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Como a psicologia explica o vídeo “Psiquiatra” do Whindersson Nunes?Hoje na Psicologia

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Conemo

O aplicativo Conemo (sigla para Controle Emocional) foi desenvolvido por pesquisadores da USP, do King’s College, de Londres, da Universidad Cayetano Heredia, no Peru, e da Northwestern University, nos Estados Unidos, com financiamento do National Institute of Mental Health (NIMH). Bruna Irala – Jornal da USP

Durante seis semanas, pessoas com doenças crônicas, como hipertensão e diabete, que apresentavam sintomas de depressão leve, participaram de um experimento para o tratamento do transtorno depressivo com o auxílio da tecnologia. O aplicativo Conemo (sigla para Controle Emocional) foi desenvolvido por pesquisadores da USP, do King’s College, de Londres, da Universidad Cayetano Heredia, no Peru, e da Northwestern University, nos Estados Unidos, com financiamento do National Institute of Mental Health (NIMH), para reduzir os sintomas da depressão dos pacientes por meio de uma série de sessões de ativação de comportamento, uma técnica da terapia cognitivo-comportamental que induz a pessoa a realizar atividades diárias prazerosas ou significativas para si. A intervenção digital conseguiu reduzir em 50% os sintomas de depressão nos pacientes que participaram do estudo. 

Um artigo descrevendo o projeto, Effect of a Digital Intervention on Depressive Symptoms in Patients With Comorbid Hypertension or Diabetes in Brazil and Peru: Two Randomized Clinical Trialsfoi publicado em maio na revista científica JAMA.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a depressão como uma doença incapacitante caracterizada por uma tristeza constante e falta de interesse e prazer em realizar atividades do dia a dia ou que anteriormente foram prazerosas.

Segundo o responsável pelo projeto, o professor de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), Paulo Rossi Menezes, a ideia principal desse tipo de abordagem é “ampliar o acesso de pessoas com doenças crônicas e sintomas de depressão a algum tipo de cuidado que possa melhorar a vida delas sem precisar recorrer diretamente ao especialista, psicólogo ou psiquiatra.”

O aplicativo foi instalado em celulares entregues aos pacientes para uso restrito do experimento. As informações coletadas foram armazenadas em uma nuvem de dados de modo que os profissionais de enfermagem integrantes do projeto puderam acompanhar o progresso dos pacientes.

Duas cidades integraram a pesquisa: São Paulo, no Brasil, e Lima, no Peru. Em São Paulo, o estudo contou com a participação de 20 unidades de saúde da família na Zona Leste do município, com 880 pacientes ao todo. Metade fez parte do grupo controle. Eles receberam apenas o tratamento de rotina, ou seja, acompanhamento clínico e uso de medicamentos, mas sem o auxílio do aplicativo. A outra metade utilizou o aplicativo durante as seis semanas do projeto e recebeu tratamento clínico, quando necessário. Em Lima, 420 pessoas participaram da pesquisa, sendo 210 em cada grupo. O experimento com o aplicativo durou seis semanas, com três sessões de 10 minutos por semana.

 Se, por exemplo, o paciente deixasse de interagir com o aplicativo ou perdesse sessões, um enfermeiro entrava em contato para auxiliá-lo a dar continuidade às atividades. 

Ao final de três meses, os pesquisadores observaram uma maior proporção de pessoas com redução importante de sintomas no grupo que usou o aplicativo, em comparação ao grupo controle.

De acordo com o pesquisador, o resultado permitiu evidenciar que o aplicativo é, de fato, “uma ferramenta que ajuda pessoas nessa condição e pode ser utilizado sem a necessidade de um acompanhamento clínico especializado, o que amplia muito o acesso de pessoas a esse tipo de cuidado”.

A previsão dos responsáveis pelo aplicativo Conemo é de que uma nova versão será disponibilizada nas lojas de aplicativos de celulares em três meses, tanto para uso da população em geral, quanto para uso de profissionais de saúde, de forma que o seu acesso seja ampliado a um público maior e possa auxiliar no tratamento de outras pessoas.

