The Canvas Project: la vida secreta de las pinturas clásicas

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Através de esta cuenta de Instagram (@the_canvasproject), Gabriel Nardelli Araújo nos muestra la vida actual de los protagonistas de pinturas clásicas. Domestika

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Londres como cenário de encontro renascentista na kombi

“O processo é totalmente digital. Meus trabalhos não existem, pelo menos até agora, em forma física. É feito no Photoshop com base em fotos de lugares que visitei e fotos que eu tinha acesso. Outras fotos são disponibilizadas on-line pelos sites dos museus em arquivos de alta resolução, o que ajudou muito na qualidade final das imagens “, explicou em uma entrevista para o site da Veja. Vivimetaliun

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O Projeto Tela: A Vida Secreta das Pinturas Clássicas 6
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Gabriel Nardelli Araújo é um artista brasileiro que criou um projeto chamado “The Canvas Project“. No projeto, personagens bem conhecidas das pinturas clássicas invadem o cotidiano moderno com a ajuda do Photoshop. O principal objetivo do projeto é criar reinterpretações surrealistas da metrópole contemporânea, contrastando com as roupas e os costumes históricos. Revista By

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Projetze-se: COM AMOR, VAN GOGH, Grafite são artes públicas, Paulo Nilson, Eles eram muitos cavalos, Cinismo e Arte, Coleção de arte japonesa de Van Gogh, para download, Estocolmo, Arte ou Metrô!!!, Ilustração ou obra de arte?!?, Ser ou não ser., Museu Virtual

Brothers of Groot

Nós temos a enorme capacidade de imaginar rostos e figuras dos mais diversos jeitos possíveis, a começar por quando somos crianças e enxergamos mil coisas nas nuvens. O fotógrafo italiano Elido Turco dedicou seu tempo e trabalho durante quatro anos para explorar formas que remetem a rostos nos troncos das árvores, através do efeito espelho aplicado nas imagens. Vivimetaliun

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Durante 2004 e 2008, Turco descobriu que foi muito observado por faces do “além” e assim criou a série “Dream Creatures” (“Criaturas dos Sonhos”, em tradução livre), retratando este mundo invisível mas muito presente no nosso imaginário.

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O fotógrafo está sempre em meio às montanhas fazendo trilhas, e observar as árvores se tornou um hobby pra ele. Embora não encontrasse tantos “rostos” assim, o artista começou a criá-los com o efeito de reflexo na foto.

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Foi dessa forma que ele descobriu um mundo lúdico de fantásticas e sinistras criaturas, em meio às florestas densas com árvores antigas, antes não conhecidas ou até mesmo vistas por seus olhos.

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Todas as fotos © Elido Turco

Turco-ze: ILHAS PARA VISITAR ANTES QUE ELAS SUMAM DO MAPA, As árvores que se recusam a morrer!, ÁRVORES COM FORMATOS INTRIGANTES, DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DAS ÁRVORES, O Mundo Vegetal e as constelações, Baobá R.I.P., Muvuca

Brinquedos transplantados

Cerca de 14 mil pessoas esperam por um transplante no Japão, mas apesar disso, apenas 300 delas conseguem os órgãos necessários a cada ano. Para chamar a atenção para o problema e estimular a população a falar sobre isso desde os primeiros anos de vida, foi criada a organização Second Life Toys, que promove “transplantes de órgãos entre brinquedos”. Hypeness

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Pessoas que tenham brinquedos em desuso podem doá-los à instituição para que partes deles sirvam para consertar brinquedos de outras crianças. Após o transplante, a criança que recebe o brinquedo transplantado escreve uma carta de agradecimento ao doador, mostrando que cada transplante oferece uma nova vida e muita felicidade para quem recebe a doação. Vivimetaliun

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Engenheiro conserta brinquedos quebrados em Mato Grosso do Sul

Tranzplante-se: Brincadeiras ao ar livreIndígenas doam alimentosDia Mundial do Doador de SangueCórnea feita de células-tronco “reprogramadas”80 atividades para crianças: simples, divertidas, de baixo custo e todas dentro de casaCotação de histórias no InstagramLAGARTO-TATU (Cordylus cataphractus)

Perda de 25% no número de insetos

Os insetos são os mais variados e abundantes animais que existem, superando a humanidade em 17 vezes. O novo estudo combinou 166 pesquisas de longo prazo de quase 1.700 locais, determinando um declínio no número de espécies no mundo todo, até à data uma queda de 25% no número destes animais nos últimos trinta anos. Vivimetaliun

Vale notar que o número de insetos de água doce tem aumentado 11% a cada década, graças a ações para limpar rios e lagos poluídos. No entanto, esse grupo representa apenas 10% das espécies existentes e não poliniza culturas. Padrões de variação sugerem que os fatores em escala local provavelmente são responsáveis ​​por muitas mudanças nas tendências da população, fornecendo esperança para ações de conservação direcionadas. Science

A perda de insetos é causada por destruição de habitats, uso de pesticidas e poluição. O impacto da mudança climática ainda não é claro, embora existam exemplos locais que indiquem relações preocupantes.

