Lei do Preço Fixo ou Comum, se chamará Lei José Xavier Cortez

Por conta das divergências no nome da Lei Lang  – desde o início das discussões no país – ao invés de Lei do Preço Fixo ou Comum, ela se chamará Lei José Xavier Cortez, em homenagem ao fundador da Editora Cortez e que faleceu no último mês, aos 84 anos. “Acho que é uma belíssima homenagem, até porque ele mesmo era um grande defensor da lei”, declarou Prates, explicando ainda que o novo nome é muito mais “palatável e vendável, no bom sentido”. publishnews

Em sua fala, Jean Paul Prates, o presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Livro, Leitura e Biblioteca detalhou o PL 49/2015 e resumiu os principais objetivos da Lei: assegurar ao público uma maior disponibilidade de livros e títulos – a chamada bibliodiversidade; respeitar a diversidade do público; garantir a sobrevivência das livrarias e editoras independentes e de médio porte; evitar a concentração do mercado livreiro nas grandes cidades; diminuir o preço do livro; fomentar a leitura no país e aumentar a existência das livrarias de bairro.

Sobre as regras do projeto, detalhou: todo livro sob edição nacional vai receber uma precificação única. Esse preço de capa de cada obra vai constar de lista publica eletrônica de emissão das editoras, devendo servir de referência para livreiros e revendedores para todo território nacional. Será também de obrigação do editor, a divulgação dos preços ao público de todo o seu catálogo editorial disponível. O preço de venda do livro ao consumidor final, não poderá ser estabelecido abaixo de 90% do preço de capa decidido pelo editor, durante o período de 12 meses contado da data de lançamento. “É apenas isso. Mas é uma grande coisa para o negocio do livro, para o pequeno livreiro”, resumiu.

Sobre as exceções, o senador explicou também que a Lei não se aplica às vendas efetuadas diretamente ao poder público, aos livros didáticos, obras raras antigas esgotadas, obras fora de catálogo, obras destinadas aos colecionadores, e às obras destinadas a entidades que recebam subsidio público.

Os defensores desse retrocesso garantem que ele deixa o mercado de livros mais saudável e equilibrado no Brasil. Segundo eles, o fato de as grandes livrarias comprarem um grande volume de livros de uma só vez as permite oferecer grandes descontos ao consumidor final no momento de lançamento de um livro, criando assim uma concorrência desleal com livreiros menores e independentes. João Luiz Mauad – Instituto Liberal

Quais as vantagens da Lei do Preço Fixo?

1. Assegurar uma maior disponibilidade de livros e títulos ao consumidor;

2. Respeitar a diversidade do público;

3. Assegurar a capacidade de conhecimento, do saber e da difusão da cultura do país;

4. Garantir a limitações de livrarias e editoras independentes e de médio porte;

5. Evitar a concorrência predatória por parte dos sites de venda de livros, grandes varejistas e supermercados;

6. Evitar a concentração do mercado livreiro;

7. Possibilitar aos autores e editores um controle mais real da distribuição dos livros e dos direitos autorais. ANL in: SlideToDoc

Dados estatísticos mostram que temos cerca de 2. 600 livrarias, 70% são de pequeno e médio porte. Com a Lei espera-se aumentar este número que deveria ser cerca de 4. 900 livrarias.

→ 92% das livrarias apoiam a Lei.

→ 74% das editoras apoiam a Lei.

→ 87% das entidades ligadas ao livro já apoiam a Lei.

Leze-se: , Garis montam biblioteca com livros que iriam para o lixo, A primeira biblioteca de livros censurados, O empilhador de livros, 2 mil livros sobre permacultura e bioconstrução, A árvore que dava dinheiro – AUDIOBOOK (AUDIOLIVRO), Domínio Público

Conemo

O aplicativo Conemo (sigla para Controle Emocional) foi desenvolvido por pesquisadores da USP, do King’s College, de Londres, da Universidad Cayetano Heredia, no Peru, e da Northwestern University, nos Estados Unidos, com financiamento do National Institute of Mental Health (NIMH). Bruna Irala – Jornal da USP

Durante seis semanas, pessoas com doenças crônicas, como hipertensão e diabete, que apresentavam sintomas de depressão leve, participaram de um experimento para o tratamento do transtorno depressivo com o auxílio da tecnologia. O aplicativo Conemo (sigla para Controle Emocional) foi desenvolvido por pesquisadores da USP, do King’s College, de Londres, da Universidad Cayetano Heredia, no Peru, e da Northwestern University, nos Estados Unidos, com financiamento do National Institute of Mental Health (NIMH), para reduzir os sintomas da depressão dos pacientes por meio de uma série de sessões de ativação de comportamento, uma técnica da terapia cognitivo-comportamental que induz a pessoa a realizar atividades diárias prazerosas ou significativas para si. A intervenção digital conseguiu reduzir em 50% os sintomas de depressão nos pacientes que participaram do estudo. 

Um artigo descrevendo o projeto, Effect of a Digital Intervention on Depressive Symptoms in Patients With Comorbid Hypertension or Diabetes in Brazil and Peru: Two Randomized Clinical Trialsfoi publicado em maio na revista científica JAMA.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a depressão como uma doença incapacitante caracterizada por uma tristeza constante e falta de interesse e prazer em realizar atividades do dia a dia ou que anteriormente foram prazerosas.

