CONSTELAÇÕES INDÍGENAS

“Para nós, o sol e a lua são irmãos gêmeos que deram origem de tudo. É o princípio de tudo, assim temos que conhecer a origem, que é o mito do sol e da lua”, comenta Kerexu Yxapyry (Eunice Antunes), líder indígena da etnia Mbiá Guarani, que vive no Sul do país. Leyberson Pedrosa – EBC

A observação do céu esteve na base do conhecimento de todas as sociedades antigas, pois elas foram profundamente influenciadas pela confiante precisão do desdobramento cíclico de certos fenômenos celestes, tais como o dia-noite, as fases da Lua e as estações do ano. O indígena brasileiro também percebeu que as atividades de pesca, caça, coleta e lavoura obedecem a flutuações sazonais. Assim, ele procurou entender essas flutuações cíclicas e utilizou-as, principalmente, para a sua subsistência. Germano Bruno Afonso

A Etnoastronomia nos ensina que existem tantos seres no céu quanto os povos humanos podem observar, cada cultura tem um modo único de olhar o céu. JOSEANE PEREIRA – Aventuras na Historia

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A observação do céu noturno e a utilização dos astros como forma de orientação no tempo e no espaço são partes dos conhecimentos de diversas civilizações do mundo inteiro. Povos como os Indígenas Guarani e os Aborígenes Australianos já utilizavam as estrelas para projetarem constelações e a associarem à passagem do tempo, épocas de plantio e colheita, períodos de chuvas e estiagem, calor e frio ou mesmo a mal presságios. Espaço Ciência

A visão indígena do Universo deve ser considerada no contexto dos seus valores culturais e conhecimentos ambientais. Esse conhecimento local se refere às praticas e representações que são mantidas e desenvolvidas por povos com longo tempo de interação com o meio natural. O conjunto de entendimentos, interpretações e significados
faz parte de uma complexidade cultural que envolve linguagem, sistemas de nomes e classificação, utilização de recursos naturais, rituais e espiritualidade.


Em 1612, o missionário capuchinho francês Claude d’Abbeville passou quatro meses com os Tupinambá do Maranhão, perto da Linha do Equador. No seu livro “Histoire de la Mission de Pères Capucins en l’Isle de Maragnan et terres circonvoisins”, publicado em Paris, em 1614, considerado uma das mais importantes fontes da etnografia dos Tupi, ele registrou o nome de cerca de 30 estrelas e constelações conhecidas pelos índios da ilha. Infelizmente, ele identificou apenas algumas delas.

Abaixo, listaremos algumas constelações indígenas que estão visíveis no céu. Você pode instalar algum aplicativo em seu celular para observar melhor. Algumas sugestões são o SkyMap, Star Walk 2, SkyView,  SkySafari e Stellarium. Depois compartilhe conosco o que você conseguiu observar, por meio de fotos, desenhos e descrições. Confira as constelações:

Via Láctea indios

Tapi’i rapé – Via Láctea

Tapi’i rapé significa Caminho da Anta, e era assim que os índios brasileiros conheciam os braços da Via Láctea. Seu nome (Caminho da Anta) pode até soar estranho, mas a Via Láctea, que é a maneira que conhecemos, também tem sua estranheza, afinal significa Caminho do Leite. De qualquer forma, tanto a cultura grega quanto a indígena sul-americana viam os braços da nossa Galáxia como caminhos (de alguma coisa). Para os povos indígenas, a Via Láctea também representa a morada dos deuses. Galeria do Meteorito

A Constelação do Veado ou Cervo do Pantanal – Guaxu (guarani)

A constelação do Veado é conhecida principalmente pelas etnias de índios brasileiros que habitam na região sul do Brasil, tendo em vista que para as etnias da região norte ela fica muito próxima da linha do horizonte.


Na segunda quinzena de março, o Veado surge ao anoitecer, no lado Leste, indica uma estação de transição entre o calor e o frio para os índios do sul do Brasil e entre a chuva e a seca para os índios do norte do Brasil.

Quando aparece totalmente no céu, anuncia a chegada do Equinócio de Outono no Hemisfério Sul, uma estação de transição entre o calor e o frio. Esse evento marca o Tempo Velho, que vai do início do outono até o início da primavera, para os índios Guarani.

A constelação do Veado fica na região do céu limitada pelas constelações ocidentais Vela (Vela) e Crux (Cruzeiro do Sul). Ela é formada utilizando, também, estrelas da constelação Carina (Carina) e Centaurus (Centauro).

Se você olhar na direção Sul, a partir das 18h, vai conseguir enxergar algumas estrelas que compõem esta constelação, que inclui algumas das que formam o que nós conhecemos como Cruzeiro do Sul e a Falsa Cruz, composta por estrelas das constelações Carina e Vela.

A Constelação do Homem Velho – Tuivaé (tupi) – Tuya’i (guarani)

Em relação à constelação do Homem Velho, d’Abbeville relatou: “Tuivaé, Homem Velho, é como chamam outra constelação formada de muitas estrelas, semelhante a um homem velho pegando um bastão”.


