INVEJA E ADMIRAÇÃO

A inveja e a admiração são como as duas faces de uma mesma moeda, ambas refletindo sentimentos que expressamos diante de um outro e que só em função dele mesmo podem sobreviver. Explicando melhor, inveja e admiração só existem quando projetadas em alguém e jamais por vida própria. Solon SaldanhaVIRTUALIDADES.

A inveja é desejo de posse exclusiva; a admiração tem possibilidade de compartilhamento. Quando se inveja, se quer que a condição do outro seja nossa e não dele. Quando se admira, se deseja que as qualidades que se vê em alguém possam iluminar as nossas próprias, sendo bom exemplo e motivação. Quem inveja quer ser o invejado; quem admira gostaria de ser como o admirado. Mesmo assim, esses sentimentos são meio que irmãos, estando a diferença na carga emocional que carregam, que pode ser positiva ou negativa.

As invejas genéricas, não maliciosas e que se confundem com a admiração, em geral não são por uma pessoa, mas por aquilo que ela representa. Sempre invejei, na juventude, quem tinha toda aquela habilidade necessária para jogar um futebol de qualidade. Mas nunca desejei ser eu mesmo um Zico ou um Falcão: a mim bastaria não estar na categoria dos “pernas-de-pau”, mas não foram poucos os gols contra que tantos deles marcaram ao longo de suas vidas, apoiando causas e pessoas execráveis.

Há admirações que podem parecer incontestáveis, como se fosse uma prova a desmentir Nélson Rodrigues e a sua afirmação de que “toda a unanimidade é burra”. Quase não se teve tempo para admirar o Papa João Paulo I, que ficou apenas 33 dias no comando da Igreja Católica, mas quem poderia não gostar do seu sorriso sincero como o de uma criança? Temos ainda o pacifista indiano Mahatma Gandhi; a genialidade humilde de um Einstein, com sua língua de fora eternizada em fotografia; a luz suave do médium Chico Xavier, de Madre Teresa de Calcutá – que na verdade nasceu na Macedônia – ou de Dalai Lama; a inteligência de Marie Curie; a inquebrantável vontade de um Nelson Mandela, na sua luta por igualdade; a criatividade visionária de Leonardo Da Vinci; a enorme sensibilidade de uma Cora Coralina, dentre muitos.

Outras admirações, no entanto, são de fato inexplicáveis. Mas, fazer o quê? Sempre existirá alguém que prefira Ustra ao invés de Arns; Joseph Goebbels no lugar de Paulo Freire; Josef Mengele e não Nise da Silveira. O que representa dizer a tortura ao invés da proteção e acolhimento; a propaganda doutrinária e não a educação inclusiva; os experimentos brutais com seres humanos sendo cobaias ao invés da atenção e do cuidado respeitoso a doentes mentais, por meio da arte. Mas, enfim, são por situações como essas exemplificadas em três comparações que se pode dar razão ao que disse Lulu Santos em uma das suas canções: “Assim caminha a humanidade/Com passos de formiga e sem vontade”.

Discordâncias quanto às escolhas feitas não desqualifica em nada serem usadas, seja na íntegra, com alguns acréscimos ou retirada de nomes. Acho também que podemos listar admirações e reconhecimentos coletivos. Aos professores, profissionais da saúde, cientistas, líderes religiosos verdadeiramente desinteressados e muito mais. Não faz mal algum vibrarmos com o conhecimento e a ciência; com vitórias e conquistas alheias no esporte, na economia, na busca da paz e na valorização da vida. Porque esse é um caminho que nos humaniza, antes que a perdamos.

bônus musical de hoje é Admiração, com Paulinho Moska. Ele é um cantor e compositor carioca, cujo nome de batismo é Paulo Corrêa de Araújo.

Palavras Perdidas: Prêmio Darwin, Será que é amor?!?, Prêmio Nobel aos bombeiros de Brumadinho, José Mojica Marins

Super Máquina: Knight Rider

Knight Industries Two Thousand. É este o nome completo do K.I.T.T., o Pontiac Trans Am 1982 que o agente Michael Knight, vivido por David Hasselhoff, usa para combater o crime em Knight Rider,  série que no Brasil foi exibida como “A Super Máquina”, referindo-se ao KITT. Agora, como alguns de vocês já sabem (especialmente quem cresceu nos anos 1980), o Trans Am era mais que um carro — equipado com um avançado sistema de inteligência artificial programado para salvar vidas, ele era o parceiro de Michael Knight e também a verdadeira estrela da série.

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Para começar, ele ajudou a tirar a Pontiac de uma crise. No início dos anos 80 a divisão da General Motors passava por uma crise de identidade — enquanto a Chevrolet vendia esportivos e carros de entrada a um preço mais baixo, com Buick e Oldsmobile atuando nos segmentos superiores, a Pontiac tentava fazer um pouco de tudo — e acabou perdendo o foco, com as vendas caindo ano a ano. Os dias de glória do Pontiac GTO (que é considerado o primeiro muscle car moderno) e do Firebird já eram um passado distante.

Por sorte, uma nova série sobre um ex-policial que assumia uma nova identidade e agia acima da lei para combater criminosos, e seu parceiro era um programa de inteligência artificial instalado em seu carro — que também era uma máquina futurista e cheia de recursos que o ajudavam a sair de situações arriscaras e lutar pela justiça. Glen Larson, produtor da série, só não sabia que carro usar — quer dizer, até ver fotos do novo Trans Am. Assim que bateu os olhos nas linhas do carro, ele sabia que havia encontrado o veículo perfeito para o papel.

Em Knight Rider, o Trans Am é o personagem KITT, ou Knight Industries Two Thousand. Na série, o KITT nasceu como um supercomputador de última geração — uma máquina dotada de personalidade, que foi instalado em um carro com inteligência artificial. Seu objetivo? Ser usado em benefício de sua organização de combate ao crime que agia paralelamente à polícia, a Foundation for Law And Government (FLAG).

O carro foi entregue a Michael Long, policial que é dado como morto em uma operação à paisana. Ele é recrutado pela FLAG, recebendo uma nova identidade e um novo rosto, passando a se chamar Michael Knight. Seu título é o de Cavaleiro da Fênix (Knight of the Phoenix), nome escolhido pelos produtores por sua associação ao popular adesivo com um pássaro dourado que decorava boa parte dos Trans Am desde os anos 1970.

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A  série iniciou em setembro de 1982 e encerrou em maio de 1986, totalizando 4 temporadas e 90 episódios produzidos.

Palavras Perdidas: Robôs do Face criam língua própria – mas calma, não é a revolução das máquinas, Vídeo simula ação de robô-soldado, Encontre seu carro de cinema favorito, Como são os ‘CARROS’ na VIDA REAL??? Personagens do filme Carros Pixar.

O Céu Sobre os Ombros

O CÉU SOBRE OS OMBROS – Trailer Oficial. Vitrine Filmes

O Céu Sobre os Ombros é um filme que trata da solidão e das dificuldades da vida humana, mas também trata de como os homens criam suas saídas, suas respostas às dificuldades, sua felicidade.

Uma transexual que concilia a prostituição com a vida acadêmica, um atendente de telemarketing integrante da torcida organizada Galoucura e participante do movimento Hare Krishna e um escritor desiludido sustentado pela mãe. Estes são os personagens do premiado O Céu Sobre os Ombros. Guia da Semana

Vencedor de cinco troféus Candangos no 43º Festival de Brasília de Cinema Brasileiro (melhor filme, direção, roteiro, montagem e prêmio especial do júri), o filmes retrata o cotidiano e a intimidade das três figuras, que não possuem nenhuma relação umas com as outras.

