Dr. Juan Revilla

Juan Revilla é pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), onde trabalha há 43 anos, explicou que concentra seus estudos nas plantas nativas já usadas popularmente por moradores da Região Amazônica, como uxi amarelo, unha de Gato, marapuama, entre outras.

As pesquisas e os tratamentos tem contribuído muito com o aprimoramento das técnicas de cura, usando conhecimentos tradicionais e utilizando as técnicas modernas de exames e laudos clínicos, que permitem identificar melhor a doença e o método de abordagem mais apropriado utilizando produtos naturais no lugar de produtos alopáticos, que em muitos casos a medicina moderna (alopática) não tem remédios para estes males e são encontrados na medicina natural, como por exemplo doenças Autoimunes, Psoríase, Hepatites, Pedra na Vesícula, Pedra nos Rins e muitos outros que produtos farmacêuticos não resolvem ou não existem. Instituto de Medicina Tradicional Dr. Juan Revilla

Foi por meio dos relatos dos avós ainda na infância que o pesquisador e doutor em Botânica Econômica Juan Revilla, de 71 anos, começou a se interessar em estudar as plantas medicinais. O peruano hoje desenvolve seu trabalho na Amazônia Brasileira, onde veio estudar e tratar pacientes há mais de quatro décadas. PORTAL AMAZÔNIA

“Para nós, é gratificante saber que as plantas da nossa Amazônia podem ajudar a tratar doenças que a medicina ainda não consegue resolver. Um exemplo: miomas, endometriose, alterações de hormônios em geral. Não existem medicamentos consistentes que possam revolver isso, mas a natureza nos mostra que há um caminho”

A criatividade do terapeuta (Dr. Juan) usando conhecimentos biológicos, alimentares, metabólicos e espirituais tem conseguido resultados fantásticos nas doenças com Pressão alta e baixa, Alzheimer, Parkinson e circulatórios que são tratados com alto grau de eficácia pela medicina natural.

As tribulações da vida como separações, problemas financeiros, familiares, hormonais e outros têm desencadeado doenças como Ansiedade, Síndrome do pânico, Depressão, Estresse e outras doenças hoje de difícil tratamento.

TEDxEncontroDasÁguasJuan Revilla – A medicina da Floresta.

Juan Revilla é Doutor em Botânica pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, trabalha com Botânica Econômica para fins fitocosmético, fitoterápico, medicinal, artesanato, ornamental e madeireira. Seu trabalho consiste em recuperar o conhecimento tradicional e popularizá-lo. Hoje ele trabalha para aumentar a percepção dos produtores rurais em relação à importância dos recursos naturais e a sua sustentabilidade.

“Muita gente pensa que o trabalho com plantas medicinais era apenas feito por curiosos, por amantes da natureza, mas não. Hoje em dia, no Brasil, no Peru e no mundo, há pesquisadores, doutores na área de plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos. Existe um rol de conhecimentos e publicações que justificam a eficácia das plantas medicinais”, contou.

Plantas medicinais da região amazônica

Uxi Amarelo: Originada da Amazônia brasileira, possui efeitos anti-inflamatório, antioxidante, diurético e estimulante imunológico. O pesquisador explicou que costuma se vender em forma de casca (retiradas de troncos de árvores). A planta é usada no tratamento de vários problemas de saúde, como no tratamento de miomas; cistos no ovário ou no útero; combate a infecções urinárias; promove a regulação do ciclo menstrual causada pela Síndrome dos Ovário Policísticos, também ajuda no tratamento endometriose. 

“O Uxi Amarelo corrige os estudos hormonais. Hoje se conhece toda a química dessa planta e sabemos quais os princípios ativos que fazem esse trabalho. Para a indústria farmacêutica, é um fracasso, a dificuldade de fazer sínteses desses compostos. É interessante o extrato seco de Uxi Amarelo. O extrato seco não é a casca moída, é o chá sem água. E que pode se transformar em comprimidos”, explicou Revilla.

Unha de Gato: Encontrada principalmente na Floresta Amazônica e em outras regiões da América do Sul, começou a ser usada pelos indígenas de forma medicinal para tratamentos inflamatórios e degenerativos. É uma planta que tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“A Unha de Gato tem um histórico mundial fantástico. É uma planta que corre na Amazônia Brasileira e nós temos uma quantidade imensa desse produto que precisa ser mapeado e ser estudado no campo para ver a dimensão da produção da unha de gato e poder transformar em medicamento. É também outra planta que estamos trabalhando aqui para transformá-la em comprimidos”, contou o pesquisador.

Marapuama: Planta medicinal originada na Amazônia. Serve para melhorar a circulação sanguínea, tratar a anemia e disfunções sexuais. “É outra planta que considero muito importante, assim como o Mirantã, a Marapuama trabalha com o sistema nervoso. Essas plantas, nós estamos trabalhando alguns anos, e hoje nós sabemos de alguns componentes químicos”, explicou o pesquisador.

