Uma Viagem Extraordinária

Conhecido por O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (2001), mas também responsável pelo duvidoso Alien – A Ressurreição (1997), Jean-Pierre Jeunet é dono de uma vasta imaginação. Sua marca como cineasta é misturar lúdico e inusitado e em Uma Viagem Extraordinária (L’Extravagant voyage du jeune et prodigieux T.S. Spivet, 2013) esse estilo está em todos os cantos da tela. Omelete

A psiquiatra suíça Elizabeth Kubler-Ross, em 1969, escreveu seu livro mais famoso, intitulado “On Death and Dying”. A obra ficou marcada pelo discurso dos cinco estágios que a pessoa pode sofrer no processo do luto: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Estágios que não precisam estar necessariamente nesta ordem e também podem acontecer em qualquer outro momento doloroso na vida de alguém. Focando mais em alguns e deixando outros sem muito aprofundamento, o novo filme de Jean-Pierre Jeunet lida com este tema delicado até certo ponto com maestria, porém o diretor se perde quando escolhe não se aprofundar no assunto. Guilherme AugustoCinema com Rapadura

De uma forma geral, o longa tem um tom ingênuo que pode parecer desconexo com a contemporaneidade. Porém, talvez resida nele a efetiva capacidade crítica social do filme baseado no livro O Mundo Explicado por T.S. Spivet, de Reif Larsen, que centra foco no núcleo familiar e nas indústrias científicas e midiáticas. Papo de Cinema

Spiveze-se: George Orwell, 1984 e Revolução dos Bichos, Eu Me Importo, Unesco disponibiliza mais de 80 filmes indígenas gratuitamente, Repo man, Cabeza borradora – Eraserhead, Free Energy, Micro hidrelétrica e redemoinhos, Quem matou o carro elétrico?, Empoderamento dos recursos, Planta autosuficiente, Miniusina de energia, Funcional Obsoleto

TODOS PRECISAMOS DA UTOPIA

Imagem Movimento Frank Zappa

“Quero a utopia, quero tudo e mais;
Quero a felicidade nos olhos de um pai;
Quero a alegria muita gente feliz,
Quero que a justiça reine em meu país.
Quero a liberdade, quero o vinho e o pão;
Quero ser amizade, quero amor, prazer;
Quero nossa cidade sempre ensolarada, 
Os meninos e o povo no poder, eu quero ver.

In: Coração Civil – de Milton Nascimento

A palavra “utopia” tem origem grega e é formada pelo u (prefixo de negação) e topos (lugar), representando, assim, o ‘não-lugar’ ou ‘o lugar que não existe’. O termo foi cunhado pelo humanista inglês Thomas More que, em 1516, chamou sua história de uma imaginária viagem até uma ilha idealmente governada chamada Utopia. HELOISA LIMAO sentido do ser

Esta Utopia apresentava uma realidade exemplar, justa e sem falhas. No livro, ela resultava em um sistema político ideal, uma sociedade perfeita com indivíduos bons que criavam e viviam em uma comunidade igualitária, harmoniosa e feliz. Diante da ameaça de censura política e religiosa, o autor resolveu colocar a ação em um mundo fictício, na desconhecida ilha Utopia, onde a liberdade era o bem mais precioso a ser resguardado.

E o que é liberdade para mim?

Primeiro, é uma bela palavra que emociona. Porque sempre penso que todos deveriam ter a liberdade de pensar, de escolher, de amar e de percorrer todas estas possibilidades tão fantásticas.

Assim, me entristece ver que para que pouquíssimos sejam “felizes”, uma esmagadora maioria seja alijada de uma vida mais plena, feliz e ‘utópica’.

Muitos filósofos já escreveram sobre a liberdade da mesma forma como falamos dela – a de fazer o que gostamos, de trabalhar naquilo que apreciamos, de escolher o homem ou a mulher com a qual queremos nos relacionar, de decidir em paz entre ler um livro, comprar uma bicicleta ou casar.

