Fusca T87, Plágio

No início da década de 1930, no ano de 1931, a Alemanha era assolada por uma dura recessão e tinha um dos piores índices de motorização da Europa. A maioria de suas fábricas era especializada em carros de luxo, montados à mão, e ainda muito caros. Blog do Fusca

Fusca, projetado pelo engenheiro austríaco Ferdinand Porsche e lançado em 1938 é um dos carros mais clássicos da história da indústria automobilística. Eduardo Sorrentino – Olhar Digital

Ferdinand Porsche e Hanz Ledwinka

Quando o Fusca finalmente foi apresentado ao público, ficou evidente que ele era muito parecido com o Tatra T87. O engenheiro austríaco Hanz Ledwinka, criador do Tatra, resolveu entrar na justiça contra o colega Ferdinand Porsche, pela mal disfarçada cópia.

Como esse VW Fusca 1939 se tornou uma joia de R$ 1,8 milhão? Imagem: Porsche/Divulgação

Ferdinand Porsche and Hans Ledwinka were both born in the later years of the 19th century in the Austro-Hungarian Empire. Both were native German speakers from German dominated regions, Ledwinka from Lower Austria and Porsche from Bohemia. Neither were formally qualified engineers, but rose through the ranks thanks to their natural talents. Following the dissolution of the Austro-Hungarian Empire after the Great War, both adopted Czechoslovakian nationality. This decision was largely political, as ethnic Germans and German or Austrian nationals found international travel and work opportunities severely curtailed. Nevertheless, doors were opened for men of talent like Ledwinka and Porsche. Porsche would find work in Germany and Austria, while Ledwinka would find opportunities in Austria and Czechoslovakia. Heinkel Scooter Project

Porsche and Ledwinka photographed together in the late 1930s at Grand Prix meet. Porsche was the technical director of the Auto-Union ‘Silver Arrows’ racing team in the mid to late 30s.

Patrício do austríaco Ferdinand Porsche, ele iniciou o projeto de um carro popular com o apoio dos engenheiros Erich Ledwinka (seu filho) e Erich Überlacker: a frente curta e a traseira em queda foram definidas pelos estudos aeronáuticos do húngaro Paul Jaray, responsável pelo perfil do dirigível Zeppelin. Felipe Bitu – Quatro Rodas

O raro exemplar que ilustra esta reportagem foi fabricado em 1947 e pertence ao colecionador Andre Beldi.

Para entender isso melhor, é necessário voltar até meados da década de 1930, na antiga Checoslováquia, para conhecer um carro bastante luxuoso, o Tatra T87. Este carro, produzido pela modesta montadora checa entre 1936 e 1950, foi uma grande inspiração para Porsche, que comandou o projeto do Fusca.

marca fazia relativo sucesso local e os modelos eram reconhecidos pela beleza, aerodinâmica e resistência. O T87, especificamente, tinha especificações técnicas bastante interessantes, que fizeram com que ele ganhasse a admiração de altos oficiais da Alemanha Nazista.

Estrela do Salão de Berlim em 1934, ele cativou Adolf Hitler e vários oficiais alemães, seduzidos pela velocidade máxima de 150 km/h.

Tatra T87 estacionado em um local aberto

Por baixo do capô traseiro, o modelo contava com um poderoso motor V8 refrigerado a ar com 85 cv de potência. Essa configuração permitia ao modelo checo alcançar 160km/h, o que era superior ao limite permitido nas famosas Autobahns, que são as autoestradas federais da Alemanha, na década de 1930.

Motor do Tatra T87

Apesar de ser um dos carros mais rápidos do mundo há 80 anos, os Tatra T87 não eram “beberrões”, e conseguiam fazer respeitáveis sete quilômetros por litro de combustível. Além de oficiais do regime nazista, o própria Hitler admirava bastante o T87 e outros modelos da Tatra, e os levou em consideração quando criou as especificações do que viria a ser o Fusca. Kaique Lima

MotorPic

E ainda teve mais: quando o Fusca foi lançado, já existia um outro modelo da Tatra, mais simples e barato, que era ainda mais parecido com o carro alemão. Era o T97. Curiosamente, Ledwinka e Porsche se conheciam, o que reforça as suspeitas de plágio.

Sua produção foi encerrada em 1938, após a ocupação alemã da Checoslováquia: o T97 era rival do Fusca e atrapalhava os planos da estatal Volkswagen.

A Checoslováquia, foi invadida e a fábrica da Tatra passou a produzir todo tipo de material bélico para as tropas alemãs.

Hanz Ledwinka, inclusive, foi forçado a trabalhar para o regime nazista durante a ocupação da Checoslováquia, que durou até o final da Segunda Guerra, em 1945. Por conta disso, quando o país passou a ser parte da chamada Cortina de Ferro, o engenheiro foi enviado à prisão, onde permaneceu por quase seis anos, até 1951, ele morreu em 1967, em Munique, na Alemanha.