 Com a pandemia, Revilla disse que teve a oportunidade de se dedicar muito mais ao campo, em Manaquiri, no interior do Amazonas. Com recursos próprios e colaboração de outras pessoas, ele conseguiu mais recursos para sustentar colaboradores, que atualmente conta com 15.

Segundo Revilla, os colaboradores preparam os ambientes físicos e paisagísticos do projeto da construção de uma clínica em Manaquiri que conta com três pontos importantes:

  1. “O primeiro é o laboratório para a fabricação dos medicamentos, quase concluída esperando alguns equipamentos”;
  2. “O segundo é o jardim botânico de plantas de valor econômico, chamada Botânica Econômica Garden. Esse Jardim Botânico tenta mostrar aqui essas plantas com potencial econômico. Hoje nós estamos com mais 1600 plantas já instalada em nosso jardim”;
  3. “O terceiro é o trabalho de atendimento. Nós estamos montando uma clínica de campo para o tratamento de doenças crônicas que pode ser inaugurado no fim do ano.

O Instituto de Medicina Tradicional Dr. Juan Revilla na rodovia AM 354 km 08 Manaquiri, esta aberto ao publico a partir das 08:00 horas até as 17:00 para *CONSULTAS GRATUITAS* pagando somente a medicação que não tem um custo alto.

Rua 04, Conj. Novo

Maiores informações 92 99249-6797 (Dr. Juan Revilla) 99172-3893 (Leidiane secretaria)

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Tiny Houses: minha doce casinha

Se você tivesse que se mudar amanhã para um espaço de 25 m² – algo como dois quartos de um apartamento pequeno somados – o que você levaria?

Viver com menos e em espaços reduzidos virou o sonho de muita gente – uma tendência que dá um chega pra lá no consumo excessivo e propõe um viva ao minimalismo. ELIANAELLE

A economia é um aspecto forte da novidade. Não é à toa que essas moradias, que mais parecem casas de boneca, mexem tanto com o imaginário e provocam um certo encantamento.

“Minimalismo”. O termo já foi amplamente usado para descrever movimentos artísticos, estilos de decoração, linguagem arquitetônicas e até mesmo uma teoria gramatical. Hoje, porém, retorna ao nosso vocabulário, e aos blogs, livros, documentários e redes sociais, com um significado bem mais amplo, que resume não só um modo de consumir ou de criar, mas um verdadeiro estilo de vida.

O minimalismo e a sustentabilidade também são pontos centrais no projeto de vida do casal Robson Lunardi e Isabel Albornoz (que aparecem na foto com o filho João Pedro), criadores do blog Pés Descalços, onde contam um pouco de suas trajetórias – de profissionais estressados, que enfrentaram a síndrome de burnout trabalhando 14 horas por dia anos a fio, a adeptos da yoga, da meditação, da alimentação saudável, pais de duas crianças e moradores de uma tiny house sobre rodas, de 27 m².

Robson fez um curso focado em técnicas de construção. E Bel, que ainda relutava em aceitar a ideia da mudança, mergulhou em aulas com mulheres que haviam feito suas próprias tiny houses, e voltou decidida.

“Aos poucos, entendemos que não era só uma casinha, mas um estilo de vida, um espaço compactado, multifuncional, mais sustentável e minimalista”

O quarto das crianças.

Hoje, dão consultoria sobre o tema e mantêm o projeto Colibri, que pretende erguer minicasas como moradia de baixo custo para pessoas em situação de vulnerabilidade. “O movimento tiny house não é sobre o espaço, mas sobre como você o utiliza. É um estilo de vida que estimula a maximização do convívio e a ética social.”, diz Robson, lembrando que nas casas tradicionais é muito comum que cada um fique isolado em um cômodo interagindo muito pouco – algo que não tem chance de acontecer no caso deles.

Os dois costumam dizer que tudo de fundamental, de cada um na família, deve caber em uma mochila. E são a prova de que viajar leve é libertação.

PLANEJAMENTO DE ROBSON E ISABEL

No caso do banheiro, um dos grandes tabus da Tiny Houses, as saídas são diversas. Robson, por exemplo, conta que nas casas em que visitou a solução mais prática era a chamada “privada seca”, que funcionam como uma espécie de composteira. Já o arquiteto Danilo Cobras, fundador da Contair Box, que desde 2009 projeta casas em containers, conta que é possível produzir modelos com caixa de detritos e caixa d’água, conforme a necessidade de cada cliente. Além é claro da possibilidade de conectar a Tiny House ao um sistema comum de água e esgoto.

O movimento começou no finzinho dos anos 1990 nos Estados Unidos e ganhou força com a crise econômica que chacoalhou o país a partir de 2008. Com o mercado imobiliário regido por uma legislação dura, que proíbe habitações improvisadas, hipotecas se transformando em dívidas altas e taxas exorbitantes, a construção de tiny houses surgiu como uma saída perfeita para os estadunidenses endividados. Uma solução que acabou se espalhando pelo planeta. “Construir uma casa e legalizá-la é um processo caríssimo, que pode envolver financiamentos de até 30 anos. As pessoas acabam de pagar quando chegam aos 60 anos. Na Austrália, as tiny houses seguem a legislação dos motorhomes e não precisam de aprovação das subprefeituras, um processo burocrático e custoso”, conta Thiago Marega Perrone, brasileiro que vive há quase 14 anos no país, onde comanda, junto com o sócio, a Aussie Tiny Houses, que fabrica casas com área entre 11,52 m e 20,16 m², em 12 modelos diferentes. 

