Moro, nem tanto.

DE ALMA LAVADA

por Francisco Costa

Terminou agorinha mesmo um interessante debate, no Senado, sobre a Lei Anticorrupção e de Abuso de Autoridade.

Na mesa, o Juiz Federal Silvio Rocha; Gilmar Mendes, Ministro do STF e Presidente do TSE; Renan Calheiros, presidente do Senado; Roberto Requião, Senador, relator do PL sobre o assunto e o Juiz Federal Sérgio Fernando Moro, do Paraná.

Silvio Rocha, progressista, muito preocupado com o abuso de autoridade nos bairros pobres.

Se eu não conhecesse o histórico de Gilmar Mendes, a sua biografia e os seus feitos golpistas, diria que é de esquerda, tal as posições externadas, muito pelas diferenças que tem com Moro.

Renan Calheiros, embora conservador, corrupto e oportunista, nesta questão em pauta, tem posição progressista, até por advocacia própria.

Roberto Requião, sem comentários, um corajoso e independente Senador.

E Moro… Coitado.

Espertamente, pela ordem, Renan deu a palavra, primeiro, ao Silvio, depois ao Gilmar, que sentaram o cacete em Moro, vermelho como camarão na sauna.

Passada a palavra ao Führer de Curitiba, o sujeito não tinha o que dizer, com todo o seu arrazoado desmontado pelos dois que o antecederam.

Seguiu-se Requião, que sentou a porrada no autoritarismo, no abuso de autoridade, chegando a dizer que era fascismo.

Abriu-se para os debates, para as perguntas, e pensando que Moro iria passear, como faz em Curitiba, o primeiro que estava inscrito era o seu amigo pessoal Álvaro Dias, sem condições de defendê-lo, limitando-se a pedir mo adiamento da votação do PL.

Caiado tentou balbuciar qualquer coisa antipetista, mas só conseguiu também pedir o adiamento da votação do PL.

O momento alto ficou por conta de Lindbergh Farias, que cobrou, um a um, os abusos de autoridade cometidos contra Lula, com dados: circunstâncias, horários, depoimentos de juristas (citou até Rui Barbosa), despachos pesados de instâncias superiores contra Moro, em outros processos, inclusive de Gilmar, o chamando de irresponsável e dono da justiça, culminando com a afirmação “o senhor cita muito os Estados Unidos. O senhor consegue imaginar um juiz de primeira instância, lá do Texas (fez cara de pouco caso, sacaneando Curitiba, no sentido de poder político) gravando uma conversa telefônica entre Bill Clinton e Obama? O senhor gravou conversas da dona Marisa com os filhos, com a nora, conversas íntimas, de família, e jogou na mídia. Isto não é abuso de autoridade, covardia? O senhor gravou telefonemas entre advogados e clientes, o que é inadmissível em qualquer país do mundo. O Presidente Lula vive da sua imagem internacional, que o senhor conspurcou e não provou nada. Como compensar isso, como indenizar isso?”… Com Moro cabisbaixo, mais vermelho que a camisa do Internacional (houve um momento em que pensei que ele fosse chorar).

Para lacrar, Renan devolveu a palavra a Gilmar, que contou um encontro seu com um amigo, um dos maiores juristas do mundo, português, que se mostrou surpreendido com a legislação brasileira, que permite o vazamento de telefonemas grampeados e depoimentos que ocorrem em segredo de justiça, com Gilmar respondendo a ele: “a legislação não permite isso. Isso é coisa de um juiz brasileiro.”

Devolvida a palavra a Moro, mais constrangido que virgem na noite de núpcias, peladinha, ele alegou que “tudo isso é uma questão de interpretação da lei, não se pode punir um juiz por questão de interpretação da lei”.

Seguiu-se o Senador Humberto Costa: “se está escrito que a prisão preventiva é de dez dias, o juiz pode até transformar esses dez dias em horas, mas somando-se todas as horas o resultado será dez dias, não é uma questão de interpretação mas de cumprimento puro e simples. Se a lei diz que a condução coercitiva só pode se dar quando um intimado não comparece diante do juiz, sem um motivo relevante, é a mesma coisa, questão de cumprimento, não de interpretação. Isso é abuso de autoridade”, e Moro com carinha de fundo de bacia, mais vermelho que absorvente usado.

