E se todos nós fossemos juntos?

“Essa semana estava voltando num ônibus do centro da cidade do Rio de Janeiro e um policial entrou no ônibus e foi direto a um jovem negro que estava sentado ao meu lado…. pediu os documentos e o rapaz prontamente entregou… revistou o rapaz e olhou a mochila que ele carregava…. até ai fiquei calada…. embora estivesse incomodada com o fato de só ter abordado esse rapaz… o ônibus não estava cheio… tinham muitos lugares vazios… Bom… por fim o policial dá a seguinte sentença ao rapaz…VOCÊ VAI TER QUE SALTAR E ME ACOMPANHAR ATÉ A DELEGACIA…. o olhar do rapaz era de confusão e medo… então como sou BOCUDA não consegui ficar calada… pensei em um filho meu… o rapaz tinha idade pra ser… ai falei… POR QUE O SENHOR VAI LEVA-LO??? ELE É SUSPEITO DE ALGO??? FOI DENUNCIADO??? O SENHOR ACHOU ALGO DE ESTRANHO COM ELE OU NAS COISAS DELE???
O policial com cara de poucos amigos pq eu estava questionando disse… não… não encontrei nada… e não há denúncia… é só pra averiguação…. ai o policial me perguntou….. VOCÊ É MÃE DELE??? eu disse não…. VOCÊ É ALGUMA COISA DELE??? eu disse não… ENTÃO POR QUE A SENHORA ESTÁ SE METENDO??? já com ar ameaçador disse… A SENHORA QUER OBSTRUIR A JUSTIÇA??? então eu disse….. NÃO MEU CARO… O SENHOR É POLICIAL… E QUE EU SAIBA A JUSTIÇA É FEITA POR JUÍZES…. PROMOTORES E ADVOGADOS… E ESTE NÃO ME PARECE O CASO…
o policial então pareceu muito irritado com o que eu disse e se virou pro restante dos passageiros como que querendo aprovação e disse… NÃO INTERESSA, ELE VAI COMIGO… ai eu não consegui me controlar e disse.. ENTÃO EU TAMBÉM VOU… isso se seguiu a um senhor também negro que estava sentado duas cadeiras atrás de mim…. esse senhor disse EU TAMBÉM VOU… ai foi um falatório… vários passageiros disseram EU TB VOU… ai então eu disse… VAMOS TODOS ENTÃO…. MOTORISTA DÁ PRA VOCÊ LEVAR A GENTE??? uma mulher que estava sentada lá na frente disse… DEIXA A POLICIA LEVAR ELE… ESSE CARA PODE QUERER NOS ASSALTAR… mas a maioria das pessoas começaram a gritar… o policial visivelmente contrariado disse…VOCÊS PODEM ESTAR PROTEGENDO UM MELIANTE… MAS VOCÊS É QUE SABEM… QUEREM ELE NO ÔNIBUS ENTÃO QUE FIQUEM COM ELE..
e saiu do ônibus esbravejando… a viagem seguiu e o rapaz estava visivelmente amedrontado… puxei conversa e fiquei sabendo que tinha se formado na CEFET ano passado e estava cursando engenharia robótica na UFRJ… detalhe vi as carteiras da CEFET e da UFRJ…. ele estava tão nervoso com a abordagem que nem pensou em mostrar esses documentos…. ele ligou pra mãe… contou o ocorrido e me pôs pra falar com ela… ela estava indignada e me agradeceu dizendo que ele tem 19 anos…. é muito estudioso e tímido.. tem dificuldade em se defender e fica sem ação quando confrontado… Pergunta que não quer calar…. PORQUE O POLICIAL QUERIA LEVAR AQUELE RAPAZ??? SERÁ QUE SE ELE FOSSE LOIRO DE OLHOS AZUIS ELE TERIA A MESMA VONTADE DE RETIRA-LO DO ÔNIBUS? ??
HOJE AO LER ESSA NOTÍCIA QUE ESTOU POSTANDO ACHEI QUE DEVERIA CONTAR ESSA HISTÓRIA PORQUE NÃO É UM CASO ISOLADO NÃO. .
UM PAÍS MISCIGENADO COMO O NOSSO NÃO PODE ACEITAR ESSAS POSTURAS…”
(Postado por Vera Dumas)

Agora sou eu: Se vc também ficou indignado copie e cole. E peça que outros façam. A atitude corajosa, solidária e cidadã de Vera Dumas tem de ser exaltada e, quando for o caso, copiada também.No meu caso poderia ser o meu sobrinho ou irmão.

