Dolly vai a luta

Os juízes Eduardo Rocha Penteado, da 14ª Vara Federal em Brasília, e Carlos Loverra, da 1ª Vara Federal em São Bernardo do Campo (SP), transformaram a Dolly de devedora em credora de impostos federais. Dos pedidos da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), na casa do R$ 1,7 bilhão, agora a engarrafadora de bebidas é credora de valores em torno de R$ 200 milhões em tributos federais. Emerson VoltareConjur

Marca enfrenta uma longa batalha judicial

Laerte Codonho, criador dos refrigerantes Dolly, entra com uma ação indenizatória contra os procuradores federais e estaduais que o levaram à prisão e bloquearam seus bens. Ele se diz vítima de má-fé, abuso de direito e perseguição da Coca-Cola. O empresário também contesta a dívida bilionária atribuída a suas empresas e afirma que seu propósito é estabelecer a verdade. Isto é Dinheiro

O presidente da Dolly, Laerte Codonho, afirma que foi vítima da mesma prática e que a Neoway não tem isenção para manejar informações confidenciais e gerar relatórios contra sua empresa, já que tem como acionistas ex-diretores da Ambev e da Coca-Cola, concorrentes diretos no mercado de bebidas. Isto é

Empresas de big data, que manejam e analisam grandes quantidades de dados públicos e privados, enfrentam um dilema ético em todo o mundo sobre o que podem fazer com as informações que obtêm sob contrato. Ao prestarem serviços para órgãos públicos, seu trabalho pode se confundir com pura espionagem. Documentos secretos obtidos por Edward Snowden, em 2013, mostraram que os Estados Unidos, por exemplo, usaram tecnologias de big data para espionar brasileiros. Empresas dedicadas a esse tipo de serviço utilizam computadores extremamente poderosos para analisar grandes quantidades de dados e quebrar a criptografia que garante a privacidade e a segurança das informações de quem está sob investigação. No caso da Neoway ainda não está provado que ela tenha cometido irregularidades contra a Dolly. Vicente Vilardaga

Uma marca 100% nacional no mercado de refrigerantes desde 1987, a Dolly destaca-se pela qualidade de seus produtos e, principalmente, por ser a pioneira no mercado de refrigerantes dietéticos no Brasil, conquistando o respeito e credibilidade do consumidor brasileiro ao se consagrar um sucesso no mercado de refrigerantes, em 2003.

O Ministério da Agricultura proibia a fabricação de refrigerantes com edulcorantes sintéticos, o Ministério da Saúde liberava todos os outros produtos dietéticos, desde gelatinas até chocolates e afins. Esta situação só foi alterada em 1987, quando Laerte Codonho, fundador da Dolly – após testar exaustivamente a fórmula do Diet Dolly juntamente à sua equipe de pesquisas e ter o seu registro negado pelo Governo Federal – impetrou ação judicial contra a lei que proibia a produção dos refrigerantes dietéticos. 

Dollyze-se: Edson Novaes (Yes, its me – Compartilhe), Dior to door by folha, Semana de Global do Empreendedorismo, , 1ª Arena de Inovação da cidade de São Paulo, Como monetizar seu blog, Com empreender

Uma pandemia simulada?!?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou em 28 de fevereiro de 2020:

Em 21 de fevereiro de 2020, a Comissão Nacional de Saúde da China informou que 36.157 pacientes foram designados como curados e receberam alta do hospital, as pessoas receberam tratamento e estão se recuperando da infecção pelo vírus. Michel Chossudovsky

De acordo com a Administração Nacional de Produtos Médicos da China, os hospitais estão usando o Favilavir, um medicamento antiviral, “como um tratamento para o coronavírus com efeitos colaterais mínimos”.

The Economist relata que “o coronavírus espalha o racismo contra e entre os étnicos chineses”

Liderados pela desinformação da mídia, há outra dimensão. Pânico nas bolsas de valores. O medo do Coronavírus provocou a queda dos mercados financeiros em todo o mundo.

Coronavírus, Evento 201, Pandemia, Wuhan, Guerra Biológica, Controle, Vacina, 5G

Em 18 de outubro de 2019, o Johns Hopkins Center for Health Security, Baltimore realizou uma simulação cuidadosamente projetada de uma epidemia de coronavírus chamada nCoV-2019. A simulação foi realizada apenas 2 meses antes do surto de COVID-19.



No Evento 201 Simulação de uma pandemia de coronavírus, um colapso de 15% dos mercados financeiros foi “simulado”. Não foi “previsto” de acordo com os organizadores e patrocinadores do evento, que incluiu a Fundação Bill e Melinda Gates, bem como o Fórum Econômico Mundial.

Coronavirus Epidemic: WHO Declares a “Fake” Global Public Health Emergency

A simulação realizada em outubro, intitulada nCoV-2019, foi realizada apenas 2 meses antes do surto de COVID-19. O que deve ser entendido é que os patrocinadores do “exercício de simulação” de John Hopkins são atores poderosos e conhecedores, respectivamente, nas áreas de “Saúde Global” (Fundação B. e M. Gates) e “Economia Global” (WEF).

O Johns Hopkins Center for Health Security, em parceria com o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates, sediou o Evento 201, um exercício de pandemia de alto nível em 18 de outubro de 2019, em Nova York, NY. O exercício ilustrou áreas em que parcerias público-privadas serão necessárias durante a resposta a uma pandemia severa, a fim de diminuir as conseqüências econômicas e sociais em larga escala.

Recentemente, o Center for Health Security recebeu perguntas sobre se esse exercício de pandemia previu o atual novo surto de coronavírus na China. Para deixar claro, o Center for Health Security e os parceiros não fizeram uma previsão durante o exercício de mesa. Para o cenário, modelamos uma pandemia fictícia de coronavírus, mas declaramos explicitamente que não era uma previsão. Em vez disso, o exercício serviu para destacar os desafios de preparação e resposta que provavelmente surgiriam em uma pandemia muito grave. Agora não estamos prevendo que o surto do nCoV-2019 matará 65 milhões de pessoas.

Muitas publicações, além disso, assinalam que o novo coronavírus que assola a China teria sido criado pelos Estados Unidos e mostram como supostas provas algumas patentes antigas, mencionando o próprio Bill Gates como dono de uma delas. A AFP verificou essas postagens e você pode conferir a checagem em português e espanhol.

Em comunicados à imprensa publicados durante o encontro, o Centro para a Segurança de Saúde explicou que o Evento 201 era “um exercício multimídia de pandemia do qual participaram líderes governamentais, da política, de saúde pública e empresas globais que pertencem a indústrias-chave na resposta a pandemias e para que as economias e as sociedades se mantenham ativas durante um surto intercontinental grave e de transmissão rápida”.

De acordo com a descrição fornecida no vídeo do evento, o vírus fictício usado no exercício foi denominado Síndrome Pulmonar Associada ao Coronavírus (CAPS, na sigla em inglês). A história criada para a simulação relata que o vírus, que se espalhou pelo mundo, começou no Brasil, onde foi transmitido de porcos para humanos, provocando sintomas respiratórios que iam desde leves gripes a pneumonias severas.

El evento 201 simula un brote de un nuevo coronavirus zoonótico transmitido de murciélagos a cerdos a personas que eventualmente se vuelve eficientemente transmisible de persona a persona, lo que lleva a una pandemia severa. El patógeno y la enfermedad que causa se basan en gran medida en el SARS, pero es más transmisible en la comunidad por personas con síntomas leves. Beatriz Talegón

La enfermedad comienza en granjas porcinas en Brasil, de manera silenciosa y lenta al principio, pero luego comienza a propagarse más rápidamente en entornos de atención médica. Cuando comienza a extenderse eficientemente de persona a persona en los barrios de bajos ingresos y densamente poblados de algunas de las megaciudades de América del Sur, la epidemia explota. Primero se exporta por transporte aéreo a Portugal, Estados Unidos y China y luego a muchos otros países. Aunque al principio algunos países pueden controlarlo, continúa extendiéndose y reintroduciéndose, y finalmente ningún país puede mantener el control.

