Lei Rouanet

A Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991), institui políticas públicas para a cultura nacional, como o PRONAC – Programa Nacional de Apoio à Cultura. Wikipédia, a enciclopédia livre.

LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991.

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Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (SalicWeb)

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Sua cara

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Tomate - coração
Cenoura - olhos
Vinho Tinto - sangue
Marisco - testículos

ALIMENTOS PARECIDOS COM ÓRGÃOS DO CORPO – Formato das comidas dá pistas sobre seus benefícios. Personare

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DIA DA ÁRVORE

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A PRECE DA ÁRVORE

Ser humano,
protege-me!

Junto ao puro ar
da manhã ao crepúsculo,
eu te ofereço
aroma, flores, frutos e sombra!

Se ainda assim não te bastar,
curvo-me e te dou
proteção para teu ouro,
pinho para tua nota,
teto para teu abrigo,
lenha para teu calor,
mesa para teu pão,
leito para teu repouso,
apoio para teus passos,
bálsamo para tua dor,
altar para tua oração
e te acompanharei até à morte…

Rogo-te: Não me maltrates!

Autor: Walter Rossi

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Conhecimento Ancestral

Letra: Gideon dos Lakotas
Voz e Violão: Lucas Avelar
Percussão: Dudu Sanábio

Eis que o 11 se cumpriu a rigor
Em DNA e espírito, o meu amor

O passado sai das sombras e revive
No DNA , todo conhecimento ancestral
teus ancestrais vivos em você
marcha coletiva e marcha individual
Viverá nas gerações que virão
São regras da evolução universal

Herdeiros de conhecimentos acumulados
Eco da experiência humana de gerações
Que orienta a humanidade em teus atos
Sabedoria e experiência, são suas lições
Ouçam a voz dos séculos, é o nosso legado
Ouvidos abertos as tuas recomendações

Eis que o 11 se cumpriu a rigor
Em DNA e espírito, o meu amor

O animal já nasce com os instintos dos pais
Encontra o alimento sem ninguém ensinar
Já com roupagem que lhe dá proteção
Mas o neném humano apenas sabe chorar
Sente fome e não sabe onde procurar
Nasceu nu e precisou alguém lhe amparar
Mas crescendo ganha força e memória
A experiência ancestral fortalecendo a razão
Mas não permita as travas do passado
Travas tradição, preconceito, trava supertição .
Sobrecargas de um passado morto
Teus conceitos atualizados , boa remodulação

Eis que o 11 se cumpriu a rigor
Em DNA e espírito, o meu amor

Quanto vale tua vida, na tristeza e na alegria ?
Amar a vida nos momentos de satisfação
E não existir nos momentos de tristeza ?
A vida não é a culpada da sua desilusão
Nem pela tua alegria, fartura ou pobreza
Veja ancestralidade com bom senso e razão

A vida esta acima da dor e da alegria
Na vida , rosa e chicote experimentado
Precisa amar a vida, ela é tua companheira
Momentos vitorioso e momentos derrotado
Dominar a própria dor, eis a vitória certeira
Tristeza e sofrimento pela vontade suplantado

Eis que o 11 se cumpriu a rigor
Em DNA e espírito, o meu amor

O poder da vontade é a firmeza universal
Esta em toda a parte, poderosa eminência
Quem deseja desenvolver a vontade
Decisão de não temer a resistência
Ser integro e justo na adversidade
Manter-se amável na sua convivência

Influências contrária e conflitos no coração
Aproveite a batalha, exercite a tua vontade
Aprender apaziguar e acalmar tua emoção
A luz da vontade acaba com a tempestade
O frio do cérebro passivo será em vão
Alcançará uma fonte que jorra felicidade

A verdadeira vitória é saber se relacionar
Olhar homens e ver bons companheiros
Ser parte da grande família humana
Na vontade com bom senso, será um luzeiro
Mas no amor de Mitakue Oasin
É força ancestral na luz do teu candeeiro

Eis que o 11 se cumpriu a rigor
Em DNA e espírito, o meu amor.

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Coleira para crianças, absurdo?

GABRIELA SALES

Uma ideia infeliz de uma avó em Divinópolis, região Centro-Oeste de Minas, resultou em polêmica e tumulto em um supermercado da cidade na tarde desta quinta-feira (23).

A dona de casa, Neuza Ângela de Almeida, de 56 anos, utilizou a alça da bolsa de couro, desafivelou um lado da corda e passou pela cintura da menina, mantendo o outro lado preso. A cena teria causado revolta entre os clientes do estabelecimento que chamaram a polícia. “Os populares chegaram a informar que a menina estava gritando e sendo arrastada pela avó nos corredores do comércio”, contou o sargento Oliveira da Polícia Militar da cidade.

“A senhora informou ao policiais que tinha apenas tentado conter a agitação da menina que corria de um lado para o outro no supermercado e para que não a perdesse, resolveu amarrá-la à bolsa”, contou o investigador Edivar, da Polícia Civil.

Na delegacia, a avó da criança informou tomar conta da menina enquanto a filha trabalha e que estaria acostumada a agir desta maneira. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

Outro lado

Segundo o delegado de plantão, Danilo Ferraz, a avó da criança teria apenas resguardado a neta. “É uma senhora de idade e com limitações de locomoção. Durante os depoimentos constatei apenas o zelo da senhora. Isso não caracteriza crime”, disse.

