Vídeo simula ação de robô-soldado

Em função disso, a ‘Corridor Digital’, estúdio de produção de Los Angeles especializado em efeitos visuais, fez uma montagem impressionante simulando a ação de um robô-soldado, desenvolvido com inteligência artificial do Pentágono, em um cenário de batalha fictício com soldados humanos. Apesar de se tratar de uma brincadeira cheia de efeitos especiais, nos dá a entender que, em breve, a intervenção humana em conflitos de guerra se tornará completamente desnecessária. Matheus Luque

Só no ano de 2019, diversos projetos envolvendo diferentes robôs entraram em ação, como o robô pizzaiolo, o robô cozinheiro e o robô carregador.

Runzer-se: Robôs do Face criam língua própria – mas calma, não é a revolução das máquinas, Como Fazer um Robô, A evolução dos robôs., Robô em busca de liberdade, Nikola Tesla

الحرة نيوز – 3 أدوات تساعدك في التحقق من الأخبار والصور والحسابات المزيفة عبر الإنترنت

لا تعتبر الإشاعات والأخبار المزيفة أو المضللة أمرًا جديدًا، فهي موجودة منذ الأزل، لكن الجديد الآن هو سرعة انتشارها، حيث سهلت وسائل التواصل الاجتماعي انتشارها على نطاق غير مسبوق، وقد لمسننا مدى خطورتها خلال انتشار جائحة فيروس كورونا (COVID-19) التي ما زالنا نعاني منها حتى الآن. Mohamed Gamal

تزداد صعوبة الثقة في أي شيء تراه على الإنترنت، فهناك الأخبار المزيفة والحسابات الوهمية عبر منصات التواصل الاجتماعي، بالإضافة إلى التلاعب بالصور ومقاطع الفيديو لتبدو واقعية باستخدام تقنيات الذكاء الاصطناعي، مثل: تقنية DeepFakes.

لذلك سنستعرض اليوم بعض الأدوات التي تساعدك في التحقق من الأخبار والصور والحسابات المزيفة عبر الإنترنت بسهولة:

1- أداة (Spot The Troll) للتحقق من الحسابات الوهمية:

تعتبر الحسابات الوهمية أو (الروبوتات الرقمية) Bots من أبرز المشاكل التي يعاني منها المستخدمون في تويتر ومنصات التواصل الاجتماعي المختلفة، حيث تعمل على توسيع نطاق وصول المحتوى بشكل مزيف من خلال زيادة إعادة التغريد، والإعجاب، وتستخدم للتأثير على الرأي العام حول مواضيع محددة، أو من أجل زيادة المتابعين للحسابات الفردية.

عند البحث عن أدوات تساعدك على التحقق من الحسابات الوهمية على منصات التواصل الاجتماعي ستجد لكل منصة أداة مثل: أداة (Circleboom) لتويتر، أو أداة (FakeFind) لموقع إنستاجرام، وهكذا، ولكن لا يوجد أداة تتيح لك التحقق من الحسابات الوهمية على جميع المنصات التي تستخدمها.

2- أداة NewsGuard للتحقق من الأخبار:

تُعتبر أداة (NewsGuard) من أشهر أدوات التحقق من الأخبار المزيفة، وهي تعتمد في عملها على فريق من الصحفيين وليس الخوارزميات.

توفر هذه الأداة تقييمات تفصيلية لأكثر من 5800 موقع إخباري، حيث يصنف  كل موقع على أساس تسعة معايير مختلفة، منها: هل الموقع ينشر محتوى مزيفًا باستمرار، وهل يتجنب العناوين الخادعة، وهل يضع الإعلانات بطريقة واضحة، هل هناك معلومات عن فريق العمل، وغير ذلك الكثير.

بناء على هذه المعايير تعطي الأداة معيار تقييم معين لتحديد التصنيف الكلي للموقع. ويحصل الموقع على تصنيف بلون أخضر إذا كان يفي بالمعايير الأساسية للدقة والمساءلة. بينما يظهر الموقع بلون أحمر إذا فشل في تلبية المعايير السابقة.

الأداة متاحة كإضافة لجميع متصفحات الويب، وأيضًا كتطبيق للأجهزة المحمولة سواء العاملة نظام أندرويد، أو نظام iOS.

3- أداة TinEye للتحقق من الصور:

تشبه أداة (TinEye) في عملها آلية البحث العكسي عن الصور في محرك بحث جوجل، فكل ما عليك فعله رفع الصورة التي تريد التحقق منها أو وضع رابط URL الخاص بها، كما يمكنك أيضًا ببساطة سحب الصور وإفلاتها لبدء البحث. 

وستقوم الأداة بفحص الصور عبر قاعدة بيانات الصور الخاصة بها التي تضم أكثر من 41 مليار صورة حتى الآن. كما تتيح لك إضافات (TinEye) البحث عن أي صورة ويب ببساطة عن طريق النقر بزر الماوس الأيمن على الصور في متصفح الويب الذي تستخدمه، كما أن لديها خيارات لفرز نتائج البحث وتصفيتها.

إضافة (TinEye) متاحة لمتصفحات: Firefox و Chrome و Opera. Al-Hurra News

Al-Hurraze_se: Water Crisis in Pakistan, A quem interessa uma região sem Estado, Meditação em 1 minuto, Piscina biológica sem cloro, RE 1.017.365

Ensinamentos Secretos e vida de Manly P. Hall

“Verum sine mendacio, certum et verissimum: Quod est inferius est sicut quod est superius, et quod est superius est sicut quod est inferius”  (É verdade, sem mentira, certo e muito verdadeiro: O que está embaixo é como o que está em cima e o que está em cima é como o que está embaixo). Mitch HorowitzThoth

The late nineteenth and early twentieth centuries saw an explosion of spiritual teachers and impresarios dealing in “secret wisdom.” Their ranks included hacks and frauds – as well as more than a few genuine scholars of esoteric traditions. Most have vanished from memory, their writings a historical footnote. Media Monarchy

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Enquanto trabalhava como funcionário de uma empresa bancária de Wall Street – o “evento excepcional” envolvendo “testemunhar um homem deprimido sobre as perdas de investimento que lhe custaram a vida” – Hall, então com 28 anos, publicou uma das mais completas e complexas obra de todos os tempos para catalogar a sabedoria esotérica da antiguidade, The Secret Teachings of All Ages (Os Ensinamentos Secretos de Todas as Eras), esta obra de Hall é quase impossível de se classificar. Escrito e compilado em uma escala alexandrina, suas centenas de registros brilham uma rara luz sobre alguns dos aspectos mais fascinantes e pouco compreendidos dos mitos, das religiões, do misticismo, ocultismo e da filosofia. (A obra completa esta acessível AQUI)

A sua publicação inicial de 1928 surpreende pelos assuntos tratados: matemática pitagórica; alquimia; doutrina (ocultismo) hermética; o funcionamento da Kabalah; a geometria sagrada do antigo Egito; os mitos dos nativos peles vermelhas norte americanos; o uso de criptogramas; uma análise do Tarô; os símbolos dos Rosacruzes; o esoterismo dos dramas shakespearianos – estes são apenas alguns dos tópicos abordados por Manly P. Hall.