No hay posibilidad de que haya una vacuna disponible en el primer año. Existe un medicamento antiviral ficticio que puede ayudar a los enfermos pero no limitar significativamente la propagación de la enfermedad.

Como toda la población humana es susceptible, durante los primeros meses de la pandemia, el número acumulado de casos aumenta exponencialmente, duplicándose cada semana. Y a medida que se acumulan los casos y las muertes, las consecuencias económicas y sociales se vuelven cada vez más graves.

El escenario termina a los 18 meses con 65 millones de muertes. En ese momento la pandemia comienza a disminuir debido a la disminución del número de personas susceptibles. La pandemia continuará hasta que haya una vacuna efectiva o hasta que el 80-90% de la población mundial haya estado expuesta. A partir de ese momento, es probable que sea una enfermedad infantil endémica. Diário 16

O objetivo da simulação não era provocar medo, eles esperavam que isso servisse como uma experiência de aprendizado, destacando tanto o impacto potencial de uma pandemia quanto as lacunas atuais na preparação para esse tipo de problema, foi criada uma lista de sete ações que os líderes dos setores públicos e privados podem executar para ficarem prontos caso um cenário semelhante ao do Event 201 aconteça. Olhar Digital

Notificação de casos de doença pelo coronavírus 2019 (COVID-19). Plataforma IVIS

Simulize-se: Simulação de Estupro?!?, Simulador Solar, IMPRESSORA BRAILE FEITA EM LEGO, FAZENDA SOLAR, Projeto oferece coleta de lixo orgânico por assinatura e devolve adubo ou hortaliças,

Gripe Espanhola

É UM CRIME gritar “fogo!” num teatro cheio, mas também deveria ser um crime gritar “está tudo ok, fiquem sentados e assistam à peça!” num teatro que está sendo consumido por chamas. As pessoas precisam saber do risco.

A Organização Mundial da Saúde declarou que a Europa agora é o epicentro do vírus, e não a Ásia. Isso porque a China foi muito eficaz e organizada em suas medidas de contenção, e a Coreia do Sul também reagiu rapidamente para providenciar muitos testes e identificar casos logo, antes que a doença se espalhasse ainda mais. Japão, Taiwan, Singapura, Tailândia e Hong Kong foram ainda mais preparados.

O gráfico mostra a taxa de mortalidade pelo surto de gripe espanhola de 1918 em duas cidades dos EUA. Saint Louis imediatamente fechou todos os espaços públicos após descobrir que a doença tinha chegado. Enquanto isso, a Filadélfia decidiu realizar uma grande festa de rua. Andrew Fishman

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Gráfico: Proceedings of the National Academy of Sciences. Intercept Brasil

No Brasil, estabelecimentos foram fechados, aglomerações foram proibidas. Fiéis foram desaconselhados até a ir a missas. “Muita gente adoeceu, em grandes e pequenas cidades. Houve lugares em que mais da metade da população ficou doente e não havia quem cuidasse dos infectados”, afirma ao TAB a historiadora Christiane Maria Cruz de Souza, doutora em História das Ciências da Saúde e autora do livro “A Gripe Espanhola na Bahia” (Editora Fiocruz). Edison Veiga

Passageiros a bordo do navio Demerara, que saiu de Liverpool, Inglaterra, em 14 de setembro de 1918, foram os primeiros a carregar a doença. A embarcação fez escalas em Lisboa e, já no Brasil, em Recife e Salvador, até aportar no Rio de Janeiro, então capital do País. Altamente contagiosa — e sem medicamentos ou vacina —, a gripe se alastrou. “O que se tratava eram os sintomas: dor de cabeça, febre, coriza, essas coisas, esperando que o organismo reagisse à doença, ministrava-se tônicos para fortalecer o organismo, incentivada uma boa alimentação, ambientes arejados e que o doente não ficasse próximo das pessoas sãs.”

As orientações e os conselhos eram muito similares aos atuais: lavar as mãos, evitar aglomerações, preferir locais arejados, evitar apertos de mão e abraços. 

Uma das versões da invenção da caipirinha, o famoso drinque brasileiro, remonta ao período. Segundo acredita e difunde o Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), a bebida teria sido criada no interior paulista como um remédio popular para os doentes de gripe espanhola, seria uma adaptação da receita de xarope feito com limão, alho e mel — o acréscimo de álcool em remédio caseiro era comum porque se dizia que “acelerava o processo terapêutico”. Posteriormente, a retirada do alho e do mel — e o acréscimo do açúcar e do gelo — fizeram nascer o drinque mundialmente conhecido.

Nas palavras de um jornal da época: “a desordem dos espíritos causa a desordem das coisas”. 

A epidemia da gripe espanhola teve, em São Paulo, os primeiros casos registrados em 16 de outubro e os últimos em 19 de dezembro de 1918. Em pouco mais de dois meses foram notificados 116.777 infectados (22,32% da população da capital), sendo 86.366 apenas no mês de novembro. Em apenas três dias, entre 29 e 31 de outubro, 14.066 pessoas adoeceram”, conta a historiadora Monica Musatti Cytrynowicz, autora do livro “Do Lazareto dos Variolosos ao Instituto de Infectologia Emilio Ribas: 130 Anos de História da Saúde Pública no Brasil” (Editora Narrativa Um). Aliás, é provável que o número seja superior aos oficiais: a médica Rita Barradas Barata calcula que tenham sido 350 mil os casos na capital paulista, o que significa dois terços da população.

“A inexistência de leis trabalhistas que garantissem a convalescença remunerada, a jornada de até 16 horas no chão de fábrica e os parcos salários — mesmo após as reivindicações da grande greve de 1917 — fizeram de operários gripados a grande parcela de vítimas da epidemia na cidade de São Paulo: trabalhavam enfermos sob o risco de condenar suas famílias à absoluta miséria”, escreveu Anna Ribeiro.

“Um dos maiores problemas foi a contaminação dos médicos e enfermeiros, o que dificultava ainda mais o atendimento. No Hospital de Isolamento, atual Instituto de Infectologia Emílio Ribas, quase todos tiveram a gripe, excetuando-se, além do diretor, o cozinheiro, o jardineiro chefe e dois serventes”, diz Cytrynowicz.

“Foram então criados, além do hospital da Hospedaria e da enfermaria especial da Santa Casa, cerca de 40 hospitais provisórios na capital para receber os doentes de gripe, em espaços cedidos por entidades como clubes — entre eles o Paulistano e o Palestra Itália — e escolas, destacando-se o Grupo Escolar da Barra Funda (com 500 leitos) Colégio Diocesano (com 400), Mackenzie (400), Salesianos (300), Ginásio do Carmo (300) e Santa Inês (250). Além dos hospitais, foram criados 44 Postos de Socorros e 83 farmácias foram autorizadas a distribuir receitas gratuitas aviadas por conta do governo”, enumera a pesquisadora.

