Os heróis anônimos que emprestaram seus corpos à luta pelos direitos civis nos EUA

A luta pelos direitos civis nos Estados Unidos partiu de pessoas comuns, como eu e você. Em 1961, indivíduos de todas as etnias decidiram protestar de forma silenciosa pelo direito dos negros a viajar de ônibus, sentados em qualquer lugar do veículo. Na época, as leis em vigor no sul do país definiam que determinados assentos em ônibus interestaduais só poderiam ser usados por pessoas brancas.

Com base na ideia de desobediência civil e protestos não violentos, surgiu o movimento que ficou conhecido como “freedom riders” ou “viajantes da liberdade”. Pessoas negras e brancas viajavam em grupos, com o objetivo de desrespeitar as leis segregacionistas e permitir que viajantes negros pudessem sentar em qualquer lugar do ônibus.

No conservador estado do Missouri, muitos destes ativistas terminaram presos. Alguns dos veículos em que os protestos ocorreram foram também alvos de ataques realizados pela Ku Klux Klan. Vivimetaliun

O site The Pop History Dig reuniu fotografias destes heróis anônimos ao serem fichados pela polícia e elas são o verdadeiro retrato da luta pelos direitos civis.

Fonte:via Fotos via The Pop History Dig

A grande Rosa Parks sendo presa no Alabama, em 1956, poucos meses após ter se recusado a ceder seu lugar em um ônibus para um passageiro branco – gesto que levou ao boicote dos ônibus pela população negra e tornou-se um marco na luta pelos direitos civis.

Para colocar em perspectiva o racismo no mundo, é importante olhar para trás e perceber há quão pouco tempo a segregação racial era legal, legitima e posta em prática em diversos países – como, por exemplo, nos Estados Unidos. Mesmo passados cem anos do fim da Guerra Civil americana, em 1865, e da abolição da escravidão, nos anos 1960 – ou seja, ontem – o país ainda separava negros de brancos em praticamente toda e qualquer instância social.

Integrantes do grupo racista Ku Klux Klan reúnem-se ao redor de uma cruz em chamas no estado da Geórgia, em 1962

Integrantes do grupo racista Ku Klux Klan reúnem-se ao redor de uma cruz em chamas no estado da Geórgia, em 1962

A própria Suprema Corte dos EUA determinou, no final do século XIX e até meados dos anos 1960, que se as raças permanecessem “separadas, mas iguais”, a segregação racial não seria considerada violação da constituição americana. Somente após muita luta – e muitas prisões, agressões e mortes – através do movimento pelos direitos civis que, em 1964 a Lei dos Direitos Civis e, no ano seguinte, a Lei dos Direitos de Voto garantiram a igualdade racial nos Estados Unidos – ao menos, na letra fria da lei. https://vivimetaliun.wordpress.com/2017/04/26/imagens-de-quando-a-segregacao-racial-era-legal-nos-eua-lembram-a-importancia-de-combater-o-racismo/

As gémeas marotas

“As gémeas marotas” (com grafia da edição de Portugal) apresenta desenhos de personagens em atos sexuais. O livro é assinado pelo pseudônimo Brick Bruna e trata-se de uma paródia pornográfica direcionada a adultos feita a partir da obra do autor holandês Dick Bruna.

“É falsa a informação de que a Procuradoria Geral do Município teria enviado ao Supremo Tribunal Federal imagens do livro “As Gêmeas Marotas”, na Bienal do Livro no Rio. A Prefeitura lamenta que, na ânsia de atacar a atual gestão, parte da imprensa seja usada como ferramenta política.

Reforçamos: trata-se de “fake news”. Bastava ter lido o documento original no site do STF, mas, infelizmente, alguns veículos de imprensa publicaram a informação sem a mínima apuração.

A Prefeitura do Rio reitera que não cometeu nenhum ato de discriminação. Ao contrário, a decisão de verificar o cumprimento do ECA é uma medida a favor do consumidor, que precisa ser informado sobre o produto que lhe está sendo oferecido. Tratar o tema como censura é, sim, uma tentativa de cercear o direito de cada família de decidir quais assuntos devem ser compartilhados com seus filhos.

Por fim, usamos as palavras do apresentador da TV Globo, Flávio Fachel, que, precipitadamente, trocou sua função de jornalista pela de juiz durante o Bom Dia Rio desta manhã, e devolvemos a pergunta: “Foi má-fé ou incompetência?”. Prefeitura do Rio de Janeiro – O Globo

A obra, em nome de um suposto autor holandês chamado Brick Duna, é uma sátira que foi lançada em Portugal em 2012, com tradução de Maria Barbosa.

