10 SINAIS de AUTISMO LEVE EM HOMENS E MULHERES ADULTOS

10 SINAIS de AUTISMO LEVE EM HOMENS E MULHERES ADULTOS | Faça o TESTE de 1 MINUTO (ASPERGER) – Cardio DF — Cardiologia e saúde cardiovascular em Brasília (DF). 17 de dez. de 2022

Os sinais (sintomas) de autismo em adultos muitas vezes não tão óbvios quanto muita gente imagina, podem ser mascarados pois muitos homens e mulheres com autismo podem funcionar como muitos neurotípicos e até melhor. Neste vídeo veremos qual as características do comportamento autista. Você acha que você pode estar no espectro autista? Este vídeo vai ajudar! E no final você vai fazer o teste validado com 10 questões (muito rápido) e saber se se encaixa no espectro autista. Você pode me dizer que você não parece autista. Mas muitas pessoas autistas também não parecem. Sabe aquele seu amigo que é um pouco diferente, um pouco peculiar? Que é muito tímido ou sincero demais, podendo parecer até mal educado? Então, esse seu amigo “pode” ser autista.

E esse é o assunto do vídeo de hoje: 15 sinais de autismo leve em adultos. E no final do vídeo você pode fazer o teste, 10 perguntas, para ver se você se encaixa no espectro e entenda se algum conhecido ou você mesmo é Asperger:

0:00– 10 SINAIS de AUTISMO LEVE EM ADULTOS

1:25– Enorme crescimento de autismo no mundo

1:57– Por que cresceu tanto o número de autistas no mundo?

2:54– O que é autismo?

5:12– Quais são os 10 sinais de autismo em adultos?

5:17– 10º sinal de autismo leve em adultos

6:06– 9º sinal de autismo em adultos e adolescentes

6:26– 8º sinal de autismo leve em adultos

7:04– 7º sinal de autismo em adultos e adolescentes

7:33– 6º sinal de autismo leve em adultos

7:50– 5º sinal de autismo em adultos e adolescentes

8:41– 4º sinal de autismo leve em adultos

9:18– 3º sinal de autismo em adultos e adolescentes

10:05– 2º sinal de autismo leve em adultos

10:45– 1º sinal de autismo em adultos e adolescentes

11:06– Faça o teste e descubra se você pode ser autista

14:01– Como fazer a soma dos pontos do teste sobre autismo?

Psychology Tools

Autism Spectrum Quotient (AQ)

VÍDEOS RELACIONADOS COM AUTISMO

👉 Infarto fulminante: como acontece um ataque cardíaco? https://youtu.be/Z-dS4FvVli4

👉 Angioplastia com stent –https://youtu.be/Brw8b0V7GTM

👉 A vida após um ataque cardíaco- https://youtu.be/81I-YPky4sI

👉 7 sinais de infarto em mulheres- https://youtu.be/-LTfjwpxzFE

👉 Cateterismo cardíaco- https://youtu.be/9iPWKdm0sk4

👉 Sinal de ataque cardíaco (sinal de Frank)- https://youtu.be/tAuhR2N7jDU

👉 Sintomas de infarto em mulheres- https://youtu.be/Pbl8bspFMlU

Vídeos Relacionados a AUTISMO EM ADULTOS

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Palavras PerdidasCOMO BRINCAM AS CRIANÇAS COM AUTISMO, Pessoas com autismo se surpreendem menos com eventos inesperados, Transtornos do Espectro do Autismo (TEA) e suas famílias, Gatoterapia, GENTE HONESTA E ESFORÇADA, OS DESVIANTES E OS COM SÍNDROME DE MANADA, Joilson Santos e Hélio Haus

Revista Manchete e Curandeiros Potiguares

Revista Manchete era publicada semanalmente e distribuída quase todo o Brasil. Além disso, trazia reportagens especiais sobre vários acontecimentos nacionais e internacional. No ano de 1982, eles criaram uma reportagem para falar dos curandeiros que aprenderam ler pelo programa Mobral e participaram do encontro da instituição que tinha o objetivo reunir a tradição. O repórter foi o potiguar Valério Marinho. Lara Paiva – Brechando

Ao mesmo tempo, a Mobral queria catalogar toda a documentação e promoveu o encontro dos curandeiros com o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Edson Jesus

Para Maria de Lourdes Guerra, coordenadora do Mobral-RN, programa especial destinado à valorização, preservação e difusão da cultura local, o encontro foi idealizado com o propósito de “possibilitar a troca de experiências e o intercâmbio de informações entre os participantes, bem como despertar, no curandeiro/rezadeira, a consciência do papel que ambos exercem dentro da comunidade”.

João de Souza Pinheiro é o mais famoso curandeiro do município de São Miguel (Rio Grande do Norte), ele tem 77 anos e há 40 anos vive curando gente com rezas e ervas medicinas, também lê mão.

  • O senhor tem algum poder especial?

A resposta clássica vem na hora:
-Não, meu filho, quem cura é Deus. Sou apenas um rezador. Se a pessoa tem fé em Jesus, fica boa.

A grande maioria já passa dos 50 anos. O mais velho tem 88. Um deles, paralítico, dava consultas em cadeira de rodas. Os homens, em menor números, geralmente trabalham no campo. No que concerne às mulheres, muitas delas são lavadeiras, e outras atuam também como parteiras. O conhecimento dos curandeiros, quase todos analfabetos ou semi-analfabetos, repousa sobre uma tradição oral secular, transmitida de pai para filho.

Ao contrário do catimnbozeiro, que faz feitiços e trabalha para o mal, o curandeiro só procura fazer o bem. Em seu trabalho intitulado “A Medicina do Povo”, Iaperi Araújo revela que as “benzedeiras e rezadeiras procuram, na inovação aos santos católicos, a proteção ou a cura das doenças, baseando-se sobretudo no conceito de corte celestial, onde cada santo é um pequeno deus com poderes sobre as enfermidades, sobre o bem e o mal”.

Antigamente, o termo catimbó era usando pejorativamente para chamar pessoas que praticavam religião de matriz africana, no qual sempre se referia como algo maldoso. Era como se fosse sinônimo de “macumba”, que também é um termo preconceituoso. Lembrando que a reportagem é de 1982, onde a descriminação ainda era pior do que hoje.

De uma maneira geral, o curandeiro não cobra por seus serviços. Aceita pequenos presentes – uma galinha, meia dúzia de ovos, um pedaço de queijo do sertão, ou coisa semelhantes. Dona Clotilde da Silva, 58 anos, analfabeta, residente em Ielmo Marinho, explica por que não cobra:

“Não exijo nada, pois não vou vender as palavras de Deus”.

“não cobro porque não posso vender a palavra de Deus. Foi ele quem me deu este dom e procuro cumprir minha missão.”

Dona Jozefa Teixeira, 75 anos, rezadeira há 50 anos, é muito procurada em sua cidade, Caiçara, onde chega a atender a mais de 300 pessoas por mês.

As rezadeiras se mostram acessíveis, atenciosas, com exceção de uma ou outra mais desconfiada, que se recusou a ditar a letra de suas orações sob o pretexto de que “as rezas perderiam seu efeito milagroso”.

Sentada à sombra de uma mangueira, dona Rosa atendia a uma moça que lhe pedira para ler sua mão. Jovem da cidade, demonstrando mais curiosidade do que fé, a garota queria saber quando iria casar, se seu marido seria seu namorado atual, e outras coisas do gênero. Notando o deboche, a velha tirou o cachimbo da boca, deu uma cusparada, e proclamou irônica, dando por encerrada a consulta:

“Na sua mão está escrito que você só casa na hora que Deus Marcar.”

Às vezes, a popularidade do curandeiro entra em conflito com o médico da pequena cidade. Um dos rezadores conta:

“O doutor me chamou para reclamar de que o povo estava indo pouco ao seu consultório. Eu respondi: mas doutor, eu não vou atrás de doente, não cobro nada, só faço rezar. Meu remédio é raiz de pau.”

Segundo um outro, certa feita, o dono da farmácia o chamou e lhe propôs um trato:

“Homem, em lugar de planta do mato, receita remédio da farmácia que eu lhe dou 10 por cento do apurado.”

Iaperi Araújo afirma em seu trabalho:

“A medicina do povo tem influências marcantes das raças que formam a base étnica do homem brasileiro. Dos indígenas, nos veio o conhecimento das propriedades farmacológicas da flora brasileira.”

O Mobral está coletando dados, copiando receitas, documentando orações. Entre as revelações deste I Encontro de Curandeiros e Rezadeiras, um chamou particularmente a atenção: o desinteresse dos jovens pelo ofício. Atraído por inúmeras ou outras solicitações, os filhos dos curandeiros estão abandonando a tradição dos antepassados.

Nas palestras dos técnicos do Mobral, indagava-se aos curandeiros quais seriam as causas das doenças, de tanto sofrimento. Tudo para eles se resume na vontade de Deus:

“É Deus quem dá a doença, e é Deus quem cura.”

Sem querer, de maneira alguma, interferir neste plano místico, os técnicos procuraram, nos trabalhos de grupo, iniciar um programa de higiene e saúde que futuramente será desenvolvido nas próprias comunidades dos curandeiros. E Maria de Lourdes Guerra, explica:

“Afinal, o curandeiro é, à sua maneira, um líder dentro da sua pequena comunidade. Para quem está doente, necessitando de ajuda, o que ele diz tem força de lei. Nós queremos que, além de suas rezas, de suas receitas de erva, ele diga também que a água deve ser fervida, que a mosca contamina os alimentos, que se deve lavar as mãos antes de comer, enfim, que transmita certas informações elementares de higiene e educação sanitária.”

Ao final do encontro, 25 curandeiros foram levados à presença do historiador e folclorista Luís da Câmara Cascudo. Aos 82 anos, surdo, porém inteiramente lúcido, Cascudo lamentou não poder ouvir as rezas e palavras sagradas que, através dos tempos, compõe a magia da medicina do povos. Rezas e palavras que fizeram parte essencial daquela tradição oral que, durante toda a sua vida, ele tratou de resgatar da boca do povo para os livros.

Gratidão pelas preces recebidas!

Palavras PerdidasENTENDA O EFEITO PLACEBO, A história da Homeopatia, AYAHUASCA FUNCIONA? EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS?, SAL DE ÍNDIO, GUAJAJARA REVELA SEUS PLANOS, Revista Manchete e Curandeiros Potiguares

Art and culture of the native peoples of our planet. ART AMBA MIRIM

Share, help us lift other flights.

