Tesla sem bateria bloqueia estacionamento de shopping por 3 horas

Um carro elétrico da Tesla ficou sem bateria na rampa do estacionamento do maior shopping center da Grã-Bretanha. O acesso, que é o único ao local, ficou bloqueado por 3 horas, provocando a ira dos outros motoristas que estavam logo atrás: a eles, não restou outra alternativa senão esperar. AutoPapo

O incidente ocorreu no shopping Westfield, em Londres. Como os funcionários do centro de compras não conseguiram mover o Tesla sem bateria, a única solução foi orientar os veículos que estavam atrás dele a voltarem de ré. O “detalhe” é que o estacionamento tem nada menos do que cinco andares.

No fim das contas, o veículo só foi removido após a chegada de uma equipe de assistência da própria Tesla. Os motoristas que estavam no local reclamaram sobre a demora nas redes sociais. Um deles, porém, lembrou que a autonomia dos carros da Tesla já supera os 600 km, culpando o proprietário do veículo que ficou sem bateria.

Rebocar um carro elétrico pode ser uma tarefa bem difícil. É que nem todos os modelos têm ponto morto. Pois é: como, nesses veículos, o motor proporciona torque imediato, os câmbios geralmente têm apenas uma marcha à frente e outra à ré. Isso sem falar nos mecanismos de recuperação de energia cinética associados ao conjunto mecânico.

Além do mais, também não é possível fazer um enxerto convencional na bateria, procedimento popularmente conhecido como “chupeta”. Nesse caso, o problema é a tensão de 12V dos carros convencionais é baixa demais para um similar elétrico.

Um Tesla da polícia ficou sem carga nas baterias em meio de uma perseguição em San Francisco, na Califórnia. Durante a perseguição, o veículo policial teve de parar e pedir reforços devido ao imprevisto. Contudo, o fugitivo conseguiu escapar. BRUNO IGNACIO DE LIMAOFICINA DA NET

O suspeito era perseguido pela polícia de Fremont no seu Tesla Model S. O agente em questão, Jesse Hartman, foi surpreendido pelo aviso quando já só faltavam cerca de seis milhas para esgotar as baterias.

A adoção do Tesla Model S pela polícia de Fremont faz parte de um projeto piloto para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa pelas entidades públicas, e até então essa frota é a única nos EUA com um veículo da empresa de Elon Musk.

Sze: 900.000 km de elétrico, Bateria cilíndrica de íons de lítio de alta capacidade para carros elétricos, Brasil lança bateria à base de nióbio com tecnologia que recarrega carros elétricos em até 6 minutos, Brasil produz painel solar orgânico

Novos negócios com potencial de ganhos milionários

Estamos falando de novos negócios com potencial de ganhos milionários. Em alguns casos, bilionários. Saiba que na semana passada a GM divulgou aos investidores seu planejamento estratégico para a próxima década, no qual assumiu que seus veículos conectados e novos negócios vão gerar mais de US$ 80 bilhões por ano em 2030.

Autopapo apresenta alguns dos empreendimentos que vão se popularizar em breve entre as principais marcas de veículos e não se surpreenda por não encontrar na lista a modalidade de carro por assinatura, já uma realidade no Brasil, onde quase uma dezena de marcas oferece essa modalidade.

1. Direção autônoma

A GM já disse que pretende faturar US$ 50 bilhões anuais em 2030 com sua empresa Cruise. Começará oferecendo a partir de 2023 um novo recurso para seus carros (poderá vir de fábrica ou ser adquirido após a compra) que vai permitir ao motorista tirar as mãos do volante em 95% das condições de uso em cidade ou estrada – deve, assim, superar o tão aclamado Autopilot, da Tesla.

O próximo passo é entregar em menos de 10 anos até 1 milhão de unidades do veículo Origin, que vai transportar passageiros pelas cidades sem usar motorista. O custo da viagem cairia dos atuais US$ 5 por milha em carros de aplicativo para US$ 1,50.

A Ford planeja colocar 1.000 carros autônomos para rodar em várias cidades americanas nos próximos cinco anos em parceria com a Argo AI, a mesma startup que também vai ajudar a Volkswagen a construir seu negócio de autônomos.

Esse é um segmento que envolve investimentos tão gigantescos, riscos tão grandes e uma expertise tão complexa que até empresas que atuam em transporte de passageiros ou compartilhamento de carros estão caindo fora.

No fim do ano passado, a Uber vendeu sua divisão interna de direção autônoma para a startup Aurora, que já fechou parcerias com Toyota e Hyundai. Em abril, foi a vez da Lyft, que repassou o mesmo departamento para uma subsidiária da Toyota por US$ 500 milhões.

2. Softwares e personalizações do veículo 

A Volkswagen inaugurou em setembro seu serviço de atualização à distância para os elétricos ID.3 e ID.4 – modelos que devem ser lançados no Brasil nos próximos anos – e que mais tarde será estendido aos novos modelos da marca.

Além de permitir corrigir automaticamente problemas no carro ou baixar novas versões dos sistemas eletrônicos que gerenciam o veículo, a inovação abre caminho para serviços que serão pagos à parte ou até mesmo em forma assinatura recorrente. Será possível desbloquear recursos pré-instalados e solicitar recursos adicionais, de aquecimento dos bancos a sistemas de navegação.

