Zodiac Cancer Tattoo

Ao escolher um esboço e elementos adicionais, seu significado. Também é importante determinar com antecedência o local de aplicação e o esquema de cores, que também afetam a carga semântica da tatuagem. Zodiac Cancer é apreciado por seu mistério e originalidade. Fashion decorexpro.com

Um desenho esquemático, no qual uma ênfase importante é colocada em belas transições de luz e sombra, será capaz de transmitir bem o estilo dotwork.

Pessoas nascidas sob este signo do zodíaco também têm uma espécie de “concha” que as protege psicologicamente. É muito difícil para um estranho entrar no mundo interior do lagostim. Via de regra, a racionalidade, o pragmatismo, o discernimento e a racionalidade são inerentes a este signo.

Tatuagem do signo do zodíaco “Câncer” pode carregar vários valores ao mesmo tempo. Na maioria das vezes, a imagem simboliza ambição, iniciativa, resistência, respeito próprio, o desejo de aderir à estratégia e táticas. E também uma tatuagem com câncer significa apego a eventos que estão no passado e, às vezes, a busca pelo amor verdadeiro.

Para os jovens, roupas íntimas com câncer estão associadas a sabedoria, inteligência elevada e uma abordagem prática. Freqüentemente, essa tatuagem contribui para um humor calmo e um desejo de desenvolvimento espiritual. Uma imagem brilhante e visível permite que você seja o centro das atenções. Além disso, suas personalidades são consideradas excelentes contadores de histórias e a alma da empresa.

Uma tatuagem com o signo do zodíaco Câncer simboliza a combinação de uma mente filosófica com uma atitude simples e até cômica em relação aos problemas da vida. Às vezes, pode significar uma conexão inextricável com uma série de provações na vida.

Por muito tempo, o signo do zodíaco, Câncer, foi atribuído ao valor curativo. Atualmente, essa tatuagem é feita por aqueles que precisam superar doenças complexas.

Os representantes do sexo masculino devem levar em conta que o câncer é repleto de energia feminina e às vezes é capaz de transmitir essas características ao portador. A padroeira do lagostim é a Lua, que conferiu ao signo um significado sagrado.

  • Povos orientais personagem como um número69 foram correlacionados com o sinal de Yin e Yang, bem como com o infinito;
  • Os sumérios havia uma crença de que sob a constelação de Câncer nasceu o filho de Nanar, o filho do deus Enli. Ele ensinou artes e espiritualidade às pessoas, o que levou ao desenvolvimento e à prosperidade;
  • No antigo egito o sinal estava associado a um escaravelho e significava renascimento – tanto corporal quanto espiritual;
  • Entre cristão havia uma crença de que as pessoas nascidas sob o signo de Câncer são donas de um conhecimento único;
  • Os homens modernos costumam escolher para fortalecer o núcleo interno, a autoconfiança e a fertilidade, também acredita-se que ajuda a não cometer erros e se livrar das fraquezas.

Os homens preferem colocar essa marca no peito, pois isso ajuda a tornar-se mais autoconfiante, fortalece o espírito e a vontade, também fica mais forte física e mentalmente.

Para os homens, o câncer revelará seus efeitos positivos e poderosos se for feito na perna. Uma tatuagem neste lugar o forçará a seguir em frente em direção aos seus objetivos.

As mulheres usam designs com o signo do zodíaco de Câncer para se mostrarem atenciosas, prudentes, sensuais e emocionais. Muitas vezes, essas tatuagens são apreciadas por naturezas independentes, que estão prontas para lidar com qualquer dificuldade. O símbolo zodiacal do câncer, aplicado na pele, permite focar em si mesma e superar o sentimento de culpa. As mulheres costumam complementar o desenho com vários detalhes, incluindo flores, fauna marinha, elementos geométricos, ornamentos. Alguns dizem que a tatuagem da constelação de Câncer as ajudou a se tornarem mães felizes.

No ombro, a tatuagem com artrópode é feita com mais frequência pelo sexo feminino, já que o desenho neste local se enche de energia feminina e contribui para a concepção dos filhos.

O signo de Câncer tem uma forte conexão com o elemento água, portanto a imagem dos artrópodes é frequentemente complementada por elementos da fauna marinha ou estilo náutico. Algas, pedras originais, o mar, ondas, caranguejos, estrelas do mar e areia podem se tornar uma parte efetiva da composição, combinado com sua companheira Lua.

Para tatuagens com o signo do zodíaco Câncer, o minimalismo é o mais usado. Este estilo é ótimo para uma constelação intrincada ou símbolo de letras.