Ícone industrial da Checoslováquia, ele sintetizava o que havia de mais avançado em requinte, estilo e técnica na sua época.

Apesar de ser um modelo de luxo, não era difícil cruzar com um Tatra T87 ao caminhar pelas ruas da Checoslováquia. A marca fazia relativo sucesso local e seus modelos eram reconhecidos por sua beleza, aerodinâmica e resistência.

Pouco conhecida fora do Leste Europeu, a Tatra hoje é mais conhecida pelo êxito de seus enormes caminhões fora de estrada em ralis, especialmente as seis vitórias no Dakar.

The Tatra Motor Company of Koprivnice, Czech Republic, was founded in 1850 as Schustala & Company, later renamed Nesselsdorfer Wagenbau-Fabriksgesellschaft when it became a wagon and carriage manufacturer. Tatra produced their first motor car in 1897 and in 1918 they changed their name to Kopřivnická vozovka a.s., and in 1919 started to use the Tatra badge named after the nearby Tatra mountains in Slovakia. Conceptcarz

A Tração Total

Adolf Hitler chamou o Tatra de ´o tipo de carro que eu quero para as minhas estradas`. No mesmo livro em que aparece esta citação, diz-se que Ferdinand Porsche, o criador do Fusca, admitiu não só ter dado ´uma olhada` nos projetos de, como também ter trabalhado um tempo ao lado de Hans Ledwinka, antes de definir o projeto final do VW Beetle. A Tração Total

The Austrian car designer Hans Ledwinka was a contemporary of Porsche working at the Czechoslovakian company Tatra. In 1931, Tatra built the V570 prototype, which had an air-cooled flat-twin engine mounted at the rear. This was followed in 1933 by a second V570 prototype with a streamlined body similar to that of the Porsche Type 32. The rear-engine, rear-wheel drive layout was a challenge for effective air cooling, and during development of the much larger V8 engined Tatra T77 in 1933 Tatra registered numerous patents related to air flow into the rear engine compartment. The use of Tatra’s patented air cooling designs later became one of ten issues for which Tatra filed suit against VW. Tim Jay – DriveTribe

Após a eclosão da Segunda Guerra Mundial em 1939, a produção do T-97 foi proibida devido à proximidade no design do Volkswagen de Ferdinand Porsche. Apenas 508 exemplares do T-97 foram produzidos entre 1936 e 1939. Lane Motor Museum

In 1938 the Nazis had regulated the German auto industry under the Schell Plan. Vehicle designs were standardized and duplication of models removed to free up industrial capacity for war production. Following the annexation, Germany bought Czechoslovakia’s industries under their centralized control. Under the Schell plan, Tatra was instructed to build trucks, trains and diesel engines, but thanks to the reputation of Tatra’s streamliners, Tatra was permitted to continue manufacturing the T87 and budget T57. Despite the myth, the T97 was not cancelled because ‘it was a competitor to the Volkswagen’ but because it was unnecessary under the Schell rationalization plan.

Only Daimler and Peugeot can claim to have produced vehicles prior to Tatra, making Tatra the third oldest car maker in the world. Tatra would continue to produce passenger cars until 1999, but the company still produced a range of primarily all-wheel drive trucks.

Lane Motor Museum

O processo contra Porsche foi retomado depois do fim da guerra, mas tendo como partes interessadas a Tatra e a Volkswagen. Em 1961, as duas empresas entraram em um acordo e, a gigante alemã aceitou pagar 3 milhões de marcos alemães de indenização à pequena montadora tcheca.

Despite Volkswagen’s infringement of some specific Tatra patents, there is no substance to popular claims that Hans Ledwinka – or Jozef Ganz for that matter – should be credited as the true designer of the Volkswagen. In fact, there was nothing particularly unique in Porsche’s, Ledwinka’s and Ganz’ designs. Rear engines, backbone chassis, and independent suspension had all been invented by others earlier. What each designer did however was bring these features together in new ways with various degrees of success. Ganz for instance popularized the idea of a rear-engined car, but his Standard Superior car was poorly designed, under powered and failed to sell. Ledwinka expanded Ganz’ idea into a modern, high performance supercar, while Porsche and his design team bought these ideas together in a new and innovative way to deliver the world beating people’s car.

World War II changed the world in many ways and of the many things it changed, was the nationality, name and fate of the bestselling European car in the world. What could have been a drably named T97 rolling out of a Czech factory, ended up being the German people’s car; The Beetle. MotorPic

Tatraze-se: Fusca Azul, a chegada, Fusca versão Porsche, O Fusca está de volta e agora será elétrico, A última despedida do Fusca!?!, Monte seu Fusca

João Elon Musk Gurgel

João Augusto Conrado do Amaral Gurgel era, de fato, um visionário. O engenheiro que, em 1969, fundou a primeira fabricante de automóveis 100% nacional também foi pioneiro na seara dos elétricos.