Terminado o debate, Moro ficou isolado, de pé, sem saber o que fazer, desnorteado, até que Requião coraçãozão foi até ele, apertou-lhe a mão e o levou para fora do recinto.

Em quase meio século de magistério nunca dei um esporro tão bonito num aluno safado.

Estou com a alma lavada.

Francisco Costa
Rio, 01/12/2016. 
BLOG DO ESMAEL

O texto do abuso de autoridade, que tramita na Casa, prevê endurecimento as punições aplicadas a juízes, promotores e delegados que vierem a cometer algum tipo de excesso. Setores ligados a juízes e a integrantes do Ministério Público veem na medida uma forma de coibir investigações como a Lava Jato.

“Emendas da meia-noite, que não permitem avaliação por parte da sociedade, que não permitem debate da sociedade, não são apropriadas tratando de temas tão sensíveis”, disse Moro. Bernardo Caram, G1, Brasília

moro

HAVERÁ SEMPRE UM FANFARRÃO DE PLANTÃO

Diante do inferno econômico do Ribamar, o jurássico Sarney, Collor declarou que acabaria com a inflação com um tiro só, e o que veio a seguir… Toda a munição do paiol gasta, em vão, tornando-se balas perdidas, que encontraram o povo.
Veio FHC, contemporâneo de Sarney na arca de Noé, logo depois do Gênesis e, apoiado no Plano Real, do Itamar topete, afirmou que acabaria com a miséria tupiniquim ainda no primeiro mandato, quase conseguindo, com a maioria dos miseráveis morrendo de inanição e ódio, logo substituídos por mais miseráveis, decaídos da classe mérdia, aquela das camisetas da CBF e que só agora descobriu quem vai pagar o pato, entre cabos de panelas e vaselina.
Pintou um Paraíba roufenho, baixinho, comedor de buchada de bode e, contrariando os teóricos das soturnas elucubrações da Globo, trilhou caminho oposto ao da fanfarronice, surpreendendo os organismos internacionais, vendo a republiqueta bananeira ascendendo no concerto dos bem sucedidos: de décima sexta economia desse combalido planeta, saltou para oitava, em apenas oito anos, multiplicando por cinco o PIB, trazendo a taxa de desemprego ao patamar mínimo da nossa história, com o mercado consumidor bombando, os comedores de buchada de bode experimentando bacalhau e alcatra, trocando as havaianas por Nike e Adidas, levando as barrigudinhas proles para a rede particular de ensino…
E foi buscar numa Maria Bonita contemporânea, guerrilheira de direito porque não disse sim, e de fato, porque se impôs, para complementar o trabalho de redenção, que nada tem a ver com rendição, coisa da direita masturbadora dos americanos.
Mas eis, que saído das trevas do anonimato, mais um contemporâneo de Sarna e Cardoso, ex cavalheiro nas Cruzadas e juiz na Santa Inquisição, quando os pastores da época, de batina mas com a mesma maldade, assou os ímpios, hereges, putas, bibas, comunistas e conscientes da época, comendo-os com as batatas coradas da covardia.
Só superou o roufenho companheiro no nanismo: não é que o Rei Mesóclise mal chega a um metro de altura, quando fica nas pontas dos pés?
Depois da partilha de ricos jetons golpistas e doações de cargos públicos, nos balcões do que chamam parlamento, um lamento, afirmou que destruiria o estrago feito pelos dois antecessores em seis meses, instaurando o pleno emprego, o consumismo anterior e restaurando o crescimento carente de Viagra, garrafada, ovos de codorna e chás de ervas preparados por Vovó Macambira, a Preta Velha que baixa no terreiro do Jaburu, deitado eternamente em cueca esplêndida.
Passaram-se os seis meses e o salva vidas em poças d’água pediu mais seis meses, e o que seria gestação de porca virou gestação de vaca.
Veio o outubro rosa, o novembro azul, chegamos no dezembro laranja e o vermelho que é bom não chega nunca, com o sola de sapato de cobra pedindo mais um ano e aí nem gestação de elefanta ou baleia, uma eternidade, culpa do outro baixinho, o do nordeste, responsável pela inflação, a corrupção, a depressão, o desemprego, o descarrego, os eclipses solares e a tábua das marés, e veio a situação salvadora: PEC-55, por PEC entendendo-se Projeto de Extorsão Compulsória.
Assim congele-se a porra toda por 20 anos, para dar tempo de todo mundo morrer e a miséria acabar, o que não basta, devendo se fazer acompanhar da Reforma da Previdência, retirando do sistema os escravos improdutivos: aposentados, pensionistas viúvas de ex trabalhadores, débeis mentais, mutilados… Essas máquinas avariadas ou gastas pelo tempo, a serem jogadas nos depósitos de sucata ou do lixo, esquecidos.
Mas não basta, há que ser feita a reforma trabalhista, acabando com o décimo terceiro salário, com essa mania de gastança no natal, povo esbanjador; com o auxílio natalidade, na hora de comer saladinha de beijinhos com orgasmos não lembram das conseqüências, depois vêm procurar o governo. Quem pariu Mateus… Não o Garotinho, o Anthony Mateus, porque esse é ungido pelo Senhor, da falange de Malafaia e Feliciano, santos homens, embora haja controvérsias, não em relação ao adjetivo, mas ao substantivo, e aqui os coxinhas não vão entender, pensam que gramática é alguma característica ligada à grama, acepipe de suas refeições principais, e assim será porque está escrito: “a mil chegarás, de dois mil não passarás”, somando-se já mil novecentos e noventa e sete na delação da Odebrecht, só faltando três porque os irmãos Marinho estão escondidos.
A esperança é que, mais dura que pau de tarado, sem nenhum no bolso e nada no estômago, a escumalha acorde e volte para a Paulista, agora para derrubar o anão sem alma, causando-lhe prejuízo menor, já que baixinho, com a bunda perto do chão, se machucará pouco.

