Meu Fogão, Minha Vida (homemade wood stove, bushcraft, espiriteira)

Meu Fogão Minha Vida (homemade wood stove)Meantime

Fogão a lenha feito em uma lata de tinta, uma ideia bem prática, econômica ,e feita com materiais reciclados.

Materiais Utilizados:

– Lata De Tinta 3,6Lt;

– Lata Solvente 900Ml;

– Lata De Milho Verde 200g.

como fazer um foguete ou foguete, foguete * muito fácil *Victor Taller Bushcraft

Uma nova versão do #Estufa #Cohete ou #Rocket caseiro e com materiais reciclados e mais acessíveis! Ideal para acampar ou passear com os amigos, ele funciona tanto para cozinhar em uma panela quanto para ferver água para uma infusão, é pequeno e portátil e muito fácil de construir. Funciona com muito pouca lenha, pois é muito eficiente.

Fogão a lenha caseiro para o acampamento V2, poderoso para cozinhar – M Stove Project. Camping Together

Fogareiro: Como fazer um Super Eficiente e Prático para expedição, camping e bushcraft (espiriteira)Celso Cavallini

Espiriteirize-se: O papel da lareira, Coletores de sementes, Grude na Tela Rural, Coco gas, Outros olhos, Frida

Troque lixo por comida!?!

O Acre existe SIM – e está dando um banho de sustentabilidade nos demais Estados do país. A região acaba de ganhar o primeiro supermercado brasileiro em que é possível comprar comida com lixo reciclável. Bem Mais Mulher

O estabelecimento, batizado de TrocTroc, oferece aos clientes a possibilidade de trocar PETs, latas de alumínio e lacres de garrafas plásticas por qualquer produto vendido no mercado.

Cada quilo de material reciclável vale R$ 0,50 em compras. Caso o cliente traga os resíduos já limpos e amassados, facilitando sua reciclagem, o valor do bônus tem acréscimo de 20%.

O TrocTroc foi idealizado por Marcelo Valadão, presidente da House of Indians Foundation – uma entidade internacional que luta pelo respeito e preservação da cultura indígena e que, não por acaso, deixou o supermercado aos cuidados de membros da tribo Ashaninka, a fim de fomentar a economia local e valorizar seus costumes de troca.

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Com o objetivo de diminuir a poluição e a degradação do meio ambiente na floresta Amazônica, o brasileiro Marcelo Valladão, idealizador do projeto e o lider indígena Ashaninka Benki Piyãko , com financiamento da Fundação House of Indians,  inauguraram um ecomercado no município de Marechal Thaumaturgo, no Acre.


O empreendimento sustentável, batizado como TrocTroc, é o primeiro do gênero a ser instalado no país. O mercado foi inaugurado no dia 31 de março e fica na Rua Raimundo Bezerra, no centro do município.

Embalos de bananas

O supermercado Rimping, em Chiangmai, na Tailândia, recebeu elogios no Facebook por ter inventado as embalagens ecologicamente corretas depois que uma empresa local as publicou em sua página na semana passada.
Grandes cadeias de supermercados no Vietnã, como Lotte Mart, Saigon Co.op e Big C, começaram a seguir os passos da loja tailandesa experimentando folhas de bananeira como uma alternativa de embalagem também em suas lojas.
Um relatório recente destacou a incrível quantidade de resíduos plásticos gerados por pessoas vietnamitas, eliminando cerca de 2.500 toneladas de resíduos plásticos por dia.um vice- relatório observou, proibir ou reduzir sacos plásticos de uso único em supermercados é uma tendência crescente na Ásia.

https://nextshark.com/banana-leaves-asia-plastic-packaging/

A culpa das velhas plásticas

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
– A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:
– Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
– Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente.

