Abelhas nos telhados de Paris

Começou na capital francesa, no início dos anos de 1980, e hoje já faz outras cidades da Europa. Há estudos que indicam que esta é uma cidade alternativa à produção rural, já que as colônias têm grandes taxas de mortalidade. Filomena Naves

Em 1982 a A Ópera de Paris tomou uma decisão de albergar colmeias no topo do seu edifício, com o propósito, e as coisas correram tão bem que a ideia pegou, as colunas multiplicaram nos telhados dos edifícios mais importantes da capital francesa, do Louvre ao Palácio da Bolsa, do Quai d’Orsay ao Hotel Savoy, por exemplo, de outros menos, e até anónimos. Certo é que o miel de Paris é hoje, na sua particularidade de produção em contexto urbano, um produto cobiçado gourmet.
Um Censo de 2017 apontou para a existência de mais de 700 colunas de melíferas nos telhados da capital francesa, e em outras cidades europeias, como Berlim, Bruxelas e Copenhagen.

A causa das tendências das abelhas não se completa, mas, na prática, acompanha um declínio generalizado dos próprios insetos que está bem documentado em países como uma Alemanha ou uma França – em Portugal Atinge os trabalhos de campo para a primeira lista vermelha dos invertebrados. Diário de Notícias

Grâce à la spécificité des fleurs parisiennes, le Miel de Paris a une saveur incomparable à d’autres miels. Au nez, une puissante et persistante senteur de cassis et de griottes macérées. En bouche, une belle rondeur avec une finale vive et fraîche.


Poetize-se: Manual de Apicultura em Pequena Escala, Mãe Abelha, Comida de tubarão, Vegeta, Carta da Terra, Carlos Marighella, Makota Valdina, Pare e pense, Na estrada havia uma pedra, Ervas medicinais, Abelha poliverde, Comida de gente

A maconha como porta de entrada

Um dos argumentos, muito repetido nas mídias sociais, nas conversas do dia a dia e até mesmo por autoridades é a famosa frase: “A maconha é a porta de entrada para drogas mais pesadas”. Norberto Fischer


Postado por
Se alguém seguir a mesma lógica para verificar quantas pessoas haviam consumido, por exemplo, refrigerante em suas vidas antes de usar cocaína, possivelmente chegaríamos à conclusão de que a bebida doce a é porta de entrada, o que não faz nenhum sentido, assim como não faz no caso da maconha.

Anarquista

Nos últimos anos me deparei com três posicionamentos diferentes, os que defendem:

  • A completa proibição da maconha no Brasil, independente do uso, mesmo medicinal;
  • Regulamentação da planta, incluindo a descriminalização do uso recreativo;
  • Uso medicinal, mas o uso industrial e social deveriam ainda ser debatidos pela sociedade.

Hoje, por estar vivendo diariamente com a maconha medicinal no tratamento da Anny posso garantir que “a maconha é sim uma porta de ean Lefebvreentrada, mas para a qualidade de vida de muita gente, para uma vida em abundância e com saúde. Hemp Meds Brasil

“Um assunto tão delicado pede um amplo debate, consultando especialistas com posições diferenciadas. A questão da maconha medicinal, expressão bastante difundida na sociedade, não se mostra verdadeira, e os especialistas apontados por nós terão a capacidade de diferenciar o uso terapêutico do canabidiol, do uso indiscriminado e nocivo à saúde da maconha e suas 500 substâncias psicoativas”, pontuou Eduardo Girão no requerimento.

A proposta analisada na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) foi uma iniciativa da ONG Rede Brasileira de Redução de Danos e Direitos Humanos (Reduc). Os representantes da ONG informam que o texto baseia-se em legislações já em vigor nos estados norte-americanos da Califórnia, Nova York e Oregon, assim como no Uruguai. Também garantem que o texto obedece à Convenção Única sobre Entorpecentes (ratificada pelo Decreto 54.216, de 1964) e à Convenção sobre Substâncias Psicotrópicas (ratificada pelo Decreto 79.388, de 1977), tratados internacionais assinados pelo Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU). senado notícias

A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luciana Boiteaux chamou a atenção para as dificuldades em debater sobre acesso a medicamentos derivados da cannabis, saúde e usos de substâncias que deveriam estar dentro da liberdade individual. “O Brasil é um dos países mais proibicionistas do mundo e isso faz mal à saúde. O Brasil importa o modelo da política de cannabis medicinal dos Estados Unidos e lá essa política tem passado por mudanças significativas, então, qual a dificuldade que temos em trazer esse debate para o país?”, disse. Luciana afirmou que não é só reduzir danos e impedir retrocessos, mas tentar avanços e mostrar que a política de drogas não só inclui grupo de cultivadores, mães e universitários. “É um cenário que até na América Latina o Brasil está muito atrasado”, concluiu.

