Fusca Porsche é um dos mais caros do Brasil

Parece que a ligação do André com o VW Fusca já estava marcada desde o seu nascimento, pois a porta do quarto da maternidade estava decorada com o Fusca abaixo, e o melhor da história é que ele nasceu no dia 20 de janeiro — que depois viria a ser o Dia Nacional do Fusca! Alexander GromowFalando de Fusca & Afins

Entre 1976 e 1990, as importações estavam fechadas no Brasil. Em outras palavras isso quer dizer que nada poderia ser trazido de fora seja para indústria automobilística ou outros setores. Renato Bellote – iCarros

Por conta da proibição, esse período é considerado um dos mais criativos em termos de veículos fora de série. Utilizando a plataforma Volkswagen do Fusca ou da Brasília, criadores pensaram em projetos bem diferentes e até mesmo bastante ousados pra época.

Fusca Cintra reproduz visual do Porsche 959 e só 3 exemplares foram feitos; pioneiro foi restaurado e teve proposta de R$ 300 mil - Arquivo pessoal

André Cintra, um estudante paulista de 15 anos, em 1988 teve a ideia de colocar o visual arrojado do Porsche em um Fusca. Quatro anos depois, nascia o Fusca “959 Cintra”, que foi manchete de revistas especializadas da época. Alessandro Reis – UOL

Primeiro Fusca Cintra produzido foi restaurado e hoje está com colecionador anônimo de Balneário Camboriú (SC) - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Os três exemplares, todos produzidos artesanalmente no início dos anos 1990, estavam sumidos nos últimos anos e foram resgatados em 2020. Hoje pertencem a um colecionador anônimo de Santa Catarina e são bastante valiosos.

Interior do Fusca 959 Cintra pioneiro; carro traz motor 1.8 a ar sobrealimentado com turbo - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Quem conta a história é o caçador de carros antigos Rodrigo Ziliani, o Bilinha, que “salvou” os Fuscas e os repassou a esse colecionador. Cada carro, conta ele, foi achado em local diferente de São Paulo. Todos em estado de abandono.

No ano passado, 2020, o André foi informado que os três carros que ele montou originalmente foram encontrados. Isto foi o resultado do diligente trabalho do Rodrigo “Bilinha”.

Além disso, Rodrigo irá construir outros três Cintras em parceria com seu criador. Hoje com 48 anos, André Cintra revela que ainda tem os moldes originais para produzir as peças de fibra de vidro.

Os moldes foram feitos sobre o Fusca modelado, com os moldes prontos seguiu-se o penoso trabalho de “desmoldar” o Fusca retirando todo o poliuretano expandido e a massa plástica, para depois aplicar as peças em fibra de vidro formando o ‘CINTRA 959’.

O trabalho de confecção dos moldes foi muito bem feito já que eles se mantiveram preservados até os dias de hoje e foram usados na confecção de um quarto carro como veremos abaixo:

Resgate dos três carros originais reacendeu a vontade de produzir mais veículos, como este de corrida - Julio D'Paula/PhotoPress - Julio D'Paula/PhotoPress

Daí veio a a amizade com Ziliani e a ideia de dobrar a produção original do Fusca 959 Cintra. Os três novos veículos serão para uso pessoal, pontua o arquiteto, Cintra.

André conta que o primeiro carro da nova safra acabou de ser concluído e é de corrida, pois só pode ser usado em circuitos fechados.

Esboços da transformação que resultaria no Fusca 959, feitos por André Cintra há cerca de 30 anos - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

A fabricação dos carros número cinco e seis já começou em um galpão de Tupi Paulista com as participações de Bilinha e Plínio Cintra – primo de André que cedeu o chassi para a produção do Fusca Cintra número 4, o de competição – equipado com motor AP 1.6 injetado de 130 cv.

Cartaz do curso que André fez com o designer Anísio Campos, de quem se tornaria discípulo e amigo - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

André Durgante Da Cunha Cintra relata que os primeiros esboços do Fusca 959 nasceram em 1988, durante o curso 1ª Oficina de Design de Automóveis. Os professores foram os designers Fernando Stickel e Anisio Campos – desenhista de clássicos nacionais como Puma GT e Kadron Tropi, considerado o primeiro buggy brasileiro.

Um estudo usando “overlay” em papel vegetal do desenho da lateral de um Fusca de maneira a poder visualizar as partes que seriam modificadas com apliques em fibra de vidro.

Os desenhos que Cintra apresentou ao Anísio Campos no contexto da 1º Oficina de Design de Automóveis e que deram início aos acontecimentos que levaram à confecção dos ‘CINTRA 959’, eles datam de julho de 1988! Verdadeiras raridades.

