Abelha, o ser humano mais importante do planeta

Sempre Questione

Estudos recentes mostram um declínio dramático no número de abelhas: quase 90% da população desapareceu nos últimos anos. Certamente também existem causas naturais, como predadores e vírus cíclicos que infelizmente (ou felizmente) fazem parte do grande “jogo da natureza”. greeMe

Outros fatores como o uso descontrolado de pesticidaso desmatamento e a falta de flores, todas as causas humanas. Portanto, estamos nos autodestruindo e não parece haver uma inversão de direção.

As plantas não podem se reproduzir sozinhas: elas precisam de um “sistema de transporte”, que a natureza delegou às abelhas (junto com os zangões e com a contribuição, embora menos importante, de outros insetos como as vespas). E sem a reprodução das plantas, a fauna logo morrerá e, portanto, nós também. Não é uma sentença apocalíptica: é a realidade.

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iEV20

A chinesa JAC Motors está preparada para uma mudança radical de atuação no Brasil. Conhecida pelos automóveis com bom custo-benefício, agora a marca vai oferecer um portfólio de cinco modelos 100% elétricos, incluindo o que deve ser o carro mais econômico do país. A mudança de estratégia promete ser a reestruturação da montadora localmente.


O iEV20 possui autonomia de 400 quilômetros e custo estimado de abastecimento de 23 reais (JAC Motors/Divulgação)
A montadora vai trazer, a partir de dezembro, três SUVs, uma picape e um caminhão pequeno, todos com motores 100% elétricos. O primeiro a chegar será o utilitário esportivo iEV20. O modelo é a grande promessa da marca no quesito economia de combustível.
O iEV20 possui 400 quilômetros de autonomia, ou seja, pode rodar toda essa quilometragem sem precisar de uma nova carga. Em uma cidade como São Paulo, por exemplo, o custo por quilômetro rodado é de cerca de 5 centavos de real. Para “encher o tanque”, a montadora informa que seriam necessários aproximadamente 23 reais em energia elétrica. Segundo a JAC, esse valor é sete vezes mais barato do que o carro mais econômico do mercado brasileiro.

A linha de elétricos da JAC possui um aplicativo para smartphone que permite a verificação da carga da bateria, da autonomia, situação de recarga durante o carregamento e conta com um sistema de rastreamento e telemetria com diagnóstico à distância – se autorizado pelo proprietário, o controle elétrico dos vidros, abertura das portas e acionamento do ar-condicionado de forma remota.

A soma de todas as revisões do modelo, dos 10 mil aos 60 mil quilômetros, é de 600 reais. Esse valor costuma corresponder a apenas uma das revisões obrigatórias da concorrência. Um dos fatores que contribuem para esse custo é a baixa complexidade do carro elétrico – chega a ter 10 vezes menos peças do que um modelo a combustão.
“Dos 90 milhões de barris de petróleo consumidos por dia no mundo, 25 milhões são destinados aos veículos leves e caminhões. No médio e longo prazo, o elétrico é efetivamente a melhor solução para combater as emissões de CO2”, diz Sérgio Habib, presidente da JAC no país.

Atualmente, nenhuma empresa está autorizada a vender energia elétrica, além das próprias distribuidoras. Neste sentido, um posto de gasolina não poderia abastecer, por exemplo, os carros elétricos. Nos grandes centros, onde os condomínios residenciais são muito comuns, também não é permitido usar energia das áreas comuns. Juliana EstigarribiaExame

A JAC quer mudar sua imagem no Brasil investindo forte na linha de elétricos. Uma das principais marcas na China nessa categoria, tanto que virou parceria da Volkswagen na criação da marca SOL, a JAC terá cinco carros totalmente elétricos distribuídos em categorias diferentes. Os preços vão de R$ 119.990 a R$ 259.900. icarros

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Lixatas do Caribes

Latas, potes, talheres de plástico, roupas velhas, seringas e até animais mortos, uma cena típica de qualquer lixeira, mas trata-se de uma ilha de lixo que flutua no Mar do Caribe, entre as costas de Honduras e Guatemala, um camada de objetos descartados que periodicamente chega às praias e que, ultimamente, tornou-se uma fonte de tensão nas relações bilaterais entre os dois países. Lioman Lima – BBC Mundo


De um lado, Honduras acusa seu vizinho de causar a poluição que atinge as praias de Omoa, Puerto Cortés e as Ilhas da Baía. Do outro, a Guatemala diz que é o país vizinho que derrama o lixo que o afeta.
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Patinhos, versão combustível!

A Caça dos Patinhos navegantes expôs as preocupações sobre o acúmulo de lixo nos oceanos. Em janeiro de 1992, um carregamento com 28 mil bichinhos de brinquedo acabou derramado no meio do Oceano Pacífico.