O projeto radical de Sérgio Borges rompe as fronteiras entre ficção e realidade e promete uma nova experiência em frente às telonas.

Diretor: Sérgio Borges

Elenco: Everlyn Barbin, Lwei Bakongo, Murari Krishna e Grace Passo

País de origem: Brasil – Ano de produção: 2010

Classificação: 16 anos

O Ceu Sobre os Ombros 2011Márcio Murari

Numa mistura de documentário e ficção, três personagens exóticos são as figuras centrais. O desafio de cada um deles é retratar seu mundo íntimo e encenar situações reais das próprias vidas.

Palavras Perdidas: Oito filmes que retratam o suicídio, Malucos de Estrada: a reconfiguração do movimento hippie no Brasil, Irmão do Jorel, animação 100% brazuka, Ele Nunca Morre

SHOWLIVRE 20 ANOS – PITTY

O Showlivre está completando 20 anos de existência e para comemorar essa marca histórica estamos resgatando algumas das apresentações que marcaram essas duas décadas de muita música. Pra começar e celebrar a semana do rock, escolhemos a apresentação da Pitty no Estúdio Showlivre em 2014. Uma das principais figuras do rock nacional das últimas décadas, a roqueira baiana apresentou o álbum ‘Setevidas’ ao vivo em nosso estúdio

The Simpsons Composer Alf Clausen

Lior Phillips stops by Moe’s Tavern to talk to the man behind the music. Consequence – April 8, 2017

Thirty-five years ago this month, America’s favorite animated family made its debut as part of The Tracey Ullman Show. Lior Phillips speaks to longtime songwriter Alf Clausen, who is arguably the oldest member of the Simpson family, having been there from the start.

Clausen was born in MinneapolisMinnesota, and raised in Jamestown, North Dakota. Clausen was interested in music from a young age. He counts composer Henry Mancini as one of his heroes; his book Sounds and Scores inspired him. He began playing the French horn in the seventh grade and also learned piano; and he sang in his high school choir. He continued playing and learned to play the bass guitar, stopping singing because the choir met at the same time as the band. Wikipedia, the free encyclopedia

He studied mechanical engineering at North Dakota State University although, after being inspired by his pianist cousin, switched his major to musical theory. Whilst there, Clausen took a correspondence course at Boston‘s Berklee College of Music in jazz and big band writing.

You may not know the name, but he’s been one of the most influential and talented musicians you’ve heard for most of his life. For more than two and a half decades, Alf Clausen has been in his living room, the roots of his music entwining the joy receptors in his brain for half an hour at a time, which seemingly covered every genre from Latin jazz to jazz music. Broadway and wrote songs you know by heart, songs that can bring a smile to your face year after year.

He was also featured on The Simpsons albums and worked with Jackson Browne, David Byrne, The B-52s and U2. I’ve got two Emmys. One for “I’m Checkin’ In” and the other one where Homer wants the house of ill repute torn down, and Bart is working there and wants to keep it….

Alf Clausen has composed the music for every episode of The Simpsons over the past 27 years. He’s the man behind endlessly entertaining hooks like “We Put the Spring in Springfield” and “You’re Checkin’ In” (both of which won him Emmys). He is the never-before-seen but always-felt main character, alongside the intrepid Simpson family, the mastermind behind the nearly 30 musical cues in each episode.

Alf Clausen participa do 2016 ASCAP Screen Music Awards no The Beverly Hilton Hotel em 24 de março de 2016 em Beverly Hills, Califórnia.Paul Archuleta/FilmMagic

Alf Clausen is an American film and television composer. He is best known for his work scoring many episodes of The Simpsons, for which he was the sole composer between 1990 and 2017. Clausen has scored or orchestrated music for more than 30 films and television shows, including MoonlightingThe Naked GunALF and Ferris Bueller’s Day Off. Clausen received an Honorary Doctorate of Music from Berklee College of Music in 1996. Darryl HintonWikitrusted. 17 de julho de 2021

The longtime Simpsons composer sued his dismissal from the long-running series, saying he was discriminated against because of his age and a perceived disability. Associated PressBillboard. 08/6/2019

The lawsuit filed by Alf Clausen in Los Angeles Superior Court on Monday (August 5) for age discrimination, wrongful termination and retaliation comes nearly two years after Clausen says he was fired from writing and conducting all of The Simpsons.

Palavras Perdidas: AS PREVISÕES DE NOSTRADAMUS PARA 2021 e DOS SIMPSONS PARA 2022!, Simpsons Turn Down For What, The Pink Sedan (Simpson’s Family Sedan), Puta fã!?!

Fiat: Italy’s First Car

Leonardo da Vinci ideated the predecessor of modern automobiles. He was the first to think in concrete terms of a modern-era automobile. Then in 1769, Nicolas-Joseph Cugno invented the steam dray. The invention of this steam machine was the beginning of the history of motorization. Three decades later in 1807, François Isaac de Rivaz presented the first prototype of an internal combustion engine. life in italy

Most think immediately of Ferrari when they think of Italian cars —and rightfully so— Ferrari is considered the king of luxury sports cars. If you have ever driven one you understand why it deserved such a title! VIRTUALLITTLEITALY.COM

Italian cars, however, had much humbler beginnings, Fiat played an important role in the development of the Italian auto industry. Fiat was the first to manufacture cars in Italy, they recorded very close to the beginning of the automobile industry in 1899.

The name Fiat is an acronym F.I.A.T. stands for Fabbrica Italiana Automobili Torino, which means: Italian Automobile Factory of Turin, in 1900 the factory opened in Turin with 150 workers, and so did the first model, it was the 3 ½ CV — which can be seen in some private collections and car museums.

But it wasn’t until the 1850s that the development of the modern car reached a turning point. Thanks to Nicolò Barsanti

In 1859, he succeeded in patenting their engines in England, France, Belgium, Prussia and Piedmont. Although Italy was not yet unified. So it could not guarantee the protection of an international patent. The construction began in 1860 at the mechanical workshops of Pietro Benini in Florence.

Nascido a 24 de agosto de 1881 na pequena vila de Fobello, nos arredores de Turim, era o filho mais novo de um “oriundi” que tinha feito fortuna na Argentina, para regressar a Itália e fazer uma fábrica de sopas. Com jeito para os números, de inicio pensou ser contabilista, mas depois apaixonou-se pela engenharia, especialmente pela novidade que era o motor de automóvel.

Em 1898, aos 17 anos, tornou-se contabilista de um importador de bicicletas, Giovanni Battista Ceirano, onde nas horas livres, aprendia o oficio da engenharia, bem como o design e construção de máquinas. Com o tempo, aprendeu o suficiente para fazer reparações mecânicas quer em bicicletas, quer no novo brinquedo da alta sociedade. No ano seguinte, Ceirano e a sua empresa virou a Fiat e Lancia tornou-se num dos seus empregados, nomeadamente, inspector dos veículos que iam para a estrada.

Italian Cars History: Aquila Italiana 1912

FIAT (Fabbrica Italiana Automobili Torino) was born on July 11th, 1899. Its first model was the Fiat 3 ½ HP in 1899. The manufacturer produced just eight units. But at the end of 19th Century

As suas qualidades impressionaram os patrões e aos 19 anos, era o principal piloto de testes da marca, e no ano seguinte, seria piloto da marca nas competições em que participava. Em 1900, na segunda corrida em que participou, o Torino-Sassi-Superga, terminou como vencedor, dando a primeira vitória de sempre à marca de Turim.

