Fortalecer a imunidade é importante: saiba o que comer e o que evitar

O sistema imunológico é responsável pela defesa do nosso organismo contra invasores externos como bactérias, fungos e vírus. Portanto, estar com uma boa imunidade diminui as chances de contrair algum desses microorganismos e, consequentemente, algumas doenças. Uma das formas de aumentar a imunidade é através da alimentação e, por causa da pandemia da Covid-19, tem aumentando bastante a procura por alimentos que ajudem a aumentar a imunidade, embora nenhum alimento ou vitamina seja capaz de combater o novo coronavirus. Professor José Costa

Mas de acordo com a coaching nutricional Tamara Ferreira, especialista em nutrição clínica e esportiva, uma alimentação balanceada e rica em alimentos e compostos bioativos fortalece o sistema imunológico e com isso as chances de evitar as formas mais graves da Covid-19. “O sistema imunológico é o exército que nos protege de gripes, resfriados e infecções. E mesmo após a pandemia, eu considero importante que as pessoas continuem a se preocupar com a imunidade uma vez que ela nos protege contra diversos tipos de doenças e infecções”.

Ela indica os grupos de alimentos que favorecem a imunidade:

Vitamina C: laranja, limão, acerola, abacaxi, kiwi, pimentão, tomate, goiaba, caju e folhas verde escuras. Podem ser consumidos no café da manhã, lanches, sobremesa e na ceia (antes e dormir).

Ácido fólico: folhas verdes escuras como couve, agrião, espinafre, rúcula, brócolis, assim como lentilha, feijão, fígado e quiabo. Podem ser consumidos como salada ou na sopa. E também assados, cozidos, refogados ou grelhados. A couve, o espinafre e o agrião podem ser batidos com frutas para fazer sucos.

Zinco: amendoim, castanha de caju, amêndoa, fígado, ostra e carne vermelha. As oleaginosas podem ser consumidas no lanche ou junto com frutas, e em receitas como bolos.

Selênio: castanha do Pará, semente de abóbora, semente de girassol, carne, ovo, atum, feijão, queijo, aveia.

Vitamina D: Gema de ovo, atum, sardinha, fígado, cavala.

Ômega 3: semente de linhaça, semente de chia, atum, cavala, sardinha, castanha, nozes, amêndoas, azeite de oliva.

Temperos e especiarias: alho, cebola, açafrão, pimenta preta, gengibre, aipo, coentro.

Também é indicado:

Aumentar a ingestão de água e o consumo de fibras para o melhor funcionamento do intestino, que é um importante órgão do sistema imunológico. Sugestão de fibras: aveia, farelo de aveia, farinha de linhaça e farinha de chia.

Aumentar o consumo de beterraba, cenoura, abóbora, chuchu, folhas verde escuras, batata yacon, iogurte, de preferência natural, ameixa e banana.

Aumentar o consumo de frutas, com casca e bagaço, como maçã, uva e pera.

O que evitar (não favorece a imunidade):

Alimentos ricos em sal, como salgadinhos de pacote; alimentos ricos em açúcar como refrigerantes, doces, chocolates com muito açúcar, biscoitos recheados; embutidos como mortadela, salame, peito de peru, presunto; e excesso de bebida alcoólica

Suplementos e medicamentos manipulados

De acordo com a farmacêutica Anick Andrade Cunha, diretora técnica da A Fórmula, farmácia de manipulação com produtos para a saúde, beleza e bem-estar, o avanço da medicina preventiva tem feito as pessoas se preocuparem mais com a imunidade, o que fez crescer muito o consumo de produtos e medicamentos naturais e suplementos, mas após a pandemia a procura aumentou bastante, principalmente por vitamina C , vitamina D, e Zinco.

Ela explica que os medicamentos e suplementos são fundamentais para o perfeito funcionamento do nosso corpo e podem, e devem, ser usados por qualquer pessoa, mas desde que orientado por um profissional de saúde. “O tipo de suplemento, assim como a dose, pode variar de acordo com a necessidade de cada um, por isso precisa ser avaliado individualmente. Não podemos esquecer que nosso corpo é a nossa morada, então devemos zelar por ele”.

De acordo com ela, cada um de nós temos nossas próprias necessidades nutricionais ou deficiências metabólicas e por isso o medicamento manipulado faz toda a diferença, porque a dose vai ser preparada especialmente para isso. “Ou seja, é um medicamento manipulado para atender a necessidade de cada um”.

A nutricionista Tamara reforça, que além de ser fundamental  a prescrição de um profissional de saúde, é importante alertar que nenhum suplemento, sozinho, aumenta a imunidade. “Precisa estar associado a uma alimentação saudável e equilibrada. Por isso é importante individualizar a prescrição”.