Touché Turtle 1.2

A Tartaruga Tuchê – Touché Turtle (Syn, 1962): Uma tartaruga espadachim, que duela contra raios, dragões, outros bichos mais e ainda tem que salvar a “linda” princesa presa na torre do castelo, com a ajuda do fiel escudeiro Dumdum. Hanna Barbera. EDSON JESUS

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LINKS: Download

Touché Turtle and Dum Dum (conhecido no Brasil por Tartaruga Touché e Dum Dum) é um dos segmentos do programa infantil The New Hanna-Barbera Cartoon Series, série de desenhos animados lançada pela Hanna-Barbera em 1962.

laertemedico

A dinâmica Tartaruga Touché e o cão felpudo Dum Dum eram um par de heróis que batalhavam contra vilões em todo tipo de aventuras, salvando reis, rainhas, donzelas, crianças e outros. Touché era o bravo e destemido líder, sempre com um chapelão ornamentado com uma pena e uma espada na mão. Dum Dum era seu companheiro e seguia fielmente Touché em suas aventuras.

dilmaespadachim

O editor deve ter achado genial mostrar a presidenta (ex-presidente) como se estivesse sendo golpeada pelas costas. É a chamada metáfora de imagem. Mas, expliquem-me: qual a metáfora nesse caso? O que a foto tinha a ver com a solenidade de que fala o jornal? Há, no meio militar, quem queira golpear Dilma pelas costas? O jornal sabe e não vai dizer? Ou, quem sabe, a turma do “Estadão” tenha achado graça em “brincar” com a imagem da presidenta de todos os brasileiros. Como na fábula da Rã e do Escorpião, o Estadão expõe em estado bruto toda sua natureza. Rodrigo Vianna – Ficha Corrida. 22/08/2011

FUNKO POP TOUCHÉ TURTLE AND DUM DUM : FIGURA TOUCHÉ TURTLE 170. FIGURA COLECCIONABLE. CF-ToyShop

A entrada favorita de Touché era segurando uma corda e se arremessando contra os vilões empunhando a espada na outra mão, bradando a frase “Viva Touché!” (versão da dublagem original para a expressão em inglês “Touché and away!”)

posse de Lula foi a matéria de capa de diversos e importantes jornais internacionais, como o norte-americano The New York Times, o The Guardian do Reino Unido, o francês Le Monde, o argentino La Nación, o espanhol El País, e o Lá Nación, da Argentina. Rodrigo FernandesJornal do Commercio. 02/01/2023

Os veículos de informação mostraram a grandiosidade da festa petista em Brasília e fizeram críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que não compareceu à cerimônia de transmissão de posse.

Veja tambémJornada ninjaPai (de quem) trocinio!Mídia NinjaEconomia de mercadoTrânsito, amigo!Monte seu FuscaMarvelCALVIN WARS69 com moral da história.A Melhor plástica de todas!!!Brô Mc´s

Idoso de 64 anos constrói a própria prótese com cano de PVC

O idoso construiu por conta própria uma prótese com canos de PVC para tentar voltar a andar, já que uma prótese adequada para fazer sua reabilitação pelo SUS tem demorado muito. VOAA – Razões para Acreditar

​Seu Maurício, com 64 anos, sempre muito trabalhador, enquanto estava indo fazer uma entrega na moto que usava, um carro entrou na contramão em alta velocidade, e um horrível acidente aconteceu, com a batida ele teve que amputar parte da sua perna esquerda e teve que ficar mais de um mês internado, pois contraiu uma bactéria na cirurgia que fez. Linkedin

A prótese de perna caseira de Marcos de Oliveira Moraes, de 23 anos, contém um tubo de PVC, um tubo metálico e um selim (banco de bicicleta) com custo de R$ 40. Gustavo Kaesemodelem – Universidade Libertária.

O jovem teve a perna amputada em um acidente de moto em abril de 2018, juntou algum dinheiro, mais uma ajuda da ex-patroa, e conseguiu os R$ 5 mil necessários para comprar uma prótese básica, porém esta machucava e apenas 3 meses depois, ela rachou, mas, sem um prazo para receber uma nova de volta, não quis esperar e construiu a sua própria.

Os restos que sobraram da moto após o acidente, seu Maurício vendeu, para tentar pagar algumas contas de casa, mas o dinheiro não deu para muita coisa, sem nenhuma renda, descobriu que só poderá tentar se aposentar ao completar 65 anos. A pessoa que o atropelou ajudou algum tempo com alimentos e remédios. A família tem recebido ajuda de parentes e amigos com a alimentação. Voaa – A vaquinha do Razões

Ele e sua esposa, Sandra, 64 anos, moram em Francisco Morato (SP), onde antes do acidente vendia produtos de limpeza, muitos produtos ele mesmo fabricava em casa, no bairro mesmo ou em lojas e em fábricas da região, sua única forma de sustento da casa, já que nem ele e nem dona Sandra são aposentados. Ele ganhava com as vendas, em média, R$1.000 por mês.

Marcos cria prótese de perna com 40 reaisCarlos Rix. 28 de nov. de 2019

Criatividade e engenho, onde esta este menino, se souber nos avise, ok? Todo mundo quer mais detalhes.

Cano de PVC, cano galvanizado, resina, uma sandália, cola e uma armação de selim de bicicleta, foram os materiais empregados.

– Cabe fazer um vídeo: “como se faz”

– Empresas que fabricam próteses ficam em cheque, concorda???

O capitalista malvadão não quer abrir mão de suas enormes margens de lucro para ajudar os pobres, ou então, talvez, ele não é capaz de atender as pessoas a um custo baixo o suficiente, sendo necessário subsídios do estado.

Se alguém preocupado com as dificuldades dos deficientes, ou mesmo o Marcos e o Seu Maurício, quisesse replicar a construção da prótese de perna caseira dele, para ajudar outros amputados a um preço acessível, afinal, seria apenas comprar os mesmos insumos em maior quantidade e mão de obra, que nem precisa ser especializada. Certo?

Não exatamente. Em um livre mercado isso seria verdade, mas em um mercado regulado pelo governo, isto não é possível. Um exemplo disso é uma função do Apple Watch 4 chamada ECG. Ele vem ativado por padrão nos EUA, mas no Brasil ele é proibido.

Caso eles quisessem produzir as próteses de perna caseira, teria que seguir as normas RDC 192/2002 e RDC 185/2001 da Anvisa, realizar vários testes de forma gratuita, produzir diversos relatórios científicos para enviar ao agente regulador, contratar um técnico ortopédico com pelo menos 5 anos de experiência na área, construir ou reformar um estabelecimento seguindo regras rígidas e, com sorte, ter a autorização concedida (o que pode levar anos, especialmente para pequenos empresários).

Como é feita uma PERNA MECÂNICA #Boravê – Manual do Mundo. 14 de out. de 2017

Apresentação: Iberê Thenório

Não faz sentido econômico para eles fazer isso, e mesmo se quisesse fazer por caridade, estaria proibido da mesma forma. pois estão sujeitos a multas e sanções, até mesmo de exercício ilegal da profissão.

Palavras PerdidasPrótese grátis!?!, Brinquedos transplantados, Concurso de Moda Inclusiva, Demãos dadas, Setembro Amarelo, Faça você mesma, para economizar!

Killing In the Name (Official HD Video)

Rage Against The Machine – Killing In the Name (Official HD Video). 26 de mar. de 2011

HD music video for “Killing In the Name” by Rage Against the Machine

Lyrics:

[Intro]

Killing in the name of

[Verse]

Some of those that work forces

Are the same that burn crosses

Some of those that work forces

Are the same that burn crosses

Some of those that work forces

Are the same that burn crosses

Some of those that work forces

Are the same that burn crosses

Uh!

[Refrain]

Killing in the name of

Killing in the name of

[Pre-Chorus]

Now you do what they told ya

Now you do what they told ya

Now you do what they told ya

Now you do what they told ya

And now you do what they told ya

And now you do what they told ya

And now you do what they told ya

And now you do what they told ya

And now you do what they told ya

And now you do what they told ya

But now you do what they told ya!

Well, now you do what they told ya

[Chorus]

Those who died are justified

For wearing the badge, they’re the chosen whites

You justify those that died

By wearing the badge, they’re the chosen whites

Those who died are justified

For wearing the badge, they’re the chosen whites

You justify those that died

By wearing the badge, they’re the chosen whites

[Verse]

Some of those that work forces

Are the same that burn crosses

Some of those that work forces

Are the same that burn crosses

Some of those that work forces

Are the same that burn crosses

Some of those that work forces

Are the same that burn crosses

Uh!

[Refrain]

Killing in the name of

Killing in the name of

[Pre-Chorus]

Now you do what they told ya

Now you do what they told ya

Now you do what they told ya

Now you do what they told ya

And now you do what they told ya

(Now you’re under control) And now you do what they told ya

(Now you’re under control) And now you do what they told ya

(Now you’re under control) And now you do what they told ya

(Now you’re under control) And now you do what they told ya

(Now you’re under control) And now you do what they told ya

(Now you’re under control) And now you do what they told ya

(Now you’re under control) And now you do what they told ya

[Chorus]

Those who died are justified

For wearing the badge, they’re the chosen whites

You justify those that died

By wearing the badge, they’re the chosen whites

Those who died are justified

For wearing the badge, they’re the chosen whites

You justify those that died

By wearing the badge, they’re the chosen whites

Come on!

[Guitar Solo]

Ugh!

Yeah!

Come on!

Ugh!

[Outro]

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Fuck you, I won’t do what you tell me

Motherfucker!

Ugh!

Released in 2007 by Neversoft and Activision, Guitar Hero III: Legends of Rock brought the addictive gameplay of the original two games to a wide variety of platforms. Steam Games

For the first time in the Guitar Hero franchise, GHIII saw the inclusion of real-world celebrities. A huge addition was the inclusion of Slash (of Velvet Revolver/ex guitarist for Gun N’ Roses) and Tom Morello (Guitarist of Rage Against The Machine). Brett Michaels also makes an appearance in the game (excluding the Wii and PS2 version). Each had their faces scanned and did their own motion capture work for the game. As well, each of the celebrity guitarists recorded their own original guitar pieces to be played during a guitar duel against them in career mode.

Palavras PerdidasThe actor-musician is Johnny Depp a Guitarist?, Psycho Killer, My Friend Dahmer, VAGAS PARA AULA MÚSICA, Benefícios Da Música Na Aprendizagem Das Crianças, 10 MÚSICAS FEITAS PRA QUEM MORREU

Remédio e recurso renovável 1.2

A cannabis sempre foi usada como remédio e recurso renovável. Há pelo menos 5 mil anos desde o seu primeiro registro, ela era utilizada por diversas culturas. Vibe positiva – Legalize

Até que um belo dia, homens poderosos decidiram que ela deveria ser proibida, e a proibiram no mundo inteiro. Jesus Hemp10 de janeiro de 2023

Interesses políticos, industriais, financeiros e muito preconceito dominam o debate a pelo menos 100 anos.

A realidade que os ignorantes não aceitam, é que a proibição da Cannabis nunca foi por questões de saúde pública!

It only took special interests, big money, & politics to mess everything up!! #Cannabis has been considered medicine for hundreds of years…. David Dinenberg – @daviddinenberg1:00 PM · Dec 5, 2022

MarleyMac – @MarleyMac11

Palavras PerdidasPotenciais interações farmacológicas com a cannabis, Gravidez, Cannabis ou Álcool, Comidinhas de Maconha, Mais pessoas estão usando maconha como um substituto ao álcool e remédios, diz estudo, Cannabis é promissora no combate à Covid-19

6 Evil Things Done By Corporations Throughout History

Corporations entering the crosshairs of regulatory battles is a typical scene, you’ll find that regulatory issues and litigious mistakes are part of the package. You will hardly find a corporation that presents itself as a saint, however, some corporations are known for their ignoble roles in facilitating some of the most atrocious acts in history. 6 Evil Things Done By Corporations Throughout History – Eric Chang

Pharmaceutical companies selling opioids abroad after creating an addiction epidemic in the US, which explains why US pharmaceutical companies would convince doctors to prescribe powerful painkillers and claim they are safe, not quite, because over time, these addictive drugs kickstarted a nationwide epidemic of opioid abuse that killed an estimated 200,000 people.