A marca alemã não esconde que espera que esse serviço se torne um negócio altamente lucrativo dentro de alguns anos, inspirado no trabalho pioneiro da Tesla, que há anos disponibiliza nos seus veículos itens como aumento da autonomia da bateria ou um pacote avançado do Autopilot, um opcional que já custou US$ 8 mil para ser baixado.

A GM já deixou claro que vai estrear em 2023 sua plataforma de software veicular chamada Ultifi, faz parte de uma estratégia “para aumentar a receita além das vendas de veículos”, já que o motorista poderá assinar serviços de streaming, baixar personalizações do veículo – que poderão ser transferidas de um carro para o outro, como fazemos hoje quando trocamos de celular – e até comprar aplicativos de terceiros, que deixarão uma porcentagem dessa venda no bolso da GM e que atenderá tanto automóveis a combustão quanto elétricos.

3. Seguro sob medida

A OnStar Insurance da GM, promete revolucionar esse setor com um formato inovador.

A nova seguradora vai possibilitar ao proprietário comprar o seguro diretamente da montadora por valores mais baixos, desde que ele dirija com segurança. O segredo estaria num sistema que analisa à distância o comportamento do motorista para elaborar uma apólice personalizada.

A Tesla já fazia isso antes, mas o seu é do tipo convencional, disponível só no da Califórnia e apenas para seus próprios veículos. A OnStar Insurance vai mais longe, pois oferece seu seguro a veículos de qualquer marca, inclusive caminhões.

4. Postos de recarga

Na medida em que mais carros elétricos chegam às ruas, mais pontos de recarga são necessários, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. Uma parte dessa infraestrutura está sendo criada pelos governos locais, enquanto a outra está a cargo da iniciativa privada. É aí que entram as montadoras, que já perceberam que esse pode se tornar um novo negócio.

A Tesla já é dona da Supercharger, uma rede que foi criada em 2012 e hoje conta com mais de 25 mil carregadores em mais de 2,7 mil estações próprias espalhadas pelo mundo. No momento, todas são exclusivas para os automóveis da marca, mas isso está para mudar.

A Volkswagen também atua nessa área, mas escolheu um modelo um pouco diferente. Como compensação pelo escândalo do Dieselgate, a companhia montou em 2017 a subsidiária Electrify America. É uma rede com cerca de 600 estações e 2,6 mil pontos de recarga que formam uma rota rodoviária que atravessa o país de Leste a Oeste e, ao contrário da Tesla Supercharger, é aberta a veículos de qualquer marca.

Massacre de Nanquim, e/ou O Estupro de Nanquim

Ao longo de um extenso histórico de guerras, invasões e acontecimentos bárbaros nos quais ambas as nações se envolveram, a revolta do povo chinês é com o fato de que os japoneses preferiram fechar os olhos para tudo o que fizeram, chegando a passar uma borracha, queimar e atenuar os eventos de seus livros históricos só para preservarem a imagem que gostariam de apresentar para o mundo e para as gerações futuras. JULIO CEZAR DE ARAUJO – MegaCurioso

Soldados japoneses durante a guerra em foto colorizada – Wikimedia Commons

Em 1937, o conflito entre soldados japoneses e chineses num dos acontecimentos denominado como O Incidente na Ponte de Marco Polo, foi o pretexto necessário para que o Japão colocasse em prática os seus projetos expansionistas. Valendo-se do estado de vulnerabilidade em que a China estava por conta da guerra civil das forças nacionalistas, o império do Sol Nascente deu início a uma invasão agressiva e em larga escala que foi fulminante.

No dia seguinte, em 13 de dezembro de 1937, o Exército Imperial Japonês, sob as ordens do general Asaka Yasuhiko, invadiu Nanquim e começou a matar todos no caminho, independente de idade e gênero. Foram seis semanas de massacre sistemático, o que incluía torturas e estupros de adolescentes e mulheres.

As atrocidades cometidas foram registradas em documentos oficiais e narradas pelos sobreviventes. Há relatos de chineses sendo enterrados vivos ou decapitados em praça pública.

Haviam competições bárbaras de homicídio entre os guerrilheiros, como a exposta pelo Japan Adviser, que confirmou que os suboficiais Mukai e Noda, apostavam qual deles alcançaria a primeira centena de cabeças decepadas em apenas um dia de massacre. Um deles atingiu a margem de 106 e o outro de 105. Todas as vítimas eram civis.

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, entidades chinesas e coreanas vêm exigindo que o Japão reconheça e peça desculpas formais pelos crimes de guerra cometidos durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa (1937-1945). PAULA LEPINSKIUol

No documentário Nanking (2007), um sobrevivente conta como viu a sua mãe ser morta a facadas e o seu irmão, apenas um bebê, atravessado por uma baioneta e atirado em um canto de sua casa. Outra sobrevivente narra como mulheres eram recrutadas para servirem como mulheres de conforto – as escravas sexuais que os japoneses dizem não terem existido.

