DUBAI CRIA PRIMEIRA TEMPESTADE ARTIFICIAL

A cidade de Dubai inovou mais uma vez no uso da tecnologia. Nesta sexta-feira (23), a cidade iniciou uma série de tempestades de chuva artificiais que visam aliviar o calor que assola a região, cujos termômetros tem marcado mais de 50ºC. FERNANDA DE ANDRADE FANTINELvírgula

O que chama a atenção nesse caso é que o governo do país afirma que as chuvas foram criadas por drones especialmente elaborados para “semear” nuvens.  Eduardo SorrentinoOlhar Digital

A técnica da “semeadura de nuvens” foi criada em 1940 nos Estados Unidos por cientistas que usavam partículas — geralmente cloreto de sódio (sal) ou iodeto de prata — para obrigar a precipitação de chuvas em regiões específicas.

A chuva foi feita com o auxílio de diversos drones, que liberaram cargas elétricas variadas nas nuvens da cidade, o que fez com que elas se aglutinassem e formassem chuva. Essa foi a primeira vez que esse tipo de tecnologia foi usada de maneira bem sucedida.

O projeto foi feito em parceria com pesquisadores ingleses, que estudam a tecnica desde meados do século passado. “O que estamos tentando fazer é fazer com que as gotículas dentro das nuvens sejam grandes o suficiente para que, quando caem da nuvem, sobrevivam até a superfície”, explicou Keri Nicoll, meteorologista da Universidade de Reading.

A ideia é que esse pequeno pulso elétrico ajude no agrupamento de gotículas de água e outras partículas, que formam novas nuvens, essas maiores, que realmente têm chances de criar chuvas. Por estar localizado em uma zona desértica, Dubai normalmente vê apenas cerca de dez centímetros de chuva por ano.

Desde o começo deste ano, o Centro Nacional de Meteorologia (NCM) do país já induziu artificialmente a ocorrência de 126 chuvas em todo o território nacional. Jornal Ciência

De acordo com a revista Newsweek, os Emirados Árabes já investiram mais de 15 milhões de dólares desde 2017 para buscar uma solução para o calor intenso e a falta de umidade.

Dubai, que fica nos Emirados Árabes, faz parte de uma região desértica – como consequência, tem baixos índices pluviométricos. De acordo com autoridades da região, as tempestades que tem caído na cidade se assemelham as chuvas de monções que acontecem (naturalmente) na Índia.

A iniciativa serviu para diminuir os efeitos de uma forte onda de calor que tem atingido a cidade, que é uma das mais tecnológicas do mundo. Esse aumento repentino na temperatura é o mesmo que tem atingido países mais frios também localizados no hemisfério norte, como Canadá e Estados Unidos, que têm experimentado as temperaturas mais quentes dos últimos tempos.

Porém, apesar de representar uma esperança para locais como Dubai, o desenvolvimento de tecnologias capazes de alterar o clima em algumas áreas pode ser motivo de preocupação em outros locais. Segundo especialistas, equipamentos do tipo poderiam ser transformados em armas que “roubam” chuvas de um local e as levam para outro, provocando estiagens em países inimigos.

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Substância de membrana celular é encontrada no espaço

Ainda não é bem a confirmação de vida extraterrestre, mas já é algo bem importante. Astrônomos encontraram, no espaço, uma substância que, na Terra, integra uma das muitas misturas usadas na construção de membranas celulares. É a etanolamina, componente crucial do fosfolipídeo mais simples. André Lucena – Olhar Digital

Todas as células terrestres são feitas de membranas fosfolipídicas. Elas conseguem encapsular e proteger moléculas da vida em compartimentos chamados protocélulas. Agora, a etanolamina foi encontrada no espaço por Víctor Rivilla, do Centro Espanhol de Astrobiologia, em Madri, e sua equipe.

O time de cientistas analisou a luz de uma nuvem interestelar de gás e poeira, chamada Sagitário B2, a apenas 390 anos-luz do centro da Via Láctea. A região já era conhecida por ser um rico reservatório de moléculas orgânicas, gelo e poeira. A nova descoberta sugere que o espaço está repleto de todos os elementos precursores da vida.

