Nath Finanças

A influenciadora brasileira Nath Finanças aparece entre os 50 maiores líderes do mundo em lista elaborada pela revista americana Fortune e divulgada na quarta-feira (12). Única brasileira da lista, ela aparece no quadragésimo primeiro posto. Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia, encabeça o ranking. Aline Macedo e Matheus Prado – CNN Brasil Business

“Nath Finanças se concentra no básico — como as taxas de juros funcionam, orçando e fazendo malabarismos com várias contas, evitando taxas desnecessárias. Mas, para muitos de seus seguidores, é o primeiro conselho financeiro detalhado que eles já receberam.”

Nascida em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, Nath dialoga principalmente com investidores de baixa renda, “sejam estudantes, estagiários, desempregados ou trabalhadores que ganham um salário mínimo”.

“Me apaixonei por matemática financeira e decidi que ia trabalhar com finanças”, conta ela, que deve se formar neste ano. “Mas não havia nada para baixa renda, por isso decidi focar nesse público”, explica a moradora de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. El País

Há dois anos, ela deixou o seu estágio em Administração de Empresas, para virar empreendedora e presidente da sua própria empresa. Nathalia Rodrigues de Oliveira se interessou pelas finanças ainda na faculdade após as aulas de matemática financeira e começou a pesquisar sobre como lidar melhor com o dinheiro. Encontrou uma linguagem pouco acessível, sem exemplos do dia a dia. “Tudo era como guardar seis meses de salário ou chegar ao primeiro milhão. Era muito longe da minha realidade.” KARLA MAMONA – Exame Invest

Em entrevista para a CartaCapital, Nath diz: “eu estava cansada de ver pessoas que ganham mais de 5 mil reais me falando para guardar mil reais. Para mim, não faz sentido. Faz sentido conseguir guardar os centavos da minha conta corrente, juntar esses centavos e conseguir ter 10 reais com eles. Minha renda toda era menos de mil reais.” E é sobre isso que ela fala em seus conteúdos, sobre finanças para pessoas que vivem com o salário mínimo, por exemplo. A renda pode dificultar, mas não impossibilita a organização financeira.

Na publicação dedicada à Nath, a revista destaca os diferenciais da influenciadora que a fizeram conquistar um lugar na lista. “é raro que influenciadores de mídia social incentivem seus seguidores a não gastar dinheiro. Mas a frugalidade e a prudência são fundamentais para a marca de Nathália Rodrigues, também conhecida como Nath Finanças, uma estudante de administração de empresas de 22 anos cujas coloridas aulas de vídeo de conversação sobre finanças pessoais lhe renderam um culto de seguidores no Brasil, com 250.000 no YouTube assinantes e cerca de 350.000 seguidores no Instagram.” destaca a Fortune. AD News

A organização financeira será, sem dúvidas, essencial para alcançar seus sonhos. O primeiro passo é colocar no papel – descreva o que você deseja e as etapas necessárias para realizar isso. Serasa Ensina

Como economizar para realizar sonhosSerasa Ensina com @Nath Finanças

Nathze-se: Saúde financeira: 5 dicas para equilibrar as finanças, EduFin, A Educação Proibida, Carta da Terra, 32 Princípios para Lidar com seu Dinheiro, Auxílio moradia

Nunca atrapalhou!?!

Com 253 atletas, o Brasil tem a maior delegação das Paralimpíadas de Tóquio 2021. A expectativa do País para esta edição dos Jogos Paralímpicos é expandir seu quadro de medalhas, composto de 301 no total, sendo 87 de ouro, 112 de prata e 102 de bronze. O Povo

A primeira medalha brasileira foi obtida em Toronto 1976. Os responsáveis foram Robson Sampaio de Almeida e Luiz Carlos da Costa, dupla que angariou a prata na modalidade lawn bowls, parecida com a bocha e praticada na grama. Quatro anos antes, o Brasil estreava nas Paralimpíadas, durante a edição de 1972, em Heidelberg, Alemanha.

A presença e o impacto do País nos Jogos Paralímpicos foram crescendo ao longo do tempo. Na edição de Atlanta, em 1996, o País logrou 21 medalhas, um crescimento de 200% em relação às sete medalhas conquistadas na edição anterior, Barcelona 1992.