Na segunda quinzena de dezembro, quando o Homem Velho (Tuya, em guarani) surge totalmente ao anoitecer, no lado Leste, indica o início do verão para os índios do sul do Brasil e o início da estação chuvosa para os índios do norte do Brasil.


A constelação do Homem Velho é formada pelas constelações ocidentais Taurus e Orion.
Conta o mito que essa constelação representa um homem cuja esposa estava interessada no seu irmão. Para ficar com o cunhado, a esposa matou o marido, cortando-lhe a perna. Os deuses ficaram com pena do marido e o transformaram em uma constelação.


A constelação do Homem Velho contém três outras constelações indígenas, cujos nomes em guarani são: Eixu (as Pleiades), Tapi’i rainhykã (as Hyades, incluindo Aldebaran) e Joykexo (O Cinturão de Orion).


Eixu significa ninho de abelhas. Essa constelação marca o início de ano, quando surge pela primeira vez no lado oeste, antes do nascer do Sol (nascer helíaco das Plêiades), na primeira quinzena de junho. Segundo d’Abbeville, os Tupinambá conheciam muito bem o aglomerado estelar das Plêiades e o denominavam Eixu (Vespeiro). Quando elas apareciam afirmavam que as chuvas iam chegar, como chegavam, efetivamente, poucos dias depois. Como a constelação Eixu aparecia alguns dias antes das chuvas e desaparecia no fim
para tornar a reaparecer em igual época, eles reconheciam perfeitamente o intervalo de tempo decorrido de um ano a outro.


Tapi’i rainhykã significa a queixada da anta e anunciava que as chuvas estavam chegando, para os Tupinambá. Joykexo representa uma linda mulher, símbolo da fertilidade, servindo como orientação geográfica, pois essa constelação nasce no ponto cardeal leste e se põe no ponto cardeal oeste. Joykexo também representa o caminho dos mortos.

Na primeira quinzena de dezembro, quando ela surge totalmente no céu, anuncia a chegada do solstício de Verão. Este evento marca o meio do Tempo Novo para os índios Guarani. 

Para encontrar a parte desta constelação que estará visível, olhe na direção Noroeste a partir das 18h. Fazem parte dela estrelas das constelações ocidentais de Órion e Touro.

A Constelação da EmaLandutim (tupi) – Guirá Nhandu (guarani).

Em relação à constelação da Ema, d’Abbeville relatou: “Os Tupinambá conhecem uma constelação denominada Iandutim, ou Avestruz Branca, formada de estrelas muito grandes e brilhantes, algumas das quais representam um bico. Dizem os maranhenses que ela procura devorar duas outras estrelas que lhes estão juntas e às quais denominam uirá-upiá”. Ele chamou de Avestruz Branca a constelação da Ema, no entanto, a avestruz
(Struthio Camelus Australis) não é uma ave brasileira. A ema parece com a
avestruz, mas é menor e de família diferente.


Na segunda quinzena de junho, quando a Ema (Guirá Nhandu, em guarani) surge totalmente ao anoitecer, no lado leste, indica o início do inverno para os índios do sul do Brasil e o início da estação seca para os índios do norte do Brasil.

Quando ela surge totalmente no céu, anuncia a chegada do solstício de inverno. Esse evento marca o meio do Tempo Velho para os índios Guarani.

Para encontrar algumas estrelas que compõem essa constelação, basta olhar para a direção Sudeste a partir das 19h.  Fazem parte da constelação da Ema alguns astros que integram as constelações ocidentais do Cruzeiro do Sul e do Escorpião.

A Constelação da Anta do NorteTapi’i (guarani)

A constelação da Anta do Norte é conhecida principalmente pelas etnias de índios brasileiros que habitam na região norte do Brasil, tendo em vista que para as etnias da região sul ela fica muito próxima da linha do horizonte. Ela fica totalmente na Via Láctea, que participa muito nas definições de seu contorno, fornecendo uma imagem impressionante dessa constelação. Existem outras constelações representando uma Anta (Tapi’i, em guarani) na Via Láctea, por isso chamamos essa constelação de Anta do Norte. A Via Láctea é chamada de Caminho da Anta devido, principalmente, à constelação da Anta do Norte.


Na segunda quinzena de setembro, a Anta do Norte surge ao anoitecer, no lado Leste, indica uma estação de transição entre o frio e calor para os índios do sul do Brasil e entre a seca e a chuva para os índios do norte do Brasil.

A Constelação da Queixada da Anta – Tapi’i Rainhykã (tupi)

constelação de Tapi’i Rainhykã, que significa Queixada da Anta também simbolizava o início das chuvas para os tupinambás, no norte do país. Ela ocupa o espaço no firmamento que conhecemos como Hyades.

A Constelação da CobraMboi / Mboi Tatá (tupi)

A constelação que conhecemos como Scorpius é vista como uma cobra pelos índios, e é chamada de Mboi (cobra em guarani) ou Mboi Tatá (Cobra de fogo), popularmente conhecida como Boi Tatá (que por sua vez não tem nada a ver com boi), e sua cabeça começa com a estrela Antares.