O livro não é voltado ao público infantojuvenil. É uma sátira das produções infantis do holandês Dick Bruna, morto em 2017, conhecido pelo personagem Miffy, um coelhinho de traços simples. Consultor Jurídico

Observe mais: SUCOS VERDES, VIA LÁCTEA PELO NAVEGADOR, 23ª FEIRA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO (FEICOOP), 4 SINAIS DE QUE VOCÊ E SUA CARREIRA SÃO IDIOTAS, DENTE DE LEÃO, DOUTOR ESTRANHO, RESERVE™, REPO MAN, APPS QUE CUIDAM DO SEU PET

Mas que dogs


“Onde houver ódio que eu leve amor”


“Ele disse: ‘Mas, mãe, é só um beijo! A minha escola não tem gás há dois dias. Não era isso que o prefeito deveria estar vendo?'”, afirma a Camila Motta, 30 anos, a ideia do cartaz veio do menino, sem nenhuma interferência de adultos. Lola Ferreira – UOL Entretê

Estude mais: PANCADARIA DO Ó, RELATÓRIO FIGUEIREDO, Obrigado Senhor, pela Montanha, Marx escreve uma carta de repúdio ao professor, OS CÃES, 1984!, THE LONE RANGER, MC SOFFIA, Outras caras, A história de sempre?, PRESÍDIOS NO REGIME MILITAR, Cantada de Natal

Alexandra Baldeh Loras

Alexandra Baldeh Loras é ex-consulesa da França em São Paulo e considerada hoje uma das líderes francesas mais influentes. Jornalista formada na tradicional Sciences Po, é uma ativista engajada na discussão sobre a representação da população negra na mídia e na educação e os efeitos que isso tem na construção da identidade negra, especialmente das crianças.

Inspiração é a palavra de ordem. Segundo a ex-consulesa, uma importante forma de combater o racismo é trabalhar a autoestima das crianças, resgatando narrativas sobre protagonistas negros que realizaram importantes feitos na história da humanidade. “Somos responsáveis por reconstruir e reequilibrar a história, mostrando toda a contribuição à civilização dos afrodescendentes”.

Alexandra conta que é frequente, durante recepções em eventos e jantares no Consulado, que os convidados passem direto por ela, imaginando tratar-se de uma funcionária indicando o caminho para a festa, e não da consulesa os recepcionando, conforme determina o protocolo francês. Iolanda Barros – afreaka


O racismo é muito mais forte no Brasil do que em qualquer lugar por onde passei. Aqui nós não somos minoria. Pelo contrário, somos uma maioria. Então o problema é muito mais grave. Em outros lugares do mundo a questão racial pode ser tratada com descaso, por estar relacionada a uma pequena parte da população. Mas aqui é totalmente diferente. Há quem diga que o racismo no Brasil é velado. Não é velado de jeito nenhum. Estamos num País que ainda está numa dinâmica de feudalismo que, inclusive, choca os gringos. Uma dinâmica de ricos e pobres, em que os mais abastados são servidos pelos mais pobres, sem ninguém questionar. Aliás, ninguém questiona o uniforme branco das babás por aqui, que nada tem a ver com higiene. Tem a ver, sim, com o período da escravidão, quando as mulheres escravizadas trabalhavam na casa-grande. Elas tinham que se apresentar sempre de branco, limpinhas, para se diferenciar dos negros escravizados que trabalhavam no campo. Esse uniforme já era uma questão de status. Em nenhum outro país as babás estão vestidas de branco, só no Brasil. Geledés

A VERDADE por trás da proibição da MACONHA


A produção de fake news parece coisa do século 21, mas a história da maconha revela que esta planta já sofre há quase 100 anos com um bombardeio de notícias falsas.
Boa parte das mentiras utilizadas como motivo para proibir a maconha já foram desqualificadas pela ciência, mas seguem sendo utilizadas até hoje, inclusive nos discursos políticos e médicos. Neste contexto, o questionamento de argumentos falaciosos é fundamental na luta pela legalização. O livro “Maconha: mitos e fatos” da socióloga Lynn Zimmer e do farmacologista John P. Morgan é uma ótima fonte de leitura sobre todo esse arcabouço de tolices que dizem sobre a erva.
Provavelmente o mito mais famoso sobre a maconha é história de que ela destrói neurônios.

O que é fato nesta questão dos efeitos neurológicos é que a maconha afeta a memória de curto prazo (responsável por armazenar informações de rotina do dia-a-dia), mas de forma temporária. Passado o efeito da erva, a capacidade de memorizar informações volta ao normal, sem provocar danos permanentes.