O maior símbolo dessa ambiguidade é o Santuário Yasukuni, celebrando os militares mortos no país desde 1868. Lá militares japoneses condenados por crimes contra a Humanidade continuam a ser celebrados como heróis, recebendo ocasionais visitas de autoridades do Estado.

Na visão oficial da época do Império – e de nacionalistas ainda hoje – os japoneses eram os libertadores da Ásia contra imperialistas ocidentais. Seu exército se inspirava na tradição do bushido, o código de conduta dos samurais, pelo qual a brutal infâmia do Massacre e do estupro seria inaceitável.

Celebração da vitória / Crédito: Wikimedia Common

E a memória seletiva é quase oficial. No aniversário do fim da Segunda Guerra, em 2015, o presidente Shinzo Abe manifestou profundo remorso pelas ações do país. Mas, frustrando aos que exigem uma reparação mais formal, disse que não caberia às próximas gerações estarem predestinadas a se desculparem eternamente.

O MASSACRE DE NANKIM – Avesso da História. POLIS CONSULTORIA

Existem fatos históricos que os livros não contam, mas o AVESSO DA HISTÓRIA esta aqui para contar:

O Massacre de Nanquim, foi um episódio de assassinato em massa cometidos por tropas do Império do Japão contra a cidade de Nanquim, na China, durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa, na Segunda Guerra Mundial.

Após décadas de protestos, os chineses parecem dispostos a perdoar – ou esquecer. O silêncio do Presidente foi acompanhado por uma declaração de Yu Zhengsheng, Presidente da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês – um cargo decorativo, mas prestigiado.

Ele afirmou que os dois países deveriam investir em uma “cooperação pacífica e amigável” e “transmitir amizade para as próximas gerações”.

Uma vez um dos centros industriais mais prósperos e crescentes de toda a China, Nanquim levou décadas para se recuperar da destruição física causada pelos japoneses, enquanto socialmente jamais se reergueu. Por volta de 300 mil chineses foram brutalmente exterminados pelas tropas, entre soldados e civis. E, apesar de tudo, até hoje o Japão dá a outra face diante os eventos, alegando que os números e os fatos foram manipulados ou aumentados, sendo que nunca mostraram ao mundo a maioria de seus documentos da guerra.

Nanquize-se: Esquecimento, Google Street View Olímpiadas Japan e others app, Society 5.0, Extintion by Japan, A China será a nova dona de Hollywood, China e 11 milhões de plásticos, Doria visita sede da BYD na China e reforça que São Paulo terá 60 ônibus elétricos ainda este ano

Industria da multa

Todos os anos centenas de pessoas perdem a vida no trânsito só na cidade de São Paulo. No ano de 2019, 758 vidas foram perdidas, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Entre 2010 e 2019, mais de 10 mil pessoas foram vítimas de ocorrências fatais. Kelly Fernandes – UOL

É o uso disseminado da frase:

– A “Indústria da multa”. (que confio não ser absolutamente correta). ACésar Veiga – PORTAL DO TRÂNSITO

Recentemente estava lendo um artigo na internet afirmando que a maioria dos motoristas acredita na existência de uma indústria da multa de trânsito no país.

Agora, qual o motivo dessa crença?

Muitas pessoas, nesse estudo feito pela Confederação Nacional do Transporte, indica que as multas servem apenas para arrecadas e não para educar, e um exemplo disso seriam os vários radares instalados pelo nosso país.

Independentemente dessa crença, devemos observar o real intuito de uma infração de trânsito: evitar que um motorista coloque em risco as demais pessoas que fazem uso da via para ir ao trabalho ou para passear, através ações erradas, por exemplo, dirigir além da velocidade permitida ou dirigir sob a influência de álcool. Guilherme Jacobi – JusBrasil

O coordenador-geral de Operações Rodoviárias do Dnit, Romeu Scheibe Neto, respondeu, no entanto, que a cobrança é feita por faixa monitorada. “Se nós instalarmos lá e o equipamento não aplicar uma penalidade e é o que a gente mais deseja eu pago pelo serviço prestado. Um equipamento que registra um milhão de autuações e um equipamento que não registra absolutamente nenhuma, o custo por aquela faixa monitorada é o mesmo”, explicou. Agência Transporta Brasil

Outra  vinculação popularesca, ao grito da torcida, é que o objetivo é arrecadar, que os agentes possuem cotas a serem atingidas, entre outras falácias. Ora, o salário percebido pelo agente não se altera pelo volume da autuações que realiza, portanto sem qualquer procedência essa ilação.  A lei diz claramente no Art. 280 que ocorrendo infração será lavrada autuação, portanto deixar de fazer isso é prevaricar. Tarso Cabral Violin

Consciente da quantidade enorme de condutores, que desrespeitam as normas de trânsito – tanto nas vias públicas como nas estradas, rotulo esta rebelião de legítima e autêntica “crendice popular”.

Ao lado da epidemia de mortes no trânsito avançam também discursos que vinculam o controle de velocidades e responsabilização por comportamentos de risco com a intenção de construir um vilão a ser combatido, que supostamente estaria tirando o “prazer de dirigir”. Seria a chamada “indústria da multa”. Kelly Fernandes

Esse “vilão” ganhou para os governantes a mesma importância que a pandemia que já tirou a vida de mais de 100 mil pessoas, visto o espaço que o Projeto de Lei 3.267/2019 ocupou na pauta da Câmara dos Deputados.

