Emboabas

A Guerra dos Emboabas foi um confronto travado entre 1708 e 1709 pelo direito de exploração das recém-descobertas jazidas de ouro no sertão das Minas Gerais. Responsáveis pelos achados, os paulistas se instalaram na incipiente estrutura administrativa ali montada e reivindicaram o direito exclusivo de exploração. No entanto, logo que a notícia da descoberta se espalhou, milhares de pessoas migraram para a região, ficando pejorativamente conhecidas como emboabas, em referência às aves de mesmo nome. O aumento considerável do contingente de forasteiros desequilibrou a frágil balança dos poderes locais, ameaçando o domínio dos paulistas. O conflito armado constitui o ápice de uma longa série de pequenos incidentes. Em outubro de 1708, os emboabas iniciam o levante com um ataque de surpresa ao arraial do Sabará sob o comando de Manuel Nunes Viana. Português de origem humilde, Nunes Viana seria logo aclamado governador. Uma afronta direta à Coroa, já que a região estava sob a jurisdição do governador do Rio de Janeiro, D. Fernando Martins Mascarenhas de Lencastre. Ademais, a escolha dos governantes era prerrogativa do rei. Em agosto de 1709, menos de um ano depois do início do conflito, D. Antônio de Albuquerque, recém-nomeado governador do Rio de Janeiro, pisa em solo mineiro determinado a pôr fim à guerra. Ao contrário do seu antecessor, que havia tentado apaziguar os ânimos mas acabou sendo expulso e ameaçado de morte, Albuquerque alcança um êxito surpreendente. Ele destitui Nunes Viana, mas conserva a composição da estrutura administrativa emboaba. No fim, a guerra se encarregou de afastar os paulistas da região, abrindo caminho para a adoção de um novo projeto político.

FONTE: REVISTA DE HISTÓRIA DA BIBLIOTECA NACIONAL. Mania de Historia

MARIANA OU PARIS? A DOR É A MESMA…

Quando uma só corda vibra diferente, repercute por toda a rede, por todo o planeta.

Então, a dor é uma só numa Terra que é de todos.

O trabalho agora é reequilibrar a rede energética inteira para que não ocorram reações que, também, reverberarão em todos nós.

O trabalho agora é o de acalmar os corações, fazendo de qualquer dor a dor de todos nós. Monica T Maia

Esse mar recebeu-me de braços abertos bem antes que pusesse os pés na areia.
E fez-me flutuar como se tivesse virado vento leve.
Esse mar…
Que salga e pigmenta a pele,
Trazendo o pássaro da alegria. MERGULHE! TODO O MAR – M. T. Maia

marianaparis

A (primeira) locomotiva do trem turístico da CVRD é uma 2-10-2 “Santa Fé” [ou 1E1; ver classificação White] fabr. Skoda, 1949 [fabr. nº 1977; ex-nº 1347 Ferrocarriles General Belgrano (Argentina); ex-nº 401 EF Dª Teresa Cristina / RFFSA], do acervo da Associação Nacional de Preservação Ferroviária, reformada pela regional ABPF-Tubarão e transportada por rodovia até os novos trilhos da linha de Ouro Preto a Mariana. Centro-Oeste

Mariana é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Foi a primeira vila, cidade e capital do estado de Minas Gerais. Foi no século XVII uma das maiores cidades produtoras de ouro para a coroa Portuguesa. Tornou-se a primeira capital de Minas Gerais por participar de uma disputa onde a Vila que arrecadasse maior quantidade de ouro seria elevada a Cidade sendo a capital da então Capitania de Minas GeraisMariana MG – VIAGEM BIGLEO25

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O mapa das estações e paradas do trem Vitória – Belo Horizonte (acima), divulgado pela Vale em Janeiro de 2014, indica os 30 pontos de embarque e desembarque de passageiros. Estrada de Ferro Vitória a Minas

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DIA DA ÁRVORE

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A PRECE DA ÁRVORE

Ser humano,
protege-me!

Junto ao puro ar
da manhã ao crepúsculo,
eu te ofereço
aroma, flores, frutos e sombra!

