O mito da caverna

significado de mito da caverna
Família assistindo TV
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Mito da caverna é uma expressão. Mito é um substantivo masculino e flexão do verbo mitar (na 1ª pessoa do singular do Presente do Indicativo), cuja origem vem do Grego mythós, que quer dizer “discurso, mensagem, palavra, assunto, lenda, invenção, relato imaginário”. Abstracta

Caverna é um substantivo feminino, com origem no Latim cavus, que significa “vazio, com material retirado”.

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A inteligência emocional em 15 frases

  1. “Quando eu digo controlar emoções, me refiro às emoções realmente estressantes e incapacitantes. Sentir as emoções é o que torna a nossa vida rica”. Daniel Goleman.

Nossas emoções moldam nosso caráter, nossa maneira de ser e como os outros nos veem.

  1. “Todo aprendizado tem uma base emocional”. Platão.

Não existe um único momento em nosso dia a dia em que estejamos livres de emoções, ainda que não saibamos identificá-las. Tudo o que aprendemos em nossa vida está, em parte, determinado pelo nosso estado emocional de base e sua origem.

  1. “Não existe correlação entre QI e empatia emocional. Eles são controlados por diferentes partes do cérebro”. Daniel Goleman.

Não existe relação direta entre o que entendemos por inteligência acadêmica e inteligência emocional. Uma pessoa pode ser altamente inteligente e se destacar na escola, mas, no entanto, não se destacar em sua vida pessoal.

15 frases que nos ajudarão com a inteligência emocional
Imagens cortesia de nuvolanevicata e Alta Oosthuizen
  1. “A confiança, como a arte, nunca tem todas as respostas, mas está aberta a todas as perguntas”. Earl Gray Stevens.

Somente fazendo as melhores perguntas podemos obter as melhores respostas. Isso é determinado com base em nossa consciência sobre o que pensamos, dizemos e fazemos na frente dos outros e de nós mesmos.

  1. “Quem não compreende um olhar, tampouco entenderá uma longa explicação”. Provérbio Árabe.

Esta frase é uma das melhores definições de empatia que existem. Sabemos que a empatia é um dos principais pilares da inteligência emocional. Sentir-se como os outros se sentem e saber como usar isso é tão importante quanto o autoconhecimento.

  1. “As emoções são contagiosas. Todos sabemos disso por experiência. Depois de um bom café com um amigo, você se sente bem. Quando encontra um balconista rude em uma loja, se sente mal”. Daniel Goleman.

Podemos neutralizar nossos sentidos, mas não somos capazes de escapar de nossos sentimentos e emoções. Façamos o que façamos nos sentiremos bem ou mal em diferentes graus, atendendo aos diferentes níveis de um mesmo estado contínuo.

  1. “O cérebro emocional responde a um evento mais rapidamente do que o cérebro pensante”. Daniel Goleman.

E isso é porque, como disse Blaise Pascal: “O coração tem razões que a própria razão desconhece”.

  1. “Não esqueçamos que as pequenas emoções são as grandes capitãs de nossas vidas, e as respeitamos sem perceber”. Vincent Van Gogh.

Sentir e entender porque, como, onde, quando e o que podemos fazer é a única maneira de conduzirmos nossas vidas sem o prejuízo que as emoções podem nos causar.

  1. “Cuide de suas próprias emoções e nunca as subestime”. Robert Henri.

As emoções são armas poderosas que podemos usar a nosso favor ou contra nós.

  1. “Esteja ciente de que, neste momento, você está criando. Você está criando seu próximo momento com base no que sente e pensa. Isso é o que é real”. Doc Childre.

Na verdade, nossa realidade atual é baseada em cada segundo que passa e caminha diante de nós, moldando o nosso futuro.

  1. “Use a dor como uma pedra em seu caminho, não como uma área para acampar”. Alan Cohen.

Esvazie o seu interior de ausências presentes, recolha a pedra e leve-a até a próxima estação para que saiba que é capaz de avançar. Para expressar isso mais claramente: até um pé na bunda é capaz de nos empurrar para frente.

  1. “É importante compreender que a inteligência emocional não é o oposto de inteligência, não é o triunfo do coração sobre a cabeça, é a interseção de ambas”. David Caruso.

A verdade é que o coração nos diz o que precisa ser feito, mas a razão nos diz o que devemos evitar e nos ajuda a entender. Manter o coração e a razão trabalhando juntos deve ser nossa maior aspiração.

  1. “A diferença essencial entre a emoção e a razão é que a emoção leva à ação, enquanto razão leva a conclusões”. Donald Calne.