Eleito presidente da República pela segunda vez, o político Francisco de Paula Rodrigues Alves (1848-1919) foi uma das mais ilustres vítimas: morreu antes de assumir seu mandato. Edison Veiga – TAB, de Bled (Eslovênia)

Dezenove-se:

Henry Thoreau

Henry David Thoreau nasceu em Concord, Massachusetts, Estados Unidos, no dia 12 de julho de 1817 e faleceu em Concord, Estados Unidos, no dia 6 de maio de 1862. Criado em uma família de protestantes franceses, graduou-se em Literatura Clássica e Línguas, na universidade de Harvard em 1837. foi um escritor norte-americano, autor da obra “Desobediência Civil”, uma espécie de manual do anarquismo pacífico, que influenciou Gandhi, Martin Luther King e Nelson Mandela. Dilva Frazão

O que atrai Thoreau no transcendentalismo não é o activismo social, é o desejo e a necessidade de cada pessoa se cultivar. Ele, aliás, não encarava com bons olhos os reformadores, propondo-lhes sempre que examinassem as suas próprias existências antes de se pronunciarem sobre as dos outros. É certo que em Walden o autor se expõe como exemplo de uma possível vida vivida «com simplicidade e inteligência»; mas longe dele prescrever um qualquer programa. Segundo Thoreau, só a disciplina individual, o crescimento intelectual e a evolução espiritual podiam constituir métodos para uma transformação em profundidade, não requerendo esta membros inscritos ou convenções. Porque, para Thoreau, a verdadeira transformação é pessoal, interior, totalmente individual, correspondendo à descoberta da divindade em cada pessoa como elemento indissociável da natureza. Júlio Henriques – Antígona

 

20 Startups Super Quentes para Observarmos em 2020

Trakto – Paulo Tenório – CEO

A Trakto tem um aplicativo que vem revolucionando e simplificando a criação de materiais de marketing (e-books, apresentações, artes de redes sociais…) para profissionais e empresas. Tudo é feito diretamente de uma janela do navegador de forma rápida e sem a necessidade de designers. https://www.trakto.io/

Trybe – Matheus Goyas – CEO

A Trybe se posiciona como uma escola do futuro voltada para as profissões digitais mais procuradas pelo mercado de trabalho. Ela tem atendido essa lacuna e carrega no seu DNA um novo conceito de formação em tecnologia. O objetivo deles é acelerar a carreira da pessoa em desenvolvimento de software em até 12 meses. Sempre com atividades presenciais e online, mentorias individuais e desafios práticos. https://www.betrybe.com/

Olist – Tiago Dalvi – CEO & Founder

A Olist é uma startup que se propõe a otimizar o processo de integração dos comerciantes físicos para o e-commerce. Ela funciona assim: após o cadastro, os vendedores só precisam inserir seus produtos no inventário da plataforma e ela cuida de questões de logística e de distribuição do item em marketplaces como o MercadoLivre. https://olist.com/

Monetizze – Marcio Motta – CEO 

A Monetizze é uma plataforma que tem ajudado pequenas empresas e autônomos a comercializar produtos na internet de forma segura. Além de pagamentos online, a startup oferece métricas de marketing. https://monetizze.com.br/

Proj4me – Gustavo Farias – CEO

Eles querem democratizar a gestão de projetos. Por isso, criaram uma solução única, pensada para pequenas equipes, de modo que ela consiga planejar e fazer o gerenciamento de projetos de forma simples, intuitiva e muito visual. A plataforma possibilita que a organização padronize os fluxos dos seus projetos, trazendo fluidez e melhores resultados. https://proj4.me/ 

Vívida – Viviane Palladino – CEO

A Vívida é uma startup que surgiu de um trabalho de conclusão de curso da MBA em Business Innovation. A intenção da plataforma é tirar os idosos do isolamento social e da depressão, conectando-os a jovens que podem oferecer serviços especializados que facilitem e alegrem a rotina da terceira idade. Um belo exemplo de como unir social e tecnologia! https://www.maisvivida.com.br/

Bagy – Pedro Rabelo – CEO

A startup tem desconstruído o complicado processo de abrir uma loja online e oferece uma ferramenta que agiliza e desburocratiza esse passo importante para quem quer apostar em e-commerce. Eles ainda contam com uma integração com os correios, que automatiza todo o processo de cálculo do valor.https://sites.bagy.com.br/

Picpay – Gueitiro Genso – CEO 

Esta é uma Fintech que há algum tempo já vem movimentando bastante esse setor. A ideia da plataforma se resume a uma frase: você pode pagar tudo com o picpay! Com isso, a startup tem facilitado e mudado a vida de muita gente quando o assunto é pagamento de cobranças e transferências. https://www.picpay.com/site

Gamefik – Mateus Farley – Co-Founder

Uma solução de impacto para escolas modernas que deixam os estudos mais empolgantes e competitivos para os alunos. Tudo isso com um toque especial do mundo dos games! A proposta é atualizar a forma como os estudantes são expostos a certos tipos de conteúdo, tornando-os mais interessantes! https://www.gamefik.com/

Gophone – Davi Cabacinha – Founder 

A startup tem modificado a maneira como reparamos os danos do nosso smartphone. Todo digital, o negócio oferece planos de cobertura para proteção inteligente para os celulares. https://www.gophonebrasil.com/

Chatclass – Jan Krutzinna – Founder 

A ChatClass é uma edtech fundada em Nova York e que hoje atua também em todo o Brasil. Ela reconfigura o aprendizado da língua inglesa com aplicação de inteligência artificial. A ideia é trazer praticidade e agilidade de ensino também nas escolas. https://www.chatclass.com.br/

Kaputto – Guilherme Paiva – CEO

Usando big data e machine learning, a Kapputo faz avaliações e análises do mercado imobiliário em tempo real. A plataforma estrutura e facilita o acesso a informações e avaliações, trazendo maior confiabilidade e eficiência para o seu negócio. https://www.kapputo.com/

GetMalas – Tiago Santiago Botelho – CEO 

A plataforma usa a tecnologia e a praticidade do mundo online para oferecer a mala ideal para sua viagem. Como tudo acontece por meio da internet, eles conseguem atingir valores bastante acessíveis.https://getmalas.com.br/

Tix Tecnologia Assistiva – Adriano Rabelo – CEO

Por meio de teclado assistivo e outros dispositivos de acessibilidade, a TIX aumenta a capacidade de comunicação das pessoas com deficiência. A ideia é inovadora e, por meio de uma tecnologia única, possibilita uma maior inclusão. https://tix.life/

NETResíduos – Henrique Ferreira Ribeiro – CEO

Se você não tem controle sobre os resíduos gerados, está perdendo dinheiro!”. Eles se apresentam com essa afirmativa para dizer a que vieram. A Netresíduos aplica big data e inteligência artificial para tornar a gestão de resíduos em obras mais eficiente e reduzir custos. https://www.netresiduos.com.br/

Agenda Consulta – Thiago Mendes – CEO

É uma plataforma do setor de saúde que conecta usuários a profissionais de saúde. Tudo isso acontece por meio de aplicativo. O paciente pode agendar consultas e exames com médicos, dentistas, terapeutas e laboratórios cadastrados. https://www.agendaconsulta.com/

Melhor Plano –  Felipe Byrro – Co-Founder

Pra quem quer encontrar soluções de telefonia mais baratas essa é uma excelente pedida. A startup Melhor Plano desenvolveu uma plataforma para facilitar as buscas por serviços dessa área que caibam no seu bolso. https://melhorplano.net/

Empower – Guilhermina Abreu – CEO

A plataforma Empower foi criada pelos Embaixadores da Educação. Ela é um ambiente digital para que os alunos de escola pública se desenvolvam de forma online, por meio de de desafios e conhecimento de ferramentas, e que realizem projetos e transforme a realidade de forma offline, dentro de sua escola. Excelente incentivo educacional! https://www.embaixadoresedu.com/copia-inicio

Noeh – Ana Paula Lage – CEO

Essa startup foi além e criou um sapatinho que simula o andar de uma criança em solo natural com ajuda de esferas de polímeros. Isso se fez importante depois que pesquisas da área revelaram que cerca de 70% dos adultos possuem alguma disfunção nos pés devido ao uso de sapatos inadequados. https://www.noeh.com.br/

Conta Black – Sergio All – Founder

A Conta Black é uma comunidade financeira que se propõe a ampliar o acesso a serviços financeiros a todas as pessoas sem burocracia e educação financeira — por meio de ferramentas simples — para que o crédito não se torne um inimigo. http://www.contablack.com.br/

Sentiu falta de alguma startup que vai bombar em 2020? Deixe nos comentários! Gustavo Caetano LinkedIn

ILHAS PARA VISITAR ANTES QUE ELAS SUMAM DO MAPA

A natureza sempre nos surpreende com suas belezas fascinantes, mas ao mesmo tempo é completamente mutável, podendo nos surpreender com coisas ruins. Com o nível do mar cada vez mais alto, algumas ilhas do Pacífico Sul estão desaparecendo. Os moradores acabam morrendo desprevenidos ou acabam se deslocando após o cansaço de lutar pela sobrevivência. Vivimetaliun

Estudos apontam que os arquipélagos podem sumir até o final do século. As marés altas provocam estragos na região, inundando casas, espalhando lixo e provocando queda das árvores. O motivo de tudo isso chama-se aquecimento global, já que as geleiras estão derretendo e consequentemente elevando o nível da água, que pode subir 59 centímetros até 2100.