A cozinha, onde se concentra a maior parte dos armários, deve ser um cômodo estratégico na casa.

Adoro Cinema

O assunto rendeu série (Movimento Tiny House, que já está na quarta temporada, duas delas disponíveis na Netflix), tem virado opção de hospedagem via Airbnb mundo afora.

A japonesa Muji criou a Mujihut, uma cabana de madeira de 9 m², feita de cedro e pinho, com técnicas tradicionais da construção naval japonesa. Cada unidade custa 3 milhões de ienes (cerca de 156 mil reais) e pode ser colocada em qualquer lugar à escolha do cliente. Uma grande porta de vidro corrediça amplia a iluminação e a ventilação naturais, enquanto o pé direito alto e a varanda garantem a sensação de um espaço maior, suficiente para quatro pessoas relaxarem.

12 dicas importantes para quem pensa em morar em uma tiny house

  1. O primeiro passo é uma sessão hard core de desapego. Livre-se de tudo que não for essencial.
  2. Defina o que é prioridade para você: receber amigos, cozinhar, home office… As respostas vão definir a organização dos espaços.
  3. Cores claras e decoração clean ampliam a sensação de amplitude e conforto.
  4. Tudo tem um lugar definido. Por isso é importante pensar onde cada objeto vai ser guardado, seja uma guitarra ou um liquidificador.
  5. O mesmo cômodo tem várias funções: uma sala pode virar home theater, home office, espaço para as crianças brincarem ou quarto de hóspedes.
  6. A posição da cozinha é uma das mais importantes no projeto, já que ela vai abrigar a maior parte dos armários. Em geral, há apenas um fogão de duas bocas. Mas não se desespere. Quantas vezes na vida você usou quatro bocas ao mesmo tempo?
  7. Nada de espaços mortos. Cada cantinho deve ser otimizado com armários inteligentes, nichos, gavetas e organizadores articulados.
  8. Dobre o tamanho da casa com um deque do lado de fora. Isso cria outro ambiente. É como uma sala de estar externa.
  9. Acostume-se com a ideia de subir uma escadinha para acessar o quarto no mezanino. Diferentemente das escadas comuns, ela pode ser mais íngreme e com espaço menor entre os degraus.
  10. Janelas grandes, numerosas e bem localizadas maximizam a luminosidade e a ventilação naturais. Se a casa for sobre rodas, sempre se pode manobrá-la para conseguir uma insolação maior.
  11. Sustentabilidade faz parte do pacote. Considere o uso de uma composteira para o lixo orgânico, de um banheiro seco, que não gere esgoto, e de placas para captar energia solar. Se usar energia elétrica, basta conectar a casa em um quadro de luz ou até mesmo em uma tomada em um posto de gasolina.
  12. Para o abastecimento hidráulico, uma boa saída é o sistema off grid, que filtra água de um poço ou de um lago e, por meio de bombas, faz a distribuição pela casa.

Luz, água quente, internet, janelas amplas e até terraço também fazem parte do projeto de boa parte das Tiny Houses, que embora sejam muito usadas por quem escolhe um estilo de vida mais “nômade”, tem como princípio se parecer mais com uma casa confortável, na qual é possível viver para o resto da vida, do que, simplesmente, com um trailer ou uma morada temporária.

Para os adeptos dessa filosofia, a Tiny House não chega a ter defeitos – mas alguns desafios. Não há, por exemplo, portas que delimitem boa parte dos espaços, o que significa que, de uma forma ou de outra, tudo o que é feito na casa afeta todos os seus moradores.

Em geral, quem tem uma Tiny House alerta: ela não é uma casa barata de se fazer. No Brasil, a Container Box, por exemplo, estima que a construção de sua versão, dependendo dos acessórios escolhidos pelo cliente, deve  variar de 90 e 180 mil reais.

A grande vantagem, porém, vem na hora de morar. Com menos espaço, contas básicas, como água, luz e supermercado, diminuem. Em alguns lugares, soma-se a isso alguns descontos em impostos, já que a casa é pequena e muitas vezes não está fixa em um terreno.  Isso sem contar que, com pouco espaço para ocupar, você vai, naturalmente, comprar muito menos.

Vogue

No levantamento feito publicado pela Living Big in a Tiny House, foi apurado, por exemplo, que 55% das pessoas que vivem em uma Tiny House tem mais dinheiro guardado do que a média americana.

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Which one do you prefer?!?

Instagram: ademar__vieira

Brazil needs to change its choices and redirect its bets. Continuing to invest billions in the current agricultural model that transforms forests into pastures and into green deserts of poisoned grain monoculture, only aggravates the social, environmental and climate crises.

