Ora Ballet Cat, um Fusca elétrico?!?

On the Shanghai Auto Show, Great Wall’s trendy ORA EV brand unveiled the ORA Punk Cat, a concept that looked a tad too much like a mix between the Volkswagen Beetle and the New Beetle, with two extra doors. ORA has just released an official image of the production version of the Punk Cat. CarNewsChina

Através da submarca baseada em veículos elétricos da Great Wall, chamada Ora, o famoso Fusca reaparece com duas opções de acabamento, uma sob o nome de Punk Cat (para o público masculino) e outra com o nome de Ballet Cat (para o público feminino), movimento inclusive que vai na contramão do mundo focado em ESG.

A marca aponta que não se trata do mesmo carro pois um deles tem asa traseira e novas cores e as diferenças devem ser relacionadas com os conjuntos óticos tanto dianteiros como traseiros.

Durante o Salão de Chengdu, a empresa Great Wall fez a apresentação oficial do Ora Ballet Cat, o controverso carro elétrico com visual inspirado no VW Fusca. Julio CesarInsideEVs

Na prática, o Ballet Cat é uma versão atualizada do conceito Ora Punk Cat, apresentado em abril no Salão de Xangai e que causou alvoroço pela semelhança com o clássico alemão, inclusive com declarações e ameaças de processo por parte Volkswagen. Isso motivou algumas modificações no conceito, que tem lançamento e início de vendas previsto para o início de 2022 na China.

A aparência do Punk Cat é mais retrô que a dos modelos New Beetle e Beetle produzidos pela Volkswagen entre 1997 e 2019. Parece mesmo um Fusca alargado e esticado. São quatro portas, mas até que os acessos ao banco de trás estão bem disfarçados.

Algumas alterações foram realizadas no modelo pela Great Wall Motors, em relação à versão apresentada em Xangai (o Ora Punk Cat) . Por exemplo, os faróis dianteiros e as lanternas traseiras receberam novo design, a fim de diferenciar o Ballet Cat do Fusca original. Além disso, uma nova placa surgiu na tampa do porta-malas. Garagem 360

Por dentro, o ambiente destoa da inspiração exterior, exceto pelo volante de três raios com aro cromado “meia-lua”. Cluster digital, multimídia de tela grande e um console de cristal, mostram que a proposta desse Fusca passa longe de ser popular. Ricardo de OliveiraNotícias Automotivas

Com relação à parte mecânica, as opções que ventilaram sobre as baterias seriam de 47,8 kWh e 59,1 kWh, com 401 km e 501 km de autonomia, respectivamente. Claudia Carsughi

Com bancos em couro com costuras retas, o Ballet Cat busca o cliente feminino e exibe no acabamento desenhos de flores, plantas e pássaros, tudo para agradar aquelas que passarão o cartão magnético para ter um, na garagem.

Curiosamente, a mídia chinesa informa que a ORA solicitou a patente para o design do Punk Cat no Escritório de Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO) e que o pedido foi aprovado. A patente é considerada válida por 5 anos, podendo ser renovada por um máximo de 25 anos. Naturalmente, o máximo de 25 anos significa que todas as patentes do Volkswagen Fusca original perderam a validade há muito tempo, mas o Novo Fusca estreou em 1997 + 25 = 2022.

Great Wall Motors | Ora Ballet Cat | Fake Chinese Volkswagen Beetle Has a New Name | Ora Ballet Cat

Oraze-se: Nada se cria, tudo se copia!, Fusca versão Porsche, O Fusca está de volta e agora será elétrico, , Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico, ID.3, quer ser o Fusca elétrico.

10 fatos sobre inteligência artificial

O conceito de IA se refere à criação de máquinas – não necessariamente com corpo físico – com a habilidade de pensar e agir como humanos. Softwares que conseguem abstrair, criar, deduzir e aprender ideias. O objetivo geralmente está em facilitar tarefas do dia a dia, avançar pesquisas científicas e modernizar indústrias. Veja, a seguir, dez fatos que o TechTudo reuniu sobre o passado, o presente e o futuro da inteligência artificial. Isabela Cabral

1. A história da inteligência artificial tem pelo menos 62 anos

 Já na Antiguidade, seres artificiais e homens mecânicos apareciam em mitos gregos e romanos. Filósofos e matemáticos de várias eras exploraram a possibilidade de mecanização do pensamento. No início do século passado, a ideia começa a surgir nas obras de ficção científica, como na peça teatral Rossum’s Universal Robots (1920), que introduziu a palavra “robô”, e no celebrado filme Metropolis (1927).