Ilhas do Oceano Índico também sofrem com o mesmo problema, sendo que em 2010 uma ilha no Golfo de Bengala desapareceu sem deixar lembranças. Se ainda queremos conhecer estes lugares, é melhor corrermos contra o tempo. Confira abaixo quais são as próximas ilhas em extinção:

1. Maldivas

Destino turístico, o arquipélago pode desaparecer em até 100 anos. Isso porque o nível do mar de 80% de seu território, formado por mais de 1000 ilhas, está a apenas um metro do solo. O governo da capital Malé já está tomando providências para transferir os habitantes da segunda ilha mais populosa do mundo para a Austrália, Sri Lanka e Índia.

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2. Tuvalu

Entre o Havaí e a Austrália, as nove ilhas de Tuvalu estão, assim como as Maldivas, a apenas um metro acima do nível do mar. Com inundações constantes e agricultura prejudicada, a população do quarto menor país do mundo já está em busca de refúgio, oferecido pela Nova Zelândia.

3. Grande Barreira de Corais

Formada por mais de 600 ilhas, 300 atóis e aproximadamente 3 mil recifes, o rico ecossistema da Grande Barreira de Corais torna o paraíso ainda mais completo. Pertencente ao estado de Queensland, na Austrália, a ilha sofre não só com o aumento no nível do mar, como com a poluição e o aquecimento que estão matando os corais.

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4. Seychelles

O arquipélago composto por 115 ilhas já está com 50% de seu território protegido por leis ambientais, a fim de manter a fauna e a flora preservadas. Apesar de estar com o mesmo problema das demais ilhas, Seychelles tem focado no turismo sustentável para tentar sobreviver por mais tempo.

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5. Kiribati

Próxima à Tuvalu, Kiribati tem 33 ilhas paradisíacas em seu território que em pouco tempo serão engolidas pelo mar. A agricultura do local já está improdutiva devido a salinização do solo; o governo já está tomando medidas para transferir a população para a ilha vizinha. Pode ser que a ilha sobreviva por menos de 50 anos, que têm passado bem rápido.

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Todas as fotos: Reprodução. [via]

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6. Shishmaref, Alaska
Nos últimos 50 anos, a ilha com apenas 650 habitantes tem vindo gradualmente a desaparecer e apenas é acessível por avião. Segundo o Departamento do Interior dos Estados Unidos da América, a ilha perdeu cerca de 30 metros de costa, desde 1997. A instituição prevê que a ilha desapareça na totalidade dentro de 20 anos. Volta ao Mundo

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7. Ilhas Salomão
Formado por quase 1000 ilhas e barreiras de corais naturais, no Sul do Pacifico, este arquipélago está lentamente a ser consumido pelo oceano. A capital, Choiseul, encontra-se apenas a dois metros do nível médio do mar, e uma nova cidade está a ser construída para recolocar os habitantes. Segundo um estudo publicado pela revista académica, Environmental Research Letters, em 2016, cinco ilhas já desapareceram e várias vilas já foram destruídas.

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8. Palau
O pequeno arquipélago localizado no Sul do Pacifico,encontra-se ameaçado pelo mar. Segundo um estudo publicado em colaboração entre o Palau National Weather Service Office e o Pacific Climate Change Science Program, o nível médio do oceano tem aumentado cerca de nove milímetros por ano, desde 1993. Três vezes mais do que qualquer outra parte do globo. É previsto que até 2090, aumente quase 61 centímetros.

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9. Micronesia
Este país formado por mais de 600 ilhas, está localizado a 4023 quilómetros do Havai, no Oceano Pacifico. Os cerca de 700 quilómetros quadrados de areal estão lentamente a desaparecer. O Journal of Coastal Conservation afirmou que a nação tem visto recentemente várias ilhas desaparecerem, e outras a reduzir de tamanho.

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10. Fiji
Sem grandes elevações no terreno, estas ilhas do Pacifico são bastante vulneráveis às mudanças do nível médio do mar. A primeira cidade que viu os seus habitantes a serem recolocados, foi Vunidogoloa. Segundo dados do The World Bank, nas ultimas décadas algumas vilas têm perdido entre 15 a 20 centímetros de costa, devido ao desaparecimento do manguezal. É previsto que em 2050, o nível médio do oceano tenha aumentado 43 centímetros.

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11. Ilhas Cook
Descrita pelos turistas como «o Havai de há 50 anos», estas ilhas da Nova Zelândia estão seriamente ameaçadas pela constante ameaça do oceano. É previsto que o nível médio do mar aumente cerca de 55 centímetros, até ao ano de 2090. Esta constante subida pode provocar danos nas estradas, pontes, portos e aeroportos, afetando os residentes e turistas.

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12. Polinésia Francesa
Destinos populares como Bora Bora, Taiti e o Arquipélago da Sociedade, fazem parte da Polinésia Francesa e encontram-se ameaçados pelo mar. Num artigo publicado no jornal ambiental, Nature Conservation, é previsto que mais de 30 por cento das suas ilhas sejam submergidas pelo oceano, até ao final do século. De forma a evitar a mudança para um novo país, o governo está a considerar construir ilhas artificiais para os habitantes, perto do Taiti.

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13. Ilhas de Tangier, Virgínia
Esta ilha localiza-se a cerca de 19 quilómetros da costa este do estado de Virgínia, e apenas é acessível através de barco ou avião. Possui praias naturais, lojas encantadores e diversas gelatarias. As bicicletas e os carros de golf inundam as ruas estreitas. Mas mais de 60 por cento da ilha perdeu-se para o mar, desde 1850, segundo o site Nature.com. O restante é previsto ficar submerso entre os próximos 25 e 50 anos.

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14. Ilhas Marshall
Este grupo de ilhas situa-se entre a Austrália e o Havai, e é conhecida pelos seus acolhedores habitantes e barreiras de corais. Com um aumento crescente de 7 milímetros por ano, o dobro do aumento global, o nível médio do mar ameaça cada vez mais a ilha. Numa pesquisa feita pelo Marshall Islands National Wather Service Office e o Pacific-Australia Climate Change Science and Adaptation Planing Program, é estimado que o nível do oceano suba cerca de 19 centímetros, até 2030.

Ioane Teitiota.

Ioane Teitiota pode ser o primeiro refugiado por motivo de mudança climática do mundo.

O Comitê de Direitos Humanos considerou ilegal que os governos devolvam pessoas a países onde, devido aos efeitos das mudanças climáticas, estão expostas a fatores que podem pôr em risco suas vidas, disse que “os efeitos das mudanças climáticas podem expor as pessoas a uma violação de seus direitos”. Para Kate Schuetze, pesquisadora da organização Anistia Internacional, a decisão “estabelece um precedente global”.

Ilheze-se: Era da Pilhagem, Ilha de Saaremaa by Saskia Doehler, Moradora de ilha grega paradisíaca dá casa e salário para quem cuidar de seus gatos, Homem planta uma árvore por dia por 40 anos em ilha remota, A ilha de lixo, Medicinal Vibes

5 novas ilhas no Ártico

A Marinha russa identificou cinco novas ilhas no arquipélago Novaya Zemlya, no Ártico, reveladas pelo gelo derretido dos glaciares da região. As ilhas variam em tamanho, com a menor medindo apenas 30 por 30 metros, e a maior cobrindo cerca de 54.500 metros quadrados.

