Enquanto isso em Portugal, surto!?!

Folha de S. Paulo – 19/12/2019

Luís Fernando Tófoli, pesquisador sobr políticas de drogas, in: Folha de S. Paulo

Especialistas há muito procuram entender a relação entre doença mental e violência, e estes resultados sugerem que a percepção generalizada do público –de que os transtornos psiquiátricos deixam as pessoas mais suscetíveis à criminalidade violenta– é equivocada.

“Houve um tipo de reinstitucionalização dos pacientes com doença mental sob o pretexto de que eles são perigosos”, disse Fazel.

“Provavelmente é mais perigoso passar na frente de um bar à noite do que caminhar pelas proximidades um hospital onde os pacientes de saúde mental são liberados”, de acordo com Seena Fazel do departamento de psiquiatria da Universidade de Oxford, que conduziu o estudo. DA REUTERS – 07/09/2010, in: Folha de S. Paulo

Todos os dias, João vai com seu carrinho para a faculdade. O carro já está um tanto fragilizado, mas realiza o percurso com sucesso. Um dia, João decide subir a Serra com seu carrinho, porém a tarefa exige muito mais do automóvel do que ele estava acostumado, e por isso ele quebra. UFRGS

Imagine agora que o carrinho do João não é mais um automóvel, mas a mente dele. A faculdade é a rotina de João. E a subida da Serra é uma situação nova, que exige muito mais da mente de João do que ele estava habituado. Assim como o carro quebrou, a mente de João pode entrar em colapso ao passar por circunstâncias que desestabilizem sua psique já comprometida. Este colapso seria o que comumente se conhece por surto psicótico.

Esta é a história de João, mas poderia ser a de qualquer pessoa. O surto psicótico não discrimina; atinge a todas idades, gêneros, etnias e grupos sociais. Embora a palavra ‘surto’ já tenha se tornado uma expressão de uso corriqueiro, poucas pessoas compreendem o que ela significa de fato. “O surto psicótico ocorre, basicamente, quando uma psique já fragilizada entra em colapso, ou seja, em completo desequilíbrio”, explica o psicólogo Edílson Pastore da Clínica Pinel.

Para os psicólogos, o surto não é algo isolado; um conjunto certo de critérios caracteriza uma crise psicótica. Delírios, alucinações, comportamento desorganizado e discurso desorganizado são sintomas obrigatórios.

“Delírios são alterações do pensamento que se caracterizam por idéias que não condizem com a realidade objetiva”, enquanto que “alucinações envolvem sempre algum órgão senso-perceptivo, como a audição, a visão, o tato, o olfato e a sinestesia (sensações internas). Elas não são invenções – a pessoa realmente está vendo, ouvindo ou sentindo aquilo”. Ou seja, o primeiro ocorre na mente e o segundo atinge os sentidos.

Do ponto de vista psiquiátrico, o surto psicóticos está relacionado a uma distorção dos neurotransmissores, ou seja, das substâncias químicas produzidas pelos neurônios e que são responsáveis pelo envio de informações a outras células. “O pensamento tem um curso e um conteúdo, quando o conteúdo do pensamento está desagregado, ele perde conexão com a realidade ou então ele distorce a realidade, ele passa a ser um sintoma de surto psicótico”, explica a psiquiatra Clarissa Severino Gama do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. A dopamina é considerada um neurotransmissor chave da teoria neuroquímica da esquizofrenia e das psicoses em geral. Além dela, há uma série de outros neurotransmissores envolvidos, porém os mecanismos destes ainda não são profundamente conhecidos, estando em fase de estudos, como o glutomato e a serotonina.

Marina Ferreira & Danielle Sibonis
Reportagem realizada em Junho de 2007

Drauzio Dichava #1

Drauzio Dichava #1
O médico Drauzio Varella lançou Drauzio Dichava, uma série de vídeos em formato de documentário falando sobre o “uso recreativo e adulto da maconha” em seu canal no YouTube na última segunda-feira, 22. Isto é

“Olha, eu não fumo maconha, mas tenho uma vivência longa com a droga por causa desse trabalho que faço em cadeias. São 30 anos frequentando cadeias toda semana”.

“É uma convivência enorme com maconha, com cocaína, especialmente, já tive uma enorme vivência com o crack.”