O engenheiro ainda desenvolveu soluções arrojadas, como o “plasteel”, que mesclava plástico e aço para a construção do chassi de seus veículos. César TizoAutoo

Elon Musk o excêntrico fundador e CEO da Tesla Motors nasceu em 28 de junho de 1971. Aos 3 anos de idade em 1974 ele provavelmente não tinha muito ideia do que se passava no mundo, do choque do petróleo de 1973 e provavelmente, no máximo, brincava de carrinho de plástico! WILLIAM ALVESbugg

Gurgel começou produzindo karts e minicarros para crianças no começo dos anos 60, quando tinha uma empresa de luminosos. O primeiro modelo de carro foi o bugue Ipanema e utilizava, motor Volkswagen.

Engana-se quem pensa que os carros elétricos são novidade, ou mesmo invenção da norte-americana Tesla. Os primeiros modelos foram apresentados por volta de 1830 na Escócia, e no final do século XIX os motores elétricos eram a forma preferida de propulsão automotiva, já que eram mais fáceis de operar e proporcionavam uma viagem mais confortável do que os veículos à combustão na época. (Que nem é tão nova, considerando que o primeiro híbrido operacional saiu da mente de Ferdinand Porsche, em 1900). Rafael RiguesOlhar Digital

João Augusto do Amaral Gurgel apresentando o Itaipu no Programa Silvio Santos – Reparação Automotiva

Os carros elétricos foram introduzidos no mercado quase juntos com os carros com motor a combustão, em 1886, e ficaram no mercado até 1915, quando a Ford lançou o modelo T. Em 1974 o fabricante de veículos Gurgel lançou seu projeto de carro elétrico, o primeiro da América Latina. Amaral Gurgel não acreditava no Pro-álcool, Gurgel achava que as terras férteis deveriam produzir alimentos e que não fazia sentido subsidiar o álcool enquanto o Brasil exportava gasolina barata. Para ele, a energia do futuro era a elétrica. Carro Brasil

Em 1974, a Gurgel Motores apresentou no Salão de São Paulo daquele ano o Itaipu, um minicarro capacidade para dois passageiros que foi o primeiro automóvel elétrico desenvolvido na América Latina. Apesar da proposta interessante, o conceito não ganhou produção em série. Mas acabou servindo de base para o E-400, um utilitário produzido entre os anos de 1981 e 1982 e que foi o primeiro carro elétrico produzido em série no Brasil. Evandro Enoshita – Motor Show

O nome era mais uma homenagem ao Brasil: Itaipu E150, referente a usina hidrelétrica no Paraná. O carrinho minimalista de apenas dois lugares e design geométrico teve 27 protótipos produzidos. Pesava 460 kg, sendo 320 kg apenas das baterias.

Com design geométrico, trapezoidal, e capacidade para apenas duas pessoas, o Gurgel Itaipu E150 tinha 2,65 m de comprimento e 1,40 m de largura. WebMotors

Gurgel Itaipu Open Door
Gurgel queria vender o Itaipu E150 pelo mesmo preço do Volkswagen Fusca 1300. Crédito: Commons/ Wikimedia

A velocidade máxima dos primeiros modelos chegava a 30 km/h – os últimos atingiam 60 km/h. Apesar da previsão de começar a ser produzido em série a partir de dezembro de 1975 – com a expansão da fábrica de Rio Claro –, o Itaipu sofreu naquela época com problemas que são uma grande questão para os veículos elétricos atuais: peso das baterias, autonomia e durabilidade.

Gurgel 800

Apesar da proposta interessante pra época, o conceito não ganhou produção em série. O Pró-álcoo (link externo) foi a alternativa escolhida no país para fugir da dependência dos fósseis naquele momento. Marcelo Gauto – epbr

Mais tarde, em 1980, Gurgel ainda apostaria no Itaipu E400, um furgão também elétrico que fez parte da frota de empresas brasileiras de eletricidade, mas também durou pouco.

Oferecido nas carrocerias furgão e picape e com capacidade para 400 kg (E-400) e 500 kg (E-500) de carga, tinha uma carroceria em fibra de vidro de linhas bem arredondadas e estava equipado com um motor elétrico de apenas 13,6 cv, que combinado a um câmbio de quatro marchas de origem Volkswagen permitia ao E-400 atingir os 80 km/l. Além da baixa velocidade máxima se comparado aos carros com motores a combustão, tinha outro problema comum aos elétricos daqueles tempos: a combinação de pequena autonomia (127 km no uso urbano) e a demora na recarga das oito baterias de chumbo-ácido, que variava entre seis e oito horas.

A fabricante ainda investiu no desenvolvimento para ter baterias mais eficazes, mais leves, com mais autonomia e com um tempo de recarga menor. Mas não houve muito apoio do governo federal e a Gurgel acabou desistindo dos eletrificados.

