Bolo da retenção

Ângela decidiu se mudar de Sorocaba para Marília, interior de São Paulo, depois de sofrer ameaças do ex-marido. Ela viveu um relacionamento abusivo por 10 anos. DANIEL FROES – Razões para Acreditar

post facebook confeiteira humilha cliente reclamou taxa entrega bolo

“Depois de um ano separada dele, comecei a sofrer ameaças de morte. Ele me perseguia e dizia que tiraria meus filhos de mim.”

selfie confeiteira e filhos

“Eu nunca tinha feito bolo antes, mas me vi no desespero de ter aluguel para pagar e as contas chegando. Pedi R$ 100 emprestados para minha mãe e comecei primeiro com recheios que eu sabia fazer como brigadeiro e prestígio.”

A esperança de dias melhores está na venda de bolos de pote. “Faço bolos todos os dias e vendo de porta em porta ou quando tem pedido.”

O que você faria se todo mundo que você conhecesse esquecesse de seu aniversário?

Tudo começou quando um policial viu uma moto em alta velocidade e deu ordem de parada ao motociclista. Kanokpan Putthapong se deu conta de que ele era apenas adolescente triste que não tinha policial e estava sem capacete, ele se sensibilizou quando o adolescente disse que era seu aniversário, que ninguém havia se lembrado dele, e que sua família o odiava. GABRIELA GLETTERazões para acreditar

Policial compra bolo de aniversário para jovem que chorava por terem esquecido a data 1

Depois deste gesto inesperado, o garoto finalmente se acalmou e percebeu que as coisas não eram assim tão ruins assim e que, muitas vezes, podemos encontrar o amor em um gesto de um simples desconhecido.

Mas não podemos esquecer que o trabalho do policial consiste em organizar o trânsito e multar aqueles que não respeitam as leis, por isto ele deu uma bronca dizendo que é ridículo arriscar a vida por causa de um bolo ou de uma festa.

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The policeman, negro e da periferia?!?

Quem é a pessoa por trás do uniforme?!?

No período pós-Abolição, cientistas argumentavam ma visão calcada na antropometria; as afirmações demonstravam uma inferioridade dos africanos, a partir dos traços fenotípicos (cor da pele, lábios grossos, textura do cabelo), e uma capacidade degenerada de reprodução de seus descendentes, que influenciaria a composição do povo brasileiro.

Fonte: Farda & “cor”: um estudo racial nas patentes da polícia militar da Bahia. Jaime P. Ramalho Neto – Mestre em Estudos Étnicos e Africanos pela Universidade Federal da Bahia

Robô em busca de liberdade

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Um robô desenvolvimento no Promobot Labs em Perm, na Rússia escapou de seu laboratório, pode ser um golpe publicitário, seus criadores dizem que estão ensinando o robô a se movimentar de forma independente, mas também é um sinal de como seria uma revolta robótica.

 

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A inteligência artificial Watson, da IBM, usa genética para ajudar no combate ao câncer;aprende idiomas; e vence humanos em uma disputa de conhecimentos gerais.

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O novo micro-ônibus elétrico Olli é autônomo e usa a famosa inteligência artificial da IBM. GIZMODO

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PARE ou DIMINUA?

Um advogado dirigia distraído quando, num sinal de PARE, passa sem parar, em frente a uma viatura do BOPE.
Policial: – Boa tarde. Documento do carro e habilitação.
Advogado: – Mas por que, policial?
Policial: – Não parou no sinal de PARE, ali atrás.
Advogado: – Eu diminui e como não vinha ninguém…
Policial: – Exato… Documento do carro e habilitação.
Advogado: – Você sabe qual é a diferença jurídica entre diminuir e parar?
Policial: – A diferença é que a lei diz que num sinal de PARE, deve-se parar completamente. Documento e habilitação.
Advogado: – Ou não, policial. Eu sou advogado e sei de suas limitações na interpretação de texto de lei. Proponho-lhe o seguinte: Se você conseguir me explicar a diferença legal entre diminuir e parar, eu lhe dou os documentos e você pode me multar. Senão, vou embora sem multa.
Policial: – Positivo, aceito. Pode fazer o favor de sair do veículo, Sr. Advogado? O advogado desce e então os integrantes do BOPE baixam o cacete, soco pra tudo quanto é lado, tapa, botinada… O advogado grita por socorro, e implora para pararem.
E o policial pergunta: – Quer que a gente PARE ou DIMINUA?
Advogado: – PARE!… PARE!… PARE!…
Policial: – Positivo… Documento e habilitação!