The solution? Yes, it exists! Strengthen family farming and agroecology, systems that produce real food in partnership with nature, free from poisons and generating jobs and income for people. That’s what I try to show in this strip, made at the request of @greenpeacebrasil , which is called “Which one do you prefer?”

O Brasil precisa mudar suas escolhas e redirecionar suas apostas. Continuar investindo bilhões no atual modelo agropecuário que transforma florestas em pasto e em desertos verdes de monocultura de grãos envenenados, só agrava as crises, social, ambiental e climática.

A solução? Sim, ela existe! Fortalecer a agricultura familiar e a agroecologia, sistemas que produzem comida de verdade em parceria com a natureza, livre de venenos e gerando emprego e renda para as pessoas. É isso que tento mostrar nessa tirinha, feita a pedido do Greenpeace Brasil, que se chama “Qual você prefere?”

Brasil necesita cambiar sus elecciones y reorientar sus apuestas. Continuar invirtiendo miles de millones en el modelo agrícola actual que transforma los bosques en pastizales y desiertos verdes de monocultivo de granos envenenados, solo agrava las crisis sociales, ambientales y climáticas.

¿La solución? ¡Sí, existe! Fortalecer la agricultura familiar y la agroecología, sistemas que producen alimentos reales en alianza con la naturaleza, libres de venenos y generadores de empleo e ingresos para las personas. Y eso es lo que trato de mostrar en esta tira, realizada a pedido de Greenpeace Brasil, que se llama “¿Cuál prefieres?”

Wichze-se: Agro será mesmo?, 1ª Feira de Economia Solidária e Agricultura Familiar, OURO VERDE E PROTEÇÃO DO PLANETA, Prefeitura e Segurança alimentar, Projeto Horta Educativa, As MELHORES PLANTAS pra HORTA

Cana dura como aço

Do lixo ao luxo: a palha da cana, um resíduo abundante da produção de açúcar e álcool, nas mãos de um químico e de pesquisadores da Embrapa está se transformando em cristais – para sermos exatos, nanocristais de lignocelulose (LCNCs), também conhecidos como whiskers. Luciana Penante – tecmundo

O material biodegradável tem o formato de um grão de arroz, resistência mecânica similar à do aço e grande potencial de aplicação nas indústrias petroquímica, farmacêutica e eletrônica. Semelhantes a grãos de arroz, mas com espessura cerca de 200 mil vezes menor.

“Os nanocristais servem como aditivos, melhorando as propriedades dos materiais usados em embalagens e filmes, por exemplo”, explica a pesquisadora da Embrapa Cristiane Sanchez Farinas, coordenadora da pesquisa.

Luiz Henrique Capparelli Mattoso, o pesquisador que iniciou o estudo, é engenheiro de materiais com pós-doutorado em Nanotecnologia nos Estados Unidos. Ele iniciou os estudos com materiais verdes em 2007 e descobriu que é possível obtê-los a partir de fibras lignocelulósicas de bagaço da cana, cascas de coco e de arroz, algodão, eucalipto, entre outras – até mesmo de resíduos como a madeira de reflorestamento descartada pela indústria.

A conversão da palha em CNCs ocorreu por meio de uma combinação de pré-tratamento com solvente orgânico e hidrólise ácida realizada em diferentes condições operacionais.

“Nos preocupamos em compreender as alterações químicas e estruturais que ocorrem durante a desconstrução da palha da cana e para a extração de nanoestrutura, por meio de uma combinação de pré-tratamento organosolv e hidrólise ácida realizada sob diferentes condições”, afirma o engenheiro de materiais. 

Em 2019 os pesquisadores da Embrapa, em parceria com a startup Bio Nano, começaram a testar a produção de nanocristais de celulose (CNC) em escala-piloto, utilizando eucalipto e algodão. O próximo passo será escalonar a produção e acelerar o processo para torná-lo economicamente viável.

Os LCNCs podem ser utilizados como combustível em biorrefinarias, que utilizam matérias-primas renováveis e seus resíduos (biomassa) para a produção, por rota química ou biotecnológica, de substâncias e energia, com a mínima geração de resíduos e emissões de gases poluidores, segundo a literatura especializada.

Atualmente, a palha de cana é um resíduo de produção, com volume estimado entre 10 e 20 toneladas de matéria seca por hectare. Ela é utilizada na geração de energia térmica ou deixada no campo para agregar matéria orgânica ao solo.

Em 2020, a produção brasileira de cana-de-açúcar, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi de 677,9 milhões de toneladas.

A pesquisa emprega saberes técnicos-científicos de várias áreas do conhecimento, como Química e Engenharia de Materiais, além da infraestrutura instalada, principalmente, do Laboratório de Agroenergia e do Laboratório Nacional de Nanotecnologia Aplicado ao Agronegócio (LNNA), sediado em São Carlos (SP) na Embrapa Instrumentação.