As baterias da época eram feitas de chumbo-ácido, não de íons de lítio como as atuais. Se essas mais modernas já enfrentam problemas como peso, autonomia e tempo de recarga, podemos imaginar como a fabricante teve enormes barreiras para criar um carro elétrico eficiente há quase 50 anos.

Mas a narrativa começa 20 anos antes. Em 1949, João Augusto Conrado do Amaral Gurgel se formava na Escola Politécnica de São Paulo. Seu projeto de conclusão da graduação era um carro popular que atendesse as necessidades brasileiras. Raphael Panaro – Auto Esporte

Uol Carros

O nome era sugestivo: Tião. Reza a lenda que seu orientador jogou um balde de água fria na ideia mirabolante falando que “carro não é algo que se fabrica, carro se compra”. Gurgel apresentou uma proposta de guindaste para finalizar seus estudos. A ideia do automóvel, no entanto, nunca saiu de seu imaginário.

A Gurgel pediu concordata em 1993, após o rompimento de acordos com os governos de SP e Ceará que previam a construção de uma nova fábrica, e da abertura do mercado automotivo promovida pelo então presidente Fernando Collor de Mello.

Nos anos 90, o governo federal facilitou a vida de empresas estrangeiras que quisessem se expandir no País e concedeu isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Waldick Junior – em tempo

O registro da marca Gurgel encontrava-se expirado no INPI desde 2003. Em 2004, o empresário Paulo Emílio Freire Lemos, pelo valor de R$ 850,00, resgistrou para si a marca Gurgel e o antigo logo. A família Gurgel não foi consultada e por isso decidiu mover uma ação judicial contra o empresário. Meu Véio V8

Pinterest

O empresário montou em 1969, na Avenida do Cursino, em São Paulo a fábrica de carros que levava o seu nome (depois, com outra denominação, mudou para a cidade de Rio Claro 1973). A montadora produziu aproximadamente 43 mil veículos genuinamente brasileiros durante seus 27 anos de existência.

Nesses seus 27 anos, cerca de 4 mil carros foram exportados para mais de 40 países e fizeram a empresa se tornar multinacional. Mesmo assim, João Gurgel dizia que a marca não era multinacional, e sim “muitonacional”, pois o capital era 100% brasileiro. Lucas Rotelli Raulino – Portal de Pinhal


Embora não tenham feito sucesso, impossível chamar E150 e E400 de fracassos da indústria. Gurgel (falecido em 2009) desbravou mares que ninguém sonhava em navegar – especialmente no Brasil. O engenheiro, lá nos idos das décadas de 1970 e 1980, antevia os futuros movimentos do mercado. Não à toa, em 2020, vemos cada vez mais fabricantes investindo em produtos elétricos em nosso país.

Gurgel Itaipu Elétricobrum1010

Gurzel-se: GURGEL MOTORES: O LEGADO, NIKOLA TESLA e um SEGREDO!, Motor de papelão, Copia e cola, Itaipu E-400: o primeiro carro elétrico brasileiro

Ora Ballet Cat, um Fusca elétrico?!?

On the Shanghai Auto Show, Great Wall’s trendy ORA EV brand unveiled the ORA Punk Cat, a concept that looked a tad too much like a mix between the Volkswagen Beetle and the New Beetle, with two extra doors. ORA has just released an official image of the production version of the Punk Cat. CarNewsChina

Através da submarca baseada em veículos elétricos da Great Wall, chamada Ora, o famoso Fusca reaparece com duas opções de acabamento, uma sob o nome de Punk Cat (para o público masculino) e outra com o nome de Ballet Cat (para o público feminino), movimento inclusive que vai na contramão do mundo focado em ESG.

A marca aponta que não se trata do mesmo carro pois um deles tem asa traseira e novas cores e as diferenças devem ser relacionadas com os conjuntos óticos tanto dianteiros como traseiros.

Durante o Salão de Chengdu, a empresa Great Wall fez a apresentação oficial do Ora Ballet Cat, o controverso carro elétrico com visual inspirado no VW Fusca. Julio CesarInsideEVs

Na prática, o Ballet Cat é uma versão atualizada do conceito Ora Punk Cat, apresentado em abril no Salão de Xangai e que causou alvoroço pela semelhança com o clássico alemão, inclusive com declarações e ameaças de processo por parte Volkswagen. Isso motivou algumas modificações no conceito, que tem lançamento e início de vendas previsto para o início de 2022 na China.

A aparência do Punk Cat é mais retrô que a dos modelos New Beetle e Beetle produzidos pela Volkswagen entre 1997 e 2019. Parece mesmo um Fusca alargado e esticado. São quatro portas, mas até que os acessos ao banco de trás estão bem disfarçados.