Drauze-se: Milton Friedman, Eduardo Vilas-Bôas!!!, Canabidiol, o CBD, Hemp Church, Luto, maconha mata!!!, Cursos de saúde da UFPB: Uso medicinal da maconha, A maconha como porta de entrada, A VERDADE por trás da proibição da MACONHA, K2, Spice ou Maconha Sintética?, Coisa do cão!?!

Leite de Mamaconha

According to the findings of several major scientific studies, human breast milk naturally contains of the same cannabinoids found in the cannabis plant, which are vital for proper human development. CBDLife

Dr. Melanie Dreher studied women using cannabis during their entire pregnancy and then studied the babies one year after birth. She found that babies of the women who had smoked cannabis daily during their pregnancy socialised more quickly, made eye contact more quickly and were easier to engage.

Furthermore, a study on the endocannabinoid receptor system that was published in the European Journal of Pharmacology reported: “The medical implications of these novel developments are far reaching and suggest a promising future for cannabinoids in paediatric medicine for conditions including ‘non-organic failure-to-thrive’ and cystic fibrosis.”

There are two types of cannabinoid receptors in the body; the CB1 variety which exists in the brain, and the CB2 variety which exists in the immune system and throughout the rest of the body. Each one of these receptors responds to cannabinoids, whether it be from human breast milk in children, or from cannabis.

This essentially means that the human body requires and produces endocannabinoids, as these nutritive substances play a critical role in supporting and maintaining human health.

Also, learn more about the legality status of cannabis oil in the UK.

References:

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0014299904007423?via%3Dihub
https://pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acsomega.6b00253

O THC é solúvel em gordura e pode ser armazenado no tecido adiposo e qualquer droga que é solúvel em gordura fica também depositada no leite materno. Algumas pesquisas sugerem que o uso da maconha durante o primeiro mês de amamentação pode causar impedimentos no seu desenvolvimento motriz (controle dos movimentos dos músculos). Outras porém, afirmam que não há comprovação científica e que na prática a história é outra. Crianças submetidas ao THC na primeira infância, através do leite materno, tem desenvolvimento igual ou melhor do que os não submetidos. Nessa Bruxinha .:. – HEMPADAO

Dr. Melanie Dreher, enfermeira de Chicago faz pesquisas envolvendo a Marijuana, esses estudos foram feitos em 1992. Vamos a elas:

• Não existem diferenças significativas no peso de nascimento dos bebês expostos VS os que não foram;

• Crianças cujas mães usaram maconha, apresentaram melhor estabilidade fisiológica no 1º mês;

• Recém-nascidos fortemente expostos ao THC foram mais sociáveis e mais estáveis autonomicamente durante 30 dias;

• Crianças expostas ao THC ainda no útero, foram mais alertas;

• O sistema motor e o sistema nervoso autônomo de crianças expostas, foram mais robustos;

• As crianças expostas foram mais tranquilas e menos propensas a demonstrar desequilíbrio emocional;

• Depois de cinco anos de acompanhamento, conclui-se que não existem relações negativas, pelo contrário, as crianças apresentaram resultados mais favoráveis para a flexibilidade e estabilidade autônoma.

Fonte: Lombra

Uma das grandes preocupações dos pais é a de que seus filhos utilizem drogas, substâncias que alterem o estado mental. E se eu disser que o primeiro contato com substâncias psicoativas ocorre logo no primeiro dia de vida? O leite humano está repleto dessas substâncias, incluindo uma série de endocanabinoides, esses componentes são imprescindíveis para o desenvolvimento humano e atuam de forma similar aos efeitos da maconha. Grow
Os endocanabinoides mais conhecidos e abundantes no corpo humano são a anandamida e o 2-AG — similares ao THC da cannabis — que se ligam aos receptores CB1 e CB2. Esses receptores estão presentes em células de diversos órgãos (veja a imagem), especialmente no cérebro.

A ativação de receptores canabinoides no cérebro está ligada à ação neuroprotetora, prevenindo morte de células cerebrais. O sistema também interage com outros sistemas cerebrais, como o dopaminérgico, regulando a liberação de dopamina e a quantidade de receptores.

O rimonabant, um bloqueador de receptores de canabinoides, foi cogitado como um medicamento contra a obesidade, já que o sistema endocanabinoide está diretamente ligado ao apetite. O rimonabant, porém, foi rejeitado: ao impedir os endocanabinoides de se ligarem a seus receptores, o medicamento induz depressão, ansiedade e pensamentos suicidas. Similarmente, ratos geneticamente criados com deficiência em receptores canabinoides são mais agressivos, ansiosos e tendem a sofrer anedonia (inabilidade de sentir prazer).