Mboi Tatá é uma cobra de fogo de olhos brilhantes, que devora os olhos dos outros animais para que os seus se tornem cada vez mais reluzentes. Assim como Ema, Mboi também simbolizava o início do inverno e da estação seca.

A Constelação do Vespeiro – PlêiadesEixu (guarani)

Eixu significa “ninho de abelhas” ou “vespeiro” em guarani, e marca o início do ano, quando surge pela primeira vez no lado leste, antes do nascer do Sol (nascer helíaco das Plêiades). na primeira quinzena de junho. Segundo d”Abbeville, os índios conheciam muito bem a constelação de Eixu, e quando ela chegava, eles comemoravam a chegada da chuva, que vinha logo depois. Era com essa constelação que eles contavam os anos.

A Constelação de Joykexo

Joykexo representa uma linda mulher, símbolo da fertilidade na cultura indígena. Essa constelação servia como orientação geográfica, pois ela nasce exatamente no leste, e se põe exatamente à oeste. Joykexo, além de ser o símbolo da fertilidade, também representa o caminho dos mortos. Joykexo é representada pelas estrelas que formam o Cinturão de Orion,

A Constelação da CanoaYar Ragapaw (tenetehara)

constelação da Canoa (Yar Ragapaw em tenetehara, idioma dos índios da etnia Tembé) indica exatamente a posição do ponto cardeal norte. A constelação da Canoa se encontra da região das constelações ocidentais Ursa Maior e Leão Menor, e era conhecida principalmente pelos índios do norte e nordeste do Brasil, uma vez que ela se encontra muito baixa no céu quando vista a partir do sul do país. Portanto, quando ela surgia para os índios do norte e nordeste em meados de março, indicava tempo de chuvas.

A Constelação da Cobra GrandeMboi Guassu (tupi)

Segundo a mitologia indígena, a Cobra Grande (Mboi Guassu) acordou faminta e saiu em busca de alimentos, comendo os olhos dos animais e das pessoas que encontrava, e posteriormente se tornou a Mboi Tatá, que já é outra constelação. A constelação de Mboi Guassu é vista em Taipi’i rapé (Via Láctea).

A Constelação da OnçaYai (tukano)

constelação da Onça (Yai no idioma tukano) está dividida em cinco pequenas constelações, que seriam Yai siõkhã (estrela que ilumina a onça), Yai useka poari (bigode), Yai duhpoa (cabeça), Yai ohpu (corpo) e Yai pihkorõ (rabo).

Yai fica na região do céu onde encontramos as constelações de Cassiopéia, Andrômeda e Perseus. Infelizmente ainda não encontramos uma ilustração que mostrasse tal constelação, por isso, a imagem da constelação é apenas uma especulação de sua forma. Por outro lado, a região do céu está correta.

A Constelação Caminho da Cruz ou Grande RelógioWirar Kamy (tenetehara)

A primeira constelação Wirar Kamy é o Caminho da Cruz, que representa um grande relógio/calendário para os índios do Brasil, pois ela começa a ser visível no mês de março, deitada no horizonte com a parte de cima apontando para o leste, indicando o ápice da estação das chuvas e o fim da semeadura. Os rios ficam altos fazendo a pesca mais difícil, os frutos silvestres se tornam raros, e as doenças tropicais como malária se proliferam, e por isso, essa é considerada a época mais difícil para os índios.

Passados três meses, o cruzeiro se encontra bem alto no céu de junho, indicando o início do período da seca, fartura de colheitas, fartura de banhos de rios, pescas, agradecimentos aos deuses e iniciação das moças da aldeia. Já em setembro, quando a constelação de Wirar Kamy se aproxima do horizonte oeste no início da noite, indica o ápice da estação seca e o início do plantio para o próximo ano.

A Constelação A Cruz dos MortosWirar Kamy (tenetehara)

A segunda constelação Wirar Kamy dos índios tenetehara é conhecida também como A Cruz dos Mortos. Ela se localiza na região do céu que conhecemos como Constelação de Orion, O Caçador. As estrelas conhecidas popularmente como Três Marias e a Nebulosa de Órion (M42) compõem essa constelação indígena. Ela nasce exatamente no ponto cardeal leste e se põe exatamente à oeste, percorrendo a linha equatorial, caminho dos mortos pela cultura indígena.

A Constelação da SiriemaAzim (tenetehara)

Quando Azim aparece na região alta do céu noturno, ela também indica o início da estação da seca, no mês de junho e julho. Ela encontra-se abaixo de Wiranu (constelação da Ema), onde encontramos as constelações ocidentais Coroa Austral, Telescópio, Sagitário e Escorpião. Um fato interessante dessa constelação é que algumas partes que a constituem (como o bico), são na verdade manchas claras e escuras da Via Láctea.

Siriema possui um penacho em sua cabeça, e os índios Tembé dizem que na constelação, a Siriema carrega seus dois ovinhos para que a Ema, a comedora de ovos, não os devore.