Em 1922, com apenas 21 anos, Hall escreveu uma gema luminescente sobre as escolas misteriosas da Antiguidade, “Initiates of the Flame” (Iniciados da Chama), onde expõe apaixonadamente e em detalhes os ritos egípcios, os mitos Arthurianos e os segredos da alquimia, entre outros assuntos.. Embora breve, se vê nele o esboço do que se tornaria The Secret Teachings of All Ages.

Depois de publicar seu magnum opus, Hall abriu um campus em 1934 no bairro Griffith Park de Los Angeles chamado The Philosophical Research Society (PRS), onde passou o resto de sua vida ensinando, escrevendo e acumulando uma notável biblioteca sobre esoterismo, nessa propriedade autônoma projetada em um pastiche de estilos maia, egípcio e art deco. Respeitado por aqueles nos círculos de filosofia, teosofia e psicologia, incluindo Carl Jung , que, ao escrever Psicologia e Alquimia, havia emprestado material de Coleção particular de Hall. The Manly P. Hall Archive

Para Hall, o próprio ato de escrever The Secret Teachings of All Ages foi uma tentativa de formular uma resposta ética à época em que ele viveu. Enquanto o livro às vezes é especulativo e algumas de suas fontes são limitadas pelas restrições de sua época, é o único códice para idéias esotéricas que trata seu assunto com total seriedade. Trabalhos contemporâneos, como The Golden Bough , consideravam as tradições religiosas indígenas como superstição – peças de museu interessantes dignas de estudo antropológico, mas sem relevância direta para nossas vidas atuais. 

Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo” – Mateus 7:15-19

“Quem anda com os sábios será sábio; mas o companheiro dos tolos sofre MUITA aflição” – Provérbios 13, 20

Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes” – 1 Coríntios 15, 33

In 1973 (47 years after writing The Secret Teachings of All Ages), Hall was recognized as a 33º Mason (the highest honor conferred by the Supreme Council of the Scottish Rite), at a ceremony held at PRS on December 8th, despite never being initiated into the physical craft.

From this site you can download and read issues from a complete PDF archive of Mr. Hall’s Journals (published 1923-1990). The site also offers his lively Contributors’ Bulletins, a list of his book titles including their topics, and all article titles in his Journal runs: The All-Seeing Eye (1923-1931), Horizon (1941-1958), and PRS Journal (1958-1990). Also presented are all of his monthly Letters to Students, dated May 1934-July 1941.

From this site you can download and read issues from a complete PDF archive of Mr. Hall’s Journals (published 1923-1990). The site also offers his lively Contributors’ Bulletins, a list of his book titles including their topics, and all article titles in his Journal runs: The All-Seeing Eye (1923-1931), Horizon (1941-1958), and PRS Journal (1958-1990). Also presented are all of his monthly Letters to Students, dated May 1934-July 1941. Alan HarrisManly P. Hall: Resources and Inspirations

Manly P. Hall Quotes

Manlyze-se: Carl Jung, para você!, AS BABUCHAS DE ABU KASEM, O intelectualismo “kitsch”, Nise – O Coração da Loucura, I, pet goat II, Eu sou o meu Deus., The Rarámuri or Tarahumara, Henry Thoreau, Michael Aboya, SIGNOS, ORIXÁS E PLANETAS, Santa manopla, Thanos

Davi e Golias

Golias foi um gigante de Gate que servia ao exército filisteu (1Sm 17:4). Golias provavelmente descendia dos refains, um povo aborígine que vivia na região de Amom, e que possuía grande estatura. Esse povo foi disperso pelos amorreus (Dt 2:20,21; Sm 21:22), e uma parte remanescente se refugiou entre os filisteus. Alguns estudiosos sugerem também que Golias possa ter sido um descendente dos anaquis, que também eram conhecidos pela estatura elevada (Nm 13:33; Js 11:22). Daniel Conegero – Estilo Adoração

Algumas tradições judaicas oriundas da literatura rabínica, registram muitas histórias sobre o gigante Golias, algumas consideradas como lendas por muitos estudiosos. De acordo com esses relatos judaicos, Golias teria sido um filho de ilegítimo de Orfa, nora de Noemi e cunhada de Rute, que acabou voltando para seu povo e para o paganismo de Moabe (Rt 1:14). Também contam que teria sido Golias quem matou os dois filhos de Eli e roubado a Arca da Aliança (1Sm 4:11-17). Entretanto, a Bíblia não faz referência a nenhuma dessas suposições.

A Vulgata chama Golias de “bastardo”, enquanto a Septuaginta o chama de “o intermediário”. Já o texto hebraico refere-se a ele como o “homem dos intervalos” (1Sm 17:4,23), no sentido de ele ser um homem que se consagra campeão no espaço entre dois exércitos adversários.

A Septuaginta (versão grega do Antigo Testamento) e a obra de Flávio Josefo, dizem que Golias media 4 côvados e 1 palmo, aproximadamente 2,20 metros de altura. Já o texto hebraico afirma que o gigante Golias media 6 côvados e 1 palmo, ou seja, aproximadamente 3,20 metros de altura.

Enquanto os 2,20 metros parece algo mais plausível para nossos padrões atuais, visto que muitas pessoas em nossos dias alcançam essa estatura, a medida de 3,20 metros também é completamente possível, visto que esqueletos humanos de estatura semelhante e aproximadamente da mesma época, foram descobertos em escavações arqueológicas na Palestina.

Golias era o campeão filisteu, e usava um capacete de bronze, uma armadura de escamas e portava uma espada e uma lança. Um escudeiro caminhava à frente de Golias no combate. O fato de dois guerreiros se enfrentarem para definir uma batalha, é um costume datado a pelo menos dois mil anos antes de Cristo.