E tem aquela história, que muitos certamente já ouviram, da maconha ser porta de entrada para outras drogas. Mentira feia!

A tática mais utilizada por defensores da teoria da porta de entrada e listar usuários de maconha que passaram a usar cocaína. É tipo de conexão tão absurda como dizer que pessoas que andam de bicicleta vão despertar um desejo incontrolável de andar de moto.
Em 1937, o diretor do Departamento de Narcóticos dos EUA, Harry Anslinger (um dos maiores lobistas pela proibição da cannabis), escreveu em artigo que “inúmeros homicídios, suicídios, roubos, agressões, assaltos e invasões de residências” são relacionados a insanidade provocada pelo uso de maconha. Nesta mesma época jornais abusavam do sensacionalismo ao relatar crimes supostamente cometidos por pessoas sob efeito da maconha. Infelizmente parte da imprensa segue trabalhando da mesma forma.
O crime mais comum entre usuários da erva é fato de estarem comprando e portando algo ilegal. Carta Capital

Mude conceitos, você pode e deve: MANUAL PLANTAS AMAZÔNICAS, Funcional Obsoleto, Produtos para Consumo de Maconha, Hemp Car, Álcool, drogas e Sacklers, Como a indústria do fumo enganou as pessoas?, A onda, BEBER MENOS

Descomplicando a Inclusão

Descomplicando a Inclusão: o mais novo canal do Youtube mais inclusivo do Brasil, uma iniciativa do DIS, será um espaço pra você que quer conhecer os direitos e a legislação relacionada às pessoas com deficiência; para você que é professor de aluno com deficiência e quer saber a melhor forma de lidar com ele; para você que é empresário e quer promover a inclusão em sua empresa; para você que é pai e mãe de filho com deficiência e quer conhecer mais sobre todas as especificidades da deficiência do seu filho; para você profissional da área e para você que abraça essa causa! Diário da Inclusao Social
Enxergue mais: GOVERNO ABERTO, ORGULHO DO PAÍS, TIRIRICA, POLÍTICAS DE SAÚDE NO BRASIL, POBRE É “SUB-RAÇA”, 5 PONTOS IMPORTANTES SOBRE O ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

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Politicamente Coenrto

Controlar a si mesmo é a arte principal.

Uma arte marcial.

Conhecer e saber usar o corpo e a mente.

Como separar corpo mente?

É fácil provocar a raiva em outra pessoa, um olhar de pouco caso, um desrespeito, um insulto.

Mas o grande guerreiro consegue vencer essa batalha. Não pelo soco, pelas técnicas de luta física, mas pelo controle de si mesmo.

Como diz o professor Leandro Karnal “quem conhece a si mesmo não é insultado”. Monja Coen Roshi

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Alemanha não?!?


Observe mais: MULTIVERSO MARVEL, LUMINESCE™, OUTROS VIAJANTES DO TEMPO, SAUDAÇÃO AO SOL, RESERVE™, CANCERIANO SEM LAR, AUSTRALIA DAY, NAARA BEAUTY DRINK!!!, EM BUSCA DA VERDADE, LIVROS QUE ENSINAM AS CRIANCAS CUIDAR DO PLANETA, INSTANTLY AGELESS ™, 11 INGREDIENTES QUE AJUDAM PERDER PESO, MARIANA OU PARIS? A DOR É A MESMA…, VIDACELL®, NAVE TIERRA, HO’OPONOPONO, EMV, ROBÔ EM BUSCA DE LIBERDADE, A INVASÃO DO BRASIL

‘Ibaré Lewá’: amizade bonita entre Orixá e natureza

O Orixá é uma divindade e também é energia presente nos elementos da natureza. Na água doce dos rios e cachoeiras; na salgada dos mares; em meio aos caminhos de florestas e matas, fato é que ‘kosi ewe kosi orisà’. ‘Sem folha não há orixá’.