Mais informações: e-mail pmenezes@usp.br, com o pesquisador Paulo Menezes Rossi

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Resuscitation

Como você poderá ver ao baixar o Resuscitation, o app te apresenta um caso de um paciente doente que chega ou no pronto socorro ou em uma ambulância. Você é o médico que atende o paciente, e deve coletar a anamnese, realizar o exame físico, solicitar exames, aplicar as medicações necessárias, pensar nos diagnósticos diferenciais, identificar o diagnóstico correto e encaminhar o paciente para o local correto de tratamento imediato. Fernando CarbonieriAcademia Médica

De forma interativa, você monitoriza o paciente, inicia a ressuscitação volêmica, administra a ventilação necessária ao caso, drena o tórax, obtém exames radiológicos ( com as imagens para avaliar) e eletrocardiograma, glicemia capilar, e muitas outras ações necessárias ao correto follow-up do paciente.

O jogo é um simulador extremamente técnico,Resuscitation!”, disponível para iOS, que outros profissionais da saúde seriam incapazes (ou praticamente incapazes) de atingir o objetivo, pois mesmo para médicos experientes pode ser bastante difícil acertar 100% do caso em questão.

Os tópicos incluem medicina de emergência, emergência pré-hospitalar, neurologia, trauma, psiquiatria, ginecologia clínica, obstetrícia, pediatria, geriatria e tantos outros casos.

Resuscitation!

Você ganha ponto a cada atitude crítica acertada e atitudes “bônus” que ajudariam o seu paciente ou na definição do diagnóstico correto; não marca pontos para as atitudes neutras; perde pontos para atitudes desnecessárias e perde uma quantidade maior de pontos para atitudes que fariam mal ao paciente. Com base na pontuação você ganha uma medalha como Estudante, Residente, Especialista em treinamento, Preceptor ou Médico Atendente, também o aplicativo sempre traz a discussão do caso, pontuando os erros mais comuns e as dicas para não errar no follow-up e diagnóstico para aquele tipo de caso.

Resuscitation gives you a case presentation of a patient who is ill, and you play the role of the health care provider. You are in control and can take a history, perform a physical exam, develop a differential diagnosis and administer therapy to treat the patient’s underlying problem. You can place the patient on a monitor, start IV’s, perform procedures, administer medications, obtain radiology studies, EKGs, and a LOT more. App Store

Resuscitation! é um simulador virtual de pacientes criado pela empresa EM Gladiators, projetado por um médico de emergência e usa uma abordagem baseada em sistemas através de casos de pacientes virtuais. Hi Doctor Blog

O aplicativo é gratuito e vem com cinco casos livres para conquistar. Existem outros casos disponíveis para comprar para expandir a longevidade do jogo, que podem ser adquiridos por alguns dólares extras. Atualmente, Resuscitation! pode ser encontrado na Apple App Store para dispositivos iOS e Google Play Store para dispositivos Android.

Jogos Médicos - Resuscitation

Medical Joyworks, desenvolveu outras aplicações, como Clinical Sense e Prognosis: Your diagnosis, semelhantes a Resuscitation! na medida em que são dois programas de cenários clínicos simulados. Todo o conteúdo desses jogos é apoiado por periódicos recentes revisados por pares. Há também uma lista de referências disponíveis no final de cada caso. A interface destes últimos jogos citados não é tão atraente ou roda tão suave quanto a de Resuscitation!, mas são facilmente gerenciáveis. Enquanto que a maioria dos casos em Resuscitation! tendem a ter uma predileção por atendimento de emergência, existem várias especialidades além de emergência que são selecionáveis ​​com esses outros aplicativos. Há também significativamente mais cenários para escolher (mais de 500 no Prognosis: Your diagnosis). Physicians Practice

Resuscitation-se: Halloween games, A QUARTA PAREDE!, Deixa o menino brincar!, Apps que cuidam do seu pet, Jogo Anti-Dengue, KIERU, UM JOGO DE COMBATE ENTRE SAMURAIS INSPIRADO EM SAMURAI JACK, COMO BRINCAM AS CRIANÇAS COM AUTISMO, Humans, Cursos online e conteúdos gratuitos

Pessoas criativas são mais propensas à depressão e dependência química

Para o professor Michel Reynaud, chefe do departamento de psiquiatria e dependência no hotel Paul Brousse em Villejuif, Paris, existe uma ligação entre talento criativo, depressão e dependência.

“Os artistas são muitas vezes pessoas mais sensíveis, sentem mais intensamente as emoções. Isso acontece geralmente com escritores, poetas, músicos, atores, de muita qualidade, mas por trás de seres muitas vezes ansiosos, deprimidos, bipolares”, observa.

Além disso, produtos com o álcool e as drogas, geralmente disponíveis em seu ambiente – “meio de divertimento, festivo, de dinheiro” – são vistos como facilitadores da expressão artística. Megacurioso

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