“A descoberta de ilhas à medida que a geleira Nansen recua não é uma surpresa, pois uma geleira é simplesmente um rio de gelo transportando neve e gelo compactados dos terrenos mais altos para o mar”, disse o oceanógrafo Tom Rippeth, da Universidade Bangor, no País de Gales, ao Newsweek. “À medida que o clima esquenta, as geleiras encolhem e expõem a terra abaixo. Esse é outro sintoma do aumento do aquecimento no Ártico – nesta região a temperatura média é de 5 a 6 graus Celsius mais quente em resposta às mudanças climáticas”. fonte: via [ScienceAlert] Vivimetaliun

Rússia descobre cinco ilhas no Ártico após derretimento de geleiras

A Marinha russa anunciou em 22/10/19, a descoberta de cinco novas ilhas que emergiram em meio ao derretimento de geleiras no Ártico.
As ilhas foram cartografadas em uma expedição realizada em agosto e setembro. Estavam escondidas sob geleiras, disse o chefe da frota, o vice-almirante Alexander Moiseyev, acrescentando que ainda não foram “batizadas”. Isto é Dinheiro

Árticeze-se: Ver dura?8 de março, mesmo na Rússia, Bad EstacionamentoCabo Jardim, Marx escreve uma carta de repúdio ao professor

BeloriSUStina!?!

“Parabéns aos servidores da saúde pública de Belo Horizonte e Minas Gerais que conseguiram estabelecer o nexo causal entre a “misteriosa doença” que atingiu inicialmente um bairro de classe média alta de BH e a contaminação de um lote da cerveja “Parabéns aos servidores da saúde pública de Belo Horizonte e Minas Gerais que conseguiram estabelecer o nexo causal entre a “misteriosa doença” que atingiu inicialmente um bairro de classe média alta de BH e a contaminação de um lote da cerveja Belorizontina. A mais vendida do selo que a produz.Estes servidores praticaram a investigação epidemiológica desenvolvido a partir dos princípios testados pelo médico John Snow (Londres, 1858), o pai da epidemiologia moderna.A partir da ação de Vigilância em Saúde conseguiram barrar a progressão da tal doença e cobrar as medidas necessárias à reparação social.Sabe quem são eles? Servidores Públicos do SUS, com a devida estabilidade de emprego e que agiram para a proteção de toda a sociedade.
Você que defende o fim do SUS ou o fim da estabilidade do servidor ou pior, a substituição de toda mão de obra laboral pública estatal pela privada, pense e responda para si mesmo:1- você mora num bairro classe média alta? Acha que não usa o SUS, porque ele é só para os pobres? Toma cerveja? Então poderia ser você um dos contaminados que ficaram doentes, certo?2- sem o SUS, a iniciativa privada iria fazer uma investigação dessas? Onde está o interesse econômico? Nas pessoas saudáveis ou doentes chegando aos hospitais e consultórios ?3- supondo que uma equipe de trabalhadores da iniciativa privada, não estáveis, pagos para fazerem a Vigilância Epidemiológica e Sanitária o fizessem e descobrissem que a cerveja mais vendida é a culpada da nova doença. Diante dos interesses econômicos e políticos que estrutura nossa sociedade, o que aconteceria com a investigação? O que aconteceria com esses trabalhadores sem estabilidade?Agora…
4- Entendeu a importância do SUS?
5- Entendeu a importância da autonomia e estabilidade de emprego do servidor público?
5- Entendeu o quanto você ficará vulnerável se isso acabar?DEFENDA O SUS!
Ele é uma das maiores conquistas da sociedade Brasileira.”
=> Não sei quem é o autor. Se souber, inclua no corpo do texto, para os devidos créditos.. A mais vendida do selo que a produz.Estes servidores praticaram a investigação epidemiológica desenvolvido a partir dos princípios testados pelo médico John Snow (Londres, 1858), o pai da epidemiologia moderna.A partir da ação de Vigilância em Saúde conseguiram barrar a progressão da tal doença e cobrar as medidas necessárias à reparação social.Sabe quem são eles? Servidores Públicos do SUS, com a devida estabilidade de emprego e que agiram para a proteção de toda a sociedade.
Você que defende o fim do SUS ou o fim da estabilidade do servidor ou pior, a substituição de toda mão de obra laboral pública estatal pela privada, pense e responda para si mesmo:1- você mora num bairro classe média alta? Acha que não usa o SUS, porque ele é só para os pobres? Toma cerveja? Então poderia ser você um dos contaminados que ficaram doentes, certo?2- sem o SUS, a iniciativa privada iria fazer uma investigação dessas? Onde está o interesse econômico? Nas pessoas saudáveis ou doentes chegando aos hospitais e consultórios ?3- supondo que uma equipe de trabalhadores da iniciativa privada, não estáveis, pagos para fazerem a Vigilância Epidemiológica e Sanitária o fizessem e descobrissem que a cerveja mais vendida é a culpada da nova doença. Diante dos interesses econômicos e políticos que estrutura nossa sociedade, o que aconteceria com a investigação? O que aconteceria com esses trabalhadores sem estabilidade?Agora…
4- Entendeu a importância do SUS?
5- Entendeu a importância da autonomia e estabilidade de emprego do servidor público?
5- Entendeu o quanto você ficará vulnerável se isso acabar?DEFENDA O SUS!
Ele é uma das maiores conquistas da sociedade Brasileira.”
=> Não sei quem é o autor. Se souber, inclua no corpo do texto, para os devidos créditos.
Uma cerveja criada especialmente para homenagear os 120 anos da capital mineira. Brilhante e de coloração amarelo claro leva Dry Hopping de lúpulos franceses que conferem sutil aroma floral e cítrico. Leve e refrescante possui baixo amargor e excelente drinkability.


A Backer mantém o foco nos pacientes e em seus familiares. A empresa prestará o suporte necessário, mesmo antes de qualquer conclusão sobre o episódio. Desde já se coloca à disposição para o que eles precisarem.
“O que preciso agora é que não bebam a Belorizontina, qualquer que sejam os lotes, por favor. Quero que meu cliente seja protegido. Não beba Belorizontina. Não sei o que está acontecendo”, orientou a diretora de marketing da Backer Ana Paula Lebbos. Estado de Minas
A fábrica utiliza o monotilenoglicol para a refrigeração dos 70 tanques para produção de cerveja. Segundo ela, a Polícia Civil lacrou o tanque 10 e analisa também o reservatório de monoetilenoglicol. “O monoetilenoglicol é um líquido congelante usado para refrigerar e ajudar no processo de maturação da cerveja”, disse. Ela reafirmou que a Backer nunca comprou o dietilenoglicol. No entanto reconheceu que o tanque 10 está contaminado com o DEG.
Nas cervejas da marca Belorizontina, que é da cervejaria Backer, foram encontradas dietilenoglicol – substância anticongelante, de uso muito comum na indústria e altamente tóxica para ser humano. 11 pessoas que consumiram a bebida tiveram os sintomas de uma doença que ainda é desconhecida. Dessas, uma morreu e as outras estão internadas. GABRIEL MORAES – O Tempo
Segundo a Polícia Civil do Estado de Minas Gerais foi identificada a substância “dietilenoglicol” em amostras de cerveja pilsen, marca Belorizontina, lotes L1 1348 e L2 1348.

A Backer informa que continua colaborando com as autoridades, que tem todo interesse em esclarecer os fatos e reitera que a substância dietilenoglicol não faz parte de nenhuma etapa do processo de fabricação de seus produtos. Para o bem-estar e conforto de seus clientes, comunica que irá recolher, caso seja de interesse do consumidor, outros lotes da cerveja Belorizontina, mesmo que não sejam os lotes L1-1348 e L2-1348, a partir de segunda-feira, 13 de janeiro. Neste caso, o cliente, de porte do cupom fiscal da compra, deve procurar o estabelecimento comercial onde adquiriu o produto e fazer a devolução. O cliente será ressarcido no momento da devolução.

SUSze-se: BEBER MENOS, A. A. ou Bêbado Conhecido?!!?, Sorvete de cachaça, A vingança do boquete, Tabaco e álcool sim, Maconha não. Por que?!?, TRATAMENTOS PSICOLÓGICOS também INDICADOS PARA O ALCOOLISMO, Mais pessoas estão usando maconha como um substituto ao álcool e remédios, diz estudo, Refrigerante, cerveja e a glicose, 70 anos atras

2020 eletrizante!