Gulnar Azevedo, presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), ressaltou a importância de trabalhar para manter os avanços já conquistados na saúde pública e a relevância do SUS para a população. Gulnar aprofundou o argumento da acessibilidade aos medicamentos e saúde básica citando o caso de populações em área remota e indígenas. “Às vezes a condição financeira para comprar medicamentos não é o único problema, mas, essas pessoas também não têm nenhum acesso à assistência médica, e isso é muito grave”, disse. A médica lembra que o acesso a saúde melhorou bastante nos últimos anos, mas que infelizmente esse tempo não foi suficiente para que houvesse uma diminuição na desigualdade existente no país. Gustavo Mendelsohn de Carvalho, Julia Dias e Matheus Cruz (Agência Fiocruz de Notícias)

Jean Lefebvre – Hempadão

A maconha, além de tudo, pode ser também a porta de saida para as drogas! Existem diversos relatos de pessoas que eram viciadas em crack, cocaína, cigarro e álcool, que conseguiram se livrar do seu vício com a ajuda da cannabis, e não se pode culpar um ser humano por experimentar algo diferente, a curiosidade e necessidade de alterar a consciência, para alguns, é muito grande. Jean Lefebvre
Poetize-se: Comidinhas de Maconha, Ervas medicinais, Avaliação química, E agora???, Quase imortal!!!, Manual de Apicultura em Pequena Escala, A VERDADE por trás da proibição da MACONHA, Desenho de criança, Estupidez, Doenças degenerativas, Polícia 24 horas, Manual dos remédios tradicionais Yanomami, Suco de limão e Bicarbonato,

Amazonas decreta situação de emergência

Nos sete primeiros meses de 2019, o estado do Amazonas registrou 1.699 focos de calor, informou a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), tendo 80% (1.372) ocorrido no mês de julho, quando se iniciou o período de estiagem na região. GreenMe

O governo do Amazonas decretou situação de emergência em razão de queimadas e do que chamou de “impacto negativo do desmatamento” na região metropolitana de Manaus e na região sul do estado. Uol

Dados do Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), sistema do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que visa ajudar o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) a combater o desmatamento, mostram que a derrubada de mata na Amazônia em julho deste ano teve crescimento de 278% em relação ao mesmo mês do ano passado.

O diretor-presidente do Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas), Juliano Valente, afirmou que os dados consolidados pelo instituto e pela Sema são abastecidos a partir da tecnologia e dos satélites do Inpe.

“O satélite identifica os focos de calor e queimada. Essa detecção verifica áreas de 30 metros de extensão a 1 metro de largura. Com base nisso, há uma coleta de dados diariamente e a gente faz a verificação desses dados na nossa base cartográfica. Os dados são sempre representativos, uma boa base de indícios e hoje considerados como provas para autuações”, afirmou.

O órgão de fiscalização mantém uma estrutura que monitora os focos de incêndio a partir as imagens de satélite, dos dados cartográficos, de licenciamento e de cadastro rural do estado, ao cruzar todas essas informações, afirmou Valente, o Ipaam consegue identificar quais focos são ilegais e abastece com informação o Comitê Estadual de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, Controle de Queimadas e Monitoramento da Qualidade do Ar, formado por órgãos estaduais e federais, como Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Ibama, Ipaam e Sema. Rosiene Carvalho
A indefinição sobre o Fundo Amazônia – criado em 2008 para financiar projetos de redução do desmatamento – fez com que governadores dos estados da Amazônia busquem parcerias com doadores internacionais para combater o desmatamento. Os estados com as mais altas taxas de desmatamento começam a negociar diretamente com doadores internacionais. As ações do Fundo Amazônia, que financia ações de prevenção e combate ao desmatamento, apoia projetos de uso sustentável da floresta com recursos que vêm de doações – a maior parte da Noruega (93,8%) e da Alemanha (5,7%). Gazetaweb

Prevenindo queimadas

Para prevenir as queimadas é importante:

  • não atear fogo, exceto com autorização
  • não acender fogueiras
  • não usar fogo na agricultura, seja para limpar o terreno que para renovar a pastagem
  • não lançar bituca de cigarro em nenhuma hipótese, em nenhum lugar. Além de poluir, ela pode não estar bem apagada e pode alcançar alguma vegetação e pegar fogo.
  • não soltar balões, além de perigoso é crime!

Mude conceitos, você pode e deve: Eduardo Góes Neves, A CARTA DE DEUS À POPULAÇÃO DO BRASIL!, Frans Krajcberg, DARWIN CADÊ VOCÊ?, LOGUN EDÉ, Amazônia, 381 novas espécies, e há muitas mais!!!, HORA DO CÓDIGO, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, OLHA O CÉU, O povo munduruku voltou!, ECO-GRAFITE, TERRA OCA, Bandeirantes Modernos, Chico Mendes

Eduardo Vilas-Bôas!!!

O general Eduardo Vilas-Bôas, ex-comandante do Exército e atual assessor do Gabinete de Segurança Institucional do Palácio do Planalto, está com uma doença neuromotora e corre o risco de não falar mais. Ele conheceu o uso medicinal do canabidiol e cedeu uma entrevista falando em “hipocrisia social” ao mencionar as dificuldades de quem precisa do acesso ao tratamento. Facebook – Veja a matéria completa no link: http://bit.ly/2Zzx9WW

“Eu não entendo por que ao mesmo tempo que tem gente lutando aí, defendendo a legalização da maconha, está tão difícil se obter esses medicamentos para efeito medicinal. Eu acho, de certa forma, até uma hipocrisia social e vejo a luta de algumas pessoas que dependem disso para minimizar sintomas de efeitos de algumas doenças que têm dificuldade”, disse o general com dificuldade para respirar. defesanet

Ele afirmou que vai abrir um instituto com sua filha Adriana para ajudar pessoas que sofrem com doenças incapacitantes, assim como ele. Do UOL, em São Paulo 03/08/2019 21h30
O uso da cannabis para produção do medicamentos nos Brasil é criticado pelo ministro da Cidadania, Osmar Terra. Em 23 de julho, o ministro disse que pode encerrar as atividades da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) caso o órgão aprove regras sobre cultivo de Cannabis no Brasil para o fim.