De acordo com a nutricionista, os suplementos mais indicados são:  probiótico, ômega 3, glutamina, vitamina C, zinco, vitamina D, curcuma, quercitina, capsula de alho, whey protein e extrato de própolis.

Além da alimentação, a prática de outros cuidados favorece o sistema imunológico:

Atividade física

Sono regular

Reduzir o estresse

Evitar o tabagismo

Evitar o consumo de bebida alcoólica,

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Oito dicas dicas importantes para que seu organismo melhore a imunidade

Segundo a nutricionista Deise Cristina Caramico, professora do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo, em entrevista à SAÚDE “Se o indivíduo se alimentar corretamente, o sistema imunológico estará competente, independentemente do tipo de infecção”, a nutricionista também afirma que investir em fontes de todos os nutrientes dá uma força especial. “Eles favorecem os glóbulos brancos, que são as nossas células de defesa”.

Oito dicas dicas importantes para que seu organismo melhore a imunidade

Para esclarecer as dúvidas, a nutricionista Lulia Dib preparou oito dicas nutricionais que vão te ajuda:

1- Tenha o sono regular e cuide das suas emoções. O descanso do corpo e da mente estão diretamente ligados à produção hormonal que influencia a sua imunidade. O medo, o pânico e a ansiedade contribuem para a produção de substâncias imuno-depressoras, como o cortisol. Acalme-se e descanse;

2- Hidrate-se durante todo o dia. É indicado o consumo mínimo diário de 35 ml de água pura por quilo de peso. A ingestão de sucos, leites vegetais e chás não entram neste cálculo;

3- Esqueça neste momento as dietas restritivas e hipocalóricas. O baixo consumo de calorias (em relação às suas necessidades) reduzem a imunidade. Neste momento, foque em fortalecer a saúde, deixe a perda de peso para outro momento;

4- Aumente o consumo de alimentos antioxidantes, ricos em vitaminas e minerais. Capriche em sucos, bowls e saladas coloridas, com frutas, legumes e verduras variadas, e de preferência, in natura, para conservar a energia vital do alimento e o maior aporte micro-nutricional;

5- Insira na rua rotina, e sem exagero, o consumo de alimentos que possuem o poder anti-inflamatório natural e atividade anti-microbiana como alho, cúrcuma, gengibre e limão.

6- Reduza (e se possível, suspenda) o consumo de álcool, tabaco e drogas. Todos estes reduzem a resposta imunológica;

7- Inclua na sua rotina o consumo de chás antioxidantes, como chá verde, hibisco, gengibre, romã, cúrcuma e maçã com canela. Eles possuem componentes que auxiliam na melhora do perfil metabólico, favorecendo o funcionamento do organismo, como um todo;

8- Mantenha a rotina de tomar 15 minutos de sol por dia, antes das 10h da manhã e após as 16h da tarde. A vitamina D é aliada no fortalecimento do sistema imune, e necessita dos raios ultravioletas do tipo B (UVB) para ativar a síntese desta substância.

Aproveite este momento para se recolher, incluir bons hábitos alimentares e de estilo de vida, meditar, fazer exercícios físicos, cuidar da sua mente e descansar. Guia da Culinária – Nutrição e Prazer

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8 alimentos entre os mais ricos em vitamina D

Os alimentos mais ricos em vitamina D na natureza ajudam a formar um grupo seleto; atualmente valorizadíssimo; principalmente pelo fato de ser esse um dos nutrientes mais difíceis de serem encontrados de forma natural. Pitacos e Achados

Lá se vão quase 100 anos, desde que, em 1922, o bioquímico americano Elmer McCollum, às voltas com as mais diversas teorias e fórmulas químicas no laboratório da Universidade de Wisconsin, EUA, descobriu algo que o deixou maravilhado: uma substância, presente no óleo de fígado de bacalhau, que possuía a capacidade de influenciar, positivamente, o metabolismo da estrutura óssea do corpo humano.

Estava sendo descoberta a Vitamina D! Uma substância que, de acordo com as mais recentes pesquisas científicas, pode ser melhor definida como um pré-hormônio, cuja função primordial é permitir a realização dos mais variados fenômenos ligados ao metabolismo do corpo humano.

A vitamina D pode ser adquirida por meio de suplementos. Mas a forma natural de adquiri-la (entre 80% e 90% das necessidades diárias ou 20mcg – 800 UI) é por meio da exposição diária à radiação ultravioleta B do sol, para que o 7-dehidrocolesterol da região cutânea seja convertida na vitamina após 15 minutos de exposição.