Por exemplo, níveis maiores de dióxido de carbono estão reduzindo os nutrientes nas plantas e por consequência a abundância de gafanhotos nas pradarias do Kansas, nos EUA. Isso pode estar acontecendo no mundo todo – não sabemos. [TheGuardian]

 

Em um mundo mais quente, insetos famintos causarão maiores danos à agricultura, alertou um novo estudo publicado na revista científica Science.

O ataque de pragas às plantações responde atualmente por cerca de 10% das perdas de produção agrícola, mas se nada for feito para interromper a trajetória de aquecimento global, essa taxa pode aumentar até o final do século, prevê a pesquisa da Universidade de Washington, nos EUA. exame.

A explicação é simples: à medida que sobem as temperaturas aumenta a taxa metabólica e o crescimento populacional dos insetos problemáticos. Na linha de frente desse processo, encontram-se três culturas básicas – arroz, milho e trigo.

O estudo surge no momento em que vários governos no mundo estão se tornando menos tolerantes com o uso de pesticidas, ao mesmo tempo em que especialistas da natureza alertam para a redução do número de insetos polinizadores benéficos para as plantações, como as abelhas.

Os investigadores focaram-se nos artrópodes, que incluem os insetos invertebrados com exoesqueleto (esqueleto externo) e vários apêndices articulados, como gafanhotos, moscas e mosquitos, borboletas ou formigas e ainda aranhas, escorpiões e centopeias, comparando dados da década de 70, e concluíram que a biomassa destes animais tinha diminuído entre 10 a 60 vezes. Visagricola

Insetez-se: Barata de colo, Repelente de insetos, Abelha, o ser humano mais importante do planeta, Copaíba do Brazil!?!, Bicho pau, Conheça 13 maneiras de reaproveitar sobras e cascas de frutas e vegetais, Inseticida Natural contra lesmas e lagartas, Substituto de agrotóxico: eucalipto

5 novas ilhas no Ártico

A Marinha russa identificou cinco novas ilhas no arquipélago Novaya Zemlya, no Ártico, reveladas pelo gelo derretido dos glaciares da região. As ilhas variam em tamanho, com a menor medindo apenas 30 por 30 metros, e a maior cobrindo cerca de 54.500 metros quadrados.

“A descoberta de ilhas à medida que a geleira Nansen recua não é uma surpresa, pois uma geleira é simplesmente um rio de gelo transportando neve e gelo compactados dos terrenos mais altos para o mar”, disse o oceanógrafo Tom Rippeth, da Universidade Bangor, no País de Gales, ao Newsweek. “À medida que o clima esquenta, as geleiras encolhem e expõem a terra abaixo. Esse é outro sintoma do aumento do aquecimento no Ártico – nesta região a temperatura média é de 5 a 6 graus Celsius mais quente em resposta às mudanças climáticas”. fonte: via [ScienceAlert] Vivimetaliun

Rússia descobre cinco ilhas no Ártico após derretimento de geleiras

A Marinha russa anunciou em 22/10/19, a descoberta de cinco novas ilhas que emergiram em meio ao derretimento de geleiras no Ártico.
As ilhas foram cartografadas em uma expedição realizada em agosto e setembro. Estavam escondidas sob geleiras, disse o chefe da frota, o vice-almirante Alexander Moiseyev, acrescentando que ainda não foram “batizadas”. Isto é Dinheiro

Árticeze-se: Ver dura?8 de março, mesmo na Rússia, Bad EstacionamentoCabo Jardim, Marx escreve uma carta de repúdio ao professor

Árvore Nim

A árvore nim é uma planta comum em terras brasileiras, originária do sudoeste asiático e da Índia. Presente também em parques, ela pode ser a chave para a solução de um dos principais problemas de saúde pública brasileira, a proliferação do Aedes Aegypti, o mosquito vetor de doenças como a dengue, o zika virus e a chikungunya. Vivimetaliun

Para a mestranda em biologia Layse Reis, da Universidade Estadual de Feira de Santana, na Bahia, o óleo de nim, objeto de estudo da pesquisadora, se mostrou eficaz em matar as larvas do mosquito, que são muito resistentes à inseticidas normais.

