Arrendamento de terras indígenas ilegal

O Estado fez um levantamento inédito sobre as terras indígenas que hoje são alvo desse tipo de atividade irregular. Segundo dados fornecidos pela Fundação Nacional do Índio (Funai), por meio da Lei de Acesso à Informação, atualmente, 22 terras indígenas do País possuem áreas arrendadas para produtores. As negociações clandestinas entre produtores e indígenas incluem desde o pagamento de mensalidades para os índios, até a divisão da produção colhida ou vendida. André Borges – O Estado de S. Paulo09 Dezembro 2018, 05h00
As terras tradicionalmente ocupadas pelos índios são bens da União, conforme o art. 20, XI, da Constituição Federal, sendo que os silvícolas possuem apenas o usufruto da terra, sendo vedada qualquer forma de disposição, alienação ou arrendamento. O Estatuto do Índio também define que as terras indígenas não poderão ser objeto de arrendamento ou qualquer ato ou negócio jurídico que restrinja o pleno exercício da posse direta pela comunidade indígena. Dessa forma, o arrendamento de terras indígenas é prática ilegal. Comunicação Social da Polícia Federal em Chapecó/SC

A Funai disse que tem procurado enfrentar essas situações para retirar os produtores externos das terras. Nos casos em que os povos indígenas manifestam interesse em continuar produzindo o que quer que seja, a fundação declarou que “tem organizado processos de transição que possam contribuir para que os povos indígenas se apropriem das técnicas e se capitalizem” para seguirem independentes. Racismo Ambiental

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Bolsa família

Os povos que viviam na terra chamada de Pindorama – quando chegou Cabral – se organizavam em grandes grupos, mas não chegaram a formar civilizações como aconteceu com os incas, maias e astecas, em outras regiões deste grande continente. Os daqui eram nômades e coletores. Viviam num espaço tão generoso em água e frutos que não tinham ainda encontrado necessidade de organizar cidades ou outras estruturas parecidas como já faziam os povos andinos, premidos pelo ambiente inóspito. Hoje, sabe-se que todos os povos do continente de alguma forma se conheciam e se encontravam, como prova o Caminho de Piabeiru, que sai do litoral sul de Santa Catarina até a região inca, ligando os dois oceanos. O que faz crer que outros caminhos havia e que muitos encontros de davam, não necessariamente de conquista. Enfim, as gentes viviam aqui do seu jeito e com sua organização. Essa não era uma terra vazia. Elaine Tavares

A primeira missa no Brasil foi celebrada em um Domingo, dia 26 de abril, na ilhota da Coroa Vermelha. O que Victor Meirelles representou em seu quadro de 1860 é a primeira Missa celebrada em terras continentais do Brasil, na sexta-feira, 1º de maio de 1500. Salvem a Liturgia!

O processo de colonização levou á extinção de muitas sociedades indígenas que viviam no território dominado, há estimativas sobre o número de habitantes nativos naquele tempo que variam de 1 a 10 milhões de indivíduos, estes números nos dão uma idéia da imensa quantidade de pessoas e sociedades indígenas inteiras exterminadas, seja pela ação das armas e da força, seja pelo contágio de doenças trazidas dos países europeus para as quais os índios não tinham anticorpos ou ainda, pela aplicação de políticas visando a “assimilação” dos índios à nova sociedade implantada, com forte influencia européia. Portal São Francisco
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O tupi (ou tupi-guarani) é a língua indígena brasileira, hoje extinta, pertencente ao grupo linguístico nativo tupi-guarani. Era originário dos índios tupinambá, ramo do grande povo tupi (que significa “o grande pai” ou “líder”), que viviam ao longo da costa brasileira, sendo também os primeiros habitantes nativos do país, com os quais os portugueses estabeleceram contato. A partir desta língua formaram-se dois dialetos que são considerados línguas independentes: a língua geral paulista, agora extinta, uma mistura de Tupi com o Português (que até o final do século XVIII manteve-se como a “língua brasileira”, isto é, a língua da maior parte da população do país) e o nheengatu, a língua geral da Amazônia, que até hoje é falada naquela região. Gabriele D’Annunzio Baraldi

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Bandeirantes Modernos

Os sertanistas do Brasil Colonial, denominados bandeirantes, a partir do início do século XVI, penetraram nos sertões brasileiros em busca de riquezas minerais, sobretudo a prata, abundante na América espanhola, indígenas para escravização ou extermínio de quilombos.
A maioria dos bandeirantes eram formados por índios (escravos e aliados), caboclos (mestiços de índio com branco) e alguns brancos, que eram os capitães das bandeiras. (Wikipédia)

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