– Você está certo – respondeu a senhora. Nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente, não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo.
Até as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas secadoras elétricas. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela de 14 polegadas, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado, como não sei.
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia batedeiras elétricas, que fazem tudo por nós. Quando enviávamos algo frágil pelo correio, usávamos jornal velho como proteção, e não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava motor a gasolina para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam à eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos água diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Na verdade, não tivemos uma onda verde naquela época. Naquele tempo, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus coletivos e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar os pais como serviço de táxi 24 horas.
Então, não é incrível que a atual geração fale tanto em “meio ambiente”, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época!

Uma aula gratuita ministrada por uma idosa considerada ultrapassada.

Autor desconhecido. (WhatsApp)

www.desistirnunca.com.br
Entenda mais: A ILHA DE LIXO, CUCO, O MAR DE ARAL VIROU AREIA., BE MY EYES APP, PEIXE-BOI MARINHO, Plástico Pena, XEQUE MONTE, O AMARANTO INCA KIWICHA INVADE PLANTAÇÕES DE SOJA TRANSGÊNICA DA MONSANTO NOS ESTADOS UNIDOS, CARTA DA TERRA, ÁGUAS DE MARÇO, THE MARTIAN, PLANETARIO, PELADOS EM SANTOS

Ciclolix e a bike lixo!

Os catadores de lixo realizam um trabalho fundamental para impulsionar a coleta seletiva de materiais recicláveis, especialmente em cidades cujas prefeituras não dispõem de caminhões e lixeiros para cumprir a tarefa, capaz de evitar que várias toneladas de lixo reaproveitável parem em lixões.As chamadas Ciclolix fazem parte do projeto Relix, uma iniciativa do Sesi que propõe de ações de educação e arte para conscientizar sobre a importância da sustentabilidade.. Vivimetaliun

O projeto Pró-Catador, tem como objetivo ampliar a geração de renda nas cooperativas e grupos econômicos solidários de catadores de materiais recicláveis no estado.
Um dos fundadores da cooperativa, Valdemilson Santos, 58 anos, mostra com orgulho, o trabalho desenvolvido pelo empreendimento e fala sobre as perspectivas de desenvolvimento a partir dos conhecimentos e equipamentos ofertados pelo projeto Pró-Catador. “Com as capacitações aprendemos mais sobre a tecnologia da reciclagem. Com a chegada dos equipamentos, vai facilitar ainda mais a nossa vida, porque vamos prensar, organizar o material e poder vender por um preço melhor; isso vai gerar mais renda para nós da cooperativa”. Blog Mivan Gedeon

Um grupo que passa despercebido pela sociedade e que está envolvido diretamente com o processo de reciclagem de resíduos é o dos catadores. Dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) apontam que os catadores são responsáveis por quase 90% do lixo reciclado no Brasil.

De acordo com o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, há 800 mil profissionais do tipo em atividade no país e aproximadamente 85 mil associados ao Movimento Nacional.

A maioria desses trabalhadores encontrou na profissão uma alternativa ao desemprego. No trimestre de julho a setembro deste ano, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) contabilizou 12,4 milhões de pessoas desempregadas em todo o país. Blog do Pedlowski

Kamikatsu, como separar o lixo?!?

Você acha que separar lixo por papel e plástico é uma tarefa árdua? Então pense nos moradores de Kamikatsu, uma pequena cidade nas montanhas da ilha de Shikoku, no sudoeste do Japão, que precisam separar o lixo em 45 categorias diferentes.

No centro de coleta de lixo, há caixas separadas para diferentes tipos de produtos: jornais, revistas, caixas, tampas de metal, garrafas de plástico, latas de alumínio, latas de aço, latas de spray, lâmpadas fluorescentes e assim por diante. Você pode pensar que isso é um exagero, mas os moradores de Kamikatsu têm uma meta para alcançar – o desperdício zero, e eles já já alcançaram 80% desta meta. Vivimetaliun

O Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), que reúne, entre outros dados, detalhes sobre o gerenciamento de resíduos no país, estima que, por ano, cada habitante produz cerca de 347 kg de lixo. Mas, ainda de acordo com esses estudos, apenas 13,7 kg (ou 4%) do lixo gerado anualmente por cada brasileiro vai para a reciclagem.
As lixeiras de reciclagem são divididas basicamente em quatro cores, uma para cada tipo de material: azul (papel), vermelho (plástico), verde (vidro) e amarelo (metal). O lixo orgânico é representado pela cor marrom.
Se o seu município tem serviço de coleta seletiva, você só precisa separar o lixo em duas categorias: recicláveis e não recicláveis (orgânicos). Tudo o que pode ser descartado nos lixos de cor vermelha, azul, verde e amarela entra na parte dos recicláveis, enquanto o lixo orgânico (marrom) vai para a lixeira de não recicláveis.
Você pode entregar o lixo reciclável para catadores ou diretamente em cooperativas de reciclagem na sua cidade. O Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem) disponibiliza online o Mapa da Reciclagem, onde você pode encontrar os pontos de coleta de materiais recicláveis mais próximos da sua residência. O mapa também mostra locais de coleta de lixos tóxicos, isto é, que não podem ser descartados no lixo comum, itens como pilhas, baterias, óleo de cozinha, medicamentos vencidos, pneus, produtos eletrônicos e lâmpadas fluorescentes não podem ser descartados no lixo reciclável e nem no orgânico! Consulte o mapa aqui. Vivimetaliun

Quase todo mundo sabe da importância da reciclagem de lixo, mas, na prática, pouca gente adere ao hábito de separar os resíduos secos (sem falar nas áreas onde não há coleta seletiva): um estudo de 2017 aponta que apenas 13% do lixo que poderia ser reciclado no Brasil realmente tem esse destino.

Por isso é necessário destacar iniciativas que contribuem para mudar esse quadro. É o caso do Club do Condomínio, criado em Santos, no litoral de São Paulo, para incentivar síndicos de prédios a convencer os moradores a separar os resíduos.

Para isso foi criada uma espécie de moeda virtual, chamada bio-coin. A cada quilo de material recolhido por recicladores parceiros da iniciativa o prédio recebe 1 bio-coin, que equivale a 20 centavos. A cada 5000 bio-coins acumulados, o condomínio pode fazer o resgate de mil reais para ser usado nos serviços que o síndico considerar necessários. Vivimetaliun

A empresa belga Ecover foi fundada em 1980 para criar produtos de limpeza sem fosfato, um componente que poluía as águas. Por bastante tempo eles se dedicaram às fórmulas, mas recentemente perceberam que também era preciso prestar atenção nas embalagens.

Foi assim que surgiu o Rubbish Cafe (algo como “Café do Lixo”), uma ação promovida pela subsidiária da Ecover em Londres. Por dois dias, moradores da capital inglesa e turistas puderam ir ao local e trocar embalagens plásticas usadas por refeições. Vivimetaliun

Patinhos, versão combustível!

A Caça dos Patinhos navegantes expôs as preocupações sobre o acúmulo de lixo nos oceanos. Em janeiro de 1992, um carregamento com 28 mil bichinhos de brinquedo acabou derramado no meio do Oceano Pacífico.

Por serem projetados para flutuar, eles foram guiados pela correnteza e se esparramaram em áreas diversas dos mares. Alguns deles chegaram a percorrer um trajeto de mais de 3 mil quilômetros, chegando por exemplo na costa do Alasca. Outros patinhos foram encontrados na Austrália e Escócia. Vivimetaliun

Desde 2000, a empresa canadense Enerkem se dedica a estudar e implementar maneiras de transformar lixo orgânico em biocombustível, o projeto da companhia consiste em uma parceria com a The Ocean Legacy Foundation, que faz limpeza na costa do país, para aplicar a mesma tecnologia usada em detritos urbanos ao lixo que a organização retirar dos mares canadenses. Vivimetaliun

Com apenas 18 anos, o estudante holandês Boyan Slat impressionou o mundo ao criar um sistema de limpeza dos oceanos, a ferramenta funciona como um filtro que recolhe o lixo flutuante e o leva até um sistema em terra, onde pode ser reciclado. Durante o transporte, o lixo permanece em contato com a água, o que evitaria a morte de animais que fossem arrastados por engano pelo equipamento.