Em iorubá, língua falada especialmente em países da África Ocidental, entre eles a Nigéria, ibaré lewá quer dizer amizade bonita entre uma pessoa e seu ancestral. Ancestralidade tão bem retratada pela colaboração entre Erica Azeviche, expoente do cenário artístico brasileiro e formada em Artes do Corpo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) e a fotógrafa francesa Claire Jean. Vivimetaliun

Tudo começou em novembro de 2013, quando a artista Erica Azeviche vivenciou os costumes Ketu e Efon com a Iyalorisá Maria Helena Ti Yoba na casa de candomblé Àse Egbé Òmò Yoba Tunde, de Pirituba, em São Paulo. Na ocasião a artista e candomblecista aprofundou pesquisas de costumes africanos da antiga civilização iorubana que chegou ao Brasil por meio de pessoas trazidas na condição de escravos. Tais atividades existem hoje no país em mosaicos culturais de encontros entre africanos, indígenas, portugueses etc. Durante os rituais iniciáticos, Erica Azeviche teve a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre seus ancestrais africanos, neste caso, a rainha da sociedade Elekô Yoba. geledes

Para facilitar o acesso às obras a exposição também está disponível no sitehttp://www.ibarelewa.com
Para facilitar o acesso às obras, a exposição também está disponível aqui: https://www.facebook.com/ibarelewa/

Gustavo Guedes

“Minha família é militar. Sempre fui careta. Nunca vi maconha na minha vida. Se eu paro para pensar que eu dou três drogas para meu filho hoje (Topiramato e o Depakene, e dou o Klobazam, um tarja preta), para um bebê de um ano e três meses, por que não posso dar o CBD? Se a luz no fim do túnel é essa e se o CBD dá na maconha, OK. A gente vai usar maconha. Se desse no abacaxi, a gente usava folha do abacaxi, mas não dá”, diz Camila Guedes em cena do documentário Ilegal. Flavia Guerra , O Estado de S. Paulo – 08 Outubro 2014

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A morte do menino Gustavo Guedes, de um ano e quatro meses, que sofria da Síndrome de Dravet, no último domingo (1º), em Brasília, no Distrito Federal. A criança sofria uma doença rara que provoca crises epilépticas, assim como os pais da menina Anny Fischer, de 5 anos, a mãe de Gustavo Guedes lutava pela liberação de um medicamento derivado da maconha, o canabidiol (CBD), que diminui consideravelmente o número de crises.. DISTRITO FEDERAL – Do R7

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Uma caixa pequena protegida no fundo de um armário guarda as primeiras vezes de uma vida breve. Nela, há a mecha do primeiro corte de cabelo de Gustavo, a roupa usada nos primeiros dias, um par de sapatinhos e a chupeta. Os itens formam uma singela, porém significativa, coleção de lembranças do primeiro filho de Camila e Cristiano Guedes. O tempo passou diferente, em 25 de janeiro de 2013, às 6h, quando Gustavo nasceu. A vida começou a correr como os números de um cronômetro, diante dos olhos preocupados dos pais. LEILANE MENEZESMetropoles

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A morte do menino Gustavo Barbosa, de um ano e quatro meses, no domingo (1º/6), passará por um processo de investigação conduzido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A substância é proibida no Brasil, mas a Anvisa autorizou, em caráter excepcional, a família a importar o medicamento, no dia 17 de abril. No entanto, o medicamento ficou mais de 10 dias retido na Receita Federal. Por causa disso, o garoto só conseguiu usar o medicamento por nove dias, até ser internado no Hospital Santa Helena, e não resistir a uma série de convulsões. Roberta Pinheiro – Correio Braziliense

A nutricionista cearense, radicada em Brasília, Camila Guedes, foi a primeira pessoa, em 2014, a entrar com pedido na Anvisa para importar canabidiol dos Estados Unidos. Diagnosticado com Síndrome de Dravet, o filho dela, Gustavo, sofria desde os quatro meses com convulsões mensais que só paravam com medicações fortes e internação, ela recorreu à pediatra do filho, “Era algo que tinha de ser feito”, rememora a médica Cláudia Bueno, atualmente coordenadora da UTI Pediátrica do Hospital Regional de Marabá, no Pará. Ela foi a primeira médica brasileira a prescrever CBD. O povo

Mude conceitos, você pode e deve vidacell ®COMO A INDÚSTRIA DO FUMO ENGANOU AS PESSOAS?instantly ageless ™PIAUÍ AUTORIZA PRODUÇÃO DE ÓLEO DE CANABIDIOLnaara beaty drink!!!SUCOS VERDESJEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?ARROZ BASMATI COM MILHO (VEGANA)luminesce ™#ASCO: #ALCOHOL IS #CANCER RISKHERBICIDA ROUNDUP, CANCERÍGENO?!?!Pesticidas caseiros ecológicos para plantasPARATUDO DO LAR

Pai atende o telefone

Em um grupo do Facebook denominado  ‘Direitos Humanos Brasil’, uma jovem negra e homossexual – filha de uma mulher negra com um homem branco – resolveu tripudiar sobre todos os ‘homens brancos’ de maneira generalizadas. Jornal da Cidade online