Algumas alterações foram realizadas no modelo pela Great Wall Motors, em relação à versão apresentada em Xangai (o Ora Punk Cat) . Por exemplo, os faróis dianteiros e as lanternas traseiras receberam novo design, a fim de diferenciar o Ballet Cat do Fusca original. Além disso, uma nova placa surgiu na tampa do porta-malas. Garagem 360

Por dentro, o ambiente destoa da inspiração exterior, exceto pelo volante de três raios com aro cromado “meia-lua”. Cluster digital, multimídia de tela grande e um console de cristal, mostram que a proposta desse Fusca passa longe de ser popular. Ricardo de OliveiraNotícias Automotivas

Com relação à parte mecânica, as opções que ventilaram sobre as baterias seriam de 47,8 kWh e 59,1 kWh, com 401 km e 501 km de autonomia, respectivamente. Claudia Carsughi

Com bancos em couro com costuras retas, o Ballet Cat busca o cliente feminino e exibe no acabamento desenhos de flores, plantas e pássaros, tudo para agradar aquelas que passarão o cartão magnético para ter um, na garagem.

Curiosamente, a mídia chinesa informa que a ORA solicitou a patente para o design do Punk Cat no Escritório de Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO) e que o pedido foi aprovado. A patente é considerada válida por 5 anos, podendo ser renovada por um máximo de 25 anos. Naturalmente, o máximo de 25 anos significa que todas as patentes do Volkswagen Fusca original perderam a validade há muito tempo, mas o Novo Fusca estreou em 1997 + 25 = 2022.

Great Wall Motors | Ora Ballet Cat | Fake Chinese Volkswagen Beetle Has a New Name | Ora Ballet Cat

Oraze-se: Nada se cria, tudo se copia!, Fusca versão Porsche, O Fusca está de volta e agora será elétrico, , Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico, ID.3, quer ser o Fusca elétrico.

10 fatos sobre inteligência artificial

O conceito de IA se refere à criação de máquinas – não necessariamente com corpo físico – com a habilidade de pensar e agir como humanos. Softwares que conseguem abstrair, criar, deduzir e aprender ideias. O objetivo geralmente está em facilitar tarefas do dia a dia, avançar pesquisas científicas e modernizar indústrias. Veja, a seguir, dez fatos que o TechTudo reuniu sobre o passado, o presente e o futuro da inteligência artificial. Isabela Cabral

1. A história da inteligência artificial tem pelo menos 62 anos

 Já na Antiguidade, seres artificiais e homens mecânicos apareciam em mitos gregos e romanos. Filósofos e matemáticos de várias eras exploraram a possibilidade de mecanização do pensamento. No início do século passado, a ideia começa a surgir nas obras de ficção científica, como na peça teatral Rossum’s Universal Robots (1920), que introduziu a palavra “robô”, e no celebrado filme Metropolis (1927).

A Segunda Guerra reuniu cientistas de diversas áreas, incluindo neurociência, engenharia, matemática e computação. Alguns discutiam já nas décadas de 1940 e 1950 a criação de um cérebro artificial. Entre eles estava Alan Turing, conhecido como “o pai da informática”. Em 1956, nasceu oficialmente um campo de estudo voltado para a inteligência artificial. A Conferência Dartmouth formalizou o termo, determinou a missão da IA e seus pesquisadores precursores. Marvin Minsky, John McCarthy, Allen Newell e Herbert A. Simon foram alguns dos nomes fundamentais no processo.

2. Ela já está presente na sua vida

Assistentes virtuais como a Siri, a Cortana e o Google Assistant são bons exemplos de inteligência artificial em contato direto com os usuários. Mas os smartphones, computadores e outros gadgets do cotidiano também operam com IA de muitas outras maneiras, a começar pelo Google.

O app Fotos reconhece o conteúdo de suas imagens e permite que você faça uma busca digitando o nome de um objeto ou ação. O YouTube pode transcrever áudio e gerar legendas para os vídeos em 10 idiomas. O Gmail oferece respostas automáticas inteligentes para seus e-mails. O Google Tradutor traduz textos de placas, rótulos e cardápios com a câmera do celular. E vem mais por aí: a empresa anunciou que IA é um dos temas centrais das apresentações do Google I/O 2018, conferência anual que traz as novidades da companhia.

Spotify e a Netflix usam inteligência artificial para entender as preferências dos usuários e recomendar, respectivamente, músicas e filmes. A Amazon faz algo parecido ao oferecer a seus clientes novos produtos a partir de machine learning. O software ajuda a decidir até qual é o melhor momento para fazer as ofertas.

Carros autônomos também já são realidade e devem chegar ao mercado em poucos anos. Empresas como Google, UberSamsung e Volkswagen estão desenvolvendo e testando veículos que dirigem sozinhos. No cinema, a inteligência artificial cria multidões de pessoas para cenas de filmes. Na medicina, está ajudando a avançar estudos sobre o câncer.

