a plantar em pequenos espaços e no meio da cidade! É fácil e muito terapêutico e para te dar um exemplo, Camila G. Victorino vai te mostrar a sua hortinha orgânica que planto na minha laje em plena cidade de São Paulo! Pensando ao Contrário
Entenda mais: HORTAS E TEMPEROS, INSETICIDA NATURAL CONTRA LESMAS E LAGARTAS, CONTRA TODOS OS MALES, NESTE CHÃO TUDO DÁ, MANUAL DE AGRICULTURA URBANA, FLOREIRA, CAFÉ COM DENGUE., ECO-GRAFITE, CASA SUSTENTÁVEL, ÍNDIO EDUCA, Sua horta

Jill Redwood

Jill Redwood, vive há 30 anos sozinha em sua residência em East Gippsland, na Austrália, foi uma das pioneiras em adotar um estilo de vida alternativo, voltado para a sustentabilidade e se dedica a salvar florestas locais e o meio ambiente em geral, escritora e ativista ambiental, só come o que cultiva em sua propriedade de 6 hectares, onde também está localizada a casa que ela construiu sozinha ao longo de oito anos, usando apenas materiais reciclados e reutilizados – as paredes são feitas de sobra de madeira e esterco de vaca, por exemplo.

Jill utiliza apenas energia solar e coleta água de um riacho próximo à casa, que utiliza uma roda d’água para abastecer a casa e o seu jardim, o que permite que ela viva uma vida confortável mesmo fora do sistema.

It was injustice and cruelty to animals that prompted Jill’s first interest in the environment. When she was 9 or 10 she started raising funds for the RSPCA at school and through stalls in shopping strips. In high school she became involved in wildlife groups. Jane Elix’s blog

The house and neighbouring sheds are a museum of 19th and 20th century bits and pieces where a lifetime of salvaged things are kept just in case they are needed some day. Nothing goes to waste, everything is either composted or recycled somehow. Living on a home grown organic diet, free of all refined foods, Jill has clear skin, bright eyes and the fitness of a woman much younger; she never gets sick.

Jill goes shopping in her town, an hour and a half’s journey, only when she has to. She can manage without visiting the shops for around six months. She has a larder filled with pickles and preserves, makes her own apple juice and has 19th century solutions to almost all maintenance problems. She is a walking encyclopaedia on survival, natural living skills, plants and animals. Her only 21st century luxury is the internet which she uses as a freelance writer and her work for Environment East Gippsland, a community forest group protecting Victoria’s last ancient forest. Natural Homes

And the activist is never lonely, as she cares for over sixty animals that keep her company. Amanda Froelich – True Activist
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Lixo, 40% de desconto.

Think waste-free living is depriving, time consuming, costly, or simply reserved for hermits living in the boondocks? Think again! Zero Waste Home

Um pote de vidro de um litro é todo lixo produzido em um ano pela família de franceses composta por Bea Johnson, de 43 anos, o marido Scott, de 54 anos, e seus dois filhos adolescentes, Max e Leo.

A mudança de estilo de vida veio há dez anos, quando a família se instalou em um pequeno apartamento na Califórnia, optando por deixar a maior parte de seus pertences em um depósito. Quando chegou o momento de retirar as coisas do depósito, descobriram que não sentiam falta de nada e ali começou a eco viagem extrema de Bea.

“Pouco a pouco, encontramos soluções para todos os aspectos desperdiçadores do nosso estilo de vida. Encontramos equilíbrio. E ser zero-desperdício tem sido simples e automático em nossa casa desde então”, ela explicou, observando os altos e baixos que experimentou ao longo do caminho.

Segundo Bea, o gasto da família foi reduzido em 40%. A casa é equipada com painel solar e um sistema para coletar a água da máquina de lavar e do banho para irrigar o jardim.

Ela começou a escrever sobre a experiência da família para adotar um consumo consciente e viver cada vez mais com menos. Com o livro Zero Waste Home (Desperdício Zero – Simplifique a sua vida reduzindo o desperdício em casa, na edição lançada em Portugal) traduzida para 20 idiomas. Vivimetaliun

“A primeira coisa é aprender a dizer não. Nesta sociedade de consumo, somos alvo de diversos produtos gratuitos. Sacos plásticos, cartões de visita, amostras, produtos de beleza em hotéis. Cada vez que a gente aceita, é criada uma demanda para que mais seja fabricado. Quanto mais eu recuso, menos coisas eu tenho para reduzir, reutilizar, reciclar e compostar, que são os quatro passos seguintes.”