Desenhar um signo do zodíaco no antebraço ajuda a melhorar o relacionamento entre os entes queridos e a criar uma família. O local do pulso direito deve ser selecionado se você deseja harmonia em várias áreas da vida, o esquerdo é adequado para indivíduos duvidosos e inseguros que estão infelizes com suas vidas.

A escolha da mão direita, em particular a palma, a mão e os dedos, encherá sua vida de coisas positivas. As tatuagens nas mangas ficam impressionantes no braço, para o sucesso profissional e com o propósito de autodesenvolvimento, recomenda-se a estampa no pescoço.

Tattooze-se: Kerby Rosanes, Pinturas corporais, Chen Jie, Pin-up, As ferramentas de tatuagem mais antigas conhecidas, Caixa Preta, Kay Pike and Lianne Moseley

Ogusu Apykay

Essa era Ogusu Apykay, na Aldeia indígena Guapo’y, cidade Amambai-MS. Construído com ajuda dos companheiros de luta e vítima de várias ameaças, perseguições, de um fanatismo religioso e Intolerância religiosa hoje foi queimada a pouco e se encontra em cinzas. ” Porque queimam nosso espaço de reza, nosso espaço sagrado? Nunca nós os rezadores e rezadores queimamos igrejas e porque se vêm no direito queimar os nossos sagrados? ” Palavra de uma nhandesy. midiaguaranimbya

É muita tristeza ver esses crimes de intolerância religiosa impune, parece cenas de livros de história da idade média da Europa medieval onde a religião impõe qual é o certo e qual o errado e se não for considerados por eles “certos” são perseguidos, chamam as rezadoras de bruxas de macumbeiros e no fim se vêm no direito de queimar o espaço sagrado, agridem fisicamente. Ainda no século XXI nhandesy são chamadas de bruxas, ainda no século XXI dita era contemporâneo, as casas de rezas são considerados espaços de macumbas, espaço errado pela igreja e queimadas pelo cristianismo.

As perseguições aos anciões e anciãs detentores dos conhecimentos ancestral Guarani Kaiowá está cada vez mais frequente, esses se encontram sem proteção nas comunidades indígenas onde as igrejas as perseguem. Até quando?

Intolerância religiosa é crime, precisamos de justiça parece que não existe a nós nas comunidades indígenas. Kunhã Yvoty relata que é chamada de macaca ao rezar, ela também diz que sua casa de medicina tradicional se encontra em constante ameaça, já que seu agressor ameaça queimar sua casa também.

A religiosidade e o fanatismo cristão é a escória que age em nome da fé para destruir a cultura ancestral do povo Guarani Kaiowá. Todo repúdio ao que aconteceu hoje a casa de reza OGUSU APYKAY. Via: @kunhayvoty

Opyze-se: O Lago de Nós, Carnaval é Perfeição!, Primeira Academia de Língua Nheengatu, Vale, acionistas e as terras indígenas, Não confie em homem branco, Moquém_Surarí: Arte Indígena Contemporânea

Xokleng

Os índios Xokleng da TI Ibirama em Santa Catarina, são os sobreviventes de um processo brutal de colonização do sul do Brasil iniciado em meados do século passado, que quase os exterminou em sua totalidade. Apesar do extermínio de alguns subgrupos Xokleng no Estado, e do confinamento dos sobreviventes em área determinada, em 1914, o que garantiu a “paz” para os colonos e a conseqüente expansão e progresso do vale do rio Itajaí, os Xokleng continuaram lutando para sobreviver a esta invasão, mesmo após a extinção quase total dos recursos naturais de sua terra, agravada pela construção da Barragem Norte. Povos Indígenas no Brasil

Cacique ‘Camrém’, líder dos Xokleng à época do contato com E. Hoerhan. Foto de autoria provável de E. Hoerhan. Acervo Arquivo Histórico José Ferreira da Silva (AHJFS), da Fundação Cultural de Blumenau

A história do nome dos Xokleng tem provocado muitos debates. Desde seus primeiros contatos amistosos com os funcionários do Serviço de Proteção aos Índios (SPI), a partir de 1914, as denominações dadas ao grupo foram as mais variadas: “Bugres”, “Botocudos”, “Aweikoma”, “Xokleng”, “Xokrén”, “Kaingang de Santa Catarina” e “Aweikoma-Kaingang”.