A derrota de Golias, muito provavelmente, gerou nos filisteus a convicção de que o Deus de Israel havia derrotado seus deuses. A espada de Golias foi guardada no santuário em Nobe, e, posteriormente, foi dada a Davi pelo sacerdote Aimeleque, quando Davi estava fugindo de Saul (1Sm 21:9).

Davi matou Golias, e que Elanã matou um parente de Golias por nome de Lami, também vale ressaltar que Golias não foi o único gigante recrutado no exército filisteu. Os textos citados de 2 Samuel e 1 Crônicas nos mostram que havia outros homens de grande estatura descendentes dos gigantes no exército filisteu, e que foram mortos pelos homens de Davi.

Golias e os soldados filisteus

Então, Davi correu em direção a Golias. Tirou uma pedra da bolsa, colocou-a na funda e atirou-a com toda a força. A pedra atingiu Golias bem na cabeça, e ele caiu morto! Vendo os filisteus que seu campeão havia caído, todos fugiram. Os israelitas correram atrás deles e venceram a batalha. JW.ORG

Daze-ze: Foi Jeová!?!, Livro de Jó, Tradutor, traidor!!!, DEUSES e homens, Jeremias 5, Maldito homem!, TUTORIAL – Como Tocar Aleluia no Violino + Partitura (Hallelujah), MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE, A Ultima Ceia

Preconceitos, padrões, estigmas e outras anomalias

Todas essas célebres pessoas possuem origem negra, direta ou indiretamente, ainda que a maioria de nós jamais tenha sequer tomado conhecimento desse fato.

Algumas pessoas históricas, em diversas áreas, são simplesmente consideradas brancas como que por decreto (e muitas vezes retratadas em pinturas, textos ou filmes, como tal), ainda que suas origens, ou mesmo suas evidentes feições e cor da pele sejam negras. Vivimetaliun

No Brasil,  é o exemplo mais claro: negro, o maior escritor do Brasil muitas vezes foi “embranquecido” em fotografias tratadas graficamente, em documentos ou textos, e sua origem racial não costuma ser sequer mencionada. Mas, na perspectiva global histórica, Machado está longe de ser o único nome a ter sido “reposicionado” de tal forma pela história.

Machado de Assis, um dos maiores nomes da literatura brasileira, nasceu no Rio de Janeiro em 21 de junho de 1839, filho de um mestiço brasileiro, que trabalhava como pintor de paredes, e uma imigrante açoriana, que trabalhava como lavadeira. Assim, enfrentou muitas das dificuldades comuns aos mestiços da época, como o acesso limitado à educação formal, o que o levou a ter uma formação quase que completamente autodidata. Luísa Pessoa – Buzzfeed

(…) “o embranquecimento de Machado é produto da apropriação da sua memória por parte de homens que o queriam branco, para legitimar um projeto de país em que pessoas negras seriam apenas resquícios de um passado que se queria esconder e quiçá esquecer”.  Ana Flávia Magalhães Pinto (Universidade de Brasília), O Globo

Em 2011, Machado foi retratado em uma propaganda da Caixa Econômica Federal como um homem branco. Após inúmeras críticas e uma queixa formal da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, o banco suspendeu a veiculação da peça publicitária e em nota pediu desculpas pelo erro.

EDIT_Betty Boop

A Betty Boop (foto acima)  “de verdade” era negra – ou ao menos a pessoa em quem ela foi inspirada. A cantora Esther Jones e sua interpretação no palco foi quem inspirou o cartunista Max Fleischer a criar a personagem Betty Boop. Esther passou a vida lutando pelos diretos da personagem que, em verdade (e em sua pele negra) ela interpretava no palco.

Francisca Edwiges Neves Gonzaga nasceu no Rio de Janeiro em 17 de outubro de 1847, filha de um casal inter-racial. Seu pai, branco, era general do Exército Imperial Brasileiro e sua mãe, negra, era filha de escravizada (a abolição da escravatura no Brasil, vale lembrar, só viria a ocorrer em 1888).

Compositora, pianista e maestrina, Chiquinha Gonzaga ficou conhecida por músicas que entraram para imaginário popular brasileiro, como a marchinha de Carnaval “Ô Abre Alas”, em 1889.

Ainda que tenha tido uma formação aristocrata, sendo educada por professores da elite carioca – como o Maestro Lobo –, Chiquinha frequentava na infância rodas de lundu, umbigo e outros ritmos africanos comuns em rodas de escravos, experiência que influenciou posteriormente sua produção musical.

Apesar disso, a compositora foi representava na série de TV “Chiquinha Gonzaga”, em 1999, pelas atrizes Gabriela e Regina Duarte, brancas.

EDIT_Medici

A origem da família Médici vem de uma mãe ítalo-africana, de origem moura, que se casou com um branco – que mais tarde se tornaria o papa Clemente VII. De qualquer forma, a mais importante família europeia da época era de origem negra, goste a história ou não.

Antônio Gonçalves Dias é outro importante nome da literatura brasileira, tendo ficado conhecido por seus poemas nacionalistas, como “Canção do Exílio”, e sua contribuição ao romantismo indigenista, nasceu em 1823 em Caxias, no Maranhão. Seu pai era um comerciante português e sua mãe mestiça, de ascendência indígena e africana.

Por suas raízes, o escritor foi impedido de se casar com a moça que cortejava, Ana Amélia Ferreira (que era filha de portugueses), para quem dedicou vários de seus poemas.

Além de escritor, Gonçalves Dias também trabalhou como etnógrafo para a Comissão Científica do Império, onde estudou as populações indígenas brasileiras.

EDIT_Jacqueline Onassis

Seria, afinal, Michelle Obama a única primeira-dama negra a ocupar a Casa Branca? Segundo a história da família Van Seele, da qual Jacqueline Kennedy fazia parte, não. Um ancestral de Jackie foi o primeiro negro norte-americano a se tornar doutor no país, e seu pai era conhecido “Jack negro”, por sua pele morena.

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Nilo Peçanha era vice de Afonso Pena e, com a morte do último, assumiu a Presidência da República entre 1909 e 1910. Foi o primeiro mestiço a chegar ao mais alto cargo do Poder Executivo do Brasil. A cor de Nilo influenciou tanto sua carreira política como sua vida pessoal.