Porque o sistema endocanabinoide é capaz de aumentar, mas também inibir o apetite, pesquisadores acreditam que esse seja o motivo porque bebês que amamentam nunca se alimentam demais, enquanto bebês alimentados com fórmula comumente se encontram acima do peso.

O sistema endocanabinoide, contudo, se adapta rapidamente, aumentando a quantidade de receptores na ausência de canabinoides, aumentando assim as chances de serem estimulados por qualquer substância que se ligue a eles. Da mesma forma, quando há abundância de canabinoides, há uma diminuição no número de receptores, criando assim uma resistência aos efeitos psicoativos – os benefícios à saúde, contudo, não diminuem.

Quando adultos, o ideal é que nosso organismo possua um sistema endocanabinoide equilibrado e produza canabinoides e receptores suficientes. Acredita-se que em casos de depressão, ansiedade e outros quadros psiquiátricos, possa haver uma falha nesse sistema e, por isso, pessoas com essas enfermidades têm uma tendência ao uso de substâncias que o estimulem, como a maconha.

A camellia sinesis, planta de onde é produzido o chá preto, branco e verde, também contém uma substância que se liga a receptores CB1: o antioxidante catequina. O guaraná também é uma fonte com grandes quantidades de catequina.

O cacau e, consequentemente, o chocolate, também possuem catequina e canabinoides, estimulando o sistema endocanabinoide. Não surpreende que o chocolate é um dos alimentos favoritos quando estamos tristes ou deprimidos.

Estudos também constataram que há uma perturbação no sistema endocanabinoide quando somos expostos ao stress. Já que o leite materno não está disponível depois de adultos (por favor, não vá atrás de leite humano! Tome um chá.), não é natural esperarmos que as pessoas recorram a substâncias que estimulem seus sistemas endocanabinoide? Usuários da maconha não estaria, então, na maioria esmagadora das vezes, fazendo uso medicinal?

Referências:

Poetize-se: Comida esperta, Cursos de saúde da UFPB: Uso medicinal da maconha, Vegeta, Comida de gente, Alzheimer, Comida de tubarão, A maconha como porta de entrada, Nunca comer., MORADOR DE RUA CUIDA DE 11 CÃES, A história das coisas,

Luto, maconha mata!!!

Facebook

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O governo mexicano deu início ao processo de legalização total da maconha recreativa. Após uma consulta nacional no mês passado em uma série de reuniões públicas, os legisladores do México concordaram em honrar a promessa de discutir a perspectiva de legalizar a maconha.

Tudo começou após uma decisão da Suprema Corte do país, no ano passado, que declarou ser inconstitucional “proibir o uso pessoal de cannabis”, alegando que feria o direito de livre criação de personalidade. Esta decisão foi uma parte essencial do processo para que o México afrouxasse suas leis sobre maconha.

Gil Kerlikowske, ex-comissário de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA do ex-presidente Bacarack Obama, participou de uma cúpula no Senado mexicano na semana passada para debater a legalização assim como sua regulamentação: algo que ele insistiu que seria fundamental para o sucesso da legislação.

Destacando a necessidade de proteger os jovens dos riscos da maconha por meio de controle rigoroso, ele pediu às autoridades mexicanas que garantissem que as receitas arrecadadas com a tributação da cannabis fossem investidas em reabilitação de drogas, programas educacionais assim como métodos de combate a qualquer reação dos cartéis de drogas.

“Se você quer um ambiente controlado para a maconha, precisa fazer todo o possível para eliminar o mercado negro” concluiu. Portal Mundo

Cursos de saúde da UFPB: Uso medicinal da maconha

A UFPB será a primeira instituição do Brasil a ministrar a disciplina em três cursos da área da saúde, os estudantes dos cursos de medicina, biomedicina e farmácia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) terão aulas sobre o uso medicinal da maconha, por meio da disciplina Sistema Endocanabinoide e Perspectivas Terapêuticas da Cannabis Sativa e Seus Derivados.


“Já faz um tempo que trabalho com pesquisa e extensão e percebi que há uma demanda enorme de profissionais de saúde, principalmente médicos, que não se sentem seguros em prescrever a medicação porque não tiveram essa formação dentro da universidade”, afirmou Katy Albuquerque, do departamento de fisiologia e patologia da UFPB e idealizadora da disciplina.
A professora destacou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já libera a importação de remédios a base de maconha para tratar pessoas com autismo, depressão, esclerose múltipla, alguns tipos de câncer etc, uma vez que muitas vezes a terapia medicamentosa tradicional não responder de forma satisfatória.