Canaze-se: LEGO e sua turbina eólica de cana, Cânhamo: e a descontaminação de solos, 130 mil itens são descartados por semana em depósito da Escócia, Fiat 147 a álcool, 40 anos., OURO VERDE E PROTEÇÃO DO PLANETA

TecnoÍndia

Conhecimento precioso da nossa América, que a ganância e a ignorância – a mãe do preconceito – insistem em celebrar a sua sistemática destruição. A diversidade cultural dos povos indígenas de Mato Grosso, que sobreviveram às mais cruéis tentativas de extinção, é um bem que todos os brasileiros precisam aprender a valorizar e a universidade pública tem um importante papel a desempenhar. “Ninguém ensina o que não sabe’, disse certa vez um importante líder indígena, nos primórdios da fundação da nossa universidade.” (Maria Fátima Roberto Machado – organizadora) Entrelinhas Editora 

Tecnoze-se: 3000 anos de engenharia, arquitetura e construção, O lar autossuficiente, Concreto verde e parede viva, Cursos online e gratuitos sobre agrofloresta, permacultura e ecodesign, Índio Educa

Plástico de cânhamo

A criação do plástico totalmente sintético, feito à base de petróleo, carvão e gás natural, segundo a revista Super Interessante, aconteceu em 1907 e com um bom propósito: substituir o marfim, a matéria que forma nos dentes dos elefantes, moldado desde o século XVII. Hoje, o impacto da produção e descarte do plástico ao meio ambiente, coloca às empresas e cidadãos o papel vital de repensar atitudes e maneiras de reduzir o uso do material. The Green Hub

O Cânhamo tem um crescimento rápido e baixo custo para produzir.  Seu cultivo é um dos mais diversamente aplicados e sustentáveis do mundo.  Além disso, o Brasil possui enorme potencial agrícola e condições climáticas favoráveis para tornar o país um grande exportador da matéria.

Ao ser fabricado com cânhamo, o plástico se torna um item biodegradável e não tóxico, o que o torna mais seguro para a saúde das pessoas e do meio ambiente. Enquanto uma sacola plástica convencional levará séculos para se degradar na natureza, o bioplástico levará de três a seis meses. Naturalmente, isso significa que o bioplástico de cânhamo não é ideal para utensílios de longo prazo, mas é perfeito para os de uso único.

Infográfico da Sana Packaging traduzido pela The Green Hub

A empresa Sana Packaging produz embalagens feitas 100% a partir do bioplástico de cânhamo, plástico oceânico recuperado e outros materiais que visam reduzir o impacto do plástico tradicional no mundo.

A versatilidade da planta é outro ponto positivo. Sua semente, caule e folha podem ser aproveitados e transformados em matéria-prima para diversos setores: construção civil, alimentício, vestuário, biocombustível, pet, cosmético, entre tantos outros. O plástico, no entanto, é feito a partir do caule e fibras, tal como papel, tecidos, cordas e materiais de construção.

A empresa LEGO, que possui seis décadas de história em plástico, agora está investindo milhões de dólares para eliminar esse material. A estimativa é que em 2030, 60 bilhões de peças que a empresa fabrica a cada ano serão totalmente substituídas por cânhamo, uma variedade da Cannabis sativa. Sechat

Outra empresa, a australiana Zeoform, está trabalhando há anos no avanço das tecnologias de cânhamo biodegradáveis. Ela conta que desenvolveu um novo tipo de plástico feito inteiramente com cânhamo. Este material pode ser injetado ou moldado em produtos sem fim que vão desde botões até móveis de casa e até mesmo tijolos de brinquedo.

THCze-se: SOBRE MACONHA, Baterias de cânhamo, Vaginóides!, Your Cannabis Grow, em outubro tem colheita., Fibra de “maconha” na produção têxtil, Plástico Pena, Ranking dos 10 setores que mais consomem no país

Motor elétrico para carros que pode ser instalado nas rodas dos veículos

A britânica Saietta Group criou um novo produto voltado para carros elétricos, que é focado no ganho de espaço e eficácia. A empresa inventou um novo motor, conhecido como AFT 140 (tração por fluxo axial). Valdemar MedeirosClick Petróleo e Gás

Após anos trabalhando no projeto para novos carros elétricos, a empresa está pronta para mostrar o AFT 140, um motor de imã permanente sem escova que é totalmente selado. O objetivo da nova tecnologia da Saietta é transformar os carros elétricos mais eficientes com uma única carga.

A inclusão do motor na roda dos carros elétricos também reduz a complexidade da unidade motriz, permitindo a redução no número de peças necessárias, ou seja, diminuindo o peso total do conjunto. Esta solução permite a maximização do espaço disponível para o chassis e tem a vantagem de se poder adaptar a todo o tipo de veículos.