A few years later Fiat achieved the first of many victories in car racing. Thanks to Vincenzo Lancia, winning the Torino Sassi-Superga in 1902.

In 1902 with a 24-horsepower Fiat, Vincenzo Lancia won the Sassi-Superga uphill race. Fiat continued to make a name for itself in the racing world and in 1908 it opened a factory in the USA, at that time Fiat was considered a luxury car only for the rich. LA BELLA VITA

Um piloto forte e determinado, que se tornou um construtor por mérito próprio e uma pessoa influente na história dos automóveis em Itália, um dos primeiros nomes automobilísticos que a Itália teve. A sua carreira não foi longa como corredor, mas teve a força suficiente para se tornar um construtor e fazer da sua marca uma das mais duradouras em Itália e ter nome no automobilismo até aos dias de hoje. Continental Circus

In 1905 the “Aquila Italiana” (Italian Eagle) opened in Turin. The engineer Giulio Cesare Cappa mounted a new prototype of engine on an automobile.The prototype marked the evolution of future four wheel models. In fact, it was the first to adopt important engineering solutions, such as the use of ball bearings for surfaces subject to friction. Plus the piston alloy and the use of the pedal clutch to initiate the ignition.

Lancia mostrou-se como um piloto veloz, normalmente o mais veloz de todos os seus concorrentes, mas as suas máquinas normalmente não conseguiam acompanhar o seu ritmo e destruíam-se pelo caminho, por isso que não alcançou a vitória em três provas importantes: a Taça Gordon Bennett de 1905, a Targa Flório de 1906 e o primeiro Grande Prémio de França, no mesmo ano. Contudo, já tinha feito nome em Itália, quando venceu a Coppa Flório de 1904.

Em 1906, aos 25 anos, funda a marca com o seu próprio nome, apesar de continuar a guiar pela Fiat por mais dois anos, até começar a construir os seus próprios automóveis, como o Alfa 12HP, vendendo mais de cem exemplares, alguns deles servindo para corrida. Em poucos anos, outros modelos sucederam-se, e Lancia dedicou-se mais aos negócios do que à competição.

Lancia was opened in Turin in 1906 by the famous Fiat driver Vincenzo Lancia, who, together with Claudio Fogolin, founded the company called Lancia & C. The company logo design was entrusted to Count Carlo Biscaretti di Ruffia, a big fan of the motorsports (who later founded the homonymous car museum). The first model produced was the Lancia 12HP in 1908. Vincenzo’s brother Giovanni suggested using Greek letters to name the different models, and the Lancia Alfa was born, selling 108 models. Able to reach speeds up to 90 kmh (56mph), the Alpha had a 28hp 2544cc engine with a shaft drive instead of the more popular chain, and without a doubt was a really attractive car.

And on April 5, 1908, won first place in the straight section race at Padova-Bovolenta, and two years later earned “best performance in class”. Also in 1908 during its first year of racing activity, Lancia obtained two important victories in the U.S., thanks to William Hilliard. The first was placing third overall at the Meadowbrook Sweepstakes in Long Island on October the 10th; the second was on November the 25th , when Lancia won The International Light Car Race of the Automobile Club of America.

Alfa Romeo was founded on June 24, 1910 under the name A.L.F.A. (Anonima Lombarda Fabbrica Automobili). Like Lancia, the name again recalls the Greek alphabet, but this time Alfa wished to express the beginning of a new type of automobile, cars especially built to be sports cars.

In 1914, after the murder of Archduke Francesco Ferdinando in Sarajevo, Austria declared war on Serbia. Indeed, it was the beginning of World War I. And yes, it affected the development in the history of Italian cars.

Most European car companies had to convert their production to something more lucrative. Of course, it was warfare. At the end of WWI, the industry re-converted to civil vehicles. While Italians were trying to return to everyday life, a new struggle was born. In 1919, Benito Mussolini founded the “Fasci Italiani di Combattimento”. Later in 1922, Mussolini’s party marched on Rome. Hence Fascism was born.

Se Lancia em público era um homem perfecionista com os seus carros, em privado, era um “bonvivant”. Amante da boa comida e da ópera (especialmente Richard Wagner). Apesar de tudo, a sua dedicação à empresa é tal que se casa tarde, aos 41 anos, com a sua secretária, Adele Miglietti, tendo três filhos, entre eles Gianni Lancia. Ao longo dos anos, para além da sua marca, torna-se apoiante do automobilismo no seu país. Torna-se num dos apoiantes da construção do Autódromo de Monza, em 1922, e é um dos fundadores da casa de design Pininfarina, em 1930.

Italian Car history: Fiat 509 Coupe 1925

Senator Giovanni Agnelli wasn’t one to think small. He created the Lingotto, aka the factory. In 1925, it produced a new model the Fiat 509. In one year, it sold over 90000 units. The poet Gabriele D’annunzio compared the 509 to a woman. The poet said they both had grace, slenderness, and the vitality of a femme fatale. In 1932, Fiat launched the “Fiat 508 Balilla”, replacing the 509.

So, in 1928, Lancia birthed the “Dilambda”. Dilambda’s engine was an 8-cylinder V 24° with a maximum power output of about 100hp. About 1700 Dilambdas units sold. But, tellingly, the exit of the car coincides with the collapse of Wall Street and the ensuing financial crisis, and that the Dilambda’s selling price was prohibitive in 1931, costing 58,000 Lire, while later, an Artena would cost 24.500 Lire.

The Pininfarina company was born in Turin on May 22, 1930 thanks to Battista Farina. In the first years of production until the outbreak of World War II, the company became known for its craftsmanship of a small number of special bodyworks designed for Alfa Romeo, the Hispano-Suiza, the Lancia, and the FIAT. Of course, today the Pininfarina brand is international.

Furthermore, in 1931, the Artena and Astura replaced the Lambda and the Dilambda. The Astura became the official government transport for high dignitaries of Mussolini’s regime. Mussolini himself loved the Astura and had a custom 1939 Lancia Astura designed by Pininfarina in which he paraded several times through fascist Italy streets.

Italian Cars: Lancia Lambda 1926

On the Italian side, in 1936, Fiat sold the new Fiat 500. A true icon in the history of Italian cars.

Vincenzo Lancia morre a 15 de fevereiro de 1937, aos 55 anos, vitima de ataque cardíaco. Foi enterrado no mausoléu da família, em Fobello.

Enzo Ferrari drove for Alfa Romeo. But the real birth of Ferrari is on September 1, 1939, when Enzo Ferrari founded the “Auto Avio Costruzioni”. The “Auto Avio Costruzioni” later became the “Scuderia Ferrari” -in 1947.

Palavras Perdidas: Fiat 147 a álcool, 40 anos., Porsche, Fusca: a volta dos que não foram., Koenigsegg and Pinchcliffe Grand Prix, Fusca de Lego, DeLorean elétrico, Lamborghini Countach LPI800-4

Doctors Share X-Ray Pictures That Gave Them Second Thoughts

X-rays may be used to identify weapons used in some crimes perpetrated against individuals. Elizabeth GrilloParent Influence

The man’s head was littered with nails after someone had used a nail gun. The X-ray is fascinating to look at, even if it was a painful way to die.

Jingling keys in front of newborns is a common practice for parents hoping to distract their children and prevent them from screaming while they’re out in public. Those keys made it into the skull of a 17-month-old infant via his eye socket and into his skull.

Unlike humans, a snake is unlikely to be able to follow your instructions if you tell it what to do, this snake not only discovered an electric blanket, but went on to consume it entirely. When the snake was taken to the vet for an X-ray, it was 12 feet long and belonged to a person in Idaho.