Segundo o responsável pelo projeto, o professor de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), Paulo Rossi Menezes, a ideia principal desse tipo de abordagem é “ampliar o acesso de pessoas com doenças crônicas e sintomas de depressão a algum tipo de cuidado que possa melhorar a vida delas sem precisar recorrer diretamente ao especialista, psicólogo ou psiquiatra.”

O aplicativo foi instalado em celulares entregues aos pacientes para uso restrito do experimento. As informações coletadas foram armazenadas em uma nuvem de dados de modo que os profissionais de enfermagem integrantes do projeto puderam acompanhar o progresso dos pacientes.

Duas cidades integraram a pesquisa: São Paulo, no Brasil, e Lima, no Peru. Em São Paulo, o estudo contou com a participação de 20 unidades de saúde da família na Zona Leste do município, com 880 pacientes ao todo. Metade fez parte do grupo controle. Eles receberam apenas o tratamento de rotina, ou seja, acompanhamento clínico e uso de medicamentos, mas sem o auxílio do aplicativo. A outra metade utilizou o aplicativo durante as seis semanas do projeto e recebeu tratamento clínico, quando necessário. Em Lima, 420 pessoas participaram da pesquisa, sendo 210 em cada grupo. O experimento com o aplicativo durou seis semanas, com três sessões de 10 minutos por semana.

 Se, por exemplo, o paciente deixasse de interagir com o aplicativo ou perdesse sessões, um enfermeiro entrava em contato para auxiliá-lo a dar continuidade às atividades. 

Ao final de três meses, os pesquisadores observaram uma maior proporção de pessoas com redução importante de sintomas no grupo que usou o aplicativo, em comparação ao grupo controle.

De acordo com o pesquisador, o resultado permitiu evidenciar que o aplicativo é, de fato, “uma ferramenta que ajuda pessoas nessa condição e pode ser utilizado sem a necessidade de um acompanhamento clínico especializado, o que amplia muito o acesso de pessoas a esse tipo de cuidado”.

A previsão dos responsáveis pelo aplicativo Conemo é de que uma nova versão será disponibilizada nas lojas de aplicativos de celulares em três meses, tanto para uso da população em geral, quanto para uso de profissionais de saúde, de forma que o seu acesso seja ampliado a um público maior e possa auxiliar no tratamento de outras pessoas.

Mais informações: e-mail pmenezes@usp.br, com o pesquisador Paulo Menezes Rossi

Salveze-se: CVV, 57 anos!!!, CVV, Um Homem Chamado Ove, Care me!, Oito filmes que retratam o suicídio, Jardim da Empatia, 188, Algumas coisas podem esperar!, Por que setembro amarelo?!?, Dinamarca, combate depressão com vitamina de cultura

Elisa de Oliveira Flemer e o Homeschooling

Elisa de Oliveira Flemer, 17 anos, passou em engenharia civil na Universidade de São Paulo (USP), foi a quinta colocada, porêm por ter estudado no formato homeschooling, e não ter documentos que comprovasse sua formação no ensino médio, ela não pôde se matricular. EuEstudanteCorreio Braziliense

Elisa foi impedida de entrar na USP por realizar "homeschooling" - Arquivo Pessoal

Elisa, que mora em Sorocaba, interior de São Paulo, adotou o modelo de estudar em casa em 2018 e estuda cerca de seis horas por dia seguindo um método próprio. A estudante relata que optou pelo homeschooling quando estava no primeiro ano do ensino médio ao perceber que tinha facilidade em estudar sozinha e detalha que nessa época aprendia a matéria apenas lendo o conteúdo da apostila minutos antes da aula. Simone Machado – UOL

Desde que começou a estudar em casa, Elisa tem prestado vestibulares para testar seus conhecimentos. A estudante já foi aprovada duas vezes em uma faculdade particular, onde devido ao seu desempenho conseguiu bolsa integral, tirou 980 na redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) conquistou o 5º lugar no curso de engenharia civil da Escola Politécnica da USP, em 2020.

“Para matrícula nos cursos de graduação da USP, é necessária a apresentação do certificado de conclusão do ensino médio, já que ainda não existe regulamentação sobre o homeschooling no Brasil”.

Adepta do homeschooling, modalidade ainda não regulamentada no Brasil, Elisa passou na Universidade de São Paulo (USP) em engenharia civil, foi aprovada no Centro Universitário Facens e ficou na lista de espera de quatro universidades nos Estados Unidos. Ela conta em seu perfil no Instagram (@elisaflemer) que a luta na Justiça para obter o diploma do ensino médio e, finalmente, conseguir se matricular em alguma instituição, continua. WILMA ANTUNES – Jornal Cruzeiro do Sul

No homeschooling, o processo de aprendizagem é feito fora de uma escola. A criança ou adolescente não frequenta uma instituição de ensino, seja ela pública ou particular. As aulas são lecionadas  em casa pelos genitores ou por professores particulares contratados. São Paulo para Criancas

Na educação domiciliar, a família assume por inteiro a responsabilidade de educar a criança ou jovem, sem a participação de uma instituição de ensino. Isabela Moraes – politize

O ensino em casa não é nenhum tipo de prática inovadora ou algo que se começou a pensar apenas nos últimos anos. É uma prática muito antiga, já existente há séculos, comum a diversas comunidades. Antes do conceito de escola e escolarização, o ensino já era praticado entre mentores e mentorados. elos

O conceito de homeschooling é caracterizado pela proposta de ensino doméstico ou domiciliar. Sua proposta vem de encontro à frequência das crianças numa instituição, seja ela escola pública, privada ou cooperativa. A modalidade é legalizada em vários países, como Estados Unidos, Áustria, Bélgica, Canadá, Austrália, França, Noruega, Portugal, Rússia e Nova Zelândia, que exigem uma avaliação anual dos alunos. Meu artigo – Brasil Escola

Por outro lado, em países como a Alemanha e a Suécia, homeschooling é considerado crime e há casos de pais multados, presos e que perderam a custódia dos filhos. O cenário internacional aponta ainda cerca de 63 países onde a homeschooling não é proibida expressamente por lei. No Brasil, a modalidade de ensino não está prevista em lei e é caracterizada como prática não legalizada, previsto no artigo 246 do Código Penal e ocorre quando o pai, mãe ou responsável deixa de garantir a educação primária de seu filho.