O problema surgiu ao perceber que mesmo após a remoção de criadouros – locais com água parada -, os mosquitos ressurgiam e continuavam a proliferar-se. O óleo de nim impede o desenvolvimento das larvas em uma fase do ciclo de vida do mosquito que impede seu desenvolvimento para a vida adulta

Layse buscou métodos de fazer o concentrado em casa, a baixo custo, podendo dar aos habitantes uma maneira de combater as larvas do mosquito.

O inseticida é composto de uma mistura de sementes com água destilada. Para conseguir alcançar as sementes, é preciso manter os frutos da planta em uma estufa por 48 horas a 40ºC. Depois de separar as sementes, repetiu-se o processo, depois de trituradas, o material foi misturado com a água destilada. A eficiência do inseticida no experimento foi de 75%.

Entretanto, é necessário ter cuidado. O extrato de nim pode matar abelhas e contribuir para a extinção desses insetos que já estão sendo dizimados mundo afora. A recomendação é que esse novo inseticida seja usado em pequenos casos e não em grande escala.

A planta neem (ou nim), conhecida cientificamente como Azadirachta indica, é uma árvore do sudeste da Ásia e do subcontinente indiano. O neem é uma árvore de clima tropical, que pode ser cultivada em regiões quentes e solos bem drenados; ela é resistente à seca, tem crescimento rápido, copa densa e pode alcançar até 20 metros de altura. O neem tem capacidade para suportar condições extremas de calor e poluição da água, melhora a fertilidade do solo e reabilita terras degradadas. Além disso, essa árvore desempenha um papel importante no controle da erosão do solo, da salinização e prevenção contra os efeitos de inundações. eCycle
O Pacto Ambiental da Região dos Inhamuns (Parisc) se mobiliza contra a proliferação do plantio do nim (Azadirachta indica A. Juss) em municípios dessa região, em vista dos danos ambientais já verificados naquela região, agravando ainda mais a situação do processo de desertificação no Estado do Ceará. Diário do Nordeste
Para o botânico e engenheiro agrônomo Antônio Sérgio Farias, a preocupação do Pacto Ambiental é muito válida. Explica que, nos últimos dois anos, é que os efeitos da espécie estão sendo percebidos no Ceará.
“O plantio do nim é relativamente novo no Ceará, em torno de 10 anos, e quem plantou agora é que sente os efeitos”. Salienta o botânico que as pesquisas ainda são poucas para se saber exatamente os efeitos prejudiciais ao bioma. Porém, enfatiza o seu poder invasor e prejudicial ao ecossistema.
“Não é adequado para arborização e jamais para o reflorestamento, que tem que ser feito com plantas nativas”.
“O nim assim como outras espécies (algaroba, sempreverde, entre outras) estão em quantidade excessiva na caatinga e invadem o bioma, competem com as nossas espécies e ganham. Propagam-se rápido e tem fácil poder de adaptação. Já podemos afirmar que o bioma caatinga está descaracterizado, especialmente no que se refere à flora”, alerta Eveline Lanzillotti, bióloga que realizou pesquisas acerca da invasão de plantas exóticas quando atuava como professora da Universidade Estadual do Ceará (Uece) na região dos Inhamuns, também chancela o documento do Pacto.

Ratos plays esconde-esconde

Conhecida como pique, pique-esconde, esconde-esconde ou algum outro nome regional, o fato é que essa é uma brincadeira universal, capaz de superar diferenças de língua, nacionalidade, idade: em qualquer lugar do mundo, crianças se escondem e contam até certo número enquanto outros se escondem – para depois serem procurados. Já é comprovado que essa brincadeira traz diversos benefícios para o desenvolvimento do cérebro e mesmo do corpo, e tal universalidade parece, no entanto, ir ainda mais além, e superar até mesmo o limite da espécie: até os ratos gostam de brincar de esconder, e a ciência gosta de estudar o comportamento desses animais. Vivimetaliun

O estudo, realizado por cientistas da Universidade Humboldt, em Berlim, nasceu depois que o neurocientista Michael Brecht assistiu vídeos no Youtube nos quais humanos brincavam de esconde-esconde com ratinhos. Outros experimentos já haviam realizado brincadeiras com os animais, mas pela complexidade do esconde-esconde, o vídeo chamou a atenção do neurocientista. Para realizar o experimento, Brecht criou um “parque” de 30 metros quadrados com abrigos, caixas transparentes e caixas opacas para servirem de esconderijos – além de lugares para a cientista Annika Stefanie Reinhold também se esconder.