As Paralimpíadas de Tóquio 2021 dão oportunidade para diversos tipos de pessoas se destacarem esportivamente, de acordo com suas habilidades e aptidões físicas. Em Tóquio, serão disputadas 22 modalidades, que por sua vez se dividem em provas específicas, delimitadas por gênero, peso, distância, dentre outros requisitos. O Povo

Veja as modalidades das Paralimpíadas de Tóquio

  1. Atletismo
  2. Badminton
  3. Basquetebol (em cadeira de rodas)
  4. Bocha
  5. Canoagem
  6. Ciclismo (estrada e pista)
  7. Esgrima (em cadeira de rodas)
  8. Futebol de 5
  9. Goalball
  10. Hipismo
  11. Judô
  12. Levantamento de peso
  13. Natação
  14. Remo
  15. Rugby (em cadeira de rodas)
  16. Taekwondo
  17. Tênis de mesa
  18. Tênis (em cadeira de rodas)
  19. Tiro esportivo
  20. Tiro com arco
  21. Triatlo
  22. Vôlei sentado

Os Jogos Paralímpicos, no formato como conhecemos hoje, acontecem desde 1960, ano em que o evento foi sediado em Roma, na Itália. Porém, a origem das Paralimpíadas teve início em 1939, quando o neurologista alemão de origem judia Ludwig Guttmann organizou um conjunto de competições esportivas para homens com deficiências resultantes do tempo de combate na Segunda Guerra Mundial. O Povo

Este evento aconteceu em 28 de julho, mesmo dia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, a 56 quilômetros de Stoke Mandeville, onde Guttmann atuava. A partir de então, as competições entre pessoas com deficiências passaram a ocorrer anualmente e se tornaram internacionais em 1952, quando atletas dos Países Baixos participaram.

O tênis de mesa é um dos poucos que está desde a primeira edição dos Jogos Paralímpicos, em Roma-1960. Na Itália, foram disputadas apenas os torneios de simples e de duplas, tanto no feminino quanto no masculino. Isso mudou em 1972, quando começaram as competições por equipes. Surto Olímpico

Paraze-se: Os sem medalha, CDB e Olímpiadas, as Cannalimpíadas!, Google Street View Olímpiadas Japan e others app, Semana da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, Brasil termina Parapan em 1º lugar e faz a melhor campanha da história

Tim Maia – Racional

Tim Maia – Racional (Volumes 1 e 2) [Álbum Completo]Andre Kavernista

No disco de hoje temos uma mistura de funk, soul, MPB e um conceito que é um tanto confuso, o álbum Tim Maia Racional Volume I,  um disco conceitual e que se destaca por ter nosso querido gordinho em um momento de maior lucidez musical, este disco alias é uma das maiores provas de sobriedade do cantor, pois no ano de gravação do mesmo Tim Maia havia parado de beber e usar drogas, esse fator contribuiu e muito para a qualidade do disco. A História do Disco

Após o sucesso com vários clássicos (de seu primeiro disco, e dos posteriores), Tim Maia acabou mudando um pouco a sua visão sobre a vida, com isso passou a buscar respostas sobre o universo que estamos inseridos e qual o propósito de nossas vidas. Depois de ter contato com um livro chamado Universo em Desencanto, nosso querido Sebastião Maia passou por uma mudança radical, não só em suas atitudes, como também na parte musical.

No ano de 1974 Tim já tinha seu material pronto, e alguns músicos que gravaram esse disco afirmam que logo após o cantor ter contato com o livro, ele alterou letras, arranjos e nomes de canções. Como todos sabem, o ‘Síndico’ sempre foi um artista muito exigente e não poupava nem mesmo seus músicos, isso porque sua capacidade musical era muito grande, mesmo ele sendo um autodidata. Todos os arranjos feitos em seus discos eram criados por ele, que reproduzia o som com a boca e passava para os músicos.

O fim desse “aventura” se dá quando Tim Maia descobre que toda a verba que ele doava à instituição era desviada para o bolso dos líderes da seita (qualquer semelhança com os líderes religiosos de hoje em dia é pura coincidência, ok amiguinho?), ele fica muito puto e resolve destruir todas as cópias do “Projeto Racional” – por isso que hoje em dia é raro encontrar um vinil que seja da época, pois em grande parte ele tacou fogo.

Timze-se: 365 NUS, Análise m(m.n), TIMEOUT CONVIDA! | LOVE WILL TEAR US APART feat. MY LAST BIKE, O Último Cine Drive-in, CAMAZOTZ, O BATMAN DO MUNDO MAIA, Batata Frita, o Ladrão de Bicicleta, 11 músicas que falam de saudade, A igreja de todos os Deuses

Borba Gato deve cair

Por quais estátuas os sinos do nosso luto dobram, e por quais não? Thiagio AmparoGeledés

Foi sem choro que Hilter, na Alemanha, Franco, na Espanha, Hussein, no Iraque, foram arrancados dos panteões públicos. Ao ver que por aqui ainda choram a morte das figuras engessadas de Leopold II, na Bélgica, Colston, na Inglaterra, e Borba Gato, no Brasil, a ponto de compará-las a imagens religiosas destruídas em guerras entre católicos e protestantes no século 16, nos resta a dúvida àqueles que sofrem de luto.