Se fôssemos verdadeiramente livres, o que faríamos com essa liberdade? Certamente a usaríamos para nos expressarmos, nos relacionarmos e para fazermos o que honestamente desejamos. Sem subjugar ninguém e sem mostrar submissão a quem quer que fosse.

Ser o que se quer“. A frase é curta, mas traduz uma perspectiva difícil. A liberdade deveria ser a maior prerrogativa de todo ser independente e que tivesse vontade de superar seus obstáculos.

No mundo criado por Georges Orwell, no sempre tão atual livro 1984, as pessoas são condicionadas a pensar que “a liberdade é escravidão“. Como agora, em pleno século XXI, ainda o são.

No entanto, sem a autoridade sábia e benevolente de uma verdadeira e solidária comunidade, a ideia de liberdade estará sempre baseada nos dogmas de uma determinada classe social, naquilo que a família ‘crê’, nas doutrinas religiosas, nos programas de televisão, nas exigências do mercado de trabalho ou no projeto político e sombrio do momento. Ou seja: em tudo aquilo que não inclua uma coletividade desinteressada.

E foi pensando em todas estas questões que me vi inspirada a contar a história de uma comunidade que há tempos conheci: Užupis.

Lá nos idos de 1995, um grupo de artistas e intelectuais residentes da cidade de Vilnius, capital da Lituânia, construiu e levantou uma estátua de Frank Zappa. Dois anos depois, no ‘dia dos insetos’ – primeiro de abril de 1997 – o bairro boêmio da cidade se declarou uma República Independente, contando, naquela altura, com um ‘exército’ de 17 homens.

Pouco depois, foram criadas quatro bandeiras nacionais (uma para cada estação do ano) assim como elaborada uma constituição que logo mais explicarei.

Passados mais de vinte anos, a ‘república’ ainda não foi invadida e permanece como um glorioso hino à liberdade.

O nome Užupis quer dizer “do outro lado do rio” que, no caso, é o Rio Vilnia, o mesmo que deu nome à Vilnius.

Esta área por muito tempo ficou isolada do restante da cidade por conta deste rio que formava uma divisória natural. Até que, no século XVI, alguns moradores da cidade resolveram construir duas pontes e ali passaram a viver.

Durante muitos anos a região foi povoada por judeus que foram perseguidos em tempos de guerras e mortos durante a ocupação nazista. Depois de alguns anos, passou a ser habitada por marginais, mendigos, desabrigados em geral, prostitutas e, posteriormente, também por artistas e boêmios.

Até março de 1990 tratava-se de um território absolutamente abandonado. Logo depois, essas mesmas pessoas revitalizaram todo aquele espaço pintando paredes, criando e fixando esculturas modernas, promovendo encontros culturais e musicais, dentre outras atividades artísticas. E tudo isso se desenrolou sem nenhum tipo de interferência política, justamente por tratar-se de uma zona totalmente negligenciada pela administração local.

Naquela altura, alguns artistas escolheram o trabalho de Frank Zappa (cantor, guitarrista e produtor da vanguarda norte-americana) como representante da “Republika” e começaram a coletar assinaturas para sua fundação. Apesar da total irrelevância de Zappa para a Lituânia, as pessoas aceitaram a ideia e deram uma enorme demonstração de apoio que deixou as autoridades muito perplexas.

E foi assim que, em 1997, Užupis declarou a sua independência.

Inicialmente levada como uma brincadeira, a ação foi ficando séria – o que levou à eleição de um ‘presidente’, à criação de uma moeda própria, uma bandeira e um hino nacional. Hoje, conta com representantes em vários países do mundo (incluindo o Brasil). Atualmente, além de residências, bares, restaurantes e lojas, possui feiras e exposições de arte ao ar livre.

A história de Užupis é um conto bizarro e, ao mesmo tempo, estranhamente encorajador acerca do que pode acontecer quando um grupo de libertadores encontra um espaço para edificar seus projetos.

Perguntei a um artista local se a concepção de Užupis inicialmente era a de um espaço, um estado ou um estilo de vida.