O adolescente australiano Shafique el-Fakhri teve seu olho perfurado depois de ser atacado com uma cadeira em uma casa noturna. Depois de uma cirurgia complicada, o objeto foi retirado e o olho do jovem, salvo. O rapaz ficou um mês internado e, quando recebeu alta, já tinha recuperado 95% da visão.

Palavras Perdidas: 8 alimentos entre os mais ricos em vitamina D, Photoshop CC 2018 e Maquete Eletrônica 3Ds Max 2018 e Vray: Free, Eles Vivem, Dupla helice

Irmão do Jorel, animação 100% brazuka

Na década de oitenta consumíamos o refugo de desenhos da década anterior – para resumir tudo que foi feito pelos estúdios Hanna-Barbera – e claro os hoje clássicos He-Man, She-Rá, Caverna do Dragão e Thundercats. magalsama – sociedade do quadrinho24 de janeiro de 2016

Aos artistas de giz de cera, que viam horas de Zilion e Hong Kong Fu, a única coisa que ficava muito  clara era: não se faz desenhos no Brasil. E a Turma da Mônica? Agora sim.

Imagem: Abertura da série irmão do Jorel

A reformulação da chamada Lei da TV Paga, em que todo canal deve ter, pelo menos, três horas e trinta minutos de produções brasileiras – fico muito feliz em ver algumas produções nacionais ganhando espaço em canais como Cartoon Network, Boomerang e Nickelodeon. Dentre elas a minha favorita é O irmão do Jorel.

Criada pelo quadrinista e ex-VJ da MTV Juliano Enrico, O irmão do Jorel é a primeira série de animação original do Cartoon Network – também co-produtora juntamente com o Copa Studio –  feita no Brasil e na América Latina. A primeira temporada contou com 26 episódios de aproximadamente onze minutos cada.

Jorel, como diz a propaganda, o príncipe das marés, a série não é sobre seu irmão caçula que é chamado apenas de irmão do Jorel que vive na sombra de seu irmão popular e de seu outro irmão, Nico.

Ele é uma criança hiperativa e alegre, possui imaginação fértil, adora brincar com comida, brincar com sua raquete de tênis e assistir aos filmes de seu maior ídolo, Steve Magal, com sua avó materna Gigi. Wiki Irmão do Jorel

Quando eu comecei a compartilhar a minha história de ser irmão de alguém muito popular, eu percebi que muitas pessoas também falavam de histórias parecidas, se identificavam com essa situação de ser irmão de alguém, filho de alguém, de ser sobrinho de alguém e durante determinado tempo da vida essas pessoas não tiveram um nome…” Juliano Enrico disse.

Cartoon Network – Irmão do Jorel. Making of: Criação – 2014. Cartoon Network Brasil

De acordo com o criador da série, o desenho Irmão do Jorel começou a ser desenvolvido em 2002 como uma HQ, na época em que ele desenhava tirinhas para a “Revista Quase”, e em 2006 os quadrinhos ganharam uma coluna atualizada semanalmente no site da revista. De acordo com o “Making-of” exibido durante os comerciais no Cartoon Network, para criar os personagens, Enrico se inspirou em fotos e vídeos da sua própria família,  Em 2009, Enrico se inscreveu em um concurso do Cartoon Network para a produção de um piloto da série animada. O projeto faturou um prêmio de desenvolvimento no valor de US$ 20 mil, em 2012, durante o Fórum Brasil de Televisão. O primeiro piloto da série foi desenvolvido com a Copa Studio, alguns conteúdos do piloto foram apresentados no episódio da série O Pequeno Mestre do Gi Gitsu.

Em 11 de junho de 2012, a série Irmão do Jorel começou sua produção. A primeira promo da série foi exibida no Cartoon em 4 de agosto de 2014 e sua estreia oficial aconteceu em 22 de setembro de 2014.

Todos me chamam de Irmão do Jorel, mas meu verdadeiro nome é…

É capaz de criar e acreditar nas mais absurdas histórias. Ele também está sempre disposto a criar algo novo e mudar o mundo de alguma maneira, enfrentando os obstáculos da vida com seu otimismo.

No restante da América Latina, é dublado por Jesús Hernández.

Palavras Perdidas: Póstumo, Mandrágora, CONSTELAÇÕES INDÍGENAS, Golden Shower: Total Control (SD) (2001), Queda Livre!, BRANCA ALVES DE LIMA

James Cameron afirma que a Skynet destruiria a humanidade apenas com deepfakes 1.2

James Cameron é apenas o diretor de dois dos filmes que mais faturaram na história: Avatar, de 2009, rendeu US$ 2,85 bilhões e ocupa o primeiro lugar no ranking. Titanic vem em terceiro, atrás apenas de Vingadores: Ultimato, lucrando US$ 2,19 bilhões de dólares. Pablo Nogueira – Hardware.com.br

No entanto, há outro filme de James Cameron, da década de 1980, que revolucionou a indústria: O Exterminador do Futuro. Em 1991, Cameron dirigiu a sequência do filme, considerada melhor que a obra anterior.

No filme, o protagonista é um cyborg conhecido como exterminador, interpretado por Arnold Schwarzenegger, que viaja no tempo para evitar o surgimento da Skynet, um sistema de inteligência artificial que causa um holocausto nuclear em 2029.

Assim nasceu a Skynet e sua revolução, uma mente artificial capaz de colocar toda a humanidade em xeque e levar os seres vivos à quase extinção. Cameron, que escreveu o roteiro do filme sob efeito de drogas, agora confirma em entrevista à BBC que, se a Skynet existisse, ele usaria uma arma diferente das nucleares para acabar com tudo. Uma arma? Um vírus? Não! Os deepfakes. Gabriel Martins – trecobox

Aliás, ao iniciar a entrevista, Cameron cita o problema de que todas as tecnologias que nós criamos, aparentemente, em algum momento, “dão errado”.

Avatar, de 2009, revolucionou a indústria cinematográfica com os seus avanços em efeitos especiais e capturas de movimento.

Destacando o avanço dos efeitos visuais em imagens e filmes, o cineasta afirma que, conforme aprimoramos essas ferramentas, “criamos recursos para mídias falsas”.

No entanto, segundo ele com a velocidade de informação de notícias, pode haver um incidente preocupante antes de descobrirmos que a mídia é falsa.

Deepfake com o rosto do ator Tom Cruise em outra pessoa.

“Já vimos diversas situações — a Primavera Árabe é um clássico exemplo — em que as revoltas foram praticamente instantâneas graças às mídias sociais”.

Ao admitir seu ceticismo em relação à inteligência artificial e o temor pelos deepfakes, James Cameron comenta sobre o fato de que toda tecnologia já criada foi utilizada como armamento.

“Eu digo isso aos cientistas de inteligência artificial o tempo inteiro, mas eles afirmam ter o controle da situação: ‘Só basta a gente garantir que as IAs sirvam para um propósito correto’…”

“Se a Skynet quisesse acabar com o mundo e exterminar todos nós, seria algo similar ao que está rolando atualmente. A Skynet não precisaria acabar com toda a biosfera e o meio ambiente com armas nucleares. Aliás, seria bem mais fácil e demandaria menos energia, pois a Skynet iria apenas fazer com que as nossas mentes ficassem umas contra as outras”.

Portanto, o premiado cineasta afirma que precisamos ter um pensamento crítico maior, ressaltando que temos milhares de ferramentas de pesquisas disponíveis, mas as pessoas não as utilizam para verificar a verdade.

Ao finalizar a entrevista, James Cameron faz uma brincadeira: “Eu mesmo poderia ser um deepfake neste exato momento”.