Em função da imposição legal à matrícula dos filhos, o próprio Poder Público, inclusive o Ministério Público, pode compelir judicialmente a matrícula de menores de idade em instituições de ensino. Além disso, os pais podem ser processados criminalmente por não levarem os filhos à escola, pelo crime de abandono intelectual, tipificado no art. 246 do Código Penal Brasileiro.

Quem deixa de matricular crianças na escola no Brasil fere o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e a própria Constituição. Famílias que adotam a prática do homeschooling, estão sujeitas a ações de Conselhos Tutelares e de Ministérios Públicos pelo país.

Educação domiciliar

Entre 5 e 7 mil famílias já adotaram o homeschooling no Brasil, mesmo sua prática não sendo regulamentada. A Associação Nacional de Educação Domiciliar (ANED) é o órgão brasileiro responsável por levantar essa causa e incentivar a prática, dentro da legalidade, movimentando tanto pessoas quanto governo para que os debates acerca do assunto continuem existindo.

Atualmente, os empecilhos são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos. Vários tratados internacionais de direitos humanos assinalam que a família tem primazia na escolha da forma de educação a ser dada aos filhos.

A prática do homeschooling e unschooling têm como foco o ensino além da escola. Através de estudos domiciliares, sendo de responsabilidade dos pais ou professores tutores, o aluno se desenvolve a partir de metodologias e práticas de estudo próprias. Alguns argumentos de famílias que optam pelo ensino domiciliar dizem respeito a preferências religiosas, aos perigos da escola e a casos de bullying.

Os prós e os contras do homeschooling

Pode-se destacar alguns pontos negativos do homeschooling. Por exemplo, a falta de um controle de frequência e de conteúdo. Além da falta de convivência com pessoas variadas, com opiniões, religiões diferentes das pessoas da que compõem a família, podem ocasionar na criança problemas como não conseguir trabalhar em equipe no futuro e dificuldade de lidar com convicções diferentes.

É importante salientar que em episódios como violência doméstica e abuso sexual sofrido pelas crianças no ambiente familiar muitas vezes são identificados na escola, e no caso dos estudantes que os pais são adeptos ao homeschooling, os menores estão mais suscetíveis a estes tipos de crimes.

Em contrapartida, os que defendem a educação domiciliar acreditam que a criança em casa tem melhor aprendizado e melhores resultados em razão de fatores como a flexibilidade de horário, um planejamento individualizado de conteúdo, que possibilita focar nos problemas de aprendizagem específico que a criança possa apresentar e explorar seus potenciais e talentos.

Elize-se: Capitão Fantástico, INGLÊS COM MÚSICA, SENAI: 20 cursos online sem processo seletivo, Brincadeiras ao ar livre, Waldschule für kränkliche Kinder, Centro de Mídias SP, Cursos online e conteúdos gratuitos, FGV libera 55 cursos online gratuitos, Cursos acadêmicos online, Cursos online e gratuitos sobre agrofloresta, permacultura e ecodesign, Cursos na USP, Os Atores do Controle Social da Sociedade

Medical Hemp

A primeira autorização sanitária para venda de produto não medicamentoso a base de cannabis foi concedida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).  O produto se trata de um fitofármaco, com quantidade de THC de até 0,2%. Cannabis é o nome científico das plantas de maconha e o canabidiol é um elemento presente nessas plantas, que é utilizado em alguns tipos de medicamento. Jonas Valente – Repórter Agência Brasil

Quanto a medicamentos a base de cannabis, a Anvisa já havia autorizado o registro em 2016. O primeiro remédio registrado no Brasil foi o Mevatyl, indicado para o tratamento de adultos que tenham espasmos relacionados à esclerose múltipla.

Segundo a agência reguladora, a inclusão não altera as regras para importação de medicamentos com canabidiol ou outros extratos da maconha.

Fitofármaco derivado da Cannabis tem diversas aplicações terapêuticas e foi desenvolvido em parceria entre a USP e indústria farmacêutica do Paraná e custa R$ 2.143 com desconto, um fármaco de origem vegetal, sem indicação clínica pré-definida, significa que pode ser receitado para qualquer condição em que o CBD seja considerado potencialmente benéfico para o paciente.

Fabricado pelo laboratório Prati-Donaduzzi, no Paraná, o produto foi liberado para comercialização pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 22 de abril, e os primeiros lotes foram entregues ao mercado às vésperas do Dia das Mães, 10 de maio, já que a venda está condicionada à apresentação de receituário tipo B (azul), de numeração controlada, a exemplo do que já ocorre com calmantes, antidepressivos e outras substâncias psicoativas, que atuam sobre o sistema nervoso central. Cannabis & Saúde

O primeiro extrato de canabidiol desenvolvido no Brasil já chegou às farmácias do Brasil. O produto é a uma parceria entre indústria farmacêutica e cientistas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da Universidade de São Paulo (USP). A solução oral possui 20o mg/ml de CBD e está sendo vendida por R$ 2.143 um frasco de 30 ml mais a seringa dosadora. Este é o valor com desconto, já que o preço real do produto é de R$ 2.500.