US opioid sales plummeted as subsequent legislation began cracking down on such atrocities. Pharmaceutical companies such as Purdue had already redirected their painkiller marketing operations to conquer new markets abroad.

With the same marketing strategy in the US, mainly paying doctors to hold seminars where they can sugarcoat the benefits of opioids as the best way to manage pain, recording incredible numbers in China and territories generally familiar with massive opioid addiction.

The world often suffers from opioid shortages, with terminal cancer patients, end-stage HIV/AIDS patients and pregnant women being the most affected.

The best target market for these drug behemoths, the middle and upper class who suffer from chronic pain – long term loyal buyers and “enthusiastic devotees”. And guess what the Oxford Languages Dictionary calls them? Addicts, as the short-term pain and cheaper generic morphine can help manage pain, as opposed to more expensive, fancy drugs like OxyContin.

In the early 20th century, the practice of eugenics began to spread like wildfire, led by Darwin’s ambitious cousin Francis Galton, spurring a master race of humans who decided who could reproduce and who couldn’t.

People classified as mentally feeble, deformed, handicapped, deaf or blind had to be gathered in one place and sterilized from time to time to make them better human beings.

Of course, the Americans adopted this idea, except that they probably took it to extraordinary extremes. When Fernald State School opened in the 1920’s, what many saw was a school, an institute to serve people with developmental skills.

But as time went on, it degenerated into a playpen for children who were considered idiots, imbeciles and idiots. Even unwanted children and orphans of normal intelligence were included; after all, the institution could use some free handiwork every now and then.

In the 1940s conditions at Fernald were worse than deplorable. Hard labor, beatings, isolation and sexual abuse flourished so much that you would think you were in Sodom.

A few gentlemen from the Massachusetts Institute of Technology showed up, offering gifts like extra breakfast rations and trips to football games to a select group of kids after enlisting them as members of a “Science Club for Kids,” What they didn’t know was that the breakfast oatmeal given to these children was laced with tracers of calcium and radioactive irons.

The whole Science Club hoax was a front to facilitate an experiment commissioned by the Quaker Oats Company, the radiation levels in the oatmeal were “harmless”, but Quaker failed to respect the consent of children and even parents if they were willing to make a quick appearance of the Lab Rat.

In law, Quaker Oats knew they were completely out of line as the Nuremberg Code banning exploratory research practices had just been released. In the late 1990s, dozens of Fernald students banded together to file a class-action lawsuit against Quaker, MIT, and the government, but later settled on a $3 million out-of-court settlement.

In 2010, US restaurants lost revenue because most customers preferred flavored water to Coca-Cola, Coca-Cola launched a program called “Cap the Tap”, according to the company’s official website, “Cap the Tap” was a campaign against wasting water, however, the same campaign material brings suggestive sales methods to convert orders for tap water into orders for revenue-generating beverages.

The program invites, trains, and rewards bartenders for offering customers diet soda, smoothies, and iced tea, and if they insist on drinking water, they should offer them Coke bottled water, of course. But this is where things get really weird.

Bottled water represents an environmental disaster and is worse for children than tap water, which is safer when well regulated. Even worse, bottled water is tap water itself, so Coca-Cola takes more water to pack free tap water and sells it at ridiculous prices.

The program invites, trains, and rewards bartenders for offering customers diet soda, smoothies, and iced tea, and if they insist on drinking water, they should offer them Coke bottled water, of course. But this is where things get really weird.

Bottled water represents an environmental disaster and is worse for children than tap water, which is safer when well regulated. Even worse, bottled water is tap water itself, so Coca-Cola takes more water to pack free tap water and sells it at ridiculous prices.

The NFL has a problem, kids make up the league’s most vibrant talent pool and audience, but the numbers dwindle each year as football takes on a somewhat sordid reputation across the United States. Research data shows that 60% of the most loyal NFL fans started following football before elementary school.

The first hook was to alleviate the mother’s fears, saying that the media is the enemy, guilty of misinforming the public and exaggerating the frequency of concussions and other sporting risks, moreover, it is on record that these clinics also minimize the risk of brain damage in football or, in some cases, pretend that there is no risk of harm.

And when you use twisted facts and pathos to manipulate parents into seeing themselves as an obstacle to their children achieving their dreams and goals, that is corporate fraud and conspiracy to cause grievous bodily harm.

As the 2010 US Congressional elections approached, Facebook embarked on an experiment that essentially tricked random people into voting by filling their feeds with photos of civically responsible friends, over 340,000 Facebook users may have been influenced to go to the polls.

From selling $100,000 worth of ads to Russian troll farms during the 2016 election, to running fake stories over the real ones to generate mass panic and harvesting your activities to sell your personality profile to advertising companies, Facebook clearly does not it has limits.

This explains why companies like Cambridge Analytica could somehow harvest the data of 87 million Facebook users to manipulate users into voting for Donald Trump in the election. Or use new feeds and articles to discourage anti-Jewish or anti-Muslim voters from voting against Hillary Clinton.

Enron isn’t that bad, in fact they are the bottom line. For example, in 2001, rumors circulated that Enron had intentionally caused blackouts so that demand for energy would legitimize rising energy prices. .

The CEO of Enron, Kennedy Law, joked, responding that they were just conspiracy theories and should be disregarded, but two months later, a scandalous tape reached the media, where Enron is heard causing a blackout, precisely from the 38th second of the audio playback, and you can imagine this has been going on for some time.

On this tape, employees are laughing about stealing $1 million daily from California, swindling old grandmothers, and then talking about the country’s problems, according to sources, Enron made over $1.6 billion in profits, and a poor Gray Davis, then governor of California, lost his job to Terminator after one of the most tumultuous terms in the state’s history.

There is a legal concept that treats corporations as human beings hiding behind a veil, humans often make up these establishments. The irony, however, is that this legal fiction suggests that corporations can be just as bad, sometimes more so. Quaker Oats, Facebook, NFL, Enron, Coca-Cola and Purdue are all required evidence.

Palavras Perdidas: A água oculta, Dolly vira o jogo, Leite de aveia, Museu dos grandes fracassos criativos, Ranking da poluição plástica nos oceanos, Exu tranca-copa, Meta e a moeda digital Zuck Bucks, 5 INVENÇÕES PERDIDAS DE NIKOLA TESLA QUE AMEAÇARAM A ELITE GLOBAL, Micro hidrelétrica e redemoinhos

POR QUE O BRASIL ODIAVA CARMEN MIRANDA E COMO ELA SE TORNOU UM ÍCONE DA CULTURA POP? 1.2

No final do século 19, o Brasil tinha 17 milhões de habitantes. Mais da metade era formada por ex-escravos e seus descendentes. Ale Santos (@Savagefiction) – SuperInteressante. 19 Nov 2019

POR QUE O BRASIL ODIAVA CARMEN MIRANDA E COMO ELA SE TORNOU UM ÍCONE DA CULTURA POP? Sociocrônica – Iconegrafia. 26 de fev. de 2022

Enquanto viveu, Carmen Miranda só foi amada pelo Brasil durante seu período como cantora do rádio. Após se mudar para Hollywood, a mídia e os brasileiros não paravam de lhe atacar, a ponto de Carmen desenvolver ansiedade quando voltou aqui em 1954. Apenas com o passar do tempo, ela se tornou um símbolo; mas de onde vinha esse ódio e como Carmen se tornou esse ícone que é hoje para nós? Existe Guarani em São Paulo, 

A eugenia brasileira e a Academia conviviam lado a lado: foi entre os professores das primeiras faculdades de medicina, os políticos e os sociólogos que ela cresceu. Boa parte dos nomes desses eugenistas é familiar – eles batizam ruas e avenidas País afora. Esta é a história deles.

Praça Carmen Miranda em Hollywood, California, USA.

O termo “eugenia” foi criado por um certo Francis Galton, geógrafo, membro da elite britânica e primo de Charles Darwin, na década de 1880. O eu vem do grego, e significa “bom”. Genia quer dizer “linhagem”. Sua intenção não era exatamente criar uma “raça superior”, mas uma “sociedade perfeita”, tentou interpretar o cenário sob o prisma da seleção natural de Darwin. E de perfeita a sociedade londrina da época não tinha nada. Faltavam saneamento e água tratada. Sobravam alcoolismo, doenças contagiosas e pobreza.

O branqueamento era pautado pela ideia de que o “sangue branco” se sobrepunha a qualquer outro, até do ponto de vista biológico. Por consequência, os descendentes de negros e brancos ficariam progressivamente mais claros… até se tornarem brancos. Sílvio Vasconcelos da Silveira Ramos Romero, um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras (e que dá nome a uma grande praça em São Paulo), acreditava que a “solução” era outra: deixar os negros morrerem.

“Pela seleção natural, o tipo branco irá tomando preponderância até mostrar-se puro e belo como no Velho Mundo”, escreveu Romero em 1879. “Dois fatos contribuirão largamente para esse resultado: de um lado, a extinção do tráfico africano e o desaparecimento constante dos índios, e, de outro, a imigração europeia.”

Os Sertões (1902) de Euclides da Cunha, outro membro da Academia Brasileira de Letras e um dos mais importantes autores da literatura nacional, também tratou de raça e miscigenação sob um olhar eugenista, onde associa mestiçagem, degeneração e criminalidade: “O mestiço … é, quase sempre, um desequilibrado (…), um decaído, sem a energia física dos ascendentes selvagens, sem altitude intelectual dos ancestrais superiores”.

João Batista de Lacerda, médico e diretor do Museu Nacional, era partidário dessa ideia. Em 1911, ele representou o Brasil no Congresso Universal das Raças, em Paris. A programação era um show de horrores: tinha temas como “O destino da raça judaica” e “A posição mundial do negro e do negroide”.

Silvio Romero e outros eugenistas se entusiasmavam com a ideia de trazer uma população europeia para ocupar o lugar do grupo que estava desaparecendo. A morte de negros e mestiços era tratada como benéfica.

Carmen tendo seus sapatos impressos em cimento no Chinese Theatre em 24 Março 1941.

Carmen Miranda became a famous singer in Brazil after she recorded ‘Tahí’ (For you to like me) in 1930 which was the biggest hit in Brazilian history until then, she also recorded thousands of 78 rpm singles for RCA Victor and with the growing popularity of radio, he switched from American Victor to British EMI (Odeon). Análise sobre as cartas em “A Cena Muda” – Brazilian Pop. Wednesday, July 25, 2012

Carmen had her weekly radio show on Rádio Mayrink Veiga, the most popular radio station in the country, and alongside Francisco Alves, they were the two most popular bands in the country throughout the 1930s. to Argentina and Uruguay every year to perform on local radio stations and in expensive nightclubs. Carmen also acted in films produced in Rio de Janeiro.

