A história por trás da foto “o abutre e a menina”

A foto “o abutre e a menina” é sem dúvidas uma das imagens mais famosas e polêmicas da história da fotografia, imagem que impactou o mundo do fotojornalismo, chocou milhões de pessoas e mudou de forma trágica a vida do fotógrafo que a capturou.

Em março de 1993, os fotógrafos sul-africanos Kevin Carter e João Silva pousaram na aldeia de Ayod, no Sul do Sudão junto com uma missão de ajuda humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU). Ali se concentravam cerca de 15 mil pessoas em busca de comida e fugindo dos conflitos da guerra civil. Depois de fazer várias campanhas sem sucesso para sensibilizar a opinião pública internacional e as autoridades ocidentais para o drama da fome no Sudão, a ONU decidiu ser mais agressiva na sua missão de expor ao mundo a crise humanitária no país. Então, convidou os dois fotojornalistas para registrar como a fome ameaçava a vida de milhões de pessoas e, posteriormente, sensibilizar o mundo através das fotografias.

A história por trás da foto “o abutre e a menina” | Foto: Kevin Carter

Kevin Carter e João Silva não foram escolhidos à toa. Os dois fotojornalistas já eram, na época, internacionalmente famosos. Eles faziam parte do “Clube do Bangue-Bangue”. Um grupo de quatro fotojornalistas sul-africanos que alcançaram enorme notoriedade mundial ao cobrir conflitos raciais na África do Sul (essa história virou um filme incrível. Veja aqui como assistir).

Em 11 março de 1993, os funcionários da ONU, mais uma vez, estavam distribuindo alimentos na região Sul do Sudão. No local, os sudaneses famintos, se atropelavam na busca desesperada para conseguir um pouco de comida. Era o momento certo para Carter e Silva registrarem fotos da situação terrível que viviam aquelas pessoas.

“Eu estava fotografando uma criança ajoelhada, aí mudei de ângulo e, de repente, havia um abutre bem atrás dela!”, disse Kevin Carter

Naquele dia, enquanto João Silva ficou fazendo fotos de uma clínica médica, utilizada para atendimento dos casos mais graves de saúde, Kevin Carter ficou clicando os arredores do local (um Centro de Alimentação). De repente, Carter se deparou com uma cena terrível e chocante: uma criança esquelética, de mais ou menos quatro a cinco anos, estava agachada, olhando para o chão. Atrás dela, a poucos metros de distância, um abutre a observava. A criança faminta estava muito fraca e, aparentemente, buscava recuperar forças naquela posição antes de tentar continuar sua jornada até o centro de alimentação da ONU. Kevin, apontou a câmera e registrou a cena várias vezes.

Logo depois de registrar a cena, Kevin encontrou o colega João Silva e disse: “Cara, você não vai acreditar o que acabei de fotografar! Eu estava fotografando uma criança ajoelhada, aí mudei de ângulo e, de repente, havia um abutre bem atrás dela!”. Essa frase foi transcrita do livro “O Clube do Bangue-bangue“, página 157, da Cia das Letras.

Semanas depois, em 26 de março de 1993, o jornal The New York Times fez um texto sobre a situação no Sudão e usou a foto de Kevin Carter para ilustrar a matéria e assim a imagem foi publicada pela primeira vez. A repercussão foi imensa e a foto ganhou destaque em todo o mundo. A foto foi republicada em milhares de jornais, revistas e exibida em emissoras de televisão nos quatro cantos do planeta. Desta forma, finalmente a ONU conseguiu através da fotografia sucesso em angariar grandes doações para o combate a fome no Sudão. Kevin Carter ganhou ainda mais visibilidade com a imagem e, em 1994, levou o prêmio Pulitzer, na época o mais importante do fotojornalismo mundial.

Kevin Carter. Foto: Ken Oosterbroek

A editora do The New York TimesNancy Buirski, revelou que logo após a foto ser publicada, as pessoas começaram a ligar para o jornal. Queriam saber o que havia acontecido com a menina após a foto. Se a criança havia sobrevivido e se o fotógrafo havia lhe ajudado.

A reação à foto foi tão forte que o New York Times publicou uma nota incomum sobre o destino da garota. Inicialmente, Kevin Carter contou que havia espantado o abutre e que sentou e chorou debaixo de uma árvore. Depois também disse que a menina se levantou e caminhou até a clínica médica onde o fotógrafo João Silva estava fotografando. Porém, a opinião pública não ficou satisfeita com as explicações da conduta de Kevin Carter. As pessoas queriam saber porque ele não tinha levado a menina para um lugar seguro.

E assim se iniciou um grande debate sobre a atuação de jornalistas e fotojornalistas em áreas de conflito, guerra e fome. A questão central da discussão era: os fotógrafos deviam prestar assistência as pessoas em situações perigosas ou apenas cumprirem seu dever de registrar os fatos? O jornal St. Petersburg Times, da Flórida, criticou duramente a foto de Kevin Carter: “O homem ajustando suas lentes para capturar o enquadramento exato daquele sofrimento poderia muito bem ser um predador, um outro urubu na cena”.

Embora os fotógrafos do “Clube do Bangue Bangue” tivessem socorrido várias pessoas na África do Sul, os questionamentos em torno da foto do “abutre e a menina” perturbaram muito Kevin Carter. Aliado a uma série de problemas pessoais com relacionamentos amorosos malsucedidos, problemas de uso excessivo de álcool, consumo de drogas e sem dinheiro, Kevin mergulhou numa profunda depressão.

história por trás da foto

Kevin Carter morreu em 1994, aos 33 anos | famousphotographers.net

No dia 27 de julho de 1994, aos 33 anos, Kevin Carter foi até o local onde costumava brincar quando criança, em Joanesburgo, na África do Sul. Fixou com fita a ponta de uma mangueira no escapamento do seu carro (uma picape Nissan vermelha) e a outra dentro da cabine do veículo, fechou os vidros, ligou o carro, colocou a música em seu walkman e usando a mochila como travesseiro deitou-se de lado para aguardar o fim de sua vida. Kevin Carter morreu por intoxicação de monóxido de carbono quatro meses após ganhar o prêmio Pulitzer. Quando a polícia encontrou Kevin morto também encontrou uma triste nota de despedida que revelou as suas angustias:

“Eu sinto muito. A dor da vida ultrapassa a alegria ao ponto em que a alegria não existe… deprimido … sem telefone… dinheiro para o aluguel… dinheiro para sustentar as crianças… dinheiro para dívidas… dinheiro! … Estou assombrado pelas vívidas memórias de mortes e cadáveres e raiva e dor… de crianças famintas ou feridas, de loucos com dedo no gatilho, muitas vezes policiais, carrascos assassinos… Fui me juntar ao Ken (Ken Oosterbroek, seu colega fotógrafo que havia falecido há pouco tempo), se eu tiver tamanha sorte.”

Apesar de toda a polêmica em torno do papel do fotógrafo e sua conduta, o trabalho de Kevin Carter sobreviveu ao tempo. Até hoje sua foto continua sendo uma poderosa ferramenta contra a guerra e a fome no continente africano. A prova incontestável de como uma fotografia pode ajudar a construir um mundo melhor. A discussão sobre se profissionais de fotografia e jornalismo devem ajudar pessoas em situação de risco continua até os dias atuais.

Em 2011, o jornal El Mundo publicou um artigo revelando a história por trás da foto e quem era “a menina” e o seu destino após a foto de Kevin Carter. A primeira revelação importante é havia uma pulseira de plástico do posto de alimentação da ONU na mão direita da menina que aparece na foto. Na pulseira está escrito o código “T3”. A letra “T” era usado para pessoas com desnutrição grave e o número 3 indicava a ordem de chegada ao centro de alimentação. Ou seja, a criança da foto de Kevin Carter foi a terceira a chegar ao centro de alimentação e já estava recebendo ajuda da ONU. A foto de Kevin registrou ela tentando voltar novamente ao local para conseguir mais alimento.

história por trás da foto

O pai da criança na foto de Kevin Carter

Uma equipe voltou para a aldeia de Ayod, no Sudão, para reconstruir a história daquela fotografia e tentar descobrir quem era a criança. Depois de várias reuniões com dezenas de moradores, uma mulher que distribuía comida naquele lugar, chamada Mary Nyaluak, lembrou o destino da criança e revelou: “Ele é um menino e não uma menina. O nome dele é Kong Nyong e mora fora da aldeia”. Com essa pista, dois dias depois, a equipe chegou à família do menino. O pai confirmou que a criança da foto de Kevin Carter era seu filho e que se recuperou da desnutrição e sobreviveu. O pai também disse que Kong morreu já adulto em 2006, devido a uma forte febre. Essa é a história por trás da foto.

Leia aqui neste link outros textos da série “A história por trás da foto”.

Cúrcuma, o açafrão da terra

Saiba o que essa planta pode fazer por você. Existe Guarani em SP

De origem indiana, a cúrcuma (ou açafrão da terra) é muito usada como tempero em diferentes pratos. Ela é um tipo de planta da família do gengibre e, a partir de sua raiz, é possível extrair um pó amarelado (rico em curcumina). Um canceriano sem lar

A curcumina é ótima para fortalecer a imunidade, tem ação antioxidante, anti-inflamatória, antibacteriana. De sabor característico pode ser feita na forma de manipulação associada a outros suplementos para ser potencializada sua ação! dramariaclarafrank

A cúrcuma, açafrão-da-índia, açafrão-da-terra ou tumérico é uma espécie de raiz com propriedades medicinais. Tatiana Zanin

Além de ser ter uma grande potencial antioxidante, a cúrcuma também pode ser usada como remédio natural para melhorar problemas gastrointestinais, febre, tratar resfriados e, até, reduzir o colesterol alto. Tua Saúde

As principais propriedades da cúrcuma são a sua ação anti-inflamatória, antioxidante, antibacteriana e digestiva e, por isso, esta planta tem vários benefícios para o corpo, como:

  1. Melhorar a digestão;
  2. Ajudar na perda de peso;
  3. Combater resfriados e gripes;
  4. Evitar crises de asma;
  5. Desintoxicar e tratar problemas de fígado;
  6. Regular a flora intestinal;
  7. Regular colesterol;
  8. Estimular o sistema imune;
  9. Aliviar inflamações da pele, como eczema, acne ou psoríase;
  10. Melhorar a resposta anti-inflatória natural.

Além disso, a cúrcuma pode ser utilizada como tônico cerebral, ajuda a inibir a formação de coágulos no sangue e até contribui para aliviar os sintomas de tensão pré-menstrual.

A parte mais utilizada da cúrcuma é o pó da sua raiz, para temperar comidas, mas também pode ser consumida na forma de cápsulas. Além disso, as suas folhas podem ainda ser utilizadas na preparação de alguns chás.

  • Infusão de cúrcuma: Colocar 1 colher de café de pó de cúrcuma em 150 ml de água fervente e deixar repousar por cerca de 10 a 15 minutos. Depois de amornar, beber até 3 xícaras por dia no intervalo das refeições;
  • Cápsulas de cúrcuma: geralmente a dosagem recomendada é de 2 cápsulas de 250 mg a cada 12 horas, totalizando 1 g por dia, no entanto, a dosagem pode variar de acordo com o problema a tratar;
  • Gel de cúrcuma: Misturar uma colher de sopa de babosa com o pó de cúrcuma e aplicar sobre as inflamações da pele, como psoríase.