Pirócales Cirineu – Analista político, traumatologista e compositor gospel. Rio, 01 de dezembro, dia primeiro da contagem regressiva para o ano que vem, quando a merda vai feder mais, de 2016.

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O país da piada pronta!

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Ditadura da propaganda

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Luis Nassif

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Lincoln Gordon escreveu ainda ao Departamento de Estado de seu país que o sigilo da fonte era essencial, ou seja, era para manter segredo sobre o interlocutor tanto do embaixador quanto do general: Roberto Marinho. Apocalipse News

Enxergue mais: O pai da propaganda, Jesus Negão, 3º opção, A verdade pode estar no ovo, Carnaval é Perfeição!, Makota Valdina, A Copa do Pinheirinho, A culpa é sua!, Vergonha na lama, I Have a Dream, Que País É Esse?, DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, FIFA World Cup 2014 – THE REAL BRAZIL, Minha Alma (A Paz Que Eu Nao Quero), Juan dos Mortos

Vitórias e Conquistas

Vitórias e Conquistas – Raizion

Eu não preciso te seguir pra saber
como inúteis ainda tentam te guiar
por classes sociais que ainda tentam se alinhar
O destino que eles fazem ordenará mais uma luta
um motivo a mais pra desbancar o fraco, pra desbancar o fraco

Eu & Eu orarei pelas vidas pobres
e que Sião ainda possa nos salvar
Não temas mal algum por que Jah Jah está contigo
Jah Jah está contigo

Se for pra te esperar, eu espero
Se for pra te ensinar, eu ensino
Mas se for prejudicar, eu critico

Suas vitórias, suas conquistas
a minha fé ainda garante que um dia
teremos nossa vez, teremos nossa vez
Espero que o amor possa te conduzir
Espero que o amor possa te conduzir

Eu & Eu orarei pelas vidas pobres
e que Sião ainda possa nos salvar
Não temas mal algum por que Jah Jah está contigo
Jah Jah está contigo

Se for pra te esperar, eu espero
Se for pra te ensinar, eu ensino
Mas se for prejudicar, eu critico

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A guerra do vintém

A guerra do vintém

Exploradas por militantes republicanos, manifestações contra taxa sobre transporte urbano tumultuam capital do Império e deixam mortos e feridos pelas ruas.
José Murilo de Carvalho