Marcas dos sapatos e mãos de Carmen na calçada da fama em Hollywood – 24 Março 1941.

Around 1943, when many of Carmen Miranda’s Hollywood flicks had already been shown in Brazil there was a backlash against her from Brazilian movie-goers.

Especially upper-class Brazilians didn’t like the way Carmen was portrayed in their American films, middle-class Brazilians saw for the first time in their lives how condescending Americans treated South Americans… and they didn’t like what they saw on the big screen.

Instead of resigning themselves to being treated as second-class citizens by the Big Brother of the North, Brazilians turned furiously against Carmen Miranda, she became almost Enemy Number One of a certain sector of the Brazilian upper class and its intelligentsia. which he hated for his own inadequacies, for being a third world country.

Scena Muda’ (Mute Scene), a film fan magazine printed in Rio de Janeiro since the early 1930s, after many hate letters from film fans denouncing Miranda’s ‘betrayal’, started a weekly section in which asked readers for their opinion on the role of Carmen Miranda. in Hollywood: ‘Carmen Miranda in the opinion of Brazilian fans’. Fans and haters alike wrote hundreds of letters to the magazine.

De-repente o brasileiro, que estava acostumado a se identificar com os heróis e heroínas das fitas norte-americanas desde os primórdios do cinema na década de 10, se viu retratado na tela prateada e não gostou nada do que viu. Pela primeira vez o brasileiro viu como ele era retratado pelos loiros anglo-saxões: simples ‘caboclos’ morenos, geralmente de bigodes, usando chapéus de abas largas à la mexicana. O brasileiro já estava acostumado a ver sheiks árabes sendo representados como assassinos bárbaros, chineses, a serem tratados como sub-espécie, negros como simples burros-de-carga, e principalmente, o nativo americano, o mais vilipendiado de todos, como sanguinários colecionadores de escalpelados piedosos brancos.

Boris Karloff como o horrível chinês Fu Manchu fazia todas espécies de maldades possíveis… o estereótipo levado às ultimas conseqüências. O mais irônico de tudo é que Karloff era inglês-da-gema. Hollywood além de reforçar estereótipos contra varias etnias, ainda dava emprego a atores de sua própria raça, a anglo-saxã.  

Desde os tempos de Rudolph Valentino, o árabe é visto como assassino desalmado.

O turbante ou pano-na-cabeça indica que o personagem é um facínora estrangeiro.

‘The birth of a nation’, de 1916, mostra que o bom negro (sempre um ator branco com a cara pintada) é aquele enforcado num tronco de árvore.

Todo ‘índio’ (nativo norte-americano) bom é um índio morto. Assim rezava a cartilha dos anglo-saxões que ‘conquistaram’ a América.

Cova coletiva para milhares de índios barbarizados pelos anglos no massacre de Wounded Knee em Dezembro de 1890. 

Peter Lorre em ‘M’… como Carmen Miranda sendo acusada, condenada e executada.

Carmen Miranda caiu como uma ‘luva’ ao estereótipo já pré-especificado pelo norte-americano, para o qual, a mulher latina é vista como espalhafatosa, extravagante, sensual-em-demasia, não-muito-inteligente e outros epitetos mais. Só a título de comparação, o brasileiro é visto pelo norte-americano, como o imigrante nordestino é visto pelos paulistas e cariocas. Paulistas chamam as pessoas vinda do nordeste de ‘baiano’ ou ‘cabeça-chata’ e o carioca a chama de ‘paraíba’. Lá nos Estados Unidos, o latino-americano é tratado da mesma forma, e ainda com o agravante da barreira lingüística.

Springtime in the Rockies’ foi, talvez, o filme que mais irritou os brasileiros. Não se conformavam que Carmen ‘rebolasse’ para os yankees. Aqui Carmen dança acompanhada pelo ‘Bando da Lua’… os brasileiros ‘morriam de vergonha! Talvez pelo Bando da Lua serem todos morenos? Além de usarem bigodinhos ‘mexicanos’?  O brasileiro se identificava com John Wayne, Clark Gable… onde já se viu ser ‘moreno’?

Preconceitos são preconceitos. Geralmente o preconceito vem da ignorância, da falta de conhecimento. Carmen era portuguêsa, o que os yankees chamam de ‘mediterrâneos’, o que já vem com uma carga considerável de preconceito e atitudes superiores embutidas.

O brasileiro comum, consumidor de filmes made-in-Hollywood não sabia disso, o “brazilian” coitado, saía do escurinho do cinema achando que era Cary Grant ou Tyrone Power, e iriam conquistar as beldades loiras e ruivas num país tropical onde a maioria de nossa população sempre foi morena, mestiça, mulata. A ficha não chegou a cair, pois a maioria dos brasileiros se rebelaram contra a Carmen, coitada, que não estava sabendo de nada.

O brasileiro não gostou de ver Carmen Miranda protagonizando o papel subalterno que nós temos no ‘concerto das nações’. Nós somos, simplesmente, a periferia do mundo-industrializado loiro e protestante. O brasileiro é de tradição católica ou até mesmo de ritos africanos… tudo, menos calvinista.

Os jornais brasileiros e a ‘classe pensante’ nacional, justamente por serem quase todos ‘colonizados culturalmente’, também não conseguiram equalizar a questão e passar o resultado de uma análise mais refinada para o público, analisando o relacionamento de superioridade que o norte-americano tem em relação a nós, brasileiros ou latino-americanos.

Raul Roulien no set de ‘Delicious‘ (1931) posa ao lado de uma bandeira brasileira, com seu colega Brendel batendo a continência.

La historiografía contemporánea sobre la eugenesia produjo un arsenal de interpretaciones destinadas a explicar tanto un concepto como procesos referidos a problemas más o menos acotados y pertinentes a la vida individual y social. Enfocados temáticamente o con pretensiones más abarcativas, esos estudios han ido desplegando una agenda que destacó una serie de cuestiones: las tecnologías empeñadas en controlar los cuerpos individuales y “mejorar la raza” utilizando recursos de identificación, clasificación, jerarquización y exclusión; la localización de ideas y perspectivas que demandaron de la formalización de redes profesionales que excedían los ámbitos nacionales; los discursos locales interesados en intervenir en la realidad; la instrumentación – si en efecto ocurrió tal cosa – de políticas específicas y sus efectivos resultados a nivel individual y social. Diego Armus – Eugenesia en Buenos Aires: discursos, prácticas, historiografía. SciELO – Jul 2016

O brasileiro ainda não se conscientizou que ele não é branco, ele é ‘moreno’. É por isso que nossa classe dominante é tão preconceituosa e, francamente, desprovida de cultura. Parem de bobeira e acordem p’ra cuspir, como se dizia nos anos 30.

Hubo muchas eugenesias a juzgar por la rica adjetivación usada en el pasado y en la actualidad. Como es habitual, a mayor maleabilidad o viscosidad de un cierto concepto, tanto mayor el arsenal de adjetivos destinados supuestamente a reducir esa maleabilidad y viscosidad. Así, se ha hablado de eugenesia anglosajona o latina, positiva o negativa, blanda o dura, ambientalista o genetista, preventiva o selectiva, abiertamente o disimuladamente coercitiva. Son solo algunos de los adjetivos utilizados a lo largo de la primer mitad del siglo XX por los contemporáneos y, mas recientemente, por los historiadores.

Para quem nunca pensou no assunto, é uma ótima oportunidade para se entender o papel que o brasileiro faz no ‘concerto das nações’. É um papel que ele não gosta muito, mas a aceitação é o começo para se poder mudar a situação, ou não!

John Payne fica com a loiríssima Alice Faye… e o moreno Cesar Romero fica com Carmen Miranda, que teve a paxôrra de ter nascido morena e mediterrânea. O brasileiro, colonizado culturalmente, não perdoa seu similar. Ele, no fundo, se identifica com seu Opressor, o loiro anglo-saxão, que impõe sua música, cinema e cultura aos povos morenos dos Trópicos. Além de tudo, Carmen fazia uma cubana no filme. Que ousadia ser uma relés ‘centro-americana’. Isso tudo nos anos 40. Imagina se fosse depois de 1959, Carmen, provavelmente teria sido chamada de comunista pró-Castro.

Carmen Miranda ajuda Mickey Rooney em sua imitação dela em filme da MGM em 1941.

É certo que as grandes personalidades foram e continuam sendo objeto das mais desencontradas críticas. Boas ou más, justas ou não, certas ou erradas, não importa. O fato é que há sempre uma tendência forte para falar nos nomes iluminados pelas luzes ofuscantes da celebridade. Carmen encontra-se nesse caso. Muitos reconhecem nela a simpática artista que logrou atingir o zenith da gloria por ser, de fato, notável. Já outros pensam de maneira diversa, mas pensam. Por quê? Porque o célebre desconhece o impossível.  Se alguém afirmou ser Carmen ingrata, espalhafatosa, isenta de atributos artísticos, não significa isso, em absoluto, que ela faça jus a tais comentários, pelo contrário. Conquanto pareça paradoxal, isso significa que Carmen é uma criatura querida e apreciada, popularíssima, pois o que é desconhecido não pode ser notável e porque não é notável, é indigno de realce público. Por isso afirmo de coração: Quanto mais ouço e leio sobre Carmen, mais me convenço de sua notabilidade. Ela canta e dansa com um modo incomparável. Carmen faz um paralelo com as melhores figuras da constelação cinematográfica. VITORIA DAVID – Rio de Janeiro/DF. 15 Junho 1943. 

Cine Admiral é inaugurado em Seattle em 1942 com ‘Weekend in Havana’, justo o filme mais odiado pelos brasileiros.

A fim de conferir o que foi citado, segue os links:

1. Estudos/teses/análises acadêmicas sobre Carmen Miranda:

2. Jornais/Revistas/Matérias digitalizadas:

3. Phill Emmanuel & Ravenc Imagens (e gratidão pelo trabalho fundamental): @CarmenMirandaFC

Hae’vete: Cantora nortista lança ‘Your Crime’ com influências clássicas do Pop e ‘pitada’ amazônicaALAÍDE COSTA, A DIVA QUE A BOSSA NOVA TENTOU APAGAR!?!Hino Nacional em dialeto ticunaCabanagem

Art and culture of the native peoples of our planet. ART AMBA MIRIM

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Blowin In The Wind

Uma das canções de protesto mais famosas do mundo foi composta em apenas 10 minutos, em abril de 1962, de acordo com Bob Dylan, quando estava em uma casa noturna de Nova York. A melodia também foi fácil de criar, porque foi inspirada em uma antiga canção spiritual afro-americana, No More Auction BlockAnos depois, em 1985, Dylan gravou uma versão da original para a coletânea Biograph. Rafaela Damasceno – Analisando letras, 28 de Maio de 2021

Bob Dylan / Keith Richards / Ron Wood – Blowin’ In The Wind (Live Aid 1985). Live Aid. 21 de set. de 2018

Bob Dylan, Keith Richards and Ron Wood performing at Live Aid in front of 100,000 people in the John F. Kennedy Stadium, Philadelphia USA on the 13th July, 1985. The event was organised by Sir Bob Geldof and Midge Ure to raise funds for the Ethiopian famine disaster. Broadcast across the world via one of the largest satellite link-ups of all time, the concerts were seen by around 40% of the global population.