Coletivo organiza nova Marcha para Maconha (Atualizado em 10.jun.22)

De acordo com o Coletivo, a marcha é um grupo de indivíduos e instituições que têm atuação descentralizada e tópicos de discussões sobre o trabalho realizado nas redes sociais. Catarina Del Corso – Portal Costa Norte Marcha da Maconha (em inglês: Global Marijuana March, Ganja Day ou J Day), também conhecida como Dia Mundial da Maconha e Dia da Liberação da Maconha, é um […]

Coletivo organiza nova Marcha para Maconha (Atualizado em 31.mai.22)

Palavras perdidas: El sistema endocannabinoide (SEC), Maconha para tudo!?!, 4ª Aula do 3º Curso de Cannabis Medicinal, Padre Ticão e o Kaneh-bosm

A civilização é uma ajuda comunitária!?!

Uma estudante perguntou uma vez à antropóloga Margaret Mead qual considerava o primeiro sinal de civilização em uma cultura. A estudante esperava que a antropóloga falasse de anzóis, bacias de barro ou pedras para amolar, mas não. Mead disse que “o primeiro sinal de civilização numa cultura antiga é a prova de uma pessoa com um fêmur quebrado e curado.” NotaTerapia

Mead explicou que no resto do reino animal, se você quebrar a perna, você morre. Você não pode fugir do perigo, ir para o rio beber água ou caçar para se alimentar. Você se torna carne fresca para predadores. Nenhum animal sobrevive a uma perna quebrada o tempo suficiente para que o osso cure.

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz "notaprapia"

Um fêmur quebrado que se curou é a prova de que alguém tirou o tempo para ficar com o que caiu, curou a lesão, colocou a pessoa em segurança e cuidou dele até que ele se recupere. ′′Ajudar alguém a passar pela dificuldade é o ponto de partida da civilização “, explicou Mead. Via História e Cultura no Mundo

A importância do trabalho da antropóloga estadunidense hoje se revela determinante sobre os mais importantes debates atuais, bem como as próprias bases de pensamento sobre temas como gênero, cultura, sexualidade, desigualdade e preconceito. Vitor Paiva – hypeness

Nascida em 1901 e tendo ingressado no Departamento de Antropologia da Universidade de Columbia e lecionado em diversas universidades dos EUA, Mead se tornou a mais importante antropóloga de seu país e uma das mais importantes do século XX por diversas contribuições, mas principalmente ao demonstrar que as diferenças de comportamento e trajetória entre homens e mulheres, bem como entre diferentes gêneros em diferentes povos, se dava não por elementos biológicos ou inatos, mas sim pela influência e o aprendizado sociocultural.

Margaret Mead

Começou estudando psicologia e, logo depois, enveredou, em 1923, pela antropologia na Universidade de Columbia, quando o departamento era dirigido por Franz Boas e Ruth Benedict, profundamente engajados na construção dos pressupostos teóricos e metodológicos da área nos EUA, nos embates sociais e políticos da primeira metade do século XX e no combate ao racismo científico. Sérgio Trindade – a história esta no detalhes

Até o fim de sua vida, em 1978 e aos 76 anos, a antropóloga se dedicou a temas como educação, sexualidade e direitos da mulher, para combater estruturas e metodologias de análises que propagassem meros preconceitos e violências travestidas de conhecimento científico – e que não reconhecessem o papel central das influências e imposições culturais sobre as mais variadas noções: sobre nossos preconceitos.

Femuze-se: Somos sobreviventes de nossos antepassados …, por que nosso CÉREBRO está ENCOLHENDO?, Onde Estão Todas as Civilizações Inteligentes? (O Paradoxo de Fermi), 5 mil anos sem destruir

Ademar Vieira, amazonense e suas tirinhas!!!