Portador de ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), doença neuromotora degenerativa, Villas Bôas foi diagnosticado com a doença em dezembro de 2016 e, com perda dos movimentos de forma acelerada, está sob o risco de perder a fala. Respeitado por militares, pela sociedade civil e classe jurídica, o general falou sobre as consequências da depressão, doença que o assola desde 2001. Poder360

Poetize-se: FHC = THC, José Mujica maconheiro?, Scoring drugs, Quarto poder, Doenças degenerativas, Suco de limão e Bicarbonato, Vamos acabar com o domínio da Monsanto, O Coxinha – uma análise sociológica, Paulo Freire, Jesus Negão, Carmina Burana: Introduction (O Fortuna), Índice de Desenvolvimento Humano, Cadê os Amarildos?, Ricardo LSD Boechat Doidão

Ecovila para idosos

Envelhecer com qualidade de vida pode significar muitas coisas, como viajar com frequência ou estar perto dos filhos e netos. Para alguns idosos, a aposentadoria ideal deve ser desfrutada em ecovilas, onde é possível viver em comunidade de forma sustentável.

Ecovilas focadas na terceira idade estão se tornando populares principalmente pela vida simples — o que não significa falta de conforto. As vilas sustentáveis apresentam muito verde, alimentos frescos e saudáveis, superfícies fáceis de se locomover, atividades ligadas ao meio ambiente e casas projetadas com tecnologia para reduzir consumo de água e luz.

Além disso, são locais tranquilos e serenos, onde a vida em comunidade é valorizada. Assim ninguém se sente sozinho. Free the Essence

Existem conjuntos residenciais exclusivos para idosos em todo o mundo, com estruturas fenomenais, atividades físicas e cuidadores à disposição 24 horas por dia para os senhores e senhoras. No entanto, viver nestes locais tem um custo elevadíssimo — alguns aqui no Brasil chegam a ter mensalidades de mais de R$ 10.000. Ana Júlia Caires

Mas, então, o que fazer para resolver essa situação e proporcionar qualidade de vida também aos idosos com menor poder aquisitivo? Foi pensando nisso que alguns governos e organizações brasileiras construíram condomínios acessíveis voltados para idosos em diferentes estados do país.

Instituído em 2009 em uma parceria entre a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), secretarias e prefeituras de municípios paulistas, o Programa Vila Dignidade também é voltado a idosos independentes de baixa renda e já conta com unidades em cidades como Ribeirão Preto, Avaré e Mogi das Cruzes. Hometeka

É como se as ecovilas resgatassem o modo de sobrevivência mais primário da humanidade, que por milhares de ano viveu em comunidade, num convívio íntimo com a natureza, utilizando-a de forma inteligente e sempre respeitando o ciclo natural das coisas. A partir de 1998, as ecovilas consagraram-se então como uma das 100 melhores práticas para o desenvolvimento sustentável, nomeadas oficialmente através de uma lista da ONU.

Chamadas também de eco-aldeia e eco-comunidade, o modelo de vida acaba por preservar áreas já degradadas ou que poderiam estar se degradando, além de trazer soluções viáveis para a erradicação da pobreza. Hipeness

Confira aqui algumas ecovilas interessantes para você visitar, ou morar, no Brasil.

Mude conceitos, você pode e deve: Convivir, Depressão em idosos, LUMINESCE™ (10% de DESCONTO), A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, FAKE NEWS JOURNAL, Previdência e suicídio, GHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!! (10% de DESCONTO), Dia do idoso, Inicie um abaixo-assinado, SEXO FREQUENTE AJUDA A TURBINAR O CÉREBRO DOS IDOSOS, INSTANTLY AGELESS ™(15% de DESCONTO), Propriedades curativas do limão

Editado via celular.

Manual dos remédios tradicionais Yanomami

Os Yanomami são indígenas caçadores-agricultores que habitam o Brasil e a Venezuela. Redação CicloVivo

O Instituto Socioambiental (ISA) é uma organização u, sem fins lucrativos, que possui um vasto acervo relativo a povos indígenas, populações tradicionais e meio ambiente. Há artigos, livros, notícias e materiais audiovisuais -, isto para citar alguns dos materiais que podem ser encontrados. Entre tantas pérolas, está o manual dos remédios dos Yanomami.

O material é resultado de um longo trabalho de pesquisadores Yanomami. Jovens deste povo estão sendo formados para produzir pesquisas que ajudem a fortalecer seus conhecimentos tradicionais e dialogar com outros conhecimentos indígenas e não indígenas. O manual se inspirou na pesquisa do antropólogo Bruce Albert e do botânico William Milliken, realizada entre 1992 e 1994, que apresenta um extenso levantamento das plantas medicinais usadas pelos Yanomami para curar diferentes doenças.
Publicado em 2015, são mais de 200 páginas de conhecimento que não deve ser perdido. O livro apresenta as plantas em ordem alfabética e também por agrupamentos de remédios em função dos males a serem tratados. Veja aqui como fazer o download do manual dos remédios dos Yanomami. CicloVivo