O que nelas ainda consideram sacrossanto, senão a supremacia colonial que, em vida, utilizaram para dizimar centenas e que, em morte, enaltecemos com vergonha insincera?

África do Sul, 9 de março de 2015. No centro da praça central da Universidade da Cidade do Cabo jaz uma escultura em bronze do colonizador britânico Cecil John Rhodes. Nela, um dos principais arquitetos da segregação sul-africana se senta em uma cadeira, com as mãos no rosto, impávido e sereno.

Naquele dia, o estudante Chumani Maxwele sujaria a estátua aos gritos solitários de “Onde estão nossos heróis e ancestrais?”. Levou 1 mês de protestos com milhares de jovens no movimento #RhodesMustFall (em português, RhodesDeveCair) até que a estátua de Rhodes seria retirada, sob aplausos de uma multidão de estudantes, e choro dos que ainda sentem falta do apartheid colonial.

Aqui, argumento que não é nas sociedades europeias que devemos nos inspirar para entender o que se passa ou que ainda há de se passar no Brasil. É da fonte de sociedades desiguais e pós-coloniais como a nossa que deveríamos beber. Da fonte de uma juventude indignada com a persistência da segregação de fato na África do Sul pós-apartheid. Da fonte de manifestantes antirracistas que, diante do monumento do general confederado Robert Lee, batalharam contra supremacistas da Ku Klux Klan em Charlottesville nos EUA em 2017.

Descolonizar a nossa história passa por arrancar de seu pedestal os assassinos que chamamos de heróis, para, enfim, fazer das suas cinzas um futuro que valha a todos.

Cidades são locais de memória e nosso direito a elas passa por poder dar novos sentidos àqueles que outrora esculpimos em pedra. Não se apaga a história, escrita com a caneta dos vencedores.

Do ponto de vista epistêmico, é um debate diferente da liberdade, na minha visão quase total, da veiculação ou não de filmes ou livros. No caso de estátuas, questiona-se quem merece um pedestal público.

Escolha não está entre depredar monumentos ou deixá-los intocáveis. Podemos, ao invés disso, ter a maturidade de escolher não elogiar genocidas em nosso espaço público e botar monumentos ao chão. Civilidade essa que é, aliás, infinitamente superior à das figuras neles representadas. Seja para pô-los em museus, para colocá-los em cemitérios de esculturas, para resignificá-los, quando o valor artístico permite, seja para destruí-los, quando este valor for pífio.

No livro “Written in Stone: Public Monuments in Changing Societies”’, republicado em 2018, Levinson detalha comissões estabelecidas na cidade de NY em 2018 e na universidade de Yale em 2016 que fizeram, mesmo com resultados modestos, justamente isso: detalharam quais princípios devem servir de base para analisar, caso a caso, a representação da história no espaço público. Por exemplo, nas redondezas de um Monumento às Bandeiras, dado o seu valor artístico, pode-se incorporar um monumento em memória ao genocídio indígena, preservando assim a obra, mas resignificando-a.

Tal como Lee, Colston e Leopold II, Borba Gato deve cair. Defender que se trata de revisionismo histórico ignora que é a própria heroicização dos bandeirantes, e não as matanças que cometiam, que configura revisionismo. Era extermínio antes, e o é hoje.

Borba Gato é em si produto do revisionismo da imagem de bandeirantes, revisionismo esse que mal tem um século. Em “Brasil: Uma Biografia”, historiadoras Schwarcz e Starling apontam que a imagem de bandeirantes como “destemidos exploradores” somente viria a ser reciclada no começo do século 20.

Se é a imagem revisionista de herói que se quer preservar em Borba Gato, pergunto: o que perderemos se a enterrarmos junto com a feiura da obra, senão o mito fundador da pujança sudestina construída sobre os ossos de indígenas dizimados, estes sim relegados ao esquecimento?

Desconheço da tolerância liberal que, iliberalmente, torna assassinos em santos e usa do poder do estado para vigiar 24h a versão oficial da história.

Choro, ao invés, pelos monumentos que não erguemos. Não erguemos monumentos para os milhares de corpos escravizados encontrados no centro do Rio de Janeiro em 2018 durante obras de transporte público. Sob o cemitério de pretos novos se construiu uma linha de trem. Não erguemos monumentos para os Yanomani massacrados ontem em 1993 e hoje em 2020 pelo garimpo ilegal. Não erguemos os monumentos para quem a história relegou a condição de perdedores. É por estes e estas que o sino do meu luto dobra.