Tentamos ainda perseguir uma certa utopia“, explicou. “Reconhecendo que a implementação de todas as utopias anteriores foi uma experiência miserável, não buscamos mudar o mundo, mas simplesmente torná-lo mais agradável. Queremos criar um pequeno país onde possamos ser bons. Onde se pode aposentar-se e desaparecer. ‘Escapar’, em algum momento da vida. Uma vez passada a ponte sobre o rio, encontramo-nos em segurança no nosso país mítico. Se todos nós somos uma espécie de exilados, então, em certo sentido, Užupis é uma metáfora.

O espírito de Zappa nos persuadiu a declarar a independência do resto de Vilnius“, completou.

Sua constituição (traduzida em diversas línguas) é muito bonita e feliz para não ser compartilhada. Veja:

1. Homens e Mulheres têm o direito de viver nas margens do rio Vilnia e o rio Vilnia tem o direito de correr por entre todos eles.
2. Homens e Mulheres têm direito à água quente, ao aquecimento no inverno e a um telhado.
3. Homens e Mulheres têm o direito de morrer, não sendo, no entanto, uma obrigação.
4. Homens e Mulheres têm o direito de cometer erros.
5. Homens e Mulheres têm o direito de ser únicos.
6. Homens e Mulheres têm o direito de amar.
7. Homens e Mulheres têm o direito de não ser amados, mas não necessariamente.
8. Homens e Mulheres têm o direito de ser medíocres e desconhecidos.
9. Homens e Mulheres têm o direito de caminhar lentamente.
10. Homens e Mulheres têm o direito de amar e cuidar de um gato.
11. Homens e Mulheres têm o direito de cuidar de um cão até que um deles morra.
12. Um cão tem o direito de ser cão.
13. Um gato não é obrigado a amar o seu dono, mas deve ajudar em tempos de necessidade.
14. Algumas vezes, Homens e Mulheres, têm o direito de não ter consciência de seus deveres.
15. Homens e Mulheres têm o direito de estar em dúvida, mas isso não é uma obrigação.
16. Homens e Mulheres têm o direito de serem felizes.
17. Homens e Mulheres têm o direito de serem infelizes.
18. Homens e Mulheres têm o direito de ficar em silêncio.
19. Homens e Mulheres têm o direito de ter fé.
20. Ninguém tem o direito à violência.
21. Homens e Mulheres têm o direito de apreciar a sua insignificância.
22. Ninguém tem o direito de ter desígnios sobre a eternidade.
23. Homens e Mulheres têm o direito de compreender tudo.
24. Homens e Mulheres têm o direito de não compreender nada.
25. Homens e Mulheres têm o direito de ter qualquer nacionalidade.
26. Homens e Mulheres têm o direito de celebrar ou não celebrar o seu aniversário.
27. Homens e Mulheres devem lembrar-se do seu nome.
28. Homens e Mulheres podem partilhar o que possuem.
29. Ninguém pode partilhar o que não possui.
30. Homens e Mulheres têm o direito de ter irmãos, irmãs e pais.
31. Homens e Mulheres podem ser independentes.
32. Cada um é responsável pela sua liberdade.
33. Homens e Mulheres têm o direito de chorar.
34. Homens e Mulheres têm o direito de ser mal interpretados.
35. Ninguém tem o direito de culpar outra pessoa.
36. Homens e Mulheres têm o direito de ser um indivíduo.
37. Homens e Mulheres têm o direito de não ter direitos.
38. Homens e Mulheres têm o direito de não ter medo.
39. Não se anulem;
40. Não retruquem;
41. Não se rendam.

Infelizmente, Frank Zappa morreu dois anos antes de ter a chance de ver, no centro da cidade antiga de Vilnius, a estátua em sua homenagem erguida.

Mas nós todos continuamos vivos para refletirmos sobre este peculiar exemplo. Possível, desde que construído a partir do que genuinamente temos. E junto a quem verdadeiramente confiamos e amamos.