Os consumidores já mostraram que têm interesse neste tipo de combustível. Filipe Alves – 4gnews

Ainda que os carros elétricos estejam longe da perfeição, principalmente com o tempo de carregamento, acredita-se que o futuro seja promissor na área. Já são muitos os fabricantes a pensar lançar o seu modelo elétrico e como sempre, quanto mais concorrência melhor e mais barato o produto final será.

Os carros elétricos para 2020 para todos os gostos e feitios.

E E; Fiat 500e – ZEEV; Mini Cooper SE; Porsche Taycan; Citroen DS 3 Crossback E-TENSE; Peugeot e-2008; Peugeot e-208; Tesla Model Y; Volvo XC40 Recharge; Renault Zoe 2020; Seat Mii Elétric; Polestar 2; Audi e-Tron Sportback; Mazda MX-30; Lexus UX300e; Opel Corsa-e; Kia e-Soul 2020

Principais vantagens de um carro elétrico

  • O ambiente agradece com menos emissões de carbono
  • Condução mais silenciosa
  • Bom poder de arranque na maior parte dos casos
  • … .

Potenciais desvantagens de um carro elétrico

  • Poucos locais de carregamento
  • Demora no carregamento
  • Pouca autonomia (na maior parte dos casos)
  • Condução silenciosa pode ser uma desvantagem
  • Troca de bateria (pode ser necessário entre 3 a 10 anos)
  • Preço geralmente mais alto

Eletrize-ze: Conversão de veículos elétricos, Carro elétrico, 900 km com uma carga, Carro elétrico e a drogar da bateria, Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro

Matéria de Capa: Empregos no futuro

Matéria de Capa

O 1 digital vem transformando a maneira como trabalhamos e também criando novas profissões. Você confiaria em um robô para tratar de seus dentes? Faria uma cirurgia delicada sem a presença de um profissional humano e qualificado? A revolução digital traz muitas surpresas. Nos Estados Unidos, por exemplo, um estudante criou um sistema para conversar com o computador utilizando apenas o pensamento. Matéria de Capa – Empregos no Futuro – 06/10/2019 – msn

Tabaco e álcool sim, Maconha não. Por que?!?

O principal argumento dos proibicionistas é que drogas prejudicam o indivíduo e a sociedade e que a proibição diminui o consumo. Ambos argumentos que a priori se sustentam: psicotrópicos realmente podem “fazer mal” e em geral as drogas proibidas são menos utilizadas do que as drogas legalizadas. nicolas teixeira cabral

Contudo, isso não justifica que o álcool seja legalizado, enquanto a maconha ou o LSD são proibidos; afinal, essas drogas se mostram menos maléficas para o indivíduo do que o álcool. Além disso, a “guerra às drogas” mostra um custo social muito grande, talvez maior do que os custos sociais do aumento do consumo advindo da legalização.

No fim, parece que a manutenção da proibição de algumas drogas se funda muito mais em moralismo do que em razões objetivas. “Usar droga é errado, logo, deve ser proibido”. Seria como, p. ex., proibir o adultério.

Mas por que proibir a maconha, e não o tabaco? Uma das teorias, a qual encaro com ceticismo, é que nessa época de Nixon a maconha era uma droga típica de negros e hispânicos, e que a proibição da substância legitimaria a perseguição a esses grupos.

A proibição das drogas no século XX pode ter sido motivada por interesses econômicos, moralismo e xenofobia; esses mesmos fatores, somados ao medo de que as drogas corrompam a sociedade, sustentam a proibição até hoje.
O cigarro, assim como o café, o chá e o cacau, é uma droga ao mesmo tempo muito prazerosa e pouco entorpecente. Você pode fumar um cigarro e dirigir ou trabalhar, como faz após tomar um café. Isso não é verdade com o álcool, a maconha, a cocaína nem o LSD. Ademais, o tabaco também é socialmente estimulante, o que lhe favorece ainda mais. Antes da década de 1950, o tabaco era até utilizado como remédio para doenças respiratórias! Não fazia sentido proibir!
O álcool é menos inocente a curto prazo do que o cigarro: ele altera importantemente nossa percepção, causa mortes no trânsito, violência doméstica, brigas de rua. Eu acho que não foi proibido simplesmente porque é uma droga mais querida (assim como o cigarro e o café) pelos humanos ou pelo menos pelos humanos ocidentais (países árabes têm muito maiores restrições ao consumo de álcool). Provavelmente tem a ver com o cristianismo também.

A tendência mundial tem sido legalizar ou tolerar o consumo da maconha, que não por coincidência é a droga ilícita mais utilizada ao redor do mundo. Temos exemplos na Holanda, EUA, Uruguai, Portugal etc.

Algumas anfetaminas são apenas controladas, e não proscritas, por oferecerem potencial terapêutico importante (como para TDAH). Outros psicotrópicos também entram nessa: alguns derivados de cannabis, metilfenidato, opioides etc.

Para a Organização Mundial da Saúde, podem ser consideradas drogas as substâncias naturais ou sintéticas com capacidade de modificar uma ou mais funções do organismo . As alterações dependem das características de composição da droga, formas de uso, quantidades e tempo e também das características de quem utiliza, pois a mesma droga pode provocar diferentes efeitos em cada indivíduo. nesp
Os tipos e efeitos são os mais variados, desde as lícitas como medicamentos para dormir ou emagrecer, álcool e tabaco, até as ilícitas como a maconha, cocaína, crack, ecstasy, entre outras.

As drogas fazem parte da história da humanidade, sendo consumidas em busca de prazer, socialização, alívio de dores e da ansiedade e outras alterações do nível de consciência.

Na adolescência, uma época da vida de experimentações e transformações, o consumo é especialmente preocupante, pois estão em busca da autonomia e não aceitam bem recomendações. A dependência química e social é um risco e pode prejudicar o desenvolvimento de jovens causando danos ao seu potencial intelectual, emocional e social.
Para prevenção ao uso de álcool e outras drogas, é importante considerar o tripé: indivíduo-substância-contexto social, político e econômico.

Libertize-se: Milton Friedman, TRAFICANTES DE POLÍTICAS, 15 MIND OPENING LSD QUOTES, #LAS TÉCNICAS #’MINDFULNESS’ AYUDAN AL #ENFERMO MENTAL A SER CONSCIENTE DE SUS #EMOCIONES Y A ESCUCHAR SUS NECESIDADES, FHC LEGALIZE, TIMOTHY LEARY, MACONHA NO SENADO, RICARDO LSD BOECHAT DOIDÃO

O Real Resiste

O Real Resiste – Arnaldo Antunes – Youtube

Conheça a história de “O Real Resiste” novo clipe de Arnaldo Antunes com imagens da Mídia NINJA – Youtube

Extra, mais roubado!!! Black Friday

Vídeo: Whatsapp

Ao realizar a compra de carne moída no Extra da Ilha do Governador – RJ, selecionei a carne inteira na prateleira, conforme orientação, e solicitei no açougue que ela fosse moída. Inteira, ela pesava aprox. 1.300 kg e custava em torno de R$17. O açougueiro pesou ela inteira e imprimiu um adesivo. Após uma rápida limpeza na carne, quando foram retirados gordura e sebo (normais em carnes inteiras), ela foi moída e o açougueiro não realizou nova pesagem e colou o mesmo adesivo nela. No entanto, ao passar pelo caixa, percebi que meu produto, após ser moído passou a pesar aprox 1kg, o que custaria em torno de R$13. Informei ao caixa a discrepância, que solicitou a um atendente de apoio que verificasse com o setor de açougue. Nesse momento, fui informada que eu sabia que o valor era R$ 17 quando peguei a carne na prateleira e que nada poderia ser feito. Fiz minha reclamação no SAC e o gerente também foi esclarecer a versão com o açougueiro. A resposta que obtive é que essa diferença correspondia a embalagem. Indaguei que era impossível um plástico filme pesar 300 gramas. O gerente ficou sem resposta e anotou meu telefone para retorno. Em nenhum momento me foi oferecida a correção do valor. Como posso pagar por 1.300 kg de um produto e levar apenas 1 kg? Reclame Aqui

Um cliente encontrou diferença de 300 gramas no peso de dois pacotes de linguiça. O caso aconteceu na unidade de Pilares, zona norte do Rio de Janeiro. A balança mostra que o pacote com pouco mais de 1 quilo tem, na verdade, 708 gramas de carne. Ao testar a segunda peça, de 1,2 quilo, o visor acusa 872 gramas. A denúncia já teve mais de 16 mil compartilhamentos no Facebook. Em comunicado oficial ao Buzzfeed Brasil, o Extra afirmou que as imagens mostradas pelo cliente “não condizem com o padrão exigido pela rede”. Veja São Paulo
Confira no nosso cardápio do consumidor!