Vieira’s stories are really touching, and explore really difficult themes of parenting, social injustice, economic inequality, the difficulties of quarantine, and death itself, especially in the face of the current pandemic. They’re truly realistic and heartbreaking, so set up some tissues beside you—it may squeeze a tear or two. Bored Panda

Instagram: Ademar Vieira

Os desenhos de Ademar Vieira, que já rodaram o mundo, contam histórias que dispensam qualquer tipo de legenda, normalmente falando sobre injustiças sociais, desigualdade e problemas comuns do dia a dia. Leonardo Ambrosio – Mistério do Mundo

Looking at the stories, it’s no surprise that Vieira worked as a screenwriter. But what’s surprising is how talented he is at illustrating these narratives without using a single word. The fact that his silent narratives express a whole world of emotions, themes, and ideas is remarkable.

Ademar fez muito sucesso com seus desenhos que tratavam do tema da quarentena, que tocam de assuntos super delicados com uma destreza ímpar.

Por conta do sucesso de seus desenhos na Internet, o amazonense foi entrevistado pelo portal europeu ‘BoredPanda‘, onde teve seus desenhos compartilhados. “Eu comecei a fazer os desenhos de forma despretensiosa, somente como uma forma de exorcizar meus demônios durante uma fase bem difícil que eu estava vivendo no começo de 2020. E quando eu postei as tirinhas, eu percebi que muitas pessoas se identificaram com elas. Eu recebei um grande feedback e então continuei a expor as coisas que eu estava sentindo, e a audiência foi ficando maior. Quando me recuperei, estávamos na pandemia do coronavírus, o que significa que todo mundo estava vivendo uma fase ruim. Então em continuei expondo os problemas das pessoas ao redor do planeta.

Ademar gave Bored Panda an exclusive interview about his works and background in general. “I started making the strips unpretentiously, just as a way to exorcise my demons during a very difficult phase that I was going through in early 2020 and when I posted, I realized that many people identified with them themselves. I received good feedback and then I continued to expose the things I was feeling and the audience got bigger. When I recovered from the bad phase, we were in the coronavirus pandemic, meaning everyone was going through a bad phase, so I continued to explore the problems people around the world were going through. Now I have used the strips to express my opinions on some issues that I consider relevant, whether personal, social, or political.”

Uma de suas tirinhas mais compartilhadas entre os portais estrangeiros está a história intitulada “Mãe”, que fala sobre um dos piores problemas do nosso país na atualidade, a falta de cuidado e preservação com a nossa Floresta Amazônica.

“Hoje, no meu país, há notícias diárias sobre os incêndios provocados na Amazônia e no Pantanal, duas de nossas maiores reservas de biodiversidade. Isso nos afeta, mas não da mesma forma que afeta os animais. Talvez, por meio da arte, possamos ver as coisas por outra perspectiva”, disse o autor.

“I couldn’t believe it when a comic strip of mine went viral in Latin America in June this year. I received 100 thousand likes and gained 20 thousand followers in one week. Famous people and profiles came to talk to me and congratulate me and that left me in the clouds, but it also brought the weight of responsibility. Now, I was no longer making strips just for me and my friends, people from different countries were also seeing me. I was very happy that the public showed me a path to be followed as an artist and I want to follow that path to see what else is good.”

O motorista e o palestrante.

Havia, certa vez, um palestrante que era muito famoso. As pessoas o convidavam para fazer palestras em cidades distantes. Ele ia de carro, e tinha o seu motorista. PE. ANTÔNIO QUEIROZ – A12

Um dia, durante uma longa viagem, o palestrante ficou afônico. Perdeu completamente a voz. Ao se aproximar da cidade, teve uma ideia. Disse ao motorista: “Você já ouviu muitíssimas vezes a minha palestra. Sabe-a de cor. Como ninguém nos conhece pessoalmente aqui, faça a palestra no meu lugar”.O motorista aceitou.

Pararam o carro e trocaram as roupas. O palestrante assumiu a direção do corro e foram. Chegaram em cima da hora, com o auditório já repleto. O “palestrante” foi recebido pomposamente, ficando o “motorista” sentado no meio da plateia. Fez uma brilhante palestra. Todos bateram palmas.

Terminada a fala, vieram as perguntas. Eram também as mesmas de sempre, cujas respostas o motorista sabia de cor. Foi respondendo a todas, com a maior desenvoltura.

Mas, de repente, surgiu uma pergunta nova. O motorista foi criativo. Disse para os ouvintes: “Eu já estou com a voz um pouco cansada, mas como esta pergunta é muito fácil, peço ao meu motorista que a responda”.