Cintra recorda que projeto exigiu criatividade; faróis do Porsche original valiam mais do que Fusca 'doador' - Arquivo pessoal - Arquivo pessoal

Apresentação do Fusca Cintra foi realizada em meados de 1992, no mesmo local onde André fez o curso. O Fusca 959 Cintra pioneiro traz motor 1.8 a ar sobrealimentado com turbo e faróis do Porsche original valiam mais do que Fusca ‘doador’.

O ‘CINTRA 959’ participou de vários eventos como o 5º Encontro Nacional do Fusca realizado em Interlagos no dia 17 de janeiro de 1993 pelo Fusca Clube do Brasil que eu presidia. Neste evento ele foi distinguido com o prêmio de “Fusca mais excêntrico” ganhando uma placa comemorativa.

Fusze-se: Porsche, Fusca: a volta dos que não foram., Blue Bug, Fusca de Lego, A última despedida do Fusca!?!, Aline Gonçalves Santos e o fusca elétrico, DIA NACIONAL DO FUSCA, PARABÉNS!!!, FUSCA ACELERADOS, FUSCA ELÉTRICO – RESGATE DE CARROS CLÁSSICOS, GURGEL MOTORES: O LEGADO

Elisa de Oliveira Flemer e o Homeschooling

Elisa de Oliveira Flemer, 17 anos, passou em engenharia civil na Universidade de São Paulo (USP), foi a quinta colocada, porêm por ter estudado no formato homeschooling, e não ter documentos que comprovasse sua formação no ensino médio, ela não pôde se matricular. EuEstudanteCorreio Braziliense

Elisa foi impedida de entrar na USP por realizar "homeschooling" - Arquivo Pessoal

Elisa, que mora em Sorocaba, interior de São Paulo, adotou o modelo de estudar em casa em 2018 e estuda cerca de seis horas por dia seguindo um método próprio. A estudante relata que optou pelo homeschooling quando estava no primeiro ano do ensino médio ao perceber que tinha facilidade em estudar sozinha e detalha que nessa época aprendia a matéria apenas lendo o conteúdo da apostila minutos antes da aula. Simone Machado – UOL

Desde que começou a estudar em casa, Elisa tem prestado vestibulares para testar seus conhecimentos. A estudante já foi aprovada duas vezes em uma faculdade particular, onde devido ao seu desempenho conseguiu bolsa integral, tirou 980 na redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) conquistou o 5º lugar no curso de engenharia civil da Escola Politécnica da USP, em 2020.

“Para matrícula nos cursos de graduação da USP, é necessária a apresentação do certificado de conclusão do ensino médio, já que ainda não existe regulamentação sobre o homeschooling no Brasil”.

Adepta do homeschooling, modalidade ainda não regulamentada no Brasil, Elisa passou na Universidade de São Paulo (USP) em engenharia civil, foi aprovada no Centro Universitário Facens e ficou na lista de espera de quatro universidades nos Estados Unidos. Ela conta em seu perfil no Instagram (@elisaflemer) que a luta na Justiça para obter o diploma do ensino médio e, finalmente, conseguir se matricular em alguma instituição, continua. WILMA ANTUNES – Jornal Cruzeiro do Sul

No homeschooling, o processo de aprendizagem é feito fora de uma escola. A criança ou adolescente não frequenta uma instituição de ensino, seja ela pública ou particular. As aulas são lecionadas  em casa pelos genitores ou por professores particulares contratados. São Paulo para Criancas

Na educação domiciliar, a família assume por inteiro a responsabilidade de educar a criança ou jovem, sem a participação de uma instituição de ensino. Isabela Moraes – politize

O ensino em casa não é nenhum tipo de prática inovadora ou algo que se começou a pensar apenas nos últimos anos. É uma prática muito antiga, já existente há séculos, comum a diversas comunidades. Antes do conceito de escola e escolarização, o ensino já era praticado entre mentores e mentorados. elos

O conceito de homeschooling é caracterizado pela proposta de ensino doméstico ou domiciliar. Sua proposta vem de encontro à frequência das crianças numa instituição, seja ela escola pública, privada ou cooperativa. A modalidade é legalizada em vários países, como Estados Unidos, Áustria, Bélgica, Canadá, Austrália, França, Noruega, Portugal, Rússia e Nova Zelândia, que exigem uma avaliação anual dos alunos. Meu artigo – Brasil Escola

Por outro lado, em países como a Alemanha e a Suécia, homeschooling é considerado crime e há casos de pais multados, presos e que perderam a custódia dos filhos. O cenário internacional aponta ainda cerca de 63 países onde a homeschooling não é proibida expressamente por lei. No Brasil, a modalidade de ensino não está prevista em lei e é caracterizada como prática não legalizada, previsto no artigo 246 do Código Penal e ocorre quando o pai, mãe ou responsável deixa de garantir a educação primária de seu filho.

