Ademar Vieira, amazonense e suas tirinhas!!!

Vieira’s stories are really touching, and explore really difficult themes of parenting, social injustice, economic inequality, the difficulties of quarantine, and death itself, especially in the face of the current pandemic. They’re truly realistic and heartbreaking, so set up some tissues beside you—it may squeeze a tear or two. Bored Panda

Instagram: Ademar Vieira

Os desenhos de Ademar Vieira, que já rodaram o mundo, contam histórias que dispensam qualquer tipo de legenda, normalmente falando sobre injustiças sociais, desigualdade e problemas comuns do dia a dia. Leonardo Ambrosio – Mistério do Mundo

Looking at the stories, it’s no surprise that Vieira worked as a screenwriter. But what’s surprising is how talented he is at illustrating these narratives without using a single word. The fact that his silent narratives express a whole world of emotions, themes, and ideas is remarkable.

Ademar fez muito sucesso com seus desenhos que tratavam do tema da quarentena, que tocam de assuntos super delicados com uma destreza ímpar.

Por conta do sucesso de seus desenhos na Internet, o amazonense foi entrevistado pelo portal europeu ‘BoredPanda‘, onde teve seus desenhos compartilhados. “Eu comecei a fazer os desenhos de forma despretensiosa, somente como uma forma de exorcizar meus demônios durante uma fase bem difícil que eu estava vivendo no começo de 2020. E quando eu postei as tirinhas, eu percebi que muitas pessoas se identificaram com elas. Eu recebei um grande feedback e então continuei a expor as coisas que eu estava sentindo, e a audiência foi ficando maior. Quando me recuperei, estávamos na pandemia do coronavírus, o que significa que todo mundo estava vivendo uma fase ruim. Então em continuei expondo os problemas das pessoas ao redor do planeta.

Ademar gave Bored Panda an exclusive interview about his works and background in general. “I started making the strips unpretentiously, just as a way to exorcise my demons during a very difficult phase that I was going through in early 2020 and when I posted, I realized that many people identified with them themselves. I received good feedback and then I continued to expose the things I was feeling and the audience got bigger. When I recovered from the bad phase, we were in the coronavirus pandemic, meaning everyone was going through a bad phase, so I continued to explore the problems people around the world were going through. Now I have used the strips to express my opinions on some issues that I consider relevant, whether personal, social, or political.”

Uma de suas tirinhas mais compartilhadas entre os portais estrangeiros está a história intitulada “Mãe”, que fala sobre um dos piores problemas do nosso país na atualidade, a falta de cuidado e preservação com a nossa Floresta Amazônica.

“Hoje, no meu país, há notícias diárias sobre os incêndios provocados na Amazônia e no Pantanal, duas de nossas maiores reservas de biodiversidade. Isso nos afeta, mas não da mesma forma que afeta os animais. Talvez, por meio da arte, possamos ver as coisas por outra perspectiva”, disse o autor.

“I couldn’t believe it when a comic strip of mine went viral in Latin America in June this year. I received 100 thousand likes and gained 20 thousand followers in one week. Famous people and profiles came to talk to me and congratulate me and that left me in the clouds, but it also brought the weight of responsibility. Now, I was no longer making strips just for me and my friends, people from different countries were also seeing me. I was very happy that the public showed me a path to be followed as an artist and I want to follow that path to see what else is good.”

Javyju

O nome científico da arara-azul é Anodorhynchus hyacinthinus. Ma. Vanessa Sardinha dos Santos – BrasilEscola

A arara-azul, também chamada arara-azul-grande, é uma espécie de ave, encontrada no Brasil, que se caracteriza por ser a maior entre os psitacídeos (família Psittacidae), chegando a atingir mais de um metro de comprimento, medindo-se da ponta do bico à ponta da cauda. Essa espécie habita diferentes formações vegetais, sendo encontrada em formações savânicas e até em ambientes de floresta no BrasilParaguai Bolívia. As maiores populações dessa espécie de arara são encontradas no Pantanal.