O palestrante verdadeiro, que nesta hora já estava um pouco melhor, devido ao uso de algumas pastilhas, subiu no palco, pegou o microfone e respondeu de forma magistral aquela pergunta e as demais que surgiram. No final, os dois foram aplaudidos de pé. E os ouvintes saíram comentando: “O homem é um gênio mesmo; até o motorista dele nos supera de longe!”

Existe certa semelhança entre essa história e Jesus, trocando de liderança conosco. Ele não ficou rouco, mas foi para o Céu, deixando-nos no seu lugar.

Em 1918, o professor alemão Max Plank ganhou o Prêmio Nobel de Física pelo seu excelente trabalho com a intricada Mecânica Quântica. Com a notoriedade, Plank foi convidado para inúmeras palestras pelo país e passou praticamente o ano inteiro viajando com seu motorista particular de cidade em cidade pela Alemanha. Wagner BrennerUpdate or Die

Certo dia o motorista falou brincando:

“Professor Plank, eu já assisti a sua palestra tantas vezes que eu seria capaz de repetí-la!”

O professor ficou imediatamente obcecado pela ideia e pela possibilidade. E misturando seu lado científico, naturalmente inclinado por experiências, mais uma boa dose de entediamento, propôs:

“Pois é exatamente isso o que nos vamos fazer. Vamos trocar de lugar. Na próxima cidade, você vai subir ao palco e fazer a palestra. E eu vou ficar sentado na primeira fileira, com uniforme e quepe de chofer. Vamos ver se conseguimos enganar a platéia!”

E assim foi. O motorista proferiu uma longa palestra completa sobre mecânica quântica avançada para uma platéia inteira de intelectuais, professores e universitários que o aplaudiram de pé.

Porém, após a ovação, um dos convidados resolveu levantar a mão e disparou um pergunta complicadíssima sobre o tema.

O motorista, sem pestanejar, respondeu:

“Humpf. Ora…  mas essa pergunta é tão… tão ridícula… mas tãããão ridícula… que eu vou até deixar essa pro meu motorista , aqui na primeira fileria, responder. Explica pra ele vai.”

Um matemático seguia em sua limusine para dar mais uma palestra de geometria simplética, quando seu motorista comentou:

– Patrão, ouvi sua palestra tantas vezes que tenho certeza de que poderia fazê-la em seu lugar. Brainly

– Impossível!

– Quer apostar?

Ao chegar ao local, trocaram de roupa e o motorista foi para o palco, enquanto o matemático se sentou na última fileira. No fim da palestra, começou a sessão de perguntas e o motorista respondeu todas com precisão até que, a certo momento, um sujeito fez uma pergunta dificílima.

O motorista, muito calmo, disse:

– Meu jovem, essa pergunta é tão fácil que vou pedir para meu motorista responder.

O motorista de aplicativo Filipe Mota ajudou uma jovem no parto, que ocorreu dentro do carro. Uma das muitas experiências transformadoras que esses trabalhadores têm com frequência. Victor Furtado – O Liberal

Faltava pouco para chegar. A estimativa do GPS era de 10 minutos. Foi quando a jovem disse “minha bolsa estourou”. Foi um susto imediato e Filipe disse ter buscado na memória tudo o que sabia sobre partos. “Lembrei que entre o rompimento da bolsa e o parto em si leva algum tempo”, conta. Mas o conhecimento empírico de nada valeu. Em cinco minutos após o chocante comunicado, saía um menino.

Palestrize-se: Qual sua vestimenta?, Industria da multa, Toda bike importa, Mas que dogs, AMAZON APRESENTA TÁXI ROBÔ,

SOBRE MACONHA

THIAGO VENTURASOBRE MACONHA

Trecho gravado no show do 4 amigos.