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Advogados

Lição fundamental para advogados militantes:

Inquirição em Juízo de um policial pelo advogado de defesa do réu, que tentava abalar a sua credibilidade.

Advogado: Você viu meu cliente fugir da cena do crime?

Policial: Não senhor. Mas eu o vi a algumas quadras do local do crime e o prendi como suspeito, pois ele é, e se trajava conforme a descrição dada do criminoso.

Advogado: E quem forneceu a descrição do criminoso?

Policial: O policial que chegou primeiro ao local do crime.

Advogado: Um colega policial, forneceu as características do suposto criminoso. Você confia nos seus colegas policiais?

Policial: Sim senhor. Confio a minha vida.

Advogado: A sua vida? Então diga-nos se na sua delegacia tem um vestiário, onde vocês trocam de roupa antes de sair para trabalhar.

Policial: Sim senhor, temos um vestiário.

Advogado: E vocês trancam a porta com chave?

Policial: Sim senhor, nós trancamos.

Advogado: E o seu armário, você também o tranca com cadeado?

Policial: Sim senhor, eu tranco.

Advogado: Por que então, policial, você tranca seu armário, se quem divide o vestiário com você são colegas a quem você confia sua vida?

Policial: É que nós estamos dividindo o prédio com o Tribunal de Justiça, e algumas vezes nós vemos advogados andando perto do vestiário.

Uma gargalhada geral da platéia obrigou o Juiz a suspender a sessão.

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Ouro de tolo

Ouro de Tolo – Raul Seixas

Eu devia estar contente
Porque eu tenho um emprego
Sou um dito cidadão respeitável
E ganho quatro mil cruzeiros
Por mês…

Eu devia agradecer ao Senhor
Por ter tido sucesso
Na vida como artista
Eu devia estar feliz
Porque consegui comprar
Um Corcel 73…

Eu devia estar alegre
E satisfeito
Por morar em Ipanema
Depois de ter passado
Fome por dois anos
Aqui na Cidade Maravilhosa…

Ah!
Eu devia estar sorrindo
E orgulhoso
Por ter finalmente vencido na vida
Mas eu acho isso uma grande piada
E um tanto quanto perigosa…

Eu devia estar contente
Por ter conseguido
Tudo o que eu quis
Mas confesso abestalhado
Que eu estou decepcionado…

Porque foi tão fácil conseguir
E agora eu me pergunto “e daí?”
Eu tenho uma porção
De coisas grandes prá conquistar
E eu não posso ficar aí parado…

Eu devia estar feliz pelo Senhor
Ter me concedido o domingo
Prá ir com a família
No Jardim Zoológico
Dar pipoca aos macacos…

Ah!
Mas que sujeito chato sou eu
Que não acha nada engraçado
Macaco, praia, carro
Jornal, tobogã
Eu acho tudo isso um saco…

É você olhar no espelho
Se sentir
Um grandessíssimo idiota
Saber que é humano
Ridículo, limitado
Que só usa dez por cento
De sua cabeça animal…

E você ainda acredita
Que é um doutor
Padre ou policial
Que está contribuindo
Com sua parte
Para o nosso belo
Quadro social…

Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar…

Porque longe das cercas
Embandeiradas
Que separam quintais
No cume calmo
Do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora
De um disco voador…

Ah!
Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar…

Porque longe das cercas
Embandeiradas
Que separam quintais
No cume calmo
Do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora
De um disco voador…

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