Caize-se: Borba Gato, em chamas., Levante indígena, gente branca, 365 NUS, The Rarámuri or Tarahumara, Felipe Guamán Poma de Ayala, Brincadeira meio idiota., Makota Valdina, TODOS PRECISAMOS DA UTOPIA, Conselhos para escrever bem!, Observar e Absorver

Cortina de Fumaça (2010)

Cortina de Fumaça (2010)Rodrigo Mac Niven

Primeiro documentário brasileiro que levantou a discussão da política de drogas no Brasil e no mundo, com participação de vários profissionais das mais diversas áreas de autuação. O filme, gravado em diversos países do mundo, discute a relação histórica da humanidade com as drogas, o uso industrial e medicinal da maconha e a política de guerra nas grandes cidades, em particular no Rio de Janeiro. O documentário teve papel fundamental no movimento político brasileiro relacionado ao tema e viajou o mundo em dezenas de festivais de cinema. Foi eleito, ao lado de Food Inc, Ilha das Flores e The Corporation, como um dos 11 documentários que podem mudar a sua visão de mundo.

Fumaze-se: Ilha das Flores, Milton Friedman, Elisaldo Carlini, DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DAS ÁRVORES, MACONHA E A VANGUARDA BRASILEIRA, TODOS PRECISAMOS DA UTOPIA, Dia Internacional da Maconha – Weed`s Day, Legaliza essa porcaria, FHC = THC, Contrapropaganda sobre a Cannabis

Cidade Invisível

Esqueça os deuses nórdicos ou a lendas celtas: os mitos do folclore brasileiro finalmente estão entre nós em Cidade Invisível, série que é um excelente acerto da Netflix e traz para o audiovisual uma muito bem-vinda versão de entidades como a Cuca, o Curipira, o Saci e a Iara. Conta com a presença de Margo PigossiAlessandra Negrini e José Dumont à frente do ótimo elenco, com direção de Carlos Saldanha. RAQUEL PINHEIRO

A produção acompanha Eric (Marco Pigossi), um detetive da polícia ambiental que investiga a misteriosa morte de sua mulher, Gabriela (Julia Konrad). Durante o trabalho, no entanto, ele acaba descobrindo que o Rio de Janeiro que ele conhece está habitado por figuras fantásticas —que parecem estar de alguma forma ligadas ao incêndio em que Gabriela morreu. Beatriz Amendola – Splash

Divulgação

São criaturas como o Curupira, o Saci e a Cuca, que se materializa aqui na figura de Inês (Alessandra Negrini), dona de bar e uma poderosa bruxa que sabe mais do que revela e que mantém com Eric uma relação de desconfiança mútua, mais do que uma relação vilã-mocinho.

Com sete episódios disponíveis a partir de 05/fev na Netflix, Cidade invisível revisita lendas e personagens do folclore brasileiro em uma trama aventureira e contemporânea.
Saldanha é o criador da série, que tem produção da Prodigo Films (responsável por Coisa mais linda, outro título da Netflix), mas a direção dos episódios é dividida entre Luis Carone e Julia Jordão.  Mariana Peixoto

Sazi-se: A lenda maia do beija-flor, A lenda do fio vermelho, Rio fervente, lenda amazônica, Halloween Saci!, Curupira, Iemanjá, Macunaíma, Dia do folclore, Cultura Indígena e Fantasia

Museu x AmBev

99% dos cariocas nunca pisou no museu! Mais de 80% dos brasileiros nunca foi em museu nenhum! Uma comoção danada! Todo mundo de repente ficou cultural. Agora imagina a AmBev pegando fogo. WhatsApp
Incêndio no Museu Nacional destruiu cerca de 20 milhões de peças históricas, meteoritos resistiram ao incêndio. Poder360
Foram recuperados, por exemplo, pedaços de cerâmica, meteoritos, um quadro do Marechal Cândido Rondon [idealizador do Parque Nacional do Xingu], além de ossos como um crânio humano que, por ter sido encontrado dentro do Laboratório de Antropologia Biológica, pode pertencer a Luzia – o fóssil humano mais antigo (aproximadamente 11 mil anos) encontrado no continente. Localizado na Quinta da Boa Vista, o museu que completou 200 anos em 2018, foi destruído por um incêndio. Interlusófona
O Museu de História Natural de Paris é um dos maiores do mundo, junto com o de Londres, com um acervo de 68 milhões de espécimes de coleções que mostram a diversidade da natureza.

O Museu Nacional do Rio não tem a importância internacional dos de Paris, Londres ou Washington com acervos do mesmo tipo, mas “é um grande museu da América do Sul”, que estaria, na sua avaliação, entre os 15 maiores do mundo, avalia Bruno David, presidente do Museu de História Natural de Paris.