Em função da imposição legal à matrícula dos filhos, o próprio Poder Público, inclusive o Ministério Público, pode compelir judicialmente a matrícula de menores de idade em instituições de ensino. Além disso, os pais podem ser processados criminalmente por não levarem os filhos à escola, pelo crime de abandono intelectual, tipificado no art. 246 do Código Penal Brasileiro.

Quem deixa de matricular crianças na escola no Brasil fere o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e a própria Constituição. Famílias que adotam a prática do homeschooling, estão sujeitas a ações de Conselhos Tutelares e de Ministérios Públicos pelo país.

Educação domiciliar

Entre 5 e 7 mil famílias já adotaram o homeschooling no Brasil, mesmo sua prática não sendo regulamentada. A Associação Nacional de Educação Domiciliar (ANED) é o órgão brasileiro responsável por levantar essa causa e incentivar a prática, dentro da legalidade, movimentando tanto pessoas quanto governo para que os debates acerca do assunto continuem existindo.

Atualmente, os empecilhos são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos. Vários tratados internacionais de direitos humanos assinalam que a família tem primazia na escolha da forma de educação a ser dada aos filhos.

A prática do homeschooling e unschooling têm como foco o ensino além da escola. Através de estudos domiciliares, sendo de responsabilidade dos pais ou professores tutores, o aluno se desenvolve a partir de metodologias e práticas de estudo próprias. Alguns argumentos de famílias que optam pelo ensino domiciliar dizem respeito a preferências religiosas, aos perigos da escola e a casos de bullying.

Os prós e os contras do homeschooling

Pode-se destacar alguns pontos negativos do homeschooling. Por exemplo, a falta de um controle de frequência e de conteúdo. Além da falta de convivência com pessoas variadas, com opiniões, religiões diferentes das pessoas da que compõem a família, podem ocasionar na criança problemas como não conseguir trabalhar em equipe no futuro e dificuldade de lidar com convicções diferentes.

É importante salientar que em episódios como violência doméstica e abuso sexual sofrido pelas crianças no ambiente familiar muitas vezes são identificados na escola, e no caso dos estudantes que os pais são adeptos ao homeschooling, os menores estão mais suscetíveis a estes tipos de crimes.

Em contrapartida, os que defendem a educação domiciliar acreditam que a criança em casa tem melhor aprendizado e melhores resultados em razão de fatores como a flexibilidade de horário, um planejamento individualizado de conteúdo, que possibilita focar nos problemas de aprendizagem específico que a criança possa apresentar e explorar seus potenciais e talentos.

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Dia dos professores, afinal você é um!?!

O Dia do Professor, comemorado neste 15 de outubro, é uma data que precisa e deve ser lembrada, sempre, para homenagear os diversos mestres que passaram em nossas vidas e foram importantes na nossa formação, responsáveis pelo desenvolvimento intelectual e transmissão de conhecimento da educação infantil, passando pelo ensino superior até o nível acadêmico. JC Online

João Paulo 2º foi escolhido papa, e João Baptista Figueiredo, o último presidente da ditadura militar. Na cultura, a canção “Cálice” fazia sucesso na voz de Chico Buarque e Milton Nascimento, e o mundo assistia ao jovem ator John Travolta no musical “Grease”. Nesse mesmo ano de 1978, no interior de São Paulo, Angela Machado de Vasconcelos começava sua carreira em um colégio da rede estadual paulista.

Desde então o mundo e o Brasil mudaram, e a sala de aula definitivamente não é a mesma. Angela segue na profissão em uma matéria que exige disposição: educação física. Aos 71 anos, 41 de carreira, é a professora mais antiga em atividade na rede estadual paulista. Angela Pinho – Folha de S. Paulo

DADOS DA REDE ESTADUAL PAULISTA

190 mil é o número de professores da rede estadual de SP

72% são mulheres

45 anos é a idade média delas; 46 a dos professores do sexo masculino

23 anos é a idade do professor mais jovem

954 professores da rede estadual atuam em unidades da Fundação Casa

1.102 lecionam em unidades educacionais em presídios

“Jorge, eu sou uma decepção em matemática, então não se assusta com o meu zero”, escreveu a aluna.

Jorge, eu não sou uma decepção em matemática! Então me ajuda a entender melhor?Frase da aluna corrigida pelo professor
“Cometer erros é parte do processo pedagógico e dizer isso com clareza é trabalho do educador.” Professora Cláudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV (Fundação Getulio Vargas).


