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Luteze-se: Levante indígena, , , Índio Educa, SÓ É ÍNDIO QUEM OPTA POR SER!, Eu voto em você!?!, Indio? No Brazil? Nunca existiu?!?, Pensar as Resistências, Aprender com os Povos Indígenas, Nascentes urbanas

La Casa de Papel Parte 5

A Netflix divulgou um video de anúncio da Estreia da Parte 5 (e última) de um dos maiores hits dos streamings até hoje. 

Pelo Canal Netflix Brasil:

É mais que uma briga, é guerra. A Resistência está de volta. O Volume 1 estreia dia 3 de setembro, e o Volume 2, dia 3 de dezembro de 2021.

La Casa de Papel: Parte 5 | Anúncio de estreia | Netflix

Lembrando que a série foi a primeira do streaming a atingir um alto numero de audiência e uma febre de fãs por todo o mundo. Uma versão coreana foi encomendada também, com grandes atores de Doramas já conhecidos.

Conheça o Elenco da versão coreana (Dorama) de La Casa de Papel

Caze-se: La Casa de Papel Experience, Bella Ciao, Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?, As MELHORES PLANTAS pra HORTA, Não (,) falar (,) mata(?)!!!, Gente Que Vai e Volta (Netflix, 2019), Netflix, THE END?!?, Rick and Morty: 5ª temporada

Maior encontro dos povos indígenas do Brasil será on-line

O Acampamento Terra Livre é o evento em que povos indígenas de todo o País se reúnem para fortalecer a luta e a resistência do movimento indígena.

Esse ano, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) convoca uma mobilização virtual para realizar a 16ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL). Diante da nova ameaça causada pela pandemia da covid-19, do crescimento das invasões nos territórios indígenas, do aumento de assassinatos e criminalização de lideranças, o formato virtual do encontro pretende alertar sobre a real possibilidade de um novo genocídio e denuncia o descaso do Governo Bolsonaro em garantir a proteção de nossos povos ancestrais.

A programação do evento terá início na segunda-feira, dia 27, a partir das 9h, e transmitirá encontros, reuniões, lives, pajelança, cantos, danças tradicionais, mostra de filmes indígenas, debates entre mulheres de diferentes etnias, além de mesas com grandes lideranças, indigenistas, antropólogos e outras interações que conectam povos de todo o Brasil no ambiente online.

Nos painéis de discussões, os temas variam entre “Saúde indígena e o racismo institucional”, “Os povos indígenas em tempos de Coronavírus”, “Agenda LGBTQ + Indígenas”, “Enfrentamento às mudanças climáticas, aumento do desmatamento e o impacto no pós-pandemia”, “Direitos Indígenas, violações e  autoritarismos”, “Os processos migratórios dos povos indígenas no Acre e a covid-19”, “Histórias sobre as primeiras retomadas no sul do Brasil”, “Mesa internacional”, entre muitos outros.

Em tempos em que o isolamento social incentiva as criminosas invasões de madeireiros, garimpeiros, missionários e grileiros nas Terras Indígenas, quando a violência e os ataques aos territórios só aumentam e o governo federal acintosamente desarticula instituições importantes na defesa dos povos, como IBAMA e FUNAI; a APIB e a MNI (Mobilização Nacional Indígena) convocam a sociedade brasileira para participar do ATL 2020, que representa a luta e a resistência dos indígenas do Brasil.

“O alerta está dado, a luta indígena é urgente e a sociedade precisa apoiar essa causa, que é de todos nós”, convida Sônia Guajajara, coordenadora da APIB.

O evento é organizado pela APIB e suas organizações de base junto à MNI  – e as organizações que a compõem.