Mude conceitos, você pode e deve: Inclusão, Lucy, Biblioteca Web, Flash na Biblioteca, Instituto Alana, Computer History Museum, Universidades do mundo, Território, Sal e vinagre, Morreu de que?, Museu Virtual

De Brocha Na TV

(Thiago de Souza/Daniel Battistoni) – Blog do Luciano Egidio
Ô todo Pinta…
Não me leve a mal
Tudo bem que está
pintando o carnaval
Mas ninguém mais aguenta ver você
Com esse tanto de brocha na TV
Cidade Cinza não é linda nem feliz
Vão te pixar de péssimo aprendiz
“Eu já te vi de jardineiro
De pintor e de Gari
Só de prefeito, eu confesso
Ainda não vi”

Monólogo Ao Pé do Ouvido / Banditismo Por Uma Questão de Classe

1º vez no palco do Circo Voador – RJ – Março – 1994Acervo Chico Science

Monólogo Ao Pé do Ouvido / Banditismo Por Uma Questão de Classe – Chico Science & Nação Zumbi. Vagalume

Modernizar o passado é uma evolução musical
Cadê as notas que estavam aqui
Não preciso delas!
Basta deixar tudo soando bem aos ouvidos
O medo dá origem ao mal
O homem coletivo sente a necessidade de lutar
o orgulho, a arrogância, a glória
Enche a imaginação de domínio
São demônios, os que destroem o poder bravio da humanidade
Viva Zapata! Viva Sandino! Viva Zumbi!
Antônio Conselheiro!
Todos os panteras negras
Lampião, sua imagem e semelhança
Eu tenho certeza, eles também cantaram um dia.

Há um tempo atrás se falava de bandidos
Há um tempo atrás se falava em solução
Há um tempo atrás se falava e progresso
Há um tempo atrás que eu via televisão

Galeguinho do Coque não tinha medo, não tinha
Não tinha medo da perna cabiluda
Biu do olho verde fazia sexo, fazia
Fazia sexo com seu alicate

Galeguinho do Coque não tinha medo, não tinha
Não tinha medo da perna cabiluda
Biu do olho verde fazia sexo, fazia
Fazia sexo com seu alicate

Oi sobe morro, ladeira, córrego, beco, favela
A polícia atrás deles e eles no rabo dela
Acontece hoje e acontecia no sertão
Quando um bando de macaco perseguia Lampião
E o que ele falava outros hoje ainda falam
\”Eu carrego comigo: coragem, dinheiro e bala\”
Em cada morro uma história diferente
Que a polícia mata gente inocente

E quem era inocente hoje já virou bandido
Pra poder comer um pedaço de pão todo fudido

Galeguinho do Coque não tinha medo, não tinha
Não tinha medo da perna cabiluda
Biu do olho verde fazia sexo, fazia
Fazia sexo com seu alicate

Galeguinho do Coque não tinha medo, não tinha
Não tinha medo da perna cabiluda
Biu do olho verde fazia sexo, fazia
Fazia sexo com seu alicate

Oi sobe morro, ladeira, córrego, beco, favela
A polícia atrás deles e eles no rabo dela
Acontece hoje e acontecia no sertão
Quando um bando de macaco perseguia Lampião
E o que ele falava outros hoje ainda falam
\”Eu carrego comigo: coragem, dinheiro e bala\”
Em cada morro uma história diferente
Que a polícia mata gente inocente

E quem era inocente hoje já virou bandido
Pra poder comer um pedaço de pão todo fudido

Banditismo por pura maldade
Banditismo por necessidade
Banditismo por pura maldade
Banditismo por necessidade
Banditismo por uma questão de classe!
Banditismo por uma questão de classe!
Banditismo por uma questão de classe!
Banditismo por uma questão de classe!

Na sociedade brasileira parece haver uma permeabilidade entre ordem e desordem [..] na prática da violência por parte do Estado, representante em princípio exemplar da ordem, e por parte da bandidagem, a desordem por definição. […] A percepção dessa permeabilidade […] está continuamente presente na cultura brasileira. […] a ideia de que é legítimo ao cidadão que não participa das benesses do poder agir com violência, mesmo porque o Estado age com violência para manter essas benesses com quem estão, tem validade até hoje, e está expressa em várias canções populares dos anos 90. SOUZA, Paulo Henrique Vieira de. CAMINHOS PARA UMA ANÁLISE DE CHICO SCIENCE & NAÇÃO ZUMBI

Banditismo: era chamado o tipo de movimento feito pelos Cangaceiros. Eles roubavam pela miséria, pela fome, pelos ideais de repartir os “frutos”(roubos) com o restante de seu povo. Daí a ideia de “por necessidade”, “por pura maldade” e “por uma questão de classe (social)”. Karol Almeida – Decifrando História