Para transformar a ideia em realidade, Boyan criou a empresa The Ocean Cleanup, segundo as estimativas do jovem, as correntes dos oceanos poderiam ser usadas para acelerar a limpeza das águas e retirar metade de todo o plástico da Ilha de Lixo do Pacífico em apenas cinco anos. Vivimetaliun

Jill Redwood

Jill Redwood, vive há 30 anos sozinha em sua residência em East Gippsland, na Austrália, foi uma das pioneiras em adotar um estilo de vida alternativo, voltado para a sustentabilidade e se dedica a salvar florestas locais e o meio ambiente em geral, escritora e ativista ambiental, só come o que cultiva em sua propriedade de 6 hectares, onde também está localizada a casa que ela construiu sozinha ao longo de oito anos, usando apenas materiais reciclados e reutilizados – as paredes são feitas de sobra de madeira e esterco de vaca, por exemplo.

Jill utiliza apenas energia solar e coleta água de um riacho próximo à casa, que utiliza uma roda d’água para abastecer a casa e o seu jardim, o que permite que ela viva uma vida confortável mesmo fora do sistema.

It was injustice and cruelty to animals that prompted Jill’s first interest in the environment. When she was 9 or 10 she started raising funds for the RSPCA at school and through stalls in shopping strips. In high school she became involved in wildlife groups. Jane Elix’s blog

The house and neighbouring sheds are a museum of 19th and 20th century bits and pieces where a lifetime of salvaged things are kept just in case they are needed some day. Nothing goes to waste, everything is either composted or recycled somehow. Living on a home grown organic diet, free of all refined foods, Jill has clear skin, bright eyes and the fitness of a woman much younger; she never gets sick.

Jill goes shopping in her town, an hour and a half’s journey, only when she has to. She can manage without visiting the shops for around six months. She has a larder filled with pickles and preserves, makes her own apple juice and has 19th century solutions to almost all maintenance problems. She is a walking encyclopaedia on survival, natural living skills, plants and animals. Her only 21st century luxury is the internet which she uses as a freelance writer and her work for Environment East Gippsland, a community forest group protecting Victoria’s last ancient forest. Natural Homes

And the activist is never lonely, as she cares for over sixty animals that keep her company. Amanda Froelich – True Activist
Veja também: Carta da Terra, Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz – UMAPAZ, Território, Meio o quê?, Makota Valdina, Ana Primavesi, Engenheira agrônoma., Free Energy, Steve’n’Seagulls, Coletores de sementes

Lixo, 40% de desconto.

Think waste-free living is depriving, time consuming, costly, or simply reserved for hermits living in the boondocks? Think again! Zero Waste Home

Um pote de vidro de um litro é todo lixo produzido em um ano pela família de franceses composta por Bea Johnson, de 43 anos, o marido Scott, de 54 anos, e seus dois filhos adolescentes, Max e Leo.

A mudança de estilo de vida veio há dez anos, quando a família se instalou em um pequeno apartamento na Califórnia, optando por deixar a maior parte de seus pertences em um depósito. Quando chegou o momento de retirar as coisas do depósito, descobriram que não sentiam falta de nada e ali começou a eco viagem extrema de Bea.

“Pouco a pouco, encontramos soluções para todos os aspectos desperdiçadores do nosso estilo de vida. Encontramos equilíbrio. E ser zero-desperdício tem sido simples e automático em nossa casa desde então”, ela explicou, observando os altos e baixos que experimentou ao longo do caminho.