Poetize-se também: Manual de agricultura urbana, Carta da Terra, Anestesia mental., Dia Mundial do Meio Ambiente., Opção de escolha?, Chora Darwin., Legalize Já, Favela Orgânica, Brasileiro Reclama De Quê?, Hora do Código, Mãe Gaia

Free The Sun

Uma ação promovida pela GoSol desenvolveu e compartilhou manuais de construção de painéis solares, através do uso de matéria prima local, a fim de promover energia para quem precisa e quem mais se interessar, de residências a instalações comerciais. “Nossa missão é erradicar a pobreza energética e minimizar os danos das mudanças climáticas através da tecnologia Faça Você Mesmo, quebrando barreiras para o acesso à energia solar”, criou uma campanha chamada Free The Sun, para arrecadar fundos e distribuir materiais para a construção de painéis e difundir a técnica que permite a todos o acesso à energia de forma autônoma. Vivimetaliun

Em Bangladesh, a luz não costuma vir com o apertar de um interruptor. Quando o sol se vai, é a vela que ilumina os ambientes e a TV movida a bateria nem sempre pode ser bancada para alegrar a criançada com desenhos e filmes. O governo criou um programa de incentivo ao uso de energia solar e até 2021 quer ser a primeira nação solar do mundo. Vivimetaliun

O objetivo é que cada residência do país conte com um sistema de painel solar e, se isso acontecer no mesmo ritmo de agora, a missão será cumprida rapidinho. O projeto já atende mais de 15 milhões de casas e tem uma taxa de crescimento impressionante: “Todos os meses, de 50 mil a 60 mil residências de Bangladesh são conectadas com o sistema de captação de energia solar. Em maio de 2014, mais de 80 mil conexões foram feitas”, afirmou Mahmood Malik, responsável pela administração do projeto, à Reuters.

O primeiro trem do mundo movido 100% a energia solar já existe e está circulando pelos trilhos de Byron Bay, na Austrália. A companhia ferroviária da cidade remodelou um trecho de três quilômetros e restaurou uma antiga locomotiva dos anos 70, equipando-a com painéis solares flexíveis de 6,5 kilowatts (kW).

O passeio foi inaugurado em dezembro de 2017, com serviço parcial. O funcionamento total começou em janeiro de 2018 e já é um sucesso. Já nos primeiros 19 dias, a novidade já tinha transportado 10 mil pessoas.

O trem comporta 100 passageiros sentados, com espaço para outros tantos em pé, além de bagagem, motos e pranchas de surfe. A tarifa para uma viagem de ida é de US $ 3 para pessoas maiores de 14 anos, US $ 2 crianças de 6 a 13 anos e gratuita para crianças até cinco anos.

A Byron Bay Railroad Company gastou US $ 4 milhões para entrar em operação, incluindo US $ 1,8 milhão para restaurar os trilhos de 3 km e reconstruir a ponte sobre Belongil Creek. Mais US $ 1 milhão foi gasto nas duas plataformas e galpão de trem, como $ 750 mil na restauração do trem e sua conversão para energia solar. Vivimetaliun

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The Disgusting Food Museum

A ideia é oferecer uma experiência divertida e, ao mesmo tempo, educacional, reunindo pontos verdadeiramente peculiares das mais diversas culturas do mundo. “O que é mais nojento? Comer um porquinho da índia ou um porco comum – há alguma diferença?”, pergunta West. “O museu visa mudar nossa visão do que é nojento e do que não é. Esperamos que isso nos leve para um futuro de comidas mais sustentáveis no futuro”.

O pesquisador e psicólogo Samuel West reuniu tais alimentos “nojentos” em seu The Disgusting Food Museum, literalmente O Museu das Comidas Nojentas, dedicado às comidas mais “exóticas” do mundo. Vivimetaliun

O mais curioso é que o Museu da Comida Nojenta foi aberto em Malmö, a capital gastronômica da Suécia. Para o curador da exposição, Samuel West, e o diretor do museu, Andreas Ahrens, “a comida é muito mais do que apenas alimentação. Comida inusitada de culturas exóticas sempre nos fascinaram”, afirmam em nota enviada para a Redação do Viagem em Pauta.