Medhempze-se: Leite de Mamaconha, Vende-se Maconha, Doenças que podem ser tratadas com Canábis Medicinal, Fibra de “maconha” na produção têxtil, Canabidiol, o CBD, Ausonia Donato, entre outras., Onde estudar maconha medicinal?!?, Capital Cultural, Uma Noite de 12 Anos

Cursos online e conteúdos gratuitos

Nesse período de isolamento compulsório, empresas de streaming, livros digitais e instituições de ensino liberam acesso gratuito ao seu conteúdo durante a quarentena da COVID-19. Joy Macedo

Livros e notícias

  • AmazonLivros de graça para o Kindle. Títulos sobre sociologia, educação, psicologia, política, entre outros.
  • Jornais brasileiros: Ao menos 12 publicações brasileiras liberam conteúdo liberaram nos seus sites o acesso de não assinantes à reportagens sobre o novo Coronavírus. Folha (SP), O Estado de S.Paulo, Correio (BA), O Povo (CE), GaúchaZH (RS), O Correio do Povo (RS), Jornal do Comércio (RS), Gazeta do Povo (PR), NSC Total (SC), A Gazeta (ES) e O Popular (GO) fazem parte dos que derrubaram o paywall.

Filmes e séries

  • GloboPlay: Liberado por 30 dias para não assinantes.
  • Oi: Sinal aberto de diversos canais até o dia 28 de março para assinantes de todo o país. Incluindo canais como Nick, Nick Jr, E!, AXN, A&E, Lifetime, Cinemax, Sony, Telecine, Paramount.
  • Vivo: Canais liberados no Vivo Play, além de bônus de internet móvel por dois meses para clientes ativos de planos pós-pagos e controle, bem como na ativação e renovação da promoção Vivo Turbo no pré-pago.
  • Claro: Canais liberados de TV por assinatura e Wi-Fi público. Para ter acesso, basta assistir aos vídeos informativos do Ministério da Saúde sobre o Coronavírus.
  • Sky: Assinantes terão mais de 70 canais disponíveis por tempo indeterminado.
  • Spcine Play: Plataforma pública de streaming do Brasil. A curadoria exibe filmes das principais mostras e festivais de cinema de São Paulo, incluindo shows, espetáculos, palestras e performances. Conteúdo gratuito por 30 dias.

Para as crianças

  • Kinedu: App oferece mais de 1.800 atividades de desenvolvimento divertidas para crianças de 0 a 4 anos. O app está disponível para Android e iOS e o conteúdo está liberado até 15 de abril.

Cursos online gratuitos

  • Impacta TecnologiaO centro de ensino disponibilizou diversos cursos gratuitos, a lista vai desde os avançados como Big Data aos clássicos do dia a dia, em finanças, design, marketing e outros.  A experiência de aprendizado é similar a uma plataforma de streaming: a pessoa escolha o curso, a lista de favoritos, a certificação e outros detalhes em tempo real.
  • Harvard: 100 cursos online gratuitos em áreas como Arte e Design, Negócios e Gestão, Ciência da Computação, Governo, Leis e Política, entre outros.
  • Oxford University: Conteúdo gratuito de seus principais periódicos e recursos online para auxiliar pesquisadores, profissionais da medicina, gestores políticos e demais profissionais que trabalham na abordagem dessa emergência de saúde pública.
  • MIT:  Dentre os cursos gratuitos oferecidos pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) estão temas como Circuitos e eletrônica, Equações diferenciais, Arquitetura, Introdução a engenharia aerospacial, Introdução a aerodinâmica, Introdução a Ciência da Computação e Programação Usando Phyton, entre outros.
  • Notorium Play: Plataforma oferece cursos de direito gratuitos por 30 dias. Conteúdo inclui congressos online, aulas, documentários, mini cursos, entre outros.
  • Stoodi: Acesso gratuito às videoaulas e banco de exercícios durante 30 dias.
  • SENAI: O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial liberou 12 cursos online gratuitos com certificado. Áreas de TI, Finanças, Empreendedorismo e outros.
  • Udemy: Plataforma liberou 40 cursos online gratuitos da área de programação e tecnologia.
  • FGV: Fundação Getúlio Vargas liberou 55 cursos online gratuitos e com certificado. Dentre as áreas estão: Direito, Administração, Marketing, RH e outros.
  • Olhar de Cinema+: Para profissionais de audiovisual. Vídeos de Insights, Cineclube e Transmissão ao vivo gratuitas. tecmundo

A melhor saída é se adaptar à nova realidade e aproveitar as oportunidades que surgirem, é uma ótima maneira de usar o seu tempo e adquirir mais conhecimento. Juliana Morales – Guia do Estudante

Harvard

A famosa Universidade Harvard, nos Estados Unidos, liberou mais de 100 cursos gratuitos (totalmente em inglês) em sua plataforma online para diversas áreas. Entre elas, estão: Artes e Design, Ciências Sociais, História e Ciência Ambiental. Os cursos podem ser acessados diretamente no site da universidade.

Udemy

A rede abriu mais de 400 cursos gratuitos para quem deseja aprender técnicas básicas de informática. De Excel a aulas mais complexas, como programação para crianças com ferramenta do MIT. Confira os cursos no site da Udemy.