A inclusão dos motores nas rodas também reduz a complexidade da unidade motriz e permite diminuir o número de peças necessárias algo que, consequentemente, diminui o peso total do conjunto. “Nós não pretendemos tornar-nos num fabricante de plataformas e apenas desenvolvemos um chassis para demonstrar o potencial do nosso inovador motor na roda. Nós queremos trabalhar com criadores de plataformas, complementando ao invés de competir com as suas inovações”, refere Wicher Kist, CEO da Saietta Group. SAPO

Para saber a eficácia do motor nas rodas dos veículos, a Saietta testou a tecnologia em um Renault Twizy. O teste foi feito em Amsterdã, colocando dois modelos Twizy para competir. Um possuía o motor AFT 140 e o outro não, fora isso nada foi alterado. Os veículos dirigiram indefinidamente através de uma gama diversificada de tráfego, temperatura, clima e até mesmo diversas superfícies de estradas, apenas para avaliar se o motor é eficiente ou não.

Para que os testes fossem feitos de forma limpa, cada um dos veículos foi equipado com um laptop que processava todos os dados de desempenho para a empresa New Eletric. O motivo de utilizar o Twizy nos testes é que ele é um veículo de transição perfeito com qual a Saietta pode medir o quanto de batida o seu novo motor elétrico pode aguentar.

Apesar de parecer uma grande novidade, sempre bom lembrar que há mais de 100 anos, entre 1900 e 1905, o Lohner-Porsche usava esse conceito, inicialmente nas rodas dianteiras e, depois, nas quatro rodas. Auto&Técnica

A ideia era tão boa que, quase 70 anos depois, a Boeing e a NASA aplicaram os princípios desse projeto no Lunar Roving Vehicle, o “jipe lunar” que fez parte do Projeto Apollo.

Trazida para os dias de hoje, esta ideia pode trazer diversos benefícios para os veículos sem emissões poluentes, pois os motores elétricos nas rodas do Protean Drive System anunciam ganhos consideráveis em nível do espaço e peso para estes automóveis.

Além disso, poderá transformar carros elétricos que já estejam nas ruas apenas com tração dianteira ou traseira, em automóveis com tração integral. Esta tecnologia apresentada pelos britânicos da Protean Eletric poderá ser a primeira utilização comercial desta tecnologia em veículos de passageiros (a Schaeffer e a Ford, por exemplo, criaram em 2013 protótipos do Fiesta com este sistema), embora já existam aplicações em viaturas pesadas.

Este é um “pacote completo”, que inclui o motor elétrico, o imã permanente e toda a eletrônica exigida para o seu funcionamento. No site da empresa consta que este sistema tem potência de 54 kW (72 cv), que pode ser elevada no máximo aos 75 kW (100cv), o que significa interessantes 200 cv de potência para um modelo com tração em duas rodas. Isto com dois motores elétricos nas rodas que tenham dimensões de 16,5 polegadas de diâmetro e 4,5’ polegadas de largura. Entre as vantagens estão desde a eliminação da transmissão e do eixo da transmissão, bem como a utilização mínima de fiação, o que ajuda a reduzir o peso. Segundo apuramos, um par destes motores elétricos nas rodas acusa apenas 72 kg na balança, marca inferior em 30 kg ao total de 102 kg, por exemplo, da motorização do BMW i3.

Entre os destaques do sistema estão também a eliminação das perdas friccionais de energia por meio da transmissão entre 6% e 8%, num modelo com duas rodas motrizes. Esta situação tem também o benefício de melhorar a capacidade de regeneração da energia nas acelerações e frenagens.

A empresa utilizou um protótipo do Volkswagen Golf para testes, com ajustes específicos para a suspensão, tendo constatado funcionamento com eficácia similar ao do e-Golf. A versão de produção deste componente será fabricada na China, inicialmente com volume baixo, situado entre 5 a 10 unidades por semana.

Na pista, os protótipos com duas e-wheels traseiras (total de 109 cv) mostraram uma aceleração brilhante e enorme estabilidade, combinadas com uma agilidade fora do comum: mérito do controle independente dos motores. A ativação do controle de estabilidade é instantânea, pois ele é ligado ao powertrain elétrico, e não aos freios: a e-wheel reage em 5 a 10 milésimos de segundo, em comparação com 60 a 80 milésimos de um freio hidráulico. Tambores ou discos desaparecem das rodas traseiras: há apenas um pequeno tambor que funciona como freio de estacionamento, já que a desaceleração é con ada aos motores elétricos. Emilio BrambillaMotor Show

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O lar autossuficiente

Casa pré-fabricada e transportável tem autonomia hídrica e energética

A proposta batizada de Majamaja vai muito além de um lar rústico: trata-se de um modelo pré-fabricado e transportável, que aproveita o melhor dos recursos modernos. Natural de um arquipélago finlandês, o arquiteto Pekka Littow é responsável pelo projeto. Marcia Sousa

A obra é livre de grandes dores de cabeça: dispensa trabalhos prévios de construção, sendo inclusive independente de conexões de saneamento básico. Para tanto, nada é desperdiçado. Há captação de água da chuva e toda a água cinza (usada para lavar louça e tomar banho, por exemplo) é coletada e purificada para reutilização, enquanto os resíduos do banheiro seco são compostados e reaproveitados como fertilizante. 