Rodrigo MarquesMaconha – Stand Up Comedy

Hempze-se: Catastrofe natural?, Medical Hemp, Hemp Church, Hemp Roll, Hemp Car, Baterias de cânhamo, CANNABIS LIVRE DA ONU, VERDINHA, Vaginóides!, Direito ao cultivo individual ou aceita um hamburger?, O pai da maconha medicinal moderna, As discípulas de Jesus, Contrapropaganda sobre a Cannabis, Fibra de “maconha” na produção têxtil

MACONHA E A VANGUARDA BRASILEIRA

MACONHA E A VANGUARDA BRASILEIRA – EDUARDO BUENO

A história da maconha no Brasil lançou seus primeiros fumos em abril de 1500, quando a frota cabralina ancorou por aqui, com suas velas e cordames feitos de… cânhamo. Sagrada para os africanos que a trouxeram para o Brasil e logo adotada pelos indígenas, a maconha passou a ser vista como “a erva do diabo” pela classe média branca, que logo tratou de criminalizar e proibir o comércio e o uso da outrora medicinal Cannabis. O que talvez você não saiba é que o Brasil foi o líder mundial no movimento de criminalização da antiga “erva santa”, comparando-a com o ópio, mesmo ciente de que a abstinência da erva não matava ninguém. Essa e outras histórias – tanto bad como good vibe – serão explicadas por Eduardo Bueno aqui e agora, e você sabe que ele não se esquece de nada. Portanto, recoste-se e relaxe para viajar nessa história que pode fluir como sonho – e como pesadelo, se a repressão bater à porta.

Buenoze_se: Flash na Biblioteca, Uma breve história da maconha, Dia Internacional da Maconha – Weed`s Day, Maconha, o prozac dos pobres?!?, História da Maconha, ÓLEO DE MACONHA NEWS E O INCENSO, O pai da maconha medicinal moderna, Fibra de “maconha” na produção têxtil, Tabaco e álcool sim, Maconha não. Por que?!?, Milton Friedman

Drauzio Dichava #1

Drauzio Dichava #1
O médico Drauzio Varella lançou Drauzio Dichava, uma série de vídeos em formato de documentário falando sobre o “uso recreativo e adulto da maconha” em seu canal no YouTube na última segunda-feira, 22. Isto é

“Olha, eu não fumo maconha, mas tenho uma vivência longa com a droga por causa desse trabalho que faço em cadeias. São 30 anos frequentando cadeias toda semana”.

“É uma convivência enorme com maconha, com cocaína, especialmente, já tive uma enorme vivência com o crack.”

Drauze-se: Milton Friedman, Eduardo Vilas-Bôas!!!, Canabidiol, o CBD, Hemp Church, Luto, maconha mata!!!, Cursos de saúde da UFPB: Uso medicinal da maconha, A maconha como porta de entrada, A VERDADE por trás da proibição da MACONHA, K2, Spice ou Maconha Sintética?, Coisa do cão!?!

The policeman, negro e da periferia?!?

Quem é a pessoa por trás do uniforme?!?

No período pós-Abolição, cientistas argumentavam ma visão calcada na antropometria; as afirmações demonstravam uma inferioridade dos africanos, a partir dos traços fenotípicos (cor da pele, lábios grossos, textura do cabelo), e uma capacidade degenerada de reprodução de seus descendentes, que influenciaria a composição do povo brasileiro.

Fonte: Farda & “cor”: um estudo racial nas patentes da polícia militar da Bahia. Jaime P. Ramalho Neto – Mestre em Estudos Étnicos e Africanos pela Universidade Federal da Bahia

Indigenous Blood Journey

This education and awareness program provides the opportunity to learn about First Peoples history and current issues experientially through the perspectives of Indigenous youth. Using interactive activities, discussion and active engagement, you are invited to face the challenges of today and yesterday honestly, responsibly and with compassion.The Indigenous Journey

Dia da consciência negra e dos seres humanos

A foto é capa do disco “Samba Enredo”, do Martinho da Vila.

“Saíram da África 12 milhões e meio de seres humanos. Chegaram 10 milhões e 700 mil. Morreram na travessia 1 milhão e 800 mil pessoas. Se dividir isso pelo número de dias, dá 14 cadáveres, em média, lançados ao mar todos os dias ao longo de 350 anos. Um número tão alto que, segundo depoimentos da época, isso mudou o comportamento dos cardumes de tubarões no Oceano Atlântico, que passaram a seguir os navios negreiros”. Conversa Com Bial – gshow
20 músicas para 20 de Novembro, tem música afirmativa, música combativa e música de celebração. Toca Fitas