Seis ratinhos participaram da “brincadeira”, que começou com Annika se escondendo. Cada vez que os ratos a encontravam ganhavam recompensas, e então os papeis se invertiam. Ao longo de duas semanas de experimento, cinco dos seis ratos aprenderam a brincadeira, tanto se escondendo quanto procurando – e respeitando as regras. A complexidade dos papéis, estratégias, regras e possibilidades foi apontam para a própria complexidade do comportamento dos animais – que foi analisada através de testes neurais, indicando quais áreas dos cérebros eram atividades para cada camada da brincadeira.

Brinque: Veneno ecológico para matar ratos., Casa sustentável tem conta de luz de R$ 7,50 por ano, Papas Reformadores, Como aprendemos a comer plantas tóxicas sem ajuda da ciência, Real X-men: híbridos entre humanos e animais

A Civilização Iorubás

Os iorubás ou iorubas (em iorubá: Yorùbá), também conhecidos como ou yorubá (io•ru•bá) ou yoruba, são um dos maiores grupo étno-linguístico ou grupo étnico na África Ocidental, composto por 30 milhões de pessoas em toda a região. Constituem o segundo maior grupo étnico na Nigéria, com aproximadamente 21% da sua população total.

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As lendas contam que Ilé-Ifé teria sido o próprio berço da humanidade. Ali Todos os povos e reinos descenderiam do deus-rei Odudua, fundador da cidade sagrada. Outra lenda diz que Odudua seria o condutor de uma gente vinda do Leste.

Após a fundação da cidade sagrada o povo teria se espalhado pela região e tomou forma final por volta do final do primeiro milênio. Possível época da fundação de Oyo, capital política dos iorubas. Cidades independentes com seus governantes, camponeses. O Senhor do reino ratificava o poder dos mandantes de cada cidade que era chamado de Bale e tinha a assembléia dos notáveis, que era na realidade a detentora da autoridade. O guarda muralhas, em geral era um mágico, o babalaô, que recolhia os impostos. Uma aristocracia improdutiva controlava as armas, o poder político, o comércio local, nacional e internacional. Vivimetaliun 1


Os Yorubas do Sul da África Ocidental (República do Benin, Nigéria e Togo, incluindo também peças de Gana, Camarões e Serra Leoa), tem uma muito rica e vibrante comunidade artesanal, criando arte contemporânea e tradicional. O costume de arte e artesãos entre o Yoruba é profundamente assinalado no corpo literário Ifá que indica os orixás Ogun, Obatala, Oxum e Obalufon como central à mitologia de criação inclusive a obra artística

O estado do Rio de Janeiro, segundo dados apresentados pelo IBGE, é dono de uma das maiores concentrações de descendentes e praticantes de religiões negras, especialmente as com elementos das culturas Nagô e Iorubá.

Historicamente, os iorubás habitavam o reino de Ketu (atual Benim) e o Império de Oyo, na África Ocidental. Até meados de 1815, eles foram trazidos ao Brasil como escravizados, durante o que ficou conhecido como Ciclo da Costa da Mina.

No Brasil, a cultura está presente em todo o território nacional, mas pode ser percebida com mais intensidade na Bahia, sobretudo na capital Salvador. Estima-se que existam 45 milhões de iorubás no mundo, sendo que 40 milhões deles vivem na Nigéria. Vivimetaliun 2

Poetize-se: HUNGU, DIA DA ÁRVORE, Baobá, A história do jardineiro de Oxalá, DICAS DE UMA ÁRVORE, NAARA BEAUTY DRINK!!!, A CEBOLA: O ELIXIR DESCONHECIDO, JEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?, TIMO, Ibaré Lewá’: amizade bonita entre Orixá e natureza, SIGNOS, ORIXÁS E PLANETAS, NESTE CHÃO TUDO DÁ, NA ESTRADA HAVIA UMA PEDRA

Jill Redwood

Jill Redwood, vive há 30 anos sozinha em sua residência em East Gippsland, na Austrália, foi uma das pioneiras em adotar um estilo de vida alternativo, voltado para a sustentabilidade e se dedica a salvar florestas locais e o meio ambiente em geral, escritora e ativista ambiental, só come o que cultiva em sua propriedade de 6 hectares, onde também está localizada a casa que ela construiu sozinha ao longo de oito anos, usando apenas materiais reciclados e reutilizados – as paredes são feitas de sobra de madeira e esterco de vaca, por exemplo.

