Caso Para-Sar, o Atentado ao Gasômetro

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Caso Para-Sar, também conhecido como Atentado ao Gasômetro, diz respeito a um plano arquitetado em 1968 pelo brigadeiro João Paulo Burnier para desacreditar os terroristas de esquerda oposicionistas ao regime militar que então governava o Brasil. Consistia em empregar o esquadrão de resgate Para-Sar na detonação de explosivos em diversas vias públicas do Rio de Janeiro, atentados esses com potencial para provocar milhares de mortes e que seriam atribuídos a movimentos de esquerda. Na fase secundária da missão, o clima de caos proporcionado pelas tragédias seria usado para encobrir o sequestro e assassinato de quarenta figurões da política brasileira, entre eles Carlos Lacerda, Jânio Quadros e Juscelino Kubitschek.
O plano acabou abortado após a denúncia do oficial do Para-Sar Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho, que se recusou a cumprir as ordens de Burnier e levou o caso a seus superiores. Na sindicância resultante aberta pelo brigadeiro Itamar Rocha, 37 testemunhas comprovam a acusação. Burnier, no entanto, negou ter planejado o crime, sendo absolvido após o processo chegar aos gabinentes do ministério da Aeronáutica e da presidência da República. Itamar e Sérgio, por sua vez, acabaram afastados dos quadros da Aeronáutica. Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Symphony Of Destruction

Symphony Of Destruction – Megadeth

You take a mortal man,
And put him in control
Watch him become a god,
Watch peoples heads a’roll
A’roll…

(Chorus)
Just like the Pied Piper
Led rats through the streets
Dance like marionettes,
Swaying to the Symphony…
Of Destruction

Acting like a robot,
Its metal brain corrodes
You try to take its pulse,
Before the head explodes
Explodes…

(Chorus)
Just like the Pied Piper
Led rats through the streets
Dance like marionettes,
Swaying to the Symphony…

Just like the Pied Piper
Led rats through the streets
Dance like marionettes,
Swaying to the Symphony…
Swaying to the Symphony…
Of Destruction

Solo – Marty

The earth starts to rumble
World powers fall
A’warring for the heavens,
A peaceful man stands tall
Tall…

(Chorus)
Just like the Pied Piper
Led rats through the streets
Dance like marionettes,
Swaying to the Symphony…
Swaying to the Symphony…
Of Destruction

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Legalize Já

Legalize Já – Planet Hemp

(Riff Principal)
Digo foda-se as leis e todas regras
Eu não me agrego a nenhuma delas
Me chamam de marginal só por fumar minha erva
Porque isso tanto os interessa
Já está provado cientificamente
O verdadeiro poder , que ela age sobre a mente
Querem nos limitar de ir mais além
É muito fácil criticar sem se informar
Se informe antes de falar e legalize ganja

(Refrão)
Legalize já, legalize já
Porque uma erva natural não pode te prejudicar

(Riff Principal)
O álcool mata bancado pelo código penal
Onde quem fuma maconha é que é marginal
E por que não legalizar ? e por que não legalizar ?
Estão ganhando dinheiro e vendo o povo se matar
Tendo que viver escondido no submundo
Tratado como pilantra, safado, vagabundo
Só por fumar uma erva fumada em todo mundo
É mais que seguro proibir que é um absurdo
Aí provoca um tráfico que te mata em um segundo
A polícia de um lado e o usuário do outro
Eles vivem numa boa e o povo no esgoto
E se diga não às drogas, mas saiba o que está dizendo
Eles põe campanha na tevê e por trás vão te fudendo
Este é o planet hemp alertando pro chegado
Pra você tomar cuidado com os porcos fardados
Não falo por falar eu procuro me informar
É por isso que eu digo legalize ganja
São dez mil anos de uso
sem se quer uma morte
Se me chamar de otario
fala se se fode
PlanetHemp-Usuario-620

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Os sentidos da política – problemas e perspectivas

Invenção do Contemporâneo – Os sentidos da política – problemas e perspectivas, com Marco Aurélio Nogueira

Em uma época de transformações profundas e aceleradas como a nossa, em que a política perde algumas de suas referências tradicionais e adquire outras novas, em que grupos, classes e instituições parecem não mais estruturar e agregar os indivíduos, ainda é possível falar em militância política? O militante, entendido como alguém que se dispõe ao engajamento disciplinado em causas de longo prazo, ou, ainda mais, ao estabelecimento de vínculos estáveis com partidos e associações, já não se mostra mais como um personagem dos dias atuais. No entanto, a exigência de militância permanece, a impulsionar ética e politicamente os cidadãos. Ela acompanha os sinais do tempo: investe mais na “política-vida” que na “política-poder”, faz-se sem entregas incondicionais e sem invadir espaços individuais, privilegia agendas amplas e usa intensivamente as tecnologias de informação e comunicação.

Precisamos assimilar o novo patamar da militância política, que revela muito das sociedades em que vivemos e do modo como passamos a fazer política.