“Se a gente quer formar pessoas em um mundo de máquinas, a gente tem de se diferenciar das máquinas. E empatia é a base para a cidadania nesses tempos de ódio em todo o mundo”, compartilha Cláudia Costin. Wanderley Preite Sobrinho. Do UOL, em São Paulo

Poetize-se: CIDADES DEMOCRÁTICAS, POLICIAL DA FLÓRIDA MOSTRA COMO SE TRATA RECLAMAÇÃO DE QUE GAROTOS ESTÃO JOGANDO BASQUETE NA RUA, A RAINHA DE MAIO, Dia do Professor, VIDA SIMPLES, VIA LÁCTEA PELO NAVEGADOR, MEDICINA TRADICIONAL YANOMAMI ON-LINE, Em progresso, Presente, SIM Professor!!!, A HISTÓRIA DO JARDINEIRO DE OXALÁ, VIDA INTELIGENTE., LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Comente com sabedoria. E seja feliz!!!

Amazonas decreta situação de emergência

Nos sete primeiros meses de 2019, o estado do Amazonas registrou 1.699 focos de calor, informou a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), tendo 80% (1.372) ocorrido no mês de julho, quando se iniciou o período de estiagem na região. GreenMe

O governo do Amazonas decretou situação de emergência em razão de queimadas e do que chamou de “impacto negativo do desmatamento” na região metropolitana de Manaus e na região sul do estado. Uol

Dados do Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), sistema do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) que visa ajudar o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) a combater o desmatamento, mostram que a derrubada de mata na Amazônia em julho deste ano teve crescimento de 278% em relação ao mesmo mês do ano passado.

O diretor-presidente do Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas), Juliano Valente, afirmou que os dados consolidados pelo instituto e pela Sema são abastecidos a partir da tecnologia e dos satélites do Inpe.

“O satélite identifica os focos de calor e queimada. Essa detecção verifica áreas de 30 metros de extensão a 1 metro de largura. Com base nisso, há uma coleta de dados diariamente e a gente faz a verificação desses dados na nossa base cartográfica. Os dados são sempre representativos, uma boa base de indícios e hoje considerados como provas para autuações”, afirmou.

O órgão de fiscalização mantém uma estrutura que monitora os focos de incêndio a partir as imagens de satélite, dos dados cartográficos, de licenciamento e de cadastro rural do estado, ao cruzar todas essas informações, afirmou Valente, o Ipaam consegue identificar quais focos são ilegais e abastece com informação o Comitê Estadual de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, Controle de Queimadas e Monitoramento da Qualidade do Ar, formado por órgãos estaduais e federais, como Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Ibama, Ipaam e Sema. Rosiene Carvalho
A indefinição sobre o Fundo Amazônia – criado em 2008 para financiar projetos de redução do desmatamento – fez com que governadores dos estados da Amazônia busquem parcerias com doadores internacionais para combater o desmatamento. Os estados com as mais altas taxas de desmatamento começam a negociar diretamente com doadores internacionais. As ações do Fundo Amazônia, que financia ações de prevenção e combate ao desmatamento, apoia projetos de uso sustentável da floresta com recursos que vêm de doações – a maior parte da Noruega (93,8%) e da Alemanha (5,7%). Gazetaweb

Prevenindo queimadas

Para prevenir as queimadas é importante:

  • não atear fogo, exceto com autorização
  • não acender fogueiras
  • não usar fogo na agricultura, seja para limpar o terreno que para renovar a pastagem
  • não lançar bituca de cigarro em nenhuma hipótese, em nenhum lugar. Além de poluir, ela pode não estar bem apagada e pode alcançar alguma vegetação e pegar fogo.
  • não soltar balões, além de perigoso é crime!

Mude conceitos, você pode e deve: Eduardo Góes Neves, A CARTA DE DEUS À POPULAÇÃO DO BRASIL!, Frans Krajcberg, DARWIN CADÊ VOCÊ?, LOGUN EDÉ, Amazônia, 381 novas espécies, e há muitas mais!!!, HORA DO CÓDIGO, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, OLHA O CÉU, O povo munduruku voltou!, ECO-GRAFITE, TERRA OCA, Bandeirantes Modernos, Chico Mendes

Cão Coragem

Cachorro nada e recolhe lixo no Rio Tietê em São Paulo. O comportamento curioso do animal foi flagrado pelo Globocop nesta quinta. Poluído, o Rio sofre com o despejo irregular e o descaso na capital paulista. Do G1 São Paulo (28/05/2015)

A reportagem acompanhou o cão por 20 minutos e, durante essa brincadeira, ele deu uma contribuição considerável para a limpeza do Tietê. O cachorro retirou do rio 25 garrafas. FCS Brasil

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Tatu bola

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Em nome da Copa – UOL

O tatu-bola (Tolypeutes tricinctus) é um animal exclusivamente brasileiro que vive na Caatinga e em áreas do Cerrado. O desmatamento e a caça fizeram esse animal entrar na lista de espécies ameaçadas de extinção.Para proteger o tatu-bola, a Associação Caatinga, em parceria com a TNC (The Nature Conservancy) e o grupo de especialistas ASASG/IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza), desenvolve o Projeto de Conservação do Tatu-bola. Eu Protejo o Tatu-bola

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