Aldeia360

O projeto em realidade virtual, que poderá ser acessado por meio do link Aldeia360 – disponível somente a partir do dia 19 de abril -, tem como um de seus propósitos compartilhar a realidade dos Guarani, para estabelecer o espaço de arte e cultura entre comunidade, artistas e público em geral, proporcionando visita virtual em 360° neste local sagrado e ainda pouco conhecido de nossa população. CicloVivo

Tekoa Itakupe

No momento em que a pandemia de Covid-19 assola o planeta e coloca os povos indígenas como grupo de risco, o “Aldeia360” nos transporta virtualmente por celular, computador ou headset de realidade virtual, para a terra indígena Jaraguá, localizada no noroeste da cidade de São Paulo. Em um ambiente tão marcado por concreto e urbanismo, no Pico do Jaraguá, um importante ponto turístico, estão localizados mais de 1000 indígenas Guarani Mbya, que através de sua cultura e atividades mantém o modo de viver tradicional, mesmo dentro da maior metrópole do país. Com uma grande reserva de Mata Atlântica no local, que compõe o chamado Cinturão Verde da Cidade, por lá se dividem diversas aldeias desse grupo pertencente à família linguística tupi-guarani, que atualmente estão espalhados pelo Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Para os Guarani, o conceito de “cultura” é entendido pela palavra “nhandereko” (em português, “nosso modo de viver”) e é justamente uma experiência imersiva neste universo que é possível viver dentro do “Aldeia360”.

“O povo indígena resiste a São Paulo. Eu sempre falo muito isso. Muita gente, quando escuta que na cidade existem aldeias indígenas, não acreditam ou já começam a ter alguma atitude preconceituosa. Para nós, estar aqui, é uma demonstração da resistência Guarani. Aqui as crianças já nascem com essa cultura, já praticam os costumes, falam a língua e eu agradeço a Nhaderu (Deus Guarani) por colocar pessoas no nosso caminho para ajudar a divulgar nosso modo de vida, nossa realidade”, conta a Cacica da Tekoa Itakupe, Geni Para Yry.

Aldeiaze-se: Cuaracy Ra’Angaba – O céu Tupi Guarani, Guarani Kaiowa, Os Guarani convocam povo de SP para proteger Terra Indígena Jaraguá, Resistência Guarani, Mapa Guarani Digital – Lançamento, AGUYJEVETE

Lâmpadas fritas

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Material

– Uma lâmpada queimada; Óleo de cozinha usado e filtrado; Sal ou areia (material granular); Uma tampinha metálica;
– Cola; Arruela; Fita crepe; Martelo; Chave de fenda; Alicate; Prego pequeno; Tesoura; Régua; Meia velha.

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Método

1º passo: preparo da lâmpada. Tire o fundo de metal da lâmpada com auxílio do alicate, a seguir quebre o vidro preto, também do fundo, com a chave de fenda. É necessário ter cuidado com a força, para não quebrar a lâmpada. Observe que a lateral metálica irá permanecer intacta. Depois de tirar ambas as partes, pegue a chave de fenda e quebre a parte que tem dentro da lâmpada. Depois de “limpa” e com um buraco no fundo do bulbo, a lâmpada está pronta para receber o sal, que deve ser usado somente em caso de escolha por uma lâmpada branca. O sal ou a areia, irá tirar a “tinta” presente na lâmpada como demonstrado no vídeo. Para isso, coloque uma quantidade de sal grosso dentro do bulbo, tampe o fundo e agite até o vidro ficar transparente. Feito isso, o sal pode ser descartado.

2º passo: pegue uma folha de jornal, coloque sobre a mesa para não sujá-la com cola. Coloque em cima do jornal um pedaço de fita crepe que seja capaz de segurar a arruela e as laterais da lâmpada. Em seguida, posicione a arruela no centro desta tira de fita crepe e passe uma fina camada de cola no círculo interno da arruela. Cole a lâmpada na arruela e envolva-a com as abas da fita que sobraram para fixar. Espere secar por uma hora para que fique seguramente fixado e retire a fita. Este será o suporte da lamparina.