Senai

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) está com 12 cursos online gratuitos com certificação. Os temas são: Consumo Consciente de Energia, Desenho Arquitetônico, Educação Ambiental, Empreendedorismo, Finanças Pessoais, Fundamentos de Logística, Logística de Programação, Propriedade Intelectual, Segurança do Trabalho, Metrologia, Noções Básicas de Mecânica Automotiva e Tecnologia da Informação e Comunicação. Todos os cursos dão certificado aos alunos. Mais informações no site.

USP

Na plataforma Coursera, é possível achar 17 cursos online disponibilizados pela Universidade de São Paulo (USP). Marketing, ciência da computação, design, biologia são algumas das áreas de estudo. Para acessar os links, basta ir ao site do Coursera e pesquisar por “Universidade de São Paulo”.

LinkedIn

O LinkedIn liberou gratuitamente o conteúdo chamado “Trabalho Remoto: Colaboração, foco e produtividade”. São mais de 10 tópicos de estudo com professores, escritores e especialistas de diversas áreas, somando mais de 10 horas de curso. Para acessar o conteúdo, basta ir ao site do LinkedIn e escolher o tópico que você quer estudar.

IFRS

O Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) também disponibilizou diversos cursos online de diferentes áreas – a lista completa de opções está no site. Para escolher o curso e se inscrever, acesse o portal de cursos do IFRS.

Cursos de inglês

A Universidade Estadual Paulista (Unesp) oferece o curso de Escrita em Língua Inglesa através do Ensino a Distância, que pode ajudar na carreira do aluno. Conheça o curso clicando aqui.

A SEDA College, escola de idiomas localizada em Dublin, na Irlanda, também irá disponibilizar, gratuitamente, todo o conteúdo de sua plataforma de cursos, a SEDA College Online. São mais mais de 50 cursos em vídeo-aulas, ministrados por uma equipe de oito professores, e que atendem do nível básico ao avançado. Para acompanhar as aulas ao vivo, é preciso fazer uma inscrição até o dia 29 de março, pelo site.

Universalize-se: Universidades do mundoSilêncio, aulas?Memória aprimoradaLivro de JóGrafeno x tudoEu tenho DownEnem em Portugal?!?O ( Pi ) π e o ( Phi ) ΦUm mar de informações!!!Mapa mentalHumans

Fosfoetanolamina, a pílula do câncer?!?

Fosfoetanolamina é uma molécula encontrada no corpo humano que participa na formação das membranas celulares. Ela ajuda na sinalização de informações nas células. Um professor de química da USP (Universidade de São Paulo) de São Carlos desenvolveu um processo para sintetizar essa molécula em seu laboratório. A substância estava sendo distribuída a pacientes com câncer há vários anos. A.C.Camargo Cancer Center


É importante a mobilização e atenção dos pacientes às questões relacionadas à pesquisa e à aprovação de novos medicamentos no Brasil. Novos tratamentos promissores devem ser testados adequadamente antes de serem liberados para uso rotineiro.As alternativas naturais, como a homeopatia, e até as saídas espirituais, baseadas na fé de cada um, também podem ser excelentes opções para complementar o tratamento convencional. Além disso, você pode acompanhar os resultados dos estudos que vêm sendo feitos com a substância. Os relatórios estão disponíveis na internet. Saúde

O início dos testes em humanos, que será conduzido pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), na capital paulista, será possível já que a realização do estudo foi aprovada pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa, do Ministério da Saúde.

O Icesp recebeu da Fundação para o Remédio Popular (Furp), laboratório oficial da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, cápsulas suficientes da substância para realizar a pesquisa.

A sintetização da fosfoetanolamina foi feita pelo laboratório PDT Pharma. A Furp encapsulou a substância e entregou ao Icesp.

Em vista da necessidade de se observar o que dispõe a legislação federal (lei no 6.360, de 23/09/1976 e regulamentações) sobre drogas com a finalidade medicamentosa ou sanitária, medicamentos, insumos farmacêuticos e seus correlatos, foi editada em junho de 2014 a Portaria IQSC 1389/2014 (clique aqui para ver a Portaria), que determina que tais tipos de substâncias só poderão ser produzidas e distribuídas pelos pesquisadores do IQSC mediante a prévia apresentação das devidas licenças e registros expedidos pelos órgãos competentes determinados na legislação (Ministério da Saúde e ANVISA). Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da Universidade de São Paulo (USP)

A Portaria IQSC 1389/2014 não trata especificamente da fosfoetanolamina, mas sim de todas e quaisquer substâncias de caráter medicamentoso produzidas no IQSC. Essa Portaria apenas enfatiza a necessidade de cumprimento da legislação federal e não estabelece exigências ou condições adicionais àquelas já determinadas na lei.

Desde a edição da citada Portaria, o Grupo de Química Analítica e Tecnologia de Polímeros não apresentou as licenças e registros que permitam a produção da fosfoetanolamina para fins medicamentosos. Sendo assim, a distribuição dessa substância fere a legislação federal.