3. Inteligência artificial não é o mesmo que machine learning

O “aprendizado de máquina” é uma aplicação de IA muito utilizada hoje, em que um programa acessa um grande volume de dados e aprende com eles automaticamente, sem intervenção humana. É o que acontece no caso das recomendações da Netflix e do Spotify e no reconhecimento facial em fotos do Facebook, por exemplo.

4. O aumento na coleta de dados em massa impulsionou a IA

Big Data, conjunto massivo de dados que serve de base para o aprendizado dos mais diversos softwares, como o machine learning, com mais informação disponível, os pesquisadores e as empresas ganharam mais motivação para buscar maneiras inteligentes e automatizadas de processar, analisar e usar os dados.

5. Google, IBM, Microsoft, Facebook, Amazon e outras empresas formaram um grupo de pesquisa e defesa da IA

Em 2016, grandes corporações do mundo da tecnologia, incluindo Google, IBMMicrosoft, Facebook e Amazon, se uniram para criar a “Parceria em IA para beneficiar pessoas e a sociedade”. O grupo afirma que quer avançar pesquisas e defender implementações éticas da inteligência artificial.

6. A inteligência artificial vai substituir humanos em muitos empregos

De acordo com a empresa de consultoria e auditoria PricewaterhouseCoopers (PwC), até 2030 robôs substituirão 38% das vagas de trabalho nos Estados Unidos, 30% no Reino Unido e 21% no Japão. Os setores de transporte, armazenamento, manufatura e varejo serão os mais afetados.

7. Especialistas acreditam que a inteligência artificial vai alcançar a capacidade humana em menos de 25 anos

Uma pesquisa realizada em 2013 fez a seguinte pergunta para centenas de especialistas em IA: quando o nível de inteligência artificial será 50% da inteligência humana? A resposta média foi 2040. Enquanto isso, outro estudo recente mostrou que 42% de um grupo de cientistas acreditam que a singularidade será atingida antes de 2030.

8. Ela já é melhor que seres humanos em algumas tarefas

Não há previsões de quando a inteligência artificial chegará ao patamar humano, mas já existem robôs que são melhores do que nós em tarefas específicas. Por exemplo, em 2011 o IBM Watson venceu os humanos no Jeopardy!, famoso programa americano de perguntas e respostas. Depois disso, a IA continuou em desenvolvimento e hoje já consegue fazer diagnósticos de câncer com maior precisão que os médicos. Sua taxa de acerto é de 90%, em comparação a 50% no caso dos seres humanos.

9. Grandes nomes da tecnologia estão preocupados com as consequências desse avanço

Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX, já falou publicamente várias vezes que acredita que a inteligência artificial pode um dia se tornar uma ameaça para as pessoas e até pôr fim à humanidade. O empresário é entusiasta das mais avançadas tecnologias, mas ressalta a necessidade de regulamentação na área da IA e gostaria que armas autônomas fossem banidas. Armamentos operados por softwares inteligentes já são realidade em alguns governos.

O físico Stephen Hawking, que morreu em março, expressava sua preocupação também com o poder destrutivo de armas independentes e temia a substituição da força de trabalho humana, sem a criação suficiente de novas vagas. Bill Gates, fundador da Microsoft, concorda com Musk e Hawking e disse que não entende como algumas pessoas não estão preocupadas.

10. O basilisco de Roko é uma hipótese terrível sobre a IA

Existe um experimento mental assustador conhecido como Basilisco de Roko. A ideia é que, no futuro, uma poderosa inteligência artificial possa torturar todos que não a ajudaram de alguma forma a ser criada. Apenas o fato de saber sobre o basilisco, como você está fazendo ao ler estas palavras, colocaria alguém em perigo, já que a IA passaria a incluir tal pessoa em suas simulações.

O experimento está fundamentado em teorias complexas, mas que remetem a uma noção de que uma IA não teria limites por tentar tornar o mundo cada vez melhor. Com as ambiguidades da tarefa e sem a moral humana, ela faria de tudo que considerasse necessário, inclusive machucar pessoas. Assim, os que não facilitaram sua existência e desenvolvimento estariam sob ameaça.

O Basilisco de Roko foi proposto em um fórum de discussão do LessWrong, uma plataforma criada pelo pesquisador Eliezer Yudkowsky, que está a frente do Instituto de Pesquisa de Inteligência de Máquina (MIRI). O próprio Yudkowsky já deixou claro que acredita nos riscos da ideia.

AIze-se: iDvogados, Google Doodle Jogos, 20 Startups Super Quentes para Observarmos em 2020, Neon, IA – Indígena é Ateu? E os emojis com isso?, Inteligência digital plus Inteligência emocional, Arte mecaniza vida?, Simulação de Estupro?!?, deepfake

A última despedida do Fusca!?!

