130 mil itens são descartados por semana em depósito da Escócia

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Durante o ano de 2020, a Amazon destruiu mais de 2 milhões de produtos falsificados. De acordo com a empresa, apesar da facilidade de cadastro de produtos que ela oferece aos seus parceiros, os seus centros de distribuição buscam identificar produtos não originais e proteger o consumidor. Além disso, destruição do material também evita que ele volte a ser vendido. tudo celular

Mas ao que parece, a empresa mais valiosa do mundo também produz um desperdício de produtos chocante em escala semanal, mesmo em tempos de grande preocupação ambiental com o efeito estufa e consequente colapso dos oceanos.

Uma investigação da emissora de televisão britânica ITV revelou que um depósito da Amazon na cidade de Dunfermline, na Escócia, destrói mais de 130.000 itens não vendidos por semana.

Segundo um ex-funcionário da empresa, entre o material “descartado” estão produtos muito desejados como MacBooks, TVs, joias, fones de ouvido, livros e máscaras PFF2 para prevenção do coronavírus.

Os trabalhadores, de acordo com o colaborador não identificado, têm uma meta semanal de separar 130.000 itens para “descarte”. Pelo menos metade desses produtos são destruídos ainda embalados, enquanto a outra metade, embora constituída de itens devolvidos por clientes, ainda apresenta em boas condições de uso mesmo fora das caixas.

E essa não é uma exclusividade da unidade de Dunfermline. Em 2019, repórteres franceses descobriram que a Amazon destruiu mais de 3 milhões de produtos em apenas um ano em dos armazéns na França.

A informação foi revelada por um ex-funcionário da gigante do e-commerce. Ele filmou um dos 24 centros de distribuição que operam no Reino Unido e capturou a chamada “zona de destruição”. Lá, a empresa descarta milhares de produtos nunca usados. Entre eles estão Smart TVs, notebooks, drones, secadores de cabelo, fones de ouvido de última geração, livros, milhares de máscaras seladas. tecmundo

“A nossa meta era destruir 130 mil itens por semana. Não há razão para o que é destruído: aspirador de pó, MacBooks e iPads; no outro dia, 20 mil máscaras [faciais] de Covid ainda fechadas foram destruídas”, conta.

De acordo com o ex-funcionário — que não quis se identificar na reportagem —, todos esses itens são separados em caixas com a marcação “destruir”.

Antes de saber da investigação, o diretor da Amazon no Reino Unido, John Boumphrey, contou à ITV News que a quantidade que a empresa destrói é “extremamente pequena”.

Após a reportagem, Boumphrey afirmou: “Estamos trabalhando para uma meta de descarte zero de produtos e nossa prioridade é revender, doar para organizações de caridade ou reciclar quaisquer produtos não vendidos. Nenhum item é enviado para aterro no “Reino Unido”. Como último recurso, enviaremos itens para recuperação de energia, mas estamos trabalhando muito para reduzir o número de vezes que isso acontece”.

Descarteze-se: Cataki, o “Tinder da reciclagem”, Caroço de abacate vira talher biodegradável no México, Organizando a casa, Lixo ou resíduos?

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