Os índios Xokleng receberam vários nomes: Bugre, Botocudo, Aweikoma, Xokrén e Kaingang. Prefeitura de Jaraguá do Sul

  • Bugre = é um tempo para designar qualquer índio no sentido de selvagem e inimigo.
  • Botocudo = devido ao enfeite labial uma espécie de botoque (tembetá) usado pelos adultos (homens).
  • Aweikoma = é uma deturpação da frase destinada a convidar uma mulher para cópula (relação sexual).
  • Xokrén = significa taipa de pedra, da mesma maneira que Xokleng.
  • Kaingang = designa homem, qualquer homem.

As línguas dos Xokleng e dos Kaingang constituem o ramo meridional da família Jê.

De acordo com os índios, na TI Ibirama (SC), fala-se o “xokleng”, um idioma próximo ao kaingang. Os Xokleng dizem entender alguma coisa de kaingang, mas não o falam. Nos últimos vinte anos, o número de falantes de xokleng se reduziu bastante. A grande maioria dos jovens fala somente português. Isso se deve ao aumento de casamentos com não indígenas; às inúmeras rupturas sociais, políticas, econômicas e culturais provocadas pela construção da Barragem Norte; e à presença de escolas para indígenas com a mesma grade curricular das demais escolas públicas, que não estimulam e nem consideram as particularidades culturais.

A TI Ibirama está situada ao longo dos rios Hercílio (antigo Itajaí do Norte) e Plate, que moldam um dos vales formadores da bacia do rio Itajaí-açu, e está a cerca de 260 km a noroeste de Florianópolis e 100 a oeste de Blumenau. Localizada em quatro municípios catarinenses, cerca de 70% da área está dentro dos limites dos municípios José Boiteux e Doutor Pedrinho. Essa TI inicialmente denominada Posto Indígena Duque de Caxias, foi criada pelo chefe do governo catarinense, Adolfo Konder, em 1926, que destinou aos Xokleng uma área de 20.000 hectares. Em 1965 foi oficialmente demarcada e em 1975 recebeu o nome de Ibirama.

A população da TI Ibirama é flutuante, multiétnica, e sua configuração vem se alterando ao longo dos 84 anos de contato. O último censo feito em 1997, além do total de 1.009 pessoas vivendo na TI, contou cerca de 20 famílias Xokleng morando nas periferias das cidades de Blumenau, Joinville e Itajaí.

A presença de Kaingang e seus descendentes na TI Ibirama deve-se ao fato do SPI ter usado duas famílias Kaingang, provenientes do Paraná, para ajudar na atração e “pacificação” dos Xokleng, dando aos Kaingang o direito ao usufruto da terra. Desde então casamentos interétnicos vêm ocorrendo, e o número de mestiços Kaingang/ Xokleng tornou-se marcante. Porém, boa parte dos Kaingang e Mestiços se casou com não-índios, principalmente com funcionários do SPI e com colonos italianos; com a construção da barragem, algumas mulheres Xokleng se casaram, ou tiveram filhos, com os operários; e quando se deu início à exploração de madeira muitos não-índios se casaram com Xokleng e Kaingang para usufruir do direito de explorar e vender a madeira. Mais recentemente, vários Xokleng se casaram com mulheres Kaingang de outras terras indígenas do Paraná e Santa Catarina.

Os Cafuzos que viviam na TI Ibirama são na verdade negros remanescentes da Guerra do Contestado, sem terra, trazidos por iniciativa do então chefe do Posto Indígena, Eduardo de Silva Lima Hoerhann, a partir da segunda metade da década de 40, e usados como mão-de-obra agrícola quase escrava. Em 1991, quase todos saíram para uma terra próxima cedida pelo INCRA. Os casamentos entre Xokleng e Cafuzos foram raros.

As primeiras famílias Guarani chegaram à TI Ibirama vindas do sudoeste e das fronteiras com o Paraguai e Argentina, nos anos 50. Eles vivem social, cultural e geograficamente isolados dos outros grupos; não tiveram direito à extração da madeira e nem às indenizações pela inundação. Em 1991 metade dos Guarani migrou para o litoral. Os casamentos entre Guaranis e Xokleng foram raros.

Os censos mostram também a morte em massa dos primeiros Xokleng contatados, vítimas de grandes epidemias de gripe, febre amarela e sarampo (entre 1914, o ano do contato, e 1935 morreram dois terços dos Xokleng).

A ocupação destes territórios “tradicionais” Xokleng por imigrantes foi conflituosa; na região do vale do Itajaí, por exemplo, ocorreram vários assaltos aos colonos e o clima de insegurança dos mesmos frente a estes ataques ameaçava todo o processo de colonização.