Além disso, para melhorar a absorção de antioxidantes da raiz, a cúrcuma pode ser consumida junto com óleos, como azeite, óleo de coco ou de abacate, por exemplo.

As Verdades Sobre a Cúrcuma! Impressionante. Dr. Fernando Lemos – Planeta Intestino

As Verdades Sobre a Cúrcuma! Impressionante. Assuntos sobre doenças intestinais e digestivas, distúrbios alimentares e cirurgia especializada, explanada pelo Coloproctologista Dr. Fernando Lemos.

As informações contidas nos vídeos não pretendem substituir a consulta ao profissional médico ou servir como recomendação para qualquer plano de tratamento. Em caso de duvidas procure seu médico. A Medicina é uma ciência em constante mudança, os vídeos são produzidos baseados nos Artigos Científicos mais recentes até a data. De acordo com o Art. 8º da Resolução CFM 1974/11 de Publicidade do Código de Ética Medica, os vídeos têm somente caráter de prestar informações de fins estritamente educativos. De acordo com o Art. 9º da Resolução CFM 1974/11 de Publicidade do Código de Ética Medica § 1º “E” não são divulgados endereço e telefone de consultório, clínica ou serviço.

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DIA HISTÓRICO: Sexta Turma STJ autoriza cultivo individual da cannabis

DIA HISTÓRICO: Sexta Turma STJ autoriza cultivo individual da cannabis – MovReCam

Live com a advogado do Projeto MMJ comentando a decisão do STJ, no RHC 147.169/SP que abre um grande precedente para o cultivo para fins medicinais.

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Here’s more: 1ª Live MMJ – Chá das Mães Jardineiras – Farmácia Viva e Direito de Cultivo Doméstico4ª Aula do 3º Curso de Cannabis MedicinalCDB e Olímpiadas, as Cannalimpíadas!

O que ‘Supernanny’ viu em 10 anos

Durante cerca de uma década, Cris Poli visitou diferentes lares pelo Brasil para ajudar os pais na relação com os filhos. No programa “Supernanny”, exibido pelo SBT, ela se tornou figura constante no imaginário de muitas famílias brasileiras. Vinícius LemosBBC News Brasil. 26 maio 2022

Educadora argentina Cris Poli conduziu a versão brasileira do ‘Supernanny’

A versão brasileira do programa criado na televisão inglesa estava prevista para durar cerca de um ano no Brasil, mas devido ao sucesso chegou a 10 temporadas. Mesmo após o fim do material inédito, a atração foi reprisada algumas vezes e até hoje é assistida no YouTube – onde acumula milhões de visualizações.

Mais de cinco anos após o fim do programa, a ânsia por uma “super-heroína” para enfrentar os problemas relacionados a deos filhos pequenos continua a mesma. Cris ainda recebe inúmeros pedidos de ajuda e passou a dar consultorias particulares de modo virtual a famílias de todo o país.

Ela, uma educadora argentina que nunca havia trabalhado na televisão, foi uma mudança completa de vida. Cris deixou o serviço em uma escola cristã bilíngue em São Paulo para se arriscar diante das câmeras. A experiência é classificada por ela como positiva e de muito aprendizado.

Supernanny acompanhou cerca de 150 famílias em diversos lugares do país. Eram duas semanas em cada casa, que incluíam dias de observação e outros de aplicação do método adotado no programa.

Nessas casas, Cris notou dificuldades semelhantes que considera que persistem até hoje em muitos lares.

“As famílias procuravam a Supernanny por conta das crianças, porém a primeira e maior mudança é nos pais, porque se os pais não mudam, a criança não muda”, diz Cris à BBC News Brasil.

Supernanny chegava aos lares após a família se inscrever por meio do site da atração. Na época havia milhares de pedidos de ajuda de todo o Brasil.

“Essas famílias assinavam um contrato dispostas a expor os problemas delas na televisão em rede nacional. O que não é fácil e dá uma ideia do grau de desespero muito grande em que essas pessoas estavam”, comenta.

Outro ponto que ela ressalta é a falta de demonstração de afeto nas famílias. “Não duvidei nunca e nem duvido que esses pais amem os filhos. Mas esse amor precisa ser exteriorizado. A criança precisa saber e ouvir do papai e da mamãe: eu amo você”, diz.

Por meio do método da Supernanny, Cris tentou ajudar a resolver os diversos conflitos familiares.

Assim como outros países que também compraram o formato, a versão brasileira do programa Supernanny, que passou a ser exibido em 2006 pelo SBT, seguiu um manual criado pelos ingleses. Ali estava o método que deveria ser adotado e a forma adequada para lidar com os pais e as crianças.

Com o passar dos anos, diz Cris, foram feitas algumas alterações pontuais para trazer características mais próximas à realidade brasileira na condução do programa. No entanto, o conteúdo em geral permaneceu o mesmo da versão inglesa.

O “cantinho da disciplina”, por exemplo, veio do formato original. Nesse método, que se tornou popular em lares brasileiros, os pais determinam quais regras os filhos devem seguir, como escovar os dentes após as refeições ou lavar as mãos antes de se alimentar.

Durante o programa, a Supernanny cria uma rotina para a família, aponta algumas regras que podem ajudar no cotidiano e há também um quadro com avaliações, no qual a criança pode conquistar um ponto se for obediente (ao atingir determinado pontuação ela ganha uma recompensa) ou perder um ponto se não respeitar as regras da casa (isso pode gerar pequenas punições).

O método adotado no programa não é unanimidade e é apontado por alguns especialistas como uma forma autoritária de educar uma criança. Cris discorda dessas críticas e argumenta que o programa foi positivo para as famílias.

“É natural, você tem um ponto de vista e tem gente que concorda ou que discorda. Eu aceito, porque não tenho a verdade absoluta disso. A única coisa que posso trazer como base de que estou certa naquilo é o resultado. As 150 famílias com problemas diferentes e históricos diferentes aplicados os mesmos princípios deram certo”, rebate Cris.

Ela diz que até hoje aplica um método semelhante em suas consultorias online.

Em um dos programas, anos após a estreia, Cris revisitou algumas das primeiras famílias que acompanhou. Ela diz que algumas continuaram seguindo cerca de 80% de tudo o que a educadora ensinou no programa.

A educadora, hoje com 76 anos, acredita que é pouco provável que a atração volte. “Acho que foi um ciclo que não tem como voltar”, comenta.

“Naquela época (do programa), a internet já era um problema, mas hoje cresceu muito com a disponibilidade dos celulares e das redes sociais. As crianças são colocadas na frente do celular ou da internet muito cedo, isso é prejudicial”, declara.

Ela comenta que a recomendação de especialistas é que crianças de 0 a 2 anos não tenham nenhum contato com telas.

“O cérebro está em formação, os neurônios se multiplicando e a criança pequena é uma esponjinha e pega tudo o que você colocar pra ela. Essa criança precisa brincar, precisa de brinquedos interativos e estar com os pais”, diz a educadora.

Palavras perdidas:

O Beijo da Vida

Ao ver a foto sem ler o texto, quem tiver preconceito vai se sentir alarmado.

Outros verão uma pose ′′artística′′ nisto.

Na verdade, é sobre isso que se trata:

Randall Champion tocou acidentalmente uma linha de alta voltagem, chocou com eletrocussão e seu coração parou.

Um colega de linha, J.D. Thompson, realizou reanimação cardiorrespiratória boca a boca até os paramédicos chegarem.

Champion sobreviveu.

Esta famosa foto é conhecida como ′′O Beijo da Vida”. (1967) Foto de Rocco Morabito.

Como dizem, tudo está nos olhos do espectador.

O trabalho dos eletricistas, apesar de não ser valorizado como deveria, é para poucas pessoas, é um dos trabalhos mais perigosos que existem, uma vez que os profissionais lidam com equipamentos de alta tensão. Além disso, ainda é necessário ter um conhecimento profundo sobre eletricidade. O momento que foi registrado, entrou para a história depois de vencer o Prêmio Pulitzer com a foto “O Beijo da Vida”. iphotochannel

Em julho de 1967, na Flórida, um fotógrafo e jornalista do Jornal Jacksonville, de nome Rocco Morabito estava indo a um evento. No caminho, parou para acompanhar o trabalho de dois eletricistas que estavam em cima de um poste ali perto.

Rocco contou que, ao passar pelos homens, escutou gritos. Quando olhou para cima, viu um dos eletricistas, Randall G. Champion, com o corpo inconsciente e preso somente pelo cinto de segurança. Acontece que Randall, acidentalmente, cortou um dos cabos de alta tensão do topo do poste.

Acompanhando o serviço, havia um aprendiz chamado Thompson que agiu rapidamente, correndo até o poste e subindo até Randall. A posição do corpo de Randall estava impossibilitando a massagem cardíaca.

Por conta disso, Thompson apoiou a cabeça do colega no braço e passou a fazer uma ressuscitação boca a boca. Seu intuito era salvar a vida do colega. O fotógrafo, que observa a cena, rapidamente tirou uma foto e correu para o seu carro na intenção de chamar ajuda pelo rádio.

A história por trás da foto "Beijo da Vida"
“O beijo da vida” – Rocco Morabito

Impossibilitado de fazer mais alguma ação para ajudar, Rocco recuou e fez outra foto. A foto vencedora do Prêmio Pulitzer. Depois de realizar o clique, o fotógrafo voltou para o carro e passou outra mensagem para o rádio. Dessa vez, era uma mensagem para o jornal dizendo “Talvez vocês queiram ver isso. Eu acho que tenho uma foto muito boa”. E realmente ele tinha. O fotógrafo venceu o Prêmio Pulitzer de 1968.

Randall, felizmente sobreviveu ao acidente de trabalho. Os dois colegas continuaram trabalhando juntos por muitos anos depois, se aposentou em 1991 e faleceu de uma parada cardíaca.

Já Thompson aposentou-se em 1995, após receber diversos prêmios e homenagens por causa do seu heroísmo. Rocco Morabito ganhou o Prêmio Pulitzer de 1968 por conta da foto intitulada “O Beijo da Vida”. A fotografia foi publicada em jornais do mundo inteiro.

A história por trás da foto "Beijo da Vida"
O fotógrafo Rocco Morabito (à direita) e JD Thompson em uma visita a Randall Champion no hospital em 1988, que havia sofrido um ataque cardíaco.

Rocco nasceu em Nova York, Estados Unidos, em Port Chester. Aos cinco anos de idade, o fotógrafo se mudou para a Flórida. Aos dez anos ele já trabalhava como jornaleiro, vendendo jornais pelo Jacksonville Journal.

Rocco também lutou na Segunda Guerra Mundial pelas Forças Aéreas. Após a guerra acabar, Rocco voltou para o Jacksonville Journal, onde iniciou sua carreira fotográfica. No começo, o fotógrafo fazia fotos de eventos esportivos para o jornal.