No dia 28 de dezembro de 1879, a capital do Império viu algo inédito desde 1863, quando o Brasil rompeu relações com a Inglaterra por conta da Questão Christie: a multidão protestando na rua. A manifestação aconteceu no campo de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, em frente ao palácio imperial. Cerca de cinco mil pessoas, lideradas por um militante republicano, o médico e jornalista Lopes Trovão, reuniram-se para entregar a d. Pedro II uma petição solicitando a revogação de uma taxa de 20 réis, um vintém, sobre o transporte urbano, ou seja, bondes puxados a burro. O vintém era moeda de cobre, a de menor valor da época. A polícia não permitiu que a multidão se aproximasse do palácio. Enquanto os manifestantes se retiravam, o imperador mandou dizer que receberia uma comissão para negociar.
(…)
O novo imposto e a taxa atingiram diretamente duas categorias, os funcionários públicos e os usuários de bondes. Em 1870, a capital tinha 192 mil habitantes na área urbana, dos quais 11 mil funcionários públicos, entre civis, militares e eclesiásticos, já que naquela época o catolicismo era a religião oficial do Estado. Havia quatro grandes companhias de ferro-carris urbanos, ou de bondes, como ficaram conhecidos: a Botanical Garden Co., que cobria a zona sul, saindo da rua Gonçalves Dias, a Cia. de São Cristóvão, concentrada na zona norte, com ponto final no Largo de São Francisco, a Ferro-carril de Vila Isabel, que partia da Praça Tiradentes, e a Cia. de Carris Urbanos, que atendia ao centro, incluindo a zona portuária.
(…)
Desse clima de insatisfação, tiraram vantagem os agitadores republicanos. Ao que parece, na demonstração de São Cristóvão estavam presentes, sobretudo, pessoas de melhor situação social, certamente muitos funcionários públicos. Na do dia 1º, teria entrado em ação a massa dos usuários mais pobres, acrescida da tropa barra-pesada do centro e da zona portuária. Não por acaso, os líderes do movimento perderam o controle da multidão nesse dia.

Embora legal, a taxa do vintém era profundamente impolítica, como se dizia na época. O ministro fora alertado para as possíveis reações. Mas Afonso Celso era tão competente quanto teimoso. Pagou por isso alto preço em 1880, como pagaria em 1889, por ocasião da proclamação da República. A reação da polícia foi infeliz em 28 de dezembro, ao não negociar a audiência com o imperador, e imprudente em 1º de janeiro. A do Exército, simplesmente desastrada.
(…)
Mas a revolta não foi republicana, afirmaram seus próprios líderes. Muitos interesses feridos nela se fundiram, de grandes e de políticos, de gente miúda e de simples cidadãos. Uma grande explosão social, detonada por um pobre vintém.

José Murilo de Carvalho é professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), membro da Academia Brasileira de Letras, do IHGB e da Academia Brasileira de Ciências e autor de D. Pedro II: ser ou não ser. São Paulo: Cia. das Letras, 2007.

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35 verdades ditas sobre o Brasil, pelos olhos de um Turista

Alguns turistas, após visitarem, querem comentar sobre a viagem com outras pessoas em seu país origem. Essa lista mostra 35 “verdades” que são bem populares, entre várias que falam lá fora: (Uhull)

1. No Brasil, ninguém nunca chega na hora certa, se você marcar as 18:00 com alguém, pode ter certeza que ele vai chegar lá pelas sete e meia e vai culpar o trânsito. A novela das 7 começa as 8 e das oito começa as 9, tudo sempre começa com no mínimo 10-15 minutos de atraso.
2. Ninguém paga em dinheiro, quase todo mundo prefere usar cartões de crédito e de débito. Mas se você decidir pagar em dinheiro, esteja preparado para o fato de que nunca têm troco e vai ficar sem alguns centavos ou/e receberá em balas.
3. Os moradores da maior cidade do país, São Paulo, gastam ao menos 2 a 3 horas em um trânsito horrível e alguns tem mais de um carro para burlar o rodízio de placas.