Sandra de Sá – Olhos Coloridos (1982)
Gilberto Gil – Sarará Miolo (1979)
Martinho da Vila – Nego, Vem Cantar (1974)
Tássia Reis – Se Avexe Não (2014)
Rappin’ Hood (part. Leci Brandão) – Sou Negrão (2001)

Ellen Oléria – Zumbi (2013)
Emicida – Mufete (2015)
Emílio Santiago – Brother (1975)
Tim Maia – O Caminho do Bem (1976)
Dona Ivone Lara (part. Jorge Ben Jor) – Sorriso Negro (1981)

Wilson Simonal – Tributo a Martin Luther King (1967)
Xênia França – Respeitem Meus Cabelos, Brancos (2017)
Itamar Assumpção – Vá Cuidar da Sua Vida (1998)
Rashid – Estereótipo (2017)
Toni Tornado – Podes Crer, Amizade (1972)

Thaíde & DJ Hum (part. Paula Lima e Ieda Hills) – Sr. Tempo Bom (1996)

Daúde – Ilê Ayê (Que Bloco é Esse?) (2002)
Margareth Menezes – Raça Negra (1993)
Rincon Sapiência – A Coisa Tá Preta (2017)
Jorge Ben Jor – Negro é Lindo (1971)

“Na economia escravagista havia até um negócio paralelo, tão constrangedor que nunca recebeu grande destaque na história da escravidão: a reprodução sistemática de escravos, com objetivo de vender as crianças, da mesma forma como se comercializam animais domésticos. Era uma prática tão repulsiva que são esparsos os relatos de experiências conduzidas em Portugal, na Espanha e nos Estados Unidos. Uma delas foi registrada no palácio ducal de Vila Viçosa, sede dos duques de Bragança, a dinastia que assumiria o trono de Portugal a partir do fim da União Ibérica, em 1640, com a ascensão de dom João IV ao poder. Ao visitar o local, em 1571, o italiano Giambattista Venturino se surpreendeu com a existência ali de um centro de reprodução de escravos. Segundo ele, eram tratados da ‘mesma forma como manadas de cavalos são na Itália’, com objetivo de obter o maior número possível de crianças cativas, que seriam vendidas em seguida por preços entre trinta e quarenta escudos”. Rodrigo Casarin – UOL Entretê

Negre-se: Manuel Edmilson da Cruz, 30 Matrix indígenas, África Liberdade, Santo Padre José de Anchieta, Cultura da paz?, Bandeirantes Modernos, Te desejo Vida, O que é ser defensor dos direitos humanos, afinal?, Boas Práticas Legislativas

Os heróis anônimos que emprestaram seus corpos à luta pelos direitos civis nos EUA

A luta pelos direitos civis nos Estados Unidos partiu de pessoas comuns, como eu e você. Em 1961, indivíduos de todas as etnias decidiram protestar de forma silenciosa pelo direito dos negros a viajar de ônibus, sentados em qualquer lugar do veículo. Na época, as leis em vigor no sul do país definiam que determinados assentos em ônibus interestaduais só poderiam ser usados por pessoas brancas.

Com base na ideia de desobediência civil e protestos não violentos, surgiu o movimento que ficou conhecido como “freedom riders” ou “viajantes da liberdade”. Pessoas negras e brancas viajavam em grupos, com o objetivo de desrespeitar as leis segregacionistas e permitir que viajantes negros pudessem sentar em qualquer lugar do ônibus.

No conservador estado do Missouri, muitos destes ativistas terminaram presos. Alguns dos veículos em que os protestos ocorreram foram também alvos de ataques realizados pela Ku Klux Klan. Vivimetaliun

O site The Pop History Dig reuniu fotografias destes heróis anônimos ao serem fichados pela polícia e elas são o verdadeiro retrato da luta pelos direitos civis.

Fonte:via Fotos via The Pop History Dig

A grande Rosa Parks sendo presa no Alabama, em 1956, poucos meses após ter se recusado a ceder seu lugar em um ônibus para um passageiro branco – gesto que levou ao boicote dos ônibus pela população negra e tornou-se um marco na luta pelos direitos civis.

Para colocar em perspectiva o racismo no mundo, é importante olhar para trás e perceber há quão pouco tempo a segregação racial era legal, legitima e posta em prática em diversos países – como, por exemplo, nos Estados Unidos. Mesmo passados cem anos do fim da Guerra Civil americana, em 1865, e da abolição da escravidão, nos anos 1960 – ou seja, ontem – o país ainda separava negros de brancos em praticamente toda e qualquer instância social.