How many roads must a man walk down (letras.mus)
Before you can call him a man?
Yes, and how many seas must a white dove sail
Before she sleeps in the sand?
Yes, and how many times must cannonballs fly
Before they’re forever banned?

The answer, my friend, is blowin’ in the wind
The answer is blowin’ in the wind

Yes, and how many years can a mountain exist
Before it is washed to the sea?
Yes, and how many years can some people exist
Before they’re allowed to be free?
Yes, and how many times must a man turn his head
And pretend that he just doesn’t see?

The answer, my friend, is blowin’ in the wind
The answer is blowin’ in the wind

How many times must a man look up
Before he can see the sky?
Yes, and how many ears must one man have
Before he can hear people cry?
Yes, and how many deaths will it take till he knows
That too many people have died?

The answer, my friend, is blowin’ in the wind
The answer is blowin’ in the wind

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Palavras Perdidas: Yesterday, Paint It, Black, Paper Planes, Grito ancestral no Tapajós, Cantos que acalentam Encantados, Cuara çu e Tetchi’arü’ngu

Cowboy Fora da Lei

Raul seixas Cowboy fora da leiRogershoiti

Cowboy Fora da Lei – Raul Seixas. letras.mus

Mamãe, não quero ser prefeito
Pode ser que eu seja eleito
E alguém pode querer me assassinar
Eu não preciso ler jornais
Mentir sozinho eu sou capaz
Não quero ir de encontro ao azar

Papai não quero provar nada
Eu já servi à Pátria amada
E todo mundo cobra minha luz
Oh, coitado, foi tão cedo
Deus me livre, eu tenho medo
Morrer dependurado numa cruz

Eu não sou besta pra tirar onda de herói
Sou vacinado, eu sou cowboy
Cowboy fora da lei
Durango Kid só existe no gibi
E quem quiser que fique aqui
E entrar pra história é com vocês

Mamãe, não quero ser prefeito
Pode ser que eu seja eleito
E alguém pode querer me assassinar
Eu não preciso ler jornais
Mentir sozinho eu sou capaz
Não quero ir de encontro ao azar

Papai não quero provar nada
Eu já servi à Pátria amada
E todo mundo cobra minha luz, minha luz
Oh, coitado, foi tão cedo
Deus me livre, eu tenho medo
Morrer dependurado numa cruz

Eu não sou besta pra tirar onda de herói
Sou vacinado, eu sou cowboy
Cowboy fora da lei
Durango Kid só existe no gibi
E quem quiser que fique aqui
E entrar pra história é com vocês
Eu não sou besta pra tirar onda de herói

Sou vacinado, eu sou cowboy
Cowboy fora da lei
Durango Kid só existe no gibi
E quem quiser que fique aqui
E entrar pra história é com vocês

Composição: Claudio Roberto / Raul Seixas

Palavras Perdidas: A INJUSTIÇADA carreira de Bezerra Nietzsche da Silva! Carburografia, A história da energia elétrica no Brasil, NASA descobre ouro em Marte, As Aventuras de Raul Seixas Na Cidade de Thor, Xibom Bombom

A avó-estrela do lago Baical: aos 79 anos, Baba Liuba vive e desliza no gelo “com o coração”

Lyubov Morekhodov, 79 anos, vive sozinha nas margens do lago Baical, na Sibéria russa. A fama já não é novidade para esta resistente. Há alguns anos foi fotografada a “dançar” no gelo com os seus patins artesanais e a Internet e os media fizeram o resto. Vivimetaliun – 2022/12/23

Agora, Baba Liuba (avózinha Liuba, como lhe chamam na Rússia) voltou à ribalta porque a Reuters a visitou. Na sua casa isolada, vive feliz, diz. Os filhos vivem a mais de 300km e ela tem a companhia dos seus cães de guarda, das suas vacas e galinhas. Para ir buscar mercearias e afins, patina uns 40 minutos para lá, 40 minutos para cá, até à urbe mais próxima.

“Preciso dos patins para tratar das minhas compras. E também só para me divertir. Para deslizar ou para ir ver as minhas vacas”, diz, explicando: “Assim posso patinar para um lado e para o outro, que andar na neve é duro”.

“Ainda há bocadinho fui ali, dei uma vista de olhos. As minhas vacas não estavam lá, por isso patinei pelo gelo para o outro lado e vi-as. Andavam a passear perto da montanha. Chamei-as. Elas voltaram para casa”.

“É assim. E mesmo sem ter coisas a fazer, vou patinar no gelo quando me apetece”. Sempre “com o coração” e, aparentemente, sem grandes preocupações nem medos de quedas.

Como se não bastasse, Baba Liuba usa os seus já célebres patins de madeira e lã, feitos pelo pai quando ela era criança, em 1943. Quando há uns anos se tornou uma celebridade, o patinador e campeão olímpico russo Evgeni Plushenko​ ofereceu-lhe uns patins modernos, tecnologia de ponta. Nada feito, prefere os dela.

Patinar e morar no lago, na região siberiana de Irkutsk, com mais ou menos gelo, é a coisa que ela mais gosta na vida. “O Baical é a melhor coisa no mundo. É prístino, natureza virgem. Está acima de tudo, tudo”.

Para ela, o Baical é algo de espiritual, mítico, como dizia em 2018 à Deutsche Welle, numa reportagem que ajudou a internacionalizar a fama. “Poderoso e livre Baikal”, cantou a avó do lago. Na reportagem alemã, uma coisa que ficou provada é que além dos patins também tem a língua afiada. Sem medos. Tanto critica os exageros da igreja (no caso, a ortodoxa russa), como dos que só querem “ouro e palácios”. “De uma maneira ou outra, vamos todos morrer, seja num palácio, seja aqui”. Uma grande gargalhada no fim desta tirada põe ponto final à conversa.

Quando fotografias e vídeos das suas “coreografias” no gelo se tornaram virais, chegou a ir à televisão russa e foi também alvo de vários trabalhos sobre a sua vida no Baikal, como este acima (em russo) da Current Time TV. via

Palavras Perdidas: Nossa Senhora Aparecida, mãe das crianças!, A arca da Aliança – Tecnologia muito avançada no Egito Antigo, Madre Teresa de Calcutá, Momentos Satisfatórios Em Que O Karma Recompensou Pessoas Boas, Meios de transporte do Papai Noel

Música Urbana 2

Música Urbana 2Legião Urbana. letras.mus

Álbum: “Dois” (1986) – 31 de out. de 2010. Bille Cipriani

Em cima dos telhados as antenas de TV tocam música urbana
Nas ruas os mendigos com esparadrapos podres
Cantam música urbana
Motocicletas querendo atenção às três da manhã
É só música urbana

Os pms armados e as tropas de choque vomitam música urbana
E nas escolas as crianças aprendem a repertir a música urbana
Nos bares os viciados sempre tentam conseguir a música urbana

O vento forte, seco e sujo em cantos de concreto
Parece música urbana
E a matilha de crianças sujas no meio da rua
Música urbana
E nos pontos de ônibus estão todos ali: Música urbana

Os uniformes
Os cartazes
Os cinemas
E os lares
Nas favelas
Coberturas
Quase todos os lugares

E mais uma criança nasceu
Não há mais mentiras nem verdades aqui
Só há música urbana
Yeah, música urbana
Oh, oh, música urbana

Música Urbana 2 (Live From Brazil/1992) – Legiao Urbana.

Música P/Acampamentos – EMI Music Brasil. 29 de jan. de 2015

Palavras PerdidasOn The Way Home + Urban Legion, Somos Tão Jovens – Filme completo, Acrilic on Canvas – Teclado,Tô Feliz (Matei o Presidente) 2, Perdidos na Noite 1986-1988, Só Por Hoje

Pelé Nokia

Guns N’ Roses@gunsnroses. Dec 30, 2022

Nokia Cores – Pelé (2000). Propagandas Antigas@proantigas. Dec 30, 2022

O que o Pelé representa ao mundo muitos brasileiros não fazem ideia. Felipe Kieling @felipekieling. Dec 30, 2022

Palavras Perdidas: Museu PeléEstádio Rei Pelé em Alagoas virou Estádio Rainha Marta, A pele que habito, Jesus Negão, Bem vindo a vida adulta!!!

A indústria farmacêutica está fora de controle??? 1.2

Confira abaixo e responda você mesmo a pergunta do título! (Homeopatia Ação Pelo Semelhante)

Construímos um sistema médico em que o ato de enganar não é apenas tolerado, mas recompensado, a afirmação é de Carl Elliot, professor de Bioética e Filosofia na Universidade de Minnesota e autor do livro White Coat, Black Hat – Adventures on the Dark Side of Medicine em português: Jaleco branco, chapéu preto: aventuras no lado negro da medicina. EDSON JESUS

O livro de Elliot se junta a uma série de obras que, nos últimos 17 anos, vem revelando que a indústria farmacêutica escapou de todo o controle e que tem influência sobre a formação, a pesquisa e os médicos. Quando o Estado é cúmplice, ele mostra-se incompetente e corrupto e a doença é a desinformação. Celso Galli Coimbra – 02/03/2013

A entrevista com a médica Ghislaine Lanctot, feita por Laura Jimeno Muñoz para a Revista Discovery Salud permite refletir, por exemplo,  porque a reposição hormonal da Vitamina D – de vital importância para a saúde humana – é recusada, censurada, objeto de mentiras dentro da Medicina, enquanto as terapias de alta complexidade e de alto custo são privilegiadas, como por exemplo, a persistente indução a transplantações de órgãos desnecessárias, quando 80% destas últimas situações poderiam ser evitadas por atitude médica gestoramédica clínica e políticas governamentais de simples prevenção da saúde.

A autora de A Máfia Médica acabou os seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que estava convencida de que a Medicina era extraordinária e poderia curar qualquer enfermidade. Só que essa primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.

Ao dar-se conta do controle e da manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os estudantes – entendeu claramente que a Medicina é, antes de tudo, um negócio. A Medicina está controlada pelos seguros-públicos ou privados, o que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controle sobre o tipo de medicina a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão praticar.

“A Máfia Médica” é o título do livro lançado em 2010 que custou à doutora Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denúncia publicada mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complô formado pelo Sistema Sanitário e pela Indústria Farmacêutica. Notícias Naturais

O chamado sistema sanitário é na realidade um sistema de enfermidade, uma medicina da enfermidade e não da saúde, só reconhece a existência do corpo físico e sem considerar nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. Trata apenas o sintoma e não a causa do problema mantendo o paciente na ignorância e na dependência, estimulando-o para que consuma fármacos de todo o tipo.

Em que pese as denúncias deste livro e na  entrevista de sua autora, é fundamental os cidadãos entenderem que cabe a eles, tanto como membros da sociedade ou como pacientes, exigirem por atitudes de quem está bem informado, o retorno da ética na medicina voltada para o paciente e para a prevenção de doenças. E isto começa por usar suas informações para escolher os médicos éticos a quem recorrer e passa por exigir do Estado transparência, honestidade em sua obrigação constitucional (Art. 196 da CF) de universalizar o atendimento à saúde e a promoção da saúde, sem atender os interesses contrários da indústria farmacêutica e de quem estiver, em qualquer meio profissional, comprometido com esta motivação escusa.