Observe mais: CHICO MENDESCHICO XAVIERNAARA BEAUTY DRINK!!!CLARICE LISPECTOR DO SAMBA, CLARA NUNES.MANTRALUMINESCE™CAMARÃO QUE DORME A ONDA LEVADE TODOS OS LOUCOS DO MUNDOINSTANTLY AGELESS ™INEZITA BARROSOÍNDIO EDUCAVIDACELL®SAUDOSA MALOCAHO’OPONOPONOTHX 1138RESERVE™DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOLA CIDADE

UMA SAÍDA PARA A CRISE: energia solar

Crise não é uma coisa ruim, é uma oportunidade para promover mudanças. Isso, claro, quando existe uma crise. Mas se você não pensar bem, não existe crise nenhuma. A não ser pra quem não se ocupa e fica pensando em crise. Não pense em crise, mantenha-se ocupado.
Não pense em crise, mantenha-se.
Não pense em crise.
Não pense.
Não.
Não perca nossas esquetes no canal “Porta dos Fundos”.

Por que a energia solar não está em todos os telhados? #Boravê – Manual do Mundo

TÁTICA DE VENDA – Porta dos Fundos

Nem sempre a publicidade é o suficiente pra fazer você comprar tudo aquilo que não precisava, porém fazer você sentir que a compra pode ser sim uma boa ação é uma boa estratégia.

 Observe mais: Comida de genteTráfico de águasMINIUSINA DE ENERGIASANDUÍCHES SEM PÃOPHILIP K. DICKNAARA BEAUTY DRINK!!!COMO A SUÉCIA RECICLA 99% DO LIXO QUE PRODUZ?BANDEIRANTES MODERNOS, LUMINESCE™ CELLULAR REJUVENATION SERUMA VERDADE PODE ESTAR NO OVOCONTROLE SOCIALQUEM MATOU O CARRO ELÉTRICO?INSTANTLY AGELESS ™TUMBLER VW BUG CONCEPTÍNDIO EDUCAVIDACELL®EU, NÃO, MEU SENHORPEDALA MUNDO!RESERVE™A HISTÓRIA DO JARDINEIRO DE OXALÁSIMULADOR SOLARSUPERNATURAL

1°Mutirão Digital de Educação Financeira e Renegociação de Dívidas

O PROCON Paulistano realiza o primeiro mutirão digital de educação financeira em São Paulo. A iniciativa, executada em parceria com a SENACON (Secretaria Nacional do Consumidor), tem como objetivo incentivar a renegociação de dívidas de consumidores com instituições financeiras por meio da plataforma www.consumidor.gov.br e difundir a educação para o consumo de produtos e serviços financeiros.

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), criada pelo Decreto nº 7.738, de 28 de maio de 2012, integra o Ministério da Justiça e tem suas atribuições estabelecidas no art. 106 do Código de Defesa do Consumidor e no art. 3º do Decreto n° 2.181/97.

O Boletim Sindec é uma publicação que tem entre seus principais objetivos permitir à sociedade o acesso a informações sobre as empresas mais demandadas nos órgãos públicos de defesa do consumidor e os principais problemas apresentados, de forma a orientar o consumidor na escolha de produtos e serviços. RANKINGS – PROCON Paulistano

Serviços prestados no 1º Mutirão Digital

Palestras e Oficinas de Educação Financeira – 05 a 11 de novembro

Onde: Faculdade Damásio

Endereço: Rua da Gloria, 195, Liberdade

Horário: Das 14 às 16h30

Quem pode participar: Consumidores com dívidas ou interessados em aprofundar os conhecimentos em educação financeira

Atendimento a consumidores

Nos dias 5 e 11 de novembro, das 14h às 17h, os consumidores com dificuldade de acesso aos canais digitais contarão com atendimento presencial na Faculdade Damásio, localizada na Rua da Gloria, 195, Liberdade – São Paulo.

 O Diretor do PROCON Paulistano, Dr. Ricardo Ferrari Nogueira, assinalou ser “essencial difundir a utilização do site consumidor.gov.br no Município de São Paulo para promover a harmonização das relações de consumo”.

O aplicativo Rio Feiras está disponível para smartphones, permitindo aos usuários interagir e avaliar as 159 feiras fixas da cidade, além de outras 21 móveis. De acordo com a Secretaria municipal de Ordem Pública (Seop), as informações registradas no aplicativo servirão de parâmetro para a fiscalização e o monitoramento da situação das feiras, mas não vão gerar autuações, já que isso é de responsabilidade da fiscalização feita diariamente nos pontos de venda. Rafaella Barros – Extra

 O Consumidor.gov.br é uma plataforma pública de interação que, pela Internet, permite comunicação direta entre consumidores e fornecedores em prol da solução consensual de conflitos de consumo, a participação das empresas é voluntária e só permitida àquelas que aderem formalmente ao serviço, mediante assinatura de termo no qual se comprometem a conhecer, analisar e investir todos os esforços disponíveis para a solução dos problemas apresentados, em, no máximo, 10 diasAssociação Brasileira de Ouvidores/Ombudsman