A Constelação do Beija-FlorMainamy (tenehara)

Conta a lenda que o chefe dos beija-flores (Mainamy) vê um lugar chamado Karu-Peahary, que era um lugar seco e sem água. E assim, a deusa Mayra com todos os beija-flores fez um poço para saciar a sede de Mainamy, que é representado pela região que encontramos a constelação ocidental de Corvo. Ela se encontra muito alto no céu entre o norte e o sul, e surge no mês de maio, ficando visível até setembro, época de festas nas aldeias Tembé-Tenetehara, que são comemoradas com banhos de rio e a Festa da Moça, que é um ritual de passagem das jovens e dos jovens índios para a vida adulta.

A Constelação do JabutiZauxihu Ragapaw (tenetehara)

constelação Zauxihu Ragapaw se encontra no lado norte do céu, ocupando a região que conhecemos como Coroa Boreal. A medida que o Jabuti vai percorrendo o céu noturno, entre maio e agosto, significa que os índios estão enfrentando o final da época das chuvas.

Observatório situado no município de Garopaba, em Santa Catarina

Pode-se dizer que existem dois tipos principais de constelação indígena: uma
relacionada ao clima, à fauna e à flora do lugar, conhecida pela maioria da comunidade e que regula o cotidiano da aldeia; a outra está relacionada aos espíritos indígenas, sendo conhecida, em geral, apenas pelos pajés e é mais difícil de visualizar. Os guaranis, por exemplo, chamam de Nhanderu a mancha escura que aparece perto da constelação ocidental do Cisne. O Deus Maior Guarani aparece sentado em seu banco sagrado, utilizando seu cocar divino e segurando o Sol e a Lua em suas mãos. Ele anuncia a primavera. Germano Afonso – SCIENTIFIC AMERICAN BRASIL

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Dia do Fotógrafo

Dia do Fotógrafo ou Dia Nacional da Fotografia é comemorado anualmente em 8 de janeiro. Calendarr

É a fotografia que tem o papel de registrar e datar, em pequenos recortes, as pessoas, momentos e história que compõem cada época. Vogue

A data celebra o profissional responsável em captar uma fração de segundo e eternizá-lo.

Em meio à pandemia, fotógrafos criam projeto para documentar ações voluntárias  (Foto: Divulgação - @Slikescontent)
(Foto: Divulgação – @Slikescontent)

O Dia do Fotógrafo está oficialmente registrado em muitos calendários como 8 de janeiro, considerada a data que a primeira câmera fotográfica chegou ao Brasil, em 1840.

No entanto, há algumas controvérsias sobre o dia exato, sendo que alguns consideram o dia 7 ou mesmo 16 de janeiro.

A primeira câmera fotográfica se chamava Daguerreótipo, inventada por Louis Jacques Mandé Daguérre e apresentada ao mundo em 19 de agosto de 1839, na Academia de Ciências da França, em Paris.

Christian Cravo (Foto: Christian Cravo)
(Foto: Christian Cravo)

Dia Mundial da Fotografia é celebrado em 19 de agosto em homenagem a este acontecimento.

De acordo com a história, foi o abade Louis Compte que trouxe a invenção de Daguérre para o Brasil e apresentou ao Imperador D. Pedro II, que aliás, ficou com o título de primeiro fotógrafo brasileiro.

Marcela Bonfim (Foto:  )
(Foto: Marcela Bonfim )

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CURA

E as pessoas ficaram em casa.
E leram livros e ouviram.
E descansaram e se exercitaram.
E fizeram arte e brincaram.
E aprenderam novas maneiras de ser.
E pararam.
E ouviram fundo.
Alguém meditou,
Alguém orou,
Alguém dançou,
Alguém conheceu sua sombra.
E as pessoas começaram a pensar de forma diferente.
E pessoas se curaram.
E na ausência de pessoas que viviam de maneiras ignorantes,
Perigosas, sem sentido e sem coração,
Até a Terra começou a se curar.
E quando o perigo terminou,
E as pessoas se encontraram,
Lamentaram pelas pessoas mortas.
E fizeram novas escolhas.
E sonharam com novas visões.
E criaram novos modos de vida.
E curaram a Terra completamente.

ESTE POEMA FOI ESCRITO EM 1869

Kathleen O’Meara

Nascimento: 1839, Dublin, Irlanda
Falecimento: 10 de novembro de 1888, Paris, França

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Musée National d’Art Moderne

Um grande complexo cultural criado pelos arquitetos Renzo Piano e Richard Rogers. Tem biblioteca, teatros, cinema, e dois de seus andares são ocupados pelo Musée National d’Art Moderne, que abriga uma das maiores coleções de arte moderna e contemporânea do mundo. Picasso, Matisse, Baltus, Francis Bancon e Andy Warhol são alguns dos nomes entre as 100 mil obras do Centro, que também incorporou um espaço mágico: o ateliê do escultor romeno Constantin Brancusi, ao lado da entrada principal, foi totalmente reconstituído e pode ser visitado gratuitamente. BIA PEREZO Terceiro Ato

Conhecido também como Beaubourg, o #centrogeorgespompidou é um choque visual na paisagem parisiense. No meio dos velhos prédios, aparece sua imensa estrutura de metal e tubulações, com escadas rolantes externas, cores vermelhas e transparências, acabou causando polêmica nos anos 70, quando foi inaugurado.