Enxergue mais: CONTRA TODOS OS MALES, RELATÓRIO FIGUEIREDO, A INVASÃO DO BRASIL, EXPERIMENTO CIENTÍFICO?, GRAVIOLA, THE LONE RANGER, ÍNDIO EDUCA, NO CAPÃO REDONDO, NINGUÉM SONHA EM SER MÉDICO, REMÉDIO QUE CURA QUALQUER DOENÇA, VIDACELL®, UTILIDADES DA ASPIRINA PARA A SUA BELEZA., HINO NACIONAL EM DIALETO TICUNA, PLANKTON INVASION, UM MAR DE INFORMAÇÕES!!!, RESERVE™, TERRA SEM MALES, SUCO DE LIMÃO E BICARBONATO, MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE

Monsanto é condenada a pagar indenização bilionária para jardineiro com câncer terminal

A Monsanto, conhecida por ser uma das principais fabricantes de substâncias utilizadas em agrotóxicos, a gigante norte-americana foi condenada a pagar 290 milhões de dólares, por volta de 1 bilhão de reais, a um homem vítima de um herbicida de glifosato. Vivimetaliun

DeWayne Johnson tem 46 anos e entrou com ação depois de desenvolver um linfoma não-Hodgkin incurável, que segundo ele, se manifestou depois de utilizar produtos da empresa em terrenos de escolas na cidade de Benicia, na Califórnia, os agrotóxicos Round Up e Ranger Pro entre 2012 e 2014.O Juíz responsável pelo caso baseou sua decisão em primeira instância em conclusões do Centro Internacional de Pesquisa do Câncer, agência membra da Organização Mundial da Saúde, que em 2015 classificou o glifosato como ‘provavelmente cancerígeno’.

O Juíz responsável pelo caso baseou sua decisão em primeira instância em conclusões do Centro Internacional de Pesquisa do Câncer, agência membra da Organização Mundial da Saúde, que em 2015 classificou o glifosato como ‘provavelmente cancerígeno’. Vivimetaliun
O Juíz responsável pelo caso baseou sua decisão em primeira instância em conclusões do Centro Internacional de Pesquisa do Câncer, agência membra da Organização Mundial da Saúde, que em 2015 classificou o glifosato como ‘provavelmente cancerígeno’.

“A decisão de hoje não muda o fato de que mais de 800 estudos e revisões científicas, além de conclusões da Agência de Proteção Ambiental dos EUA, dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA (NIH) e das autoridades reguladoras do mundo todo, respaldam o fato de que o glifosato não causa câncer e não causou o câncer do Sr. Johnson”, afirmou Scott Partridge, vice-presidente da Monsanto.

O produto em questão que teria envenenado Johnson se chama Roundup, um herbicida feito à base de glifosato, componente descoberto por cientistas ligados à Monsanto e usado para matar ervas daninhas e gramíneas que competem com as culturas em plantação. A Organização Mundial de Saúde considera o glifosato um cancerígeno em potencial, a Monsanto propriamente nega tais pesquisas e afirmações. Vivimetaliun 2

Presente na lista das 10 companhias mais odiadas da América, a Monsanto foi fundada em 1901 pelo químico John Francis Queeny e desde a década de 1990 se destacou na química agrícola. Sua má reputação foi construída pela presença na linha de produção itens como o Roundup, um dos herbicidas mais usados do mundo apesar de ser classificado como cancerígeno.

A fusão entre a Bayer e a Monsanto, anunciada em setembro de 2016, criou a maior companhia integrada de pesticidas e sementes do planeta. O negócio foi estimado na casa dos 249 bilhões de reais e deu ao grupo alemão o controle de todos os produtos da marca. Vivimetaliun 3
Mude conceitos, você pode e deve: CIDADES DEMOCRÁTICAS, LUMINESCE™, POLICIAL DA FLÓRIDA MOSTRA COMO SE TRATA RECLAMAÇÃO DE QUE GAROTOS ESTÃO JOGANDO BASQUETE NA RUA, A RAINHA DE MAIO, NAARA BEAUTY DRINK!!!, EXAME COM UMA GOTA DE SANGUE, NEVO, VIDA SIMPLES, VIA LÁCTEA PELO NAVEGADOR, INSTANTLY AGELESS ™, MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE, THE JOLLY BOYS, VIDACELL®, BALEIA OU SEREIA., RESERVE™, A HISTÓRIA DO JARDINEIRO DE OXALÁ, VIDA INTELIGENTE., LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Mapa do envenenamento de alimentos no Brasil

O atlas de envenenamento, um trabalho de geografia que mapeou o nível de envenenamento dos alimentos produzidos no Brasil, lançado em Berlim, Alemanha, país que sedia as maiores empresas agroquímicas do mundo: a Bayer/Monsanto (incorporada pelo grupo Bayer) e a Basf, que dominam a produção de toda a cadeia alimentar – sementes, fertilizantes e agrotóxicos.

Fotomontagem: Moisés Dorado

O atlas Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a União Europeia apresenta informação sobre o elevado índice de resíduos agrotóxicos permitidos em alimentos, na água potável, e que, potencialmente, contamina o solo, provoca doenças e mata pessoas. A obra, que já foi publicada no Brasil, é de autoria da geógrafa Larissa Mies Bombardi, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.O Brasil é campeão mundial no uso de pesticidas na agricultura, alternando a posição dependendo da ocasião apenas com os Estados Unidos. O feijão, a base da alimentação brasileira, tem um nível permitido de resíduo de malationa (inseticida) que é 400 vezes maior do que aquele permitido pela União Europeia; na água potável brasileira permite-se 5 mil vezes mais resíduo de glifosato (herbicida); na soja, 200 vezes mais resíduos de glifosato, de acordo com o estudo, que é rico em imagens, gráficos e infográficos. “E como se não bastasse o Brasil liderar este perverso ranking, tramita no Congresso nacional leis que flexibilizam as atuais regras para registro, produção, comercialização e utilização de agrotóxicos”, relata Larissa.