Afinal, o mundo é muito desconfortável para a maioria das pessoas – ainda que haja espaço e condições para todos viverem em equilíbrio.

Todos sonham com um lugar onde possam viver em paz, onde se possa manter o sentimento de harmonia, que é a unidade entre homens e alegria.

Então, deve haver um pequeno pedaço de terra onde a vida, desta forma, seja possível, não?

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Utopieze-se: Ilha das Rosas, Cidade Invisível, O Último Cine Drive-in, Rick and Morty, ILHAS PARA VISITAR ANTES QUE ELAS SUMAM DO MAPA, 5 novas ilhas no Ártico, Era da Pilhagem, Homem planta uma árvore por dia por 40 anos em ilha remota, O empilhador de livros

Modelos da Playboy recriam capas que protagonizaram 30 anos atrás

Os anos 80 e 90 foram o auge da Revista Playboy. Qualquer adolescente tinha uma guardada no quarto naquela época em que a internet ainda era quase inexistente. Mas como será que estão algumas das mulheres que foram capa da revista nessa época? A própria publicação mostra isso! Hypeness

Um artigo especial publicado este mês no site da revista convidou 7 modelos que foram capa da Playboy entre os anos 1978 e 1990 para posar para a revista novamente, recriando as icônicas fotos que protagonizaram cerca de 30 anos depois. O novo ensaio foi clicado pelos fotógrafos Ben Miller e Ryan Lowry.

As modelos que toparam mostrar que a beleza pode ser atemporal foram Kimberley Conrad Hefner (1988), Charlotte Kemp (1982), Cathy St. George (1982), Monique St. Pierre (1978), Renee Tenison (1989), Candace Collins (1979) e Lisa Matthews (1990). E elas continuam incríveis!

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Ze-se: Pin-up, Como Recuperar e Salvar uma Orquídea, O PAI DE TODOS OS MASH-UPS DO ROCK, 365 NUS, EU ESCOLHI VOCÊ, 400 Nudes, Primeiras fotos eróticas coloridas da humanidade

E…que Deus nos ajude!!

Assista aqui: FILMES GOSPEL CASSELI

O longa-metragem oferece uma bem humorada visão das igrejas protestantes dos EUA numa comédia de humor negro. TOM ROCHADestrutor

O roteiro é de Doug Max Stone e George Ratliff, e o último também se encarregou da direção. O filme se baseia num livro homônimo, Salvation Boulevard (2018), de autoria de Larry Beinhart.

E...que Deus nos ajude!!!

Set in the world of mega-churches in which a former Deadhead-turned-born again-Christian finds himself on the run from fundamentalist members of his mega-church who will do anything to protect their larger-than-life pastor. IMDb

Deuze-se: Oh My Gog!, CAMAZOTZ, O BATMAN DO MUNDO MAIA, A espera de Deus na linha verde!!!, Adeus Lênin, A igreja de todos os Deuses, Deus existe, Contos Indianos, O Estado Laico, Juan dos MortosReign Over Me, Eu, Christiane F., 13 anos, drogada, prostituída, In Time, Na Natureza Selvagem (spoiler)

Perdidos na Noite 1986-1988

Vários Artistas – Perdidos na Noite 1986/1988. ElLendadorock

Perdidos na Noite foi um programa dos sábados a noite liderado por Fausto Silva (Faustão), onde alem do humor e irreverencia o programa popularizou por abrir espaço e consagrar bandas nacionais.

01. João Penca e Seus Miquinhos Amestrados – Lagrimas de Crocodilo

02. Camisa de Vênus – Só o Fim

03. Os Inocentes – Ele Disse Não

04. Engenheiros do Hawaii – Eu Ligo Pra Você

05. Plebe Rude – Nova Era Tecno

06. Violeta de Outono – Outono

07. Titãs – Policia

08. Ratos de Porão – Juventude

09. Civil – Sistema

10. Capital Inicial – Musica Urbana

11. Ultraje Rigor – Sexo

12. Paralamas do Sucesso – Meu Erro

13. Marcelo Nova – Qual é a Sua Meu Rei?

14. IRA! – Envelheço na Cidade

15. Legião Urbana – Que País é Esse?

16. Kid Abelha – Fixação.

Perdidoze-se: Joelho de Porco, José Mojica Marins, Kid Vinil, ESTES TODOS QUE AÍ ESTÃO, Kid Vinil, Vanusa Sabbath, Baader-Meinhof Blues, 11 músicas que falam de saudade, Índios, Que País É Esse?