Típico da Groenlândia, o kiviak consiste em colocar centenas de aves migratórias da região (auks) dentro de uma foca para cozimento natural por cerca de seis meses (foto: Anja Barte Telin/Divulgação)
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Coco gas

Usar o banheiro pode parecer a coisa mais natural do mundo, mas para algumas pessoas isso é um verdadeiro luxo, essa era a realidade da população de Jalpatagua, na Guatemala. As pessoas da comunidade eram obrigadas a fazer suas necessidades na mata.

O sistema HomeBiogas foi desenvolvido através de uma cooperação entre os governos guatemalteco e israelense. Trata-se de um sanitário semelhante ao utilizado em embarcações, que usa uma válvula para bombear água. O diferencial, no entanto, é o que acontece depois disso. O aparelho transforma resíduos orgânicos, incluindo fezes humanas, em gás de cozinha, dessa maneira resolvem-se dois problemas: há uma melhoria no saneamento básico e a população ganha comodidade ao cozinhar com um fogão a gás, visto que não necessita mais colher lenha para aquecer os alimentos. VivimetaliunA concentração de animais em locais como assentamentos ocasiona acúmulo dos dejetos produzidos. Esse acúmulo pode se tornar uma grande carga poluidora ao ambiente, principalmente quando esses resíduos atingem cursos d’água.

Os resíduos orgânicos gerados pela criação de animais deixarão de ser um transtorno ambiental para serem transformados em produtos úteis para a população, graças ao projeto Biodigestor, da ONG Engenheiros sem Fronteiras (EsF).

O biodigestor é uma tecnologia que reaproveita os dejetos orgânicos através da decomposição e permite o uso dos produtos resultantes desse processo, que são o biogás e o biofertilizante. No assentamento Trangola, em Currais Novos (RN), dejetos bovinos serão usados para alimentar o biodigestor. A geração e o aproveitamento do biogás a partir desses resíduos é uma alternativa interessante para a comunidade porque possibilitará reduzir o uso do gás de cozinha, reduzindo os custos provenientes da compra do GLP. O biofertilizante produzido será usado na horta da comunidade. Letras Livres

Medellín: agricultura urbana

A agricultura urbana se tornou uma opção prática para quem vive nas grandes cidades e pretende ter um contato mais próximo com a natureza. Os jardins improvisados em lajes, paredes – os chamados jardins verticais – e varandas ganham espaço em meio à arquitetura cinza. A assistente social Yarledis Holguín possui seu próprio pequeno jardim, onde planta verduras e legumes. Querendo levar essa experiência para outras pessoas, ela criou um projeto para que os alunos de uma escola construíssem sua horta. Yarledis conta com a ajuda de parceiros que acreditam em sua ideia para continuar semeando seu projeto de ter uma cidade mais verde e bonita. Grandes cidades – Medellín: agricultura urbana -TV Escola
Medellín ganhou um novo nome internacional. Adeus, capital da violência. Bem vinda, capital da inovação! Priscila Cestarolli – endeavor
Se trata de la huerta “No do Zúñiga”, una iniciativa que tiene la Red de Huerteros de Medellín para incentivar en la ciudadanía los procesos agrícolas de autosostenimiento y aprovechamiento del suelo, cultivando su propia comida. elColombiano
“Queremos despertar la conciencia de lo que implica el proceso productivo y llevar los alimentos a la mesa”, menciona Javier Burgos, uno de los ciudadanos que, junto a otros amigos, inició la Red de Huertas en Medellín.
Javier, Ricardo, Sandra, Juliana y muchos más, disfrutan sembrar. Hacen parte de la Red de Huerteros de Medellín, un grupo de Facebook que también se reúne en la vida real y al que puedes asistir, conectarte con otros, ser voluntario y aprender recorriendo el camino –incluso si no estás en Medellín–. No van a hacerte la huerta pero que sí pueden compartir conocimiento, motivarte y orientarte. Tener una huerta es un asunto diario, un proceso continuo. bacanika
Veja também: Inseticida Natural contra lesmas e lagartas, Arroz com feijão, Semana do Consumidor, Consumo colaborativo, Efeito Borboleta, Hortas e temperos, Faça uma Evolução, Miniusina de energia, Comida esperta, Cabo Jardim, MANUAL DE AGRICULTURA URBANA