Criança Xokleng em acampamento na floresta, em 1963
Criança Xokleng em acampamento na floresta, em 1963. Acervo SCS

Os indígenas Xokleng que se autodenominam “Laklanõ” (“gente do sol” ou “gente ligeira”) vêm lutando para preservar sua cultura, seu idioma e mitologia após processos de aculturação e ataques ao seu território. Mariana Trindade – Câmara dos Deputados

O Serviço de Proteção ao Índio (SPI), criado em 1910, serviu, em grande medida, para “pacificar” os indígenas e viabilizar a construção da estrada de ferro São Paulo-Rio Grande e a concessão de terras a colonos. Nesse processo de “pacificação”, duas famílias Kaingang contribuíram com o SPI em troca do direito ao usufruto daquelas terras. Desde então casamentos interétnicos vêm ocorrendo, e o número de mestiços Kaingang/Xokleng tornou-se um traço marcante nessas comunidades.

Ainda nesse processo de “pacificação”, o órgão indigenista reduziu o território ocupado pelos Laklaño de 40 mil hectares para 15 mil, apesar de já haver, na época do Império, lei que reconhecia o direito indígena sobre seus territórios (Lei 601, de 1850).

A comunidade indígena buscou, na Justiça, o cumprimento de um protocolo de intenções firmado com o Estado de Santa Catarina, a Funai e a União. Os indígenas ganharam em primeira instância, mas a União e o estado recorreram e o processo encontra-se no Supremo Tribunal Federal.

Apenas em 1998, foi criado um grupo de trabalho pela Funai, que reconheceu o confinamento dos indígenas em área reduzida pelo próprio Estado e constatou a necessidade de ampliação dos seus limites. Em 2003, o Ministério da Justiça publicou Portaria Declaratória, restando pendente apenas a homologação da demarcação pelo Presidente da República, a última etapa da demarcação.

Hoje, mais de dois mil indígenas de três povos, Xokleng, Guarani e Kaingang, residem na Terra Indígena Ibirama-La Klaño, com 37 mil hectares, à margem do rio Itajaí do Norte, em Santa Catarina. Estão sobrepostas sobre 10% do território a Reserva Biológica Sassafrás e a Área de Relevante Interesse Ecológico Serra da Abelha.

As tropas se deslocavam pelas trilhas à noite, em silêncio. Os homens, entre 8 e 15, evitavam até fumar para não chamar a atenção. João Fellet -Correio Braziliense

Ao localizar um acampamento, atacavam de surpresa.

“Primeiro, disparavam-se uns tiros. Depois passava-se o resto no fio do facão”, relatou Ireno Pinheiro sobre as expedições que realizava no interior de Santa Catarina até os anos 1930 para exterminar indígenas a mando de autoridades locais.

Pinheiro era um “bugreiro”, como eram conhecidos no Sul do Brasil milicianos contratados para dizimar indígenas (ou “bugres”, termo racista que vigorava na região naquela época).

O relato está no livro Os Índios Xokleng – Memória Visual, publicado em 1997 pelo antropólogo Silvio Coelho dos Santos.

“O corpo é que nem bananeira, corta macio”, prossegue o bugreiro na descrição dos ataques. “Cortavam-se as orelhas. Cada par tinha preço. Às vezes, para mostrar, a gente trazia algumas mulheres e crianças. Tinha que matar todos. Se não, algum sobrevivente fazia vingança”, completou.

“Nunca houve, e nem há, critérios seguros para se demarcar áreas indígenas, ficando a sociedade à mercê do entendimento pessoal do antropólogo que se encontra fazendo o trabalho num determinado momento”, argumentaram os deputados ao justificar o decreto.

Em 1908, o etnógrafo tcheco Albert Vojtech Fric discursou em um congresso em Viena, na Áustria, sobre o impacto da imigração europeia nas populações indígenas do Sul do Brasil.

Segundo Fric, a “colonização se processava sobre os cadáveres de centenas de índios, mortos sem compaixão pelos bugreiros, atendendo os interesses de companhias de colonização, de comerciantes de terras e do governo”.

Em 1910, durante a presidência de Nilo Peçanha, foi criado o Serviço de Proteção ao Índio (SPI), precursor da atual Funai.

Inspirado por ideais positivistas, o órgão dizia ter como objetivo “civilizar” os indígenas e incorporá-los à sociedade brasileira — postura enterrada pela Constituição de 1988, que reconheceu aos indígenas o direito de manter seus costumes e modos de vida.