Após a história da fotografia vencedora do Prêmio Pulitzer, Rocco Morabito continuou trabalhando no jornal durante 42 anos. 33 desses anos, ele trabalhou como fotógrafo. Em 1982, Rocco se aposentou e faleceu no dia 5 de abril de 2009, aos 88 anos de idade. Porém, sua obra continua eternizada.

A história por trás da foto "Beijo da Vida"

O fotógrafo Rocco Morabito e sua foto vencedora do prêmio Pulitz de 1968.

Palavras Perdidas: Propaganda anti-eletricidade, Tesla sem bateria bloqueia estacionamento de shopping por 3 horas, Mini Arma de Choque 800 Mil Volts, Ivo Holanda de Barros

Coletivo organiza nova Marcha para Maconha (Atualizado em 10.jun.22)

De acordo com o Coletivo, a marcha é um grupo de indivíduos e instituições que têm atuação descentralizada e tópicos de discussões sobre o trabalho realizado nas redes sociais. Catarina Del Corso – Portal Costa Norte Marcha da Maconha (em inglês: Global Marijuana March, Ganja Day ou J Day), também conhecida como Dia Mundial da Maconha e Dia da Liberação da Maconha, é um […]

Coletivo organiza nova Marcha para Maconha (Atualizado em 31.mai.22)

Palavras perdidas: El sistema endocannabinoide (SEC), Maconha para tudo!?!, 4ª Aula do 3º Curso de Cannabis Medicinal, Padre Ticão e o Kaneh-bosm

COMO SE PREPARAR PARA A FALTA DE ÁGUA?

O diagnóstico feito pela Agência Nacional de Águas (ANA) mapeou as tendências de demanda e oferta de água nos 5.565 municípios brasileiros e estimou em R$ 22 bilhões o total de investimentos necessários para evitar a escassez, e como sabemos, o Brasil não tem fama de ser eficiente em seus projetos. Julio Lobo –  Sobrevivencialismo

O Brasil entrou em 2015 com um panorama econômico complicado, e o possível racionamento para cerca de 125 milhões de brasileiros, algumas regiões ficaram em situação preocupante. A questão é: O que você pode fazer para se preparar?

Curto prazo 

Aqui estamos falando do que você pode armazenar e irá gastar no primeiro momento.

  • Água engarrafada: A maioria das pessoas tem água engarrafada “jogada” em algum lugar em casa ou no carro, mas é interessante comprar uma quantidade razoável e armazenar;
  • Galões de grande capacidade: Para armazenar maior quantidade, só certifique-se que os galões são apropriados para água;
  • Caixa d’agua extra: Se o seu orçamento permitir, investir em uma caixa adicional em sua residência lhe dará maior segurança e capacidade de estoque.

O maior erro das pessoas em cenários de racionamento é querer utilizar a água da mesma forma como em um cenário normal de abastecimento. A forma como você racionará o seu estoque é mais importante do que ter enormes quantidades e gastá-las de maneira desmedida.

Médio prazo

Se a água não voltar após o primeiro momento, você precisará desenvolver meios de encontrar e purificar a água que conseguir.

  • Marque os lagos, córregos e poços artesianos na sua região: Ter um mapa com todas estas possíveis fontes anotadas poderá lhe ajudar a conseguir o que você precisa. Como a maioria das pessoas não se planejará para isso você terá a vantagem de chegar as fontes sem que estas estejam esgotadas ou demasiadamente contaminadas;
  • Adquira sistemas de filtragem: Aqui qualquer filtro é bem vindo, desde os portáteis (Life Straw e afins) até os estáticos como os filtros de barro e purificadores de água semelhante;
  • Estoque purificadores de água: Filtrar não basta, você precisa também eliminar os microorganismos nocivos que podem estar na água. Lembre-se que em cenários de falta de água a diarréia torna-se quase que epidêmica exatamente pela falta de purificação. Procure comprar pílulas como a Aquatabs ou até mesmo água sanitária para ter em seu estoque.

Longo Prazo

Longos prazo sem água podem desencadear caos social e uma série de complicações que vão muito além da sede.

  • Cisternas: Coletar água da chuva é uma alternativa barata e fácil de ser gerenciada. Um simples sistemas de calhas no seu telhado com direcionamento para uma cisterna ou até mesmo barris/baldes poderá lhe propiciar enormes quantidades de água quando haver chuva na sua região;
  • Poços artesianos: Apesar de ser algo difícil de ser feito e igualmente difícil de se conseguir permissão, os poços artesianos lhe darão um estoque virtualmente ilimitado de água. Claro que depende diretamente da sua região, em alguns lugares o lençol freático é fundo demais para ser alcançado;
  • Abandono da região: Como dissemos, a falta de água provavelmente causará caos social onde pessoas literalmente vão matar para conseguir uma garrafa de água. Caso você resida em uma região densamente populosa talvez esta seja a alternativa mais segura para ser levada em conta.

A falta de água causa preocupação e impacta diretamente a vida das pessoas, os impactos socioeconômicos podem ser severos: problemas com produções de alimento, êxodo de áreas urbanas em direção a outros estados e áreas rurais, aumento de violência e muitos outros pontos entrarão em cena.

Onde você mora está havendo racionamento? Qual a perspectiva para a sua região durante esse ano em relação ao abastecimento de água? O que você está fazendo para se preparar?

Palavras Perdidas: Quando será a nova crise hídrica?!?, Expedição pelas nascentes do Rio Saracura, A culpa é do Pedro!?!, Como coletar água, DIA MUNDIAL DA ÁGUA

CIENTISTAS CONSEGUIRAM REGENERAR MEMBROS!

CIENTISTAS CONSEGUIRAM REGENERAR MEMBROS!Olá, Ciência!

A regeneração humana está a caminho? Cientistas já desvendaram os mecanismos pelos quais o axolote, um tipo de salamandra, consegue regenerar membros amputados e estão aplicando essa técnica na tentativa de regenerar membros humanos. Será que um dia será possível regenerar um braço amputado? Uma perna amputada em um acidente? Como cientistas estão conseguindo regenerar membros? Lucas Zanandrez

Para milhões de pacientes que perderam membros, por diversas razões, como por exemplo, diabetes ou acidentes, a possibilidade de recuperar a função através da regeneração natural permanece fora de alcance. A regeneração de pernas e braços continua a ser algo que só acontece aos super-heróis da banda desenhada. INÊS COSTA MACEDOZap.aeiou

Um dos mistérios da natureza que despertou mais interesse desde Aristóteles a Darwin, passando por Voltaire, é a capacidade das salamandras de regenerar os seus membros. Clube Ciência em Movimento

Imagem: O Segredo da Salamandra

Martin Kragl do Instituto Max Planck da Alemanha e uma equipa de cientistas alemães e norte americanos conseguiram descobrir o enigmático processo celular que ocorre nos seus organismos. A nova descoberta publicada na revista ‘Nature’, revela que as células das salamandras conseguem conservar na sua “memória” os tecidos dos quais são provenientes e regenerá-los.

Os axolotes “Ambystoma mexicanum“, uma espécie de salamandra que pode viver até 12 anos, vive num lago mexicano, é fácil de criar em cativeiro e com embriões grandes bons para estudar. Quando um axolote, sofre uma amputação, os vasos sanguíneos no coto remanescente contraem-se imediatamente, reduzindo o sangramento ao mínimo, e uma camada de células epiteliais rapidamente recobre a superfície do local da amputação. Nos primeiros dias após o ferimento essa repidermização se transforma em uma camada de células sinalizadoras, chamadas capa epitelial apical (AEC, na sigla em inglês), que é indispensável para o sucesso da regeneração. Enquanto isso os fibroblastos são dispensados da função de sustentação do tecido conjuntivo e atravessam a superfície amputada até o centro da ferida, onde proliferam para formar um blastema – agregado de células semelhantes a células estaminais que actuarão como progenitoras do novo membro. E passado três semanas o axolote já tem uma nova pata.

Usando estas técnicas, os investigadores analisaram os 4 tipos de tecidos: derme, cartilagem, músculo e as células de Schwann -tecido neural que isola os nervos dos membros. Com excepção das células dérmicas descobriram que cada tipo de célula fluorescente regenera o mesmo tipo de tecido do membro amputado. As células da derme contribuem para a formação da cartilagem e tendões, além da derme. Esta aparente excepção pode ser resultado da origem comum às células da derme e da cartilagem do embrião, referiu Tanaka. Assim a formação do blastema quer pode activar uma célula estaminal progenitora comum duma célula dérmica ou de cartilagem quer causar a desdiferenciação de células dermais numa ou noutra dessas células progenitoras.

Sapo africano com garras (Xenopus laevis). Shutterstock 

Um estudo publicado na revista Science Advances, cientistas da Universidade Tufts e do Instituto da Universidade de Harvard, deram um passo que nos aproxima deste objetivo da medicina regenerativa. Lucas Vinicius Santostecmundo

Segundo o SciTechDaily, os autores do estudo conseguiram desencadear a regeneração de uma perna perdida, em rãs adultas — que são naturalmente incapazes de regenerar membros — usando um “cocktail” de cinco drogas.

Os investigadores usaram com uma cápsula de biorreatores de silicone, que aplica o elixir sobre o coto, durante 24 horas. Este breve tratamento desencadeia um período de regeneração de 18 meses que restaura uma perna funcional.

Muitas criaturas têm a capacidade de regeneração total de pelo menos alguns membros, incluindo salamandras, estrelas-do-mar, caranguejos e lagartos. Alguns vermes podem mesmo ser cortados em pedaços, mantendo cada parte a capacidade de reconstruir um organismo inteiro.

Os humanos são capazes de cicatrizar feridas com regeneração de tecido, e os nossos fígados têm uma notável capacidade de regeneração, quase como vermes planos, após uma perda de 50%.

No seu estudo, investigadores da Tufts iniciaram o processo regenerativo em rãs com garras africanas, e envolveram a ferida numa cápsula de silicone, a que chamam BioDome, com um gel de proteína de seda com o “cocktail” de cinco substâncias.

Cada substância tem um objetivo diferente, inclusive atenuar a inflamação prevenindo a produção de colagénio que levaria à cicatrização. Outro dos objetivos destas cinco substâncias é estimular o crescimento de fibras nervosas, vasos sanguíneos e músculo.

O novo membro moveu-se e respondeu a estímulos, e as rãs foram capazes de fazer uso do membro para nadar na água, movendo-se como uma rã normal o faria.

Nirosha Murugan, investigadora associada do Allen Discovery Center em Tufts e  autora principal do artigo, diz que “é emocionante ver que as substâncias que selecionámos estavam a ajudar a criar um membro quase completo.”

Os animais com a capacidade natural de regeneração vivem na sua maioria num ambiente aquático. A primeira fase de crescimento após a perda de um membro é a formação de uma massa de células estaminais no final do coto chamado blastema, que é utilizado para reconstruir gradualmente a parte do corpo perdida.

De acordo com David Kaplan, professor de Engenharia da Família Stern na Tufts e co-autor do estudo, “os mamíferos e outros animais regeneradores terão normalmente as suas lesões expostas ao ar ou ao contacto com o solo, e podem demorar dias a semanas a fechar com tecido cicatrizado”.

No trabalho anterior da equipa Tufts, com uma única substância — a progesterona— houve um grau significativo de crescimento de membros com o BioDome. No entanto, o membro resultante cresceu como um espigão e estava mais longe de ser normal e funcional, do que o alcançado no estudo atual.