Sentimentos nos ajudam a avançar conforme desenvolvemos uma melhor forma de interagir com eles. Assim, conhecer a nós mesmos em ambos os aspectos nos encoraja a sermos mais eficazes ao tomar decisões e ao direcionarmos as nossas vidas.

  1. “Como seres humanos, todos queremos ser felizes e livres da miséria, todos aprendemos que a chave para a felicidade é a paz interior. Os maiores obstáculos à paz interior são as emoções perturbadoras como raiva, o apego, o medo e a desconfiança, enquanto o amor e a compaixão são as fontes de paz e felicidade”. Dalai Lama.

Há emoções saudáveis ​​e não saudáveis, ​ que nos capacitam e que não nos capacitam. Devemos dar as boas-vindas à alegria, a tristeza, a surpresa e ao tédio, enquanto devemos evitar a ira, a vingança, o ódio e a depressão.

  1. “A verdadeira compaixão não significa apenas sentir a dor de outra pessoa, mas ser motivado a eliminá-la”. Daniel Goleman.

O nosso coração não permite a opção dos outros se sentirem mal. Na medida do possível devemos tentar evitar todo o sofrimento dos quais tivermos conhecimento. A mente é maravilhosa

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Waldschule für kränkliche Kinder

Em 1904, surgia nas proximidades de Berlim a primeira escola ao ar livre do mundo. A Waldschule für kränkliche Kinder havia sido criada por Walter Spickendorff em conjunto com o pediatra Bernhard Bendix e o inspetor escolar Hermann Neufert, com o objetivo de atender crianças com tuberculose latente. Ainda no início do século 20, a ideia viria a se transformar em um movimento que se espalhou pela Europa e pelos Estados Unidos. Hypeness

O objetivo dessas instituições era permitir que as crianças continuassem estudando em um ambiente com menos chances de transmissão da tuberculose. Normalmente, as escolas ofereciam “salas” ao ar livre, longe de grandes centros urbanos. Algumas delas tinham paredes, enquanto outras ficavam em plena floresta.

Em comum, as escolas ofereciam áreas ao ar livre em ambientes rurais, geralmente próximos a florestas, adotavam rotinas de exercícios físicos e dietas controladas, além de oferecer revisões médicas regularmente.

Escola ao ar livre na França. Foto: CC BY-SA 4.0Thomas BRENAC

À medida que antibióticos foram se tornando mais acessíveis, a tuberculose passou a ser uma doença controlada. Ela ainda existe e, segundo a Agência Brasil, se encontra entre as 10 principais causas de morte no mundo.

No Brasil, são registrados cerca de 200 novos casos por dia. Um dos principais problemas relacionados à tuberculose no país é o abandono do tratamento, que tem uma duração de cerca de seis meses e está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Graças à melhoria das condições para tratar da doença, as escolas ao ar livre foram pouco a pouco se tornando obsoletas, mas podem voltar a inspirar arquitetos e educadores a encontrar uma solução que permita retomar o ensino com mais segurança em um mundo pós-Coronavírus.

Acreditamos no poder da INSPIRAÇÃO. Uma boa fotografia, uma grande história, uma mega iniciativa ou mesmo uma pequena invenção. Todas elas podem transformar o seu jeito de enxergar o mundo. Redação Hypeness

““Quem não quer aprender a Física observando o trânsito, lançando um foguete de plástico? Aprender Ciências e Geografia dentro de uma piscina? Aprender sobre diferentes culturas com brincadeiras temáticas no pátio? Aprender sobre sustentabilidade em um bosque?” (…) “A aprendizagem é um processo complexo: cada um de nós faz novas e diferentes conexões a cada momento. Levar os alunos para fora da sala de aula permite ampliar as possibilidades dessas conexões”, questiona Hannyni Mesquita, gestora de Educação Infantil do Colégio Positivo. ” Gazeta do Povo

“Os benefícios da aprendizagem ao ar livre foram analisados em um estudo pioneiro realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a pesquisa, aulas em contato direto com a natureza, oferecem um contraponto à vida urbana e ajudam a desenvolver nos estudantes habilidades como trabalho em grupo e autonomia, que levam a uma maior capacidade ética e moral. “

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“Os benefícios da aprendizagem ao ar livre foram analisados em um estudo pioneiro realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a pesquisa, aulas em contato direto com a natureza, oferecem um contraponto à vida urbana e ajudam a desenvolver nos estudantes habilidades como trabalho em grupo e autonomia, que levam a uma maior capacidade ética e moral. Um estudo realizado pela pesquisadora Amanda Lloyd, do centro de pesquisa em educação da Western Sydney University, indica que as habilidades desenvolvidas em ambiente externo permanecem com os estudantes e melhoram seu desempenho durante toda a vida acadêmica.