Arnold Schwarzenegger parece muito feliz em ver o progresso da tecnologia TerminatorCosmoBroadCasting.com

“Quase tudo o que criamos parece dar errado em algum momento. Estamos trabalhando em efeitos digitais de ponta, e nosso objetivo tem sido torná-los cada vez mais fotorrealistas. E cada vez que os otimizamos, estamos essencialmente construindo uma caixa de ferramentas para criar elementos falsos.”

“Os responsáveis ​​sempre dizem que não, que está tudo sob controle, e que com essas inteligências artificiais sempre usam alvos adequados. Mas quem decide quais são esses alvos? Quem financia a pesquisa, que são grandes corporações ou o Ministério da Defesa. significa que eles vão ensinar essas novas entidades sencientes a serem gananciosas ou assassinas. Se a Skynet quisesse assumir o controle e nos eliminar, acho que seria como se já estivesse acontecendo. Não teria que aniquilar toda a biosfera e o meio ambiente.com armas nucleares para alcançá-lo. Seria muito mais fácil e exigiria menos energia voltar nossas mentes contra nós mesmos. Tudo o que a Skynet teria que fazer é falsificar algumas pessoas, colocá-las umas contra as outras, instigá-las e apenas executar essa falsificação gigante na humanidade.”

CHIAR – IMGUR. 29/12/2017

Compartilhe isso: Comida de tubarão, O Exterminador do Futuro: Gênesis, Starlink Musk Skynet, A evolução dos robôs.

Previus version: James Cameron afirma que a Skynet destruiria a humanidade apenas com deepfakes, Você Consegue Sobreviver ao BASILISCO de ROKO?, MANO… QUE REVELAÇÃO INQUIETANTE!

O que ‘Supernanny’ viu em 10 anos

Durante cerca de uma década, Cris Poli visitou diferentes lares pelo Brasil para ajudar os pais na relação com os filhos. No programa “Supernanny”, exibido pelo SBT, ela se tornou figura constante no imaginário de muitas famílias brasileiras. Vinícius LemosBBC News Brasil. 26 maio 2022

Educadora argentina Cris Poli conduziu a versão brasileira do ‘Supernanny’

A versão brasileira do programa criado na televisão inglesa estava prevista para durar cerca de um ano no Brasil, mas devido ao sucesso chegou a 10 temporadas. Mesmo após o fim do material inédito, a atração foi reprisada algumas vezes e até hoje é assistida no YouTube – onde acumula milhões de visualizações.

Mais de cinco anos após o fim do programa, a ânsia por uma “super-heroína” para enfrentar os problemas relacionados a deos filhos pequenos continua a mesma. Cris ainda recebe inúmeros pedidos de ajuda e passou a dar consultorias particulares de modo virtual a famílias de todo o país.

Ela, uma educadora argentina que nunca havia trabalhado na televisão, foi uma mudança completa de vida. Cris deixou o serviço em uma escola cristã bilíngue em São Paulo para se arriscar diante das câmeras. A experiência é classificada por ela como positiva e de muito aprendizado.

Supernanny acompanhou cerca de 150 famílias em diversos lugares do país. Eram duas semanas em cada casa, que incluíam dias de observação e outros de aplicação do método adotado no programa.

Nessas casas, Cris notou dificuldades semelhantes que considera que persistem até hoje em muitos lares.

“As famílias procuravam a Supernanny por conta das crianças, porém a primeira e maior mudança é nos pais, porque se os pais não mudam, a criança não muda”, diz Cris à BBC News Brasil.

Supernanny chegava aos lares após a família se inscrever por meio do site da atração. Na época havia milhares de pedidos de ajuda de todo o Brasil.

“Essas famílias assinavam um contrato dispostas a expor os problemas delas na televisão em rede nacional. O que não é fácil e dá uma ideia do grau de desespero muito grande em que essas pessoas estavam”, comenta.

Outro ponto que ela ressalta é a falta de demonstração de afeto nas famílias. “Não duvidei nunca e nem duvido que esses pais amem os filhos. Mas esse amor precisa ser exteriorizado. A criança precisa saber e ouvir do papai e da mamãe: eu amo você”, diz.

Por meio do método da Supernanny, Cris tentou ajudar a resolver os diversos conflitos familiares.

Assim como outros países que também compraram o formato, a versão brasileira do programa Supernanny, que passou a ser exibido em 2006 pelo SBT, seguiu um manual criado pelos ingleses. Ali estava o método que deveria ser adotado e a forma adequada para lidar com os pais e as crianças.

Com o passar dos anos, diz Cris, foram feitas algumas alterações pontuais para trazer características mais próximas à realidade brasileira na condução do programa. No entanto, o conteúdo em geral permaneceu o mesmo da versão inglesa.

O “cantinho da disciplina”, por exemplo, veio do formato original. Nesse método, que se tornou popular em lares brasileiros, os pais determinam quais regras os filhos devem seguir, como escovar os dentes após as refeições ou lavar as mãos antes de se alimentar.

Durante o programa, a Supernanny cria uma rotina para a família, aponta algumas regras que podem ajudar no cotidiano e há também um quadro com avaliações, no qual a criança pode conquistar um ponto se for obediente (ao atingir determinado pontuação ela ganha uma recompensa) ou perder um ponto se não respeitar as regras da casa (isso pode gerar pequenas punições).

O método adotado no programa não é unanimidade e é apontado por alguns especialistas como uma forma autoritária de educar uma criança. Cris discorda dessas críticas e argumenta que o programa foi positivo para as famílias.

“É natural, você tem um ponto de vista e tem gente que concorda ou que discorda. Eu aceito, porque não tenho a verdade absoluta disso. A única coisa que posso trazer como base de que estou certa naquilo é o resultado. As 150 famílias com problemas diferentes e históricos diferentes aplicados os mesmos princípios deram certo”, rebate Cris.

Ela diz que até hoje aplica um método semelhante em suas consultorias online.

Em um dos programas, anos após a estreia, Cris revisitou algumas das primeiras famílias que acompanhou. Ela diz que algumas continuaram seguindo cerca de 80% de tudo o que a educadora ensinou no programa.

A educadora, hoje com 76 anos, acredita que é pouco provável que a atração volte. “Acho que foi um ciclo que não tem como voltar”, comenta.

“Naquela época (do programa), a internet já era um problema, mas hoje cresceu muito com a disponibilidade dos celulares e das redes sociais. As crianças são colocadas na frente do celular ou da internet muito cedo, isso é prejudicial”, declara.

Ela comenta que a recomendação de especialistas é que crianças de 0 a 2 anos não tenham nenhum contato com telas.

“O cérebro está em formação, os neurônios se multiplicando e a criança pequena é uma esponjinha e pega tudo o que você colocar pra ela. Essa criança precisa brincar, precisa de brinquedos interativos e estar com os pais”, diz a educadora.

Palavras perdidas:

The Hypercar No-one Believed Existed – Devel 16

The Hypercar No-one Believed Existed | Devel 16

It’s finally here! The long-awaited hypercar that you didn’t think existed, the Devel Sixteen. This first production car has a custom made v8, with room for the full V16 in the next production car. Alex takes you through the progress made since we last saw this car four years ago… The interior, the coolest features and a drive on the Dubai Autodrome track. Keep an eye on the channel as well be the first ones to cover the first V16 produced!