Se ainda assim não te bastar,
curvo-me e te dou
proteção para teu ouro,
pinho para tua nota,
teto para teu abrigo,
lenha para teu calor,
mesa para teu pão,
leito para teu repouso,
apoio para teus passos,
bálsamo para tua dor,
altar para tua oração
e te acompanharei até à morte…

Rogo-te: Não me maltrates!

Autor: Walter Rossi

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Ouro de tolo

Ouro de Tolo – Raul Seixas

Eu devia estar contente
Porque eu tenho um emprego
Sou um dito cidadão respeitável
E ganho quatro mil cruzeiros
Por mês…

Eu devia agradecer ao Senhor
Por ter tido sucesso
Na vida como artista
Eu devia estar feliz
Porque consegui comprar
Um Corcel 73…

Eu devia estar alegre
E satisfeito
Por morar em Ipanema
Depois de ter passado
Fome por dois anos
Aqui na Cidade Maravilhosa…

Ah!
Eu devia estar sorrindo
E orgulhoso
Por ter finalmente vencido na vida
Mas eu acho isso uma grande piada
E um tanto quanto perigosa…

Eu devia estar contente
Por ter conseguido
Tudo o que eu quis
Mas confesso abestalhado
Que eu estou decepcionado…

Porque foi tão fácil conseguir
E agora eu me pergunto “e daí?”
Eu tenho uma porção
De coisas grandes prá conquistar
E eu não posso ficar aí parado…

Eu devia estar feliz pelo Senhor
Ter me concedido o domingo
Prá ir com a família
No Jardim Zoológico
Dar pipoca aos macacos…

Ah!
Mas que sujeito chato sou eu
Que não acha nada engraçado
Macaco, praia, carro
Jornal, tobogã
Eu acho tudo isso um saco…

É você olhar no espelho
Se sentir
Um grandessíssimo idiota
Saber que é humano
Ridículo, limitado
Que só usa dez por cento
De sua cabeça animal…

E você ainda acredita
Que é um doutor
Padre ou policial
Que está contribuindo
Com sua parte
Para o nosso belo
Quadro social…

Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar…

Porque longe das cercas
Embandeiradas
Que separam quintais
No cume calmo
Do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora
De um disco voador…

Ah!
Eu que não me sento
No trono de um apartamento
Com a boca escancarada
Cheia de dentes
Esperando a morte chegar…

Porque longe das cercas
Embandeiradas
Que separam quintais
No cume calmo
Do meu olho que vê
Assenta a sombra sonora
De um disco voador…

Veja também: Carnaval é Perfeição!, RAUL SEIXAS OFICIAL FÃ-CLUBE, Clarice Lispector do Samba, Clara Nunes.Homem e o diabo, Quem é o povo?, Anestesia mental., De Quem é a Culpa?

Mata Atlântica

Tribo de Jah – Mata Atlântica

Não, não, não mate as matas
Não, não desmate as matas não refrão … 2
vezes
Não, não, não mate a mata atlântica

Quando Cabral chegou e aqui ele encontrou
Prata beleza ouro, Pau Brasil
E sem falar do índio dono desse lugar
Homem da nossa Terra não tem onde morar

Óh homem … quanto você destrói
E consome … todos os recursos naturais
Da Terra … que clama por socorro chora e agonia

Refrão … 2 vezes

Rio diversidade, ar puro água potável
E sem falar das plantas de uso medicinal
Micos leão dourados, macucos, onças pintadas
Todos correm perigo de sua extinção

Óh homem … quanto você destrói
E consome … todos os recursos naturais
Da Terra … que clama por socorro chora e agonia

Refrão …

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RIQUEZA APÓS OS 40

Nunca pensei que a partir dos 40 pudéssemos ter uma riqueza tão grande!!!

-Prata nos cabelos. Ouro nos dentes.

-Pedras nos rins. Açúcar no sangue.

-Chumbo nos pés, Ferro nas articulações, Catarata nos olhos, e uma fonte inesgotável de gás natural…”

Quem ainda não é rico, prepare-se!