3º passo: pegue a tampinha e com a ajuda do martelo e do prego, faça um furo no meio da tampa. Corte uma tira da meia velha, com aproximadamente 1,5 cm de largura por 15 cm de comprimento.

4º passo: observe que a tampa não se encaixa perfeitamente na boca do bulbo. Portanto, para que fique fixo de forma segura envolva-o com fita crepe. O excesso de fita pode ser cortado com uma tesoura.

5º passo: pegue a tampinha metálica furada e com auxílio do prego, passe a tira de meia pelo buraco. Deixe para fora 1,5 cm de tecido. Rasgue um pedaço do jornal que estava sendo utilizado como proteção e faça um funil. Despeje o óleo dentro da lâmpada até a metade ou um pouco menos. Tire o funil e tampe a lâmpada, apertando bem. Assim, a lamparina estará pronta para uso, basta acender com um isqueiro ou fósforo.

Veja também: E fez-se a luz, Hora do Planeta, Infinito sustentável, Águas de março, Clima louco?, Barriga verde, Conhecimento Ancestral, Casa da árvore, Luzes, Ar condicionado caseiro, Simulador Solar, Dia Mundial do Meio Ambiente., Reciclável e/ou não!

Hora do Planeta

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QUER AJUDAR O PLANETA? ESQUEÇA INICIATIVAS MARQUETEIRAS. Numeralha

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A Hora do Planeta 2014 será realizada no sábado, 29 de março, das 20h30 as 21h30, no seu fuso horário local.

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“com grandes poderes vêm grandes responsabilidades,”

Veja também: Miniusina de energia, Empoderamento dos recursos, V de Vingança, Sozinho não!, BEBER MENOS, Infinito sustentável, Na estrada havia uma pedra, Quem é o povo?, Brigada 49, Queda Livre!, Sonegômetro, Cultura da paz?, Bicicleta emprestada!, Xeque Monte, Manual de agicultura urbana

Eco-grafite

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Receita da Zupi Mag

3 chumaços de musgo;
700 ml de água morna;
2 colheres de gel hidroretentor (encontrado em lojas de plantas);
1 colher de suco de limão ou vinagre branco;
1 xícara de leite.

O musgo deve ser esfarelado e jogado na água. Em seguida, adicione o gel hidroretentor para plantio. Em outro recipiente, misture o suco de limão ou vinagre com o leite. Deixe a mistura descansar por dez minutos.
Após esse tempo, misture todos os ingredientes e bata no liquidificador até ficar com a consistência de um mingau. Feito isso, basta colocar a substância em um balde e utilizar na madeira ou concreto áspero. Para conservar, umedeça semanalmente.
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Receita do Casinha pra viver

5 punhados de musgo limpo;
1 lata de cerveja;
1 colher de açúcar;
1/2 copo de iogurte natural ou 1/2 copo de soro de leite coalhado.

Misture todos os ingredientes e bata no liquidificador até que fique com uma consistência cremosa. Em seguida, transfira a substância para um recipiente plástico.
Utilize estêncil para desenhar a imagem ou escrever a palavrada desejada. O blog ressalta que esse tipo de arte precisa ser cuidada. Regue o musgo, frequentemente, com água e fertilizante para gramados.

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Miniusina de energia

Die Solarsiedlung von Westen

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O nome UGES é uma abreviação de Unidade Geradora de Energia Sustentável e a criação é fruto do trabalho dos engenheiros Mauro Serra e Jorgea Marangon. A tecnologia é simples e pode ser utilizada em qualquer caixa d’água, independente de seu tamanho. CicloVivo

Materiais usados no projeto: Leandro Fellipe – Mini gerador de energia portátil!

Um pedaço de madeira medindo 16,0 x 6,0 cm;
Um pequeno motor de impressora;
Um parafuso de ¼ de polegada com 6,0 cm com uma porca e duas arruelas;
Um mecanismo de ventilador;
Uma cantoneira para cortina;
Seis parafusos para madeira;
Parte de um freio de bicicleta;
Uma rolha;
Fios;
Conectores boca de jacaré;
Fita isolante;
Ferramentas:

Alicate;
Ferro de solda;
Estanho;
Pasta para soldar;
Chave Philips;
Chave de fenda.

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