Serviço:

Data: de 27 a 30 de abril de 2020

Onde: nas redes sociais da APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil)

A programação será hospedada no site http://apib.info/

Contato à imprensa:

Yaponã Bone: (99) 98126 4090

Caio Mota: (65) 99686 6289

Canais:

Youtube: https://bit.ly/2VQtwvd

Instagram: @apiboficial

Facebook: https://www.facebook.com/apiboficial/

Hashtags: #ATL2020 #SangueIndigenaNenhumaGotaMais #AbrilVermelho #ATLOnline #ATLEmRedes #ResistenciaIndigenaOnline

Livreze-se: Sangue Indígena: no more blood!, Nave Mãe humana, Reza a terra, SÓ É ÍNDIO QUEM OPTA POR SER!, Terra sem males, Comida de gente, Índias, Bandeirantes Modernos, Existe água em SP, O rapaz comprou um passarinho por $10 reais

O Real Resiste

O Real Resiste – Arnaldo Antunes – Youtube

Conheça a história de “O Real Resiste” novo clipe de Arnaldo Antunes com imagens da Mídia NINJA – Youtube

Índio? No Brazil? Nunca existiu?!?

MUDE CONCEITOS, VOCÊ PODE E DEVE: Existe Água em SP, Um grande contador de histórias, Quando será anova crise hídrica?!?, ÍNDIOS, POEMA, POESIA E SONETO, GHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!, HUNGU, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, Existe Guarani em SP, Expedição pelas nascentes do Rio Saracura, Expedição pelas nascentes dos Guarani do Jaraguá, Expedição pelas nascentes do Rio Água Preta, Mutirão na lagoa da Aldeia Itakupe no Jaraguá

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Frevo, sim, Carnaval!

Um manifesto popular marcado por uma história de ocupação das ruas, de resistência e luta das classes menos favorecidas, o frevo além de um estilo musical, também se traduz em dança de compasso binário e andamento rápido. A palavra remete a um movimento que refletiu, ao longo de mais de um século de sua existência, a situação social vivida nos centros urbanos do Recife e Olinda.
o surgimento do que se tornou o frevo vem desde o período colonial, e está ligado à construção social do País. O parente mais antigo da expressão carnavalesca vem da época da colonização, e era chamado de entrudo, começando de acordo com calendário católico, 40 dias antes da Quaresma.
A partir de 1822, quando o Brasil fica independente, o entrudo passa a ser considerado um costume bárbaro e primitivo. “O que se buscava era um país civilizado, com um novo padrão de Carnaval, da Itália e da França. Thiago Cabral, da Folha de Pernambuco
Veja também: REVENGE!, DECLARAÇÃO IRPF 2012, CONSCIÊNCIAS NOTÓRIAS: ALBERT EINSTEIN, Coleira para crianças, absurdo?, Procon divulga listas de empresas, A arte de ler., Carnaval é Perfeição!, Jesus era Peripatético., Sexo seguro!, Cinquenta Tons de Cinza, Sugestão de desintoxicação ayurvédica após os excessos., Voto Nulo, Arte Fora do Museu

Editado via celular.

A bailarina Baderna

A bailarina Baderna e a história de resistência por trás dessa palavra.

A etmologia ou a origem de um termo, gíria ou expressão pode ir muito além de meras premissas linguísticas, e revelar traços culturais, sociais e até mesmo econômicos sobre um país, uma época ou uma pessoa.

Marietta Baderna nasceu na cidade de Castel San Giovanni, província de Piacenza, no norte da Itália, em 1828. Filha de Antônio Baderna, médico e músico nas horas vagas, rapidamente seu destino artístico se traçou, com dedicação especial ao balé, estreando aos 12 anos nos palcos suas sapatilhas. Rapidamente Baderna passaria a fazer parte da companhia de dança do teatro Scala, de Milão e, aos 21 já se destacava como “prima ballerina assoluta” (ou primeira bailarina absoluta) com sucesso por toda a Itália, participando de diversas turnês em outros países europeus.

