Patrick Kilonzo Mwalua

Patrick Kilonzo Mwalua, water man, kenya

The story of Patrick Kilonzo Mwalua, the farmer bringing water to animals during droughts, has fascinated many. We asked him about his new project.

To many, Mwalua is a hero. When we point this out to him, he bursts out in sincere and melodious laughter. It seems like fame hasn’t changed him at all: he’s driven by his love for animals and for his land, a remote region of Kenya located about fifty kilometres from Tsavo National Park. It all started in November 2016, when Mwalua decided to rent a truck, get behind the wheel and drive for hours, multiple times a week, to bring water to the animals in the park, whose survival was being threatened by a terrible drought.  Ever since, he has made a name for himself as the “water man“. Buffalos and zebras know they can count on him. And now that his first project has taken off thanks to the contribution of those who believed in its potential, Mwalua wants to launch a new one. Something as simple as it is brilliant, that could contribute to safeguarding elephants, bees and communities: cultivating sunflowers. Elisabetta ScuriLifegate

Parabéns Nestlé

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Peter Brabeck-Letmathe, presidente mundial da Nestlé, uma das maiores empresas de gêneros alimentícios mundiais, afirma que a água é como qualquer outra commoditie agrícola, e deveria ser privatizada, explorada comercialmente e precificada, e acredita que “o acesso à água não é um direito público nem um direito humano.”.
Grandes empresas multinacionais de bebidas, como a Coca-Cola e Nestlé sugam milhões de litros de água de poços subterrâneos, deixando o público sofrer com tais faltas e geralmente recebem privilégios sobre a água (e até isenções fiscais) e sobre a sociedade porque criam postos de trabalho.
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“Obrigado por compartilhar a felicidade”.

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Cidadão

Cidadão – Zé Ramalho

Tá vendo aquele edifício moço
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
Duas prá ir, duas prá voltar
Hoje depois dele pronto
Olho prá cima e fico tonto
Mas me vem um cidadão
E me diz desconfiado
“Tu tá aí admirado?
Ou tá querendo roubar?”
Meu domingo tá perdido
Vou prá casa entristecido
Dá vontade de beber
E prá aumentar meu tédio
Eu nem posso olhar pro prédio
Que eu ajudei a fazer…

Tá vendo aquele colégio moço
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
Fiz a massa, pus cimento
Ajudei a rebocar
Minha filha inocente
Vem prá mim toda contente
“Pai vou me matricular”
Mas me diz um cidadão:
“Criança de pé no chão
Aqui não pode estudar”
Essa dor doeu mais forte
Por que é que eu deixei o norte
Eu me pus a me dizer
Lá a seca castigava
Mas o pouco que eu plantava
Tinha direito a comer…

Tá vendo aquela igreja moço
Onde o padre diz amém
Pus o sino e o badalo
Enchi minha mão de calo
Lá eu trabalhei também
Lá foi que valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
E o padre me deixa entrar
Foi lá que Cristo me disse:
“Rapaz deixe de tolice
Não se deixe amedrontar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asa
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar
Fui eu quem criou a terra
Enchi o rio, fiz a serra
Não deixei nada faltar
Hoje o homem criou asas
E na maioria das casas
Eu também não posso entrar”

Hié! Hié! Hié! Hié!
Hié! Oh! Oh! Oh!

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