Mas existem alguns alimentos que também são capazes de fornecer quantidades significativas de vitamina D ao organismo, como uma espécie de compensação à pouca exposição solar na rotina de alguns indivíduos.

E entre os principais estão:

1. Óleo de fígado de bacalhau

Esse é o alimento rico em vitamina D por excelência! E pode ser encontrado com facilidade em supermercados, mercearias, casas de produtos naturais, entre outros estabelecimentos que comercializam produtos alimentícios.

Hoje já se sabe que o óleo de fígado de bacalhau é considerado um dos alimentos mais saudáveis da natureza; e 13,5 g do produto contêm cerca de 34 mcg de vitamina D e 116 calorias. 

O óleo de fígado de bacalhau é um alimento rico em vitamina D por natureza.

2. Sardinha

A sardinha é outro exemplo de um alimento altamente rico em vitamina D; e ela possui ainda a vantagem de ser facilmente encontrada como um enlatado — sem que nada se perca das suas propriedades nutritivas.

Além disso, a carga de ômega 3 que a sardinha oferece garante-lhe o status de um dos alimentos mais recomendados para o combate a distúrbios do metabolismo e problemas cardiovasculares.

Cada 100g do pescado contêm cerca de 7,4 mcg de vitamina D e quase 300 calorias.

A sardinha é rica em vitamina D, com a vantagem de ser um alimento dos mais populares.

3. Ostras

Não só vitamina D, como proteínas, ferro, vitamina E, A, cálcio, entre outros inúmeros sais minerais, podem ser encontrados nesse fruto do mar considerado um dos pratos mais exóticos da gastronomia mundial.

Essa iguaria é capaz de levar centenas de apreciadores até os famosos “Oysters-Bars” em Nova Iorque para saborear as diversas variedades que são servidas com os mais extravagantes acompanhamentos.

Cada 100 g de ostras possuem cerca de 8 mcg de vitamina D e 270 calorias.

Além de exóticas, as ostras são uma rica fonte de vitamina D

 4. Atum

Outro alimento rico em vitamina D é esse pescado facilmente encontrado em todos os oceanos do planeta, e “figurinha carimbada” nos restaurantes japoneses na forma do cultuado “sashimi”.

O atum também é recomendado como coadjuvante nos tratamentos que visam o restabelecimento das defesas do organismo, bem como para o fortalecimento do sangue, ossos e músculos.

100 g de atum enlatado fornecem cerca de 4 mcg de vitamina D.  

O “queridinho” dos restaurantes japoneses.

5. Salmão

Qual o apreciador de frutos do mar que não adoraria saborear um delicioso filé de salmão grelhado ou um filé de salmão com alho e especiarias, ou até mesmo o famoso hambúrguer de salmão das melhores casas especializadas.

Mas não é preciso tamanha sofisticação e extravagância para aproveitar-se de um dos alimentos mais ricos em vitamina D na natureza – e até hoje considerado um dos pratos mais requintados da culinária mundial  –, já que ele pode ser facilmente encontrado em feiras e em grandes redes de supermercados.

100 g de salmão contêm cerca de 12,6 mcg de vitamina D e 272 calorias. 

 Além de status, o salmão também oferece altos níveis de vitamina D.

6. Fígado de galinha e fígado bovino

Esse é um alimento popular, riquíssimo em vitamina D, e que já virou tradição nos churrascos de fim de semana por esse Brasil afora.

100 gramas de fígado de galinha ou bovino fornecem cerca de 3 mcg de vitamina D e não mais do que 156 calorias.

Sem contar a sua exuberância de ferro, cerca de 5 mg por 100 gramas de carne, o que representa a metade da necessidade diária da substância para um indivíduo adulto. 

Uma abundância de vitamina D e ferro.

 7. Cogumelos shitake

O cogumelo shitake é um fungo comestível originário do Leste Asiático, trazido para o Brasil pelos japoneses, e que, após um período de secagem e exposição aos raios UV do sol, libera até 5 mcg de vitamina D por 100 gramas.

Essa iguaria é considerada uma das melhores fontes dessa substância na natureza, e, para muitos, é o que há de melhor quando o assunto é dar sabor aos pratos mais exóticos e sofisticados.

O cogumelo shitake dá sabor e uma abundância de vitaminas.

8. Ovos cozidos

Sim, os ovos cozidos (especialmente a gema) também oferecem quantidades razoáveis de vitamina D; e ainda com a vantagem de ser um dos produtos mais acessíveis para as populações de todos os países.