O uso de água pluvial somado ao sistema de tratamento de águas residuais de circuito fechado garantem a autonomia hídrica. Já a energia é fornecida por painéis solares e uma célula de combustível. Uma bateria de armazenamento ainda permite que o abastecimento solar esteja disponível a qualquer momento. 

A casa também é transportável, uma vez que rapidamente é possível desmontá-la e levá-la aos cantos mais remotos. 

O primeiro projeto de casas Majamaja está em andamento em Helsinque, capital da Finlândia. A previsão é que as primeiras unidades sejam disponibilizadas para aluguel de curto prazo ainda em 2021.

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Onde estão os humanos?!?

O Cacique Raoni Metuktire foi até a cidade de Sinop, no norte do estado do Mato Grosso, no sábado, 26/9, para fazer exames (acompanhamento devido à Covid-19) e se manifestou a respeito do discurso de Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU, em 22/9. Mônica Nunes – conexão planeta

“Isso eu não aceito!”, declarou Raoni. “Ele diz no jornal que tá botando fogo no mato, na floresta. Isso é pura mentira. Por que? Quem está botando fogo são os próprios fazendeiros. Alguns fazendeiros estão prejudicando o mato. Garimpeiro tá prejudicando o mato, a natureza. Madeireiro tá prejudicando a natureza. Eles é que estão botando fogo na floresta”.

S.O.Z.e-se: Grafite na rua, Capivaras na faixa!?!, De que lado você esta?, Ta foda ser brazileiro!!!, Justiça de mierda

Um anticorpo de Gaia para o vírus ser humano

“Enquanto estivermos um olhando pro outro com olhar de competição, de colocar a culpa no outro, e a gente não entender que é uma coisa só, o organismo Gaia, que esteve em febre com o aquecimento global. Gaia estava em febre e agora está de cama! E lembrando que Gaia tem bilhões de anos e nós humanos temos alguns milhares de anos. Ou seja, Gaia não está apegada a nós. O planeta vive muito bem sem nós. Até então nós somos só um vírus que corrói o planeta.

Na visão da Terra, a gente apareceu há uns 2 dias. (…)Talvez a gente seja o grande vírus que está atrapalhando a saúde de Gaia, (…) o sistema imunológico de Gaia operando, assim como nosso corpo começa a produzir os anticorpos quando está sentindo alguma coisa.” (Murilo Gun) Isaias CostaA Soma de Todos os Afetos

Gaia é um ser vivo. Só a proporção de água na Terra e no nosso corpo já deveria ser o suficiente para todos nós compreendermos isso. Ambos tem aproximadamente 70% de água em sua constituição. Toda agressão que causamos à Terra é a nós mesmos que causamos.

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Os grandes mestres sempre ensinam que o que está em cima é como o que está em baixo, o que está dentro é como o que está fora (…) . Muitos estudiosos estão escrevendo artigos e desenvolvendo pesquisas dizendo que poderá haver um êxodo urbano a partir dessa pandemia, a questão da densidade demográfica gera muito desequilíbrio no planeta.

As palavras sábias do cacique Seattle, 1856: “De uma coisa sabemos: a Terra não pertence ao homem. É o homem que pertence à Terra. Todas as coisas estão interligadas como o sangue que une uma família; tudo está relacionado entre si. O que fere a Terra fere também os filhos e filhas da Terra. Não foi o homem que teceu a trama da vida: ele é meramente um fio da mesma. Tudo o que fizer à trama, a si mesmo fará”. Unisinos

“O legado é a percepção de que, na perspectiva das naves espaciais, a Terra e a Humanidade formam uma única entidade (Isaac Asimov, New York Times, 9 de outubro de 1982). Nós somos TerraHomem vem de húmus, terra fértil, ou o Adam bíblico significa o filho e a filha da Terra fecunda.

Terra suplica uma atitude diferente face a ela, de respeito a seus ritmos e limites, de cuidado por sua sustentabilidade e de sentirmo-nos mais que filhos e filhas da Mãe Terra, mas a própria Terra que sente, pensa, ama, venera e cuida. Assim como nos cuidamos, devemos cuidar dela.

Gaiaze-se: Fukushima Daiichi, Experimento científico?, Akai Kōdan Zillion, Mãe Gaia, Planeta Terra é um ser vivo !, Favela Orgânica, Nenhuma gota a mais!!!, Resistência Guarani, 10 livros que ensinam as criancas cuidar do planeta, Hino Nacional em dialeto ticuna, A LEI DA ÁGUA, Minhocário.

Casa sustentável tem conta de luz de R$ 7,50 por ano

Uma casa na Austrália foi construída para provar como é possível viver em local luxuoso e confortável, sem abrir de nada, mas sem desperdiçar, sem poluir.

E o melhor de tudo: gastando pouco mais de 2,35 dólares (algo em torno de 7,50 reais) em energia por ano.

Desde sua construção, planejada para o mínimo desperdício de luz natural, essa casa de “10 estrelas” é diferente: ao fim da “construção”, ela gerou somente 3 sacos de lixo. Os materiais de sobra foram devidamente reciclados.