For more on the Devel Sixteen check out their channels below: https://www.instagram.com/devel_sixteen https://www.develmotors.com https://youtu.be/hfwY5EskBPg

Others previous: Devel Sixteen, reaparece!?! 1.2, Lamborghini Countach LPI800-4, FUSCA GIGANTE COM MECÂNICA V8 NA DIANTEIRA – MOSTRE PARA SEUS AMIGOS

O Beijo da Vida

Ao ver a foto sem ler o texto, quem tiver preconceito vai se sentir alarmado.

Outros verão uma pose ′′artística′′ nisto.

Na verdade, é sobre isso que se trata:

Randall Champion tocou acidentalmente uma linha de alta voltagem, chocou com eletrocussão e seu coração parou.

Um colega de linha, J.D. Thompson, realizou reanimação cardiorrespiratória boca a boca até os paramédicos chegarem.

Champion sobreviveu.

Esta famosa foto é conhecida como ′′O Beijo da Vida”. (1967) Foto de Rocco Morabito.

Como dizem, tudo está nos olhos do espectador.

O trabalho dos eletricistas, apesar de não ser valorizado como deveria, é para poucas pessoas, é um dos trabalhos mais perigosos que existem, uma vez que os profissionais lidam com equipamentos de alta tensão. Além disso, ainda é necessário ter um conhecimento profundo sobre eletricidade. O momento que foi registrado, entrou para a história depois de vencer o Prêmio Pulitzer com a foto “O Beijo da Vida”. iphotochannel

Em julho de 1967, na Flórida, um fotógrafo e jornalista do Jornal Jacksonville, de nome Rocco Morabito estava indo a um evento. No caminho, parou para acompanhar o trabalho de dois eletricistas que estavam em cima de um poste ali perto.

Rocco contou que, ao passar pelos homens, escutou gritos. Quando olhou para cima, viu um dos eletricistas, Randall G. Champion, com o corpo inconsciente e preso somente pelo cinto de segurança. Acontece que Randall, acidentalmente, cortou um dos cabos de alta tensão do topo do poste.

Acompanhando o serviço, havia um aprendiz chamado Thompson que agiu rapidamente, correndo até o poste e subindo até Randall. A posição do corpo de Randall estava impossibilitando a massagem cardíaca.

Por conta disso, Thompson apoiou a cabeça do colega no braço e passou a fazer uma ressuscitação boca a boca. Seu intuito era salvar a vida do colega. O fotógrafo, que observa a cena, rapidamente tirou uma foto e correu para o seu carro na intenção de chamar ajuda pelo rádio.

A história por trás da foto "Beijo da Vida"
“O beijo da vida” – Rocco Morabito

Impossibilitado de fazer mais alguma ação para ajudar, Rocco recuou e fez outra foto. A foto vencedora do Prêmio Pulitzer. Depois de realizar o clique, o fotógrafo voltou para o carro e passou outra mensagem para o rádio. Dessa vez, era uma mensagem para o jornal dizendo “Talvez vocês queiram ver isso. Eu acho que tenho uma foto muito boa”. E realmente ele tinha. O fotógrafo venceu o Prêmio Pulitzer de 1968.

Randall, felizmente sobreviveu ao acidente de trabalho. Os dois colegas continuaram trabalhando juntos por muitos anos depois, se aposentou em 1991 e faleceu de uma parada cardíaca.

Já Thompson aposentou-se em 1995, após receber diversos prêmios e homenagens por causa do seu heroísmo. Rocco Morabito ganhou o Prêmio Pulitzer de 1968 por conta da foto intitulada “O Beijo da Vida”. A fotografia foi publicada em jornais do mundo inteiro.

A história por trás da foto "Beijo da Vida"
O fotógrafo Rocco Morabito (à direita) e JD Thompson em uma visita a Randall Champion no hospital em 1988, que havia sofrido um ataque cardíaco.

Rocco nasceu em Nova York, Estados Unidos, em Port Chester. Aos cinco anos de idade, o fotógrafo se mudou para a Flórida. Aos dez anos ele já trabalhava como jornaleiro, vendendo jornais pelo Jacksonville Journal.

Rocco também lutou na Segunda Guerra Mundial pelas Forças Aéreas. Após a guerra acabar, Rocco voltou para o Jacksonville Journal, onde iniciou sua carreira fotográfica. No começo, o fotógrafo fazia fotos de eventos esportivos para o jornal.

Após a história da fotografia vencedora do Prêmio Pulitzer, Rocco Morabito continuou trabalhando no jornal durante 42 anos. 33 desses anos, ele trabalhou como fotógrafo. Em 1982, Rocco se aposentou e faleceu no dia 5 de abril de 2009, aos 88 anos de idade. Porém, sua obra continua eternizada.

A história por trás da foto "Beijo da Vida"

O fotógrafo Rocco Morabito e sua foto vencedora do prêmio Pulitz de 1968.

Palavras Perdidas: Propaganda anti-eletricidade, Tesla sem bateria bloqueia estacionamento de shopping por 3 horas, Mini Arma de Choque 800 Mil Volts, Ivo Holanda de Barros

O “Menino de Nagasaki”, uma das fotos mais impactantes da história

A foto do “Menino de Nagasaki”, carregando seu irmão morto nas costas após o lançamento das bombas sobre as cidades de Hiroshima e Nagasaki, em 9 de agosto de 1945, é uma das imagens mais chocantes e reveladoras dos horrores após o fim da Segunda Guerra Mundial. iphotochannel

A foto foi tirada pelo fotógrafo americano Joe O’Donnell e mostra um menino, com de 9 anos de idade, esperando sua vez para fazer a cremação de seu irmão morto, de 5 anos, que carregava nas costas. Segundo o fotógrafo, o menino mordia tão forte os lábios para não chorar que chegou a sair sangue da sua boca. A história dos dois irmãos foi contada também no filme de animação Hotaru no Haka (título em Japonês), lançado em 1988, e disponível no Brasil com o nome “Túmulo dos Vagalumes”. Veja o filme na íntegra gratuitamente no final do post.

A história por trás da foto "Menino de Nagasaki",  que carregava seu irmão morto nas costas
Joe O’Donnell

O fotógrafo chegou a Nagasaki meses após a explosão para registrar as consequências devastadoras das bombas atômicas sobre a população japonesa. “Vi esse menino caminhando, ele tinha mais ou menos uns 10 anos de idade. Me dei conta de que levava um menino sobre seus ombros. Naqueles dias, era uma cena bastante comum de se ver no Japão: sempre víamos crianças brincando com seus irmãos e irmãs, carregando-os sobre seus ombros, mas depois percebi que no caso desse menino era uma situação muito diferente. Ele não usava sapatos. Seu rosto estava tenso. A cabecinha do menino que estava nas suas costas estava inclinada para trás, como se fosse um bebê dormindo profundamente. Em certo momento, o menino parou diante de dois homens com máscaras brancas e ficou lá por cinco ou dez minutos“.

Outro aspecto impressionante da foto é a postura do menino. Ele ficou ali parado, aguardando sua vez para fazer a cremação do seu irmão, com o corpo ereto, com as mãos espalmadas juntas às coxas e os braços ligeiramente curvos, típica postura de soldados militares, que mostra a influência da guerra sobre a população civil, inclusive nas crianças.

Os dois homens com as máscaras brancas eram os encarregados de incinerar numa pira os corpos das vítimas que haviam morrido por causa das consequências das bombas atômicas. Porém, até ali o fotógrafo não tinha percebido que o menino nas costas estava morto.

“Os homens de máscaras brancas foram até o menino e silenciosamente começaram a tirar a corda que segurava a criança que estava em suas costas. Foi quando vi que essa criança estava morta. Os homens seguraram o corpo pelas mãos e pés e o colocaram no fogo. O garoto ficou ali sem se mexer, observando as chamas. Ele mordia o lábio inferior com tanta força que chegou a sangrar. A chama ardia baixa como o sol se pondo. O garoto se virou e se afastou silenciosamente“, disse.