Nenhum cliente se apresentou na delegacia para denunciar o suposto mal trato. “Nenhuma pessoa que ligou para Polícia Militar veio a delegacia. Nada ficou provado que a avó maltratou a criança. Acho que as pessoas deveriam ficar alarmadas é com crianças dormindo na rua, desaparecidas, pessoas passando fome e não com o zelo de uma avó”, completou.

Ferraz ainda fez duras críticas a atuação do conselho tutelar. “Fiquei espantado em ver que nenhum representante do conselho compareceu a delegacia para acompanhar o caso. Isso deveria ter sido feito já que a abordagem em tirar a menina da avó foi bastante traumática para a criança”.

Agora, o caso ficará a cargo da Delegacia de Proteção à Família de Divinópolis. Após ser ouvida pela polícia, Neusa foi liberada. O Tempo

coleiracrianças

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Curupira

O termo Curupira é justificado por Curu como sendo abreviatura de curumi, menino e Pira, corpo. Assim, Curupira pode ser entendido como “aquele que tem corpo de menino”. No lendário indígena amazônico o Curupira apresenta-se como um moleque de aproximadamente sete anos, com o corpo coberto de longos pêlos e tendo os pés virados para trás.

Um deus nativo das selvas, um protetor das florestas, castiga impiedosamente aquele que caça por prazer, que mata as fêmeas prenhes e os filhotes indefesos. Entretanto, ampara caçadores e pescadores, que têm na caça ou na pesca seus únicos recursos alimentares, ou que abate um animal por verdadeira necessidade. (J Coelho)

Curupira ou currupira é uma figura do folclore brasileiro, citado por José de Anchieta em 1560. Ele protege a floresta e os animais, espantando os caçadores que não respeitam as leis da natureza, isto é, que não respeitam o período de procriação e amamentação dos animais e que também caçam além do necessário para a sua sobrevivência e lenhadores que fazem derrubada de árvores de forma predatória. (Wikipédia)

O curupira é descrito como um menino de estatura baixa, cabelos cor de fogo e pés com calcanhares para frente que confundem os caçadores, dizem que o curupira gosta de sentar nas sombras das mangueiras e se deliciar com os frutos. Para proteger os animais, o curupira usa mil artimanhas, procurando sempre iludir e confundir os caçadores, utilizando gritos, assobios e gemidos, fazendo com que o caçador pense que está atrás de um animal e vá atrás do Curupira, e este faz com que o caçador se perca na floresta. (Brasil Escola)

De acordo com a lenda, ele costuma também levar crianças pequenas para morar com ele nas matas. Após encantar as crianças e ensinar os segredos da floresta, devolve os jovens para a família, após sete anos. (Sua Pesquisa)

Entidades análogas são conhecidas como Caapora ou Caipora, no Nordeste do Brasil e Espírito Santo; Kilaino, entre os bacaeris do Mato Grosso; Maguare, na Venezuela; Selvaje, na Colômbia; Chudiachaque, no Peru; e Kaná, na Bolívia. (Fantastipedia)

Índios e Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas, os índios já conheciam desde a época do descobrimento, para os Índios Guaranis ele é o Demômio da Floresta. Às vezes é visto montando um Porco do Mato. É um anão de Cabelos Vermelhos com Pelo e Dentes verdes, muito poderoso, forte e é impossível capturá-lo. (Liliana R.)

Veja também: O Curupira, Carta da Terra, Ferramentas de destruição em massa., Dia Mundial do Meio Ambiente., Mata Atlântica, Árvores?, Tudo isso, Maldito homem!

Minha Alma (A Paz Que Eu Nao Quero)

O Rappa

A minha alma tá armada e apontada
Para cara do sossego!
(Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!)
Pois paz sem voz, paz sem voz
Não é paz, é medo!
(Medo! Medo! Medo! Medo!)

As vezes eu falo com a vida,
As vezes é ela quem diz:

“Qual a paz que eu não quero conservar,
Prá tentar ser feliz?”

As grades do condomínio
São prá trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que tá nessa prisão

Me abrace e me dê um beijo,
Faça um filho comigo!
Mas não me deixe sentar na poltrona
No dia de domingo, domingo!

Procurando novas drogas de aluguel
Neste vídeo coagido…
É pela paz que eu não quero seguir admitindo

É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir admitindo

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Sua segurança?

Proteção – Plebe Rude

Será verdade, será que não
Nada do que eu posso falar
e tudo isso pra sua proteção
Nada do que eu posso falar

A PM na rua, a guarda nacional
Nosso medo sua arma, a coisa nao tá mal
A instituição está aí para a nossa proteção
Pra sua proteção

Tanques lá fora, exército de plantão
Apontados aqui pro interior
E tudo isso pra sua proteção
Pro governo poder se impor
A PM na rua nosso medo de viver
O consolo é que eles vão me proteger
A única pergunta é: me proteger do que?
Sou uma minoria mais pelo menos falo o que quero apesar repressão
…é para sua proteção…
…é para sua proteção…

Tropas de choque, PM’s armados
Mantêm o povo no seu lugar
Mas logo é preso, ideologia marcada
Se alguém quiser se rebelar
Oposição reprimida, radicais calados

Toda angústia do povo é silenciada
Tudo pra manter a boa imagem do Estado!
Sou uma minoria mais pelo menos falo o que quero apesar da RAM!
…é para sua proteção…
…é para sua proteção…
Armas polidas e canos esquentam
esperando pra sua função

Exército brabo e o governa lamenta
que o povo aprendeu a dizer “Não”
Até quando o Brasil vai poder suportar?
Código Penal não deixa o povo rebelar

Autarquia baseada em armas – não dá!
E tudo isso é para sua segurança.
para sua segurança.

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