A gema do ovo também é uma fonte de proteínas das mais respeitadas, além de fornecer ferro, zinco, fósforo, potássio, vitaminas (A, B e E), entre outras substâncias não menos importantes.

100 g de gema de ovo contêm cerca de 1,3 mcg de vitamina D e 155 calorias.

Desprezados por muitos, os ovos estão entre as maiores fontes de vitamina D na natureza.

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10 sinais de que seu corpo está com falta de vitamina D + Bônus

A vitamina D pode ser encontrada em duas versões. A D2 que é de origem vegetal e pode ser encontrada em alimentos e a D3 que é de origem animal e é naturalmente produzida por nossa pele através da absorção dos raios ultravioletas B.

O corpo humano não é capaz de produzir a vitamina D sem a presença da luz solar, por isso é sempre indicado tomar um banho de sol por alguns minutos todos os dias. Afinal, esta vitamina é responsável pela absorção de outros minerais importantes como o cálcio e o fósforo, além de prevenir o surgimento de uma série de problemas relacionados aos ossos, músculos e funções metabólicas como o sistema imunológico, controle da diabetes, problemas gestacionais e muito mais. Pitacos e Achados

Vitamina D é uma vitamina extremamente importante, que tem efeitos poderosos sobre diversos sistemas em todo o corpo. Uma deficiência neste nutriente foi vinculada a muitas condições graves, como doenças cardíacas, doença autoimune, hipertensão, diabetes, e enfermidades ósseas e articulares.

É fácil ignorar a deficiência de vitamina D, pois alguns dos sintomas podem ser atribuídos a outras condições. Mas, quais são as chances de que você seja deficiente de vitamina D? Seguem alguns possíveis sinais.

1. Você sofre regularmente de dores musculares e articulares

Os sintomas de deficiência de vitamina D são sutis no início. Alguns dos primeiros sinais são dores musculares e fraqueza articular, que você pode facilmente achar que são devido à sua rotina diária árdua ou devido aos efeitos do envelhecimento.

Você pode ser capaz de tolerar os desconfortos das dores musculares e fraqueza articular simplesmente diminuindo suas atividades físicas. Contudo, se você está com deficiência de vitamina D, este problema vai continuar aparecendo. Além disso, pode piorar ao longo do tempo.

2. Você sofre de dores crônicas

Dor crônica abrange uma condição ampla. Além de dor muscular e articular, você também pode sofrer regularmente de enxaqueca, dor na coluna, ou outros desconfortos no corpo.

É tecnicamente considerada uma dor crônica se você tem a condição por mais de três meses.

3. Você sente-se cansado o tempo todo

Você já teve um daqueles dias em que se sente muito cansado mesmo quando teve uma boa noite de sono? É possível que você tenha baixos níveis sanguíneos de vitamina D, e seu corpo ainda se sinta fatigado.

Seu corpo precisa de vitamina D para criar energia. Se você não tem uma quantidade suficiente deste nutriente, irá facilmente sentir esta exaustão.

4. Você frequentemente fica resfriado e com tosse

Crianças com falta de vitamina D correm o risco de infecções respiratórias, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Mas, o mesmo risco também se aplica a adultos com deficiência de vitamina D, especialmente se eles já sofreram de asma antes.

5. Sua cabeça transpira

Transpiração excessiva na cabeça ainda está intimamente ligada a uma falta de vitamina D. Embora seja comumente inofensivo e essencialmente apenas um incômodo, pois você precisará enxugar a cabeça com frequência, esta condição também pode indicar condições médicas como diabetes, problemas na tireoide e infecção. Contudo, o que estas doenças têm em comum é que elas também estão ligadas à uma falta desta vitamina.

6. Você sente-se deprimido

O sol é frequentemente representado como algo positivo nas caricaturas, e a ciência pode responder o porquê. De acordo com o Conselho de Vitamina D, a falta de luz solar pode realmente arruinar o humor. Quando você é deficiente deste nutriente, seu cérebro processa menos serotonina, e isto pode afetar seus pensamentos positivos, emoções e estado de espírito.

7. Você tem hipertensão

Se você é hipertensivo, corre o risco de doenças cardiovasculares, ataque cardíaco e derrame. Portanto, não menospreze a falta de vitamina D no seu sistema.

Especialistas ainda estão tentando estudar os efeitos e a patologia da vitamina D e pressão arterial. Uma possível explicação aponta para o teor de cálcio desta vitamina específica, o qual é um nutriente importante para os processos metabólicos e celulares do corpo.

8. Você está sofrendo de queda de cabelo

Queda de cabelo é bastante comum em pessoas que sofrem de estresse. Mas, se a queda do seu cabelo parece anormalmente excessiva, você pode ser deficiente de vitamina D.