Segundo Bea, o gasto da família foi reduzido em 40%. A casa é equipada com painel solar e um sistema para coletar a água da máquina de lavar e do banho para irrigar o jardim.

Ela começou a escrever sobre a experiência da família para adotar um consumo consciente e viver cada vez mais com menos. Com o livro Zero Waste Home (Desperdício Zero – Simplifique a sua vida reduzindo o desperdício em casa, na edição lançada em Portugal) traduzida para 20 idiomas. Vivimetaliun

“A primeira coisa é aprender a dizer não. Nesta sociedade de consumo, somos alvo de diversos produtos gratuitos. Sacos plásticos, cartões de visita, amostras, produtos de beleza em hotéis. Cada vez que a gente aceita, é criada uma demanda para que mais seja fabricado. Quanto mais eu recuso, menos coisas eu tenho para reduzir, reutilizar, reciclar e compostar, que são os quatro passos seguintes.”

Poetize-se também: Manual de agricultura urbana, Carta da Terra, Anestesia mental., Dia Mundial do Meio Ambiente., Opção de escolha?, Chora Darwin., Legalize Já, Favela Orgânica, Brasileiro Reclama De Quê?, Hora do Código, Mãe Gaia

O ‘mercado grátis’ que está ajudando a combater o desperdício na Nova Zelândia

A Free Store, ou mercado grátis, foi criada pelo artista Kim Paton para ser um projeto temporário, de duas semanas de duração, reunindo sem suas prateleiras alimentos em perfeita qualidade que, por motivos diversos, tornaram-se excedentes em supermercados e padarias, e se tornariam parte da estatística do desperdício. Sete anos depois felizmente a iniciativa se tornou permanente, e já possui quatro lojas na Nova Zelândia.

Um dos males mais perversos do capitalismo e do mercado como regulador é sem dúvida o desperdício. São diversos os motivos, de controle de preços e mercados, custos diversos, publicidade ou outras intervenções que fazem com que quase metade da comida produzida no mundo seja jogada no lixo, alcançando cerca de 1,3 bilhões de toneladas desperdiçadas anualmente. Vivimetaliun

Veja também: Voluntário, Coincidence or not, Casas de Mediação, Dia Mundial do Meio Ambiente., Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz – UMAPAZ, Pessoas criativas são mais propensas à depressão e dependência química, Violentamente pacífico, Efeito Borboleta

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Rundling: Um vilarejo em Berlim

Grandes cidades – Berlim: Um vilarejo autossustentável (2016)

A ideia do arquiteto Harald Zenke era simples: criar um Rundling, uma forma circular de vila, composta por 20 casas eletricamente autossustentáveis, construídas pelos próprios moradores e utilizando materiais recicláveis e reutilizáveis dentro de Berlim. A energia térmica e os painéis solares são responsáveis por 2/3 da água quente e da eletricidade. A calefação de todas as casas é gerada por um enorme aquecedor que utiliza a queima de gravetos como fonte de calor. Cada um tem seu próprio lugar, mas os moradores da vila se reúnem para cozinhar e celebrar juntos no espaço comunitário da vila, mantendo, ao mesmo tempo, proximidade e distância entre eles. Tv Escola

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Arte?

http://wp.me/p6n7S9-37W

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Mude conceitos, você pode e deve: EU ESCOLHI VOCÊ400 NUDESINSTANTLY AGELESS ™MONÓLOGO AO PÉ DO OUVIDO / BANDITISMO POR UMA QUESTÃO DE CLASSEVIA LÁCTEA PELO NAVEGADORLUMINESCE™, INSTITUTO ALANAVIDACELL®5 experimentos horríveis feitos com seres humanos4 SINAIS DE QUE VOCÊ E SUA CARREIRA SÃO IDIOTASNAARA BEAUTY DRINK!!!PRIMEIRAS FOTOS ERÓTICAS COLORIDAS DA HUMANIDADEDOUTOR ESTRANHORESERVE™REPO MANASSÉDIO MORAL

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