Por serem projetados para flutuar, eles foram guiados pela correnteza e se esparramaram em áreas diversas dos mares. Alguns deles chegaram a percorrer um trajeto de mais de 3 mil quilômetros, chegando por exemplo na costa do Alasca. Outros patinhos foram encontrados na Austrália e Escócia. Vivimetaliun

Desde 2000, a empresa canadense Enerkem se dedica a estudar e implementar maneiras de transformar lixo orgânico em biocombustível, o projeto da companhia consiste em uma parceria com a The Ocean Legacy Foundation, que faz limpeza na costa do país, para aplicar a mesma tecnologia usada em detritos urbanos ao lixo que a organização retirar dos mares canadenses. Vivimetaliun

Com apenas 18 anos, o estudante holandês Boyan Slat impressionou o mundo ao criar um sistema de limpeza dos oceanos, a ferramenta funciona como um filtro que recolhe o lixo flutuante e o leva até um sistema em terra, onde pode ser reciclado. Durante o transporte, o lixo permanece em contato com a água, o que evitaria a morte de animais que fossem arrastados por engano pelo equipamento.

Para transformar a ideia em realidade, Boyan criou a empresa The Ocean Cleanup, segundo as estimativas do jovem, as correntes dos oceanos poderiam ser usadas para acelerar a limpeza das águas e retirar metade de todo o plástico da Ilha de Lixo do Pacífico em apenas cinco anos. Vivimetaliun

Animal Plastic


A grande surpresa este ano veio com o anuncio de união da Waste Expo Brasil com a FENASAN, que é uma das maiores e mais importantes feiras do setor de saneamento do Brasil e do exterior. O evento reúne os principais fabricantes e fornecedores de materiais e serviços para o setor de saneamento e segmentos relacionados, além de executivos, empresários e gestores públicos que trabalham na área. revista DAE

Como a indústria do fumo enganou as pessoas?

A exposição “Propagandas de cigarro – como a indústria do fumo enganou as pessoas”, no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, a partir de 29 de agosto, Dia Nacional de Combate ao Fumo, até o dia 14 de outubro.


A mostra é gratuita e reúne propagandas veiculadas nos Estados Unidos entre as décadas de 1920 e 1950, quando não havia controle sobre a publicidade do produto, apresenta campanhas em que médicos, crianças e até o Papai Noel “vendiam” cigarros.

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Icesp – Instituto do Câncer do Estado de São Paulo fica na Av. Dr. Arnaldo, 251 – Cerqueira César – próximo ao metrô Clínicas. BOL

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A ilha de lixo

Descoberta no Pacífico, em 1997, tem uma dimensão descomunal. O tempo para a decomposição desse material no mar é diferente da terra. Sacola Prática

LIXÃO FLUTUANTE tem 4 milhões de toneladas de plástico, sendo a origem: 80% vêm dos continentes; 20% são jogados por navios. Lorena Verli – Planeta Sustentável

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A descrição pode parecer sinopse de filme de ficção científica, mas a ilha de lixo, ou 7º continente, como também é chamada, confunde os animais e algumas espécies sofreram mutações ao crescer em volta de pedaços de plástico. Pensamento Verde

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São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme. Projeto Ouro Azul

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Cão Coragem

Cachorro nada e recolhe lixo no Rio Tietê em São Paulo. O comportamento curioso do animal foi flagrado pelo Globocop nesta quinta. Poluído, o Rio sofre com o despejo irregular e o descaso na capital paulista. Do G1 São Paulo (28/05/2015)

A reportagem acompanhou o cão por 20 minutos e, durante essa brincadeira, ele deu uma contribuição considerável para a limpeza do Tietê. O cachorro retirou do rio 25 garrafas. FCS Brasil

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Motoqueira Fantasma

Mulher Motoqueira persegue os motoristas que jogam lixo nas rua e da uma verdadeira lição neles. COMPARTILHAVEL

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Devolvendo o lixo para quem suja a rua. Os Primitivos

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Lâmpadas fritas

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Material

– Uma lâmpada queimada; Óleo de cozinha usado e filtrado; Sal ou areia (material granular); Uma tampinha metálica;
– Cola; Arruela; Fita crepe; Martelo; Chave de fenda; Alicate; Prego pequeno; Tesoura; Régua; Meia velha.

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Método

1º passo: preparo da lâmpada. Tire o fundo de metal da lâmpada com auxílio do alicate, a seguir quebre o vidro preto, também do fundo, com a chave de fenda. É necessário ter cuidado com a força, para não quebrar a lâmpada. Observe que a lateral metálica irá permanecer intacta. Depois de tirar ambas as partes, pegue a chave de fenda e quebre a parte que tem dentro da lâmpada. Depois de “limpa” e com um buraco no fundo do bulbo, a lâmpada está pronta para receber o sal, que deve ser usado somente em caso de escolha por uma lâmpada branca. O sal ou a areia, irá tirar a “tinta” presente na lâmpada como demonstrado no vídeo. Para isso, coloque uma quantidade de sal grosso dentro do bulbo, tampe o fundo e agite até o vidro ficar transparente. Feito isso, o sal pode ser descartado.