Nilo nasceu em Campos de Goytacazes (Rio de Janeiro) em 1867 e era filho de um padeiro e uma mulher ligada à aristocracia local. Ele teve uma infância humilde e, em Recife, se formou em Direito, entrando para a política com a mudança do regime da Monarquia para a República.

O casamento de Nilo com Anita de Castro Belisário Soares de Sousa, por exemplo, só ocorreu depois que a moça fugiu de casa, já que sua família – aristocrata – era contra sua união com um pretendente mestiço e de origem pobre, ainda que com um futuro promissor na política. Também na imprensa Nilo costumava ser ridicularizado pela cor da sua pele.

Na Presidência seu mandato ficou marcado pelo incentivo ao ensino técnico-profissional, pela reorganização do Ministério da Cultura e pela criação do Serviço de Proteção ao Índio.

EDIT_Alexandre Dumas

O autor de Os Três Mosqueteiros e O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas era filho de um general branco com uma escrava negra. Seus traços negros são evidentes em fotografias e registros, mas em muitas representações artísticas Dumas é retratado como um homem branco – o que nublou historicamente a verdadeira origem do escritor.

O engenheiro, geógrafo e escritor Theodoro Fernandes Sampaio nasceu em um engenho na cidade de Santo Amaro da Purificação (Bahia) em 1855, filho de Domingas de Paixão, uma mulher escravizada. Sua paternidade nunca foi declarada. Algumas fontes acreditam que ele era filho do senhor de engenhooutras que era do capelão local, o padre Manoel Fernandes Sampaio.

A paternidade branca presumida evitou que ele fosse escravizado e, ainda criança foi levado ao Rio de Janeiro por Manoel para estudar, onde se formou em engenharia civil. Sampaio trabalhou como engenheiro-chefe de obras e melhoramentos para navegação no rio São Francisco e, na cidade de São Paulo, foi chefe da repartição de Águas e Esgotos. Além disso, era colaborador do jornal “O Estado de S.Paulo” e foi um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.

“Durante o Brasil Imperial (1822-1889) conheceu-se pequena abertura que permitiu a presença de alguns poucos pretos e mulatos na corte. Mas tal inserção foi minoritária e problemática.  Não por acaso Sampaio silenciou sobre sua paternidade, como foi ‘discreto’ acerca da história de sua família, ainda mais de sua mãe e irmãos, por quem, ao que tudo indica, pagou pela liberdade.” escreveu a historiadora Lilia Moritz Schwarcz na “Folha” em 2011.

EDIT_Beethoven

A feição, os cabelos e a cor de pele do compositor alemão Ludwig Van Beethoven fizeram com que ele fosse conhecido entre os amigos como “espanhol”. A região onde nasceu e seu histórico familiar mostram que Beethoven tinha sim sangue mouro em suas veias, possivelmente também como descendente de escravos emigrados de colônias holandesas. Não são poucos os livros e documentos que relatam não só as características físicas que o diferenciavam, como a história de sua família e região, apontando para esse rico passado.

EDIT_Santa Claus

Para além do caloroso debate sobre a existência ou não de Papai Noel, o personagem no qual o bom velhinho foi inspirado era, sem dúvida, de pele escura e origem negra. São Nicolau, o santo de onde a lenda foi construída, nasceu na região onde hoje fica a Turquia, em torno do ano 300 antes de Cristo. Nessa época, a região da Turquia era uma metrópole habitada quase que integralmente por povos de origem africana – assim como revelam os retratos criados de São Nicolau.

EDIT_Saint Augustine

Um dos mais importantes personagens da história do cristianismo, Santo Agostinho é também fundamental para os estudos básicos de filosofia e teologia. Pouco se fala, porém, das origens geográficas e raciais do santo, que nasceu onde hoje fica a Algéria. Pinturas e documentos mais antigos, porém, confirmam não só a importância e sabedoria como a cor da pele de Santo Agostinho.

Carlos Gomes, autor da ópera O Guarani, foi um dos mais importantes compositores brasileiros, nascido em Campinas (São Paulo) em 11 de julho de 1836, era filho de pai negro e mãe possivelmente descendente de índios.

O pai de Carlos Gomes – Manuel José Gomes, conhecido como Maneco Músico – o introduziu ainda criança no universo artístico e, aos dez anos, ele já sabia tocar diversos instrumentos.

Jovem, se mudou para o Rio de Janeiro contra a vontade do pai para estudar no conservatório da cidade. Lá, se destacou pela composição de suas duas primeiras óperas e foi condecorado por D. Pedro 2º. O imperador tornou-se seu mecenas e lhe deu uma bolsa para estudar na Europa, onde Carlos Gomes solidificou sua fama e carreira.

EDIT_Clark Gable

Um dos maiores galãs de Hollywood de todos os tempos, Clark Gable não só não escondia como tinha orgulho de sua origem, tanto negra quanto de povos nativos americanos. Não por acaso, quando soube que os banheiros do set de …E O Vento Levou eram segregados entre brancos e negros, Gable se recusou a seguir filmando até que todos fossem tratados iguais. Hypeness

EDIT_Queen Charlotte

O motivo pelo qual a Rainha Charlotte, da Inglaterra, até hoje não é admitida como de origem moura só pode ser um: isso faz com que a atual rainha Elizabeth II, assim como seus herdeiros Charles, e Williams sejam tecnicamente mestiços. Mas o fato é que Charlotte era portuguesa, de uma família que sim começou com uma moura como matriarca. Um pintor do século XVIII, responsável pela pintura acima, foi morto em água fervente por registrar Charlote de forma “excessivamente realista” – o que define perfeitamente de que forma o racismo é disseminado ao longo do tempos.

A última rainha do Egito não tinha traços ou origem branca, sendo frequentemente representada como uma bela mulher branca em pinturas, filmes e nas mais diversas formas de arte. De naturalidade egípcia, a rainha não tinha os traços europeus que as artes tentaram exibir, mas sim traços de negros do norte da África. PH MOTA – Fatos desconhecidos

Segundo o estudo, são sobretudo o formato e as dimensões do crânio de Arsinoe que indicam que ela possuía características físicas de africana – e, se essa é a sua ascendência, pela lógica também deve ser a de sua irmã. É certo que seu ancestral Ptolomeu, que se tornou governante do Egito por ordem de Alexandre, o Grande, complica um pouco a situação pelo fato de ele ser da Macedônia. Mas análises antropológicas e arquitetônicas da tumba acabaram convencendo os especialistas de que Cleópatra realmente descendeu de negros e não corria sangue de macedônios em suas veias. “Tudo indica que ela tinha o rosto em formato alongado, traço típico de africanos da Antiguidade. Cleópatra possuía genes da raça negra”, diz o cientista austríaco Hilke Thuer. Isto É

Apesar da importância do personagem, esse caso é difícil de debater. Jesus, segundo a mitologia, nasceu na África – como afirmam os evangelhos, numa região que hoje, especialmente depois da construção do canal de Suez, se tornou o Oriente Médio. Logo, a hipótese do Jesus loiro de olhos azuis é totalmente absurda e descartável – disseminada a partir da arte religiosa da renascença. Jesus compartilharia do fenótipo árabe, de pele escura.