Segundo a geógrafa, as perdas não se limitam à contaminação de alimentos e dos cursos d’água. O atlas traz informações de que, depois de extensa exposição aos agrotóxicos, ocorrem também casos de mortes e suicídios associados ao contato ou à ingestão dessas substâncias.

Mapa de intoxicação por agrotóxicos de uso agrícola (2007-2014)
O atlas Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a União Europeia, em português, foi lançado no Brasil em 2017 e traz um conjunto de mais de 150 imagens entre mapas, gráficos e infográficos que abordam a realidade do uso de agrotóxicos no Brasil e os impactos diretos deste uso no País. A pesquisa que deu origem à publicação teve o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Jornal da USP


Geógrafa Larissa Bombardi, autora da pesquisa que deu origem ao atlas da Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil – Foto: Cecília Bastos / USP Imagens

Mais informações: Larissa Mies Bombardi, larissab@usp.br ou pelo telefone (11) 3091-3769. Atlas versão em português Atlas versão inglês.
Veja também: Veneno ecológico para matar ratos., Ana Primavesi, Engenheira agrônoma., Agrotóxicos da mesa nossa de cada dia., Brasil: o mercado internacional dos agrotóxicos, Pés no chão, Suíça, veneno aqui não!!!, Monsanto, Opção de escolha?, Pai (de quem) trocinio!, Você é o que você come., Bolsa ruralista, quer que desenhe?, Manual sobre os usos de plantas amazônicas, Manual de Apicultura em Pequena Escala

Territórios Culturais

Ao longo de 35 episódios, com 15 minutos de duração cada, a série descobre e revela esses territórios, a atração é uma parceria entre a TV Cultura e a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.
Apresentada por Tuti Müller e Felipe Gaia, a série percorre diferentes espaços culturais da cidade e do estado de São Paulo, como teatros, museus e patrimônios culturais, além de Fábricas de Cultura, descobrindo manifestações culturais populares e novos talentos da metrópole, de cidades do interior e do litoral deste imenso estado. A direção é de Julio Piconi. Territórios Culturais
A série Territórios Culturais percorre e descobre diversas personalidades e ações inclusivas, que são apresentados ao telespectador de forma descontraída, bem humorada e informativa.Siga as redes da TV Cultura!
Facebook: https://www.facebook.com/tvcultura Twitter:
https://twitter.com/tvcultura
G+: https://plus.google.com/+TVCultura Site: http://tvcultura.com.br

A VERDADE por trás da proibição da MACONHA


A produção de fake news parece coisa do século 21, mas a história da maconha revela que esta planta já sofre há quase 100 anos com um bombardeio de notícias falsas.
Boa parte das mentiras utilizadas como motivo para proibir a maconha já foram desqualificadas pela ciência, mas seguem sendo utilizadas até hoje, inclusive nos discursos políticos e médicos. Neste contexto, o questionamento de argumentos falaciosos é fundamental na luta pela legalização. O livro “Maconha: mitos e fatos” da socióloga Lynn Zimmer e do farmacologista John P. Morgan é uma ótima fonte de leitura sobre todo esse arcabouço de tolices que dizem sobre a erva.
Provavelmente o mito mais famoso sobre a maconha é história de que ela destrói neurônios.

O que é fato nesta questão dos efeitos neurológicos é que a maconha afeta a memória de curto prazo (responsável por armazenar informações de rotina do dia-a-dia), mas de forma temporária. Passado o efeito da erva, a capacidade de memorizar informações volta ao normal, sem provocar danos permanentes.

E tem aquela história, que muitos certamente já ouviram, da maconha ser porta de entrada para outras drogas. Mentira feia!

A tática mais utilizada por defensores da teoria da porta de entrada e listar usuários de maconha que passaram a usar cocaína. É tipo de conexão tão absurda como dizer que pessoas que andam de bicicleta vão despertar um desejo incontrolável de andar de moto.
Em 1937, o diretor do Departamento de Narcóticos dos EUA, Harry Anslinger (um dos maiores lobistas pela proibição da cannabis), escreveu em artigo que “inúmeros homicídios, suicídios, roubos, agressões, assaltos e invasões de residências” são relacionados a insanidade provocada pelo uso de maconha. Nesta mesma época jornais abusavam do sensacionalismo ao relatar crimes supostamente cometidos por pessoas sob efeito da maconha. Infelizmente parte da imprensa segue trabalhando da mesma forma.
O crime mais comum entre usuários da erva é fato de estarem comprando e portando algo ilegal. Carta Capital

Mude conceitos, você pode e deve: MANUAL PLANTAS AMAZÔNICAS, Funcional Obsoleto, Produtos para Consumo de Maconha, Hemp Car, Álcool, drogas e Sacklers, Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, A onda, BEBER MENOS

Embalos de bananas

O supermercado Rimping, em Chiangmai, na Tailândia, recebeu elogios no Facebook por ter inventado as embalagens ecologicamente corretas depois que uma empresa local as publicou em sua página na semana passada.
Grandes cadeias de supermercados no Vietnã, como Lotte Mart, Saigon Co.op e Big C, começaram a seguir os passos da loja tailandesa experimentando folhas de bananeira como uma alternativa de embalagem também em suas lojas.
Um relatório recente destacou a incrível quantidade de resíduos plásticos gerados por pessoas vietnamitas, eliminando cerca de 2.500 toneladas de resíduos plásticos por dia.um vice- relatório observou, proibir ou reduzir sacos plásticos de uso único em supermercados é uma tendência crescente na Ásia.

https://nextshark.com/banana-leaves-asia-plastic-packaging/

A culpa das velhas plásticas

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
– A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
– Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
– Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente.