Esses animais são aves sociais, sendo encontradas em pares ou grupos. Esses grupos podem ser encontrados em locais de alimentação e nos chamados dormitórios, que funcionam como áreas para o descanso desses animais. As araras-azuis apresentam alta capacidade de socialização entre os membros do grupo.

Uma característica interessante da arara-azul é que ela apresenta comportamento monogâmico, com formação de casais que permanecem unidos até mesmo fora da estação reprodutiva. Esses pares dividem tarefas entre si, como o cuidado com o filhote e com o ninho.

A arara-azul apresenta um bico bastante resistente, o qual a auxilia na sua alimentação. Esses animais alimentam-se, principalmente, de frutos de palmeiras, tais como buritilicuri macaúba.

A arara-azul (Anodorhynchus hyacinthinus) é uma espécie que está classificada como vulnerável na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas, da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN). As principais ameaças contra ela são a destruição de habitat e a captura para comércio ilegal.

Além da arara-azul-grande, temos como araras de coloração azul: a ararinha-azul (extinta), a arara-azul-de-lear e a arara-azul-pequena (extinta).

Atlaze-se: Observação de aves: torres abrigos e mobiliário de apoio, WikiAves, Ana Primavesi, Engenheira agrônoma., Jurassic Surviver, Ranking da poluição plástica nos oceanos

A chocante monotonia das prateleiras de supermercados

Indústria de alimentos vende ilusão de variedade. Mas há 7 mil plantas comestíveis na Terra, e 90% do que consumimos vêm de apenas 15 espécies. Sabores e aromas artificiais imperam. Contudo, há como reinventar a cozinha da biodiversidade”, escreve Ricardo Abramovay, professor Sênior do Instituto de Energia e Ambiente da USP, em artigo publicado por Outras Palavras, 15-10-2020. Instituto Humanitas Unisinos

Quando você vai ao supermercado, a quantidade de cores, formatos, marcas, desenhos, fotos e alternativas é desconcertante. À primeira vista, suas chances de escolha, para as refeições que tem pela frente, são cada vez maiores. Ricardo AbramovayOutras Palavras

Mas, na verdade, a palavra mais marcante do padrão alimentar contemporâneo é monotonia. E isso representa uma tripla ameaça: à saúde, à segurança alimentar e aos serviços ecossistêmicos dos quais todos dependemos.

Estado Mundial das Plantas e dos Fungos, relatório recém-publicado pelo britânico Kew Royal Botanic Gardens, instituição prestigiosa, dirigida pelo pesquisador brasileiro Alexandre Antonelli, ajuda a responder a esta pergunta.

O estudo mostra que as plantas comestíveis catalogadas globalmente pela ciência chegam ao impressionante número de 7.039. Destas, 417 são consideradas cultiváveis. As descobertas de novas plantas não cessam. Só em 2019, os botânicos registraram 1.942 novas plantas e 1.866 fungos que ainda não conheciam. No Brasil, duas novas espécies de mandioca selvagem foram catalogadas.

A Organização Mundial da Saúde, a Organização Mundial da Saúde Animal e a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação estão trabalhando juntas em torno da noção de One Health (algo como “a saúde é uma só”). Mas, como mostra um trabalho recente de pesquisadores da Fondation Nationale des Sciences Politiques, multiplicam-se as iniciativas que procuram compreender e elaborar políticas juntando padrões de consumo alimentar, produção agropecuária, saúde humana e meio ambiente.

Para o Brasil, esta unidade é um trunfo e um imenso desafio. O trunfo está no fato de sermos o país mais megadiverso do planeta, apesar do abalo em nossa reputação global — derivado do avanço da destruição na Amazônia, no Pantanal, no Cerrado e do descaso das atuais políticas governamentais em preservar estes patrimônios universais pelos quais os brasileiros deveriam ser responsáveis.