“Há uma gama enorme de doenças que pode ser tratada com a cannabis, e cada vez mais essas doenças se tornam frequentes na população”.

Poetize-se: HEMP ROLL, NAARA BEAUTY DRINK!!! (10% de DESCONTO), Inicie um abaixo-assinado, Carta de um policial nos protestos de São Paulo, VIDACELL® (10% de DESCONTO), De quem é o poder?, HEMP CAR, K2, SPICE OU MACONHA SINTÉTICA?, FIM DOS TRAFICANTES?!?, SNOOP DOGG LION, A IGREJA DE TODOS OS DEUSES, LUMINESCE™ (10% de DESCONTO), SETEMBRO AMARELO,VOCÊ NUNCA ESTEVE SOZINHO?, Hemp Church

A maconha como porta de entrada

Um dos argumentos, muito repetido nas mídias sociais, nas conversas do dia a dia e até mesmo por autoridades é a famosa frase: “A maconha é a porta de entrada para drogas mais pesadas”. Norberto Fischer


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Se alguém seguir a mesma lógica para verificar quantas pessoas haviam consumido, por exemplo, refrigerante em suas vidas antes de usar cocaína, possivelmente chegaríamos à conclusão de que a bebida doce a é porta de entrada, o que não faz nenhum sentido, assim como não faz no caso da maconha.

Anarquista

Nos últimos anos me deparei com três posicionamentos diferentes, os que defendem:

  • A completa proibição da maconha no Brasil, independente do uso, mesmo medicinal;
  • Regulamentação da planta, incluindo a descriminalização do uso recreativo;
  • Uso medicinal, mas o uso industrial e social deveriam ainda ser debatidos pela sociedade.

Hoje, por estar vivendo diariamente com a maconha medicinal no tratamento da Anny posso garantir que “a maconha é sim uma porta de ean Lefebvreentrada, mas para a qualidade de vida de muita gente, para uma vida em abundância e com saúde. Hemp Meds Brasil

“Um assunto tão delicado pede um amplo debate, consultando especialistas com posições diferenciadas. A questão da maconha medicinal, expressão bastante difundida na sociedade, não se mostra verdadeira, e os especialistas apontados por nós terão a capacidade de diferenciar o uso terapêutico do canabidiol, do uso indiscriminado e nocivo à saúde da maconha e suas 500 substâncias psicoativas”, pontuou Eduardo Girão no requerimento.

A proposta analisada na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) foi uma iniciativa da ONG Rede Brasileira de Redução de Danos e Direitos Humanos (Reduc). Os representantes da ONG informam que o texto baseia-se em legislações já em vigor nos estados norte-americanos da Califórnia, Nova York e Oregon, assim como no Uruguai. Também garantem que o texto obedece à Convenção Única sobre Entorpecentes (ratificada pelo Decreto 54.216, de 1964) e à Convenção sobre Substâncias Psicotrópicas (ratificada pelo Decreto 79.388, de 1977), tratados internacionais assinados pelo Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU). senado notícias

A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luciana Boiteaux chamou a atenção para as dificuldades em debater sobre acesso a medicamentos derivados da cannabis, saúde e usos de substâncias que deveriam estar dentro da liberdade individual. “O Brasil é um dos países mais proibicionistas do mundo e isso faz mal à saúde. O Brasil importa o modelo da política de cannabis medicinal dos Estados Unidos e lá essa política tem passado por mudanças significativas, então, qual a dificuldade que temos em trazer esse debate para o país?”, disse. Luciana afirmou que não é só reduzir danos e impedir retrocessos, mas tentar avanços e mostrar que a política de drogas não só inclui grupo de cultivadores, mães e universitários. “É um cenário que até na América Latina o Brasil está muito atrasado”, concluiu.