A Universidade Federal do Ceará (UFC) começou os primeiros testes da chamada “pílula do câncer” em seres humanos. Ao todos, 64 voluntários vão participar do experimento, realizado pela primeira vez no Brasil. GaúchaZH

Poetize-se: Adoro essa parte da anatomia femimina., Suco de limão e Bicarbonato, Doenças degenerativas, Limão: alcalino x ácido, Novembro Azul, Caju e Castanha, Projeto Divas, Outubro Rosa, Graviola, Sexo seguro!, vidacell®

Mapa do envenenamento de alimentos no Brasil

O atlas de envenenamento, um trabalho de geografia que mapeou o nível de envenenamento dos alimentos produzidos no Brasil, lançado em Berlim, Alemanha, país que sedia as maiores empresas agroquímicas do mundo: a Bayer/Monsanto (incorporada pelo grupo Bayer) e a Basf, que dominam a produção de toda a cadeia alimentar – sementes, fertilizantes e agrotóxicos.

Fotomontagem: Moisés Dorado

O atlas Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a União Europeia apresenta informação sobre o elevado índice de resíduos agrotóxicos permitidos em alimentos, na água potável, e que, potencialmente, contamina o solo, provoca doenças e mata pessoas. A obra, que já foi publicada no Brasil, é de autoria da geógrafa Larissa Mies Bombardi, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.O Brasil é campeão mundial no uso de pesticidas na agricultura, alternando a posição dependendo da ocasião apenas com os Estados Unidos. O feijão, a base da alimentação brasileira, tem um nível permitido de resíduo de malationa (inseticida) que é 400 vezes maior do que aquele permitido pela União Europeia; na água potável brasileira permite-se 5 mil vezes mais resíduo de glifosato (herbicida); na soja, 200 vezes mais resíduos de glifosato, de acordo com o estudo, que é rico em imagens, gráficos e infográficos. “E como se não bastasse o Brasil liderar este perverso ranking, tramita no Congresso nacional leis que flexibilizam as atuais regras para registro, produção, comercialização e utilização de agrotóxicos”, relata Larissa.

Segundo a geógrafa, as perdas não se limitam à contaminação de alimentos e dos cursos d’água. O atlas traz informações de que, depois de extensa exposição aos agrotóxicos, ocorrem também casos de mortes e suicídios associados ao contato ou à ingestão dessas substâncias.

Mapa de intoxicação por agrotóxicos de uso agrícola (2007-2014)
O atlas Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a União Europeia, em português, foi lançado no Brasil em 2017 e traz um conjunto de mais de 150 imagens entre mapas, gráficos e infográficos que abordam a realidade do uso de agrotóxicos no Brasil e os impactos diretos deste uso no País. A pesquisa que deu origem à publicação teve o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Jornal da USP


Geógrafa Larissa Bombardi, autora da pesquisa que deu origem ao atlas da Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil – Foto: Cecília Bastos / USP Imagens

Mais informações: Larissa Mies Bombardi, larissab@usp.br ou pelo telefone (11) 3091-3769. Atlas versão em português Atlas versão inglês.
Veja também: Veneno ecológico para matar ratos., Ana Primavesi, Engenheira agrônoma., Agrotóxicos da mesa nossa de cada dia., Brasil: o mercado internacional dos agrotóxicos, Pés no chão, Suíça, veneno aqui não!!!, Monsanto, Opção de escolha?, Pai (de quem) trocinio!, Você é o que você come., Bolsa ruralista, quer que desenhe?, Manual sobre os usos de plantas amazônicas, Manual de Apicultura em Pequena Escala

Eduardo Góes Neves

Eduardo Góes Neves, do MAE-USP, explica por que a floresta não deve ser vista apenas como produto da história natural, mas também do manejo exercido por milênios. Vídeo – Pesquisa Fapesp

A ocupação humana do que é hoje o território brasileiro antes da chegada dos europeus, a História Antiga do Brasil, onde os homens vivem há, pelo menos, 9 mil anos, sobre o Brasil Central e a Amazônia. TV Cultura
a coisa vai ficando cada vez mais clara: uma parte dessa biodiversidade da Amazônia foi formada por humanos, por uma interação entre humanos e não-humanos, plantas e animais, ao longo dos últimos 10, 12 mil anos. O que se percebe em populações tradicionais, não só indígenas, mas quilombolas também, e populações ribeirinhas, é o interesse em estimular a diversidade, experimentar plantas diferentes, plantar, colher, trazer para o quintal, ver para que serve, ver como funciona. NEXO JORNAL

Mude conceitos, você pode e deve: PHOTOSHOP CC 2018 E MAQUETE ELETRÔNICA 3DS MAX 2018 E VRAY: FREE, A CARTA DE DEUS À POPULAÇÃO DO BRASIL!, LUMINESCE™, DARWIN CADÊ VOCÊ?, LOGUN EDÉ, GHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!, HORA DO CÓDIGO, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, OLHA O CÉU, INSTANTLY AGELESS ™, ECO-GRAFITE, ANDROID 2016 – DESENVOLVIMENTO DE APPS (GRATUITO)

Editado via celular.

Darwin cadê você?

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DARWIN, Charles. A Origem das Espécies, no meio da seleção natural ou a luta pela existência na natureza, 1 vol., tradução do doutor Mesquita Paul.