“Acreditamos saber que existe uma saída, mas não sabemos onde está. Não havendo ninguém do lado de fora que nos possa indicá-la, devemos procurá-la por nós mesmos. O que o labirinto ensina não é onde está a saída, mas quais são os caminhos que não levam a lugar algum”. NORBERTO BOBBIO

Veja também: Viabilidade???, Problemas sociais, Medo?, O analfabeto político, Carta da Terra, Na trave!, Impostômetro, Por que estamos nas ruas, Remédio que cura qualquer doença, Foi o Dr. Delegado Que Disse

Vinte centavos

Pra quem não entendeu ainda: os vinte centavos, um por um:

00,01 – a corrupção
00,02 – a impunidade
00,03 – a violência urbana
00,04 – a ameaça da volta da inflação
00,05 – a quantidade de impostos que pagamos sem ter nada em troca
00,06 – o baixo salário dos professores e médicos do estado
00,07 – o alto salário dos políticos
00,08 – a falta de uma oposição ao governo
00,09 – a falta de vergonha na cara dos governantes
00,10 – as nossas escolas e a falta de educação
00,11 – os nossos hospitais e a falta de um sistema de saúde digno
00,12 – as nossas estradas e a ineficiência do transporte público
00,13 – a prática da troca de votos por cargos públicos nos centros de poder que causa distorções
00,14 – a troca de votos da população menos esclarecida por pequenas melhorias públicas (pagas com dinheiro público) que coloca sempre os mesmos nomes no poder
00,15 – políticos condenados pela justiça ainda na ativa
00,16 – os mensaleiros terem sido julgados, condenados e ainda estarem livres
00,17 – partidos que parecem quadrilhas
00,18 – o preço dos estádios para a copa do mundo, o superfaturamento e a má qualidade das obras públicas
00,19 – a mídia tendenciosa e vendida
00,20 – a percepção que não somos representados pelos nossos governantes

Se precisarem tenho outros vinte centavos aqui, é só pedir.

Veja também: Comida de gente, Individualidade fugaz, Mosquitos vinho na foto, Ai meu Deus!, Não Foi Acidente, Casas de Mediação, Inside Job, Pra quem não entendeu ainda os vinte centavos, Jô Soares explica um por um

Feliz dia do índio!!!

O Silêncio

Nós os índios, conhecemos o silêncio. Não temos medo dele. Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras.
Nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio e eles nos transmitiram esse conhecimento.
“Observa, escuta, e logo atua”, nos diziam. Esta é a maneira correta de viver.
Observa os animais para ver como cuidam se seus filhotes.
Observa os anciões para ver como se comportam.
Observa o homem branco para ver o que querem.
Sempre observa primeiro, com o coração e a mente quietos, e então aprenderás. Quanto tiveres observado o suficiente, então poderás atuar.
Com vocês, brancos, é o contrário. Vocês aprendem falando. Dão prêmios às crianças que falam mais na escola.
Em suas festas, todos tratam de falar.
No trabalho estão sempre tendo reuniões nas quais todos interrompem a todos, e todos falam cinco, dez, cem vezes. E chamam isso de “resolver um problema”.
Quando estão numa habitação e há silêncio, ficam nervosos. Precisam preencher o espaço com sons. Então, falam compulsivamente, mesmo antes de saber o que vão dizer.
Vocês gostam de discutir. Nem sequer permitem que o outro termine uma frase. Sempre interrompem. Para nós isso é muito desrespeitoso e muito estúpido, inclusive.
Se começas a falar, eu não vou te interromper. Te escutarei. Talvez deixe de escutá-lo se não gostar do que estás dizendo. Mas não vou interromper-te. Quando terminares, tomarei minha decisão sobre o que disseste,mas não te direi se não estou de acordo, a menos que seja importante. Do contrário, simplesmente ficarei calado e me afastarei. Terás dito o que preciso saber. Não há mais nada a dizer.
Mas isso não é suficiente para a maioria de vocês.
Deveríamos pensar nas suas palavras como se fossem sementes.
Deveriam plantá-las, e permiti-las crescer em silêncio.
Nossos ancestrais nos ensinaram que a terra está sempre nos falando,
e que devemos ficar em silêncio para escutá-la.
Existem muitas vozes além das nossas. Muitas vozes. Só vamos escutá-las em silêncio.

(Kent Nerburn)

Desperte o índio que vive em você…

Veja também: Índias, Trator, Meio o quê?, Ferramentas de destruição em massa., Plante uma árvore, Dicas de uma árvore, Bandeirantes Modernos, A casa dos outros, O povo da caixa, 22 de todos os dias, Território, Catastrofe natural?, Halloween Saci!

De Quem é a Culpa?

De Quem é a Culpa? – Filosofia Reggae

De quem é a culpa, da miséria do nosso brasil
De quem é a culpa, da favela na beira dos rios
De quem é a culpa, desse salário vergonhoso
Ninguém se preocupa, com a vida do nosso povo
Não posso ficar parado, vendo tudo acontecer
Presidentes e deputados, abusando de seu poder
Estenda-se levante, não tente tapar o sol com a peneira
Acorde meu amigo, não seja uma vítima do sistema
De quem é a culpa, da miséria do nosso brasil
De quem é a culpa, da favela na beira dos rios
De quem é a culpa, desse salário vergonhoso
Ninguém se preocupa, com a vida do nosso povo

Veja também: Cantar, A culpa é de quem!, De quem é o poder?, Cabeças de bagre, Quem é o povo?, Que País É Esse?, Coleta seletiva de lixo, Saudação ao Sol, Somos todos doadores, Inside Job, Comida esperta, Comida de gente, Flubs! – Seu Portal do Reggae