A prática muita gente já conhece: o preço sobe e o tamanho desce. Desde terça-feira, o EXTRA mostra casos de empresas que diminuem os conteúdos de embalagens, cobrando o mesmo preço ou até aumentando o valor. No portal Reclame Aqui, queixas desse tipo subiram quase 30% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.

No Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), as críticas sobre o assunto viraram rotina. Nos dois casos, artigos de limpeza, higiene pessoal e alimentos são as categorias recordistas de denúncias.

Professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), Roberto Kanter acredita que a opinião dos consumidores depende muito da transparência adotada pela empresa.

— Se o fabricante cria uma embalagem nova e informa o peso atual não deixa de ser uma maneira de oferecer um preço competitivo. Mas, diminuir e avisar em letras pequenas é uma má prática. MARCELA SOROSINI

O Fábio Dias resolveu fazer o teste em um hipermercado em Palmas e gravou um vídeo mostrando o resultado e encontrou uma diferença de quase 30 gramas entre a quantidade impressa nas etiquetas e o peso real. O peso está 722 gramas, mas na balança: 696 gramas, outra bandeja pesada por ele apresentou o mesmo erro. A etiqueta cobrava por 736 gramas, mas na hora de pesar havia apenas 708 gramas, uma diferença de 28 gramas. G1 Tocantins

O InfoMoney procurou a rede para comentar sobre o caso, que informou que “segue irrestritamente o que determina o Código de Defesa do Consumidor e que os pontos abordados no vídeo não condizem com o padrão exigido pela rede. Tão logo soube do ocorrido, a loja iniciou uma apuração interna e está revisitando as etiquetas em outra balança. Além disso, acionou a empresa responsável pela manutenção das balanças para vistoria e providências imediatas, caso necessário. A loja lamenta o ocorrido e permanece à disposição do cliente para qualquer esclarecimento.”

Fraudenize-se: Semana do Consumidor, A água oculta, O de Otário, Baleia ou sereia., Fake News Journal, The Wizard of Lies, Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, Nada se cria, tudo se copia!, Candidato Caô Caô

Dia Internacional dos Direitos Humanos

No dia 10 de dezembro de 1948, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu a Declaração Universal dos Direitos Humanos no Palais de Chaillot, em Paris, França, é considerado o documento mais traduzido da história moderna, a Declaração foi criada para servir como uma base para os direitos humanos em todo o mundo, como “o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações”. Julia Di Spagna – Guia do Estudante

Durante a Segunda Guerra Mundial, milhões de pessoas foram mortas, enfrentaram situações precárias, fome e tiveram diversos direitos violados. Para evitar tragédias dessa magnitude, líderes de mais de 50 países se reuniram para criar uma organização que tivesse como premissa garantir a paz mundial.A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em Paris, por meio da Resolução 217 A (III), estabelecendo a proteção universal dos direitos humanos.
A Secretaria Nacional de Proteção Global (SNPG), do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos – (MMFDH), defende valores que são as raízes para o bem comum, a paz e a inclusão, reafirmando o compromisso de proteger os direitos de todas as pessoas, buscando sua universalização, em linha com a DUDH de 1948.

Em Portugal, a Assembleia da República reconheceu a grande importância da Declaração Universal dos Direitos do Homem ao aprovar, em 1998, a Resolução que vigora até hoje, na qual deixou instituído que o dia 10 de dezembro deveria ser considerado o Dia Nacional dos Direitos Humanos. Calendarr
O dia 10 de dezembro é também marcado pelo entrega do Prémio Nobel da Paz.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos é considerada o documento mais traduzido da história moderna. Está disponível em mais de 360 línguas, e novas traduções ainda estão em fase de elaboração. Amarolina Ribeiro – Brasil Escola

Mensagem oficial da alta-comissária para os direitos humanos das Nações Unidas:

Este foi um ano de grande ativismo – particularmente por parte dos jovens. É especialmente apropriado que, neste ano, nós destaquemos o Dia Internacional dos Direitos Humanos durante a Conferência da ONU em Madri para defender a justiça climática. Estamos em dívida de gratidão com os milhões de crianças, adolescentes e jovens adultos que estiveram se levantando e se manifestando cada vez mais alto em relação à crise enfrentada pelo nosso planeta.

Com razão, esses jovens estão apontando que o que está em jogo é o futuro deles e daqueles que ainda não nasceram. São eles que terão que enfrentar todas as consequências das ações ou a falta delas por parte de gerações mais velhas, que hoje administram governos e empresas e que são responsáveis por tomar decisões de seus países, regiões e do mundo como um todo.

Não se pode, obviamente, deixar que os jovens sozinhos enfrentem a emergência climática, ou até mesmo as tantas outras crises de direitos humanos que têm causado hoje turbulência simultânea em diversos países ao redor do mundo. Todos devemos permanecer juntos, em solidariedade, e agir com princípio e urgência.

Nós podemos e devemos defender cuidadosamente os princípios universais de direitos humanos que promovem a paz, justiça e o desenvolvimento sustentável. Um mundo com menos direitos humanos é um mundo que caminha para trás em direção a um passado sombrio, quando os poderosos podiam atacar os oprimidos com pouca ou nenhuma restrição moral ou legal.

Contudo, entre os muitos desafios de direitos humanos que surgiram ao longo das duas primeiras décadas do século XXI, a emergência climática global representa, talvez, a maior ameaça mundial aos direitos humanos que enfrentamos desde que testemunhamos a Segunda Guerra Mundial. Do direito à vida, à saúde, à comida, à água e ao abrigo, aos nossos direitos de sermos livres de discriminação, ao desenvolvimento e à autodeterminação, os impactos dessa crise já podem ser sentidos.

Nós temos o dever de garantir que a voz dos jovens seja ouvida. A Declaração Internacional de Direitos Humanos adotada pela Assembleia Geral da ONU em 10 de dezembro de 1948 foi um acordo assinado pelos Estados-membros para proteger os direitos humanos de todos – e isso inclui tornar possível que as gerações futuras defendam a dignidade, a igualdade e os direitos humanos.

Todos os seres humanos têm o direito de participar de decisões que têm impacto nas suas vidas. Para garantir que tomadas de decisão sejam mais efetivas, construindo maior confiança e harmonia em suas nações, os líderes de todas as sociedades devem ouvir seus povos – e agir de acordo com as suas necessidades e demandas.

Alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet. Foto: ONU/Jean Marc Ferré.

Alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet. Foto: ONU/Jean Marc Ferré.

Nada resume esses objetivos – que são o fio condutor do sistema internacional dos direitos humanos – de maneira mais clara e sucinta do que o Artigo 1 da Declaração Universal, que afirma de maneira corajosa e correta que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Eles são dotados de razão e consciência, e devem agir em conjunto em espírito de irmandade”.

Nenhum país, nenhuma comunidade será poupada pelas mudanças climáticas, à medida que elas se intensificam. Já é possível ver comunidades mais vulneráveis sofrendo terríveis danos. Pessoas estão perdendo suas casas, meios de subsistência – e vidas. A desigualdade está se aprofundando, e mais pessoas estão sendo forçadas a se deslocar. Devemos agir com rapidez e com princípio, para garantir que menos danos afetem os seres humanos e nosso mundo.

Danos climáticos não serão travados por fronteiras – e reações baseadas em um nacionalismo hostil, ou considerações financeiras de curto prazo, não irão apenas falhar: elas vão destruir o nosso mundo. As lutas por justiça climática e direitos humanos não são uma disputa política. Não se trata de uma discussão de direita ou esquerda: trata-se de direitos – e erros.