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Representação criada em computador de como seria de fato o rosto de Jesus

Não há, na Bíblia, nenhum menção específica aos traços de Jesus, citado somente como um “homem comum” – coisa que, na região, jamais seria loiro de olhos azuis.

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A descrição mais próxima da sua forma física se encontra no livro de Isaías, que diz: “Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada em sua aparência para que o desejássemos”.

O termo “mulato” foi substituído por “mestiço”. Embora tenhamos utilizado a palavra no contexto acadêmico tradicional, entendendo-a como derivado do árabe muallad (nascido de pai árabe e de mãe estrangeira, ou de pai escravo e de mãe livre), no Brasil o termo é popularmente entendido como um derivado do animal mula.

Azzize-se: Michael Aboya, Os heróis anônimos que emprestaram seus corpos à luta pelos direitos civis nos EUA, Alexandra Baldeh Loras, Histórias Afro-Atlânticas, África Liberdade, Os índios nos gibis., A afilhada da rainha Vitória, A revolução dos bichos humanos, SIGNOS, ORIXÁS E PLANETAS, Candelária, Join The DNA Journey

Contrapropaganda sobre a Cannabis

A campanha contra a maconha começou lá pelos anos 1930, nos Estados Unidos. Por aquela época, a lei seca, que proibia a venda de bebidas alcoólicas no país, estimulava o consumo da erva. Até que governantes e empresários, ligados a princípios morais e comerciais declararam guerra à Cannabis. Acabar com o cânhamo significava eliminar um adversário na disputa pela indústria do papel e plástico. A pressão levou o país a proibir, em 1937, o uso e venda de Cannabis nos Estados Unidos. Cannabis & Saúde

A proibição só começou a perder espaço primeiro na Califórnia, onde o uso medicinal de Cannabis se tornou legal em 1996, e atualmente, a maioria dos estados já regulamentou o uso terapêutico da planta.

Os primeiros registros sobre o uso da maconha com fins medicinais são atribuídos ao imperador ShenNeng da China por volta de 2737 AC, que prescrevia chá de maconha para o tratamento da gota, reumatismo, malária e, por incrível que pareça, memória fraca. AMA+ME – Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis Medicinal

A popularidade da maconha como remédio se espalhou pela Ásia, Oriente Médio e costa oriental da África. Seitas hindus, na Índia, usavam maconha para fins religiosos e alívio do estresse. Médicos da antiguidade prescreviam maconha para tudo, desde o alívio para dor de ouvido, até para as dores do parto. Estes médicos também advertiam que o uso excessivo da maconha poderia provocar impotência, cegueira e alucinações (“ver demônios”).

histórita

A maconha foi trazida ao Brasil por escravos africanos, ainda durante o período colonial. Disseminou-se entre os índios, e mais tarde entre brancos, tendo sua produção estimulada pela coroa. Até a rainha Carlota Joaquina habituou-se a tomar chá de maconha, depois que a corte portuguesa se mudou para o Brasil.

O médico Pedânio Dioscórides, greco-romano, considerado o fundador da farmacologia, publicou sua obra “De Materia Medica”, a principal fonte de informação sobre drogas medicinais, desde o início do século I até o século XVIII. Dentre as mais de mil substâncias vegetais descritas e distribuídas em grupos terapêuticos, a maconha medicinal era indicada como tratamento eficaz para dores articulares e inflamações.

O artigo do PhD. EA Birch na revista The Lancet de 1889, uma das principais revistas médicas do mundo, delineou a aplicação da Cannabis Sativa L. para o tratamento de dependência ao ópio. A erva reduziu o desejo do ópio e agiu como um antiemético. Nos anos seguintes a maconha consolidou-se como medicamento nos EUA e na Europa.

Marijuana Propaganda Feeding God

No reclame dos anos 50, com produção que lembra o Além da Imaginação (uma série do fim daquela mesma época), o jovem Marty é convencido pelos amigos a experimentar maconha, fica tão chapado que resolve abrir uma garrafa de refrigerante simplesmente quebrando a embalagem, começa a sangrar, porque engoliu pedaços de vidro, mas nem percebe, porque estava muito louco. Depois de quase morrer, ele começa a usar heroína. A mensagem da campanha é que a maconha é a porta de entrada para drogas mais pesadas e a morte.

Consumida como hábito popular por árabes, chineses, mexicanos e afrodescendentes, minorias que eram socialmente discriminadas na época, a maconha passou a ser vista preconceituosamente por uma elite moralista, muitas vezes estimulada pela indústria concorrente do cânhamo (raça da espécie Cannabis Sativa L. que produz poucos canabinoides e alto teor de fibras). A fibra do cânhamo, natural e muito resistente, é forte concorrente para indústria do petróleo, algodão e das fibras sintéticas.

O cânhamo no início do século XX foi o material utilizado para confecção do tecido da maioria das telas dos utilizadas pelos grandes artistas. Na expansão do imperialismo, os europeu navegaram com velas e cordas produzidas a partir de fibras de cânhamo, por outro lado, o “prazer” proporcionado pelo uso recreativo e ritualístico da maconha, além de ser concorrente da poderosa indústria do álcool, sofreu preconceito religioso, moralista e social.

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A propaganda das cigarrilhas Grimault, em 1905, anunciava que a maconha medicinal serviria para tratar desde “asmas e catarros” até “roncadura e flatos”.

A tese de 1924 no qual o consumo da maconha era um mal foi fortalecida por Pernambuco Filho, um médico brasileiro que nunca havia defendido essa afirmação anteriormente, em conferência promovida pela “Liga das Nações” em Genebra, associando o uso maconha ao danoso uso do ópio, um dos maiores problemas de saúde pública da época, mas sua fala foi muito importante no proibicionismo mundial nos anos seguintes, segundo Prof. Dr. Elisaldo Carlini (UNIFESP).