Em muitos países, sistemas de pontuação mais rígidos reduziram os números de mortes e lesões no trânsito. No entanto, como números e evidências científicas muitas vezes não conseguem sozinhos dar conta da dimensão da perda de uma vida, trago aqui trechos do relato de Sérgio Lima em uma aula ministrada na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Por fim, é importante perguntar a quem serve a narrativa que transforma fiscalização em “indústria da multa” e comportamento de risco no trânsito em “prazer de dirigir”? Talvez te ajude a construir essa resposta saber que dados do Painel Mobilidade Segura, da Prefeitura de São Paulo, mostram que mais de 74% dos veículos não têm multa.

– De que maneira o “agente fiscalizador” pode alterar o valor da velocidade que aparece digitalmente – após focalizar seu veículo -, no equipamento denominado “radar”? (também sabemos que eles devem ser constantemente aferidos)

– Que procedimento o “agente fiscalizador” usaria para trocar uma placa de sinalização na via, onde se identifica “permitido estacionar” para “proibido estacionar”, em instantes, enquanto você vai à farmácia, por exemplo?

Mas você utiliza aquelas desculpas do “tempo do ginásio”:

– A placa não estava aí!

– Não vi!

– Não sabia!

– Foi só por um tempinho!…e outras asneiras.

– E os equipamentos chamados de “pardais” – que fornecem a “foto” do seu carro?

…será que sempre indicarão valor de velocidade diferente da que o veículo realmente estava? (seria fácil demais para ser verdade)

– E ao receber “autuação” por não cumprir as normas de trânsito?

…são todas injustas? (se a resposta for afirmativa cabe “recurso”, pois é dever do cidadão denunciar a injustiça em toda parte. Você sabia?)

Nós humanos, não somos muito diferentes uns dos outros.

Somos no trânsito, o que somos no íntimo!

E aqui cabe o aspecto da índole, do sentimento, da maneira de pensar, e por fim…das atitudes.

Levamos para “rua” o que está dentro de nós, e não há como mascarar…

Consequentemente o objetivo de alguns “pousa” no campo de “levar vantagens”, e jamais o de “arcar com os seus delitos”.

A “imprudência”, seguramente reina como a principal causa dos denominados “acidentes” de trânsito, e o alerta mundial – que a tempos disparou –, é que ou abrimos os olhos ou acabaremos mortos…

O “imprudente” sempre é perigoso para uma sociedade mesmo que viva recluso em um lugarejo isolado.

Singularmente detenho oposição ao termo “acidente”, pois a palavra tende a “mascarar” os reais motivos envolvidos. (são como derrapagens inoportunas)

Considero “acidente” um acontecimento inesperado, sempre indesejável e que ocorre de modo não intencional…provocando danos pessoais, materiais e financeiros. (onde a NEGLIGÊNCIA jamais está presente)

No “acidente”, não há responsáveis porque o acontecimento foi imprevisível, ou até muito pouco provável.

Acidente é…o seu veículo ser atingido por um raio no meio da “via”, incendiar e você morrer tostado.

Acidente é…ocorre alguma falha mecânica involuntária e há colisão com outro veículo.

Acidente é…o motorista do coletivo – com “recomendada” saúde – conduzindo o veículo sofre um “infarto”, e assim desgovernado ocasiona atropelamentos…

NO “ACIDENTE” VOCÊ NÃO INTERFERE INTENCIONALMENTE NO EVENTO!

Estar com pressa, bebidas alcoólicas junto à condução de veículos, achar que a via pública é de sua exclusividade, o excesso de confiança do condutor em si mesma e na potência do motor do veículo, e as ações equivocadas dos condutores são as variáveis perfeitas para a composição da fórmula de colisões e mortes no trânsito.

É ingenuidade, e desconhecimento, acreditar que seja fácil a tarefa de combater as causas das imprudências.

Pois bem, se diz o mesmo das campanhas de conscientização para a mobilidade urbana.

Sozinhas elas não trazem resultados imediatos.

Estou falando das instalações de fiscalização eletrônicas, dos radares, das lombadas umas próximas a outras, das blitze, dos agentes de trânsito fiscalizando etc.

E qual o motivo desse batalhão de zeladores?

– Penso que é para ajudar aqueles que não sabem conviver em sociedade. (os denominados “eremitas urbanos”)

Agora pensem comigo…

Quando uma criança faz algo de errado, qual a obrigação dos responsáveis por ela?

– Sim, é corrigir; pois isto é parte importante na “Educação”.

De que maneira?

– Fornecendo alternativas para que “ela” compreenda o que é possível, e o que não é aconselhável.

Então, para um adulto que comete irregularidades, ao contrário de colocá-lo de castigo no quarto, (pois só isto não funcionaria)…em troca, você subtrai aquilo que “ele” aprecia.