– Você está certo – respondeu a senhora. Nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente, não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo.
Até as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas secadoras elétricas. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela de 14 polegadas, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado, como não sei.
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia batedeiras elétricas, que fazem tudo por nós. Quando enviávamos algo frágil pelo correio, usávamos jornal velho como proteção, e não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava motor a gasolina para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam à eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos água diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Na verdade, não tivemos uma onda verde naquela época. Naquele tempo, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus coletivos e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar os pais como serviço de táxi 24 horas.
Então, não é incrível que a atual geração fale tanto em “meio ambiente”, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época!

Uma aula gratuita ministrada por uma idosa considerada ultrapassada.

Autor desconhecido. (WhatsApp)

www.desistirnunca.com.br
Entenda mais: A ILHA DE LIXO, CUCO, O MAR DE ARAL VIROU AREIA., BE MY EYES APP, PEIXE-BOI MARINHO, Plástico Pena, XEQUE MONTE, O AMARANTO INCA KIWICHA INVADE PLANTAÇÕES DE SOJA TRANSGÊNICA DA MONSANTO NOS ESTADOS UNIDOS, CARTA DA TERRA, ÁGUAS DE MARÇO, THE MARTIAN, PLANETARIO, PELADOS EM SANTOS

Arango, cura câncer?!?

Vídeo: ARANTO – PLANTA QUE CURA CANCER, COMO USAR

O aranto (nome popular da kalanchoe daigremontiana) é uma planta ornamental divulgada no universo online como suposto tratamento para o câncer, conhecido também como “mãe de milhares”, o aranto é nativo da África, mas se adaptou facilmente ao clima brasileiro, onde também é encontrado. Trata-se de uma kalanchoe, uma espécie de planta suculenta que vive bem em regiões tropicais e subtropicais. Elas são utilizadas pela população da África e das Américas no tratamento de infecções e inflamações.

Só que existem poucos estudos confiáveis sobre as propriedades farmacológicas da família. A maioria é feita in vitro, ou seja, com células isoladas.

“As pesquisas não chegaram na fase clínica, que testa os efeitos terapêuticos em seres humanos”, aponta o biomédico João Ernesto Carvalho, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade Estadual de Campinas, no interior de São Paulo, e membro da Câmara Técnica de Fitoterápicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Chloé Pinheiro

Fonte: Gaúcha ZH
Aranto (Kalanchoe daigremontiana) é uma planta nativa da ilha de Madagascar, na África, pertencente à família das suculentas (Crassulaceae), que foi trazida para a América pelos negros escravizados. Ela é encontrada facilmente na América do Sul, especialmente na Amazônia, mas tanto o uso quanto os estudos para o tratamento de doenças como o câncer é mais frequente em países como Argentina, Colômbia e Paraguai.

O aranto também serve para curar doenças de pele, lesões, feridas, gangrenas e hemorragias. Isso porque ele também é considerado um anti-inflamatório e adstringente, podendo ser usado ainda para tratar reumatismo, hipertensão, cólica renal, febre e diarréia, devido ao seu efeito sedativo, diz-se ainda que ajuda a tratar problemas psicológicos, como por exemplo a esquizofrenia, síndrome do pânico e depressão.

Para todos os casos mencionados acima é importante procurar primeiro uma opinião médica para depois iniciar com um tratamento complementar. greenMe

Fonte: greeMe

As plantas são usadas, frequentemente, pela população para o tratamento e cura de alguns tipos de doenças, a análise do extrato bruto aquoso (EBA) das folhas secas do Aranto, cultivado no Campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e os testes Fitoquímicos mostraram a presença dos metabolitos secundários fenóis, catequinas, flavonas e esteroides. As frações em diclorometano (FRD) e metanol (FRM) analisadas por HPLC-DAD, apresentaram perfil característico de compostos fenólicos e flavonoides.

Os resultados dos testes Fitoquímicos realizados com o extrato aquoso das folhas secas da planta Aranto e a análise cromatográfica por HPLC-DAD, das frações FRD e FRM, foram satisfatórios e promissores, pois de posse destes, podemos dar continuidade a pesquisa no sentido de fornecer, através de métodos científicos complementares, dados que justifiquem seu uso na medicina popular. Mendonça, C.J.S.M. (UFMA) ; Ribeiro, D.G. (UFMA) ; Pires, T.P.R.S. (UFMA) ; Prazeres, G.M.P. (UFMA) ; Maciel, A.P. (UFMA) ; Silva, F.C. (UFMA) – ABQ (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE QUÍMICA)

O aranto é bem conhecido por brotar espontaneamente, é muito fácil para se espalhar e, por isso, muito fácil para encontrar. Caso more ou vá para cidades pequenas, é possível que encontre facilmente alguém que tenha conhecimentos para reconhecê-la ou até mesmo saiba como cultivá-la.