As missões para aniquilar povos nativos aconteciam enquanto, na Europa, Adolf Hitler punha em marcha seu plano de exterminar os judeus.

Ou enquanto artistas brasileiros passavam a valorizar a participação indígena na formação nacional, influenciados pela Semana de Arte Moderna de 1922.

Mulheres e crianças Xokleng
Mulheres e crianças Xokleng capturadas por bugreiros e entregues a freiras em Blumenau; duas mulheres e duas crianças conseguiram fugir, voltando à floresta. Acervo SCS

Em entrevista à BBC News Brasil por telefone, Brasílio Pripra, de 63 anos e uma das principais lideranças Xokleng, chora ao falar de um massacre ocorrido em 1904 contra seus antepassados.

“As crianças foram jogadas para cima e espetadas com punhal. Naquele dia, 244 indígenas foram covardemente mortos pelo Estado”, afirma.

“Eu choro, me emociono. Sou neto de pessoas que ajudaram a trazer a comunidade ‘para fora’, a fazer o contato (com não indígenas). É por isso que luto.”

Em 1910, teve sua origem o Serviço de Proteção aos Índios. Isto aconteceu devido a uma conferência pronunciada por Alberto Vojtech Fritch no XVI Congresso Internacional de Americanistas. Viena em 1908 Fric (como era conhecido em SC), demonstrou que a colonização no Sul do Brasil se processava sobre os cadáveres de centenas de índios, mortos sem compaixão pelos bugreiros. E, finalmente solicitou que o congresso (…) “protestasse contra esses atos de barbárie para que fosse tirada essa mancha da história da moderna conquista européia na América do Sul e dado um fim para sempre, à esta caçada humana”. (Stauffer, 1960: 171).

No Brasil, esse depoimento repercutiu como uma bomba, dando a impressão de que a colonização estaria falida.

Mas para defender os colonizadores, Herman Von lhering publicou um texto no jornal “O Estado de São Paulo” de 12 de outubro de 1908, que dizia:

“Os actuais índios do Estado de São Paulo não representam um elemento de trabalho e progresso. Como também nos outros estados do Brasil, não se pode esperar trabalho sério e continuando dos índios civilizados e, como os Caingangs selvagens, são um empecilho para civilização das regiões do sertão que habitam, parece que não há outro meio, de que se possa lançar mão, senão o seu extermínio”.

Esta nota no jornal, ao invés de ajudar os colonizadores, foi na realidade o principal motivo de muitas entidades particulares e o próprio governo se postarem a favor dos indígenas.

Para completar esse quadro, Candido Marciano da Silva Rodon, por ter convivido com os índios por mais de 20 anos, defendia os silvícolas em suas inúmeras conferências . Numa delas ele diz:

“Para compreender-se quanto é injusta a acusação levantada contra eles de serem indolentes e inúteis, basta lembrar que na zona ocupada pelos expedicionários de 1907, 1908 e 1909, não havia um estabelicimento de seringa, de caucho, de poaia(erva rasteira com raízes nodosos), no qual grande parte, e as vezes todos os trabalhos, não fossem feitos por índios. Desrespeitados em suas pessoas e em suas famílias; perseguidos, caluniados, eles vivem em situação misérima: se aceitam a sociedade do branco ficam reduzidos à pior das escravidões; (…) se embrenham nas matas, são acossados e exterminados a ferro e fogo. Onde está a nossa justiça de povo culto e civilizado; onde está o nosso sentimento de equidade e de gente crescida à sombra das admiráveis instituições romanas; onde está a nossa bondade de homens formados sob os influxos da cavalaria e do catolicismo, para assim chegarmos a essa montruosa iniqüdade de só negarmos o direito à vida e à propriedade, em terras do Brasil, aos brasileiros de mais lídima naturalidade?!!!” (Rondon, 1946: 101/102).

Xoklengze-se: RE 1.017.365, Bandeirantes Modernos, Unesco disponibiliza mais de 80 filmes indígenas gratuitamente, Indígenas doam alimentos, Demarcação de terras indígenas ou a MP 886!?!, Arrendamento de terras indígenas ilegal, A Invasão do Brasil

La Casa de Papel Parte 5

A Netflix divulgou um video de anúncio da Estreia da Parte 5 (e última) de um dos maiores hits dos streamings até hoje. 

Pelo Canal Netflix Brasil:

É mais que uma briga, é guerra. A Resistência está de volta. O Volume 1 estreia dia 3 de setembro, e o Volume 2, dia 3 de dezembro de 2021.