Na criança sabemos que é a restrição no uso do “aparelho eletrônico”, e no adulto – sem muito tempo a perder – é…o citado “mexer no bolso”. (Particularmente acho esse termo “inexato” e “ignorante”)

Básico, simples e de eficácia enorme…só que tristonho.

Consequentemente, se o “imprudente” não deseja perder o que faz feliz, resta comportar-se bem.

Lembra o motivo pelo qual o professor na escola cuida a “avaliação” usando óculos escuros?

– Recordou?

Sim, é patético, mas necessário…ou você diria que igualmente existe a “Indústria do não deixar colar” nas Escolas, da qual a matéria prima todos sabemos é o aluno desonesto?

OBS: Cabe complementar que nenhuma indústria funciona sem “matéria prima”.

Nesse sentido, a melhor forma de combater a indústria da multa é utilizarmos as vias de acordo com as regras estabelecidas em nossa legislação de trânsito, tendo em vista a segurança coletiva, ainda que haja vários radares instalados na sua cidade.

Multeze-se: Multa Moral, Industria da multa???, No lugar da multa, um sorriso!, Multa não, ciclovia!, Franck Caprio, Momentos Satisfatórios Em Que O Karma Recompensou Pessoas Boas

Fusca Porsche é um dos mais caros do Brasil

Parece que a ligação do André com o VW Fusca já estava marcada desde o seu nascimento, pois a porta do quarto da maternidade estava decorada com o Fusca abaixo, e o melhor da história é que ele nasceu no dia 20 de janeiro — que depois viria a ser o Dia Nacional do Fusca! Alexander GromowFalando de Fusca & Afins

Entre 1976 e 1990, as importações estavam fechadas no Brasil. Em outras palavras isso quer dizer que nada poderia ser trazido de fora seja para indústria automobilística ou outros setores. Renato Bellote – iCarros

Por conta da proibição, esse período é considerado um dos mais criativos em termos de veículos fora de série. Utilizando a plataforma Volkswagen do Fusca ou da Brasília, criadores pensaram em projetos bem diferentes e até mesmo bastante ousados pra época.

Fusca Cintra reproduz visual do Porsche 959 e só 3 exemplares foram feitos; pioneiro foi restaurado e teve proposta de R$ 300 mil - Arquivo pessoal

André Cintra, um estudante paulista de 15 anos, em 1988 teve a ideia de colocar o visual arrojado do Porsche em um Fusca. Quatro anos depois, nascia o Fusca “959 Cintra”, que foi manchete de revistas especializadas da época. Alessandro Reis – UOL

Primeiro Fusca Cintra produzido foi restaurado e hoje está com colecionador anônimo de Balneário Camboriú (SC) - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Os três exemplares, todos produzidos artesanalmente no início dos anos 1990, estavam sumidos nos últimos anos e foram resgatados em 2020. Hoje pertencem a um colecionador anônimo de Santa Catarina e são bastante valiosos.

Interior do Fusca 959 Cintra pioneiro; carro traz motor 1.8 a ar sobrealimentado com turbo - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Quem conta a história é o caçador de carros antigos Rodrigo Ziliani, o Bilinha, que “salvou” os Fuscas e os repassou a esse colecionador. Cada carro, conta ele, foi achado em local diferente de São Paulo. Todos em estado de abandono.

No ano passado, 2020, o André foi informado que os três carros que ele montou originalmente foram encontrados. Isto foi o resultado do diligente trabalho do Rodrigo “Bilinha”.

Além disso, Rodrigo irá construir outros três Cintras em parceria com seu criador. Hoje com 48 anos, André Cintra revela que ainda tem os moldes originais para produzir as peças de fibra de vidro.

Os moldes foram feitos sobre o Fusca modelado, com os moldes prontos seguiu-se o penoso trabalho de “desmoldar” o Fusca retirando todo o poliuretano expandido e a massa plástica, para depois aplicar as peças em fibra de vidro formando o ‘CINTRA 959’.

O trabalho de confecção dos moldes foi muito bem feito já que eles se mantiveram preservados até os dias de hoje e foram usados na confecção de um quarto carro como veremos abaixo:

Resgate dos três carros originais reacendeu a vontade de produzir mais veículos, como este de corrida - Julio D'Paula/PhotoPress - Julio D'Paula/PhotoPress

Daí veio a a amizade com Ziliani e a ideia de dobrar a produção original do Fusca 959 Cintra. Os três novos veículos serão para uso pessoal, pontua o arquiteto, Cintra.

André conta que o primeiro carro da nova safra acabou de ser concluído e é de corrida, pois só pode ser usado em circuitos fechados.

Esboços da transformação que resultaria no Fusca 959, feitos por André Cintra há cerca de 30 anos - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

A fabricação dos carros número cinco e seis já começou em um galpão de Tupi Paulista com as participações de Bilinha e Plínio Cintra – primo de André que cedeu o chassi para a produção do Fusca Cintra número 4, o de competição – equipado com motor AP 1.6 injetado de 130 cv.