Professor Carlini com Juliana Paolinelli e Katiele Fisher, associadas da AMA+ME, no Fórum: Visões interdisciplinares da maconha, (http://www.unicamp.br/unicamp/eventos/2015/06/02/visoes-interdisciplinares-da-maconha) ocorrido em junho de 2015.

Crazy orgies, conversations with Satan, permanent insanity, and murder: These were the calamities that could befall marijuana users of the early 20th century — according to anti-marijuana propaganda, the product of belligerent Federal Bureau of Narcotics Commissioner Harry J. Anslinger’s 1930 one-man “call to arms” campaign against the drug. All That’s Interesting

Marijuana Crime Film

But it wasn’t long before he was a man without a cause. In 1933, just three years after Anslinger’s appointment, Prohibition was repealed — and the purview of the Federal Bureau of Narcotics began to shrink.

With alcohol off the table, the department’s business was limited to narcotics like cocaine and heroin — drugs used by a very small percentage of the population. Chasing them down wasn’t going to result in fame or glory any time soon.

His anti-marijuana propaganda had strong racial undertones. He persecuted jazz musicians, saying that weed was leading them to make the devil’s music. Under his influence, the term “cannabis” was replaced with the Spanish word “marijuana” — a shift he used to link the drug and its usage to Latinos.

The anti-marijuana fervor only escalated throughout the latter half of the 20th century, and since Richard Nixon formally declared a war on drugs in 1971, the US government has spent around $1 trillion fighting — however nominally — the illegal drug trade.

Em convenção de 1961, a ONU determinou que as drogas são ruins para a saúde e o bem-estar da humanidade e, portanto, eram necessárias ações coordenadas e universais para reprimir seu uso. Com isso o uso medicinal da maconha foi fortemente suprimido, deixando pacientes e cientistas longe da maconha. Essa proibição contribuiu para o enriquecimento da indústria bélica interessada na manutenção de conflitos armados e deu início à guerra contra as drogas.

A American Medical Association (AMA), uma centenária associação de médicos americanos, em um desenho psicodélico nos anos 60, coloca o uso de Cannabis como normal ou cool, mas, numa narração cafona, apresenta os “fatos”: bagunça o pensamento, causa dependência psicológica “e” abre caminho para outras drogas.

Em 2009, a AMA, enfim, reconheceu os benefícios terapêuticos da Cannabis e requisitou ao governo americano que retirasse a Cannabis da lista de substâncias controladas do tipo 1. “Com o objetivo de facilitar a condução de pesquisas clínicas e desenvolvimento da medicina canabinoide.”

Nos anos 90, é mais elaborado e tem um público-alvo bem definido: os pais. Eles encontram um grupo de mães, o florista, o açougueiro, todo mundo dá bom dia, oferece um café e … um baseado. A idéia, aparentemente, é incentivar a conversa com os filhos, porque eles enfrentam esse perigo em qualquer esquina.

O praticante de artes marciais pronto para quebrar uma tábua, cria até um bom suspense, depois de exercícios de respiração e muita pose, ele erra o golpe e a tábua bate em sua cabeça. A mensagem é que a maconha te deixa lento. Mas não é só isso. O filme termina dizendo que os efeitos da Cannabis fumada podem durar até um mês.

O sistema endocanabinoide começa a ser elucidado pela ciência. Após a descoberta dos canabinoides internos, produzidos pelo próprio corpo humano, anandamida (N-araquidoniletanolamida) e 2-araquidonilglicerol (2-AG), dos receptores de canabinoides CB1 e CB2, e das enzimas relacionadas ao metabolismo dos mesmos, um sistema especializado se consolida. A comunidade científica focou na investigação do seu potencial clínico, com resultados encorajadores em muitas áreas. Os receptores canabinoides são identificados em várias células e sistemas, além do sistema nervoso central, e a ciência avança na área da imunologia e oncologia.

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O lançamento do livro Maconha em 2007, Cérebro e Saúde, dos neurocientistas Renato Malcher-Lopes e Sidarta Ribeiro. O livro se somou aos contínuos esforços de grupos brasileiros, sobretudo os ligados ao CEBRIDE, no sentido de divulgar para o público o entendimento do sistema endo canabinoide e seu potencial medicinal. O livro foi de grande impacto tanto no meio acadêmico quanto junto ao publico em geral, tendo sua primeira edição completamente esgotada, e servindo como um dos pilares para o desenvolvimento do roteiro do documentário Cortina de Fumaça, de Rodrigo Mac Niven.

A Marcha da Maconha, com a liberação pelo Superior Tribunal Federal foi um movimento vanguardista de excepcional impacto na discussão sobre as politicas que regem o uso da maconha no Brasil. O tema do uso medicinal sempre esteve presente neste movimento, que o levou às telas do programa Fantástico em 2011, onde pela primeira vez, uma enquete televisionada recebeu a maioria dos votos favorável à regulamentação da maconha no Brasil.

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A garotinha americana com 5 anos de idade, portadora de síndrome de Dravet, Charlotte Figi, (que determina epilepsia refratária), tem sua historia de sucesso no controle de crises convulsivas, com o uso de um óleo rico em CBD, produzido a partir de uma cepa de Cannabis Sativa L., que acabou recebendo seu nome, amplamente divulgada pela imprensa americana. O poder da internet espalha mundialmente o sucesso de Charlotte.

Anny Fisher, garotinha brasileira com 5 anos de idade, portadora da síndrome CDKL5 (que também determina um quadro de epilepsia refratária), tem sua historia de sucesso no controle de crises convulsivas, com o uso de um óleo rico em CBD, apresentada no programa Fantástico, a primeira paciente a conseguir na justiça o direito a importação do óleo. Juliana Paolinelli, portadora de dor neuropática; Gilberto Castro, portador de esclerose múltipla; Thais Carvalho, portadora de câncer de ovário, contribuem para conscientização do poder medicinal da maconha para a nossa sociedade.

O primeiro Congresso Internacional de Drogas, Lei, Saúde e Sociedade, organizado em 2013 por uma grande parceria entre a UnB, Conselho Federal de Psicologia, Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos, Associação Brasileira de Estudos de Psicoativos, Rede Pense Livre e a Coordenação de Saúde Mental do Ministério da Saúde, reuniu mais de 40 oradores vindos da Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, Portugal e Uruguai, além de profissionais de diversas áreas, ativistas, usuários e pacientes, tiveram pela primeira vez, voz e lugar de destaque num evento deste porte.