La Casa de Papel: Parte 5 | Anúncio de estreia | Netflix

Lembrando que a série foi a primeira do streaming a atingir um alto numero de audiência e uma febre de fãs por todo o mundo. Uma versão coreana foi encomendada também, com grandes atores de Doramas já conhecidos.

Conheça o Elenco da versão coreana (Dorama) de La Casa de Papel

Caze-se: La Casa de Papel Experience, Bella Ciao, Por que os jovens já não querem comprar carro nem casa própria?, As MELHORES PLANTAS pra HORTA, Não (,) falar (,) mata(?)!!!, Gente Que Vai e Volta (Netflix, 2019), Netflix, THE END?!?, Rick and Morty: 5ª temporada

Maior encontro dos povos indígenas do Brasil será on-line

O Acampamento Terra Livre é o evento em que povos indígenas de todo o País se reúnem para fortalecer a luta e a resistência do movimento indígena.

Esse ano, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) convoca uma mobilização virtual para realizar a 16ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL). Diante da nova ameaça causada pela pandemia da covid-19, do crescimento das invasões nos territórios indígenas, do aumento de assassinatos e criminalização de lideranças, o formato virtual do encontro pretende alertar sobre a real possibilidade de um novo genocídio e denuncia o descaso do Governo Bolsonaro em garantir a proteção de nossos povos ancestrais.

A programação do evento terá início na segunda-feira, dia 27, a partir das 9h, e transmitirá encontros, reuniões, lives, pajelança, cantos, danças tradicionais, mostra de filmes indígenas, debates entre mulheres de diferentes etnias, além de mesas com grandes lideranças, indigenistas, antropólogos e outras interações que conectam povos de todo o Brasil no ambiente online.

Nos painéis de discussões, os temas variam entre “Saúde indígena e o racismo institucional”, “Os povos indígenas em tempos de Coronavírus”, “Agenda LGBTQ + Indígenas”, “Enfrentamento às mudanças climáticas, aumento do desmatamento e o impacto no pós-pandemia”, “Direitos Indígenas, violações e  autoritarismos”, “Os processos migratórios dos povos indígenas no Acre e a covid-19”, “Histórias sobre as primeiras retomadas no sul do Brasil”, “Mesa internacional”, entre muitos outros.

Em tempos em que o isolamento social incentiva as criminosas invasões de madeireiros, garimpeiros, missionários e grileiros nas Terras Indígenas, quando a violência e os ataques aos territórios só aumentam e o governo federal acintosamente desarticula instituições importantes na defesa dos povos, como IBAMA e FUNAI; a APIB e a MNI (Mobilização Nacional Indígena) convocam a sociedade brasileira para participar do ATL 2020, que representa a luta e a resistência dos indígenas do Brasil.

“O alerta está dado, a luta indígena é urgente e a sociedade precisa apoiar essa causa, que é de todos nós”, convida Sônia Guajajara, coordenadora da APIB.

O evento é organizado pela APIB e suas organizações de base junto à MNI  – e as organizações que a compõem.

Serviço:

Data: de 27 a 30 de abril de 2020

Onde: nas redes sociais da APIB (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil)

A programação será hospedada no site http://apib.info/

Contato à imprensa:

Yaponã Bone: (99) 98126 4090

Caio Mota: (65) 99686 6289

Canais:

Youtube: https://bit.ly/2VQtwvd

Instagram: @apiboficial

Facebook: https://www.facebook.com/apiboficial/

Hashtags: #ATL2020 #SangueIndigenaNenhumaGotaMais #AbrilVermelho #ATLOnline #ATLEmRedes #ResistenciaIndigenaOnline

Livreze-se: Sangue Indígena: no more blood!, Nave Mãe humana, Reza a terra, SÓ É ÍNDIO QUEM OPTA POR SER!, Terra sem males, Comida de gente, Índias, Bandeirantes Modernos, Existe água em SP, O rapaz comprou um passarinho por $10 reais

O Real Resiste

O Real Resiste – Arnaldo Antunes – Youtube

Conheça a história de “O Real Resiste” novo clipe de Arnaldo Antunes com imagens da Mídia NINJA – Youtube

Índio? No Brazil? Nunca existiu?!?