“A educação ao ar livre provê múltiplas oportunidades de tarefas cooperativas entre seus alunos”, aponta o estudo. “Na medida em que a vida nos grandes centros urbanos, por diferentes razões, restringe o acesso do jovem às áreas naturais, a educação pela experiência que se dá em tais locais ganha relevância para o desenvolvimento de indivíduos atentos às questões éticas.”

A educação ao ar livre, por meio de cursos no formato expedição, ainda acontece de forma tímida no Brasil. Entende-se por cursos no formato expedição, experiências educacionais contínuas, de múltiplos dias, em que alunos e instrutores se aventuram em um trajeto em área remota na natureza, de forma autossuficiente. Culturamix.com

A educação ao ar livre potencializa a apropriação de um largo conjunto de experiências que enriquecem o currículo. Sair da sala de aula para desenvolver todo um conjunto de atividades liga os alunos ao seu meio ambiente, à sua comunidade, à sociedade em geral e a eles próprios. A riqueza das experiências vividas que a educação ao ar livre proporciona pode ser relevante na aquisição de conhecimentos, na compreensão dos fenômenos estudados e no desenvolvimento das mais diversas habilidades. O governo escocês aposta decididamente nesta via e disponibiliza on-line todo um conjunto de informações bem interessantes.

Outro aspecto decorrente das experiências vividas nos cursos de educação ao ar livre, segundo relatos dos alunos adolescentes, dos alunos adultos e dos educadores, está na oportunidade de adquirir conhecimento sobre si mesmo. As experiências que abordam disciplina, esforço, superação e coragem também permitem que a pessoa se conheça melhor. Além das menções diretas ao autoconhecimento, reconhecimento dos próprios limites e sobre a autopercepção dos pontos fracos e fortes.

O método de educação ao ar livre foi o grande legado do Filósofo Sócrates, que vivia de maneira humilde, percorrendo descalço as ruas de Atenas. Tornou-se o filósofo por excelência, “amigo do saber”. Passou a ensinar em praça pública, sem cobrar pelos seus ensinamentos, ao contrário do que faziam os sofistas. Seu método consistia em fazer perguntas que conduziam o discípulo à descoberta da verdade.

Sócrates reformulou a filosofia grega, fazendo com que a busca de conhecimento, antes centrada no estudo da natureza, passasse a ocupar-se do homem e das suas ações. Tudo isso se deu de maneira espontânea, nas ruas, percorrendo os bosques, as praças, os rios. O intuito dele era fazer com que as pessoas pensassem e que, através da observação do mundo, fossem capazes de fazer sua própria analise de tudo.

Apesar de nunca ter escrito uma obra, a atividade filosófica de Sócrates está documentada nos livros do também filósofo grego Platão, que foi um dos seus discípulos. Os célebres diálogos de Platão incluem o “Êutifron”, o “Critão”, o “Fédon” e “Um Banquete”. Em todos eles, Sócrates aparece como personagem.

Acreditávamos na tecnologia como vetor saudável para solucionar problemas humanos que também poderiam distrair as crianças sem deixá-las dependentes, ledo engano. Para elas, a tecnologia não é nada emancipatória. Se para nós já é difícil desconectar, imaginem para a meninada. A tecnologia, infelizmente, tem um viés altamente alienante e abusivo quando se refere às crianças, São como ímãs do mal, visto que os motores de recomendação tendem a se ativar e vão chover vídeos similares nas telinhas. Maria Inês Vasconcelos – O Debate

Subir em árvores passou a ser tão improvável como escalar o Everest. O mundo está cheio de novas metáforas, e foi decretado o fim do quintal. Os novos hábitos das crianças digitais nos mostra que estamos perdidos num mundo tecnológico, onde o algoritmo e o dinheiro fazem a tecnologia se tornar paradoxal. Rousseau dizia que “o único hábito que se deve permitir a uma criança é o de não adquirir nenhum”.

escolaarlivre

O contato com a natureza melhora todos os marcos mais importantes de uma infância saudável – imunidade, memória, sono, capacidade de aprendizado, sociabilidade, capacidade física – e contribuiu significativamente para o bem estar integral das crianças e jovens. As evidências apontam que os benefícios são mútuos: assim como as crianças e adolescentes precisam da natureza, a natureza precisa das crianças e jovens. (Programa Criança e Natureza e Sociedade Brasileira de Pediatria, 2019) – Criança e Natureza