“Vamos testar como é que este tratamento poderia ser aplicado aos mamíferos a seguir” afirma o autor correspondente Michael Levin, diretor do Allen Discovery Center na Tufts.

Malcolm Maden, co-autor da Universidade de Florida, assegura que estes resultados “dão novas esperanças de que un dia sejamos capazes de regenerar tecidos nas pessoas e conseguir curar sem cicatrizes”. De facto, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos já financiou investigações sobre este animal, na esperança de encontrar uma solução para os soldados amputados no Iraque e Afeganistão.

Palavras Perdidas: Robôs vivos já podem se reproduzir, Organismo volta à vida depois de 24 mil anos congelado na Sibéria, Remedios Saludables, O que é colágeno?!?

Água Preta e as ruas da Pompéia

Na Praça da Nascente (antiga Homero Silva), na Rua André Casado, 329, um grupo de ativistas construiu uma pequena lagoa artificial em 2013. Hoje ela simboliza um dos pontos em que o córrego Água Preta, que serpenteia o bairro da Pompeia até o rio Tietê. El País

Encontre o rio canalizado: ache esses bueiros onde está escrito “águas pluviais” e ouça o que se passa lá embaixo. Se a água correr em ritmo constante, tem um rio que passa ali.

O Rio Água Preta, hoje canalizado, corre pelos cursos de concreto onde a cidade os confinou, passa rápido, pois ele não passa mais sobre a terra, onde a água voltaria parcialmente para o solo, filtraria um pouco da sujeira e se manteria viva com plantas e animais, também faz com que as enchentes sejam mais frequentes, nenhuma surpresa para São Paulo, cidade que inunda em épocas de chuva. EU SOU Á TOA

“No fundo da residência da família Bombarda passava o córrego da Água Preta (c. 1942)” – Vania Tramontino, O Espaço Livre na Vida Cotidiana, FAU/USP, 2011. Rios e Ruas

Palavras perdidasOs Guarani convocam povo de SP para proteger Terra Indígena Jaraguá, Existe água em SP, Boizinhos do #ÉTãoTrágico!, Sou Moderno, Sou Índio

Aproveite para contribuir e fortalecer a arte e cultura Guarani e dos povos originários do nosso planeta.

Como coletar água

A água é uma das necessidades mais importantes, vive-se até uma semana sem alimento, porém, sem água, esse tempo diminui consideravelmente. Wings Escola de Aviação

O corpo precisa de dois litros de água por dia para manter sua eficiência, sobrevive-se até com ½ (500ml) de água por dia (mínimo necessário).

Mas antes de saber como obtê-la, alguns indicadores podem mostrar que existe água por perto. Alguns indicadores são:

  • Enxames de insetos: Abelha e Formigas;
  • Animais ruminantes: Eles necessitam de água ao amanhecer e ao anoitecer, então se vir algum, saiba que tem água perto;
  • Abundância de vegetação variada: indica água superficial;
  • Vales: as vertentes inclinadas dos vales podem albergar lençóis de água;
  • Rastos de animais: podem guiar até zonas de água. Ale César – Sobrevivencialismo. 09/06/2011

Agora que você sabe onde pode achar água, vamos às formas para obtê-la:

  • Rios, riachos, lagos, mananciais, brejos e nascentes: Verifique o estado e o cheiro dessa água, veja se tem animais mortos ou fezes. Caso alguma dessas ocorrências existam, procure outra fonte e somente em último caso você pode consumir depois de efetuar a filtragem e fervura.

A água deverá ser recolhida do fundo, evitando desmoronar as margens ou remover os leitos. Se necessário, demarcar locais para banho, cozinhar e colheita da água potável.

  • Chuva: A fonte mais confiável de água. Para captá-la improvise uma espécie da bacia com lona ou até mesmo com sua camisa. Um método simples e eficaz é você cavar um buraco com 15 cm de profundidade no solo. Coloque um plástico por cima do buraco e prenda-o nas bordas com pedras, terra ou areia. E é só esperar que a chuva encha o pequeno reservatório.

Pinterest: Como coletar água. #infografico (destilador solar)

Quando houver troncos pelos quais a água escorra, basta interromper o fluxo com cipó, folhagens, canalizando-o para qualquer pote/vasilha, e na falta de outro material, as próprias roupas poderão ser expostas à chuva e após “extração” de água, ela deverá ser purificada pela fervura.

NOTA: a água da chuva, quando recolhida diretamente em vasilhas limpas ou de plantas, normalmente poderão ser ingeridas sem purificação.

  • Orvalho matinal: Acorde bem cedo e veja as folhas das árvores, as matas rasteiras. Se o clima estiver úmido você pode colher essa água. Para isto basta pegar uma camiseta seca e passar sobre a mata até essa ficar encharcada. Depois é só torcer a camiseta e você terá água.
  • Urina: Sua urina é composto de até 95% de água. Em caso de emergência você pode bebê-la. Nada de nojo, sua vida depende de água. Lembre-se que você só pode bebê-la no máximo 3 vezes consecutivas, após isso as toxinas tornam-se concentradas e podem lhe causar danos.

OBS.: urina e água do mar não servem pra beber, o teor de sal é muito alto e comprometerá a sobrevivência.

  • Plantas e frutos: Poderá obter água de algumas plantas e frutos, através de nenhum tratamento.
Cipó d´ água extração da água
  1. Cocos – contém água refrescante e hidratante; os melhores e com maior quantidade de água são os meio verdes;
  2. Buriti – palmácea que existe só onde há água; basta cavar junto ao mesmo para obter água. A madeira do caule dá uma fécula nutritiva e o óleo é contra os vermes intestinais;
  3. Cipó d´água – parasita de uns 10 cm de diâmetro de cor marrom arroxeada e casca lenhosa; fica dependurado entre os galhos e o solo em grandes árvores. Corte um pedaço do cipó de 10 a 20 cm de comprimento. O primeiro corte deverá ser feito na parte mais alta, em cima. Leve a ponta debaixo à boca ou coloque-a dentro de uma vasilha. A água é fresca e pura. Nunca beba um cipó que produza líquidos leitosos ou amargo. O melhor é o de casca grossa;
  4. Cactos – há alguns tipos de cactos, como os bojudo, como o de cabeça grande, produz água quando cortado. A água só pode ser bebida se não apresentar gosto amargo e/ou sumo leitoso;
  5. Vegetação viçosa – nos lugares onde as vegetações apresentam-se viçosas, cave próximo à raiz;
  6. Bambus – algumas vezes, as hastes contem água nas juntas ocas. Sacuda as hastes dos bambus velhos e amarelados. Ouvindo o barulho de água, faça um furo bem junto à base de cada segmento entre os nós e recolha a água;
  7. Gravatás e parentes do abacaxi – a água da chuva poderá ficar retida nas folhas de algumas plantas; as folhas são bem juntas, resistentes e sobrepõe-se uma nas outras. Antes de beber, deve-se coar. O gravatá tem um fruto digestivo e indicado para dores de estômago. O chá das folhas é bom para tosse e garganta. O suco é vermífugo e abortivo;
  8. Plantas escamosas – algumas plantas de folhas resistentes que se sobrepõe como escamas, podem armazenar boa quantidade de água das chuvas. Basta recolhê-la e purificá-la.
  9. Algumas frutas retêm grande quantidade de água e podem ser ingeridas à vontade – melão, melancia, maracujá, abacaxi, laranja.

A obtenção de água das plantas usando garrafa pet, realmente funciona, porem é um processo muito lento e você consegue pouca água:

  • Primeiro você coloca folhas verdes dentro de uma garrafa. Quanto mais verde melhor. Não use folhas que tem seiva (aquele leite);
  • Fixe um copo no chão de maneira que não ele caia e em um lugar com bastante sol;
  • Coloque a garrafa com o saída dentro do copo e espere. Vá virando a garrafa quando as folhas forem secando.

Você também pode fazer uso de um processo muito simples para obter água:

  • Coloque um saco de plástico sobre um ramo de uma árvore ou arbusto;
  • Feche a abertura do saco sobre o próprio ramo;
  • Coloque um peso no fundo do saco para deixar o ramo inclinado, fazendo com que a água se concentre no fundo;
  • É conveniente mudar de ramo todos os dias e recolher a água no fim de cada utilização.

Métodos de purificação da água

  1. Fervura no água no Bambu– pelo menos 1 minuto;
  2. Purificador existente no conjunto de sobrevivência – colocar um comprimido em um litro de água, agitar para que dissolva e deixar descansar por 30 minutos e/ou em gotas;
  3. Tintura de iodo – colocar 8 gotas em um litro de água, misturar e aguardar 30 minutos para beber.

Não ingerir álcool, gasolina, urina, quando não houver água, isso prejudica muito o organismo e poderá levar à morte, quando não houver a quantidade de água suficiente, deve-se evitar alimentação, expor-se ao sol e até mesmo locomover-se. O ideal é tentar descansar.

Palavras perdidas: Javyju, PORQUE ARMAZENAR SAL – PROTOCOLO 550, A torre de bambu que pode extrair até 75 litros de água por dia “do nada”, No princípio, era água!?!

Contribua e fortaleça com a Arte e Cultura Guarani e de todos os povos originários do nosso planeta.

SER SENSÍVEL!

Bom pra refletir by Ana Jácomo

“Ser sensível nesse mundo requer muita coragem. Todo dia. Esse jeito de ouvir além dos olhos, de ver além dos ouvidos, de sentir a textura do sentimento alheio tão clara no próprio coração e tantas vezes até doer ou sorrir junto com toda sinceridade. Essa intensidade toda em tempo de ternura minguada. Esse amor tão vívido em terra em que a maioria parece se assustar mais com o afeto do que com a indelicadeza. Esse cuidado espontâneo com os outros. Essa vontade tão pura de que ninguém sofra por nada. Essa saudade, que às vezes faz a alma marejar, de um lugar que não se sabe onde é, mas que existe, é claro que existe. Essa vontade de espalhar buquês de sorrisos por aí, porque os sensíveis, por mais que chorem de vez em quando, não deixam adormecer a idéia de um mundo que possa acordar sorrindo. Pra toda gente. Pra todo ser. Pra toda vida. Eu até já tentei ser diferente, por medo de doer, mas não tem jeito: só consigo ser igual à mim.” BIA PEREZO terceiro ato

Sensize-se: A VIDA… E SUAS PEDRAS!, Musée National d’Art Moderne, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, LEIS DA GRATIDÃO, O que é colágeno?!?

Zodiac Cancer Tattoo

Ao escolher um esboço e elementos adicionais, seu significado. Também é importante determinar com antecedência o local de aplicação e o esquema de cores, que também afetam a carga semântica da tatuagem. Zodiac Cancer é apreciado por seu mistério e originalidade. Fashion decorexpro.com

Um desenho esquemático, no qual uma ênfase importante é colocada em belas transições de luz e sombra, será capaz de transmitir bem o estilo dotwork.

Pessoas nascidas sob este signo do zodíaco também têm uma espécie de “concha” que as protege psicologicamente. É muito difícil para um estranho entrar no mundo interior do lagostim. Via de regra, a racionalidade, o pragmatismo, o discernimento e a racionalidade são inerentes a este signo.

