Canticos para a Mãe Terra

Cante para a Mãe Terra – Oh, Grande Espírito – Mãe eu te sinto – MedleyClaudiney Prieto

Heya heya heya ho
Heya heya heya ho
Heya heya heya ho
cante para a Mãe Terra (2x)

Ya ya ha ha
Ya ya ha ha
Ya ya ha ha
Cante para o céu (2x)

Heya heya heya ho
Heya heya heya ho
Heya heya heya ho
cante para a Mãe Terra (2x)

Ya ya ha ha
Ya ya ha ha
Ya ya ha ha
Cante para o céu (2x)

Heya heya heya ho
Heya heya heya ho
Heya heya heya ho
cante para a Mãe Terra (2x)

Ya ya ha ha
Ya ya ha ha
Ya ya ha ha
Cante para o céu (2x)

Ooooh Grande Espírito,venha a nós
Ooooh Mãe Terra,ouça nossa voz! (2x)

Abra meus olhos para que eu possa ver
Os caminhos por onde andar e o que fazer

Ooooh Grande Espírito,venha a nós
Ooooh Mãe Terra,ouça nossa voz! (2x)

Cante -me os sons de força e poder
Canções que me digam como proceder

Ooooh Grande Espírito,venha a nós
Ooooh Mãe Terra,ouça nossa voz! (2x)

Mãe eu te sinto sob os meus pés
O seu coração eu posso escutar (2x)

Heya Heya heya ya heya heya ho
Heya heya heya Heya heya ho (2x)

Mãe eu te sinto sob os meus pés
O seu coração eu posso escutar (2x)

Heya Heya heya ya heya heya ho
Heya heya heya Heya heya ho (2x)
Mãe eu te sinto sob os meus pés
O seu coração eu posso escutar (2x)

Heya Heya heya ya heya heya ho
Heya heya heya Heya heya ho (2x)

Isis,Astarte, Diana,
Hecate Demeter, Kali,Inanna (2x)

Somos um povo antigo
O novo povo junto
De novo (2x)

Estamos vivos (4x)

A Deusa está na Terra
A magia está no ar. multi ajuda

Eduardo Góes Neves

Eduardo Góes Neves, do MAE-USP, explica por que a floresta não deve ser vista apenas como produto da história natural, mas também do manejo exercido por milênios. Vídeo – Pesquisa Fapesp

A ocupação humana do que é hoje o território brasileiro antes da chegada dos europeus, a História Antiga do Brasil, onde os homens vivem há, pelo menos, 9 mil anos, sobre o Brasil Central e a Amazônia. TV Cultura
a coisa vai ficando cada vez mais clara: uma parte dessa biodiversidade da Amazônia foi formada por humanos, por uma interação entre humanos e não-humanos, plantas e animais, ao longo dos últimos 10, 12 mil anos. O que se percebe em populações tradicionais, não só indígenas, mas quilombolas também, e populações ribeirinhas, é o interesse em estimular a diversidade, experimentar plantas diferentes, plantar, colher, trazer para o quintal, ver para que serve, ver como funciona. NEXO JORNAL

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Editado via celular.

Princípio do ou não

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Os intelectuais resolveram inventar uma teoria a fim de substituir a real teoria do Princípio da incerteza de Heisenberg, o Princípio do Ou não, que pode explicar como que pode aparecer uma calcinha que não é da sua namorada no porta luvas do seu carro.

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O Princípio da Incerteza de Heisenberg, criado pelo boêmio Werner Heisenberg em meados de 1900 e guaraná com rolha, trata-se do princípio principal, inicial e fundamental da Mecânica Quântica. Resume-se ao fato, constatado por Heisenberg, de que não se pode saber o momento e a posição do que se está observando em um sistema quântico. A notação matemática desse princípio é:

Onde é a Velocidade da luz ( m/s) dividida pelo peso da mãe do observador. Desciclopédia

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Veja também: Efeito Borboleta, Casas de Mediação, Somos todos doadores, Em busca da onda perfeita., Opção de escolha?, Chora Darwin., Nossa dose de veneno, Inside Job, Criacionismo., Compartilhe, A onda, Norte Nordeste Me Veste, Criacionismo., A indústria farmacêutica está fora de controle?, Ficha Limpa!!!

Santa Buceta

Boceta de Pandora
Marcuse, em Eros e a Civilização, ao analisar do ponto de vista da filosofia os escritos de Freud, elabora reflexões muito profundas sobre a pulsão de Eros (criação) e o prazer: para evoluir o homem teve que abrir mão de seus desejos imediatos e sublima-los, domestica-los, molda-los as necessidades da civilização rumo ao progresso, mas hoje no atual processo de coisificação que vivemos, a dessublimação desses instintos acontece no sexo puramente.
santa formato buceta

boceta
bo.ce.ta
(ê) sf (lat buxide, via ant fr) 1 Pequena caixa de madeira ou papelão, oval, ou oblonga, para guardar objetos de valor. 2 Caixa de rapé. 3 Bolsa de borracha para guardar tabaco. 4 Caixa de que usa o gravador. 5 Aparelho de pesca. 6 ch V vulva. B. anatômica: depressão na base do primeiro osso metacarpiano, formada pelos tendões do extensor longo e do extensor curto do polegar; tabaqueira anatômica. B. de Pandora: origem de todos os males. Michaelis

Veja também: Dicionário inFormal, O Estado Laico, Criacionismo., Text Me Something Dirty, Diferença lógica entre Religião e Espiritualidade, Saramago, Sintomas Câncer de Mama, Adoro essa parte da anatomia femimina., Instituto Alana, O de Otário

PÁTRIA MADRASTA VIL

‘PÁTRIA MADRASTA VIL’

Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência… Exagero de escassez… Contraditórios?? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.

Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.

O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.

Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil.’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil; está mais para madrasta vil.

A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!

É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!

A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.

Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?

Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.

Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos…
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente… Ou como bicho?

Clarice Zeitel Vianna Silva, 26, estudante da Faculdade de Direito da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro – RJ), concorreu com outros 50 mil estudantes universitários, foi a Paris receber um prêmio da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) por uma redação sobre ‘Como vencer a pobreza e a desigualdade.’ A redação intitulada ‘Pátria Madrasta Vil’, foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da UNESCO.

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