Gulnar Azevedo, presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), ressaltou a importância de trabalhar para manter os avanços já conquistados na saúde pública e a relevância do SUS para a população. Gulnar aprofundou o argumento da acessibilidade aos medicamentos e saúde básica citando o caso de populações em área remota e indígenas. “Às vezes a condição financeira para comprar medicamentos não é o único problema, mas, essas pessoas também não têm nenhum acesso à assistência médica, e isso é muito grave”, disse. A médica lembra que o acesso a saúde melhorou bastante nos últimos anos, mas que infelizmente esse tempo não foi suficiente para que houvesse uma diminuição na desigualdade existente no país. Gustavo Mendelsohn de Carvalho, Julia Dias e Matheus Cruz (Agência Fiocruz de Notícias)

Jean Lefebvre – Hempadão

A maconha, além de tudo, pode ser também a porta de saida para as drogas! Existem diversos relatos de pessoas que eram viciadas em crack, cocaína, cigarro e álcool, que conseguiram se livrar do seu vício com a ajuda da cannabis, e não se pode culpar um ser humano por experimentar algo diferente, a curiosidade e necessidade de alterar a consciência, para alguns, é muito grande. Jean Lefebvre
Poetize-se: Comidinhas de Maconha, Ervas medicinais, Avaliação química, E agora???, Quase imortal!!!, Manual de Apicultura em Pequena Escala, A VERDADE por trás da proibição da MACONHA, Desenho de criança, Estupidez, Doenças degenerativas, Polícia 24 horas, Manual dos remédios tradicionais Yanomami, Suco de limão e Bicarbonato,

Eduardo Vilas-Bôas!!!

O general Eduardo Vilas-Bôas, ex-comandante do Exército e atual assessor do Gabinete de Segurança Institucional do Palácio do Planalto, está com uma doença neuromotora e corre o risco de não falar mais. Ele conheceu o uso medicinal do canabidiol e cedeu uma entrevista falando em “hipocrisia social” ao mencionar as dificuldades de quem precisa do acesso ao tratamento. Facebook – Veja a matéria completa no link: http://bit.ly/2Zzx9WW

“Eu não entendo por que ao mesmo tempo que tem gente lutando aí, defendendo a legalização da maconha, está tão difícil se obter esses medicamentos para efeito medicinal. Eu acho, de certa forma, até uma hipocrisia social e vejo a luta de algumas pessoas que dependem disso para minimizar sintomas de efeitos de algumas doenças que têm dificuldade”, disse o general com dificuldade para respirar. defesanet

Ele afirmou que vai abrir um instituto com sua filha Adriana para ajudar pessoas que sofrem com doenças incapacitantes, assim como ele. Do UOL, em São Paulo 03/08/2019 21h30
O uso da cannabis para produção do medicamentos nos Brasil é criticado pelo ministro da Cidadania, Osmar Terra. Em 23 de julho, o ministro disse que pode encerrar as atividades da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) caso o órgão aprove regras sobre cultivo de Cannabis no Brasil para o fim.


Portador de ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), doença neuromotora degenerativa, Villas Bôas foi diagnosticado com a doença em dezembro de 2016 e, com perda dos movimentos de forma acelerada, está sob o risco de perder a fala. Respeitado por militares, pela sociedade civil e classe jurídica, o general falou sobre as consequências da depressão, doença que o assola desde 2001. Poder360

Poetize-se: FHC = THC, José Mujica maconheiro?, Scoring drugs, Quarto poder, Doenças degenerativas, Suco de limão e Bicarbonato, Vamos acabar com o domínio da Monsanto, O Coxinha – uma análise sociológica, Paulo Freire, Jesus Negão, Carmina Burana: Introduction (O Fortuna), Índice de Desenvolvimento Humano, Cadê os Amarildos?, Ricardo LSD Boechat Doidão

Canadá Legalize

O Canadá foi o primeiro do G7, e segundo do mundo, a liberar uso recreativo e medicinal da droga em nível nacional. O mercado da maconha legalizada para uso recreativo deve gerar receita de até US$ 4,3 bilhões em seu primeiro ano, o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, escreveu em um tuíte em 19 de junho de 2018 :

“É fácil demais para nossas crianças conseguirem maconha – e para criminosos lucrarem em cima. Hoje, mudamos isso. Nosso plano para legalizar e regulamentar a maconha acabou de ser aprovado no Senado”. Camilo Rocha

O Canadá se tornou nesta quarta-feira (17/10) o segundo país do mundo a legalizar o uso da maconha para fins recreativos, depois do Uruguai, que adotou a medida em 2013. As primeiras vendas foram realizadas na província de Terra Nova e Labrador, no leste do país.