Tatuagem do signo do zodíaco “Câncer” pode carregar vários valores ao mesmo tempo. Na maioria das vezes, a imagem simboliza ambição, iniciativa, resistência, respeito próprio, o desejo de aderir à estratégia e táticas. E também uma tatuagem com câncer significa apego a eventos que estão no passado e, às vezes, a busca pelo amor verdadeiro.

Para os jovens, roupas íntimas com câncer estão associadas a sabedoria, inteligência elevada e uma abordagem prática. Freqüentemente, essa tatuagem contribui para um humor calmo e um desejo de desenvolvimento espiritual. Uma imagem brilhante e visível permite que você seja o centro das atenções. Além disso, suas personalidades são consideradas excelentes contadores de histórias e a alma da empresa.

Uma tatuagem com o signo do zodíaco Câncer simboliza a combinação de uma mente filosófica com uma atitude simples e até cômica em relação aos problemas da vida. Às vezes, pode significar uma conexão inextricável com uma série de provações na vida.

Por muito tempo, o signo do zodíaco, Câncer, foi atribuído ao valor curativo. Atualmente, essa tatuagem é feita por aqueles que precisam superar doenças complexas.

Os representantes do sexo masculino devem levar em conta que o câncer é repleto de energia feminina e às vezes é capaz de transmitir essas características ao portador. A padroeira do lagostim é a Lua, que conferiu ao signo um significado sagrado.

  • Povos orientais personagem como um número69 foram correlacionados com o sinal de Yin e Yang, bem como com o infinito;
  • Os sumérios havia uma crença de que sob a constelação de Câncer nasceu o filho de Nanar, o filho do deus Enli. Ele ensinou artes e espiritualidade às pessoas, o que levou ao desenvolvimento e à prosperidade;
  • No antigo egito o sinal estava associado a um escaravelho e significava renascimento – tanto corporal quanto espiritual;
  • Entre cristão havia uma crença de que as pessoas nascidas sob o signo de Câncer são donas de um conhecimento único;
  • Os homens modernos costumam escolher para fortalecer o núcleo interno, a autoconfiança e a fertilidade, também acredita-se que ajuda a não cometer erros e se livrar das fraquezas.

Os homens preferem colocar essa marca no peito, pois isso ajuda a tornar-se mais autoconfiante, fortalece o espírito e a vontade, também fica mais forte física e mentalmente.

Para os homens, o câncer revelará seus efeitos positivos e poderosos se for feito na perna. Uma tatuagem neste lugar o forçará a seguir em frente em direção aos seus objetivos.

As mulheres usam designs com o signo do zodíaco de Câncer para se mostrarem atenciosas, prudentes, sensuais e emocionais. Muitas vezes, essas tatuagens são apreciadas por naturezas independentes, que estão prontas para lidar com qualquer dificuldade. O símbolo zodiacal do câncer, aplicado na pele, permite focar em si mesma e superar o sentimento de culpa. As mulheres costumam complementar o desenho com vários detalhes, incluindo flores, fauna marinha, elementos geométricos, ornamentos. Alguns dizem que a tatuagem da constelação de Câncer as ajudou a se tornarem mães felizes.

No ombro, a tatuagem com artrópode é feita com mais frequência pelo sexo feminino, já que o desenho neste local se enche de energia feminina e contribui para a concepção dos filhos.

O signo de Câncer tem uma forte conexão com o elemento água, portanto a imagem dos artrópodes é frequentemente complementada por elementos da fauna marinha ou estilo náutico. Algas, pedras originais, o mar, ondas, caranguejos, estrelas do mar e areia podem se tornar uma parte efetiva da composição, combinado com sua companheira Lua.

Para tatuagens com o signo do zodíaco Câncer, o minimalismo é o mais usado. Este estilo é ótimo para uma constelação intrincada ou símbolo de letras.

Desenhar um signo do zodíaco no antebraço ajuda a melhorar o relacionamento entre os entes queridos e a criar uma família. O local do pulso direito deve ser selecionado se você deseja harmonia em várias áreas da vida, o esquerdo é adequado para indivíduos duvidosos e inseguros que estão infelizes com suas vidas.

A escolha da mão direita, em particular a palma, a mão e os dedos, encherá sua vida de coisas positivas. As tatuagens nas mangas ficam impressionantes no braço, para o sucesso profissional e com o propósito de autodesenvolvimento, recomenda-se a estampa no pescoço.

Tattooze-se: Kerby Rosanes, Pinturas corporais, Chen Jie, Pin-up, As ferramentas de tatuagem mais antigas conhecidas, Caixa Preta, Kay Pike and Lianne Moseley

Ghost Writer ou Escritor Fantasma!!!

Seja para escrever livros, artigos, colunas ou até mesmo textos para marketing de conteúdo, há muitas opções disponíveis no mercado para quem quer ser um ghost writer.

Ghost writer é o profissional que não recebe créditos de autoria pelo texto que escreveu. Isso faz parte de um contrato ou acordo de cessão de direitos autorais. O ghost writer escreve livros, textos, apostilas e outros materiais, vende a uma pessoa (física ou jurídica) os direitos autorais sobre essa obra e recebe por isso. Luiza Drubscky – Comunidade Rock Content

Ghostwriter é definido como um “escritor fantasma”, um escritor profissional que é contratado para escrever obras pelas quais não receberá crédito oficial, permanecendo anônimo, prática comum desde tempos imemoriais, onde secretários e escribas escreviam discursos e cartas aos governantes, ou os discípulos de um mestre completavam seu trabalho sob a sua direção e, por vezes, a título póstumo. Até hoje, é costume os presidentes lerem discursos públicos que outra pessoa os tenha escrito, ou que “escritores fantasmas” respondam a cartas de cidadãos em nome do presidente, ou que sejam contratados para escrever suas “autobiografias”. UM CANCERIANO SEM LAR.

O “escritor fantasma” nas revistas médicas gera problemas éticos e legais. A preocupação se deve ao fato de que é frequente que as empresas farmacêuticas e as indústrias de produtos de tecnologia médica possam distorcer as evidencias produzidas por ensaios clínicos e não sejam imparciais. SciELO

Posteriormente, não há nenhuma violação ou irregularidade se o texto for divulgado como sendo de autoria de outra pessoa. Aliás, é justamente isso que se pretende fazer por meio da contratação de um escritor-fantasma. Então, se não há autoria e direitos sobre a obra, por que essa é uma ocupação que tem crescido tanto no mercado de trabalho?

Ser um ghost writer é uma forma de praticar suas habilidades de redação diariamente. Quanto maior o fluxo de trabalho, mais regularidade você terá para praticar sua escrita em frente ao computador.

Com o tempo, isso não apenas melhora sua capacidade de argumentação, organização de ideias e exposição de informações importantes, como também reduz a incidência de erros gramaticais e expande seu vocabulário. Ou seja, ainda que você queira escrever textos autorais no futuro, terá muita experiência com a qual contar para aprimorar suas habilidades.

Muitas vezes, o regime de contratação de ghost writers ocorre por meio de trabalhos freelancer. Isso significa que você é contratado por obra, livro ou texto que escreve. Assim, você ganha exatamente pelo trabalho que faz. Se quiser escrever mais textos e pegar mais trabalhos, vai receber mais por isso. Se precisar dar um tempo nas atividades e tirar férias, terá que se programar com um período sem essa renda.

Porém, em sua grande maioria, os contratos celebrados para serviços de escrita ghostwriting são pagos antecipadamente ou por pacotes fechados. Se um escritor convencional precisa aguardar os royalities e variáveis de sua produção, uma vez que o cliente esteja satisfeito com seu texto, o pagamento é realizado de acordo com o combinado.

Se você sabe o quanto vai receber e em que intervalo de tempo, pode planejar retiradas mensais que se assemelham aos salários convencionais do regime CLT.

Também é possível determinar valores mensais para a construção de um décimo terceiro, poupança emergencial e para investimentos com muito mais precisão.

Não há uma área específica em que o trabalho de um escritor-fantasma é mais requisitado. Existe a necessidade de escrever sobre os mais variados assuntos, desde livros sobre nutrição, fitness e saúde, até textos sobre finanças pessoais, administração e recursos humanos.

Se você é uma pessoa criativa, curiosa e interessada em aprender sobre temas distintos de sua área de formação, terá a oportunidade de escrever em várias temáticas. O que realmente importa é a qualidade de sua redação, correção ortográfica e gramatical, além de um trabalho preciso de pesquisa e verificação de informações.

Ghost writers não serão de forma alguma vinculados à autoria dos textos que escrevem. Por mais que isso possa ser um problema para alguns redatores, isso também representa uma boa oportunidade pessoal para se distanciar emocionalmente de seus textos e escrever com mais liberdade. Ao saber que sua autoria não será identificada, você pode se arriscar a escrever sobre temas até então inexplorados, sem medo da reação do público, amigos e familiares.

Na verdade, você inclusive poderá testar suas habilidades escrevendo sobre temas que sempre te interessaram, mas que você nunca teve a coragem de pesquisar e escrever. Nesse contexto, um engenheiro poderá escrever sobre psicologia e comportamento, assim como um advogado poderá explorar seus conhecimentos sobre arte e entretenimento.

O autor de um blog, colunista ou outro profissional de produção de texto intelectual, na maioria das vezes, precisa comercializar seu conteúdo.

Isso significa vender para um veículo de informação, compartilhar nas redes sociais, interagir com os leitores para gerar engajamento por e-mail marketing, fóruns especializados e comentários no post, são muitas responsabilidades, após a atividade produtiva, que demandam tempo e estratégia comercial.

Um ghostwriter não precisa se preocupar com a gestão comercial e relacionamento com leitores, e pode concentrar na produção de conteúdo. Isso é especialmente prazeroso para quem prefere criar a fazer marketing.

Uma paciente de câncer de mama de endstate de meia idade deitava-se na cama e conta sua história de vida para uma escritora fantasma escrever sua biografia e seu livro de memória depois de ela morrer.

Em geral, o ghost writer não é contratado diretamente pela pessoa ou empresa que assumirá a autoria dos textos. Esse tipo de distanciamento também é benéfico ao redator, que poderá escrever com mais liberdade e autonomia, tendo recebido suas instruções de escrita de forma objetiva e sintética.

Lidar com clientes é um problema para muitas pessoas, principalmente, aquelas mais introvertidas ou que têm pouca paciência para lidar com o público. Geralmente, o escritor-fantasma não tem que se preocupar com isso.

Cada vez mais, empresas, colunistas e outros interessados estão migrando sua atuação para plataformas online (sites, apps, blogs, redes sociais, etc.). Isso faz com que a importância do marketing de conteúdo, por exemplo, seja ainda maior.

Blogs institucionais são uma boa forma de atrair clientes, enriquecer os produtos e serviços oferecidos, além de fidelizar consumidores. Por essa razão, há uma demanda crescente por redatores nessa área. Além disso, os desenvolvimentos tecnológicos que facilitaram o acesso a e-books e outras obras digitais também expandiram as possibilidades de atuação como escritor.