A Volkswagen encerrou a produção do Fusca no México em julho do ano passado, mas só se despediu oficialmente do modelo na última terça-feira (31/dez/19). A marca publicou em seu canal no YouTube uma animação que mostra um pouco da trajetória do carro nos Estados Unidos, onde uma série especial de despedida foi lançada em 2018.

A animação termina com a silhueta da dianteira do recém-lançado ID.3, hatch elétrico considerado o terceiro carro mais importante da história da Volks junto com o próprio Fusca e o Golf.

Vale lembrar que o Fusca foi produzido no México até 2003. A primeira “reencarnação”, mais conhecida como New Beetle, foi feita no país até 2011. O último Fusca chegou logo em seguida e ficou sete anos em produção.

No Brasil, o Fusca foi montado com peças importadas da Alemanha, entre 1951 e 1959. A produção nacional durou até 1986. A pedido do então presidente Itamar Franco, o modelo foi ressuscitado entre 1993 e 1996. Guilherme Silva – Carsale

O Fusca é facilmente um dos carros mais reconhecidos na história dos automóveis”, ressaltou Saad Chehab, vice-presidente de marketing da Volkswagen. “Honrá-lo adequadamente exigia um meio com tanta versatilidade e apelo universal quanto o próprio carro”. noticias automotivas

Fusque-se: Kombi solar 1973 – Energia Fotovoltaica, Devel Sixteen, Aiways U5, na Europa, Fisker Ocean 2020, Conversão de veículos elétricos, Volkswagen transforma Fusca em elétrico, iEV20, ID.3, quer ser o Fusca elétrico.

ID.3, quer ser o Fusca elétrico.

Em pré venda na Europa há alguns meses, com preço inicial abaixo dos 30.000 euros, o modelo é o primeiro de uma aguardada – e grande – família de carros elétricos da marca.

Não por acaso, também coube ao ID.3 a estreia da plataforma modular MEB, a equivalente elétrica da conhecida MQB. A Volkswagen o trata como seu carro elétrico para as massas. E é impossível não fazer um paralelo com o Fusca. Henrique Rodriguez, de Frankfurt (Alemanha)QuatroRodas

O menor conjunto, de 45 kWh, permite percorrer até 330 km por recarga, seguindo o ciclo WLTP. Já o maior, de 77 kWh, garante autonomia de até 550 km.
A propulsão elétrica fica por conta de um motor síncrono com ímã permanente que, assim como o inversor e a transmissão de uma marcha, estão integrados ao eixo traseiro.

A Volkswagen buscava entrar no mercado norte-americano de veículos a diesel.

As propagandas prometiam motores “diesel realmente limpos”. Depois descobriu-se que elas ludibriavam quem buscava durabilidade e eficiência nos Volkswagen, uma das poucas marcas com sedãs e peruas a diesel com preço acessível.

A fabricante alemã violou as leis de controle de poluentes ao instalar nos automóveis um software que mascarava os índices reais de emissão. QuatroRodas2

Com porte bastante próximo ao de um Golf, o ID.3 mede 4,26 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,55 m de altura e 2,76 m de entre-eixos. A marca diz que a ausência de túnel central e os balanços curtos fazem do elétrico uma referência em termos de espaço interno e habitabilidade. Batizado de Open Space, o conceito de espaço interno permite acomodar confortavelmente 5 pessoas e levar 385 litros de bagagem. Outros dados revelam peso inicial de 1.719 kg (pode variar de acordo com a versão), capacidade de carga de 416 kg a 541 kg, raio de giro de apenas 10,2 metros (ideal para manobras em espaços urbanos apertados) e coeficiente de arrasto (Cx) de 0,267. Dyogo Fagundesmotor1.com


A história do Transporter começou com um esboço de um tipo de veículo que não existia naquele tempo em nenhum lugar do mundo.
Dada intenções da Volkswagen para entrar na nova década com uma série de veículos elétricos, não será uma surpresa se o novo modelo acabar sendo alimentado por um sistema 100% elétrico. Baseado na plataforma MEB, poderia ter as baterias localizadas sob o assoalho, economizando espaço interno e baixando o centro de gravidade do veículo. De acordo com alguns rumores, o Buzz será capaz de viajar até 300 quilômetros com uma única recarga. Anthony Karrmotor1.com

Enxergue mais: NIKOLA TESLA, QUEM MATOU O CARRO ELÉTRICO?, Telhas fotovoltaicas, 900.000 km de elétrico, MOVIDA A ÁGUA, Lamborghini faz parceria com MIT para supercarro elétrico, TURBINA EÓLICA CASEIRA, FUSCA HÍBRIDO, VIABILIDADE???, Tesla surf, FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS, 8 palestras do TED com imigrantes que criaram empresas incríveis

FUSCA ACELERADOS

FUSCA ITAMAR X NEW BEETLE X FUSCA TSI – VOLTA RÁPIDA COM RUBENS BARRICHELLO #57 | ACELERADOS

Quer saber como termina esse especial com três gerações de Fuscas?