Os consumidores canadenses de maconha receberam outra boa notícia: horas antes da abertura de pontos de venda, um funcionário do governo federal comunicou via agências de notícias que o Canadá perdoará todas as pessoas com condenações por posse de até 30 gramas de maconha – o novo limite legal. Além da posse de até 30 gramas, cada usuário pode cultivar até quatro pés de maconha em casa.

O Canadá permite o uso medicinal da maconha desde 2001, e o governo do primeiro-ministro Justin Trudeau passou dois anos trabalhando para expandir a legislação e incluir o uso recreativo. Nordeste1

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O primeiro argumento em defesa da reforma se baseou no fato de que a proibição não havia conseguido diminuir o consumo da droga e, ao contrário de proteger a saúde das pessoas, estava apenas aumentando seus riscos, colocando em contato com violência em potencial e fazendo que as substâncias consumidas não tivessem qualquer controle sanitário de qualidade. O primeiro-ministro não desconsiderou os danos potenciais do consumo de maconha, especialmente para o cérebro no período de desenvolvimento, um dos objetivos principais da política é tornar mais difícil que crianças e jovens façam uso da substância. O segundo argumento é que a proibição da maconha leva milhões de dólares para organizações criminosas e a legalização é uma forma de fechar parte da torneira que financia outras atividades ilegais e aumenta a violência. Gabriel Santos Elias

Quase uma tonelada de maconha (900 kg) desapareceu de dentro do 1º DP (Sé), na Liberdade (região central). O sumiço, registrado como furto no distrito, aconteceu no dia 17 de agosto, constatou que 50 sacos de maconha haviam sido furtados. A droga, de acordo com a Polícia Civil, havia sido apreendida no dia 6 de outubro do ano passado. Outros 33 sacos, com o mesmo tipo de droga, foram deixados no local, sendo que dois deles estavam “violados”, diz o boletim de ocorrência. Jornal Flit Paralisante

Mude conceitos, você pode e deve: PHOTOSHOP CC 2018 E MAQUETE ELETRÔNICA 3DS MAX 2018 E VRAY: FREE, CURSOS NA USP, LUMINESCE™(10% de DESCONTO)GREGORY HOUSE M. D.VENDE-SE MACONHAGHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!!(10% de DESCONTO), MAIS PESSOAS ESTÃO USANDO MACONHA COMO UM SUBSTITUTO AO ÁLCOOL E REMÉDIOS, DIZ ESTUDOInicie um abaixo-assinado, PRIMEIRO SATÉLITE 100% DESENVOLVIDO PELA INDÚSTRIA NACIONAL, INSTANTLY AGELESS ™ (10% de DESCONTO)CARRINHO DE CONTROLE REMOTO, SIMPLES E RÁPIDO, ANDROID 2016 – DESENVOLVIMENTO DE APPS (GRATUITO)COMIDINHAS DE MACONHA

Editado via celular. (em construção)

K2, Spice ou Maconha Sintética?

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Spice, K2, High Legal, Black Mamba, Cannabis Blends é projetada para se parecer com maconha, mesmo não possuindo aroma e a aparência da natural, o seu consumo afeta o cérebro de forma diferente do que a droga natural, e, de acordo com o NIDA – o Instituto Nacional de Abuso de Drogas, nos EUA, informa que os usuários podem experimentar: ansiedade, agitação, náuseas, vômitos, hipertensão arterial, convulsões, alucinações, pânico, incapacidade de comunicação, paranoia, além de levar o usuário a agir com violência.   – Smoke Buddies

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O principal composto psicoativo da maconha, o THC, é conhecido por ativar dois receptores canabinoides, o CB1 e CB2, que estão espalhados pelo corpo humano. Os pesquisadores descobriram que a versão sintética ativa o primeiro receptor numa intensidade que a erva jamais seria capaz de alcançar. BLOG DO JAIRO BOUER

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A maconha sintética e os efeitos colaterais são devastadores para aqueles que a consomem, muitas vezes legalmente. O Vela (YouTube) explica sobre esse produto, e também porque não buscar através desta substância os benefícios que encontramos na cannabis.   – Smoke Buddies

A marijuana sintética, vendida como Especiaria, apareceu pela primeira vez na Europa, em 2004 e nos EUA, em 2008. Os químicos usados para fazer marijuana sintética, no entanto, foram criados, com fins experimentais, há décadas. Estes incluem:
  • CP 47,497, em homenagem a Charles Pfizer dos Laboratórios Pfizer, desenvolvido nos anos 1980 para pesquisa científica.
  • HU-210, em homenagem à Universidade Hebraica de Jerusalém onde foi desenvolvida pela primeira vez em1988. É 100 a 800 vezes mais potente do que THC natural (o ingrediente que altera a mente ingrediente na marijuana).5
  • JWH-018 e outros na série JWH, em homenagem ao Prof. John W. Huffman da Universidade Clemson na Carolina do Sul, criado em 1995. Fundação para um Mundo Sem Drogas