Para se tornar profissional, não é preciso ter uma formação específica em letras, jornalismo ou áreas similares. Embora isso ajude bastante, não é um fator que elimine um candidato que goste de escrever e tenha bons conhecimentos gerais.

Escrever sobre pães sem glúten, pão-de-queijo sem glúten, água e até glúten sem glúten vai bombar! O conteúdo deve ser relevante para quem vai comprar, uma vez que ele atrairá o consumidor até dentro da padaria.

Quando ele chegar lá, o padeiro — ou o cheirinho do pão — se encarregará de fechar a venda.

Memes are funny not just because they are ridiculous, but because they point out something ridiculous about life. The fact is that most of us know very little about what other people do for a living. DAVID LEONHARDT – The Happy Guy Marketing

We have neighbours, and we have no clue what they do.

We meet people on the job, doing their job, and we still have no clue what they do.

We have brothers and sisters and aunts and, yes, spouses…and we have no clue what they do.

And many of us would be hard pressed to explain what we, ourselves, do. Yes, it sounds ridiculous. But it’s also true, and it’s reflected in the last two panels of most of these memes:

  • What I think I do.
  • What I really do.

É preciso escolher aquela que se adapta melhor ao seu estilo ou que lhe dará mais oportunidades de ganho e aprendizagem.

Textos escritos com estratégias de otimização do conteúdo. Ou seja, além de informarem o leitor, também contribuem para que os mecanismos de buscas priorizem o texto nos resultados.

Nesse caso, os conhecimentos de marketing de conteúdo se fazem necessários. Nos blog posts, a persona, o tipo de linguagem, o SEO e suas outras diversas estratégias farão companhia aos demais conhecimentos do escritor fantasma.

São conteúdos maiores, que exigem entrevistas e pesquisas mais intensas e estão atreladas a profissionais e pessoas que têm uma história para contar, mas não sabem como fazê-la interessante por meio das palavras.

Existem autobiografias, biografias de presidentes, de famosos, empresários, atletas, modelos, artistas e mais uma infinidade de temas que podem ser explorados pelo ghostwriter.

Além de contribuir para a concepção do conteúdo, nessa modalidade você também estará transmitindo seus conhecimentos. Ele pode ter, por exemplo, o domínio do conteúdo, mas não saiba como desenvolvê-lo.

É parecido com a relação do escritor fantasma na produção de uma biografia e com o foco mais direcionado para a área jornalística ou comercial de uma empresa.

Bom, você já viu que existem diversas oportunidades e iniciar na carreira não é propriamente difícil. Então, o que ainda é preciso considerar?

A rotina de um ghost writer não é livre de desvantagens. Inclusive, é preciso lidar com diversos problemas no dia a dia, que podem ser mais ou menos graves, a depender da personalidade e das características de cada redator.

Já que o texto não é seu, você precisa encontrar exatamente a voz de seus clientes. Muitas vezes, a linguagem deve ser jovem e informal, enquanto em outras precisa ser elaborada e técnica. Ou seja, cada texto apresenta necessidades próprias. Você precisa conseguir adaptar sua linguagem a elas!

Você está confortável com a ideia de ceder completamente seus direitos sobre um texto? Algumas pessoas não se sentem bem com essa ideia, preferindo escrever apenas para sites e editoras que garantam seus créditos de autoria.

Para suprir essa necessidade, você pode criar um blog para fazer suas publicações pessoais, com os temas que curte, e de quebra, ainda pode transformá-lo em seu currículo online e atrair clientes.

Ghost writers, normalmente, são contratados em regime de prestação autônoma de serviços (freelancer). Isso pode significar uma relativa incerteza profissional, já que há épocas com mais oferta de trabalho e outras com menos.

Para superar essa incerteza, é preciso muito planejamento e disciplina financeira, além de um bom histórico de compromisso e relacionamento com seus clientes para garantir maior regularidade de serviços no futuro.

Se você quiser se aventurar como uma profissional autônoma e abrir mão do conforto e abundância de tarefas das plataformas de redação, terá que negociar e colocar preço em sua produção. Ela poderá ser realizada de acordo com o tamanho do texto, volume de caracteres ou palavras, por exemplo.

É preciso preparar psicologicamente e financeiramente, pois, será freqüente ouvir contrapropostas indecentes, que desvalorizam seu trabalho e dedicação.

Existe Guarani em São Paulo
Conhecimento e cultura dos povos ancestrais.

Em alguns casos, será preciso aceitar ofertas de trabalho com valores abaixo de mercado e ainda ter que cobrar do cliente caso ele atrase seus pagamentos.

Outra situação que você como escritor-fantasma independente terá que lidar é com a concorrência. Fora de uma plataforma, será necessário disputar clientes com agências de conteúdo grandes e outros profissionais mais experientes ou dispostos a receberem bem menos que o projeto efetivamente vale.

Do you know what you really do? I mean, do you know what you do well enough to create a meme like this for yourself? The challenge is on!

Contact me: edsjesusii@gmail.com.br

Palavras perdidas: A INVASÃO DO BRASILPEIXE-BOI MARINHOA vida como ela é, Marvel, ThunderComics, Guia dos Quadrinhos, Flash na Biblioteca, Jornada ninja,Via Láctea pelo navegador, Criacionismo., Blue Dragon (Dragão azul), Neil Armstrong, Signo Geek, Cifras

As artérias da cidade

Os quatro anos trabalhando como desbravador renderam apelidos insinuantes: “o caçador de rios”, conforme o The Guardian ou “caçador de nascentes”, como dito no programa Esquenta!, da TV Globo. Da Pompeia ao Perus, são dezenas de riachos, lagos, nascentes, bicas e fontes descobertas por Adriano em suas expedições, disponível na página do Facebook Existe Água em São Paulo. Alex Tajra – Revista Saci

Meu trabalho com as nascentes começou em 2013, quando eu conheci a praça Homero Silva, no bairro em que eu moro, encontrei olhos d´água do rio Água Preta que estavam aflorando e juntamente com alguns amigos começamos a pensar o que poderíamos fazer pra dar vida àquele lugar. Um dia a gente foi lá, sem avisar ninguém e construiu um lago. A partir disso, nos apropriamos do espaço para cuidar das nascentes e a minha relação com as pessoas e com a cidade começou a mudar. Quando a comunidade começou a ver que aquilo era benéfico, que ajudava a reduzir até a dengue, famílias começaram a ter mais contato com a praça. É uma ação prática e, juntando os conhecimentos, é só cada um trazer uma sabedoria diferente. É preciso fazer desses seres, desses cidadãos, agentes transformadores. Cada comunidade, cada bairro, deveria fazer a gestão da sua água, e se reunir pra falar sobre isso. Só assim poderia fortalecer a vida na cidade, pra ter mais qualidade de vida. Fico realmente feliz quando vejo as crianças de quatro, cinco anos, falando de olho d’água, de nascente, de peixes. Esse é o lugar que eu quero alcançar.

Me apropriei daquela praça porque o próprio poder público é contrário a essas intervenções, não dão a liberdade e não capacitam as pessoas para que elas se apropriem dos espaços e cuidem dos espaços. E não só a prefeitura foi contra, vários ambientalistas e acadêmicos vieram me ameaçar de processo, falaram que eu estava mexendo onde não deveria. Já tomei porrada de todo mundo, principalmente dos que não aceitam conhecimentos tradicionais, acham que tem que ser técnico, acadêmico. Existem mais de trezentos rios na cidade e São Paulo tem tecnologia para recuperá-los, mas falta vontade política. Já existe uma biotecnologia que utiliza plantas aquáticas para recuperar as águas poluídas, a chamada fitorestauração. Foi o que fizeram no rio Sena, recuperaram o rio utilizando jardins filtrantes. Por isso eu acho que a gente tem que pôr a mão pra fazer acontecer, não tem como ficar esperando a prefeitura ou o governo, tem que se juntar com as pessoas e ser o agente transformador, não ficar só sonhando.

A convivência com os guaranis mudou muito a minha visão sobre a vida na cidade. Hoje acredito que a cidade deveria ter um formato de aldeia, eu percebi que esse é o melhor modo de se viver. Eu me dei a oportunidade de passar cem dias aqui na aldeia pra entender o modo de vida deles e transformar o meu. Nesses quatro anos que eu frequento a aldeia, eu comecei a perceber a quantidade de coisas erradas que tem lá fora e o quanto a gente vive uma vida individualista. A gente precisa de mais coletividade. Aqui os guaranis não falam que a terra é deles, eles falam que a terra é de todos. A minha relação mudou, tive uma compreensão maior sobre solidariedade, coletividade, de viver uma vida mais simples, menos consumista.

Vejo que as pessoas que vivem na cidade são individualistas, moram em casas cercadas por muros altos, portões altos, condomínios. Muitas vezes essa sensação de medo e insegurança é plantada pela mídia, que faz com que as pessoas tenham medo de sair na rua. Pra mim, a rua é como se fosse o quintal da minha casa. Acredito que as pessoas deveriam ver a rua como a extensão da sua vida. Penso que elas devem ocupar mais os espaços públicos, se organizarem entre si pra cuidar das áreas verdes sem esperar o poder público.Através do meu trabalho eu percebi que a gente pode transformar a cidade, mas também entendi que isso tem que partir de cada um. Você mesmo pode tomar uma atitude, se juntar com os amigos, cuidar de uma área verde, de uma praça. As pessoas têm isso dentro delas, essa coisa transformadora. Só que falta oportunidade, a vida na cidade acaba tomando o tempo de todos. Pra eu mudar totalmente minha vida eu tive que abrir mão de muitas coisas materiais, abrir mão de um bom salário, ganhar bem menos, mas ter uma qualidade de vida muito maior que eu tinha antes.

Quando as pessoas começam a ter essa consciência, já é um passo para se mudar a vida na cidade. A gente tem que derrubar certas barreiras, achamos que a natureza é uma coisa fora do nosso meio de vida, do nosso contexto. Mas não, tudo tem uma ligação: a natureza, o homem, a terra. Tudo está interligado. Quando se desliga isso, vemos essa cidade com pessoas doentes pela falta da natureza. E a gente não percebe porque os rios da cidade são como as veias do nosso corpo, as artérias. Se elas estão sujas, então todo o corpo está doente. São doenças físicas e espirituais.

Eu comecei a ir pras zonas periféricas e fazer expedições por conta da quantidade de nascentes a céu aberto que se encontra nessas regiões. Percebi também que lá as pessoas estão cuidando das nascentes. Isso porque quando acaba a água na cidade, o primeiro lugar atingido é a periferia, e essas pessoas não vão comprar água mineral para tomar banho, elas vão pegar de uma bica ou nascente que tem nos arredores ou até mesmo no quintal de alguém. Quem vive mais afastado, longe do centro, cria uma outra relação com a cidade e com seu território.

Os eventos climáticos extremos, por conta das mudanças no clima, estão acontecendo em menor tempo. Um sinal que eu uso bastante é o volume das nascentes, e eu to vendo aqui hoje que diminuiu bastante o nível da água. É muito grave isso: a morte de um rio e o desmatamento, isso influencia as chuvas, os rios voadores, não estão vindo pra cá. O padrão de consumo de água continua o mesmo. Acho que quando voltou a chover, a chuva lavou a memória das pessoas. E a gente pode viver uma crise dessas de novo, uma nova crise hídrica vai causar um colapso hídrico. Outras pragas, como dengue e febre amarela, também são resultados da destruição da natureza. Estamos colhendo o que plantamos no passado.

