Amigos são melhores que morfina

Os amigos ajudam a suportar melhor a dor e afastar a depressão pra longe da gente, porque quando estamos na companhia deles, muitas endorfinas são liberadas em nosso corpo. As endorfinas são substâncias úteis para nos trazer sensações de bem-estar, gratificação e para regular o nosso estado de ânimo. greenMe

O experimento no qual o estudo foi baseado, publicado na revista Scientific Reports, busca uma conexão entre a depressão, o nível baixo de endorfinas com o fato de ter poucos amigos, segundo Katerina Johnson, coordenadora do estudo, a resposta é sim.
“Os estudos sugerem que a quantidade e a qualidade das nossas relações sociais afetam nossa saúde física e mental e pode até ser um fator determinante quanto tempo vivemos. Portanto, compreender por que os indivíduos têm tamanhos diferentes de redes sociais e os possíveis mecanismos neurobiológicos envolvidos é um tópico de pesquisa importante. Como uma espécie, nós evoluimos para prosperar em um ambiente social rico, mas nesta era digital, as deficiências em nossas interações sociais pode ser um dos fatores negligenciados que contribuem para o declínio da saúde da nossa sociedade moderna. Notícia Alternativa

Los neurocientíficos creen que nuestro cerebro está genéticamente programado para ser sociables. No podía ser de otra forma si nuestros antepasados querían sobrevivir ya que en aquel ambiente hostil era muy difícil que una persona pudiese defenderse por sí sola de los peligros que le acechaban.
El mecanismo elegido por la naturaleza para asegurarse de que seamos sociables es el sistema opioide endógeno, en particular la β-endorfina, que desempeña un papel esencial en las relaciones interpersonales. JENNIFER DELGADO SUÁREZ

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Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Os Transtornos do Espectro do Autismo (TEA) referem-se a um grupo de transtornos caracterizados por um espectro compartilhado de prejuízos qualitativos na interação social, associados a comportamentos repetitivos e interesses restritos pronunciados (Brentani et al, 2013). AUTISMO & REALIDADE

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Deve preencher os critérios 1, 2 e 3 abaixo:

Déficits clinicamente significativos e persistentes na comunicação social e nas interações sociais, manifestadas de todas as maneiras seguintes:
Déficits expressivos na comunicação não verbal e verbal usadas para interação social;
b. Falta de reciprocidade social;
c. Incapacidade para desenvolver e manter relacionamentos de amizade apropriados para o estágio de desenvolvimento.
Padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades, manifestados por pelo menos duas das maneiras abaixo:
Comportamentos motores ou verbais estereotipados, ou comportamentos sensoriais incomuns;
b. Excessiva adesão/aderência a rotinas e padrões ritualizados de comportamento;
c. Interesses restritos, fixos e intensos.
Os sintomas devem estar presentes no início da infância, mas podem não se manifestar completamente até que as demandas sociais excedam o limite de suas capacidades. DSM-V : Transtorno do Espectro do Autismo

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“O importante não é o que se dá, mas o amor com que se dá.” Madre Teresa de Calcutá

Contribua com a causa: Autismo, uma Realidade.

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