Cartaz do curso que André fez com o designer Anísio Campos, de quem se tornaria discípulo e amigo - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

André Durgante Da Cunha Cintra relata que os primeiros esboços do Fusca 959 nasceram em 1988, durante o curso 1ª Oficina de Design de Automóveis. Os professores foram os designers Fernando Stickel e Anisio Campos – desenhista de clássicos nacionais como Puma GT e Kadron Tropi, considerado o primeiro buggy brasileiro.

Um estudo usando “overlay” em papel vegetal do desenho da lateral de um Fusca de maneira a poder visualizar as partes que seriam modificadas com apliques em fibra de vidro.

Os desenhos que Cintra apresentou ao Anísio Campos no contexto da 1º Oficina de Design de Automóveis e que deram início aos acontecimentos que levaram à confecção dos ‘CINTRA 959’, eles datam de julho de 1988! Verdadeiras raridades.

Cintra recorda que projeto exigiu criatividade; faróis do Porsche original valiam mais do que Fusca 'doador' - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Apresentação do Fusca Cintra foi realizada em meados de 1992, no mesmo local onde André fez o curso. O Fusca 959 Cintra pioneiro traz motor 1.8 a ar sobrealimentado com turbo e faróis do Porsche original valiam mais do que Fusca ‘doador’.

O ‘CINTRA 959’ participou de vários eventos como o 5º Encontro Nacional do Fusca realizado em Interlagos no dia 17 de janeiro de 1993 pelo Fusca Clube do Brasil que eu presidia. Neste evento ele foi distinguido com o prêmio de “Fusca mais excêntrico” ganhando uma placa comemorativa.

Fusze-se: Porsche, Fusca: a volta dos que não foram., Blue Bug, Fusca de Lego, A última despedida do Fusca!?!, Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico, DIA NACIONAL DO FUSCA, PARABÉNS!!!, FUSCA ACELERADOS, FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS, GURGEL MOTORES: O LEGADO

Elisa de Oliveira Flemer e o Homeschooling

Elisa de Oliveira Flemer, 17 anos, passou em engenharia civil na Universidade de São Paulo (USP), foi a quinta colocada, porêm por ter estudado no formato homeschooling, e não ter documentos que comprovasse sua formação no ensino médio, ela não pôde se matricular. EuEstudanteCorreio Braziliense

Elisa foi impedida de entrar na USP por realizar "homeschooling" - Arquivo Pessoal

Elisa, que mora em Sorocaba, interior de São Paulo, adotou o modelo de estudar em casa em 2018 e estuda cerca de seis horas por dia seguindo um método próprio. A estudante relata que optou pelo homeschooling quando estava no primeiro ano do ensino médio ao perceber que tinha facilidade em estudar sozinha e detalha que nessa época aprendia a matéria apenas lendo o conteúdo da apostila minutos antes da aula. Simone Machado – UOL

Desde que começou a estudar em casa, Elisa tem prestado vestibulares para testar seus conhecimentos. A estudante já foi aprovada duas vezes em uma faculdade particular, onde devido ao seu desempenho conseguiu bolsa integral, tirou 980 na redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) conquistou o 5º lugar no curso de engenharia civil da Escola Politécnica da USP, em 2020.

“Para matrícula nos cursos de graduação da USP, é necessária a apresentação do certificado de conclusão do ensino médio, já que ainda não existe regulamentação sobre o homeschooling no Brasil”.

Adepta do homeschooling, modalidade ainda não regulamentada no Brasil, Elisa passou na Universidade de São Paulo (USP) em engenharia civil, foi aprovada no Centro Universitário Facens e ficou na lista de espera de quatro universidades nos Estados Unidos. Ela conta em seu perfil no Instagram (@elisaflemer) que a luta na Justiça para obter o diploma do ensino médio e, finalmente, conseguir se matricular em alguma instituição, continua. WILMA ANTUNES – Jornal Cruzeiro do Sul

No homeschooling, o processo de aprendizagem é feito fora de uma escola. A criança ou adolescente não frequenta uma instituição de ensino, seja ela pública ou particular. As aulas são lecionadas  em casa pelos genitores ou por professores particulares contratados. São Paulo para Criancas

Na educação domiciliar, a família assume por inteiro a responsabilidade de educar a criança ou jovem, sem a participação de uma instituição de ensino. Isabela Moraes – politize

O ensino em casa não é nenhum tipo de prática inovadora ou algo que se começou a pensar apenas nos últimos anos. É uma prática muito antiga, já existente há séculos, comum a diversas comunidades. Antes do conceito de escola e escolarização, o ensino já era praticado entre mentores e mentorados. elos

O conceito de homeschooling é caracterizado pela proposta de ensino doméstico ou domiciliar. Sua proposta vem de encontro à frequência das crianças numa instituição, seja ela escola pública, privada ou cooperativa. A modalidade é legalizada em vários países, como Estados Unidos, Áustria, Bélgica, Canadá, Austrália, França, Noruega, Portugal, Rússia e Nova Zelândia, que exigem uma avaliação anual dos alunos. Meu artigo – Brasil Escola

Por outro lado, em países como a Alemanha e a Suécia, homeschooling é considerado crime e há casos de pais multados, presos e que perderam a custódia dos filhos. O cenário internacional aponta ainda cerca de 63 países onde a homeschooling não é proibida expressamente por lei. No Brasil, a modalidade de ensino não está prevista em lei e é caracterizada como prática não legalizada, previsto no artigo 246 do Código Penal e ocorre quando o pai, mãe ou responsável deixa de garantir a educação primária de seu filho.

