COSChavo

COSPOBRE – Parafernalha

“Nunca pude imaginar que meus programas e minhas obras chegariam a ser conhecidos em todo o território de meu país… Menos ainda em todo o continente americano! E também na Europa, na Ásia e na África! Por que tudo isso aconteceu? Essa é uma pergunta que somente o público seria capaz de responder. Público ao qual desejo expressar minha infinita gratidão! Também agradeço aos demais personagens, que contribuíram para que eu jamais me distanciasse de meu propósito fundamental: divertir sem causar danos às pessoas, sem distinção de idade, sexo, raça ou nacionalidade.” Roberto Gómez Bolaños  – Wikipédia, a enciclopédia livre.

Porta dos Fundos apresenta o ‘Chaves Proibidão’ – Programa do Porchat

Observe mais: “TA, TA, TA”: RUBÉN AGUIRRELUMINESCE™LES MUTINS DE PANGÉERESERVE™EU TE DISSE, EU TE DISSE., NAARA BEAUTY DRINK!!!EL CHAVO DEL OCHO, INSTANTLY AGELESS ™“ELI, ELI, LAMÁ SABACTÂNI”VIDACELL®HALLOWEEN SACI!YES OU SISTEMA DE MELHORAMENTO DA JUVENTUDE, Casas de MediaçãoSHEPPARD

POBRE É “SUB-RAÇA”

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Uma marcante entrevista pela já falecida TV Manchete em que diversos entrevistados dizem coisas absurdas sobre as pessoas “indesejadas” que utilizavam praia. Prêmio Top Blog 2015

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A reportagem do BuzzFeed Brasil procurou Angela Moss, ela é advogada, mestre em filosofia e já foi professora.

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Enxergue mais: ARENAPERDIDO NA TRADUCÃOFOI O DR. DELEGADO QUE DISSEMAKOTA VALDINARELATÓRIO FIGUEIREDOSALÁRIO JUSTO?AVALIAÇÃO QUÍMICAPENA DE MORTEO PIB DA PIBREBELDIA

PENA DE MORTE

PENA DE MORTE – BEZERRA DA SILVA

Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome
Quando o colarinho branco
Mete o rifle sem dó nos cofres da nação
O senhor não condena ele a morte
E também não lhe chama de ladrão
Nesta hora a justiça enxerga doutor,
E protege o marajá
E se por acaso ele for condenado
Tem direito a prisão domiciliar
Pra quê pena de morte?
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Erradíssimo!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome
Olha aí eu não estou lhe entendendo, doutor,
Onde é que o senhor quer chegar
Foi direito a prisão domiciliar quem deu a vida a seus filhos
Somente ele é quem pode tirar
Vê se toma um chá de “simancol”
E colabore com o meu Brasil novo
Ao invés da pena de morte
Faça uma lei pra ter pena do povo
Pra quê pena de morte?
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome
Olha aí quando o colarinho branco
Mete o rifle sem dó nos cofres da nação
O senhor não condena ele a morte
E também não lhe chama de ladrão
Nesta hora a justiça enxerga doutor,
E protege o marajá
E se por acaso ele for condenado
Tem direito a prisão domiciliar
Pra quê pena de morte?
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Muito erradíssimo!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome
Olha aí eu não estou lhe entendendo, doutor,
Onde é que o senhor quer chegar
Foi Deus quem deu a vida a seus filhos
Somente ele é quem pode tirar
Vê se toma um chá de “simancol”
E colabore com o meu Brasil novo
Ao invés da pena de morte
Faça uma lei pra ter pena do povo
Pra quê pena de morte?
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Incontestavelmente erradíssimo!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome É!
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome
Não vota não, não vota não!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Simbora gente!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome
Absolutamente certíssimo, certíssimo!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Tá erradíssimo!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome

Veja também: Candidato Caô Caô, Eu sou o meu Deus., PÁTRIA MADRASTA VIL, O Coxinha – uma análise sociológica, Casas de Mediação, A história de sempre?, Carta de um policial nos protestos de São Paulo, Carlos Marighella, Vitórias e Conquistas, Um país (d)e(s)ngraçado

Brasil de bandidos

O juiz Ronaldo Tovani, 31 anos, substituto da comarca de Varginha, ex-promotor de justiça, concedeu liberdade provisória a um sujeito preso em flagrante por ter furtado duas galinhas e ter perguntado ao delegado: ‘desde quando furto é crime neste Brasil de bandidos?’ O magistrado lavrou então sua sentença em versos:

*No dia cinco de outubro*
*Do ano ainda fluente*
*Em Carmo da Cachoeira*
*Terra de boa gente*
*Ocorreu um fato inédito*
*Que me deixou descontente.*

*O jovem Alceu da Costa*
*Conhecido por ‘Rolinha’*
*Aproveitando a madrugada*
*Resolveu sair da linha*
*Subtraindo de outrem*
*Duas saborosas galinhas.*

*Apanhando um saco plástico*
*Que ali mesmo encontrou*
*O agente muito esperto*
*Escondeu o que furtou*
*Deixando o local do crime*
*Da maneira como entrou.*

*O senhor Gabriel Osório*
*Homem de muito tato*
*Notando que havia sido*
*A vítima do grave ato*
*Procurou a autoridade*
*Para relatar-lhe o fato.*

*Ante a notícia do crime*
*A polícia diligente*
*Tomou as dores de Osório*
*E formou seu contingente*
*Um cabo e dois soldados*
*E quem sabe até um tenente.*

*Assim é que o aparato*
*Da Polícia Militar*
*Atendendo a ordem expressa*
*Do Delegado titular*
*Não pensou em outra coisa*
*Senão em capturar.*

*E depois de algum trabalho*
*O larápio foi encontrado*
*Num bar foi capturado*
*Não esboçou reação*
*Sendo conduzido então*
*À frente do Delegado.*
*Perguntado pelo furto*
*Que havia cometido*
*Respondeu Alceu da Costa*
*Bastante extrovertido*
*Desde quando furto é crime*
*Neste Brasil de bandidos?*

*Ante tão forte argumento*
*Calou-se o delegado*
*Mas por dever do seu cargo*
*O flagrante foi lavrado*
*Recolhendo à cadeia*
*Aquele pobre coitado.**
*
*E hoje passado um mês*
*De ocorrida a prisão*
*Chega-me às mãos o inquérito*
*Que me parte o coração*
*Solto ou deixo preso*
*Esse mísero ladrão?*

*Soltá-lo é decisão*
*Que a nossa lei refuta*
*Pois todos sabem que a lei*
*É prá pobre, preto e puta…*
*Por isso peço a Deus*
*Que norteie minha conduta.*

*É muito justa a lição*
*Do pai destas Alterosas.*
*Não deve ficar na prisão*
*Quem furtou duas penosas,*
*Se lá também não estão presos*
*Pessoas bem mais charmosas.*

*Afinal não é tão grave*
*Aquilo que Alceu fez*
*Pois nunca foi do governo*
*Nem seqüestrou o Martinez*
*E muito menos do gás*
*Participou alguma vez.*

*Desta forma é que concedo*
*A esse homem da simplória*
*Com base no CPP*
*Liberdade provisória*
*Para que volte para casa*
*E passe a viver na glória.*

*Se virar homem honesto*
*E sair dessa sua trilha*
*Permaneça em Cachoeira*
*Ao lado de sua família*
*Devendo, se ao contrário,*
*Mudar-se para Brasília.*

Um juiz arretado!

Veja também: Brasileiro Reclama De Quê?, Justiça em trânsito, Estrito cumprimento do dever, Saramago, Quem é o povo?, De Quem é a Culpa?, Água mata?, O de Otário, O Combate a Corrupção nas Prefeituras do Brasil, PÁTRIA MADRASTA VIL, Orçamento doméstico

Feliz Natal (A Guerra Acabou)

HAPPY CHRISTMAS (WAR IS OVER) – JOHN LENNON – LYRICS
Happy Xmas

So this is Christmas
And what have you done
Another year over
And a new one just begun
Ans so this is Christmas
I hope you have fun
The near and the dear one
The old and the young

A very merry Christmas
And a happy New Year
Let’s hope it’s a good one
Without any fear
And so this is Christmas
For weak and for strong
For rich and the poor ones
The world is so wrong
And so happy Christmas
For black and for white
For yellow and red ones
Let’s stop all the fight
A very merry Christmas
And a happy New Year
Let’s hope it’s a good one
Without any fear
And so this is Christmas
And what have we done
Another year over
And a new one just begun
Ans so this is Christmas
I hope you have fun
The near and the dear one
The old and the young
A very merry Christmas
And a happy New Year
Let’s hope it’s a good one
Without any fear
War is over over
If you want it
War is over
Now…

Veja também: Que País É Esse?, Bandeirantes Modernos, Cifras Club, Dailymotion, É Natal!, Carta da Terra, Omissão., Homem e o diabo, Minha Alma (A Paz Que Eu Nao Quero), Efeito Borboleta, Piada sem sabor!, Symphony Of Destruction Megadeth, Medo?