Rapidamente o sucesso de Baderna, e principalmente a reconhecível presença da cultura negra em sua dança, fez com que a crítica conservadora, os empresários e a pudica sociedade imperial atacassem a bailarina com furor equivalente ao que sua dança provocava no povo – que passava a se reconhecer numa fina e “elevada” forma de expressão artística. Baderna começou a ser posta em papeis menos importantes, ao fundo do palco, ou mesmo a ser banida de espetáculos, e cada vez que percebiam o boicote, os baderneiros tratavam de se expressar ruidosamente. Se, em sua chegada aos palcos brasileiros, os jornais da época utilizavam seu nome como sinônimo de elegância, com seu sucesso popular a palavra baderna passou a ser utilizada para significar bagunça, desordem e depravação. Vivimetaliun

O sequestro de seu nome, no entanto, pode ser visto ao fim de tudo como um involuntário tributo às avessas. Os baderneiros podem ser vistos hoje em muitos casos também e ainda como sinônimos de resistência contra tal sinistra dança conservadora e elitista – se valendo do que a imprensa insiste em chamar de baderna para atacar a hipocrisia vigente que esconde o massacre contra tudo que a bailarina, com seu corpo, afirmava enquanto força: a cultura negra, a sexualidade, o feminino, o popular. Maria Baderna se diluiu como artista na força transformadora da dança enquanto gesto, enquanto corpo em movimento, para se transformar em uma palavra mal apropriada e mal criada, mas que, revista em sua origem, se revela com um sentido paralelo profundo em potencial, de resistência e liberdade.
Observe mais: LUMINESCE™, ENERGIA EÓLICA, 30% DO NORDESTE, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, PESSOAS ABSORVEM ENERGIA DE OUTRAS, TURBINA EÓLICA CASEIRA,GOOGOL, MINIUSINA DE ENERGIA, INSTANTLY AGELESS ™, PROJETO EM BAMBU PROJETO, ÍNDIO EDUCA, LEI DA PORTABILIDADE DA CONTA DE LUZ, HO’OPONOPONO, ELECTRIC MOTORCYCLE, RESERVE™, DETECTOR DE CAMPO ELETROMAGNÉTICO, EMDRIVE – O MOTOR IMPOSSÍVEL

Reeditado. Editado via celular.

Recarga Verde Fail !?!?

COMO FAZER UMA SUPER PILHA CASEIRA – Evandro Veras

CARREGAR O CELULAR COM UMA BATATA? l Renata Lee

LEI DE OHM COM PILHAS CASEIRAS

A batata irá funcionar como um tipo de solução (mistura) de vários componentes químicos (íons positivos e negativos), o que a torna um condutor eletrolítico (condutor de corrente elétrica), a reação química começa e os elétrons começam a percorrer o circuito até chegarem num aparelho eletrônico (como uma calculadora) e lá começaram a serem “gastados” pelo aparelho. No caso do multímetro, ele irá criar uma resistência altíssima dentro de sí, com isso ele poderá bloquear a energia e medir a voltagem (força eletromotriz ou f.e.m., que é a palavra certa) da pilha.

ATUALIZADO! Experiência da PILHA DE BATATA (OU LIMÃO): FONTE DE ENERGIA ELÉTRICA – Luigi Augusto & Guitarrista Fantasma

Cada metade de batata irá funcionar como uma pilha com voltagem de + ou – uns 0,5 V. A pilha para de funcionar no momento em que a moeda enferrujar demais, ou quando a batata apodrecer ou quando o circuito estiver “aberto”. Guitarrista Fantasma

Celular carregando na maça – KLAUS MIKAELSON

PILHAS CASEIRAS + LADRÃO DE JOULE

Como Carregar um Celular usando Limão VERDADEIRO OU FALSO? / Carga Tu Celular Con Un Limón – Gustavo Hariri

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Cultura Indígena e Fantasia

Na formação cultural, os índios contribuíram com o vocabulário, o qual possui inúmeros termos de origem indígena, como pindorama, anhanguera, ibirapitanga, Itamaracá, entre outros. Com o folclore, permaneceram as lenda como o curupira, o saci-pererê, o boitatá, a iara, dentre outros. Toda Matéria