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O congresso ocorreu no Museu Nacional da República, e foi considerado o maior congresso sobre inovação de política de drogas já realizado na América Latina, teve enorme impacto político, aproximando todos os seguimentos envolvidos entre si e destes com os agentes políticos, abrindo espaços importantes de discussão junto ao Congresso Nacional, SENAD e Ministério da Saúde, o evento também contribui para a consolidação de uma rede interdisciplinar, que culminou com a criação da Plataforma Brasileira de Políticas Sobre Drogas, fundada formalmente em 2014.

A sociedade brasileira organiza-se em grupos de pacientes, que buscam seu alívio no tratamento com maconha medicinal. Pacientes portadores de doenças graves, muitas vezes incapacitantes, após superarem o preconceito em relação à maconha, descobrem a luz no fim do túnel. Portadores de esclerose múltipla, dores neuropáticas, transtornos psiquiátricos, doenças neurodegenerativas e sindrômicas (Parkinson, Alzheimer e Tourette), estagio avançado de doenças inflamatórias e autoimunes (Lupus, Chron, Artrites) e alguns tipos de câncer, são só alguns exemplos de pacientes que tem sua qualidade de vida muito favorecida com o uso da maconha medicinal.

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O custo humano potencial, de ignorar a evidência por tanto tempo, é difícil de prever. Dos 3 milhões de pessoas nos Estados Unidos com epilepsia, um número estimado de 500 mil não são ajudados por medicamentos atuais, de acordo com The American Epilepsy Society. Cerca de 50.000 morrem a cada ano por causa das convulsões, dados de 2015.

Fakemp-se: A maconha como porta de entrada, Milton Friedman, Gustavo Guedes, A VERDADE por trás da proibição da MACONHA, História da Maconha, Medical Hemp, Piauí autoriza produção de óleo de canabidiol, Fibra de “maconha” na produção têxtil, Hemp Car, Plantas Alimentícias Não Convencionais, alternativaS?!?, A história do jardineiro de Oxalá

A OMS removeu a maconha da categoria de drogas?

No final de julho de 2020, diversos sites espalharam a informação a respeito de uma nova classificação que teria sido anunciada pela Organização Mundial da Saúde. Sites como o Medicina News e o Diário Online afirmaram que a OMS teria removido, em seu último balanço, a maconha da categoria de drogas. A afirmação também foi bastante compartilhada nas redes sociais e em grupos do WhatsApp. Gilmar Lopes – E-farsas

No começo de julho de 2020, o site indiano de checagem de fatos Fact Crescendo entrou em contato com a Organização Mundial da Saúde, que lhe respondeu não ter tirado a maconha da categoria de drogas!

Conforme explicado pelo site Smoke Buddies, a posição da OMS em relação à maconha é que a entidade chegou a emitir um documento com recomendações para reduzir o controle internacional sobre a cannabis, mas a análise de um órgão de monitoramento das Nações Unidas concluiu que tais recomendações teria pouco impacto no controle internacional de drogas, a maioria dessas recomendações foi analisada e “vetadas” pela Organizaçao das Nações Unidas, após análise, isso foi em janeiro de 2019.

O ministro da Cidadania, Osmar Terra (MDB), tem usado informações e dados falsos ao falar sobre a possível legalização do plantio de maconha para fins medicinais e científicos em entrevistas ao longo dos últimos dois meses. Bruno Fávero – Aos Fatos

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que está com duas consultas públicas abertas sobre o assunto, foi acusada por Terra de querer forçar a legalização da droga no país.

Veja abaixo um resumo do que checamos:

1. Diferente do que diz o ministro, a Anvisa não estará contrariando a legislação se permitir o plantio de maconha para fins medicinais ou científicos. A Lei de Drogas, de 2006, já prevê essa possibilidade;

2. Também não é verdade que toda a propriedade medicinal da maconha esteja restrita ao canabidiol, uma das substâncias derivadas da planta. Existem remédios à base de THC, outro dos mais de cem canabinóides presentes na erva, e as pesquisas estão no começo;

3. É impreciso sugerir que a legislação restritiva da Suécia acabou com o problema das drogas no país. Embora os suecos apresentem consumo abaixo da média europeia de maconha e cocaína, o país tem a segunda maior taxa de mortalidade por drogas do continente e uma alta taxa de infecção por hepatite C entre usuários;

4. Também é impreciso dizer que 198 nações proíbem o plantio da maconha. A ONU só tem 193 países-membros (e mais dois observadores). Um levantamento de 2017 listava 12 países em que o cultivo era permitido. Desde então, ao menos outras 19 nações legalizaram a plantação para fins medicinais;

5. O ministro exagerou ao dizer que, em 2013, o número de auxílios-doença concedidos por dependência de álcool foi quatro vezes menor do que a soma de casos relacionados a outras drogas. Apesar de os auxílios ligados ao consumo de álcool terem, de fato, caído, eles continuavam naquele ano como a principal motivação de dependência química entre os novos beneficiários;

6. É verdade que o canabidiol pode ser produzido em laboratório. Um medicamento do tipo está na fila para ser aprovado pela FDA, agência que regula os remédios e alimentos nos EUA. Também há artigos científicos descrevendo como sintetizar o composto.

Em 2006, a dependência de álcool foi a razão de concessão de 13.760 auxílios-doença. A segunda droga que, sozinha, mais motivou benefícios foi a cocaína (2.434) e, depois, os canabinóides (275). Casos em que os beneficiados consumiram mais de uma droga ao mesmo tempo (o levantamento não especifica quais) somaram 7.295.

Em 2013, os casos relacionados ao abuso de álcool caíram 11%, para 12.123. Já os de cocaína totalizaram 8.490 benefícios, um aumento de 249% em relação a 2006. O mesmo aconteceu com o uso de múltiplas drogas, que foi para 21.688, variação de 197%.

Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a planta e seus principais componentes sejam reclassificados em tratados internacionais contra drogas. Os especialistas da entidade pedem que a maconha e o haxixe (obtido a partir da resina da cannabis) sejam removidos do Schedule IV, a categoria mais restritiva de uma convenção mundial de drogas realizada em 1961, assinada por países de todo o mundo.  ÉPOCA NEGÓCIOS ONLINE

O Schedule IV é a categoria reservada para substâncias particularmente nocivas e com pouco uso medicinal, nela que se enquadram as drogas mais perigosas, como como LSD ou heroína.