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AGRUPA

Há 17 anos, o projeto AGRUPA cria hortas e jardins em Quito, no Equador. Agora, com a crise de refugiados na Venezuela, eles criaram uma horta especial para os refugiados. Lá é possível morar, plantar e pensar nos próximos passos para uma vida melhor. DW
O Projeto de Agricultura Urbana Participativa (AGRUPAR) é uma iniciativa realizada pelo governo local de Quito com diferentes organizações comunitárias a fim de contribuir para a melhoria da qualidade da vida da população vulnerável do Distrito Metropolitano de Quito através de atividades agrícolas que levam à segurança e a soberania alimentar, a melhoria de receitas, a geração de empregos, uma melhor gestão ambiental, a equidade de gênero, a inclusão social e a geração de empreendimentos produtivos. LATINNO
Veja também: Instituto Pindorama, voluntariado., Bolsa ruralista, quer que desenhe?, Viabilidade???, Inseticida Natural contra lesmas e lagartas, Hortas e temperos, Sorvete de cachaça, Vinho, Ver dura?, Café com Dengue., Faça parte de boas mudanças: contribua com projeto pelo fim do uso dos agrotóxicos!, Ervas medicinais, O de Otário, Scoring drugs, Garfield e fast food.

Banana power verde

A banana é uma fruta rica em sais minerais, potássio, cálcio e ferro, além das vitaminas B6 e B12, exerce um papel fundamental para o bom funcionamento do corpo, principalmente do intestino.

A banana verde auxilia no emagrecimento e combate a doenças como diabetes. É muito usada por quem faz reeducação alimentar e opta por algo natural para misturar aos alimentos. É uma grande aliada à saúde e bem estar de quem procura um método prático e eficaz de manter-se saudável. Banana.blog.br
Os benefícios da biomassa de banana verde são principalmente combater a diarreia, porque o amido resistente na banana verde cozida ajuda a absorver os líquidos no intestino, parando a diarreia. Além disso, a biomassa de banana verde também combate a depressão, porque tem triptofano que ajuda na formação do hormônio serotonina, aumentando o humor e a sensação de bem-estar. Tua Saúde
Mude conceitos, você pode e deve: HEMP ROLL, NAARA BEAUTY DRINK!!! (10% de DESCONTO), BANANA, Purificadoras de ar, Zen Bodi (10% de DESCONTO), SEMENTE DE CHIA (Salvia hispanica), Minhocário., Suco de limão e Bicarbonato, Alimentação japonesa, Adoro essa parte da anatomia femimina., Comida esperta, A Revolta dos Macacos, Garfield e fast food.

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João Andante, o Capiau!

A holding inglesa Diageo, detentora da marca do uísque Johnnie Walker, abriu processo administrativo no Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) contra a cachaça João Andante, acusa a empresa mineira de ser “imitação” de sua marca. O processo gerou publicidade para a cachaça e fez suas vendas dispararem. Os pedidos feitos via e-mail já chegam a mil garrafas, até então, as vendas eram de apenas 200 garrafas por mês.
A João Andante foi organizada em 2008 por quatro jovens que viam a atividade mais como um hobby do que propriamente um negócio empresarial. Cada um deles segue com sua profissão.


O desenho das duas marcas é representado pela figura de um andarilho, embora de classes sociais distintas: enquanto um é lorde, o outro é um jeca, ou capiau, conforme o regionalismo mineiro.
“Apesar de ambos os personagens mostrarem algumas distinções, o uso da expressão ‘João Andante’, que é a tradução literal de ‘Johnnie Walker’, evidencia a intenção de criar uma ‘versão local’ da marca”, argumenta a holding inglesa por meio do escritório de advocacia Dannemann Siemsen.
A ideia é a de um caixeiro-viajante, que é um andarilho, segundo o escritório de advocacia Hidelbrando Pontes e Associados.
Os mineiros negam que o uísque tenha sido a inspiração e sustentam que o Walker da marca inglesa nada tem a ver com andar ou caminhar, é um sobrenome. Paulo Peixoto. O silêncio dos carneiros
Mude conceitos, você pode e deve: ALZHEIMER, BEBER MENOS, , DIA DO VOLUNTARIADO, SUA CARA, CASAS DE MEDIAÇÃO, VIRTUDE, INEZITA BARROSO, POR QUE PINGA?, PROJETO VIBRAR PARKINSON, A MEDITAÇÃO E SEU CERÉBRO, Sugestão de desintoxicação ayurvédica após os excessos.

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Favela Orgânica

O Favela Orgânica é uma iniciativa pioneira que teve origem nas comunidades Babilônia e Chapéu Mangueira, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro. Surgiu em setembro de 2011, com apenas R$140,00, como fruto do olhar sensível e da iniciativa de Regina Tchelly.