Enxergue mais: PROCON DIVULGA LISTAS DE EMPRESASIMPOSTÔMETROA TERRA A GASTAREDUFINNAARA BEAUTY DRINK!!!PLANKTON INVASIONCONSULTA CPFEMVLICITAÇÕESBE MY EYES APPINSTANTLY AGELESS ™SEMANA DO CONSUMIDORECONOMIA DE MERCADOPOR QUE CONSTRUIR UMA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CULTURA DE PAZ PARA A CIDADE DE SÃO PAULO?VIDACELL®JUIZ, MAS NÃO DEUS!VLIBRASOITAVO ANJORESERVE™RECLAME AQUIPIADA SEM SABOR!

Nise – O Coração da Loucura

Tela de Emygdio de Barros. Do acervo do Museu do Inconsciente, no Rio, que apresenta obras de pacientes psiquiátricos de Nise da Silveira – Las Españas – Una Corona – Varios Reinos

Se existe um nome fundamental na história da psiquiatria brasileira é Nise da Silveira. “Nise – O Coração da Loucura” transporta para as telas a história da alagoana que foi aluna de Carl Jung e usou a arte para transformar a vida de pacientes. Anderson Gonçalves – Gazeta do Povo

O tratamento psiquiátrico padrão à época, nos anos 1940, que incluía a aplicação de choques elétricos, camisas de força, isolamento, lobotomia e injeções de insulina, no lugar, ela passou a incentivar os pacientes a usar a arte para se comunicar.

Raphael Domingues (1912-1979) e Emygdio de Barros (1895-1986) frequentaram o ateliê de artes do Setor de Terapêutica Ocupacional e Reabilitação mantido no Centro Psiquiátrico Nacional, hoje Instituto Municipal Nise da Silveira. ANTONIO GONÇALVES FILHO – O Estado de S.Paulo

O Museu de Imagens do Inconsciente (MII) tornou-se conhecido em todo o mundo e suas pesquisas deram origem a exposições, filmes, documentários, simpósios, conferências e cursos, tanto no que se refere à terapêutica ocupacional, quanto à importância das imagens do inconsciente na compreensão do mundo interior do esquizofrênico. Luiz Gonzaga Pereira dos Santos – Psicologia: Ciência e Profissão

Os gatos são excelentes companheiros de estudos, amam o silêncio e cultivam a concentração. Nise da Silveira. Uma mulher à frente do seu tempo. Centro Cultural do Ministério da Saúde

Ficou presa por mais de um ano, denunciada por manter em sua biblioteca livros considerados subversivos. No presídio conviveu com o escritor Graciliano Ramos, que narrou essa amizade em seu livro “Memórias do Cárcere”. Canal Ciência

Por meio da criação de um ateliê e do estímulo ao afeto entre os pacientes através do convívio com cães e gatos, a médica foi capaz de questionar as contradições do sistema psiquiátrico da época, baseado na exclusão e na violência. Laís Modelli – Revista Cult

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Enxergue mais: O SENHOR DO LABIRINTOCVVSE ENLOUQUECER, NÃO SE APAIXONEA RAINHA DE MAIOVIDACELL®DE TODOS OS LOUCOS DO MUNDOOUTROS VIAJANTES DO TEMPONAARA BEAUTY DRINK!!!WHERE IS MY MINDPHILIP K. DICKLIBERDADE DE EXPRESSÃOJEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃOSEM SAÍDA?O DIA EM QUE A TERRA PAROULUMINESCE™ CELLULAR REJUVENATION SERUMCOMIDA PARA O ESPÍRITOJESUIS GAY

Um ‘atentado de Nice’ a cada 5 dias

Historicamente o Rio de Janeiro é assim. Secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame

A cada 5 dias, o número de vítimas da violência no Rio de Janeiro bate o total de 84 mortos no atentado que aconteceu em Nice, na França, na data 14/jul/2016. 

Elizabeth Cristina de Assis Ribeiro e Kayla Assis Ribeiro, filha mais velha, estavam entre as vítimas fatais do ataque terrorista de Nice. HuffPost Brasil

Mohamed Lahouaiej Bouhlel dirigia o caminhão que atingiu uma multidão em Nice, na França, (84 pessoas, de acordo com a mídia francesa e com a rede americana CBS. HuffPost Brasil

O ataque aconteceu quando a multidão comemorava o feriado da Tomada da Bastilha, maior festa nacional francesa. 