Em função da imposição legal à matrícula dos filhos, o próprio Poder Público, inclusive o Ministério Público, pode compelir judicialmente a matrícula de menores de idade em instituições de ensino. Além disso, os pais podem ser processados criminalmente por não levarem os filhos à escola, pelo crime de abandono intelectual, tipificado no art. 246 do Código Penal Brasileiro.

Quem deixa de matricular crianças na escola no Brasil fere o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e a própria Constituição. Famílias que adotam a prática do homeschooling, estão sujeitas a ações de Conselhos Tutelares e de Ministérios Públicos pelo país.

Educação domiciliar

Entre 5 e 7 mil famílias já adotaram o homeschooling no Brasil, mesmo sua prática não sendo regulamentada. A Associação Nacional de Educação Domiciliar (ANED) é o órgão brasileiro responsável por levantar essa causa e incentivar a prática, dentro da legalidade, movimentando tanto pessoas quanto governo para que os debates acerca do assunto continuem existindo.

Atualmente, os empecilhos são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos. Vários tratados internacionais de direitos humanos assinalam que a família tem primazia na escolha da forma de educação a ser dada aos filhos.

A prática do homeschooling e unschooling têm como foco o ensino além da escola. Através de estudos domiciliares, sendo de responsabilidade dos pais ou professores tutores, o aluno se desenvolve a partir de metodologias e práticas de estudo próprias. Alguns argumentos de famílias que optam pelo ensino domiciliar dizem respeito a preferências religiosas, aos perigos da escola e a casos de bullying.

Os prós e os contras do homeschooling

Pode-se destacar alguns pontos negativos do homeschooling. Por exemplo, a falta de um controle de frequência e de conteúdo. Além da falta de convivência com pessoas variadas, com opiniões, religiões diferentes das pessoas da que compõem a família, podem ocasionar na criança problemas como não conseguir trabalhar em equipe no futuro e dificuldade de lidar com convicções diferentes.

É importante salientar que em episódios como violência doméstica e abuso sexual sofrido pelas crianças no ambiente familiar muitas vezes são identificados na escola, e no caso dos estudantes que os pais são adeptos ao homeschooling, os menores estão mais suscetíveis a estes tipos de crimes.

Em contrapartida, os que defendem a educação domiciliar acreditam que a criança em casa tem melhor aprendizado e melhores resultados em razão de fatores como a flexibilidade de horário, um planejamento individualizado de conteúdo, que possibilita focar nos problemas de aprendizagem específico que a criança possa apresentar e explorar seus potenciais e talentos.

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Dia dos professores, afinal você é um!?!

O Dia do Professor, comemorado neste 15 de outubro, é uma data que precisa e deve ser lembrada, sempre, para homenagear os diversos mestres que passaram em nossas vidas e foram importantes na nossa formação, responsáveis pelo desenvolvimento intelectual e transmissão de conhecimento da educação infantil, passando pelo ensino superior até o nível acadêmico. JC Online

João Paulo 2º foi escolhido papa, e João Baptista Figueiredo, o último presidente da ditadura militar. Na cultura, a canção “Cálice” fazia sucesso na voz de Chico Buarque e Milton Nascimento, e o mundo assistia ao jovem ator John Travolta no musical “Grease”. Nesse mesmo ano de 1978, no interior de São Paulo, Angela Machado de Vasconcelos começava sua carreira em um colégio da rede estadual paulista.

Desde então o mundo e o Brasil mudaram, e a sala de aula definitivamente não é a mesma. Angela segue na profissão em uma matéria que exige disposição: educação física. Aos 71 anos, 41 de carreira, é a professora mais antiga em atividade na rede estadual paulista. Angela Pinho – Folha de S. Paulo

DADOS DA REDE ESTADUAL PAULISTA

190 mil é o número de professores da rede estadual de SP

72% são mulheres

45 anos é a idade média delas; 46 a dos professores do sexo masculino

23 anos é a idade do professor mais jovem

954 professores da rede estadual atuam em unidades da Fundação Casa

1.102 lecionam em unidades educacionais em presídios

“Jorge, eu sou uma decepção em matemática, então não se assusta com o meu zero”, escreveu a aluna.

Jorge, eu não sou uma decepção em matemática! Então me ajuda a entender melhor?Frase da aluna corrigida pelo professor
“Cometer erros é parte do processo pedagógico e dizer isso com clareza é trabalho do educador.” Professora Cláudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV (Fundação Getulio Vargas).


“Se a gente quer formar pessoas em um mundo de máquinas, a gente tem de se diferenciar das máquinas. E empatia é a base para a cidadania nesses tempos de ódio em todo o mundo”, compartilha Cláudia Costin. Wanderley Preite Sobrinho. Do UOL, em São Paulo

Poetize-se: CIDADES DEMOCRÁTICAS, POLICIAL DA FLÓRIDA MOSTRA COMO SE TRATA RECLAMAÇÃO DE QUE GAROTOS ESTÃO JOGANDO BASQUETE NA RUA, A RAINHA DE MAIO, Dia do Professor, VIDA SIMPLES, VIA LÁCTEA PELO NAVEGADOR, MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE, Em progresso, Presente, SIM Professor!!!, A HISTÓRIA DO JARDINEIRO DE OXALÁ, VIDA INTELIGENTE., LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Comente com sabedoria. E seja feliz!!!