O fotógrafo Joe O’Donnell, autor da famosa foto do menino de Nagasaki

Até hoje a identidade do menino que carregava seu irmão morto nas costas não foi encontrada, inclusive foi lançado em 2020 um documentário de 50 minutos chamado Searching for the Standing Boy of Nagasaki, produzido pela NHK, mostrando os esforços para encontrar o menino. O fotógrafo Joe O’Donnell faleceu aos 85 anos, coincidentemente, em 09 de agosto de 2007, mesmo dia e mês que foram lançadas as bombas sobre as cidades japonesas em 1945. Atualmente, a foto do menino carregando seu irmão morto nas costas é usada no Japão como símbolo de força.

Estima-se que a bomba nuclear lançada em Hiroshima matou cerca de 160.000 pessoas e a que atingiu Nagasaki cerca de 80.000. Apenas metade das vítimas morreu com o impacto das bombas, a outra metade morreu de forma dolorosa após dias a meses. Assista abaixo o filme de animação “Túmulo dos Vagalumes”, que retrata essa história. Se quiser saber a história por trás de outras fotos famosas, clique neste link.

Ele Nunca Morre

Ele Nunca Morre // Filme Completo Dublado // Suspense // Film Plus

Jack é um sujeito antissocial que passa o tempo recluso em seu apartamento vagabundo, dormindo e mantendo uma curiosa e desconhecida dieta. Seu único contato com o mundo são ocasionais visitas a uma lanchonete e o bingo, que parece ser sua única diversão. filmow

DIREÇÃO: Jason Krawczyk

ELENCO: Henry Rollins, Booboo Stewart, Kate Greenhouse, Jordan Todosey

PAÍS/ANO DE PRODUÇÃO: USA/2015 – Estréia Brasil: 19 de Maio de 2016

CLASSIFICAÇÃO: 16 anos

O Film Plus é um canal de filmes 100% gratuito no YouTube, feito para quem busca diversão e entretenimento para ver em casa, no celular, no computador e aonde mais puder!! Bora estourar uma pipoca e começar a aproveitar? Corre lá que a sessão já vai começar!

Palavras perdidas: Antes que eu vá, Rússia, Anunnakis e Anjos Caídos, OS ETERNOS DA MARVEL ESTÃO NA BÍBLIA, Vontade de doce?!?

Fotógrafo capta a geometria de janelas de diferentes cidades pelo mundo

A arquitetura de uma cidade tem muito a dizer sobre a vida de seus habitantes, seus conceitos de beleza e os detalhes que você irá encontrar em cada residência e alguns fotógrafos preferem se especializar em algum tipo específico de imagens. Vivimetaliun

É o caso de Valentina, que busca recriar bandeiras de países no mundo real e do fotógrafo Jason Peterson, que registra o cotidiano das cidades por onde passa em preto e branco.

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Albufeira, Portugal

O fotógrafo português André Vicente Gonçalves foi um passo adiante ao transformar as janelas de diferentes cidades em uma série única e cheia de cores, que vai te inspirar a andar pelas ruas olhando para cima.

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Alpes

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Burano, Itália

Com o sugestivo nome de Windows of the World (“Janelas do Mundo”, em português), ele sai por aí fotografando este elemento da arquitetura e sua evolução em diferentes cidades do mundo. Por enquanto, a série já registra janelas clicadas em Portugal, Itália e nos Alpes europeus.

world-ericeiraEriceira, Portugalworld-evora

Évora, Portugal

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Guimarães, Portugal

Com diferentes cores e formas, as janelas fotografadas por ele se mostram tão diversas que prometem chamar a atenção de qualquer turista desavisado. “Sempre tive curiosidade sobre janelas. Como a estrutura das casas, elas mudam de região para região”, conta o fotógrafo. E a série é uma prova disso.

world-lisboa1Lisboa, Portugalworld-porto

Porto, Portugal

world-sesimbraSesimbra, Portugalworld-trentoTrento, Itáliaworld-veneza1Veneza, Itália

Todas as fotos: André Vicente Gonçalvesvia

Palavras Perdidas: Tiny Houses: minha doce casinha, A Casa é Sua – Arnaldo Antunes, Soluções ecológicas para afastar insetos, Ergonomia no home office: 6 dicas para sua saúde, Glass Design

Canadian Pride

Scene of 1790 – A Cree encampment by the Red River.

 MURALSGraffiti Lux Art & MoreMARCH 29, 2013

Artist: Jill Sellers
Artist: Jill Sellers

This pic of the mural is RESA‘s fav. October 06, 2012. Winnipeg, Manitoba, Canada

The Murals of Winnipeg

“There is a crack in everything, That’s how the light gets in”

This poem By Leonard Cohen… “ANTHEM”. Princess Blue Holly

Artist Frank Lewis – Photo © Christy Birmingham

Photos taken by Chisty Birmingham – August 15, 2016. Victoria, British Columbia, Canada

Palavras perdidas: : Crianças pau-ferro, TJILI, 3000 anos de engenharia, arquitetura e construção, The Canvas Project: la vida secreta de las pinturas clásicas, Os índios nos gibis.

The Pink Sedan (Simpson’s Family Sedan)

“Everything lasts forever.” – Homer Simpson S06E12

Sem título

O Sedan da família é o carro rosa do Homer que vemos em praticamente todo episódio, ele se parece muito com um Plymouth Valiant 1973. É um carro antigo, que faz companhia, na garagem, à perua de Marge Simpson, e tem como características marcantes um amassado no pára-lamas e uma antena de rádio feita com um cabide de roupa.  O número da placa, é 1PHL07 (nas temporadas mais antigas e no filme) e NABF14 (nas temporadas mais recentes). Foi fabricado na Croácia com carcaças de tanques soviéticos. sociedade do quadrinho

Homer’s car from the classic Simpsons was a 1973 Plymouth Valiant. At one point or another every family member has had a joy ride – even little Maggie Simpson. According to the Simpson wikia page, the car features a driver’s side airbag, a column shifter, a bent up radio aerial, and a Trackstar 8-Track radio. Of course not to be missed, this baby features the minor damage on the left front fender. The Simpson model of the car was made in Croatia out of old Soviet Tanks. However further research suggests, the Valiant was only built as far east as Western Europe.

The Plymouth Valiant was built between 1960 and 1976. The car was considered to be both durable and reliable, sustaining Chrysler during that era of the Cold War. This would seem to hold up for the Simpson family as well. Cities: Skylines Mods25 OCT, 2017

1966 Plymouth Barracuda Original Playmate Pink, 273 V8 Automatic 999 Paint Code

1966 Original Playmate Pink Barracuda. Originally 273 V8 with Torqueflite Automatic Transmission.   Premium model with floor console shifter. Sold new by Melrose Motors in California. Car From UK

The one time this car remains in perfect condition is during the credits; apt for the show as many a time this car is totally destroyed and back to near iconic perfect condition.

“Bake ‘em away, toys!” – Clancy Wiggum S05E02

In the episode, Pork and Burns, it’s revealed that the car is a 1986 Plymouth Junkerolla (via Jalopnik).Previously, fans believed that the car was a 1973 Plymouth Valiant. Derrick RossignolNerdist

1972 Plymouth Barracuda

We see the resemblance, but as the car-savvy folks at Jalopnik point out, the car being a 1986 Plymouth model makes sense as it does look a lot like a Plymouth Reliant (which by the way, is the same car driven by Principal Ed Rooney in the classic movie,  Ferris Bueller’s Day Off). 

