STREET PRESIDENT

WHATSAPP, MÉDICOS E AMBULÂNCIAS: A SAMU HEROICA DE PARAISÓPOLIS – THE INTERCEPT BRASIL

Moradores montam SAMU paga por eles próprios ao custo de R$ 6 mil por dia. Um grupo de pessoas chamado “presidentes de rua” é o responsável por passar informações à Associação de Moradores. Cada presidente cuida de uma área. O sistema de emergência é acionado e leva os doentes a duas escolas transformadas em hospitais. bartolina sisa


Além dos veículos, sete profissionais de saúde, incluindo dois médicos, fazem plantão 24 horas por dia na comunidade. O serviço custa caro, R$ 5 mil a diária, e Gilson diz que está sendo pago por doações dos moradores e de empresários do lugar. Eliane Gonçalves – RadioagênciaNacional


“As pessoas não conseguem se encaixar nessas recomendações, como ter álcool gel e máscara, que é artigo de luxo hoje em dia. Lavar as mãos toda vez que for necessário não é possível, porque falta água, principalmente à noite e no fim de semana. São muitas as dificuldades, como a quarentena, ou a não aglomeração em uma comunidade com 100 mil pessoas concentradas em casas pequenas e famílias numerosas”, diz a estudante Angélica Araújo, de 19 anos, que mudou a rotina para ser voluntária.


Paraisópolize-seMORADORES: 5 MIL REAIS X PREFEITURA RJ: 270 MILO LAGO GUARANIPLANTAS ALIMENTÍCIAS NÃO CONVENCIONAIS, ALTERNATIVAS?!?ECOVILA PARA IDOSOSIMUNIDADE DE REBANHOA RAINHA DE MAIOVOCÊ APRENDEU ERRADO NA ESCOLA

Na Natureza Selvagem (spoiler)

A vida começa a acabar no momento em que você entra na escola. Com sorte, depois dela você vai para a faculdade, mesmo que ainda não tenha a menor maturidade para escolher uma carreira. Com mais sorte ainda, depois da faculdade você vai arranjar um emprego, mesmo que ainda não tenha a menor condição de saber o que está fazendo ali. Então você vai passar os seus anos sonhando com férias e se aposentar quando a melhor fase da vida tiver ficado pra trás. O roteiro do que esperam de você já está pronto: casar, ter filhos, pagar as contas, tentar juntar algum patrimônio, pensar no seu futuro, pensar no futuro da sua família, pagar previdência, planos de saúde e seguro de vida. Paralelamente a isso tudo, você precisa aproveitar a vida, viver intensamente, aproveitar cada segundo, carpe diem, para não sentir que viveu em vão. Então você preenche o vazio com viagens, sexo, filhos, animais de estimação, comida, futebol, filmes, sei lá. E mesmo se conseguir fazer tudo isso, sempre vai aparecer alguém para dizer que você jogou a sua vida fora, que poderia ter feito muito mais, que é acomodado, fraco ou pouco ambicioso. A pressão só aumenta. Nunca fica mais fácil. Renato Thibes

“Na Natureza Selvagem” conta a história real de Christopher McCandless (Emile Hirsch), o jovem que fugiu de casa depois da formatura, em 1990, para viver como um andarilho pelos EUA sob o codinome Alexander Supertramp, até morrer no Alasca dois anos depois. Sua trajetória foi contada no livro de mesmo nome de Jon Krakauer e adaptada para o cinema por Sean Penn. Um road movie de grandes paisagens e muita contemplação, montado com flashbacks, recortes, narrações, improvisos, quebras da quarta parede e citações — ele abre com um poema de Lord Byron sobre amar mais a natureza do que o homem e depois são citados Tolstoi, Thoreau e Jack London. Medium

O cantor Eddie Vedder, que compôs toda a trilha sonora do filme e deu voz ao interior do personagem, disse em uma entrevista que Alexander talvez fosse a última pessoa no mundo a querer ver sua trajetória transformada em algo comercial e trivial, mas que o filme conseguiu capturar a visão simbólica que o garoto tinha e repassá-la de maneira comovente e verossímil, importando-se mais em contar a verdade do que apenas em vender ingressos. Laís Dias – Super interessante

Selvazem-se: Faça uma EvoluçãoGlobal Citizen FestivalIsolamento Domiciliar, Covid-19Nise – O Coração da LoucuraAssédio moral (bullying, manipulação perversa, terrorismo psicológico).Top 50 Cover Songs from MoviesA pele que habitoJay and Silent BobJosé Mojica MarinsBesourinha

Não Foi Acidente

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“Todo mundo erra. Decidi perdoá-lo porque não adianta ter raiva da pessoa. Quanto mais raiva, mais mágoa eu vou ter dentro de mim e não vou ter chance de me recuperar. Eu perdoando vou ter a chance de ter o pensamento limpo e poder focar na minha recuperação. Isso [jogar o braço fora] é uma coisa que não se deve fazer com ninguém. É muito difícil saber que um pedaço do seu corpo não vale nada para outras pessoas”. David Souza dos Santos – Portal AZ

naofoiacidente
INICIATIVA POPULAR SOBRE CRIMES DE TRÂNSITO QUE ENVOLVAM A EMBRIAGUEZ AO VOLANTE, ASSINE a Petição!

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