Tempestade / Love Vigilantes

Pato Fu – Tempestade / Love Vigilantes (ao vivo)

Tempestade – Maskavo

Chegou a tempestade devastando o lugar
E quem viu desesperou-se e comecou a chorar

O frio, queimando as plantas, castigando animais
A fome era o que mais assolava
Matando bons e maus em uma soh tacada

O sol retoma logo a dianteira
Mandando avisar que o ceu eh dele
E que tudo vai mudar

Tudo vai mudar
tudo vai mudar
Tudo vai mudar

E ja nao existia mais tristeza no ar
Assim que o sol nasceu
e comecou a brilhar

A luz tranquilizou toda a populacao
A chuva ja nao nos preocupava
Havia novo gas pra crowd da parada

Eh o sol quem toma conta do planeta
E manda avisar que o seu povo
nao precisa mais chorar
Nao precisa mais chorar
Nao precisa mais chorar
Nao precisa mais chorar


aa…

O sol que toma conta do planeta
Mandando avisar que o ceu eh dele
E que tudo vai mudar
Tudo vai mudar
tudo vai mudar
tudo vai mudar


ooo..
ooo..

Love vigilantes

Pato Ze-se: Diversão em cena – Música de brinquedo 2, com Pato Fu, Pato Fu – Bem Brasil, 1999, Falando sobre Pato Fu, Anormal, Um ponto oito, Vida imbecil, Um dia, um ladrão, Sobre O Tempo

George Orwell, 1984 e Revolução dos Bichos

George Orwell | 1984 | Revolução dos Bichos | Filosofia e LiteraturaSUPERLEITURAS

Blairze-se: Dia do trabalho, e a saúde?, Ilha das Flores, Quarto poder, Os cães, 1984!, Roda de Conversa sobre Direitos Indígenas E Contexto Urbano E O Trabalho do Programa “Índios na Cidade”, Descubra como utilizar as suas habilidades para o trabalho voluntário, Ikigai, Save Ralph, 7 livros de ficção científica que todo homem deveria ler

Eu Me Importo

A exibição de Eu Me Importo para aqueles que leram “comédia” na descrição do filme pode ser confusa. Dificilmente você vai soltar alguma risadinha durante a projeção. De fato, na maioria do tempo, o longa causa muito mais ojeriza. Então, ele não é exatamente uma comédia. 

Sabemos que a comédia enquanto gênero não exige tanto de si mesma e que se difere da comédia enquanto senso comum. Blakeson – que também assinou o roteiro do filme – resolveu levar esse descompromisso com a comédia sensorial até o limite, apresentando ao público uma história que se apoia na mais abjeta personificação da vilania: aquela que se aproveita de velhinhos indefesos.

Importeze-se; Aposentadoria da Água, O filtro de barro, Ecovila para idosos, Convivir, Preconceito, é preciso admitir!?!, CLE – Consolidação das Leis do Escravo, INSs com desconto, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, Manuel Edmilson da Cruz, 11 filmes para quem é apaixonado por Psicologia

Save Ralph

Salve Ralph – Curto Film Dublado Portuguesa & Subtitulo | Save O Ralph – Curta com Rodrigo Santoro. MARRYGN


The Humane Society of the United S
tates

O curta se chama “Save Ralph”, mas o objetivo da campanha da qual a animação faz parte é salvar não só o personagem coelho que batiza o vídeo, mas todos os animais ainda utilizados em testes para produtos de beleza ou farmacológicos em geral. Vitor Paiva – Hyperness

A animação foi criada em parceria com o Arch Model Studio como parte de uma campanha da Humane Society of the United States pelo fim dos testes animais em todo o planeta, e traz ainda em seu elenco as vozes de Olivia Munn, Zac Efron, Pom Klementieff, Tricia Helfer e do brasileiro Rodrigo Santoro como participações especiais. “Nenhum animal deve sofrer ou morrer em nome da beleza”, diz a chamada que encerra o vídeo, após Ralph aparecer ainda mais debilitado ao fim do seu dia de trabalho – ou tortura.