Tenha atenção para sempre que for consumir chás de qualquer planta, só o faça depois de ter a certeza que escolheu a espécie correta, para não correr riscos de intoxicação. Portal Cultura

Fonte: Muito Chique

Avaliação da Atividade Antiúlcera de
Kalanchoe pinnata (Lam.) Pers (Crassulaceae). Versão corrigida da Dissertação conforme Resolução CoPGr 5890. O original encontra-se disponível no Serviço de Pós-Graduação da FCF/USP. Flávia Carvalho Sobreira

Benefícios do aranto:

Recomenda-se também não ultrapassar a ingestão total diária de 5 gramas da planta para cada quilo de peso da pessoa que irá consumi-la, pois doses maiores que essa podem ser tóxicas.

O aranto também não deve ser consumido por grávidas. DicasOnLine

Mude conceitos, você pode e deve: Adoro essa parte da anatomia femimina., Suco de limão e Bicarbonato, Doenças degenerativas, Limão: alcalino x ácido, FORDISMO??, Projeto Divas, Chás que Ajudam a Emagrecer, Graviola, Sexo seguro!, vidacell®

Ilha de Saaremaa by Saskia Doehler

A ilha de Saaremaa tem um clima de cidade litorânea, e você pode sentir isso na atmosfera da ilha.

O Castelo de Kuressaare é a principal atração turística da ilha e fica bem ao lado do Hotel GoSpa do qual eu me hospedei. Esta fortaleza medieval foi construída no final do século XIV com o objetivo de trazer a religião cristã para a região da Livônia.
A Cratera Kaali é outra das grandes atrações turísticas da ilha, é um conjunto de 9 crateras que foram formadas pela colisão de vários meteoritos contra a ilha. Acredita-se que o meteorito se partiu em vários pedaços, o maior deles gerando uma cratera de 110 metros de diâmetro e uma profundidade de 22 metros. Saskia Doehler

Amigos são melhores que morfina

Os amigos ajudam a suportar melhor a dor e afastar a depressão pra longe da gente, porque quando estamos na companhia deles, muitas endorfinas são liberadas em nosso corpo. As endorfinas são substâncias úteis para nos trazer sensações de bem-estar, gratificação e para regular o nosso estado de ânimo. greenMe

O experimento no qual o estudo foi baseado, publicado na revista Scientific Reports, busca uma conexão entre a depressão, o nível baixo de endorfinas com o fato de ter poucos amigos, segundo Katerina Johnson, coordenadora do estudo, a resposta é sim.
“Os estudos sugerem que a quantidade e a qualidade das nossas relações sociais afetam nossa saúde física e mental e pode até ser um fator determinante quanto tempo vivemos. Portanto, compreender por que os indivíduos têm tamanhos diferentes de redes sociais e os possíveis mecanismos neurobiológicos envolvidos é um tópico de pesquisa importante. Como uma espécie, nós evoluimos para prosperar em um ambiente social rico, mas nesta era digital, as deficiências em nossas interações sociais pode ser um dos fatores negligenciados que contribuem para o declínio da saúde da nossa sociedade moderna. Notícia Alternativa

Los neurocientíficos creen que nuestro cerebro está genéticamente programado para ser sociables. No podía ser de otra forma si nuestros antepasados querían sobrevivir ya que en aquel ambiente hostil era muy difícil que una persona pudiese defenderse por sí sola de los peligros que le acechaban.
El mecanismo elegido por la naturaleza para asegurarse de que seamos sociables es el sistema opioide endógeno, en particular la β-endorfina, que desempeña un papel esencial en las relaciones interpersonales. JENNIFER DELGADO SUÁREZ

Enxergue mais: CVV, 57 anos!!!, DIA DO VOLUNTARIADO,DEPRESSÃO MASCULINA, LIPPY E HARDY, WHERE IS MY MIND, A MEDITAÇÃO E SEU CERÉBRO, ESSA NOITE NÃO, POSITIVIDADE, JUSTIÇA DE MIERDA, Liberdade Privatizada, THE STREET STORE, Goodall MORRE EM PAZ, Segunda temporada de ’13 reasons why’ (trilha sonora), Setembro Amarelo,você nunca esteve sozinho?, Suicídio indígena

Edited by cell

Convivir

Sabe aquele sonho que você tinha quando criança, de morar junto com todos os seus amigos? Pois vários idosos de Cuenca, na Espanha, tornaram isso realidade.

Victor Gómez e Cruz Roldán, que se conheceram durante uma excursão há 46 anos, resolveram inovar, e fundaram uma espécie de república da terceira idade, e foi assim que, há quinze anos, surgiu a Convivir, gerida pelos próprios idosos, hoje são 87 idosos morando por lá.

O local funciona num espaço de mais de 7 mil m², e conta com jardim, pomar, bar, ginásio, biblioteca e diversas oficinas para distrair os moradores. Gabriela Alberti – Hypeness

², e conta com jardim, pomar, bar, ginásio, biblioteca e diversas oficinas para distrair os moradores. Gabriela Alberti – Hypeness

A velhice chega mais tarde hoje, mas pensa-se nela desde cedo. Os mais velhos atualmente –especialmente europeus e japoneses – vivem mais e não querem passar a última fase da vida entre desconhecidos ou “ser uma carga para os filhos”. É o que demonstra um estudo de 2015, realizado pelo ministério da Saúde espanhol.