No que concerne ao médico, lembramos a diretriz básica da Resolução do Conselho Federal de Medicina, 1098, de 30.06.83, ratificando decisão da ASSEMBLÉIA MUNDIAL DE MÉDICOS EM TÓQUIO, de 1975, que foi esquecida:

“No tratamento de um paciente, o médico deve ter liberdade para empregar um novo diagnóstico e uma nova medida terapêutica se, em sua opinião, ela oferece esperança de salvar vida, restabelecer a saúde ou minorar os sofrimentos.”

“O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema.”

“A OMS é a organização que estabelece, em nome da saúde, a “política de enfermidade” em todos os países. Todo o mundo tem que obedecer cegamente às diretrizes da OMS. Não há escapatória. De fato, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode escapar ao seu controle.”

Trata-se de uma declaração que dá à OMS os meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica. Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo “ministério da saúde” é a OMS. Desde então, “direito à saúde” significa “direito à medicação”. Foi assim que, impuseram as vacinas e os medicamentos, a toda a população do globo.”

Uma máfia sumamente poderosa, onipotente, diria Lanctot, eliminou toda a competência, orientam os investigadores e os dissidentes são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos “alternativos” intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou encarceram-nos, também.

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Em diferentes escalas e com distintas implicações, com certeza, a indústria farmacêutica, as autoridades políticas, os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da ONU – e, com certeza, o governo mundial na sombra do dinheiro.

Investigações de eminentes médicos indicam que o HIV foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola. Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar.

O chamado câncer, ou seja, a massiva proliferação anômala de células, é algo tão habitual que todos o padecemos várias vezes ao longo da nossa vida. O problema surge quando o nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor.

O médico é – muitas vezes de uma forma inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria, nos 5 a 10 anos que passa na Faculdade de Medicina, nos hospitais e congressos médicos, o sistema encarrega-se de lhe inculcar uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras possibilidades, reforçando a ideia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o ensinamento recebido é o único válido, ensina-se-lhes que o médico não deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que não sejam servis ao sistema.

A medicina científica se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece a tal causa, uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente e envia-o para casa, receitando-lhe comprimidos para os nervos.

Os produtos alternativos rentáveis igualmente monopolizados nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da Organização Mundial do Comércio, as autoridades e os seus meios de comunicação social ocupam-se a alimentarem o medo da enfermidade, da velhice e da morte. De facto, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos, sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade “fabricam-se” uma multitude de embriões, que logo se armazenam para serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35 vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.

A medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas, salvo no que se refere à cirurgia, os antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de diagnóstico, têm-se a impressão de curar mas não cura. Simplesmente elimina a manifestação do problema no corpo físico mas este, cedo ou tarde, ressurge.

Ghislaine Lanctot apresenta três hipóteses para a existência desse sistema de enfermidade. A primeira é que talvez não saibam que tudo isto se passa (difícil de aceitar, nos últimos 32 anos várias publicações denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente), a segunda hipótese é que não podem acabar com ele, mas os governos têm esse poder e a terceira é que não querem acabar com o sistema.

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A medicina atual está concebida para que os seres humanos permaneçam doentes o maior tempo possível e compre fármacos; se possível, toda a vida.

As chamadas medicinas suaves ou não agressivas são uma melhor opção porque tratam o paciente de uma forma holística, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda mas apenas isso: complementos, porque o verdadeiro médico é o próprio. A soberania sobre a própria saúde permite ao enfermo (seres soberanos) curar-se, nada pode fazê-lo em seu lugar, a autocura é a única medicina que cura. Nas nossas mãos está pois, romper essa escravidão.

A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de cartas quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e conectado com a sua própria divindade.

Palavras PerdidasA história da Homeopatia, Farmácia de manipulação, Farmácia de manipulação?!?, El sistema endocannabinoide, Elisaldo CarliniRemédio caseiro para controle de pulgas

A história da Homeopatia

A história da HomeopatiaVocê sabia disso? 4 de dez. de 2022

    A história da homeopatia é fundamentada nas descobertas de Christian Friedrich Samuel Hahnemann (1755-1843), nascido no leste da Alemanha, um médico que cunhou o termo homeopatia a partir da junção das palavras “ὅμοιος hómoios,/homoion” que significa similar em grego, e “ πάθος páthos” sofrimento/doença.  Para se referir ao princípio de cura pelos semelhantes, que se tornou o princípio da homeopatia. Associação médica Homeopática – 22/10/2019

    Segundo Paul Ulrich Unschuld, o regime nazista na Alemanha era fascinado pela homeopatia e gastou grandes somas de dinheiro na pesquisa de seus mecanismos, mas sem obter um resultado positivo. Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Sendo que a lei dos semelhantes foi descrita por Hipócrates e Paracelso séculos antes, bem como foi utilizada por diversas sociedades, como os maias, chineses, gregos, índios nativos americanos e asiáticos.

    Baseia-se no princípio similia similibus curantur (do latim: “semelhante pelo semelhante se cura”), ou seja, o suposto tratamento se dá a partir da diluição e dinamização da mesma substância que produz o sintoma num indivíduo saudável.

    Selo alemão comemorativo dos 200 anos de homeopatia, repetindo a máxima de Hahnemannsimilia similibus curantur

    A homeopatia considera os sintomas uma reação contra a doença. A doença seria uma perturbação de uma energia vital, e a homeopatia buscaria o restabelecimento do equilíbrio, que o sistema de cura natural da pessoa seria estimulado a estabelecer uma reação de restauração da saúde por suas próprias forças, de dentro para fora, seria para a pessoa como um todo e não somente para a doença.

    Nos primeiros 15 anos de sua prática da medicina Samuel Hahnemann lutou desesperadamente para ganhar a vida, um dia desconfiou da explicação dada pelo autor para a ação do medicamento sobre a malária, e publica em 1796 um artigo onde descreve uma teoria sobre o poder curativo das plantas, seguindo por seu famoso trabalho publicado em 1810 The Organon of Healing Art., onde introduziu o conceito de “miasmas” como “princípios infecciosos” subjacentes à doença crônica. Marcelo Gerra – Iris Homeopatia

    Os testes para descobrir que efeitos as substâncias produziam em seres humanos, um procedimento que mais tarde se tornaria conhecido como “provação homeopática”, exigiam que os indivíduos testassem os efeitos da ingestão de substâncias registrando claramente todos os seus sintomas, bem como as condições auxiliares sob as quais eles apareciam, publicando uma coleção de provações em 1805, e uma segunda coleção de 65 preparações apareceu em seu livro; Materia Medica Pura (1810).

    Hahnemann desenvolveu uma técnica para fazer diluições que acreditava preservar as propriedades terapêuticas de uma substância ao mesmo tempo que removia seus efeitos nocivos, no qual esse processo despertava e aprimorava “os poderes medicinais espirituais das substâncias brutas”. Uma visão completa de seu novo sistema médico em seu livro Organon da Arte de Curar (1810), cuja 6ª edição, publicada em 1921, ainda hoje é usada pelos homeopatas.

    O preparo dos compostos homeopáticos segue princípios e técnicas bem definidos e simples em si [a questão da validade não é aqui discutida]. De ordinário, há as seguintes etapas:

    1. Extração dum princípio mineral ou vegetal da fonte;
    2. Pulverização (trituração e moagem) do insumo, quando necessário;
    3. Dissolução num veículo adequado, aquoso, hidroalcoólico, etc.;
    4. Diluição em sequência centesimal hahnemanniana;
    5. Sucussão, Dinamização ou Potencialização.

    O termo cunhado por Hahnemann apareceu pela primeira vez em 1807, enquanto traduzia um tratado médico do médico e químico escocês William Cullen para o alemão. uma teoria de Cullen sobre o uso de cinchona na cura da malária. Hahnemann ingeriu um pouco de casca especificamente para investigar o que aconteceria. Ele teve febre, tremores e dores nas articulações, sintomas similares aos da própria malária. Um relato dos efeitos da ingestão de casca de cinchona, observado por Oliver Wendell Holmes, e publicado em 1861, não conseguiu reproduzir os sintomas relatados por Hahnemann. A lei de Hahnemann sobre similares é um ipse dixit que não deriva do método científico.

    Trabalhos científicos posteriores mostraram que a cinchona cura a malária porque contém quinina, que mata o parasita Plasmodium falciparum que causa a doença; o mecanismo de ação não tem relação com as idéias de Hahnemann.

    Após sua primeira constatação: “Substâncias acarretam sintomas semelhantes aos apresentados pela enfermidade que curava”, ele decidiu testar em si mesmo substâncias que desenvolveram sintomas semelhantes aos de doenças. Após isso, realizou mais testes com outras substâncias, e concluiu sua teoria de “semelhante cura semelhante”.

    Segundo o princípio dos semelhantes de Hahnemann a mesma substância que causa a doença em uma pessoa saudável, mas em grau mais baixo, pode curar o problema numa pessoa doente, esta descoberta levou Samuel a criar seu famoso aforismo “como cura como”, ou cura pelos semelhantes. 

    Desde o início o tratamento homeopático começa com uma longa entrevista, com duração de pelo menos uma hora, na qual são levantados todos os aspectos da doença e vida do paciente. Por isso a homeopatia é considerada uma medicina holística, ou seja, que considera o ser humano como um todo.

    No Brasil foi introduzida por um discípulo francês, Benoit Jules Mure, que aqui chegou em 1840. Mure vem inicialmente para introduzir a doutrina social de Charles Fourier (1772/1837); para tanto Mure consegue o apoio do governo brasileiro de D. Pedro II e vai para o interior de Santa Catarina onde funda um falanstério, o qual não vinga. Volta então ao RJ no dia 21 de novembro de 1840, onde inicia o ensino, a prática e a propagação da Homeopatia. Por este motivo, esta data foi eleita como o dia da homeopatia no Brasil. Medicina Homeopatica

    O discípulo francês de Hahnemann, Mure que faz seu primeiro discípulo no Brasil, um médico português chamado João Vicente Martins que propaga a homeopatia começando pelas regiões Norte e Nordeste. Mangolini Homeopatia 

    A Homeopatia rapidamente se propagou no Brasil, principalmente na Bahia, Pernambuco e no Rio de Janeiro. No final do século XIX foi abraçada pelo movimento positivista brasileiro através de seus adeptos do instituto militar de engenharia, no Rio de Janeiro. Disso resulta um grande apoio oficial do governo republicano à Homeopatia, reconhecendo o seu ensino e a sua prática, criando enfermarias no Hospital Central do Exército e no Hospital da Marinha, no começo do século passado.

    O Conselho Federal de Medicina, reconheceu a Homeopatia como uma especialidade médica pela portaria número 1000 de 1980. Em 1988 a Constituição brasileira coloca a Homeopatia oficialmente no SUS (estipula a obrigatoriedade de haver um médico homeopata em cada posto de saúde). Portanto a Homeopatia no Brasil é uma prática médica oficial e reconhecida, com custo mais baixo que a média no atendimento convencional e com maior qualidade de atendimento e relacionamento médico-paciente.