Recentemente, alguns artistas brasileiros estão se empenhando em apresentar trabalhos que destacam as Culturas Indígenas da nossa terra. FrancéliaCultura BR

Literaturas que valorizam as diferenças e a diversidade cultural dos povos indígenas são ótimas pedidas para abordar os conteúdos exigidos pela lei 11.645, que obriga o ensino da história e da cultura indígena nas escolas de Ensino Fundamental e Médio das redes pública e privada de todo Brasil. Mariana Queen – 15 livros sobre histórias indígenas e o Folclore brasileiro. Educar Para Crescer

Especialista em Literatura Indígena, Janice Thiel selecionou, a pedido de Carta Educação, 10 obras escritas por índios e não-índios, para trabalhar a temática indígena. JANICE CRISTINE THIÉL – Dez obras para conhecer a Literatura Indígena.  Carta Educação

Roní Wasiry Guará é oriundo do povo maraguá e conta numa narrativa emocionada, o passado e o presente da vida dos índios de sua tribo, uma das poucas de origem Aruak no Baixo Amazonas. FRANCÉLIA PEREIRA – Pindorama – A historia antes do Brasil

Os três títulos são assinados por novas promessas da literatura amazonense: Mário Bentes, Jan Santos e Leila Plácido, lançados pela Lendari, selo editorial dedicado à literatura fantástica, realismo mágico e ficção científica. Kickante

A formação da cultura brasileira, em seus vários aspectos, resultou da integração de elementos das culturas: indígena, do português colonizador, do negro africano, como também dos diversos imigrantes. Toda Matéria

A escrita é uma conquista recente para a maioria dos 230 povos indígenas que habitam nosso país desde tempos imemoriais. Detentores que são de um conhecimento ancestral aprendido pelos sons das palavras dos avôs e avós antigos estes povos sempre priorizaram a fala, a palavra, a oralidade como instrumento de transmissão da tradição obrigando as novas gerações a exercitarem a memória, guardiã das histórias vividas e criadas. Daniel Munduruku – Overmundo

Enxergue mais: CURUPIRAEJU ORENDIVEVIDACELL®, HINO NACIONAL EM DIALETO TICUNA, O BRASIL CORRE O RISCO DE PERDER ATÉ 60 DIFERENTES LÍNGUAS INDÍGENASEMOCIONARIOPEIXE-BOI MARINHOGOVERNO ABERTOPERFEIÇÃONAARA BEAUTY DRINK!!!OUTROS OLHOSCARTA DA TERRAJEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?QUE PAÍS É ESSE?LUMINESCE™ CELLULAR REJUVENATION SERUMKIERU, UM JOGO DE COMBATE ENTRE SAMURAIS INSPIRADO EM SAMURAI JACK

O pai da propaganda

heil hitlerSieg Heil!, Heil Hitler!, Heil mein Führer!
august landmesse
anders-breivik
hitlergenuinodirceu
vargas pt
Punho-fechado-lula

Veja também: Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, Portal da Transparência, Terceira Onda, Ta foda ser brazileiro!!!, PÁTRIA MADRASTA VIL, O Combate a Corrupção nas Prefeituras do Brasil, Bode expiatório, Bike or die!, Viabilidade???, Frase do Dia: Rui Barbosa e a Honestidade, Inside Job, Os sentidos da política – problemas e perspectivas, Maldito homem!, V de Vingança