Mais de 820 milhões de pessoas passam fome e cerca de 2 bilhões encontram-se em situação de insegurança alimentar moderada ou grave em todo mundo (FAO/ONU, 2019). Dados sobre concentração da terra na América Latina mostram que 1% das propriedades concentram mais de 50% da área agricultável (OXFAM, 2016). No Brasil, o último Censo Agropecuário evidencia o mesmo padrão de concentração, e as mulheres constituem apenas 18,7% dos produtores rurais do país. Mais de 90% da produção agrícola brasileira é feita de soja e milho, destinados em sua maioria para a China (PORTO e GRISA, 2020). A diversidade dos alimentos a que as populações têm acesso é cada vez menor. Existem mais de 14 mil espécies plantas comestíveis na terra e, no entanto, apenas três proporcionam 60% das calorias consumidas (LANCET, 2019) e 90% do que consumimos vem de apenas 15 espécies (ABRAMOVAY, 2020) A comercialização de alimentos é também altamente concentrada por grandes empresas transnacionais. Comunicação Conferência SSAN

A atenção especial às mulheres se deve à sua importância para a garantia da soberania alimentar. São elas que reconhecidamente realizam a maior parte do trabalho de proteção das sementes crioulas, o cultivo de hortas e plantas medicinais, o cuidado dos quintais produtivos e o manejo dos animais de pequeno porte. A despeito disso, as mulheres rurais e suas crianças estão entre os mais afetados pela fome. Higiene Alimentar – Vol.30 – nº 260/261 – Setembro/Outubro de 2016

É necessário produzir mais alimentos, porém, é crucial que isto aconteça sem gerar maiores impactos ao meio ambiente. Portanto, adotar medidas que garantam a sustentabilidade da produção de alimentos e a preservação dos recursos naturais é o
novo desafio para o setor, conforme conclusão do relatório da FAO. No entanto, é necessário, também, uma alteração nos sistemas alimentares, haja vista que um terço de todo alimento produzido no mundo, é perdido ou desperdiçado. Afinal, mudanças para reduzir tais perdas, além de melhorar a eficiência do sistema, diminuirá ainda a pressão sobre os recursos naturais.

No Brasil, quarto maior fornecedor de alimentos do mundo e responsável por atender 40% do aumento necessário na produção mundial de alimentos, o desperdício é uma triste
realidade. Estimativas do Programa das Nações Unidas para o meio ambiente (PNUMA), apontam que 10% da produção se perdem nas plantações, 50% na distribuição, transporte
e abastecimento e 40% da comercialização até o consumo. Antes de buscar novas técnicas e tecnologias para aumento de produtividade é imprescindível que se trate deste mal, presente em todos os elos da cadeia agroalimentar.

Supereze-se: Os maiores guardiões de sementes do Brasil, Indígenas doam alimentos, Vamos plantar água? , Grude na Tela Rural, Como aprendemos a comer plantas tóxicas sem ajuda da ciência, A primeira palavra, Quintais produtivos

Onde estão os humanos?!?

O Cacique Raoni Metuktire foi até a cidade de Sinop, no norte do estado do Mato Grosso, no sábado, 26/9, para fazer exames (acompanhamento devido à Covid-19) e se manifestou a respeito do discurso de Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU, em 22/9. Mônica Nunes – conexão planeta

“Isso eu não aceito!”, declarou Raoni. “Ele diz no jornal que tá botando fogo no mato, na floresta. Isso é pura mentira. Por que? Quem está botando fogo são os próprios fazendeiros. Alguns fazendeiros estão prejudicando o mato. Garimpeiro tá prejudicando o mato, a natureza. Madeireiro tá prejudicando a natureza. Eles é que estão botando fogo na floresta”.