A Segunda Guerra reuniu cientistas de diversas áreas, incluindo neurociência, engenharia, matemática e computação. Alguns discutiam já nas décadas de 1940 e 1950 a criação de um cérebro artificial. Entre eles estava Alan Turing, conhecido como “o pai da informática”. Em 1956, nasceu oficialmente um campo de estudo voltado para a inteligência artificial. A Conferência Dartmouth formalizou o termo, determinou a missão da IA e seus pesquisadores precursores. Marvin Minsky, John McCarthy, Allen Newell e Herbert A. Simon foram alguns dos nomes fundamentais no processo.

2. Ela já está presente na sua vida

Assistentes virtuais como a Siri, a Cortana e o Google Assistant são bons exemplos de inteligência artificial em contato direto com os usuários. Mas os smartphones, computadores e outros gadgets do cotidiano também operam com IA de muitas outras maneiras, a começar pelo Google.

O app Fotos reconhece o conteúdo de suas imagens e permite que você faça uma busca digitando o nome de um objeto ou ação. O YouTube pode transcrever áudio e gerar legendas para os vídeos em 10 idiomas. O Gmail oferece respostas automáticas inteligentes para seus e-mails. O Google Tradutor traduz textos de placas, rótulos e cardápios com a câmera do celular. E vem mais por aí: a empresa anunciou que IA é um dos temas centrais das apresentações do Google I/O 2018, conferência anual que traz as novidades da companhia.

Spotify e a Netflix usam inteligência artificial para entender as preferências dos usuários e recomendar, respectivamente, músicas e filmes. A Amazon faz algo parecido ao oferecer a seus clientes novos produtos a partir de machine learning. O software ajuda a decidir até qual é o melhor momento para fazer as ofertas.

Carros autônomos também já são realidade e devem chegar ao mercado em poucos anos. Empresas como Google, UberSamsung e Volkswagen estão desenvolvendo e testando veículos que dirigem sozinhos. No cinema, a inteligência artificial cria multidões de pessoas para cenas de filmes. Na medicina, está ajudando a avançar estudos sobre o câncer.

3. Inteligência artificial não é o mesmo que machine learning

O “aprendizado de máquina” é uma aplicação de IA muito utilizada hoje, em que um programa acessa um grande volume de dados e aprende com eles automaticamente, sem intervenção humana. É o que acontece no caso das recomendações da Netflix e do Spotify e no reconhecimento facial em fotos do Facebook, por exemplo.

4. O aumento na coleta de dados em massa impulsionou a IA

Big Data, conjunto massivo de dados que serve de base para o aprendizado dos mais diversos softwares, como o machine learning, com mais informação disponível, os pesquisadores e as empresas ganharam mais motivação para buscar maneiras inteligentes e automatizadas de processar, analisar e usar os dados.

5. Google, IBM, Microsoft, Facebook, Amazon e outras empresas formaram um grupo de pesquisa e defesa da IA

Em 2016, grandes corporações do mundo da tecnologia, incluindo Google, IBMMicrosoft, Facebook e Amazon, se uniram para criar a “Parceria em IA para beneficiar pessoas e a sociedade”. O grupo afirma que quer avançar pesquisas e defender implementações éticas da inteligência artificial.

6. A inteligência artificial vai substituir humanos em muitos empregos

De acordo com a empresa de consultoria e auditoria PricewaterhouseCoopers (PwC), até 2030 robôs substituirão 38% das vagas de trabalho nos Estados Unidos, 30% no Reino Unido e 21% no Japão. Os setores de transporte, armazenamento, manufatura e varejo serão os mais afetados.

7. Especialistas acreditam que a inteligência artificial vai alcançar a capacidade humana em menos de 25 anos

Uma pesquisa realizada em 2013 fez a seguinte pergunta para centenas de especialistas em IA: quando o nível de inteligência artificial será 50% da inteligência humana? A resposta média foi 2040. Enquanto isso, outro estudo recente mostrou que 42% de um grupo de cientistas acreditam que a singularidade será atingida antes de 2030.

8. Ela já é melhor que seres humanos em algumas tarefas

Não há previsões de quando a inteligência artificial chegará ao patamar humano, mas já existem robôs que são melhores do que nós em tarefas específicas. Por exemplo, em 2011 o IBM Watson venceu os humanos no Jeopardy!, famoso programa americano de perguntas e respostas. Depois disso, a IA continuou em desenvolvimento e hoje já consegue fazer diagnósticos de câncer com maior precisão que os médicos. Sua taxa de acerto é de 90%, em comparação a 50% no caso dos seres humanos.