A partir de uma abordagem holística que engloba conceitos como consumo consciente, gastronomia alternativa, compostagem caseira e hortas em pequenos espaços.

A missão do Favela Orgânica (Facebook) é compartilhar experiências, valorização e compartilhamento do Ciclo do Alimento, através do respeito e amor ao que a natureza nos dá.

A ideia do Favela Orgânica é a de promover uma mudança profunda na cultura de consumo e desperdício através do aproveitamento integral de todas as partes do alimento que, por sua vez, é cultivado organicamente. As partes que não são comestíveis, e são poucas, viram adubo através da compostagem. greenMe


“Logo que cheguei no Rio de Janeiro fui trabalhar como empregada doméstica e via nas feiras livres e na minha própria comunidade a grande quantidade de alimentos sendo desperdiçados. E lá na Paraíba a cultura é aproveitar o máximo que a gente puder do alimento”. Regina Tchelly

Poetize-se também: Manual de agricultura urbana, Carta da Terra, Anestesia mental., Dia Mundial do Meio Ambiente., Opção de escolha?, Chora Darwin., Legalize Já, Porquê eu quis?, Brasileiro Reclama De Quê?, Hora do Código, Mãe Gaia

Tintura anti-inflamatória e outras misturas

Uma tintura anti-inflamatótia e outras misturinhas do bem.

Na tintura: foi aroeira, tanchagem, alecrim, hortelã, manjericão, gengibre, cúrcuma, tomilho, erva de santa maria, unha de gato. Infusionado em cachaça, vai ficar lá mais de mês. Depois é só coar, usar em conta gotas bem diluído com água – a idéia não é chapar com a tintura, gente – ou então usar diretamente no local inflamado.

Oléo calmante/anti-inflamatório/analgésico: bom, o óleo de coco já é um pãtza anti-inflamatório natural. Olíbano, hortelã pimenta, alecrim, gengibre, lavanda, camomila, camomila azul…. dá pra fazer uma boa misturinha com óleos que tem efeito de relaxamento muscular, analgésicos e anti-inflamatórios, pra poder besuntar o local da “injúria” antes de partir pra bolsa de gelo.
Gelo? Sim, gelo é um santo remédio para inflamações.
Curiosidade: fazer um macerado de pimenta em álcool ou óleo é uma baita analgésico. Você passa e esquece que tá doendo em dois segundos. Delícia. Só tem que tomar cuidado onde vai colocar essa mão depois, pra não acabar cego de um olho ou com partes indevidamente ardidas. Eu uso minhas pimentas já lactofermentadas, para depois misturar com óleo de coco e aplicar no local que está doendo. Pode parecer contraditório, mas pimenta é anti-inflamatória sim.

Infusões: no rolê do mais chá e menos remédio. Cúrcuma, gengibre, alho, e praticamente todas as ervas ali de cima que foram pra tintura são ótimas para desinflamar o organismo de dentro pra fora. Blog da Lis

#fazendopracomerdepois

Enxertia, o que é?!?

Enxertia é o processo de juntar partes de plantas para formar uma planta só. Pode parecer estranho, mas é um procedimento muito comum na agricultura, e até mesmo em humanos, uma planta enxertada é uma planta composta de partes de duas ou mais plantas, geralmente só é possível enxertar plantas do mesmo gênero, ou pelo menos da mesma família. As enxertias são compostas de duas partes: O Enxerto (a copa), e o porta enxerto (o cavalo).
Há vários métodos de enxertar, sendo o tipo de corte a principal diferença. Dentre as principais estão a borbulhia, a encostia, e a garfagem. No entanto, cada espécie se adapta melhor a um método. Cultivando
Para fazer a enxertia deve-se identificar o melhor método para a planta que se quer reproduzir. Além disso, deve-se analisar também a planta em que se pretende fazer o enxerto. Ambas as plantas devem estar isentas de microrganismos prejudicais e sinais de doenças. A parte da planta que recebe o enxerto é chamada de cavalo ou porta-enxerto e a enxertada de cavaleiro. https://hortaseplantas.digitalsm.net/enxertia-de-plantas/
Entenda mais: HORTAS E TEMPEROS, INSETICIDA NATURAL CONTRA LESMAS E LAGARTAS, CONTRA TODOS OS MALES, NESTE CHÃO TUDO DÁ, MANUAL DE AGRICULTURA URBANA, FLOREIRA, CAFÉ COM DENGUE., ECO-GRAFITE, CASA SUSTENTÁVEL, ÍNDIO EDUCA

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