Parize-se: Museu Pelé, The Metropolitan Museum of Art, Computer History Museum, Museu Virtual, Territórios Culturais, Walter Rocha, Obras de Eduard Munch, de ‘O Grito’, gratuito?!?

Dia Internacional dos Direitos Humanos

No dia 10 de dezembro de 1948, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu a Declaração Universal dos Direitos Humanos no Palais de Chaillot, em Paris, França, é considerado o documento mais traduzido da história moderna, a Declaração foi criada para servir como uma base para os direitos humanos em todo o mundo, como “o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações”. Julia Di Spagna – Guia do Estudante

Durante a Segunda Guerra Mundial, milhões de pessoas foram mortas, enfrentaram situações precárias, fome e tiveram diversos direitos violados. Para evitar tragédias dessa magnitude, líderes de mais de 50 países se reuniram para criar uma organização que tivesse como premissa garantir a paz mundial.A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em Paris, por meio da Resolução 217 A (III), estabelecendo a proteção universal dos direitos humanos.
A Secretaria Nacional de Proteção Global (SNPG), do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos – (MMFDH), defende valores que são as raízes para o bem comum, a paz e a inclusão, reafirmando o compromisso de proteger os direitos de todas as pessoas, buscando sua universalização, em linha com a DUDH de 1948.

Em Portugal, a Assembleia da República reconheceu a grande importância da Declaração Universal dos Direitos do Homem ao aprovar, em 1998, a Resolução que vigora até hoje, na qual deixou instituído que o dia 10 de dezembro deveria ser considerado o Dia Nacional dos Direitos Humanos. Calendarr
O dia 10 de dezembro é também marcado pelo entrega do Prémio Nobel da Paz.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos é considerada o documento mais traduzido da história moderna. Está disponível em mais de 360 línguas, e novas traduções ainda estão em fase de elaboração. Amarolina Ribeiro – Brasil Escola

Mensagem oficial da alta-comissária para os direitos humanos das Nações Unidas:

Este foi um ano de grande ativismo – particularmente por parte dos jovens. É especialmente apropriado que, neste ano, nós destaquemos o Dia Internacional dos Direitos Humanos durante a Conferência da ONU em Madri para defender a justiça climática. Estamos em dívida de gratidão com os milhões de crianças, adolescentes e jovens adultos que estiveram se levantando e se manifestando cada vez mais alto em relação à crise enfrentada pelo nosso planeta.

Com razão, esses jovens estão apontando que o que está em jogo é o futuro deles e daqueles que ainda não nasceram. São eles que terão que enfrentar todas as consequências das ações ou a falta delas por parte de gerações mais velhas, que hoje administram governos e empresas e que são responsáveis por tomar decisões de seus países, regiões e do mundo como um todo.

Não se pode, obviamente, deixar que os jovens sozinhos enfrentem a emergência climática, ou até mesmo as tantas outras crises de direitos humanos que têm causado hoje turbulência simultânea em diversos países ao redor do mundo. Todos devemos permanecer juntos, em solidariedade, e agir com princípio e urgência.

Nós podemos e devemos defender cuidadosamente os princípios universais de direitos humanos que promovem a paz, justiça e o desenvolvimento sustentável. Um mundo com menos direitos humanos é um mundo que caminha para trás em direção a um passado sombrio, quando os poderosos podiam atacar os oprimidos com pouca ou nenhuma restrição moral ou legal.

Contudo, entre os muitos desafios de direitos humanos que surgiram ao longo das duas primeiras décadas do século XXI, a emergência climática global representa, talvez, a maior ameaça mundial aos direitos humanos que enfrentamos desde que testemunhamos a Segunda Guerra Mundial. Do direito à vida, à saúde, à comida, à água e ao abrigo, aos nossos direitos de sermos livres de discriminação, ao desenvolvimento e à autodeterminação, os impactos dessa crise já podem ser sentidos.

Nós temos o dever de garantir que a voz dos jovens seja ouvida. A Declaração Internacional de Direitos Humanos adotada pela Assembleia Geral da ONU em 10 de dezembro de 1948 foi um acordo assinado pelos Estados-membros para proteger os direitos humanos de todos – e isso inclui tornar possível que as gerações futuras defendam a dignidade, a igualdade e os direitos humanos.

Todos os seres humanos têm o direito de participar de decisões que têm impacto nas suas vidas. Para garantir que tomadas de decisão sejam mais efetivas, construindo maior confiança e harmonia em suas nações, os líderes de todas as sociedades devem ouvir seus povos – e agir de acordo com as suas necessidades e demandas.

Alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet. Foto: ONU/Jean Marc Ferré.

Alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet. Foto: ONU/Jean Marc Ferré.

Nada resume esses objetivos – que são o fio condutor do sistema internacional dos direitos humanos – de maneira mais clara e sucinta do que o Artigo 1 da Declaração Universal, que afirma de maneira corajosa e correta que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Eles são dotados de razão e consciência, e devem agir em conjunto em espírito de irmandade”.