Mude conceitos, você pode e deveSCORING DRUGSluminesce ™COMIDINHAS DE MACONHAMEDIEVAL CLASSIC ROCKnaara beauty drink!!!VENDE-SE MACONHANEVOMEDICINAL VIBESVIRTUDEinstantly ageless ™HEMP ROLLKID VINILvidacell ®BECAUSE I GOT HIGHreserve ™FIM DOS TRAFICANTES?!?MONÓLOGO AO PÉ DO OUVIDO / BANDITISMO POR UMA QUESTÃO DE CLASSE

E agora???

A Lei de Drogas, de 2006, não listou quais substâncias são ilícitas, deixando isso a cargo do Ministério da Saúde e segundo o juiz Frederico Ernesto Cardoso Maciel, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF), como não existe uma justificativa oficial para a proibição do uso da maconha, a criminalização do uso da droga transgride o princípio da impessoalidade determinado pelo art. 37 da Constituição. “O ato administrativo, em especial o discricionário restritivo de direitos, diante dos direitos e garantias fundamentais e também dos princípios constitucionais contidos no art. 37 da Constituição da República devem ser devidamente motivados, sob pena de permitir ao Administrador atuar de forma arbitrária e de acordo com a sua própria vontade ao invés da vontade da lei”. Redação Pragmatismo

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O impacto da legislação brasileira antidrogas no sistema prisional é prova cabal da falência do sistema repressor que criamos. O consumo de drogas não diminui, mas o número de presos por crimes relacionados às drogas aumenta ano após ano, e explodiu desde a promulgação da atual lei que trata do tema, em 2006. Lucia Nader e Rafael Custódio

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Somente a cidadania plena conduz à democracia. Não há outra forma de ser cidadão que não seja através da educação ideológica e política. Pragmatismo Político

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Veja tambén: FHC = THC, José Mujica maconheiro?, Scoring drugs, Quarto poder, Doenças degenerativas, Suco de limão e Bicarbonato, Vamos acabar com o domínio da Monsanto, O Coxinha – uma análise sociológica, Paulo Freire, Jesus Negão, Carmina Burana: Introduction (O Fortuna), Índice de Desenvolvimento Humano, Cadê os Amarildos?

FHC = THC

Droga é qualquer substância que introduzida em um organismo modifica suas funções, podendo ocasionar dependência química e/ou psíquica, é um termo que abrange uma grande quantidade de substâncias naturais ou sintéticas. Por exemplo o carvão, aspirina, fumo (nicotina), álcool (etanol) e o café (cafeína).

Fernando Henrique Cardoso, 80 anos, presidente da República entre 1995 a 2002.

“Em sociedades abertas e democráticas a opinião se forma neste entrechoque de idéias.”

No dia 2 de junho de 2011, entregou ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, uma proposta de revisão na política de combate às drogas. Um problema que afeta a todos e precisa ser enfrentado em seus múltiplos aspectos.


A sua peregrinação foi registrada no documentário QUEBRAMDO O TABU, dirigido por Fernando Grostein Andrade.

A importância do debate de questões que envolvem valores e comportamentos deve ser primeiramente discutida pela sociedade, antes que as decisões cheguem aos governos e parlamentos. A regulação de drogas como a maconha tem o objetivo de reduzir o poder do narcotráfico, preservar a saúde e a segurança das pessoas, oferecer tratamento e reabilitação (a redução do dano e a redução do consumo), investir na informação e prevenção para reduzir o consumo de drogas.

Fonte: Revista Época

“Breaking the Taboo”, versão internacional narrada por Morgan Freman, a versão em espanhol é narrada por Gael Garcia Bernal.

maconhacristovambuarque

Veja também: Scoring drugs, Por que Pinga?; Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, Brasileiro Reclama De Quê?, Carnaval é Perfeição!, Reign Over Me, Meu nome é Jonas, Minha Alma (A Paz Que Eu Nao Quero), Hemp Car, Hora do Planeta, BEBER MENOS, Eu sou o meu Deus.