Charles Darwin – A Origem das espécies

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A relação da sociedade brasileira com a teoria darwinista é marcada pelo desconhecimento, uma pesquisa concebida em dezembro de 2004 apresentou resultados preocupantes para os defensores do cientista inglês, 54%, acredita que o homem se desenvolveu ao longo de milhões de anos, mas que nada foi aleatório ou casual. Deus teria planejado e dirigido o processo. “Mídia e teoria da evolução hoje”, 5a São Paulo Research Conference. KIKA MANDALOUFAS – Jornal da USP

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Teologicamente, “Design Inteligente” (DI) é uma reedição de um conceito antigo, o argumento do “Deus dos buracos”, ao longo dos séculos combateram a idéia de chamar nossa ignorância de “Deus” como má teologia, visto que, pela visão bíblica, Deus sustenta e interage com a Criação continuamente, um Deus que precisaria constantemente “remendar” seu design original de tempos em tempos para que ele funcionasse não se parece com o Deus onipotente bíblico. Prof. Dr. Marcio Pie – GreenPixel

Observe mais: ZOOLUMINESCE™ CELLULAR REJUVENATION SERUMA casa dos outrosMAKOTA VALDINADARWIN CADÊ VOCÊ?EVOLUIMOS?COMENDO RECIFEQUEM MATOU O CARRO ELÉTRICO?NAARA BEAUTY DRINK!!!PLANKTON INVASIONÁrvores?; Quem é o povo?, Chora Darwin.EMVBE MY EYES APPINSTANTLY AGELESS ™CRIACIONISMO.ÍNDIO EDUCALIXO! EU?VIDACELL®, CAMPANHA RECOLHE ÓLEO DE FRITURA PARA FABRICAÇÃO DE BIODIESELVLIBRASEMDRIVE – O MOTOR IMPOSSÍVELRESERVE™,  Arveres somos nozes, A Revolta dos Macacos, Reign Over Me, Comida de tubarão, Via Láctea pelo navegador, Doenças degenerativas, Processo licitatório?

O que a história de dois superdotados revela sobre o Brasil

A experiência escolar de Dirceu era parecida com a de Giovanni: bagunça e dúvidas despropositadas o levaram a ser classificado como aluno-problema.

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Giovanni Ferreira Pinto e Dirceu Manuel de Andrade, aos 11 anos (Foto: Rogério Casimiro. ÉPOCA)

Eles foram colegas de classe. Um é pesquisador da USP, o outro está na cadeia. Suas vidas difíceis mostram como o país desperdiça seus talentos. FLÁVIA YURI OSHIMA

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Giovanni e Dirceu enfrentaram o escárnio da sociedade pedagoguística, que não suporta criança inteligente. Eles preferem as burrinhas (sim, existe criança burra, existe adolescente burro e acaba sendo adulto burro). Não sabiam trabalhar com aqueles dois. Indisciplinados? Ceticismo.net

A Associação Paulista para Altas Habilidades/Superdotação – APAHSD, é uma organização com a missão de promover políticas de atendimento, orientação, formação e sensibilização da sociedade sobre os direitos e necessidades de alto habilidosos ou superdotados.

 

Aposentadoria da Água

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“Nós [da construção civil] somos responsáveis pela metade dos materiais consumidos na sociedade”, afirma o professor Agopyan. Agência Universitária de Notícias

Conheça o consumo de água em algumas atividades:

Para se produzir 1 litro de cerveja utiliza-se de 5 a 25 litros de água.
Para se produzir 1 kg de cimento utiliza-se 35 litros de água.
Para se produzir 1 kg de aço utiliza-se de 300 a 600 litros de água.
Para se produzir 1 litro de álcool utiliza-se 2.700 litros de água.
Para se produzir 1 litro de leite utiliza-se de 2,5 a 5 litros de água.
Para se produzir 1 kg de estreptomicina utiliza-se 4 milhões litros de água.
Para abater 1 cabeça de gado utiliza-se 500 litros de água.
Para se fabricar 1 carro utiliza-se 35.000 litros de água.
Para se produzir 1 kg de forragem utiliza-se 1.100 litros de água.
Para se produzir 1 kg de arroz utiliza-se 4.500 litros de água.
Para se produzir 1 kg de algodão utiliza-se 10.000 litros de água.
Para lavar 1 metro de sarjeta utiliza-se 25 litros de água.
Para limpar 1 m² de um mercado utiliza-se 5 litros de água.
Para suprir o consumo de 1 criança na escola utiliza-se 100 litros de água/dia.
Para suprir o consumo de 1 paciente num hospital utiliza-se 450 litros de água/dia.
Na limpeza das mãos utiliza-se 5 litros de água.
Tomar uma ducha utiliza-se de 20 a 50 litros de água.
Na lavagem, manual, de pratos utiliza-se 20 litros de água.
Na lavagem, automatizada, de pratos utiliza-se 80 litros.
Na lavagem, automatizada, de roupas utiliza-se de 50 a 120 litros de água.
Para lavar 1 carro utiliza-se 90 litros de água.
(Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Paranaíba – AMVAP)

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Veja também: Por que falta água?, Águas de março, Caso Sério, Parabéns Nestlé, De onde você vem?, Catastrofe natural?, O mar de Aral virou areia., Ho’oponopono, Clima louco?, Symphony Of Destruction, Homem e o diabo, Robin Hulk, Exame com uma gota de sangue, Empoderamento dos recursos, RECICLE MAIS, PAGUE MENOS, Quem matou o carro elétrico?, Hora do Planeta, O que, de quem?, A história das coisas, Simulador Solar, Qual o volume ocupado por 1 trilhão de reais?, Manguetown, O Amaranto Inca Kiwicha invade plantações de soja transgênica da Monsanto nos Estados Unidos, A Revolta dos Macacos, Controle Social, Bicarbonato de Sódio e a Máquina de Lavar

Nada se cria, tudo se copia!