9. Grandes nomes da tecnologia estão preocupados com as consequências desse avanço

Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX, já falou publicamente várias vezes que acredita que a inteligência artificial pode um dia se tornar uma ameaça para as pessoas e até pôr fim à humanidade. O empresário é entusiasta das mais avançadas tecnologias, mas ressalta a necessidade de regulamentação na área da IA e gostaria que armas autônomas fossem banidas. Armamentos operados por softwares inteligentes já são realidade em alguns governos.

O físico Stephen Hawking, que morreu em março, expressava sua preocupação também com o poder destrutivo de armas independentes e temia a substituição da força de trabalho humana, sem a criação suficiente de novas vagas. Bill Gates, fundador da Microsoft, concorda com Musk e Hawking e disse que não entende como algumas pessoas não estão preocupadas.

10. O basilisco de Roko é uma hipótese terrível sobre a IA

Existe um experimento mental assustador conhecido como Basilisco de Roko. A ideia é que, no futuro, uma poderosa inteligência artificial possa torturar todos que não a ajudaram de alguma forma a ser criada. Apenas o fato de saber sobre o basilisco, como você está fazendo ao ler estas palavras, colocaria alguém em perigo, já que a IA passaria a incluir tal pessoa em suas simulações.

O experimento está fundamentado em teorias complexas, mas que remetem a uma noção de que uma IA não teria limites por tentar tornar o mundo cada vez melhor. Com as ambiguidades da tarefa e sem a moral humana, ela faria de tudo que considerasse necessário, inclusive machucar pessoas. Assim, os que não facilitaram sua existência e desenvolvimento estariam sob ameaça.

O Basilisco de Roko foi proposto em um fórum de discussão do LessWrong, uma plataforma criada pelo pesquisador Eliezer Yudkowsky, que está a frente do Instituto de Pesquisa de Inteligência de Máquina (MIRI). O próprio Yudkowsky já deixou claro que acredita nos riscos da ideia.

AIze-se: iDvogados, Google Doodle Jogos, 20 Startups Super Quentes para Observarmos em 2020, Neon, IA – Indígena é Ateu? E os emojis com isso?, Inteligência digital plus Inteligência emocional, Arte mecaniza vida?, Simulação de Estupro?!?, deepfake

A última despedida do Fusca!?!

A Volkswagen encerrou a produção do Fusca no México em julho do ano passado, mas só se despediu oficialmente do modelo na última terça-feira (31/dez/19). A marca publicou em seu canal no YouTube uma animação que mostra um pouco da trajetória do carro nos Estados Unidos, onde uma série especial de despedida foi lançada em 2018.

A animação termina com a silhueta da dianteira do recém-lançado ID.3, hatch elétrico considerado o terceiro carro mais importante da história da Volks junto com o próprio Fusca e o Golf.

Vale lembrar que o Fusca foi produzido no México até 2003. A primeira “reencarnação”, mais conhecida como New Beetle, foi feita no país até 2011. O último Fusca chegou logo em seguida e ficou sete anos em produção.

No Brasil, o Fusca foi montado com peças importadas da Alemanha, entre 1951 e 1959. A produção nacional durou até 1986. A pedido do então presidente Itamar Franco, o modelo foi ressuscitado entre 1993 e 1996. Guilherme Silva – Carsale

O Fusca é facilmente um dos carros mais reconhecidos na história dos automóveis”, ressaltou Saad Chehab, vice-presidente de marketing da Volkswagen. “Honrá-lo adequadamente exigia um meio com tanta versatilidade e apelo universal quanto o próprio carro”. noticias automotivas

Fusque-se: Kombi solar 1973 – Energia Fotovoltaica, Devel Sixteen, Aiways U5, na Europa, Fisker Ocean 2020, Conversão de veículos elétricos, Volkswagen transforma Fusca em elétrico, iEV20, ID.3, quer ser o Fusca elétrico.

ID.3, quer ser o Fusca elétrico.

Em pré venda na Europa há alguns meses, com preço inicial abaixo dos 30.000 euros, o modelo é o primeiro de uma aguardada – e grande – família de carros elétricos da marca.

Não por acaso, também coube ao ID.3 a estreia da plataforma modular MEB, a equivalente elétrica da conhecida MQB. A Volkswagen o trata como seu carro elétrico para as massas. E é impossível não fazer um paralelo com o Fusca. Henrique Rodriguez, de Frankfurt (Alemanha)QuatroRodas

O menor conjunto, de 45 kWh, permite percorrer até 330 km por recarga, seguindo o ciclo WLTP. Já o maior, de 77 kWh, garante autonomia de até 550 km.
A propulsão elétrica fica por conta de um motor síncrono com ímã permanente que, assim como o inversor e a transmissão de uma marcha, estão integrados ao eixo traseiro.