Quando pronta, a casa foi equipada com painéis de energia solar no teto, e um enorme galão para se reaproveitar a água da chuva.

Uma casa ecologicamente correta que ainda torna a vida bem mais leve em nossos bolsos.

Os materiais de sua construção são especiais para aquecerem o interior da casa sem a necessidade de aquecedores – e tudo isso com elegância, conforto e estilo.

A ideia é encorajar a construção de mais casas ecológicas, especialmente através desses benefícios em contas de luz – diretamente proporcionais aos benefícios para o planeta – e da beleza da casa de 10 estrelas australiana. Viver melhor e mais barato é um belo projeto para o futuro.

© fotos: divulgação/fonte:via

Camarote.21 – Especial “Curiosidades Gastronômicas”

Desde sons da cozinha que se transformam em espetáculo musical a um museu que coleciona comidas nojentas.

Veja nesta edição do Camarote.21:

– Sons da cozinha se transformam em espetáculo musical: no espetáculo francês “A tentação da Lula” o elenco é formado por músicos, atores e um chef de cozinha.

– Quando gastronomia e artes plásticas se encontram: no projeto Gastronomia Experimental receitas da alta gastronomia não são servidas em pratos e talheres comuns, e sim em obras de arte.

– A comida do futuro cada vez mais verde e de aparência sintética: organização austro-germânica publica anualmente um estudo sobre tendências na gastronomia.

– Disgusting Food Museum, o “Museu de Comidas Nojentas”, exibe mais de 80 produtos de várias partes do mundo. Entre eles, sopa de morcego e suco de olho de cordeiro.

– Restaurante “einsunternull” se apresenta como parte de uma nova tendência na capital alemã: um movimento que preza pela criatividade e mente aberta. O lema do restaurante é resgatar produtos locais, trabalhar com a simplicidade e de forma artesanal.

– O Ano Novo fora de época dos franceses: anualmente, milhares de pessoas, todas vestidas de banco, se reúnem com suas cestas de piquenique para uma refeição coletiva a céu aberto no chamado “Dîner en Blanc”.

Poetize-se também: Manual de agricultura urbana, Carta da Terra, Anestesia mental.,Dia Mundial do Meio Ambiente., Opção de escolha?, Chora Darwin., Um saco de sal, Batata Frita, o Ladrão de Bicicleta, Garfield e fast food., Hora do Código, Mãe Gaia, Muguets para você!!!

Walter Rocha

#WALTERROCHA# (@walter_design)

Walter Rocha Design natural


Enxergue mais: Curupira, Instituto Pindorama, voluntariado., CONTRA TODOS OS MALES, NAARA BEAUTY DRINK!!!, BOAS IDÉIAS QUE TODOS OS PAÍSES DEVERIAM ADOTAR, Touché Turtle, Robin Hulk, Árvores?, EMV, Biblioteca Web, DIA DA ÁRVORE, Neil Armstrong, COMENDO RECIFE, INSTANTLY AGELESS ™, Hein? hã?, Ferramentas de destruição em massa., MANJERICÃO, BRINCANDO DE LÓGICA, VIDACELL®, RORSCHACH, ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA HÍDRICA, PLANETA DOS MACACOS, UM MAR DE INFORMAÇÕES!!!, RESERVE™, Não Foi Acidente, Princípio do ou não, Museu Virtual

Dia mundial da Água, da vida e do planeta!!!

Cantoalagua se celebra cada 22 de marzo, en el marco del día mundial del agua. Gente de todo el mundo se reúne alrededor de ríos, quebradas, océanos y humedales a las 12m hora local, a entonar el canto sentido y sencillo de la sílaba A como un llamado a abrir el corazón y reconectarnos con la naturaleza del agua. http://www.cantoalagua.com/quienessomos

MUDE CONCEITOS, VOCÊ PODE E DEVE:Existe Água em SP, PHOTOSHOP CC 2018 E MAQUETE ELETRÔNICA 3DS MAX 2018 E VRAY: FREE, Um grande contador de histórias, Quando será anova crise hídrica?!?, ÍNDIOS, POEMA, POESIA E SONETO, GHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!, HUNGU, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, BURGUESIA (VERSION ME),INSTANTLY AGELESS ™, SEDE PASSANTES

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Rundling: Um vilarejo em Berlim

Grandes cidades – Berlim: Um vilarejo autossustentável (2016)

A ideia do arquiteto Harald Zenke era simples: criar um Rundling, uma forma circular de vila, composta por 20 casas eletricamente autossustentáveis, construídas pelos próprios moradores e utilizando materiais recicláveis e reutilizáveis dentro de Berlim. A energia térmica e os painéis solares são responsáveis por 2/3 da água quente e da eletricidade. A calefação de todas as casas é gerada por um enorme aquecedor que utiliza a queima de gravetos como fonte de calor. Cada um tem seu próprio lugar, mas os moradores da vila se reúnem para cozinhar e celebrar juntos no espaço comunitário da vila, mantendo, ao mesmo tempo, proximidade e distância entre eles. Tv Escola

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