Iemanjá

Iemanjá

“Iemanjá é dona de rara beleza e, como tal, mulher caprichosa e de apetites extravagantes.

Certa vez saiu de sua morada nas profundezas do mar e veio à terra em busca do prazer da carne. Encontrou um pescador jovem e bonito e o levou para seu líquido leito de amor.

Seus corpos conheceram todas as delícias do encontro, mas o pescador era apenas um humano e morreu afogado nos braços da amante.

Quando amanheceu, Iemanjá devolveu o corpo à praia. E assim acontece sempre, toda noite, quando Iemanjá Conlá se encanta com pescadores que saem em seus barcos e jangadas para trabalhar.

Ela leva o escolhido para o fundo do mar e se deixa possuir e depois o traz de novo, sem vida, para a areia.

As noivas e as esposas correm cedo para a praia esperando pela volta de seus homens que foram para o mar, implorando a Iemanjá que os deixe voltar vivos.

Elas levam para o mar muitos presentes, flores, espelhos, perfumes, para que Iemanjá mande sempre muitos peixes e deixe viver os pescadores.

Elas levam para o mar muitos presentes, flores, espelhos e perfumes, para que Iemanjá mande sempre muitos peixes e deixe viver os pescadores.”
Reginaldo PrandiALO ALO BAHIA 

Mitologia da Rainha: Iemanjá afoga seus amantes no mar

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Michael Aboya

O fotógrafo nigeriano Michael Aboya recebeu um dos maiores prêmios da fotografia mundial, o ‘Agora Awards’. , ele ganhou a categoria de ‘Melhor Foto do Ano‘.

A foto de Aboya mostra três crianças ganesas, em Accra, capital do país africano, de punho erguido, enquanto uma delas toca um violino. Vivimetalium

Michael Aboya é um dos principais fotógrafos africanos. Autodidata, ele tem como foco o seu próprio povo e as imagens do lugar onde vive. O título da foto, ‘Songs of Freedom‘, é inspirado na canção ‘Redemption Song’, do cantor jamaicano Bob Marley. As crianças retratadas na imagem são filhos de pescadores do bairro de Labadi, parte costeira de Accra.

Aboya tem 24 anos. Nigeriano, vive em Gana há 9 anos. Fez cursos de programação, mas sempre foi apaixonado pela fotografia. Há 4 anos, juntou dinheiro e começou a fotografar, e isso virou sua grande paixão. Depois de muito trabalho, ele ganhou um dos maiores prêmios possíveis em sua área profissional.

“Eu acredito que quando negros e indígenas contam suas próprias histórias, elas conseguem apresentar o seu país e seu continente de maneira nova para o mundo, mostrando o amor, a paz e a harmonia, e mostrando o lado positivo um pouquinho mais à mostra, deixando a negatividade pra trás. Eu criei essa imagem para enfatizar o fato de que nós temos o poder de nos libertar de qualquer tipo de prisão mental, física, espiritual ou emocional”, afirmou Aboya ao Bored Panda.

Octavi Royo, presidente do ‘Agora Awards’, comentou a imagem.

‘Canções de liberdade’ é uma foto impactante, com fortes contrastes e composição inteligente. é uma melodia que soa como a conquista de um futuro que mostra intelectualidade, pacifismo, esforço e dignidade. É uma imagem cheia de símbolos que indicam que a África está acordada e será protagonista de um futuro cheio de esperança. Para mim, essa foto é um manifesto visual de uma realidade presente, e simultaneamente, uma mensagem digna e otimista para o futuro.”

Fotos: © Michael Aboya fonte:via

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Peixinho!!!

Após séculos de pesca em águas superficiais o esgotamento dos recursos conduziu a indústria a águas profundas, podendo atingir até 2.000 metros e embarcar até 14.000 toneladas de pescado
Com suas redes e placas metálicas é possível pescar em 20 minutos até 60 toneladas de peixes.
pescapredatoria
Os cientistas estão alarmados, porque após cerca de 20 anos de pesca em águas profundas, os recursos caíram drasticamente.
Os ambientalistas comparam a pesca profunda com a mineração
Os navios capturam tudo, sem exceção, deixando um rastro de destruição no ecosistema
Veja o vídeo explicativo: http://zip.net/bhkVcW
O navio da foto tem 9.500 toneladas e 143 metros de comprimento é um dos maiores pesqueiros do mundo. No passado foi acusado pela Greenpeace de sobre-explorar os recursos pesqueiros na costa Oeste de África. “Onde este navio foi destruiu os estoques de peixes e o meio de subsistência dos pescadores”, disse Nathaniel Pelle, da campanha Oceanos do Greenpeace.
Juntos fazemos a diferença!
Vamos que vamos!
Por um mundo mais consciente, inteligente e responsável

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Curupira

O termo Curupira é justificado por Curu como sendo abreviatura de curumi, menino e Pira, corpo. Assim, Curupira pode ser entendido como “aquele que tem corpo de menino”. No lendário indígena amazônico o Curupira apresenta-se como um moleque de aproximadamente sete anos, com o corpo coberto de longos pêlos e tendo os pés virados para trás.

Um deus nativo das selvas, um protetor das florestas, castiga impiedosamente aquele que caça por prazer, que mata as fêmeas prenhes e os filhotes indefesos. Entretanto, ampara caçadores e pescadores, que têm na caça ou na pesca seus únicos recursos alimentares, ou que abate um animal por verdadeira necessidade. (J Coelho)

Curupira ou currupira é uma figura do folclore brasileiro, citado por José de Anchieta em 1560. Ele protege a floresta e os animais, espantando os caçadores que não respeitam as leis da natureza, isto é, que não respeitam o período de procriação e amamentação dos animais e que também caçam além do necessário para a sua sobrevivência e lenhadores que fazem derrubada de árvores de forma predatória. (Wikipédia)

O curupira é descrito como um menino de estatura baixa, cabelos cor de fogo e pés com calcanhares para frente que confundem os caçadores, dizem que o curupira gosta de sentar nas sombras das mangueiras e se deliciar com os frutos. Para proteger os animais, o curupira usa mil artimanhas, procurando sempre iludir e confundir os caçadores, utilizando gritos, assobios e gemidos, fazendo com que o caçador pense que está atrás de um animal e vá atrás do Curupira, e este faz com que o caçador se perca na floresta. (Brasil Escola)

De acordo com a lenda, ele costuma também levar crianças pequenas para morar com ele nas matas. Após encantar as crianças e ensinar os segredos da floresta, devolve os jovens para a família, após sete anos. (Sua Pesquisa)

Entidades análogas são conhecidas como Caapora ou Caipora, no Nordeste do Brasil e Espírito Santo; Kilaino, entre os bacaeris do Mato Grosso; Maguare, na Venezuela; Selvaje, na Colômbia; Chudiachaque, no Peru; e Kaná, na Bolívia. (Fantastipedia)

Índios e Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas, os índios já conheciam desde a época do descobrimento, para os Índios Guaranis ele é o Demômio da Floresta. Às vezes é visto montando um Porco do Mato. É um anão de Cabelos Vermelhos com Pelo e Dentes verdes, muito poderoso, forte e é impossível capturá-lo. (Liliana R.)

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