4. Os brasileiros adoram usar um chinelo de borracha chamado Havaianas. Mesmo em restaurantes caros e boates podem ser encontrados nos pés das pessoas.
5. O guaraná (um refrigerante local feito do fruto do guaraná da Amazônia) é mais popular que e Coca-Cola.
6. O cumprimento “Como está você?” deve ser sempre respondido com “Tudo bem, e você?”, mesmo se o dia não estiver sendo nada bom. Por pior que seja só responda: “Beleza!”.
7. Você não vai encontrar macacos nas ruas brasileiras, como na maior parte do mundo eles podem ser somente vistos em zoológicos.
8. As ruas são muito perigosas, por isso nunca se arrisque a andar em becos escuros. Nem deixe as crianças caminharem sozinhas nas calçadas.
9. Todos, mesmo os muito pobres, sempre tem alguém em casa que faz a faxina e prepara as refeições.
10. Nas casas é muito difícil encontrar um tapete no chão e papel de parede nas paredes. Tapetes nas paredes, é claro, mais difícil ainda.
11. A alimentação diária do brasileiro não é muito variada: arroz, batata frita, feijão cozido, salada e carne assada duas vezes por dia todos os dias.
12. Nas ruas de todas as cidades sempre encontramos um monte de mendigos e vagabundos, inclusive de jovens saudáveis que não sentem nenhuma vergonha de praticar ato tão vergonhoso.
13. Os brasileiros são pessoas muito falantes, alegres e sociáveis; falam pelos cotovelos com qualquer um, inclusive desconhecidos, em lojas e transportes públicos, com ou sem motivo aparente.
14. Os brasileiros adoram cerveja e cachaça (vodka de cana-de-açúcar).
15. Os preços de todos os produtos importados no Brasil é de 2 a 3 vezes maior do que em todos os outros países, um verdadeiro roubo, porque o governo cobra entre 70% – 100% sobre todas as mercadorias importadas.
16. O Brasil ainda tem 10% de pessoas que não sabem ler e escrever, e cerca de 30% da população são analfabetos funcionais (não conseguem entender a informação que leem).
17. Os brasileiros gostam de tomar café a qualquer hora do dia e da noite, até mesmo crianças pequenas podem beber o café desde a mais tenra idade.
18. Todos os doces no Brasil, são 2 ou 3 vezes mais doces que aqueles que estamos acostumados.
19. As atividades favoritas do brasileiro padrão são: assistir o futebol com os amigos, tomando cerveja; churrasco no domingo regado a muita cerveja; sol e praia com mais um monte de cerveja.

20. O feriado mais importantes do ano é o Natal. Ano novo não é particularmente acentuado.
21. A maioria dos brasileiros são católicos, cerca de 70% da população, vão a missa uma vez por semana para falar mal da vida uns dos outros.
22. O café da manhã tradicional brasileiro é o pão com manteiga ou com uma fatia de queijo e presunto e uma xícara de café ou café com leite.
23. Os brasileiros não gostam muito de carne de porco, não por causa de crenças religiosas, mas porque erroneamente acham que é pesada, difícil de digerir e que pode causar algum tipo de doença.
24. No sul do Brasil, há uma espécie de colônia europeia de loiros de olhos azuis. Nem todos os brasileiros tem cabelos escuros e pele bronzeada ou escura.
25. A parte mais cobiçada do corpo feminino no Brasil é a bunda. Quanto maior, melhor.
26. Por causa dos preços elevados, mesmo para produtos de primeira necessidade, alguns brasileiros fazem compras com cartão de crédito em parcelas de 2-3 vezes. É muito comum o parcelamento em lojas de departamento que vendem produtos em 6 a 12 vezes.
27. Falar inglês no Brasil não ajuda em nada, muitas vezes até atrapalha.
28. Os brasileiros são verdadeiros patriotas que amam seu país maravilhoso abençoado por Deus e bonito por natureza. Camisetas verdes e amarelas e bandeiras do Brasil sempre fazem parte do guarda-roupa de todo brasileiro.
29. A maioria absoluta dos casais têm filhos, uma média de dois por casamento.
30. Apesar do grande número de pessoas pobres, problemas sociais, políticos corruptos; os brasileiros são uma das nações mais felizes do planeta.
31. Durante o carnaval o país inteiro festeja. O carnaval é um feriado nacional.
32. A maior colônia japonesa fora do Japão está em São Paulo (Bairro da Liberdade).
33. Os brasileiros são muito temperamentais e ciumentos. Muito ciumentos mesmo, portanto cuidado ao flertar com mulheres acompanhadas!
34. Os brasileiros são muito ligados às suas famílias e continuam mantendo relações muito fortes com familiares, mesmo distantes (tios, tias, primos e irmãos).
35. As brasileiras são realmente gostosas.

Veja também: BBB por Antonio Barreto, The Matrix Norris, Brasileiro Reclama De Quê?, Quem paga o Carnaval!, Incêndio, apenas 4° andar é salvo., Vida inteligente.