    No mundo, atualmente a Homeopatia é praticada na Europa (Alemanha, França, Inglaterra, Espanha, Suíça), EUA, Índia (país onde tem o maior apoio oficial e é exercida oficialmente), Brasil, Argentina e México. A aceitação da homeopatia como uma forma autônoma e válida de medicina depende da legislação de cada país.

    A Homeopatia é capaz de tratar qualquer doença curável ou reduzir os efeitos colaterais dos tratamentos convencionais, como a quimioterapia e a radioterapia, e pode ser adotado por pessoas de qualquer idade, sendo ideal para bebês, grávidas e idosos, pela baixíssima ocorrência de efeitos adversos.

    A homeopatia, é uma medicina oficialmente reconhecida pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e foi criada para revolucionar os métodos terapêuticos. Vamos contar neste artigo a história da homeopatia que foi criada por um médico alemão chamado Christian Friedrich Samuel Hahnemann, nascido em 1755 no leste da Alemanha, que após algumas desilusões com a pouca eficácia e reações a medicamentos que as vezes pioravam a condição do paciente naquela época.

    Pesquisas científicas têm mostrado que os remédios homeopáticos não são eficazes e seu mecanismo de funcionamento é implausível. Há consenso na comunidade médica e científica internacional de que a homeopatia é uma pseudociência, e é amplamente considerada charlatanismo. Numerosas revisões sistemáticas indicaram que homeopatia não é mais efetiva que o placebo, de modo geral, os produtos (medicamentos) são considerados inertes e livres de efeitos colaterais, a relutância em buscar tratamento médico convencional, preferindo a homeopatia pode levar a complicações e até mortes.

    Organização Mundial de Saúde (OMS) aconselha os seus estados membros a regular a homeopatia de forma a garantir a inocuidade dos produtos que são comercializados sem prescrição médica, e reconhece que, apesar de se verificar um aumento da utilização de produtos homeopáticos, são poucos os estados com regulamentação aplicável. O documento de Estratégia da OMS sobre medicina tradicional 2002 – 2005 “aborda as questões de segurança, qualidade e eficácia da medicina tradicional (MT) e medicina complementar e alternativa (MCA).

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    #homeopatia – Fpxh_2021. iFunny Brazil – 6 jul 2021

    Os defensores da homeopatia referem-se regularmente aos documentos produzidos pela Organização Mundial de Saúde, porém a OMS condena o uso da homeopatia contra doenças graves como malária, tuberculose, aids, gripe e diarreia infantil.

    Em Portugal, a profissão de homeopata é regulamentada em lei, sendo exclusiva a profissionais com carteira da ACSS. Em muitos países não é sequer considerada especialidade médica. Em 2015 o National Health and Medical Research Council (NHMRC) da Austrália declarou não existirem condições de saúde tratáveis com a homeopatia e que o uso da homeopatia pode colocar a saúde das pessoas em risco. Em 2019, as academias francesas de medicina e farmácia condenaram o gasto de dinheiro público em remédios homeopáticos, e também a existência de títulos acadêmicos em homeopatia.

    Em julho de 2019, o ministro da saúde francês anunciou que os reembolsos da previdência social para medicamentos homeopáticos seriam eliminados antes de 2021. Na França se localiza o maior fabricante mundial de medicamentos para medicina alternativa, a Boiron.

    Ainda em 2019, o governo canadense parou de financiar a ajuda homeopática a Honduras. A instituição de caridade Terre Sans Frontières (TSF), de Quebec, recebeu US$ 200 000 em cinco anos do Programa de Cooperação Voluntária da Global Affairs, que apoia “curas” homeopáticas da doença de Chagas.

    No Brasil, é considerada como especialidade médica desde 1980, reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina, tendo sido incluída no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2006 e listada pelo Ministério da Educação em 2017 dentre os conhecimentos requeridos para a graduação em Farmácia. Existem hoje, aproximadamente 20 associações de representação médico-homeopatas filiadas a AMHB (Associação Médica Homeopata Brasileira) e estima-se que o Brasil esteja entre os três maiores países com mais médicos homeopatas do mundo.

    No final da década de 1970, a homeopatia retornou significativamente e as vendas de algumas empresas homeopáticas aumentaram dez vezes. O homeopata grego George Vithoulkas, que realizou “uma grande quantidade de pesquisas para atualizar os cenários e refinar as teorias e práticas da homeopatia”, começando na década de 1970, mas Ernst e Singh consideram que a causa real tenha ligação com a ascensão do movimento da Nova Era.

    As principais redes de farmácias reconheceram o potencial comercial da venda de preparações homeopáticas. A Food and Drug Administration realizou uma audiência em 20 e 21 de abril de 2015 solicitando comentários públicos sobre a regulamentação de medicamentos homeopáticos. O FDA citou o crescimento das vendas de medicamentos homeopáticos vendidos sem receita, que foram de US$ 2,7 bilhões em 2007.

    Homeopatia Olha para os Horrores da Alopatia, uma pintura de 1857 de Alexander Beydeman, mostrando figuras históricas e personificações da homeopatia, observando a brutalidade da medicina do século XIX

    Nos séculos XVIII e XIX, a medicina convencional era bastante ineficaz e muitas vezes prejudicial. Práticas como sangrias e purgas eram usadas indiscriminadamente, e misturas complexas com efeitos perigosos eram frequentemente administradas aos pacientes. Um exemplo dessas misturas perigosas é o melaço de Veneza, composto por 64 substâncias, incluindo ópio, mirra e carne de víbora, tratamentos que geralmente pioram os sintomas e podem ter resultados fatais.

    Hahnemann cunhou a expressão ” medicamento alopático “, que era usado para se referir pejorativamente à medicina ocidental tradicional.

    Oscillococcinum, um produto homeopático na forma de glóbulos de sacarose

    Hahnemann rejeitou essas práticas – exaltadas durante séculos – como irracionais e desaconselháveis, e defendeu o uso de drogas únicas em doses mais baixas e promoveu uma visão imaterial e vitalista de como os organismos vivos funcionam, os tratamentos em si não tinham efeito, eles eram muito mais seguros do que a maioria das práticas médicas da época, associado a um repouso apropriado era geralmente superior ao da medicina convencional praticada no momento do início da homeopatia.

    A visão holística do todo sobre as partes, impressa em toda a sua obra segue quatro princípios que orientam a prática homeopática:

    • Lei dos Semelhantes: Lei universal da cura: similia similibus curantur;
    • Experimentação na pessoa sadia: Os homeopatas realizam provas, chamadas patogenesias; em geral são eles mesmos os experimentadores;
    • Doses infinitesimais: Diluições infinitesimais seguidas de sucussões rítmicas, ou seja: mistura-se uma pequena quantidade de uma substância específica em muita água e/ou álcool e agita-se bastante, afim de “despertar” as propriedades latentes da substância, chamado de “dinamização” ou “potencialização” do medicamento;
    • Medicamento único: Após a primeira prescrição é que se pode fazer a leitura prognóstica, ver se é necessário repetir a dose, modificar o medicamento ou aguardar a evolução.
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    Ze_Ruela1_2019 – 27 apr 202117

    Esta é a história de um homem obstinado, quase arrogante, que não se curvou ao senso comum nem para evitar sua fome e a de sua numerosa família. Um homem que defendeu arduamente o ideal de curar sem prejudicar, contra uma classe médica irada que não podia aceitar que este médico de origem humilde fosse ensinar-lhes uma nova arte e ciência de curar. Um homem que até seus últimos dias cuidou de aprimorar seu legado maior à humanidade, a Homeopatia.

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    Suíça recruta maconheiros, sinal verde!

    Eu não acredito. Bibliotecannabis and Cannabis BrasilPutao Final De Semana. @MaconheiroSagaz4:20.

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    A Suíça pode permitir que até 5 mil pessoas fumem maconha legalmente em estudos-piloto que ajudarão a elaborar novas regras para o uso recreativo da droga, disse o governo numa quinta-feira, os projetos-piloto limitados que podem levar a mudanças em leis de 1951 que proíbem a cannabis. O plano será submetido à consulta pública até o meio deste ano, disse o Gabinete Federal de Saúde.  Smoke Buddies – 1 março, 2019

    Cerca de 200 mil pessoas (2019) usam cannabis ilegalmente na Suíça, estimou o governo, apesar de sua criminalização., durante o debate no Conselho Nacional, um legislador mencionou que cerca de 220.000 pessoas (2020) consomem regularmente maconha recreativa na Suíça.

    “Cidades apontam o impacto negativo das leis atuais, o comércio ilegal em locais públicos que causa cada vez mais transtornos e faz as pessoas se sentirem inseguras e esforços para conter as vendas de droga em áreas urbanas que drenam recursos”, acrescentou o governo em um comunicado.

    “Como resultado, algumas cidades querem descobrir como o acesso controlado à cannabis afeta seu consumo, os hábitos de compra e a saúde dos participantes”

    A câmara baixa da Assembleia Federal da Suíça aprovou um projeto de lei que abre caminho para um programa piloto de pesquisa que permitiria a produção e distribuição temporárias de cannabis para adultos para fins recreativos. Marijuana Business Daily –  Smoke Buddies.  17 junho, 2020

    “Este é um passo positivo para a normalização da cannabis no país”, disse Simon Anderfuhren-Biget, especialista suíço em políticas de drogas, ao Marijuana Business Daily.

    Embora seja um marco importante, a votação no início de junho também simboliza o ritmo lento no qual a legalização recreativa está ocorrendo na Europa.

    “No entanto, esse processo legislativo ainda está em andamento e é um tanto incerto”, disse Anderfuhren-Biget, PhD em ciência política pela Universidade de Genebra e observou que “esse processo científico deve durar cinco anos, o que pode ser prorrogado por mais dois, e as evidências coletadas devem fornecer argumentos científicos para um debate nacional sobre a oportunidade de regular legalmente a cannabis para consumidores adultos”.

    “E de acordo com essa agenda política, mesmo no melhor cenário, eu ficaria surpreso ao ver a distribuição antes de 2022”. Isso significa que, se tudo correr como planejado, a legalização total para adultos poderá ser debatida até 2030.

    “Por outro lado”, disse Anderfuhren-Biget, “a Suíça é conhecida por sua democracia, e uma iniciativa popular no nível constitucional ou uma proposta parlamentar para modificar a lei de drogas pode acelerar drasticamente o processo”.

    A experiência suíça deve ser tomada como uma lição importante para as empresas que desejam capitalizar no setor de uso adulto do mercado europeu de cannabis nos próximos anos.

    As empresas que visam ganhos a curto prazo do nascente setor de cannabis da Europa, incluindo planos de vendas recreativas, podem ficar desapontadas.

    Nenhum país da Europa indicou qualquer intenção de misturar cannabis medicinal e recreativa na mesma estrutura ou de proporcionar aos fornecedores de maconha medicinal acesso a consumidores adultos.