MUDE CONCEITOS, VOCÊ PODE E DEVE: Existe Água em SP, Um grande contador de histórias, Quando será anova crise hídrica?!?, ÍNDIOS, POEMA, POESIA E SONETO, GHOST WRITER, NAARA BEAUTY DRINK!!, HUNGU, INICIE UM ABAIXO-ASSINADO, Existe Guarani em SP, Expedição pelas nascentes do Rio Saracura, Expedição pelas nascentes dos Guarani do Jaraguá, Expedição pelas nascentes do Rio Água Preta, Mutirão na lagoa da Aldeia Itakupe no Jaraguá

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Frevo, sim, Carnaval!

Um manifesto popular marcado por uma história de ocupação das ruas, de resistência e luta das classes menos favorecidas, o frevo além de um estilo musical, também se traduz em dança de compasso binário e andamento rápido. A palavra remete a um movimento que refletiu, ao longo de mais de um século de sua existência, a situação social vivida nos centros urbanos do Recife e Olinda.
o surgimento do que se tornou o frevo vem desde o período colonial, e está ligado à construção social do País. O parente mais antigo da expressão carnavalesca vem da época da colonização, e era chamado de entrudo, começando de acordo com calendário católico, 40 dias antes da Quaresma.
A partir de 1822, quando o Brasil fica independente, o entrudo passa a ser considerado um costume bárbaro e primitivo. “O que se buscava era um país civilizado, com um novo padrão de Carnaval, da Itália e da França. Thiago Cabral, da Folha de Pernambuco
Veja também: REVENGE!, DECLARAÇÃO IRPF 2012, CONSCIÊNCIAS NOTÓRIAS: ALBERT EINSTEIN, Coleira para crianças, absurdo?, Procon divulga listas de empresas, A arte de ler., Carnaval é Perfeição!, Jesus era Peripatético., Sexo seguro!, Cinquenta Tons de Cinza, Sugestão de desintoxicação ayurvédica após os excessos., Voto Nulo, Arte Fora do Museu

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A bailarina Baderna

A bailarina Baderna e a história de resistência por trás dessa palavra.

A etmologia ou a origem de um termo, gíria ou expressão pode ir muito além de meras premissas linguísticas, e revelar traços culturais, sociais e até mesmo econômicos sobre um país, uma época ou uma pessoa.

Marietta Baderna nasceu na cidade de Castel San Giovanni, província de Piacenza, no norte da Itália, em 1828. Filha de Antônio Baderna, médico e músico nas horas vagas, rapidamente seu destino artístico se traçou, com dedicação especial ao balé, estreando aos 12 anos nos palcos suas sapatilhas. Rapidamente Baderna passaria a fazer parte da companhia de dança do teatro Scala, de Milão e, aos 21 já se destacava como “prima ballerina assoluta” (ou primeira bailarina absoluta) com sucesso por toda a Itália, participando de diversas turnês em outros países europeus.

Rapidamente o sucesso de Baderna, e principalmente a reconhecível presença da cultura negra em sua dança, fez com que a crítica conservadora, os empresários e a pudica sociedade imperial atacassem a bailarina com furor equivalente ao que sua dança provocava no povo – que passava a se reconhecer numa fina e “elevada” forma de expressão artística. Baderna começou a ser posta em papeis menos importantes, ao fundo do palco, ou mesmo a ser banida de espetáculos, e cada vez que percebiam o boicote, os baderneiros tratavam de se expressar ruidosamente. Se, em sua chegada aos palcos brasileiros, os jornais da época utilizavam seu nome como sinônimo de elegância, com seu sucesso popular a palavra baderna passou a ser utilizada para significar bagunça, desordem e depravação. Vivimetaliun

O sequestro de seu nome, no entanto, pode ser visto ao fim de tudo como um involuntário tributo às avessas. Os baderneiros podem ser vistos hoje em muitos casos também e ainda como sinônimos de resistência contra tal sinistra dança conservadora e elitista – se valendo do que a imprensa insiste em chamar de baderna para atacar a hipocrisia vigente que esconde o massacre contra tudo que a bailarina, com seu corpo, afirmava enquanto força: a cultura negra, a sexualidade, o feminino, o popular. Maria Baderna se diluiu como artista na força transformadora da dança enquanto gesto, enquanto corpo em movimento, para se transformar em uma palavra mal apropriada e mal criada, mas que, revista em sua origem, se revela com um sentido paralelo profundo em potencial, de resistência e liberdade.
Observe mais: LUMINESCE™, ENERGIA EÓLICA, 30% DO NORDESTE, A ÚLTIMA SACANAGEM DO CRIADOR CONTRA NÓS, PESSOAS ABSORVEM ENERGIA DE OUTRAS, TURBINA EÓLICA CASEIRA,GOOGOL, MINIUSINA DE ENERGIA, INSTANTLY AGELESS ™, PROJETO EM BAMBU PROJETO, ÍNDIO EDUCA, LEI DA PORTABILIDADE DA CONTA DE LUZ, HO’OPONOPONO, ELECTRIC MOTORCYCLE, RESERVE™, DETECTOR DE CAMPO ELETROMAGNÉTICO, EMDRIVE – O MOTOR IMPOSSÍVEL

Reeditado. Editado via celular.