Jill utiliza apenas energia solar e coleta água de um riacho próximo à casa, que utiliza uma roda d’água para abastecer a casa e o seu jardim, o que permite que ela viva uma vida confortável mesmo fora do sistema.

It was injustice and cruelty to animals that prompted Jill’s first interest in the environment. When she was 9 or 10 she started raising funds for the RSPCA at school and through stalls in shopping strips. In high school she became involved in wildlife groups. Jane Elix’s blog

The house and neighbouring sheds are a museum of 19th and 20th century bits and pieces where a lifetime of salvaged things are kept just in case they are needed some day. Nothing goes to waste, everything is either composted or recycled somehow. Living on a home grown organic diet, free of all refined foods, Jill has clear skin, bright eyes and the fitness of a woman much younger; she never gets sick.

Jill goes shopping in her town, an hour and a half’s journey, only when she has to. She can manage without visiting the shops for around six months. She has a larder filled with pickles and preserves, makes her own apple juice and has 19th century solutions to almost all maintenance problems. She is a walking encyclopaedia on survival, natural living skills, plants and animals. Her only 21st century luxury is the internet which she uses as a freelance writer and her work for Environment East Gippsland, a community forest group protecting Victoria’s last ancient forest. Natural Homes

And the activist is never lonely, as she cares for over sixty animals that keep her company. Amanda Froelich – True Activist
Veja também: Carta da Terra, Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz – UMAPAZ, Território, Meio o quê?, Makota Valdina, Ana Primavesi, Engenheira agrônoma., Free Energy, Steve’n’Seagulls, Coletores de sementes

A bailarina Baderna

A bailarina Baderna e a história de resistência por trás dessa palavra.

A etmologia ou a origem de um termo, gíria ou expressão pode ir muito além de meras premissas linguísticas, e revelar traços culturais, sociais e até mesmo econômicos sobre um país, uma época ou uma pessoa.

Marietta Baderna nasceu na cidade de Castel San Giovanni, província de Piacenza, no norte da Itália, em 1828. Filha de Antônio Baderna, médico e músico nas horas vagas, rapidamente seu destino artístico se traçou, com dedicação especial ao balé, estreando aos 12 anos nos palcos suas sapatilhas. Rapidamente Baderna passaria a fazer parte da companhia de dança do teatro Scala, de Milão e, aos 21 já se destacava como “prima ballerina assoluta” (ou primeira bailarina absoluta) com sucesso por toda a Itália, participando de diversas turnês em outros países europeus.

Rapidamente o sucesso de Baderna, e principalmente a reconhecível presença da cultura negra em sua dança, fez com que a crítica conservadora, os empresários e a pudica sociedade imperial atacassem a bailarina com furor equivalente ao que sua dança provocava no povo – que passava a se reconhecer numa fina e “elevada” forma de expressão artística. Baderna começou a ser posta em papeis menos importantes, ao fundo do palco, ou mesmo a ser banida de espetáculos, e cada vez que percebiam o boicote, os baderneiros tratavam de se expressar ruidosamente. Se, em sua chegada aos palcos brasileiros, os jornais da época utilizavam seu nome como sinônimo de elegância, com seu sucesso popular a palavra baderna passou a ser utilizada para significar bagunça, desordem e depravação. Vivimetaliun

O sequestro de seu nome, no entanto, pode ser visto ao fim de tudo como um involuntário tributo às avessas. Os baderneiros podem ser vistos hoje em muitos casos também e ainda como sinônimos de resistência contra tal sinistra dança conservadora e elitista – se valendo do que a imprensa insiste em chamar de baderna para atacar a hipocrisia vigente que esconde o massacre contra tudo que a bailarina, com seu corpo, afirmava enquanto força: a cultura negra, a sexualidade, o feminino, o popular. Maria Baderna se diluiu como artista na força transformadora da dança enquanto gesto, enquanto corpo em movimento, para se transformar em uma palavra mal apropriada e mal criada, mas que, revista em sua origem, se revela com um sentido paralelo profundo em potencial, de resistência e liberdade.
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