Nenhum país, nenhuma comunidade será poupada pelas mudanças climáticas, à medida que elas se intensificam. Já é possível ver comunidades mais vulneráveis sofrendo terríveis danos. Pessoas estão perdendo suas casas, meios de subsistência – e vidas. A desigualdade está se aprofundando, e mais pessoas estão sendo forçadas a se deslocar. Devemos agir com rapidez e com princípio, para garantir que menos danos afetem os seres humanos e nosso mundo.

Danos climáticos não serão travados por fronteiras – e reações baseadas em um nacionalismo hostil, ou considerações financeiras de curto prazo, não irão apenas falhar: elas vão destruir o nosso mundo. As lutas por justiça climática e direitos humanos não são uma disputa política. Não se trata de uma discussão de direita ou esquerda: trata-se de direitos – e erros.

Não é apenas a preocupação em relação à alta velocidade da crise climática que está levando milhões de pessoas a se levantarem e exigirem ações. Em todas as regiões, pessoas estão encontrando suas próprias vozes para falar sobre desigualdade e instituições repressivas. Me sinto inspirada pela coragem, clareza e princípios de todas essas pessoas, algumas muito jovens, que estão se levantando pela paz, com o objetivo de corrigir os erros de nossa era e criar maior liberdade e justiça. Eles são a expressão viva dos direitos humanos.

Políticos de todos os lugares devem ouvir esses chamados. E, como resposta, precisam desenvolver políticas mais efetivas e com princípios.

Nós temos o direito de vivermos livres sem qualquer tipo de discriminação. Nós temos o direito de ter acesso à educação, saúde, oportunidades econômicas e um padrão de vida decente. Nós – todos nós – temos o direito de participar de decisões que afetam nossas vidas. Isso é sobre nosso futuro, nossos meios de subsistência, nossas liberdades, nossa segurança e nosso ambiente. E não é somente nosso futuro, mas também o futuro das nossas crianças, nossos netos e bisnetos.

Precisamos nos mobilizar ao redor do mundo – de maneira pacífica e poderosa – para avançar em um mundo com direitos, dignidade e escolhas para todos.

Aqueles que tomam decisões entenderam essa visão com clareza em 1948. Será que entendem isso agora? Eu peço aos líderes mundiais que demonstrem uma verdadeira liderança e visão de longo prazo, deixando de lado os interesses políticos nacionais estreitos, para o bem de todos, inclusive deles mesmos e de todos seus descendentes.

Humanize-se: O que é ser defensor dos direitos humanos, afinal?, Dia Internacional dos Direitos Humanos, Principais aspectos dos Direitos Humanos, Direitos Humanos?!? Vai lá!!!, Ouvidoria Municipal de Direitos Humanos, DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DAS ÁRVORES, A gente sempre soube., Barulho D’água, Jeguatá: Caderno de Viagem

La Conquête du pain, ou A Conquista do Pão

O primeiro governo operário da história, formando uma república proletária através de um regime comunal de caráter socialista, aconteceu em 1871, em Paris. A famosa Comuna de Paris durou somente 72 dias, tendo sido esmagado com violência extrema. A capital francesa, portanto, gosta de se colocar na vanguarda de levantes de esquerda. Mas ela é também famosa por seus espetaculares pães – e uma padaria parisiense reuniu essas duas tendências, criando a primeira padaria anarco-comunista da história.

La Conquête du pain, ou A Conquista do Pão, é gerida, segundo seu co-fundador Pierre Pawin, em total comunhão entre todos, para que possam progredir juntos e não em competição. “Isso é ser anti-capitalismo”, ele diz. Lá você pode provar um sanduíche Karl Marx ou Angela Davis, enquanto toma um café Zapatista, oferecido gratuitamente, lendo livros revolucionários à disposição. Os produtos da padaria são todos orgânicos.

Seus proprietários sabem que a padaria está inserida no capitalismo, e não negam tal situação – a ideia é lidar com ela de forma diferente, através de decisões políticas internas diferenciadas. Preços, salários – todos ganham a mesma coisa -, a ausência de hierarquias na equipe, as decisões em assembleia, tudo é pensado pelo coletivo.

A Conquista do Pão também se posiciona contratando jovens menos privilegiados para se tornarem padeiros, e não há descriminação: ainda que sejam ateus militantes, a maioria dos empregados é muçulmana. Ainda que vendam uma das baguetes mais baratas de Paris, há um preço especial para quem não pode pagar: 75 centavos. Quando estão para fechar, as sobras são todas distribuídas para quem precisa – e volta e meia os proprietários oferecem gratuitamente seus pães para refugiados e pessoas em situação de rua.

