Quando me amei de verdade

‘Quando me amei de verdade’, Charles Chaplin

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar correto e no momento preciso. E então, consegui relaxar. Hoje sei que isso tem nome… Autoestima.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha angústia e o meu sofrimento emocional não são mais que sinais de que estou agindo contra as minhas próprias verdades. Hoje sei que isso é… Autenticidade.

Quando me amei de verdade, deixei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a perceber que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje sei que isso se chama… Maturidade.

Quando me amei de verdade, compreendi por que é ofensivo forçar uma situação ou uma pessoa só para alcançar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou que a pessoa (talvez eu mesmo) não está preparada. Hoje sei que isso se chama… Respeito.

Quando me amei de verdade, me libertei de tudo que não é saudável: pessoas e situações, tudo e qualquer coisa que me empurrasse para baixo. No início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que isso se chama… Amor por si mesmo.

Charles Chaplin

Quando me amei de verdade, deixei de me preocupar por não ter tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os megaprojetos do futuro. Hoje faço o que acho correto, o que eu gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é… Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos. Assim descobri a… Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. E isso se chama… Plenitude.

Quando me amei de verdade, compreendi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, é uma aliada valiosa. E isso é… Saber viver! A mente é maravilhosa

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Engenharia do Consentimento

Bernays acreditava poder convencer as massas a abandonarem sua agressividade primaria e perseguirem um fim socialmente desejável, em um governo sintonizado com suas necessidades de consumo e de felicidade. Livrando as pessoas das frustrações diárias e controlando o desejo irracional por meio da “engenharia do consentimento”, os políticos e empresários eliminariam ao maximo as perturbações sociais, soterrando-as sob um constante bem-estar e prazer. Ele definiu esse modelo da sociedade como Democracity, a cidade verdadeiramente democrática, uma utopia da liberdade e do capitalismo. Daniel C. Ávila – Instituto de Psicologia da USP

A Democracity foi apresentada ao publico na Feira Mundial de Nova York em 1939, na forma de um imenso edifício de forma esférica, na qual era exibida uma maquete futurista da sociedade norte-americana, elaborada pela General Motors. O evento foi um sucesso de publico, atraindo mais de 44 milhões de pessoas. Quantum Generation

Uma citação de Edward Bernays no seu livro “Propaganda”:

“A consciente e inteligente manipulação dos hábitos organizados e opiniões das massas é um importante elemento na sociedade democrática. Aqueles que manipulam este despercebido mecanismo da sociedade constituem um governo invisível que é o verdadeiro poder regulador de nosso país… Nós somos governados, nossas mentes são moldadas, nossos gostos formados, nossas idéias sugestionadas, largamente por homens de quem nunca ouvimos falar. Isto é um resultado lógico do caminho em que nossa sociedade democrática é organizada. Vasto número de seres humanos devem cooperar desta maneira se eles tem que viver juntos como uma sociedade que funciona sem dificuldades… Em quase todo ato de nossas vidas diárias, tanto na esfera da política ou dos negócios, em nossa conduta social ou em nosso pensamento ético, nós somos dominados por um número relativamente pequeno de pessoas…que entendem o padrão de processo mental e social das massas. São eles que puxam os fios que controlam a mente do público.”

Os princípios de influencia e manipulação criados por Edward Bernays, aplicados amplamente pelas corporações ao longo da segunda metade do século XX, fizeram com que elas passassem a ter uma influencia muito forte nos governos de diversos países.
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Nise – O Coração da Loucura

Tela de Emygdio de Barros. Do acervo do Museu do Inconsciente, no Rio, que apresenta obras de pacientes psiquiátricos de Nise da Silveira – Las Españas – Una Corona – Varios Reinos

Se existe um nome fundamental na história da psiquiatria brasileira é Nise da Silveira. “Nise – O Coração da Loucura” transporta para as telas a história da alagoana que foi aluna de Carl Jung e usou a arte para transformar a vida de pacientes. Anderson Gonçalves – Gazeta do Povo

O tratamento psiquiátrico padrão à época, nos anos 1940, que incluía a aplicação de choques elétricos, camisas de força, isolamento, lobotomia e injeções de insulina, no lugar, ela passou a incentivar os pacientes a usar a arte para se comunicar.

Raphael Domingues (1912-1979) e Emygdio de Barros (1895-1986) frequentaram o ateliê de artes do Setor de Terapêutica Ocupacional e Reabilitação mantido no Centro Psiquiátrico Nacional, hoje Instituto Municipal Nise da Silveira. ANTONIO GONÇALVES FILHO – O Estado de S.Paulo

O Museu de Imagens do Inconsciente (MII) tornou-se conhecido em todo o mundo e suas pesquisas deram origem a exposições, filmes, documentários, simpósios, conferências e cursos, tanto no que se refere à terapêutica ocupacional, quanto à importância das imagens do inconsciente na compreensão do mundo interior do esquizofrênico. Luiz Gonzaga Pereira dos Santos – Psicologia: Ciência e Profissão

Os gatos são excelentes companheiros de estudos, amam o silêncio e cultivam a concentração. Nise da Silveira. Uma mulher à frente do seu tempo. Centro Cultural do Ministério da Saúde

Ficou presa por mais de um ano, denunciada por manter em sua biblioteca livros considerados subversivos. No presídio conviveu com o escritor Graciliano Ramos, que narrou essa amizade em seu livro “Memórias do Cárcere”. Canal Ciência

Por meio da criação de um ateliê e do estímulo ao afeto entre os pacientes através do convívio com cães e gatos, a médica foi capaz de questionar as contradições do sistema psiquiátrico da época, baseado na exclusão e na violência. Laís Modelli – Revista Cult

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