Recarga Verde Fail !?!?

COMO FAZER UMA SUPER PILHA CASEIRA – Evandro Veras

CARREGAR O CELULAR COM UMA BATATA? l Renata Lee

LEI DE OHM COM PILHAS CASEIRAS

A batata irá funcionar como um tipo de solução (mistura) de vários componentes químicos (íons positivos e negativos), o que a torna um condutor eletrolítico (condutor de corrente elétrica), a reação química começa e os elétrons começam a percorrer o circuito até chegarem num aparelho eletrônico (como uma calculadora) e lá começaram a serem “gastados” pelo aparelho. No caso do multímetro, ele irá criar uma resistência altíssima dentro de sí, com isso ele poderá bloquear a energia e medir a voltagem (força eletromotriz ou f.e.m., que é a palavra certa) da pilha.

ATUALIZADO! Experiência da PILHA DE BATATA (OU LIMÃO): FONTE DE ENERGIA ELÉTRICA – Luigi Augusto & Guitarrista Fantasma

Cada metade de batata irá funcionar como uma pilha com voltagem de + ou – uns 0,5 V. A pilha para de funcionar no momento em que a moeda enferrujar demais, ou quando a batata apodrecer ou quando o circuito estiver “aberto”. Guitarrista Fantasma

Celular carregando na maça – KLAUS MIKAELSON

PILHAS CASEIRAS + LADRÃO DE JOULE

Como Carregar um Celular usando Limão VERDADEIRO OU FALSO? / Carga Tu Celular Con Un Limón – Gustavo Hariri

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Cultura Indígena e Fantasia

Na formação cultural, os índios contribuíram com o vocabulário, o qual possui inúmeros termos de origem indígena, como pindorama, anhanguera, ibirapitanga, Itamaracá, entre outros. Com o folclore, permaneceram as lenda como o curupira, o saci-pererê, o boitatá, a iara, dentre outros. Toda Matéria

Recentemente, alguns artistas brasileiros estão se empenhando em apresentar trabalhos que destacam as Culturas Indígenas da nossa terra. FrancéliaCultura BR

Literaturas que valorizam as diferenças e a diversidade cultural dos povos indígenas são ótimas pedidas para abordar os conteúdos exigidos pela lei 11.645, que obriga o ensino da história e da cultura indígena nas escolas de Ensino Fundamental e Médio das redes pública e privada de todo Brasil. Mariana Queen – 15 livros sobre histórias indígenas e o Folclore brasileiro. Educar Para Crescer

Especialista em Literatura Indígena, Janice Thiel selecionou, a pedido de Carta Educação, 10 obras escritas por índios e não-índios, para trabalhar a temática indígena. JANICE CRISTINE THIÉL – Dez obras para conhecer a Literatura Indígena.  Carta Educação

Roní Wasiry Guará é oriundo do povo maraguá e conta numa narrativa emocionada, o passado e o presente da vida dos índios de sua tribo, uma das poucas de origem Aruak no Baixo Amazonas. FRANCÉLIA PEREIRA – Pindorama – A historia antes do Brasil

Os três títulos são assinados por novas promessas da literatura amazonense: Mário Bentes, Jan Santos e Leila Plácido, lançados pela Lendari, selo editorial dedicado à literatura fantástica, realismo mágico e ficção científica. Kickante

A formação da cultura brasileira, em seus vários aspectos, resultou da integração de elementos das culturas: indígena, do português colonizador, do negro africano, como também dos diversos imigrantes. Toda Matéria

A escrita é uma conquista recente para a maioria dos 230 povos indígenas que habitam nosso país desde tempos imemoriais. Detentores que são de um conhecimento ancestral aprendido pelos sons das palavras dos avôs e avós antigos estes povos sempre priorizaram a fala, a palavra, a oralidade como instrumento de transmissão da tradição obrigando as novas gerações a exercitarem a memória, guardiã das histórias vividas e criadas. Daniel Munduruku – Overmundo

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O pai da propaganda

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