A Volkswagen buscava entrar no mercado norte-americano de veículos a diesel.

As propagandas prometiam motores “diesel realmente limpos”. Depois descobriu-se que elas ludibriavam quem buscava durabilidade e eficiência nos Volkswagen, uma das poucas marcas com sedãs e peruas a diesel com preço acessível.

A fabricante alemã violou as leis de controle de poluentes ao instalar nos automóveis um software que mascarava os índices reais de emissão. QuatroRodas2

Com porte bastante próximo ao de um Golf, o ID.3 mede 4,26 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,55 m de altura e 2,76 m de entre-eixos. A marca diz que a ausência de túnel central e os balanços curtos fazem do elétrico uma referência em termos de espaço interno e habitabilidade. Batizado de Open Space, o conceito de espaço interno permite acomodar confortavelmente 5 pessoas e levar 385 litros de bagagem. Outros dados revelam peso inicial de 1.719 kg (pode variar de acordo com a versão), capacidade de carga de 416 kg a 541 kg, raio de giro de apenas 10,2 metros (ideal para manobras em espaços urbanos apertados) e coeficiente de arrasto (Cx) de 0,267. Dyogo Fagundesmotor1.com


A história do Transporter começou com um esboço de um tipo de veículo que não existia naquele tempo em nenhum lugar do mundo.
Dada intenções da Volkswagen para entrar na nova década com uma série de veículos elétricos, não será uma surpresa se o novo modelo acabar sendo alimentado por um sistema 100% elétrico. Baseado na plataforma MEB, poderia ter as baterias localizadas sob o assoalho, economizando espaço interno e baixando o centro de gravidade do veículo. De acordo com alguns rumores, o Buzz será capaz de viajar até 300 quilômetros com uma única recarga. Anthony Karrmotor1.com

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FUSCA ACELERADOS

FUSCA ITAMAR X NEW BEETLE X FUSCA TSI – VOLTA RÁPIDA COM RUBENS BARRICHELLO #57 | ACELERADOS

Quer saber como termina esse especial com três gerações de Fuscas?

VW KARMANN-GHIA X VW KARMANN-GHIA TC X VW SP2 – VR COM RUBENS BARRICHELLO #79

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Grupo de amigos da Mooca e Proprietários de veículos antigos do estado de São Paulo. VolksClub Mooca

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Kombi House

Viagem é algo que nos encanta, o desejo do dia (que não é só do dia, mas de uma vida) é ter uma Kombi Home e sair viajando por aí, muitos querem seguir pela estrada, poucos realizam, porque é um plano que precisa de muita organização e força de vontade.

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Kombi Home seria ideal, nada mais é do que uma Kombi (categoria B na CNH para dirigir) adaptada pra suprir as necessidades primordiais dos viajantes, mega equipada ou apenas ter um espaço simpático para descansar, carregar alguns suprimentos e material para acampar, se for necessário. Existem lugares especializados em transformar as Kombis no veículo ideal para a sua viagem: eles modificam todo o interior e fazem o espaço se tornar incrível (tem até uma empresa aqui de SC que faz isso).

I visited a Volkswagen camper van meet in Halifax and met with lots of people to gain an insight into the camper van world. I took lots of pictures for inspiration to help me with the designs for the different vans. Problem Solving

Observe mais: MOTORHOMELUMINESCE™COMO CONSTRUIR UM MOTORHOMENAARA BEAUTY DRINK!!!NÃO É CARRO X BICICLETA.SP CIDADE LIMPAVIDACELL®CALVIN WARS, INSTANTLY AGELESS ™, HEMP CARMOVIDA A ÁGUARESERVE™QUEM MATOU O CARRO ELÉTRICO?ESTRADA A FORAEMVFILMES E SEUS CARROS

Aniversário da revolução de 1964

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“Hoje estamos esculachando não uma pessoa, como fizemos até agora, mas duas empresas, que são mais representativas de toda uma estrutura: a Fiesp e o Itaú. A Fiesp foi uma das principais organizadoras das reuniões, chamadas de grupos de trabalho, onde os empresários se reuniam para contribuir para a caixinha da ditadura”, explicou Lavínia Clara Del Roio. Secretaria de Imprensa Sindicato dos Bancários do ABC

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“A Fiesp é o símbolo da ditadura, que beneficiou a classe dominante. Não à toa Geraldo Resende de Mattos ia todos os dias ao Dops entregar listas com nomes dos trabalhadores a serem perseguidos pelo regime”, disse ao microfone Ivan Seixas, ex-militante do Movimento Revolucionário Tiradentes e atual assessor da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo “Rubens Paiva”. CartaCapital

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