VW KARMANN-GHIA X VW KARMANN-GHIA TC X VW SP2 – VR COM RUBENS BARRICHELLO #79

Observe mais: DAD VWLUMINESCE™BUMBLEBEE ERA UM FUSCA???SAUDAÇÃO AO SOLRESERVE™CANCERIANO SEM LARROLÊ DE NATAL VOLKS CLUB MOOCA, NAARA BEAUTY DRINK!!!EM BUSCA DA VERDADEKUMSCA, INSTANTLY AGELESS ™A CORRIDA DE MOTOS MAIS INSANA QUE VOCÊ JÁ VIUDIA DO FUSCA.VIDACELL®MONTE SEU FUSCAHO’OPONOPONOEMVVOLKSWAGEN SP2 CLÁSSICOA INVASÃO DO BRASIL

Rolê De Natal Volks Club Mooca

14063712_1729593467305216_5686668258705004821_n

15439912_1782152555382640_2954906661200435166_n

Rolê De Natal Volks Club Mooca

15590067_1785029688428260_109337748872664347_n

VolksClub Mooca

11080911_1552741651657066_915102778921730180_n1
15318015_1778383352426227_2215960029589530243_n

Grupo de amigos da Mooca e Proprietários de veículos antigos do estado de São Paulo. VolksClub Mooca

15390913_1778247949106434_1683086071290588243_n

Observe mais: FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOSBIBLIOTECA WEBCAMARÁ BLUES – UM ENSAIO AUDIOVISUAL DANIEL CHOMABUMBLEBEE ERA UM FUSCA???NAARA BEAUTY DRINK!!!MONTE SEU FUSCAFUSCA HÍBRIDOLUMINESCE™ CELLULAR REJUVENATION SERUMTUMBLER VW BUG CONCEPTPROJETO EM BAMBU PROJETOINSTANTLY AGELESS ™MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINEDAD VWVIDACELL®FERRO VELHO DE MINIATURASAMOSTRA DE TINTASMUTANT VWRESERVE™MOTORHOMEMY FAVOURITE GAMELEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIAETERNIDADE.

Kombi House

Viagem é algo que nos encanta, o desejo do dia (que não é só do dia, mas de uma vida) é ter uma Kombi Home e sair viajando por aí, muitos querem seguir pela estrada, poucos realizam, porque é um plano que precisa de muita organização e força de vontade.

kombi4

Kombi Home seria ideal, nada mais é do que uma Kombi (categoria B na CNH para dirigir) adaptada pra suprir as necessidades primordiais dos viajantes, mega equipada ou apenas ter um espaço simpático para descansar, carregar alguns suprimentos e material para acampar, se for necessário. Existem lugares especializados em transformar as Kombis no veículo ideal para a sua viagem: eles modificam todo o interior e fazem o espaço se tornar incrível (tem até uma empresa aqui de SC que faz isso).

I visited a Volkswagen camper van meet in Halifax and met with lots of people to gain an insight into the camper van world. I took lots of pictures for inspiration to help me with the designs for the different vans. Problem Solving

Observe mais: MOTORHOMELUMINESCE™COMO CONSTRUIR UM MOTORHOMENAARA BEAUTY DRINK!!!NÃO É CARRO X BICICLETA.SP CIDADE LIMPAVIDACELL®CALVIN WARS, INSTANTLY AGELESS ™, HEMP CARMOVIDA A ÁGUARESERVE™QUEM MATOU O CARRO ELÉTRICO?ESTRADA A FORAEMVFILMES E SEUS CARROS

Aniversário da revolução de 1964

itauniver1964

“Hoje estamos esculachando não uma pessoa, como fizemos até agora, mas duas empresas, que são mais representativas de toda uma estrutura: a Fiesp e o Itaú. A Fiesp foi uma das principais organizadoras das reuniões, chamadas de grupos de trabalho, onde os empresários se reuniam para contribuir para a caixinha da ditadura”, explicou Lavínia Clara Del Roio. Secretaria de Imprensa Sindicato dos Bancários do ABC

banco-rico-pobre
iraucartazditadura

“A Fiesp é o símbolo da ditadura, que beneficiou a classe dominante. Não à toa Geraldo Resende de Mattos ia todos os dias ao Dops entregar listas com nomes dos trabalhadores a serem perseguidos pelo regime”, disse ao microfone Ivan Seixas, ex-militante do Movimento Revolucionário Tiradentes e atual assessor da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo “Rubens Paiva”. CartaCapital

Veja também: Cliente preferido do Brazil, Livros de histórias infantis grátis., Relatório Figueiredo, Dura, Marcha Fúnebre da Arte, Colabora ai gente!, Chico Xavier, Empoderamento dos recursos, Parabéns Néstle, O país da piada pronta!, A história de sempre?, Manifestantes ou vândalos?, I Have a Dream