Saze-se: Fenômeno Baader-Meinhof, PRO TESTE, Mikey Chanel, Qual o Primeiro Animal na Imagem, Indústria 4.0 ou Quarta Revolução Industrial, Jardim da Empatia, A gente sempre soube.

Roda Viva – Ailton Krenak – 19/04/2021

Roda Viva | Ailton Krenak | 19/04/2021

No Roda Viva, a jornalista Vera Magalhães recebe o ambientalista e escritor Ailton Krenak. Considerado uma das maiores lideranças indígenas do Brasil,

Ailton Krenak é filósofo, escritor, poeta e jornalista. Se dedica à defesa dos direitos indígenas desde a década de 80. Fundou a ONG Núcleo de Cultura Indígena, organizou a Aliança dos Povos da Floresta e é doutor honoris causa pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais.

Krenak nasceu na região do Vale do Rio Doce, uma área profundamente afetada pela atividade de mineração, uma das maiores ameaças aos povos indígenas, que também sofrem com as invasões das terras demarcadas e com a exploração da madeira. #RodaViva

Krenakze-se: Ailton Krenak: próxima missão do capitalismo é se livrar de metade da população do planeta, 20 ideias para girar o mundo – Ailton Krenak, Ailton Krenak, CONSTELAÇÕES INDÍGENAS, Society 5.0, Martírio

Cuaracy Ra’Angaba – O céu Tupi Guarani

Documentário Cuaracy Ra’Angaba – O céu Tupi Guarani. Portal EBC

Dirigido pela documentarista Lara Velho, que se dedica à divulgação científica através do audiovisual, e codirigido pelo professor Germano Bruno Afonso, pioneiro na pesquisa da etnoastronomia brasileira, o filme mostra a trajetória do físico e astrônomo, no resgate deste conhecimento, que sem o devido registro, pode se perder em apenas duas gerações.

‘Cuaracy’ em tupi-guarani quer dizer Sol. ‘Ra’angaba’ significa imagem. O documentário adota a contração destas duas palavras para batizar a produção “Cuaracy Ra’Angaba – O Céu Tupi-Guarani” que traz ainda relatos de pajés sobre o seu conhecimento da leitura do céu.

Céuze-se: Guarani Kaiowa, Resistência Guarani, Pico do Guarani, Mapa Guarani Digital – Lançamento, Eu sou Guarani Kaiowá, AGUYJEVETE, Vamos plantar água? , LITERATURA INDÍGENA: POR ONDE COMEÇAR?, Índio? No Brazil? Nunca existiu?!?

Quintais produtivos

Quintais produtivos é a nova tendência da horticultura

O quintal Produtivo Agroecológico é uma tecnologia de fácil replicação e possibilidade de ampliação conforme disponibilidade de espaço e recursos (modular), utilizamos espaçamento de 30mx30m, com grande diversidade de culturas agrícolas (utilizando mudas de Acerola, Pinha, Pitanga, Caju, Goiaba, Graviola, Banana, Abacaxi e Mamão; Manivas de Aipim; milho, variedade com mais de 10 tipos de hortaliças, abóbora, pimenta em sementes e ainda mudas de essências florestais e sementes de plantas medicinais), foi fornecido adubo orgânico (esterco) e orientado a produção de compostagem, defensivos e fertilizantes naturais. Associação de Apoio ao Desenvolvimento Social Sustentável – Mandacaru

Os Quintais Produtivos fazem parte da composição da paisagem de uma pequena
propriedade baseada na produção familiar. No quintal próximo a casa a família planta e
cultiva plantas alimentícias, frutíferas, ornamentais, leguminosas e medicinais.
Para a família agricultora é no quintal que está grande parte dos alimentos para o
consumo do dia-a-dia é nesse espaço que os membros da família desempenham suas
atividades destacando a importante presença e participação da mulher como a principal
colaboradora na composição da diversidade de plantas e espécies que compõem essa
paisagem.