Isso porque, antes, astrônomos já haviam detectado também em nuvens de gás interestelares aminoácidos, formadores das proteínas e equipamento para a vida. Esses substância também podem dar origem aos ribonucleotídeos, moléculas capazes de armazenar informações na forma de DNA.

 “This has important implications not only for theories of the origin of life on Earth, but also on other habitable planets and satellites anywhere in the Universe,”, disse a equipe de astrônomos. No nosso planeta, a vida começou há 4,5 bilhões de anos, apenas algumas centenas de milhões de anos após a formação do Sistema Solar.

A fórmula química da etanolamina é NH2CH2CH2OH. Para encontrar a substância, a equipe de Víctor Rivilla simulou o espectro que ela deve produzir em baixas temperaturas como as da nuvem. O resultado encontrado pelo time sugere que a molécula é muito mais difundida pelo espaço.

A etanolamina espacial foi descoberta na nuvem molecular G+0.693-0.027, localizada no centro da Via Láctea. Imagem: V.M. Rivilla y C. Briones (CAB) / cámara IRAC4 a bordo del Telescopio Espacial Spitzer (NASA)

“A etanolamina poderia ter sido transferida da nebulosa proto-solar para planetesimais e corpos menores do Sistema Solar e, posteriormente, para o nosso planeta”, acreditam os astrônomos. O que leva à formação de células dos primeiros ancestrais terrestres.

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The origin of life is one the great unanswered questions in science. One piece of this puzzle is that life started on Earth 4.5 billion years ago, just a few hundred million years after the formation of the Solar System, and involved numerous critical molecular components. How did all these components come to be available so quickly? The Physics arXiv Blog – Astronomy

One potential explanation is that the Earth was seeded from space with the building blocks for life. The idea is that space is filled with clouds of gas and dust that contain all the organic molecules necessary for life.

But there is another crucial component for life – molecules that can form membranes capable of encapsulating and protecting the molecules of life in compartments called protocells. On Earth, the membranes of all cells are made of molecules called phospholipids. But these have never been observed in space. Until now.

The new discovery suggests ethanolamine is much more widespread. On Earth, it forms the hydrophilic head of phospholipid molecules that self-assemble into cell membranes. Rivilla and colleagues say its discovery in interstellar clouds suggests “ethanolamine could have been transferred from the proto-Solar nebula to planetesimals and minor bodies of the Solar System, and thereafter to our planet.” That could have led to the formation of cells in the prebiotic soup from which our earliest ancestors emerged.

Of course, none of this ultimately answers the question of how life began on Earth. But the work does show that there is no longer any mystery about where the building blocks of life might have come from. “These results indicate that ethanolamine forms efficiently in space and, if delivered onto early Earth, it could have contributed to the assembling and early evolution of primitive membranes.,” say Rivilla and co. The question now is: what happened next?

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9 criptomoedas para movimentar o mercado em maio

As frequentes altas e baixas no valor das moedas digitais chamam atenção de muita gente, afinal, dia após dia a popularidade desses recursos está crescendo. Olhar digital

Em vídeo recente, o trader e especialista em criptomoedas da Altcoin Daily, Austin Arnold, listou nove criptomoedas que movimentarão o mercado em maio.

A criptomoeda é um recurso completamente digital que não é emitido por nenhum governo no mundo, esses ativos digitais trazem a mesma finalidade do dinheiro físico: servir como meio de troca em transações comerciais, porém, de uma maneira facilitada e sem intermediários.

Bitcoin

Apesar da alta volatilidade do bitcoin, o especialista no mercado financeiro afirmou que a criptomoeda deve continuar atraindo investidores institucionais. Principalmente, após o US Bank anunciar que irá custodiar o ativo, além dos frequentes incentivos feitos por Elon Musk e Jack Dorsey, CEOs da Tesla e Twitter, respectivamente.