You all know the K-car story, so suffice it to say it played a prominent role in saving Chrysler’s bacon in the early ’80s, before finally going out of production in 1989. But I will always remember the facelifted 1985-89 Reliant as the wheels of Principal Ed Rooney. Curbside Classics

The Junkerolla also was designed to be a way for Chrysler to get rid of warehouses of old legacy parts, which is why the Junkerolla has chrome bumpers from a Valiant (rear bumpers are used both front and rear, without the bumper guards), and the taillights are leftover and quality-control rejects from the 1971 Valiant models. Jason TorchinskyJalopnik. 1/12/17

Mechanically, the Junkerolla is using the same 2.2-liter four-cylinder engine that Chrysler has used in almost everything, but not the newer turbo’d or fuel-injected ones. The Junkerolla was again used as a way of selling surplus unwanted parts, in this case the carbureted intake manifolds for the 2.2 engine, so we can safely say that the 1986 Plymouth Junkerolla produced 84 horsepower, at least when new.

While I don’t think the Croatian guess is accurate, I do think it has an unusual birthplace, at least for a Plymouth: China.

Max Knoblauch – MashableJanuary 12, 2017

See, in 1987, the Chinese carmaker First Auto Works (FAW) built some modified Dodge 600 cars and called them the Hongqi CA750F. My theory is that the Junkerolla models were built the year before, in 1986, as a sort of practice run for the factory and its workers to get up to speed. That would also explain the unusual styling features and the use of surplus parts.

Plymouth fue un económica marca lanzada por Chrysler en 1928. Nunca tuvo un modelo conocido como “Junkerolla”, por lo que se asume que es un juego de palabras con “junk”, que en inglés significa basura. PABLOJAIRORTEGAColumna Sin Nombre. ENERO 14, 2017

Y cómo no, si en la sexta temporada –cuando Homero Simpson sufre un grave accidente en el automóvil– lo lleva a un mecánico y le pide que sea reparado con piezas originales, a lo éste le responde que imposible porque había sido hecho en Croacia con restos de tanques soviéticos.

A pesar de eso, la marca y el año del auto permiten deducir que los creadores se inspiraron en un Plymouth Reliant, que fue producido entre 1981 y 1989, y que cuenta con características similares al de Homero.

Si ese fuera el caso, el Junkerolla contaría con un motor de 2.2 litros y cuatro cilindros, pero sin sistemas de inyección ni turbo.

Cabe destacar que el Plymouth Junkerolla nunca existió; la serie Plymouth de la compañía Chrysler se fabricó entre 1928 hasta 2001, año en el que se descontinuo. Pixl.

Podemos decir que la palabra «Junkerolla» debe ser un juego de palabras entre «Junk«, palabra inglesa que significa basura, y sufijo «rolla» inspirado en «Corolla» el automóvil japonés. Para finalizar, también es posible que este auto se inspiró en varios modelos y sea un monstruo de Frankenstein que tiene partes de distintos automóviles económicos de la época.

Palavras Perdidas: Springfield’Spring, Star Trek, Koenigsegg and Pinchcliffe Grand Prix, MOTORHOME, Simpsons Turn Down For What, Bumblebee era um Fusca???, Encontre seu carro de cinema favorito

You Can Tell Me

Tell me how you pass the hours.

That slanted smile,

does it hide shackles of pride

(I have mine too)

You are my obsession,

that intensity of pleasure

that can’t be restrained.

What I know of you

I’ve learned  through osmosis,

the taste of ozone like breathing air.

In worldly dreams I am wearing

lace and leather

waiting for you in a Parisian cafe

on a sultry side street.

Is there shame in what I am compelled to do? 

You can tell me.

art by Michael Garmash. House of Heart

Palavras Perdidas: Tornar-se adulto…, Poema, poesia e soneto, Receita de Ano Novo, Das vantagens de ser bobo, Um Homem Chamado Ove

R.I.P.

All of the Murals or Graf featured on this page are gone. They have been painted over, tagged into oblivion, the building demolished or met another ill fate. To view what once was, click on the pic below the title of the post. Graffiti Lux Art & More

R.I.P. sweet art!

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Night Fever

Sherrie:Ralph #4
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Lime Refresher

Lime #3
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When You’re Hot

Artists: Jarus and Wysper

Artists: Jarus and Wysper

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Adventures in Graf with Sherrie 2

alisa-1
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Destination Mammal Cabana

Artists: Birdo, Spudbomb and SKE 1

Artists: Birdo, Spudbomb and SKE 1

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Adventures in Graf w/Sherrie – Call Girl

Call #1
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Adventures in Graf 5 w/Sherrie

look-1
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Anser at the Market

MarAns #2

Metallica(ts)

and

Alien Alley Kat

cat-graf-1
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Water Birds & Rhino Love

Artists: Viviana Astudillo and Logan Miller

Artists: Viviana Astudillo and Logan Miller

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Stone Free

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A Fairy’s Secret

Fairy #2
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Aquarius, Phoenix and Dragon

Aquarius #1
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A very Handsome Man

AMan #1
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Clark Gable

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Buddha by Jarus

Artist: Jarus

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BSM

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I Want Your Skulls

skulls-4
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Tat Parlor Art

EKtat #7
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Market Madness

Artist: Mike Parsons

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Lo Zingaro

Lo #12
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Adventures in Graf w/Sherrie – The Mother Lode

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“The Mother Lode” Center Section

097
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Chainsaw Girl

chain-1
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The Winds are Changing – Part 1

Artist: Andrew Schoultz

Artist: Andrew Schoultz

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Art Nouveau Beauty

Nouveau #3
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Phoenix Queen

Queen #3
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Welcome to the Jungle

Artist(s): Mandy van Leeuwen, Jennifer Johnson
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Blue Prince

Artists: Mandy van Leeuwen, Jennifer Johnson

Artists: Mandy van Leeuwen, Jennifer Johnson

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A Rose Reflection

Rose #2
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Lucky Seven Lives

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Angel Carillo

I ♥ Angel Carillo

Angel Carillo ★★★★

Cruz #11
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Interesting Alley Art

GardenR #1
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Ice Blindness

Ice #3
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Queen of Hearts

Hearts #1
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Man Eats Fish

Fish #1
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Street Groove

Dancers #2
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The Guy Between

Guy #2
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Wild Horses

Wild #1
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Theatre Engagement Four

Gas #20
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3D Graffiti

3d #1
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Even Teenage Vampires Cry

Artist: unknown

Artist: unknown

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Graf Reflection Glutton

OMG #1
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Sea Bugs?

fence-21
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 Lone Wolf

Wolf #1
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Alley Girl

Bluebelle #1
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Midas Tooth Man

Midas #7
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Popeye Beside & Behind

Popeye #1
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One Rain Girl Gone

Artist: François Pelletier

Artist: François Pelletier

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Graffitification +3

gf-6
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Graffitification +4

gf-7
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Two Faced

2face #4
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Buff Monster

Buff #1
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Ottawa Man Head

Ottawa #1
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Alien Invasion

alien-1
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This Mural’s Roasted

RocaJ #1
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Natasha Silver

Eagle ! to Natasha
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Other Mother Brothas

OMB #1
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Cat or Rabbit

CatRabbit
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Same Lot Different Car Graf

Cars #4

Palavras perdidasGrafite Gardening, Grafite na rua, Grafite são artes públicas, Eco-grafite, Galeria ao ar livre é novo point cultural em Porto Alegre