Queda Livre!

O nosso curso funciona assim:

A parte teórica tem duração de 8 horas (um dia todo praticamente) e é nesta fase que você recebe informações detalhadas sobre o equipamento, saída do avião, posição do corpo durante a queda livre, abertura do paraquedas, navegação com o paraquedas aberto, pouso, procedimentos de emergência e todas as informações necessárias para você realizar o primeiro salto. A parte teórica é lecionada dia de quinta-feira ou sexta-feira para se dedicar exclusivamente aos saltos (parte prática) durante o fim de semana.

A parte prática é formada por 8 saltos, todos a 12.000 pés com queda livre de aproximadamente 50 segundos, sendo que nos 3 primeiros saltos o aluno salta acompanhado de 2 instrutores, que durante toda a queda-livre passam instruções para aperfeiçoar seus movimentos. Não temos como prever o tempo que o aluno levará para realizar os saltos, tem as condições climáticas e condições do atleta. Ventos fortes impossibilitam os saltos e o desempenho do atleta depende da sua resposta ao vento relativo e os objetivos que ele deverá alcançar em cada salto. Vimos alunos se formarem em 2 semanas e outros que levaram 1 mês. Portanto esse tempo é muito relativo.

A partir do 4º salto o aluno passa a saltar apenas com um instrutor que irá avaliar o seu desempenho.

E em todos os saltos após a abertura do paraquedas, um instrutor de solo passa orientações de vôo para o aluno através de um rádio, aqui na Queda Livre você terá a oportunidade de saltar com alguns dos paraquedistas mais experientes do Brasil, alem de muita experiência, exigimos que nossos instrutores façam parte do quadro de instrutores da CBPQ ( http://www.cbpq.org.br/profissionais.php?tipo=&uf=14 ), que freqüentem todos os simpósios de segurança e atualização direcionados à profissionais do esporte.

Fazemos uso de técnicas de instrução modernas, eficientes e equipamentos que dispõem de todos os dispositivos de segurança recomendados, que são de última geração e contamos com manutenção impecável da melhor oficina de paraquedas da America Latina ( SKYTEC).
Clique no link abaixo e assita o vídeo do curso AFF dos apresentadores Lucas e Deco da MTV Sports:

Para realizar o curso o aluno deverá trazer atestado médico para prática de esportes.

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Veteranas de guerra

UMA HOMENAGEM ÀS ÁRVORES SOBREVIVENTES DA MATA ATLÂNTICA

São Paulo é o dinâmico resultado da demolição e reconstrução de sucessivas cidades em pouco mais de um século. Nesse curto espaço de tempo, a cidadela com 30 mil habitantes tornou-se a metrópole com 20 milhões de habitantes, e sua natureza praticamente desapareceu. Originalmente muito rica em biodiversidade, São Paulo apresentava extensas florestas de Mata Atlântica, araucárias, cerrados e várzeas, que formavam uma paisagem única. Durante o processo de urbanização, a vegetação ancestral foi sendo eliminada e substituída por espécies de origem estrangeira, motivação cultural que acarretou na extinção em massa da fauna e flora nativas e a situação atual de 80% da vegetação urbana ser de origem estrangeira, ou seja, exótica.

Mesmo com esse grave quadro ambiental, alguns exemplares da Mata Atlântica alcançaram nossa época, resistindo a gerações de interesses contrários, loteamentos e aberturas de ruas e avenidas que poderiam em poucos minutos acabar com a sua história, assim como aconteceu a inúmeras outras que não pudemos conhecer.

Árvores da Mata Atlântica sobreviventes em condições tão adversas podem ser consideradas monumentos vegetais e históricos paulistanos, um patrimônio ambiental que representa uma imensa herança não reconhecida. Muitas dessas árvores estão ameaçadas pelo descaso, poluição e idade avançada, e são sobreviventes de populações quase ou extintas e detentoras de genética única resultante de milhares de anos de evolução com o clima, solo e biodiversidade local, precisando ser valorizadas, tombadas e reproduzidas para sua perpetuação e repovoamento na cidade de São Paulo.

O meio ambiente urbano deve ser uma prioridade no século XXI, o século das cidades.

Ricardo Cardim, botânico e ambientalista

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PÁTRIA MADRASTA VIL

‘PÁTRIA MADRASTA VIL’

Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência… Exagero de escassez… Contraditórios?? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.

Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.

O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.

Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil.’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil; está mais para madrasta vil.

A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!

É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!

A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.

Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?

Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.

Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos…
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente… Ou como bicho?

Clarice Zeitel Vianna Silva, 26, estudante da Faculdade de Direito da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro – RJ), concorreu com outros 50 mil estudantes universitários, foi a Paris receber um prêmio da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) por uma redação sobre ‘Como vencer a pobreza e a desigualdade.’ A redação intitulada ‘Pátria Madrasta Vil’, foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site da Biblioteca Virtual da UNESCO.

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Ana Primavesi, Engenheira agrônoma.

O solo sempre me fascinou, porque do solo dependem as plantas, a água, o clima. Tudo está interligado. Não existe ser humano sadio se o solo não for sadio e as plantas bem nutridas” – Ana Maria Primavesi

“Uma planta precisa de 45 nutrientes para crescer bem, e não apenas três (nitrogênio, fósforo e potássio), como prega a agricultura convencional, que é feita sobre um solo morto.” Ana Primavesi, primeira filiada da AAO – Associação de Agricultura Orgânica.

Para recuperar um solo morto, leva no mínimo quatro anos, é necessário agregar ao solo vida, os microrganismos, precisa de comida, que é a matéria orgânica, restos vegetais principalmente, a adubação química só mata o solo.

A produção num solo vivo é até três a quatro vezes superior do que a agricultura convencional e a obrigatoriedade de certificação orgânica é uma maneira de cobrar mais caro pelo produto orgânico.

Fonte: Grupo Estado

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