S.O.Z.e-se: Grafite na rua, Capivaras na faixa!?!, De que lado você esta?, Ta foda ser brazileiro!!!, Justiça de mierda

Cachimbo da Paz

Cachimbo da Paz – Gabriel O PensadorLetras.mus

A criminalidade toma conta da cidade
A sociedade põe a culpa nas autoridades
Um cacique oficial viajou pro Pantanal
Porque aqui a violência tá demais
E lá encontrou um velho índio que usava um fio dental
E fumava um cachimbo da paz
O presidente deu um tapa no cachimbo
E na hora de voltar pra capital, ficou com preguiça
Trocou seu paletó pelo fio dental
E nomeou o velho índio pra ministro da justiça
E o novo ministro, chegando na cidade
Achou aquela tribo violenta demais
Viu que todo cara-pálida vivia atrás das grades
E chamou a TV e os jornais
E disse: “Índio chegou trazendo novidade
Índio trouxe o cachimbo da paz”

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça

Todo mundo experimenta o cachimbo da floresta
Dizem que é do bom, dizem que não presta
Querem proibir, querem liberar
E a polêmica chegou até o congresso
Tudo isso deve ser pra evitar a concorrência
Porque não é Hollywood, mas é o sucesso
O cachimbo da paz deixou o povo mais tranquilo
Mas o fumo acabou porque só tinha oitenta quilos
E o povo aplaudiu quando o índio partiu pra selva
E prometeu voltar com uma tonelada
Só que quando ele voltou, “sujou”
A polícia federal preparou uma cilada
“O cachimbo da paz foi proibido
Entra na caçamba, vagabundo, vamo pra DP
Êêê, índio tá fodido porque lá o pau vai comer”

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça

Na delegacia só tinha viciado e delinquente
Cada um com um vício e um caso diferente
Um cachaceiro esfaqueou o dono do bar
Porque ele não vendia pinga fiado
E um senhor bebeu uísque demais
Acordou com um travesti e assassinou o coitado
Um viciado no jogo apostou a mulher
Perdeu a aposta e ela foi sequestrada
Era tanta ocorrência, tanta violência
Que o índio não tava entendendo nada
Ele viu que o delegado fumava um charuto fedorento
E acendeu um da paz pra relaxar
Mas quando foi dar um tapinha
Levou um tapão violento e um chute naquele lugar
Foi mandado pro presídio e no caminho
Assistiu um acidente provocado por excesso de cerveja
Uma jovem que bebeu demais
Atropelou um padre e os noivos na porta da igreja
E pro índio nada mais faz sentido
Com tantas drogas por que só o seu cachimbo é proibido?

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça

Na penitenciária o índio fora da lei
Conheceu os criminosos de verdade
Entrando, saindo e voltando
Cada vez mais perigosos pra sociedade
“Aí, cumpádi, tá rolando um sorteio na prisão pra reduzir a superlotação”
Todo mês alguns presos tem que ser executados
E o índio, dessa vez, foi um dos sorteados
E tentou acalmar os outros presos
“Peraí, vamo fumar um cachimbinho da paz”
Eles começaram a rir e espancaram o velho índio
Até não poder mais e antes de morrer ele pensou
“Essa tribo é atrasada demais
Eles querem acabar com a violência
Mas a paz é contra a lei e a lei é contra a paz”
E o cachimbo do índio continua proibido
Mas se você quer comprar é mais fácil que pão
Hoje em dia ele é vendido pelos mesmos bandidos
Que mataram o velho índio na prisão

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Maresia, sente a maresia
Maresia, uh

Apaga a fumaça do revólver, da pistola
Manda a fumaça do cachimbo pra cachola
Acende, puxa, prende, passa
Índio quer cachimbo, índio quer fazer fumaça

Observe mais: VENDE-SE MACONHALUMINESCE™PRINCÍPIO DO OU NÃO, NAARA BEAUTY DRINK!!!COMIDINHAS DE MACONHA, I AM BRUCE LEE, INSTANTLY AGELESS ™ MEDINA SLATERO PODER DA MACONHAVIDACELL®BECAUSE I GOT HIGH, AMOR DO PAIRESERVE™BURGUESIA (VERSION ME)JEUNESSE, VERDADE OU MENTIRA?DEIXA EU FALARFUMAÇA LOUCA