    Os Países Baixos, como a Suíça, estão avançando em um experimento limitado de cannabis recreativa e que forneçam evidências para um futuro debate sobre a legalização total.

    Luxemburgo poderia se tornar o primeiro país da Europa a legalizar completamente a produção de maconha recreativa, como prometeu seu atual governo em seu acordo de coalizão no final de 2018, mas promessa ainda não se concretizou em nenhuma etapa oficial significativa.

    Na Alemanha, várias autoridades regionais solicitaram ao governo federal permissão para realizar experimentos com maconha recreativa. Mas os pedidos foram rejeitados.

    No entanto, isso é algo que pode evoluir velozmente e não pode ser descartado se a situação atual mudar rapidamente.

    Os testes de distribuição de cannabis serão realizados na Suíça. O Conselho de Estados deu luz verde numa quarta-feira (9/set/ 2020) para experiências desse tipo em grandes cidades suíças. O produto, entretanto, não deve ser exclusivamente de origem nacional, nem orgânica. 24 heures –  Smoke Buddies. 12 setembro, 2020

    Por 31 votos a 7, a Câmara dos Cantões concordou em modificar a lei sobre entorpecentes como a Nacional já havia decidido. Podem ser realizados estudos científicos sobre os efeitos do uso controlado de cannabis. Em particular, eles determinarão os efeitos dos novos regulamentos sobre o uso de cannabis para fins recreativos e suas consequências.

    O Conselho de Estados registrou divergência com o Conselho Nacional sobre a origem do produto distribuído. Ele não quer que a lei declare especificamente que a cannabis seja nacional e orgânica. “A disponibilidade de tal produto é muito limitada”, explicou Johanna Gapany (PLR-FR). “Nós temos que ser realistas”.

    O Conselho de Estados prefere adequar a redação. “O uso de produtos suíços e orgânicos deve ser feito na medida do possível”.

    Um terço da população suíça indica que já fumou cannabis antes e a usam regularmente. A situação atual não é satisfatória, observou o ministro da Saúde, Alain Berset. As repercussões do uso de cannabis são particularmente visíveis nas cidades, e várias delas, como Genebra, Zurique, Basel e Biel manifestaram interesse e pediram a possibilidade de fazer estudos para entender melhor a situação, lembrou.

    O teste será regulamentado. A participação nos projetos-pilotos será limitada a usuários de cannabis com 18 anos ou mais, explicou Johanna Gapany (PLR-FR) em nome do comitê. Os participantes precisarão provar que já estão usando cannabis para participar dos testes. Eles serão apoiados de perto e a evolução do seu estado de saúde terá que ser monitorada constantemente. Os testes serão limitados geograficamente. Não devem durar mais de cinco anos, prorrogáveis ​​por dois anos, mediante solicitação. O tamanho do grupo dependerá do tipo de ensaio, mas não deve exceder 5.000 participantes.

    Senadores da UDC e do PDC tentaram rejeitar o projeto. “O uso de drogas tem efeitos negativos na saúde”, argumentou Peter Hegglin (PDC-ZG). “A cannabis é mais prejudicial do que o tabaco e o número de viciados está aumentando constantemente”, acrescentou ele, temendo que o projeto possa abrir caminho para a liberalização.

    Palavras PerdidasGlândula pineal, e a calcificação da pinha., Maior estudo sobre uso de Cannabis procura voluntários, O fim da espera do fim, Profissões que pode acabar no Brasil, NÃO EXISTE NATAL NA RÚSSIA!!Marcha da Maconha: Prefeito protocola projeto e pede urgência contra evento, Rihanna fica até tarde em restaurante e ajuda equipe a fazer faxina

    Primeiro carro voador pode chegar ao mercado

    China acaba de testar com sucesso Hyperloop | Primeiro carro voador pode chegar ao mercado | TecNews – Realidade Impressionante

    Estas são as novidades das novas tecnologias que estarão neste episódio de hoje… A.I. Carr30 de outubro de 2022

    00:00 TecNews Realidade Impressionante

    01:15 Ikea faz viagens de 500km com caminhões que dirigem sozinhos

    02:58 Ikea tem novo aplicativo com inteligência artificial que pode escanear salas usando o LIDAR

    04:41 Fusão nuclear já tem data pra começar a operar na Terra

    06:36 Finalmente o primeiro carro voador pode chegar ao mercado

    09:29 O peixe robô comedor de plástico para livrar nossas águas do lixo foi premiado

    11:21 China acaba de testar com sucesso um sistema de trem do tipo Hyperloop

    13:40 Novo robô agrícola usa lasers para matar 200.000 ervas daninhas por hora

    Others bits: Físicos criaram duas dimensões do tempo, Elon Musk e SpaceX tem concorrência em MarteO eVTOL da EMBRAERBrasil lança bateria à base de nióbio com tecnologia que recarrega carros elétricos em até 6 minutosO que ninguém conta sobre os carros elétricos

    PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CANNABIS SATIVA DO BRASIL 1.2

    INSCREVA-SE PARA ASSISTIR A PALESTRA DE APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CANNABIS SATIVA EAD DA SBEC/FGE EM PARCERIA COM O INSTITUTO PADRE TICÃO, UM COMPLETO PROGRAMA DE PESQUISA E FORMAÇÃO EM CANNABIS DO BRASIL. SBEC – Sociedade Brasileira de Estudos da Cannabis

    O Programa de Pós-graduação Lato Sensu em Cannabis sativa da SBEC objetiva formar profissionais especialistas em Cannabis sativa e suas aplicações medicinais, com ênfase na prática da produção (plantio e cultivo em estufas), extração e prescrição da Cannabis sativa. Capacitando profissionais para lidar com toda a linha produtiva de produtos derivados da cannabis, além dos aspectos clínicos, farmacológicos, jurídicos e associações terapêuticas.

    Realizado de forma totalmente virtual, o programa conta com aulas ao vivo, por videoconferência, com professores especialistas em Cannabis sativa, com experiência acadêmica e de consultório.

    O programa de pós-graduação lato sensu, com reconhecimento do MEC, nasceu como resultado de pesquisa científica e um importante convênio de intercâmbio científico e tecnológico entre a SBEC, o Instituto Sendtko de Ensino Superior e as Faculdades FGE.

    Hae’vete: ISA lança manual sobre plantas indígenas com download gratuitoColetivo organiza nova Marcha para Maconha (Atualizado em 10.jun.22)Cartilhas de agroecologia, saberes técnicos e tradicionaisAula 1 – I Curso Online de Plantas Medicinais e Fitoterápicos da UFJF, Padre Ticão e o Kaneh-bosm, Agrotóxicos da mesa nossa de cada dia.

    Arte e cultura dos povos originários aqui: ART AMBA MIRIM

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    Pronunciamento do ex-presidente Lula – Dia da Consciência Negra

    Pronunciamento do ex-presidente Lula – Dia da Consciência Negra – 20 de Novembro de 2020 – Rede TVT

    O ex-presidente Lula faz um pronunciamento inédito do Dia da Consciência Negra. Acompanhe a íntegra do pronunciamento. Ricardo Stuckert – Existe Guarani em São Paulo

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez em 2020 fez um pronunciamento histórico pelo Dia Nacional da Consciência Negra que merece ser recuperado, conclamando a população a engajar-se na luta antirracista, único caminho que vê para se construir “um mundo democrático, igualitário e bem mais feliz”. Em seu discurso, Lula afirmou que, “sem igualdade étnica e racial, assim como sem igualdade de gênero, não há democracia de verdade, não há cidadania efetiva e não haverá desenvolvimento. Com racismo, não há sequer soberania.” EDIÇÃO 214 – 12/11/2021 – Teoria e Debate

    Ao recuperar viagem que fez à África ainda na Presidência da República e fazer referência a lugares históricos por onde passou, fala que a “escravidão começava pelo esquecimento da condição humana e o racismo é o esquecimento do processo que nos formou como país”. Lembra que o fim da escravidão em vez de libertar o povo negro deu início a um longo processo de discriminação e exclusão que está na raiz das desigualdades raciais e sociais do Brasil de hoje. Para Lula o Dia da Consciência Negra “lembra a incrível resistência do povo negro contra a escravidão e o racismo, e menciona as muitas revoltas que fazem parte da história de resistência”.

    Sobre o atual momento político, o ex-presidente critica: “o governo genocida atual está totalmente empenhado em negar o papel da escravidão na formação do Brasil, o racismo estrutural que define nossa sociedade e sobretudo a luta da população negra contra sua opressão histórica”.

    Lula – 20 de nov. de 2020

    “O racismo é filho do ódio e da intolerância e desumaniza a todos nós. E por isso é uma luta de todos”, publicou o petista. “A escravidão começava pelo esquecimento da humanidade do povo negro. E o racismo se mantém até hoje pelo esquecimento do processo que nos formou como nação. O Brasil foi o último país a abolir a escravidão nas Américas” continuou. Dinheiro Rural – 20/11/22 – 12h29

    Pedindo um País sem racismo, Lula declarou que é possível chegar nesse futuro “cultivando o amor e o respeito, com igualdade de direitos e oportunidades”.

    Na segunda semana de trabalhos de transição de governo no Planalto, o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) anunciou uma equipe técnica voltada para a promoção da igualdade racial no futuro governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ingrid Campos –  Diário do Nordeste. 20 de Novembro de 2022

    Iêda Leal, presidente do Movimento Negro Unificado (MNU) de Goiás é componente da equipe de Lula para igualdade racial. além da representante do MNU, compõem o colegiado Nilma Lino Gomes, Givania Maria Silva, Douglas Belchior, Tiago Tobias, Martvs das Chagas e Preta Ferreira 

    O artigo 5º da Constituição Federal prevê que “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.” Vinícius Prates – Estado de MinasDiário de Pernambuco – 20/11/2022 11:19

    Desse modo, recusar ou impedir acesso a estabelecimentos, recusar atendimento, impedir ascensão profissional, praticar atos de violência, segregação ou qualquer outra atitude que inferiorize ou discrimine um cidadão motivada pelo preconceito de raça, de etnia ou de cor é enquadrado no crime de racismo pela Lei 7.716, de 1989.

    A Lei 7.716 prevê que o crime de racismo é inafiançável e imprescritível, ou seja, não prescreve e pode ser julgado independentemente do tempo transcorrido. As penas variam de um a cinco anos de prisão, podendo ou não ser acompanhado de multa. 

    Os crimes de racismo e injúria racial apesar de serem motivados por preconceito de raça, de etnia ou de cor, eles diferem no modo: o crime de racismo é direcionado à coletividade de um grupo ou raça, a injúria racial, descrita no artigo 140 do Código Penal Brasileiro, é direcionada a um indivíduo específico e classificada como ofensa à honra do mesmo.

    O Código Penal prevê que injúria racial é um crime onde cabe o pagamento de fiança e prescreve em oito anos. Prevista no artigo 140, parágrafo 3, informa que a pena pode variar de um a três anos de prisão e multa. 

    Caso seja vítima de racismo, procure o posto policial mais próximo e registre ocorrência.

    Caso testemunhe um ato racista, presencialmente ou em publicações, sites e redes sociais, procure o Ministério Público e faça uma denúncia.

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