No estudo, mais da metade dos pesquisados acha pouco provável viver em um asilo, enquanto quatro em cada dez veem como alternativa o cohousing, moradias criadas e administradas pelos próprios idosos, que decidem entre amigos como e onde querem viver sua aposentadoria. Os apartamentos pertencem a uma cooperativa, mas podem ser deixados de herança para os filhos. Na Espanha, há oito projetos construídos e vários em gestação. Portal Terceira Idade

Portal Terceira Idade

Una cooperativa integral, constituida en principio por ese grupo de personas del que hablábamos en el primer punto, pero abierta a otras nuevas que puedan integrarse en la Cooperativa y/o venir a vivir con nosotros.

Que ya ha construido el Centro Convivir en Horcajo de Santiago -un gran edificio, con jardín y huerto, 66 apartamentos, comedor, cafetería, gimnasio, biblioteca, talleres de actividades, salas comunes… . Convivir

Mapa dos ecossistemas intactos da Terra

Bilhões de anos se passaram, incontáveis espécies surgiram e desapareceram, mas bastou apenas uma para colocar em risco toda a história evolutiva da Terra ao espalhar a destruição e degradação do meio ambiente.

Apesar dos esforços de conservação e proteção ambiental nas últimas décadas, menos de um terço das áreas terrestres do Planeta permanecem selvagens, sem impacto de atividades humanas, e esses remanescentes da natureza estão sob risco crescente. Vanessa Barbosa5 nov 2018, 14h19Exame

O primeiro mapa dos ecossistemas intactos da Terra, resultado de uma pesquisa da Universidade de Queensland e da Wildlife Conservation Society (WCS), mostrou que apenas cinco países detêm 70% das áreas inexploradas do mundo.

De acordo com o relatório, os países com mais territórios intocados são Austrália, Estados Unidos, Brasil, Rússia e Canadá e o objetivo é que estas nações trabalhem em conjunto para que isso continue assim. Apesar de esta parecer ser uma boa notícia, ela é também é preocupante pois mostra que mais de 77% das terras – excluindo a Antártica – e 87% dos oceanos já foram muito modificados pela intervenção humana. Vivimetaliun

Há um século, apenas 15% da superfície da Terra era usada para cultivar e criar gado, ressalta o estudo publicado na revista científica Nature, atualmente, apenas 23% da massa terrestre do mundo ainda pode ser considerada selvagem.

Os pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália, e da Wildlife Conservation Society (Sociedade de Conservação da Vida Selvagem) criaram um mapa global utilizando indicadores como terras de cultivo, pastagens e densidade populacional e descobriram que apenas 20 países são os responsáveis por 94% da região selvagem no mundo. Época Negócios Online

A preservação da Amazônia sempre foi motivo de preocupação, no entanto, os números do último ano assustam. Em 365 dias, o desmatamento no pulmão verde da Terra cresceu quase 60%.

Os dados são do sistema DETER, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que também mostrou perda de 762,3 km² de mata nativa. Trocando em miúdos, o Brasil atingiu o pior registro desde 2016. Nunca se desmatou tanto, entre janeiro e junho de 2018, 735,8 km² de floresta destruída. hypeness

Os especialistas em conservação ambiental defendem que ecossistemas remanescentes em regiões degradadas têm uma preservação prioritária pois oferecem benefícios mais diretos para a saúde humana e para o desenvolvimento turístico.

As áreas intactas abrigam espécies em uma abundância próxima ao natural – resguardando informações genéticas e processos ecológicos que sustentam a biodiversidade em uma escala de tempo evolutiva.

Por exemplo, no mar, são as áreas virgens que ainda têm populações viáveis de grandes predadores como o atum, o marlim e os tubarões, lembram os autores do artigo na Nature.

Ecossistemas intactos também amortecem desastres naturais e eventos climáticos extremos, do nível local ao global.

“Simulações de tsunamis, por exemplo, indicam que os recifes de corais saudáveis oferecem ao menos duas vezes mais proteção do que os altamente degradados”, escrevem os pesquisadores.

Estas áreas são importantes ainda diante das mudanças climáticas – por exemplo, por estocarem carbono em larga escala.

Lionel Messi abriu as portas para o frio.

Uma propriedade que pertence a família de La Pulga promove uma linda iniciativa pensando nos moradores de rua de Rosario, cidade onde Messi nasceu e cresceu a pouco menos de 300 km de Buenos Aires. Alberto BarbosaFutebolatino

“Comida quente e abrigo! Se sabes de alguém em situação de rua, convide-o a passar pelo Vip das 19 às 21 h, lhe daremos algo quente para comer e agasalhos!”

O craque argentino Lionel Messi abriu as portas do seu restaurante em Rosário, na Argentina, para pessoas que vivem nas ruas se alimentarem durante 15 dias. O restaurante “Bar Vip Rosário” também informou, por meio de redes sociais, que está recolhendo agasalhos para doação.

Conforme a publicação, feita na sexta-feira (5), o restaurante irá oferecer alimento para as pessoas que forem até o local entre 19h e 21h. Já as roupas de frio serão doadas as pessoas que pedirem. É inverno na Argentina, e a temperatura de Rosário, de acordo com o Climatempo, na madrugada desta terça-feira foi de 4°c. Super.FC

hiBike

O aplicativo hiBike é uma ferramenta gratuita intuitiva feita exclusivamente para quem pedala, muito ou pouco. Lá você cadastra seu perfil, monitora o seu uso da bicicleta, ganha pedais, encontra nossa rede de descontos e empresas parceiras, localiza amigos, descobre eventos, e muito mais.

Disponível na Google Play
Disponível na App Store