2º passo: pegue uma folha de jornal, coloque sobre a mesa para não sujá-la com cola. Coloque em cima do jornal um pedaço de fita crepe que seja capaz de segurar a arruela e as laterais da lâmpada. Em seguida, posicione a arruela no centro desta tira de fita crepe e passe uma fina camada de cola no círculo interno da arruela. Cole a lâmpada na arruela e envolva-a com as abas da fita que sobraram para fixar. Espere secar por uma hora para que fique seguramente fixado e retire a fita. Este será o suporte da lamparina.

3º passo: pegue a tampinha e com a ajuda do martelo e do prego, faça um furo no meio da tampa. Corte uma tira da meia velha, com aproximadamente 1,5 cm de largura por 15 cm de comprimento.

4º passo: observe que a tampa não se encaixa perfeitamente na boca do bulbo. Portanto, para que fique fixo de forma segura envolva-o com fita crepe. O excesso de fita pode ser cortado com uma tesoura.

5º passo: pegue a tampinha metálica furada e com auxílio do prego, passe a tira de meia pelo buraco. Deixe para fora 1,5 cm de tecido. Rasgue um pedaço do jornal que estava sendo utilizado como proteção e faça um funil. Despeje o óleo dentro da lâmpada até a metade ou um pouco menos. Tire o funil e tampe a lâmpada, apertando bem. Assim, a lamparina estará pronta para uso, basta acender com um isqueiro ou fósforo.

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Veteranas de guerra

UMA HOMENAGEM ÀS ÁRVORES SOBREVIVENTES DA MATA ATLÂNTICA

São Paulo é o dinâmico resultado da demolição e reconstrução de sucessivas cidades em pouco mais de um século. Nesse curto espaço de tempo, a cidadela com 30 mil habitantes tornou-se a metrópole com 20 milhões de habitantes, e sua natureza praticamente desapareceu. Originalmente muito rica em biodiversidade, São Paulo apresentava extensas florestas de Mata Atlântica, araucárias, cerrados e várzeas, que formavam uma paisagem única. Durante o processo de urbanização, a vegetação ancestral foi sendo eliminada e substituída por espécies de origem estrangeira, motivação cultural que acarretou na extinção em massa da fauna e flora nativas e a situação atual de 80% da vegetação urbana ser de origem estrangeira, ou seja, exótica.

Mesmo com esse grave quadro ambiental, alguns exemplares da Mata Atlântica alcançaram nossa época, resistindo a gerações de interesses contrários, loteamentos e aberturas de ruas e avenidas que poderiam em poucos minutos acabar com a sua história, assim como aconteceu a inúmeras outras que não pudemos conhecer.

Árvores da Mata Atlântica sobreviventes em condições tão adversas podem ser consideradas monumentos vegetais e históricos paulistanos, um patrimônio ambiental que representa uma imensa herança não reconhecida. Muitas dessas árvores estão ameaçadas pelo descaso, poluição e idade avançada, e são sobreviventes de populações quase ou extintas e detentoras de genética única resultante de milhares de anos de evolução com o clima, solo e biodiversidade local, precisando ser valorizadas, tombadas e reproduzidas para sua perpetuação e repovoamento na cidade de São Paulo.

O meio ambiente urbano deve ser uma prioridade no século XXI, o século das cidades.

Ricardo Cardim, botânico e ambientalista

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Faça uma Evolução

PearlJam Do the evolution

Do The Evolution – Pearl Jam

Woo…
I’m ahead, I’m a man
I’m the first mammal to wear pants, yeah
I’m at peace with my lust
I can kill ‘cause in God I trust, yeah
It’s evolution, baby

I’m at peace, I’m the man
Buying stocks on the day of the crash
On the loose, I’m a truck
All the rolling hills, I’ll flatten ‘em out, yeah
It’s herd behavior, uh huh
It’s evolution, baby

Admire me, admire my home
Admire my son, he’s my clone
Yeah, yeah, yeah, yeah
This land is mine, this land is free
I’ll do what I want but irresponsibly
It’s evolution, baby

I’m a thief, I’m a liar
There’s my church, I sing in the choir
(hallelujah, hallelujah)

Admire me, admire my home
Admire my son, admire my clothes
‘Cause we know, appetite for a nightly feast
Those ignorant Indians got nothin’ on me
Nothin’, why?
Because… it’s evolution, baby!

I am ahead, I am advanced
I am the first mammal to make plans, yeah
I crawled the earth, but now I’m higher
2010, watch it go to fire
It’s evolution, baby
It’s evolution, baby
Do the evolution
Come on, come on, come on
pearl jam

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