Construímos uma cidade para os carros, não pras pessoas. Imagine se antes utilizássemos o rio Tietê como meio de transporte, que existissem portos nas pontes do rio para escoar as mercadorias. Iríamos depender muito menos do automóvel e teriam menos carros nas ruas. Se os nossos rios estivessem limpos teríamos parques lineares com reflorestamento. Agora, pense, imagine uma cidade com os rios limpos. O empresário está andando na Faria Lima, de terno e gravata, e pára para tomar um banho de rio no horário de almoço.

Ninguém mudou seu padrão de consumo, e o poder público insiste na ideia de buscar água cada vez mais longe e não se preocupa com o próprio quintal. Acredito na recuperação dos rios e na distribuição de água local na cidade. Poderia existir uma logística para distribuição de água aqui, como bairros ecológicos e pequenas estações de tratamento espalhadas. Se existisse esse tipo de organização, quando houvesse uma crise hídrica, as pessoas fechariam a torneira da Cantareira e abririam a dos rios da cidade. Existe essa possibilidade, isso pode ser feito.

No início de uma longa conversa na Aldeia Tekoa Itakupe, em frente ao lago que está desbravando junto aos guaranis, Edson Djekupe e colaboradores através de oficinas, Adriano explica que a região abriga a bacia hidrográfica do Ribeirão Manguinho, um rio vivo que não recebe nenhum tipo de poluição ou esgoto, mas que se encontra parcialmente assoreado, pois parte de sua mata ciliar foi derrubada pelos juruás (homens brancos) para o plantio de eucalipto. Fora

Artirize-se: Essa Terra Chamada Brasil Foi Invadida, Bolsa família, Nossas crianças estão sem água, precisamos da sua ajuda!, Kaingang, Acampamento Terra Livre, Entre Batismos e Degolas: (Des)Caminhos Bandeirantes em SP, John Mawe no Pico do Jaraguá

Frutas e verduras que gatos podem comer e o detox

Apesar dos felinos serem animais carnívoros, ocasionalmente você pode oferecer a eles uma certa quantidade de frutas e verduras recomendadas para gatos. É importante ter muito cuidado, pois existem alguns alimentos que fazem mal aos gatos, como as uvas, por exemplo. Luísa SavalaPerito Animal

As verduras para gatos devem ser administradas fervidas e com moderação. Os vegetais bons para o consumo dos felinos são:

  • Cenoura fervida: é um alimento de fácil digestão, rico em fibras e vitaminas. Melhora a qualidade da pelagem dos bichanos, ajuda no bom funcionamento do organismo e é metabolizada com mais rapidez que outros vegetais.
  • Ervilha fervida: rica em proteína vegetal, vitamina B12 e magnésio.
  • Abóbora fervida: é de fácil digestão e ideal para misturar com carne.
  • Pepino cru ou fervido: é uma hortaliça que contém muita água. Se você decidir oferecer cru, pode ser como uma guloseima para o gato.
  • Alface cru ou fervido: rico em fibras e água e não contém gorduras.
  • Feijão verde: é bastante hidratante, rico em fibras e vitaminas.
  • Batata doce: pode ser oferecida junto com carne, fígado de frango, etc.
  • Batata cozida: contém grandes quantidades de carboidratos na forma de amido, também encontrar outros nutrientes como as fibras e também micronutrientes do grupo das vitaminas e minerais, que estão envolvidos na manutenção celular, obtenção de energia, transmissão de impulsos nervosos e outros processos neurológicos. Curiosidades na Internet

Curiosidade: Algumas pessoas acreditam que os gatos têm medo de pepino. Se você quiser desvendar esse mistério, confira nosso artigo sobre Porque os gatos têm medo de pepino?

Apesar das frutas apresentarem uma grande dose de açúcar, se forem administrada em pequenas doses podem ser bastante benéficas para saúde do seu bichano mas, lembre-se que nunca devem ser a base da dieta diária do animal. As frutas que os gatos podem comer são:

  • Morango: rico em vitamina C e fibra.
  • Melão: rico em minerais, vitamina A, B e vitamina C, é uma fruta bastante refrescante, muito recomendada para ser oferecida durante o verão ou como recompensa.
  • Melancia: pode ser oferecida da mesma maneira que o melão e é uma boa forma de manter o seu gato hidratado durante o verão, além de ser rica em vitamina A, B-6 e vitamina C.
  • Maça: é ideal para ser oferecida como guloseima.
  • Pêssego: os gatos costumam adorar essa fruta.
  • Pera: rica em fibras, vitamina A e vitamina C. Também costuma ser oferecida como forma de recompensa ao felino.

Vale lembrar que antes de oferecer frutas ao seu gato, você deve remover as sementes e/ou caroços pois eles não digerem, podendo causar problemas sérios.

As frutas não devem ser consideradas um alimento habitual na dieta dos gatos. A melhor forma de oferecer é como petiscos, substituindo os snacks. O mesmo acontece com as verduras, nunca devem ser a base da dieta e apenas devem ser administradas como um complemento da refeição, geralmente acompanhadas de alguma carne ou peixe, que devem ser os alimentos principais.

De qualquer forma, o mais indicado é buscar um médico veterinário de confiança para que ele possa fazer um plano de dieta ideal de acordo com as necessidades específicas do seu gato. Se você optar por fazer comida caseiras para gatos, confira nosso artigo com algumas opções de receitas de peixe.

Os gatos são carnívoros puros. Não são onívoros como os seres humanos e, inclusive, os cachorros. O trato intestinal é muito pequeno e não está preparado para digerir as fibras vegetais, ou seja o aparato digestivo dos gatos está preparado para a digestão de proteínas animais ou seja, carnes e peixes. Por isso, em nenhum caso a ingestão de vegetais deve ser superior a 15% da dieta total.

Apesar de existirem muitas frutas boas para gatos e legumes também, existem alguns alimentos que podem ser tóxicos, por isso, deixamos uma lista de frutas e legumes proibidos para gatos:

Frutas tóxicas para gatos

  • Uva;
  • Uva passa;
  • Abacate;
  • Banana;
  • Laranja;
  • Limão;
  • Tangerina;
  • Toranja.

Legumes tóxicos para gatos

  • Cebola;
  • Alho;
  • Batata crua;
  • Tomate.

Entenda o porquê desses alimentos serem prejudiciais para gatos no nosso artigo sobre frutas e legumes proibidos para gatos.

Óleo de coco fake

Nem tudo o que vem à rede (na rede) é peixe. Qual é a tua ó meu

Ele virou o queridinho da gastronomia e dos rituais de beleza por trazer inúmeros benefícios para a saúde. (…) Muito se fala por aí dos benefícios do óleo de coco para corpo, pele e cabelos. Mas as propriedades desse elixir da beleza vão muito além disso.

REGULA A FUNÇÃO INTESTINAL (…) DIABÉTICOS (…) FADIGA CRÔNICA E FIBRIOMIALGIA“. Os Benefícios do Óleo de Coco para sua saúde – Dr. Victor Sorrentino

Conheça os benefícios do óleo de coco para a região íntima (…) segundo genecologista (…)”

Óleo de Coco Emagrece! Veja Benefícios e Onde Comprar!

O óleo de coco é um produto derivado da polpa seca do coco maduro – especificamente da espécie Cocos nucifera Linnaeus. Por ser muito resistente à oxidação e às altas temperaturas e ter um sabor levemente adocicado, ele é muito conhecido por ser utilizado como ingrediente no preparo de gorduras para a confeitaria. MinhaSaúde

“Além de não ter benefícios do ponto de vista nutricional, “é uma gordura como todas as outras, com um aporte calórico muito grande”. Ao contrário do que algumas pessoas defendem, “não emagrece”. “Há pessoas a consumir óleo de coco porque acham que vão emagrecer, mas isso não acontece.”

Em 2017, a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) chegaram a divulgar um comunicado alertando sobre o uso do óleo de coco para esse objetivo.

Não existe fórmula mágica para emagrecer e o consumo exagerado desse derivado do coco pode provocar danos à saúde – assim como o excesso de qualquer óleo na alimentação. Ele também possui efeito hipercolesterolêmico, não sendo indicado para pessoas com problemas de colesterol alto. 

“Atualmente, lamenta Nuno Borges, o óleo de coco “é usado para substituir o azeite, que é muitíssimo melhor” e mais barato. Da lista de gorduras mais interessantes, o nutricionista destaca, ainda, o óleo de milho, girassol ou amendoim.”

Na conferência “Óleo de coco e outros erros nutricionais”, na Universidade de Friburgo (Alemanha), Karin Michels disse que esta substância é “uma das piores coisas que se pode comer”, já que o seu alto teor de gorduras saturadas (mais de 80%) eleva os níveis de colesterol, aumentando o risco de doenças cardiovasculares.

POR 100 G ( PORÇÃO UNITÁRIA RECOMENDADA 10 G )AZEITEÓLEO DE COCODOSE RECOMENDADA
Calorias [Kcal]89990090
Lípidos Totais (Gordura) [g]99,910010
Ácidos Gordos Saturados [g]14,486,51,4
Ácidos Gordos Monoinsaturados [g]78.65,87.9
Ácidos Gordos Polinsaturados [g]6.91,80.7
Ácido Linoleico [g]6,21,50,6
Ácidos Gordos Trans [g]000
A-Tocoferol [mg]140.31
Fonte: INSA_pt

Para gordura, recomenda-se o consumo de até 10% das calorias totais consumidas diariamente. Esse consumo deve ser equilibrado quanto ao perfil lipídico, ou seja, deve contemplar gorduras saturadas associadas a gorduras insaturadas com fontes monoinsaturadas, poliinsaturadas do tipo ômega-3 e ômega-6, sendo este último numa menor proporção comparado ao ômega-3. 

Exemplos de Gorduras Saturadas – Manteiga, Banha e Óleo de Coco.

Exemplos de Gorduras Insaturadas ( Monoinsaturadas, polinsaturadas e trans ) :

  • Monoinsaturadas – Abacate, Azeite extra virgem, Amêndoas, Cajus, Amendoins, Avelãs, Azeitona, Pistácio.
  • Polinsaturadas – Os Ómegas-3 e 6, regulam a resposta inflamatória do organismo, estimulam o bom funcionamento cerebral e têm um papel essencial nos processos de crescimento, desenvolvimento e reparação.

Pode encontrar ómega-3, por exemplo, nos seguintes alimentos :

  • Peixes, óleos de peixes, mariscos e algas: salmão, atum, cavala, arenque, dourada, sável, chicharro, congro, sardinha, enguia, óleo de fígado de bacalhau, caranguejo e camarão;
  • Óleos vegetais: óleo de canola, linho, linhaça, nozes;
  • Alguns hortícolas de cor escura: espinafres, beldroegas, alho francês, couves de folha verde escuro, cogumelos e brócolos;
  • Nozes e sementes de linhaça e chia;
  • Ovos enriquecidos com ómega-3.