Integrantes do grupo racista Ku Klux Klan reúnem-se ao redor de uma cruz em chamas no estado da Geórgia, em 1962

Integrantes do grupo racista Ku Klux Klan reúnem-se ao redor de uma cruz em chamas no estado da Geórgia, em 1962

A própria Suprema Corte dos EUA determinou, no final do século XIX e até meados dos anos 1960, que se as raças permanecessem “separadas, mas iguais”, a segregação racial não seria considerada violação da constituição americana. Somente após muita luta – e muitas prisões, agressões e mortes – através do movimento pelos direitos civis que, em 1964 a Lei dos Direitos Civis e, no ano seguinte, a Lei dos Direitos de Voto garantiram a igualdade racial nos Estados Unidos – ao menos, na letra fria da lei. https://vivimetaliun.wordpress.com/2017/04/26/imagens-de-quando-a-segregacao-racial-era-legal-nos-eua-lembram-a-importancia-de-combater-o-racismo/

As gémeas marotas

“As gémeas marotas” (com grafia da edição de Portugal) apresenta desenhos de personagens em atos sexuais. O livro é assinado pelo pseudônimo Brick Bruna e trata-se de uma paródia pornográfica direcionada a adultos feita a partir da obra do autor holandês Dick Bruna.

“É falsa a informação de que a Procuradoria Geral do Município teria enviado ao Supremo Tribunal Federal imagens do livro “As Gêmeas Marotas”, na Bienal do Livro no Rio. A Prefeitura lamenta que, na ânsia de atacar a atual gestão, parte da imprensa seja usada como ferramenta política.

Reforçamos: trata-se de “fake news”. Bastava ter lido o documento original no site do STF, mas, infelizmente, alguns veículos de imprensa publicaram a informação sem a mínima apuração.

A Prefeitura do Rio reitera que não cometeu nenhum ato de discriminação. Ao contrário, a decisão de verificar o cumprimento do ECA é uma medida a favor do consumidor, que precisa ser informado sobre o produto que lhe está sendo oferecido. Tratar o tema como censura é, sim, uma tentativa de cercear o direito de cada família de decidir quais assuntos devem ser compartilhados com seus filhos.

Por fim, usamos as palavras do apresentador da TV Globo, Flávio Fachel, que, precipitadamente, trocou sua função de jornalista pela de juiz durante o Bom Dia Rio desta manhã, e devolvemos a pergunta: “Foi má-fé ou incompetência?”. Prefeitura do Rio de Janeiro – O Globo

A obra, em nome de um suposto autor holandês chamado Brick Duna, é uma sátira que foi lançada em Portugal em 2012, com tradução de Maria Barbosa.

O livro não é voltado ao público infantojuvenil. É uma sátira das produções infantis do holandês Dick Bruna, morto em 2017, conhecido pelo personagem Miffy, um coelhinho de traços simples. Consultor Jurídico

Observe mais: SUCOS VERDES, VIA LÁCTEA PELO NAVEGADOR, 23ª FEIRA INTERNACIONAL DO COOPERATIVISMO (FEICOOP), 4 SINAIS DE QUE VOCÊ E SUA CARREIRA SÃO IDIOTAS, DENTE DE LEÃO, DOUTOR ESTRANHO, RESERVE™, REPO MAN, APPS QUE CUIDAM DO SEU PET

Mas que dogs


“Onde houver ódio que eu leve amor”


“Ele disse: ‘Mas, mãe, é só um beijo! A minha escola não tem gás há dois dias. Não era isso que o prefeito deveria estar vendo?'”, afirma a Camila Motta, 30 anos, a ideia do cartaz veio do menino, sem nenhuma interferência de adultos. Lola Ferreira – UOL Entretê

Estude mais: PANCADARIA DO Ó, RELATÓRIO FIGUEIREDO, Obrigado Senhor, pela Montanha, Marx escreve uma carta de repúdio ao professor, OS CÃES, 1984!, THE LONE RANGER, MC SOFFIA, Outras caras, A história de sempre?, PRESÍDIOS NO REGIME MILITAR, Cantada de Natal