Mude conceitos, você pode e deve:  MANUAL PLANTAS AMAZÔNICASLUMINESCE™LIVROS QUE ENSINAM AS CRIANCAS CUIDAR DO PLANETA, A RAINHA DE MAIONAARA BEAUTY DRINK!!!A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA ESTÁ FORA DE CONTROLE?NEVOBATMÓVEL – INFOGRÁFICOMUTAÇÃOINSTANTLY AGELESS ™A QUARTA PAREDE!BESOURINHAVIDACELL®Three Little PigsRESERVE™TÁXI VS UBERDENTE DE LEÃO

Eu tenho Down

https://pt.aleteia.org/2017/11/08/eu-tenho-sindrome-de-down-e-nao-deveria-precisar-justificar-a-minha-existencia/

“Eu tenho uma vida muito interessante. Já dei aula em universidades, atuei num filme premiado, num programa de televisão premiado no Emmy e dei palestra a milhares de jovens sobre o valor da inclusão. Visitei duas vezes a Casa Branca e não precisei pular a cerca. Realmente, acho que eu não precisaria justificar a minha existência”.

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Sem palavras

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1670581442998236&id=165205036869225

Precisamos falar sobre a redação do Enem.

Notei, ao longo da última hora, uma chuva de comentários (positivos e negativos) sobre o tema escolhido para a redação desse ano e após conversar com alguns amigos, decidi fazer algumas considerações sobre o assunto:

Em primeiro lugar, precisamos entender que a escolha não é completamente aleatória. O ano de 2017 marca inúmeras conquistas para a comunidade surda: o primeiro ano em que a prova é acessível em Libras, através de prova em vídeo, para candidatos surdos; aniversário de 15 anos da lei que reconhece a Libras como língua oficial da comunidade surda do Brasil; 160 anos do Instituto Nacional de Educação de Surdos, etc.

Porém, reconheço que é um tema distante para muitas pessoas, afinal, mesmo com as conquistas mencionadas acima, não é incomum ver pessoas que ainda acreditam que o surdo é menos capaz do que o ouvinte ou que ainda acreditam nos mitos sobre a Língua de Sinais. Mas esse é um dos aspectos importantes sobre a escolhe do tema. Quando o Enem traz temas como a violência contra a mulher, preconceito ou desafios na educação de surdos, notamos uma forma clara de dizer para todo o Brasil “Nós vamos discutir sobre esses temas, sim!”, e essa, eu diria, é mais uma conquista, não apenas para a comunidade surda, mas para a população em geral.

Em suma, acho que os pontos principais são:

É um tema distante para grande parte dos candidatos? Sim, sem dúvida.

Esperar que pessoas que não tem contato com a área da surdez ou um mínimo de conhecimento prévio acerca do assunto apresentem uma proposta de intervenção é plausível? Pouco, bem pouco.

Mas, assim como os colegas surdos e ouvintes que também estão envolvidos com a área da educação de surdos, e da educação em geral, espero que esse tema traga a visibilidade que a questão necessita, que diálogos sejam estabelecidos, que avanços sejam alcançados e que os candidatos do ano de 2017 que em breve estarão ocupando as salas das universidades e ocuparão os mais diversos cargos em um futuro próximo, saiam da prova sensibilizados à questão da inclusão que ainda deixa tanto a desejar no Brasil.

Por Gabriel Simonassi

https://www.facebook.com/LIBRAS-Prof%C2%AA-Simone-Gon%C3%A7alves-894140800677873/

Após muitas lutas e reivindicações dos surdos brasileiros, pela primeira vez na história é aplicada a prova do Enem em LIBRAS para os candidatos surdos. 

E ainda caiu o tema “Desafios para a formação educacional de surdos brasileiros”. Um tema realmente surpreendente!!

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Mulheres ou Bruxas?

ESTUPRO – 

VAI FALTAR PEDRA

DIA DAS BRUXAS

MEMÓRIA

OS PRÓPRIOS DESEJOS

Observe mais: PRIMEIRAS FOTOS ERÓTICAS COLORIDAS DA HUMANIDADELUMINESCE™REVENGE PORN, NAARA BEAUTY DRINK!!!BURGER KING FAZ PIADA DE DIA DAS BRUXASDITADURA DA PROPAGANDA, INSTANTLY AGELESS ™KAY PIKE AND LIANNE MOSELEY, A PROVA DE TUDO!VIDACELL®BORBOLETASPROJETO DIVASRESERVE™JEREMIAS 5JEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?NISE – O CORAÇÃO DA LOUCURA