Seja o leitor de esquerda ou de direita, é difícil não se comover e abrir um sorriso com tal iniciativa. Dentro ou fora do capitalismo, esteja de que lado se esteja, é possível ser consciente e agir positivamente pelo social em cada gesto – inclusive quando se faz um pão. Vivimetaliun

© fotos: Facebook/divulgação

Poetize-se: RECEITA DA LONGEVIDADE, RECEITA PÃO DE ATUM, SUCOS VERDES, LECHE DE TIGRE, SANDUÍCHES SEM PÃO, CONHEÇA 13 MANEIRAS DE REAPROVEITAR SOBRAS E CASCAS DE FRUTAS E VEGETAIS, PÃO DE QUEIJO DE FRIGIDEIRA,

Abelhas nos telhados de Paris

Começou na capital francesa, no início dos anos de 1980, e hoje já faz outras cidades da Europa. Há estudos que indicam que esta é uma cidade alternativa à produção rural, já que as colônias têm grandes taxas de mortalidade. Filomena Naves

Em 1982 a A Ópera de Paris tomou uma decisão de albergar colmeias no topo do seu edifício, com o propósito, e as coisas correram tão bem que a ideia pegou, as colunas multiplicaram nos telhados dos edifícios mais importantes da capital francesa, do Louvre ao Palácio da Bolsa, do Quai d’Orsay ao Hotel Savoy, por exemplo, de outros menos, e até anónimos. Certo é que o miel de Paris é hoje, na sua particularidade de produção em contexto urbano, um produto cobiçado gourmet.
Um Censo de 2017 apontou para a existência de mais de 700 colunas de melíferas nos telhados da capital francesa, e em outras cidades europeias, como Berlim, Bruxelas e Copenhagen.

A causa das tendências das abelhas não se completa, mas, na prática, acompanha um declínio generalizado dos próprios insetos que está bem documentado em países como uma Alemanha ou uma França – em Portugal Atinge os trabalhos de campo para a primeira lista vermelha dos invertebrados. Diário de Notícias

Grâce à la spécificité des fleurs parisiennes, le Miel de Paris a une saveur incomparable à d’autres miels. Au nez, une puissante et persistante senteur de cassis et de griottes macérées. En bouche, une belle rondeur avec une finale vive et fraîche.


Poetize-se: Manual de Apicultura em Pequena Escala, Mãe Abelha, Comida de tubarão, Vegeta, Carta da Terra, Carlos Marighella, Makota Valdina, Pare e pense, Na estrada havia uma pedra, Ervas medicinais, Abelha poliverde, Comida de gente

As mais belas estações

Estações de metrô mundo afora costumam ser uma atração à parte, visto que muitas delas são obras arquitetônicas incríveis, cheias de design, arte, cores, chegadas e partidas, e por muitas vezes, você está pisando em um espaço todo decorado e projetado pelos mais renomados profissionais, entre designers, artistas e estilistas.
Na Rússia, por exemplo, as estações de metrô são um importante registro de arte e arquitetura típica, nos transportando para uma época distante em cada curva clássica que as cerca.

Veja lista de 20 estações by Vivi Metalium que vão tornar sua viagem surreal:

1. Nápoles, Itália

Grandes estilistas e artistas como Anish Kappor e Karim Rashid decoraram as chamadas “estações de arte”, projeto implantado na cidade.

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2. Moscou, Rússia

A arte tradicional russa impressiona os turistas que passam, por exemplo, pela neoclássica Estação Komsomolskaya no Distrito Krasnoselsky, projetada por Dmitry Chechulin.

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3. Estocolmo, Suécia

O design moderno prevalece em Estocolmo, mas a Estação Kungstradgarden impressiona por sua estrutura diferente, inspirada no Palácio Makalos.

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4. Dubai, Emirados Árabes

Cheia de luxo, as estações de metrô de Dubai não poderiam ser diferentes. A estação Waleed Khalid Bin Al ostenta interiores esplêndidos, com grandes candelabros que chamam a atenção de qualquer passageiro.

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5. Santiago, Chile

Na estação de metrô Universidad de Chile, o mural Memoria Visual de una Nación de Mario Toral narra a política, religião, triunfos e tragédias chilenas.
UniversidadChile

6. Nova York, Estados Unidos

Segundo moradores, a estação mais bonita é a Astor Place, com uma entrada bem bonita e painéis de porcelanas geométricas projetadas por ninguém mais, ninguém menos que o artista gráfico Milton Glaser, o mesmo criador do icônico logotipo “I Heart [Coração] NY”.

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7. Xangai, China

Um dos maiores atrativos da cidade é o túnel iluminado que corre sob o rio Huangpu, transportando moradores e turistas de Bund para Pudong sob luzes coloridas.

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8. Kaohsiung, Taiwan

Criado pelo renomado artista Narcissus Quagliata, a “Dome of Light” na estação de Kaohsiung é a maior instalação de arte pública do mundo feita a partir de peças individuais de vidro colorido. Fascinante!

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9. Munique, Alemanha

A estação Westfriedhof ganhou nova vida graças ao designer Ingo Mauer, com suas chamativas luminárias de alumínio côncavas e luzes coloridas dão forma e profundidade à estação.

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10. Lisboa, Portugal

Projetado pelo arquiteto Tomás Taveira, a chamativa estação das Olaias, em Lisboa, é conhecida na Europa como uma das melhores do continente.

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11. São Petersburgo, Rússia

Assim como em Dubai, as estações de metrô da Rússia não deixam de ser luxuosas. A estação Avtovo é divina, com suas colunas, lustres belíssimos e arte da era soviética.