Outro aspecto importante é a geração de trabalho para os integrantes da família, pois é
um espaço onde todos participam desde as mulheres, crianças e idosos existe uma correlação de responsabilidade e troca de saberes de forma constante. Os idosos compartilham sua sabedoria popular, as crianças e os adultos aprendem aplicar a sabedoria popular e os conhecimentos na prática do trabalho diário. A IMPORTÂNCIA DOS QUINTAIS PRODUTIVOS NA ECONOMIA FAMILIAR – Rosangela Aparecida Pedrosa

Dessa forma pode-se afirmar que os quintais produtivos geram qualidade de vida por
meio de uma produção de alimentos saudáveis que respeitam princípios agroecológicos em sua produção. É local de reprodução do conhecimento tradicional onde é feito a seleção e multiplicação de sementes de variedades crioulas que passam por gerações.


Em suma o quintal produtivo possibilita colheitas de várias espécies durante todos os
meses do ano devido à diversidade existente. Os alimentos colhidos tem certificado de
origem, pois quem planta e colhe sabe melhor que ninguém a procedência do alimento.

Quintais Produtivos

Quintaze-se: Waldschule für kränkliche Kinder, Plantas Alimentícias Não Convencionais, alternativaS?!?, 80 atividades para crianças: simples, divertidas, de baixo custo e todas dentro de casa, As MELHORES PLANTAS pra HORTA, São Paulo ganha escola de hortas para pessoas em situação de rua, Projeto oferece coleta de lixo orgânico por assinatura e devolve adubo ou hortaliças, Sua horta

Ivo Holanda de Barros

As pegadinhas do Programa Silvio Santos se tornaram um símbolo da TV brasileira, principalmente as que envolveram Ivo Holanda. Contudo, as brincadeiras não ficaram restritas apenas ao humorista e teve outras pessoas que fizeram parte do quadro. Só que algumas vezes a situação passou do controle e precisou a produção intervir. Na telinha

Rasteira, tapa e Ivo Holanda quebrado: As pegadinha de Silvio Santos que deram errado
Ivo Holanda virou o rei das pegadinhas no Programa Silvio Santos

Veja algumas pegadinhas clicando aqui.

O artista, que começou na TV como calouro de Raul Gil e virou ator de pegadinhas no programa Alegria 81, apresentado por Gugu Liberato, é sucesso na TV (já bateu a Globo) e no YouTube, onde recentemente criou seu próprio canal.

 Ivo Holanda faz 85 anos e comenta suas cinco Câmeras Escondidas mais vistas

Veja outras pegadinhas clicando aqui.

Desde menino na pequena Pompeia, no oeste de São Paulo, Holanda cultivava fascínio pelo mundo do espetáculo, e se mudou para a capital como imitador de Vicente Celestino, seu ídolo pessoal. Para complementar o orçamento, foi engraxate, tapeceiro, marceneiro, pesquisador do Ibope, e sua profissão mais duradoura, contínuo por mais de três décadas em variados bancos. Ivo iniciou-se como ator no teatro amador em apresentações da Paixão de Cristo na periferia paulistana. Depois, desempenhou pequenos papéis em filmes de pornochanchada nos anos 1970 e atuou em circos. Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ele começou a carreira de artista como demônio. Depois foi o traidor Judas e Gestas – o ladrão que não se arrependeu dos pecados, crucificado ao lado de Jesus- em representações da Paixão de Cristo na periferia de São Paulo, nos anos 1970. ELISANGELA ROXO – Folha

Ivo Holanda, hoje com 85 anos, nasceu em 22 de junho de 1935, é ator e humorista brasileiro, conhecido como “rei das pegadinhas“.