Santa Buceta

Boceta de Pandora
Marcuse, em Eros e a Civilização, ao analisar do ponto de vista da filosofia os escritos de Freud, elabora reflexões muito profundas sobre a pulsão de Eros (criação) e o prazer: para evoluir o homem teve que abrir mão de seus desejos imediatos e sublima-los, domestica-los, molda-los as necessidades da civilização rumo ao progresso, mas hoje no atual processo de coisificação que vivemos, a dessublimação desses instintos acontece no sexo puramente.
santa formato buceta

boceta
bo.ce.ta
(ê) sf (lat buxide, via ant fr) 1 Pequena caixa de madeira ou papelão, oval, ou oblonga, para guardar objetos de valor. 2 Caixa de rapé. 3 Bolsa de borracha para guardar tabaco. 4 Caixa de que usa o gravador. 5 Aparelho de pesca. 6 ch V vulva. B. anatômica: depressão na base do primeiro osso metacarpiano, formada pelos tendões do extensor longo e do extensor curto do polegar; tabaqueira anatômica. B. de Pandora: origem de todos os males. Michaelis

Veja também: Dicionário inFormal, O Estado Laico, Criacionismo., Text Me Something Dirty, Diferença lógica entre Religião e Espiritualidade, Saramago, Sintomas Câncer de Mama, Adoro essa parte da anatomia femimina., Instituto Alana, O de Otário

Carlos Marighella

Mil Faces de Um Homem Leal (Marighella) – Racionais Mc’s

A postos para o seu general
Mil faces de um homem leal (2x)

Protetor das multidões
Encarnações de célebres malandros
De cérebros brilhantes
Reuniram-se no céu
O destino de um fiel, se é o céu o que Deus quer
Tô somado, é o que é, assim foi escrito
Mártir, Mito ou Maldito sonhador
Bandido da minha cor
Um novo messias
Se o povo domina ou não
Se poucos sabiam ler
E eu morrer em vão
Leso e louco sem saber
Coisas do brasil, super-herói, mulato
Defensor dos fracos, assaltante nato
Ouçam, é foto e é fato a planos cruéis
Tramam 30 fariseus contra moisés, morô
Reaja ao revés, seja alvo de inveja
Irmão, esquina de velas pra cima de um rebelde
Que ousou lutar, honrou a raça
Honrou a causa que adotou,
Aplauso é pra poucos
Revolução no Brasil tem um nome
Vejam o homem
Sei que esse era um homem também
A imagem e o gesto
Lutar por amor
Indigesto como o sequestro do embaixador

O resto é flor, se tem festa eu vou
Eu peço, leia os meus versos, e o protesto é show
Presta atenção que o sucesso em excesso é cão
Que se habilita a lutar, fome grita horrível
A todo ouvido sensível que evita escutar
Acredita lutar, quanto custa ligar?
Cidade chama vida que esvai
Clama por socorro, quem ouvirá?
Crianças, velhos e cachorros sem temor
Clara meu eterno amor, sara minhas dores
Pra não dizer que eu não falei das flores

Da Bahia de São Salvador brasil
Capoeira mata um mata mil, porque
Me fez hábil como um cão
Sábio como um monge
Antirreflexo de longe
Homem complexo sim
Confesso que queria
Ver Davi matar Golias
Nos trevos e cancelas
Becos e vielas
Guetos e favelas
Quero ver você trocar de igual
Subir os degraus, precipício
Ê vida difícil, ô povo feliz

Quem samba fica,
Quem não samba, camba
Chegou, salve geral da mansão dos bamba
Não se faz revolução sem um fuga na mão
Sem justiça não há paz, é escravidão…

Revolução no Brasil tem um nome…

A postos para o seu general
Mil faces de um homem leal (2x)

Marighella

Essa noite em São Paulo um anjo vai morrer
Por mim, por você, por ter coragem em dizer
racionaismc

Veja também: Regiane Ishii, Ana Primavesi, Engenheira agrônoma., Makota Valdina, Carta da Terra, Saramago, Bandeirantes Modernos, Incêndio, apenas 4° andar é salvo., Problemas sociais, Arena, Ficha Limpa!!!, Rotina, Mini-Manual do Guerrilheiro Urbano, Carlos Marighella, Polícia 24 horas, Brasileiro Reclama De Quê?