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12. Bruxelas, Bélgica

Com muita arte e design, entre as estações de metrô da Bélgica se destaca a instalação de arte de Paul Van Hoeydonck, com figuras suspensas acima dos trilhos da estação Comte de Flandre.
ComtedeFlandre

13. Paris, França

Em Paris, a entrada se destaca mais do que a parte subterrânea, ostentando a famosa Art Nouveau. A estação Auber tem um charme à parte.

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14. Bilbao, Espanha

Quem deu o ar moderno às estações de metrô de Bilbao foi o designer Norman Foster, que investiu em espaços simples e bem iluminados.

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15. Coréia do Norte

O metrô em Pyongyang foi construído para ligar instalações militares subterrâneas secretas. Mas agora é melhor do que isso, rico em arquitetura linda, arcos e murais patrióticos.

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16. Berlim, Alemanha

A Estação Platz Heidelberger, projetada pelo arquiteto alemão Wilhelm Leitgebel, é uma das estações mais decoradas da rede de metrô.
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17. Londres, Inglaterra

Na velha Inglaterra se destaca a Estação de Westminster, desenhada por Michael Hopkins. Moderna, é composta por tubos de aço, tetos bem altos e vigas de concreto, trazendo um ar industrial interessante.

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18. Chicago, Illinois

Se você quer voltar no tempo, precisa pegar a estação Monroe, um ótimo exemplo da arquitetura dos anos 1940. A fachada, a cabine de bilhete e alguns outros espaços permanecem originais desde aquela época.

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19. Frankfurt, Alemanha

Outro exemplo onde a entrada acaba sendo mais legal do que a estação. O acesso à estação Warte Bockenheimer faz alusão a um trem saindo do chão, inspirada no artista surrealista René Magritte, projetada pelo arquiteto Zbigniew Peter Pininski.

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20. Barcelona, Espanha

A Estação Drassanes foi decorada pelos estilistas Eduardo Gutierrez Munne e Jordi Fernandez Rio. Mesmo simples, a estrutura ao redor da plataforma antiga tem paredes de concreto reforçadas de vidro e pisos brancos à prova de vibração.

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Fotos: Vivienne Gucwa, kylamandel, obstanovka, J-O Eriksson, sudarte, dubaimetro, layylaovertherooftopsoftheworld, urbanfragment, , , abandonedkansai, schuminweb, on-a, mimoa, 04varvara,

O soldado desconhecido

O armistício assinala o fim da primeira guerra mundial, que começou a 1 de agosto de 1914, são 11 horas do dia 11 de novembro. Todos os sinos tocam por anunciar o fim da guerra. Numa carruagem restaurante de um comboio estacionado na floresta de Compiègne, na Picardia, entre as 5h12 e 5h20, os generais alemães reuniram-se com os Aliados (Franceses, ingleses e americanos) para assinarem uma convenção de paz, o armistício.

Após a guerra, alguns corpos de soldados mortos estavam de tal forma irreconhecíveis que não puderam ser identificados. É o caso do soldado desconhecido: não se sabe o seu nome, mas foi enterrado, por baixo do Arco do Triunfo, Campos Elísios, Paris, para representar todos os soldados mortos pela França entre 1914 e 1918. Todos os dias, às 18h30, desde 1923, que antigos combatentes vêm reavivar a chama que se encontra no seu túmulo. Filipe Miguel

A origem deste tipo de homenagem aconteceu no Reino Unido, quando em 1920 um guerreiro incógnito que faleceu combatendo durante a Primeira Guerra Mundial foi enterrado na Abadia de Westminster. Esta cerimônia teve como objetivo dignificar todos os soldados que deram a sua vida pelo Império Britânico.

No Brasil, o Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, que se encontra no Rio de Janeiro, foi inaugurado em Junho de 1960. Este monumento contém uma urna com restos mortais de soldados não identificados, que simboliza o Soldado Desconhecido.

O Dia do Soldado Desconhecido é celebrado no dia 28 de Novembro. Calendarr

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Pessoas criativas são mais propensas à depressão e dependência química

Para o professor Michel Reynaud, chefe do departamento de psiquiatria e dependência no hotel Paul Brousse em Villejuif, Paris, existe uma ligação entre talento criativo, depressão e dependência.

“Os artistas são muitas vezes pessoas mais sensíveis, sentem mais intensamente as emoções. Isso acontece geralmente com escritores, poetas, músicos, atores, de muita qualidade, mas por trás de seres muitas vezes ansiosos, deprimidos, bipolares”, observa.

Além disso, produtos com o álcool e as drogas, geralmente disponíveis em seu ambiente – “meio de divertimento, festivo, de dinheiro” – são vistos como facilitadores da expressão artística. Megacurioso

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Museu Virtual

Alguns museus digitalizaram seus acervos para espelhar a cultura e informação pela internet. Universia Brasil

Digitalizar e disponibilizar itens de acervo pode ser apenas uma das etapas que um plano museológico prevê para disseminar a informação e cultivar a memória.

O National Gallery of Art (Galeria de Arte Nacional – Washington, EUA), disponibiliza 25 mil obras de arte – em alta resolução – para donwload gratuito.

monalisalouvre

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