Kathrine Switzer e a Maratona de Boston de 1967

The Boston Marathon is seen as the ultimate marathon that many runners aspire to achieve and conquer. In 1967, history was made as Kathrine Switzer became the first official woman to run the Boston Marathon.

Shaken by the incident, she nevertheless went on to not only finishing but also become a historical figure around the world for sports equality. She also later played a driving role in making the Women’s Marathon an Olympic event.
Kathrine Switzer abriu caminho para uma cultura diferente no dia 17 de abril de 1967, uma data que mudou a história do esporte. Decidida a ser protagonista de sua própria vida, ela escolheu a corrida como esporte quando foi aceita no curso de jornalismo da Universidade de Syracuse. Ativo
“A ideia de correr longas distâncias era questionável entre as mulheres, porque, na cabeça de muita gente, uma atividade esportiva intensa faria com que a mulher ficasse com pernas grandes, tivesse bigode, pelos no peito e o útero deixasse de funcionar”, recorda a americana.

Kathrine Switzer foi a primeira norte-americana a correr oficialmente em Boston
Kathrine Switzer sendo empurrada por Jock Semple na Maratona de Boston de 1967

A movimentação chamou a atenção de Jock Semple, escocês que comandava a prova com rigidez. Depois de saber que havia uma mulher entre os participantes, Semple se apressou para afastá-la e com truculência, empurrou a jovem e ordenou: “Caia fora da minha corrida e me dê esse número de peito”.

“Naquele momento, eu pensei: ‘Vou terminar essa corrida do jeito que for’. Ninguém acreditava que eu podia fazer aquilo e, de repente, percebi que, se eu não terminasse, as pessoas realmente acreditariam que as mulheres não mereciam estar ali”.

Com dores em diversas partes do corpo, ela concluiu a maratona em 4h20min. Na madrugada seguinte à prova, voltando para a universidade, notou que seu feito tivera grande repercussão.

“A corrida me mudou completamente. Nessa época, eu era magra, insegura e sentia que cada milha era uma vitória”, disse. Como a universidade não tinha uma equipe feminina de corrida, a única alternativa era treinar com o time masculino de cross country, comandado pelo treinador Arnie Briggs.

Kathrine Switzer precisou superar muito mais do que os 42 quilômetros de corrida para se tornar a primeira mulher a oficialmente completar a tradicional da cidade de Boston de 1967, nos EUA: ela não só foi verbalmente agredida por outros corredores, que tentaram obriga-la a não usar maquiagem na pista, como foi fisicamente agredida por um juiz, que tentou retira-la da pista à força e aos gritos, sendo impedido pelo namorado de Kathrine. Vivimetaliun

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Para comemorar os 50 anos de seu feito, Kathrine decidiu participar da edição de 2017 da mesma maratona, aos 70 anos de idade. Depois da Maratona de Boston de 1967, ela acabou sendo expulsa do União Atlética Amadora, da qual fazia parte, mas se tornou instantaneamente uma celebridade e um ícone da luta por igualdade de gêneros.

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© fotos: divulgação fonte: via

Além de construir uma forte carreira como maratonista, Kathrine permaneceu como uma militante feminista dentro dos esportes até hoje. O que hoje pode parecer simples, na realidade tornou-se um fato histórico, e a dimensão profunda do machismo e da misoginia na sociedade ainda hoje pode ser medida por essa história.

Kathrine Switzer foi a primeira norte-americana a correr oficialmente em Boston
Pelotão de elite feminino na Maratona de Boston

“Não passo um único dia da minha vida sem agradecer a Jock Semple. Ele me assustou e me enfureceu, mas também me inspirou”, diz.

Em maio de 1988, Semple foi derrotado por um câncer e Kathrine foi uma das últimas pessoas a visitá-lo no hospital.

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Baleia ou sereia.

A academia Runner criou um outdoor que perguntava o seguinte: “Neste verão, você quer ser sereia ou baleia?”

Uma mulher enviou a sua resposta, distribuindo o seguinte e-mail por aí:
“ Ontem, vi um outdoor da Runner, com a foto de uma moça escultural de biquíni e a frase: “Neste verão, qual você quer ser?”
Sereia ou Baleia?
Respondo:
Baleias estão sempre cercadas de amigos.
Baleias têm vida sexual ativa, engravidam e têm filhotinhos fofos. Baleias amamentam.
Baleias nadam por aí, cortando os mares e conhecendo lugares legais como as banquisas de gelo da Antártida e os recifes de coral da Polinésia.
Baleias têm amigos golfinhos. Baleias comem camarão à beça.
Baleias esguicham água e brincam muito.
Baleias cantam muito bem e têm até CDs gravados. Baleias são enormes e quase não têm predadores naturais.
Baleias são bem resolvidas, lindas e amadas.
Sereias não existem. Se existissem viveriam em crise existencial: “Sou um peixe ou um ser humano?”
Sereias não têm filhos, pois matam os homens que se encantam com sua beleza. São lindas, porém tristes e sempre solitárias…
Runner, querida, prefiro ser baleia!

Representação nº 279/04
Autor: Conar, a partir de queixa de consumidor
Anunciante: Parque Colina São Francisco (Runner)
Relatora: Claudia Wagner
Decisão: Sustação
Fundamento: Artigos 1º, 3º, 6º, 19, 20 e 50, letra c do Código

Por unanimidade, atendendo a sugestão da relatora, as 5ª e 6ª Câmaras, reunidas em sessão conjunta, recomendaram a sustação de outdoor da Runner que mostrava jovem de biquíni e a frase: “Neste verão o que você quer ser: sereia ou baleia?”

O outdoor foi considerado discriminatório e grosseiro por consumidor de São Paulo. Não houve defesa por parte da Runner.

Em seu voto, a relatora escreveu: “Seria cômico se não fosse discriminatório, agressivo e provocante”. Para ela, o outdoor é exemplo “medíocre de uma atualidade materialista e insistente em limitar-se a valores que se guardam em frascos de vidro, como os botox e outros elixires de eternos e idênticos padrões de beleza”.

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