Não é apenas a preocupação em relação à alta velocidade da crise climática que está levando milhões de pessoas a se levantarem e exigirem ações. Em todas as regiões, pessoas estão encontrando suas próprias vozes para falar sobre desigualdade e instituições repressivas. Me sinto inspirada pela coragem, clareza e princípios de todas essas pessoas, algumas muito jovens, que estão se levantando pela paz, com o objetivo de corrigir os erros de nossa era e criar maior liberdade e justiça. Eles são a expressão viva dos direitos humanos.

Políticos de todos os lugares devem ouvir esses chamados. E, como resposta, precisam desenvolver políticas mais efetivas e com princípios.

Nós temos o direito de vivermos livres sem qualquer tipo de discriminação. Nós temos o direito de ter acesso à educação, saúde, oportunidades econômicas e um padrão de vida decente. Nós – todos nós – temos o direito de participar de decisões que afetam nossas vidas. Isso é sobre nosso futuro, nossos meios de subsistência, nossas liberdades, nossa segurança e nosso ambiente. E não é somente nosso futuro, mas também o futuro das nossas crianças, nossos netos e bisnetos.

Precisamos nos mobilizar ao redor do mundo – de maneira pacífica e poderosa – para avançar em um mundo com direitos, dignidade e escolhas para todos.

Aqueles que tomam decisões entenderam essa visão com clareza em 1948. Será que entendem isso agora? Eu peço aos líderes mundiais que demonstrem uma verdadeira liderança e visão de longo prazo, deixando de lado os interesses políticos nacionais estreitos, para o bem de todos, inclusive deles mesmos e de todos seus descendentes.

Humanize-se: O que é ser defensor dos direitos humanos, afinal?, Dia Internacional dos Direitos Humanos, Principais aspectos dos Direitos Humanos, Direitos Humanos?!? Vai lá!!!, Ouvidoria Municipal de Direitos Humanos, DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DAS ÁRVORES, A gente sempre soube., Barulho D’água, Jeguatá: Caderno de Viagem

Grafite na rua

Presto VinteTreis (Walyson Nogueira) e o amigo Babu SeteOito, pintaram quatro faixas de pedestres em terceira dimensão (3D) nas principais avenidas de Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá, na semana passada. O objetivo é reduzir o número de acidentes causados por excesso de velocidade. G1

A iniciativa já foi adotada em vários países com o objetivo de reduzir atropelamentos, como China, Índia, Geórgia e Islândia. A ideia é usar a ilusão de ótica como um fator a mais para fazer o motorista reduzir a velocidade e permitir a passagem dos transeuntes.
A uma distância de até 20 metros, lembram elementos de concreto encravados no asfalto. Na Islândia, é onde há os resultados mais positivos. Os atropelamentos caíram 25% nas ruas em que as faixas 3D foram pintadas. No Brasil, existe a expectativa de alcançar percentuais próximos disso. Massa Cinzenta
A cidade brasileira mais populosa a adotar as faixas de pedestres em 3D é Santo André, no ABC Paulista, com mais de 500 mil habitantes. Dois projetos-pilotos foram instalados no município, no final de 2017. O trabalho foi executado por funcionários do Departamento de Engenharia de Tráfego (DET) de Santo André, treinados para esse tipo de pintura.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, 22% das mortes no trânsito no mundo são causadas por pedestres atropelados. O Brasil aparece em 5º lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, precedido por Índia, China, EUA e Rússia e seguido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito.

Grafite-se: Relatos Salvajes, Velozes e Incompetentes, 22 de todos os dias, Multa Moral, No lugar da multa, um sorriso!, Grafite são artes públicas, Arte Fora do Museu

Cavalo louco

Cavalo Louco (ou Doido, Crazy Horse ou Tashunkewitko no idioma original Lakota) viveu em uma época dramática para os índios norte-americanos. A Guerra Mexicano-Americana (1846–1848), as sucessivas descobertas de ouro e a necessidade de ocupar as terras do oeste norte-americano, acarretaram enxurradas de militares, colonos, aventureiros e mineradores às — “protegidas” por decreto, o Tratado do Forte Laramie (1868), — terras indígenas.


Estima-se que existiam entre 20 e 30 milhões de índios na América do Norte quando os primeiros colonos europeus desembarcaram, mas, ao final do século XIX, esse número teria sido reduzido a apenas 2 milhões.
Embora tenha ocorrido um morticínio indígena durante séculos, no séc. XIX os índios sofreram sucessivas “intervenções controladas” por parte do governo estadunidense que resultaram na extinção de diversas culturas pré-colombianas.


Cavalo Louco decidiu viver livre e morreu jovem, aos 35 anos. Incrível História
Devido ao seu excelente desempenho nas batalhas e suas muitas vitórias contra tribos inimigas, Crazy Horse foi considerado um herói indígena. Foi-se observado também que ele, mesmo tendo a chance, muitas vezes se absteve de matar e apenas golpeou o inimigo. Guerreiros Sioux
Ao lado de Touro Sentado, Cavalo Louco conduziu seus guerreiros durante a batalha de Little Bighorn, onde morreu o célebre General Custer. Cavalo Louco foi um respeitado ameríndio Sioux, líder militar da tribo dos Oglala Lakota. Seu povo além de lutar contra a Cavalaria americana também vencera várias tribos rivais. A história do povo Sioux é contada no belo filme “Enterrem meu Coração na Curva do Rio” lançado em 2007. Obvious
Mas há porém que se lançar sobre os povos indígenas, um olhar que passe ao largo do estigmas de apenas vítimas ou então selvagens antropófagos. Os índios já foram sacralizados e demonizados conforme a época e o interesse político das américas colonizadas. Mas os indígenas foram antes de tudo seres humanos que viviam em grupos sociais que também poderiam se chamar, antes dos povos do velho continente aqui chegarem; de nação, com suas crenças e seus costumes. E, como humanos que eram também gostavam das disputas entre si, eram povos guerreiros. Quando o homem branco chegou, se encantaram com as facilidades e também com os vícios do mundo civilizado mas ao que tudo indica, fizemos mais mal à eles do que eles à nós.

Cavalo Louco possui uma extensa biografia sobre suas atuações militares. Ficou conhecido por rechaçar toda uma força do exército americano, fazendo parte assim da grande vitória indígena na Batalha de Little BigHorn, durante a Guerra Sioux, ao lado de Touro Sentado. Cavalo Louco acabou se rendendo ao exército. 4 meses depois, foi morto por um guarda em sua cela.
A expansão territorial dos Estados Unidos custou a vida e a terra dos índios. Nuvem Vermelha disse uma vez: Radio Yandê
”Fizeram-nos muitas promessas, mais do que eu posso lembrar. Mas eles nunca as cumpriram, menos uma: prometeram tomar nossa terra e a tomaram”

A fala “Today is a good day to die”, ou “hoje é um bom dia para morrer” muito usada pelos Klingons de Star Trek, foi primeiramente dita em Pequeno Grande Homem pelo Old Lodge Skins, interpretado por Chief Dan George. Adoro Cinema

Humanize-se: The Lone Ranger, A, Os índios nos gibis., Era da Pilhagem, Erva Mate, Bandeirantes Modernos, Humans, A Odisseia dos Tontos, Manual dos remédios tradicionais Yanomami

República dos bananas

O acampamento produzia anualmente mais de 7,2 mil toneladas de alimentos, gerando trabalho e renda para mais de 5 mil pessoas, segundo o MST. Juliana Almirante – Metro1

A ação de reintegração de posse foi deflagrada pela Polícia Federal em favor da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), para desocupação de uma área de aproximadamente 1727 hectares.

Banalize-se: Embalos de bananas, Banana power verde, 1ª Feira de Economia Solidária e Agricultura Familiar, Conheça 13 maneiras de reaproveitar sobras e cascas de frutas e vegetais, Banana, tumblr, Banana Republic, Gastronomia Funcional