A vitamina D alimenta e estimula os folículos capilares. Se você não tem uma quantidade suficiente desta vitamina, isto poderia impedir o crescimento do seu cabelo.

9. Ossos fracos

Você sabia que seus ossos param de crescer quando você tem trinta e poucos anos? Você alcançará o pico da saúde de seus ossos neste estágio, mas a reconstituição de seus tecidos ósseos ainda continua conforme você envelhece.

Porém, se você não tem vitamina D o suficiente, os tecidos ósseos também não obterão uma nutrição apropriada.

É assim que você desenvolve ossos mais macios, que aumenta seu risco de fratura e de outros problemas ósseas como osteoporose.

10. Suas feridas não cicatrizam rapidamente

Você tem uma ferida que parece cicatrizar mais devagar do que o normal? Este pode ser outro sinal de baixos níveis de vitamina D. Especialistas do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba estudaram os efeitos da deficiência de vitamina D em pacientes com úlceras nas pernas.

Pitacos: Ser deficiente de vitamina D é bastante comum. Mesmo assim, é melhor prestar atenção aos sinais, pois sua saúde geral e bem-estar estão ligados a ela. É muito fácil tratar esta condição, mas também é importante conversar com seu médico para obter mais informação, orientação e conselho.

Para muitas pessoas, aumentar a dose dos suplementos de vitamina D, mudar a dieta incorporando mais alimentos ricos nesta vitamina, e passar mais tempo ao ar livre pode ser um divisor de águas, especialmente se sofrem de doenças autoimunes.

Bônus: Qual a importância da vitamina D para os dentes?

Além da sua capacidade de regular várias funções metabólicas e neurológicas também, a vitamina D3, é responsável por garantir o fortalecimento dos dentes.

Segundo alguns dentistas, o fato dela metabolizar o cálcio e o fósforo, substâncias fundamentais para a mineralização dos dentes, é o principal fator para seu benefício à saúde bucal.

Além disso, essa vitamina também auxilia na absorção de cálcio no intestino, o que faz com que os níveis dessa substância no organismo se mantenham sempre em equilíbrio, evitando problemas.

Está cientificamente provado que a ausência de vitamina D no organismo pode promover maiores riscos de perda de dentes e problemas como infecções bacterianas. Além disso, problemas de cicatrização relacionados a implantes também estão relacionados com a ausência dessa vitamina.

Dze-se: Dinamarca, combate depressão com vitamina de cultura, DIETA DA FRUTA, Alimentos e saúde mental, Limões e a sua saúde!, Receita de Spa em casa, Farmácia nunca mais, Ervas, chás e sucos para limpeza natural dos rins

A indústria farmacêutica está fora de controle?

Um canceriano sem lar.

Construímos um sistema médico em que o ato de enganar não é apenas tolerado, mas recompensado, a afirmação é de Carl Elliot, professor de Bioética e Filosofia na Universidade de Minnesota e autor do livro White Coat, Black Hat – Adventures on the Dark Side of Medicine em português: Jaleco branco, chapéu preto: aventuras no lado negro da medicina.

O livro de Elliot se junta a uma série de obras que, nos últimos cinco anos, vem revelando que a indústria farmacêutica escapou de todo o controle e que tem influência sobre a formação, a pesquisa e os médicos.

Confira o que o médico e escritor disse em uma entrevista recente e responda você mesmo a pergunta do título! (Homeopatia Ação Pelo Semelhante)

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“A Máfia Médica” é o título do livro lançado em 2010 que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a…

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A indústria farmacêutica está fora de controle?

Construímos um sistema médico em que o ato de enganar não é apenas tolerado, mas recompensado, a afirmação é de Carl Elliot, professor de Bioética e Filosofia na Universidade de Minnesota e autor do livro White Coat, Black Hat – Adventures on the Dark Side of Medicine em português: Jaleco branco, chapéu preto: aventuras no lado negro da medicina.

O livro de Elliot se junta a uma série de obras que, nos últimos cinco anos, vem revelando que a indústria farmacêutica escapou de todo o controle e que tem influência sobre a formação, a pesquisa e os médicos.

Confira o que o médico e escritor disse em uma entrevista recente e responda você mesmo a pergunta do título! (Homeopatia Ação Pelo Semelhante)

umbrella

“A Máfia Médica” é o título do livro lançado em 2010 que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denúncia publicada mais completa, integral, explícita e clara do papel que forma, a nível mundial, o complô formado pelo Sistema Sanitário e pela Indústria Farmacêutica. Notícias Naturais

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