Exemplos de alguns alimentos ricos em ómega-6 são:

  • Tofu;
  • Amendoim;
  • Nozes;
  • Sementes: girassol, abóbora e sésamo;
  • Óleos vegetais como, por exemplo, óleo de milho, sésamo e girassol;
  • Margarina líquida.

Os ómega-3 e 6, tal como as gordurinhas monoinsaturadas podem ajudar a reduzir o colesterol LDL e a elevar os níveis de bom colesterol, tendo um efeito protetor cardiovascular.

óleo de coco extra virgem, que é a versão ideal do produto, tem ação anti-inflamatória e é composto por vitaminas A, D, E e K. Ele ainda contém triglicerídeos que se transformam em monolaurina após o consumo. Esta substância tem propriedades antibactericidas, antifúngicas e antivirais, capazes de fortalecer a imunidade

Os benefícios do óleo de coco ainda são alvos de estudos mundialmente, e não se conhece muito sobre as reais vantagens que ele fornece ao consumo humano.

Não acredite em nenhum produto que indique, em seu rótulo, que o óleo de coco auxilia no emagrecimento ou tenha propriedades terapêuticas. Algumas marcas do mercado advertem, inclusive, sobre a ausência de evidências científicas que comprovem alguns destes e outros mitos relacionados ao produto.

O consumidor brasileiro é constantemente influenciado pelo que ouve nas ruas e o que é distribuído por meio da mídia e dos canais de comunicação.

Oleoze-se: Oil, which one to choose healthwise?, ÓLEO DE MACONHA NEWS E O INCENSO, Óleo de Marijuana, Campanha recolhe óleo de fritura para fabricação de biodiesel, Óleo de Copaíba, Ouro verde e proteção do Planeta, Chás que Ajudam a Emagrecer, DIETA DA FRUTA

TEORIA DO CAPITAL HUMANO – RESUMO

A teoria do capital humano inovou a concepção de sociedade dos políticos e empresários modernos. Enquanto o mundo todo buscava aumentar a linha de produção, intensificar o ritmo de trabalho e focar no maquinário, Theodore Schultz caminhou na direção contrária, focando a economia na alegria do homem de carne e osso. TÊTE-À-TÊTE

A Teoria do Capital Humano alega que investimentos em educação e saúde podem aprimorar as habilidades e a vontade de trabalhar dos indivíduos, aumentando sua satisfação e produtividade, o que melhoraria a sociedade como um todo.

Capital vem do latim, capitale, palavra latina originada da palavra caput, que significa “cabeça”. Isto é uma alusão à riqueza, que em outros tempos era maior de acordo com a quantidade de cabeças de gado possuídas. O termo também pode significar liderança e poder.

Em economia, capital é um bem destinado à produção de outros bens econômicos. Por exemplo, uma máquina que faz xícaras é um capital, porque produz outros bens econômicos.

O dinheiro é uma espécie de capital, porque com ele é possível adquirir outros bens ou comprar materiais necessários para alguma produção. O dinheiro, portanto, gera valor ou itens de valor. 

Por sua vez, os bens de consumo estão diretamente ligados à satisfação do homem. Antes de Schutz, grande parte dos intelectuais da economia não consideravam os bens de consumo como capital.

A teoria do capital humano de Schultz, em resumo, traz uma inovação na maneira de classificar o capital e no modo de hierarquizar os bens econômicos.

Muitos economistas encaravam os bens de consumo como algo não produtivo, focando no desenvolvimento do capital técnico, ou seja, equipamentos e geração de valor stricto sensu. Schultz vê a economia de modo diferente.

Para ele, quanto mais um funcionário estiver satisfeito na vida pessoal, maior será a possibilidade de que ele trabalhe mais e melhor.

Schultz vê nos bens intelectuais, nos bens de consumo e nos bens pessoais uma possibilidade de aumentar as produções de capital. Assim, os bens da vida particular, que estão fora do termo capital da economia, foram chamados de capital humano.

A teoria afirma que o auxílio no aperfeiçoamento da vida pessoal dos trabalhadores é um investimento que pode ser feito pelo governo e pelas empresas. Alguns exemplos são:

  • investimento do governo para aprimorar escolas, pensando na diversão dos alunos e no ensino da moral;
  • investimento das empresas na saúde dos trabalhadores, fornecendo médicos, dentistas e nutricionistas;
  • investimento no aprimoramento intelectual dos funcionários, com cursos de ética, psicologia, literatura e etc.;
  • realização de palestras sobre temas importantes para a vida particular e social;
  • investimento das empresas no aprimoramento dos funcionários em questões técnicas, que não sejam 100% relacionadas com o trabalho do funcionário;
  • incentivo à união dos funcionários através de confraternizações e prática de esportes coletivos e atividades de lazer.

A maneira como Theodore Schultz descobriu esses elementos influenciou grande parte dos postulados da teoria do capital humano, segundo sua teoria, quanto maior o desenvolvimento do capital humano, maior o desenvolvimento do capital.

Theodore Schultz, criador da teoria do capital humano
Theodore Schultz, criador da teoria do capital humano.

A teoria do capital humano surgiu em 1971, através das observações do economista da Universidade de Chicago, Theodore Schultz, ganhador do prêmio Nobel de economia. Schultz estava desenvolvendo a disciplina da Economia da Educação, até que chegou ao ápice dos seus estudos no lançamento do livro Investment in Human Capital: The Role of Education and of Research, em 1971.

O rápido reerguimento de alguns países após a II Guerra Mundial foi vital para a teoria do capital humano.

O Japão e a Alemanha reergueram suas economias rapidamente no pós-guerra. Em contrapartida, a Inglaterra fazia racionamento de alimentos anos depois do fim dos conflitos.

Estudando esse fenômeno, Schultz percebeu que os países que melhor se reconstruíram, passaram por uma intensa dedicação nas áreas da saúde e da educação de todos os seus cidadãos.

Sem os empecilhos de ter que correr atrás de sua sobrevivência e com um bom foco profissional, fornecido pela educação, os cidadãos japoneses e alemães podiam dedicar-se à vida acadêmica e de produção técnica com muita facilidade.

Schultz também constatou que os EUA tinham uma vantagem que os favorecia economicamente: seus cidadãos investiam em aprimoramento pessoal. Os EUA eram a maior economia do mundo, e ao mesmo tempo eram um dos países que mais possuíam a cultura de desenvolvimento pessoal.

Schultz relacionou os dois fatores e descobriu que os investimentos pessoais eram uma das causas primárias do sucesso econômico dos Estados Unidos.

A teoria do capital humano passou a ver o investimento em bens particulares e bens de consumo como um dos principais potencializadores da economia, diferentemente do que propõe a tese marxista.

Os representantes da teoria econômica do capital humano, por sua vez, afirmam que a aplicação de seus métodos é benéfica tanto para os patrões quanto para os funcionários. Os trabalhadores receberiam o salário justo e investimentos que vão além do pagamento devido.

Os capitais humanos são todos os bens pessoais que geram satisfação à pessoa e que elevam as capacidades que não estão diretamente ligadas a função do trabalhador, exemplos de capitais humanos são:

  • Desenvolvimento cultural — conhecimentos humanos como filosofia, psicologia, literatura;
  • Desenvolvimento de conhecimentos técnicos, como informática, comunicação objetiva e conhecimento gramatical;
  • Conhecimento de bons valores através da ética, especialmente ética profissional;
  • Atividades de lazer.
Em que sentido a teoria do capital humano está presente nas políticas educacionais?

Um dos principais fatos sociológicos para a disseminação da teoria foi o apoio das instituições pertencentes ao acordo de Bretton Woods, que consistiu na resolução de grandes instituições financeiras para financiar iniciativas vocacionais e educacionais pelo mundo. As principais instituições que assinaram o pacto foram o Fundo Monetário Internacional – FMI e o Banco Mundial.

Um dos principais investimentos no Brasil é o BIRD, projeto que emprestou 250 milhões de dólares para a realização do projeto Novo Ensino Médio.

Gary Becker foi um dos responsáveis em disseminar a teoria do capital humano no meio acadêmico, fazendo com que o pensamento adquirisse importância intelectual em diversas faculdades.

Uma das influências de Schultz no Brasil pode ser vista no grande investimento do país em educação, que cresceu exponencialmente após a década de 80. Brasil, Pátria Educadora, era o principal lema do governo da presidente Dilma Rousseff, a partir de 2015.

Um estudo feito por Ricardo Paes de Barros demonstra que os investimentos financeiros na educação brasileira cresceram, mas a produtividade profissional ficou estagnada e demonstrou quedas em alguns períodos.

Gráfico à respeito da evolução da qualidade de ensino em certos países, incluindo o Brasil.

Em 2018 o Brasil participou do PISA, uma pesquisa de avaliação do ensino escolar internacional. Dos 79 países que participaram, o Brasil ficou na 60ª posição. Atrás dos Emirados Árabes Unidos, Vietnã e México. 

O percentual do PIB brasileiro que sai dos cofres públicos para financiar a educação chega a ser de quase 6%, totalizando mais de R$100 bilhões de reais. Esse número não está abaixo do padrão da OCDE; antes, pelo contrário, é 30% maior que a média.

O problema da educação brasileira não é de investimento. É necessário analisar como é usado esse investimento e qual é o método de ensino.

O Brasil utiliza o método educacional do socioconstrutivismo, na vertente do educador Paulo Freire, que vislumbra uma educação que liberta. Platão, Aristóteles e tantos outros falaram sobre o papel que a educação tem, incluindo o viés de libertação da alma.

O professor de história, Thomas Giulliano, autor do livro Desconstruindo Paulo Freire, explica que o patrono da educação tratava a história do Brasil como formada pela alienação, pelas desigualdades e pela opressão e, assim, sua pedagogia deveria ser o meio de libertação do aluno, tornando-o um agente transformador da sociedade.

O ensino de Paulo Freire é baseado na doutrina da luta de classes de Karl Marx, segundo o aluno deve ser educado para militar contra a lógica da economia de mercado e dos valores conservadores, instituições que Marx encarava como as causas dos males da sociedade.

Segundo o especialista em educação, professor Felipe Nery, o problema da educação no Brasil não é um problema de falta de recursos ou de pouco investimento, o Brasil aplica em seu sistema educacional um “valor” acima da média dos países desenvolvidos. O problema é ideológico e começou no período militar. 

Nesse período, o primário passou a ser voltado à formação intelectual do aluno e o secundário à preparação de trabalhadores para o mercado.

Paulo Freire tornou-se secretário da educação de São Paulo, criou a medida da aprovação automática e sua doutrina educacional, que envolve a alfabetização e a educação militante, tornou-se regra nos currículos universitários brasileiros, estabelecendo esses fundamentos na sua maior obra, intitulada Pedagogia do Oprimido.

Ou seja, há um problema na cultura educacional: ela instrumentaliza politicamente os alunos ao mesmo tempo que compacta seus conhecimentos e técnicas para o mercado de trabalho. brasilparalelo

Humanize-se: E se Karl Marx vivesse hoje em dia? Socialismo vs ou = Capitalismo, Marx escreve uma carta de repúdio ao professor, BRANCA ALVES DE LIMA, Paulo Freire plagiou professor americano e destruiu a educação brasileira, Gatos x cachorros x escravos