Amazonas decreta situação de emergência

Nos sete primeiros meses de 2019, o estado do Amazonas registrou 1.699 focos de calor, informou a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), tendo 80% (1.372) ocorrido no mês de julho, quando se iniciou o período de estiagem na região. GreenMe

O governo do Amazonas decretou situação de emergência em razão de queimadas e do que chamou de “impacto negativo do desmatamento” na região metropolitana de Manaus e na região sul do estado. Uol

Dados do Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), sistema do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que visa ajudar o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) a combater o desmatamento, mostram que a derrubada de mata na Amazônia em julho deste ano teve crescimento de 278% em relação ao mesmo mês do ano passado.

O diretor-presidente do Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas), Juliano Valente, afirmou que os dados consolidados pelo instituto e pela Sema são abastecidos a partir da tecnologia e dos satélites do Inpe.

“O satélite identifica os focos de calor e queimada. Essa detecção verifica áreas de 30 metros de extensão a 1 metro de largura. Com base nisso, há uma coleta de dados diariamente e a gente faz a verificação desses dados na nossa base cartográfica. Os dados são sempre representativos, uma boa base de indícios e hoje considerados como provas para autuações”, afirmou.

O órgão de fiscalização mantém uma estrutura que monitora os focos de incêndio a partir as imagens de satélite, dos dados cartográficos, de licenciamento e de cadastro rural do estado, ao cruzar todas essas informações, afirmou Valente, o Ipaam consegue identificar quais focos são ilegais e abastece com informação o Comitê Estadual de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, Controle de Queimadas e Monitoramento da Qualidade do Ar, formado por órgãos estaduais e federais, como Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Ibama, Ipaam e Sema. Rosiene Carvalho
A indefinição sobre o Fundo Amazônia – criado em 2008 para financiar projetos de redução do desmatamento – fez com que governadores dos estados da Amazônia busquem parcerias com doadores internacionais para combater o desmatamento. Os estados com as mais altas taxas de desmatamento começam a negociar diretamente com doadores internacionais. As ações do Fundo Amazônia, que financia ações de prevenção e combate ao desmatamento, apoia projetos de uso sustentável da floresta com recursos que vêm de doações – a maior parte da Noruega (93,8%) e da Alemanha (5,7%). Gazetaweb

Prevenindo queimadas

Para prevenir as queimadas é importante:

  • não atear fogo, exceto com autorização
  • não acender fogueiras
  • não usar fogo na agricultura, seja para limpar o terreno que para renovar a pastagem
  • não lançar bituca de cigarro em nenhuma hipótese, em nenhum lugar. Além de poluir, ela pode não estar bem apagada e pode alcançar alguma vegetação e pegar fogo.
  • não soltar balões, além de perigoso é crime!

Mude conceitos, você pode e deve: Eduardo Góes Neves, A CARTA DE DEUS À POPULAÇÃO DO BRASIL!, Frans Krajcberg, DARWIN CADÊ VOCÊ?, LOGUN EDÉ, Amazônia, 381 novas espécies, e há muitas mais!!!, HORA DO CÓDIGO, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, OLHA O CÉU, O povo munduruku voltou!, ECO-GRAFITE, TERRA OCA, Bandeirantes Modernos, Chico Mendes

Cão Coragem

Cachorro nada e recolhe lixo no Rio Tietê em São Paulo. O comportamento curioso do animal foi flagrado pelo Globocop nesta quinta. Poluído, o Rio sofre com o despejo irregular e o descaso na capital paulista. Do G1 São Paulo (28/05/2015)

A reportagem acompanhou o cão por 20 minutos e, durante essa brincadeira, ele deu uma contribuição considerável para a limpeza do Tietê. O cachorro retirou do rio 25 garrafas. FCS Brasil

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Veja também: Petrecos, Lixo! Eu?, COURAGE ?, EU LEVO UMA VIDA DE CACHORRO!, Meu amigo!, Compartilhe, Reputação ilibada e notável saber jurídico., Ensaio sobre a cegueira hídrica, Conheça 13 maneiras de reaproveitar sobras e cascas de frutas e vegetais, Cerveja no trabalho pode?, Velozes e Incompetentes, Eustácio Bagge

Tatu bola

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Em nome da Copa – UOL

O tatu-bola (Tolypeutes tricinctus) é um animal exclusivamente brasileiro que vive na Caatinga e em áreas do Cerrado. O desmatamento e a caça fizeram esse animal entrar na lista de espécies ameaçadas de extinção.Para proteger o tatu-bola, a Associação Caatinga, em parceria com a TNC (The Nature Conservancy) e o grupo de especialistas ASASG/IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza), desenvolve o Projeto de Conservação do Tatu-bola. Eu Protejo o Tatu-bola

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