Diversos fatores são responsáveis pelo contexto de confinamento ao qual todos estamos sujeitos: dinâmica familiar, planejamento urbano, mobilidade, uso de eletrônicos, consumismo, desenvolvimento econômico, desigualdade social, insegurança, violência, conservação da natureza e educação. Trata-se de um cenário complexo, cujos fatores estão inter-relacionados e que variam de intensidade, dependendo da condição socioeconômica e da realidade específica de cada um. Assim, os impactos do confinamento e da falta de contato com natureza e ambientes saudáveis são mais agudos e presentes nas cidades e bairros densamente     habitados e de alta vulnerabilidade social, onde as condições para uma vida saudável e plena estão ameaçadas. Esse cenário vem se agravando nos últimos anos e é particularmente crítico quando se trata da infância e da adolescência, com indicadores que se destacam em diversos setores. Laís Fleury (Instituto Alana) e Luciana Rodrigues Silva (SBP)

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Poesia mística em Kabir, Rumi e Tagore 2018

“A poesia é a expressão, pela

linguagem humana elevada ao seu ritmo essencial,

do sentido misterioso da existência;

ela dota, assim,

de autoridade a nossa vida,

e constitui a única tareja espiritual.” S. Mallarmé

“O terceiro tipo de possessão e loucura é o das Musas,

(…) Se um homem chega à porta da poesia

intocado pela loucura das Musas,

acreditando que apenas a técnica fará dele um bom poeta,

ele e suas composições jamais atigem a perfeição,

mas são completamente eclipsadas

pelo desempenho do louco inspirado.” Platão, Fedro

Palestra foi ministrada pela professora LÚCIA HELENA GALVÃO, na Livraria Cultura em Brasília, por ocasião da Semana da Filosofia em 2017.

O Dia Mundial da Filosofia, estabelecido pela UNESCO, é celebrado todos os anos por NOVA ACRÓPOLE, com várias apresentações e instalações filosóficas, em todo o Brasil.

Nova Acrópole é uma organização filosófica presente em mais de 50 países desde 1957, e tem por objetivo desenvolver em cada ser humano aquilo que tem de melhor, por meio da Filosofia, da Cultura e do Voluntariado.

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Poetize-se: IMAGINAÇÃO: o poder de criação do homem, Convite à Filosofia, O Dia em que a Terra Parou, Poema, poesia e soneto, Te desejo Vida, Índio? No Brazil? Nunca existiu?!?, Dia mundial da Água, da vida e do planeta!!!, Nave Mãe humana, Dia do músico, Um ladrão no espelho!!!, Ascese, de Nikos Kazantzákis, AS BABUCHAS DE ABU KASEM

ESCOLA DO LEGISLATIVO, ESCOLA DE DEMOCRACIA

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A ABEL, Associação Brasileira das Escolas do Legislativo e de Contas é uma sociedade civil e sem fins lucrativos que congrega Escolas, Centros de Treinamento, Institutos de Estudos e Pesquisa e entidades afins vinculadas ao Poder Legislativo brasileiro, nos níveis federal, estadual e municipal, incluindo-se também neste universo as Escolas dos Tribunais de Contas.

As Escolas devem ter o tamanho do Legislativo, com a realidade orçamentária existente. Portanto é possível criar uma Escola com pouquíssima verba, ou quase nenhuma verba. Toda Câmara Municipal deveria ter sua Escola do Legislativo. É possível. Roberto Lamari – Fenalegis

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Os textos do filósofo Platão serão utilizados em cursos gratuitos sobre formação política e cidadania em São Paulo. Ivy Farias, do PRO LEGISLATIVO

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O Instituto do Legislativo Paulista – ILP -, criado pela resolução nº 821/2001 da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo – ALESP -, tem por missão “Produzir, agregar e disseminar conhecimento, contribuindo para o aperfeiçoamento do Poder Legislativo e da democracia no Estado de São Paulo”.

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“O Poder Legislativo Municipal no Brasil – papel institucional, desafios e perspectivas” é uma publicação do Programa Interlegis/ILB em parceria com a Associação Brasileira das Escolas do Legislativo e de Contas (ABEL), com o objetivo de auxiliar vereadores no desempenho de sua função e os cidadãos sobre seus direitos, entre eles, o de acesso à informação. Letícia Almeida Borges

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