Cinco casos de fraude científica – incluindo plágio e fabricação de dados – foram divulgados nesta terça pela Fapesp, fundação pública que financia a pesquisa científica no Estado de São Paulo. Desde o lançamento do Código de Boas Práticas Científicas, em 2011, é a primeira vez que a instituição expõe conclusões de investigações. A medida é inédita no Brasil. Estadão

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“É importante que os recursos para pesquisa não caiam em mãos erradas. A divulgação dos nomes ajudará a coibir as violações de boas práticas”. (Sérgio Pena, um dos autores do guia Rigor e Integridade na
Condução da Pesquisa Científica, da Academia Brasileira de Ciências – ABC)

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O Brasil apareceu no mapa da fraude cientifica mundial pela primeira vez com o caso de Denis de Jesus Lima Guerrater por ter forjado onze artigos anulados pela Elsevier, maior editora científica do mundo, conforme publicou a revista Piauí, de 2011. (olhar direto)

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“Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”, Lei de Lavoisier. Sobrevivendo na Ciência

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Veja também: Umbrella Corporation, Mão Santa, Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, A máscara e algumas verdades, Turbina eólica caseira, Demãos dadas, A Ultima Ceia, Fusca híbrido, Free Energy, Veneno ecológico para matar ratos., Quem matou o carro elétrico?, Recadastramento Eleitoral Biométrico, Pegadinhas do Marco Civil da Internet, Sheherazade e a Secom, Ranking Mundial de Liberdade de Imprensa

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Urna eletrônica ou máquina de votação é a combinação de equipamentos mecânicos, eletromecânicos ou eletrônico (incluindo software, firmware e documentação necessária para controle do programa e apoiar equipamento), que é usado para definir escrutínios; expressos e contagem de votos; para relatar ou exibir resultados eleitorais; e para manter e produzir qualquer informação de trilha de auditoria. As primeiras máquinas de votação foram mecânicas, mas é cada vez mais comuns o uso de máquinas de votação eletrônicas. Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Veja também: Voto Nulo, Os sentidos da política – problemas e perspectivas, Vinte centavos, Anestesia mental., , De quem é o poder?, O Combate a Corrupção nas Prefeituras do Brasil, Candidato Caô Caô, A arte de ler., Por que estamos nas ruas, Mídia Ninja, O analfabeto político, Ai meu Deus!, Multa não, ciclovia!, Bolsa ruralista, quer que desenhe?

Mídia Ninja

ninja2-292x280Mídia NINJA (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação), é um coletivo de mídia formado em 2011, conhecida pelo ativismo sociopolítico, declarando ser uma alternativa à imprensa tradicional. As transmissões são em streaming em tempo real, pela internet, usando câmeras de celulares e uma unidade móvel montada em um carrinho de supermercado, com a estrutura descentralizada e uso das redes sociais, especialmente o Facebook, na divulgação de notícias. Wikipédia, a enciclopédia livre.

Veja também: A onda, Medo?, Pai (de quem) trocinio!, Globo terrestre virtual, Princípio do ou nãoPor que estamos nas ruas, V de Vingança, Água mata?, Arena, Portal da Transparência, Território, Carta de um policial nos protestos de São Paulo, Inicie um abaixo-assinado, Quem é o povo?

A arte de ler.

O Le Livros é criado e mantido por um grupo de estudantes residentes em Portugal, visa democratizar o acesso a leitura gratuita, e não tem portanto quaisquer fins lucrativos.

O blog Midia8 – que nasceu em 2007 e publica novidades do mundo da comunicação- compilou links de 285 títulos de livros digitais em português, inglês e espanhol para ler online ou fazer download Catraca Livre.

A USP tem um site que disponibiliza 3.000 livros para download. Ao entrar no http://www.brasiliana.usp.br o internauta encontra livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doada à universidade. Catraca Livre

Um vasto legado com videos, livros, conferências, palestras e entrevistas estão disponíveis para download gratuito no site Centro de Referência Paulo Freire, é possível interagir com a página e enviar outros materiais do educador para compartilhamento. Catraca Livre

Especializada em livros de horror, fantasia e suspense, a editora carioca Darkside disponibiliza livros digitais para os apreciadores de uma boa literatura sombria baixarem de graça, na íntegra. Catraca Livre

Publicado na Alemanha em 1812, a coletânea “Contos de Grimm” completa seu 200º aniversário em dezembro deste ano. Dividido em dois volumes, o livro dos irmãos Jacob e Wilhelm Grimm reúne 200 histórias. Faça o download gratuito de seis livros dos irmãos Grimm (em inglês).

A Universidade Estadual Paulista disponibiliza no portal “Cultura Acadêmica” cinquenta livros digitais inéditos para download gratuito.

O conteúdo vem das Bibliotecas Nacionais do Brasil, Chile, Colômbia, Panamá e Espanha, milhares de documentos que integram o acervo cultural proveniente da esfera ibero-americana. A Abinia (Associação de Bibliotecas Nacionais da Ibero-América) inauguraram o portal Biblioteca Digital del Patrimonio Iberoameicano.

O Catraca Livre fez uma lista com 15 sites nacionais e internacionais em que é possível baixar livros e ler online gratuitamente.

Veja também: Piada sem sabor!, Batman – O Livro dos mortos, Universidades do mundo, O Combate a Corrupção nas Prefeituras do Brasil, Olimpíadas, O analfabeto político, E qual é o melhor amigo do homem?, Assédio moral (bullying, manipulação perversa, terrorismo psicológico)., O MISTÉRIO DO DISCO SUBMERSO NO BÁLTICO, Feliz dia do índio!!!, Piada sem sabor!