Ethereum

Essa é a segunda maior moeda digital por capitalização de mercado. No entanto, Arnold afirma que o ativo que rege a plataforma de contrato inteligente está enfrentando uma crise de oferta, à medida que mais ETH estão sendo bloqueados na ETH 2.0.

Polygon

O Polygon (MATIC), nos últimos sete dias, chegou a registrar um aumento de 100% em seu valor.

Cardano

“Uma coisa é dizer. Outra coisa é ter a intenção de fazer, e outra coisa, ainda, é realmente implementar”, disse Arnold sobre os planos do governo da Etiópia, que fechou recentemente uma parceria para, de fato, implementar a Cardano em escolas e até mesmo na indústria agrícola do país. “Isso a faz bastante promissora”, completou.

Binance Coin (BNB)

A expectativa nesta criptomoeda é grande tendo em vista que a plataforma de negociação Binance deve permitir a negociação de ações da Apple, Microsoft e MicroStrategy, em breve. Além disso, a Binance anunciou que lançará seu próprio mercado de tokens (NFT) em junho.

Chainlink

Arnold afirmou que o Chainlink pode operar em cada blockchain, o que faz da moeda um ativo agnóstico – o que é algo muito positivo e deve fomentar sua valorização.

VeChain

Para o especialista, o VeChain está se transformando no que as pessoas desejam, oferecendo NTFs e jogando com a popularidade de ativos da arte, terrenos e jogos digitalizados exclusivos.

Aave

O especialista aponta que a inciativa da Aave de trazer a agricultura de rendimento para sua plataforma de finanças descentralizadas (DeFi), deve aumentar a popularidade da criptomoeda.

Injective Protocol (INJ)

Para o último lugar da lista o especialista apontou o Injective Protocol (INJ), que é uma versão descentralizada do Robinhood, com apoio do fundo Pantera Capital e da estrela Mark Cuban, dono do time de basquete Dallas Mavericks.

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Google Station

O Google anunciou que o projeto Google Station chegou a São Paulo.

A iniciativa fornece pontos de acesso à conexão wi-fi gratuitamente em locais como pontos de ônibus, parques e praças. Por enquanto, o projeto está limitado a 80 estações espalhadas pela capital paulista.

O Google Station surgiu em 2016, na Índia e na Indonésia. Em 2018, o México recebeu a iniciativa. Jovem Nerd

A iniciativa vai proporcionar conexão gratuita à internet por meio de hotspots Wi-Fi espalhados pelas cidades, por meio de parcerias com provedores de internet locais. Entre os locais atendidos estão o Parque do Ibirapuera e 17 estações de trem da CPTM. Para tirar o projeto do papel, foram feitas parcerias com empresas como a Linktel, com patrocínio do banco Itaú.
A ação é parte do projeto Next Billion Users (NBU), que pretende conectar mais pessoas à internet e empoderá-las por meio do acesso à informação. Olhar Digital

Para saber onde estão os pontos de acesso do Google Station, basta acessar o site oficial do serviço neste link.

Utilizar o serviço é fácil: basta procurar a rede Google Station nas estações, clicar em Iniciar e fornecer o número do telefone, com o DDD. Um código de verificação será enviado via SMS e deve ser inserido no campo designado. Depois, basta dar ok e navegar tranquilamente.

O país é o oitavo no mundo a receber o projeto, que tem o objetivo de expandir a conexão à Internet em países emergentes.
A ideia do Station é levar Internet rápida para quem está offline ou tem conexão ruim e “tornar as informações universalmente acessíveis”, será possível “assistir a vídeos em alta definição sem interrupção”, por exemplo, como explicou o presidente do Google Brasil Fabio Coelho. Canaltech

Via Láctea pelo navegador

O projeto, batizado de “100,000 Stars”, permite uma navegação virtual bem simples, em 3D e com direito até a um “guia turístico”, que vai explicando alguns elementos básicos do universo.

O Google Chrome lançou, na última quarta-feira, 14, um site que possibilita essa interessante viagem. Olhar Digital

missuniverso

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