Ivo Holanda publicou um vídeo anunciando seu canal no YouTube. No cenário, uma foto gigante ao lado do patrão e uma espécie de boneco inflável com o rosto do humorista e a frase “O saco de pancada”, homenagem aos quase 40 anos apanhando nas Câmeras Escondidas do SBT. Paulo Pacheco

 Aos 84 anos, Ivo Holanda quer ser youtuber para suportar quarentena: "Sou de beijo e abraço"

Instagram: ivoholandasbt

Ivoze-se: Comedia dell’arte, FICA TRANQUILO!?!, 15 Mind Opening LSD Quotes, El Chavo del Ocho, Começou o carnaval!, Burger King faz piada de Dia das Bruxas, O país da piada pronta!, FICA TRANQUILO!?!, O Poder Que A Bunda Tem

Quando me amei de verdade

‘Quando me amei de verdade’, Charles Chaplin

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar correto e no momento preciso. E então, consegui relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Autoestima.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha angústia e o meu sofrimento emocional não são mais que sinais de que estou agindo contra as minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é… Autenticidade.

Quando me amei de verdade, deixei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a perceber que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje sei que isso se chama… Maturidade.

Quando me amei de verdade, compreendi por que é ofensivo forçar uma situação ou uma pessoa só para alcançar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa (talvez eu mesmo) não está preparada. Hoje sei que isso se chama… Respeito.

Quando me amei de verdade, me libertei de tudo que não é saudável: pessoas e situações, tudo e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama… Amor por si mesmo.

Charles Chaplin

Quando me amei de verdade, deixei de me preocupar por não ter tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os megaprojetos do futuro. Hoje faço o que acho correto, o que eu gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos. Assim descobri a… Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. E isso se chama… Plenitude.

Quando me amei de verdade, compreendi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, é uma aliada valiosa. E isso é… Saber viver! A mente é maravilhosa

Ameze-se: Charles M. Schulz desenhando Charlie Brown, Preconceitos, padrões, estigmas e outras anomalias, Tornar-se adulto…, Miguelitos façam alguma coisa!, 11 músicas que falam de saudade, O filho eterno, Os índios nos gibis.

Ugly Models

É o caso da agencia de modelos londrina Ugly Models, que há 40 anos especializou-se em perfis de pessoas pouco convencionais para publicidade. Ugly, em inglês, significa feio.

No casting desta inusitada agencia de modelos tem atualmente 900 modelos, divididos em categorias que prezam pela “beleza incomum”. São homens e mulheres de todos os tipos (estranhos, é claro).

Há ainda um casting só de motoqueiros, aqueles tipos barbudos e cabeludos e suas Harleys; os bizarros, modelos à la Marilyn Manson, com o corpo lotado de tatuagens e piercings; uma lista só de gordinhos e outra de musculosos além da conta. Tem também gente assim, normal, e alguns modelos com idade avançada.

Mas o que chama mais atenção é a categoria “Matadores” ou “Assassinos”, como preferir. Nela, tipos que você nunca deixaria namorar com sua filha ou filho. Cara de mau é pouco para esse time – e tomara que ” matadores” seja só força de expressão.

Na capital paulista, um projeto parecido também tinha como objetivo mostrar o bonito fora do padrão. Criado pelos fotógrafos Felipe Lopez e Marcel Nascimento, e pela produtora Luana Vianna, o Ugly People Studio entrou em cena no ano passado e repercutiu na mídia. O objetivo da equipe era fotografar pessoas narigudas, altas, baixas, gordinhas ou magras, mas estilosas acima de qualquer suspeita. “O nome ugly pode ser considerado uma brincadeira com esse padrão de beleza que faz com que os outros sejam chamados de ‘diferentes’. Mas afinal, o que é ser diferente?” , questiona Felipe.

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