O documento ainda não foi oficialmente formalizado, mas já está circulando entre os defensores da substância, relata a Forbes. No pedido, os especialistas querem que a planta, o haxixe e o tetraidrocanabinol (THC) sejam todos designados no Schedule I, onde se enquadram substâncias menos danosas e com propriedades curativas ou medicinais.

“O posicionamento da maconha no tratado de 1961, sem evidências científicas, foi uma terrível injustiça. Hoje, a OMS tem a oportunidade de corrigir um erro. Espero que a política não atrapalhe a ciência”, afirmou Michael Krawitz, veterano da Força Aérea dos Estados Unidos e defensor da legalização da maconha.

ZZZze-se: História da Maconha, Fibra de “maconha” na produção têxtil, Tabaco e álcool sim, Maconha não. Por que?!?, Onde estudar maconha medicinal?!?, Cursos de saúde da UFPB: Uso medicinal da maconha, Mais pessoas estão usando maconha como um substituto ao álcool e remédios, diz estudo

Animais em 3D do Google

A nova funcionalidade foi anunciada pela empresa na sua conferência Google I/O de 2019, mas ganhou a atenção das pessoas justamente no início do isolamento social no Brasil, no final de março. Desde então, a popularidade dos animais em 3D diminuiu, mas voltou agora em julho, com quatro meses de quarentena. terra

A ferramenta de Realidade Aumentada (AR) chamou a atenção de usuários do Twitter, no sábado 28/03/2020, que desconheciam a novidade apresentada pela Google em 2019 durante a conferência anual Google I/O. O recurso permite, a partir da pesquisa por animais como cachorro, leão e tigre no buscador, visualizar modelos em 3D das figuras enquanto elas rugem, nadam, voam e emitem seus sons típicos, com uma pesquisa simples, é possível ver animais, planetas e até mesmo o esqueleto humano em 3D.. Clara Fabro – TechTudo

A tecnologia do Google permite, ainda, transportar os animais em 3D para a sala de sua casa com a opção “veja no seu espaço”, se o seu celular tiver suporte à tecnologia de Realidade Aumentada do Google. Confira a seguir a lista de animais disponíveis em 3D, mas, até o momento, apenas alguns deles que podem ser observados em realidade aumentada são: aligátor americano, urso, gato, cachorro, guepardo, lobo, pato, águia, pinguim, panda, cabra, ouriço-terrestre, cavalo, pônei, leão, tigre, arara, polvo, tubarão, guaxinim, cobra e tartaruga. Segundo o site de tecnologia 9To5Google, não existe, por enquanto, nenhuma lista oficial do Google com os animais que podem ser vistos em 3D.

Todos os smartphones com Android 7 ou superior e iPhones com iOS 11 ou superior possuem suporte para a ferramenta de observação em 3D da busca do Google. O problema é que nem todos podem utilizar do recurso “Ver no seu espaço”, já que uma outra tecnologia é necessária para isso, a ARCore, que é a plataforma para a Realidade Aumentada do Google, também é necessário que o celular tenha CPU com capacidade o suficiente para rodar todas as variações de imagem em tempo real.

A compreensão ambiental é o que permite ao ARCore identificar superfícies planas. A tecnologia consegue fazer isso procurando aglomerados de pontos-chave (os feature points) que parecem estar em um horizonte comum, como o chão ou uma mesa. O sistema detecta o tamanho e a localização de superfícies, disponibilizando os dados para o aplicativo, que pode então inserir objetos virtuais nos planos. Raquel Freire

Como ver animais em 3D pelo Google no celular

  • Abra o aplicativo de buscas do Google para celular
  • Pesquise o nome do animal que você quer visualizar (por exemplo, tigre)
  • Role os resultados de pesquisa para baixo até encontrar o modelo em 3D do animal
  • Toque em “Veja em 3D”
  • Quando o animal em 3D aparecer, toque em “Veja no seu espaço”
  • O aplicativo vai pedir para você apontar a câmera para o chão. Isso serve para a ferramenta de realidade aumentada se ambientar. Em alguns segundos, o animal deve aparecer na sua tela como se estivesse parado à sua frente
  • Você pode tirar fotos ou filmar o animal, inclusive com uma pessoa junto como se estivesse com ele

3dze-se: Photoshop CC 2018 e Maquete Eletrônica 3Ds Max 2018 e Vray: Free, Como desenhar um Buraco em 3D (Drawing 3D Hole), WORKSHOP DE ESCULTURA PARA INICIANTES, 2 mil livros sobre permacultura e bioconstrução, LITERATURA INDÍGENA: POR ONDE COMEÇAR?, Memória Quântica made in Rusnet, Painéis solares em Curitiba recebe destaque internacional, Córnea feita de células-tronco “reprogramadas”

Cartilha feita em parceria com o E-farsas ensina como reconhecer uma notícia falsa!

Cartilha feita em parceria com o E-farsas ensina como reconhecer uma notícia falsa!

O físico e ilustrador Newton Gonzales, em parceria com o E-farsas, elaborou uma cartilha ilustrada explicando de forma simples como reconhecer uma fake news!

O resultado de um estudo feito em parceria com o E-farsas, com dados do Nexo Jornal, da agência de Notícias Reuters Brasil e da Afp Checamos de alguns passos que devemos seguir para descobrir se uma notícia compartilhada na web é verdadeira ou falsa.

A cartilha ilustrada pode ser baixada no blog Nebulosa Bar e distribuída à vontade (pra você compartilhar discretamente no grupo da família no WhatsApp) e foi feita com base nos 18 anos de experiência que o E-farsas tem no assunto!

Entre em contato com o E-farsas

(11) 96075-5663 – t.me/efarsas

E-farzes-se: Veneno ecológico para matar ratos., VENENO ECOLÓGICO PARA MATAR RATOS.Santa manopla, ThanosFAKE X DISCERNIMENTO e CARTA 7 de PlatãoAMAZÔNIA E AS FAKE NEWS, OS INIMIGOS DE BOLSONARO, PT E PSDB, PRIVATIZAÇÃO E O CROCODILO DO FIDELPapai Noel dos Correios. + Fake NewsFake News JournalMatrix 4: ???Arango, cura câncer?!?