O pânico começou pouco após às 22h30 do horário local (17h30 no Brasil), logo após milhares de pessoas assistirem à queima de fogos na orla de Nice, as famílias caminhavam pela famosa via Promenade des Anglais. BBC

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Moradores: 5 mil reais X Prefeitura RJ: 270 mil

Há 20 anos, os moradores de Barra Mansa, no Rio de Janeiro, esperavam pela construção de uma ponte que facilitaria totalmente suas vidas. Sem a ponte, eles precisavam andar cerca de 2 km para chegar ao outro lado do rio, enquanto com ela o caminho não passaria de 24 metros. Apenas de um lado da ponte há posto de saúde para atendimento médico e retirada de remédios, o que tornava sua construção ainda mais importante para a comunidade. BLOG DAS PPPS

Moradores se unem e constroem por conta própria ponte que liga dois bairros em Barra Mansa. G1

O total das despesas deu R$ 5 mil. CINCO. MIL. REAIS. Isso é quase 2% do orçamento que a prefeitura fez. Surrealista

Duas donas de casa que moram em lados diferentes do rio – Manoelina dos Santos, de 72 anos, e Juracy da Conceição, de 65 anos, tiveram uma ideia: e se os moradores fizessem a ponte? Gerardo Lissardy. BBC Mundo, Rio de Janeiro

O comerciante Adalto José Soares, de 52 anos, filho de Manoelina, lembra, porém, que, em abril deste ano, parte de uma ciclovia recém-inaugurada pelo poder público desabou no Rio de Janeiro, em acidente numa obra de R$ 12,6 milhões e que matou duas pessoas. Gerardo Lissardy. BBC Mundo, Rio de Janeiro

Burguesia (Version me)

Burguesia – Cazuza

A burguesia fede
A burguesia quer ficar (“mais”) rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia (haverá democracia)

A burguesia não tem charme nem é discreta
Com suas perucas de cabelos de boneca
A burguesia quer ser sócia do Country
A burguesia quer ir a New York fazer compras

Pobre de mim que vim do seio da burguesia
Sou rico mas não sou mesquinho
Eu também cheiro mal
Eu também cheiro mal

A burguesia tá acabando com a Barra
Afunda barcos cheios de crianças
E dormem tranqüilos
E dormem tranqüilos

Os guardanapos estão sempre limpos
As empregadas, uniformizadas
São caboclos querendo ser ingleses
São caboclos querendo ser ingleses

A burguesia fede
A burguesia quer ficar rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia

A burguesia não repara na dor
Da vendedora de chicletes
A burguesia só olha pra si
A burguesia só olha pra si
A burguesia é a direita, é a guerra

A burguesia fede
A burguesia quer ficar rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia

As pessoas vão ver que estão sendo roubadas
Vai haver uma revolução
Ao contrário da de 64
O Brasil é medroso
Vamos pegar o dinheiro roubado da burguesia
Vamos pra rua
Vamos pra rua
Vamos pra rua
Vamos pra rua
Pra rua, pra rua

Vamos acabar com a burguesia
Vamos dinamitar a burguesia
Vamos pôr a burguesia na cadeia
Numa fazenda de trabalhos forçados
Eu sou burguês, mas eu sou artista
Estou do lado do povo, do povo

A burguesia fede – fede, fede, fede
A burguesia quer ficar rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia

Porcos num chiqueiro
São mais dignos que um burguês
Mas também existe o bom burguês
Que vive do seu trabalho honestamente
Mas este quer construir um país
E não abandoná-lo com uma pasta de dólares
O bom burguês é como o operário
É o médico que cobra menos pra quem não tem
E se interessa por seu povo
Em seres humanos vivendo como bichos
Tentando te enforcar na janela do carro
No sinal, no sinal
No sinal, no sinal

A burguesia fede
A burguesia quer ficar (“mais”) rica
Enquanto houver burguesia
Não vai haver poesia (haverá democracia)

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Neguinho da beija-flor

neguinhadabeijaflor

Lucas Azevedo, Especial para O Estado – Estadão

CamaraPlenarioLalodeAlmeida

“Neguinho da Beija-flor: Dinheiro sujo tornou Carnaval um espetáculo”. Brasil 247

A Liga das Escolas de Samba – Liesa é um orgão criado por Getúlio Vargas no Estado-Novo e sempre foi sabidamente uma máfia. ANDRE POMBA – BLOG

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“Todo ano tem que trazer uma surpresa maior do que o anterior. O povo gosta de roubança robusta, quem gosta de mixaria é intelectual”. The i-piauí Herald

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Após muitos questionamentos e críticas em torno do patrocínio da escola campeã do Carnaval do Rio de Janeiro de 2015, o intérpetre da agremiação, Neguinho da Beija-flor, fez importante questionamento: qual a diferença entre a Beija-flor receber dinheiro do ditador da Guiné Equatorial ou a Portela receber dinheiro de Luiz Fernando Pezão, governador do Rio de Janeiro? Ph Lima – Além da Frase

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